– Sobre o caso da Menina de 10 anos estuprada

É comovente a história da menina de 10 anos que sofreu uma série de violências sexuais cometidas por um tio, culminando na gravidez. A questão que esse triste episódio deveria tratar é: o quão monstruoso pode agir o ser humano, motivado pelo sexo. A erotização da sociedade e a busca de atitudes como essa mostram que o prazer carnal vence o equilíbrio espiritual, infelizmente.

Porém, diante deste estupro, a lei brasileira permite o aborto. E aqui não estou fazendo a defesa ou a condenação do que a menina fará (eu sou a favor da vida, sempre, e entendo que estamos diante de uma garotinha esperando um bebê – duas vidas sendo discutidas pelos “outros”).

Fico muito assustado quando uma questão de foro tão íntimo de uma família, como neste caso, é discutida pelos brasileiros. Quem somos nós para querer tomar a decisão de abortar ou não em nome de alguém?

Repito: eu sou sempre a favor da vida: a da vítima e a do nascituro, que é um inocente que não tem culpa de estar na barriga de alguém. Mas não sou eu quem decido (e não posso e nem quero) por essa menina.

  • Com que direito manifestantes vão a um hospital protestar contra a vontade ou não dos envolvidos quanto a este caso? Eu sou contra o aborto, sou católico praticante mas minha fé lembra que existe o livre arbítrio – ou seja, que Deus deu a liberdade para as pessoas decidirem a fazer o certo ou o errado. E mais: questiono-me no meu íntimo: o que Jesus diria neste momento sobre isso?
  • Da mesma forma, é repugnante ver pessoas “lacrando” (um termo que não gosto de usar mas que existe no mundo virtual) em cima deste assunto, taxando como obrigatória a prática do aborto como se a menina tivesse que decidir a partir da opinião destes “sabidos senhores da vida”. Muitos, aliás, que são celebridades que defendem em suas Redes Sociais o uso de drogas, a liberdade plena de expressão, às formas mais diversas de vida e, contraditoriamente, não permitem à defesa de um bebê no ventre.

Muito louco tudo isso? Sim. Mais loucura ainda é observar que a tragédia da garotinha tornou-se um show de horrores, onde radicais querem tomar a decisão sobre duas vidas, ao invés da família interessada (que precisa ter a paz e a tranquilidade necessárias para este momento difícil).

Que Deus ajude com seu Espírito Santo a iluminar os que sofrem com isso neste momento, pensando no presente e no futuro de ambos (aqui, me refiro às consequências de um aborto).

Acréscimo: que canalhice a tal de “Sara Winter” divulgar o nome da menina e explorar o caso. Parece-me egoísmo e aproveitamento da dor do próximo por politicagem…

– Abandone o homem velho que existe dentro de você!

FÉ E VIDA – “Despeça-se de si!”

Sobre “abandonar o velho” e “buscar o novo”, à luz do Evangelho e de práticas positivas: preenchendo o buraco que deixamos com coisas boas!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=2E46cE3Q48w

– A vitória da vida!

‪Deus é Maravilhoso!‬

‪Depois de mais de 3 anos magricela, frágil e prematura, hoje a Maria Estela está feliz, forte e bochechuda ❤️!‬

‪Vejam as fotos de antes e depois:

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– Torresmo? Ôba!

Torresmo de Rolo na hora do almoço!

Pena que a Web não permite compartilhar sabores…‬

– Não coloque a culpa em Deus pelos seus problemas a serem resolvidos!

Na vida, muitas vezes deturpamos a ideia de que “entreguemos nossos problemas a Deus” pelo “se vira e resolve aí, Deus”.

Deus é Pai Criador, Filho Salvador e Espírito Paráclito. Ele nos ama e nos socorre, mas não é por isso que devemos TERCEIRIZAR nossas pendengas à sua resolução.

Não nos omitamos de nossas responsabilidades na vida.

Texto em: https://youtu.be/U5Mm1h8GyRM

 

– Encare os problemas!

Em tudo podemos ter Bom Humor. Na vida, o que vale é encarar os problemas com serenidade e, se possível, manter um sorriso!

SORRIA, simplesmente. Os percalços não mudarão, mas você encarará a dificuldade de outra forma.

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#FlatLay

– Na minha fragilidade, Deus há de fortalecer!

Vejam só que reflexão encorajadora trazida pelo Blog “Oração e Reflexão – O amor de Deus”: Ele não me quer “parcialmente íntegro”, Ele deseja minha integridade e felicidade plenas, superando meus medos com a ação do Espírito Santo como auxílio. Além disso, ser humilde e reconhecer o quão falho sou é fundamental para o crescimento espiritual e o entendimento de que nossas fraquezas podem nos auxiliar no desenvolvimento cristão.

