– E o pior é que a brincadeira tem um fundo de razão…

Com o apagão do Facebook, Instagram e WhatsApp por 6 horas na última 2ª feira, viu-se algumas pessoas em desespero pela abstinência das Redes Sociais.

Isso é assustador, pois qualquer dependência é perigosa. Vivemos muito tempo sem elas, e não podemos nos tornar reféns das mesmas.

Por outro lado, memes hilários como este, abaixo, nos divertiram. Vejam só:

– Um Peixe domesticado!

Meu sogro Ditão domesticou um pintado! E ele vem comer na mão!

Olhe só que beleza, em: https://youtu.be/kCF9IhaWlkk

E como bom pescador, ainda pescou um Corimba!

– O CT do Red Bull Bragantino, oficialmente divulgado.

Com trabalho sério (e com dinheiro), tudo se torna mais fácil: o Red Bull Bragantino apresentou oficialmente seu projeto para o Centro de Treinamento Integrado.

Veja só: https://youtu.be/ASy5CCNWlLY

– A culpa é de quem? Sobre a covarde agressão do jogador Willian Ribeiro contra o árbitro gaúcho.

Rodrigo Crivellaro Dias, árbitro gaúcho, apitava Guarani de Venâncio Aires contra o São Paulo de Rio Grande, pelo Gauchão da 2a divisão. Após um gol do Guarani, o atleta camisa 10 Willian Ribeiro, do São Paulo, foi reclamar pedindo a anulação do tento. Ao ser advertido com Cartão Amarelo por reclamação, o jogador deu um soco no juizão, que caiu. No chão, ainda o chutou na cabeça.

O árbitro, desmaiado, foi socorrido e levado para um hospital. O jogador foi preso.

Abaixo, o lance (clique no link):

https://platform.twitter.com/widgets.js

Aqui, não se culpe a CBF, o Futebol Brasileiro ou a Educação do Povo. É simplesmente questão de MÁ ÍNDOLE de um cara descontrolado e despreparado para o convívio social.

Toda minha solidariedade ao árbitro e seus familiares…

Abaixo, a nota do São Paulo de Rio Grande, que demitiu o jogador:

A

– Serra do Japi.

16h – Bairro do Paiol Velho, em Jundiaí: no meu caminho de volta para Bragança Paulista, o sol nem deu as caras. Mas em compensação, o verde da Serra da Japi… que beleza!

Viva a natureza e suas formas de inspiração!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O McDonald’s sem caixa humano: uma desagradável experiência.

Estive com minha filha de 4 anos no Shopping Parque das Bandeiras, em Campinas. Lá, existe uma restaurante no McDonald’s com 3 caixas físicos e 2 totens de auto-atendimento. Porém, na sexta-feira não havia uma só pessoa para o atendimento humano.

Estando com uma criança e sacolas na mão, por conforto, eu queria ser atendido por uma pessoa, não me “auto-atender” por uma máquina. E a fila era longa…

Perguntei à moça da loja (que ali estava fazendo faxina) se não tinha ninguém para atender, e ela, roboticamente, disse: “só no Totem”.

O Totem de auto-atendimento é legal para quem quer esse serviço. Eu não queria. Fui obrigado (mas não irei mais). E sabe a ironia? Como eu pagaria em dinheiro, tive que fazer o pedido pela máquina e esperar alguém aparecer para… cobrar!

É mole?

Custa ter uma pessoa para atender, desde o início? Essa “forçação de barra” irrita.

– Engordando…

Caracoles! Comi um rocambole de doce de leite (como se fosse “torta húngara”) com cobertura de canela no Pizza Hut, que estufei até “dizer chega”. Aliás, não foi só um…

Que atentado à minha dieta… remorso total.

Mas bem baixinho, que ninguém nos ouça: que delícia!

– Dia de São Benedito.

Benedito: negro, ítalo-africano, analfabeto e cozinheiro. Mas principalmente… Santo!

Veja sua bela história (extraído do App iMissa)

