– Oleaginosas do bem!

Nozes, Pistaches e Castanhas, cientificamente comprovados, fazem bem para o coração, auxiliam na respiração e previnem o câncer.

Eba! Só faltou acrescentar explicitamente na lista o amendoim para minha satisfação… mas ele é citado abaixo também!

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/pilulas/quem-come-castanhas-todo-dia-vive-mais/

QUEM COME TODO DIA VIVE MAIS

Quem come nozes, castanhas, pistache ou outras sementes oleaginosas todos os dias tende a viver mais, segundo um estudo que durou 30 anos e foi conduzido pela prestigiada Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que esse hábito reduz o risco de morte por câncer, doenças cardíacas e males respiratórios.

O estudo, divulgado nesta quinta-feira, dia 21 de novembro, por uma das publicações científicas mais respeitadas do mundo, o The New England Journal of Medicine, foi baseado na análise de dados de 120 mil pessoas. O risco de morrer durante o estudo para pessoas que consumiam uma porção de oleaginosas diariamente foi 20% menor na comparação com voluntários que nunca ingeriam esse tipo de alimento.

A porção de oleaginosas descrita no estudo corresponde a 29 gramas. Não foi possível determinar, contudo, quais são as variedades de castanhas mais benéficas à saúde. Os resultados foram similares entre os consumidores de amendoim, castanha de caju, castanha do Pará, macadâmia, pistache, noz comum e noz pecã.

DOENÇAS DO CORAÇÃO

Para investigar os hábitos alimentares dos voluntários, os pesquisadores aplicaram questionários regulares, com intervalos de dois a quatro anos. “O benefício mais óbvio foi a redução em 29% de mortes decorrentes de doenças do coração”, diz o médico Charles Fuchs, um dos autores do trabalho. “Mas também observamos uma redução significativa, de 11%, nas mortes por câncer”, completou.

Os pesquisadores argumentam que as oleaginosas auxiliam na redução dos níveis do colesterol “ruim” (o LDL), inflamações e resistência à insulina. Essas frutas, embora calóricas, são consideradas boas fontes de gordura. “As nozes contêm gorduras saudáveis e são ricas em proteínas e fibras, o que retarda a absorção dos alimentos e diminui o apetite”, declarou o coordenador da pesquisa, Frank Hu, que é professor de Nutrição e Epidemiologia em Harvard.

No trabalho, os cientistas perceberam que as pessoas que comiam as oleaginosas com frequência tinham, naturalmente, um estilo de vida mais saudável. Eram mais magras, menos propensas a fumar e a beber, consomiam mais frutas e verduras e praticavam mais exercícios. Essas características, sozinhas, já contribuem para a redução de doenças e para uma maior longevidade. Mas, segundo os pesquisadores, esse perfil foi levado em consideração na pesquisa e é “improvável” que o estilo de vida tenha impacto suficiente para alterar as conclusões obtidas com o trabalho.

* A pesquisa foi financiada pelo National Institutes of Health e pelo International Tree Nut Council Nutrition Research & Education Foundation, instituições norte-americanas. Apesar do conflito de interesses, a literatura científica traz alguns estudos anteriores, porém menores, que já relacionavam o consumo frequente de oleaginosas à diminuição do risco de doenças do coração, diabete e câncer.

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– Black and White:

🇺🇸 Very beautiful flowers to brighten our day. Live nature and its beauty. Did you like the delicate petals? Even in black and white they are beautiful.

🇧🇷 Flores muito bonitas para alegrar nosso dia. Viva a natureza e sua beleza. Gostaram das pétalas delicadas? Até em preto e branco são bonitas.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Acordando a 6a feira.

👊🏻 Bom dia, com vento e chuva leve. Mesmo assim, um bom #cooper se faz necessário para gastar a #adrenalina em acúmulo no corpo e evitar o #cortisol elevado.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #training #corrida #sport #esporte #running #adidas #puma #asics
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDaEsperança, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #Esperança #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, junto às inspiradoras #roseiras.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 05h35 – Desperte, #Jundiaí.
Que a #SextaFeira (mesmo #nublada) possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Estar com pessoas interessantes é sempre agradável!

Não são os assuntos que podem ser maçantes, mas quem os conta!

Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=c73CV0C5dDE

– Sorrisos com Sling!

Tem algo mais contagiante do que o sorriso de uma criança?

Filhos, sobrinhos, pequenos, sapecas, espoletas… são bençãos de Deus em nossa vida!

Minha querida irmã @priscilaporcari com a Maria Estela e o Miguel, neste clique tão legal. Eles se divertiram.

Ops: perceberam que ali tem um sling? A Pri é especialista no uso dele, na prática do Baby Fusion e vende materiais também. Contatem ela!

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❤️💙 #fun #family #diversão #amor #children #carinho

– Globalizar ou Não?

Lembram-se que protestávamos, num determinado período, contra tudo? Na época em que George W Bush propôs a criação da ALCA, supostos protestantes promoveram grande vandalismo na Avenida Paulista.

Compartilho um texto brilhante sobre a inteligência daqueles que são contra ou se recusam a discutir a Globalização e acordos mundiais (na visão de um cidadão italiano global). Aliás, redescuti-se o Brexit novamente…

Extraído de MARANESI, Ezio. in AFFARI, Revista da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria, nº 90, pg 06-07.

GLOBALIZAR OU NÃO?

Globalização não é um palavrão. É um fato indiscutível, inevitável, como a alternância entre o dia e a noite… “quem pode parar o rio que corre para o mar?”, balbuciava Gigliola Cinquentti em uma famosa canção dos anos 60. Quem pode parar a globalização, um processo tão antigo quanto o mundo, movido pelo instinto, pela curiosidade, pelo egoísmo e pela fraqueza humana? Os gregos, os romanos, os árabes e muitos outros povos globalizaram os seus costumes no âmbito dos seus domínios; o tomate, a batata, e mais recentemente o kiwi e mil outros produtos da terra e da indústria provenientes de outros territórios invadiram o mundo. Por que é motivo de revolta a difusão mundial do Big Mac?

