– William Waack e a mancada racista no vídeo antigo.

Há dúvida de que alguém quis sacanear o jornalista Willian Waack da Rede Globo, ao deixar vazar um bastidor pré-gravação do ano passado onde ele soltou uma infeliz frase?

Prestes a entrevistar uma pessoa em Washington, cobrindo a Eleição de Donald Trump, Waack se incomodou com a buzina de um motorista próximo onde estavam. Disse:

Tá buzinando por quê, seu merda do cacete?”.

Na sequência, sussurrou ao convidado:

“É preto, é coisa de preto”.

Claro que os amigos de Waack estão se solidarizando a ele, dizendo que não é racista. Pode até não ser, mas a frase foi de puro racismo, daquelas que antigamente ouvíamos com frequência e que diminuem a dignidade do negro.

Lamentável. Que tenha sido um “único ponto fora da curva”. Certamente, está arrependido do que disse e, tomara, não tenha espírito racista dentro de seu coração.

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– Os 3 lances polêmicos em Atlético Paranaense 0x1 Corinthians

Má arbitragem do carioca Wagner do Nascimento Magalhães. Ele teve um começo de ano com ótimas arbitragens, mas não foi bem na Arena da Baixada nesta 4a feira.

Vamos aos lances:

  1. O pênalti por mão na bola de Fágner: aos 31m, quando Nikão vai cruzar a bola para a área, Fágner está a sua frente com os braços semi-abertos. Não é um movimento antinatural de aproveitar / aumentar o espaço, mas sim o movimento natural de quem corre e se aproxima (não vamos falar que ele tinha que estar com os braços para trás, pois fisiologicamente é “forçar a barra” quando se diz isso). Quando Nikão chuta, ele tenta tirar o braço para trás, mas pela velocidade do chute e pela pequena distância entre os atletas, não há tempo de evitar o contato. Foi “bola que bate na mão/braço”, não foi “mão/braço que bate e/ou quer bater na bola”. Errou o árbitro.
  2. O pisão de Pablo: aos 39 minutos, Lucas Fernandes está dominado a bola em contra-ataque, dribla Balbuena que faz uma falta para cartão amarelo. Na queda, propositalmente, Pablo pisa no peito do jogador que está caído. Isso se chama Conduta Violenta (mais até do que a de Jô, que pegou gancho de 1 jogo, em Rodrigo contra a Ponte Preta). Era para cartão vermelho e o juiz não viu e nem foi ajudado pelo Árbitro Adicional Assistente. Errou o juiz pela 2a vez.
  3. Carrinho de Thiago Heleno: aos 45 minutos, Romero sofre um covarde carrinho por trás com as duas pernas, que o levantam sem atingir a bola. Sem discussão alguma, é Cartão Vermelho. Não houve a expulsão, errou o árbitro pela 3a vez.

Enfim, esse é mais um dos 10 árbitros FIFAs brasileiros confirmados para 2018. Todos os atuais estão aprovados segundo a CBF para mais um ano no quadro internacional.

Caso não tenha lido nossa postagem da semana passada sobre os “novos-velhos FIFAs, clique aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/11/03/nenhum-arbitro-fifa-brasileiro-saira-do-quadro-em-2018/

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– E como procurar um novo emprego?

Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção ao mercado de trabalho. Como fazê-la?

Abaixo:

AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO

Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.

Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.

O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.

Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.

Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.

Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.

Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.

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– O STJD não fala nada sobre a agressão ao árbitro no Clássico do Nordeste e nem da confusão do Clássico Paulista?

Thiago Duarte Peixoto, árbitro paulista que se equivocou em um recente Corinthians x Palmeiras expulsando erroneamente Gabriel, tem moral na Comissão de Árbitros da CBF. Mesmo com vários erros e polêmicas em jogos diversos (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-i9B), esteve escalado em um importante clássico da Série B e foi covardemente agredido. Em resumo, aconteceu o seguinte: estando Santa Cruz 2×2 Náutico, Thiago marcou um pênalti duvidoso a favor do Náutico (lance interpretativo), aos 45 minutos do 2o tempo (e cobrado somente aos 49’, fazendo o 3o gol). Aos 51 minutos, o Santa Cruz foi ao ataque tentando o empate e Augusto sofreu pênalti (esse, não duvidoso; porém, não marcado). O árbitro mandou seguir o jogo e encerrou a partida segundos depois. Final: a Cobra Coral perdeu em casa para o Timbu, em dois lances polêmicos.

Aí… o “pau comeu”. O atleta Derley deu uma cabeçada no árbitro após ser expulso, vários (sim, vários) integrantes da Comissão Técnica do Santa Cruz foram relatados por agressões verbais, pedra arremessada em campo e porta do vestiário arrombada. No site da CBF, uma loooonga súmula.

Por pior que seja uma atuação de qualquer juiz de futebol, a pancadaria é sempre um ato covarde.

Tomara que Thiago seja defendido (independente da qualidade da sua atuação) e os agressores punidos, pois até agora o STJD não se manifestou (bem como na confusão nos vestiários de Itaquera entre Felipe Melo e Clayson).

Nessa mesma hora em que acontecia o lamentável episódio, ocorria no Hotel Panamby, em São Paulo, um curso de formação de instrutores de árbitros com os convidados palestrantes Coronel Marinho, Arthurzinho do SAFESP (falando de profissionalização dos árbitros, mesmo ele não querendo que a CBF ou a FPF sejam os patrões) e Sérgio Correa da Silva falando sobre ética do árbitro.

Poderiam colaborar e levar esse curso como evento de conscientização aos dirigentes também (apesar de eu não gostar de pessoas que se perpetuam em seus cargos, pois isso me leva a contestar a meritocracia). Ademais, você viu na grande imprensa esses senhores defendendo o árbitro agredido?

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– Despertando a 5a feira em 5 cliques entusiastas:

Olá! Acordei feliz, disposto a ter boa qualidade de vida. Como apaixonado por fotografia, 5 cliques no diário virtual chamado “blog” (buscando contagiar meus amigos leitores). Abaixo, conforme fui me preparando para a rotina matinal em poses mobgráficas:

1. Bom dia!
Parece que a chuva vem chegando. Antes dela aparecer, s’imbora correr? Que todos possam ter saúde de maneira prazerosa:
#Fui #RunningForHealth #run #cooper #saúde #corrida
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2. Correndo e Meditando com #SãoTeodoro de #Heracleia, um mártir cristão da #Turquia.
Que não tenhamos medo de defender no que cremos e na bondade que fazemos / tentamos fazer:
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #PorUmMundoDePaz
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3. Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, curtindo a beleza das #flores com todas as suas cores!
#corrida #running #flowers #CorujãoDaMadrugada #alvorada #flor #pink
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4. Desperta, #Jundiaí! Indo a trabalhar com o cenário inspirador do horizonte caipira:
#sol #sun #sky #céu #photo #nature #manhã #morning #alvorada #natureza #fotografia #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #FotografeiEmJundiaí
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5. Por fim, feliz. Hoje a Maria Estela completa 200 dias de vida, 7 kg e 63,5 cm! Bem vividos, com muita luta no início e vitória vista pelas suas bochechas gordinhas. Cada vez mais feliz:
#sorriso #bebê #alegria #família #baby #guerreira
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Ótima quinta-feira a todos!