– Eu também quero Auxílio-Tablet

Os magistrados de São Paulo, que já ganham bem, terão uma ajuda de custo chamada de “auxílio-tablet” para comprarem seus iPads ou similares. Cada um receberá o adicional de R$ 2.500,00.

Caro esse tablete não?

Eu que trabalho mais de 15 horas por dia não recebo do Governo tal regalia…

Um professor da rede pública não recebe auxílio-tablet.

Um policial militar nem sonha em ganha-lo.

Idem para um médico do SUS.

Como é que apenas uma categoria, bem remunerada, receberá?

E você, também quer um tablete de até R$ 2.500,00 de graça?

– Desconfie do Posto de Combustível Picareta!

Tenho um posto de combustível, e a concorrência no nosso ramo é árdua. A mais difícil é a concorrência desleal, onde você vende produtos que tem origem da Petroibrás e concorre com outros similares: gasolina batizada, formulada, com galonagem modificada na bomba, etc.

Acabamos de atender um cliente cujo veículo abasteceu num posto com o preço R$ 0,15 mais barato que a média. Seu carro, que ficou falhando, travou aqui na entrada. Nosso frentista esgotou o tanque, e o combustível era uma mistura de gasolina, nafta e algumas coisitas mais. Lamentável…

Independente de onde for o seu posto, dê sempre preferência à qualidade. Esqueça o preço, pois pode sair mais caro uma diferença de alguns centavos. Vá sempre naquele que você está acostumado, onde a fama é boa e você conhece as pessoas que lá trabalham. Essa é a maior garantia.

– Canção-Oração de Satisfação e Reconciliação

Muitas vezes passamos por dificuldades e dúvidas existenciais. É da essência humana. E nessas horas procuramos Deus, refletimos, pensamos na vida. Sentimos que precisamos de abraço, acolhimento… de confiança!

Quando isso ocorre, gosto muito de ouvir uma canção da cantora católica Adriana, cuja letra expressa perfeitamente esse sentimento de perda-fuga-volta. Abaixo:

TEU AMOR SENHOR

Como é bom estar aqui
Em tua casa meu Senhor
Sentir a tua presença
Em meu interior

Quantas vezes quis negar
O amor que tens por mim
Peço o teu perdão
Vou abrir meu coração

Teu amor Senhor é tudo que me faz feliz
Te amar Senhor é tudo que eu sempre quis
No teu colo quero estar
E aprender mais sobre amar
Hoje sou feliz por ter um Deus e pai

Sei que posso ser mais santo e fiel
Sei que posso ser como um anjo lá do céu

No teu colo quero estar
E aprender mais sobre amar
Hoje sou feliz por ter um Deus e pai

– Crises de Saúde e a Necessidade de Controle

Passei por alguns perrengues no final do ano. O mais complicado já resolvido. Mas ainda estou com problemas de menisco e a labirintite que me voltou. O excesso de calor e o nervosismo do dia-a-dia contribuíram para que o labirinto batesse o pino.

O meu maior desafio é: voltar ao peso atual! Mantendo a mesma alimentação do tempo de atleta, treinando quase os mesmos índices, não é que a balança me traiu? Mas vou voltar ao peso anterior, ajudando, por tabela, o joelho.

Agora, sobre a labirintite: só descansando com a família. Aí não tem jeito.

– Um Constrangido que disse a Verdade, e um Jornalista que Constrange

Uma verdade dita pelo demitido Luxemburgo:

A regalia que um atleta de alto nível tem que ter é o salário que ele ganha. As obrigações são as mesmas que qualquer profissional tem que ter.”

Gostei, disse o correto. Melhorou seu conceito como filósofo e analista. Se usar isso como treinador, somado a sua habilidade estrategista, terá mais sucesso do que já teve, pois, afinal, parece que as atividades paralelas que exercia atualmente o atrapalhavam ética e desportivamente.

Outra coisa: como a demissão de Wanderley Luxemburgo repercutiu para alguns! O Neto, da Band, hoje atingiu seu ápice! Teve chilique, babou, espumou… O que ele tem de tão precioso íntimo com o Luxa para esbravejar tanto?

Será que se o Mário Gobbi perder as eleições no Corinthians agirá assim também?

Parece que bem provável…

Dessas coisas tenho nojo. Jornalismo tem quer sério, sem sensacionalismo ou rabo preso. Neto não parece jornalista. Como camisa 10, foi craque. Na imprensa, verdadeiro cabeça de bagre.

– Yoani Sánches não poderá vir ao Brasil

A blogueira que contesta mundo afora o regime castrista e a ditadura em Cuba, Yonai Sánches, não poderá visitar o Brasil. Seu país negou o pedido. Dilma, que esteve por lá nessa semana, também não a recebeu, embora deu visto de entrada.

É em nessa nação que o nosso Brasil quer investir? Tenha dó…

Extraído de: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2012/02/03/cuba-nega-permissao-para-yoani-visitar-o-brasil/

YOANI TEM O VISTO NEGADO

A ditadura de Cuba negou o pedido da blogueira cubana Yoani Sánchez para viajar ao Brasil. A própria jornalista trouxe a novidade à luz por meio de nota veiculada em seu twitter.

Yoani anotou: “Não há surpresas. Voltaram a me negar a permissão de saída. É a ocasião de número 19 na qual me violam o direito de entrar e sair do meu país.”

A jornalista viria ao Brasil para participar, na Bahia, do lançamento de um documentário que inclui depoimento dela. Por ordem de Dilma, a embaixada brasileira em Havana concedera o visto de entrada.

É datado de 25 de janeiro. Uma semana depois, Dilma voou para Cuba. Na ilha, foi instada a comentar o caso. Saiu-se com uma frase protocolar: “O Brasil deu seu visto para a blogueira. Agora, os demais passos não são de competência brasileira.”

Àquela altura, a decisão já estava tomada. Embora divulgado apenas nesta sexta, o documento que formaliza a resposta negativa da ditadura é datada de 27 de janeiro. Quer dizer: foi expedida dois dias após a emissão do visto brasileiro. Antes da visita de Dilma.

Yoani solicitara uma audiência com Dilma. Não foi recebida. Esperava que a mandatária brasileira intercedesse por ela junto ao regime dos irmãos Fidel e Raúl Castro. Dilma não se animou a fazê-lo.

– NFL me fez sentir velho!

Domingo teremos a final do futebol americano, evento chamado de Superbolw. Cada vez mais esse esporte vem ganhando destaque no Brasil. Alguns amigos vibram com ele, o acham de emocionante e me recomendam. Mas eu confesso não entender patavina sobre football dos EUA…

Mas uma curiosidade: no intervalo do evento, a cantora Madonna se apresentará. E eles estão preocupados com o repertório dela, pois o público maciço do jogo considera Madonna uma artista das antigas!

Caracoles! Madonna já é velha? Quem curtiu seus sucessos dos anos 80 se espanta. Claro, afinal, nós pudemos ver a artista surgir. E impressiona saber que muitos não sabem sua história.

Sinal que envelhecemos…

– R$ 230,00 / Camisa. E é Popular?

Hoje, a Nike lançou a nova camisa da Seleção Brasileira. Preço: Módicos 230,00 reais, e é chamada de popular!

Nem a Seleção é popular, nem a camisa e nem o carisma. Faz tempo que o Escrete Canarinho deixou de ser do povo e representa-lo!

– O caso Braguetto & Corinthians: árbitro pode ou não ter relação comercial com clube?

Ontem, na matéria de Daniel Lian, o árbitro da FPF e da CBF Rodrigo Braguetto declarou que sua empresa de arbitragem prestou serviços ao Corinthians no último final de semana. Sua entrevista está disponível no link http://is.gd/arbitro.

A questão discutida ficou sendo: o árbitro de futebol pode ter relação comercial com um clube, cujo time pode estar envolvido nas competições que apita? É legal? É moral? Há alguma consideração contrária?

Vamos lá: no exercício da arbitragem de futebol, o indivíduo se torna um verdadeiro sacerdote na função- tem regramentos exclusivos, necessidade de se policiar e cuidados extremados que talvez nenhum outro elemento envolvido no futebol tenha que ter.

O árbitro não deve apenas ser honesto; deve parecer ser honesto! Como ficarão as explicações para os demais envolvidos no futebol sobre a relação comercial entre árbitro e clube (aqui, independe se é Braguetto e Corinthians, mas poderia ser qualquer outro árbitro e qualquer outro clube)? Torcedor enfurecido não quer saber se a ação comercial foi profissional e independente, ele mistura a coisa. E não adianta fazer vistas grossas, pois a repercussão sempre é grande. Sendo assim, para quê o desgaste?

