– E o Dia do seu Time?

O primeiro projeto do ex-presidente do Corinthians e atual Superintendente de Futebol do Timão, o agora deputado federal Andrés Sanches, foi apresentado: é a criação do “Dia do Corinthians”, a ser celebrado em 1o de Setembro.

Essa proposta leva o número “324/2015” e foi encaminhada no dia 11 de fevereiro (em conjunto com outro parlamentar da “bancada do Corinthians”, o deputado Goulart) e será votada sem prazo definido.

Duas perguntas que não paro de questionar:

1) Como estar em Brasília e ao mesmo tempo em São Paulo, trabalhando pelo povo como deputado e como cartola pelo Corinthians? Ou não fará bem uma atividade em detrimento de outra, ou gazeteará alguma delas.

2) Não há coisa mais importante para fazer no Congresso? Se a moda pega, teremos o Dia do Flamengo, do Palmeiras, do Atlético, do Cruzeiro… Eu vou pedir o Dia do Vila Xurupita, do Bandeirante da Ermida e do Palmeirinha do Medeiros!

É o dinheiro dos nossos suados impostos sendo rasgado sem pudor algum!

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– Faltará Combustível nesse país?

E a crise no Brasil continua! Os caminhoneiros pararam o Sul do Brasil, já que as empresas não aceitam reajustar o frete na mesma proporção absurda do reajuste do Diesel.

As estradas estão fechadas e os Postos de Combustíveis já sentem o desabastecimento em larga escala. No Paraná, é difícil encontrar Gasolina!

Vale a dica: por enquanto, no Estado de São Paulo, só há a especulação de paralisação dos tanqueiros, nada de movimento organizado ou locaute.

Vale a dica: cuidado com o desabastecimento, em especial no próximo final de semana.

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– Análise Pré- Jogo da Arbitragem de São Paulo x Danúbio

O que esperar do árbitro Enrique Ósses na partida da Libertadores da América entre São Paulo x Danúbio?

Simplesmente: um juiz bom tecnicamente, que se posiciona muito bem em campo e que não admite indisciplina. Conhecedor de detalhes da regra e de grandes qualidades.

Isso é bom ou ruim para o Tricolor Paulista?

Depende. Para o futebol, ótimos árbitros são necessários. Mas para aqueles que gostam de bastidores, existe sempre a observação: todo time que joga Libertadores sabe da dificuldade em encontrar árbitros que possam coibir a violência e não sentir a pressão. Teoricamente, um time rodado gosta de árbitro caseiro quando joga em casa e árbitro rigoroso quando joga fora (por motivos óbvios).

Ósses apitou o 1o jogo da final da Libertadores entre Boca Júniors x Corinthians no La Bombonera, apitou a final da Sulamericana entre São Paulo x Tigres no Morumbi, apitou a final entre Lanus x Ponte Preta também pela Sulamericana, foi o melhor árbitro da Copa das Confederações 2013 e esteve na Copa do Mundo 2014.

Se o time uruguaio for catimbeiro, ótimo para o São Paulo, pois o árbitro evitará o antijogo. Mas se o São Paulo quiser usar de malandragem, se dará mal!

Enrique Ósses é o árbitro ideal para se jogar como visitante e na pressão, diferente do árbitro Ricardo Marques Ribeiro, que apitou o 1o jogo do São Paulo na competição.

Fica a preocupação: nos próximos jogos do Tricolor (e das equipes brasileiras em geral, por quê não questionar isso), haverá árbitro de alto nível em jogos fora do Brasil, ou eles só estarão atuando em jogos de brazucas como mandante?

Temo a “união de língua espanhola” no apito… Vide as escalas dessa rodada: o uruguaio Dario Ubriaco, um “serial killer” de cartões amarelos e vermelhos, apitará Atlético-MG x Atlas. Já o peruano “low profile” Omar Ponce apitará Sucre x Cruzeiro.

Bobagem ou preocupação justa?
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– Espírito de A2 ou de A1?

Compartilho parte da ótima matéria do jornalista Fábio Estevam e do nosso editor do Bom Dia, Fábio Pescarini, publicada na última edição, sobre o que eu disse a respeito do que é “ter espírito de A2” para o Paulista de Jundiaí engrenar na competição.

TER ESPÍRITO DE A2 é…

“É ter gana para se livrar desta famigerada divisão, de mostrar vergonha por estar abaixo da elite e enxergar a bola como o último prato de comida. É não enfeitar a jogada, mas jogar o simples com disposição. É não fazer firula, mas dar de bico na bola se preciso. É suar mais do que o convencional; comer grama; esquecer a beleza de um drible e jogar feio desde que isso ajude o time; ter vontade de correr até a última bola e, principalmente, SER PRAGMÁTICO! Ou seja: jogar sempre pelo resultado (não ter medo de (jogar por uma bola”), deixar a vaidade de lado e se retrancar se necessário para garantir uma vitória. Ainda: buscar o gol aos trancos e barrancos, sem medo de trombada, encontrão ou cara feia.”

Pois é. Não dá para jogar na A2 com ritmo de A1. Principalmente mostrando o péssimo futebol da A1, fruto do ex-gerente de futebol José Macena, que felizmente o Paulista FC se livrou!
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