– Walking Dead? A Arma Zumbi da Rússia

Não acredita em Zumbis? Eu também não. Mas a Rússia desenvolveu uma arma que mexe no sistema nervoso das pessoas, afetando a mente e as “tornando por alguns instantes como zumbi”.

Curiosíssimo e perigoso:

Extraído do Olhar Digital em: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/russia-confirma-existencia-de-arma-que-transforma-pessoas-em-zumbis/25340?cmpid=tw-uolnot

RÚSSIA CONFIRMA EXISTÊNCIA DE ARMA QUE TRANSFORMA PESSOAS EM ZUMBIS

Confirmação veio do presidente do país, Vladimir Putin. Arma futurista atinge o sistema nervoso central das vítimas

Você acredita em zumbis? Não? Então prepare-se para a notícia a seguir: de acordo com o jornal Herald Sun, a Rússia estaria testando uma arma psicotrônica capaz de controlar a mente das pessoas. A afirmação foi feita pelo próprio presidente do país, Vladimir Putin.

A arma futurista, que atinge o sistema nervoso central das vítimas, está sendo desenvolvida por cientistas e poderá ser usada contra nações inimigas e até mesmo dissidentes políticos que enfrentam o atual governo.

Putin descreveu a arma como um instrumento novo que pode servir para atingir objetivos políticos e estratégicos. Até mesmo alguns detalhes da “controladora de mente” foram divulgados. O que se sabe é que ela, por exemplo, dispara uma radiação eletromagnética de maneira semelhante aos fornos de micro-ondas, causando um grande desconforto em suas vítimas.

O ministro da defesa Anatoly Serdyukov disse que, em testes recentes, a arma foi usada para dispersar multidões. De acordo com relatos, a pessoa que recebeu a radiação da arma sentiu que a temperatura do corpo aumentou rapidamente. Apesar de alguns segredos de funcionamento não terem sido divulgados, o jornal alega saber do fato de que ondas de baixa frequência podem afetar células do cérebro, alterar o estado psicológico e até mesmo transmitir sugestões e comandos para o pensamento de alguém, como se fosse telepatia.

Talvez, a partir de agora, seja melhor você pensar muito bem na possibilidade de um apocalipse zumbi. Resta saber se eles serão os famosos comedores de cérebros, retratados constantemente nas telas do cinema.

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– E o sequestro da sogra de Bernie teria um episódio em Jundiaí?

Aparecida Schunk, sogra do chefão da fórmula 1 Bernie Ecclestone, foi sequestrada dias atrás em Interlagos e mantida em cativeiro na cidade de Cotia (a mando de um piloto de helicóptero que prestou serviços a ele).

Porém, um detalhe que só soube agora: o valor pedido de resgate era dividido em 3 moedas: 110 milhões de euros, 5 milhões de dólares e 5 milhões de reais. E esse montante deveria ser deixado no aeroporto de Jundiaí, onde 3 helicópteros levariam a grana repartida em 8 sacos com certos valores já contados.

Perguntar não ofende: como a operação seria realizada sem que alguém soubesse do que se trataria os helicópteros? Quem seriam esses pilotos contratados? 

Um comentário final: a sogra tem idade para ser FILHA de Ecclestone…

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– O sacrifício de um pai que perde o filho é mensurável ao de um batalhador que gera emprego e riquezas? Sobre Trump e Khizr Khan

A resposta a esta pergunta-título da postagem parece ser lógica, embora não seja para alguns. Se refere ao discurso emocionado de um pai paquistanês que perdeu o filho, que heroicamente serviu o exército dos EUA (morrendo por americanos). Para Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos e xenófobo, ele próprio, por ter se tornado um empreendedor rico e gerado empregos, está no mesmo patamar de sofrimento.

É mole?

Compartilho, em: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/08/o-discurso-de-um-pai-expoe-os-absurdos-propagados-por-trump.html

O VERDADEIRO SENTIDO DE SER AMERICANO

por Flávia Tavares

O discurso de um pai expõe os absurdos propagados por Trump

Humayun Khan estava no Iraque havia três meses. Aos 27 anos, chegara a Baquba, a cerca de 50 quilômetros ao norte de Bagdá, como capitão do Exército americano. Em tão pouco tempo, com sua postura conciliadora e aberta, conseguira engajar iraquianos a ajudar na patrulha da região em troca de US$ 5 por hora – uma proximidade com a população local almejada pelos senhores da guerra e só possível porque Khan era muçulmano. Na manhã de 8 de junho de 2004, ele se dirigiu a seu posto nos portões da base militar mais cedo que seus homens, como de hábito. À frente de um batalhão de apoio à infantaria, Khan era responsável pela manutenção e pela segurança da base. Quando um táxi alaranjado com dois homens a bordo se aproximou das grades, em alta velocidade, Khan ordenou que seus comandados se atirassem ao chão. Gesticulou com o braço estendido para que o motorista parasse. Caminhou dez passos em direção ao carro, que explodiu. Khan morreu na hora – e impediu ali um ataque contra centenas de soldados que tomavam café da manhã num galpão metros adiante. Aos 27 anos, o rapaz muçulmano, que migrara dos Emirados Árabes para os Estados Unidos com 2, sacrificava sua vida em nome do país que o acolheu. Em nome da liberdade e da democracia.

Foi para honrar esse rapaz que seu pai, Khizr Khan, subiu ao palco da convenção do Partido Democrata em Filadélfia, no dia 29 de julho. Naquela semana, Hillary Clinton se consagrou a candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos. Discursos como o da primeira-dama, Michelle Obama, aclamaram as virtudes que o país deve perseguir e manter, a despeito da truculência do adversário republicano, Donald Trump. Mas foi o senhor Khan quem esparramou diante dos eleitores americanos, por vezes cínicos e desinteressados, a dor que uma decisão equivocada, uma frase mal colocada, um arroubo de um governante podem infligir. O senhor Khan, um advogado formado em Harvard, lembrou que há consequências para desmandos. Muito frequentemente, essas consequências provocam chagas incuráveis. É por isso que o posto de presidente dos Estados Unidos, ou de qualquer país, não pode ser encarado como uma aventura pessoal, uma massagem de quatro a oito anos no ego de alguém.

