– Supercomputador Santos Dumont deixa de funcionar por não pagar a conta de luz!

Você sabia que o Brasil tem um supercomputador?

E que ele poderia ajudar no combate ao Zika Vírus?

Mas foi desligado por falta de pagamento de energia elétrica.

Pode?…

Extraído de: http://link.estadao.com.br/noticias/empresas,supercomputador-brasileiro-e-desligado-por-falta-de-dinheiro-para-conta-de-luz,10000058850

SUPERCOMPUTADOR BRASILEIRO É DESLIGADO POR CALOTE NA CONTA DE LUZ

O supercomputador Santos Dumont, inaugurado neste ano no Rio de Janeiro e que seria utilizado para uma série de pesquisas que inclui o vírus da Zika, teve de ser desligado em meio a cortes de recursos do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), afirmaram pesquisadores nesta quarta-feira, 22.

“Os problemas financeiros provocaram o desligamento do Santos Dumont entre o mês passado e esse mês”, disse à Reuters o chefe do Sistema Nacional de Processamento de Alto Desempenho (Sinapad), Antônio Tadeu.

O Sistema Nacional de Alto Desempenho atua na parte operacional do Santos Dumont e em parceria com o LNCC.

O motivo para o corte na operação da máquina é a falta de recursos provocada pelo contingenciamento de verbas do LNCC. Como é capaz de rodar a uma velocidade de até 1 milhão de vezes mais rápida que a de um notebook convencional, o aparelho consome mais energia. Estima-se que o custo mensal de energia da máquina seja de aproximadamente R$ 500 mil.

Segundo o LNCC, a máquina, comprada da francesa Atos/Bull, tinha um orçamento de R$ 60 milhões este ano, incluindo o custo de aquisição e instalação. O equipamento tem capacidade de 1,1 petaflop e é o primeiro de sua escala no país.

Setenta e cinco projetos, de acordo com Tadeu, aguardam a retomada das operações normais do supercomputador para que estudos e pesquisas possam ser realizadas. Entre os estudos em espera está o de mapeamento genético da vírus da Zika.

“São projetos que foram aprovados para usarem a máquina, mas isso não está acontecendo pelas restrições. Parece um contra senso, em um momento como esse em que todos falam sobre o vírus Zika”, afirmou Tadeu.

Segundo ele, o Santos Dumont ajudaria no desenvolvimento de fármacos que possam diagnosticar com precisão a existência do vírus da Zika e dengue e no desenvolvimento de uma vacina.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação confirmou que a operação do supercomputador está comprometida e que o LNCC sofreu um contingenciamento de cerca de 20% de seus recursos, afetando as operações nos próximos meses. O ministério afirmou, porém, que a máquina está operando a 30% de sua capacidade e que não foi totalmente desligada.

Em nota, o ministério acrescentou que destinou orçamento de R$ 8,21 milhões ao LNCC, “cujo valor cobre os custos do instituto até os próximos meses e já negocia com a área econômica uma suplementação orçamentária de R$ 4,65 milhões, que já está em análise no Ministério do Planejamento”.

“O ministério espera que o aparelho retorne ao seu funcionamento pleno para não prejudicar as pesquisas e projetos desenvolvidos por esse importante centro de pesquisas”, acrescentou a pasta.

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– Você conhece a TSū, a Rede Social que remunera seus membros?

Uma rede social que remunera os seus participantes. Muito parecida com o Facebook, com uma timeline próxima do Twitter, mas com um jeitão de Google Plus. Essa é a TSū (se pronuncia “SÚE”), uma network nova e que está crescendo por um motivo especial: ela paga pelas boas postagens curtidas!

Pois é: a cada post, se alguém curtir, compartilhar ou ter público para tal, a pessoa ganha décimos de centavos de dólar.

Achei interessante. Quem quiser participar (só é possível por “links convites”) pode clicar no meu perfil lá no TSū, em: https://www.tsu.co/rafaelporcari

Extraído de: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/tsu-nova-rede-social-paga-por-conteudo-gerado-e-tempo-gasto-pelo-usuario.html

TSU, NOVA REDE SOCIAL PAGA POR CONTEÚDO GERADO E TEMPO GASTO PELO USUÁRIO

Atualmente, Facebook, Twitter, Tumblr e outras redes sociais movem bilhões de dólares com anúncios por ano e influenciam o mercado de forma assustadora. O Twitter, por exemplo, gera mais de 500 milhões de tuítes por dia e o Facebook já ultrapassou a marca de 700 milhões de usuários que criam, repassam, comentam e trocam informações. Já pensou se você pudesse receber pelo conteúdo que cria nesses sites? Foi com esta proposta que a rede social TSU (pronuncia-se Sue) surgiu.