SÃO BENEDITO

Hoje é um dia muito especial para o povo brasileiro. Comemora-se o dia de são Benedito, um dos santos mais queridos e cuja devoção é muito popular no Brasil. Cultuado inicialmente pelos escravos negros, por causa da cor de sua pele e de sua origem – era africano e negro -, passou a ser amado por toda a população como exemplo da humildade e da pobreza. Esse fato também lhe valeu o apelido que tinha em vida, “o Mouro”. Tal adjetivo, em italiano, é usado para todas as pessoas de pele escura e não apenas para os procedentes do Oriente. Já entre nós ele é chamado de são Benedito, o Negro, ou apenas “o santo Negro”. Há tanta identificação com a cristandade brasileira que até sua comemoração tem uma data só nossa. Embora em todo o mundo sua festa seja celebrada em 4 de abril, data de sua morte, no Brasil ela é celebrada, desde 1983, em 5 de outubro, por uma especial deferência canônica concedida à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. Benedito Manasseri nasceu em 1526, na pequena aldeia de São Fratelo, em Messina, na ilha da Sicília, Itália. Era filho de africanos escravos vendidos na ilha. O seu pai, Cristóforo, herdou o nome do seu patrão, e tinha se casado com sua mãe, Diana Lancari. O casamento foi um sacramento cristão, pois eram católicos fervorosos. Considerados pela família à qual pertenciam, quando o primogênito Benedito nasceu foram alforriados junto com a criança, que recebeu o sobrenome dos Manasseri, seus padrinhos de batismo. Cresceu pastoreando rebanhos nas montanhas da ilha e, desde pequeno, demonstrava tanto apego a Deus e à religião que os amigos, brincando, profetizavam: “Nosso santo mouro”. Aos vinte e um anos de idade, ingressou entre os eremitas da Irmandade de São Francisco de Assis, fundada por Jerônimo Lanza sob a Regra franciscana, em Palermo, capital da Sicília. E tornou-se um religioso exemplar, primando pelo espírito de oração, pela humildade, pela obediência e pela alegria numa vida de extrema penitência. Na Irmandade, exercia a função de simples cozinheiro, era apenas um irmão leigo e analfabeto, mas a sabedoria e o discernimento que demonstrava fizeram com que os superiores o nomeassem mestre de noviços e, mais tarde, foi eleito o superior daquele convento. Mas quando o fundador faleceu, em 1562, o papa Paulo IV extinguiu a Irmandade, ordenando que todos os integrantes se juntassem à verdadeira Ordem de São Francisco de Assis, pois não queria os eremitas pulverizados em irmandades sob o mesmo nome. Todos obedeceram, até Benedito, que sem pestanejar escolheu o Convento de Santa Maria de Jesus, também em Palermo, onde viveu o restante de sua vida. Ali exerceu, igualmente, as funções mais humildes, como faxineiro e depois cozinheiro, ganhando fama de santidade pelos milagres que se sucediam por intercessão de suas orações. Eram muitos príncipes, nobres, sacerdotes, teólogos e leigos, enfim, ricos e pobres, todos se dirigiam a ele em busca de conselhos e de orientação espiritual segura. Também foi eleito superior e, quando seu período na direção da comunidade terminou, voltou a reassumir, com alegria, a sua simples função de cozinheiro. E foi na cozinha do convento que ele morreu, no dia 4 de abril de 1589, como um simples frade franciscano, em total desapego às coisas terrenas e à sua própria pessoa, apenas um irmão leigo gozando de grande fama de santidade, que o envolve até os nossos dias. Foi canonizado em 1807, pelo papa Pio VII. Seu culto se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Em 1652, já era o santo padroeiro de Palermo, mais tarde foi aclamado santo padroeiro de toda a população afro-americana, mas especialmente dos cozinheiros e profissionais da nutrição. E mais: na igreja do Convento de Santa Maria de Jesus, na capital siciliana, venera-se uma relíquia de valor incalculável: o corpo do “santo Mouro”, profetizado na infância e ainda milagrosamente intacto. Assim foi toda a vida terrena de são Benedito, repleta de virtudes e especiais dons celestiais provindos do Espírito Santo.

– O verde está voltando.

A 3ª feira está carrancuda, mas a chuva já realçou o verde da beira da estrada.

Chega de queimadas! E que venha água…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#rodovia #way #amanhecer #morning #nature #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #inspiração #mobgrafia #XôStress

– Evergrande Guangzhou: do futebol milionário ao rombo imobiliário bilionário.

Parece a história do grupo OGX, de EIke Baptista: através de dinheiro futuro, muita grana no presente, sem garantias do que haveria de vir – foi isso que a construtora Evergrande fez na China. Diversificando os negócios, desde o ramo imobiliário à montadora de veículos (que nunca foram montados), a empresa enganou muita gente e agora pode trazer um prejuízo enorme para a China e, consequentemente, para o mundo.

Lembre-se que o Guangzhou, time que foi dirigido por Luiz Felipe Scolari, é de propriedade da Evergrande. Aliás, ele foi o grande campeão chinês por várias temporadas e a melhor equipe local, pagando altos salários até para os padrões europeus. Atualmente, estava construindo um novo estádio, orçado em US$ 1,7 bilhão (R$ 9 bilhões), com formato de “flor de lótus”, para 100 mil torcedores.

Por fim, não nos esqueçamos, o mesmo time contratou Conca, em 2011, com o 3o maior salário do mundo, na época atrás apenas de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

Hoje, somente no ramo imobiliário, a dívida do grupo é de 350 bilhões de dólares, segundo o UOL.

Considerando que o Suning Group, outro gigante da China e dono da Internazionale de Milão, também fechou o Jiangsu por problemas financeiros (time que o zagueiro são-paulino Miranda estava jogando), podemos crer que o futebol na China se reinventará forçosamente?

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/amp/mercado/2021/09/como-a-evergrande-criou-a-montadora-mais-valiosa-da-china-sem-vender-um-unico-carro.shtml

COMO A EVERGRANDE CRIOU A MONTADORA MAIS VALIOSA DA CHINA SEM VENDER UM ÚNICO CARRO.

