– De novo, Jobson?

Que cabecinha fraca o tal de Jobson, não? Quase banido do esporte por causa de drogas, teve uma segunda chance. Continuou na gandaia. Nova chance. No último domingo, após provocações da torcida, respondeu aos mesmos mostrando o pênis.

Fineza e educação são desconhecidos ao atleta. O talento que já mostrou (mas também tem faltado agora) não combinam com o desequilíbrio social do rapaz.

Uma pena. Mais um artista do futebol que se perde no mundo da bola; não por ela, mas das benesses dela… (fama, dinheiro, status…)

– Sílvio Santos e a sua dívida bilionária!

 

E por essa ninguém esperava! Para não quebrar, Sílvio Santos pede 2,5 bilhões de empréstimo ao Governo e dá suas empresas como garantia.

E o pior: disse que desconhecia a dívida do banco Panamericano, o causador da confusão.

Má gestão ou má fé: não há dúvida….

 

Extraído de: PORTAL EXAME

 

SÍLVIO SANTOS COLOCA SBT COMO GARANTIA DE EMPRÉSTIMO

 

Outras empresas do grupo SS também servem de garantia para o aporte de R$ 2,5 bi.

 

O empresário Silvio Santos colocou todo seu complexo empresarial como garantia do empréstimo de R$ 2,5 bilhões concedido ao Banco Panamericano, do Grupo Silvio Santos, pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A operação de ajuda financeira foi anunciada ontem.

A garantia inclui o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) a empresa de cosméticos Jequiti, a Liderança Capitalização, as lojas do Baú da Felicidade e o próprio Banco Panamericano. As garantias somam R$ 2,7 bilhões.

O Banco Central (BC) detectou uma deficiência expressiva no patrimônio do Banco Panamericano e deu 30 dias de prazo para se buscar uma solução, que incluía capitalização, troca de controle ou intervenção da autoridade monetária, explicou hoje o presidente do conselho de administração do FGC, Gabriel Jorge Ferreira, em entrevista à imprensa.

Segundo ele, a novidade nessa operação foi a entrada do FGC para tentar evitar a quebra do banco.

Para resgatar o banco, a holding que controla o Panamericano, a SS Participações (Grupo Silvio Santos), fez uma emissão privada de debêntures de R$ 2,5 bilhões, com prazo de dez anos e carência de três anos.

O papel será corrigido pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). O próprio empresário Silvio Santos conduziu pessoalmente as negociações, segundo Ferreira. No dia 11 de outubro, ocorreu pela manhã o primeiro contato com o BC e, na tarde do mesmo dia, com o FGC.

– Vocação Política é algo sensacional!

 

Romário, artilheiro de muitos clubes e da seleção, realmente é um vocacionado à política!

 

Na Revista Veja desta semana (ed 2190, pg 136 a 137), em entrevista à Malu Gaspar, o ex-atleta e agora deputado federal disse sobre seus costumes:

 

“Vou trabalhar de 3ª a 5ª como todo deputado, nada mais do que isso. Sair do RJ, nem pensar. Não vou deixar de fazer o que eu gosto: meu futvôlei, a pelada com os amigos, as noitadas. (…) Meu horário-padrão de sair da cama é tipo 1 da tarde (…) [A razão por entrar no partido?] Eles que me escolheram, acho que é porque sou famoso”.

 

Estamos bem de deputado, não? E nós que pagamos mais essa conta…

 

Responda: o brasileiro sabe votar? Deixe seu comentário:

– Eike Batista e Ted Forstmann: o que esperar?

 

Eike Batista está se associando a IMG e se aventurando no esporte, correto?

 

Seu sócio é o Ted Forstmann, mega investidor e patrocinador de personalidades, como, por exemplo, o Federer.

 

E a suspeita que recaiu sobre ele desde 2006, quando ganhou em apostas muito dinheiro ao apostar CONTRA o seu patrocinado?

 

Em: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/828243-eike-batista-se-lanca-no-esporte.shtml

 

EIKE BATISTA SE LANÇA NO ESPORTE

 

O empresário Eike Batista anunciou ontem a criação de uma empresa para negócios nas áreas de esporte e entretenimento. Chamada IMGX, será fruto de parceria com o grupo IMG, que já atua nos setores em que o bilionário pretende começar a investir.

 

O grupo EBX, de Eike, terá metade do negócio. A outra parte ficará a cargo da IMG, comandada por outro bilionário, o americano Ted Forstmann. O acordo formal ainda não foi assinado.

 

“Juntos, podemos aproveitar as importantes oportunidades que o Brasil terá nas áreas de esporte e entretenimento, especialmente com a Copa do Mundo de 2014 e com os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016”, disse Eike Batista em seu blog.

 

O brasileiro é apontado pela revista Forbes como o oitavo homem mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 27 bilhões. O americano Ted Forstmann está em 880º na lista, com US$ 1,1 bilhão.

 

A IMG foi adquirida em 2004 por Forstmann, que pagou US$ 750 milhões. Desde então, a empresa vem ampliando investimentos para deixar apenas de administrar carreiras esportivas. Parte dessa estratégia tem sido buscar associações com empresas localizadas em países em crescimento acelerado.

As empresas do grupo IMG atuam nas áreas de marketing, licenciamento e direitos de mídia, produção e distribuição independente de programação esportiva e na promoção e organização de eventos esportivos e de moda. Entre os clientes, estão o torneio de tênis de Wimbledon e a primeira divisão inglesa (Premier League), considerado o campeonato nacional mais caro do mundo.

 

A empresa de Forstmann administra a carreira dos tenistas Roger Federer, Rafael Nadal e Maria Sharapova e do golfista Tiger Woods. No campo da moda, a brasileira Gisele Bündchen tem a carreira gerenciada pela IMG.

 

No mês passado, Forstmann foi acusado pela gráfica Agate Printing de participar de um esquema irregular de apostas. Ele teria subido uma aposta de US$ 10 mil para US$ 40 mil às vésperas da final do torneio de tênis de Roland Garros, em 2006, após uma conversa com o suíço Roger Federer. Horas depois, Federer foi derrotado pelo espanhol Rafael Nadal. Forstmann havia apostado na derrota de Federer.

 

O bilionário americano investe ainda na Dr. Pepper (refrigerantes), Citadel Broadcasting (estações de rádio), Yankee Candle (fabricante de velas perfumadas) e na 24 Hour Fitness (academia de ginástica com mais de 400 unidades nos EUA). Os negócios de Eike são concentrados em commodities e infraestrutura, com destaque para mineração, petróleo, energia e logística. No Rio, incluem também o Hotel Glória e a administração da Marina da Glória, que vai abrigar competições da Olimpíada de 2016.

– Saudades do Manelão

Hoje, se vivo, seria aniversário natalício do meu querido Vô Manelão, o “vô Pi”.

