– #tbt 3: Gargalhando!

Relembrando, de anos atrás…

Que demais!

Nossa #bebê Estelinha adora tomar #banho, e com um simples “oi amigo” dá uma contagiante #risada que faz todos rirem.

Aumente o volume, com certeza você também vai sorrir com esse vídeo engraçadinho dela.

👶🏼 😀 #Paternidade #Sorriso #Alegria #Baby #Amor #Criança

Link em: https://m.youtube.com/watch?v=tNGMh1Y8YgA

– As doações de um pai.

🇺🇸 The son’s statue was made from the parts taken from the father’s statue, representing the amount that parents donate to build their children’s lives. / 🇧🇷 A estátua do filho foi feita com as partes retiradas da estátua do pai, representando o muito que os pais se doam para construir a vida dos filhos.

Gostei demais desta imagem abaixo, e compartilho (a mensagem acima):

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– 36º dia da Quaresma: ser resiliente.

Tem dias que a vida prega peças na gente…

Ora “tudo bem”, ora “ops”.
Nesses dias, que não falte Deus para nos socorrer e o colo de Maria para nos consolar. 

Que assim seja…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Tente!

Embora muitas vezes essa imagem possa parecer mais uma simples insistência motivacional, vale lembrar: TENTE!

Compartilho:

Imagem extraída do LinkedIn de Raísa Ramos: https://br.linkedin.com/in/ra%C3%ADsa-ramos-10b545165

– Puros sorrisos.

Certos sorrisos dispensam legendas, não?
Bolinhas coloridas, crianças sapecas e muita diversão. Perfeito!
Não consigo imaginar a vida de quem não quer filhos. Eles dão trabalho, mas iluminam nosso dia-a-dia.

🥰 #PaiDeMeninas #Amor #Sorriso #Smile #kids #fun

– Confie!

Taí uma verdade bem clara: Deus nos sustenta e nos protege!

Na imagem: 

– O DNA e a Depressão.

Muito interessante: a Holiste, empresa da área de saúde, publicou uma matéria a partir da reportagem da Revista Superinteressante intitulada: DNA, a nova arma contra a depressão. 

Para quem se preocupa com o chamado “mal do século” (o trio formado por depressão, ansiedade e pânico), vale a pena a leitura da questão de se realizar mapeamento genético para atacar essas crises / doenças.

Extraído de: https://www.holiste.com.br/depressao-teste-genetico/

DNA E A DEPRESSÃO

A Revista Super Interessante abordou o uso do Teste Genético como aliado no tratamento da depressão.   Na matéria, a jornalista Pâmela Carbonari explicou o funcionamento do teste genético e relatou sua experiência com a depressão e com os tratamentos medicamentosos.

“O que mais temia não era a ajuda profissional, mas o troca-troca de remédios típico de quem começa tratamentos, e a convivência com efeitos colaterais que cada um pode dar no início do tratamento – ansiedade, tontura, dor de cabeça, náusea…”, explica Pâmela Carbonari.

O “troca-troca” que a jornalista se refere se dá pelo fato de que, a despeito de todo cuidado e perícia do psiquiatra, não é incomum que o paciente não responda de forma eficaz à primeira prescrição do tratamento medicamentoso, ou apresente efeitos colaterais indesejados, já que cada remédio interage com o organismo de uma forma.

“Os testes genéticos surgem como uma alternativa para determinar quais antidepressivos funcionam melhor no seu corpo.  A grosso modo, são testes que fazem uma leitura do seu DNA para detectar se ele é mais amigo deste ou daquele remédio”, resume a jornalista.

O psiquiatra Guido May – do laboratório GnTech, parceiro da Holiste – comenta sobre o teste farmacogenético na matéria.

“É raro encontrar alguém que metabolize normalmente todos medicamentos utilizados para o sistema nervoso central.  Mas, mesmo com esse manual de instruções na mão, a avaliação de um médico segue sendo fundamental.   O teste genético é uma ferramenta, uma informação a mais para ajudar, em conjunto com histórico de tratamentos prévios, ambiente, fase da vida”.

