– Tiririca provou que é alfabetizado! E daí?

 

Tiririca é alfabetizado… mas é preparado?

 

Quem disse que ser “alfabetizado” é o mesmo do que ser “ bem preparado” para um cargo como o de deputado?

 

Preparação, despojamento e honestidade. Estas são características de um bom parlamentar.

 

Xiiiii… Sobrarão quantos em Brasília?

 

Quanto a prova, Tiririca teve que ler 2 frases de um exemplar do Jornal da Tarde: “Procon manda fechar loja que vende produto vencido” e “O tributo final a Senna” (somente esses títulos, não as matérias).

 

Além da leitura, escreveu a seguinte frase aleatória do livro Justiça Eleitoral (por ditado): “A promulgação do Código Eleitoral, em fevereiro de 1932, trazendo como grandes novidades a criação da Justiça Eleitoral”.

 

Mediante isso, a alfabetização foi comprovada, segundo o TRE-SP.

E você, acha que o fato da alfabetização de Tiririca ter sido comprovada garante um bom parlamentar? Deixe seu comentário:

– O Novo Magnata do Petróleo

 

Você conhece Márcio Rocha Mello?

 

Pois bem: o dono da HRT, concorrente direto da EBX de Eike Batista, é um bilionário de sucesso. Com um detalhe: é o mais novo magnata do petróleo, sem ter explorado uma gota!

 

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/39230_O+NOVO+MAGNATA+DO+PETROLEO

 

O NOVO MAGNATA DO PETRÓLEO

 

Por Carlos Sambrana

 

Conheça o empresário Márcio Rocha Mello, dono da HRT, empresa de petróleo que nasce com valor de mercado de R$ 5,1 bilhões e chega para brigar com a OGC

 

As festas do empresário carioca Márcio Rocha Mello, 57 anos, são famosas no setor do petróleo por uma característica, no mínimo, peculiar. Em todo congresso de óleo e gás que acontece no Rio de Janeiro, Mello, o homem que comanda a empresa HRT Participações em Petróleo, prepara um rega-bofe com show de escola de samba e mulatas devidamente trajadas em microfios-dentais. 

 

Na segunda-feira 25, ele fez jus à fama no lançamento de ações da HRT Participações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Depois dos discursos de abertura e de tocar a famosa campainha de abertura do pregão, músicos e voluptuosas passistas invadiram o salão da Bovespa. 

 

Mello, fã incondicional de samba, caiu na folia numa cena atípica para quem está acostumado a ver sisudos executivos de terno e gravata. Mas ele tinha motivos de sobra para festejar: sua empresa captou R$ 2,6 bilhões com a abertura de capital. O que chama a atenção nesse caso é que a HRT, com pouco mais de um ano de vida, ainda não extraiu uma gota sequer de petróleo – modelo semelhante ao da OGX, companhia do bilionário Eike Batista.

“O Brasil tem a segunda maior empresa de petróleo do mundo (a Petrobras) e a terceira maior bolsa. Hoje, começa a ter a maior empresa independente de óleo e gás do mundo”, disse Mello na Bovespa. Se depender de sua modéstia e de seus planos, essa é primeira de suas várias aparições como o novo magnata do petróleo.

 

O empresário foi forjado na Petrobras, onde trabalhou por 24 anos e ficou conhecido como um dos mais talentosos geólogos de petróleo do mundo. Aliás, entre 1990 e 2000, foi responsável por estudos de sistemas petrolíferos na grande maioria das bacias sedimentares do Brasil, África e América Latina. Ou seja, tem na cabeça o mapa das riquezas que estão debaixo da terra. 

 

“O Márcio Mello, em si, é o grande ativo da companhia”, diz Mauro Kahn, diretor do Clube do Petróleo e gerente da pós-graduação da Coppe UFRJ. “Ele, certamente, deve saber o que está comprando”, diz, referindo-se às áreas de exploração da HRT. É no que os investidores têm apostado. 

 

Desde que deixou a Petrobras, em 2000, Mello criou vários negócios ligados à área de petróleo, mas a HRT é, de longe, a sua grande tacada. Fundada em julho de 2009, a HRT iniciou as operações com a compra de 51% de 21 blocos de exploração na Bacia de Solimões, na Amazônia. Três meses depois, recebia um aporte de US$ 275 milhões de fundos de investimentos, como o MSD Capital, do bilionário americano Michael Dell.