CAIXIN -O Evergrande Group da China, incorporadora hoje à beira da falência, fez muitos esforços ao longo dos anos para ramificar seus negócios além dos imóveis, mas o mais impressionante é como ela conseguiu manipular os mercados de capital com as histórias que criou.
Uma dessas histórias é a Evergrande como fabricante de carros de novas energias. O valor de mercado do China Evergrande New Energy Vehicle Group (Evergrande Auto), que ainda não vendeu um único carro, chegou a 674,1 bilhões de dólares de Hong Kong (US$ 86,6 bilhões, cerca de R$ 462 bilhões), tornando-a não apenas a mais valiosa empresa listada em Bolsa na China, como também duas vezes mais valiosa que sua matriz, a Evergrande —apesar de a Evergrande ter vendido trilhões de iuanes em imóveis residenciais nos últimos 20 anos.
Mas os tempos mudaram. A Evergrande Auto está avaliada hoje em 30 bilhões de dólares de Hong Kong (HK$), cerca de 4% de seu pico. Na terça-feira (21), a companhia concedeu 323,72 milhões de opções de ações no valor de HK$ 1,26 bilhão (R$ 870 milhões) para três diretores e cerca de 3.180 funcionários da companhia, segundo um documento enviado à Bolsa de Valores de Hong Kong.

As pessoas que mais lucraram com as histórias da Evergrande são seu fundador, Hui Ka Yan, e seus amigos. Por exemplo, uma pessoa do círculo de Hui comprou 80 milhões de ações do Evergrande Health Industry Group —antecessor da Evergrande Auto antes que ela fosse rebatizada para servir a seu novo propósito— por HK$ 0,3 cada, antes de vendê-las todas por HK$ 50 a ação, segundo a agência de notícias Caixin. O negócio rendeu para o investidor mais de HK$ 4 bilhões.

Encorajado por esse sucesso disparado, o amigo de Hui também participou de colocação privada da Evergrande Auto, mas descobriu que sua sorte tinha mudado, segundo a Caixin. Ele continuou comprando ações enquanto o preço caía, mas acabou sendo forçado a vendê-las com prejuízo.
O objetivo principal da Evergrande Auto era levantar capital para o grupo Evergrande. A matriz alegou que tinha investido 47,4 bilhões de iuanes (R$ 39,34 bilhões) em seu negócio de automóveis, mas alguns analistas acreditam que o grosso desse investimento veio do mercado, e não da própria Evergrande.
“A Evergrande Auto tinha levantado 30 bilhões de iuanes em duas rodadas. O que significa que a companhia usou principalmente dinheiro de investidores —em vez de seu próprio capital— para investir, e conseguiu ganhar um alto valor de mercado (para a companhia de carros). Consequentemente, com suas ações (da companhia de carros) a um preço elevado, ela poderia usá-las como garantia para levantar ainda mais dinheiro”, disse um analista.
Conforme a história da Evergrande Auto se desdobrou, a trama focou em fusões e aquisições, não na fabricação de carros. Em setembro de 2018, a Evergrande comprou uma grande participação no Xinjiang Guanghui Industry Investment Group por 14,5 bilhões de iuanes (R$ 12 bilhões), tornando-se a segunda maior acionista da empresa. Esse negócio trouxe as vendas de carros para o noticiário porque o Guanghui Industry Investment é um acionista do China Grand Automotive Services Group, uma das maiores revendedoras de automóveis do país. Essa narrativa nunca chegou a lugar nenhum, entretanto. Em 2019, a Evergrande, sem caixa, vendeu sua participação no Guanghui Industry Investment para a gigante de energia estatal Shenergy Group por 14,85 bilhões de iuanes (R$ 12,267).
Em janeiro de 2019, a antecessora da Evergrande Auto, Evergrande Health, do setor de saúde, adquiriu 51% da National Electric Vehicle Sweden (Nevs) por US$ 930 milhões (R$ 4,969 bilhões). Hui, cujo nome em Mandarim é Xu Jiayin, fechou o negócio rapidamente, talvez porque precisasse reforçar as credenciais de montadora da Evergrande depois que sua decisão de colaborar com o empresário cercado de polêmicas Jia Yueting no projeto de carro elétrico Faraday Future (FF) deu errado. Sem o FF, Xu precisava de algo para dar alguma substância à identidade da Evergrande como fabricante de carros, e a Nevs era bem apropriada. Deu certo. Depois que comprou uma parte da Nevs, o preço da Evergrande Health disparou.
O aumento dessas ações se deve em parte ao fato de elas estarem concentradas nas mãos de relativamente poucos acionistas. Em 9 de agosto de 2020, a companhia recebeu uma advertência da Comissão de Securities e Futuros de Hong Kong sobre alta concentração em sua propriedade. A conclusão da comissão sugeria que em 5 de agosto de 2020 um grupo de 18 acionistas detinha 19,83% das ações emitidas pela companhia. Junto com as 74,99% de ações emitidas em posse da companhia, essa participação representava 94,82% do total de ações da empresa. Só 5,18% das ações emitidas pela Evergrande estavam em posse de outros acionistas da companhia.
O acordo para assumir uma participação majoritária no Fangchebao Group oferece mais evidências das técnicas financeiras da Evergrande. Ela adquiriu uma participação de 51% nas mais de 40 mil lojas físicas da Fangchebao por meio de uma troca de ações. Dessa maneira, a Evergrande não teve de pagar dinheiro pelo negócio, para o qual atraiu a Fangchebao prometendo uma oportunidade de abrir o capital. Em consequência, a Evergrande adquiriu ativos valiosos com um investimento aproximado de 1 bilhão de iuanes (R$ 826,1 milhões) para cobrir a reforma das lojas e custos de integração do sistema. No final de 2020, os ativos totais e líquidos da Fangchebao chegavam a 4,7 bilhões e 3,1 bilhões de iuanes, respectivamente (R$ 3,9 bilhões e R$ 2,57 bilhões).
Em 29 de março de 2021, a Fangchebao trouxe 17 investidores estratégicos e levantou um total de HK$ 16,35 bilhões (R$ 11,28 bilhões). Esses investidores teriam uma participação de 10% na companhia ao concluir o negócio, elevando a avaliação pré-financiamento da Fangchebao para HK$ 163,5 bilhões. Esse negócio teria uma parte dos fundos levantada por meio da venda de ações existentes, com o restante levantado pela emissão de novas ações. A Fangchebao emitiu 651 milhões de novas ações para investidores, enquanto a Evergrande pretendia vender 651 milhões de ações existentes aos investidores.
Dessa maneira, a Evergrande conseguiu aumentar o valor de mercado da Fangchebao para HK$ 163,5 bilhões (R$ 112,21 bilhões) em um ano e embolsar HK$ 8,175 bilhões (R$ 5,610 bilhões) com a venda de suas ações da companhia.
Uma pergunta agora é como a Evergrande conseguiu fazer os investidores entrarem no negócio da Fangchebao?
Um investidor institucional que participou do negócio disse que o segredo foi a promessa de recompra pela Evergrande. “O que nós valorizamos foi seu mecanismo de ajuste da avaliação”, disse o investidor. “Se a Fangchebao não abrisse o capital em um ano, a Evergrande compraria de volta nossas ações com um prêmio de 15% em relação ao preço de mercado predominante. Pelo menos, através desse mecanismo, nós poderíamos recuperar nosso dinheiro.”
O investidor também indicou que outra companhia sob o guarda-chuva da Evergrande, a Evergrande Property Services Group, conseguiu entrar na Bolsa muito rapidamente, o que deu aos investidores confiança de que tinham uma saída potencial do negócio que não era muito distante. (Cont no link acima)