Grande poeta. Saudade…

– 16º Encontro Regional de Comunicação

POR Reinaldo Oliveira

 

Realizado o 16º Encontro Regional de Comunicação

 

A cidade de Sorocaba/SP, sediou de 5 a 7 de novembro, o 16º Encontro Regional de Comunicação. Com o tema: “Comunicadores no mundo digital: motivações e desafios”, mais de 100 comunicadores participaram do Encontro, que teve como palestrante o professor e antropólogo Luis de Marins Almeida Filho, estudioso dos processos de comunicação. Na chegada os participantes foram recepcionados por uma equipe de boas-vindas, da Casa São José – local do Encontro. Promovido pela Regional Sul 1 da CNBB, a mesa de abertura dos trabalhos contou com a presença de dom Eduardo Benes Sales Rodrigues – arcebispo de Sorocaba, de dom Vilson Dias – da Pascom Regional Sul 1, da Irmã Maria Alba – comunicadoraa das Edições Paulinas e do padre André Luis Garcia – coordenador geral do Encontro, que desejaram as boas-vindas aos participantes. Foram três dias de muito trabalho (após a palestra os participantes eram divididos em grupos para discussão/avaliação do tema e apresentação de propostas), que serviram para melhor conhecimento e interação dos participantes que vieram de várias regiões do Estado, e um grande número deles participavam pela primeira vez deste tipo de evento. No encerramento do 16º Encontro, a Irmã Maria Alba destacou a importância de dar continuidade ao trabalho de comunicação, confirmando uma frase da mensagem final do professor Marins, que disse: “A verdade de ontem e de hoje, é que sem união, nada sobrevive, não pode haver sucesso. Façam uma reflexão sobre o valor da união para a vida pessoal e profissional”.  Todos foram convidados para o 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação, cujo tema será “Comunicação e Vida: Diversidades e Mobilidade”, que será realizado de 17 a 22 de junho de 2011, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

– Como definir “Time Grande” no Futebol

 

Cada vez mais vemos subjetividade em algumas definições. Uma delas diz respeito a “quem é time grande no futebol”. E aí fico perguntando: quais fatores podem determinar a grandeza ou não de um clube?

 

Surgiram vários elementos, e mesmo assim não consigo juntá-los numa fórmula e conceituar com objetividade. Mas mesmo assim vamos lá:

 

Time grande seria aquele que…

 

… Conquista muitos títulos? Se sim, descarte o Corinthians no histórico jejum de 20 e tantos anos. Ele já era grande, mas não ganhava nada e ao invés de apequenar-se, agigantou-se!

 

… Tem títulos relevantes? Aproveito o mesmo exemplo: até 90, o Corinthians não tinha conquistado o Brasileirão, apenas Campeonatos Paulistas e torneios menos importantes, embora numerosos.

 

… Teria muita tradição? Ponte Preta (Campinas), Paulista (Jundiaí) e Noroeste (Bauru) são clubes tradicionais, centenários, possuem estádio próprio e são identificados pela sua perene participação no cenário futebolístico. A grandeza deles tem outros significados.

 

… Possui grande torcida? O Santa Cruz também possui.

 

… Permanece vitaliciamente na elite? Gremistas, atleticanos, palmeirenses, corinthianos, milanistas, e outros mais se irritariam com tal item.

 

… Tem grande patrimônio, como estádio e instalações, ou recursos financeiros respeitados? Xi, se fosse assim, sobrariam pouquíssimas agremiações.

 

Em suma, parte dos fatores acima combinados com outros intangíveis, como historicidade dos jogos, disputas épicas em campo, paixão e outros mais, determinam quem é grande ou não. Mas penso principalmente que o senso comum pode definir melhor o conceito.

 

Quem são, atualmente, os grandes clubes (por senso comum – que quer dizer sentimento unânime de maior parte de uma população) aos torcedores?

 

Na Espanha, hoje, Barcelona e Real Madrid. A equipe madrilenha do Atlético um dia já o fora. O Valência, mesmo ganhando campeonatos, não é (pelo senso comum).

 

Na Itália, hoje, Juventus, Milan, Inter, Roma. Mas e a Lazio e a Fiorentina, segundo o mesmo critério?

 

Na Alemanha, sobrou o Bayern de Munich. Mas os grandes clubes seriam o Schalke 04 e o Nuremberg (maior vencedor local).

 

Não entraremos no mérito inglês. Vide o número de clubes que já foram campeões e os que realmente disputam títulos hoje.

 

E no Brasil? Quem são os grandes de verdade?

 

Já foi o tempo em que conquistar Campeonato Estadual tornava o time grande.  O sem-número de competições em nosso país vulgarizou e minimizou tais competições. Enquanto que lá fora os clubes europeus disputam 2 torneios que realmente valem (o campeonato nacional e o europeu), aqui se disputa o Regional, a Copa do Brasil, o Nacional, a Libertadores, a Sulamericana, e, se bobear, se contabiliza até a Copa SP de Júniors.

 

Vale tudo para satisfazer o ego do torcedor. Hoje, ganhar o Campeonato Regional é um dos grandes malefícios para muitos clubes, que se iludem com um pseudo-poderio e acabam se preparando mal para o Campeonato Brasileiro. É um falso festejo.

 

E você, o que pensa disso: como classificar um clube grande no futebol brasileiro? Deixe seu comentário:

– Preciso de uma saúde nova!

 

Labirintite à flor da pele, faringite, gripe, e, consequentemente, os efeitos colaterais da medicação (ou melhor, dos coquetéis de remédios): tontura, enjôo, falta de reflexo, moleza… tá louco!

 

Há duas semanas que estou no bico do corvo. Primeiro, correndo coma família. Agora, comigo.

 

Que fase brava!

– O Fator Determinante para a Boa Educação nas Escolas

Robert J. Samuelson, Colunista da Newsweek, escreveu em sua coluna mensal (reproduzida no Brasil pela Editora Globo – clique aqui para a citação) a respeito dos motivos da queda na qualidade de ensino dos EUA.

 

Talvez o motivo seja o mesmo dos estudantes brasileiros: falta motivação ao estudante! Nada em relação à formatação dos cursos acadêmicos ou à estrutura das universidades. Muito menos quanto a qualidade dos professores e seus salários (um professor que trabalhe em tempo integral pode ganhar até 100,000.00 dólares anuais – o docente lá é valorizado!). O problema é incentivar os discentes.

 

Compartilho, abaixo:

 

O FIASCO DAS REFORMAS

 

Arne Duncan, ministro da Educação, anunciou a concessão de US$ 4 bilhões em subsídios aos estados dispostos a estimular “graus elevados de excelência” na escola. Para isso, terão de apresentar propostas, segundo Duncan, que demonstrem um “compromisso ousado com a reforma da educação”, além de “criatividade e inovação surpreendentes”. Isso mostra, de fato, que poucos assuntos inspiram mais desonestidade intelectual e extravagância política do que a “reforma da educação”. Desde os anos 60, as sucessivas ondas de “reforma” jamais produziram ganhos significativos de desempenho. Não há dúvida de que houve avanços nas escolas de nível elementar. Mas de que serve isso se o ensino médio anula esse ganho? Melhorou também – pouco, é verdade – a diferença de desempenho entre brancos, negros e hispânicos no ensino médio. Infelizmente essa melhora não foi muito além do final dos anos 80. As teorias convencionais não explicam esse avanço sofrível. Será que há poucos professores? De jeito nenhum. De 1970 a 2008, a população estudantil cresceu 8%, e o número de professores, 61%. Será que os professores ganham pouco? Talvez, mas a coisa não é tão simples assim. Em 2008, um professor comum ganhava US$ 53,2 mil ao ano; dois professores em tempo integral que se casassem e recebessem dentro da média salarial da categoria estariam na faixa de 20% dos lares com maior renda do país (em 2008, esse referencial de renda era de US$ 100,2 mil).