Com o sotaque pesadíssimo de um paquistanês que se mudou para os Estados Unidos em 1980, e a voz vacilante de quem está com lágrimas represadas por todo o corpo, o senhor Khan discursou por pouco mais de seis minutos. “Donald Trump, você pede aos americanos que confiem a você seu futuro. Deixe-me perguntar: você ao menos leu a Constituição dos Estados Unidos?” Sacando um exemplar do bolso, Khan prosseguiu. “Eu posso te emprestar a minha cópia. Neste documento, procure as palavras ‘liberdade’ e ‘proteção igualitária da lei’.” O senhor Khan se referia à proposta insana de Trump de banir os muçulmanos do país. A essa altura, o público da convenção já o ovacionava. Mas o senhor Khan não havia terminado. Ainda se dirigindo a Trump, ele perguntou: “Você já esteve no cemitério de Arlington?”. É lá que Humayun está enterrado, no fim de uma fileira de lápides de mármore. Ele foi a 66a vítima da guerra do Iraque a ser sepultada ali. O senhor Khan intimou Trump. “Vá olhar os túmulos dos bravos patriotas que morreram defendendo a América. Você verá todas as fés, os gêneros e as etnias. Você não sacrificou nada nem ninguém.” Essa última frase, ao sair da boca de um pai enlutado, não é ofensiva. É uma retaliação a quem há meses fala cada vez mais alto o que quer, sem considerar as repercussões na vida das pessoas.

Trump reagiu como uma criança de 6 anos. Em uma entrevista à rede ABC, ele questionou, inicialmente, o fato de a mulher do senhor Khan, Ghazala, ter se mantido em silêncio a seu lado no palco. “Ela estava ali, ela não tinha nada a dizer, ela provavelmente – talvez ela não tivesse permissão para ter algo a dizer, você me diz”, disse Trump. Dias depois, a própria mãe de Humayun tinha algo a dizer. “Caminhando por aquele palco, com uma foto imensa de meu filho atrás de mim, eu mal pude me controlar. Que mãe poderia? Donald Trump tem filhos que ele ama. Ele realmente tem de se perguntar por que eu não falei nada?” Mais adiante, em entrevista, Trump retrucou o senhor Khan. Sem nenhuma alteração no tom de sua voz, Trump disse: “Eu sinto profundamente pela perda de seu filho, mas o senhor Khan, que não me conhece, não tem o direito de ir diante de milhões de pessoas e dizer que eu nunca li a Constituição, o que é falso, e dizer outras coisas imprecisas”. Bem, pela Constituição americana, o senhor Khan tem, sim, esse direito… Trump, então, concluiu sua reação com o malabarismo que melhor o define: o “salto triplo de ego carpado”. Sobre os sacrifícios que ele fez pelo país, Trump – dispensado de servir na Guerra do Vietnã por ter um esporão no calcanhar – respondeu assim: “Eu fiz muitos sacrifícios. Eu trabalho muito, muito. Eu criei milhares e milhares de empregos, dezenas de milhares, eu construí ótimas estruturas. Eu tenho um enorme sucesso. Acho que fiz muito”. Na mente de Donald Trump, ter sucesso é um sacrifício comparável a perder um filho.

As pesquisas ainda não apontam o efeito da controvérsia com os Khans na candidatura de Trump. É possível que ele tenha subestimado o fato de que há um sentimento que une todos os americanos, de ambos os partidos: o amor à guerra e aos guerreiros que lutam pelos Estados Unidos. Maldizer os pais de um herói de guerra pode ser o sacrilégio definitivo, depois de muitos outros. Em sua campanha, Trump já chamou os mexicanos de estupradores. Disse não respeitar John McCain, ex-candidato republicano herói e prisioneiro de guerra, porque verdadeiros heróis não se tornam prisioneiros. Mais recentemente, convidou o presidente russo, Vladimir Putin, a hackear e-mails de Hillary Clinton. A cada novo desatino alguém do partido reprovava seu tom. Mas nada realmente grave acontecia. E ele cresceu, cresceu, até se tornar o candidato incontornável. Depois que o próprio McCain e o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, desautorizaram a fala de Trump sobre os Khans, Obama cobrou: “A pergunta que eles têm de se fazer é ‘Se você está repetidamente tendo de dizer, em palavras fortes, que o que Trump disse é inaceitável, por que você ainda o está endossando? O que isso diz sobre o seu partido?’”. A aposta de analistas é que o eleitor indeciso vai questionar mais seriamente o temperamento de Trump daqui para a frente. Talvez tenha sido preciso que um pai que perdeu o filho derramasse sua dor publicamente para que os americanos percebessem isso.

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– O atentado no Afeganistão teve a mesma repercussão?

O mundo se horrorizou e se solidarizou com os atentados em Orlando e Nice promovidos pelo ISIS. Neste final de semana, outro ocorreu, agora no Afeganistão.

Alguém viu mensagens de “Pray For Afghanistan”?

Vale pensar sobre isso…

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– Estamos falidos socialmente?

Talvez estejamos próximos do final dos tempos. Viram a capa do Estadão de hoje?

Nela, há a manchete: “Estado Islâmico dá dicas na Web de como atacar no Rio“.

Se a outrora Cidade Maravilhosa já não vivesse com tantos problemas sociais, como a criminalidade dos traficantes de drogas e milicianos que agem da mesma forma coercitiva, agora o EI (ISIS) querendo tumultuar.

Quem lutará pela vida dos cariocas de bem e demais inocentes?

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– Torcedores de Ponte Preta e São Paulo quebram o pau no… SUB20!

Estamos vendo cada vez mais a intolerância e o fanatismo reinando na sociedade. Não é que torcedores organizados de Ponte Preta e São Paulo, motivados pela partida Sub 20 das equipes, promoveram uma guerra no Centro de Campinas?

A Polícia tomou cuidado com as imediações do Moisés Lucarelli, mas mesmo em plena terça-feira útil de trabalho os “profissionais torcedores” arranjaram confusão!

O que fazer? Briga até em Sub 20 à tarde é demais… Um jovem foi espancado e está internado. Abaixo, a imagem da EPTV (afiliada Globo de Campinas) que filmou um outro foco de confusão na Avenida Anchieta (Centro) após o jogo.

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– Será que o aviso da Abin coibirá o Terrorismo?

Viram o cartaz de prevenção da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) contra possíveis terroristas?

Funcionará? Me recordo que os fanáticos do ISIS que explodiram o aeroporto turco eram exatamente o inverso comportamental desses relatos.

Eu acho pouco eficaz, mas… compartilho, abaixo: 

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– Outro atentado terrorista (em Nice, na França) promovido pelo ISIS. E achamos que estará tudo tranquilo na Olimpíada Brasileira?

Toda semana tem sido igual: os terroristas do Estado Islâmico (ISIS) estão atacando algum lugar do mundo através de lobos solitários (seus “soldados suicidas”, que agem isoladamente explodindo tudo).

Ontem, 5a feira, um enésimo atentado desses malucos. E isso acontece na mesma semana em que o Serviço Secreto da França avisou que tinha informações concretas de que um lobo solitário brasileiro poderia promover um ataque à delegação francesa durante a Rio-2016.

Você duvida disso?

Eu não.

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– O Alerta do Terrorista Sírio que poderia estar no Brasil

Deu no Estadão: a Cia Aérea Avianca soltou um alerta para que funcionários fiquem atentos a um ex-prisioneiro de Guantánamo, detido por terrorismo pelos EUA e que estava sob a custódia do Uruguai, pois o mesmo pode estar foragido no Brasil.

Em época de atentados terroristas nos EUA, Turquia, Bangladesh (neste sábado) e às vésperas da Olimpíada do Rio de Janeiro… fiquemos espertos!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/blogs/coluna-do-estadao/avianca-lanca-alerta-sobre-possivel-fuga-de-terrorista-sirio-para-o-brasil/

AVIANCA LANÇA ALERTA SOBRE POSSÍVEL FUGA DE TERRORISTA SÍRIO PARA O BRASIL

Por Andreza Matais e Luísa Martins

A companhia aérea Avianca disparou boletim interno alertando para possível fuga de um terrorista sírio para o Brasil. Jihad Ahmad Diyab é um ex-presidiário de Guantánamo e foi acolhido no Uruguai como refugiado, mas está foragido há cerca de duas semanas.

A Avianca confirmou para a Coluna do Estadão a veracidade do comunicado, afirmando que se trata de um procedimento habitual e que está disponível para colaborar com as autoridades.

O boletim, enviado por meio da Secretaria de Segurança da Avianca, solicita que, caso seja detectada a presença do sírio em território brasileiro, a Polícia Federal seja imediatamente comunicada. O alerta foi transmitido com base em informações recebidas pela companhia pela divisão de antiterrorismo da PF.

Jihad, de 34 anos, estaria usando um passaporte falso de origem marroquina, jordaniana ou síria. Sua identidade e passaporte originais, no entanto, são expedidos pelo Uruguai. Ele tem dificuldade de locomoção, usa muletas e não fala português, comunica a Avianca.

A Polícia Federal brasileira ainda não comentou o assunto.

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– Novo atentado terrorista? Abra o olho, Brasil…

Dias atrás, tivemos um lobo solitário atacando uma casa noturna nos EUA. Hoje, outro atentado, agora no Aeroporto da Turquia, matando muita gente.

Devemos estar conscientes: esses terroristas são malucos, suicidas e impiedosos. E com um evento próximo do porte dos Jogos Olímpicos, com tal frequência de atos desumanos, temos que ficar atentos…

O mundo clama PAZ!

Atualizando: o ISIS (Estado Islâmico) foi o responsável…

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– O real medo do terrorismo dos lobos solitários na Olimpíada do Brasil

Ismail, o Brasileiro. Esse é o “nome traduzido” de um lobo solitário (aquele que atua sozinho em um lugar a serviço do Isis) de Ismail Abdul Jabbar Al-Brazili.

Ele é o cidadão investigado por estar a serviço dos terroristas do Grupo Estado Islâmico para atentados durante a Rio-2016. Faz propaganda na Internet para arregimentar novos seguidores e doutrina jovens com a tradicional lavagem cerebral.

Não bastasse isso, Jihad Ahmad Deyab, segundo a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o perigoso terrorista internacional procurado nos quatro cantos do planeta, estaria em nosso país escondido. Maxime Hauchard, o “francês”, outro membro do ISIS, também já ameaçou.

O que fazer?

Nossas autoridades estão preparadas?

Os cidadãos de bem já sofrem com o terrorismo dos bandidos do crime organizado, dos larápios de colarinho branco de Brasília e agora com extremistas fanáticos religiosos…

O Esporte é para congregar os povos, nunca para dividir. E o perigo do terrorismo ultrapassou as carreiras sociais e esportivas, infelizmente.

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– O que fazer para detectar um filho problemático?

Leram a entrevista de Sue Klebold, a mãe do assassino Dylan Klebold, que com 17 anos matou 12 colegas num colégio de Columbine (EUA) a sangue frio, armado com armas (Revista Veja, Páginas Amarelas, ed 22/06)?

Ela disse que:

Pais de adolescentes sabem que não é fácil captar o que passa na cabeça de seus filhos. Nada levava a crer em suicídio ou assassinatos. Dylan foi hábil em esconder seus sentimentos”.

O que achei curioso foi o conselho que ela dá aos pais. Não sei se concordo com ela. Dona Sue aconselhou que:

Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz”.

Confesso que é um pouco confuso, difícil ou de prática duvidosa. Creio que depende de cada família e da educação em casa.

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– O medo do Terror na Eurocopa

O terrorismo está levando as pessoas à neurose.

Durante a Eurocopa (que está sendo realizada na França), em Lille, um jornalista polonês deixou um tripé armado no centro de imprensa e colocou um recado: “já voltou buscá-lo”.

Ao ver o tripé solitário, a Polícia Francesa isolou o local, chamou a equipe anti-bomba e… BUM! Explodiu o artefato. Descobriram que não era uma bomba, mas realmente um simples tripé esquecido.

O medo deturpa os cidadãos da realidade, não?

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– As Perdas de Mando de Palmeiras e Flamengo

Flamengo e Palmeiras jogaram em Brasília e seus torcedores organizados brigaram. O STJD decidiu que por tal fato, ambos teriam a perda de mando de jogo. O Flamengo com portões abertos, e o Palmeiras (pela torcida ter supostamente iniciado a confusão) com portões fechados.

Dessa forma, pensemos: se o Flamengo jogar fora dos seus domínios, ganhará bastante dinheiro por motivos óbvios, já que é um clube de massa, possui a maior torcida do Brasil e tem apelo onde quer que jogue. Vai ter lucro lotando o estádio que escolher.

Já o Palmeiras, que consegue grandes públicos em sua Arena (e que faturou quase R$ 2,5 milhões contra o Corinthians) não poderá vender ingressos. Quanto vai ter de prejuízo?

Se a culpada foi uma das suas organizadas, que a processe. São identificados, possuem CNPJ, endereço e nunca dão lucro ao clube. Vide esse valor que deixará de entrar nos cofres.

Em tempo: o advogado do Palmeiras conseguiu efeito suspensivo da pena, já que para a partida contra o Santa Cruz, já havia vendido mais de 12 mil ingressos.

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– O Radicalismo levando o Terror em Orlando

Pavoroso o atentado terrorista na casa noturna Pulse, voltada ao público GLBT, que matou 50 pessoas e vitimou outras tantas em Orlando, na Flórida.

Pouco importa se era uma boate gay, uma igreja ou uma arena esportiva. Eram simplesmente PESSOAS, que foram mortas por um nova-iorquino chamado Omar Mateen, que se dizia admirador do grupo ISIS (os terroristas do Estado Islâmico).

Matar em nome de Alá? Qual Deus que manda matar seus filhos? Alá é o mesmo Iavé, Jeová, Senhor, Pai…

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– Um mundo que perdeu seus valores!

Vejo com tristeza o caso da dupla de bandidos (um deles morto) que atazanava cidadãos de bem (fugindo de uma perseguição policial com carro roubado) e que causou surpresa: o líder com 13 anos, o comparsa tinha 11.

Duas crianças.

Culpa de quem?

  • Dos pais? Mas será que tinham pai e mãe? E como foram criados esses “pais e mães”?
  • Da escola? Que raio de escola pública consegue corrigir vícios e valores deturpados que vem de casa.
  • Dos políticos? Se os recursos para a formação educacional e social fossem destinados a quem realmente precisa isso seria evitado?
  • Da Igreja? Mas será que algo foi anunciado ou alguma crença vivida por quem tem uma vida-cão?
  • Da sociedade? O que fazer em casos como esses?

Enfim, não dá para tentar esconder a situação: os valores morais, familiares, sociais e cidadãos se perderam em muitos lugares desse país, criando uma “geração desvirtuada”, onde vale a lei do mais forte e da sobrevivência.

Triste. E tão triste é ver os policiais (trabalhadores, pais de família em serviço e que quase perderam a vida no tiroteio) de serem acusados de falta de compaixão (…)!

Cá entre nós: a vida é valiosa e devemos defendê-la até o último instante. Entretanto, o “coitadismo” não pode esconder uma situação crítica como essa, nem transformar os PMs em bandidos.

Abaixo, foto da Folha de São Paulo:

ATUALIZANDO: A FOLHA TRAZ QUE ERAM GAROTOS DE 10 E DE 11 ANOS. O PAI ESTÁ PRESO E A MÃE TEM 4 PASSAGENS PELA POLÍCIA

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– Por que temos a 4a maior população carcerária do Brasil?

Um índice assustador: o crescimento do número de bandidos nas cadeias do Brasil.

Veja porque isso ocorre,

Extraído de: http://istoe.com.br/452253_POR+QUE+A+POPULACAO+CARCERARIA+NO+BRASIL+AUMENTOU+167+/

POR QUE A POPULAÇÃO CARCERÁRIA NO BRASIL AUMENTOU 167%

Por Antonio Carlos Prado e Elaine Ortiz

Como explicar que a população carcerária no País tenha aumentado 167% entre os anos 2000 e 2014, segundo os dados oficiais divulgados na semana passada pelo próprio ministro da Justiça, Eugênio Aragão. Sabe-se hoje que pobreza é apenas um dos fatores que levam indivíduos à criminalidade e ao encarceramento – as causas prevalentes são transtornos de personalidade que poderiam ser tratados desde a adolescência se o Brasil proporcionasse (volta-se aqui a políticas sociais) a devida assistência médica e psicológica à população.

-Segundo o Ministério da Justiça, o Brasil está com 622.202 presos (número superior à população de Aracaju, por exemplo)

-Há déficit de 250.318 vagas (mais que o número de habitantes de Palmas)

-No planeta Terra, o Brasil registra a quarta maior população carcerária (EUA, China e Rússia estão na frente)

-No Brasil há 306 presos para cada 100 mil habitantes (a média mundial é de 144 presos por 100 mil habitantes)

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– Violência em Itupeva. De novo?

