Hoje é dia Mundial do Doador de Sangue. Seja voluntário por essa ótima causa!
Vale a pena e você se sentirá muito bem. Salve vidas!

Hoje é dia Mundial do Doador de Sangue. Seja voluntário por essa ótima causa!
Vale a pena e você se sentirá muito bem. Salve vidas!

Neymar desabafou a favor dos seus companheiros de Seleção Brasileira após o fiasco da Copa América Centenária. Escreveu ele na Internet:
“Ninguém sabe o que vocês sofrem para estar aí e defender a seleção, vestir essa camisa é um orgulho e vocês fazem isso com AMOR. Agora, vai aparecer um monte de babaca para falar merda, Foda-se. Faz parte, futebol é isso!!! Sou brasileiro e estou fechado com vocês“.
Quem lê, pensa que os atletas são abnegados servidores da Pátria. Nada disso, é uma troca. No começo de suas carreiras, a Seleção valoriza os seus contratos, e é por isso que querem ser chamados. Entretanto, em determinados momentos, abrir mão de férias, do convívio da família e entrar em litígio com os clubes que pagam salários milionários, faz com que os atletas recusem serví-la ou que eles vão de má vontade. Vide as declarações de Daniel Alves aos microfones pós-jogo do Peru, dizendo que “não era fácil estar à disposição da Seleção e que o torcedor não vê isso”.
Dessa forma, resumidamente, funciona assim: ser convocado para se ter projeção é um sonho; depois da carreira consolidada no clube, vira um fardo.
O duro é saber que pessoas que ganham milhões de dólares por ano lamentam que sofrem. Imagine eu que não ganho no ano o que eles ganham por semana... E os desempregados, então?
Nessa, Neymar deveria ficar quieto.

O grupo Ultrapar (Ultragaz, Ipiranga, Conectcar) parece desconhecer a crise. Comprou a bandeira Ale por mais de R$ 2 bi!
O CADE aprovará?
Extraído de: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/ultrapar-dispara-na-bolsa-com-aquisicao-bilionaria
ULTRAPAR DISPARA NA BOLSA APÓS AQUISIÇÃO BILIONÁRIA
As ações ordinárias da Ultrapar registravam ganhos de 5% na abertura do pregão desta segunda-feira (13).
Com isso, as ações eram negociadas a cerca de R$ 70 reais. No ano, os papéis da companhia acumulam ganhos de quase 16%.
A companhia anunciou que sua subsidiária, a Ipiranga assinou contrato de compra e venda para a aquisição de 100% da Alesat Combustíveis e dos ativos que integram a sua operação (Ale). O valor da aquisição foi de 2,168 bilhões de reais.
Em fato relevante, a empresa informou que o valor a ser pago aos vendedores terá a dedução da dívida líquida da ALE em 31 de dezembro de 2015 e será sujeito a ajustes de capital de giro e endividamento líquido na data do fechamento da transação.
“As partes acordaram ainda a manutenção de conta garantia para pagamento de eventuais passivos ou contingências cujo fato gerador seja anterior ao fechamento da operação”, diz o documento.
O negócio está sujeito à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), além da aprovação pela assembleia-geral de acionistas da Ultrapar.

As orientações das mudanças da Regra do Jogo de Futebol ainda causam dúvidas a jornalistas, torcedores, jogadores e até aos árbitros. Mais do que se possa ensinar, ainda existem equívocos.
Vide na série B: o Londrina venceu o Vila Nova por 1×0, mas um lance curioso ocorreu: pênalti para o Londrina, o atleta Rondinelly vai bater e seu companheiro Jô invade descaradamente a área. Sai o gol, mas o árbitro Francisco de Paula Silva Santos Neto recebe a informação do bandeira que houve a invasão e a cobrança é anulada. Só que ao invés de repetir a cobrança, o árbitro marca tiro livre indireto ao adversário.
Errou. Tiro livre indireto deve ser marcado se fosse um “não-gol” (por exemplo, um rebote do goleiro e o invasor domina a bola). Como foi gol, repete-se a cobrança.
Se a infração fosse do cobrador e não do seu companheiro, aí sim seria tiro livre indireto (como cobrar com a paradinha, ou chutar a bola para trás).
São tantos detalhes mudando que até a arbitragem está em fase de aprendizagem!
Veja o lance aos 23 segundos desse vídeo, em: http://m.youtube.com/watch?v=BHpuHdj7sHQ
Os americanos escolherão entre Donald Trumph e Hillary Clinton para a presidência do país.
Cá entre nós? Um é radical extremista, a outra não me convence. Talvez nunca os EUA tiverem candidatos tão fracos…

Vendo e revendo a exaustão pelas imagens da Rede Globo o difícil lance da polêmica falta aos 49 minutos do segundo tempo entre Palmeiras 0x1 Corinthians, fiquei na dúvida se quem realmente impede o domínio do goleiro Fernando Prass foi seu companheiro Tiago ou o adversário Felipe. Com outras imagens, me convenci de que realmente houve falta do corinthiano, DESDE QUE NÃO ESTIVESSE IMPEDIDO.
Assim, errou o bandeira Rogério Pablo Zanardo em lance dificílimo pela rapidez. É o “erro perdoável” (e o árbitro não pode chamar a responsabilidade para ele em tal situação). Na sequência, acertou o árbitro Raphael Claus, que estava bem posicionado (com uma visão da jogada melhor do que as das câmeras da TV). Por linhas tortas, foi legitimado o resultado da partida (falamos sobre isso aqui: http://wp.me/p55Mu0-XJ).
Enfim: Tite, que tanto reclamou da arbitragem após a partida, fará mea culpa e pedirá desculpas?

