Em meio a tanta discussão sobre a qualidade da arbitragem brasileira e a necessidade de profissionalizar o quadro nacional, eis que uma notícia me deixa curioso: o investimento da CBF no PRAB (Programa de Renovação da Arbitragem Brasileira), onde Sérgio Correa da Silva e Manuel Serapião (sim, eles continuam sob o comando de Marco Polo Del Nero mesmo com a entrada do Coronel Marinho) ensinam jovens árbitros a respeito do conceito de “integração do trabalho da arbitragem”.
Tudo é válido para melhorar, mas me chama a atenção que o evento acontece em um resort de Águas de Lindoia, com árbitros indicados pelas Comissões de Arbitragem das seguintes federações: Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba e Tocantins. Além deles, há o venezuelano Freddy Fernandes participando pela federação manauara, a qual pertence.
Cá entre nós: o critério de indicação foi qual? Se são do Centro Oeste, NO e NE, por que o evento no interior de SP por 10 dias? E os recursos financeiros dispensados são necessários ou deveriam ir para aprimoramento de quem está trabalhando nas outras divisões no quadro da CBF?
Vale a discussão se o dinheiro é bem ou mal gasto…
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