Até a pouco tempo, o processo, ainda que perenemente em atividade, não era percebido, e não havia a consciência de sua dimensão e suas conseqüências. Nos nossos dias, a velocidade dos transportes e das comunicações fez explodir o problema, com suas conseqüências benéficas ou maléficas. O novo medicamento que cura doenças antes incuráveis é distribuído em poucos meses nos 5 continentes, a última bolsa de Prada é exposta simultaneamente nas lojas das cidades mais ricas do mundo, a afta epizoótica expande-se rapidamente de um país a outro. Contra a globalização todos protestam, de modo mais ou menos incisivo de acordo com o credo político e o nível cultural. Protesta o filósofo nos debates culturais e protesta o energúmeno nas ruas de Seattle, de Nice, de Roma, e de modo mais amador, na Avenida Paulista. O protesto é confuso: inclui de fato a política econômica dos governos, o neo-liberalismo (outra palavra blasfema), os produtos modificados biologicamente, a poluição, etc.. São talvez causas santas mas, em geral, oportunamente instrumentalizadas. Não se protesta infelizmente contra a ignorância e o egoísmo que tornam possíveis os vários abusos que a globalização comporta.

Estamos nos contradizendo: nós que protestamos, desejamos ser globalizados! Depois da guerra, os italianos, individualistas como são, sonhavam em “fazer a América”. Nos anos 70 e 80, na Albânia, país hermeticamente fechado, seus habitantes sonhavam em ter um carro. Os chineses, no seu uniforme cinza e triste, sonhavam com os coloridos vestidos ocidentais. Hoje são todos, alguns mais, outros menos globalizados. Só os povos que morrem de fome ou de aids, que silenciosamente pedem para fazer parte da aldeia globalizada, não podem entrar. Eles de fato não podem pagar. Há uma outra exceção: o Taliban, mas esta é uma outra estória.

Protestamos portanto, se achamos que seja justo protestar, mas sem quebrar vidraças. Vamos nos sentir livres para escolher o fettuccine caseiro se detestamos o hambúrguer, recusemos alimentos geneticamente modificados se pensamos que sejam perigosos. Este tipo de liberdade não está ao alcance de todos: cansa e exige cultura. É muito mais cômodo e fácil deixar-se conduzir pelas estratégias da psicologia das massas, que conhecem a fundo as nossas fraquezas e nos dizem que gostamos e o que devemos fazer. Desse modo, nos sentimos livres para comprar tudo o que não nos serve.

O problema, aqui banalizado, é na realidade muito mais sério, e sob alguns aspectos dramático. Já que a natureza humana é o que é, e todas as religiões do mundo poderão só aplacar os seus aspectos menos nobres, a globalização seguirá o seu inexorável curso, glorioso sob certos aspectos, perverso sob outros. Se o mundo, tão diferente, tão belo e interessante, tende a tornar-se uniforme, plano, chato e triste, se os modelos de comportamento dominantes tendem a ser universalmente adotados, o único modo para manter a nossa identidade cultural é nos ligar aos nossos valores e adotar a nossa pequena “aldeia” cujos habitantes tenham afinidades autênticas e não formais. Esta aldeia deve ser defendida de todos aqueles que gostariam de vê-la igual a todas as outras aldeias da terra.

Neste nosso pequeno mundo, haverá sempre espaço para uma torre de Pisa que ninguém determinará que deve ser endireitada, sustentando que qualquer desvio da norma é conceitualmente perigoso. Haverá lugar para todas as manifestações culturais. Se os povos e tribos da Terra mão conseguem manter a sua identidade cultural, tudo será globalizado: alimentos, vestimentas, gostos e pensamentos. Sob o escuro estelar americano, espiados pelas câmeras e por outros “Big Brothers” que controlarão os nossos comportamentos, nos nutriremos tristemente com o único queijinho insosso mas asséptico que a indústria produzirá para todos. Até mesmo Orwell, um genial profeta terrorista, empalideceria perante essa perspectiva.

Nós italianos talvez soframos menos que os outros: no fundo o espaguete é nosso. Desde que supere o miojo.

– A Naprotecnologia: um método aceito pelo Catolicismo como opção à “fertilização in vitro”

Tenho muitos amigos que, quando casados, descobriram que não podem ter filhos. Uma das soluções mais simples foi o nobre e generoso método da adoção.

A Igreja Católica possui algumas restrições à reprodução artificial, e àqueles que não desejam ferir o preceito religioso, segue uma boa alternativa.

Extraído de:

https://padrepauloricardo.org/blog/fertilizacao-in-vitro-com-os-dias-contados?utm_campaign=informativo_out_2018_iii&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

FERTILIZAÇÃO “IN VITRO” COM OS DIAS CONTADOS!

Levando em conta a porcentagem de nascimentos entre casais que seguem os tratamentos, seu índice de êxito é o dobro em comparação à fecundação assistida; seu custo é onze vezes menor, apesar de ela ser realizada por poucos médicos em todo o mundo; ela foi boicotada pelos lobbies da proveta e tem sido ignorada pelos sistemas de saúde nacionais. A naprotecnologia nasceu nos Estados Unidos e chegou à Europa há alguns anos, mas segue enfrentando o preconceito de quem a considera uma abordagem confessional da medicina, condicionada por dogmas religiosos.

Nada mais longe da realidade. É verdade que as práticas da naprotecnologia conformam-se rigorosamente à bioética católica; todavia, está comprovado que sua abordagem do problema da esterilidade é científica e clinicamente mais rigorosa do que aquela praticada no âmbito da fecundação assistida. Até por isso ela é mais eficaz: as estatísticas o confirmam.

“A diferença entre a naprotecnologia e a fecundação in vitro consiste no fato de que na primeira a questão fundamental é o diagnóstico das causas de infertilidade”, explica Phill Boyle, ginecologista irlandês que ministra os cursos de formação em naprotecnologia para médicos de toda a Europa, em uma clínica da cidade de Galway. “O que se procura é uma explicação médica do por que um casal não consegue procriar, cuidando assim de eliminar o problema e ‘ajustar’ o mecanismo natural, devolvendo-lhe a harmonia.”

“No procedimento in vitro, ao contrário, o diagnóstico das causas não tem importância, os médicos querem simplesmente ‘ignorar o obstáculo’, levando a cabo uma fecundação artificial. Na naprotecnologia, o tratamento resolve o problema do casal, que depois pode ter outros filhos. Com o método in vitro, os cônjuges não se curam e seguem sendo um casal estéril, e para ter mais filhos deverão sempre confiar em um laboratório.”

“A naprotecnologia é a verdadeira fecundação assistida”, ironiza a ginecologista Raffaella Pingitore, a maior especialista de língua italiana no método, e que atua na clínica Moncucco, na cidade suíça de Lugano. “No sentido de que assistimos a concepção do início ao fim, ou seja, desde a fase de distinção dos marcadores de fertilidade na mulher até as intervenções farmacológicas e/ou cirúrgicas necessárias para permitir que o casal chegue de um modo natural à concepção.”