E hoje é dia de Santo Antonio (chamado por alguns “de Pádua” ou de “Lisboa” – locais onde viveu santamente).
Você sabia que a história de santo casamenteiro só existe entre nós? Santo Antonio é conhecido lá fora como “pai dos pobres”.
Pobre, humilde, desprovido de alta intelectualidade… mas magnífico nas questões de fé. Esse era o perfil deste santíssimo homem.
Santo Antonio, rogai por nós!

A Seleção Brasileira foi eliminada pela Seleção Peruana com um gol irregular. A bola foi cruzada e Ruidíaz “dá uma raquetada”. Mão deliberada, intencional, indiscutível. O árbitro uruguaio Andrés Cunha, que tem se notabilizado por ótimas arbitragens no último ano, estava no seu lado cego, ou seja, em posicionamento ingrato, difícil de se ver. Quem poderia ajudar naquela situação seria o bandeira 1, ou um Árbitro Assistente Adicional (os AAA) que víamos há tão pouco tempo no Campeonato Brasileiro.
Mas quatro coisas são necessárias sobre o erro:
1) Não houve influência externa ilegal na decisão do árbitro (nenhum repórter “soprou” às escondidas para o 4o árbitro ou bandeira);
2) A necessidade do árbitro de vídeo se faz cada vez mais necessária;
3) A Comissão de Árbitros da Copa América Centenária, presidida por Wilson Luís Seneme (especial e exclusivamente para o evento) foi traída pelo erro de um candidato à apitar a finalíssima.
4) Dunga, que tanto reclamou do erro, se esqueceu que fomos ajudados em proporção igual contra o Equador, invalidando um gol legítimo do adversário.
Enfim, é vida que segue. E a Seleção Canarinho cada vez menos prestigiada pelos brasileiros pelo baixo nível técnico.
*ATENÇÃO: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM.

Como costumeiramente faço, acordei cedo para conseguir ganhar adrenalina – a energia necessária para ter disposição! Mas com esse frio… só agasalhando muito bem. Olha nossa foto-motivação:

Durante a corrida, vale a introspecção durante o momento do treino. Para isso, buscar o Alto é necessário. Nossa foto-meditação, nesta segunda-feira, é da liturgia dominical: “não é a lei do Olho do Olho e Dente por Dente (a lei de Moisés) que salva o homem, mas a prática e a fé em Jesus Cristo (perdoar e amar)“, segundo São Paulo.

Alongar pós-corrida é muito bom, em especial, curtindo a alvorada. Nossa foto-contemplação:

Por fim, hora de ir trabalhar! E bem acompanhado, veja só o amanhecer que esteve comigo até à labuta! Uma foto-inspiração:

Ótima segunda feira a todos!
Sarney, Renan, Jucá e Cunha tiveram o pedido de prisão solicitado por Janot por atrapalharem a Lava-Jato. Mas por que Lula, Dilma, Cardozo e Mercadante, que fizeram a mesma, coisa não foram relacionados?

Pavoroso o atentado terrorista na casa noturna Pulse, voltada ao público GLBT, que matou 50 pessoas e vitimou outras tantas em Orlando, na Flórida.
Pouco importa se era uma boate gay, uma igreja ou uma arena esportiva. Eram simplesmente PESSOAS, que foram mortas por um nova-iorquino chamado Omar Mateen, que se dizia admirador do grupo ISIS (os terroristas do Estado Islâmico).
Matar em nome de Alá? Qual Deus que manda matar seus filhos? Alá é o mesmo Iavé, Jeová, Senhor, Pai…

Tanto faz. Juninas são as festas folclóricas dedicadas aos santos em Junho, feitas de um jeito caipira (assim como Julinas são as de Julho). Joaninas são as festas caipiras dedicadas a São João Batista.
O que importa é: são sempre cheias de guloseimas, com ambiente familiar e de ótimo propósito.


No 4o minuto dos acréscimos do Dérbi deste final de semana, o goleiro Fernando Prass (SEP) sai para defender uma bola e tromba com o zagueiro Tiago Matias (SEP). Felipe (SCCP) estava junto para dividir a jogada. Não há falta no lance. Prass não consegue o domínio de bola pois Tiago, de costas, o toca. Ao menos, é o que se vê à exaustão pelas imagens de TV. O árbitro Raphael Claus apita falta no instante em que Bruno Henrique completa para o gol.
Aqui, é uma grande bobagem discutir se ele apitou a falta (inexistente) antes, durante ou depois do chute de Bruno Henrique. O gol sairia do mesmo jeito e seria invalidado em qualquer uma das situações, pois Claus entendeu como infração.
“Perigo de gol”, alguns diriam?
Não creio. Acredito em erro de interpretação. Agora, se aparecer outra imagem que ninguém viu, rendamos a mão à palmatória.
Importante 1: surge, agora, uma imagem congelada mostrando Felipe encostado no braço de Prass. Teria força suficiente para evitar o domínio de bola? Ou a trombada de Tiago foi mais significativa para isso? Se a resposta foi a primeira, acertou Clauss.
Importante 2: se Felipe estava impedido (segundo a Fox Sports, estava mesmo), o árbitro acertou por linhas tortas (já que foi marcado o tiro livre direto e não indireto).

