A esperança corresponde à aspiração de felicidade existente no coração de cada pessoa. Interessante observar que quem perde a esperança mais profunda perde o sentido de sua vida, e viver sem esperança não tem sentido. O próprio antônimo dessa palavra é DESESPERO, ou melhor, a perda quase que em estado definitivo da esperança. O desespero é capaz de corroer o coração.
A esperança é a vacina contra o desânimo, contra a possibilidade de invasão do egoísmo porque, apoiados nela, nos dedicamos à construção de um mundo melhor. A perda da esperança endurece nossos sentimentos, enfraquece nossos relacionamentos, deixa a vida cinza, faz a vida perder parte do seu sabor. No entanto, todos os dias, somos atingidos por inúmeras situações que podem nos desesperar.
A esperança é o combustível da vida, a forma de mantê-la viva é não prender os olhos nas tragédias; a cada desgraça que contemplamos corremos o risco de perder combustível. Existe na mitologia grega uma figura interessante chamada Fênix, que quando morria entrava em autocombustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Essa ave, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava.
A impressão causada em outros animais – por sua beleza e tristeza – chegava a provocar a morte deles. Nossa vida passa por esse processo várias vezes num único dia, ou seja, sair das tragédias para contemplar a beleza que não morreu, a vida que existe ainda, como fazia essa ave mitológica. Alguns historiadores dizem que o que traria a Fênix de volta à vida seria somente o seu desejo de continuar viva, depois de completar quinhentos anos elas perdiam o desejo de viver e aí, se morressem, não mais reviviam. O desejo de continuar a viver era sua paixão pela beleza que é a vida.
Vida sem sabor é uma vida sem perspectivas; quem cansou de tentar, cansou de lutar, desistiu de tudo, uma vida que apenas espera o seu fim por pensar que nada que se faça pode mudar coisa alguma. Quem perdeu a capacidade de sonhar, o desejo de felicidade confundiu-se com a utopia. Felizmente não existe motivo para desanimar, lembrando as palavras de São Paulo: “A esperança não decepciona” (Rm 5,5). Não falamos aqui de qualquer esperança, mas da autêntica esperança, que não se apoia em ilusões, em falsas promessas, que não segue uma ilusão popular em que tudo se explica.
A esperança verdadeira, vinda de Deus, é uma atitude muito realista, que não tem medo de dar às situações seu verdadeiro nome e tem sempre Deus como fator principal. Não tem medo de rever as próprias posições e mudar o que deve ser mudado. À medida que perdemos ilusões e incompreensões temos o espaço real, no qual pode crescer a esperança, que nada mais é do que a certeza de que tudo pode ser melhor do que o que já vemos, e o desejo de caminhar na direção da vida, atraídos pela sua beleza, que no momento pode somente ser sonhada, mas é contemplada pelo coração.
O homem pode ser resistente às palavras, forte nas argumentações, mas não sobrevive sem esperança. Ninguém vive se não espera por algo bom que seja bem melhor do que o que já conhece, que já possui ou já experimentou. Deus alimenta nossa vida através da esperança!
Logo após o término da partida tão importante que teremos hoje à tarde pela Liga dos Campeões da Europa em Paris, talvez possamos ter uma maior clareza sobre o futuro do brasileiro Neymar.
Com tantas rugas e mal-estares, na péssima relação que clube, torcida, treinador e jogador vivem, se a atuação de Neymar for decisiva para o time francês passar de fase, o casamento ganha sobrevida; se for eliminado com má atuação, o divórcio será inevitável.
Será que dessa vez a volta de Ney Jr ao Barcelona, contentando Messi e demais fãs, acontecerá?
Seguindo a tendência do que faz o Stories do Instagram e do Facebook, o Twitter criou o Fleets, seu similar que some em 24 horas.
Está, por enquanto, disponibilizado só para o Brasil. Eu testei um fleet quando acordei, de madrugada, com a foto da lua e um avião se aproximando da sua imagem.
Bobinho, mas é necessário que o Twitter tenha essa possibilidade para não ficar atrás dos concorrentes.
Pedrinho, ex-jogador do Corinthians, chegou em Portugal para assinar seu contrato com o Benfica. Porém, não soube falar das características dos seus futuros companheiros quando perguntado pela imprensa local (nitidamente desconhecendo o elenco do novo clube; só sabia quem era o treinador), e com uma gafe que os jornais portugueses não perdoaram: apareceu com um boné que tinha um Leão em seu desenho – e que é o Mascote do Sporting, rival do seu novo time.
Será que os jogadores de hoje são totalmente alienados e não conhecem (ou nem procuram estudar) os times que jogam / jogarão e sua história, ou o Staff deles é tão fraco assim, a ponto de permitir tal vacilo?
Parece-me que muitos jogadores de hoje são mercadorias de empresários. E, sendo assim, no caso de Pedrinho esse “produto” foi entregue com uma embalagem ruim…
Sempre pensei o seguinte: um jogador profissional deve ter a obrigação de conhecer o básico do time em que ele chega: sua torcida, seus companheiros de time e a história do clube no qual vai trabalhar. Por sua vez, os dirigentes do clube devem sempre fazer uma “integração” antes de ser apresentado à imprensa formalmente: que seja um pequeno vídeo apresentando o patrimônio das conquistas e os momentos marcantes da agremiação.
E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:
Poderemos em breve ter um Santo dos Millennials (a chamada “Geração Z”), se tudo ocorrer como parece estar sendo encaminhado pela Graça do Espírito Santo.
Carlo Acutis, jovem que jogava Playstation e de valores corretos e necessários aos dias atuais, tem seu processo de canonização acelerado pela quantidade de testemunhos.
Sobre o “1o santo que jogou video game” e suas virtudes importantes nesse mundo tão globalizado e tecnológico, abaixo:
Viúva Negra, o filme tão esperado (e cobrado pelos fãs do MCU) da Vingadora de Scarlett Johansson, teve seu trailer divulgado com o Guardião Vermelho e o Treinador aparecendo.
Mais um sucesso de bilheteria, ou com o problema das aglomerações a serem evitadas pelo Coronavírus, a data de estreia poderá mudar?
Na última 6a feira, durante a ação publicitária da empresa Easynvest no Programa Pânico da Rádio Jovem Pan, revelou-se os salários corrigidos dos principais jogadores de futebol em 1981.
Naquela época, Zico, no Flamengo, era o atleta que tinha o maior salário, equivalendo a valores de hoje em R$ 172.000,00. Seguido por Sócrates, no Corinthians, com R$ 169.000,00e Leão, no Palmeiras, a R$ 158.000,00.
Cá entre nós: 39 anos depois, com a inflação do futebol e supervalorização que se vê, com salários ultrapassado milhões de reais, qual seria o salário desses atletas caso jogassem hoje, já que esses 3 craques são de maior qualidade dos que os atuais?
A Arábia Saudita reduziu violentamente o preço do barril de petróleo, e as bolsas de valores desabaram. Além do baixo consumo de gasolina e diesel mundo afora, do Coronavírus e de outra nuances, existe o ingrediente político, envolvendo sauditas e russos.
Se o barril do produto ficar abaixo de 35 dólares, se tornará mais barato o Brasil importar petróleo do Oriente Médio do que produzir do nosso próprio pré-sal, cujo custo é alto.
👊🏻 Bom dia! Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina? 🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running
🙏🏻 Correndo e Meditando nos #pensamentos franciscanos: “Ó #SãoFranciscoDeAssis, rogai por nós que recorremos a vós”. ⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
🌺 Fim de #cooper! Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. E nossa rosa #amarela? 🙆♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
🌅 05h45 – Desperte, #Jundiaí. Que a #TerçaFeira possa valer a pena! 🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Muitos falam que o perdão faz bem para o coração. Claro, no “coração” com, sentido de alma, poeticamente falando de bondade, de uma forma a se entender como bem estar interior.
Mas o curioso é: perdoar faz bem literalmente ao coração, nosso órgão que bombeia sangue!
Quantas vezes o ato de conceder perdão a alguém trouxe um alívio interior? Você se lembra?