ESTUDOS E RESULTADOS

Um levantamento realizado nos Estados Unidos pela organização de saúde Mayo Clinic, mostrou que quem fez o exame genético teve uma resposta 70% melhor à medicação se comparada àqueles que usaram o antidepressivo sem ter realizado o teste.

“Existem estudos norte-americanos que demonstram que as pessoas que fazem o tratamento guiado com o teste farmacogenético faltam 75% menos ao trabalho do que o paciente que faz o tratamento pela via tradicional, gasta 60% menos com saúde e demanda 67% menos dos planos de saúde” – afirma Guido May.

Já o estudo realizado em publicado em 1167 pacientes com transtorno depressivo maior – que apresentaram resistência ao tratamento e não tiveram resposta a pelo menos um medicamento – identificou uma probabilidade 30% maior de resposta do paciente ao tratamento e 50% maior de alcançar a remissão quando a seleção da medicação foi guiada pelo teste genético.   O estudo foi publicado no American Psychiatric Association (APA), em maio de 2018.

“Atualmente, a prescrição por tentativa e erro de antidepressivos é um fator que contribui para o insucesso do tratamento e aumenta os custos.  A farmacongenômica combinatória pode melhorara os resultados identificando medicamentos que, por razões genéticas, serão menos eficazes, podem levar a mais eventos adversos e que podem existir a troca”, explicou o Dr. John Greden, pesquisador principal do estudo.

TESTE FARMACOGENÉTICO GNTECH

A Holiste realiza o teste em parceria com a GnTech, laboratório catarinense de genética e bioinformática, que realiza exames de alta qualidade e precisão, provenientes do sequenciamento do genoma humano.

O teste da GnTech oferece uma avaliação de como as medicações atuarão no sistema nervoso central do paciente, no tratamento de transtornos como depressão, ansiedade, déficit de atenção e psicoses.

O exame é realizado de forma simples, com a coleta de uma amostra da saliva do paciente. O material é enviado para o laboratório que analisa 26 genes para determinar como o organismo daquele indivíduo reage aos 79 remédios mais usados para o Sistema Nervoso Central – antidepressivos, ansiolíticos, antipsicóticos, analgésicos, opioides, psicoestimulantes, estabilizantes de humor e anticonvulcionantes.

O laudo gerado auxilia o trabalho do psiquiatra, como um “mapa” que demonstra como os genes determinam a absorção, distribuição e metabolização dos remédios e de que forma acontece a recaptação de neurotransmissores.

“O teste farmacogenético apresenta-se como uma alternativa para auxiliar a escolha do melhor tratamento, respeitando as especificidades genéticas daquela pessoa.  Podemos definir se é necessário aumentar ou reduzir a dosagem da medicação, ou buscar uma outra alternativa que se adapte melhor ao tipo de metabolismo do paciente, possibilitando uma melhor adesão ao tratamento e uma maior qualidade de vida”, explica a psiquiatra da Holiste Fabiana Nery.

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Imagem extraída do link acima citado.

– Ninguém precisa competir com ninguém, falando-se em vida…

As pessoas criam “ditos” errados e gananciosos no dia-a-dia. Por exemplo: “a vida é uma competição”.

É nada! Não pense assim. A vida é para ser vivida, sem se importar em prejudicar o próximo.

Essa imagem é perfeita:

– Ser criança sempre!

Eu queria ser criança sempre.

Eu queria ter um coração de criança.

Eu queria não ter as preocupações cotidianas, como uma criança.

Eu queria o sorriso de felicidade das crianças.

Muitas (e muitas vezes) eu queria ser simplesmente… uma criança.

Qual adulto transforma uma embalagem de Ovo de Páscoa em chapéu?

Meu afilhado Givon e minha filha Estela são exemplos de que ser criança é muito bom!

– Que Deus ajude o menino desolado.

Parado na Rodovia Dom Gabriel (Itu a Jundiaí) pois a pista está interditada. Motivo: um jovem está tentando o suicídio no Pontilhão do Parque Eloy Chaves (em frente a antiga EASA).

Há duas ambulâncias, viatura de bombeiro e muitos policiais.

Que Deus o ajude a recobrar o bom senso.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Autocuidado diário.

O autocuidado é uma responsabilidade particular. Nao da para pedir a alguém para ter autocuidado por você. As pessoas podem te auxiliar, lembrar, ser…

Continua em Autocuidado diário

– #tbt 3: Dia de ser Solidário!

Há 5 anos…

Hoje é dia de praticar solidariedade – fui doar sangue!

É um hábito a doação de sangue e hemoderivados. Faz bem para o corpo, à alma e à mente.

Seja doador! A vida agradece.

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– Você cuida da sua Saúde Mental?

Acho que essa imagem com algumas dicas para cuidar da saúde mental são válidas tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, não?

Avalie, reflita e responda: de acordo com as dicas desse quadro (abaixo), estou evitando esses contratempos no meu dia-a-dia?

Aqui:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– #tbt 2: Curtindo um Carinho!

Há 3 anos, essa maravilhosa postagem:

O que é mais divertido: o sorriso espontâneo da filhota ou o figurino charmoso para andar de bicicleta?

S’imbora pedalar e aproveitar a graça de curtir a família, presente de Deus

– Fazer a diferença na vida.

Podemos fazer a diferença na vida das pessoas?

CLARO!

Devemos ser a diferença. Olhe só que lembrete bacana, na figura abaixo:

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Dê tempo para as feridas.

Você esquece suas mágoas plenamente? Dá tempo o suficiente para que elas sumam da sua mente?

Pode ser que você está cutucando as feridas… Reflita neste ótimo texto abaixo:

(Extraído de: https://osmeuscincominutos.wordpress.com/2021/05/02/cura/)

CURA

Por Sofia Gomes

Há feridas e feridas mas seja como for, quer elas sejam emocionais ou físicas, há sempre umas que demoram mais do que outras a serem curadas. A verdade é que enquanto insistirmos em tocar nelas e não deixarmos que tempo e os cuidados necessários as deixem cicatrizar, elas nunca mais se irão curar verdadeiramente. Muito pelo contrário, ficarão cada vez pior.

O melhor é mesmo deixarmos o tempo fazer o seu papel. E assim mais cedo ou mais tarde vamos acabar por perceber que elas já estão curadas, quando tocarmos nelas e já não doerem mais.

Na vida há coisas que precisam simplesmente de tempo para deixarem de doer…

– Vida Valorosa!

Está acomodado? Se contenta com pouco? Compartilho belíssima mensagem do Papa Francisco, via Twitter:

Não vos contenteis com uma vida medíocre. Caminhai decididamente para a santidade!

Taí. Somos nós quem podemos fazer do mundo um lugar melhor para viver. Basta disposição!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– É só a explosão de hormônios?

Por quê a adolescência tem que vir acompanhada de rebeldia?

Nesta fase da vida, a explosão de hormônios pode dizer muita coisa… mas outros fatores também!

Extraído de: https://ilpensierononlineare.com/2021/04/27/ribellione-e-adolescenza/

RIBELLIONE E ADOLESCENZA

por ilpensierononlineare

“Ogni atto di ribellione esprime nostalgia per l’innocenza e una richiesta all’essenza dell’essere.” (Albert Camus)

Un atto di ribellione è movimento, è azione. Un agito che inconsciamente diminuisce una tensione interna, una costrizione intollerabile. Per dirla alla Fenichel, questo agito comporta “una scarica parziale degli impulsi tenuti a freno”. Con la ribellione avviene una scarica di quegli impulsi, attraverso un agito (trasgredire le regole, ad esempio), che erano in qualche modo rimossi e “compressi”.

La ribellione è una delle caratteristiche dell’adolescenza. Fa parte dello sviluppo psichico ed emotivo dell’adolescente e ne scolpisce la personalità; è uno degli ingredienti essenziali per la formazione dell’individuo maturo.

“Finisce bene quel che comincia male” (dott. Gennaro Rinaldi)

Abaixo, Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Viva!