Abaixo, extraído de: https://oracaoereflexao.wordpress.com/2020/08/11/deus-me-convida-a-superar-meu-medo-de-fracassar-e-buscar-a-fortaleza-na-fragilidade/

DEUS ME CONVIDA A SUPERAR MEU MEDO DE FRACASSAR E BUSCAR A FORTALEZA NA FRAGILIDADE

Mt 18,1-5.10.12-14
Naquele tempo: Os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos Céus?’ Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: ‘Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos.

Reflexão: Uma pergunta desse Evangelho ressoa em mim: Quem é o maior no Reino dos Céus? Quem é o maior na minha vida? O que tem sido maior em mim? A dor? A dúvida? A fé? A esperança? O que tem que ser maior para que o Reino dos Céus aconteça, na minha vida, na vida do outro, na Igreja, no meu trabalho, nos meus estudos?

Pra responder essa pergunta Jesus chama uma criancinha. A lógica do Reino é muito diferente. A força vem de onde menos se espera. O mais humilde é o maior. E eu experimentava da parte de Deus um convite muito forte a olhar pra minha fragilidade. Um chamado a reconhecer que a minha força pode vir dessa fraqueza. Por mim, eu deixaria a fragilidade escondida, esquecida. Mas Deus quer falar disso agora. Deus me convida a superar meu medo de fracassar e buscar a fortaleza na fragilidade.

Do jeito que Jesus fala, parece óbvio que qualquer um vai deixar as 99 ovelhas e sair em busca da ovelha perdida. Será que estou disposta a buscar minha ovelha perdida? Ou prefiro ficar com as minhas 99 seguranças? O tom de obviedade que Jesus usa me faz perceber o quanto Ele deseja que eu seja íntegra, que eu não me contente com as 99 na mão. A vontade de Deus é que eu seja 100%, é que eu me torne uma pessoa integral, completa! É muito amor e delicadeza do Pai ir atrás do que eu deixaria passar batido. Nada em nós passa batido pra Deus.

Que na oração de hoje, deixemos que nosso coração se aqueça com o desejo profundo do Pai de que não se perca nenhum. Que TODOS estejam na festa do Reino e que TUDO em mim esteja integrado.

Pollyanna Vieira, Bacharel em Estatística – Família Missionária Verbum Dei – FamVD

Fonte: https://lectionautas.com.br/que-nao-se-perca-nenhum-mt-181-5-10-12-14/

A força que vem de Deus

Fonte: https://www.mensagensdeconforto.com.br/forca-fe/

ORAÇÃO

Espírito Santo que procede do Pai e do Filho, tu estás em nós, falas em nós, rezas em nós, ages em nós. Te pedimos: ajuda-nos a fazer espaço às tuas palavras, à tua oração, para que possamos conhecer o mistério da vontade de Deus na história. Acende em nós aquele mesmo fogo que ardia no coração de Jesus, quando ele falava do reino de Deus. Somente tu, Espírito Santo, podes acendê-lo e a ti, portanto, apresentamos a nossa fragilidade, a nossa pobreza, o nosso coração apagado, para que tu o reacendas com o calor da santidade da vida, do amor fraterno e da potência do Reino. Amém.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_14.html

– O que é “ter sucesso” para a Geração Z?

O que significa “ter sucesso” para o jovem brasileiro?

Veja se é igual aos seus propósitos,

em: https://www.youtube.com/watch?v=Ccgyn1wMj08

– A questão do suicídio e o trato na mídia

Olhem só que assunto delicado e de importância gigantesca: a forma na qual o suicídio é tratado pela mídia contribui ou não para o aumento ou diminuição dos casos?

Extraído do blog Marginália Social, em: https://marginaliasocial.wordpress.com/2020/08/07/vamos-falar-sobre-suicidio-na-midia/

VAMOS FALAR SOBRE SUICÍDIO NA MÍDIA?

Por Karolina Calado

O suicídio é encarado no Brasil e no mundo como um grande tabu. Discussões sérias sobre este fenômeno são invisibilizadas, e seu silenciamento não permite a clareza da dimensão do problema para fins de enfrentamento. O “não dito” é encarado, portanto, como inexistente. De encontro a essa postura silenciadora, a Organização Mundial da Saúde evidencia que 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano e já é a causa de morte de ¼ da população mundial. Para dar visibilidade a este assunto, desde 2015, o Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) têm promovido o “Setembro Amarelo”, uma campanha dedicada à prevenção do suicídio junto a setores midiáticos e de poder. Nos parágrafos abaixo, buscaremos propor um debate sobre como historicamente o suicídio foi encarado pela mídia.