Esse ato simples, mas difícil, traz, sim, benefícios ao coração. Perdoar não é colocar as angústias, problemas e mágoas debaixo do tapete. Existe todo um processo para que isso ocorra.
A pessoa que perdoa fica mais otimista e afetuosa. O peito agradece. Isso porque diminui-se o nível de adrenalina, hormônio liberado em situações estressantes. A pressão arterial tende a ficar estável e o sono melhora. Ou seja, há um enorme ganho de qualidade de vida.
Fonte: dr. Marcelo Katz, cardiologista do Hospital Albert Einstein, Publicado em: 05/03/2018
A Internazionale de Milão anunciou um WO da sua equipe Sub 17 numa competição da UEFA, devido ao Novo Coronavírus, além de anunciar a suspensão temporária de suas categorias de base até que a coisa se normalize.
As Eliminatórias para a Copa do Mundo na Zona Asiática foram suspensas pelo mesmo motivo. O GP de Fórmula 1 de Bahrein será com protões fechados. O torneio de tênis da ATP Indian Wells foi cancelado. E por aí o susto vai promovendo cada vez mais cancelamentos.
Alguns jogos de futebol estão sendo realizados com portões fechados, para evitar aglomerações e transmissão do Covid-19. Também se recomenda em boa parte da Europa que os atletas não se cumprimentem, a fim de evitar o contágio. Aqui, uma grande ressalva: futebol é um esporte de contato físico! Não se cumprimentar é um risco evitado, mas impossível não tocar no adversário durante o jogo(imaginaram sem marcação cerrada, dividida, agarra-agarra?).
A questão da aglomeração e de grandes multidões reunidas é um problema para disseminação e contágio em massa. Nas áreas com “Zona Vermelha” na Itália, as autoridades pediram até mesmo cancelamento de celebrações religiosas (missas e cultos) por conta da precaução.
Tudo isso seria (ou será) necessário no Brasil também?Devemos começar a pensar em jogos com portões fechados? Ou devemos ir além e parar os campeonatos, já que devemos pensar no contato dos atletas?
Será que não é uma forte gripe, que contagia como outra qualquer mas assusta como nenhuma outra, já que é nova e sua origem um tanto quanto diferente?
Prevenir é sempre importante e indispensável. Mas superdimensionar algo não é certo, tampouco menosprezar. Assim: o que fazer?
A verdade é: assim que passar o pavor da novidade e as pessoas perceberem que o tratamento é o de uma gripe (os isolamentos são óbvios: evitar pânico por um contágio em massa; mas os surtos sazonais de gripes não são assim também?), tudo deve se acalmar. Os números cada vez maiores de infectados leva naturalmente ao medo, mas os de curados são altíssimos. E, cá entre nós: a preocupação mais urgente no Brasil deve ser o combate ao Sarampo e à Dengue, que na surdina andam fazendo estragos.
A sacada é sensacional da AMBEV: patrocinar um avião com a marca da cerveja Skol, a partir de uma empresa de Bragança Paulista (especializada em mudar nuvens de chuva no ar) para controlar a chuva nos blocos de Carnaval que ela patrocina, transportando-a para outras localidades.
Porém, ao mesmo tempo, vale perguntar: é ético fazer isso? Evitar chuva em um lugar e “produzi-la” em outro, por empresa privada, a fim de uma publicidade em que ela sai ganhando?
AMBEV CONTRATOU EMPRESA PARA EVITAR CHUVAS NO CARNAVAL
Por Alceu Luís de Carvalho
A notícia apareceu em três veículos de marketing e passou um tanto despercebida: a Ambev quer fazer chover. Ou, mais precisamente, evitar chuvas durante a folia em São Paulo, do ponto de vista mercadológico o maior carnaval do Brasil. Para isso, simples assim: fazer chover fora do centro. Como? Induzindo chuva em nuvens. Pode isso, Arnaldo? Do ponto de vista técnico, a polêmica está no ar: a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) utilizou, entre 2007 e 2016, o mesmo sistema a ser adotado pela cervejaria. E ele não é um consenso.
Do ponto de vista ético, a pergunta ainda não foi feita: pode uma cervejaria — com interesses diretos em gestão das águas — fazer marketing nas nuvens e desviar o curso natural das chuvas? A empresa responsável pela indução das chuvas, a ModClima, disse ao De Olho nos Ruralistas que isso pode ser positivo e até ajudar a salvar florestas.
O Propmark traz informações minuciosas a respeito da campanha publicitária, segundo a Ambev “uma parada digna de ficção científica”. “Um avião vai tentar fazer de tudo para a chuva cair antes de chegar no bloco”, anuncia o primeiro teaser da Gut para a cervejaria. Um dos proprietários da empresa ModClima explica rapidamente a técnica, entra no aviãozinho da Skol com a repórter e diz: “Vamos fazer uma chuva”. Ela informa: “Parece que é a maior viagem, mas a gente jura que é viável”.
A notícia também foi publicada pelo canal Geek Publicitário: “Para salvar o Carnaval, Skol vai utilizar tecnologia que induz chuvas para locais específicos“. O texto diz que a tecnologia empregada nesta ação é praticada há pelo menos doze anos no Sistema Cantareira, para a Sabesp, “e em mais de vinte projetos para agricultura no Brasil e até mesmo no Gabão”. Ou seja: a ModClima — que diz ter feito um trabalho voluntário na Chapada Diamantina, na Bahia — já desembarcou na África.
Segundo o canal, o método utiliza apenas água potável, em forma de gotículas, a imitar o processo natural de crescimento da nuvem. “O avião lança no interior de nuvens cumulus, com correntes ascendentes, gotículas de tamanho controlado, promovendo mais colisões e aglutinações para formar então as gotas de chuva”, informa o Geek Publicitário. “A ação é localizada, trabalhando em nuvens de 1 a 6 km de diâmetro que, após o período de 15 a 20 minutos de semeação, induz a chuva no local”.
Uma das sócias da ModClima, Majory Miei Imai, atendeu a reportagem por telefone. Ela disse inicialmente que a ação da Ambev era uma “brincadeira”, por ser uma campanha publicitária, mas depois ressaltou que a parte relativa à sua empresa é bastante séria: “Conceito da campanha foi questionar as chuvas no carnaval e a Ambev quis gerar um material sobre gerar chuvas em um lugar que precisa, a Cantareira. E é o que a gente faz. Comunicação não é nossa área. Fomos contratados para fazer chuva durante alguns dias durante o carnaval, em uma área que tem essa necessidade”.
Confira o teaser divulgado pela Ambev:
Com sede em Bragança Paulista (SP), a ModClima Serviços Aéreos Especializados, Pesquisa e Desenvolvimento Ltda, a detentora da patente, é pilotada hoje pelo engenheiro Ricardo Raiji Imai e pela administradora administradora Majory Mie Imai. Eles são filhos do inventor do método, o engenheiro mecânico Takeshi Imai, falecido em 2013. No ano seguinte o Fantástico veiculou reportagem sobre os filhos do homem-que-fazia-chover, que em meio a uma homenagem estavam a transformar “as cinzas do pai em chuva”. O patriarca foi descrito como “um homem com poderes sobre o tempo”.
A empresa criada em setembro de 2007 está registrada no nome de Ricardo e Majory, ambos sócios-administradores, e de Lucas Yuto Noguchi Suzuki, sócio residente nos Estados Unidos. Atividade principal, “pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais”. Entre as sete atividades secundárias estão itens relacionados ao comércio, ao desenvolvimento de programas de computador, o apoio à agricultura e a “gestão de ativos intangíveis não-financeiros”.
Takeshi, Majory e Ricardo motivaram reportagens elogiosas, em 2010, em veículos como o portal Terra e Época Negócios. A empresa fazia parte, na época, do Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), em São Paulo. Depois, recebeu incentivo da própria Ambev: a cervejaria investiu R$ 1 milhão, em dezembro de 2018, na aceleração de dezoito startups, ou empresas emergentes. Oito delas na categoria Agricultura Inteligente. Seis delas, entre elas a ModClima, na categoria Gestão de Água.
