– São Valentim: Dia dos Namorados no Mundo; Dia do Amor no Brasil

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Entretanto, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DO AMOR.

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia)

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

– Nozes contra o Câncer de Mama

Olha que boa notícia: a vitamina E com ômega 3, encontradas nas nozes, podem reduzir a chance de desenvolver câncer de mama!

Viva a natureza por tanta generosidade:

Extraído de: http://saude.abril.com.br/edicoes/0345/nutricao/nozes-cancer-mama-655385.shtml

NOZES CONTRA O CÂNCER DE MAMA

Pesquisa revela que elas são capazes de prevenir e combater tumores, até mesmo em estágio mais avançado

por Caroline Randmer

Comum em receitas natalinas, esse fruto oleaginoso tem potencial para marcar presença o ano inteiro nas mesas brasileiras. Seus nutrientes — gorduras boas, caso do ômega- 3, aminoácidos e algumas vitaminas, como a E — são responsáveis por benefícios como o controle da pressão arterial, a redução da taxa do colesterol ruim, o LDL, e até a cicatrização. Agora, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Marshall, nos Estados Unidos, comprovaram que uma nova benesse deve ser acrescentada a essa lista: a prevenção do câncer de mama, tipo mais frequente entre as mulheres.
O trabalho foi realizado com dois grupos de roedores. Um deles recebeu o que, para nós, equivaleria a 56 gramas — inclusive durante a gestação, através da alimentação da mãe — e o outro nem uma lasca sequer de nozes. Para os que tiveram os pratos salpicados com o alimento, o risco de desenvolver a doença caiu pela metade. E mais: os especialistas verificaram que, entre os que apresentaram esse câncer, o número e o tamanho dos tumores eram menores. Até mesmo a inclusão da oleaginosa na dieta após o diagnóstico da doença se mostrou uma estratégia bem-sucedida: as nozes brecaram a velocidade do crescimento do aglomerado de células malignas.

É possível que a vitamina E atue junto com o ômega-3 de sua composição, dificultando o desenvolvimento do problema”, sugere Elaine Hardman, a bioquímica que assina a pesquisa. “Já a suplementação do ácido graxo, sozinho, não proporcionou o mesmo efeito”, ela vai logo esclarecendo. Isso talvez porque só quando combinadas essas substâncias auxiliem pra valer a manter as células saudáveis.
Mas há um porém. A quantidade sugerida no estudo — 14 unidades diárias — está acima da que geralmente é recomendada pelos nutricionistas — de seis a dez nozes apenas por dia. Ora, a noz pesa na balança no quesito calorias e, em excesso, suas gorduras poli-insaturadas podem chegar até a diminuir as taxas do colesterol bom, o HDL. Apesar disso, a autora afirma que estudos realizados com a mesma quantidade não adicionaram quilos a mais à silhueta ou outras complicações. Será?

Para driblar essa questão de peso, existe uma tática: “As porções de nozes devem ser bem distribuídas ao longo do dia”, aconselha Gilberto Simeone Henriques, coordenador do curso de nutrição da Universidade Federal de Minas Gerais. Simeone, aliás, acredita que outras oleaginosas, como amêndoas ou avelãs, possam se comportar de maneira semelhante à das nozes na prevenção de tumores de mama. Ele, no entanto, aconselha evitar qualquer uma delas à noite: “As gorduras, por exigirem mais trabalho para serem absorvidas, deixam o sistema digestivo muito lento”. Daí, para quem logo se deita, uma indigestão pode dar as caras. Portanto, mulheres, caprichem nas nozes antes do anoitecer e protejam suas mamas. 

– Personalidade acima da Competência no Mercado de Trabalho

Amigos, cada vez mais o mercado de trabalho cobra exigências pertinentes aos profissionais. E numa pesquisa global, resultados curiosos: o Brasil é o país que mais exige “flexibilidade”, não se importando tanto com o “entusiasmo”. O trabalho mostrou também que cada vez mais se exige bom senso dos jovens.

Abaixo, outros resultados da pesquisa que coloca a PERSONALIDADE como atributo à frente da COMPETÊNCIA.

Extraído de: Revista Época, Ed 17/01/2011, Seção Negócios & Carreira, pg 56, por Marcos Coronato

TEM DE TER ATITUDE

Competência e conhecimento são bons. Mas o que as empresas querem mesmo dos recém-formados é “personalidade”, diz uma pesquisa global

Quem começou a trabalhar no século passado ouviu falar muito da necessidade de dominar um terceiro idioma, fazer pós-graduação ou comprovar experiência. Quem chega ao mercado de trabalho agora depara com exigências adicionais bem mais abstratas. Os jovens precisam ter a “atitude correta”, seja lá o que signifique isso. Para complicar, enfrentam uma impressão difundida pelo mercado de trabalho, justa ou injustamente, de que têm ambição demais e paciência de menos. Uma pesquisa feita pela consultoria alemã Trendence em 20 países (publicada com exclusividade por ÉPOCA) oferece um panorama mais detalhado do que as companhias querem do jovem.

Na maioria dos países, o fator “personalidade” é considerado mais importante que “competências” (saber prático) e “conhecimento” (teórico). O Brasil é o terceiro da lista que mais valoriza a personalidade. Três economias gigantes e dinâmicas, Estados Unidos, China e Índia, destoam das demais. Dão prioridade mesmo é para a boa e velha competência.

As grandes empresas brasileiras, de acordo com o estudo, buscam jovens flexíveis (para assumir diferentes papéis numa organização, não necessariamente ao mesmo tempo), capazes de liderar e decidir (dentro de seu raio de atuação), com facilidade para atuar em equipe, hábeis em análise (para entender cenários amplos), empreendedores (para criar e abraçar projetos) e com “integridade pessoal e ética forte”. Essas foram as mais mencionadas entre 19 características que poderiam contribuir para o sucesso de um recém-formado numa companhia.

O clamor por ética se destacou também entre companhias da África do Sul, do México e da Turquia, mas ela foi quase ignorada em nações com maior tradição de respeito à lei como Alemanha, Bélgica e Holanda. “Em alguns países, a ética é assumida como padrão, nem se precisa falar a respeito. Em outros, como o Brasil, existe o medo da malandragem”, diz o consultor Carlos Eduardo Dias, diretor da Asap, especializada em organização de processos de estágio. Os recrutadores brasileiros consideraram menos relevantes entusiasmo, pensamento positivo, independência, bom-senso e atenção aos detalhes.

É fácil entender a busca das companhias por profissionais flexíveis. Elas enfrentam em sequência desafios pouco compreendidos, como vender para o consumidor recém-elevado à classe C, construir uma imagem de respeitadora do meio ambiente ou negociar com fornecedores chineses. “Nenhuma companhia, hoje, tem gente sobrando, esperando trabalho. Precisamos atender rapidamente às mudanças”, afirma Maurício Rossi, diretor de recursos humanos da Roche Diagnósticos. Mostrar versatilidade foi fundamental para que Silvia Hioka, estudante de engenharia na FEI, fosse contratada pela empresa. “Mostrei conhecimento de equipamentos, operações, tecnologia e também que gosto da área financeira”, diz.

Parece muita coisa para uma jovem de 24 anos, mas Silvia provavelmente não teria sido selecionada se mostrasse só qualificação técnica. A pesquisa confirmou a preocupação das empresas de encontrar a tal “atitude correta”, que envolveria uma combinação rara, principalmente entre jovens, de ambição e garra, mas também disposição para aprender e esperar. Entre 20 características que eles precisariam melhorar, destacou-se “habilidade social”. “Os graduandos têm habilidades sociais. A questão é se eles têm as habilidades sociais certas. Muitos recrutadores acham que não”, diz Caroline Dépierre, diretora de pesquisa da Trendence.

Para quadro clique em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI202466-15259,00.html

– FIFA e Brasil, por Frei Betto

Por Frei Betto

A COPA DO MUNDO NÃO SERÁ NOSSA!

Para bem funcionar, um país precisa de regras. Se carece de leis e de quem zele por elas, vale a anarquia. O Brasil possui mais leis que população. Em princípio, nenhuma delas pode contrariar a lei maior – a Constituição. Só em princípio. Na prática, e na Copa, a teoria é outra.

Diante do megaevento da bola, tudo se enrola. A legislação corre o risco de ser escanteada e, se acontecer, empresas associadas à Fifa ficarão isentas de pagar impostos.

A lei da responsabilidade fiscal, que limita o endividamento, será flexibilizada para facilitar as obras destinadas à Copa e às Olimpíadas. Como enfatiza o professor Carlos Vainer, especialista em planejamento urbano, um município poderá se endividar para construir um estádio. Não para efetuar obras de saneamento…

A Fifa é um cassino. Num cassino, muitos jogam, poucos ganham. Quem jamais perde é o dono do cassino. Assim funciona a Fifa, que se interessa mais por lucro que por esporte. Por isso desembarcou no Brasil com a sua tropa de choque para obrigar o governo a esquecer leis e costumes.

A Fifa quer proibir, durante a Copa, a comercialização de qualquer produto num raio de 2 km em torno dos estádios. Excetos mercadorias vendidas pelas empresas associadas a ela. Fica entendido: comércio local, portas fechadas. Camelôs e ambulantes, polícia neles!

Abram alas á Fifa! Cerca de 170 mil pessoas serão removidas de suas moradias para que se construam os estádios. E quem garante que serão devidamente indenizadas?

A Fifa quer o povão longe da Copa. Ele que se contente em acompanhá-la pela TV. Entrar nos estádios será privilégio da elite, dos estrangeiros e dos que tiverem cacife para comprar ingressos em mãos de cambistas. Aliás, boa parte dos ingressos será vendida antecipadamente na Europa.

A Fifa quer impedir o direito à meia-entrada. Estudantes e idosos, fora! E nada de entrar nos estádios com as empadas da vovó ou a merenda dietética recomendada por seu médico. Até água será proibido.

Todos serão revistados na entrada. Só uma empresa de fast food poderá vender seus produtos nos estádios. E a proibição de bebidas alcoólicas nos estádios, que vigora hoje no Brasil, será quebrada em prol da marca de uma cerveja made in usa.

Comenta o prestigioso jornal Le Monde Diplomatique: “A recepção de um megaevento esportivo como esse autoriza também megaviolação de direitos, megaendividamento público e megairregularidades.”

A Fifa quer, simplesmente, suspender, durante a Copa, a vigência do Estatuto do Torcedor, do Estatuto do Idoso e do Código de Defesa do Consumidor. Todas essas propostas ilegais estão contidas no Projeto de lei 2.330/2011, que se encontra no Congresso. Caso não seja aprovado, o Planalto poderá efetivá-las via medidas provisórias. 

Se você fizer uma camiseta com os dizeres “Copa 2014”, cuidado. A Fifa já solicitou ao Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) o registro de mais de mil itens, entre os quais o numeral “2014”.

(Não) durmam com um barulho deste: a Fifa quer instituir tribunais de exceção durante a Copa. Sanções relacionadas à venda de produtos, uso de ingressos e publicidade. No projeto de lei acima citado, o artigo 37 permite criar juizados especiais, varas, turmas e câmaras especializadas para causas vinculadas aos eventos. Uma Justiça paralela!

Na África do Sul, foram criados 56 Tribunais Especiais da Copa. O furto de uma máquina fotográfica mereceu 15 anos de prisão! E mais: se houver danos ou prejuízo à Fifa, a culpa e o ônus são da União. Ou seja, o Estado brasileiro passa a ser o fiador da FIFA em seus negócios particulares.

É hora de as torcidas organizadas e os movimentos sociais porem a bola no chão e chutar em gol. Pressionar o Congresso e impedir a aprovação da lei que deixa a legislação brasileira no banco de reservas. Caso contrário, o torcedor brasileiro vai ter que se resignar a torcer pela TV.

(Frei Betto é escritor, autor de “A arte de semear estrelas”. Visite a http://www.freibetto.org/>)

– O Auto Ajuda às Avessas do Empreendedorismo

Veja que interessante: um livro que mostra grandes fracassos empresariais, mostrando que o insucesso na Administração das Organizações se dá não pela questão de competência, mas por erros pessoais.

Nele, uma frase de efeito:

empreender pressupõe um desequilíbrio total entre a vida pessoal e a profissional.”

E aí, um empreendedor tem que abrir mão da qualidade de vida para o trabalho? Concorda ou discorda? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2088/artigo156192-1.htm

O LIVRO NEGRO DO EMPREENDEDOR

Quem frequenta livrarias certamente já passou perto de algum título sobre empreendedorismo. Não por acaso, eles estão entre os mais vendidos no Brasil. Mas, de modo geral, batem na mesma tecla: mostram o que um vencedor fez para chegar lá e incentivam a abertura de novas empresas. O consultor espanhol Fernando Trías de Bes acaba de lançar uma obra que vai na contramão: em “O Livro Negro do Empreendedor” (BestSeller), diz que todos esses manuais são uma enrolação, porque não mostram os fracassos – e que se aprende mesmo é com a derrota alheia. “Estamos diante de uma analogia imperfeita: sabendo por que outros tiveram êxito você evitará seu fracasso. Mentira.

Para evitar que um empreendedor fracasse, é necessário saber por que aqueles que fracassaram se deram mal”, escreve o professor associado do Departamento de Marketing da ESADE Business School, em Barcelona, e fundador da Salvetti & Llombart, uma das maiores consultorias de marketing da Espanha. “Um negócio de sucesso é uma oportunidade já aproveitada por outra pessoa.

Meu livro é como uma máquina da verdade para falsos empreendedores”, disse à ISTOÉ, por e-mail. Segundo o autor, boa parte dos novos empreendimentos não consegue ultrapassar os dois primeiros anos de vida e 90% dos empreendedores fracassam antes de completar os quatro iniciais. No Brasil, pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 78% passam dos dois anos, mas só 64% chegam aos quatro.

Por que não dão certo? Por motivos banais, que normalmente passam despercebidos nos manuais e biografias de empresários bemsucedidos. “Os negócios não costumam fracassar por falta de competência técnica de quem os empreende”, frisa Trías de Bes. Normalmente, definham por questões pessoais – brigas entre familiares ou sócios, por exemplo – ou falta de aptidão.

As picuinhas entre os sócios são um dos “fatores-chave de fracasso” (FCF), como diz o autor. Ao todo, são 14, de um perfil não empreendedor à falta de apoio familiar. Quando a empresa está para ser aberta os sócios costumam estar unidos e otimistas. Se o negócio vai bem, um deles pode começar a achar que trabalha mais – e merece mais. Se vai mal, todos se culpam mutuamente. Por isso, o estudioso espanhol aconselha: só se associe em último caso.

Tampouco espere ter uma vida mais equilibrada: “empreender pressupõe um desequilíbrio total entre a vida pessoal e a profissional.” De fato, a vontade de se tornar o próprio chefe (e poder controlar o próprio horário e se dar folgas) é o principal motivo pelo qual os brasileiros abrem uma empresa, segundo o levantamento do Sebrae. Mas, como o negócio é próprio, as preocupações não terminam no fim da jornada diária e nem nos fins de semana.

Como é o próprio dinheiro que está em jogo, a pessoa vai querer é trabalhar mais para que as coisas prosperem. “Incentivar pessoas que não estão preparadas para empreender não é fomentar o espírito empreendedor – é um exercício de irresponsabilidade”, argumenta o autor. Seu livro é um manual ao contrário com uma moral da história simples: veja o que deu errado para que o seu negócio dê certo.

– Paulistão de Competentes Pontuais ou de Excessivos Incompetentes?

O time do Red Bull, na A2, tem 100% de aproveitamento até agora: 6 jogos e 18 pontos.

Na A3, o Capivariano também faz bonito: 5 jogos e 15 pontos.

Na A1, o Corinthians invicto dá-se o luxo de vencer clássicos com Alex, Emerson Sheik e Liedson sem jogar, com folga programada.

Esses times estão acima da média, não há dúvida. Mas por exclusiva competência ou devido a incompetência dos adversários?

Talvez as duas coisas. Mas o que não gera dúvidas é o público do campeonato: um fiasco total! Ingresso caro, burocracia na entrada, jogos não-atrativos. Uma pena.

– Tom Jobim recebe Grammy. Mas há repercussão?

Leio que a cantora Adele ganhou a maior parte dos prêmios do Grammy, o “Oscar da Música”. Vejo também que inúmeras homenagens a Whitney Houston ocorreram. Mas pouco (ou quase nada) se falou sobre o vencedor do prêmio “conjunto da obra”: o brasileiro Tom Jobim!

Ao menos notinhas ufanistas da critica especializada, poxa…

Outro momento bacana: depois de décadas, os Beach Boys se reuniram e cantaram “Good Vibrations”. Taí música de boa qualidade!

– Uma árvore que cai faz mais barulho que uma floresta que cresce!

Compartilho um belíssimo texto do amigo e jornalista Reinaldo Oliveira, enviado há algum tempo, que vale como reflexão. Para quem gosta de boa leitura, aqui vale a pena:

UMA ÁRVORE QUE CAI FAZ MAIS BARULHO QUE UMA FLORESTA QUE CRESCE

Segue carta do padre salesiano uruguaio Martín Lasarte, que trabalha em Angola, de 06 de abril e endereçada ao jornal norte-americano The New York Times. Nela expressa seus sentimentos diante da onda midiática despertada pelos abusos sexuais de alguns sacerdotes enquanto surpreende o desinteresse que o trabalho de milhares religiosos suscita nos meios de comunicação.

Eis a carta:

Querido irmão e irmã jornalista: sou um simples sacerdote católico. Sinto-me orgulhoso e feliz com a minha vocação. Há vinte anos vivo em Angola como missionário. Sinto grande dor pelo profundo mal que pessoas, que deveriam ser sinais do amor de Deus, sejam um punhal na vida de inocentes. Não há palavras que justifiquem estes atos. Não há dúvida de que a Igreja só pode estar do lado dos mais frágeis, dos mais indefesos. Portanto, todas as medidas que sejam tomadas para a proteção e prevenção da dignidade das crianças será sempre uma prioridade absoluta. Vejo em muitos meios de informação, sobretudo em vosso jornal, a ampliação do tema de forma excitante, investigando detalhadamente a vida de algum sacerdote pedófilo. Assim aparece um de uma cidade dos Estados Unidos, da década de 70, outro na Austrália dos anos 80 e assim por diante, outros casos mais recentes… Certamente, tudo condenável! Algumas matérias jornalísticas são ponderadas e equilibradas, outras exageradas, cheias de preconceitos e até ódio. É curiosa a pouca notícia e desinteresse por milhares de sacerdotes que consomem a sua vida no serviço de milhões de crianças, de adolescentes e dos mais desfavorecidos pelos quatro cantos do mundo! Penso que ao vosso meio de informação não interessa que eu precisei transportar, por caminhos minados, em 2002, muitas crianças desnutridas de Cangumbe a Lwena (Angola), pois nem o governo se dispunha a isso e as ONGs não estavam autorizadas; que tive que enterrar dezenas de pequenos mortos entre os deslocados de guerra e os que retornaram; que tenhamos salvo a vida de milhares de pessoas no Moxico com apenas um único posto médico em 90.000 km2, assim como com a distribuição de alimentos e sementes; que tenhamos dado a oportunidade de educação nestes 10 anos e escolas para mais de 110.000 crianças… Não é do interesse que, com outros sacerdotes, tivemos que socorrer a crise humanitária de cerca de 15.000 pessoas nos aquartelamentos da guerrilha, depois de sua rendição, porque os alimentos do Governo e da ONU não estavam chegando ao seu destino. Não é notícia que um sacerdote de 75 anos, o padre Roberto, percorra, à noite, a cidade de Luanda curando os meninos de rua, levando-os a uma casa de acolhida, para que se desintoxiquem da gasolina, que alfabetize centenas de presos; que outros sacerdotes, como o padre Stefano, tenham casas de passagem para os menores que sofrem maus tratos e até violências e que procuram um refúgio. Tampouco que Frei Maiato com seus 80 anos, passe casa por casa confortando os doentes e desesperados. Não é notícia que mais de 60.000 dos 400.000 sacerdotes e religiosos tenham deixado sua terra natal e sua família para servir os seus irmãos em um leprosário, em hospitais, campos de refugiados, orfanatos para crianças acusadas de feiticeiros ou órfãos de pais que morreram de Aids, em escolas para os mais pobres, em centros de formação profissional, em centros de atenção a soropositivos… ou, sobretudo, em paróquias e missões dando motivações às pessoas para viver e amar.
Não é notícia que meu amigo, o padre Marcos Aurelio, por salvar jovens durante a guerra de Angola, os tenha transportado de Kalulo a Dondo, e ao voltar à sua missão tenha sido metralhado no caminho; que o irmão Francisco, com cinco senhoras catequistas, tenham morrido em um acidente na estrada quando iam prestar ajuda nas áreas rurais mais recônditas; que dezenas de missionários em Angola tenham morrido de uma simples malária por falta de atendimento médico; que outros tenham saltado pelos ares por causa de uma mina, ao visitarem o seu pessoal. No cemitério de Kalulo estão os túmulos dos primeiros sacerdotes que chegaram à região… Nenhum passa dos 40 anos. Não é notícia acompanhar a vida de um Sacerdote “normal” em seu dia a dia, em suas dificuldades e alegrias consumindo sem barulho a sua vida a favor da comunidade que serve. A verdade é que não procuramos ser notícia, mas simplesmente levar a Boa-Notícia, essa notícia que sem estardalhaço começou na noite da Páscoa. Uma árvore que cai faz mais barulho do que uma floresta que cresce. Não pretendo fazer uma apologia da Igreja e dos sacerdotes. O sacerdote não é nem um herói nem um neurótico. É um homem simples, que com sua humanidade busca seguir Jesus e servir os seus irmãos. Há misérias, pobrezas e fragilidades como em cada ser humano; e também beleza e bondade como em cada criatura…
Insistir de forma obsessiva e perseguidora em um tema perdendo a visão de conjunto cria verdadeiramente caricaturas ofensivas do sacerdócio católico na qual me sinto ofendido. Só lhe peço, amigo jornalista, que busque a Verdade, o Bem e a Beleza. Isso o fará nobre em sua profissão.  

Em Cristo.

Padre Martin Lasarte, SDB

– Domingo 21:00 e…

… ainda temos futebol rolando nos gramados!

Não me importa se na Espanha há jogos no Domingo à noite. O costume brasileiro é futebol aos domingos à tarde. Uma partida na noite dominical que comece as 19:30h precisa ser muito boa para atrair público. Nem na TV a audiência deve ser satisfatória…

– Análise da Arbitragem de Corinthians X São Paulo, Paulistão 2012

Ótima atuação do árbitro Raphael Claus no Majestoso desta tarde. Em um jogo que começou com os atletas se excedendo em número de faltas, sendo todas as mais fortes marcadas com aplicação correta de cartão amarelo, o árbitro conseguiu conter os ânimos e conduzir com correção a partida. Esteve bem posicionado, correu bastante mesmo com o campo pesado devido as chuvas, e, sua principal virtude hoje: vibrou com a partida. Acertou em todos os cartões e na penalidade ao São Paulo.

A grande dificuldade do jogo é o cuidado redobrado em Jorge Henrique. O atleta costuma exagerar nas faltas recebidas (que são muitas), fazendo caras e bocas de dor desproporcional às infrações. Em outros lances, simula faltas e agressões. Nesta tarde, em lances específicos de Jorge Henrique, o São Paulo recebeu diversos amarelos, além do cartão vermelho. Sobre este, correto, pois foi um nítido pontapé após o jogador ter tocado a bola. Não se entende tal lance como “Jogo Brusco Grave”, pois se classifica nas Regras do Jogo como “Conduta Violenta, punível com Expulsão”(quando não tem como o atleta se defender em lance sem bola).

Parabéns ao árbitro Raphael Claus. No ano passado, fez a melhor arbitragem do campeonato de 2011, na semifinal do Paulistão entre São Paulo x Santos no Morumbi. Agora em 2012, até a rodada atual, pegou um jogo difícil e fez a melhor arbitragem desse início de campeonato.

Curioso: por que ele não foi aproveitado pela CBF no último ano? Enquanto que algumas péssimas arbitragens até credenciaram árbitro para a FIFA, Claus ficou a ver navios. O que será que aconteceu? Desculpas de que nunca apitou grandes jogos, certamente, não pode ser.

Para quem quiser, aqui vai a análise em tempo real via Twitter durante a partida. Confira:

LANCE A LANCE VIA WWW.TWITTER.COM/RAFAELPORCARI

Começa o jogo! Boa sorte ao sexteto de arbitragem.

Aos 5m, cartão bem aplicado ao Wellington. Mas no lance da falta, não deveria ter dado vantagem, pois o jogo estava pegado e nem sempre ter posse de bola é vantagem. Atenção, é no Jorge Henrique… lembram-se quantos cartões Jorge Henrique conseguiu para os adversários no último Palmeiras X Corinthians?

7m: o árbitro Raphael Claus ignora falta de Cortês sobre Alessandro, sendo avisado pelo bandeira Vicente Romano Neto.

8m: na cobrança de falta pró-Corinthians, o AAA Leandro Bizzio Marinho mostrou boa participação: atento, chamava a atenção preventivamente do agarra-agarra na área.

9m: Cícero temerariamente dá um carrinho em… JH de novo! Cartão Amarelo bem aplicado. E a chuva aumenta!

14m: Paulinho faz falta em Willian José. Claus acertadamente pára o jogo. Jogadores extremamente imprudentes.

16m: falta de ataque do Corinthians bem marcada.

19m: carrinho imprudente do jogador do Corinthians. Torcida sãopaulina pede cartão, mas não é para tanto.

21m: Gol do Corinthians, de Danilo. Tudo limpo.

23m: 1º carrinho de Casemiro legal, e o 2º foi falta. Claus está muitíssimo seguro na partida neste momento.

26m: marcada falta do atleta corinthiano por mão na bola. Errou, foi involuntário.

28m: depois dos ânimos exaltados, parece que os atletas colocaram a cabeça no lugar.

29m: na marcação de uma falta boba, jogadores se estranham e o árbitro se impõe.

30m: falta da Fábio Santos, bem marcada.

31m: falta de Alessandro em cima do Lucas. Obstrução com contato físico. Tranqüilo, sem cartão.

34m: Willian José reclama de cama-de-gato. Não foi. Na sequência, Corinthians arma o contraataque e Paulo Miranda faz falta.

38m: falta bem marcada para o SPFC. O sexteto de arbitragem domina o jogo. Muito bom!

40m: atacante corinthiano escorrega no campo molhado e pede falta. Nada, acertou juizão.

A TV mostra uma imagem recuperada de Paulo Miranda segurando “braço-a-braço” o adversário. Ou falta dupla ou nada. Foi nada, acertou.

42m: Fabio Santos faz falta sobre Lucas que estava no ataque, agarrando. Falta bem marcada com aplicação de Amarelo.

43m: Pênalti bem marcado de Alessandro em Cortês. Bem posicionado e convicto marcou o árbitro.

45m: Casemiro domina a bola com a mão. Bem marcado pelo árbitro, não necessitava de cartão Amarelo. Acertou.

46m: Fim de 1º tempo: MELHOR EM CAMPO: ÁRBITRO RAPHAEL CLAUS. Foi senhor da partida até agora. Parabéns.

Começa o segundo tempo. Vamos juntos!

45m07s : Casemiro caiu e Claus entrou. Não foi falta. Mas Claus está com crédito.

46m: falta de ataque em Júlio César . Correto.

47m: Elton se enrola com Paulo Miranda. Também não foi nada. Cavou Paulo Miranda – 2 minutos, duas falta sinexistentes cavadas por sãopaulinos.

48m: Cícero tenta cavar a 3ª, não consegue e árbitro manda seguir. Acertou.

49m: falta em Willian José. 4 faltas pró-SPFC em 4 minutos. Treinador inteligente orientou a busca de faltas, evidente.

53m: apesar da imagem pressionar, Rodolpho pratica carrinho legal. A queda é conseqüência da jogada. Tudo tranqüilo.

55m: Jorge Henrique cai sozinho, simula que recebe falta mas ele é quem faz a falta agarrando Paulo Miranda. Marcação correta do árbitro.

58m: João Felipe atinge com um pontapé por trás Jorge Henrique, depois do atleta ter tocado a boal para seu adversário. Expulsão correta…

… Não se classifica tal expulsão como “jogo brusco grave”, pois tal lance é com disputa de bola. A bola já não estava em disputa. Portanto, é agressão.