Essa temática é pouco abordada na mídia por conta da convenção de que as notícias podem aumentar o contágio entre os indivíduos e ocasionar no suicídio. Ao encontro dessa perspectiva, em 2013, o IPEA divulgou uma pesquisa na qual conclui que “(…) o índice de mídia é o terceiro motivador de suicídios, depois do desemprego e da violência, para todos os grupos de pessoas. (…) o aumento de 1% na mídia eleva a taxa de suicídio de jovens do sexo masculino entre 15 e 29 anos em 5,34%.” Segundo Asa Briggs e Peter Burke, a associação entre suicídio e imprensa é conhecida já há algum tempo: “Dois exemplos concretos de como ajudar a moldar as atitudes de seus leitores referem-se ao suicídio e ao ceticismo. Em Sleepless Souls (1990), Michael MacDonald e Terence Murphy escrevem que ‘o estilo e o tom das histórias dos jornais sobre suicídio promoveram uma atitude secular crescente e simpática sobre esse ato’ no século XVIII na Inglaterra. Essa impressão foi-se criando pela frequência dos relatos que mostravam o suicídio como coisa comum. As cartas dos que se matavam eram publicadas nos jornais, permitindo aos leitores ver o evento do ponto de vista dos atores, sendo que essas cartas, por sua vez, influenciavam o estilo de outras deixadas por suicidas posteriores.” (BRIGS; BURKE, 2006, p. 78-79). Outro fato bastante lembrado é novela de Goethe, “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, pulicada em 1774. Nela, o jovem comete um suicídio após uma desilusão amorosa. Por conta disso, vários jovens, na época, repetiram esse tipo de morte.

No entanto, o silenciamento diante deste assunto é maléfico para a sociedade como um todo. A prevenção só é possível através da informação de qualidade, da capacidade de informar para formar, da tematização que se torna possível a partir do momento em que se discute o tema, levanta dados, ouve-se pessoas com possíveis distúrbios e se humaniza para a valorização da vida. “Os clínicos e os pesquisadores sabem que não é a cobertura jornalística do suicídio per se, mas alguns tipos de cobertura, que aumentam o comportamento suicida em populações vulneráveis”(Organização Mundial da Saúde). A mídia, portanto, ocupa um lugar essencial nesse processo.

Ao compreender a relevância da problematização e discussão midiática, a Organização Mundial da Saúde (OMS) produziu o material “Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da mídia” a fim de orientar os jornalistas sobre a forma de abordar esse tipo de morte. “O suicídio é talvez a forma mais trágica de alguém terminar a vida. A maioria das pessoas que consideram a possibilidade de cometer o suicídio são ambivalentes. Elas não estão certas se querem realmente morrer. Um dos muitos fatores que podem levar um individuo vulnerável a efetivamente tirar sua vida pode ser a publicidade sobre os suicídios. A maneira como os meios de comunicação tratam casos públicos de suicídio pode influenciar a ocorrência de outros suicídios. (OMS)”. Entretanto, o texto orienta o que fazer na produção noticiosa: “Trabalhar em conjunto com autoridades de saúde na apresentação dos fatos. Referir-se ao suicídio como suicídio ‘consumado’, não como suicídio ‘bem sucedido’. Apresentar somente dados relevantes, em páginas internas de veículos impressos. Destacar as alternativas ao suicídio. Fornecer informações sobre números de telefones e endereços de grupos de apoio e serviços onde se possa obter ajuda. Mostrar indicadores de risco e sinais de alerta sobre comportamento suicida.” Nesse material, é também possível encontrar as orientações sobre o que não fazer: “Não publicar fotografias do falecido ou cartas suicidas. Não informar detalhes específicos do método utilizado. Não fornecer explicações simplistas. Não glorificar o suicídio ou fazer sensacionalismo sobre o caso. Não usar estereótipos religiosos ou culturais. Não atribuir culpas.”

Ao tematizar a relevância da mídia no “Setembro Amarelo” e na inclusão desse assunto na mídia, o G1 lembrou da campanha sobre o câncer de mama que, por meio da publicização, alcançou a queda do número de pessoas com a doença desde a década de 1960. Nesse mesmo sentido, o Centro de Valorização da Vida promoveu em Porto Alegre (RS) o IV debate “Abordagem Responsável do Suicídio na Mídia”, no dia 10 de setembro, data em que se celebra o “Dia Mundial de Prevenção do Suicídio”. O local foi escolhido porque o Rio Grande do Sul possui 11 municípios dentre os 20 com os maiores índices de suicídio do Brasil. “A mídia desempenha um papel significativo na sociedade atual, ao proporcionar uma ampla gama de informações, através dos mais variados recursos. Influencia fortemente as atitudes, crenças e comportamentos da comunidade e ocupa um lugar central nas práticas políticas, econômicas e sociais. Devido a esta grande influência, os meios de comunicação podem também ter um papel ativo na prevenção do suicídio. (OMS)”