“Mas a ação durante o carnaval não tem a ver com esse incentivo”, informa Majory. “Em função de conhecerem melhor nosso trabalho, deve ter despertado no marketing vontade de fazer algo com isso”.
O texto de Época Negócios dizia em 2010 que a ModClima “fez chover no Sistema Cantareira e no Alto Tietê”. “Dados da empresa mostram que a ModClima foi responsável por 31% das chuvas nos reservatórios da região entre outubro de 2003 e fevereiro de 2004”, informava o repórter. Um consultor ambiental da Sabesp afirmou à revista que, de 200 nuvens semeadas, 160 precipitaram.
A companhia foi contratada pela primeira vez pela Sabesp em 2005. Em 2008 a parceria foi suspensa: “São Pedro já estava fazendo sua parte, até demais”, dizia a Época Negócios. Mas depois foi retomada, entre 2009 e 2013. No ano seguinte, em 2014, o estado de São Paulo enfrentava sua principal crise hídrica. O Sistema Cantareira, um dos principais da região metropolitana da capital, chegou ao volume morto. Municípios e bairros afastados ficaram sem água, na medida em que a companhia mista reduzia a pressão nas tubulações. Entenda nesta reportagem do Nexo como a crise foi, antes de mais nada, um problema de gestão hídrica.
“Relatos descabidos do ponto de vista científico”
Em maio de 2015, o portal UOL noticiava: “Sabesp faz investimento milionário em questionada técnica para fazer chover”. Era a tecnologia da ModClima. Segundo o portal, a empresa tinha sido contratada algumas vezes, sem licitação, por valores que somavam R$ 12,5 milhões. Nos dois contratos de 2014, a Sabesp já tinha pago R$ 2,4 milhões de um total de R$ 8,1 milhões previstos para fazer chover nos sistemas Cantareira e Alto Tietê. Não houve licitação porque a empresa era a única detentora da tecnologia.
Em dezembro daquele ano, as tentativas de fazer chuva no sistema Alto Tietê foram suspensas pela própria Sabesp, informava o Estadão.
Ao UOL, o professor livre-docente Augusto Jose Pereira Filho, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), disse na ocasião que a Sabesp contratou a ModClima para não ser acusada de não fazer nada diante da crise: “Foi dinheiro jogado fora. Era melhor utilizar essa verba para outros objetivos, como campanhas de conscientização e redução de perda de água, do que usar em técnicas que ainda não têm comprovação científica”.
O professor Carlos Augusto Morales Rodriguez, do Departamento de Ciências Atmosféricas do IAG-USP, avaliou que o radar meteorológico utilizado pela empresa não era capaz de identificar a nuvem em processo de precipitação, e sim aquelas onde já estava chovendo. “Em uma avaliação de 2003/2004 constatamos que a técnica não funcionou, mas mesmo assim a Sabesp contratou a empresa novamente”, completou Pereira Filho. “Fui convidado pelo diretor da Sabesp para conversar com os representantes da ModClima e, durante a reunião, os relatos eram descabidos do ponto de vista científico”.
Sócia da ModClima, Majory Imai disse que respeita a opinião dos colegas, mas que a empresa já possui uma série estatística a respeito: “Não está sendo mais questionado porque a gente tem mais de mil voos. A Sabesp nos avalia com nota cem. A gente respeita a opinião de outros meteorologistas, mas tem uma estatística, toda uma metodologia de registros. A cada dez voos a gente volta com sete chuvas”.
Governo da Bahia esteve entre clientes da ModClima
A ModClima informa em seu site que a tecnologia de indução de chuvas localizadas “já contabiliza sete contratos com a Sabesp, doze anos de experiência, mil horas de voo”, com cerca de 600 chuvas realizadas para a companhia paulista. Segundo Majory, já são nove contratos. “Este processo é aplicado na Sabesp sobre os mananciais dos Sistemas Cantareira e Alto Tietê”, diz a empresa. A utilização na agricultura vem desde 2009 em seis estados: Bahia, Goiás, Maranhão, Paraná, Pernambuco e São Paulo. A ModClima diz que a técnica pode ser utilizada para evitar incêndios florestais.
Entre os clientes da empresa estiveram o governo da Bahia e a Associação dos Produtores de Soja do Meio-Norte, braço da Aprosoja na sub-região nordestina. No caso da agricultura, a área mínima a ser atingida é de 30 mil hectares. Mas o próprio site da ModClima informa que as experiências no setor agrícola ocorreram entre 2009 e 2012. À Scientific American Brasil, em 2009, Takeshi, Ricardo e Majory — cujo discurso é marcado por posições idealistas — escreveram que poderiam “fazer chover no sertão”.
A Sabesp é uma empresa controlada pelo governo estadual, que detém 50,3% das ações. As demais estão distribuídas por acionistas em todo o mundo, a partir das bolsas paulista e novaiorquina. A assembleia geral extraordinária realizada em março de 2019, por exemplo, teve entre os acionistas minoritários presentes representantes do Itaú Unibanco, The Bank of New York Mellon, Banco BNP Paribas Brasil e J. P. Morgan S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Imobiliários, representando fundos de pelo menos três continentes.
Quando investiu na ModClima como startup, no fim de 2018, a Ambev informou que os resultados seriam apresentados a “fundos de investidores de alto impacto”, com chance de contratação pela própria companhia. A Ambev é controlada pelos bilionários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira. Lemann é o segundo brasileiro mais rico, atrás do banqueiro Joseph Safra.
Mayory Imai, da ModClima, acredita nas boas intenções da empresa e do setor privado como um todo:
— Se a iniciativa privada pudesse adotar bacias hidrográficas, florestas que estão pegando fogo, e o fruto dessas ações tivesse um retorno, seria positivo. Tem meteorologista que diz que é impossível fazer chuva sem iodeto de prata, um metal pesado. Nossa patente consiste em semear nuvem com gotas d’água, a nuvem vai carregar e chover. A gente está diante de mudanças climáticas e tem tecnologia brasileira, limpa, para fazer nuvem com grande potencial de água. Se a gente conseguisse sensibilizar iniciativa privada para atuar em áreas que sofrem com o clima seria fantástico. Pensar em governo para tocar isso é difícil. Uma bacia hidrográfica com maior volume de água não seria bom para todo mundo?
Ela não informa o valor do contrato com a cervejaria.
Sem dúvida essa postagem, abaixo, de 20/03/2015, é atual para se discutir Fernando Diniz, seu estilo de jogo e os resultados. Republico (deste mesmo blog):
“QUERO QUE O JOGO SEJA BONITO PARA O TORCEDOR”
Li na Folha de São Paulo e achei muito interessante: uma entrevista comPaco Jimenez, ou simplesmente Jémes, o treinador do modesto Rayo Vallecano e cujo elenco tem a menor folha salarial da Espanha.
Seu feito?
Defender o jogo bonito e ser o único treinador a vencer o Barcelona impondo ao time catalão menor tempo de posse de bola em um ciclo de 400 jogos(está em: http://is.gd/JyVLF2).
Questionado sobre a beleza do jogo ou a busca de resultados, disse:
“Eu não quero jogar simplesmente bem. Quero que seja bonito para o espectador. E, meu Deus, como isso é complicado. Quando alcanço esse nível, você se apaixona. Claro que quero que minha equipe ganhe. Mas acima de tudo que jogue bem e faça coisas esteticamente bonitas. Me importo com a opinião dos outros. Somos atores com proposta de um filme para o público e me importa o que esse público vai pensar. Quero sair do estádio com os torcedores em pé, aplaudindo o que meu time fez.”
Quando perguntado se assiste o Campeonato Brasileiro, Paco disse que:
“Não vejo futebol brasileiro. Mas estive conversando esses dias com o meu amigo (treinador espanhol) Miguel Angel Portugal, que esteve treinando um time no Brasil recentemente (Atlético-PR, em 2014) e ele falou muito bem da Liga brasileira. Ele disse: ‘Paco, se tiver a oportunidade, assista. É um campeonato em que há muito talento entre os jogadores’. Só que para nós é um Liga desconhecida. Aqui só sabemos quando aparece um Neymar. E isso é um erro, pois é um campeonato duro, de nível espetacular.”