Imaginem 2 jogos envolvendo Corinthians X Palmeiras:

1) na semifinal do último campeonato paulista, Paulo César de Oliveira foi criticado por sua atuação, mesmo fazendo uma grande arbitragem em jogo difícil. A expulsão de Scolari é lembrada até hoje. E se o árbitro fosse Braguetto? Infelizmente, alegariam que o vínculo da sua empresa de arbitragem teria influência na sua atuação.

2) no último jogo entre ambos, pelo Campeonato Brasileiro: Seneme expulsou Valdívia em lance sobre Jorge Henrique. E se tivesse sido Braguetto?

Diante de tudo isso, não há como negar que é um desgaste impreciso. Concordo que o árbitro é um prestador de serviços autônomo, que não tem sua atividade reconhecida profissionalmente, que não é considerado funcionário da Federação Paulista de Futebol, e, por isso, todo trabalho honesto realizado fora dos campeonatos oficiais não deva ser contestado. Mas dentro da sua atividade, moral e eticamente, muitos cuidados devem ser tomados. E se manter longe de vínculos mais próximos com os clubes se faz necessário.

Lembro fato semelhante ocorrido anos anteriores, já na gestão da atual Comissão de Árbitros: o árbitro Anselmo da Costa foi contratado pelo Instituto Wanderley Luxemburgo para lecionar aulas de arbitragem em seus cursos. O Cel Marinho, presidente da CEAF-SP, não escalou mais o árbitro em partidas nas quais o treinador estivesse envolvido, como que se rotulasse Anselmo a um subordinado de Luxemburgo, mesmo como árbitro.

E agora, nesse episódio?

Se escalar Braguetto em jogos do Corinthians, terá sido uma decisão contraditória à tomada no episódio Anselmo.

Se não escalar, acaba aceitando o argumento que o árbitro está envolvido com o clube e impedido de atuar em jogos da equipe.

Um problema a mais para a Comissão de Árbitros. Nessa próxima rodada, na qual alguns árbitros TOPs enfim estrearão (terá sido pelo excesso de reclamações das primeiras rodadas?), mais um assunto para ser discutido…

Um detalhe: Braguetto afirmou na entrevista que se isso for um problema, se aposentará.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Maestria do Maestro Solidário

“Todo dia tenho que resgatar vidas”

Sensacional a linda ação solidária do maestro João Carlos Martins, que através da sua Orquestra Jovem ajuda crianças pobres e as livra das drogas, pela música.

Vale a pena dar uma conferida, está em: JOÃO CARLOS MARTINS E AÇÃO CIDADÃ

– E o Luxa caiu!

Futebol é inconfiável.

Ontem, Patrícia Amorim disse que Luxemburgo não seria demitido de jeito algum.

Hoje demitiu.

Luxemburgo receberá 4 milhões de reais da multa rescisória! Michel Levy, diretor do clube, disse que isso não é problema, pois “já estão levantando fundos”.

Parece gozação… Rasga-se dinheiro de todo jeito!

– Jaz Ministro das Cidades?

Ué? Outro Ministro da Dilma caiu? Negromonte também não agüentou…

Meu Deus… a política do país está num dos piores níveis da história. Sem dúvida! Quantos ministros já caíram por picaretagem em 13 meses?

– Aplicativo Turma da Mônica!

Coisas sensacionais da tecnologia: você já pode se desenhar como personagem da Turma da Mônica!

Fiz os desenhos da minha família pelo iPhone, mas dá para fazer pelo site www.queroserturmadamonica.com.br . Muito bacana.

Fiquei bem mais bonito no desenho! Kkk Um pouco mais velho, é verdade.

No meu tempo de criança, computador nem na manivela! E hoje…

– Kassab quer o quê? Centro, esquerda, direita ou a Belprazer?

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quando fundou o PSD, disse que o partido:

Não era nem de Centro, nem de Esquerda, nem de Direita”.

Está provando isso: ele está tentando um lugar para seu partidário como vice do PT ou encabeçar uma chapa com o PSDB…

Que bela ideologia partidária, não?

– A Falsificação de Remédios

Uma quadrilha que falsificava remédios foi presa hoje. Mais uma…

Esse é daqueles crimes que poderíamos catalogá-lo no limiar da crueldade. Imagine o pobre, sem recursos, que compra seu remedinho todo esperançoso…

E os pacientes da Oncologia, que lutam contra o câncer e crêem que se salvarão, pelos altos custos?

Isso é covardia. Como um sujeito desse consegue dormir? E se fosse o pai dele a vítima?

Decerto, um sujeito desse não tem nem pai e a mãe é desconhecida…

Perdoe-me, mas esse tipo de crime me revolta! Minha mãe sofreu em quimioterapia por algo sim… Dói profundamente ser enganado num momento difícil!

– Arbitragem & Homossexualismo: a Crítica do Dirigente

(…) um dos primeiros requisitos que se tem para chegar às altas esferas da arbitragem colombiana é ser homossexual, e isso sim me parece muito grave”.

Veja que maluquice: Álvaro Gonzales Alzate, presidente da Liga que congrega as equipes fora da primeira divisão colombiana (Difútbol), declarou que a arbitragem colombiana pratica um péssimo exemplo ao país: além da promoção / preferência de árbitros gays na 1ª Divisão, incentiva o comportamento homossexual dos jovens na Colômbia!

À Rádio Caracol, o dirigente lembrou ainda que não só no futebol, mas em toda a sociedade, as pessoas fazem o que for para conseguir ascensão na carreira, e, em particular na arbitragem, tal evento vem acontecendo.

Extraído de: http://www.vozdoapito.com.br/homofobia_na_colombia.php

HOMOFOBIA COLOMBIANA

O presidente da Divisão Amadora do Futebol Colombiano (Difútbol), Álvaro González Alzate, insinuou nesta terça-feira que, para ser árbitro na primeira divisão do país, é requisito ser homossexual, numa alusão ao processo por assédio sexual contra Óscar Ruiz.

Para ele, o problema maior de restringir o quadro de árbitros a homossexuais não é fechar as portas para heterossexuais, e sim influenciar os mais jovens a adotarem a mesma opção sexual, algo que o dirigente considerou ser uma doença.

‘Há um mal-estar muito grande entre um bom número de árbitros do país por conta desse tema, porque ninguém apresenta provas e tampouco se atrevem a falar. Mas se comenta que um dos primeiros requisitos que se tem para chegar às altas esferas da arbitragem colombiana é ser homossexual, e isso sim me parece muito grave’, declarou Alzate à emissora de rádio local ‘RCN’.

‘A mim, pessoalmente, o assunto tem preocupado muito, porque estamos há muitos anos administrando seres humanos e aprendemos mais ou menos a conhecer um pouco o que é a essência da vida humana. Por isso, posso dizer que não há nada com maior possibilidade de se contagiar, não há doença, se é que podemos chamar assim, com todo o respeito a quem a sofra, que a homossexualidade’, acrescentou.

O presidente da Difútbol disse que muitas pessoas fazem o que for necessário para fazer parte de uma equipe ou para ter uma camisa.

‘Infelizmente, muitas pessoas, jovens e inclusive menores de idade, fazem o que quer que for para terem uma oportunidade, terem uma bola, uma carteira de um clube profissional ou para estarem em divisões de base. E na arbitragem há algum tempo está acontecendo algo parecido, pois, segundo os rumores que escutamos diariamente, quem não atender as preferências de personagens da arbitragem colombiana, não chega longe’, disparou.

Alzate acredita que o assunto merece maior atenção da Federação Colombiana de Futebol (Colfútbol).

‘No meio esportivo, os dirigentes não remedeiam isso. Se não prestarmos atenção, não revisarmos a situação e promovermos uma reestruturação total do manejo logístico da arbitragem nacional, vamos terminar muito mal’, comentou o presidente da Difútbol.

‘Acho que existe uma anarquia total na arbitragem colombiana, porque foram criados muitos colégios arbitrais os quais a federação leva em conta para partidas em nível profissional, sem nenhum controle’, completou.

O dirigente opinou ainda que a Colômbia há alguns anos estava em terceiro lugar em arbitragem na América do Sul, atrás apenas de Argentina e Brasil, mas que isso mudou nos últimos tempos.

‘Hoje não estamos nem sequer no décimo lugar, resultado da distração da federação em relação à arbitragem’, finalizou. EFE

– Quimioterapia: Adeus, Calvície!