Com pesar leio mais uma manchete de assalto em Itupeva. Ontem, um policial aposentado foi covardemente ferido numa “saidinha de banco”.

O que está acontecendo com o município vizinho tão simpático?

Tanta propaganda de boa qualidade de vida transformada em convite à bandidagem, infelizmente…

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– Estado Islâmico planejando atentados terroristas na Rio 2016?

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) confirmou dias atrás: as mensagens do Twitter do terrorista Maxime Hauchard, pertencente ao ISIS, prometendo atos de terror no Brasil em decorrência das Olimpíadas, são verdadeiras!

A questão é: o que isso está mudando no dia-a-dia na preparação dos jogos?

E a segurança o brasileiro comum, como está?

Eu tenho muito receio disso, vendo o país à deriva do jeito que está. Estamos dando a atenção devida?

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– A ruim mas necessária decisão de torcida única nos Estádios e o desconsolo de quem perdeu familiares.

Desde 2010, são 114 mortos por culpa de brigas entre torcedores (ou terroristas organizados) de futebol.

Um homem que tira a vida de outro por causa de JOGO DE BOLA é um grande imbecil, não?

Com tanta coisa mais importante na sociedade, brigar por futebol é coisa de trouxa. E aí atitudes radicais são obrigadas a serem tomadas, tais como a decisão de se fazer torcida única nos estádios a fim de diminuir a violência.

Particularmente, acho a medida ridícula, pois é assinar o atestado de que não somos um povo civilizado. Por outro lado, é o que se pode fazer a curto prazo, enquanto não se faz o ideal: PRENDER ESSES MARGINAIS!

O que consolará a família do inocente morto por uma bala perdida no último domingo, que nada a tinha ver com futebol, ao saber que seu ente querido foi assassinado por criminosos que “defendiam” as cores de Palmeiras e Corinthians (mas que poderiam ser de qualquer outro clube)?

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– O que pensa o Comandante Militar do Estado Islâmico!

A moça merece um prêmio de jornalismo! Patrícia Campos Mello, repórter da Folha de São Paulo, esteve na prisão de Rimelan (interior da Síria) e conseguiu entrevistar o terrorista Ahmad Derwish. Ele é o chefe das operações de guerra do ISIS (OU EI, Estado Islâmico).

Derwish esteve em Sinjar, no norte do Iraque, onde se tornou emir após conquistar o lugarejo e fazer com que 2000 mulheres se tornassem escravas sexuais! Foi detido há 1 mês após bombardeios americanos.

Questionado pela jornalista o que ele faria se a encontrasse num campo de refugiados, disse que ela:

Levaria muitas chibatadas pelas roupas que usa, seria escravizada sexualmente e teria que se converter ao islamismo”.

Quando Patrícia disse que era cristã, Derwish avisou:

Se você fosse presa e não pagasse o jizya (imposto cobrado pelo EI para permitir que cristãos não sejam mortos), seria decapitada”.

Sobre venda de escravos, o preço varia. Segundo ele:

Uma mulher de 18 anos custa US$ 3,000.00, mas se for bonita vale mais”.

A respeito de tolerância religiosa, o radicalismo assusta. Tentando justificar a morte de inocentes na Bélgica no atentado recente, declarou que:

É preferível que infiéis morram no campo de batalha, mas sempre é legítimo matar quem não segue a sharia (lei islâmica) onde quer que esteja“.

Fico pensando como os muçulmanos que vivem verdadeiramente sua religião devem estar tristes com esses malucos radicais. Principalmente quando Derwish alega que:

Está escrito no Alcorão que todos nós vamos morrer, mas Alá nos prometeu o paraíso porque matamos infiéis”.

Ora, desde quando alguém que tem uma fé diferente do que a sua deve ser morto para que Deus lhe reserve o Céu?

Triste imaginar que idiotas como esse existam aos montes e que assassinam pobres inocentes por um fanatismo que assusta…

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– O Vídeo da Coreia do Norte ameaçando os EUA

Em que mundo vivemos?

Os norte-coreanos vivem numa redoma; isolados do mundo por um maluco ditador comunista cuja família há décadas governa um país no qual perdeu a liberdade.

Investe-se em armamentos, provocações, desenvolvimento nuclear bélico… tudo às custas da sociedade!

Nesta semana, mais um capítulo: um vídeo de 4 minutos da propaganda oficial do Governo contando a história das relações da Coréia do Norte e dos EUA, com uma simulação da destruição de Washington.

Desprezível…

Veja em: https://www.youtube.com/watch?v=qjQDGEvy3FQ

– De novo um atentado terrorista?

Onde o mundo parará… novamente um atestado terrorista na Europa, agora na Bélgica. Nesta madrugada, as notícias traziam dezenas de mortos em uma explosão no Aeroporto de Bruxelas e em outros pontos.

Lamentavelmente, o fanatismo / extremismo cegam as pessoas e levam o caos à vida de inocentes.

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– Carnaval é festa ou é briga?

Não sou chegado em carnaval, mas respeito quem gosta. E vendo a apuração na TV… caramba!

Os caras se matam, os juízes incrivelmente DEIXAM de dar nota e a pancadaria rola solta.

Cadê o discurso “da comunidade”, do empenho do povo sofrido? Fica jogado para trás?

A gente de bem que faz o Carnaval acaba se misturando com os briguentos que não sabem perder. Sem contar com a desorganização que impera na Liga das Escolas de Samba.

Que feio o que foi visto no Anhembi. Quando se resolverá tudo isso?

Primeiro, tiraram a presença da torcida da apuração. Agora, tirarão os representantes?

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– Protestos somente em Prol do Próprio Umbigo?

O Movimento Passe Livre (MPL) de fato é muito radical. Não é que nem na saída da Missa comemorativa da Cidade de São Paulo eles perdoaram os políticos? O Prefeito Fernando Haddad foi atingido ao vivo durante uma entrevista com uma garrafada. O Governador Geraldo Alckmin saiu pelas portas do fundo da Catedral da Sé.