No manual da OMS, informa-se que, junto às notícias sobre suicídio, deve-se trazer: “listas de serviços de saúde mental disponíveis e telefones e endereços de contato onde se possa obter ajuda (devidamente atualizados); listas com os sinais de alerta de comportamento suicida; esclarecimentos mostrando que o comportamento suicida frequentemente associa-se com depressão, sendo que esta é uma condição tratável; demonstrações de empatia aos sobreviventes (familiares e amigos das vítimas) com relação ao seu luto, oferecendo números de telefone e endereços de grupos de apoio, se disponíveis. (OMS)”

Com uma boa base de dados, além da OMS, as fontes confiáveis para divulgar informações relacionadas ao suicídio são: “Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) – Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) – Instituto Inter-Regional das Nações Unidas para Investigações sobre Criminalidade e Justiça (UNICRI) – Rede Clínico-Epidemiológica Internacional (INCLEN), Sociedade Internacional para a Prevenção da Negligência e Abuso Infantis (ISPCAN), INTERPOL, Departamento Estatístico da Comunidade Européia (EUROSTAT) e Banco Mundial” (OMS).

O CVV defende que a mídia tem um papel crucial na prevenção do suicídio e mostra, em seu site, matérias publicadas, de forma responsável, por diversos veículos sobre esse assunto. Esse Centro oferece serviço gratuito de ajuda, via ligação por meio do número 144, chat, Skype, e-mail ou presencialmente. Em Recife, por exemplo, o endereço é na Avenida Manuel Borba, 99/102 – Boa Vista, com funcionamento 24 horas. Maiores informações podem ser encontradas no site https://www.cvv.org.br/.

Centro de Valorização da Vida (CVV). Disponível em: << https://www.cvv.org.br/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Dados da OMS sobre o suicídio. Disponível em: https://www.saude.gov.br/images/pdf/2019/setembro/13/BE-suic–dio-24-final.pdf > acesso em 07 de agosto de 2020.

BRIGGS, A; BURKE, P. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet; tradução Maria Carmelita Pádua Dias; revisão técnica Paulo Vaz. 2.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

Estudo do IPEA: “OS EFEITOS DA MÍDIA SOBRE O SUICÍDIO: UMA ANÁLISE EMPÍRICA PARA OS ESTADOS BRASILEIROS”. Disponível em: << http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_1851.pdf >> acesso em 20 de setembro de 2017.

História do Setembro Amarelo. Disponível em: << http://www.setembroamarelo.org.br/historia/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Notícia sobre o Setembro Amarelo no G1. Disponível em: << http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/post/setembro-amarelo.html >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da mídia: Disponível em: << http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/67604/7/WHO_MNH_MBD_00.2_por.pdf >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Setembro Amarelo (CVV). Disponível em: << https://www.cvv.org.br/blog/um-setembro-mais-amarelo/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

– Compreendendo nossa finitude?

REFLEXÃO – Puxa, não consegui a citação do autor, mas o pensamento é profundo:

“Compreender nossa finitude pode nos ajudar a ter uma vida mais plena”.

Só damos valor para a vida quando estamos cientes de que ela terminará?

Em: https://youtu.be/tveixg9EHKc

– Responda rápido: o que é ser feliz?

O que é “ser feliz”?

Ô pergunta difícil… como definir a felicidade e o que nos apropria dela?

  • “Ter saúde?”
  • “Paz?”
  • “Dinheiro?”
  • “Família?”

Ter saúde é ótimo. Mas somente a saúde, sem ninguém, não dá. Se é ter família, desde que ela seja perfeita, ótimo; mas, como em todas as famílias, sempre há um ou outro problema. Ter paz poderia ser uma boa resposta, mas quando é que estamos em paz de verdade? Dinheiro, sabidamente, não compra a felicidade, e a falta ou o excesso podem trazer complicadores. 

“Não ter preocupação” seria uma boa resposta? Não sei… só sei que para sermos felizes, é necessário entender que nunca a encontraremos se buscarmos a perfeição das coisas!

Ser feliz, simplesmente, pode ser momentâneo, duradouro, ou a compreensão de que você tem pessoas que importam ao seu lado.

Ou não?

UFSJ | Universidade Federal de São João del-Rei

– Sorriso de mãe sempre traz cores à vida!

Uma mamãe sempre é sinal de alegria! Curtir a sua felicidade, motivo de júbilo

O registro da celestial graça de ser mãe:

– Ser feliz não é tão difícil…

Fazer a vida parecer simples é importante! Esquecer por alguns minutos os problemas e tornar-se responsável pelo sorriso das crianças é algo necessário, prazeroso e fundamental para que espaireçamos.

Viva a vida com leveza:

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– E quando você sente como Jó?

Já ouviu aquela cantiga popular sobre os “Escravos de Jó, que jogavam caxangá”?