Convivi por muito tempo com pessoas queridas que sofreram demais com os efeitos quimioterápicos.

Um deles pode estar sendo resolvido: a queda de cabelo!

Esse, cujo efeito é mais psicológico e social, pode ser evitado segundo pesquisas com uma nova touca refrigeradora, desenvolvida a partir de pacientes que se submeteram a testes.

Abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110127/not_imp671614,0.php

TOUCA BARRA EFEITO DE QUIMIOTERAPIA

Peça resfria o couro cabeludo a 5°C e evita queda de cabelo que costuma acompanhar tratamento quimioterápico para câncer

Melissa Lisbon se preparou para as náuseas e as dores ósseas associadas à quimioterapia após ser diagnosticada com um câncer de mama. Mas a possível perda de seus longos cabelos loiros também a deixaram ansiosa.

Embora os efeitos colaterais da terapia possam ser suportados privadamente, a perda de cabelo seria um choque para o seu ego e um sinal visível de que ela é vítima de câncer, disse Melissa, de San José, Califórnia. Agora, ela está entre as 20 pacientes que estão testando uma touca de gel de silicone que parece um capacete, fabricada pela empresa sueca Dignitana AB, que projetou o resfriamento do couro cabeludo para manter os cabelos intactos.

“Tive pacientes que demoraram para decidir pela quimioterapia porque estavam preocupadas com a perda de seus cabelos”, disse Hope Rugo, médica da Universidade da Califórnia, em San Francisco. “O impacto psicológico da perda de cabelo e o efeito na vida profissional são significativos.”

Mais de 60% das 54 mil mulheres do país com tumores de mama em estágio inicial sofrerão perda de cabelo decorrente de quimioterapia, disse Jennifer Obel, oncologista da Northshore University HealthSystem em Evanston, Illinois. No total, cerca de 900 mil pacientes de câncer foram submetidas a quimioterapia em 2010, segundo a Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Washington.

Embora as pacientes que usaram as toucas de resfriamento do couro cabeludo no estudo da Universidade da Califórnia em San Francisco tenham conservado a maior parte ou todo seu cabelo, Hope disse que mais pesquisas serão necessárias para avaliar a segurança e utilidade do método.

O dispositivo da Dignitana esfria o couro cabeludo a 5°C. Uma preocupação é a de que, embora isso possa evitar que os efeitos venenosos da quimioterapia atinjam as raízes dos cabelos, também pode permitir que células cancerosas desgarradas permaneçam no couro cabeludo.

Outros problemas relatados são o fato de que algumas pacientes não conseguem tolerar as toucas frias, enquanto outras se queixam de dores de cabeça.

Melissa disse que ela conservou seu cabelo após nove semanas de quimioterapia. A touca, usada somente durante a terapia da droga, “ofereceu a opção de manter em caráter privado o fato de estar passando por um tratamento de câncer agressivo”.

Se o estudo da Universidade da Califórnia for bem-sucedido, a companhia iniciará um estudo com cem pacientes neste ano, disse o presidente executivo da Dignitana, Martin Waleij, cuja empresa está baseada em Lund, Suécia. Waleij disse que a empresa espera receber aprovação das autoridades sanitárias americanas no segundo semestre de 2012. O produto, chamado DigniCap, é vendido na Europa, tendo gerado uma receita de US$ 1 milhão em 2010, a maior parte na Dinamarca, Noruega e Suécia. / TRADUÇÃO DE CELSO M. PACIORNIK

– O Globalizado e líder Paulista de Jundiaí!

O nosso glorioso Galo da Terra da Uva, o Paulista, está com tudo nesse começo de ano. Com 3 vitórias e um empate no Paulistão (sendo 100% de aproveitamento fora de casa), está nos noticiários estaduais como a grata surpresa do campeonato.

Um dos fatores para o bom começo? Sem dúvida, o envolvimento das forças vivas da cidade!

Sempre que a sociedade jundiaiense se uniu, o clube teve bons e significativos resultados. Parabéns ao presidente Djair Boccanela, por, mesmo em meio as dificuldades financeiras (não é fácil assumir o time num falido futebol do interior paulista em fase de recesso), conseguir fazer o time vencer a Copa Paulista, classificando-se para a Copa do Brasil e adquirir gordura nas rodadas iniciais do Estadual.

Claro que as dificuldades são muitas: marcar uma partida no Jaime Cintra no domingo à noite, é algo ingrato para o Tricolor Jundiaiense. Se às 17h, evidentemente o público seria maior (e se o time do Santos fosse o titular, idem). O que falar então da rodada em que a FPF marcou, em dia útil de trabalho, jogos à tarde? Como ter renda, se a Federação não colabora?

Dentro de campo, o Galo vem fazendo jus à política dos últimos anos: dar oportunidade a técnicos emergentes- Giba (Campeão da Copa SP e de acessos no time profissional), Zetti (vice-campeão paulista de 2004), Vágner Mancini (campeão da Copa do Brasil 2005), Wagner Alves (Para quem não lembra, o nipo-brasileiro que disputou uma Copa do Mundo com a Seleção Japonesa), e agora, Sérgio Baresi.

O time é composto de atletas das categorias de base do próprio clube, além de jovens que estouraram a idade nos grandes clubes e jogadores baratos repatriados do exterior.

Mas uma curiosidade: depois de testar o chinês Bing Chang Bao (aliás, e o chinês ZiZou, do Corinthians, quando jogará?) continua aguardando o visto de trabalho do iraniano Salar Tehrani, jovem atleta estrangeiro que rendeu uma matéria na TV Lance: http://www.youtube.com/watch?v=dyVZImjc3eU

A pergunta é: teremos fôlego para mais rodadas? Difícil responder. A torcida é para que sim; ao menos, por enquanto, tudo está dando certo. E que a Prefeitura Municipal possa ajudar na logística dos torcedores para os próximos jogos, principalmente para o deprimente horário das 22h durante a semana.

– Reputação Corporativa como Vantagem Competitiva na Administração de Empresas

Você sabe dizer como está a reputação da sua empresa frente os consumidores?

Cada vez mais a importância da imagem é trabalhada pelas empresas. Recentemente, a Revista Exame encomendou ao Reputation Institute um estudo sobre o assunto, que avaliou as grandes organizações no Brasil.  

Segundo a pesquisa, as 10 empresas com melhor reputação, são (Exame, Ed 982, pg 193):

1) NESTLÉ

2) MERCEDES-BENZ

3) JOHNSON & JOHNSON

4) SADIA

5) NATURA

6) PHILIPS

7) AVON

8) GAROTO

9) PIRELLI

10) HONDA

E para você? Aparentemente os nomes são justos? Deixe seu comentário:

– Idiotas das Arquibancadas

Mais de 70 mortos no Egito por briga entre torcedores numa partida de Futebol.

Mais de 200 feridos.

Mais de 1500 envolvidos.

Fanático não é mesmo um grande imbecil? Brigar por… futebol? TIRAR A VIDA POR TAMANHA ASNEIRA?

Como o dom da vida vale muito pouco para alguns… uma pena.

– Torcedores Pedem Desculpas?

Sempre procuramos tomar cuidados com os pontos de vista diversos nas análises de futebol. Quando da análise do lance polêmico (gol anulado) em Corinthians X Linense, ponderamos várias hipóteses do acontecido (em: http://is.gd/juizpudessefalar), procurando entender motivos de erro e de acerto. E parece que uma delas (imagem não flagrada de lance faltoso antes da cabeçada, mas durante a trajetória da bola), se embasa na foto abaixo:

 

A imagem é clara. Um clic foi mais certeiro no flagra do que uma imagem mal dirigida da emissora de TV. Por mais que costumemos contestar que a imagem é fria e não dá para retratar a dinâmica do jogo, o braço do atleta Fabão se apoiando no ombro de Danilo, deste ângulo fotografado, é claríssimo! Além, do que, não há um vídeo por detrás do gol para analisarmos.

 

Essa foto é preciosíssima para entendermos como as críticas curtas, grossas e incisivas são proporcionalmente injustas, incoerentes e radicais! Há sempre de se analisar, e, claro, se entender como erro, não misturar equívoco com a honestidade do árbitro. Mas isso é tarefa cumprida por poucos jornalistas… Infelizmente!

 

Confesso que não tenho o nome do fotógrafo. Alguém sabe de quem é o crédito?

 

Abaixo, compartilho um caso igual de “ilusão de ótica coletiva”. Lembram-se quando Carlos Eugênio Simon não deu um suposto pênalti claro para o Flamengo e foi condenado, ficando até na geladeira? Naquela oportunidade, uma câmera da ESPN mostrou que o único quem estava certo era o árbitro…

Extraído de 27/08/2008, do Blog do Professor Rafael Porcari (http://is.gd/INJUSTICA)

 

A CÂMERA REVELADORA DE CRUZEIRO x FLAMENGO

Lembram que, na Copa de 98 na França, em uma transmissão com 20 câmeras de TV, no jogo Brasil X Noruega, um árbitro americano marcou um suposto pênalti cometido pelo Júnior Baiano, e o mundo o criticou? Após dois dias, uma imagem de uma câmera suiça “perdida” no estádio tinha o exato momento em que o zagueiro brasileiro praticava infantilmente a infração dentro da área. Ninguém pediu desculpa ao juizão, que acertara na ocasião.

No último domingo, o Flamengo reclamou veementemente contra Carlos Eugênio Simon, em um lance que pelas imagens da Globo e Bandeirantes era claríssimo pênalti a favor do Mengão (o atacante era Tardelli). Como um árbitro do nível do Simon deixara de marcar? O Flamengo reclamou, esperneou, brigou e disse ter mandado uma fita à FIFA para vetá-lo na Copa de 2010 na África do Sul !

E não é que o Simon acertou o lance? Ontem, no Sportscenter da ESPN Brasil, uma despretenciosa câmera flagrou perfeitamente que o atacante Diego Tardeli PISA BISONHAMENTE NA BOLA, e não é tocado por ninguém do Cruzeiro!

Àqueles que acompanharam a polêmica vão rir do lance. É uma verdaderia trapalhada do Diego Tardelli.

E como fica o Flamengo? Vai mandar uma outra fita à FIFA recomendando o Simon para a Copa? E os “comentaristas de arbitragem” que detonaram o árbitro gaúcho?

O lance já está no YouTube. Veja: http://br.youtube.com/watch?v=FC3nomUzmZI

– Uma Imagem e Uma Análise: o Gol Anulado de Corinthians X Linense visto por um Ângulo Alternativo.

Sempre procuramos tomar cuidados com os pontos de vista diversos nas análises de futebol. Quando da análise do lance polêmico (gol anulado) em Corinthians X Linense, ponderamos várias hipóteses do acontecido (em: http://is.gd/juizpudessefalar), procurando entender motivos de erro e de acerto. E parece que uma delas (imagem não flagrada de lance faltoso antes da cabeçada, mas durante a trajetória da bola), se embasa na foto abaixo:

 

A imagem é clara. Um clic foi mais certeiro no flagra do que uma imagem mal dirigida da emissora de TV. Por mais que costumemos contestar que a imagem é fria e não dá para retratar a dinâmica do jogo, o braço do atleta Fabão se apoiando no ombro de Danilo, deste ângulo fotografado, é claríssimo! Além, do que, não há um vídeo por detrás do gol para analisarmos.

Essa foto é preciosíssima para entendermos como as críticas curtas, grossas e incisivas são proporcionalmente injustas, incoerentes e radicais! Há sempre de se analisar, e, claro, se entender como erro, não misturar equívoco com a honestidade do árbitro. Mas isso é tarefa cumprida por poucos jornalistas… Infelizmente!

Confesso que não tenho o nome do fotógrafo. Alguém sabe de quem é o crédito?

Abaixo, compartilho um caso igual de “ilusão de ótica coletiva”. Lembram-se quando Carlos Eugênio Simon não deu um suposto pênalti claro para o Flamengo e foi condenado, ficando até na geladeira? Naquela oportunidade, uma câmera da ESPN mostrou que o único quem estava certo era o árbitro…

Extraído de 27/08/2008, do Blog do Professor Rafael Porcari (http://is.gd/INJUSTICA)

A CÂMERA REVELADORA DE CRUZEIRO x FLAMENGO

Lembram que, na Copa de 98 na França, em uma transmissão com 20 câmeras de TV, no jogo Brasil X Noruega, um árbitro americano marcou um suposto pênalti cometido pelo Júnior Baiano, e o mundo o criticou? Após dois dias, uma imagem de uma câmera suiça “perdida” no estádio tinha o exato momento em que o zagueiro brasileiro praticava infantilmente a infração dentro da área. Ninguém pediu desculpa ao juizão, que acertara na ocasião.

No último domingo, o Flamengo reclamou veementemente contra Carlos Eugênio Simon, em um lance que pelas imagens da Globo e Bandeirantes era claríssimo pênalti a favor do Mengão (o atacante era Tardelli). Como um árbitro do nível do Simon deixara de marcar? O Flamengo reclamou, esperneou, brigou e disse ter mandado uma fita à FIFA para vetá-lo na Copa de 2010 na África do Sul !

E não é que o Simon acertou o lance? Ontem, no Sportscenter da ESPN Brasil, uma despretenciosa câmera flagrou perfeitamente que o atacante Diego Tardeli PISA BISONHAMENTE NA BOLA, e não é tocado por ninguém do Cruzeiro!

Àqueles que acompanharam a polêmica vão rir do lance. É uma verdaderia trapalhada do Diego Tardelli.

E como fica o Flamengo? Vai mandar uma outra fita à FIFA recomendando o Simon para a Copa? E os “comentaristas de arbitragem” que detonaram o árbitro gaúcho?

O lance já está no YouTube. Veja: http://br.youtube.com/watch?v=FC3nomUzmZI

O ACERTO DE MARCELO ROGÉRIO EM CORINTHIANS x LINENSE

Primeiro, execra-se um árbitro em horário nobre.

Depois, cria-se a teoria da conspiração.

Trata-o, absurdamente, como bandido!

E ensurdecem-se à voz dos mais ponderados, que entendem as dificuldades existentes em apitar um jogo de futebol.

Poucos respeitam o erro humano do árbitro.

Muito poucos sabem criticar respeitosamente.

Pouquíssimos sabem pedir desculpas.

Afinal, alguns programas televisivos criam verdadeiras redes de compartilhamento sobre histórias de “apito amigo” e desonestidade dos árbitros, que faz com que a audiência aumente.

Na Copa do Mundo da França, Galvão Bueno bradava contra um árbitro americano que marcou um pênalti inexistente na partida Brasil X Noruega. Uma câmera da TV da Suíça, dois dias depois, do outro lado do estádio, mostrou que o árbitro havia acertado.

Tempos atrás, o mundo flamenguista sentenciou o árbitro Simon por não dar pênalti sobre Diego Tardelli, contra o Cruzeiro. Três dias depois, a ESPN achava uma imagem onde Tardelli, literalmente, pisava sozinho na bola e caía (Simon houvera inclusive sido colocado na temida “geladeira”).

No último domingo, Marcelo Rogério foi pivô de mais um “causo” destes: quantas câmeras da Sportv flagravam Fabão e Danilo durante a trajetória da bola, após a cobrança do escanteio?

Nem precisa responder: a imagem atrás do gol de Júlio César diz tudo. Um detalhe que muda o julgamento de muitos!

Em: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2012/02/01/torcedores-pedem-desculpas/

– Dilma em Cuba

Dilma Roussef disse que:

Direitos Humanos só podem ser discutidos multilateralmente (…) todos violam os direitos humanos

E essa verdade é para ser aceita passivamente? Claro que não: uns violam mais, outros menos. E Cuba, que indubitavelmente viola bastante, foi poupada no discurso da presidente.

Aliás, como esses caras gostam de Cuba, hein? Ninguém do Governo Brasileiro fala que lá é uma ditadura? A quem interessa tal laço de amizade tão íntimo com um país pequeno, falido e comunista?

Deveríamos gastar tempo, recursos e fala com coisas mais úteis.

– Analogia de Quem?

Pai MegaCoruja?

Ah, essa imagem eu gostei. Compartilho:

Devem ser muitos como nós no mundo… e se tivermos educado corretamente nossos rebentos, terá valido a pena!

– Críticas à Avenida Reynaldo Porcari e à Rodovia Hermenegildo Tonoli

Quem mora no bairro Medeiros sabe da dificuldade que é transitar na principal via do bairro. A Avenida Reynaldo Porcari (que homenageia meu bisavô) está verdadeiramente abandonada pelas autoridades públicas. E não considere chiadeira em decorrência do parentesco, mas por ser usuário dela.

A via não tem calçadas! As crianças saem da escola e são obrigadas a andar no meio da rua, com os carros desviando. E em algumas curvas de ponto cego, como as da altura dos números 493 e 1100, tornam-se criminosamente perigosas.

No início da avenida, o ônibus que faz a linha ao terminal SITU estaciona em cima da via de rolamento. Não há uma baia para ele parar, o que gera uma fila de veículos. Nas proximidades dos residenciais Parque da Serra e Reserva da Mata, os carros param em cima da via para ter acesso ao condomínio. Ora, ninguém tem boa vontade em fazer uma rotatória ou algo mais seguro?

E para quem atravessa a avenida inteira, sabe que ela desemboca na Rodovia Hermenegildo Tonoli, estrada que liga Itupeva a Jundiaí e está ainda mais calamitosa. Esburacada, com asfalto desnivelado e pessimamente sinalizada. O serviço tapa-buracos é porco, jogam piche e deixam que os próprios carros passem por ele sem secar. Pedras e sujeira são constantes na pista. Quanto a Hermenegildo, que dá acesso ainda ao parque industrial Fazgran, é um péssimo cartão de visitas à cidade. Quem vê a ótima localização logística de Jundiaí e Itupeva, se espanta com essa rodovia e seus péssimos dispositivos de retorno.

E você, transita por essas vias? Deixe seu comentário:

– Acreditar e Buscar, Confiar e Pesquisar

Fé e Razão: Duas Asas que nos Elevam para o Céu

Papa João Paulo II

Nada existe entre a Ciência e a Religião que possa afastar os homens de Deus. Conciliar a crença e o estudo se faz necessário.

Santas e inspiradas palavras, não?

– Inadimplência e Descaso no Pagamento de Taxas de Arbitragem na CBF

Se um árbitro for caloteiro, não apita por estar com o nome negativo no SPC ou Serasa (em campeonatos estaduais ou nacional). Mas e se o árbitro levar calote?

As associações de defesa do árbitro devem dar a vida pelos seus associados. Na luta pelos direitos de quem pertence a um sindicato, cooperativa ou associação, sempre a mesma deve se esforçar contra aqueles que prejudicam um árbitro, seja ele qual for.

Me custa a crer que árbitros que deixam o quadro nacional ou a carreira, SEM RECEBER TAXAS, deixam de ter apoio destas! Ué, não trabalharam vinculados a ela?

Um caso que me assombra justamente pelo… descaso: Em 31 de Julho de 2010 (1 ano e meio atrás), Brasília X Araguaína jogaram pela Série D do Campeonato Brasileiro. Um trio paulista apitou o jogo, formado por Robério Pereira Pires (bom árbitro que apitou as duas primeiras rodadas iniciais do Paulistão, mas sacado do quadro nacional), Dante Mesquita Júnior (outro caso curioso: número 13 do ranking paulista, de muitíssimos jogos da série A do Campeonato Brasileiro, e que curiosamente não figurou na lista da Renaf – tendo encerrado prematuramente a carreira aos 39 anos) e Giovani Canzian (que também parou).

Quanta gente boa fora da lista nacional, não?

Imagine os árbitros de pontos diversos do estado de São Paulo se encontrando no aeroporto, bancando deslocamento até o embarque, custeando passagem de avião, hospedagem, alimentação, além dos dias fora de casa e a ausência do lar. E na hora de receber…

Onde está a Associação Nacional dos Árbitros para brigar com o time do Brasília, equipe que não pagou as despesas?

Onde está a Comissão de Árbitros da CBF para agilizar o processo, defendendo seus árbitros?

Onde está o respeito às pessoas que tiram o minguado dinheiro do bolso para trabalhar e não recebem o que é justo?

Perceberam que aqui os árbitros pagaram para apitar?

Absurdo.

Por mais que elas estejam trabalhando, estamos em 2012. Demora tanto para executar um calote de Julho/2010?

Ao menos, o Sindicato Paulista poderia tentar fazer um contato com a Associação Nacional para ajudar. Será que é tão difícil (quase 18 meses) para cobrar o time da Capital Federal? Talvez o próprio Arthur Alves Júnior, secretário da ANAF e presidente do SAFESP, fosse o canal ideal de intercessão para o recebimento dessas taxas atrasadas. Acredito que deve estar trabalhando para isso.

Importante: tentado o contato por email com Robério, e nada obtido. Tentado o contato telefônico com Dante, e o mesmo tudo confirmou. Tentado contato telefônico com Canzian, e nada obtido.

Será que a culpa muitas vezes não é dos próprios árbitros, que não exigem com toda a sua força o direito que têm? Afinal, as entidades estão lá, independentes, para servi-los.

Ou não funciona bem assim, não só no futebol como na sociedade?

Tomara que os árbitros consigam receber logo suas taxas. São gente honesta, trabalhadora, cujo soldo é justo e necessário.

– Como a Gentileza faz Diferença na Administração de Empresas

Cada vez mais o tema “boa educação e gentileza” na Administração de Empresas vem à tona. A seguir, interessante material de como simples ações e bons modos pode ajudar o profissional no mundo corporativo.

Extraído de: http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3594802-EI1377,00-Ser+gentil+abre+portas+no+trabalho.html

SER GENTIL ABRE PORTAS NO TRABALHO

Segundo os caçadores de talento, ser gentil é muito importante para ter reconhecimento no mercado

Levar uma fechada no trânsito e ainda ser xingado, agüentar o chefe mal-humorado que mal diz bom dia, ficar meia hora pendurado no telefone esperando uma resposta do atendente. Realmente é difícil ser gentil nas grandes metrópoles. Mas saiba que é bom ir treinando pequenas gentilezas no dia-a-dia se você pretende ter sucesso na carreira.

As americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval se inspiraram no segurança do prédio de escritórios onde trabalhavam, em Manhattan, para escrever o livro O Poder da Gentileza (Editora Sextante). Os calorosos cumprimentos de Frank, um homem na casa dos 50 anos, animam o dia das pessoas que passam pela portaria todas as manhãs.

E foi exatamente isso que ajudou a equipe das publicitárias a fechar um contrato multimilionário com o presidente do sexto maior banco dos Estados Unidos. Ele ficou impressionado com a gentileza de Frank numa cidade em que a frieza e atitude inflexível fazem parte de sua mitologia.

Muitos headhunters acham que ser gentil é uma característica fundamental para ganhar reconhecimento no mercado. Segundo esses caça-talentos, a gentileza sempre abre portas. “Uma pessoa acessível, simpática, educada e aberta a propostas tem mais chances de sucesso profissional em comparação com alguém pouco solícito e mal-encarado”, diz Renata Filippi Lindquist, sócia diretora da Mariaca InterSearch, empresa especializada em recrutamento de executivos.

Essa qualidade, porém, não é desejável apenas quando se fala em executivos. “A gentileza, ou a falta dela, impacta todos os níveis hierárquicos”, afirma Daniela Yokoi Sanchez, gerente da divisão de vendas e marketing da Page Personnel, empresa do grupo Michel Page especializada em recrutamento. E, quando se está começando uma carreira, essa característica se torna ainda mais importante, segundo a headhunter da Mariaca. “Quem trabalha de forma cooperativa tem mais oportunidades de ser considerada”.

Exemplos
No recrutamento, as empresas buscam profissionais que transitem bem nas relações interpessoais e tenham habilidade na comunicação. Por isso, é comum a entrevista abordar assuntos como vida pessoal, família e hobby do candidato, que podem revelar as características citadas.

Daniela lembra dois profissionais que ilustram bem comportamentos distintos no mundo corporativo para os quais recrutou funcionários. O primeiro é um executivo da área de alumínio – gentil com homens e mulheres, bem-educado e preocupado com a família. “Para ele, fiz a contratação de uma profissional, que está adorando e desenvolvendo muito profissionalmente. Ele é lembrado no mercado de modo positivo”, conta.

O segundo cliente é de uma multinacional e, segundo Daniela, conhecido por sua indelicadeza. “Sua gestão não é bem vista no mercado. Fecham negócio com ele só porque sua empresa é referência”, revela.

Problema de imagem

A gentileza muitas vezes pode ser confundida com fraqueza, o que não gera respeito. Como não cair nessa armadilha? “É preciso ser assertivo e passar o recado de forma clara e objetiva sobre procedimentos, resultados, prazos. Mas é possível fazer isso de maneira amistosa, já que causar medo não gera respeito”, diz a sócia proprietária da Mariaca.

Por outro lado, se a equipe sentir que o chefe é somente um amigo e faz da empresa uma extensão de sua casa (com happy hours constantes, falta de horário) não será respeitado. “Regras claras, organização, educação e transparência são essenciais para evitar confusões”, conclui.

Pratique
A frase “Podemos sempre ser gentis com pessoas que não têm qualquer importância para nós”, do personagem Lorde Henry, em O Retrato de Dorian Gray (1890), de Oscar Wilde, mostra que a gentileza pode ser praticada para um dia se tornar natural.

Mas cuidado com o exagero. “Quem é gentil só para fazer marketing pessoal se torna cansativo”, avisa Renata. Para aqueles que têm consciência de sua introversão, ela indica exercitar mais a gentileza, pois, mesmo no exagero, vai parecer natural. Já que as pessoas extrovertidas devem ser cuidadosas e dosar as gentilezas, para evitar o ar artificial.

Ser gentil, no entanto, não é apenas perguntar como foi o fim de semana para o colega de trabalho. Sorrir sempre, cumprimentar todos, ajudar os colegas, ser participativo e fazer parte do time são gestos gentis que os especialistas indicam para um ambiente profissional saudável. Vale a pena tentar, já que o mínimo que pode acontecer é contagiar as pessoas à sua volta, e essa gentileza retornar para você.

Cinco dicas úteis

Coleque a gentileza em prática seguindo os ensinamentos das autoras americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval:

1 – Pratique. Todos os dias, durante a próxima semana, faça cinco coisas simpáticas que não tragam nenhuma recompensa imediata a você. Agradeça sempre, dizendo “obrigado” aos outros. Pergunte a quem encontrar como vai a vida. Será que a faxineira do prédio tem netos? O sentido disso não é imaginar que o taxista a quem você deu uma gorjeta generosa algum dia dirigirá uma empresa importante. É, simplesmente, adquirir o hábito de ser gentil – e descobrir como isso o faz sentir-se bem.

2 – Elogie. Certa vez, um rapaz perguntou a Abraham Lincoln se ele ficava irritado com os constantes pedidos de autógrafo. “Os homens suportam muita coisa quando são lisonjeados”, respondeu o presidente. Suas palavras são tão verdadeiras hoje quanto eram em seu tempo. Todos nós adoramos um elogio. E, no entanto, somos parcimoniosos ao fazê-los. Se você está preocupado com a possibilidade de que um elogio pareça falso, fique tranqüilo. O próprio fato de estar preocupado com isso significa que você não é um puxa-saco e, portanto, não dará essa impressão.

3 – Sorria. Estudos mostram que o simples ato de sorrir faz com que você se sinta realmente mais feliz, o que acontecerá também com as pessoas à sua volta. Então tente adquirir o hábito de sorrir mais. Como prática, sorria para estranhos amistosos e receptivos. Comece com crianças. Após algum tempo você estará preparado para sorrir até para as pessoas com um ar mais antipático.

4 – Adoce a vida. Mantenha um suprimento de guloseimas em sua escrivaninha ou nas proximidades. Quando as pessoas que vierem vê-lo parecerem tensas, cansadas, mal-humoradas, abra sua gaveta e dê um docinho a elas.

5 – Ajude o inimigo. Enumere seus três maiores rivais. Para cada um, escreva alguma coisa que você poderia fazer para ajudá-lo e que não atrapalhe seu próprio trabalho. Na próxima oportunidade, ofereça sua ajuda.

– Súmulas-Tchê com Wilsinho Ferreira

Você já ouviu falar do blog Súmulas-Tchê?

A página é um espaço bacana de recordação aos amantes do futebol-arte dos anos passados. Lá, botinudo não entra!

Nele, além de lembrança de jogadores que deixaram saudades no gramado, há fichas técnicas, escalações e tudo o mais.

Para ilustrar ainda mais a página, um amigo está sendo destacado pela sua entrevista: Wilsinho Ferreira, ex-Palmeiras e Paulista de Jundiaí!

Como é bom ver gente boa mostrando que tem o que falar. Parabéns Wilsinho!

Aproveito, e envio o link para compartilhar esse gostoso bate-papo. Acesse em:  http://sumulastche.wordpress.com/2011/12/26/wilsinho/

– Um Empreendedor com 9 anos de idade!

Inteligência é para ser usada, ok?

Pois bem: um garotinho super-dotado de apenas 9 anos é um caso clássico de empreendedorismo precoce. O que ele faz? Aplicativos para o iPod!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/593/artigo125922-1.htm

O MAIS JOVEM EMPREENDEDOR 

Com apenas nove anos de idade, o malaio Lim Ding Wen criou aplicativo para iPhone. Só falta lucrar com isso.

Em vez de desenhar com uma folha de papel e lápis de cor, como a maioria dos garotos, o malaio Lim Ding Wen, de nove anos, usa ferramenta bem diferente: seu iPhone. Foi assim que ele se tornou celebridade com a criação do programa Doodle Kids, que permite aos usuários pintar com os dedos imagens na tela touch screen do aparelho. Para limpar, basta chacoalhar o telefone. O aplicativo foi baixado mais de quatro mil vezes na loja virtual iTunes, da Apple, em menos de duas semanas. Até agora, o garoto não recebeu um único tostão pela invenção. A Apple nada cobra dos usuários pelo download – e também nada paga para o jovem malaio. Não é a primeira vez que o pequeno gênio desenvolve programas. Filho do diretor de tecnologia de uma empresa de Cingapura, ele cria aplicativos em seis linguagens diferentes, entre elas ActionScript e JavaScritpt. Para o Doodle Kids, Lim diz ter encontrado inspiração nas duas irmãs, de três e cinco anos. “Elas que gostam de desenhar e criei o programa em poucos dias”, disse o garoto ao jornal Electric New Paper, de Cingapura.

O gosto por computadores começou cedo. Aos dois anos de idade, o malaio já usava o computadore, aos sete, começou a mexer com programação. De lá para cá, foram mais de 20 projetos de aplicativos. Atualmente, ele trabalha na criação de um jogo de ficção científica para o iPhone, chamado Invader Wars. Ele também tem a pretensão de fazer parte do clube de robótica de sua escola. O garoto não passa o dia colado no computador, como se poderia pensar diante da impressionante sucessão de invenções. Segundo o pai do garoto, Lim Thye Chean, Lim tem permissão para brincar no micro por apenas duas horas ao dia. Com uma condição: antes precisa acabar todo o dever de casa. “Ele é um garoto acima da média, que gosta de programar e tem interesse especial por Apple e Macs”, comentou com modéstia o pai do menino. Não é difícil imaginar que o menino será um dos profissionais mais cobiçados da área de informática daqui a alguns anos.

– Paulista de Jundiaí X Santos: como faz na troca de Uniformes?

Na partida deste último domingo, o árbitro Vinícius Dias Gonçalves Araújo e seu Quarto Árbitro Junior César da Silva cometeram um grande erro ao forçar a mudança de uniformes do Paulista FC na tarde/noite em Jundiaí, na partida contra o Santos.

Funciona assim: o time visitante OBRIGATORIAMENTE deve vestir uniformes de cores diferentes da equipe mandante. Quem joga em casa escolhe a sua roupa, e sendo assim, o Paulista poderia vestir seu uniforme no. 1.

Normalmente, quando as equipes chegam ao estádio, o Quarto Árbitro vai aos vestiários e confere os uniformes das equipes. Todas as peças do uniforme devem ser diferentes entre os times (Camisa, calção e meias). Os goleiros devem vestir cores que os diferenciem dos jogadores de linha da sua equipe e da adversária, lembrando que, em dificuldade de encontrar cores tão diferentes, ao menos a camisa deve ser diferente, podendo o calção e a meia serem iguais ao da sua equipe.

Se o Paulista quisesse jogar (pela ordem Camisa-calção-meia) com as cores: listrada tricolor-branco-branco, o Santos deveria evitar a camisa listrada bicolor (pois seria escura como a do Paulista), bem como calções  e meias brancos. Assim, a equipe da Vila Belmiro deveria jogar de branco-preto-preto. Tanto o goleiro santista quanto o jundiaiense deveriam usar cores diferentes de todas acima citadas, e na impossibilidade, poderiam jogar com calções e meias das cores dos seus companheiros de linha.

Em havendo dúvidas sobre os uniformes, o Quarto Árbitro informa ao Árbitro que decidirá a situação. O procedimento padrão será o de alertar a equipe visitante para providenciar o uso de cores distintas a do mandante, à pena de não iniciar a partida. Na impossibilidade de uso do uniforme ideal por motivos inusitados (roubaram o fardamento, tamanho que não entra, ou qualquer outra coisa), a decisão do árbitro deve ser flexibilizada pelo problema ser pontual.