O grande problema é: por que contra a corrupção do Mensalão e do Petrolão não se age com tanto vigor? Por que contra o escândalo das obras do metrô com suposto favorecimento também não se tem o mesmo empenho?

Somente se protesta para uma causa particular? Só se pensa no próprio umbigo?

Aliás, quem vai bancar passe livre? Eu e você, leitor, através de nossos impostos.

Que precisa se melhorar e muito o transporte coletivo, concordo. Mas não com violência e com utopia.

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– FPF privilegia Torcidas Organizadas para São Paulo x Flamengo

É o samba do crioulo doido! Após dizer que punirá os torcedores envolvidos na confusão do jogo em Mogi das Cruzes pela Copa São Paulo (São Paulo x Rondonópolis), dizendo que investigará o caso, a FPF resolveu cobrar ingressos e aprontou mais uma! Veja só:

– Os ingressos nos lugares mais confortáveis e de setores de melhor visibilidade, custarão R$ 40,00 ao torcedor comum. Os de menor conforto, R$ 30,00. Porém, atrás dos gols e EXCLUSIVOS às torcidas organizadas, R$ 20,00.

Incrível! Ao invés de afugentar os baderneiros, dá privilégios a eles. Torcida Organizada – a mesma da briga passada – assistirá o jogo com desconto!

E viva a impunidade…

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– A Diferença dos Protestos na Capital Paulista

O que acontece de tão diferente nos protestos realizados em São Paulo?

Nos protestos dominicais contra a corrupção do Governo Federal, de gente que trabalha durante a semana e sai na folga para reclamar, não há briga com a Polícia (tem até selfie!). Os trajetos combinados são cumpridos e não há depredação de imóveis. Todo mundo de rosto limpo.

Nos movimentos durante a semana contra o preço das passagens de ônibus, no horário de trabalho e no rush, os manifestantes vão pra cima da PM! Não querem cumprir regras e promovem vandalismo e atos de radicalidade. Muitos mascarados/ disfarçados.

E é a mesma Polícia… A culpa das brigas então é de quem?

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– Sean Penn e a entrevista com El Chapo

Nesta semana, noticiou-se que o traficante mais procurado do mundo, o mexicano Joaquim Guzmán “El Chapo”, foi enfim preso (havia fugido de maneira incrível de sua cela em 2015).

O curioso é que o famoso Sean Penn, ator consagrado de Hollywood, declarou que se encontrou com o bandido quando ele era foragido da Polícia, no meio de uma selva mexicana.

Motivo: estava fazendo um “laboratório” para criar o personagem protagonista do filme que conta a história de Guzmán…

E aí? Pela liberdade artística, vale ocultar das autoridades o paradeiro de tal importante criminoso?

Mais ainda: o encontro foi intermediado pela atriz Kate Dell Castillo.

Daqui, se conclui que: ou os artistas tinham acesso fácil ao bandido ou a Polícia Mexicana não queria o prender…

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– O “quase-terrorista” que veio mudar de vida no Brasil e deu azar (ou sorte?)!

Matéria da Época impressionante neste último final de semana (edição 11/01/2016, “Um terrorista no Brasil“, por Filipe Coutinho, Ana Clara Costa e Hudson Correa).

Um físico chamado Adlène Hicheur, 39 anos, renomado, franco-argelino e reconhecido como bom profissional e cidadão exemplar, começou a frequentar fóruns da Al Qaeda. Em determinado momento, resolveu prolongar as conversas e foi convidado a ser um suicida. Deu até ideias de alvos – instituições financeiras, empresas renomadas e lugares públicos, mas não topou seguir em frente.

Investigado pelo serviço de inteligência francês, foi preso e depois de algum tempo libertado.

Sabe onde ele vive hoje?

Ganhou uma bolsa do CNPq (Conselho Nacional de Pesquisa Brasileiro) e foi trabalhar na UFRJ, no Departamento de Física, mantendo residência na capital fluminense.

Tentou mudar de vida, verdadeiramente. E passou a frequentar a Mesquita da Luz, onde seus irmãos muçulmanos pregam a paz e o diálogo.

Entretanto, para seu grande azar, a CNN fez uma reportagem sobre a repercussão dos atentados terroristas à Revista Charlie Hedbo, há 1 ano atrás, em países ocidentais. E visitou essa mesquita que Hicheur frequentava. Não é que todos os entrevistados ali pediram paz, exceto um cidadão que defendeu o ato terrorista e estampava inscrições de apologia ao Grupo de Terrorismo ISIS (o temido Estado Islâmico)?

A Polícia Federal foi informada, teve toda a colaboração das autoridades religiosas islâmicas do Brasil e que condenam a violência, e chegou, por acaso, ao físico citado.

Hoje, a vida de Adlène Hicheur se tornou um inferno, pois tem que dar vários esclarecimentos, mesmo que aparentemente ele não tenha nada a ver com o sujeito que defendeu o terror e ainda não foi localizado.

Três perguntas pertinentes:

1 – O físico deu sorte em encontrar o Brasil e a bolsa do Governo para recomeçar?

2 – Ele deu azar por ser descoberto e agora sua paz acabou?

3 – O nosso país tem condições e preparo de monitorar o terrorismo, ex-terroristas ou futuros atentados, em especial nos Jogos Olímpicos de 2016?

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– Obama, Aspirinas e Armas

O presidente dos EUA Barack Obama já demonstrou preocupação por diversas vezes quanto aos assassinatos promovidos por desequilibrados com armas de fogo em colégios. E procurando medidas legais para o controle do porte de arma, disse, emocionado:

Se uma criança não pode abrir um frasco de aspirina, nós devemos assegurar que ela também não possa acionar o gatilho de uma arma.”