– A inspiração da Rosa Amarela.

🌼 #Flores do nosso #jardim, para alegrar e embelezar nosso dia!

#Jardinagem é um ótimo #passatempo! E para dar cores à 3a feira nublada, nada melhor que essa rosa amarela.

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🌸 🌹 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#flor #flowers #flower #pétalas #garden #hobby #natureza #nature #flora #photography #fotografia

– Tenhamos paciência com os ciclos (e problemas) em nossa vida.

Tudo é passageiro na nossa vida. Os ciclos ocorrerem, de bons ou maus momentos. E aqui não tem nada relacionado com religião, superstição ou equivalentes. Me refiro à percepção do tempo em meio às dores.

Quando temos demandas tristes, que nos trazem à discussão o sentido da vida e o “por quê” das coisas, parece que as angústias que sentimos são eternas – especialmente quando elas nos afligem nas coisas / pessoas / situações que amamos.

Calma. Enfrentemos as pendengas, façamos nossa parte, tenhamos paciência e a certeza que tudo passa.

Essa bobinha imagem do fruto da pitangueira, abaixo, é representativa: não se refere a pessoas que nascem e morrem, mas a frutos (da nossa imaginação, dos nossos compromissos ou, mais claramente, a personificação dos nossos problemas) que nascem tão discretamente, crescem, se avolumam e depois morrem.

Evidentemente, ler essas palavras pode ser confortante. Na prática, a dificuldade é bem maior. Mas ainda assim: calma, temperança e esperança.

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem! E meus motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Foco vs Fofoca.

Que nós possamos focar em nossos problemas pessoais (e certamente cada um de nós tem muitos), sem preocupações com o sucesso ou insucesso alheio.

Ao ver essa “sacada” genial da foto abaixo, achei legal compartilhar. Não percamos tempo com coisas, pessoas ou situações que não nos dizem respeito – exceto, claro, se forem para contribuir para a cidadania / sociedade.

– Bom dia, 3ª feira (4 de 4).

🌅 05h40 – Desperte, Bragança Paulista (com a chuva chegando).

Que a terça-feira possa valer a pena!

(E há de valer!).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#nuvens #clouds #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, 3ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino e o esforço.

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: roseiras, ainda gotejadas pela chuva.

Curta flores! Elas nos desestressam.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora Aparecida (a Padroeira do Brasil), rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todo mundo animado para mais uma jornada?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas

– O que aconteceu com o Facebook?

E Mark Zuckerberg resolveu os problemas do Facebook!

Como os memes proliferam, eis mais um: fez um “gato” para a Rede voltar ao ar…

O que será que aconteceu, não?

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– Gelatinas coloridas e saborosas.

Terminamos a produção de gelatina aqui em casa. Quem não gosta dessas gostosuras?

Saborosas e saudáveis, as crianças adoraram fazer! A minha pequenina, especialmente, se lambuzou.