O site, criado por Sebastian Sobczak, foi inaugurado no dia 21 de outubro e, ao contrário da rede social Ello, sem anúncios, tem como objetivo ganhar dinheiro sim, mas pagar o usuário pelo conteúdo gerado. No TSU, 90% do valor arrecadado por publicidade é dos usuários, os outros 10% ficam com a rede social. O fundador Sebastian Sobczak, define a rede como uma plataforma de monetização social.

“As redes sociais estabelecidas construíram modelos de negócios surpreendentes. São prósperos na monetização total de conteúdo gerado pelo usuário de forma gratuita. Por que alguém deveria se beneficiar comercialmente a partir da imagem, curtidas e trabalhos sem dar retorno financeiro ao proprietário? Os mercados em que participamos são enormes e podem compensar o usuário – estamos simplesmente e unicamente recompensando os usuários que estão fazendo todo esse trabalho. Esta é a forma como o mundo deve funcionar “, acredita Sobczak.

Aparentemente, a rede social funciona como o Facebook: você cria sua página, publica seu conteúdo, agrega seus amigos, curte, comenta e repassa conteúdo. A diferença está no fato de que cada perfil possui uma “conta bancária”. Com um sistema de analytics voltado para o gerenciamento da conta, você pode conferir quanto ganhou, o que gerou mais retorno, débitos, créditos, gráficos e outras informações bem interessantes.

Dentro da rede, o que gera lucro são os views, ou visualizações do conteúdo original, gerado pelo usuário. Mas não é só isso, um sistema de convites cria uma espécie de “árvore” de contatos, em que os convidados que entram para a rede dão lucro para quem os convidou – sistema que lembra o modelo de negócios da pirâmide. Os valores podem ser resgatados após atingirem US$ 100,00.

Porém, para evitar internautas maliciosos, a rede social alerta que publicar um material que não seja de autoria própria renderá penalizações. Portanto, se você pretende ganhar dinheiro com a nova rede social não poderá postar músicas de outros artistas, vídeos, fotografias ou qualquer outro tipo de material protegido por lei. O site segue as especificações da Digital Millennium Copyright Act (DMCA); fique atento com violações de direitos.

Para ingressar na rede é preciso ter o “shortcode”, isto é, um link exclusivo de algum usuário da rede social. A partir dele, você terá acesso a todos os recursos do serviço, que conta com app para Android e iOS (Universal). Dentro do site é possível postar fotos, escrever posts, incluir hashtags, adicionar títulos nas postagens, definir sua privacidade, distribuir seu conteúdo entre outras redes sociais como Facebook e Twitter, além de comentar, curtir, convidar amigos.

Se você ainda não se convenceu de que vale a pena ingressar na nova rede social, saiba que o TSU recebeu um investimento de US$ 7 milhões da Sancus Capital Prive e apoio de artistas como 50 Cent e Luol Deng do Miami Heat, entre outros. Nada mal para quem está começando, não é? Faça um teste.

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– Por US$ 26,2 bilhões, Microsoft comprou o LinkedIn

Repercutiu menos do que deveria: na semana passada, por mais de 26 bilhões de dólares, a Microsoft de Bill Gates comprou o LinkedIn, a rede social de profissionais e empregos.

Agora, a gigante se torna ainda mais forte, já que recentemente comprou a Nokia, o Skype e a Mojang (criadora do Minecraft).

Com muito dinheiro, se faz ainda mais dinheiro…

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– O perigo da dependência virtual das crianças hiper conectadas!

Um risco dos tempos modernos: crianças reféns da tecnologia, que se tornam viciadas em tablets e smartphones. Uma “overdose” virtual segundo especialista!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2427, página 51, por Luldmilla Amaral

OS RISCOS DA INFÂNCIA NA REDE

Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual

Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar?  Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.

Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora  se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro.

“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today and Tomorrow – Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks, valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.

“É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação”

Juliana Grasso

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– A Permissão EM OFF para testes de vídeo e o árbitro emudecido.

A CBF prometeu que usaria o árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro. Não poderia fazer de maneira oficial, já que o tempo era curto, o torneio não poderia começar sem o recurso eletrônico e tê-lo no meio da competição, e as imagens teriam que ser feitas por geradora independente.

O discurso, evidentemente, era demagogo. E eis que a FIFA não liberou o uso do recurso de árbitro de vídeo para utilização oficial para ajudar os árbitros, nem liberou o Brasileirão para que tivesse tal benefício em formato de teste prático. Ela permitiu somente testes em OFF: ou seja, se acontecer um lance polêmico, o árbitro não poderá tomar a sua decisão com base no uso do vídeo. O novo árbitro (AV, o árbitro de vídeo) estará vendo as imagens, agindo como se fosse corrigir o árbitro, mas não o fazendo de fato.