O nome do método deriva do inglês natural procreation technology, “tecnologia de procriação natural”. Mais que uma tecnologia, é um conjunto de técnicas diagnósticas e intervenções médicas que tem como objetivo discernir a causa da infertilidade e sua remoção específica.

Começa-se com as tabelas do modelo Creighton, que descrevem o estado dos biomarcadores da fecundidade durante todo o ciclo menstrual da mulher, e que se baseiam principalmente na observação do estado do muco cervical, feita pela própria mulher. O pilar que sustenta toda a naprotecnologia é a capacidade da mulher de se observar: ela é formada para isso na parte inicial do percurso. As tabelas corretamente preenchidas, com o estado do muco cervical dia após dia e os outros dados, são a base de todos os passos sucessivos. A partir disso já é possível diagnosticar carências hormonais, insuficiências lúteas e outros problemas passíveis de serem tratados com a receita dos hormônios que faltam.

Se a infertilidade persiste, prossegue-se com o exame detalhado do nível dos hormônios no sangue, a ecografia da ovulação e a laparoscopia avançada. Podem ser necessárias, então, intervenções de microcirurgia das trompas ou de laparoscopia avançada para remover as partes prejudicadas pela endometriose. O resultado final é uma porcentagem de nascidos vivos entre 50 e 60% do total dos casais que realizam os tratamentos durante no máximo dois anos (mas a maior parte concebe no primeiro ano), contra uma média de 20 a 30% entre os que recorrem aos ciclos da fecundação in vitro (em geral, seis ciclos).

“Uma das coisas que mais me escandaliza é a ampla negligência que existe no diagnóstico das causas de infertilidade”, explica Raffaella Pingitore. “Hoje, depois de poucos exames práticos, a mulher é encaminhada aos centros de fecundação assistida. Chegamos ao ponto de, há alguns anos, a ‘Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva’ (American Society for Reproductive Medicine) ter declarado a insuficiência lútea como inexistente, porque não podia ser ‘cientificamente’ diagnosticada. Nós temos condições de diagnosticá-la porque envolvemos a mulher e pedimos a ela que observe e descreva diariamente o estado de seu muco cervical. Esse procedimento nos permite diagnosticar a insuficiência lútea. Mas isso para muitos médicos é impensável: eles se limitam a colher uma amostra no 21.º dia do ciclo menstrual para medir o nível de progesterona. Mas só 20% das pacientes têm um ciclo perfeitamente regular, pelo que esse dado é quase sempre inútil para o diagnóstico.”

“Nos Estados Unidos, em Omaha, no estado de Nebraska, iam visitar o doutor Thomas Hilgers, o verdadeiro criador da naprotecnologia, mulheres às quais a endometriose havia sido descartada depois de uma laparoscopia. Mas, realizando-se uma laparoscopia mais avançada, descobria-se que em 90% dos casos a endometriose existia. Comigo aconteceu muitas vezes a mesma coisa. Uma laparoscopia avançada deveria ser uma prática padrão nos testes de esterilidade, mas, por se tratar de uma intervenção cirúrgica, a hostilidade é grande.”

Que o recurso indiscriminado à fecundação assistida esteja associado à negligência diagnóstica, é algo que se deduz também pelo elevado número de pacientes que recorrem com sucesso à naprotecnologia depois de ciclos fracassados de fecundação in vitro. O doutor Boyle afirma que nos últimos seis anos, no grupo de suas pacientes com menos de 37 anos que já haviam tentado dois ciclos de fecundação assistida, o percentual das que conceberam graças ao método de procriação natural é de 40%.

Raffaella Pingitore conta sua experiência pessoal:

“A paciente tinha 36 anos e desejava uma gravidez há oito anos; havia realizado no passado cinco ciclos de fecundação assistida sem êxito. Fiz com que ela registrasse a tabela dos marcadores de fertilidade, e notamos que havia uma fase satisfatória de muco fértil, mas os níveis hormonais estavam um pouco baixos, o que indicava uma ovulação um pouco defeituosa. Havia também sintomas de endometriose; realizei uma laparoscopia, encontrei a endometriose e coagulei os focos da doença no útero, nos ovários e nas trompas. Depois a submeti a uma terapia para que ela ficasse em menopausa durante seis meses: deste modo secavam-se bem todos os focos de endometriose que talvez ainda existissem; depois da terapia continuei com um fármaco, o Antaxone, com a dieta e com apoio da fase lútea com pequenas injeções de gonadotropina. Isso levou ao aumento dos hormônios, e no quarto mês de tratamento havia se alcançado um muco muito bom. No 17.º depois da ovulação realizamos o teste de gravidez, que resultou positivo.”

O cuidado do profissional eticamente motivado pode mais do que as técnicas artificiais. Prova-o a história da doutora Pingitore, e provam-no as estatísticas do doutor Boyle. Na Irlanda, ao longo de quatro anos, o ginecologista curou 1.072 casais que há mais de cinco anos lutavam para ter um filho. A idade média das mulheres era de 36 anos, e quase um terço delas já havia tentado ter um filho com a fecundação in vitro. Após seis meses de tratamento naprotecnológico, a eficácia do método foi de 15,9%. Após um ano, 35,5%. Após um ano e meio, 48,5% das pacientes havia ficado grávida. Se o tratamento durava dois anos, quase 65% das pacientes chegavam à gravidez.

Com uma base de pacientes muito menor, a doutora Pingitore, no biênio 2009-2011, obteve uma média de 47,3%. Nos Estados Unidos (país onde não existem leis limitando o número de embriões fecundados que podem ser transferidos para o útero), os índices de sucesso da fecundação assistida depois de seis ciclos são os seguintes: 30-35% para mulheres com idade inferior aos 35 anos; 25% para mulheres entre os 35 e os 37 anos; 15-20% para mulheres entre os 38 e os 40; 6-10% para mulheres com idade superior aos 40 anos.

Depois temos a questão (de modo algum secundária) dos custos, ainda que na Itália ela seja pouco discutida porque, à parte as pacientes com plano privado de saúde, as despesas da fecundação assistida correm a cargo do sistema público de saúde. Em tempos de austeridade econômica e de efeitos deletérios da dívida pública, no entanto, um olhar à relação de custo-benefício deveria valer também para nós. O fato é que, se comparamos os custos de dois anos de tratamento naprotecnológico com os de seis ciclos de fecundação assistida, a segunda custa onze vezes mais do que a primeira.

