– Pra hoje: Vigiai e orai sem cessar.

Fiquemos atentos:

– Passado e presente.

Se não conseguir esquecer o passado, lembre-se: você pode focar o futuro!

Uma reflexão:

– A morte da alma adianta a mortificação do corpo e tira a alegria de viver.

Padre Fábio de Melo, em seu Twitter dias atrás, trouxe uma reflexão sobre a vida e as consequências da falta de ânimo ao longo dos anos:

“Não permita que o tempo lhe subjugue à pior de suas heranças: a de lhe colocar chumbo nos pés. Porque a morte não se estabelece quando findam as possibilidades do corpo, mas quando a alma desiste de prosseguir.”

Vivemos como viventes ou como defuntos vivos, desanimados pela própria vida?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Sobre vida:

Uma realidade cotidiana:

– 3 Símbolos Pascais despercebidos!

Nossa Igreja Católica é rica em simbolismos, que nos ajudam a refletir na fé e adorarmos o Deus Único e Trino: Pai, Filho e Espírito Santo. Desses “instrumentos de lembrança”, temos a pomba, os peixes, a cruz, o pelicano… Porém, como em milênios as coisas podem acabar esquecidas, há outras simbologias que não são mais usuais.

Três símbolos que se podem encontrar em vitrais de igrejas mais antigas, remetendo à memória da Ressurreição:

O PAVÃO 🦚– Símbolo de Jerusalém, é a ave que perde a cauda enorme e bela, para que ela ressurja ainda mais vistosa.

O GIRASSOL 🌻– Símbolo de que seguimos ao Senhor (no caso do girassol: o sol). Sem Ele, “murchamos” em nosso coração.

O COELHO 🐇 – Símbolo de um novo tempo que ressurge! Quando acaba o rigoroso inverno, o coelho é o primeiro animal que sai da sua toca e anuncia a primavera, tempo de flores e beleza.

Jesus, que sempre esteve ressuscitado entre nós depois do Dia Santo, nos permite celebrarmos o tempo litúrgico da Quaresma para que tenhamos a alegria de relembrar a festa da Vida, da vitória contra a morte!

Feliz Vida em Jesus, com nossa vida renovada em Cristo e abençoada por aquela que sempre esteve ao lado dele: Maria Santíssima.

– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Pra hoje: Tenhamos ânimo!

Procuremos ter vida!

– tbt: Na cabeleireira.

Há 5 anos…

Pai de Menina tem que ser “pau pra toda obra”. Tem que levar na escola, tem que levar no médico, tem que brincar de boneca e… tem que levar no salão de cabeleireira!

Mas é justamente essas coisas que a gente “nunca pensa que vai fazer” que tornam a vida mais divertida.

❤️🧡💛💜

#PaiDeMeninas #Amor #Filha #Bebê #Carinho #Paternidade

– Idade não é problema.

– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.
– Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.
– Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.
– Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.
– Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.
Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.
Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.
Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.
Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.

Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.

Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.

NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto,
NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance,
NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.

Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.

Acredite: ESTÁ TUDO BEM !

A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa! 👊🏻

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– Capacitações desde Sempre!

Recebi e compartilho: coisas que precisariam ser ensinadas independente de qual seja o curso universitário (além de outras, como respeito à vida e à cidadania, não listadas aqui).

Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Criando as filhas para serem grandes mulheres!

Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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Imagem: Arquivo pessoal.

– Você é a sua própria escolha!

A escolha do que você é, depende de quem (ou de quê)?

Você é o que você mesmo escolhe ser. Simples.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Tente!

Embora muitas vezes essa imagem possa parecer mais uma simples insistência motivacional, vale lembrar: TENTE!

Compartilho:

Imagem extraída do LinkedIn de Raísa Ramos: https://br.linkedin.com/in/ra%C3%ADsa-ramos-10b545165

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

📩 Email: rafaelporcari@me.com

📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064

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📝 Blog: https://professorrafaelporcari.com/

– Dia Internacional do Nascituro: Sim à Vida, não ao Aborto.

Hoje é dia do Nascituro, ou seja, daqueles que irão nascer! Um post sobre o tema:

Sou totalmente contra a pena de morte. Também sou totalmente contra o aborto.

Sei que algum dos argumentos mais usados são: “E se tal barbaridade acontecesse com sua família? E se um bandido destruísse sua vida? E se sua filha fosse estuprada e não quisesse ter o bebê?”

Assim como não creio que temos o direito de tirar a vida de um criminoso, menos ainda aceito a ideia de que uma criança inocente seja morta indefesamente. Que culpa ela tem?

Por fim: nada em dizer “meu corpo, minhas regras”, ao menos nesse caso. Ou o nascituro pode ter a sorte decidida pela dona do corpo alheio?

Que meme emblemático recebi numa Rede Social de um médico:

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– Precisamos de alguém que “nos dê um toque”.

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.

Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!

Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– A superação de quem tem Síndrome de Down e os universitários especiais!

Hoje é Dia internacional da Síndrome de Down. E sabe que os downs são pessoas especiais mesmo? Claro, pois veja cada coisa maravilhosa que eles são capazes!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/03/1868259-inclusao-leva-downs-a-universidade-e-forma-de-chefe-de-cozinha-a-professor.shtml

INCLUSÃO LEVA DOWNS A UNIVERSIDADE E FORMA DE CHEFE DE COZINHA A PROFESSOR

Por JAIRO MARQUES

Ao menos 44 pessoas com síndrome de Down passaram ou estão em bancos de universidades brasileiras desde 2005 –quando se tem registro do primeiro ingresso.

O levantamento e monitoramento dos estudantes é do Movimento Down, ONG mais atuante no país em defesa dos direitos do grupo social.

Segundo a organização, o número, o mais relevante da América Latina, mostra o efeito da educação inclusiva no Brasil e revela mudança de postura diante do entendimento da pessoa com down.

As carreiras mais escolhidas pelo grupo são educação física, gastronomia e pedagogia. O montante ainda é pequeno em relação aos universitários ingressantes em geral 2,9 milhões, de acordo com censo de 2015, do MEC. Há uma concentração maior de estudantes no Estado de São Paulo, mas existem alunos em instituições de ensino superior públicas e privadas de norte a sul do país.

Não há oficialmente nenhuma diretriz específica para atendimento do aluno com down no ensino superior. Cada instituição recebe e dá condições de estudo a esse público por iniciativa própria. Também não há no país
uma contagem oficial dessas pessoas –estima-se em cerca de 270 mil, com base na prevalência de nascimento.

A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença avalia que “a possibilidade de todos estarem na escola é possibilidade de todos chegarem à universidade”.

“Pessoas com síndrome de Down, como qualquer pessoa, estudando em uma escola para todos, inclusiva, têm chances de chegar à universidade e isso é um privilégio. É dever das universidades oferecerem serviços educacionais especializados de apoio a esses alunos e para quaisquer que precisem de atenção diferenciada no ensino superior. Não necessariamente a pessoa vai precisar acionar o serviço, mas é fundamental oferecê-lo”, afirma a pedagoga.

Pedro Brandão, 22, formou-se neste ano em gastronomia, pelo Centro Universitário Senac. Ele já está empregado, em uma das unidades do bar Pirajá, de São Paulo, e avalia que apoio familiar é fundamental para conseguir chegar ao ensino superior.

“Meu pai e minha mãe me deram segurança, apoio e amor. Eles foram minha inspiração para ser chefe de cozinha”, diz ele, que desde o ano passado ajuda na preparação de alimentos e demais serviços da cozinha do bar.

Daniela Montesano, coordenadora do serviço de acessibilidade e apoio psicopedagógico do Senac, explica que Pedro “não foi café com leite” durante o curso.

“Trabalhamos com o potencial do aluno e não com sua deficiência. As necessidades do Pedro foram repassadas aos professores do curso e, durante as aulas práticas, ele teve um acompanhamento de um mediador. Não se muda o currículo ou as disciplinas, mas, sim, trabalha-se e cobra-se o essencial. Nada é diferenciado, apenas atende-se a uma demanda específica”, afirma.

Para Patrícia Almeida, cofundadora do Movimento Down, o acesso ao ensino superior “é importante porque mostra a famílias e professores que as pessoas com síndrome de Down podem aprender”. “Antes isso era inimaginável, porque todos achavam que eram ineducáveis, então não valia a pena investir e buscar maneiras de ensinar”, afirma.

Segundo ela, o movimento nas universidades é reflexo da inclusão escolar. “Nenhum destes universitários [da lista de 44] passou por escola especial. A inclusão escolar não é apenas um direito, mas é também melhor para todos. Não quer dizer que todos vão para a universidade, até porque nem todo mundo vai”, diz.

Nesta terça-feira (21) celebra-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. Estão programadas cerca de 160 atrações pelo país.

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Pedro Brandão. Crédito da Imagem: Diego Padgurschi/Folhapress

– Pra hoje: É por aí!

Para a jornada que se inicia:

– Não carregue o peso do mundo!

Há momentos em que precisamos aliviar o peso da nossa vida!

Aqui, uma impressão:

– 3 anos sem a Vó Maria…

Repost:

Uma foto feliz, para ficar de lembrança da Vó Maria, a fim de agradecer a todas as mensagens carinhosas que eu (e todos os filhos, netos e bisnetos) recebemos nesse dia.

A alegria dela representa hoje a entrada na Morada Eterna, e a minha, de sabermos que todos nós (e incluo meus primos Mônica, Cíntia, Anderson, Reinaldo, Fábio e Marcel) fizemos de tudo para que fôssemos os mais amáveis possíveis com ela.

A partir de hoje: saudade sim, tristeza não!

Obrigado por todos que escreveram a nós. Não foi possível responder a todos, mas colocamos em nossas orações o agradecimento pela lembrança piedosa.

– Fama é diferente de Sucesso. Mas o que é que precisamos na vida?

Vivemos em tempos de cobrança por sucesso absoluto. Não se pode errar! E isso é tão ruim…

As crianças já nascem sendo treinadas para uma vida adulta “perfeita”. Acredite: há profissionais que buscam ensinar (pasmem) a “felicidade financeira infantil”! Não é educação financeira, é preparação para ganhar dinheiro. E quando se frustram, sofrem e se deprimem, pois ninguém as prepara para uma vida modesta.

Muitos vão além: buscam a fama incondicionalmente. Mas o que é a fama?

Ser famoso é ser conhecidopor coisas boas ou por coisas ruins. Ter fama, portanto, não é ser algo necessariamente positivo ou de sucesso.

Aliás, o que é sucesso?

Ser bem sucedido na vida, simplesmente, pode ser ter uma casa humilde, alimento e família. Ou não?

Pense: o que você almeja no dia-a-dia?

O “ter sucesso” é muito relativo… precisamos não nos cobrarmos cotidiamente – para o nosso bem.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para citação.

– Pra hoje: Faça a diferença!

Uma simples plaquinha na porta pode trazer um lembrete tão significativo: podemos fazer a diferença na vida das pessoas, trazendo cores em corações tristes e cinzentos. Veja que mensagem inspiradora:

A simple sign on the door can bring such a meaningful reminder: we can make a difference in people’s lives, bringing colors in sad and gray hearts. See what an inspiring message:

“Seja o arco-íris na nuvem de alguém”. / “Be the rainbow in someone’s cloud.”

Vamos nos esforçar para isso? Shall we strive for it?

– Ao menos, tente!

Para inspirar a jornada:

– Pra hoje: Mantenha-se sempre lúcido!

Que texto espetacular!

A batalha pela lucidez:

– Quaresma é tempo de libertar o coração das vaidades!

Gostei demais do tuíte do saudoso Papa Francisco, postado tempos atrás. Escreveu o Pontífice:

A aparência exterior, o dinheiro, a carreira, os passatempos: ‘sereias que nos encantam’ e nos deixam à deriva. A Quaresma é tempo de graça para libertar o coração das vaidades”.

Já perceberam que temos coisas que nos aprisionam e nos deixam “sem pé” quando não são a contento nosso? O que nos leva a ter amarras desnecessárias?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. 

– Consultoria de Vida: contate-me.

Olá amigos do Blog.

Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).

Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.

Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.

Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.

Contatos:

📩 Email: rafaelporcari@me.com

📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064

👨‍🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/

📝 Blog: https://professorrafaelporcari.com/

– Persista!

Se você desistir da luta diária, pode ser que outros desistam também!

Aqui, um lembrete:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– Esqueça as suas feridas.

Você esquece suas mágoas plenamente? Dá tempo o suficiente para que elas sumam da sua mente?

Deus quer que perdoemos quem nos magoa, mas só acontece isso verdadeiramente quando nos esquecemos da mágoa.

Não consegue?

Pode ser que você esteja cutucando as feridas… Reflita neste ótimo texto abaixo:

(Extraído de: https://osmeuscincominutos.wordpress.com/2021/05/02/cura/)

CURA

Por Sofia Gomes

Há feridas e feridas mas seja como for, quer elas sejam emocionais ou físicas, há sempre umas que demoram mais do que outras a serem curadas. A verdade é que enquanto insistirmos em tocar nelas e não deixarmos que tempo e os cuidados necessários as deixem cicatrizar, elas nunca mais se irão curar verdadeiramente. Muito pelo contrário, ficarão cada vez pior.

O melhor é mesmo deixarmos o tempo fazer o seu papel. E assim mais cedo ou mais tarde vamos acabar por perceber que elas já estão curadas, quando tocarmos nelas e já não doerem mais.

Na vida há coisas que precisam simplesmente de tempo para deixarem de doer…

– Tenha iniciativa!

Por quê deixar para depois? Comece a mudança já!

É no “agora” que se dá o pontapé inicial para tudo na vida.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Cuidados que você deve estar atento.

Muitas vezes não nos cuidamos e nos esquecemos de dar atenção às “diversas saúdes” que temos.

Eu concordo com esse lembrete. Veja:

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– Coisas que você tentará mudar e deverá desistir?

Aconselhamentos de coisas que você insiste em fazer e que, muitas vezes, são necessárias de abdicação. Será que você concorda com elas?

Servem para o trabalho e para a vida…

Compartilho, abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/11-coisas-que-você-nunca-mudará-e-deve-parar-de-ficar-robson

11 COISAS QUE VOCÊ NUNCA MUDARÁ E DEVE PARAR DE FICAR TENTANDO

por Robson Cristian Tomaz Pereira

Você realmente pode mudar o mundo se você se importar o suficiente” – Marian Wright Edelman, ativista americana.

Será que basta se importar o suficiente para mudar o mundo? Será mesmo? Alguns podem concordar e dizer que trabalhando de forma focada por 70, 80, 90 horas por semana tudo é possível. Outros, já podem dizer que é uma questão de trabalhar de forma mais inteligente e não trabalhar mais duro.

Independente da forma de trabalhar, existem coisas que simplesmente não conseguimos mudar. Ter perseverança e tenacidade é fundamental para atingir grandes objetivos, mas apenas aqueles que são alcançáveis.

Não adianta ficar batendo a cabeça na parede que certas coisas não vão acontecer. Infelizmente, há muitas coisas na vida que as pessoas insistem em tentar mudar e só se desgastam.

  1. Uma hora você terá que prestar contas a alguém

Não adianta pegar atalhos, quebras regras ou cometer desvios éticos para atingir os seus objetivos. Uma hora você terá que prestar contas para alguém, seja para a justiça, familiares, amigos, Deus ou até mesmo para a sua consciência. É bem provável que alguém dependa de você e ficará sem chão quando algo assim acontecer.