é um personagem bíblico que nos traz a mensagem da confiança incontestável em Deus. Ele foi um homem temente ao Senhor, mas que foi perturbado pelo diabo que lhe tirava tudo na vida causando muito sofrimento.  Não entendia o porquê de tantas dores e angústias, mas vencia o inimigo confiando que, independente da razão ou não, confiava em Deus.

Vi essa figura “perdida na web” (abaixo) e me recordei dele. Impossível não nos questionarmos quantas vezes sofremos (ou achamos que sofremos) como Jó e nos lamentarmos. Conforme o versículo bíblico:

“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus e isso bastou”.

Entendemo-nos? Sem lamúrias desnecessárias e confiemos na Providência Divina.

Resultado de imagem para Jó nunca viu a razão

– Nosso jardim colorido na Segunda-Feira!

(esse post foi de dias atrás, mas serve / servirá para hoje)

Não estamos na Primavera, mas colhemos flores do nosso jardim logo cedinho. Depois adubamos e fizemos a poda à espera da estação florida (está longe, eu sei). Mas quem gosta de natureza e de fotografia, ficará encantando com essa safra fora de época!

Escolha dos 8 botões, o mais bonito para inspirar essa 3a feira!

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Qual foi o seu último sorriso entusiasmado?

O meu, certamente, foi há pouco!

Aqui, um momento “felicidade” do dia: por circunstâncias diversas, estando sozinho em casa, curtindo meu sobrinho!

A vida, de fato, é generosa quando temos crianças em nosso convívio…

💙 #família #kids #tiozão #amor #carinho #criança #family

– Como ter um bom sábado?

Minha resposta é simples: brincando com as filhas!

A caçulinha, hoje, simplesmente pegou uma florzinha no jardim, correu para me entregar e disse: “Pra você, Papai El ‘helói’ da nenê”!

Como eu vou desejar qualquer outra coisa na vida do que estar com ela? E com a mais velha? E com a patroa?

Que todos nós possamos curtir nossas famílias…

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Ganhei uma flor de “outra flor”…

– #tbt: um sorriso maravilhoso da Vovó

Há 3 anos…

Coisas puras valem a pena, não?

Olha só a tia Lalá dando mamadeira à netinha! Minha madrasta, a Laura, que carinhosamente apelidamos de tia Lalá, hoje é a Vovó Lalá da Marina, da Estela e do Miguel. Os netos se divertem com ela e com o Vovô Lili. E o sorriso no rosto não esconde o carinho e a felicidade sincera.

Te amamos, tia Lalá!

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Aliás, os primeiros sorrisos gostosos dela aqui, no vídeo abaixo:

– Tomara que volte logo a normalidade dos passeios também!

Dia sim, dia não, minha caçula pede para passear “no carrinho de coração do parquinho do shopping”, retratado na imagem mais adiante.

O que falar, senão for jogar a culpa o Novo Coronavírus?

Vai passar. Aguentemos!

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– Rindo à toa…

Crianças são incríveis. Olhe só as risadas bobinhas e contagiantes da minha caçulinha Maria Estela.

Tem coisa mais gostosa na vida

Em: https://www.youtube.com/watch?v=85EmQOJJyac

– Esforçar-se para quem?

Li e gostei: os seus esforços, stress e preocupações são direcionados para quem ou para o quê?

Você demanda a mesma energia para as suas causas próprias? Se não o faz, você está se auto-injustiçando!

Reflita na imagem:

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– Hélio Schwartsman, a opinião polêmica da “morte do presidente” e o desdobramento

Repercutiu bastante o artigo escrito na Folha de São Paulo pelo colunista Hélio Schwartsman, entitulado: “Por que torço para que Bolsonaro morra”, com a chamada de que “o presidente prestaria na morte o serviço que foi incapaz de ofertar em vida”.

É inegável que as duras palavras e a insensibilidade do título e do destaque trazem desconforto. Mas há de se ler o texto (mesmo a contragosto) e entender algo que é coerente ao autor: ele defende a plena e irrestrita liberdade de expressão. Me lembro de colunas onde ele fala da permissão de se falar de tudo, inclusive da defesa do racismo e do antissemitismo (sendo ele judeu).

Eu discordo de que a Liberdade de Expressão seja confundida com a apologia às coisas criminosas. Porém, defender a morte do presidente pela doença entraria, talvez, numa outra categoria: a da desumanidade!

Não sei se é algo para a Justiça dos homens julgar. Antes da doença confirmada, falei da questão de “nunca torcer pela morte de ninguém” (e me referi ao câncer de Lula e, no momento, da suposta contaminação por Covid-19 de Bolsonaro, em: https://wp.me/p4RTuC-quZ), mas sei que a minha opinião é “somente a minha opinião”. Todos têm permissão de agir conforme sua crença ou desejo, desde que não seja socialmente condenável (e se for, aí é outra história).