O problema é um só: JH é odiado por adversários. E, qdo podem, descem o sarrafo nele. Motivo: em faltas bobas, ele simula demais!

Lembrem-se que tuitamos no começo do jogo: será que JH conseguirá cartões para o adversário em grande número como em PAL X COR no ano passado?

65m: Leão reclama do gandula, é contido pelo 4º árbitro Robério Pereira Pires. Treinador tem razão, gandula da casa tem que acabar. Tão caro que é o futebol, e deixar o mandante responsável por gandulas é bobagem. Sou a favor de que estagiários da Escola de Árbitros sejam gandulas. É importante para sentirem grandes jogos e na sua formação.

68m: Corinthiano avança no ataque e a bola corre pela linha lateral. SPFC pede saída de bola. Tem que sair inteira. Ali está o FIFA Emerson Augusto. O que ele der, eu acompanho.

72m: outra falta em jogador do Corinthians. Em quem? SIMMM… Jorge Henrique. Foi falta, mas a cara é de atropelamento. Quem é árbitro sabe o que quero dizer.

77m: no contra ataque do Ralph, uma imagem desapercebida me chamou a atenção: Raphael Claus, na imagem aberta, é quem mais corre no lance. Está bem.

79m: Chicão faz falta em Cortês. Clássico cartão amarelo.

84m: Osvaldo fez uma falta imprudente no adversário, que reclama, mas Claus acerta na vantagem.

85m: Alessandro pede falta. Nada, segue o jogo.

89m: Falta de ataque de Elton em Cortê,s marcada pelo bandeira Emerson. Acertou. Na sequencia, falta de Lucas: acertou de novo.

91m: falta de Gilsinho no ataque, acertou o árbitro, que marca tudo no finalzinho. Correto.

92m: Cortês disputa bola com Jorge Henrique que cai. Não foi nada, mas JH conseguiu cvar e o árbitro marcou. Depois não quer que peguemos no pé dele…

Fim de jogo! Daqui a pouco preparo e coloco o relatório da arbitragem. Parabéns ao sexteto.

– Análise da Arbitragem de Corinthians X São Paulo, Paulistão 2012

Ótima atuação do árbitro Raphael Claus no Majestoso desta tarde. Em um jogo que começou com os atletas se excedendo em número de faltas, sendo todas as mais fortes marcadas com aplicação correta de cartão amarelo, o árbitro conseguiu conter os ânimos e conduzir com correção a partida. Esteve bem posicionado, correu bastante mesmo com o campo pesado devido as chuvas, e, sua principal virtude hoje: vibrou com a partida. Acertou em todos os cartões e na penalidade ao São Paulo.

A grande dificuldade do jogo é o cuidado redobrado em Jorge Henrique. O atleta costuma exagerar nas faltas recebidas (que são muitas), fazendo caras e bocas de dor desproporcional às infrações. Em outros lances, simula faltas e agressões. Nesta tarde, em lances específicos de Jorge Henrique, o São Paulo recebeu diversos amarelos, além do cartão vermelho. Sobre este, correto, pois foi um nítido pontapé após o jogador ter tocado a bola. Não se entende tal lance como “Jogo Brusco Grave”, pois se classifica nas Regras do Jogo como “Conduta Violenta, punível com Expulsão” (quando não tem como o atleta se defender em lance sem bola).

Parabéns ao árbitro Raphael Claus. No ano passado, fez a melhor arbitragem do campeonato de 2011, na semifinal do Paulistão entre São Paulo x Santos no Morumbi. Agora em 2012, até a rodada atual, pegou um jogo difícil e fez a melhor arbitragem desse início de campeonato.

Curioso: por que ele não foi aproveitado pela CBF no último ano? Enquanto que algumas péssimas arbitragens até credenciaram árbitro para a FIFA, Claus ficou a ver navios. O que será que aconteceu? Desculpas de que nunca apitou grandes jogos, certamente, não pode ser.

Para quem quiser, aqui vai a análise em tempo real via Twitter durante a partida. Confira:

LANCE A LANCE VIA WWW.TWITTER.COM/RAFAELPORCARI

Começa o jogo! Boa sorte ao sexteto de arbitragem.

Aos 5m, cartão bem aplicado ao Wellington. Mas no lance da falta, não deveria ter dado vantagem, pois o jogo estava pegado e nem sempre ter posse de bola é vantagem. Atenção, é no Jorge Henrique… lembram-se quantos cartões Jorge Henrique conseguiu para os adversários no último Palmeiras X Corinthians?

7m: o árbitro Raphael Claus ignora falta de Cortês sobre Alessandro, sendo avisado pelo bandeira Vicente Romano Neto.

8m: na cobrança de falta pró-Corinthians, o AAA Leandro Bizzio Marinho mostrou boa participação: atento, chamava a atenção preventivamente do agarra-agarra na área.

9m: Cícero temerariamente dá um carrinho em… JH de novo! Cartão Amarelo bem aplicado. E a chuva aumenta!

14m: Paulinho faz falta em Willian José. Claus acertadamente pára o jogo. Jogadores extremamente imprudentes.

16m: falta de ataque do Corinthians bem marcada.

19m: carrinho imprudente do jogador do Corinthians. Torcida sãopaulina pede cartão, mas não é para tanto.

21m: Gol do Corinthians, de Danilo. Tudo limpo.

23m: 1º carrinho de Casemiro legal, e o 2º foi falta. Claus está muitíssimo seguro na partida neste momento.

26m: marcada falta do atleta corinthiano por mão na bola. Errou, foi involuntário.

28m: depois dos ânimos exaltados, parece que os atletas colocaram a cabeça no lugar.

29m: na marcação de uma falta boba, jogadores se estranham e o árbitro se impõe.

30m: falta da Fábio Santos, bem marcada.

31m: falta de Alessandro em cima do Lucas. Obstrução com contato físico. Tranqüilo, sem cartão.

34m: Willian José reclama de cama-de-gato. Não foi. Na sequência, Corinthians arma o contraataque e Paulo Miranda faz falta.

38m: falta bem marcada para o SPFC. O sexteto de arbitragem domina o jogo. Muito bom!

40m: atacante corinthiano escorrega no campo molhado e pede falta. Nada, acertou juizão.

A TV mostra uma imagem recuperada de Paulo Miranda segurando “braço-a-braço” o adversário. Ou falta dupla ou nada. Foi nada, acertou.

42m: Fabio Santos faz falta sobre Lucas que estava no ataque, agarrando. Falta bem marcada com aplicação de Amarelo.

43m: Pênalti bem marcado de Alessandro em Cortês. Bem posicionado e convicto marcou o árbitro.

45m: Casemiro domina a bola com a mão. Bem marcado pelo árbitro, não necessitava de cartão Amarelo. Acertou.

46m: Fim de 1º tempo: MELHOR EM CAMPO: ÁRBITRO RAPHAEL CLAUS. Foi senhor da partida até agora. Parabéns.

Começa o segundo tempo. Vamos juntos!

45m07s : Casemiro caiu e Claus entrou. Não foi falta. Mas Claus está com crédito.

46m: falta de ataque em Júlio César . Correto.

47m: Elton se enrola com Paulo Miranda. Também não foi nada. Cavou Paulo Miranda – 2 minutos, duas falta sinexistentes cavadas por sãopaulinos.

48m: Cícero tenta cavar a 3ª, não consegue e árbitro manda seguir. Acertou.

49m: falta em Willian José. 4 faltas pró-SPFC em 4 minutos. Treinador inteligente orientou a busca de faltas, evidente.

53m: apesar da imagem pressionar, Rodolpho pratica carrinho legal. A queda é conseqüência da jogada. Tudo tranqüilo.

55m: Jorge Henrique cai sozinho, simula que recebe falta mas ele é quem faz a falta agarrando Paulo Miranda. Marcação correta do árbitro.

58m: João Felipe atinge com um pontapé por trás Jorge Henrique, depois do atleta ter tocado a boal para seu adversário. Expulsão correta…

… Não se classifica tal expulsão como “jogo brusco grave”, pois tal lance é com disputa de bola. A bola já não estava em disputa. Portanto, é agressão.

O problema é um só: JH é odiado por adversários. E, qdo podem, descem o sarrafo nele. Motivo: em faltas bobas, ele simula demais!

Lembrem-se que tuitamos no começo do jogo: será que JH conseguirá cartões para o adversário em grande número como em PAL X COR no ano passado?

65m: Leão reclama do gandula, é contido pelo 4º árbitro Robério Pereira Pires. Treinador tem razão, gandula da casa tem que acabar. Tão caro que é o futebol, e deixar o mandante responsável por gandulas é bobagem. Sou a favor de que estagiários da Escola de Árbitros sejam gandulas. É importante para sentirem grandes jogos e na sua formação.

68m: Corinthiano avança no ataque e a bola corre pela linha lateral. SPFC pede saída de bola. Tem que sair inteira. Ali está o FIFA Emerson Augusto. O que ele der, eu acompanho.

72m: outra falta em jogador do Corinthians. Em quem? SIMMM… Jorge Henrique. Foi falta, mas a cara é de atropelamento. Quem é árbitro sabe o que quero dizer.

77m: no contra ataque do Ralph, uma imagem desapercebida me chamou a atenção: Raphael Claus, na imagem aberta, é quem mais corre no lance. Está bem.

79m: Chicão faz falta em Cortês. Clássico cartão amarelo.

84m: Osvaldo fez uma falta imprudente no adversário, que reclama, mas Claus acerta na vantagem.

85m: Alessandro pede falta. Nada, segue o jogo.