Em junho deste ano, adquiriu mais cinco blocos na Namíbia e recebeu a certificação da empresa DeGolyer & MacNaughton atestando que as reservas da HRT chegam a 2,1 bilhões de barris de petróleo. Era a senha que faltava para convencer os investidores do potencial da empresa, que também conta com blocos nas bacias do Recôncavo, do Espírito Santo e Rio do Peixe. 

 

Em seu primeiro pregão, a ação foi lançada a R$ 1.205 e fechou cotada a R$ 1.167. Na quarta-feira 27, encerrou o pregão em R$ 1.135. Apesar da ligeira queda, o preço está entre R$ 1.005 e R$ 1.350, patamar vislumbrado pelos bancos Credit Suisse, Goldman Sachs e Citigroup, que coordenaram a operação. 

 

A aposta foi alta porque a HRT tem outra característica que se assemelha à OGX de Eike Batista. Seus principais funcionários têm vastas experiências no setor. Ocupam altos cargos na companhia executivos como John Forman, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), e Eduardo de Freitas Teixeira, ex-presidente da Petrobras nos anos 90. Eles trabalham na sede da HRT, que ocupa três andares de um prédio na avenida Atlântica, em Copacabana. 

 

O escritório, com vista para o mar, revela um outro lado do executivo, notório por seu conhecimento técnico. É que todo visitante que chega na HRT é recebido com um par de pantufas e encontra o comandante da companhia descalço. A primeira explicação para isso é que o carpete é branco e, como em um laboratório, tem que ser mantido limpo. A outra explicação, frequentemente fornecida por Mello, é que os pés descalços sentem a energia do ambiente.  

 

Hoje, a HRT tem um valor de mercado de R$ 5,1 bilhões. Mello, ao estilo Eike Batista, acha pouco. Em uma entrevista concedida à revista Brasil Energia, antes do período de silêncio imposto pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ele disse que a companhia tem potencial para chegar em US$ 10 bilhões. “Tudo em que botei o meu dedo virou ouro. Me chamam até de golden boy.” Será mais um dizendo que vai ser o homem mais rico do mundo?

– O BOPE como motivador para clubes de Futebol!

 

O Atlético Mineiro, eliminado na Copa Sulamericana ontem, teve como seu motivador um oficial do Batalhão de Operações Especiais da PM-RJ (BOPE). Cuca, treinador do rival Cruzeiro, em seus tempos de Botafogo, chamou um padre para uma palestra motivacional!

 

O que um renomado psicólogo esportivo pensa sobre o assunto?

 

Compartilho texto do brilhante professor João Ricardo Cosac, do CEPPE:

 

ATLÉTICO MINEIRO APELA PARA BOPE MOTIVAR A EQUIPE

 

Amigos, achei que já tivesse visto de tudo em termos de trabalho
motivacional no esporte. Depois que o Cuca chamou um padre para motivar
o Botafogo na época em que dirigia o time carioca, tive a certeza que a
banalização dos aspectos motivacionais estava irremediável e
irreversivelmente concretizada.


Como nesta vida, não há nada de ruim que não possa piorar e o modismo
sempre fala mais alto, o Atlético Mineiro, dirigido pelo treinador
Dorival Junior – à beira do rebaixamento e eliminado da Copa Sul
Americana – convocou um comandante do BOPE (Batalhão de Operações
Policiais Especiais) para ministrar algumas palestras aos atletas.
Prefiro não comentar o resultado desta super operação, uma vez que
palestras motivacionais isoladas e organizadas por outros profissionais
que não sejam formados em Psicologia do Esporte costumam ser desastrosas.


Confesso que fico impressionado com a criatividade ímpar de boa parte
dos dirigentes de futebol. Quando escutei o Samuel Rosa do grupo Skank
comentando o fato, achei que se tratava de uma piada. Até porque, Samuel
é torcedor fanático do Cruzeiro e não perderia a chance de tirar uma
casquinha do rival.


Depois de assistir a entrevista do cantor, fui verificar a notícia e
fiquei perplexo ao constatar que realmente o Galo mineiro está apelando
para este tipo de ação. Para os amigos que estão com a lista em dia –
segue alguns novos profissionais que se valem da crise das equipes para
promover trabalhos isolados, sem base científica e totalmente
desvinculado da Psicologia Esportiva: padres, engenheiros, comandantes
de polícia, animadores culturais, motivadores de plantão, programadores
mentais, pais de santo, ex-atletas de sucesso e vou parando a lista por
aqui para não rasgar o meu diploma.