Uma boa ideia das autoridades de Minas Gerais: concurso de miss para mudar a visão das detentas, ajudando-as a melhor a auto-estima e dar um norte em suas vidas.
Abaixo, extraído de: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/06/11/presidiarias-brilham-no-concurso-de-miss-prisional-em-belo-horizonte.htm?cmpid=tw-uolnot#fotoNav=9
PRESIDIÁRIAS BRILHAM NO CONCURSO DE MISS PRISIONAL EM BELO HORIZONTE
Por algumas horas desta sexta-feira (10), no presídio feminino Estevão Pinto em Belo Horizonte, os uniformes vermelhos e chinelos de borracha das presidiárias cederam lugar a roupas elegantes e sandálias de salto alto.
Superelegante, com cabelos tratados, maquiagem, tiara, brincos e um vestido rosa incrustado de pedrinhas brancas, Marcela Moreira Gagnani, 26, venceu o concurso de Miss Prisional 2016, em Minas Gerais.
“Aqui no concurso somos todas vencedoras. Estou muito feliz”, afirmou Marcela Gagnani, logo após ser escolhida pelo júri. Ela cumpre pena no presídio feminino de São Joaquim de Bicas (MG), na região metropolitana da capital.
Com 1,74 m de altura, 56 kg, Marcella é fã da atriz Grazielli Massafera e seu filme preferido é o “Diabo Veste Prada”. Natural de Belo Horizonte, seu sonho é a “liberdade”.
“A vitória representa uma força muito grande para acabar de cumprir a pena e recuperar a liberdade”, disse a Miss Prisional 2016.
Marcela Gagnani concorreu com dezenas de candidatas que enfrentaram as seletivas da terceira edição do certame que elege a mais bela presidiária de Minas Gerais entre as 2.970 mulheres presas no Estado. Ela recebeu pela conquista a produção de um book com dez fotografias e uma bolsa vermelha do designer Roberto Vascon, um dos jurados.
A miss Contagem (MG) Ludmila Werneck, presidiu o júri, que ainda foi composto por Vascon, pelo radialista Eduardo Costa e pelo conselheiro da seção nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Adilson Rocha. As candidatas foram avaliadas nos quesitos simpatia, postura, corpo, rosto e desenvoltura.
Com a presença de convidados, imprensa e jurados, o evento contou com lanche farto, música animada, piadas e brincadeiras, no espetáculo comandado pela apresentadora Kayete.
“É TANTA EMOÇÃO”
Ouvidas pelo UOL, as candidatas enxergam o evento como uma forma de melhor sua autoestima.
Tamara dos Santos Silva, 25, desde que foi presa há três anos, não sabia mais o que era produzir-se e tirar fotografias. “Tudo foi perfeito”, afirmou.
Com o desejo de ser estilista após a liberdade, Monize do Nascimento, 29, natural de São João Nepomuceno e detenta da Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires, diz que com o concurso “brotou um antigo desejo escondido: desfilar em um concurso para mostrar meu sorriso”.
Natural de Campina Grande (MG), Tatiele Aparecida Silva, 30, cumpre pena na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga, em Uberlândia e diz que entrou no concurso para se sentir mais mulher. Seu sonho é “provar sua inocência”.
“Estou me sentindo ser humano, não sou detenta hoje”, disse Rayana Karolina, 25, natural de Contagem.
Já Núbia Rayane Fonseca da Silva, 22, que cumpre pena há quase quatro anos, viu no concurso uma oportunidade de se sentir mais valorizada e sonha “em ganhar a liberdade e fazer sucesso nas passarelas”.