 

A principal causa de fracasso do ensino quase nunca
é mencionada:
motivação escassa dos estudantes


As “reformas” são uma decepção por dois motivos. Primeiro: ninguém descobriu ainda que mudanças realmente fariam diferença no currículo ou na pedagogia. Em 2009, as escolas particulares arregimentaram 3% dos alunos, mas não houve ganhos uniformes de desempenho. A principal causa de fracasso do ensino quase nunca é mencionada: motivação escassa. Afinal, os alunos é que têm de estudar. Se eles não estiverem motivados, nem mesmo os melhores professores serão capazes de mudar alguma coisa. A motivação tem várias fontes: curiosidade e ambição; expectativas dos pais; o desejo de entrar em uma “boa” faculdade; professores que inspiram ou intimidam; pressão dos colegas. Boa parte das propostas de “reforma” pressupõe que se os alunos não têm motivação, a culpa, sem dúvida, é das escolas e dos professores. Na verdade, como o ensino médio tem hoje um público maior, e a cultura adolescente ganhou força, a autoridade dos professores e das escolas entrou em colapso.

A motivação é pífia porque um número maior de estudantes não gosta da escola, não estuda como deveria e por isso seu desempenho é ruim. Em um levantamento feito em 2008 entre professores do ensino médio, 21% apontaram que o absenteísmo era um problema grave entre os alunos; para 29%, o problema era a “apatia dos alunos”. Michael Kirst, pedagogo de Stanford, calcula que 30% dos calouros das faculdades tradicionais precisam de cursos de aperfeiçoamento em leitura e matemática.

 

* Robert J. Samuelson, jornalista americano, é colunista da Revista Newsweek

– O Risco dos Antibióticos

 

Para os mais antigos, usar antibiótico era algo gravíssimo. Hoje algumas pessoas nem dão bola para isso…

Entretanto, uma pesquisa revela: usar antibióticos por 1 semana pode trazer consequências por 2 anos!

 

Extraído da Folha de São Paulo, 08/11/2010, pg C9, por Juliana Vines

 

EFEITO DE ANTIBIÓTICO DURA 2 ANOS NO CORPO

 

Tomar antibiótico por uma semana pode prejudicar as defesas do organismo por até dois anos, segundo estudo feito pelo Instituto Sueco para Controle de Doenças Infecciosas e publicado na revista “Microbiology”.

 

Flora intestinal é o nome dado às bactérias que vivem na parede do intestino. Lá existem centenas de espécies de micro-organismos, protetores ou nocivos à saúde, que convivem em equilíbrio.

 

As bactérias “boas” têm funções metabólicas, como ajudar no funcionamento do intestino, na absorção de gordura e vitamina B12 e na produção de ácido fólico.

“A função mais importante é controlar bactérias desfavoráveis. Sem elas, nós viveríamos constantemente com infecções”, diz Ricardo Barbuti, médico endocrinologista da Federação Brasileira de Gastroenterologia.

 

Segundo o especialista, há muito se sabe que os antibióticos têm efeito na flora intestinal. O que o estudo recém-publicado mostra é que essas alterações duram muito mais tempo do que se pensava.

 

Consequências

 

Diarreias, disfunção intestinal e inflamações são as consequências mais comuns do desequilíbrio da flora intestinal. Tanto faz se o uso do antibiótico é feito de forma correta ou utilizado por mais dias que o necessário.

– De Novo, o Enem…

 

Novamente problemas num ENEM no Brasil. Agora, questões repetidas ou faltantes nos cadernos de questões.

 

Tá feia a coisa. O Ministério da Educação deve rever isso urgente, ao invés de ameaçar processar quem twitta sobre os locais da prova, como ameaçou.

– Brasileiros no GP

 

Falar o quê dos pilotos brazucas na F1, não?

 

Novamente uma prova emocionante em Interlagos. Pena que não deu pra torcer pra piloto do Brasil.

 

O que era aquele mecânico da RedBull com um chapéu de vaquinha vermelha? Aquilo era o RedBull de verdade (Touro Vermelho da marca de energéticos)? Ele está estampado em quase todas as fotos hoje! Tudo bem que a equipe austríaca levou o Mundial de Construtores ontem, mas… comemoraçãozinha esquisita! O touro poderia ser touro, não vaquinha.

 

A decisão ficou para Abu Dhabi. Mas sem intervalo semanal entre SP e EAU é brincadeira também, não? Ás vezes temos intervalos tão grandes entre as provas, e no final do ano, com uma distância tão grande entre os circuitos, essa correria toda.

 

Quem faz a tabela da F1 precisa estudar geografia.

– Terrorismo contra Católicos no Iraque

 

Na Guerra do Terror no Oriente Médio, muito se fala sobre radicais que se matam em nome de Deus (independente da denominação: Jeová, Javé, Alá…) Normalmente, se refere à árabes x judeus.

 

Mas o que dizer sobre o atentado desta semana que repercutiu muito pouco por aqui? Durante uma missa, membros da Al-Qaeda invadiram a Igreja e metralharam, gratuitamente, os fiéis que ali rezavam. Saldo: 58 mortos.

 

Motivos? A fé dos católicos é diferente da dos árabes…

 

Triste, não? As vítimas, de fato, se tornam mártires. Afinal, ser cristão no Iraque parece ser um martírio.

 

Extraído de: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/11/01/egito-reforca-seguranca-em-igrejas-apos-atentado-da-al-qaeda-no-iraque.jhtm

 

EGITO REFORÇA SEGURANÇA DE IGREJAS APÓS ATENTADO NO IRAQUE

 

O Egito reforçou nesta segunda-feira as medidas de segurança nas igrejas do país depois que a Al Qaeda atacou um templo cristão em Bagdá, o que custou a vida de 58 pessoas.


Fontes policiais no Egito disseram à Agência Efe que foi intensificada a segurança ao redor de todas as igrejas coptas do país e está proibido o estacionamento de qualquer veículo diante dos templos.


Apesar da tensão, a normalidade reinou nas igrejas do Cairo na manhã desta segunda-feira, como pôde constatar a Efe.


O conglomerado de grupos terroristas denominado Estado Islâmico do Iraque, vinculado à Al Qaeda, assumiu a autoria do ataque da noite de domingo, que teve como alvo a igreja de Sayida An Nayá (Nossa Senhora do Socorro, em árabe), localizada no bairro central de Al Karrada.


Pelo menos 58 pessoas – a maioria mulheres e crianças – morreram no ataque armado e na posterior operação para libertar os reféns presos pelos insurgentes no interior do templo, segundo fontes policiais iraquianas.


As fontes indicaram que as vítimas, entre as quais há 75 feridos, ocorreram durante os enfrentamentos entre os agentes da Polícia antiterrorista e os rebeldes.


A maior parte dos mortos são fiéis que se encontravam no templo, embora haja também dez membros das forças de segurança, cinco homens armados e dois sacerdotes.


Em sua mensagem, o Estado Islâmico do Iraque explica que o atentado foi perpetrado contra “uma das fortificações da apostasia” que os cristãos do Iraque “tomam como sede para a guerra contra o islamismo”.


Na nota, que leva o título de “Advertência e prazo à igreja egípcia” cristã, o grupo se dirige também à Igreja copta, a qual dá um prazo de 48 horas para libertar seus “irmãos na religião, detidas nas prisões dos mosteiros e nas igrejas da infidelidade no Egito”.


Essas exigências parecem estar relacionadas com uma recente polêmica suscitada no Egito pela suposta conversão, mais tarde desmentida, de uma cristã ao islã, identificada como Camilia Shehata.


Camilia se refugiou ou foi retida em um mosteiro, segundo as distintas versões, o que suscitou protestos da maioria muçulmana do país, que reivindica que a Igreja a liberte.