Leio que a própria Folha de São Paulo, em Editorial, foi numa linha diferente de Hélio Schwartsman, desejando boa recuperação. E leio também que o Ministro André Mendonça pediu para a Polícia Federal investigar o colunista.

Seria para tanto? Se for, quantas pessoas escreveram a mesma coisa que ele nas Redes Sociais e quantas outras fizeram o mesmo por Lula na época do seu tratamento?

Insisto: defendo a vida, e se A, B ou C, sendo presidente ou um simples cidadão anônimo transgredir, que se resolva durante os “90 minutos do jogo da vida”.

– Brincadeira tão pura…

Fiz um pequeno parquinho de areia para a minha filha Estelinha brincar, embaixo das árvores e na tranquilidade do jardim.

Conclusão: ela não entra mais em casa, só quer ficar lá… kk

Obrigado, vida!

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#carinho #amor #família #vida #paidemeninas #criança #filha

– E se nossa cabeça de hoje estivesse no corpo de ontem? Ter uma mente jovial e sadia!

Calma, não é nenhuma analogia a experimento ou metamorfose qualquer que abordarei. Falarei sobre ter a experiência de vida e a sabedoria sensata que se tem quando mais maduro, somada com a disposição, ânimo e vigor da juventude. Para muitos, “cabeça de 40 num corpo de 20”!

Fico pensando: eu não fiz nada grave ou de muito errado na minha fase jovem (embora eu ainda seja jovial de alma). Sempre procurei ser ponderado, mesmo com os impulsos normais da mocidade. Mas com 44 anos, a gente está mais calejado e reflete muitas coisas ao ver jovens radicais, que não viveram ainda nada na vida, debatendo política, por exemplo, como se fossem “senhores da razão”.

Aí eu me auto-questiono: se eu vejo os erros do excesso da imprudência e falta de vivências dos moços, me cobro para ter ouvidos sempre abertos aos mais velhos que já viveram coisas que eu não vivi.

Isso não significa ser antiquado ou retrógrado, mas sábio e prudente. E lembrando: claro que os jovens tem boas ideias, criatividade e visões inspiradoras – e isso deve ser valorizado sempre! Mas conciliar a experiência com a jovialidade é o ideal!

Assim, repito: a maturidade ajuda a otimizar as “visões de mundo” que temos, e a juventude nos dá fôlego / hormônios / ímpeto para colocar as coisas em prática.

É por isso que devemos ter um espírito jovem, hoje e sempre, para nunca nos acomodarmos em nosso conhecimento contínuo e nos propósitos da vida.

– Reinvente-se!

VIDA – Todo dia é dia de reconstrução, mesmo que não pareça ser. Se reinventar é necessário, mas há de se ter ciência de que existem dias bons e dias ruins. Então, contenha sua euforia e não se assuste com o desânimo.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=oePgXvsg3GY

– Feliz!

Sorrir sempre é muito bom – e é contagiante!

Minha Estelinha que o diga. Vamos sorrir para a vida!

– Controle emocional pela razão e fé!

PÂNICO, CIÊNCIA E FÉ – Cada vez mais a vida atribulada nos assusta, trazendo ansiedade e causando depressão. Compartilho o texto do Dr Roque Savioli, falando sobre tratamento médico e espiritual do ponto de vista católico sobre esses males,

Em: https://www.youtube.com/watch?v=E6Pqudny9JU

– A Bebê Amorosa!

PUREZA and LOVE – Boa tarde pessoal. Recado da Maria Estela para um domingo de brincadeira no quintal,

em: https://youtu.be/hzpw8oTXru8

– O Evangelho de hoje e a mensagem acolhedora

Está com muito peso nas costas? Não aguenta o julgamento do mundo? Sente-se pressionado pela vida? As preocupações temporais te afastam das coisas atemporais (as perenes, que não passam)?

Muitas vezes somos tão estudados e comprometidos com a carreira profissional que perdemo-nos no dia-a-dia. E aqueles mais puros, sem formação, acabam sendo sábios nas coisas que mais valem a pena!

Se você não pode ir à Missa hoje, saiba: a Boa Nova anunciada por Cristo nos chama a atenção de que seu “*jugo é suave e o fardo é leve”.

*No sentido religioso, jugo é a opressão que uma pessoa carrega quando está dominada por seus próprios problemas, como enfermidades, vícios, dívidas. No literal, jugo é a peça de madeira para atrelar bois a carroça ou arado, uma canga.

Abaixo, o texto:

EVANGELHO DE SÃO MATEUS, capítulo 11, do versículo 25 ao 30.

Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.  Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.