Na prática, é um simulado que não poderá ter interferência em campo. Um teste sem uso verdadeiro do recurso, e que poderá trazer um grande problema: e se o árbitro tomar uma decisão polêmica e voltar atrás? Dirão que ele recebeu informação do árbitro de vídeo que em tese não poderia informá-lo?

Aqui fica a confirmação: a CBF disse iria usar o árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro, mesmo sabendo que seria uma mentira. Terá que se contentar com um teste oficial, “quase nulo” na prática, pois o ideal era testar com as informações valendo, não com um AV mudo.

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– Um Malefício do Novo Marco Regulatório da Internet

Pouco antes de sair da presidência, a então presidente Dilma Rousseff assinou o Marco Civil que regula a Internet. E uma notícia ruim: as operadoras estão proibidas de oferecer planos ilimitados para uso de WhatsApp e Facebook.

A justificativa: se alguns aplicativos tem essa oferta da operadora, os usuários não estariam predispostos a utilizar outras redes sociais que não tivessem franquia ilimitada.

Ué, mas não é a Rede Social que deveria buscar o acordo com as operadoras ao invés de se limitar as demais?

Cáca na saideira da ex-chefe do Governo…

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– O Bloqueio e o Desbloqueio do WhatsApp

Mais uma vez o aplicativo WhatsApp foi bloqueado (e depois desbloqueado) pela Justiça pois o dono do App, o Facebook, não forneceu dados de um usuário procurado pela Polícia.

Aqui, temos várias considerações:

– O WhatsApp estando fora do ar, traz a percepção coletiva de que ele é uma ferramenta essencial no dia-a-dia das pessoas.

– Apesar de estar fora do ar, o Messenger, outro produto do Facebook, “bombou” como alternativa, popularizando-se ainda mais.

– A marca “WhatsApp” fica valorizada por não quebrar o sigilo de um usuário.

Por outro lado…

– Percebemos que o App, cá entre nós, vicia e em alguns momentos irrita por tão grande número de coisas “não importantes” enviadas. Sua ausência foi um alívio para muitos…

– As alternativas, como Telegram e Viber são tão boas quanto o WhatsApp.

– O Facebook, proprietário do App, não colabora com a Justiça e por isso pagou o preço da cumplicidade criminosa. Por tais instabilidades, outros Apps são mais estáveis.

Aí, amigo leitor, você fará o juízo: as pessoas que ficaram sem WhatsApp foram vítimas do rigor da lei da Justiça Brasileira ou por um comportamento inadequado do aplicativo em peitar as investigações policiais, preservando um suspeito mas prejudicando milhões de usuários?

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– Vale comprar seguidores?

Cresce cada vez mais a opção de “comprar” pacotes de seguidores no Twitter. Dias atrás, a Revista Veja, através de Tatiana Gianini (Ed 02/05/12, pg 113-114), trouxe uma matéria sobre “Fãs Zumbis, perfis falsos, criados apenas para avolumar as contas de Twitter ou Facebook de celebridades.

Por R$ 500,00, compra-se 5.000 seguidores. Barato? Talvez, para os interessados, pode ser um custo aceitável.

Alguns motivos para turbinar a rede social: Vaidade (se vangloriar por ser popular entre as pessoas) ou Negócios (demonstrar que é querido / seguido por muitos para publicidade, por exemplo).

Uma grande bobagem… Aqui, falamos sobre o comércio de gente que gosta de futilidadesGente que tem conteúdo não se importa com tal número.

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– A falácia da CBF sobre os árbitros de vídeo!

Dissemos em Março neste blog, reiteramos agora em Abril. Me cobrem em Maio: a CBF está MENTINDO quando diz que usará árbitros de vídeo.

Explico, extraído de PergunteAoArbitro.com, em 08 de Março:

ÁRBITROS DE VÍDEO NO BRASILEIRÃO? SOMENTE EM 2017!

Será que a Confederação Brasileira de Futebol está promovendo uma demagoga propaganda de que usará os árbitros de vídeo neste ano, ou eles estão cometendo uma gafe?

Leio que a CBF quer usar o recurso tecnológico de imagens de TV com o VAR (Vídeo-Árbitro Assistente) para o Brasileirão, em meados de Agosto.

Não vai usar por um motivo simples: toda modificação da Regra do Jogo (ou de Teste Experimental da Regra do Jogo) só pode ser utilizado a partir do início da temporada pelo calendário europeu, adotado pela FIFA. Ou seja, se alguma liga europeia quiser usar os VAR, o fará a partir de 01 de Julho de 2016 (que se refere à temporada 2016/2017). E isso se estende a qualquer país-membro da FIFA, independente se utiliza o calendário europeu ou não.