Em outra mensagem – desta vez de áudio – da Al Qaeda no Iraque divulgada também nesta segunda-feira em sites islâmicos, o grupo faz menção explícita a Shehata e a outra compatriota sua, Wafaa Qustantin, uma engenheira copta supostamente forçada a se converter ao islã em dezembro de 2004.


A Al Qaeda instou o Vaticano a pressionar as igrejas do Oriente Médio para que as supostas convertidas sejam postas em liberdade.


Embora não tenha referido-se a este pedido, o papa Bento XVI condenou nesta segunda-feira o massacre ocorrido na igreja sírio-católica de Bagdá, que qualificou de “absurdo” e “feroz” por atacar pessoas desarmadas.


“Diante dos fatos cruéis que continuam atingindo a população do Oriente Médio, queria renovar minha chamada por essa ansiada paz: que é um dom de Deus, mas também resultado dos esforços dos homens de boa vontade, das instituições nacionais e internacionais”, ressaltou.


O papa pediu aos agentes políticos e às instituições “que unam suas forças para acabar com qualquer tipo de violência”.


Por enquanto, a Igreja copta não reagiu oficialmente às mensagens da Al Qaeda, embora alguns ativistas cristãos egípcios estejam indignados.


“A mensagem da Al Qaeda e o assassinato dos cristãos do Iraque fazem parte de uma campanha terrorista organizada contra os cristãos no mundo todo”, disse à Efe o ativista copta Najib Gibrael.


Gibrael, também chefe da ONG União Egípcia dos Direitos Humanos, insiste que os responsáveis das igrejas do Oriente Médio e os dirigentes muçulmanos devem realizar reuniões urgentes para estudar como podem proteger os cristãos.

“Esta campanha contra os cristãos não é a primeira”, acrescentou o ativista, que lembrou a morte de oito cristãos no Natal passado pelos disparos de homens armados quando saíam de uma igreja no sul do Egito após assistir à Missa do Galo.

– Medalha ao Mérito Legislativo a quem? Ao MST ?!?

 

Algumas coisas são inacreditáveis: João Pedro Stedile, o líder do Movimento dos Sem-Terra (MST), irá ser agraciado com a Medalha do Mérito pela Câmara dos Deputados!

 

Ele, que é reconhecidamente o cabeça das invasões, chefe da inteligência do movimento e defensor de atos de selvageria, será homenageado pelos nobres políticos!

 

Fico pensando: a quem interessa tal honraria? Ou os deputados estão realmente em péssima fase, ou simplesmente foram omissos em barrar tal propósito.

 

Parece aquela situação vexatória ocorrida em Jundiaí, quando a Câmara dos Vereadores quis homenagear Netinho de Paula, que nunca veio à cidade, logo após ter agredido sua esposa.

 

E você, o que pensa disso? O MST merece Medalha do Mérito? Ainda: a quem você daria uma Medalha de Honra? Deixe seu comentário:

– Sexo é Aperitivo e Preparatório para Grandes Decisões, segundo James Hunt

Estamos as vésperas de uma decisão da Fórmula 1. James Hunt, campeão de 1976, é o anti-herói de uma geração de outrora. Em meio a tantas exigências e proibições do profissionalismo de hoje, Hunt ficou imortalizado como o “campeão desregrado“, por causa das homéricas farras. Em sua biografia recentemente lançada, consta que na noite anterior à corrida que venceu o campeonato, promoveu uma orgia com pelo menos 33 moças de “moral duvidosa”.

 

No próprio macacão do piloto, a inscrição:

“sexo, o café da manhã dos campeões”.

 

E você, o que pensa disso: Moralidade e Profissionalismo caminham juntos ou independem (como no caso de Hunt?)? Deixe seu comentário:

– Casa de Ferreiro requer Espeto de Ferro. Nada de Espeto de Pau!

 

Amigos, compartilho um belíssismo texto do Prof José Renato S Santiago Jr, amigo e produtor do Boletim do Conhecimento (visite o blog dele, vocês vão gostar: http://www.jrsantiago.com.br) a respeito de tempo, rotina e soluções nas organizações.

 

CASA DE FERREIRO?… POR FAVOR, ESPETO DE FERRO

 

Comumente nos deparamos com uma série de equívocos inexplicáveis e muito simples de serem evitados.

 

Infelizmente, não sabe se exatamente porque, é frequente haver certo comodismo e lentidão no encaminhamento de soluções de questões bem simples.

 

O que mova esta postura?

 

Não sei ao certo… apenas é possível afirmar que isto não significa, necessariamente, ineficiência da organização… pelo menos pode parecer que não seja isso.

 

A verdade é que a rotina, muitas vezes, “atropela” as empresas e faz com que as prioridades sejam definidas de uma forma muito particular.

 

Se estamos falando de uma empresa inovadora que possui uma imagem de grande agilidade e rapidez nas mudanças junto ao mercado… é bem capaz que a visão de seus colaboradores tenham seja bem diferente disso.

 

Aliás, isto é mais comum do que se parece.

 

Ë frequente que o entendimento e a visão de quem está “dentro” da organização esteja a “anos luz” de distância daquela imagem que é apresentada junto ao mercado.

 

Tempo?

 

Aliás, a falta dele, pode ser uma justificativa por tal distorção.

 

No entanto, creio que possa haver outros fatores que motivem esta situação… talvez e apenas talvez, deva faltar uma maior preocupação com o gerenciamento oferecido aos colaboradores internos.

 

Como que se o que realmente valesse fosse a imagem que o mercado, a concorrência e os clientes em geral têm a nosso respeito.

 

Ledo engano?

 

Bem, talvez isto não seja resultado de uma ação planejada, predisposta… no entanto, isso não exime a empresa desta responsabilidade.

 

O uso de práticas e conceitos relacionados com a melhoria na gestão de pessoas, através do compartilhamento de seus anseios, competências e conhecimentos, pode, de forma prática e eficiente, encaminhar a organização para o melhor alinhamento destas questões…

 

…e então, vamos começar?

– Nivelando por Baixo… Obama “era o cara” mesmo?

Passada a euforia, Obama se tornou um presidente comum nos EUA. Ele é muito mais prestigiado no exterior do que dentro do país.

Claro, sua vantagem era o ineditismo de um negro na presidência, a esperança de renovação, a troca de partido e o discurso convincente.

Hoje, Barack Obama se tornou um presidente “sem sal e sem açúcar” para os americanos. No começo, tudo era fantasia. E isso se explica pelo seguinte motivo: a base de comparação (administarção George Walker Bush) era muito baixa.

– A jardineira Marina Porcari

Olha só uma florzinha colhendo flores!

Nossa jardineira está linda. Essa foto é uma das minhas preferidas.

– Salvem minha garganta!

 

Queridos alunos e amigos do Blog,

A coisa tá ‘braba’. A garganta impede de falar qualquer coisa.

 

Pela previsão, nossa próxima aula será ou por mímica, ou por outros recursos visuais…

 

Até segunda-feira!

– Ué, Coringão mudou de Vontade?

Não era o Andrés Sanchez que falou, falou, falou… que o estádio do Corinthians, em primeiro lugar, era do Timão e não tinha vontade nenhuma de sediar abertura de Copa do Mundo?

Não era ele quem disse que não ampliaria o estádio?

Não era ele quem disse que se o estádio fosse para a Copa, a FIFA teria que bancar a diferença (se quizesse?)

Não era ele quem disse que o estádio seria dado pela Odebrecht em troca dos naming rights (que estavam evidentemente super-avaliados, conforme escrevemos anteriormente em um post)?