  1. Você não viverá para sempre

Meu querido, minha querida, se você ainda não percebeu, não somos imortais. As férias que você não aproveitou podem ter sido as suas últimas, todo o tempo que você passou após o horário na empresa, enquanto a sua família aguardava você para o jantar, não voltará. Esse é o tipo de coisa que você só aprenderá quando não tiver mais como voltar atrás!

  1. Não tem como você agradar todo mundo

Como vejo gente se frustrada com isso! Sério, pare com isso de uma vez por todas! Isso só drena as suas energias e te deixa miserável. É como aquele frase clássica: “se nem Jesus agradou todo mundo, quem é você para…”.

  1. Você nunca será o melhor em tudo

Eu sou muito competitivo, sério! Aprendi logo na infância com a minha mãe que o “segundo colocado é o primeiro perdedor”. Percebi na prática e depois em um teste da Gallup, que se eu colocar uma competição no meio de um objetivo que eu quero conquistar, funcionarei umas 10 vezes melhor!

Só que tem um porém nisso: não sou besta de entrar em uma competição de corrida contra o Usain Bolt ou de natação contra o Michael Phelps! Eu sei que não serei melhor que eles! Que não sou o melhor em tudo!

Ok, é até fácil com esses exemplos extremos, mas com pequenas comparações que quase todo mundo faz diariamente? Acredito que é nisso que está a grande burrada das pessoas. O que faz tanta gente ser invejosa. Você não terá ao mesmo tempo o melhor carro, melhor casa, melhor empresa, melhor emprego, melhor papagaio, melhor melhor…

  1. Guardar rancor não te deixará melhor

Não digo para você esquecer quem te fez mal e dar a cara a tapa novamente, acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer. O que eu digo é que ficar com rancor não irá te ajudar em nada! Sério! O rancor é você fazendo mal para você!

  1. Você não controla o que os outros pensam

Não adianta ser o melhor marketeiro, psicólogo ou neurocientista do planeta, você não controlará o que as pessoas pensam de modo geral. Por mais que você implore, esperneie, grite, exija, use milhões de gatilhos mentais ou até eletrochoque. Pare de tentar fazer isso!

  1. Você não conseguirá voltar no tempo

A vida não tem “CTRL+Z”! Pare de reclamar do seu passado e comece a viver no presente. Não dá para voltar!

Sério, mesmo o De Volta para o Futuro sendo o meu filme favorito de todos os tempos, não dá para voltar! Nem com um carro bacana, nem com uma cabine telefônica e muito menos com uma cadeira cheio de guarda-chuvas.

  1. Não, você não pode mudar totalmente o mundo

É lindo e inspiracional achar que uma única pessoa pode mudar totalmente o mundo, mas algumas coisas são maiores do que todos nós! Você pode fazer uma grande diferença no seu redor, isso é ótimo! Mas, cuida com as suas expectativas em relação ao impacto de suas ações para não se frustrar!

  1. Você não pode mudar de onde você veio

“Ah, eu vim do lugar X e por isso….”, “Eu nasci no lugar Y e por isso”… desculpinhas!

Dane-se o lugar de onde você veio! Tem exemplos de gente que passou fome, viveu na rua, fugiu de guerra… e é muito bem sucedido agora!

O que importa é onde você quer chegar e se vai pagar o preço para chegar lá!

  1. Privacidade é uma ilusão

Os seus emails, telefonemas, fotos, vídeos ou qualquer outra atividade online ou offline está “quase sempre” em observação. Seja por empresas que usam essas informações para te mostrar anúncios mais relevantes ou agências de segurança que ficam de olho se você não vai cometer nenhum atentado. É melhor não deixar nenhum esqueleto no armário.

  1. Nem sempre você conseguirá recuperar o que perdeu

Muitas coisas podem ser recuperadas. Na verdade, praticamente tudo que o limite do seu Master Card permite comprar, mas as coisas mais importantes, bem aquelas que o Master Card não compra, essas são praticamente irrecuperável=is. Aí não adianta chorar pelo leite derramado…

Conclusão

Pare de tentar mudar o que não dá para mudar! Foque no que é tangível e lembre-se do item 2: você não viverá para sempre! Bem direto ao ponto assim mesmo!

P.S: Peguei esses tópicos no texto de um empreendedor americano e os reescrevi do meu jeito.

Imagem relacionada

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Languishing.

Um problema de saúde emocional dos dias atuais: o Languishing, uma forma de apatia, falta de perspectiva na vida e vazio interior.

Saiba um pouco mais sobre isso, extraído de: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2022/01/30/interna_bem_viver,1340561/amp.html

ENTENDA O LANGUISHING: ENTORPECIMENTO DA VIDA E SENSAÇÃO DE VAZIO

Da pandemia emergiu o languishing, termo para denominar um sentimento persistente de apatia, desânimo e falta de motivação

Por Lilian Monteiro

Não é tristeza, não é cansaço, não é depressão… É mais um desânimo, uma desmotivação, a sensação de carregar um peso invisível e constante, um coração apertado, respiração difícil e uma alma vazia em um corpo que luta para se reencontrar, que há muito tempo não se vê, não se sente… É doído.

Esses sentimentos e sensações definem o languishing, definhando, o mais novo transtorno da saúde mental aflorado com a instalação da pandemia, em 2020.

Em alguns momentos da vida, todos lutamos contra a desmotivação, mas o que preocupa é quando ela se instala, quando a apatia toma conta do dia a dia e perde-se força e energia para se mobilizar por algo e por si mesmo, muitas vezes nem sequer tendo noção do que está vivendo, já que, aparentemente, tudo está bem com a saúde física/clínica, há trabalho, alimentação correta, casa, segurança, boletos em dia. É um adoecimento novo e, por isso, ainda há dificuldade para identificar esse fenômeno psicológico.

Uma parcela da população mundial já lida com as consequências da apatia persistente, marcada, substancialmente, pela sensação de vazio que determina o languishing. Sensação que não passa, perdura dia após dia. É como se a pessoa estivesse no limbo, num estado de indecisão, incerteza, indefinição e nada a movesse para sair desse lugar. É viver o desalento e o desamparo.

O termo foi cunhado pelo psicólogo e sociólogo americano Corey Keyes, que ficou impressionado com o fato de que muitas pessoas que não estavam deprimidas também não estavam prosperando.

Na pesquisa que conduziu, ele constatou que as pessoas com maior probabilidade de sofrer grandes transtornos de depressão e ansiedade na próxima década não são as que apresentam esses sintomas hoje, mas aquelas que estão definhando agora.

Adam Grant, psicólogo organizacional da Wharton, escreveu a respeito na versão digital do The New York Times e afirmou: “Na psicologia, pensamos em saúde mental em um espectro que vai da depressão ao florescimento. O florescimento é o pico do bem-estar: você tem um forte senso de significado, domínio e importância para os outros. A depressão é o vale do mal-estar: você se sente desanimado, esgotado e sem valor. O definhamento é o filho do meio negligenciado da saúde mental. É o vazio entre a depressão e o florescimento – a ausência de bem-estar. Você não tem sintomas de doença mental, mas também não é a imagem da saúde mental. Você não está funcionando em plena capacidade. O definhamento entorpece sua motivação, interrompe sua capacidade de se concentrar e triplica as chances de você reduzir o trabalho. Parece ser mais comum do que a depressão maior – e, de certa forma, pode ser um fator de risco maior para doenças mentais.”

O languishing é como se entorpecesse a pessoa de qualquer motivação, propósito, foco. E não o confunda com esgotamento ou falta de esperança, as pessoas ainda têm energia, mas se sentem sem alegria, sem objetivo, estagnadas e essas emoções as dominam.

Como tratar, curar, reverter e lutar diante das consequências emocionais e mentais que a pandemia desencadeou, que tendem a perdurar e não podem ser negligenciadas, postas debaixo do tapete, menosprezadas ou apontadas como mimimi?

Respostas buscadas de especialistas ao longo desta reportagem. Para Adam Grant, o definhamento não está apenas em nossas cabeças – está em nossas circunstâncias. Você não pode curar uma cultura doente com bandagens pessoais.

“Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental. À medida que nos aproximamos de uma nova realidade pós-pandemia, é hora de repensar nossa compreensão de saúde mental e bem-estar. ‘Não deprimido’ não significa que você não está lutando. ‘Não triste’ não significa que você está empolgado. Ao reconhecer que muitos de nós estão definhando, podemos começar a dar voz ao desespero silencioso e iluminar um caminho para sair do vazio.”

PRAZERES DA VIDA

Para Christiane Ribeiro, médica psiquiatra, é importante tentar recomeçar as tarefas que foram paralisadas nesse contexto de definhamento aos poucos, e fazer um exercício de tentar se lembrar dos prazeres e do que o movia no passado (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

Segundo ela, é importante tentar recomeçar as tarefas que foram paralisadas nesse contexto de definhamento aos poucos, e fazer um exercício de tentar se lembrar dos prazeres e do que o movia no passado. Exercitar-se, mesmo com uma frequência menor do que a realizada anteriormente.

Manter contato com as pessoas queridas e próximas, mesmo que no on-line e, se possível e em segurança, caso não seja grupo de risco, permitir-se alguns encontros com os mais próximos, em local aberto, tomando todos os cuidados diante da COVID-19. “A pandemia já vem se arrastando e, infelizmente, é impossível manter a sanidade mental isolados, sem nenhum contato social, o que seria viável caso ela durasse apenas alguns dias.”
A psiquiatra destaca que fatores como resiliência, traços de personalidade e tendência genética influenciam o impacto que a pessoa sofrerá com as mudanças na rotina e o maior estresse. Um bom suporte social e familiar também é importante.

A pessoa que já teve um histórico de transtorno de ansiedade e depressão seria considerada mais predisposta. “Percebo na prática que as pessoas mais sociais e extrovertidas apresentam mais os sintomas de languishing, uma vez necessário o isolamento e a diminuição dos encontros sociais.”

Christiane Ribeiro lembra que mais importante do que ter que provar que sente dor é buscar conversar com algum especialista, pois infelizmente as pessoas são limitadas e, nem sempre, por mais bem-intencionadas, se abrir com amigos ou familiares vai ajudar.

“Comentários do tipo ‘mas você tem saúde física, tem emprego, tem tudo’ podem fazer efeito contrário e a pessoa se sentir mal e ingrata. O languishing ainda não é classificado pelos manuais diagnósticos de psiquiatria como um transtorno. Ele é caracterizado por sintomas pontuais de vários transtornos, como o burnout, depressão, estresse agudo, como a desmotivação, a falta de foco e concentração, a sensação de apatia. Embora a depressão e o languishing possam se apresentar de maneira semelhante, existem diferenças distintas (continua não link acima).

Arte extraída de: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2022/01/30/interna_bem_viver,1340561/amp.html?gaa_at=la&gaa_n=AYc4ysuWPZH10NTjVCkmId41FdgbLhGjb-fQskrN80jw8tIV7ss6pXDhDkW1zg0vVCo%3D&gaa_ts=61fe5a14&utm_source=newsshowcase&utm_medium=discover&utm_campaign=nonpanel&gaa_sig=hO6CV8oZ4vamDXhbLlnYGZXA-AZ7mejo5ABBHN5Z1VP47VNAJGAsddYnph_stqinJQtxmnwUa66Jcv_0YvVVbQ%3D%3D