O Atlético Mineiro – com o futebol que tem demonstrado – pode até
escapar da zona da degola. E se isso ocorrer (anotem), será muito mais
pela ineficiência do Guarani, Avaí e Vitória e menos por conta dos
trabalhos motivacionais apelativos que vem realizando.


A Psicologia do Esporte aplicada ao futebol ainda está muito presa aos
livros. Enquanto não mudar a mentalidade de muita gente por aí, podem
preparar novas listas de motivadores e animadores de auditório. Enquanto
isso, os ares da segunda divisão ficam ouriçados com a possibilidade da
(nova) visita de um grande clube do cenário brasileiro.


O que a torcida do Galo tem a ver com isso?


Nada. Rigorosamente nada.


Psicologia do Esporte: acesse http://www.ceppe.com.br

– Sucesso da Novela

 

Segundo a Revista Isto É Dinheiro, ed  682, pg 104, o sucesso da novela Passione se reflete nos produtos da Globo Marcas, empresa da emissora de TV que vende produtos usados em cena.

 

Um dos casos é “a cadeira da Diana”, item mais procurado pelos consumidores. A personagem de Carolina Dieckmann costuma chegar no seu apartamento e chorar as mágoas à sua amiga Cris, sentada em uma cadeira branca felpuda.

 

Valor da cadeira?

 

“Apenas” R$ 3.362,00 é o custo da cadeira Nara, de estilo retro, coberta de tiras de malha pés-palito.

 

Quantas você vai querer?

– FIFA Autorizará ou Não o ‘Tira-Teima’ do Gol?

 

Está em estudos deste o final de outubro, e até o ano que vem sairá uma resposta oficial (dependendo da tecnologia que as empresas oferecerão), se os árbitros poderão ter o auxílio de sensores de linha para confirmar ou não possíveis gols em lances duvidosos.

 

É um primeiro passo para o aceite de ferramentas da computação nos jogos de futebol. Mas algumas coisas chamam a atenção: como definir TECNOLOGIA NO FUTEBOL.

 

Tecnologia quer dizer “Estudo das técnicas”. Portanto, existem várias técnicas (avançada ou de ponta; simples ou rudimentar).

 

Se você observar um árbitro assistente com a bandeira levantada marcando um impedimento, perceberá que é uma técnica manual; se você ouvir o sinal de bip da bandeira  no braço do árbitro marcando outro impedimento, perceberá que é uma técnica eletrônica. Ambas técnicas, timidamente, convivem com o futebol. A simplória tecnologia dos sprays demarcatórios da distância para se cobrar tiros livres e a comunicação por técnica eletrônica entre os árbitros via rádio durantes os jogos, também coexistem pacificamente. Se é utilizada na 1ª ou na 5ª divisão, o certo que a estas tecnologias a FIFA nem se manifestou (exceto a uma: a comunicação com ponto eletrônico entre técnicos e jogadores, que, confesso, eu autorizaria – parto do princípio que, se os treinadores podem se comunicar para fora do estádio com celulares, por que não dentro do estádio, com seus comandados?)

 

A FIFA não sabe ainda como será a tecnologia a ser oferecida, mas pede uma condição: a de que as empresas que desenvolverem o equipamento projetem algo que comunique a informação ao árbitro em 1 segundo! Motivo: claro que é para o jogo não parar, para não se correr o risco de árbitro e jogadores ficarem na frente da TV, para a não-perda de autoridade da equipe da arbitragem como um todo, etc…

 

Sou a favor de certas evoluções no futebol. Tardiamente chegará avanços mais profundos na tecnologia em campo. “Como elas serão” é o grande dilema. Não gosto de mudanças radicais, apesar de ser a favor de inovação. E claro, deve-se ter o cuidado de se definir quando e onde a tecnologia será usada. Gosto da idéia de que, por exemplo, o capitão da equipe possa pedir a reconsideração de um árbitro sobre uma decisão polêmica após a conferência por imagem do lance duvidoso (uma possibilidade em cada tempo). Mas aí cairemos na universalização da regra: todos os campeonatos devem ter a mesma regra e mesmas possibilidades…

 

Ué, aí contradigo a própria FIFA: Nos jogos do Campeonato Brasileiro da série A (nosso principal torneio), temos TODOS os quartetos de arbitragem equipados com bandeira eletrônica e rádios-comunicadores? Não. E como fica a regra?…

 

E você, o que pensa disso: o que você acha da tecnologia no futebol? Deixe seu comentário: