As Eleições de Jundiaí foram surpreendentes. Miguel Haddad não quis tentar a reeleição (pela boataria: medo de possível cassação ou temor de derrota; oficialmente: por motivos pessoais e uma futura candidatura ao Senado). E seu candidato, Luiz Fernando Machado, ficou em 2o lugar.
Antes, ele era o “bola da vez”. Mas levar menos de 50% dos votos sendo apoiado pelo prefeito, na minha leitura (e por lógica matemática também) é um claro não ao continuísmo. Se o antecessor levou mais de 50%, e o seu escolhido não leva, é nítido que não foi aprovado.
Fazer campanha dizendo que será aquele que dará sequência ao trabalho que vem sendo realizado, pode não dar certo…
A propósito, é bom oxigenar a política de Jundiaí. E mais: você não acha que teríamos que ter limite para reeleições no Legislativo? Se o prefeito pode ficar 8 anos, por que o vereador pode ficar mais tempo?