E aí, o que acha sobre as ideias de Paco Jimenez?Combinam com o ideal contemporâneo no futebol ou não?
Bombou na última semana a história de Suzy, uma detenta transsexual que não recebia visitas, cartas ou qualquer manifestação de carinho. Assim como ela, muitas outras pessoas são esquecidas no mundo e sofrem com a solidão.
O Fantástico mostrou a visita do Dr Dráuzio Varella à penitenciária onde ela está, onde ele deu um abraço afetuoso e contou-se a história dela, que comoveu a todos.
Porém…
O crime dela é pavoroso: estuprou e estrangulou um menino de 9 anos. Teria sido por isso que ela não recebia visitas?
Claro que devemos perdoar, amar ao próximo e exercer o direito / permissão à defesa e reintegração social. Mas não houve, digamos, um excesso de comoção à Suzy?Como teria sido o acolhimento / consolo AOS PAIS da vítima? Na mesma intensidade?
Seria interessante que a Globo (ou qualquer outra emissora) mostrasse a tristeza das vítimas com a ausência da criança. Não por vingança, mas pela necessidade justamente de piedade.
Enfim: a tolerância deve existir, assim como o respeito às leis e à vida alheia. Mas causa-me espanto a não preocupação em vangloriar pseudas-vítimas da sociedade. Suzy cumpre pena por matar uma criança indefesa – e não é Fake News, é o mundo real.
TIA DE SUZY RELATOU QUE SOBRINHA ABUSOU DE OUTRAS CRIANÇAS
No processo em que Suzy foi condenada por estuprar e estrangular um garoto de 9 anos, uma tia da transexual, em condição de testemunha, relatou outras monstruosidades cometidas por sua sobrinha.
“Fiquei sabendo que ele trabalhava na padaria e foi acusado de estar abusando de uma criança de três anos e os parentes da criança foram na minha casa atrás dele, querendo matar ele”, afirmou.
Ela disse ainda que Suzy, cujo nome de batismo é Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, tentou estuprar um outro sobrinho dela.
“Fiquei sabendo que ele foi passar férias na casa do irmão e tentou estuprar meu sobrinho de cinco anos, quatro a cinco anos. (…) Na escola era acusado de pular o muro da escola, ir no banheiro passar a mão em alguém, roubava os professores, de estupro (…).”
E acrescentou ainda que, quando adolescente, Suzy “foi assaltar, entrou no apartamento e a moça com uma criança novinha no colo se assustou e pulou a janela, e ele estava com a faca na mão”.
Coisas de um país onde se apronta de tudo, lamentavelmente: o funcionário entregou um atestado médico alegando estar doente, e foi para a… praia! Se não bastasse, postou fotos em sua rede social.
TRABALHADOR QUE ENTREGOU ATESTADO E POSTOU FOTO NA PRAIA É MULTADO
Operador de máquinas postou fotos na praia em dias em que estava afastado por atestado médico.
Um operador de máquinas de Espírito Santo do Pinhal, na região de Campinas, foi condenado a pagar multa de R$ 500 ao empregador por litigância de má-fé após o desenrolar de um processo judicial que comprovou que ele havia postado fotos na praia em dias em que estava afastado por atestado médico.
Adicional de insalubridade
Segundo o acórdão, o caso teve início quando o funcionário foi à Justiça fazer uma reclamação trabalhista contra a empresa, pedindo adicional de insalubridade e alegando que havia desenvolvido doença ocupacional em decorrência do trabalho na empresa, uma fábrica de vidros temperados.
O empregado foi admitido em junho de 2014 e dispensado em novembro de 2015, sem justa causa. Um mês antes da demissão, apresentou atestado médico de dois dias, com a justificativa de “ruptura espontânea de tendões não especificada”.
Além do adicional de insalubridade, o funcionário pediu à Justiça a manutenção do plano de saúde, reintegração ou indenização do período de estabilidade, indenizações por danos morais e materiais e honorários advocatícios.
Redes sociais
Nos autos do processo, a empresa usou como provas postagens em redes sociais do funcionário que, nos dois dias de afastamento, publicou fotos em uma praia.
“O reclamante alega que, em virtude da doença ocupacional, ‘se tornou praticamente inválido’ e terá que se aposentar por invalidez, de modo que as atitudes não se coadunam com os fatos por ele narrados ou até mesmo com os atestados apresentados à empregadora”, diz na decisão a desembargadora Larissa Carotta Martins da Silva.
Decisão
O juíz de 1º grau negou todos os pedidos do trabalhador e o condenou por litigância de má-fé, com condenação de multa de R$ 500 à empregadora.
O TRT-15 (Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região) negou o recurso apresentado posteriormente pelo funcionário e manteve a decisão do juíz da primeira instância, mantendo a multa.
“O atestado tinha relação com um dos pedidos da ação, que pretendia comprovar uma suposta doença ocupacional. Como a utilização do atestado visava um benefício no processo, a prova se revelou inidônea, então é perfeitamente cabível a indenização por litigância de má-fé”, explica o advogado Marcos Lemos, do Benício Advogados Associados.
Atestado falso
Apresentar atestado médico falso, além de ser considerada falta grave, pode levar a uma demissão com justa causa do funcionário.
“Nesse caso, o trabalhador não terá direito ao saque do FGTS e à multa de 40% sobre o fundo. Seguro-desemprego e saldo de férias ou 13º proporcionais também não serão recebidos”, explica Lemos.
Outro caso semelhante é quando o funcionário apresenta um atestado médico que é verdadeiro, mas que é incompatível com a sua condição real de saúde.
“Se ele disser que tem uma doença limitante, como uma crise renal aguda, e a empresa ver que, no período de afastamento, ele estava jogando futebol, por exemplo, ela poderá acionar um médico do trabalho para uma análise médica presencial. Se houver base médica para a conclusão, caberá justa causa”, afirma o advogado.
Quer dizer que o ex-primeiro ministro italiano e polêmico bilionário Sílvio Berlusconi(aquele mesmo das festas “bunga-bunga”), está com 83 anos e agora solteiro?
Vejam que auto-estima: ele se separou de Francesca, sua jovem esposa de 34 anos(portanto, 50 anos mais nova) e está namorando Marta Fascina, de 30.
O italiano é danado ou não? Cá entre nós, no íntimo deles, será que o amor está prevalecendo apesar de mais de meio século de diferença de idade?
Nada contra amores de grande diferença de idade, mas pelo histórico dele, é algo complicado…Mas não é problema meu, certo? Eu sou um amante a moda antiga: casamento, uma única vez e para sempre!
Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.
Mas já que existe o simbolismo da data: Feliz Dia das Mulheres!
Começando de ontem para hoje: viram que entardecer muito bonito tivemos no sábado? Vem da Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto (a Estrada Jundiaí – Itu, antigo trecho da Mal Rondon) o primeiro clique do dia:
Joia! Já chegando ao domingo, na minha costumeira insônia, postando o segundo clique, de incentivo à prática esportiva e convite ao cooper na madrugada. Como é bom correr! Chamando para a “corrida-corujão”:
Durante a prática esportiva, aproveitando para deixar a mente, a alma e o corpo em total sanidade. Rezando ao Pai pela intercessão de São João de Deus, o santo português (celebrado hoje) considerado o “Patrono dos Hospitais”, devido a vida devotada ao socorro dos pobres e indigentes doentes. O clique para meditar:
E depois de suar bastante, vale a pena alongar em meio ao jardim, contemplando as roseiras. Ainda no escuro, o 4o clique de hoje é das rosas tão bonitas na alvorada. Cá entre nós – jardinagem é para quem gosta… olhe a flor na foto com flash:
Por fim, terminando o exercício e curtindo a adrenalina, admirando o amanhecer jundiaiense. Cliques como esse derradeiro que compartilho só me trazem inspiração:
O Paulista consegue se superar na jornada, respira, traz esperança e… aí vem um bobão e dá uma de valente, estragando tudo! Explico:
Quando eu apitava, uma das coisas que menos importava eram xingamentos das arquibancadas. Isso era irrelevante (e é ainda hoje) para a maioria dos juízes (embora, na cabeça do torcedor, faz diferença).