Cerca de 30.000 pessoas morrem por ano por causa de violência armada por civis nos Estados Unidos. É realmente muita coisa…

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– Um mundo que precisa buscar Mansidão!

Abro o jornal e leio: conflito do ISIS, avião russo abatido na Turquia, corrupção na Política, Papai Noel roubando helicóptero no Campo de Marte…

Guerras, golpes, violência. As pessoas perderam a noção do correto? Cadê o respeito mútuo, o amor e a concórdia?

Precisamos ser mais tolerantes; perdoar, relevar, abdicar.

Uma tradição católica: o pedido de misericórdia pela invocação da Virgem Maria:

  • Ó Nossa Senhora da Piedade, rogai por nós a seu Filho Jesus. Que sua invocação ao Cristo seja também pelo mundo que se esquece de dar as mãos e seguir em paz!

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– A Sandice do Mal via ISIS: a morte do líder do atentado na capital Francesa

Confirmou-se que o terrorista morto nos arredores de Saint-Denis, próximo a Paris, era o cabeça dos atentados na França. Um belga com nacionalidade marroquina chamado Abdelhamid Abaaoud, de apenas 27 anos, conhecido como Omar, o belga. Um ex-comerciante, empreendedor precoce, que houvera estudado em colégio católico e após se tornar muçulmano tentou 4 vezes outros golpes de violência.

Um líder importante na hierarquia do Estado Islâmico?

Nada disso. Só mais um jovem que teve a cabeça feita e se iludiu com promessas de recompensa pós-morte e/ou poder em vida… Os cabeças do terrorismo estão em suas fortalezas conquistadas à base de sangue de inocentes e convertidos.

Detalhe: a mulher-bomba que se explodiu um dia depois, era prima de Abaaoud, que passou de estudante universitária à guerrilha ao crer na existência de uma jihad contra o comportamento do Ocidente…

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– Quem é o terrorista número 1 do mundo?

Olha só quem é o manda chuva do Estado Islâmico: Abu Bakr al-Baghdadi, que na verdade é seu nome de guerra, já que nasceu chamado Ibrahim Awwad Ibrahim Al-Badri.

Fanático por futebol, já montou um time no Iraque onde ele próprio jogava, se apelidando de “Maradona de Bagdá”.

Com 44 anos, natural da Samarra, no Iraque, foi uma criança tímida. Formou-se em Doutorado na Religião Islâmica.

Em 2004, foi preso nos EUA como miliciano rebelde iraquiano, da turma que defendia Saddam Hussein. Solto 1 ano depois, em 10 anos criou um território do tamanho dos Estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, tomando o Norte do Iraque e da Síria, onde se intitulou Califa do Estado Islâmico e legítimo sucessor de Maomé, servo de Allah!

Mas como conseguiu sucesso?

Tomando poços de petróleo, refinarias e, principalmente, arregimentando fanáticos religiosos e mercenários.

Hoje, Al-Badri é casado com 4 mulheres: a 1a, sua prima, com quem tem 5 filhos; a 2a, uma síria que é mãe do seu filho favorito; a 3a, uma iraquiana de uma tribo rebelde poderosa; a 4a, uma alemã que se converteu muçulmana e aderiu ao Estado Islâmico.

Detalhe: nas cidades conquistadas, as escolas são transformadas em centros de estudo do islamismo, as instituições municipais são convidadas a jurar lealdade, as receitas das empresas são tributadas para o Governo do EI e as famílias carentes recebem uma bolsa-família de 66.00 dólares. Além disso, Al-Badri utiliza as redes sociais para seu grupo e para uso pessoal, em especial o WhatsApp, onde exige respostas imediatas dos seus subordinados.

É esse maluco que quer acabar com o Ocidente!

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– #PrayForParis – Sobre os atentados na França

A cada nova notícia sobre os atentados terroristas que vitimaram centenas de pessoas em Paris, o mundo se assusta.

O modo covarde, o fanatismo religioso extremo, a intolerância e o ódio dessa gente maldosa impressiona.

Pessoas inocentes nos diversos pontos da França nem sequer puderam se defender. As fronteiras estão fechadas e o planeta assustado.

Há outro agravante: nesta onda imigratória de refugiados sírios, como garantir que militantes do ISIS não estejam ali infiltrados entrando na Europa?

A pergunta que se faz: se mata gratuitamente a troco de quê?

Meu Deus… e o pior é que usam um dos nomes dEle, Allah, como justificativa.

#jesuisparisien

#PrayForParis
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Será que os terroristas foram motivados pelo assassinato de um dos seus chefes, o líder dos degoladores?

Sobre ele, abaixo, extraído de UOL.com:

De menino tímido a carrasco em decapitações: a trajetória do britânico ‘evaporado’ em ataque dos EUA

  • AP – 3.out.2014

Os Estados Unidos dizem estar “razoavelmente certos” de que um ataque na Síria teria matado o militante do grupo autodenominado “Estado Islâmico” conhecido como “John Jihadista”.

De acordo com o Pentágono, o ataque realizado por um drone (aeronave não tripulada) na quinta-feira em Raqqa foi “de rotina”, mas que será preciso algum tempo até “declarar formalmente que houve sucesso”.

Mohammed Emwazi, britânico nascido no Kuwait, ficou conhecido após aparecer em decapitações de reféns ocidentais e se tornou um dos homens mais procurados das autoridades do Ocidente.

O carrasco do”EI” era tido como um homem frio, calado e solitário, que não se misturava com os outros combatentes, segundo Abu Ayman, um desertor da milícia entrevistado pela BBC.

Questionado sobre o que seus colegas pensavam de Emwazi, Ayman afirmou que “alguns o amavam”.

“Alguns se juntaram ao ‘EI’ depois de assisti-lo e admirá-lo; tomam ele como um exemplo”, disse.

‘Problemas adolescentes’

Mohammed Emwazi nasceu no Kuwait em 1988 e foi para o Reino Unido em 1994, quando tinha seis anos de idade. Ele estudou na escola Quintin Kynaston Community Academy em St John’s Wood, no norte de Londres.