Uma brincadeira que parecia virar realidade e se tornou um grande engodo. É essa a impressão que eu tenho sobre a história da parceria que se sonhou há pouco tempo e, de repente… PUF!
Sumiu.
No dia 1o de abril, fiz uma inocente postagem alusiva a data do “Dia da Mentira”, sobre um endinheirado sheik que viria do Oriente Médio e bancaria o Tricolor Jundiaiense, salvando desde as categorias de base, passando pelo profissional e administrando até o estádio Jayme Cintra. Citei que desejaria que tudo isso fosse verdade.
De repente… um susto! Surgiram as primeiras informações de que o sonho utópico poderia se concretizar. Dizem (e de gente confiável) que as negociações com Elton, que um dia foi jogador do Sub17 do Paulista, começaram há muito tempo. Acredito nas pessoas que iniciaram as conversas. Acredito também nas que fizeram os últimos contatos.
Seria um grupo formado por árabes e investidores da Grã Bretanha em um fundo internacional, sediado em Londres, chamado McMillan. Aplicariam o dinheiro em imóveis, na indústria, em prestação de serviço e agora no futebol. O próprio Elton (que diz morar em na capital inglesa), se dizia formado pela respeitável F.A. em gestão esportiva, e ele seria o administrador por 10 anos representando o parceiro.
Depois do golpe que o Galo sofreu ao aceitar como parceiro o grupo de Mônaco que teria como treinador o português Paulo Fernandes (e que era uma tremenda picaretagem comprovada, um conto do vigário aplicado em diversos clubes mundo afora), tal novo parceiro sempre me pareceu suspeito.
Sabe o ditado de que “quando a esmola é muita o santo desconfia”? Ou outro dito: “cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça?”. Pois é. Era bom demais para ser verdade…
Já tivemos a Lousano que ajudou o Paulista. Também vimos a Parmalat turbinar o time como Etti Jundiaí. Teríamos outro endinheirado gastando a vontade? E a grande pergunta: por que gastar tanto dinheiro em um time da Terceirona Estadual, sem calendário nacional, e com a deficitária Copa Paulista em vias de começar?
Elton sumiu. Não atende as chamadas telefônicas dos cartolas, nem dos dirigentes, nem da imprensa. E confesso algo que sempre me perturba: não gosto de quem não atende telefonema, não responde e-mail ou foge do contato. Neste mundo contemporâneo de inúmeras redes sociais e formas de comunicação instantâneas proporcionadas pela tecnologia, só há duas respostas para tal ato: ou está com problemas sérios e não quer ser importunado, ou foge da raia para não ser achado e resolver pendências.
Qual seria, então, o motivo do sumiço de Elton?
Se o problema era o Paulista FC, qual o trauma dele externar? Diga que os dirigentes do clube não chegaram a um acordo. Se a culpa foi da desistência do negócio por parte do fundo, que diga sem remorso de que a tentativa frustrou. Mas por que o desaparecimento sem notícia? Fica a impressão de um ôba-ôba de Elton, iludindo a todos.
O pessoal do marketing, que tanto se esforçou nos últimos meses, não está mais para responder sobre o futuro do clube. Dr Franklin e Pitico, do Novo Paulista, foram até onde conseguiram ir. O Dr Marco Antonio, que estava trabalhando como abnegado, saiu. O presidente Djair Bocanella renunciou. Pepe Verdugo, ex-presidente dos anos 90 (além do Dr Levada, de Milton Demarchi e demais apaixonados) terão a árdua missão de decidir o rumo do mais que centenário Paulista Futebol Clube.
Não adianta crer que a comunidade jundiaiense colabore. Os pedidos de ajuda foram feitos nos últimos dois anos, e a verdade é: o empresariado não pode colaborar mais do que já fez (o país está em crise), o futebol deixou de ser um produto atrativo no Brasil, há outras opções de lazeres que roubam o público, a Prefeitura tem (e deve ter mesmo) outras prioridades com a sociedade e a torcida é aquela que sempre vemos: os presentes torcedores organizados, somados aos tradicionais torcedores que faça chuva ou faça sol sempre vão, os proprietários de cativa que aceitam limpar suas cadeiras sujas pelos excrementos de pombo e outros anônimos que somam os 800 a 1300 pagantes, variando para mais ou para menos, dependendo da campanha.
Sejamos realistas: o Galo está falido. Só não fechou a porta pois essas pessoas que citei ainda resistem em coro nas redes sociais, na esperança de dias melhores e na lembrança das glórias conquistadas.
A saída a curto prazo é arrendar o clube para algum empresário. Sabemos, logicamente, que não é a melhor solução. O verdadeiro (e difícil) remédio é alguém profissionalizar o Paulista e colocar dinheiro em um time da 3a divisão regional (sem divisão nacional), convivendo com os oficiais de justiça, com penhoras judiciais e cobranças diversas.
Que não estejamos vendo a morte de um tradicional clube de futebol. Embora, cá entre nós, esteja há tempos na UTI.

Confesso que nunca vi minha região fazer tanto frio. Nunca mesmo. O mínimo que a temperatura havia chegado era na casa dos 8oC. Mas 5oC??? Aí é demais…
Mesmo assim, o sábado amanhece belo e entusiasmante. Que seja um bom dia a todos!

Celebra-se hoje o dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Motivo? São dois:
1) É o dia de falecimento do poeta Luís de Camões, que propagou mundo afora a língua que falamos.
2) Também é dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal, protetor da nação lusitana.
Sendo assim, dia 10 de Junho é feriado na nossa Pátria-Mãe. E o mais curioso é: quando Portugal viveu a ditadura, era o Feriado do “Dia da Raça”. Em tempos politicamente corretos, tal título não seria adequado…
Ainda: com tantos assassinatos à língua portuguesa, como a criação de demagogos verbetes e termos (“Presidenta” me dói…), vale um dos poemas de Camões:
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Qualidade indiscutível!

Há muito tempo o atacante Fred está nivelado por baixo. Mal na Copa de 2014, ruim de ambiente no Fluminense (onde mandava e desmandava), chega com alto salário ao Atlético Mineiro.
Dias atrás, surgiu a informação de que o Galo de MG possui dívidas astronômicas. Já com o compromisso de R$ 800.000,00 / mês a Robinho, fica a pergunta: como pagar as contas?