89m: Falta de ataque de Elton em Cortê,s marcada pelo bandeira Emerson. Acertou. Na sequencia, falta de Lucas: acertou de novo.

91m: falta de Gilsinho no ataque, acertou o árbitro, que marca tudo no finalzinho. Correto.

92m: Cortês disputa bola com Jorge Henrique que cai. Não foi nada, mas JH conseguiu cvar e o árbitro marcou. Depois não quer que peguemos no pé dele…

Fim de jogo! Daqui a pouco preparo e coloco o relatório da arbitragem. Parabéns ao sexteto.

– Inovar é Preciso. Mas e o Aceite da Inovação e a Paciência para Testá-la?

Na última sexta-feira, nosso companheiro de Bom Dia / Diário de SP, Jorge Nicola, reproduziu uma conversa com o Cel Marcos Marinho, presidente da CEAF-SP (FPF), onde ele diz que pediu à FIFA o fim da experiência com os árbitros adicionais (AAA), pois ela, segundo o dirigente, não deu certo.

Dias atrás, emiti minhas sugestões sobre o uso dos AAA (leia o texto em: http://is.gd/v6EcMu). Em suma, me referi a necessidade de que estes sejam árbitros mais experientes, que já estouraram a idade-limite para apitar e que poderiam contribuir muito com o árbitro central, não só com o know-how de uma carreira inteira, mas também com decisões seguras e corretas.

Me surpreende tal opinião da CEAF-SP. Há quanto tempo os AAA estão sendo testados por aqui? Sou a favor do uso da tecnologia no futebol, seja ela eletrônica, áudio-visual ou humana. E, claro, para que elas dêem certo, devem ser usadas, testadas e criticadas após os resultados ao longo de um certo período. Aqui no Paulistão, temos apenas 3 meses de teste do ano passado (duração do Campeonato) + as rodadas de 2012. Não seria precipitado?

No Rio de Janeiro, a CEAF-RJ foi pioneira no uso dos adicionais com a adoção dos mesmos na gestão de Jorge Rabello, há um tempo maior do que SP, num mesmo período aproximado da UEFA com o trabalho da Liga Europa. E no Cariocão, vemos que não está se utilizando os AAA na fase 2 do teste, onde muda-se o lado deles atrás da meta (agora, mais próximo dos gols).

Tal persistência não mostraria que algum resultado positivo esteja ocorrendo?

Me recordo que assisti algumas partidas da experiência com os árbitros adicionais na fase 1 envolvendo equipes europeias. E por lá, os resultados foram excepcionais! Por que aqui não são satisfatórios, em particular, para a Federação Paulista?

Talvez não seja a fórmula dos AAA, mas sim a qualidade dos AAA escalados, ou ainda o treinamento deles! E aqui um assunto importante: não temos árbitros que foram adicionais que treinem adicionais nas comissões de árbitros. Como a função é nova, são professores ex-árbitros e bandeiras que dividem seus conhecimentos. Também para eles isso é novidade!

Para você lecionar arbitragem, tem que ter passado pela experiência dela. Diferente de um comentarista de futebol, que aprende e conhece do esporte sem nunca ter jogado profissionalmente (e ainda assim pode se arriscar nos gramados como treinador, por exemplo), na arbitragem você precisa que os especialistas que estão ensinando e regrando os árbitros tenham estado lá dentro do campo de jogo. Você pode comentar a atuação de um árbitro, sem ter estado lá; mas formar árbitros é diferente. Precisa-se de especialistas! Se já é difícil treinar os AAA tendo sido árbitros, imagine não sendo…

Mas já que ao assunto é inovação, e a figura do AAA é uma delas, por que tanta resistência em inovar no futebol?

Perto dos seus 150 anos de idade, o futebol do século XXI é muito diferente do final do século XIX, dos uniformes, passando pelos esquemas táticos às Regras do Jogo. É uma tolice afirmar que o futebol não mudou ao longo da história! É claro que mudou, e muito! Mas parece existir um conservadorismo ímpar atualmente. Não tínhamos nem árbitro em campo, por muitos e muitos anos de profissionalismo. E hoje, com tantos recursos disponíveis, por que não usá-los?

Parabéns aos que têm coragem de inovar, que aceitam e têm disposição em experimentar ou tentar possíveis benefícios aos futebol.

Um adentro: apesar de todos os defeitos, Eduardo José Farah, ex-presidente da FPF, foi o que mais ousou em inovar: dois árbitros em campo, tempo técnico, spray para a marcação das faltas, cartão azul e limite de faltas em campeonato de aspirantes…

Custa tentar?

– A Sedução das Drogas leva Whitney Houston

Uma pena. O elenco e repertório de artistas que estão em outro plano, vitimados por drogas, aumentou. Depois de tantos outros cantores nacionais e internacionais, Whitney Houston se soma a esta lista.

Na década de 90, a trilha sonora de “O Guarda Costa”, com Kevin Costern, foi um sucesso absoluto. Mas a maldita sedução das drogas é traiçoeira, e parece que a classe das celebridades, por motivos peculiares, é cada vez mais vitimada. Whitney é apenas mais uma.

Com tudo isso, ainda há idiotas que fazem alusão ao uso de entorpecentes. Triste e imbecil, não?

– Liturgia de quem quer Recomeçar!

A Liturgia de hoje traz belíssimas mensagens cristãs, que falam sobre reinserção das pessoas!

Na Primeira Leitura, se mostra a dificuldade daqueles que estão à margem, usando da imagem dos hansenianos. Os portadores de lepra eram considerados pessoas amaldiçoadas, até pela dificuldade de tratar de tal doença há mais de 2000 anos. E se afastavam do convívio social. No livro do Levítico, mostra-se a figura do leproso procurando o sacerdote em busca da sua volta, como um pecador que procura o sacramento da confissão para estar de volta à Igreja.

Na sequência, o Salmo mostra como é bom a volta, a reconciliação / reinserção. Canta o salmista: “Sois, Senhor, para mim: alegria e refúgio! Eu confessei meu pecado e minha falta conheceis, e me perdoaste. Regozijai-vos, ó justos, em Deus!”

Na Segunda Leitura, São Paulo lembra que tudo o que fazemos, temos que fazê-lo de maneira cristã, para a glória de Deus: “Quer comais, quer bebais, quer qualquer coisa façais, fazei tudo para a glória do Senhor” (Lembra o pedido de São José Maria Escrivá: sermos operários de Deus, e tudo no que trabalharmos, que seja à luz do Evangelho. Se advogado, que sejamos advogados de Cristo; se comerciante, idem. E por aí vai).

Por fim, no Evangelho é o próprio Cristo que atende o apelo do leproso: Se queres, cura-me Senhor”, que prontamente diz: “Eu quero”, e cura o enfermo, que se alegra e segue a sua vida.

Assim, vemos que toda a liturgia está centrada em: procurarmos a cura do corpo e da alma, voltarmos à uma vida correta, em Cristo, e que tudo seja pelos princípios do Evangelho?

Fica a reflexão: como o leproso, devemos pedir sempre a Deus. Mas o que temos pedido? Paz, saúde, disposição, ardor missionário; ou futilidades e bens materiais?

Obs: ao falarmos do leproso do Antigo Testamento, em contextos maiores nas demais leituras, vemos que o doente era condenado e excluído. Cristo, com o Novo Testamento, traz de volta à vida. Assim, devemos tomar cuidado numa leitura bíblica fundamentalista, ou seja, ao pé da letra, sem entendermos costumes sociais da comunidade judaica. A Bíblia é referência ao Cristo, que aperfeiçoa e atualiza a lei de Moisés com sua Mensagem Evangelística.

– Empresas Familiares e a Sucessão: A Preparação na Escola!

Sucessão nas empresas familiares: Herdeiro se faz na escola!

Extraído de: Revista Istoé Dinheiro, pg 62-65, edição 675, 15/09/2010

DIPLOMA DE SUCESSOR

Num ambiente corporativo ainda dominado por empresas familiares, há uma oferta crescente de cursos para formação de herdeiros – e companhias de todos os portes estão aderindo a essa tendência. – Por Letícia Moreli

Em tempos de globalização econômica, competição acirrada e megafusões, o ditado “nascido em berço de ouro” já não garante a ascensão do herdeiro de uma grande empresa ao trono da presidência.

É preciso polir e lapidar bem esse berço até que, após muito ser embalado, o rebento ande com suas próprias pernas. O conhecimento passado a esses herdeiros tem sido cada vez mais valorizado para que ocorra uma transferência de poder tranquila e sadia dentro das empresas.

E o que não falta no mundo corporativo são negócios com essa característica familiar de comando. Nos Estados Unidos, 40% das 500 maiores companhias são controladas por famílias. No mundo, a média chega a 80%. Uma realidade da qual o Brasil não se distancia. Em estudo realizado em 2005, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontou que 90% das empresas registradas no País são tradicionalmente familiares.

Assim, formar corretamente os futuros presidentes e diretores, mesmo que herdeiros naturais do negócio, matriculando-os em cursos específicos ou contratando consultores que funcionem como treinadores/tutores desses futuros executivos, pode ser decisivo para determinar a longevidade de uma empresa. Poucas vezes, as empresas brasileiras se depararam com esse tipo de desafio de forma tão dramática. 

Isso porque grandes grupos estão assumindo um papel global, justamente no momento de passar o bastão de uma geração para outra.  Ao longo da última década, pipocaram escritórios e escolas para sucessores no mundo – com cursos que variam de R$ 3 mil a US$ 35 mil. 

Em países como Suíça, França, Estados Unidos e Itália, especialistas trabalham na formação dos herdeiros e  renomadas escolas de economia e administração abrem suas portas para cursos de gestão de empresas familiares (observe quadro abaixo). 