O que irrita, não intimida mas deixa com raiva, é gente querendo aparecer, dando uma de machão e chutando porta do vestiário. Tem dirigente que é tão babaca que depreda o patrimônio do próprio clube.
ACABOU esse tempo em que se resolve as coisas na porrada no futebol profissional. Entre os árbitros, cartola que faz isso é chamado de trouxa; um conta para o outro e o árbitro do próximo jogo fica louco de vontade em afrontar um cidadão assim. Principalmente pelo ato babaca, por saber que se colocar na súmula a FPF vai multar e se carregar nela, pode até fazer perder o mando ou jogar de portões fechados.
Digo tudo isso pois cansei de ver clube se ferrando por causa de chutes na porta do vestiário. E repito: o árbitro não está nem aí pra isso, pois sabe que nos tempos de hoje ele tem o poder da caneta e a consequência é a de escrever direitinho na súmula para o Tribunal punir. E como o TJD gosta de fazer isso…
O que é que o cara ganha em tal ato idiota, o de chutar a porta? Estamos em 2020! Achar que vai sair por aí contando vantagem para os outros, dizendo que pressionou o juiz e por isso o time ganhou? Sério? Pobre coitado…
Sabe o que é pior? Quando o árbitro vai muito bem na partida (e foi), e que quem esteve representando a FPF no jogo tem relevância na opinião (e ele tem) e ainda mais quando o time ganha (e ganhou), alguém vai chutar a porta do vestiário, certamente o “ferro” a ser levado é maior.
Assim, acionem os advogados: o árbitro do jogo Paulista 1×0 Primavera relatou que no intervalo (quando vimos uma movimentação da Polícia indo aos vestiários), uma pessoa IDENTIFICADA chutou a porta dos vestiários e encheu o saco da arbitragem com ofensas. Apesar do presidente Rogério Levada ir pedir desculpas, é como um atleta agredir um adversário e o capitão do time lamentar.
Quando as coisas parecem que vão engrenar, aparece caras sem noção… Lamentável! Fico revoltado com esse tipo de burrice. Tomara que a pena seja a mínima possível.
Uma arbitragem criteriosa nesta tarde no Jayme Cintra. Gostei do que vi!
Rodrigo Gomes Paes Domingues esteve muito bem em campo, apitando com segurança e atenção.
Logo aos 5m, após dar vantagem e não marcar uma falta temerária, aplicou corretamente o Cartão Amarelo na 1ª paralisação. Mas errou aos 10m, quando o jogador Victor (PRI) deu uma solada perigosa e nada marcou. Os outros cartões (que foram muitos), tanto no 1º quanto no 2º tempo (incluindo as expulsões de José Augusto e Johnson), foram todos corretos. Também coibiu a cera e lances de simulação (em especial, as de Robinho no final do jogo). Uma arbitragem correta e que merece elogios.
Bom trabalho também do assistente 1 Wellington Bragantim Caetano; idem ao assistente 2 Ricardo Luis Buzzi, que aos 50 minutos acertou ao não marcar impedimento do ataque do Primavera, num lance muitíssimo ajustado.
Ridícula a postura do 4º árbitro Gustavo Holanda de Souza, que estando perto ou estando longe da bola, ficava sinalizando com os braços algumas “marcações”. Do outro lado do campo, se acontecia uma falta, ele apontava o chão. Pra quê? Na lateral, como um bandeira sem o instrumento, indicava o lado juntamente com o assistente 1 Wellington Bragantim. Até que, aos 15 minutos, o bandeira marcou um lateral a favor de uma equipe, e ao seu lado, com o braço estendido, o 4º árbitro marcava para outro! Imagine as reclamações dos atletas… foi uma cena “pastelão”, atrapalhando o assistente que houvera marcado corretamente. A impressão que deu é que ele é um árbitro sem apito, com muita vontade de entrar em campo. Essa “vontade de ajudar demais” prejudica os bandeiras e o árbitro, além de irritar os jogadores. Certamente, seus colegas de arbitragem o alertaram disso no intervalo, pois voltou menos atuante nesses erros.
Estava ouvindo o ex-Titãs Nando Reis no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan, meses atrás. E questionado sobre as frequentes declarações de compositores que fazem canções sob efeito de drogas (que elas inspirariam), ele declarou:
“Eu não posso dizer que usava para compor, já fiz boas a más canções com elas. Mas para você sair é difícil, foi uma luta para eu parar. Você não precisa da droga. Eu usava para fugir do mundo, mas para isso existe outras coisas como ginástica por exemplo. E as drogas fazem muito mal!“.
Hoje, a Teoria do Design Inteligente (TDI) traz à luz um novo debate: a Ciência e a Religião ainda são taxadas como inimigas?
Para muitos, sim. Há aqueles que procuram um meio-termo, e outros, ainda, sustentam que elas se complementam. Há séculos, foram notórios os conflitos entre estudiosos e religiosos.
A TDI tem trazido uma certa polêmica por desconhecimento de pessoas que não sabem o que ela defende. Para muitos, a TDI é puramente criacionista – embora isso não seja verdade. Há radicais também, como em toda e qualquer, e isso pode assustar quem não a conhece. Bem simploriamente: o homem e a mulher foram desenhados, criados, guiados por uma mão poderosa, dentro de um processo evolutivo.
Porém, pelo menos 3 Papas se pronunciaram sobre ela, e todos de forma positiva:
O falecido Papa João Paulo II, no começo do seu pontificado, proclamava a belíssima encíclica de que “a Fé e a Razão são duas asas que nos elevam para o Céu”. Em 1996, declarou que:
“A Teoria da Evolução das Espécies era mais do que uma hipótese”.
Isso não impede que o Livro do Gênesis deixe de ser respeitado, já que é uma versão poética inspirada à luz do Espírito Santo sobre a Criação do Mundo, mostrando que tudo foi formado por Deus a seu tempo, mostrando por Adão e Eva (referindo-se aos primeiros homens e mulheres) como o pecado entrou na humanidade.
Já o Papa Emérito Bento XVI demonstrou muita simpatia ao declarar que:
“O Design Inteligente sustenta a evolução, já que a idéia de que a seleção natural por si só é insuficiente para explicar a complexidade do mundo”.
Seu mais próximo auxiliar, o Cardeal Schoenborn, em 2005, foi perfeito em sua objetiva mensagem, a qual comungo, escrevendo que:
“A evolução no sentido da ancestralidade comum pode ser verdade, mas a evolução no sentido neo-darwinista – um processo não planejado e sem guia – não é”.
Recentemente, o Papa Francisco declarou que:
“Deus não usa uma varinha mágica capaz de fazer tudo (…) Ele criou os seres humanos e deixou que eles se desenvolvessem de acordo com as leis internas que ele deu a cada um para que eles cheguem ao seu cumprimento. O Big Bang, que hoje temos como a origem do mundo, não contradiz a intervenção do Criador Divino, mas sim o exige”.
Em suma, podemos sintetizar numa única questão: tudo foi uma grande coincidência?
Me custa crer que uma força maior – e na minha fé, um Criador (Deus, Nosso Pai) – não tenha sido o grande responsável pelo Universo. Imaginar que os milhares de seres surgiram pela combinação aleatória de forças químicas, biológicas e inanimadas, é ser, até certo ponto, forçoso.
Para crer em evolução das espécies não precisa ser ateu. Ao contrário: aquilo que Deus construiu aos poucos, evoluiu conforme seus anseios. Ou foi um grande acaso que após milhões de anos o homem reina sobre a Terra?
Ainda sobre esse assunto, o professor Marcos Eberlin, uma autoridade sobre TDI (e um dos homens mais respeitados no Brasil e no Exterior sobre a área de Química, com inúmeros trabalhos importantes apresentados), falou na página 3 da Folha de SP, em “Tendência e Debates”.
DEBATE: O design inteligente, tido como vertente do criacionismo, é uma teoria científica válida?