Um único ciclo de fecundação in vitro custa na Itália em torno de 3.750 euros, mais 1.000 euros de medicação, pelo que seis ciclos custariam 28.500 euros, aos quais se acrescentam outros 800 para o congelamento e a manutenção dos embriões, e 1.200 para a transferência dos mesmos, em um total de 30.500 (R$ 131.812, hoje). Por outro lado, ainda que se alargasse para dois anos o tratamento com a naprotecnologia, seus custos são modestos: 300 euros para o curso de formação nos métodos naturais, 800 para as consultas médicas e 1.500 para os medicamentos, em um total de apenas 2.600 euros. É provável que os parlamentos e os ministros da saúde europeus não sejam muito sensíveis aos temas bioéticos, mas eles dificilmente poderão fingir-se de surdos a pedidos para que se verifique a relação de custo-benefício entre os dois métodos.

“A naprotecnologia tem tudo para se difundir, ainda que seja só por um discurso ligado aos custos, nos quais vão incluídos também os efeitos colaterais da prática de fecundação assistida: não nos esqueçamos que as crianças que nascem com esta técnica têm mais probabilidade de malformações e problemas de saúde do que aquelas que nascem de forma natural”, recorda Raffaella Pingitore. “Em primeiro lugar, porém, é necessário vencer o lobby da procriação assistida. Trata-se de um lobby bilionário, que enriquece centenas de pessoas e que não deixará tão facilmente que se lhe coloque o bastão entre as rodas.”

– O Consumismo como Doença

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

– Por quê tantos “mas”?

Muitas vezes somos sistemáticos com certas coisas. Uma das minhas birras é o tal do MAS“.

Sabe quando você é elogiado, e logo depois do elogio ele aparece?

Putz, acaba com o dia. Não é uma autosuficiência, mas um perfeccionismo bobo.

– Chega de discursos de Vitimismo no futebol. Assumamos as culpas e responsabilidades!

Eu amo o futebol, mas não posso ser um alienado por ele. Futebol deve ser diversão sadia para o torcedor, que precisa entender ainda que para o dirigente honesto e responsável, o esporte é um negócio que tem a finalidade de render dinheiro e fomentar empregos na indústria do entretenimento.

Portanto, sem romantismo ou saudosismo de outros tempos, deve-se entender que o fanatismo deturpa este entendimento lúdico e racional. Torcedor se “descabelar” e sofrer, é algo desnecessário. Chorar por um time de futebol? Pare com isso, não devemos nos estressar – afinal, o clube de futebol é uma entidade privada que visa lucro, não mais uma associação de pessoas que pensa em algo para se divertir. E daí lembremo-nos que os Governos (Federal, Estadual ou Municipal) não devem dar benesses a essas entidades, pois o dinheiro público deve ser para ações educacionais, de saúde ou outras mais relevantes.

Parafraseio o italiano Arrigo Sacchi:

“O futebol é a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes”.

Assim, cuidado com os espertalhões que querem transformar os torcedores em “frente de batalha”, através de discursos demagogos (até porque, esses mesmos grupos de pessoas, um dia podem se rebelar contra a cartolagem que os usa). Quer exemplos?

Há inúmeros declamadores de “teorias das conspirações”. Dos times grandes aos pequenos, você ouve coisas como: “Minha equipe é sempre perseguida pela FPF”, ou, “A CBF sempre quer me prejudicar”, ou ainda: “Sempre a juizada vem meter a mão no nosso time”.

Repararam no “sempre”?

Ora, pense: diretores martelam esse discurso inflamando os torcedores que o replicam. E isso é subterfúgio para incompetência! Os cartolas não falam que contratam mal os seus jogadores, que gastam irresponsavelmente seu dinheiro, ou ainda que demitem treinadores que eles mesmo contratam errado e insistem num ciclo de contratação e demissão sem critério algum.

TODOS os clubes reclamam de arbitragem, de organizadores, de tudo. Mas NENHUM faz protesto por favorecimento quando eles ocorrem – e é lógico que ocorrem, pois se um time é prejudicado em campo, o adversário é quem se beneficia. Assim, quem perde chia, quem ganha se cala. E, por obviedade, tudo é discurso para mascarar a incompetência (os erros de árbitros e de organizadores acontecem, mas não na proporção reclamada, infinitamente mais fomentada para disfarçar).

Menos vitimismo, mais profissionalismo.

Imagem extraída de: https://www.portalzap.com/liga-das-estrelas-fut7-confira-os-resultados-dos-jogos-do-final-de-semana-e-os-proximos-confrontos/

– #PrayForNice, e sejamos todos tolerantes.

A França é um dos países europeus que mais está envolvido com a miscigenação dos povos imigrantes do recente êxodo da Ásia e da África (fuga de populações de pobres e ex-colônias, além de refugiados). Os negros e árabes estão cada vez mais numerosos, levando suas dificuldades e cultura.

Respeitar e acolher se faz necessário, mas o choque cultural é sempre algo real. E vimos isso com a discussão sobre “total liberdade de expressão versus ofensas religiosas” com o caso da Charle Hebdo, a revista de humor que sempre fez sátiras com assuntos delicados, como Cristianismo e Islamismo (lembrando do ataque terrorista à edição da publicação, motivado por radicais árabes que ficaram chocados com as charges de Maomé).

Sou a favor da liberdade de expressão, mas entendo que algumas coisas podem ser evitadas – como as que podem ofender a espiritualidade das pessoas. Claro, isso não é motivo para matar, como foi a reação do grupo citado.

Agora, duas semanas depois de um professor (Samuel Paty) ser degolado pelo mesmo motivo na França (o de mostrar uma imagem ofensiva à cultura árabe), um ataque terrorista perto da Catedral de Notre-Dame em Nice vitimou pessoas. As autoridades já ligam os fatos como “Islamofacismo”.

Aí ficarão duas situações: um certo sentimento de “Islamofobia” (franceses cristãos e ateus assustados com tanta violência e que começam a discriminar os árabes que por lá vivem) com “Islamofacismo” (árabes revoltados que usam da violência para defender as causas que acreditam).

Quem perde? Todos! A democracia e a paz precisam de tolerância para coexistirem…

– O Céu mudou de cor?

E o céu, tão bonito e colorido que estava, voltou a escurecer. Vem vindo chuva por aí?

Para quem não viu a beleza da manhã de hoje, aqui: https://wp.me/p4RTuC-rZl.

– O amanhecer vibrante de 5a feira.

Se você acordou cedo como eu, viu nesta manhã (por volta das 05h) um incrível céu alaranjado e vermelho.

Repare como a beleza das cores foi combinada para ser impactante! O Criador, quando resolveu pintar o infinito, caprichou de verdade…

Ótima 5a feira para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Redes Antissociais.

Percebeu quanta gente que usa as Redes Sociais para escrever palavras raivosas?

Uma reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=NxBV5q_t-TI

– #tbt da Gangorra!

Em época de tantos jogos e aparelhos eletrônicos, a gangorra ainda lidera a preferência por aqui.

Viva a ingenuidade das crianças!

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– Para os pais pensarem!

Saí há pouco de uma reunião escolar onde conversamos sobre Política e Cidadania para crianças. Fantástico o tema!

Não posso deixar de compartilhar essa reflexão: o que estamos plantando (ou ensinando a plantar) para as nossas crianças? Somos exemplos de cidadãos a elas?

Boa questão…

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– Você levará em consideração os vice-candidatos na hora de votar para prefeito?

Perguntar não ofende: o quanto os eleitores estão sendo influenciados ou não pelos vices nestas eleições municipais?

A história da República nos mostra o quão eles têm sido protagonistas em nossa nação (para o bem ou para o mal) e como temos os ignorados na hora de votar! Tivemos Sarney, Itamar e recentemente Temer.

Assim, pense: você leva em conta quem é o vice antes de votar no candidato? Já mudou seu voto por conta do “suplente”?

Neste próximo pleito, há aqueles que desconhecem a contento os vices. Há de se ter a preocupação em conhecê-los…

– Festa de São Judas Tadeu

Aos que estão em desespero, calma! Hoje é dia de São Judas Tadeu, considerado o santo auxiliador das pessoas que estão desesperadas.

Primo de Jesus, apóstolo e corajoso. Eis sua história (extraído de http://is.gd/J3ZYu7)

SÃO JUDAS TADEU

São Judas, designado por Tadeu (que significa o corajoso), é um dos Doze Apóstolos escolhidos por Jesus para o acompanhar na Sua vida pública. Irmão de S. Tiago Menor, primo de Jesus, seguiu o Divino Mestre de perto e depois do dia de Pentecostes dedicou-se à pregação do Evangelho na Judéia, Samaria, Mesopotâmia (hoje região do Iraque) e na Pérsia, aonde viria a morrer martirizado, juntamente com o Apóstolo São Simão, apelidado «o Zelote». Costuma ser representado com uma moca ou cacete na mão porque foi assassinado à paulada. O seu corpo foi trazido para Roma, onde é venerado na Basílica de São Pedro, no Vaticano. O Papa Paulo III concedeu indulgência plenária a quem visitar o seu túmulo no dia da sua festa, que a Igreja fixou no dia 28 de outubro.

Por causa da traição de Judas Iscariotes, o nome de Judas (que significa Deus seja louvado) veio a cair no opróbrio, devotando os cristãos tal horror e desprezo por aquela designação que o termo Judas passou a ser usado como equivalente de traidor, criminoso, assassino, homem desprezível ou diabólico. Narra Santa Brígida que Nosso Senhor quis reparar tal estado de coisas e fazer justiça a nome tão belo e sublimemente usado por Seu primo materno. Numa aparição àquela famosa santa sueca, Jesus, num momento difícil, disse-lhe para recorrer a São Judas Tadeu, pois ele queria ajudar os seus irmãos neste mundo. A influência das revelações de Santa Brígida estendeu-se desde a Idade Média ate os dias de hoje e é por isso que muitos cristãos passaram a recorrer a São Judas, a exemplo de Santa Brígida. Tais foram e têm sido os favores espetaculares do Santo que a sua fama alcançou todo o mundo católico, tornando-se conhecido na tradição cristã como o advogado das causas consideradas perdidas, desesperadas, angustiosas ou muito difíceis de resolver satisfatoriamente.

Poderoso patrono das causas difíceis e desesperadas

Assim, desde o século XIV, S. Judas é invocado nos casos difíceis e a experiência provou o poder da sua intercessão nas circunstâncias em que, esgotados todos os meios humanos, as causas parecem totalmente perdidas ou desesperadas.

Um escritor eclesiástico assegura que “entre os devotos de S. Judas, poucos há que não tenham recebido provas especiais da sua assistência nas doenças, nos assuntos mais difíceis e mesmo no desespero, nos temores, nos desgostos, nas calúnias, na pobreza, na miséria, e nas ocasiões em que toda a esperança humana parecia perdida”. S. Bernardo de Claraval tinha uma enorme devoção ao santo Apóstolo. Depois de ter conservado e honrado durante toda a sua vida uma relíquia do Santo, ordenou que, quando morresse, lhe pusessem sobre o coração e assim o enterrassem.

Dizia que não queria se separar daquele que tinha sido um poderoso protetor da sua pureza e o seu auxílio em todas as dificuldades.

Como São Bernardo, muitos têm encontrado no patrocínio de São Judas o alívio que há muito procuravam. A capela com a sua imagem na Basílica dos Mártires, em Lisboa, prova bem o agradecimento de inúmeras almas, que, aflitíssimas, a ele recorreram com eficácia. Mas capelas por todo o mundo atestam o mesmo fato. Ele entrou na devoção dos povos católicos e tem marcado a sua presença ao longo dos séculos com poderosos favores.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

ORAÇÃO A SÃO JUDAS TADEU

São Judas Tadeu,
Glorioso Apóstolo,
Fiel servo e amigo de Jesus!
A Igreja vos honra e invoca por todo o mundo
como Patrono dos casos desesperados
e dos Negócios sem remédio.
Rogai por mim que estou desolado.
Eu vos imploro, fazei uso do privilégio
Que tendes de trazer socorro imediato,
Onde o socorro desapareceu quase que por completo.
Assiste-me nesta grande necessidade,
Para que eu possa receber as consoloações e auxílio
Do céu em todas as minhas precisões, tribulações e sofrimentos.
São Judas Tadeu, lembrar-me-ei sempre deste grande favor
E nunca deixarei de vos louvar e honrar como meu especial
E poderoso patrono
E fazer tudo que estiver ao meu alcance
Para espalhar a Vossa devoção por toda parte.

Amém…
São Judas Tadeu rogai por nós.