Um dos principais nomes desta tendência é John Davis, professor de Harvard que virou referência para altos executivos brasileiros de empresas familiares e abriu, no Brasil, o primeiro escritório da Cambridge Business Advisors fora dos EUA, em maio. 

Davis participou do plano de sucessão de Jorge Gerdau Johannpeter, na presidência do grupo Gerdau, e orientou a mudança do comando no Pão de Açúcar, em 2003. 

O trabalho de escritórios como o de Davis é fazer com que as empresas se deparem com uma questão básica: “temos alguém na família preparado para assumir o comando?” Uma questão que muitos não sabem como responder . 

“Atendemos famílias que não sabem como estabelecer um acordo de acionistas e definir o futuro. Se os filhos vão atuar ou não e como prepará-los”, diz Claudinei Santos, consultor de empresas há 37 anos e diretor da área de projetos de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing, de São Paulo. 

Foi com o auxílio de uma dessas instituições brasileiras, a Fundação Dom Cabral – notória na formação de todo tipo de executivos, herdeiros ou não –, que o grupo mineiro Asamar concretizou a sucessão da segunda para a terceira geração, preparou os sucessores e desenvolveu o processo de abertura para participação de acionistas não familiares. 

O principal negócio da família se resumia à fábrica Cimentos Montes Claros. “Com o aquecimento da economia e a globalização percebemos que não conseguiríamos construir negócios grandes só com os recursos da família e optamos pela parceria com investidores”, explica Sérgio Cavalieri, 57 anos, do conselho administrativo e um dos seis herdeiros da empresa. Ele fez o curso da fundação. 

“Além do curso em si, a consultoria feita pela Dom Cabral no estabelecimento das regras do processo de transição nos ensinou muito. Agora, outro aprendizado vem com o dia a dia da empresa, já que, com o alinhamento entre acionistas e gestores, temos metas para entregar resultados”, garante Cavalieri. 

Hoje, o grupo Asamar desenvolve negócios nas áreas de distribuição de combustíveis líquidos – entre eles a marca Ale –, incorporação e construção imobiliária, operação de imóveis e hotelaria, produtos e serviços financeiros, construção em aço, reflorestamento e produtos florestais, biocombustíveis e tecnologia da informação. A receita total da holding é de R$ 8,5 bilhões.

A importância dos consultores também ganhou holofotes na sucessão familiar. A Riccó, fabricante de móveis domésticos e para escritório, é um exemplo de como esse tipo de profissional, fora da esfera familiar, pode ajudar. 

Fábio José Riccó, 31 anos, diretor-executivo da empresa há quatro anos, representa a quinta geração de um negócio que começou como uma marcenaria em 1857 e que vem crescendo 40% por ano. Antes de assumir a empresa, Fábio resolveu montar um outro negócio, fora do da família. 

“Foi importante ter sucesso sozinho, para sentir que funcionaria na empresa da família e que herdar o comando não era algo dado de graça”, diz o empresário, filho de Fábio Paulo Riccó, ex-presidente da Riccó. Para segurar os embates, ele e o pai contaram com a ajuda de um empresário amigo da família, que até hoje atua como um consultor informal. “Tive que aprender a me controlar,  falar menos e escutar mais”, admite Fábio. 

Mas qual o segredo para dar continuidade aos negócios geração após geração? Para os especialistas, a palavra-chave é competência. Ocorre que nem sempre é possível encontrar pessoas capazes de herdar o talento e o espírito empreendedor dos fundadores. “Por vezes, a solução é afastar os integrantes da família, colocando-os no conselho administrativo e substituindo-os por profissionais experientes”, diz Santos. 

Nas escolas de sucessores, os cursos servem para corroborar ou não se o DNA do herdeiro tem consistência empresarial. Se o boletim vier cheio de notas vermelhas, o pretenso sucessor familiar é reprovado. “Em geral, a empresa familiar resiste em abrir mão do controle. 

Mas o mercado é impiedoso e é preciso sabedoria para reconhecer quando é hora de mudar”, orienta Teresa Roscoe, gerente coordenadora da parceria para desenvolvimento de acionistas da Fundação Dom Cabral.

– Endorfina Pura!

Se repouso demais, meu joelho com o menisco rompido dói. Parece que a perna fica atrofiada.

Se corro, aí eu judio mais ainda dele.

Se dou um trotezinho leve, assim que eu estou bem aquecido, a danada da Endorfina está a flor da pele e fica na orelha: “já sarou, acelera, tá bom demais”…

Doce ilusão. Como é bom correr, mas com lesão no Menisco, apesar do tratamento americano RICE (tradução do acróstico original em inglês para: repouso, elevação, compressão, fortalecimento), não dá. Estou quase desistindo disso e partindo para a cirurgia…

Haja paciência!

– Dia de Nossa Senhora de Lourdes

Para os que veneram Maria sob o poderosíssimo título de Nossa Senhora de Lourdes, hoje é dia de festa: comemora-se o dia da sua memória.

Já pediu a Mãe de Deus por saúde, pela família e por paz, junto ao Cristo Jesus?

ORAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES

Nossa Senhora de Lourdes, quando aparecestes à menina Bernardette, disseste-lhe: “Eu sou a imaculada Conceição”. Fostes concebida no ventre de Vossa Mãe, a Senhora de Sant’Ana, isenta da mancha do pecado original.

Rogo-vos, pois, sede a minha advogada perante o Vosso Amado Filho. Protegei-me com o vosso manto puríssimo, mais alvo do que neve. Dá-nos que possamos viver em paz e que a concórdia reine entre todos os povos.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós. Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós nós que recorremos a Vós. Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a Vós.

– Deu Mário Gobbi, o Novo Presidente do Corinthians

Os Sábios sabem disso: em qualquer eleição, quem está no poder pode facilmente fazer seu sucessor. Só não consegue se fizer uma gestão muito ruim… E o motivo é claro: o uso da máquina administrativa!

Mário Gobbi não ganhou pelo seu carisma, virtudes ou esperanças demonstradas. Mas sim pelo apoio de Andrés Sanches e sua máquina. Não há dúvida.

O que será que aconteceria se Paulo Garcia vencesse? Hum… será que muitas coisas ruins apareceriam?

Sinceramente? Não sinto firmeza no delegado Mario Gobbi. Digo isso pela visão como administrador, pois, afinal, nem torço para time grande ou sou sócio do clube…

Que os eleitores se sintam felizes!

– Sudão do Sul vai ganhar… Escrita!

Coisas que parecem não existir no século XXI: no paupérrimo Sudão do Sul, país recém-criado, fala-se o dinka.

Você conhece alguém que fala dinka?

Pode até encontrar um falante de dinka, mas certamente não encontrará alguém que saiba escrever tal idioma, simplesmente porque ele não tem escrita!

Após muitos estudos, vão colocar o dinka no papel! Impressionante: um povo sofrido pela pobreza que nem língua para escrever possui!

Extraído de: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/01/registro-escrito-forca-a-identidade

REGISTRO ESCRITO, FORÇA À IDENTIDADE

Língua falada por 2 milhões de pessoas no novo Sudão do Sul, país que se separou do resto do Sudão em julho de 2011, vai ganhar escrita. Estudos brasileiros mostram que o ensino da língua materna tende a despertar o interesse pela própria cultura.

Por Margareth Marmori

Uma língua africana falada por mais de 2 milhões de pessoas no Sudão do Sul vai em breve ganhar registro escrito. Torben Andersen, doutor em línguas nilóticas ocidentais e professor da Universidade de Aalborg, na Dinamarca, está na fase final do trabalho de documentação do dialeto Agar, um dos quatro do idioma dinka que, ao final do projeto, vai ganhar alfabeto, gramática e dicionário próprios.

O dinka pertence à família das línguas nilóticas ocidentais, que é uma subdivisão do filo nilo-saariano, e é falada pelo povo homônimo, o maior grupo étnico do Sudão do Sul. Os outros dialetos da língua são o Padang, o Rek e o Bor.

Assim como o vietnamês, o dinka é uma língua monossilábica. No entanto, diferentemente do que ocorre com outras línguas desse tipo, o dinka tem uma morfologia complexa, na qual a flexão das palavras acontece por meio de variações no tom, timbre ou duração da pronúncia das vogais.

No dinka, as vogais têm dois timbres (também chamados qualidades vocálicas) e três tons (alto, baixo e decrescente), mas o que a faz peculiar é a existência de três durações vocálicas (curta, meio longa e longa). Segundo Andersen, entre os linguistas supõe-se que, de modo geral, as línguas têm, no máximo, duas durações vocálicas, como é o caso do dinamarquês.

A grande variação vocálica do dinka a torna uma língua difícil de aprender para os que não a têm como língua materna. “Tive inicialmente muita dificuldade para aprender o dinka porque não sabia a que nuances de som eu deveria prestar atenção ao ouvir a língua”, conta Andersen.

Em 20 anos de contato com a língua, o pesquisador reuniu 3.600 páginas de anotações escritas à mão e outras milhares de páginas de resumos, dados e análises que lhe dão agora a base para a documentação escrita da língua.

Banida pelo governo árabe sedia

do em Cartum durante a guerra civil no Sudão, o dinka escrito será usado na construção do sistema educacional do Sudão do Sul, país que se separou oficialmente do resto do Sudão em julho do ano passado. Andersen acredita que o ensino da língua escrita nas escolas contribuirá para fortalecer a identidade cultural sudanesa.

– Tipos de Ajuda Corporativa

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”. Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores. O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

– Dia do Enfermo!