Foi preso o agente da PF Newton Ishii, que ficou conhecido como “o Japonês da Federal“, que virou celebridade (e até marchinha de Carnaval) por estar sempre presente com os figurões capturados pela Operação Lava-Jato.
Ele foi detido pela “Operação Sucuri“, que investigava a facilitação de agentes da Polícia Federal para contrabando na divisa do Brasil com o Paraguai. É um caso antigo, onde ele já houvera cumprido 4 meses da pena que agora sofreu em definitivo (4 anos).
De fato, aquele que supostamente tinha virado um símbolo para alguns, mostra que os heróis de direita ou de esquerda do Brasil são verdadeiros santos do pau oco.

O atacante palmeirense Alecsandro foi flagrado pelo exame anti-dopping por uso de anabolizantes, revelou a FPF nesta 3a feira, na partida entre Corinthians x Palmeiras no Paulistão.
Uma pena. O jogador alega que possa ter sido vítima de contaminação de um suplemento alimentar que ele tomava por conta própria.
Cá entre nós: um atleta profissional de equipe de ponta não pode dar uma vacilada como essa. Aliás, sempre a culpa é dos outros (do remédio, do laboratório, da farmácia…).
Pelo histórico, Alecsandro pode não ter tido má fé. Entretanto, imagine quantos jogadores que não fazem o exame anti-dopping (e por isso não são pegos) e as modernas drogas que existem nos diversos esportes.
É a ciência para alto rendimento via burla, fazendo o esporte deixar de ter espírito esportivo.

Renan Calheiros, senador que já foi da base de apoio de diversos presidentes e que sempre escapou dos crimes de corrupção; Romero Jucá (idem), José Sarney (idem também) e Eduardo Cunha (deputado com comprovada culpa) tem o pedido de prisão enviado pelo Ministério Público através de Janot (ambos do PMDB de Michel Temer).
Gilmar Mendes determinou abertura de inquérito contra Aécio Neves (senador do PSDB). A Lava-Jato está em cima de Lula, ex-presidente do PT, e a presidente afastada Dilma Rousseff foi delatada por pedir propina pessoalmente para Marcelo Odebrecht.
Conseguiremos ver esses renomados senhores políticos no xilindró?
Devolverão o dinheiro das propinas e demais prejuízos aos cofres públicos?
Surgirão nomes honestos para substituí-los?
Ah, a política brasileira…

No futebol, não duvido de nada. E é assustador imaginar até onde a corrupção no esporte pode levar. Talvez essa matéria abaixo possa explicar alguns negócios improváveis, como Douglas no Barcelona e/ou tantos atletas que custam tão caro e praticamente não jogam, sob a desculpa de deficiência técnica ou adaptação.
Sobre o goleiro Renan, que chegou a ser convocado até para a Seleção Brasileira, compartilho:
(Extraído do Blog do Paulinho, em: http://blogdopaulinho.net)
RENAN, O TRAFICANTE E OS R$ 15 MILHÕES QUE O CORINTHIANS JOGOU NO LIXO
“Nada entra ou sai do Corinthians, nem mesmo um alfinete, sem que o Andres Sanches receba comissão. Ele é conhecido por nós, empresários, como ‘Taxinha’”.
(DIMITRIZ TZLAS, vulgo “Grego”, empresário de jogadores)
Terminou o contrato de cinco anos do goleiro Renan (contratado em 2011 junto ao Avaí) com o Corinthians.
O saldo: R$ 15 milhões gastos entre aquisição e salários, apenas três jogos disputados e cinco gols sofridos.
A explicação: Renan pertencia ao Avaí, clube que havia terceirizado o departamento de futebol para o traficante internacional Ângelo Canuto (“fusca”, para a polícia, “padrinho”, na criminalidade), amigo do ex-presidente Mario Gobbi.
O acerto se deu por aval do agente Carlos Leite (comissionado em R$ 500 mil), do treinador Mano Menezes (que, para ajudar, convocou-o para uma única e estratégica oportunidade à Seleção Brasileira) e do atual presidente do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade, à época diretor de futebol, preposto do deputado federal Andres Sanches (PT).

A minha geração se encantou com Telê-82 e se assustou com Lazzaroni-90. Se irritou com o apito amigo hermano em 78 (mas finge que nunca ouviu falar do apito amigo brazuca de 62). Suportou o título pragmático de Parreira-94 e festejou nas clínicas cardíacas Felipão-02. E que esperava mudanças após o #GER7x1BRA-14, mas ficou só na vontade…
Na verdade, criou-se uma falsa sensação de superioridade absoluta ao longo dos anos que contrastou com o inicial Complexo de Vira-Latas. O Brasil nunca foi uma Seleção de “NBA do futebol”, nem quando tínhamos as encantadoras Seleções de 70 e 58 (por vídeos, as melhores que vi jogar).
Contra o Equador, o 0x0 foi bom, e escrevo isso com dor no coração. Afinal, eles são líderes das Eliminatórias Sulamericanas para a Copa de 2018 e nós estamos distantes na pontuação.
Somos um time muito bom, uma equipe comum turbinada por Neymar (que está assistindo nas arquibancadas), mas não nos classifiquemos como excepcionais. Já fomos, não somos mais.. Deixemos o ufanismo de lado e rendamo-nos à realidade. Entre os grandes, somos apenas um deles.
Não podemos deixar de citar o futebol dos clubes brasileiros, que deixou de ser diferenciado e se apequenou. Vide a diferença entre América do Sul e Europa. Some-se, ainda, a baixa qualificação dos árbitros internacionais brasileiros de hoje. Antes, tínhamos 10 FIFAs com condições de apitar uma Copa do Mundo. Hoje, se muito, 3 ou 4.
Infelizmente, não vejo mudanças positivas à vista… E você?