Parece que mudou de opinião… Veja no link do Estadão: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101106/not_imp635529,0.php

Novas Perguntas:

Quer dizer que o BNDES vai emprestar o dinheiro? Mas e o discurso anterior?

Quer dizer que 17 mil lugares fará com que o preço do estádio dobre de valor? É mais fácil construir 2 estádios…

BNDES empresta dinheiro para quem tem dívidas? Não sabia… Para mim é novidade!

Até 2014, tem coisa pra rolar ainda…

– O Dragão Chinês acelera forte na Indústria Automobilística

 

E o Salão do Automóvel de São Paulo? Quantas montadoras e quantos modelos chineses no evento!

 

A indústria automobilística chinesa chegou forte no mercado internacional. De repente, eles vieram com tudo! Um consultor na Rádio Jovem Pan (desculpem o lapso do nome dele) disse que em média um modelo completo custa 30% a menos do que seu concorrente brasileiro básico.

 

Mas o que dizer desses fatores:

 

– já produzem quase 10 milhões de carros no ano!

 

– potencial de vendas enorme (apenas 80 carros por 1000 habitantes; aqui, a maior parte de uma família de classe média possui 2 carros);

 

– um trabalhador de montadora na China, custa à empresa, em média, R$ 477,00 (US$ 200.00 mensais). Compare com o do seu similar brasileiro…

 

Extraído de: Época Negócios (clique aqui para citação completa)

 

O DRAGÃO PISA NO ACELERADOR

 

por Fernando Valeika de Barros

 

Desde que Karl Benz inventou o primeiro veículo com motor movido a petróleo, isso lá se vão 124 anos, nunca na história do automóvel viu-se algo parecido com o que está acontecendo na China. Há um salto gigante no número de carros que saem de suas montadoras. Em 2009, as fábricas chinesas produziram 9,2 milhões de carros (incluindo caminhões e ônibus, o número sobe para 13,7 milhões). Trata-se de uma marca 48% maior do que a produção do ano anterior. Há duas décadas, veículos produzidos no país mal somavam 5,5 milhões de unidades a cada doze meses. Desde então, a frota nas ruas e estradas chinesas multiplicou-se por sete. Parece muito? Pois a julgar pelas vendas do primeiro semestre deste ano, o total de veículos novos entregues às concessionárias em 2010 deverá girar em torno de 16 milhões de unidades. E vertiginosos 25 milhões em 2015. Só nas duas maiores cidades chinesas, Pequim e Xangai, entram em circulação cerca de mil automóveis por dia. O resultado dessa virada em direção aos automóveis é que hoje, das dez metrópoles mais poluídas no planeta, nove ficam na China.

Para incentivar o uso de automóveis mais limpos, em junho o governo chinês decidiu abrir a carteira. Em 13 cidades do país – Pequim e Xangai incluídas – foi criado um subsídio de pouco mais de R$ 15 mil para quem comprar carros elétricos ou híbridos. Até o final do ano que vem, a meta é produzir meio milhão destes veículos movidos a bateria. Duas vezes mais do que deverá circular nos Estados Unidos. E isso é só o começo. Praticamente todos os fabricantes que se instalaram na China correm para produzir carros verdes, de olho em um potencial de crescimento vasto. Com uma poupança interna estimada em US$ 7,2 trilhões, no início de maio, o país mais populoso do mundo ainda tem um volume de carros per capita modesto. Apenas 80 pessoas em mil possuem um automóvel. No Brasil, há um veículo para cada quatro habitantes. Oito em dez, nos Estados Unidos. “A eletrificação dos carros acontecerá muito antes do que as pessoas imaginam”, disse a Época NEGÓCIOS Henry Li, diretor de exportações da montadora BYD. “Por causa da poluição nas nossas grandes cidades e do preço do petróleo, cada vez mais alto para um país que consome 3,4 milhões de barris por dia, automóveis movidos com energia limpa tornaram-se uma oportunidade para ontem.”

Ainda há questões a serem resolvidas para que isso aconteça no curto prazo. É preciso criar uma infraestrutura com estações de recarga. Inclua-se nessa conta o custo das baterias, que ainda é elevado. Existe o problema da própria geração de energia que, na China, vem em boa parte do poluente carvão. Não por acaso, a BYD está construindo uma nova fábrica para baterias na província de Shaanxi que será movida a energia solar. “A China está investindo bilhões nessa nova tecnologia e pode acabar liderando a mudança para carros elétricos em todo o planeta”, diz Nick Reilly, presidente da General Motors na Europa.

Um exemplo de como China e eletrificação dos automóveis são coisa séria foi a parceria firmada em março deste ano entre a alemã Daimler-Benz e a chinesa BYD. “É um acordo entre companhias complementares”, diz Wang Chuanfu, presidente da montadora chinesa. “Aprenderemos a fazer carros melhores com eles e, em troca, daremos a tecnologia que permitirá massificar carros movidos a baterias”, diz Chuanfu. A meta será fazer um carro compacto e não poluente. Desconhecida há uma década, a BYD chamou a atenção de uma raposa do mundo das finanças: o americano Warren Buffett. Chuanfu foi definido por Charlie Munger, conselheiro de Buffett, como “uma combinação de Thomas Edison com Jack Welch, o ex-presidente mundial da General Electric”. Como Edison, o chinês seria um gênio para resolver problemas técnicos. De Welch, teria a mesma capacidade para fazer as coisas acontecerem.

Diante de tais credenciais, Buffett despachou outro parceiro, David Sokol, para encontrar-se com o chinês com óculos de aro de metal. Ele colocou US$ 230 milhões na mesa e levou quase 10% das ações da BYD. As ambições de Chuanfu são enormes. Em 2025 quer, simplesmente, que a BYD seja a maior montadora global. Como cartões de visita, apresenta o híbrido F3DM, que roda 100 quilômetros com bateria, e o e6, 100% elétrico, com autonomia de 320 quilômetros. São os primeiros modelos com energia limpa desenvolvidos por sua marca. Com os incentivos do governo, os chineses poderão levar um F3DM para casa por R$ 23,2 mil, preço na China de um automóvel médio. Com a qualidade de um Mercedes compacto e preço bem menor, dá para ver qual é o horizonte que a BYD está mirando.

– Neymar e a “Patadinha Feliponesca”

 

Felipão é hoje o rei das patadas nos jornalistas. Sempre foi, mas como estava no estrangeiro, Muricy e Leão tentaram o substituir. Quase conseguiram, pois Luiz Felipe Scolari é insubstituível quanto a isso.

 

Ontem, no entanto, Neymar resolveu imitar Felipão. Na coletiva, o assessor tentava filtrar as perguntas para que ele só respondesse as que agradassem. Quando perguntado sobre a foto em que aparecera vestindo a camisa do Palmeiras, ainda garoto, ao invés de responder com elegância e sair por cima, deu uma cutuca na imprensa. Quando perguntado sobre a possível sequência de convocações à Seleção Brasileira, respondeu ironicamente: “conseguirei, desde que vocês jornalistas deixem”.

 

Que idiota! O talento que tem com a bola nos pés falta-lhe na cabeça. Educação e cortesia não fazem mal à ninguém!

– O Suposto “responsável” pela perda de R$ 2,5 bi da Sadia. Pagou o pato! Mas não era ele…

 

Administradores de Empresas são, muitas vezes, os responsáveis por todos os males organizacionais sozinhos. Dependendo do caso, você pode se tornar o vilão maior. Veja esse caso, que mostra o risco da profissão:

Há tempos atrás, a Sadia teve um respeitado prejuízo: 2,5 bilhões de reais, o que levou a empresa a ser incorporada pela Perdigão, criando a BR Foods.