Que imagem para refletirmos… cuidemos de nós mesmos enquanto há tempo!

Veja:

– Precisamos de alguém que “nos dê um toque”.

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.

Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!

Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Pais, Filhos e a herança da Sabedoria.

Gostei muito da entrevista do Dr Richard Nisbett, psicólogo e Diretor do Departamento de Cognição da Universidade de Michigan, que em entrevista à Revista É (ed 2522, por André Sollitto), declarou sobre as ideias equivocadas sobre “de onde vem nossa inteligência” que:

“A principal crença errada diz que nossa inteligência é determinada principalmente por nossos genes. Sua inteligência é determinada por aquilo que você aprende. Os genes de qualquer pessoa normal são suficientes para torná-la razoavelmente inteligente de todas as maneiras exigidas por sua cultura. Diferenças individuais em inteligência são, de fato, determinados pelos genes. Mas genes interagem com o ambiente em que aquela pessoa vive para produzir um nível específico de inteligência. Estamos descobrindo que pessoas com genes muito bons para a inteligência falharão em aproveitar ao máximo esse potencial se forem criadas em ambientes caóticos ou indiferentes.”

Taí. Sempre achei que a inteligência das minhas filhas foi herdada da minha esposa; agora (ainda bem), tenho certeza de que elas não me puxaram mas sim totalmente a mãe e as demais pessoas com quem elas convivem.

Resultado de imagem para inteligência

– E a vida?

A vida?

A imagem diz tudo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o chargista, favor indicar para o crédito.

– Dicas contra o desânimo!

Atitudes simples e que funcionam para quando ficar baqueado:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para crédito.

– Vida e Aborto: o Cristão não pode titubear.

E não é uma verdade bem ilustrada pela foto?

Alguns argumentos a favor do aborto me assustam, como os de quê existe o direito de decisão dos pais (e aquela vida inocente, portanto, sem voz para gritar) ou de que um bebê no útero, dependendo do caso, ainda não é uma vida. Outros, nem usam tal argumentação e defendem e o aborto sem se preocupar com os direitos do nascituro.

Sou totalmente contra o aborto e 100% a favor da vida por todas as questões que você possa imaginar (incluindo a minha própria existência).

Claro, como cidadão, devo respeitar a opinião do próximo, sem fazer apologia. Mas a um católico, por exemplo, é inconcebível aceitar a liberação do aborto.

– A Comemoração da Lei do Aborto. Triste!

Sem palavras ao ver alguém comemorar a Lei do Aborto na Colômbia, que permite matar uma criança com até 24 semanas de gestação.

Sou sempre a favor da vida do nascituro. Triste ver isso… lembremo-nos na hora do voto!

Extraído de: https://pleno.news/brasil/politica-nacional/manuela-comemora-liberacao-do-aborto-mas-depois-apaga-tuite.html

MANUELA COMEMORA LIBERAÇÃO DO ABORTO, MAS APAGA.

por Paulo Moura

Ex-deputada chegou a fazer postagem em que chamou a liberação da prática, pela Justiça da Colômbia, de “histórica

Ex-deputada Manuela D’Ávila Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A ex-deputada federal Manuela D’Ávila virou alvo de críticas nas redes sociais após publicar, e em seguida apagar, um tuíte em que comemorava a liberação da prática do aborto em gestações de até 24 semanas na Colômbia. Na postagem, feita na segunda-feira (21), a ex-parlamentar havia classificado a decisão da Justiça colombiana como “histórica”.

– Histórico! O aborto até 24 semanas, um tema de saúde pública, foi aprovado pela Suprema Corte da Colômbia – escreveu Manuela.

Tuíte feito por Manuela D’Ávila Foto: Reprodução/Twitter

Na manhã desta terça-feira (22), usuários no Twitter questionaram a ex-deputada sobre os motivos da postagem ter sido excluída. Nas mensagens, os internautas levantaram a possibilidade de que a decisão de apagar o tuíte poderia ter relação com o fato de 2022 ser um ano eleitoral e de que a parlamentar poderia precisar dos votos de eleitores contrários ao aborto.