Bom dia! Hora de levantar e mexer o esqueleto. Ou melhor: esquentá-lo! Que friooooo… mas que não sirva de desculpa para a preguiça. Olha a nossa foto-incentivo:

Durante o treino, vale meditar nas coisas do Alto. Hoje, na memória de São Medardo, um santo considerado um dos mais generosos aos pobres. Nossa foto-meditação:

Pós-corrida, alongar e curtir a beleza das flores (jardinagem é nosso hobby). Nossa foto-contemplação:

Enfim, hora de trabalhar. E no caminho, admirar o dia nascendo, pensando e pedindo ao Papai do Céu uma boa jornada. Olha nossa foto-reflexão:

Ótima 4a feira a todos.
No último confronto entre Cruzeiro X América-MG, dias atrás, um atleta do time americano se lesionou e o seu companheiro colocou a bola para fora. Na devolução, o treinador do Cruzeiro, o Português Paulo Bento, orientou a não devolver a bola. Disse ainda:
“O Cruzeiro não colocará a bola fora. Se a colocar, não pretendemos que nos devolvam“.
Claro, a regra não obriga a devolução embora o Fair Play (o espírito do jogo), sim. Entretanto, o fim de tal gesto não parece uma atitude inapropriada e deselegante?
O que você pensa sobre isso?
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Nossa vizinha e aprazível Jarinu passou uma noite de domingo terrível. O belo município recebeu 40 segundos (sim, menos de 1 minuto) de vendaval a mais de 100 km/h.
Nós estamos reclamando aqui na minha região que a chuva não cessa. Entretanto, há aqueles que realmente podem reclamar, vítimas do tornado.
Abaixo, extraído de UOL.com:
MICROEXPLOSÕES DEIXAM JARINU SEM ÁGUA NEM LUZ. “CIDADE ACABOU”, DIZ MORADORA
por Mariana Estarque, enviada especial
“Jarinu não existe mais, corta o coração de ver”, disse a dona de casa Viviane de Morais, 27, assustada com a destruição da cidade, a 68 km de São Paulo.
Ela foi uma das centenas de moradores de Jarinu que saíram de casa nesta segunda-feira (6) para ver os estragos causados por uma tempestade.
A causa foi um fenômeno conhecido por microexplosão, na qual rajadas de vento em alta velocidade batem no chão e se espalham.
Os fortes ventos, que atingiram Jarinu na noite anterior, provocaram uma morte e feriram 50 pessoas, quatro delas transferidas para o hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí.
“Acabou a cidade, me dá até um tremor. Que triste!”, conta a dona de casa Isabel Nakamura, 71, que tirava fotos de uma das ruas destruídas.
Como a maioria dos serviços de Jarinu está interrompida, grupos de moradores perambulam, atônitos, pela cidade. Entre uma pausa para fotos de celular e suspiros, é comum ouvir: “Achei que fosse morrer” ou “pensei que o mundo fosse acabar”.
Muitas ruas locais estão interditadas, com árvores caídas. Os galhos e troncos também danificaram diversas casas no centro da cidade. Segundo a administração local, dez prédios públicos foram atingidos, inclusive a prefeitura, que está fechada.
O vento arrancou parte do telhado do prédio e, segundo funcionários, vários equipamentos ficaram estragados. “Perdemos cerca de 60% dos documentos do setor de obras e 80% do setor jurídico”, afirma André Noveli, assessor de finanças.
TERROR
Perto da prefeitura, o cemitério local também ficou destruído. Os muros caíram e as flores, colocadas nos túmulos, se espalharam pelas ruas.
O teto de um posto de gasolina desmoronou, e caminhões, que estavam no local, tombaram de lado, virados pela tempestade.
Nas zonas mais atingidas, há dezenas de telhas de alumínio e zinco retorcidas, levadas pelo vento, que ficaram penduradas no alto de árvores e postes.
“É um terror, a cidade está detonada, bombardeada. Nunca vi nada parecido, em 40 segundos acabou com Jarinu”, disse o prefeito, Vicente Cândido Teixeira Filho.
De acordo com a prefeitura, a maior parte da cidade seguia sem energia elétrica e água, no início da tarde de segunda. Telefones fixos e celulares também não funcionavam, principalmente durante a manhã. Hospitais e escolas ficaram fechados.
“Acho que vamos demorar de três a quatro meses para arrumar a cidade”, afirmou o prefeito.
SEM LUZ E SEM ÁGUA
A Defesa Civil do Estado de São Paulo informou que já havia carros pipa em Jarinu para distribuir água em caráter emergencial para escolas e hospitais.
“A Sabesp vai trazer um gerador para restabelecer o fornecimento de água. E há 30 equipes da companhia de energia vindo para cá. A luz já está voltando aos poucos”, afirmou o coronel José Roberto de Oliveira, coordenador da Defesa Civil do Estado de São Paulo, que estava no local.
Segundo Oliveira, o órgão vai criar um gabinete de crise, mas não é possível prever quando os serviços na cidade serão normalizados.
“Felizmente foi de noite, em um domingo chuvoso, com poucas pessoas na rua. Se fosse em um horário de trabalho, teríamos muito mais vítimas. As telhas de alumínio abraçam os postes como se fossem folhas. Isso, se pega em alguém, divide a pessoa ao meio”, disse Oliveira, que descreveu a situação do município como “extrema”.