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– Busque paz.

Evite a dispersão espiritual. Busque lugares calmos. Reze. Medite. Se inspire. Dê-se descanso.

Essa foto, da Basílica Nacional de Aparecida, sempre me inspira. Olhe só que imagem de paz e tranquilidade:

Foto: Arquivo Pessoal.

– A previsão furada de Andrés Sanches.

Eu só consegui achar o vídeo hoje, mas é indiscutível que a “profecia” de Andrés Sanches não funcionou…

Clique no tuíte abaixo:

https://platform.twitter.com/widgets.js

– E aí, Zuckerberg? WhatsApp caiu com Facebook e Instagram?

Usuários de 3 Redes Sociais (WhatsApp, Facebook e Instagram) estão reclamando: elas estão fora do ar desde a hora do almoço!

Se as pessoas estão se queixando porque a usam por ludismo, paciência. Mas para quem trabalha com elas, aí a coisa pega…

E aí, Zuckerberg, o que acontece? O Twitter e o Telegram, redes que não lhe pertencem, são muito mais instáveis…

– A beleza do Taboão, numa 2a carrancuda.

Lago do Taboão, em Bragança Paulista: mesmo com a 2a feira carrancuda, tudo ainda é muito bonito…

Viva a natureza e sua beleza!

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Crespo: a empolgação ao treinador diminuiu?

Postagem de junho, mas atual… veja: 

Hernan Crespo chegou ao São Paulo como o atual Campeão da Copa Sulamericana. Em seu primeiro torneio em solo brasileiro, foi Campeão Paulista. Porém, tanto na Libertadores da América quanto no Brasileirão, já existem as primeiras contestações (em que pese os desfalques por contusões e erros de pontaria dos atacantes).

Nas entrevistas, ele é afável, transparente nas suas ações e muito solícito. Porém, críticas às suas escalações e modificações são levantadas, e ele assume a responsabilidade.

Diante de tudo isso, será que não existiu uma empolgação exagerada no início? Ele, antes da sua chegada ao Brasil, tinha 46,38% de aproveitamento.

Vide:

• Parma (sub-19): 14 vitórias, 7 empates e 10 derrotas;
• Modena: 11 vitórias, 5 empates e 19 derrotas;
• Banfield: 4 vitórias, 6 empates e 8 derrotas
• Defensa y Justicia: 13 vitórias, 10 empates e 9 derrotas

Para mim (já escrevi em: https://wp.me/p4RTuC-ted) Crespo é ainda uma aposta. Eu, por ora, prefiro o atacante Crespo do que o treinador.

Aguardemos. E lembremos: há um técnico na praça chamado Rogério Ceni, muito respeitado no Morumbi.

– Urbano ou Rural, parte 2.

Urban or rural? The green of the countryside with the grandeur of the buildings: the difficult but necessary combination of nature and everyday life.

Urbano ou rural? O verde do campo com a grandeza dos prédios: a difícil mas necessária combinação da natureza com o cotidiano.

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📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Como demitir um Amigo!

Pense na seguinte situação constrangedora: Você é o chefe e tem que demitir um amigo!

O que fazer?

Uma matéria bacana sobre sugestões do assunto, no link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-demitir-um-amigo

COMO DEMITIR UM AMIGO

Objetividade e concisão são palavras de ordem para este momento delicado

Por Talita Abrantes

Já se foi o tempo em que mercado de trabalho era sinônimo de hierarquias rígidas e comportamentos para lá de sisudos. A chegada da Geração Y às empresas, entre outros fatores, determinou relações menos formais, mais amigáveis e, de certa forma, mais leves.

“A visão de chefe e empregado já é obsoleta. O que existe mais é uma relação de parceria”, afirma Cintia Cursino, diretora da BPI do Brasil. Com este tom, os vínculos de amizade entre chefia e funcionários se tornaram mais comuns.

Se por um lado, essa tendência contribui para rotinas de trabalho mais estimulantes, por outro pode tornar mais dolorosa uma das situações mais delicadas da rotina corporativa: a hora da demissão.

Mais dia menos dia, independente da geração a que pertence, todo chefe terá que demitir alguém. Mas como agir se o funcionário também for seu amigo? Especialistas ensinam:

1. Coloque os limites. Antes

A fórmula básica para minimizar os efeitos devastadores da demissão sobre a sua amizade? Desde sempre estabelecer limites e respeitá-los. Embora a máxima “amigos, amigos; negócios à parte” denote uma pitada de frieza, ela deve ser, sim, a base deste tipo de relacionamento corporativo.

“É preciso saber ser chefe, se colocar como profissional”, afirma Cintia. “Se você diferenciar a relação de amizade com a profissional será mais fácil”.

Separar as duas relações, contudo, não é tudo. “Se a pessoa for um bom chefe, provavelmente, já alinha as expectativas, dá feedback, investe na formação”, diz Vera Martins, professora da Fundação Vanzoline e autora do livro “Seja assertivo!”.

Em outros termos, ao longo de toda experiência profissional compartilhada com o amigo, o chefe deve se portar de modo que a demissão não será uma surpresa para o funcionário.