SOBRE A LIBERAÇÃO DO ABORTO NA COLÔMBIA
O Tribunal Constitucional da Colômbia decidiu, nesta segunda-feira (21), descriminalizar o aborto nas primeiras 24 semanas de gravidez. Com a sentença emitida pela Corte, as mulheres poderão decidir sobre a interrupção da gravidez por qualquer motivo até o sexto mês de gestação, sem serem punidas por isso.

Anteriormente, o aborto só era permitido no país em casos de estupro, se a saúde da mãe estivesse em risco ou quando o feto apresentasse uma má formação que comprometesse a sua sobrevivência, nos moldes do que já é aplicado no Brasil.

A partir de agora, a “conduta do aborto só será punível quando for realizada depois da 24ª semana de gestação”, informou o tribunal. Após os seis meses de gestação, vigoram as condições já fixadas anteriormente pelo tribunal, afirmaram os juízes.

Com a decisão, a Colômbia se tornou o quinto país da América Latina a flexibilizar o acesso ao aborto, que é permitido na Argentina, no Uruguai, em Cuba e na Guiana. No México, é autorizado até 12 semanas em algumas regiões.

– #tbt 1: Garotinha musical.

Lembrança de 6 anos…

Como é bom se distrair com bobagens. E fazer bobagens também! Claro, com pureza e a doce inocência da infância.

Minha Marininha está tocando piano e órgão. Fizemos um desafio: ela tocar Tower Clock e depois eu (que não sei nem segurar um violão).

Só risadas… e que nada custarão!

– Evite a busca incessante da felicidade.

DEPRESSÃO – A busca incessante da felicidade traz alguns efeitos indesejados… Mantenhamos prudência e sensatez!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=bOpKc9KPops

– Relembrando…

Para terminar o dia de #tbt, um bem antigo: minha saudosa e querida mãe, quando criança e com uma sanfona!

Ô saudade que dói…

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– #tbt 3: A menina e a girafa!

Eu morro de medo de alturas, e me assustei, neste clique, com a girafa do parquinho de diversões!…

Tudo bem que eu tenho labirintite e devo evitar, mas com o sorriso da Estela, foi impossível não atender o pedido dela de subir no brinquedo.

Tô vivo, e isso que importa rsrs…

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– #tbt 2: Orgulho de ser Pai, quando a vida vale a pena!

Insisto em uma máxima: Paternidade é um dom divino, e que gosto de exercer essa graça.

Compartilho esse vídeo engraçadíssimo da Marininha, “escrevendo literalmente na minha testa“. Vale a pena ser bobo só para ver o sorriso dela…

Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=36gjQbWBtQM

Mais do que despertar a bagunça dela, é ensinar as coisas de Deus, como, por exemplo, durante a Missa, quando com muita alegria foi ao altar rezar o Pai Nosso junto ao padre, acompanhado do Vovô Dito (que estava como Ministro da Eucaristia).

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Nessas horas que vemos: a vida vale a pena!

– Analysing Your Life by SWOT Technique.

One of the tools you can use when analyzing and getting to know yourself is a so-called STRENGTH WEAKNESS OPPORTUNITY and THREAT(SWOT) ANALYSIS. SWOT…  – continua no link emAnalysing Your Life by SWOT Technique

– Suicídios por conta do Excesso de Trabalho, motivados pela invenção do… WhatsApp?

Um dos culpados de “pessoas morrerem por trabalhar demais” (pasmem, isso acontece) pode ser o WhatsApp e outros meios de comunicação!

Duvida?