Jo Shuter, que era professora no colégio na época, disse à BBC que quando Emwazi chegou lá, aos 14 anos de idade, era um garoto tímido e com muitas responsabilidades fora da escola, já que era o mais velho de muitos irmãos.

Chamado de “Little Mo” (Pequeno Mo, em inglês) pelos colegas, Emwazi era descrito como um fã de futebol, dedicado à religião e com dificuldades de se aproximar das meninas. Segundo relatos na imprensa britânica, ele teria ouvido de uma colega, de quem gostava, que tinha mau hálito e sentiu-se humilhado.

“Ele tinha problemas de adolescente. Especialmente naquela idade, e particularmente para os meninos, é um momento em que os hormônios começam a falar mais alto. E ele sofreu bullying, algo com o que tivemos que lidar”, afirmou Shuter.

“Percebíamos que ele ficava muito irritado e demorava muito para se acalmar, então trabalhamos muito com ele para ajudá-lo a controlar a raiva e suas emoções. Pareceu funcionar. Ele respeitava muito o trabalho que fizemos com ele na escola.”

“Ele era um jovem esforçado e com sonhos, que foi para a universidade que queria. Não era uma preocupação para nós”, diz a professora.

‘Briguento e barulhento’

Emwazi se formou em computação na Universidade de Westminster em 2009 e, no mesmo ano, chamou a atenção do MI5, o órgão de inteligência britânico, que monitorava suspeitos de extremismo ligados a combatentes estrangeiros que se juntavam ao Al-Shabab, braço da Al-Qaeda na Somália.

Usando o nome Muhammad ibn Muazzam, ele tinha ido para a Tanzânia com outro britânico, conhecido como “Abu Talib” e um terceiro homem, um alemão convertido ao islamismo chamado “Omar”.

Ao voltarem, eles foram interrogados e deportados por mau comportamento, segundo um policial do aeroporto.

O policial afirmou que Emwazi “trouxe caos ao aeroporto”, foi “briguento e barulhento” e se comportou “como se tivesse alcoolizado”.

O britânico disse depois ao Cage – um grupo ativista de direitos das comunidades impactadas pela Guerra ao Terror – que foi ameaçado com uma arma e torturado. As autoridades negam.

Apesar da confusão, Emwazi não foi acusado de nenhum crime. Mas o MI5 acreditava que sua viagem com amigos não havia sido apenas de férias.

Ele já era associado, segundo as autoridades, a uma série de suspeitos de jihadismo cuja movimentação ao redor do mundo a inteligência britânica monitorava.

Vida no Kuwait

Entre o final de 2009 e o início de 2010, Mohammed Emwazi voltou para o Kuwait para viver com a família de seu pai e, segundo relatos, buscar uma nova vida no Oriente Médio. Sua família é de beduínos – um grupo marginalizado na sociedade local.

Ele buscava um emprego em computação e, segundo o funcionário do Cage Asim Qureshi, planejava se casar e ter uma vida estável.

O rapaz passou três meses trabalhando como vendedor de serviços de TI antes de dizer a sua família que iria visitar o Reino Unido. Mas, depois dessa viagem, ele nunca mais conseguiu regressar ao Kuwait.

De acordo com o Cage, ele foi detido por seis horas no aeroporto de Heathrow e impedido de voltar ao país. Depois, afirmou que apanhou de um oficial de segurança.

O grupo diz que Emwazi ficou desesperado para sair do Reino Unido nos meses seguintes e, em 2013, mudou seu nome para Mohammed Al-Ayan e tentou novamente, sem sucesso.

Em agosto daquele ano, seus pais foram à polícia e o deram como desaparecido. Quatro meses depois, a polícia teria dito à família que ele estava na Síria.

Não se sabe exatamente quando o britânico chegou à zona de guerra síria, mas ainda em 2013 ele foi localizado em Idlib, ajudando a vigiar reféns ocidentais.

Vídeos

Em agosto de 2014, ele apareceu mascarado no vídeo que mostra o assassinato do jornalista americano James Foley e, nos meses seguintes, em vídeos semelhantes mostrando as execuções dos reféns Steve Sotloff, David Haines e Alan Henning.

Em nenhum destes vídeos fica claro se é o homem mascarado que mata as vítimas ou se é outra pessoa não mostrada pela câmera.

Mas em novembro de 2014, já conhecido como “John Jihadista”, ele aparece em mais um vídeo de execução e, desta vez, parece estar realmente matando um oficial do exército sírio. Ele também apareceu ao lado da cabeça decapitada do americano Peter Abdulrahman Kassig.

Dois meses mais tarde, em janeiro de 2015, Emwazi aparece matando o refém japonês Kenji Goto. Essa foi sua última aparição.

De acordo com o especialista de segurança da BBC Frank Gardner, ele havia se tornado um dos principais alvos das agências de inteligência americana e britânica, mesmo que não esteja comprovado que ele tivesse nenhum papel militar dentro do “EI”.

“Depois que sua identidade foi revelada em fevereiro, Emwazi ficou a maior parte do tempo afastado dos holofotes, tomando cuidado especial para não deixar pistas digitais sobre sua localização”, disse Gardner.

Mas o GCHQ, sede das comunicações do governo britânico, fez grandes esforços para interceptar e decifrar quaisquer mensagens criptografadas que pudessem revelar onde ele ou seus associados estavam.

– O tiroteio em Itupeva!

Triste acontecimento em Itupeva nesta manhã: assalto a Caixa Econômica Federal, Centro da Cidade parado, população assustada, bandidos extremamente violentos e mortes.

Meu Deus… a vida não está valendo mais nada!

Compartilho a lamentável história em: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/11/tiroteio-entre-policiais-e-criminosos-deixa-mortos-em-banco-de-itupeva.html

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