O Brasileirão começa bem antes de Julho; portanto, sem chances da inovação estar nos gramados brasileiros em 2016. Outro fator: você não pode mudar a Regra (ou o Teste da Regra) de uma partida de futebol com o campeonato em curso. Isso significa que: ou a CBF pede uma permissão especial para começar os testes no 2o trimestre de 2016 (que significa a partir da Rodada 1 do Brasileirão), ou só poderá utilizá-los em 2017.

Lembre-se de Corinthians x Santos no Brasileirão do ano passado: David Braz foi expulso erroneamente, sem a existência de VAR. E se na rodada seguinte jogassem Palmeiras x Corinthians e um atleta do Corinthians fosse expulso erroneamente e ali estivesse o vídeo-árbitro, e ele corrigisse o juizão?

É por tal critério o de que nenhum time deve ser prejudicado ou favorecido pela mudança da Regra de Jogo em um torneio em andamento – de que os campeonatos em curso não podem adotar os VAR.

Sobre as explicações do aceite da experiência dos VAR, clique no link abaixo:

 – Entendendo o que a FIFA liberou para uso de Tecnologia no Futebol

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– Há 43 anos nascia o telefone celular!

E o telefone celular faz 43 anos. Mas chegou ao Brasil só em 1996…

Lembram daqueles primeiros “tijolos” da Telesp Celular? Muitos o usavam como objeto de ostentação. Tarifas caríssimas!

Me recordo do meu primeiro celular: um Startac da Motorola! E era uma revolução para a época. Hoje, nós não conseguimos viver sem o celular, que se transformou não só simplesmente em aparelho telefônico, mas pager, computador de mão, calculadora, relógio…

Olha o primeiro aparelho, o DynaTAC da Motorola, com seu inventor, Mr Cooper:

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– Empresas Inovadoras Sofrem como Outras Quaisquer

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

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– WhatsApp deixará de funcionar em alguns telefones

Se não for popular e novo, o seu aparelho celular ficará sem o aplicativo de mensagens WhatsApp.

Abaixo, extraído de: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/bbc/2016/03/02/quais-os-telefones-que-nao-contarao-mais-com-whatsapp.htm?cmpid=tw-uolnot

QUAIS OS TELEFONES QUE NÃO CONTARÃO MAIS COM WHATSAPP?

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp anunciou que deixará de funcionar em uma série de sistemas operacionais, incluindo Blackberry 10, Nokia Symbian S60 e Windows Phone 7.1.

A companhia indicou que a decisão ocorre por estratégia de priorizar “as plataformas de celular que a grande maioria das pessoas usa”.

O serviço, que pertence ao Facebook, já não estará disponível nesses sistemas a partir de dezembro de 2016.

A maior parte dos sistemas operacionais que perderão o WhatsApp já não são instalados em novos aparelhos nem atualizados por suas companhias.

A exceção é o BlackBerry 10, lançado em janeiro de 2013.

O ’10’ continua

A BlackBerry anunciou inclusive que planeja para o final do ano uma versão nova do sistema, a 10.3.4, com mais dispositivos de segurança.

Esse sistema, contudo, representa uma fatia menor do que 1% do mercado.

Quando a empresa lançou seu smartphone com sistema Android especulou-se que o BlackBerry 10 entraria no ostracismo.

Mas a companhia foi clara: “Não abandonaremos nossos clientes leais que contribuíram para nosso sucesso”.

Relação

A lista completa dos sistemas que o WhatsApp abandonará é a seguinte:

Android 2.1 e Android 2.2BlackBerry OS 7 e todos os anteriores a esse modeloNokia Symbian S6Windows Phone 7.1″Ainda que esses telefones celulares tenham sido parte importante de nossa história, não oferecem capacidades que precisamos que expandir as facetas de nosso aplicativo no futuro”, indicou o WhatsApp em um blog.

O serviço de mensagens instantâneas informou ainda que quando começou a funcionar, em 2009, “aproximadamente 70% dos smartphones que eram vendidos à época tinham sistemas operacionais da BlackBerry e da Nokia”.

Hoje, no entanto, os sistemas oferecidos pelo Google, Apple e Microsoft representam 99,5% das vendas.

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– Árbitros de Vídeo no Brasileirão? Somente em 2017!

Será que a Confederação Brasileira de Futebol está promovendo uma demagoga propaganda de que usará os árbitros de vídeo neste ano, ou eles estão cometendo uma gafe?

Leio que a CBF quer usar o recurso tecnológico de imagens de TV com o VAR (Vídeo-Árbitro Assistente) para o Brasileirão, em meados de Agosto.

Não vai usar por um motivo simples: toda modificação da Regra do Jogo (ou de Teste Experimental da Regra do Jogo) só pode ser utilizado a partir do início da temporada pelo calendário europeu, adotado pela FIFA. Ou seja, se alguma liga europeia quiser usar os VAR, o fará a partir de 01 de Julho de 2016 (que se refere à temporada 2016/2017). E isso se estende a qualquer país-membro da FIFA, independente se utiliza o calendário europeu ou não.

O Brasileirão começa bem antes de Julho; portanto, sem chances da inovação estar nos gramados brasileiros em 2016. Outro fator: você não pode mudar a Regra (ou o Teste da Regra) de uma partida de futebol com o campeonato em curso. Isso significa que: ou a CBF pede uma permissão especial para começar os testes no 2o trimestre de 2016 (que significa a partir da Rodada 1 do Brasileirão), ou só poderá utilizá-los em 2017.

Lembre-se de Corinthians x Santos no Brasileirão do ano passado: David Braz foi expulso erroneamente, sem a existência de VAR. E se na rodada seguinte jogassem Palmeiras x Corinthians e um atleta do Corinthians fosse expulso erroneamente e ali estivesse o vídeo-árbitro, e ele corrigisse o juizão?

É por tal critério o de que nenhum time deve ser prejudicado ou favorecido pela mudança da Regra de Jogo em um torneio em andamento – de que os campeonatos em curso não podem adotar os VAR.

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– Sobre o gol não marcado de Cesar Vallejo 1×1 São Paulo e a Copa do Mundo dos Latinos

Se a FIFA utiliza o que há de melhor na sua competição máster – a Copa do Mundo – por quê a Conmebol não faz isso com a sua Copa do Mundo particular, a Libertadores?

Nesta 4a feira, uma bola bateu na trave e no chão, ultrapassando em 100% a meta do gol na partida do São Paulo FC no Peru. Lance rápido e difícil. Na Rede Globo, falou-se que o bandeira havia corrido como gesto característico “de que confirmava o gol”. O árbitro não deu. Mas ficou apenas na informação, sem imagem ou confirmação disso.

O certo é: por quê não se utiliza a tecnologia da linha do gol em tal importante torneio? Dinheiro não falta à entidade, visto os milhões de corrupção que por lá passaram.

Detalhe: sobre Roddy Zambrano, o árbitro de ontem, sempre ouvi a crítica de que ele era “auto-suficiente”, individualista demais sem aceitar cooperação dos bandeiras. E leio uma declaração do treinador do Nacional de Quito sobre ele:

Trata los partidos de manera dictatorial y hitleriana”.

Não precisa de tradução!

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– Peixes gerarão… Diesel!

O que dizer da tecnologia de ponta aliada a sustentabilidade? O Governo Federal quer produzir pelo menos 210 milhões de litros de Biodiesel a partir das vísceras de Tilápia!

Abaixo, extraído de: http://is.gd/CM80UT

BIODIESEL DE PEIXE

Projeto da Petrobras e do Ministério da Pesca transforma restos de pescado em matéria-prima de combustível “limpo”

Maior produtor nacional de tilápia, o Ceará está prestes a fechar o ano produzindo 30 mil toneladas do peixe, um crescimento de 10% na comparação com 2011. Seria apenas motivo de comemoração, não fossem as cerca de três mil toneladas de vísceras descartadas no solo. Além de gerar mau cheiro, elas contaminam o lençol freático. Esse aspecto poluente da produção de tilápia logo terá fim. Um projeto tem como meta transformar o descarte em combustível limpo.

A Petrobras Biocombustível e o Ministério da Pesca firmaram uma parceria para intensificar os estudos para, a partir das vísceras, extrair o óleo de peixe. A ideia é que o subproduto do pescado passe a integrar o grupo de produtos que o País transforma em biodiesel (leia quadro). A tecnologia para transformar peixe em combustível já começou a ser testada. No Nordeste, a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec) – em parceria com a empresa Ekipar e o governo do Estado – finaliza a criação de uma máquina capaz de processar a matéria-prima residual do pescado e extrair o óleo. O equipamento será apresentado no próximo dia 19.

Os idealizadores do projeto esperam atingir três objetivos. “O primeiro, de caráter ambiental, é o fim da poluição dos açudes e rios gerada pelo descarte das vísceras dos peixes. O segundo é a geração de renda extra para as cooperativas de pescadores. E o terceiro é a fabricação de um combustível limpo”, enumera o presidente da Nutec, Lindberg Gonçalves. Matéria-prima para tocar o projeto não vai faltar. Se atingidas as metas estabelecidas no Plano Safra do Ministério da Pesca e Aquicultura, o País terá produzido dois milhões de toneladas de pescado por ano até o final de 2014. Com isso, 210 milhões de litros de biodiesel à base de óleo de peixe irão impulsionar caminhões todos os anos.

Depois de concluir o desenvolvimento logístico e científico do projeto, restará uma última tarefa aos idealizadores: mostrar aos pescadores e criadores que, ao jogar os restos do pescado por aí, estarão perdendo dinheiro, além de prejudicar o ambiente.

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– De que lado você está: da Justiça ou do WhatsApp?

Quando confirmado o bloqueio ao aplicativo WhatsApp, pareceu que era realmente uma briga das teles (sobre isso, escrevemos aqui: http://wp.me/p4RTuC-dyN).

O problema é que, durante o dia, importantes mídias divulgaram que o real motivo era uma represália da Justiça Brasileira (por isso, o bloqueio como se fosse de disputa comercial).

A história é que: a Justiça pediu ao Facebook (que é dono do WhatsApp), que fornecesse os dados de um perigoso bandido pertencente ao crime organizado (membro do PCC), a fim de auxiliá-la nas investigações. A empresa global negou o fornecimento de dados e disse que não pode quebrar o sigilo do usuário, seja quem ele for. Multas diárias (desde julho, quando ocorreu o episódio) foram aplicadas, totalizando quase 10 milhões de reais, sendo que a ordem da Justiça de fornecer os dados foi desprezada. Após avisos de que tal decisão de bloqueio do funcionamento do aplicativo poderia acontecer, o Facebook subestimou.

Claro, o usuário ficou prejudicado sem poder usá-lo. Mas… quem está com a razão? O Facebook em proteger os dados de um bandido procurado ou a Justiça em querer violar o sigilo do criminoso?

Deixe sua opinião?  

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– O bloqueio ao Whats’App: censura? E as alternativas?

Por quê o What’sApp saiu do ar?

Basicamente: um juiz de São Bernardo do Campo atendeu a reivindicação do Sindicato das Operadoras de Telefonia de Celular, que se queixava que as mensagens e ligações via App eram uma burla às tarifas, já que ele se tornou uma opção gratuita de envio as custas do sinal de Internet às teles.

Resumindo: TIM, VIVO, OI e CLARO querem que usemos e paguemos pelos seus SMS. O problema é que já pagamos a Internet na qual o Whats’App usa.

Na China, onde há censura de diversos sites e aplicativos, se usa um aplicativo chamado VPN, que libera o Whats’App na hora.

As alternativas: o tradicional Skype, o Messenger do Facebook, o HangOut do Google Plus. Agora, virou febre o Telegram, o WeChat e o Viber (eu prefiro o Viber – e confesso ficar de saco cheio com o Whats’App).

O interessante é: a Justiça quer resolver a briga entre esses gigantes endinheirados (o Whats’App é uma empresa do Facebook), e o cidadão é quem sofre as consequências?

Aliás, por que os outros APPs de mensagens instantâneas não foram bloqueados?

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Ops: há pouco, outra versão sobre o bloqueio, emhttp://gizmodo.uol.com.br/investigacao-trafico-droga-bloqueio-whatsapp/?cmpid=tw-uolnot

– WhatsApp, Viber ou Messenger do Facebook?

Na era dos App de comunicação instantânea, apesar do Facebook querer popularizar (e forçar o uso do Messenger), o WhatsApp (cujo proprietário é o próprio Facebook) continua remando a distância.

O Viber corre por fora como alternativa; mas como poucos o tem, acaba “micando” para muitos. Estou nas 3 redes, mas confesso: sou avesso aos grupos!

O WhatsApp, particularmente, é um instrumento de trabalho que irrita. Deixo no silencioso e não aguento os alertas com publicações que me roubam o tempo (é um defeito meu, eu sei…). Mas é inegável suas qualidades quando bem usado – e a facilidade em utilizá-lo!

Coisas que me impressionam: minha filha de 6 anos está ensinando meu pai de 65 a utilizar o App!

Tempos de alfabetização tecnológica… precoce ou da 3a idade.

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– Apagão da Vivo!

Usuários da Vivo sofrem hoje… os celulares da empresa no estado de SP estão sem sinal. A promessa é que a linha volte (acredite) ainda hoje!

Vivo, Claro, Tim, Oi… todas sempre maltratam o consumidor.

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– O Árbitro de Vídeo da CBF (Parte 2) e a Caixa Preta proposta pelo Sérgio Correa!

Já falamos em outra oportunidade da CBF ter oferecido aos clubes a tentativa de ser “pioneira” e mudar a Regra do Futebol, introduzindo o árbitro de vídeo, que tiraria algumas dúvidas de lances através de imagens.

Claro, pura demagogia e por vários motivos: o presidente da CBF não pode sair do Brasil pois está na iminência de ser preso pelo FBI (como fará lobby na Internacional Board ou na FIFA?) e é sabido que tal anúncio do desejo da experiência é apenas para acalmar os clubes que reclamam da arbitragem e do comando de Sérgio Correa (pois a ideia não será aceita pelos órgãos que administram a Regra do Jogo).

Na tentativa de ser levada a sério, a CBF propõe uma “CAIXA PRETA DO AV”! Seria um equipamento para gravar e assegurar que o árbitro de vídeo converse com o restante do quarteto de arbitragem sem a interferência de outras pessoas.

Ué, se há a disposição de monitorar o que se conversa via rádio, por quê já não se faz isso com o quarteto entre si neste Brasileirão? Dúvidas de que gols anulados após árbitro e bandeira terem confirmados (com a bola já no meio de campo), como nos casos de Chapecoense x Fluminense ou Figueirense x Santos, onde se suspeita de interferência externa na decisão, seriam eliminadas!

Repito o que já disse: tais atitudes e idéias da CBF na implementação de árbitros de vídeo são apenas discursos para acalmar os ânimos. Nada disso vingará! Afinal, se perdemos a força no futebol jogado dentro de campo, fora dele estamos totalmente fragilizados.

Que o FBI tome logo suas decisões e prenda quem tenha que ser preso, senão nunca mais teremos cartolas brasileiros viajando para fora do país!

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– Viciados por Redes Sociais?

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

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– Em Marte há vida?

Pode ser que sim! Após a NASA revelar que o Planeta Vermelho tem pequenos leitos de rios de água corrente salgada sazonais, por que não crer que existam organismos por lá? Ou, claro, em outros mundos?

Somos um pequeno grão de areia no meio do Universo. Não podemos (e nem devemos) duvidar.

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– Preço dos iPhones mundo afora

É sábido que o Brasil, devido a carga de impostos, tornou-se o país onde o iPhone tem o preço mais elevado do mundo!

Se não bastasse isso, na relação custo e poder aquisitivo estamos na desonrosa 7a posição.

Abaixo, extraído de: http://blogdoiphone.com/2015/08/infografico-mostra-quanto-custa-o-iphone-em-diferentes-paises-do-mundo/

INFOGRÁFICO MOSTRA QUANTO CUSTA O IPHONE EM DIFERENTES PAÍSES DO MUNDO

A gente já sabe, desde 2008, que o Brasil é o país que vende o iPhone mais caro do mundo, portanto, isso não é novidade. Mas você sabia que na Turquia ele é quase tão caro quanto? Uma agência digital resolveu fazer uma lista dos países, ordenados pelo preço do iPhone 6 atualmente, o que pode ser útil para quem está pensando em viajar para comprar o seu lá fora.

O Brasil está encabeçando a lista, como sempre, mas o interessante é que este estudo também engloba o poder aquisitivo de cada país, não só o número absoluto do preço. Por exemplo, na Indonésia, o preço do iPhone lá equivale a 39% da renda anual média de uma família. Neste quesito, o Brasil está em 7º lugar, com o preço representando 9,5% da média, segundo esta pesquisa. Os Estados Unidos é onde o pessoal mais tem condições de comprar um iPhone sem comprometer muito sua renda familiar. 

Confira o infográfico completo:

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– O vício do WhatsApp tende a piorar com a versão Web!

Enfim proprietários de iPhone têm acesso ao WhatsApp em seus notebooks, através do WhatsApp Web.

Bacana, principalmente àqueles que se cansam em digitar no teclado do telefone (quem tem dedo gordo sabe como é sacrificante) e pode usufruir dele em teclado de PC.

Sou sincero: só uso (e com muita moderação) o WhatsApp porque outros têm e isso me obriga a ter tal canal de comunicação. Ficar teclando em conversas longas cansa. Não é mais fácil conversar falando? Sem contar os alertas de mensagem (o meu fica no silencioso). E quando me incluem em grupos? ARGHHH…

E não sou só eu que tem certa aversão, são muitas pessoas. Dias atrás, um amigo me cobrou que não respondi o pedido dele que era urgente, feito pelo aplicativo. Ora, se é urgente, me ligue!

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– Parabéns para a … Internet?

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças de hoje não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 24 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

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– 70 anos da Bomba de Hiroshima

Há 7 décadas, o mundo se assustava com o poderio dos EUA e sua bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima.

O poder devastador dela impressionou: prédios e pessoas eram desintegrados! E os efeitos da radiação perpetuam até hoje.

Reflita: se uma bomba fez isso há tanto tempo, imagine com a atual tecnologia e com a quantidade de ogivas existentes…

Independente de quem era vilão ou mocinho na 2a Guerra Mundial, todo conflito deve priorizar sempre o diálogo.

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– Só eu sofro com o Terra? Cadê os contatos do IG?

Vira e mexe tenho problemas com o serviço de email do Terra, o TERRAMAIL. Ou ele se desconfigura, ou não permite o envio de mensagens limitando os destinatários, ou qualquer coisa que não deveria fazer.

Nesta semana, fiquei desde domingo sem acesso ao serviço; voltou ontem a tarde, e hoje, percebo que meus contatos que possuem o IG sumiram, e e-mails enviados a eles não foram entregues (todos devolvidos…)

É comigo, com o TERRA ou com o IG?
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– O Novo Boeing que decola “de pé”! Você teria coragem em viajar com ele?