Compartilho, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/trabalhar-demais-mata/

TRABALHAR DEMAIS MATA

Suicídios por excesso de trabalho alertam para os perigos do estresse profissional. Na Europa, já se discute a diminuição da jornada e a proibição do envio de mensagens por WhatsApp fora do expediente

Matsuri Takahashi tinha 24 anos e havia acabado de se formar na renomada Universidade de Tóquio. Trabalhava há sete meses na Dentsu, a maior empresa de publicidade do Japão, onde cumpria jornadas de até 20 horas diárias sem ter tido uma folga sequer durante esse período. Para a família e os amigos, Matsuri era exemplo do que se espera de uma jovem japonesa de vinte e poucos anos: ela tinha sucesso, dinheiro e trabalhava duro. Para a garota, a realidade mostrava-se bem diferente: frustração, cansaço, estresse, sentimento de incapacidade. Matsuri queria morrer. “Estou física e mentalmente destroçada”, publicou nas redes sociais pouco antes de se jogar da janela do prédio em que vivia. Após longa investigação, o Ministério do Trabalho japonês chegou a um veredicto: a culpa era da empresa. Descobriu-se que, mesmo depois da tragédia, alguns funcionários faziam 80 horas extras por mês – Matsuri chegava a trabalhar 105 horas a mais mensalmente. O caso fez com que o primeiro-ministro Shinzo Abe e a Federação de Negócios do Japão promovessem uma campanha para evitar mais mortes. A partir de fevereiro, será obrigatório que os funcionários deixem os escritórios mais cedo. “Saúde é o equilíbrio entre as diversas dimensões do ser humano: biológica, psíquica e social”, diz o especialista em medicina comportamental da Unifesp, Ricardo Monezi. “Ao desequilibrar uma dessas dimensões, todas as outras são afetadas”.

Dados oficiais mostram que, no Japão, mais de 2 mil pessoas se suicidam anualmente por causa do estresse laboral. O número pode chegar a 10 mil, considerando as doenças provocadas pela dura rotina corporativa. Na China, o país mais populoso do mundo, 600 mil pessoas morrem todos os anos por motivos relacionados ao trabalho. “A visão de que trabalhar muitas horas significa ganhos de produtividade não condiz com a realidade”, diz Anderson Sant’Anna, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral. “Na era industrial, o trabalho de massa envolvendo movimentos rápidos, intensos e repetitivos mobilizava o corpo, tinha relação com a intensidade”, diz. “Hoje a natureza do trabalho é mais subjetiva, envolvendo as capacidades do cérebro, o que torna mais importante o tempo lógico do que o cronológico”.

O drama não se restringe aos asiáticos. O problema é tão grave que há denúncias de que empresas do segmento automotivo e grandes lojas de varejo de países como Estados Unidos, Tailândia e Honduras obrigam seus funcionários a usar fraldas geriátricas para que não interrompam o trabalho com idas ao banheiro. “A tecnologia avançou muito, mas o nosso corpo, não”, diz Sant’Anna. “O indivíduo perde a noção de humanidade, toma remédios para disfarçar sintomas de doenças e, quando se dá conta, tem um ataque cardíaco aos 40 anos, no ápice da produtividade”.

O PESO DA TECNOLOGIA
O uso excessivo das tecnologias amplifica o problema ao deixar o trabalhador conectado 24 horas por dia. Para combater a prática, países como Alemanha, Holanda e Suécia discutem a diminuição da jornada para 6 horas diárias. Na França, que estabelece um limite de 35 horas semanais de trabalho, entrou em vigor, em janeiro, uma lei que garante aos funcionários o “direito à desconexão do trabalho”. De acordo com as novas regras, toda empresa com mais de 50 empregados deve negociar com sindicatos o envio de mensagens por aplicativos como Whatsapp fora do horário de expediente. Desligar automaticamente os computadores após 8 horas ou ainda apagar as luzes dos escritórios são outras medidas que poderão ser implantadas. “Reduzir a jornada não significa produzir menos”, diz Benedito Nunes, fundador do Instituto Movimento pela Felicidade. “Pessoas adoecidas, entristecidas e estressadas não são produtivas e geram altos custos às empresas quando afastadas por problemas de saúde”.

MORTE Matsuri fazia mais de 100 horas extras por mês. Sufocada, ela se jogou da janela (crédito imagem e matéria no link acima).

– A menina que não foi abortada e que fez a diferença!

Viva o direito à vida!!!

Sou contra o aborto, sempre a favor à vida. É um princípio cristão.