2. Seja direto, objetivo e conciso

Esse tom profissional deve ser a base do anúncio da demissão. Vocês até podem ser amigos, mas, lembre-se, neste momento, você é o chefe com a missão de informar que a relação profissional terá um ponto final.

A melhor forma de fazer isso? “Você tem que pegar a emoção e deixar de lado. Se você deixar que seu sistema límbico tome conta, você não será firme, nem empático. Ao contrário. Pode até ser agressivo para poder se defender”, explica Vera.

A dica básica para conseguir este feito é transmitir uma mensagem objetiva, concisa e direta. “Tenha, no máximo, quinze minutos de conversa. Deixe os motivos claros, mostre que é uma decisão da empresa”, diz Cintia.

Se você estiver muito inseguro para fazer isso, comunique a demissão junto com alguém do RH da empresa ou com uma consultoria especializada. Com isso, anuncie a demissão e deixe o profissional, que também é seu amigo, com pessoas mais neutras no assunto.

3. Não se desculpe, nem acuse

Pedidos de desculpas e muitas justificativas da sua parte não cabem para a ocasião. “No momento da demissão, você deve assumir a postura de representante da empresa”, diz Cintia.

Evidentemente, seu amigo ficará chateado com a notícia. Mas todo processo será contaminado se você abrir espaço para que ele exponha todas as suas emoções. “Esta não é a hora para você amparar, para ser o ombro amigo”, diz a especialista.

Depois do expediente, você até pode assumir este papel de amigo. Mas, durante a conversa, você é o chefe, o representante da empresa com a missão de anunciar uma decisão corporativa. Ponto.

No extremo oposto, também não vale apontar o dedo para o colega recém demitido. “Jamais fale ‘se você tivesse feito o que eu falei, agora, não seria demitido’, por exemplo”, diz Vera. “Até na hora da demissão precisamos ser generosos e mostrar empatia”.

Dependendo do caso, se for necessário, negocie com a empresa algum benefício para o funcionário demitido de modo a aliviar os efeitos deste período de transição. Vale desde oferecer um serviço de outplacement até manter o plano de saúde dele por um tempo. Mas, atenção: não vale fazer isso apenas porque o funcionário em questão também é seu amigo.

“A demissão é uma situação de frustração e exclusão. O amigo está num clima ruim de sair por baixo. A melhor coisa a fazer? Ser verdadeiro e reforçar o que ele tem de bom”, afirma Vera.

4. Sim, você vai sofrer

Agora, não se iluda ao pensar que estes passos são a fórmula perfeita para limar a culpa e o sofrimento que a situação pode trazer para você. No mínimo, eles podem tornar a situação menos delicada, mas, as especialistas afirmam, não irão eliminar o desconforto que a demissão de um amigo traz.

A fórmula para sobreviver ao contexto? “Seja maduro e conte com a maturidade das pessoas”, diz Cintia.

Analise o contexto e as reações antes de retomar o contato com seu, agora, apenas amigo. “É uma coisa de respeito. Dê um tempo para ele deglutir o fato”, aconselha Vera.

– Coma saúde e se divirta!

Frutas Saudáveis para a tarde: uva, kiwi, pêra, morango e maçã.

Para as crianças, com mais diversão ainda! Mas lembre-se: o importante é ter vitamina.

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🍇 🥝 🍐 🍓 🍎 #fruits

– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

– Urbano ou Rural?

Urban or rural? The green of the countryside with the grandeur of the buildings: the difficult but necessary combination of nature and everyday life.

Urbano ou rural? O verde do campo com a grandeza dos prédios: a difícil mas necessária combinação da natureza com o cotidiano.

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Dia de São Francisco de Assis.

Assim como eu, milhares de blogueiros devem estar postando a Oração de São Francisco de Assis no seu dia. Mas, cá entre nós: ela é a essência do caminho à Santidade, norteando todos os deveres cristãos!

Francisco, filho de ricos comerciantes, despojou-se para cuidar dos pobres. Viveu do essencial, na pobreza material e riqueza da fé. Cuidou da natureza, com apreço especial aos animais. Ele é o “irmão sol”, como ficou conhecido pela cumplicidade com sua companheira espiritual, Santa Clara, a “irmã lua”.

Sua oração, citada acima, aqui:

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

– Um registro caiçara, de muita vontade.

Não é dia de #tbt, mas… se eu pudesse (e acho que muitos pensam nisso) não mais trabalhar “compromissadamente” e ter muito dinheiro, eu iria morar na praia. Gosto demais de Santos, uma cidade aprazível e acolhedora.

Eu sei que é utopia tal possibilidade na vida das pessoas (a de não precisar se preocupar com horários e grana). Paciência. Vida que segue.

Veja só um entardecer praiano de dias atrás:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A 4a divisão paulista, o medo do Clube-Empresa e a necessidade de transparência.

Enquanto na elite do futebol se falava de Libertadores da América e Sulamericana, do Brasileirão e de outras tantas coisas importantes, acontecia no Interior Paulista a fase preliminar da 4a divisão estadual – um campeonato deficitário, ruim e de nuances assustadoras.

Primeiro: não é um torneio “profissional de verdade”, pois é limitado até a idade de 23 anos. É um “juniores estendido, com registro em carteira”.