Futebol é realmente algo bacana para se discutir. Na partida do Mané Garrincha entre Flamengo x Palmeiras, uma ruim atuação do árbitro paraense Dewson Freitas (e que é da FIFA!). Uma clara mão deliberada na bola (não dá nem para discutir movimento antinatural, o zagueirão do Mengo teve clara intenção) e que ele fez vista grossa. Certamente, dirá que não viu o toque, mas a verdade é que aparenta ter errado na interpretação.
Mas o assunto é outro: a defesa do zagueiro César Martins, jogador de linha que evitou o gol espalmando a bola. Correto pênalti marcado e cartão vermelho bem aplicado. Mas vale refletir: ele trocou o gol certo que sua equipe sofreria por um possível risco de sofrer um gol de pênalti, a troco de sua equipe jogar com um atleta a menos o restante da partida.
O sacrifício foi em vão. Vale a pena correr o risco?
Se eu fosse jogador, preferiria ter um atleta a mais na partida. E você?

Nestor Cerveró está “entregando” todo mundo. Apesar das finalidades diferentes dos desvios, contou detalhes de como nas gestões dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva, além da presidente afastada Dilma Rousseff, os recursos da Petrobrás eram surrupiados.
Teria sido a petrolífera a única a ser explorada? Não nos esqueçamos que o Mensalão petista surgiu dos Correios e de que o BNDES é uma caixa preta a ser aberta…

Se válido, o gol do Equador contra o Brasil na Copa América Centenário seria um dos grandes “frangos” da Seleção Brasileira de todos os tempos. Entretanto, o bandeira Carlos Aztrosa anulou alegando saída de bola no cruzamento de Bolaños e o árbitro chileno Julio Buscañàn confirmou a marcação dele.
Nas imagens da Rede Globo, achei que foi erro grotesco. Porém, vejo no site do jornal espanhol Marca uma foto que pode explicar a falha: se o árbitro assistente estava atrasado no lance (não consegui verificar na jogada se ele bobeou no seu posicionamento), sua visão não era em linha reta mas sim em diagonal. Portanto, houvera sido enganado pela ilusão de ótica como na imagem abaixo:

Vejo com tristeza o caso da dupla de bandidos (um deles morto) que atazanava cidadãos de bem (fugindo de uma perseguição policial com carro roubado) e que causou surpresa: o líder com 13 anos, o comparsa tinha 11.
Duas crianças.
Culpa de quem?
Enfim, não dá para tentar esconder a situação: os valores morais, familiares, sociais e cidadãos se perderam em muitos lugares desse país, criando uma “geração desvirtuada”, onde vale a lei do mais forte e da sobrevivência.
Triste. E tão triste é ver os policiais (trabalhadores, pais de família em serviço e que quase perderam a vida no tiroteio) de serem acusados de falta de compaixão (…)!
Cá entre nós: a vida é valiosa e devemos defendê-la até o último instante. Entretanto, o “coitadismo” não pode esconder uma situação crítica como essa, nem transformar os PMs em bandidos.
Abaixo, foto da Folha de São Paulo:
ATUALIZANDO: A FOLHA TRAZ QUE ERAM GAROTOS DE 10 E DE 11 ANOS. O PAI ESTÁ PRESO E A MÃE TEM 4 PASSAGENS PELA POLÍCIA