Leio que muitas pessoas querem praticar o aborto quando descobrem o triste diagnóstico de microcefalia em seus bebês. Talvez a matéria abaixo (de 2016) possa fazer com que se reflita melhor.

Abaixo, extraído de: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2016/02/01/sou-plena-feliz-e-existo-porque-minha-mae-nao-optou-pelo-aborto-diz-jornalista-com-microcefalia.htm?cmpid=tw-uolnot

‘SOU PLENA, FELIZ E EXISTO PORQUE MINHA MÃE NÃO OPTOU PELO ABORTO’, DIZ JORNALISTA COM MICROCEFALIA

Ana Carolina Cáceres, de 24 anos, moradora de Campo Grande (MS), desafiou todos os limites da microcefalia previstos por médicos. Eles esperavam que ela não sobrevivesse. Hoje, Ana tem 24 anos. Neste depoimento, ela defende uma discussão informada sobre o aborto.

“Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no Supremo Tribunal Federal (STF), levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada.

No dia em que nasci, o médico falou que eu não teria nenhuma chance de sobreviver. Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média. O doutor falou: ‘ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer’.

Ele – como muita gente hoje – estava errado.

Meu pai conta que comecei a andar de repente. Com um aninho, vi um cachorro passando e levantei para ir atrás dele. Cresci, fui à escola, me formei e entrei na universidade. Hoje eu sou jornalista e escrevo em um blog.

Escolhi este curso para dar voz a pessoas que, como eu, não se sentem representadas. Queria ser uma porta-voz da microcefalia e, como projeto final de curso, escrevi um livro sobre minha vida e a de outras 5 pessoas com esta síndrome (microcefalia não é doença, tá? É síndrome!).

Com a explosão de casos no Brasil, a necessidade de informação é ainda mais importante e tem muita gente precisando superar preconceitos e se informar mais. O ministro da Saúde, por exemplo. Ele disse que o Brasil terá uma ‘geração de sequelados’ por causa da microcefalia.

Se estivesse na frente dele, eu diria: ‘Meu filho, mais sequelada que a sua frase não dá para ser, não’.

Porque a microcefalia é uma caixinha de surpresas. Pode haver problemas mais sérios, ou não. Acho que quem opta pelo aborto não dá nem chance de a criança vingar e sobreviver, como aconteceu comigo e com tanta gente que trabalha, estuda, faz coisas normais – e tem microcefalia.

As mães dessas pessoas não optaram pelo aborto. É por isso que nós existimos.

Não é fácil, claro. Tudo na nossa casa foi uma batalha. Somos uma família humilde, meu pai é técnico de laboratório e estava desempregado quando nasci. Minha mãe, assistente de enfermagem, trabalhava num hospital, e graças a isso nós tínhamos plano de saúde.

A gente corta custos, economiza, não gasta com bobeira. Nossa casa teve que esperar para ser terminada: uma parte foi levantada com terra da rua para economizar e até hoje tem lugares onde não dá para pregar um quadro, porque a parede desmancha.

O plano cobriu algumas coisas, como o parto, mas outros exames não eram cobertos e eram muito caros. A família inteira se reuniu – tio, tia, gente de um lado e do outro, e cada um deu o que podia para conseguir o dinheiro e custear testes e cirurgias.

No total, foram cinco operações. A primeira com nove dias de vida, para correção da face, porque eu tinha um afundamento e por causa dele não respirava.

Durante toda a infância também tive convulsões. É algo que todo portador de microcefalia vai ter – mas, calma, tem remédios que controlam. Eu tomava Gardenal e Tegretol até os 12 anos – depois nunca mais precisei (e hoje sei até tocar violino!).

Depois da raiva, lendo a reportagem com mais calma, vi que o projeto que vai ao Supremo não se resume ao aborto. Eles querem que o governo erradique o mosquito, dê mais condições para as mães que têm filhos como eu e que tenha uma política sexual mais ampla – desde distribuição de camisinhas até o aborto.