Na caça às bruxas, sobrou para o diretor financeiro: Adriano Ferreira, que foi responsabilizado pelo prejuízo. Numa briga judicial, foi inocentado e agora, certamente, vai querer uma contrapartida financeira pelos danos morais.

 

Extraído de Época Negócios, por dárcio Oliveira, ed 44 de Outubro/2010, pg 76-82

 

PROFISSÃO DE RISCO

 

O caso de Adriano Ferreira, o ex-diretor financeiro da Sadia que venceu uma batalha judicial contra a empresa, expõe as vulnerabilidades e as ameaças que pesam nestes tempos sobre os executivos à frente das finanças corporativas

 

A mensagem piscou na tela do BlackBerry por volta das 11h20 da quinta-feira, 26 de agosto. “Ganhamos. 2 a 1”, dizia a nota, curta e direta, como devem ser os torpedos de celular. Adriano olhou a mensagem, interrompeu uma teleconferência com investidores, apanhou o paletó nas costas da cadeira e não trabalhou mais naquele dia. Queria ver a esposa, os três filhos, falar com os familiares em Salvador, replicar a mensagem para os amigos mais próximos. Ele acabara de vencer uma importante e talvez decisiva batalha contra a Sadia, sua antiga empregadora. Um ano e meio depois de ser apontado pelos acionistas da empresa como o único responsável por um rombo bilionário no balanço de 2008 – causado por operações com derivativos cambiais –, Adriano Lima Ferreira fora inocentado em segunda instância no tribunal de direito privado em São Paulo. A seu favor, a ata da Assembleia Geral Ordinária (AGO), de abril de 2009, dava quitação de todas as contas do ano anterior, sem ressalvas. Aos olhos da Justiça, o ex-diretor financeiro não havia feito nada sem o consentimento dos controladores da Sadia, que, após o episódio, acabou sendo incorporada à Perdigão. “A sensação é de alma lavada”, diz Adriano.

“Ganhamos uma questão de direito. Se uma AGO deu quitação, ela isenta de responsabilidade todos os administradores. Não houve nenhum culpado pelo episódio. Nem executivos, nem conselheiros, nem acionistas”, explica Massami Uyeda Junior, advogado de Adriano. Ainda cabe recurso, mas a decisão de ir à terceira instância, o Supremo Tribunal Federal, ainda não é certa. Caberá a BrFoods – empresa resultante da fusão de Sadia e Perdigão – optar pela continuidade ou não da briga. “Acho pouco provável que a BrFoods queira arrastar o caso. Eles têm coisas mais importantes com que se preocupar, como as possíveis restrições do Cade à fusão”, diz um dos conselheiros da Sadia. Procurados, os advogados da BrFoods não quiseram se pronunciar.

Adriano Lima Ferreira é um soteropolitano de 40 anos, 1m80, de pele clara e cabelos escuros. Na entrevista que concedeu a Época NEGÓCIOS, num final de tarde no início de setembro, ele apareceu vestindo calça social preta, camisa listrada e blazer azul-marinho. Sem gravata. A despeito das pressões que sofreu nos últimos anos, não aparenta sinais de envelhecimento precoce. Sorri com facilidade e diz que se tornou uma pessoa e um profissional mais completos durante esses 700 dias que separam a demissão em setembro de 2008 e o processo jurídico no início de 2009 da vitória de agosto passado nos tribunais. “A gente aprende mais nos períodos de dificuldades”, diz. Também afirma que não alimenta ódios nem guarda rancores, mas deixa clara a frustração por não lhe terem dado a chance de consertar as contas da empresa. “Se havia alguém na Sadia capaz de arrumar o estrago ou pelo menos minimizá-lo era o Adriano”, diz o próprio. Eis outro traço característico do executivo: ele fala sobre si mesmo em terceira pessoa, à moda de Pelé. “Se perguntarem hoje quem entende de produtos financeiros não tem dúvida que o Adriano entende. Quem entende de derivativo? O Adriano entende. Se o assunto for gestão de riscos, o Adriano entende. Se a questão for governança corporativa, podem me chamar que eu digo exatamente onde tem problema de gestão numa empresa, sobretudo as familiares.”

 

Hoje, os executivos chegam às empresas querendo
saber se têm seguro corporativo


Adriano entende também que sua passagem pela Sadia foi extremamente positiva, mesmo com a crise dos derivativos. Diz que foi um período de muitas realizações, muito lucro e que todos participaram dos resultados – de investidores, que sempre souberam que a companhia atuava assim, até acionistas, controladores e executivos. “Todo mundo ficava feliz da vida com os bônus e os dividendos. Mas quando estourou a bomba, só o bode aqui pagou a conta.”

Houve um tempo em que os diretores financeiros se restringiam à tarefa de cuidar da seção contábil de uma companhia. Eram controllers ou contadores, responsáveis por contas a pagar e receber, além de estruturação do balanço financeiro. Essa era já passou. A estabilidade da economia e a sofisticação e complexidade do mercado de capitais, bem como do sistema bancário, deram novas alternativas de investimento às empresas e catapultaram os “caras” que cuidavam da burocracia contábil ao time daqueles que pensam o desenvolvimento da companhia. O contador de antigamente virou estrategista financeiro e não tardou a aderir à moda dos anglicismos corporativos. Quem chefia a equipe financeira, mesmo no Brasil, agora é chamado de Chief Financial Officer – ou CFO. Sentado à direita do CEO (Chief Executive Officer, ou presidente executivo), esse profissional ganhou poder igual ou superior aos vice-presidentes das demais áreas. Afinal, é de sua caneta que saem as autorizações para investimentos, operações financeiras tradicionais ou apostas em derivativos. Poucos na companhia serão capazes de contestá-lo, tecnicamente, sobre a viabilidade ou não de algo como target forward (o derivativo dois por um, pivô do rombo da Sadia). E muitos o estimularão a aumentar os dividendos dos acionistas e os bônus de final do ano. “A combinação de ego, remuneração e autonomia, principalmente em uma empresa de grande porte, aumenta a fantasia de deus dos CFOs”, diz Betania Tanure, professora da PUC de Minas Gerais e dona da consultoria que leva o seu nome. “Quando as estruturas ficam menos importantes do que as pessoas, o risco é iminente.”

Tem o outro lado. O cargo de CFO também é um dos mais sensíveis pelo seu alto nível de exposição externa e responsabilidade perante a sociedade em geral. Cabe lembrar que em qualquer empresa de capital aberto ele é o contato oficial com os investidores, além de responder estatutariamente aos órgãos de controle. Se algo sair errado em sua área, não tem volta. Ele sempre estará na linha de tiro. “O CFO é o único profissional culpado até por mudanças bruscas na conjuntura econômica, aquelas que ninguém seria capaz de prever”, diz Charles Holland, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Em suma, uma profissão que combina grande poder e alto risco.

Um episódio vivido por Adriano dá uma boa medida da evolução da área financeira dentro de algumas corporações. Quando desembarcou na Sadia, em agosto de 2002, ele encontrou uma estrutura bem diferente de tudo o que havia visto em outras companhias pelas quais passou, como Odebrecht e Telefônica. “Era uma empresa não financeira com uma corretora debaixo dela e uma tesouraria extremamente ativa”, diz Adriano. “Eles tinham até títulos brasileiros em carteira, como C-Bonds.” Geralmente, a área financeira de uma indústria é montada para dar suporte ao negócio principal, que no caso deveria ser a venda de alimentos. Na Sadia, as contas mostravam, no entanto, outra realidade: boa parte dos lucros, algo como 60%, era proveniente de operações no mercado financeiro. “O bom de tudo isso é que tive oportunidade de ampliar meus conhecimentos. Hoje posso ser um CFO de empresas financeiras ou de qualquer banco”, afirma Adriano.