SIM. É a maior novidade científica sobre nossas origens
(Expressa a opinião do autor do texto: Marcos Eberlin)
Ciência é busca da verdade, que liberta de superstições. É confronto de hipóteses à luz dos dados. A teoria do design inteligente (TDI) é ciência de detecção de design, que distingue efeitos de causas naturais daqueles de causas inteligentes.
A TDI argumenta com leis (exemplo: biogênese) e critérios (complexidade irredutível, informação, antevidência e ajuste fino), segue o método científico (observação, hipótese, experimentos e conclusão) e se alicerça só em dados: da física, da bioquímica, da biologia, da cosmologia e de ciências afins.
É falseável, pois detalha suas teses; faz previsões acertadas, como a riqueza genética do “DNA ex-lixo” e a utilidade dos “órgãos vestigiais”, como o apêndice. É defendida por milhares de cientistas, alguns laureados com o Nobel, que publicam artigos e livros, como “A Caixa Preta de Darwin”, “Signature in the Cell”, “Darwin’s Doubt”, “Darwin Devolves” e “Foresight”. TDI é ciência, e em sua mais pura essência.
A TDI defende Deus? Falso! Se Ele é Deus, não carece de defesa. Defendemos a ciência. Aponta para um criador? Fato! Mas a evolução não aponta para a inexistência dele? O biólogo Richard Dawkins não se declarou intelectualmente realizado como ateu após Darwin? Seria a evolução uma vertente do ateísmo? Cientistas como Francis Collins são criacionistas evolutivos. Eu, teísta, assim o fui. Seria a evolução uma vertente do criacionismo? Antony Flew —o maior ateu do século 20— tornou-se um defensor da TDI. O astrônomo Fred Hoyle era ateu, mas optou pelos ETs como seu designer.
Seria a TDI uma vertente do ateísmo ou da panspermia? O filósofo David Berlinski e o bioquímico Michael Denton são agnósticos e defendem a TDI. Seria a TDI uma vertente do agnosticismo? Sejamos honestos: tanto a evolução quanto a TDI, enquanto ciência, acomodam diferentes posições filosóficas e teológicas: é inevitável! É desonesto invocar essas posições no debate.
Um designer metafísico não pode ser estudado pela ciência? Fato! Mas a TDI não estuda o designer, nem se arrisca; avalia só a obra —o universo e a vida. A TDI é ciência análoga ao programa Seti (Busca por Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês), às ciências forenses e à arqueologia. Aplicaram a metodologia de detecção de design do Seti ao DNA e publicaram o artigo “The ‘Wow! signal’ of the terrestrial genetic code” (Icarus, 2013). Há design inteligente (DI) detectável no DNA.
A teoria da evolução é consenso e mais lei do que a gravidade? Falso! Veja os “Dissidentes de Darwin”: mais de mil bravos cientistas. Sociedades de DI se espalham pelo mundo. Quem ousaria desafiar Darwin, se absoluto fosse? Congressos tentam “salvar” a evolução, como o “New Trends in Evolutionary Biology” (Royal Society, 2016). Lá, disseram: “Não sabemos como a evolução fez, só não foi por DI!”
Adaptações ocorrem? Fato! Mas são frutos de “DI genético” e se limitam às famílias, como experimentos equivalentes a “milhões de anos” demonstraram. Tentilhões continuam tentilhões; vírus, vírus; celacanto, celacanto. Mutações criam máquinas moleculares de novo e sofisticam a vida? Falso! Não há sequer um exemplo disso na literatura.
O registro fóssil confirma Darwin? Falso! A explosão cambriana —o surgimento repentino de diversos e complexos animais no período Cambriano— e a carência de formas transicionais demonstram que não.
Não se iluda com “discursos”. Ninguém desqualifica adversários como “hereges religiosos” se fosse possível refutar suas teses.
A TDI é a maior novidade científica sobre nossas origens. Revigora a ciência; a resgata do dogma materialista. Cresce no mundo todo, pois é ciência pura. O filósofo Thomas Kuhn previu o “pânico acadêmico” de quebras de paradigmas, como esse que o design inteligente causa, e a dificuldade de desviar o “Titanic darwinista”. Mas estamos virando o leme! A verdade vencerá —quem viver, verá!
Marcos Eberlin
Presidente da Sociedade Brasileira de Design Inteligente (TDI Brasil), é doutor em química pela Unicamp e pós-doutor pela Universidade de Purdue (EUA)
TENDÊNCIAS / DEBATES
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.
Aconteceu no ano passado, mas como o assunto permanece atual, vale o destaque: muitas vezes destacamos como é ruim o fato de funcionários usarem o seu telefone e/ou aplicativos e redes sociais durante o expediente. Mas e quando a empresa o faz fora do horário de trabalho, cobrando metas do empregado?
Um caso real, acontecido no Brasil, que gerou indenização,
Extraído da Folha de São Paulo, página A28, Caderno Mercado, 26/11/18
COBRAR EMPREGADO POR WHATSAPP GERA INDENIZAÇÃO
A Terceira Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou a Telefônica a pagar indenização a um vendedor, porque seu chefe enviava mensagens de WhatsApp cobrando metas e resultados fora do expediente.
A decisão, unânime, fixou indenização de R$ 3.500.
Para o Tribunal Superior, a conduta extrapolou os limites, além de gerar apreensão, insegurança e angústia no funcionário. A Vivo, marca comercial do grupo Telefônica Brasil, disse que não comenta processos judiciais.
No processo, o vendedor disse que sofria assédio moral, com pressões excessivas por resultados e ameaças de demissão caso não atingisse as metas. A pressão, afirmou, afetou sua vida privada e sua integridade psicológica.
As testemunhas relataram que havia cobranças durante e depois do horário de expediente, via WhatsApp.
Além disso, foi dito que o desempenho de cada vendedor era afixado no mural da empresa e exposto pelas mensagens do aplicativo. O gerente, afirmaram, também cobrava respostas às mensagens enviadas fora de hora.
Inicialmente, o pedido havia sido negado. Para a primeira instância, não havia pressão excessiva. O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região disse que havia opção de não ler ou não responder.
Já no TST, o relator, ministro Alexandre Agra Belmonte, entendeu que é preciso estabelecer limites e que a conduta invade a privacidade.
“Se não era para responder, por que enviar a mensagem por WhatsApp? Mandou a mensagem para qual finalidade? Se não era para responder, deixasse para o dia seguinte. Para que mandar mensagem fora do horário de trabalho?”, questionou.
A reunião anual da International Board, que discutiu mudanças da Regra do Futebol no último dia 29 de Fevereiro em Belfast, na Irlanda, não trouxe novidades.
Algumas das propostas (as principais em: https://wp.me/p4RTuC-oSw) não saíram do papel. Mas o que foi discutido e será retomado:
A realização de testes para as mudanças do impedimento, mas sem previsão / prazo para que aconteçam, visando, segundo o IFAB, maior ofensividade (ideia de Arsené Wenger, no link acima).
A permissão para uma 4a substituição em casos de concussão de atletas, desde que uma junta médica comprove a lesão e com prazo para ser estudado e implantado até os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.
Desta vez, poucas modificações. Será que as excessivas mudanças dos últimos anos fizeram com que nessa oportunidade as alterações foram mais lights?
Hoje, diante do Primavera de Indaiatuba, o Paulista precisa ganhar para tentar sobreviver na Série A3. Se perder, ficará muito difícil o não-rebaixamento. E é por isso que o Galo precisa do apoio de todos nós.
O Paulista é um patrimônio de Jundiaí, mas, ao mesmo tempo, uma entidade privada. Não pode depender de apoio político (embora ele possa aparecer em momentos oportunos e demagogos). O Paulista precisa de ajuda da comunidade!Dos torcedores assíduos e dos eventuais, das empresas grandes e das pequenas locais (respeitando, claro, a dificuldade financeira que cada uma delas têm, pois o retorno econômico muitas vezes não compensa).