No Jaime Cintra, o Santos se negou a trocar de uniforme por questões estéticas. Se o Paulista mudou o seu uniforme por gentileza entre os dirigentes, que chegaram nesse acordo, tudo bem. Mas se o time de Jundiaí foi obrigado pela arbitragem, tal ação foi equivocada. Errou o árbitro, sucumbiu ao time grande.

Caso insistisse, o Paulista poderia ter entrado em campo com o seu uniforme número 1, o Santos teria que voltar ao vestiário para a troca e o árbitro deveria relatar o atraso da partida a fim de que a equipe santista fosse multada.

– Corinthians X Linense: Ah, se o Árbitro Pudesse Falar…

Há situações no futebol as quais o tempo mostra que precisam ser modificadas. Uma delas, indubitavelmente, é o comportamento do árbitro por imposição das Comissões de Árbitros, referente a entrevistas.

Sempre fui a favor de que o árbitro pudesse dar uma mini-coletiva após o jogo, para elucidar situações polêmicas. Na Itália, após a partida, os árbitros ficam a disposição para explicar algumas decisões. Nada de sabatina, apenas uma satisfação de poucos minutos e poucas palavras para esclarecer dúvidas.

Ontem, tal medida seria importante para o sexteto de arbitragem capitaneado por Marcelo Rogério na partida entre Corinthians X Linense, válido pela Rodada 03 do Paulistão 2012.

Marcelo tem um dos melhores preparos físicos (se não o melhor) de todo o quadro. Firme em suas decisões, posiciona-se bem em campo; não faz parte do quadro nacional da CBF unicamente pela burra política da idade.

Porém, um lance “esquisito” fez com que as críticas à sua arbitragem fossem ressonantes. Após a equipe do Linense cobrar um escanteio, o jogador Fabão, com 2,04 m pula e cabeceia para o gol, abrindo o placar. Entretanto, o gol é anulado por suposta falta no jogador do Corinthians (Danilo).

Veja o lance: http://is.gd/ANULADO

Marcelo Rogério está bem posicionado. Fabão pula sem se apoiar em Danilo, permitindo que ele participe normalmente da disputa de bola. O árbitro adicional (AAA) está olhando para o lance também. Tudo parece legítimo, mas o gol é anulado.

Mas… Alguém ouviu o árbitro para afirmar que o gol foi anulado por suposta infração contra Danilo? Claro que não. É por isso que as mini-coletivas pós-jogo seriam fantásticas para evitar as teorias da conspiração que hoje predominam sobre a partida. Se pudéssemos ouvi-lo, talvez a repercussão seria menor.

Repare no lance que além da boa colocação, há algo importante: somente dois jogadores comemoram o gol do Linense. Os demais, já estão voltando para a sua posição. Será que a jogada não estava parada antes? E dessa situação, surge a hipótese 1:

– Por ventura, quando da cobrança do escanteio, não houvera acontecido uma falta fora do lance de bola entre Fabão e Danilo, e quando a bola é cabeceada, o árbitro já teria apitado? Se sim, justificaria a passividade da maioria dos atletas.

Outro detalhe, de onde pode vir a hipótese 2:

– O AAA2 Adriano de Assis Miranda está olhando para o lance frontalmente; já o árbitro Marcelo Rogério está um pouco mais longe, os enxergando de lado. Quem se encarrega de observar a cobrança do escanteio é o árbitro, bem como a trajetória da bola até a grande área. Com os AAA, é possível dividir aquela zona de disputa entre AAA e árbitro assistente, que no caso, era a bandeira 2 Tatiane Sacilotti, que os vê de outro ângulo ainda. Teriam árbitra assistente ou AAA visto algo e informado ao árbitro? Se sim, há a explicação da rápida reposição de bola, pois o árbitro nem foi ao local da infração e Julio Cesar cobrou o tiro livre a seu favor imediatamente.

Se formos ainda mais detalhistas, podemos perceber que Danilo não alcança a bola e Fabão o faz com facilidade. E dela nasce a hipótese 3:

– Teria entendido o árbitro que Fabão usou de força desproporcional ao disputar a bola com Danilo, e nessa diferença de força marcou falta? Se sim, considerou a desigual diferença de tamanho do atleta do Linense, usada para se sobrepor ao “baixinho” Danilo.

São 3 hipóteses de defesa do árbitro, e, aparentemente, a mais popular e elementar seria a hipótese 4 (ao qual, num primeiro momento, comungo):

Por um equívoco, o árbitro entendeu que Danilo sofrera infração de Fabão pelo fato do mesmo não dividir a jogada com boa disposição. Árbitros buscam muitas vezes entenderem reações de atletas para decidirem, e ao ver Danilo totalmente passivo, pode ter se iludido de que ele recebeu a falta. E falta não foi… Danilo bobeou, e o zagueiro Fabão aproveitou-se da altura e pulou legalmente em busca dela, sem impedir que o corinthiano a disputasse.

Pode ser que uma imagem diferente apareça hoje ou alguém manifeste uma 5ª situação. Mas o certo é que o silêncio forçado ao qual os árbitros são submetidos impede o esclarecimento, força a imagem de antipatia e nem permite o mea culpa caso quisesse assumir um erro, coisa natural aos seres humanos que não são dotados de replay nas suas decisões.

Diante de tudo isso, fico imaginando; ontem, escrevi sobre a importância dos adicionais e a sugestão de AAA mais experientes (http://is.gd/gYMvwb). Respeitando os AAAs de ontem, mas já imaginaram se tivéssemos Cleber Abade, agora com 46 anos, ou qualquer outro mais rodado naquela posição? Se Marcelo se equivocou, este poderia ter sido corrigido pelo ex-árbitro central e agora AAA de elite.

E você, o que achou do lance? Deixe seu comentário:

– Corinthians X Linense: Ah, se o Árbitro Pudesse Falar…

Há situações no futebol as quais o tempo mostra que precisam ser modificadas. Uma delas, indubitavelmente, é o comportamento do árbitro por imposição das Comissões de Árbitros, referente a entrevistas.

Sempre fui a favor de que o árbitro pudesse dar uma mini-coletiva após o jogo, para elucidar situações polêmicas. Na Itália, após a partida, os árbitros ficam a disposição para explicar algumas decisões. Nada de sabatina, apenas uma satisfação de poucos minutos e poucas palavras para esclarecer dúvidas.

Ontem, tal medida seria importante para o sexteto de arbitragem capitaneado por Marcelo Rogério na partida entre Corinthians X Linense, válido pela Rodada 03 do Paulistão 2012.

Marcelo tem um dos melhores preparos físicos (se não o melhor) de todo o quadro. Firme em suas decisões, posiciona-se bem em campo; não faz parte do quadro nacional da CBF unicamente pela burra política da idade.

Porém, um lance “esquisito” fez com que as críticas à sua arbitragem fossem ressonantes. Após a equipe do Linense cobrar um escanteio, o jogador Fabão, com 2,04 m pula e cabeceia para o gol, abrindo o placar. Entretanto, o gol é anulado por suposta falta no jogador do Corinthians (Danilo).

Veja o lance: http://is.gd/ANULADO

Marcelo Rogério está bem posicionado. Fabão pula sem se apoiar em Danilo, permitindo que ele participe normalmente da disputa de bola. O árbitro adicional (AAA) está olhando para o lance também. Tudo parece legítimo, mas o gol é anulado.

Mas… Alguém ouviu o árbitro para afirmar que o gol foi anulado por suposta infração contra Danilo? Claro que não. É por isso que as mini-coletivas pós-jogo seriam fantásticas para evitar as teorias da conspiração que hoje predominam sobre a partida. Se pudéssemos ouvi-lo, talvez a repercussão seria menor.

Repare no lance que além da boa colocação, há algo importante: somente dois jogadores comemoram o gol do Linense. Os demais, já estão voltando para a sua posição. Será que a jogada não estava parada antes? E dessa situação, surge a hipótese 1:

– Por ventura, quando da cobrança do escanteio, não houvera acontecido uma falta fora do lance de bola entre Fabão e Danilo, e quando a bola é cabeceada, o árbitro já teria apitado? Se sim, justificaria a passividade da maioria dos atletas.