– O que levaria os treinadores estrangeiros a recusarem o Palmeiras?

Quem está na América do Sul, sabe que o “oásis” financeiro no futebol pode ser o Brasil. Com condições de pagar salários bem maiores do que a média dos nossos vizinhos, a lógica mandaria que um convite para treinador estrangeiro a time grande daqui seria quase irrecusável.

Porém, vemos que recusaram o Palmeiras (que é um gigante e paga em dia): Miguel Ángel Ramírez, Sebástian Beccacece, Quique Setién e Gabriel Heinze!

Como explicar?

Três hipóteses:

  • Têm medo de encararem um desafio maior do que poderiam,
  • Têm receio da instabilidade da permanência dos treinadores no Brasil (perdeu, é demitido), e
  • Têm projetos para trabalhar na Europa?

Exceto a 1a, as outras duas são aceitáveis. Dinheiro, é fato, não seria o problema. A dificuldade deve ser, claramente, nas condições de trabalho e garantia de tempo. Afinal, Felipão, Mano e Luxemburgo (3 treinadores de Seleção Brasileira) não aguentaram no cargo.

– Sol!

O brilho do sol é inspiração, motivação e calor contagiante. É ânimo, é pura vitamina D, é alegria!

Este clique é do Bairro do Anhangabaú, em Jundiaí. Veja só o tamanho do Astro-Rei, que surge tão majestosamente nesta manhã. Abaixo:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Boa quarta-feira, com multicores no infinito!

👊🏻 Bom dia!
Pular da cama sempre é muito bom. Vamos todos para um ótimo #cooper-corujão, a fim de ter pique para a labuta diária?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #training #corrida #sport #esporte #running #asics #nike
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDoDesterro, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #Desterro #Catedral #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. E esse botão de #rosa tão delicado?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 05h35 – Desperte, #Jundiaí, com seu céu #multicolorido.
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Atitudes que podem determinar o sucesso ou o fracasso:

Dez atitudes determinantes para o sucesso na vida pessoal e profissional.

Compartilho no link em: https://www.youtube.com/watch?v=lUMCHZ-qSI8

– Clouds and Sun.

Agora, 17h00 na Terra da Uva. O entardecer por aqui é belíssimo!

Como eu gosto de você,
Jundiaí…

(Ops: apenas uma declaração sincera, não sou candidato a nada).

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Piquenique caseiro.

Simples e bacana: um momento relaxante com as meninas no gramado de casa.

Nem precisa de mais nada: só a boneca e o ambiente de piquenique… a vida deve ser assim: leve e descomplicada!

– João Santana sendo sincero:

Um dos episódios mais horrorosos da política brasileira foi a corrupção petista. Uma população iludida por demagogos que diziam trabalhar pelo povo e saquearam o país com seus golpes (Mensalão, Petrolão e tantos outros). 

Digo isso pois leio o twitter de Daniela Lima (@DanielaLima_), sobre o Marqueteiro do PT João Santana em entrevista ao Roda Viva (ontem), que destacou bem um momento do programa:

“João Santana conta que no terceiro dia dele na cadeia jogaram por debaixo da porta da cela um recorte de jornal com o presidente do PT dizendo que a sigla ‘não tinha marqueteiro’. ‘Não me senti traidor. Me senti traído’.

Cá entre nós: foi um momento de implosão da quadrilha que roubou sem dó o país.

– O Diabo se disfarçando de Anjo no momento de Depressão. Cuidado!

O Papa Francisco é alguém realmente iluminado pelo Espírito Santo. Prova disso é que, dias atrás, escreveu um mensagem de efeito e profundidade, sobre o quão o Diabo quer confundir as pessoas e levá-las aos caminhos equivocados – principalmente quando estão em depressão ou dificuldade!

Disse ele, via Twitter:

Nossa alegria nasce do fato de sabermos que, com Jesus, nunca estamos sozinhos, mesmo nos momentos difíceis, mesmo quando o caminho da vida é confrontado com problemas e obstáculos que parecem insuperáveis… e há tantos! E nesses momentos, vem o inimigo, vem o Diabo, muitas vezes disfarçado de anjo, e insidiosamente nos diz a sua palavra. Não o escuteis! Sigamos Jesus!”

Belo e, ao mesmo tempo, um preciso alerta sobre as confusões que Satanás quer fazer em nossa vida, levando ao desânimo e ao cansaço espiritual.

– Quem disse que para ser comentarista precisa ter sido excelente jogador ou árbitro?

Grandes craques ou insossos perebas determinam o sucesso ou fracasso no pós-carreira em decorrência do que já fizeram?

Digo isso pois vejo haters dizendo aos comentaristas:

  • “Jogou onde” para criticar esse atleta?
  • O cara nunca chutou uma bola, é jornalista, e quer criticar treinador? 
  • Apitava mal pra caramba e agora se mete a falar dos outros?

Fácil responder isso, é só perceber quem é melhor comentarista na TV: Caio Ribeiro ou Pelé? E quem foi melhor jogador?

Ou, se preferir, questione-se: Luxemburgo, Felipão, Telê Santana, Oswaldo Brandão… quais seus títulos como atletas e depois que encerraram a carreira quais são as conquistas como treinadores?

Sobre isso, acho interessante compartilhar esse texto, de 28/03/2014, publicado nesse mesmo blog, mas que permanece atual:

DE JOGADORES / ÁRBITROS A TREINADORES / INSTRUTORES

Mudar o ciclo de uma atividade é difícil. Nem todos conseguem se desapegar da rotina passada e tentam se adaptar às novas realidades da melhor maneira possível.

No futebol, essas mudanças de funções são, em alguns casos, traumáticas e frustrantes. Em outros, de maior glória do que na vida profissional inteira até então!

Veja o caso de ex-jogadores e ex-árbitros. Onde se inserirão no pós-carreira?

Seedorf anunciou há dias a aposentadoria como jogador e virou treinador no Milan. Ótima chance para um iniciante, que, sejamos justos, já esperava a oportunidade e se capacitava paralelamente a isso. Porém, dificilmente vemos ex-atletas começando por cima, e ele é mais uma das exceções, como Falcão e Dunga, que sem nunca terem trabalhado em clubes menores, foram para a Seleção Brasileira.