O principal: nesse momento, o clube não pode se dividir. O Paulista não tem “um dono”, então a união é fundamental! E quando ameaça ter dono, a coisa complica. Lousano e Parmalat foram parceiros que deixaram frutos, passaram e o clube ainda está vivo (há mais de 100 anos, lembremo-nos). Tivemos a Magnata e o Campus Pelé, que passaram também e os frutos não foram bons. Por fim, tivemos a Kah Sports, que quando alertávamos ser uma agência de jogadores sub 23, acabamos tendo até mesmo a repulsa de muita gente que passou a idolatrar os membros dessa parceira. Na 4a divisão, Sub 23 contra Sub 23, com elenco e jogadores agenciados aos montes, o acesso veio. Mas na 3a divisão (que eles nunca jogaram e nunca tinham interesse em ter veteranos experientes, já que não daria lucro) fizeram esse papelão e deixaram um elenco sem as características do torneio. Elogiei o Edson Fio e o Hikmat quando merecedores anteriormente, mas isso não pode se tornar gratidão eterna, pois, afinal, eles estavam num negócio, não fazendo um favor e nem sendo assistencialistas. Por mais que não gostassem de críticas e quisessem cooptar adoradores (ou não criaram quase uma legião de seguidores de uma “Kah FC” dentro do Paulista?), agora estão aguentando as críticas daqueles que se sentiram traídos e que têm razão de estarem bravos (e que, cá entre nós, foram enganados com palavras doces, tentativas de jogar a imprensa contra a torcida e outros blablablás bem elaborados).
O Paulista não é dos torcedores da cativa ou da arquibancada, é de todos, incluindo os que torcem por Rádio ou pela TV. Não é só da Raça ou da Gamor, é do anônimo também. Não é da imprensa ou da cartolagem, é de quem gosta do clube. Não é do Cobrinha (que vive a maior parte do dia dentro do Jayme Cintra e devota uma paixão imensurável) ou do setorista que vem só no dia de jogo porquê a TV o mandou, mas de todos do entorno.
O Paulista NÃO PERTENCE a ninguém desses, pois o Paulista SÃO esses. Não é de alguém, pois é um sentimento. O Paulista SOMOS TODOS NÓS!
Torça do seu jeito, una-se com os amigos que quiser, sente no lugar que for, escute onde quer que esteja, mas hoje, especialmente hoje, TORÇA! O estrago deixado foi grande, e depende da nova e da velha guarda se unirem para minimizar os danos.
No meu tempo, o Paulista caía da 1a para a 2a divisão e voltava. Era normal pela força do Paulistão na época. Mas cair para a 3a divisão era condenável. Para a 4a, uma eventualidade para respirar fundo e recomeçar. Mas ser io-iô da penúltima para a última divisão não é da grandeza do Tricolor de Jundiaí. O abalo moral de uma segunda queda para a Bzinha seria maior do que o da 1a vez (lembrando que teremos em breve 5 divisões).
Um clube dividido não chega a lugar algum. É hora de torcedores comuns, organizados, uniformizados, anônimos, eventuais, saudosistas e novatos se darem as mãos, esquecerem as divergências e torcerem juntos. Todos querem o bem do Galo e enxergam soluções por caminhos diferentes, mas, de forma unânime, todos querem isso: o sorriso no rosto de volta ao torcedor!
Quando a cabeça ajuda, a barriga encolhe. Quando o sorriso é puro, cresce e se mantém!
Emagreci de uma foto para outra algumas “dezenas de quilos”. O sobrepeso deveu-se a vários fatores, embora, creiam, corri igualmente todos os dias (a prática diária do cooper sempre existiu). Hoje, voltando à normalidade, muito feliz.
Mas sabe o que chama a atenção? Minha Marina continua com o mesmo sorriso encantador, com a diferença que de banguelinha passou a usar aparelho.
O tempo passa… vale a pena aproveitá-lo e viver a vida!
👊🏻 Bom dia! Bem disposto para uma nova oportunidade que a vida nos dá… que tal viver? S’imbora correr para ter ânimo na labuta? Fui! 🏃🏻👟 #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #adidas #asics
🙏🏻 Correndo e Meditando no dia das virtuosas mártires e santas: #Perpétua e #Felicidade, que tanto sofreram por não negar a #fé em #Cristo. A história delas em: http://santo.cancaonova.com/santo/santas-perpetua-e-felicidade/ ⛪😇 #Santidade #Catolicismo #Jesus #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
🌺 Fim de #cooper! Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. E a singeleza e a diversidade dessas #pétalas? 🏁 🙆♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
🌅 Despertando, #Jundiaí. Que o sábado possa valer a pena! 🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Cada vez mais os jovens brasileiros querem empreender. Mas, para muitos, não é fácil, devido aos medos e a falta de dinheiro. Saiba 7 mitos que existem no ideário do administrador:
7 MITOS QUE OS JOVENS EMPREENDEDORES AINDA ACREDITAM
Não buscar sócios com conhecimentos complementares é um dos erros dos jovens empreendedores
por Priscila Zuini
Está comprovado: ter um negócio próprio é o sonho de maioria dos jovens brasileiros. Segundo uma pesquisa realizada pela Cia de Talentos em parceria com a Nextview People, 56% dos ouvidos disseram que pretendem empreender em algum momento da vida.
Além das várias dificuldades de um negócio, os jovens costumam ter que lidar, muitas vezes, com a descrença. “Tem muitas pessoas que acham que precisam de mais capacitação ou vivência e não podem ter seu negócio próprio”, diz Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Veja abaixo alguns mitos sobre ter uma pequena empresa antes dos 30 anos.
1. Uma boa ideia basta
Muitas vezes, os jovens escolhem um hobby ou passatempo para transformar em negócio. “Muitos acreditem que basta ter uma boa ideia para que vire um negócio de sucesso”, diz Caetano.
Além de gostar da atividade, o jovem precisa se preparar para tirar o negócio do papel e não só apostar na sorte. “Ter uma grande ideia inovadora não é ter um grande negócio. Sem um time, a empresa cai por terra no primeiro contato com o cliente porque não vai ter quem execute”, alerta Nakagawa.
2. Empreender durante a faculdade é difícil
Largar a faculdade pelo negócio foi um passo para empreendedores como Mark Zuckerberg. Mas não é a regra. “Tem muitos que conseguem conciliar as duas coisas, principalmente quando o negócio é na área dele”, diz o professor do Insper.
Segundo ele, depende do empreendedor saber aproveitar os recursos e contatos da faculdade. “A dica que eu deixo é que ele se prepare para virar empreendedor. Está mais fácil para o jovem que está mais acostumado com o ambiente de escola, de estudo, de preparação”, sugere Caetano.
3. Negócios inovadores não têm concorrência
Confundir otimismo e ingenuidade é, para Nakagawa, um erro dos empreendedores mais jovens. “Ele tem que ser otimista, mas não pode ser ingênuo a ponto de achar que não tem concorrência”, diz. Segundo ele, é comum que nesta fase o empreendedor se sinta infalível. “Se o negócio der certo, vão aparecer dez negócios similares ao seu”, alerta o professor.
Outro mito, segundo ele, é achar que a concorrência vai demorar a reagir a sua inovação. “Em alguns casos é verdade. Em outros, é mito e o concorrente vai para cima e ocupa o espaço da startup”, explica.
4. Jovens têm mais chances de quebrar
Segundo Caetano, não há nenhum estudo que indique que empresas de jovens estão mais propensas ao fracasso. “Não há diferença significativa nas taxas de mortalidade de empresas chefiadas por jovens. Existe um preconceito da própria sociedade e os próprios jovens ficam inibidos de empreender”, justifica.
5. Reunir amigos na sociedade é melhor
Na universidade, muitos empreendedores reúnem um grupo de amigos da mesma turma para abrir um negócio. A afinidade pode parecer um bom motivo para estabelecer uma sociedade, mas pode ser uma armadilha. “Muitos começam a empresa com colegas da faculdade e o sócio é um espelho dele, com a mesma formação e os mesmos hábitos”, diz.
É preciso saber formar uma equipe que se complemente. “Basicamente, a regra é ter de alguém que sabe vender, alguém que sabe fazer e um terceiro sócio que cuide da gestão mais burocrática”, ensina o professor.