Hoje é um dia de simbolismo forte: dia do enfermo, de se preocupar com os doentes, do corpo, da alma e da mente. Nele, somos convidados a refletir como amparamos os mais necessitados.

Se nós já temos alguma dificuldade em conseguir serviço médico de boa qualidade, mesmo pagando, devemos nos solidarizar com aqueles que não tem assistência médica nem recursos, os que vagam pelos leitos e sofrem com a falta de serviço médico público.

Visitar e auxiliar os doentes, não nos esqueçamos, é um ato de caridade!

– “Polão” é a Meca do Futebol?

Talvez seja porque o morador de Presidente Prudente seja o mais fanático torcedor de futebol do país. Ou porque o estádio Eduardo José Farah reúna as melhores condições de São Paulo. Ou ainda porque o retorno financeiro dos clubes compensem o desgaste técnico dos atletas.

Outra explicação no Paulistão não há: o recorde do número de jogos na aprazível Prudente surpreende! Tudo bem que a cidade é bela e rica, mas… Palmeiras X XV de Piracicaba se joga no Pacaembú, Corinthians X Linense idem. E quando o torcedor paulistano tem a oportunidade de assistir a um clássico… o clássico é remarcado para Presidente Prudente!

Ora, São Paulo não tem estádio? O Farahzão não recebeu tantos jogos importantes nem na época da gestão do próprio Farah. Mas agora…

Gozado – todos os clássicos, exceto quando o mandante é o São Paulo FC – vão para lá. Coincidência?

– O Sincero Romário

Espero que na minha próxima vinda a Brasília tenha alguma porra pra fazer

Romário, deputado federal, desabafando sobre seu trabalho no Congresso Nacional.

– Salário de PM X Salário de Deputado

Estamos vendo a triste realidade da PM na Bahia. Imaginaram um país com a Polícia em Greve?

Anarquia total

Muitas pessoas estão criticando o fato de policial entrar em greve. Mas, cá entre nós, reflita o seguinte cenário:

Um Policial Militar, que trabalha de sol a sol (às vezes, noite a noite), trocando tiros com bandidos, mal equipado, com receio de represálias à família, aguentando vagabundo e problemas diversos, ganha perto de R$ 2.000,00.

Já um Deputado Federal, que trabalha 3 dias da semana, goza de vários períodos de férias, aposentadoria especial e outras coisas, ganha:

·          Salário Mensal: R$ 16.512,09 (2010). {Para 2011, R$ 26.700,00}.

·          13º,+ 14º e 15º Salários;

·          Auxílio Moradia: R$ 3.000,00;

·          Cota Telefônica: R$ 4.000,00;

·          Passagens: R$ 9.000,00;

·          Assinaturas Mensais de Revistas: R$ 1.000,00;

·          Assistência Médica: R$ 8.000,00;

·          Verba Indenizatória: R$ 15.000,00;

·          Verba de Gabinete: R$ 60.000,00. 

Qual custo benefício vale mais ao nosso país?

São esses senhores engravatados que discutem e regulam aumentos (nas esferas estaduais ou federal) para aqueles que verdadeiramente trabalham?

Falamos sobre PMs. E se fosse para professor, médico público…

Está tudo errado. O político, que deveria ser servidor do povo, é quem desfalca o bolso do contribuinte. E o coitado do Policial, na situação que se encontra, ainda é alvo de críticas…

– Temporal de Verão: só nos preparamos quando o sentimos?

Muita chuva nessa tarde aqui em Jundiaí. No Bairro Medeiros, infindáveis trovões e raios assustavam os moradores.

Veja o carro na Avenida Francisco Nobre, no meio da chuva: onde ele está?

No final do dia, parte da Avenida Reynaldo Porcari ficou sem energia elétrica, e outra parte com energia piscando.

Sem dúvida, a força da natureza é incontrolável. Por mais que você se previna, problemas de diversas ordens acontecem.

– Unicamp e a Não-Inscrição de Quase Metade dos Aprovados!

Um número que impressiona: quase metade dos estudantes aprovados na Unicamp não se matricula!

Cerca de 45% das vagas ficaram abertas para a segunda chamada. Como explicar tal fato?

Alguns alegam que é pela concorrência de outras instituições; outros, pelo fato da Universidade de Campinas não ser a primeira opção em determinados cursos. Ainda, o fato de treineiros estarem inscritos.

Bobagem. Para quem conhece a Unicamp, sabe da sua excelência. Mas fica a dúvida: como interpretar tal número?

Extraído de: http://is.gd/UXfhUs

UNICAMP CONVOCA PARA QUASE METADE DAS VAGAS NA SEGUNDA CHAMADA

A segunda chamada do vestibular da Unicamp tem 1565 candidatos convocados, 45% das 3.444 vagas disponíveis para o primeiro semestre de 2012. A lista de estudantes que conquista a vaga porque os primeiros chamados não foram realizar matrícula está disponível no saguão do Ciclo Básico II da universidade e na página www.comvest.unicamp.br. Nesta quarta-feira, dia 8, também foram divulgadas as notas de todos os concorrentes.

– Minha despedida da Sant’Anna

Amigos, com a sensação do dever cumprido ao longo do período letivo, já saudoso do Campus Abadia e agora do Externato Sagrada Família, venho agradecer aos meus colegas professores que tanto me ajudaram, aos coordenadores aos quais mantive relacionamento (e em especial ao Prof Antonio Oirmes Ferrari), aos funcionários sempre simpáticos e prestativos, além dos queridos alunos que conheci ao longo dessa caminhada.

Por motivos particulares e decisão própria, já não estou mais no qualificado quadro da estimada Faculdade Sant’Anna.

Sentirei saudade do clima acadêmico, das nossas aulas e dos bate-papos. Mas é vida que segue! Nenhuma mágoa deixada, tampouco qualquer conflito.

Aos meus amigos professores, boa sorte!

Aos meus caros ex-alunos, sucesso!

Continuaremos conversando por aí, por aqui, por lá…

Obrigado a todos pela oportunidade de conviver com gente de bem, esperançosa, determinada, inteligente e de bom coração. É isso que vale em qualquer atividade profissional.

Att,

Professor Rafael Porcari

– Como o Árbitro de Futebol é Visto

– A Ilusão do Regulamento Paulista da Arbitragem de Futebol divulgado nesta semana!

A FPF divulgou nesta semana o Regulamento da Arbitragem 2012. E, novamente, desagrada.

Quando você quer complicar algo, você normatiza em excesso, engessa, burocratiza e cria inúmeros artigos e parágrafos cheios de detalhes e escapes. Claro, feitos para que qualquer tipo de ação seja justificada por algum ponto ali citado no emaranhado de detalhes. E esse novo regulamento (como gostam de alterar regulamentos!) justamente parece isso: um composto de pontos de discussão que não leva ao árbitro mais otimista a ter crédito no cumprimento dele.

Desde que surgiu o Ranking da Arbitragem, com categoria Ouro, Prata e Bronze, a descrença sobre o ideal funcionamento dele foi ano a ano aumentando, até se tornar motivo de chacota entre os próprios árbitros. Agora, surgem as novas subcategorias: Especial, 1,2,3,4 e 5. E todas com subjetividade: a Especial terá de “10 a 20 árbitros”. Ué, por quê não determinar a quantidade exata? Assim, virará coração de mãe: sempre vai dar para encaixar mais um na lista quando precisar…

A categoria 1 será a de árbitros da primeira divisão, mas que não apitará clássicos e jogos de maior apelo (estes, só para os Especiais). São os árbitros de times pequenos?

Como ex-árbitro e apreciador do assunto, não tenho dúvidas em emitir a minha opinião democrática e respeitosa: não gostei do novo regulamento, e entendo que mais uma vez toda a patavina dita pelos dirigentes dos árbitros é demagógica, pois, no fundo, nem os próprios árbitros acreditam na subjetividade travestida de objetividade do conjunto de normas. E, se tudo fosse claro, porquê não divulgar a pontuação semanal dos árbitros no ranking, já que esses pontos existem e nunca ninguém sabe e ninguém viu?

Se transparente fosse, teríamos as categorias e posicionamento do ranking divulgados antes do início do Paulistão. Ora, estamos em fevereiro, o regulamento foi divulgado dia 06 e POR MAIS INCRÍVEL QUE POSSA SER, não tem ranking 2012, apenas regulamento com validade retroativa!

Bagunça total…

Para o sorteio de logo mais a tarde, para o clássico entre São Paulo X Corinthians, escolha-se um dos 10 ou 20 árbitros especiais cujos nomes não foram divulgados (quer mais subjetivo que isso? Quantos árbitros estão habilitados, hoje, como especiais? Oficialmente, de 10 a 20, não revelados). O problema é que os árbitros categoria 1, da A1, não poderão ir para o sorteio. Então, como antes se dizia que “nem todo Ouro é Ouro”, nem todo “categoria 1 é categoria 1…”

Onde está Sindicato ou Cooperativa dos Árbitros para defendê-los? Só falta manifestarem-se a favor de tal regulamento!

– A Ilusão dos Donos de Carros a Álcool Brasileiros

Terra de Oportunidades? Cinturão da Economia Verde? Fonte Inesgotável de Bioenergia e de Combustíveis Alternativos?

Tudo isso é verdade quando referido ao nosso país em relação à produção de Combustíveis ecologicamente corretos, e, em especial, a do Álcool Etílico Hidratado (etanol). Mas uma outra verdade não dita: não conseguiremos atender nem o Consumo Interno de Etanol, nem as exportações do produto! Motivo? Produtividade!

Extraído de Época Negócios, fevereiro/2012, pg 30.

TEM, MAS ACABOU

Justo agora que os EUA finalmente se abriram ao Etanol Brasileiro, a produção não dá conta nem do mercado doméstico. Aguenta aí, tio Sam!