Se vivo fosse, Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como “Lampião“, faria 118 anos.
Bandido, matador, terrorista sanguinário. Mas no Folclore e na história, para alguns, uma lenda do Sertão, justiceiro e amigo dos pobres.
Muhammad Ali, ou se preferir, Cassius Clay, a lenda do boxe, morreu aos 74 anos.
Olha que curioso: quando ele se retirou do ringue, abaixo, extraído de History Channel.
PROIBIDO DE LUTAR, MUHAMMAD ALI SE RETIRA DOS RINGUES
No dia 3 de fevereiro de 1970, o lutador de boxe Cassius Clay chamou uma coletiva de imprensa para anunciar que estava deixando o boxe. O famoso boxeador estava probido de lutar na época porque não quis se alistar no exército norte-americano para combater na guerra do Vietnã, alegando motivos religiosos. Ali, mais tarde, mudou de ideia e disse que queria lutar novamente.
Depois de três recursos negados, Ali foi chamado para servir o exército em 28 de abril de 1967. Ele se recusou e foi condenado por evasão de divisas em 20 de junho de 1967. Pegou cinco anos de prisão e teria que pagar uma multa de US$ 10 mil. Ele também foi destituído de seu título pela WBA e pela Comissão Atlética de Nova York, além de ter caçada a sua licença como boxeador. O lutador recorreu da sentença em liberdade. Mais tarde, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu por unanimidade em seu favor em 28 de junho de 1971. Pouco antes, em 7 de dezembro, ele já havia conquistado na Justiça estadual uma licença para poder lutar em Nova Iorque.
Cassius Marcellus Clay Jr., ou mais conhecido como Muhammad Ali, nasceu em 17 de janeiro de 1942, em Louisville, Kentucky, nos EUA. Ele é considerado um dos maiores boxeadores da história e também reconhecido por sua atuação em causas humanitárias. Ex-campeão peso-pesado de boxe, é uma das maiores figuras desportivas do século 20. Foi eleito “O Desportista do Século” pela revista americana Sports Illustrated em 1999. Foi o primeiro lutador a conquistar o título dos pesos-pesados três vezes. Venceu 56 vezes em seus 21 anos de carreira profissional.

Dúvida bobinha, mas persistente: o Y realmente é uma consoante?
Li num artigo e consegui (ufa) a resposta!
(extraído de:
“No português, o “y” é consoante”, diz Paulo Henriques Britto, professor do Departamento de Letras da PUC-Rio. Na verdade, na nossa língua, o “y” cumpre, na maioria das vezes, o papel de semivogal, ou seja, o de uma vogal que funciona como uma consoante, abrindo ou fechando uma sílaba. Como a semivogal é uma espécie de consoante, ela ficou classificada como uma consoante.
O “y” entrou no alfabeto latino para representar uma letra do alfabeto grego. Na origem, ele era uma vogal. Quando foi adotado pelas línguas europeias, como o inglês ou o português antigo, passou a ser mais usado como uma semivogal. Na palavra yo (“eu”, em espanhol), tem o valor de uma consoante. No inglês, pode representar uma vogal, como em myth (mito).
Letras são apenas símbolos gráficos. O que pode ser classificado como vogal ou consoante é o seu som, o fonema. Quando falamos uma consoante, a corrente de ar que soltamos encontra uma certa obstrução ao fazer o som. Por exemplo, ao dizer “m”, fechamos a boca. Já nas vogais, a corrente de ar não encontra obstrução. O ar sai da boca sem obstáculos quando dizemos “a”.

Pedro Bial, Jô Soares e outras tantas personalidades habitam o mundo de frases de impacto no Facebook. Já repararam?
Mas será que eles realmente disseram o que você lê?
Olha que curioso, sobre falsas frases e personalidades improváveis. Tem até frase de Raul Seixas, com foto de Renato Russo e atribuída ao Cazuza, Ed Murphy por Will Smith… e por aí vai (pessoas que nunca disseram as frase que os relacionam)!
Veja as melhores em: http://tecnologia.uol.com.br/album/2012/04/03/internautas-fazem-montagens-envolvendo-frases-falsas-e-personalidades-fora-de-contexto.htm?abrefoto=3

Neste sábado, em nossos encontros da Catequese do Crisma, teremos a alegria de contar com a presença de um seminarista e uma freira para falarmos sobre Vocação!
Nesta postagem, não falo sobre o encontro que realizaremos, mas sobre minha visão sobre o tema: há muita curiosidade, medo e desconhecimento por parte dos jovens sobre o assunto. E por vários motivos. Um deles: o sexo. Pelo fato de um padre ou uma freira optarem pelo celibato, fica a preocupação com essa questão. Ora, o ato sexual é apenas um ingrediente da vida de casado, não o principal motivo da união da vida de um casal. Se a pessoa “não for boa na cama”, acaba o Sacramento que celebraram no Casamento? Nada disso, o amor carnal não deve ser o principal, mas o sentimento sim.
Outra questão: “a vida religiosa em si”. Cumprir regras, ter disciplina, se dedicar a causas onde você não receberá um “obrigado” na maioria das vezes, de fato é algo para vocacionados. Optar por uma vida dedicada de oração e serviço é algo divino; e por ser assim, Deus ajuda. Mas lembremo-nos: as pessoas são vocacionadas tanto à Ordem quanto ao Matrimônio, e podem servir a Deus dentro das suas condições e de acordo com os dons que o Espírito Santo dá.
Sempre vi a vocação (seja ela qual for) como uma coisa própria de cada pessoa. Ou melhor, um dom particular! Estar a serviço do próximo, não ter tempo (nem permissão) para constituir uma família de sangue e ser exemplo para a comunidade torna-se um desafio! Prazeroso se imaginarmos que se está atendendo ao próprio pedido de Jesus: “ide ao mundo e levai o Evangelho à toda criatura”. Mas será um fardo se a pessoa se deixar pela imposição materialista de muitos costumes contemporâneos, como o desejo do conforto, do bem material, da vaidade e, principalmente, de um mundo egoísta e competitivo.
Quanto aos seminaristas e às noviças, fica a minha admiração. Não estão abdicando da vida social, mas se dedicando à vida comunitária. Isso é vocação!
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