NÃO SEJAMOS ESCRAVOS DAS COISAS MISERÁVEIS QUE O MUNDO OFERECE (como o dinheiro e a vaidade), MAS SEJAMOS DOCES E ABERTOS ÀS RIQUEZAS CELESTIAIS (a misericórdia, a fé e a providência divina).

– Família é tudo!

Meu sogro e minha sogra completaram 45 anos de casamento. Tem ideia do que é estar junto por tanto tempo, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando e se respeitando mutuamente?

Some-se, ainda, o tempo de conhecimento, namoro e noivado. Que maravilha!

Que possamos também nós vivermos em harmonia nosso matrimônio por décadas assim, curtindo nossos filhos, netos e, se bobear, bisnetos!

– Emocionante vídeo da bebê que enxergou pela 1a vez!

Piper Verdusco, uma garotinha de 10 meses e com 7 graus de miopia em um olho e de 5 graus em outro, ganhou óculos e enxergou a mãe nitidamente pela 1a vez.

A reação é emocionante! Coisa linda da vida, o vídeo é de 30 segundos e está em: http://www.youtube.com/watch?v=DA0UpPeUAto

– Administrando as Qualidades que Deus nos dá!

Compartilho esse belíssimo texto sobre a má administração das qualidades pessoais. Deus nos dá tantos talentos, é tão bom conosco e… muitas vezes transformamos os dons que ele nos dá em inspiração para o mau uso. Uma pena.

Mas que tal refletir sobre isso? Veja que belo texto:

A QUEM MUITO FOI DADO, MUITO SERÁ PEDIDO

A má administração das qualidades gera os defeitos

por Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho, extraído de CançãoNova.com

Nem sempre se reflete bastante sobre a advertência de Jesus: “A quem muito foi dado, muito será pedido” (Lc 12,48). O ser humano vive inundado nos dons divinos: a existência, a família, os amigos, as qualidades físicas, intelectuais e morais, os bens materiais, a conservação da vida, as numerosíssimas graças espirituais, o perdão diuturno, enfim, um oceano de dádivas. Não se deve desperdiçar impunemente tudo que se recebe do Criador. O notável psicólogo francês René Le Senne, com muita razão, afirmou que todos possuem qualidades inestimáveis.

A má administração dessas qualidades gera os defeitos por não se procurar o equilíbrio psicossomático. Célebre o dito de Sócrates, filósofo grego: “Conhece-te a ti mesmo”. Cada um tem um perfil caracterológico bem determinado e precisa colocar seus dotes a serviço próprio e dos outros. Um dos mais lamentáveis erros é o da baixa autoestima, fruto da depreciação das próprias habilidades, o que concebe a inveja. Disso resulta, outrossim, a ingratidão para com Deus, não Lhe agradecendo os bens recebidos. Lembra São Tiago: “Toda dádiva perfeita vem do alto, descendo do Pai das luzes” (Tg 1,16). Eis por que diz o Livro do Eclesiastes: “Que alguém coma e beba e goze do seu trabalho é dom de Deus” […] E quem recebeu de Deus riquezas e bens e a possibilidade de gozar deles, desfrutar-lhes a sua parte e alegrar-se entre os seus cuidados, também isso é dom de Deus! (Ec 3,13. 5,18).

O Espírito Santo comunica carismas especiais aos seguidores de Cristo, como São Paulo enumera em suas várias cartas. O dom da profecia, que é a capacidade peculiar de denunciar os erros, o dom do serviço, do ensinamento, da coragem, da generosidade, da misericórdia, do discernimento dos espíritos. As diversas pastorais oferecem oportunidade para o exercício e desenvolvimento dessas capacidades colocadas para o bem do próximo. Cada um, além disso, tem uma vocação específica e nas diversas profissões pode e deve trabalhar para si e para os outros. Como diz o ditado, é preciso sempre “o homem certo no lugar certo”.

As capacidades humanas, porém, se desenvolvem como Deus previu para cada um, quando se confia inteiramente n’Ele, pedindo-Lhe força para bem executar as tarefas cotidianas. Cumpre fazer bem, com todo o empenho, a ocupação de cada instante e, aliás, sábia a diretriz “Age quod agis”, do poeta grego Xenofanes. Não se mede nem se avalia uma existência pelo número de anos, nem pelo período histórico, mas, sim, pela vivência plena e intensa, repleta de ações que perenemente repercutirão. Bem afirmou Vieira:

“Nem todos os anos que passam se vivem: uma coisa é contar os anos, outra é vivê-los”.

As ações são, em verdade, os dias e é por elas que têm valor os anos, sempre cada um se lembrando de que “a quem muito foi dado, muito será pedido”. O viver em plenitude cada instante é o segredo da verdadeira vida. O importante é viver bem, cultivando os dons recebidos de Deus. Eis porque Horácio, poeta latino, lançou esta sentença:

“Carpe diem, quam minimum credula postero” – aproveita o dia presente e não queiras confiar no de amanhã.