Para Caetano, achar que pode fazer tudo sozinho também pode acabar com o negócio. “É um erro fatal, precisa ter sócios que se complementem”, indica o executivo do Sebrae/SP.
6. O fracasso é o fim
Ninguém começa um negócio pensando em fracassar. Mas, se isso acontecer, não é o fim do mundo. “Uma questão que precisa ficar clara é que ele acha que não pode fracassar. É comum encontrar empreendedores que na primeira tentativa não deram certo, mas usaram isso como fonte de aprendizagem para negócios posteriores”, explica Caetano.
7. Um produto bom dispensa experiência
Assim como só uma boa ideia não é suficiente, o empreendedor não pode dispensar o conhecimento confiando apenas no produto ou serviço. “Achar que vai sustentar o negócio sem ter experiência em gestão é um erro”, diz Caetano. Outro mito é acreditar que as vendas vão acontecer facilmente. “Venda é uma estratégia, precisa ser estudada e exige dedicação”, afirma.
Em 2015, repercutiu bastante na Inglaterra o fato do Tottenham desejar ter sedes alternativas durante a temporada da Premier League, já que reformava seu estádio. Não pode, pois discutiu-se um único local em nome do “respeito e igualdade de condições na disputa contra os adversários”. Relembre essa discussão por lá neste link: https://wp.me/p4RTuC-cKd.
Eu sei que os clubes precisam de dinheiro e muitas receitas alternativas para bancarem suas despesas. Jogar fora do seu estádio pode ser uma atração muito grande nas bilheterias não costumeiras, embora, se o time é pequeno, torna-se quase que uma “inversão de mando”, pois a torcida contrária será maior (além da discussão de que, se o torcedor do time pequeno assistiu confrontos contra os outros pequenos e foi “fiel em jogo ruim”, quando vem um grandão, ele deveria ter o privilégio de assistir em sua praça.
Aqui no Brasil, a Portuguesa quase jogou contra o São Paulo no Estádio Ninho dos Pássaros, na China, em 2013,a troco de uma bolada. Não foi possível (vide em: https://wp.me/p4RTuC-5Jv). E essa internacionalização de jogos domésticos em países estrangeiros (imaginaram Real Madrid x Barcelona em Nova York pela LaLiga?) faz parte do processo de Globalização, é inevitável (embora a FIFA seja contrária a esse tipo de situação).
Agora, imitando o Santos que jogará na Vila Belmiro e no Pacaembu pelo Campeonato Brasileiro (ou seja, nas cidades de Santos e de São Paulo, reconhecidamente pelas características da sua torcida), através da intermediação do Governo do DF (o governador Ibaneis Rocha viajou para a CBF e pediu, segundo o Correio Braziliense), o Flamengo jogará em duas sedes: Rio de Janeiro e Brasília, pelos mesmos motivos.
E aí, o que você acha: joga onde o clube quer, ou, por ser um campeonato (e não em formato de Copa) todos os adversários devem encarar um time no mesmo estádio, com o mesmo gramado, mesmo público e mesmo clima(embora eles também sejam variáveis devido à época do ano e horário, economia do país e data de pagamento)?
Disse Jesus a Nicodemus: “Necessário vos é nascer de novo”. Jo 3, 7b.
Essa passagem bíblica é oportuna para vários pontos de discussão: religiosa, social e profissional.
RELIGIOSA, pois mostra que a conversão é necessária para mudanças de condutas e práticas antes condenáveis ou indevidas;
SOCIAL, pois nos permite repensar em determinados comportamentos frente amigos, sociedade e até intimamente;
PROFISSIONAL, pois, cá entre nós, administradores: práticas como learning organizacions, destruição criativa e dentre outras tantas, não há esse princípio cristão de renascer (ou tecnicamente, ‘reinventar-se’?)
Há malucos de Direita, de Esquerda e Extremistas de ambos lados; há de Centro e também os que nem se rotulam. Mas para ser irresponsável na governança de um país, independe de ideologia.
Nicolás Maduro, ditador venezuelano de comprovadas fraudes em sua nação, pediu para que as mulheres tenham 6 filhos para ajudar o país crescer!
Tem hospitais para todos? Escolas? Comida?
Se os moradores atuais fogem da Venezuela por causa desse senhor, por quê não ter mais políticos honestos para substituir Maduro do que gente para sofrer?
Aliás, uma outra importunação: as mulheres são simplesmente reprodutoras por lá? Afinal, a fala ordenando (“vão parir”) de maneira ufanista parece mostrar que a terra das misses é também um lugar de objetificação do sexo feminino.
Esperamos ver as defensoras brasileiras do regime e que se intitulam senhoras emponderadas, como Gleise Hofmann (que sempre sorri ao lado de Maduro quando vai para Caracas), Jandira Feghali (que sempre faz discursos inflamados a favor do presidente venezuelano ou Manuela D’Ávila (que adora repudiar quem pensa diferente dela em suas entrevistas) fazerem a crítica também àquele que elas apoiam, mostrando que o respeito às mulheres independe de bandeira.
“Ainda bem” que a fala foi dita num evento referente ao Dia Internacional das Mulheres… ironias à parte, bem inapropriado.
MADURO PEDE QUE VENEZUELANAS TENHAM 6 FILHOS PARA QUE O PAÍS CRESÇA
“Vão parir! Todas as mulheres tendo seis filhos!”, diz presidente da Venezuela durante evento. Comentário é alvo de críticas da oposição e de organizações que denunciam colapso econômico e do sistema de saúde do país.
O presidente Nicolás Maduro exortou as mulheres venezuelanas a terem muitos filhos para que o país cresça, do qual milhões de pessoas fugiram nos últimos anos por causa da crise econômica.
“Vão parir, pois, vão parir! Todas as mulheres tendo seis filhos, todas. Que cresça a pátria!”, disse Maduro, durante transmissão ao vivo pela televisão de um evento para divulgar os avanços de seu chamado plano de “parto humanizado”, na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março).
A declaração foi feita depois que Maduro conversou com uma gestante presente ao evento, que disse ter cinco filhos e estar esperando o sexto. O mandatário ainda acrescentou que “as mulheres são feitas de parir”.
Os comentários geraram duras críticas de ativistas de direitos humanos e outras organizações, que destacaram a luta dos venezuelanos para fornecer alimentos, roupas e cuidados de saúde para suas famílias.
“Hospitais não estão funcionando, há escassez de vacinas, mães não conseguem amamentar por desnutrição nem conseguem comprar fórmula por causa da inflação”, tuitou a deputada oposicionista Manuela Bolívar. Ela convocou protestos para o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher.
“É irresponsável da parte de um presidente da República encorajar mulheres a ter seis filhos simplesmente para fazer a pátria crescer, quando essa pátria não garante a vida às suas crianças”, afirmou Oscar Misle, fundador do grupo de defesa de direitos de crianças e adolescentes Cecodap.
Maduro foi reeleito para um segundo mandato numa eleição controversa em 2018, causando amplas manifestações contra seu regime. Segundo a Organização das Nações Unidas, o colapso econômico da Venezuela, aliado às suas profundas divergências políticas internas, levou ao êxodo de mais de 4,5 milhões de venezuelanos desde 2015.
O Programa Mundial de Alimentos da ONU também divulgou recentemente que 9,3 milhões de pessoas – o equivalente a cerca de um terço da população venezuelana – não consegue suprir as próprias necessidades nutricionais. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirma que crianças são especialmente afetadas pela crise econômica e política da Venezuela. Segundo o órgão, cerca de 6,8 milhões de pessoas (mais de 20% da população) mostraram sinais de desnutrição entre 2016 e 2018.
No ano passado, um relatório conjunto da Human Rights Watch e da Escola Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública concluiu que o sistema de saúde na Venezuela “entrou completamente em colapso”. Entre outros problemas, o estudo citou níveis crescentes de mortalidade materna e infantil, assim como a disseminação de doenças que podem ser prevenidas com vacinas.
14.jan.2020 – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante discurso na Assembleia Constituinte, em Caracas Imagem: Federico Parra/AFP