Outro detalhe, de onde pode vir a hipótese 2:

– O AAA2 Adriano de Assis Miranda está olhando para o lance frontalmente; já o árbitro Marcelo Rogério está um pouco mais longe, os enxergando de lado. Quem se encarrega de observar a cobrança do escanteio é o árbitro, bem como a trajetória da bola até a grande área. Com os AAA, é possível dividir aquela zona de disputa entre AAA e árbitro assistente, que no caso, era a bandeira 2 Tatiane Sacilotti, que os vê de outro ângulo ainda. Teriam árbitra assistente ou AAA visto algo e informado ao árbitro? Se sim, há a explicação da rápida reposição de bola, pois o árbitro nem foi ao local da infração e Julio Cesar cobrou o tiro livre a seu favor imediatamente.

Se formos ainda mais detalhistas, podemos perceber que Danilo não alcança a bola e Fabão o faz com facilidade. E dela nasce a hipótese 3:

– Teria entendido o árbitro que Fabão usou de força desproporcional ao disputar a bola com Danilo, e nessa diferença de força marcou falta? Se sim, considerou a desigual diferença de tamanho do atleta do Linense, usada para se sobrepor ao “baixinho” Danilo.

São 3 hipóteses de defesa do árbitro, e, aparentemente, a mais popular e elementar seria a hipótese 4 (ao qual, num primeiro momento, comungo):

Por um equívoco, o árbitro entendeu que Danilo sofrera infração de Fabão pelo fato do mesmo não dividir a jogada com boa disposição. Árbitros buscam muitas vezes entenderem reações de atletas para decidirem, e ao ver Danilo totalmente passivo, pode ter se iludido de que ele recebeu a falta. E falta não foi… Danilo bobeou, e o zagueiro Fabão aproveitou-se da altura e pulou legalmente em busca dela, sem impedir que o corinthiano a disputasse.

Pode ser que uma imagem diferente apareça hoje ou alguém manifeste uma 5ª situação. Mas o certo é que o silêncio forçado ao qual os árbitros são submetidos impede o esclarecimento, força a imagem de antipatia e nem permite o mea culpa caso quisesse assumir um erro, coisa natural aos seres humanos que não são dotados de replay nas suas decisões.

Diante de tudo isso, fico imaginando; ontem, escrevi sobre a importância dos adicionais e a sugestão de AAA mais experientes (http://is.gd/gYMvwb). Respeitando os AAAs de ontem, mas já imaginaram se tivéssemos Cleber Abade, agora com 46 anos, ou qualquer outro mais rodado naquela posição? Se Marcelo se equivocou, este poderia ter sido corrigido pelo ex-árbitro central e agora AAA de elite.

E você, o que achou do lance? Deixe seu comentário:

– A Enciclopédia Ultrapassada

Minha esposa Andréia sempre costuma questionar a validade das enciclopédias mediante os avanços científicos. Tem lógica, afinal, elas se desatualizam.

E não é que a Folha de São Paulo (22/01/2011, Caderno Ciência, pg C1) traz uma matéria do que seriam embriões de enciclopédia com registros inválidos e curiosos? Por exemplo, o relato do Homo Sylvestris, que nada mais era a anotação científica do Lobisomem (data de 1622). Outra: Homens sem cabeça e com olhos e bocas no peito, índios guerreiros da Amazônia de 1601. E com ilustrações!

Abaixo, a interessante matéria:

LOBISOMEM DE 1662 TINHA NOME CIENTÍFICO

Por Giuliana Miranda

Relatos científicos sobre a fauna da época incluíam até o chupa-cabra e serão tema de uma exposição no Rio

Muito antes de aterrorizar mocinhas no cinema, a anaconda, ou sucuri gigante da Amazônia, já tirava o sono de vários europeus. Índios canibais sem cabeça e até o chupa-cabra, também.

Esses e outros mitos e monstros saíram do Novo Mundo direto para as bibliotecas das metrópoles, em publicações que misturavam ciência, fantasia e ficção.
Para explicar os mistérios dos territórios recém-descobertos -e valorizar ainda mais suas conquistas-, muitos exploradores criavam narrativas que deixariam Darwin de cabelos em pé.

“A realidade dos europeus era completamente diferente. Então, quando eles viam animais, plantas e até pessoas tão incomuns, taxavam-nas de monstros e criavam explicações mirabolantes”, diz Ana Virginia Pinheiro, chefe do departamento de obras raras da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

Entre 14 de fevereiro e 15 de abril, algumas dessas histórias poderão ser vistas na exposição “Monstros: Memórias da Ciência e da Fantasia”, na sede da instituição.
Os autores eram variados: iam desde cientistas participando de expedições até piratas com pouca instrução, tendo ainda alguns escritores que nunca tinham saído da Europa, apenas ouviram uma lenda e a “recontaram”.

Alguns dos mitos de origem europeia também marcam presença no acervo, como a história do lobisomem.

Um livreto de 1662, escrito pelo teólogo Gaspar Schott, traz descrições minuciosas sobre a anatomia e, por mais incrível que pareça, atribui um nome científico à criatura: Homo sylvestris. Algo como homem da floresta.

Esses relatos, afirma Pinheiro, provavelmente se basearam em um encontro com pessoas que tinham hipertricose -uma doença sem cura que causa o crescimento excessivo de pelos grossos praticamente no corpo inteiro.

Outra anomalia, hoje conhecida como gêmeo parasita (fetus in fetu), também deu origem a um mito bizarro: o homem “grávido”.

Publicações do século 17 relatam alguns desses casos e, por incrível que pareça, davam instruções para a cura.

A doença provoca uma espécie de gêmeos siameses ao extremo. Enquanto um dos bebês se desenvolve, o outro cresce atrofiado dentro do corpo do irmão, ficando completamente dependente. Um verdadeiro parasita.

Na maioria dos casos, o feto parasita fica na região abdominal, causando uma espécie de barriga que lembra a de uma mulher grávida.

Caso queira ver fotos, o site CONTEÚDO LIVRE as publicou. Fotos em: http://sergyovitro.blogspot.com/2011/01/lobisomem-de-1662-tinha-nome-cientifico.html

– Paulista X Santos: a Pendenga dos Uniformes

Na partida deste último domingo, o árbitro Vinícius Dias Gonçalves Araújo e seu Quarto Árbitro Junior César da Silva cometeram um grande erro ao forçar a mudança de uniformes do Paulista FC na tarde/noite em Jundiaí, na partida contra o Santos.

Funciona assim: o time visitante OBRIGATORIAMENTE deve vestir uniformes de cores diferentes da equipe mandante. Quem joga em casa escolhe a sua roupa, e sendo assim, o Paulista poderia vestir seu uniforme no. 1.

Normalmente, quando as equipes chegam ao estádio, o Quarto Árbitro vai aos vestiários e confere os uniformes das equipes. Todas as peças do uniforme devem ser diferentes entre os times (Camisa, calção e meias). Os goleiros devem vestir cores que os diferenciem dos jogadores de linha da sua equipe e da adversária, lembrando que, em dificuldade de encontrar cores tão diferentes, ao menos a camisa deve ser diferente, podendo o calção e a meia serem iguais ao da sua equipe.

Se o Paulista quisesse jogar (pela ordem Camisa-calção-meia) com as cores: listrada tricolor-branco-branco, o Santos deveria evitar a camisa listrada bicolor (pois seria escura como a do Paulista), bem como calções  e meias brancos. Assim, a equipe da Vila Belmiro deveria jogar de branco-preto-preto. Tanto o goleiro santista quanto o jundiaiense deveriam usar cores diferentes de todas acima citadas, e na impossibilidade, poderiam jogar com calções e meias das cores dos seus companheiros de linha.

Em havendo dúvidas sobre os uniformes, o Quarto Árbitro informa ao Árbitro que decidirá a situação. O procedimento padrão será o de alertar a equipe visitante para providenciar o uso de cores distintas a do mandante, à pena de não iniciar a partida. Na impossibilidade de uso do uniforme ideal por motivos inusitados (roubaram o fardamento, tamanho que não entra, ou qualquer outra coisa), a decisão do árbitro deve ser flexibilizada pelo problema ser pontual.

No Jaime Cintra, o Santos se negou a trocar de uniforme por questões estéticas. Se o Paulista mudou o seu uniforme por gentileza entre os dirigentes, que chegaram nesse acordo, tudo bem. Mas se o time de Jundiaí foi obrigado pela arbitragem, tal ação foi equivocada. Errou o árbitro, sucumbiu ao time grande.

Caso insistisse, o Paulista poderia ter entrado em campo com o seu uniforme número 1, o Santos teria que voltar ao vestiário para a troca e o árbitro deveria relatar o atraso da partida a fim de que a equipe santista fosse multada.