Grande é o número de atletas que não conseguem nem chegar às categorias de base como treinadores, tendo dificuldade de vingar no profissional. E isso independe da sua categoria como jogador. Será que Muller, Bebeto, Romário, Raí e até mesmo Pelé seriam grandes “professores” na área técnica a beira do gramado? Qualquer resposta seria mero “chute”. Beckenbauer e Cruyff foram magníficos dentro e fora de campo. Mas outros do mesmo nível não. Luxemburgo era reserva de Júnior, mas o primeiro foi muito mais vitorioso como treinador.

Portanto, ter sido craque ou cabeça de bagre com a bola no pé parece não ser tão decisivo para ser “o homem da prancheta”. Muitos conseguirão ensinar apenas os conceitos, outros farão o time jogar de fato. É por isso que existem os comentaristas esportivos, que podem ver o futebol à sua forma, conseguem passar tudo claramente aos torcedores mas que necessariamente não seriam grandes treinadores. E grandes treinadores que teriam uma dificuldade enorme em se fazer entender ao ouvinte.

Me recordo de 4 bons nomes que sugiram graças a uma filosofia (arriscada, mas que foi correta) de lançar treinadores por um clube: o Paulista de Jundiaí, que deu grande oportunidade ao Giba (que nasceu como treinador no Lousano Valinhos, parceiro do Galo Tricolor na época); depois vimos Zetti se sagrando vice-campeão estadual (perdendo do São Caetano de Muricy Ramalho); aí veio Vagner Mancini (que já dirigiu grandes equipes) e Wagner Lopes (sempre na ativa na série A1, atualmente no Botafogo-SP).

Por assumirem a responsabilidade em um clube que não era um dos grandes (de massa, como Corinthians e Flamengo), conseguiram trabalhar com pressão menor. Mas já imaginaram Marcos como treinador do Palmeiras ou Rogério Ceni do São Paulo? Aceitariam o risco de arranhar a imagem construída até hoje? Seriam treinadores de um clube só, como foram enquanto jogadores? E as vaias, para onde iriam? E, claro: a competência estará no mesmo nível?

Para mim, Seedorf é uma grande incógnita como treinador. Mas desejo sucesso, pois com o carisma e competência que tem, pode triunfar.

Entretanto, “ser sem carisma” é a rotina dos árbitros de futebol. No pós-carreira, farão o quê? Serão observadores de jogos das suas federações recebendo ajuda de custo a R$ 50,00, só pelo prazer de lá estarem? Ou conseguirão entrar no seleto clube de membros de comissões de arbitragem e instrutores? Poucas são as vagas como comentarista de arbitragem na mídia, e praticamente nulas as pretensões como “professores de regras” aos jogadores, contratados pelos clubes para melhor capacitar seus atletas.

Aqui, a comparação com os jogadores é idêntica: Dulcídio Wanderley Boschilla e Oscar Roberto Godoi foram excepcionais árbitros, mas seriam bons instrutores, com boa didática e jogo de cintura no trabalho junto aos cartolas das federações? Creio que não. Godói, entretanto, é ótimo no jornalismo esportivo, sendo claro, incisivo e objetivo. Encontrou-se! Enquanto isso, ex-árbitros como Roberto Perassi e Sílvia Regina (o primeiro comum em campo e a segunda competentíssima na categoria “feminino” – talvez a melhor árbitra da história do Brasil, mas razoável tecnicamente em jogos masculinos) são excelentes como instrutores. Sérgio Correa da Silva e Arthur Alves Júnior, também não-excepcionais como árbitros, enveredaram um caminho de sucesso como dirigentes sindicais (ao menos, figuram em vários cargos). Gaciba, Simon e Arnaldo são irrepreensíveis na TV, conseguindo essa transferência de competência agregando a didática.

Portanto, a relação de competência em uma função não necessariamente significa sucesso em outra. Um jogador mediano / árbitro comum pode ou não ser grande treinador / instrutor. E um jogador craque / árbitro excepcional pode ou não ter sucesso, mas com uma diferença: o comparativo com o que fazia antes de mudar a carreira será algo cruel. Será cobrado por tal! Sem contar com aqueles que não vieram necessariamente de dentro das 4 linhas: Carlos Alberto Parreira jogou onde? E é um dos treinadores mais respeitados do mundo. Mais: o Professor Gustavo Caetano Rogério, diretor da Escola de Árbitros da FPF por muitos anos, apitou onde? E foi talvez o maior nome da entidade.

Há os esforçados, como o Cel Marcos Marinho, atual presidente da CEAF-FPF, que assumiu o cargo sendo Major encarregado da luta contra as torcidas organizadas, e que apesar de muito estudar as regras, ainda leva a desconfiança do domínio das mesmas. Teria ele experiência para ensinar posicionamento ou dinâmica de arbitragem aos árbitros?

E pensar que, Armando Marques, velho de guerra, que um dia errou a contagem de pênaltis na decisão entre Santos x Portuguesa numa decisão de título paulista, por anos a fio presidiu a Comissão de Árbitros da CBF e conduziu a arbitragem brasileira ao desrespeito de muitos…

Por fim: o treinador de futebol ou o instrutor de arbitragem deve, independente do seu histórico como ex-jogador ou ex-árbitro, ter uma tríade de virtudes:

  1. – o conhecimento técnico (ter estudado),
  2. – a prática (ter vivenciado as dificuldades) e
  3. – a vocação (o dom entusiasta para exercer a atividade).

Claro, com uma boa oportunidade de sorte para mostrar o seu talento.

E você, o que pensa sobre isso? Grandes craques ou insossos perebas determinam o sucesso no pós-carreira (ou não) em decorrência do que já fizeram?

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arbitro gordo

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Pratique esporte!

Quem quer correr?

A Pista de Atletismo do Bolão (em Jundiaí) é um convite à boa prática esportiva diária. Vale a pena frequentá-la com assiduidade.

O corpo e a mente agradecem…

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– Boa 3a feira, com o lindo sol!

👊🏻 Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #JesusMisericordioso, socorrei-nos em nossas angústias. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Misericórdia #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com roseiras vermelhas.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que a ##TerçaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Céu Prata ou Ouro?

Entardecer chumbo-dourado!

E que trânsito entre Bragança Paulista e Itatiba… mas vale a paisagem.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Uma Casa de Família onde as garotas mandam!

Tipicamente uma casa de meninas, retratada neste clique… aqui, as garotas mandam e o pai / marido / genro obedece!

Mas ainda assim isso é muito bom! 

Ser o homem da casa traz responsabilidades, mas ser vencido pelas mulheres é motivo de orgulho.

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#família

– E as questões emocionais dos professores durante essa pandemia?

E o que dizer do sacrifício dos professores durante essa longa pausa da normalidade?