Escrivá dá este conselho:

“Que a tua vida não seja estéril. Sê útil. Deixa rasto”.

Goethe dá o motivo: “Cada momento, cada segundo é de um valor infinito, pois ele é o representante de uma eternidade inteira”. Ideia já expressa por Apuleio: “tempus aevi imaginem” – o tempo é a imagem da eternidade.

Virgílio advertiu que não se pode dissipar o tempo: “Fugit irreparabile tempus” – foge o irreparável tempo. Razão teve Riminaldo ao escrever: “Há quatro coisas que não voltam atrás: a pedra, depois de solta mão; a palavra, depois de proferida; a ocasião, depois de perdida; e o tempo, depois de passado”. Tudo isso merece uma reflexão profunda, pois cada um de nós dará um dia contas a Deus do tempo e das dádivas d’Ele recebidos e Jesus alertou “a quem muito foi dado, muito será pedido”.

– A Rotina de “Pais Modernos” com casa e trabalho.

08h00 marcam os ponteiros do relógio.

Levantei bem cedo para meu cooper matinal (eu madrugo, é verdade). Suei legal e cheguei a tempo de fazer a minha higiene pessoal a contento. Preparei o café da manhã para a filha mais velha (que tem aula on-line logo mais) e aprontei tudo para a esposa querida acordar e se sentir amada (que logo mais se dedicará ao trabalho e só nós veremos mais tarde). Dei uma arrumada rapidinho na casa (qual o problema de afazeres domésticos por parte do homem?). Tudo saindo nos conformes.

A bebê ainda dorme, mas a aula virtual dela já está pronta, à espera, na mesa, juntamente com meu material de trabalho. O desafio de um pai “dono-de-casa” quase “full time” é conciliar as tarefas do lar com sua rotina profissional (antigamente, o conceito de dona-de-casa proibia as mulheres de trabalhar).

Há de ser workaholic (viciado em trabalho) ou multistask (fazedor de várias atividades)? Talvez não. Mais do que isso, é fazer com carinho. Não é porquê quer, é porque gosta e se sente feliz fazendo essas coisas.

A modernidade impõe essas coisas e traz alguns antigos dilemas, como: quem sustenta a casa financeira, o homem ou a mulher? Sem vaidade ou machismo quanto a isso, amigos, pois a cumplicidade de um casamento vence preconceitos. E, claro, ser vocacionado para os cuidados da família e organizado numa rigorosa rotina são indispensáveis cuidados.  A quem não consegue isso, não é culpa da pessoa. É que ela pode ter outra característica, simplesmente isso. Há solteiros, há conservadores, há independentes e há pais “moderninhos” (sem conotação pejorativa, mas carinhosa ao termo).

Aja sempre com transparência na conversa com sua companheira e saiba dividir os compromissos. Funciona muito bem na vida a dois (ou a três, quatro… depende da sua prole)!

– Tenha carinho com seus familiares.

FAMÍLIA – Vale a pena ser melhor pai, filho, esposo… (ou se esforçar para tal condição) sempre!

Refletindo em: https://youtu.be/-foVtvJoo04

– Reflexões do fim de domingo.

No fim de tarde do domingo bucólico e gelado, me sinto como a cachorrinha da foto abaixo: borocoxô!

Aliás, como tem sido o dia-a-dia da pandemia?

Muitos compromissos, poucas entradas. Trabalhos que não acabam, dinheiro que não entra. E entenda “trabalho” as atividades que exigem de você algum esforço, não necessariamente o trato corporativo. Isso vai do seu ganha-pão financeiro até às atividades domésticas.

Existe a tentativa de descanso nos finais de semana, mas até nos domingos os perrengues acontecem. Imprevistos, outros previstos e d’outros não vistos. Como é duro estar em família, todos juntos, mesmo que for num único diazinho “sequer”, sem preocupação de qualquer um dos membros.

Mas é “só por conta da pandemia”?

Claro que não. O cotidiano é pesado, de fazer contas e reduzir gastos. De tentar arranjar tempo e ter a dificuldade em administrá-lo.

Tempo? O relógio nos escraviza… ele não dá trégua e acelera seus ponteiros sem dó ou piedade.

Um post meio que “deprê”, afinal, os super-heróis da vida real são raros, pois todos nós, simples mortais, temos baques. Tentamos ser super-humanos, mas ainda assim há altos e baixos.

E vamos vivendo. Tocando o barco. Pedindo resiliência a Deus, ou, pelo menos, resistência à vida.

(Autor desconhecido. Ou é conhecido, mas se desconhece pelo acúmulo de coisas).

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