Isso me acalmou. Eu acredito que o aborto sozinho resolveria só paliativamente o problema e sei que o mais importante é tratamento: acompanhamento psicológico, fisioterapia e neurologia. Tudo desde o nascimento.

Também sei que a microcefalia pode trazer consequências mais graves do que as que eu tive e sei que nem todo mundo vai ter a vida que eu tenho.

Então, o que recomendo às mães que estão vivendo esse momento é calma. Não se desespere, microcefalia é um nome feio, mas não é esse bicho de sete cabeças, não.

Façam o pré-natal direitinho e procurem sobretudo um neurologista, de preferência antes de o bebê nascer. Procurem conhecer outras mães e crianças com microcefalia. No próprio Facebook há dois grupos de mães que têm um, dois, até três filhos assim e trabalham todos os dias tranquilas, sem dificuldade.

Caso o projeto de aborto seja aprovado, mas houver em paralelo assistência para a mãe e garantia de direitos depois de nascer, tenho certeza que a segunda opção vai vencer.

Se ainda assim houver pais que preferirem abortar, não posso interferir. Acho que a escolha é deles. Só não dá para fazê-la sem o mais importante: informação.

Quanto mais, melhor. Sempre. É o que me levou ao jornalismo, a conseguir este espaço na BBC e a ser tudo o que eu sou hoje: uma mulher plena e feliz.”

*Este depoimento é resultado de uma conversa entre o repórter da BBC Brasil Ricardo Senra e Ana Carolina Cáceres. E começou com um comentário da jovem no perfil da BBC Brasil no Facebook.

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– Desperte, manhã!

Como o dia está muito nublado… um retrato de outro domingo mais colorido:

Um domingo com cores e vida em abundância: é o que se pode desejar com o lindo amanhecer florido do nosso jardim.

Como #FotografiaÉnossoHobby, compartilho este botão de rosa desta manhã dominical, desejando uma jornada favorável:

– Quem nasceu em 1900 e sobreviveu, foi um vitorioso. E você, mais jovem, será?

Roda um texto nas Redes Sociais interessantíssimo sobre enfrentamentos de calamidades do século XX e sobrevivência dos nossos antepassados.

Vale a pena a leitura atenta e compare com a nossa comodidade:

Imagine por um momento que você teria nascido em 1900.
Quando você tem 14 anos, começa a Primeira Guerra Mundial e termina quando você tem 18 com um saldo de 22 milhões de mortos.
Logo depois aparece uma pandemia mundial, a gripe espanhola, matando 50 milhões de pessoas. E você está vivo e com 20 anos.
Quando você tem 29 anos sobrevive à crise econômica mundial que começou com o desmoronamento da Bolsa de Nova York, causando inflação, desemprego e fome.
Quando você tem 33 anos, os Nazistas chegam ao poder.
Quando você tem 39 anos começa a Segunda Guerra Mundial e termina quando você tem 45 anos com um saldo de 60 milhões de mortos. No Holocausto morrem 6 milhões de judeus.
Quando você tem 52 anos começa a guerra da Coreia.
Quando você tem 64 anos começa a guerra do Vietnã e termina quando tem 75 anos.
Uma criança que nasce em 1985 pensa que os seus avós não fazem ideia do quão difícil a vida é, mas eles sobreviveram a várias guerras e catástrofes.
Hoje encontramo-nos com todas as comodidades num mundo novo, no meio de uma nova pandemia.
A gente reclama porque por várias semanas devem ficar confinados em suas casas, com eletricidade, celular, comida; alguns até com água quente e um telhado seguro sobre suas cabeças. Nada disso existia em outros tempos. Mas a humanidade sobreviveu a essas circunstâncias e nunca perdeu a alegria de viver.
Hoje queixamo-nos porque temos que usar máscaras para entrar nos supermercados…
Uma pequena mudança na nossa perspectiva pode gerar milagres. Vamos agradecer (você e eu) que estamos vivos e vamos fazer tudo o que é necessário para nos proteger e nos ajudar uns aos outros.

(Texto de Autor Desconhecido, com alterações deste blog).

Imagem extraída de: http://adriankawuba.com/services/