Segundo: o nome oficial é fake: chama-se “2a divisão de futebol profissional Sub 23”, ou carinhosamente invocada como “Bzinha”. Na prática, é a 4a divisão.

Terceiro: o desnível é muito grande: times que dão WO por falta de ambulância (como o Barcelona Esportivo da Capela do Socorro), misturados com times tradicionalíssimos como o América de São José do Rio Preto (onde o próprio clube denunciou que tinha atletas envolvidos em esquema de manipulação de resultados – uma praga dessa divisão), somados a clubes inusitados (como o Atlético de Mogi das Cruzes, há 4 anos sem vencer um só jogo, com mais de 40 derrotas em 4 edições do torneio).

Quarto: para quem foi eliminado na primeira fase, o time, pasmem, teve apenas 5 semanas de disputa! Ou seja, o clube fica em atividade de competição por um pouco mais de 1 mês, e sem jogos oficiais por quase 11! Inviável e ilógico.

Quinto: comumente se vê atletas “comprando vagas para se jogar em equipes”, permitindo a realização do “sonho de ser atleta“. Há também treinadores-empresários que assumem a agremiação e levam seus atletas, colocando-os na vitrine (já vi isso até em equipes na A2, mas nunca deu certo esportivamente…) 

Sexto: há clubes-empresas das mais diversas origens, como o Colorado Caieiras (bancado por um apaixonado torcedor de futebol e empresário do ramo de supermercados), Manthiqueira (que anuncia trabalho social em seus propósitos) e terceirizados (como o Grêmio Prudente, cujo mecenas é um importante empreendedor do ramo de material esportivo).

E já que o assunto nesse último item foi clube-empresa, não me furtarei de falar do Paulista FC. Tradicional e centenária agremiação, que há 15 anos disputou a Libertadores da América, mas foi desclassificado da 4a divisão estadual em 2021. O clube foi gerenciado como uma empresa pela Lousano e teve em seu elenco Toninho Cerezo (Sampdória) e Alemão (Napoli), dois jogadores de Seleção Brasileira. Também foi gerido como empresa nas mãos da Parmalat e virou Etti Jundiaí, igualmente com sucesso e disputando o Paulistão com competitividade, bem como séries de acesso do Brasileirão. E quando teve a chance de ter a parceria com a Red Bull… muitos bradavam que “não se renderiam ao dinheiro gringo e que o clube estava sendo vendido”. 

Ué, não estão vendo o sucesso do Bragantino? As ações de marketing local e global são espetaculares, sem contar com o resultado dentro de campo. E o Galo abriu mão disso (aliás, aceitou que a Kah Sports e a Fut-Talentos tocassem o time pois o nome Paulista se manteria – como não se tivesse mudado com a Lousano e a Parmalat). Pior: li nos fóruns manifestações de que “se a Red Bull quebrar, o time quebra junto!”. Como se o Paulista não estivesse quebrado nas contas (pois essa é a justificativa padrão de todas as diretorias)…

Aqui, uma observação: o presidente Rodrigo Alves está de parabéns e é o responsável pelo time não ter pedido licença (pois se pede, ficaria difícil voltar). Mas também ele é responsável, como chefe maior da instituição, das finanças e da escolha dos treinadores Chuva e Baiano (já que é o presidente da equipe quem banca a permanência do diretor de futebol Julinho). 

Três considerações finais:

1- Por quê não há comunicação da diretoria com os meios de comunicação que alcançam boa parte dos torcedores? Rodrigo, bem como o diretor Julinho, não deram uma entrevista sequer à Rádio Difusora. Ora, falar é ser transparente! Na TV Japi, o ex-diretor do Galo, o Dr Marcos Zuffo, disse que deixou em caixa R$ 300.000,00! Para onde foi esse dinheiro? Não há ao menos uma contestação / palavra oficial do clube? Vá à emissora e diga.

2- Fazer rifa, promover evento beneficente, permuta com empresários e envolvimento da torcida, é muito bonito e romântico. Mas não cabe ao futebol profissional… O futebol em geral deixou de ser um evento atrativo e sofre concorrência com outros lazeres, além da credibilidade do esporte em geral ser contestada. Pepe Verdugo, Juninho e Zanata eram questionados e a justificativa era a falta de dinheiro. O grupo político atual, que contestava, alega agora a mesma coisa. Então as críticas às diretorias anteriores foram injustas, já que a atual usa o mesmo argumento? 

3- Que “medo é esse” de clube-empresa? A tendência do futebol, irreversível, é essa! Nos anos 30 e 40, alguns ousaram em peitar o profissionalismo e ficaram para trás. Era um caminho sem volta. A mesma coisa agora: os clubes pequenos, médios ou grandes, com propósitos de revelar jogadores, fazer marketing ou disputar títulos (ou os 3 simultaneamente), terão que se profissionalizar de verdade e se transformarem em empresas responsáveis. Vide a Lei das SAFs, ou os novos times existentes com proprietários (de Red Bull, passando pelo Audax, chegando ao simpático Metropolitano de Jundiaí). Não tem jeito, será necessário arranjar parceiro ou se autosustentar. City Group, dono no Manchester City, vem montando clubes como o NY City ou comprando outros, no Japão, no Uruguai e na Venezuela, ou fazendo parcerias como na Bolívia ou na Espanha. A Juventus da Itália é da FIAT. Dan Friedkin pagou R$ 3,8 bi e levou a Roma. Grupos chineses e demais asiáticos estão na Premiere Legue comprando todo mundo. Eles chegarão, uma hora ou outra, ao Brasil.