O problema pode estar no modelo de gestão do departamento financeiro. Muitas empresas acabam transformando suas áreas de finanças em células autônomas e autossuficientes, descoladas do resto da corporação. Adriano, por exemplo, reportava-se diretamente ao presidente do conselho, Walter Fontana Filho, e não ao presidente executivo, Gilberto Tomazoni. E a área de operações, que englobava fusões e aquisições, também estava sob os cuidados de Fontana. Tratava-se de uma aberração corporativa, que alguns conselheiros independentes da companhia tentaram corrigir. “Tomazoni exibia grande conhecimento na área comercial e habilidade na parte industrial, mas não tinha familiaridade com finanças. Quando ele se tornou o presidente executivo, em 2004, eu sugeri a criação de um comitê informal para auxiliá-lo nessa questão”, diz Alcides Tápias, ex-ministro de Desenvolvimento do governo Fernando Henrique Cardoso, ex-conselheiro da Sadia e atual diretor da consultoria Aggrego.

A proposta de Tápias consistia na criação de um comitê transitório, quase um coaching, até que Tomazoni tomasse pé da situação. “Não fazia o menor sentido um CEO comandar apenas parte de uma empresa e deixar outra a cargo do conselho. O papel do conselho é estratégico, não operacional”, afirma. Apesar das sugestões, a estrutura continuou exatamente a mesma: Adriano se reportando a Walter Fontana Filho e o restante da empresa sob o manto de Tomazoni. E mesmo havendo um comitê de finanças a assessorar o conselho, uma equipe de gestão de riscos, uma auditoria interna e softwares para detectar operações que estivessem fora dos padrões da companhia, a Sadia vergou sob o peso dos derivativos tóxicos. O prejuízo no exercício de 2008 chegou perto de R$ 2,5 bilhões.

“Meu divã foi minha família. ia buscar meu filho
todos os dias na escola”, diz Adriano


Questionado se havia falhas de governança na Sadia, Walter Fontana Filho pensa por alguns instantes e afirma que o único problema era ter o profissional responsável pela gestão de riscos sob o comando do diretor financeiro. “Deveríamos ter prestado mais atenção”, diz ele. Era mais do que isso. O próprio relatório da consultoria BDO Trevisan, encomendado pela Sadia e que apontou Adriano como único culpado da crise dos derivativos, dizia que “falhas de estrutura permitiram que a diretoria financeira contratasse as operações”.

Na Aracruz, fabricante de papel e celulose, que em setembro de 2008 informou ter perdido US$ 2 bilhões com os mesmos derivativos tóxicos, a governança, aparentemente, não apresentava falha. O ex-diretor financeiro Isac Zagury reportava-se ao presidente executivo, e o conselho de administração tinha diversos comitês de assessoramento, inclusive um financeiro. “Além disso, foi a primeira companhia brasileira a emitir ações no exterior, no ano de 1992, e também a implantar um comitê de auditoria”, disse Zagury a Época NEGÓCIOS. “A Aracruz [hoje Fibria] é hexacampeã mundial no índice Dow Jones de Sustentabilidade no seu setor, competindo com grandes empresas de diferentes países.” O que deu errado, então? Segundo ele, a crise afetou sobremaneira os exportadores brasileiros que faziam hedge da moeda para compensar a perda de competitividade nos custos. A organização internacional Bank for International Settlements (BIS) mostrou que os prejuízos com derivativos cambiais no Brasil em 2008 foram superiores a US$ 20 bilhões. “Aracruz e Sadia foram apenas os casos mais famosos de um problema enfrentado por várias empresas”, afirma Zagury, que se desligou da companhia logo após as perdas. Hoje, ele está aposentado e vem se dedicando basicamente à preparação do material de defesa com o qual pretende enfrentar a ação movida pela Aracruz. A empresa quer responsabilizá-lo pelos danos financeiros.

A pergunta é: como minimizar os riscos de ser um CFO hoje em dia? Não há uma fórmula pronta, mas Zagury arrisca uma solução, preventiva. Para o ex-diretor da Aracruz, o melhor instrumento é a adoção de sistemas colegiados de decisão. Algo parecido com o que faz o BNDES, onde todas as decisões financeiras são resultados da participação e do consenso de técnicos e diretores em vários estágios da hierarquia. Convém também se certificar das políticas de governança corporativa das empresas e se essas práticas são realmente levadas a sério. “O CFO deve escolher a empresa, e não o oposto”, afirma a consultora Betania. Outra sugestão é se certificar que a empresa tem seguro D&O (directors e officers). É um santo remédio para financistas em pânico e conselheiros na berlinda. Trata-se de uma modalidade de seguro que se tornou mundialmente famosa em 2002, após os escândalos envolvendo Enron e WorldCom, nos Estados Unidos. Tem como objetivo preservar o patrimônio dos executivos envolvidos em processos corporativos. Mas é a empresa – não a pessoa física – que contrata o seguro.

– O que acontece na Indonésia?

 

Assustador o que vem acontecendo na Indonésia, não?

 

Há 15 dias, tem ocorrido terremoto, maremoto, tsunami, furacão e nesta semana até um vulcão inativo voltou a expelir lava, matando dezenas de pessoas!

 

Que Deus tenha piedade destes coitados…

– Cortando os Excessos ou Correndo um pouco mais!

Leio interessante matéria da Revista Runner’s (edição 15, Janeiro/2010, ed 76), sobre os excessivos alimentos que alguns atletas comem.

Na verdade, há um quadro retratando o quanto se deve correr para poder comer algumas guloseimas a mais. Se você quiser tomar 1 garrafa de cerveja, corra mais 16 minutos, por exemplo.

Abaixo, a matéria e as Quantidades/Km:

MELHOR SOMAR MAIS 1 KM

Você precisa de uma dieta balanceada e dos nutrientes e calorias (energia) dos alimentos para render nos treinos de corrida e se recuperar. Mas, ao ingerir mais calorias do que gasta, você pode ganhar peso. Para ter uma ideia de quanto precisa correr para queimar as calorias de certos alimentos, confira a tabela abaixo. Todos os cálculos se baseiam em uma pessoa de 70 kg que corra em ritmo de 7 minutos por quilômetro.

1 banana -> 13 minutos

1/2 xícara de cereal + 1 copo de iogurte desnatado -> 15 minutos

1 cerveja long neck -> 16 minutos

1 bolinho Ana maria sabor chocolate -> 18 minutos

1 pão francês + geleia -> 20 minutos

1 copo de leite + nescau -> 21 minutos

1 croissant com manteiga -> 28 minutos

1 barra de chocolate Suflair -> 29 minutos

1 wap grill do McDonald’s -> 36 minutos

2 fatias de pizza do Pizza Hut -> 58 minutos

1 cheeseburger com batata frita -> 2 horas

– R$ 10,00: o preço médio de um voto!

Os noticiários estão dando os valores finais de custos da eleição. E, pasmem: cada deputado eleito gastou, por voto, quase R$ 10,00! Claro, há aqueles que gastaram muito mais por cabeça e outros menos. Mas… não é um número assustador?

Quantos votos mesmo teve Tiririca? Se a candidatura dele custou nessa média divulgada

– CPMF já?