No fim de 2011, os Estados Unidos acabaram com o incentivo à produção de etanol. Por 30 anos, o subsídio e a sobretaxa impediram o acesso dos usineiros brasileiros ao mercado americano. Mas justamente quando o caminho ficou mais fácil, falta produto – até para o mercado interno. Pela primeira vez em uma década, a safra brasileira de cana-de-açúcar terá uma quebra de 10%, por causa dos escassos investimentos, da baixa produtividade dos canaviais e de problemas climáticos. Na colheita de 2011/12, a produção de etanol chegará a 21 bilhões de litros (o potencial de mercado é de 35 bilhões). As usinas vão deixar de faturar mais de R$ 15 bilhões.

Sem excedentes, o Brasil deve permanecer um exportador apenas pontual. Os próprios Estados Unidos exportam mais que nós, hoje (gráfico ao lado). “A demanda potencial no Brasil será, nos próximos três a cinco anos, maior que a oferta real”, diz José Carlos Grubisich, presidente da ETH Bioenergia, do grupo Odebrecht. Segundo um levantamento do setor, o Brasil precisará investir US$ 67 bilhões para construir 172 usinas que moam 516 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. É como dobrar a capacidade atual. Para complicar, um canavial leva cinco anos para estar no ponto de corte.

As empresas não estão paradas. O etanolduto, com investimentos de R$ 6,5 bilhões para reduzir os custos de transporte do combustível do Centro-Oeste para São Paulo, deve ficar pronto em 2015. Um terminal no porto de Itaqui (MA), da Raízen, deve ficar pronto em 2018, ao custo de R$ 600 milhões, diz Luiz Eduardo Osorio, vice-presidente da empresa. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), 114 usinas, de 40 grupos, estão certificadas pela agência ambiental dos Estados Unidos. “Mais que o subsídio, a boa notícia é que o etanol brasileiro foi considerado pelos americanos um combustível limpo”, diz Antonio de Pádua Rodrigues, diretor da Unica. “A questão ambiental ainda pesa.”

– O que os Estudantes preferem e quais seus Hábitos

Uma interessante matéria na Veja SP (citação abaixo), traz uma combinação de pesquisas realizadas pela Abril Mídia, IBGE e Ibope com estudantes entre 12 e 17 anos das redes público e privada de ensino, sobre comportamento dos estudantes. E nela, resultados interessantes: mais da metade dos alunos nunca seria professor; a minoria gosta de Química; quase 10% já usaram drogas ilícitas e 9% se apaixonaram por seus mestres.

Outros números sobre a realidade de ensino nessa faixa etária, abaixo:

Extraído de Revista Veja SP, Ed 0/02/2011, pg 31

AS PREFERÊNCIAS E HÁBITOS EM NÚMEROS

54% dos alunos não seriam professores;

23% experimentaram cigarro;

9% experimentaram drogas;

85% já colaram em provas;

18% consomem bebida alcoólica regularmente;

42% possuem smartphones;

9% se apaixonam pelos professores;

22% perderam a virgindade antes dos 15 anos;

55% praticam esportes;

29% foram vítimas de assalto;

40% sofreram com bullying;

21% causaram bullying;

9% preferem química, 12% português, 13% história; 16% idiomas, 17% matemática e 33% outras disciplinas;

38% seguirão carreira em Humanas, 18% exatas, 10% biológicas, 17% outras e 17% não sabem.

– A Ilusão dos Estaduais que nada valem como parâmetro aos grandes

O Vasco da Gama tem 100% de aproveitamento no Campeonato Carioca. Mas na primeira partida da Libertadores da América, perdeu em casa para o Nacional do Uruguai.

Os grandes paulistas São Paulo, Palmeiras e Corinthians se revezam na ponta do Estadual, definitiva ou provisoriamente. Doce ilusão?

Cada vez mais, vemos que os regionais não servem para parâmetro. A cada ano, o Brasileirão fica mais empolgante e os Campeonatos Estaduais servem apenas para os times pequenos. É inegável que a fórmula de disputa de 3 meses é ruim para clubes de grande torcida, que poderiam se dedicar a excursões ou campeonatos continentais, e péssima para os clubes menores, pois, para alguns, o ano só tem a disputa do Regional.

Profissionalismo?

A quem interessa realizar uma partida profissional as 17h em plena quinta-feira? Paulista X São Caetano jogarão hoje no Jayme Cintra nesse inusitado horário e dia, a R$ 30,00 o ingresso mais barato, num estádio de difícil acesso para quem conhece o trânsito da cidade de Jundiaí no horário de pico. Chegar ao Jardim Pacaembu nesse horário é uma aventura!

Por quê insistirmos em método deficitário de campeonato?

– Travestis cobrando Caloteiros do Fisco!

Sabemos que a sonegação fiscal é um problema mundial. Mas uma resolução inusitada veio do Paquistão. Lá, as autoridades resolveram provocar constrangimento aos devedores colocando travestis para cobrá-los!

Como se sabe, eles são islâmicos e o homossexualismo é algo que refutam muito. Veja o que aconteceu abaixo…

Extraído de: http://super.abril.com.br/cotidiano/travestis-combatem-sonegacao-impostos-598669.shtml

TRAVESTIS COMBATEM A SONEGAÇÃO DE IMPOSTOS

Paquistão pede ajuda de transexuais para elevar a arrecadação

por Juliana Cunha

Algumas usam jeans e camiseta, outras preferem vestido e lencinho na cabeça. Todas bem arrumadas, com maquiagem e cabelos impecáveis, elas saem prontas para arrasar… a evasão fiscal. O Paquistão, um dos países campeões mundiais em sonegação de impostos (apenas 2% da população declara imposto de renda), decidiu tomar uma medida inédita. A prefeitura de Karachi, maior cidade do país, recrutou grupos de travestis que saem às ruas para coletar impostos atrasados. Os transexuais vão até lojas e residências, de porta em porta, batendo palmas e gritando – a proposta é chamar bastante a atenção e, aproveitando o machismo do país, constranger os devedores a pagar suas dívidas.

A inspiração veio de uma iniciativa parecida: em 2006, a Índia empregou eunucos para cobrar impostos atrasados (que ficavam cantando na porta dos inadimplentes até que eles se convencessem a pagar). E não agrada a todos. “Os impostos são o calcanhar de aquiles da política paquistanesa”, diz o parlamentar Jahangir Tareen. “Enquanto o governo não tomar providências sérias para acabar com a sonegação, haverá esse tipo de medida desesperada e inócua.” Apesar das críticas, os defensores da ação alegam que ela também é uma forma de incluir os transe-xuais na sociedade. Para a maioria deles, o trabalho de arrecadar impostos é o primeiro emprego fixo e registrado. Os “travestis do governo”, como são chamados pela população, já estão trabalhando há 9 meses e arrecadaram US$ 100 mil em tributos atrasados. Mas a cidade de Karachi ainda tem cerca de US$ 5 milhões em impostos a receber. Ainda será preciso brilhar muito mais.

– Frete na China, Frete no Brasil

Ouvi depoimento de Sérgio Habib, o homem que um dia presidiu a Citroen no Brasil e hoje é o importador da JAC Motors. Foi na Rádio Bandeirantes e o tema era “Custo Brasil”.

Você sabia que:

O m2 de um galpão industrial no Brasil custa R$ 400,00. Na China, 120,00.

O frete de São Paulo a Salvador custa R$ 1.600,00. O equivalente na China, Pequim a Xangai, R$ 160,00.

É difícil ou não concorrer com eles? Deixe seu comentário:

– Por que o árbitro tem que ser Mudo?

Aqui em São Paulo, nos dois últimos jogos envolvendo o Corinthians, dois lances polêmicos, onde os árbitros foram espancados moralmente num primeiro momento à exaustão e tiveram que se calar por força das autoridades da arbitragem! Mas os árbitros estavam corretos, e ainda assim são impedidos de falar.

A CBF e as Federações Estaduais orientam por suas comissões que seus árbitros não falem sobre lances técnicos. Marcelo Rogério apitou Corinthians X Linense, anulando um gol do visitante em lance preciso e detalhado, quase invisível aos olhos da TV mas certeiro à vista do árbitro (em: http://is.gd/qP2lWd). Leonardo Ferreira Lima apitou Corinthians X Bragantino, com o assistente Fábio Luiz Freire, e confirmaram um gol da equipe visitante de dificílima mas correta interpretação de impedimento passivo (em: http://is.gd/pS8h7J ).

Ambos acertaram seus lances.

Ambos lances eram de difícil interpretação das regras pelo torcedor comum e por alguns jornalistas.

Ambos foram taxados de desonestos.

Ambos tiveram que se calar.

Não deveríamos ter a permissão para que o árbitro, CASO QUEIRA, vir a público explicar a sua marcação? O silêncio imposto aos árbitros leva ao mais desavisado a crer que o apitador seja arrogante e antipático. E nada disso é verdade! O coitado do árbitro, até quando está certo e prima pela virtude de cumprir a obrigação em lance difícil, ao invés do elogio, acaba sendo crucificado. Tudo por culpa do medo das Comissões de Árbitros de que os homens de preto falem coisas que elas não queiram.

está na hora de mudarmos esse conceito. De pensarmos numa mini-coletiva, ou pronunciamento para explicações técnicas pós-jogos, caso o árbitro tenha desejo de fazê-lo. Isso se chama Transparência e Direito de Resposta, valores imprescindíveis à democracia.

Pena que os dirigentes do apito não comunguem de tal idéia. Mas os árbitros estão se manifestando a favor dela?

Vale a reflexão!