Penso: que paura é essa de que o clube tenha um dono? Se a empresa for séria, ótimo! Do jeito que está, ninguém assume a culpa dos erros e todo mundo fica passando o chapéu…

Profissionalizem-se, falem às claras, e façam a coisa certa, clubes brasileiros. Urgente, para o bem do esporte e sobrevivência das equipes.

Imagem extraída de: “O Curioso do Futebol”.

– Chove, chuva.

Dias de chuva podem ser bonitos também.

Para uma nova semana, novas motivações. E que a segunda-feira possa ser muito boa!

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#natureza #fotografia #rain #paisagem #landscapes

– 1 em cada 10 graduados recebem salário mínimo!

Que número assustador e desanimador: 11% das pessoas que fazem faculdade recebem pouco mais de R$ 1.000,00!

Compartilho, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/10/13/11-dos-trabalhadores-que-cursaram-faculdade-ganham-ate-1-salario-minimo.htm

11% DOS TRABALHADORES QUE CURSARAM FACULDADE GANHAM ATÉ 1 SM

Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.

Entre abril e junho deste ano, eram 2,77 milhões de brasileiros nessa situação. É mais do que a população de Salvador e 1,07 milhão a mais de pessoas do que cinco anos antes, quando o País ainda não tinha entrado em recessão. Enquanto a crise foi se espalhando pelo mercado de trabalho, fechando vagas, aumentando a informalidade e reduzindo o rendimento das famílias, o número de graduados trabalhando por até um salário mínimo foi aumentando.

A assistente comunitária Valdelice Lima Nery, de 44 anos, faz parte desse porcentual de profissionais. Formada em administração de empresas, em 2010, ela hoje trabalha por cerca de um salário, em um posto de saúde na zona oeste do Rio de Janeiro. “Mesmo empregada, fiz dois anos de cursinhos preparatórios para concursos, mas a quantidade de seleções caiu e não consegui trocar de emprego. Queria tentar uma vaga com salário maior, mas tudo foi ficando difícil, pela piora da situação do País”, conta.

Ela, que presta atendimento a mais de mil famílias na região, diz que a preocupação agora é manter o emprego. “Mesmo com um número de assistentes abaixo do necessário na cidade, o contrato só vai até o fim do ano, e a Prefeitura ameaça não renovar o serviço.” Apesar de pouco, por dois anos, esse salário foi a única renda da família.

Precarização

“A verdade é que o trabalhador está em uma situação complicada”, avalia o economista Bruno Ottoni, da IDados. “O mercado não está gerando tantos postos e os que surgem são de baixa remuneração. Ele vê o que está disponível e, muitas vezes, acaba aceitando uma ocupação que paga bem menos do que gostaria.”

Para o economista, a situação atual do mercado de trabalho, com desocupação ainda elevada (de 12,6% em agosto) e poucas oportunidades com melhor remuneração, é o pior dos mundos para muitos ex-universitários. “Alguns deles tiveram finalmente a chance de entrar na faculdade nos anos anteriores à recessão, mas se depararam com um mercado que não consegue absorvê-los.”

Um efeito colateral preocupante da falta de boas oportunidades de emprego para quem tem mais anos de formação seria desestimular as pessoas a seguirem estudando, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Isso é ruim, principalmente para as famílias mais pobres, que investiram com sacrifício em formação superior, com a expectativa de ascender socialmente. Se o trabalhador sente que não precisava ter estudado tanto, pode cair em uma frustração difícil de superar”, diz.

Informalidade

A busca dos trabalhadores mais qualificados por vagas com remuneração melhor deve ser longa, na avaliação de economistas ouvidos pelo Estado. O mercado de trabalho tem se recuperado em um ritmo mais lento do que se antecipava no início do ano e tem se ancorado, sobretudo, no avanço do trabalho informal – que é recorde.

O avanço da informalidade ajuda a explicar o aumento do número de graduados em universidades que ganham um salário mínimo ou menos. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que em um ano, até agosto, foram criados 1,4 milhão de postos sem carteira assinada ou CNPJ (que inclui profissionais liberais e microempreendedores, por exemplo) e apenas 403 mil vagas de carteira assinada.

Um outro levantamento da consultoria IDados, feito a partir dos números da Pnad Contínua, aponta que um terço dos trabalhadores informais ganhava menos de R$ 5 por hora. Desde o início da recessão, há quatro anos, esse porcentual não fica abaixo dos 30%.

“Se a maioria dos novos postos de trabalho é precária, isso gera uma dinâmica negativa no mercado de trabalho”, avalia Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Isso precisa ser objeto de preocupação do poder público. O Brasil não pode se acostumar a ser um País de informais ou uma economia com trabalhadores de baixa remuneração.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brian Snyder/Reuters

Imagem: Brian Snyder/Reuters