 

Nem bem esquentou a cadeira e os governadores com a presidente Dona Dilma já ousaram falar em CPMF?

 

Por que não falaram isso durante a campanha?

 

Hein?

– Há motivos para reclamar da vida?

 

Olha aí o Doki, cachorrinho que ensina muitas coisas para as crianças, dando mum abraço na Marina!

 

 

São essas coisas que importam para as crianças. Como seria bom se tivéssemos a pureza delas…

– Trocar de Cidade resolve os Problemas?

 

O Grêmio Barueri, time-empresa, virou Grêmio Prudente e viajou quase 600 km para a nova sede. A Sociedade Esportiva Votuporanguense virou SEV-Hortolândia e fez o caminho de volta por 400 km. O Campinas foi vendido a um novo Sport Club Barueri. E, agora, Guaratinguetá atravessa a Dutra, cai na Marginal Tietê, pega a Anhanguera e desembarca em Americana mudando de sede. Esses são exemplos mais recentes; podemos lembrar do Comercial de Registro, no Vale do Ribeira, que jogava na longínqua cidade de Monte Alto.

 

São clubes que mudam de sede, ou, praticamente, de razão social, de torcida, de tudo! Se o Santos FC deixasse a cidade para jogar num estádio de 80.000 lugares em Cubatão, tudo bem; afinal, o time está na região metropolitana e continua sendo o mesmo. Mas dormir numa cidade e acordar 500 km longe pode? Aí não dá.

 

Quer dizer: dá, desde que se aceite acordar 800.000,00 reais mais pobre, que é a taxa exigida para tais mudanças pela FPF.

 

Paulista de Jundiaí, Noroeste de Bauru, Ponte Preta de Campinas, e outros clubes tão tradicionais, que são centenários e possuem estádios próprios, tradição e torcida, junto com os grandes clubes do Estado, dividirão espaço com essas novas realidades…

 

E você, o que pensa disso: clubes podem mudar de nome e de sede mediante pagamento, ou vai contra as leis esportivas, embora sejam ações legalmente aceitas? Deixe seu comentário:

 

Obs: O Décio Vita, estádio em que o Rio Branco de Americana jogava, ficou interditado 1 campeonato inteiro! Com 2 times naquela cidade, será que o estádio estará apto para 2011? Acho que a vistoria será mais, digamos, compreensiva. Afinal, o Americana Futebol Ltda, antigo Guaratinguetá, não pagaria uma bolada de transferência sem essa certeza.

– Passagens Aéreas por R$ 9,00

 

A Webjet está fazendo publicidade em comemoração aos 9 milhões de passageiros transportados, vendendo passagens a R$ 9,00.

 

Tente entrar no site e comprar 1 passagem… Quase 2 horas tentando e a compra não finaliza!

– Voto Consciente Planeja Novas Ações de Cidadania

 

Por Reinaldo Oliveira

 

No dia 30 de outubro, em encontro de formação que aconteceu das 10h às 13h30, os voluntários do Movimento Voto Consciente – MVC, fizeram o planejamento de novas ações de cidadania a serem colocadas em prática.  Abrindo o encontro o coordenador Henrique Parra, falou dos 4 anos de atividades do MVC, iniciadas em Jundiaí e Região no dia 27 de setembro de 2006. Falou das realizações durante estes 4 anos, tais como: monitoramento das sessões da Câmara Municipal, lançamento do ranking dos vereadores, da campanha Adote um Vereador, do ranking de Transparência das Atividades da Câmara Municipal, do Cidadania Ativa, do Cidade Democrática, das sabatinas com candidatos nas eleições municipais, de várias mobilizações da sociedade como para o Plano Diretor, pela criação de ciclovias, por ações do meio ambiente e tantas outras. Falou ainda das últimas ações como a formação ministrada pelo Cidadania Ativa para voluntários que atuaram levando palestras em várias entidades da Região sobre votar consciente, com a campanha de conscientização para eleger candidatos da região, das sabatinas com os 15 candidatos a deputados estadual e federal, dos 28 mil exemplares do Ficha Pública com o perfil do candidatos e distribuídos gratuitamente à população, e muitas outras realizações. Falou também das dificuldades e barreiras criadas no início, mas que durante estes anos as entidades, bem como a população viu, participou e aprovou o trabalho desenvolvido pelo MVC. Terminadas as atividades focadas nas eleições passadas, a meta futura é colocar em prática a formação de novos voluntários e expandir o MVC, bem como além da participação ativa em Jundiaí e Região, fortalecer as parcerias com entidades como a OAB, Forcis e outras, fazer parcerias com novas entidades como o SENAC e outras redes sociais, continuar desenvolvendo o monitoramento da Câmara Municipal, das atividades dos deputados eleitos e outras edições do Ficha Pública.

– Dilma, Serra e Marina prestando contas: O que eles têm em comum?

Chegou a hora das campanhas presidenciais prestarem contas. E olha que interessante: bancos e construtoras são os doadores em comum dos 3 candidatos.

Existe algum impedimento legal uma empresa que concorre em licitações do governo em doar 1 milhão a cada candidato? Nenhum. Mas o mais chato poderia dizer: “doou para os 3 para ter vantagens com o vencedor…”

O único impedimento seria o moral. Como brigar com os juros abusivos dos bancos se cada banco doa, em média, 1 milhão de reais para cada candidato?

Difícil dizer que há independência…

– Família Dodói!

Filha com Laringite.

Mamãe gripada;

Papai com Faringite.

A coisa tá feia… do trabalho ao hospital e vice-versa desde domingo. E dá-lhe remédios e resguardos.

Quando vai ter um feriado para descansar?

– O Aparentemente Sincero e o Visivelmente Enrolão

Silvio Berlusconi, que não esconde de ninguém que gosta de mulher (e muito), está sendo criticado pelo excesso de sinceridade. Por mais um escândalo que envolve sexo (uma marroquina de 17 anos – pelas fotos, lindíssima – era uma das garotas de programa que ele saía e até o telefone reservado do governo italiano ela tinha), os políticos pediram sua renúncia. Como resposta, declarou: “Ao menos eu gosto de mulher e não de gays“. Politcamente incorreto, mas autêntico.

José Dirceu, que estava sumido na campanha de Dilma Roussef, deu uma entrevista ao José Luís Datena na Rádio Bandeirantes AM, e falou sobre todo o seu envolvimento no governo Lula e apoio à presidente eleita Dilma Roussef. Disse que não quer cargos, pois “não precisa aparecer para ajudar o Brasil”.

Então tá… Ele não quer aparecer. Claro, na surdina, a ajuda é mais, digamos, eficaz!

– Joguinhos e Jogões

Hoje teremos bons jogos pelo Campeonato Brasileiro. Ao menos, essa é a expectativa. Entretanto, a tardinha, já teremos um jogo espetacular pela Champions League: Milan X Roma.

Fico pensando: como seria bom se a Libertadores também fosse tão prazerosa! Sim, pois a primeira fase da Libertadores é um tal de Blooming, Emelec e outras coisas… claro que lá na Europa temos os Cluj da vida. Mas, não seria bom grandes jogos na primeira fase? Flamengo X Boca Jrs, River X Cruzeiro? Lá no Velho Continente tem… (Milan X Roma é primeira fase, ok?)

A Libertadores poderá ganhar os clubes americanos em 2012. Cá entre nós: O que acrescenta Columbus ou Dallas DC contra São Paulo ou Corinthians? Doze horas de viagem e outros transtornos?

Única e exclusivamente: DINHEIRO. Se você acompanhar os jogos da MLS, verá que são todos cintura dura!