Profissionais estressados, aprendendo a se reinventarem em meio ao caos, digitalizando-se e dando aulas virtuais sem nunca tê-lo feito, passando horas adicionais preparando planilhas, power-points ou animações, entre tantas outras coisas.

E o tempo-extra gasto, deixando a família de lado?

E os custos particulares (conexões / novos planos de internet, insumos diversos)?

E os finais de semana que não puderam ser aproveitados para o descanso?

E as mensagens enviadas pelos alunos fora dos horários de aula, tendo que ser respondidas a qualquer hora, sabedores que eles, docentes, muitas vezes são o único canal de comunicação entre o discente e a faculdade (por inúmeros motivos)?

Por fim, e o desgaste emocional dos docentes?

Quando as férias chegarem (e precisam ser de verdade), que os professores possam desligar seus whatsapps, emails, telefones e tantas outras coisas para terem, ao menos um pouco, PAZ.

– Despojamento para a Responsabilidade Social

Compartilho com os amigos uma interessante e bela história de solidariedade: Marília Aidar, uma das pessoas especiais que o mundo de vez em quando encontra, que abriu mão de muito conforto em prol de uma causa nobre: a dos surdos-cegos! (Tal iniciativa entrou para o elenco das ações do Projeto Generosidade, das Organizações Globo)

Extraído de: http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML1701689-2455,00.html

A FADA-MADRINHA DO SÉCULO XXI

Tudo começou meio por acaso. Há 11 anos, a captadora de leilões Marília Ferri Aidar, 59 anos, pôs à venda um sítio que tinha perto de São Paulo. Filha única, tinha acabado de perder o pai e a mãe estava doente. ‘Achei que a venda era a melhor solução’, diz. Uma das interessadas na compra era mãe de uma criança surda e cega, aluna da Ahimsa, única escola no país especializada no atendimento de portadores da surdo-cegueira. Marília desconhecia a existência da doença e quis saber mais. Descobriu que Ahimsa significa ‘não violência’ em sânscrito e que a escola, uma associação sem fins lucrativos criada em 1991 por 26 profissionais que trabalhavam com a multideficiência, enfrentava problemas sérios, que iam de instalações precárias à falta de verba. Ainda assim, a instituição, localizada na Vila Mariana (Zona Sul de São Paulo), atendia 40 crianças e tinha outras 70 na fila de espera.

Comovida, Marília teve um impulso: doou o sítio, avaliado em R$ 150 mil. ‘Fiquei muito tocada com o que ouvi. Decidi conhecer a Ahimsa e fiz a doação na hora.’ Ela contratou um arquiteto para projetar uma nova sede para a escola, no sítio. Mas o imóvel, localizado em área de mananciais, teve a construção vetada por lei. Ainda assim, não desistiu: o sítio tornou-se um espaço para festas e encontros da Ahimsa. E Marília, já totalmente envolvida com a causa, alugou uma casa ao lado da sede original e patrocinou uma ampla reforma nos dois prédios, ao custo de quase R$ 250 mil. Ainda hoje, banca cerca de R$ 10 mil por mês para cobrir despesas de aluguel, parte dos salários de funcionários e custos administrativos da Ahimsa. O que falta para manter o trabalho vem de convênios com os governos estadual e municipal de São Paulo, além de doações esporádicas e contratações para consultorias pelo Brasil.

A escola, que tem 45 bolsistas, atende 200 surdo-cegos, entre crianças, adolescentes e adultos, e conta com orientação e metodologia da Fundação Hilton Perkins, de Boston (EUA). A surdo-cegueira é a deficiência simultânea (congênita ou adquirida) de audição e visão, havendo, em alguns casos, resquícios de uma delas. O tato é fundamental para a elaboração da linguagem e o desenvolvimento do sentido predominante (audição ou visão). A Ahimsa cuida não apenas dos portadores da deficiência, mas também orienta os pais em relação à aprendizagem de uma comunicação própria com os filhos. Muitas vezes, os educadores começam o trabalho pela casa da família, já que alguns deficientes não têm convívio social. E os familiares não sabem lidar com o problema.

Tempo, determinação, paciência e amor são ingredientes para o domínio da linguagem que será usada para o ensino da matemática, português, ciências e outras disciplinas. Além de possibilitar a comunicação e dar autonomia ao surdo-cego, a Ahimsa ensina artesanato em papel e reciclagem, e ainda conta com uma padaria-escola para profissionalizar jovens e adultos.

AHIMSA - Associação Educacional para Surdocegueira e Múltipla Deficiência -  YouTube

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Encontro de Catequese para o Sacramento do Crisma: Ciência e Fé, ser Ateu e ser Crente, Religião e Ciência.

Já falava o saudoso Papa Peregrino, hoje carinhosamente São João Paulo II, em uma de suas mais belas encíclicas: “fé e razão são duas asas que nos elevam para o céu”!
Por que é tão difícil para alguns aceitar que a Ciência e a Fé são complementares, não rivais?
 
Qual o motivo que faz ateus serem cada vez mais racionais e antiteístas cada vez mais sedentos de “contra-catequizar” sobre Deus?
 
Grandes padres e grandes universidades católicas apoiaram a Ciência e por eles nasceram maravilhosos inventos e significativas descobertas. Isso não se lembra?
 
Enfim: tudo que circunda o infinito do Universo é por acaso, assim como a vida, na qual se crê por céticos cientistas que bilhões de combinações químicas a formaram, ao invés de ser um dom generoso pela Providência do Criador? Ou que esse próprio Deus moldou com sua criação o surgimento da célula vital?
 
Como é difícil falar da Fé e da Razão (de Religião e Ciência) a um mundo cada vez mais racionalista, materialista e descrente de esperança.
 
Abaixo, alguns tópicos criados para discussão com os crismandos da Paróquia São João Bosco, meses atrás, a respeito desses embates de “provar ou não” a existência do Criador:
​Enfim: é tão bom, estudar, aprender, pesquisar, descobrir e revelar a partir da Inteligência que nos é dada pelo Espírito Santo, fonte de Amor do Pai e revelada pelo Filho que em Comunhão estão!​ A figura abaixo com a frase de Einstein é perfeita:
albert-einsten1

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– 157 anos de Futebol e 11 curiosidades

Nesta segunda-feira, se festeja 157 anos do futebol!

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: ‘são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão’; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola esteja no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, acréscimos na partida, área técnica, entre outras.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 157 anos?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.