Uau! A Boeing lançou o novo 787-9, um Dreamliner, com capacidade para 335 passageiros.

A novidade dele é: ele pode decolar de pistas curtas, quase na vertical!

Eu levei um susto e acho que não toparia viajar nele. Veja a decolagem no vídeo abaixo e diga: dá para encarar?

Em: http://www.youtube.com/watch?v=uH2zVUEjvro

– Operava o Cérebro e tocava violão?

Parece manchete sensacionalista, mas foi algo real e acontecido aqui no Brasil: paciente de Santa Catarina precisava operar SEM ANESTESIA um tumor no cérebro. A alternativa? Uma analgesia diferente, tocando violão, mantendo o paciente em atividade enquanto se abria sua cabeça.

Achei incrível!!!

Abaixo, da Revista Isto É, extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/421445_O+HOMEM+QUE+TOCOU+VIOLAO+ENQUANTO+OPERAVA+O+CEREBRO

O HOMEM QUE TOCOU VIOLÃO ENQUANTO OPERAVA O CÉREBRO

O catarinense Anthony Kulkamp Dias toca violão, acordeom, teclado e trombone. Agora, imagine Anthony deitado. Qual instrumento seria menos incômodo para a execução de alguma música? Claro que o violão. Pois foi justamente ele, o violão, que nosso personagem tocou enquanto era submetido na semana passada à cirurgia de retirada de um tumor no cérebro (foto), na cidade de Tubarão, no sul de Santa Catarina. E fez isso a pedido dos médicos. Operações desse tipo são feitas geralmente com anestesia geral, mas quando o tumor está muito próximo a regiões que comandam fala e movimentos usa-se outra forma de analgesia – justamente para não lesar e paralisar tais regiões. Mais importante ainda é manter o paciente falando e fazendo algum movimento. Está explicado o violão. “Eles pediram para eu repetir a música sertaneja Telefone Mudo. Posso dizer então que houve até bis”, diz Anthony que na quarta-feira 3 estava prestes a ser transferido da UTI para o quarto do hospital.
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– Osório poderá enviar seus bilhetinhos no SPFC?

Juan Carlos Osório, colombiano, é o novo treinador do São Paulo FC. Respeitado por ser um estudioso, costuma ser flagrado anotando e passando informações aos seus jogadores em bilhetinhos do seu caderno de rascunhos.

E aí está algo curioso que os árbitros não poderão questionar: a comunicação escrita de informações advindas internamente ao campo de jogo e área técnica!

Aliás, a questão sobre “como jogador e treinador se comunicam” tem sido discutida há algum tempo: tudo começou com Vanderlei Luxemburgo, então treinador do Corinthians, na final do Campeonato Paulista de 2001: Corinthians x Santos jogaram e descobriu-se que Luxemburgo orientava o meia Ricardinho através de um ponto eletrônico escondido em seu ouvido. Era permitido ou proibido?

Ninguém sabia se podia, pois a Regra nada dizia. Dias depois, em uma reunião da International Board (o Organismo que é “dono” das Regras do Futebol) determinou-se que seria proibida a comunicação eletrônica entre treinador e jogadores durante a partida.

Recentemente, passou a ser fato comum a comunicação via celular entre treinadores e seus assistentes via celular. O próprio Luxemburgo, certa feita, assistia o 1o tempo das partidas nas arquibancadas, conversava com seu assistente via rádio e depois dirigia a equipe no 2o tempo no banco de reservas.

Após os estudos de uma equipe de força-tarefa da FIFA em 2011 (grupo formado por ex-atletas e estudiosos do futebol, que visa trazer sugestões), reforçou-se textualmente com a redação da orientação na Regra 4 (Equipamento dos Jogadores):

Os árbitros proibirão o uso de radiocomunicação entre jogadores e o corpo técnico”.

Mas aí veio uma nova modificação. Para 2013/2014, houve alteração do mesmo texto:

Os árbitros proibirão o uso de sistemas eletrônicos de comunicação entre os jogadores e/ou o corpo técnico”.

Aqui a alteração é mais profunda: a comunicação eletrônica por celulares ou rádios era proibida (portanto, a comunicação FALADA), mas nada impedia que a comunicação fosse REDIGIDA através de outro equipamento eletrônico “não sonoro” exceto os citados, como, por exemplo, via tablets ou notebooks. Onde estaria a proibição de que um treinador não poderia se comunicar com os atletas mostrando imagens e informações em um iPad com estatísticas em tempo real? Ou com informações de fora via email?

Agora, a proibição é EXTENSIVA A QUALQUER SISTEMA ELETRÔNICO DE COMUNICAÇÃO e não mais somente entre jogadores e treinadores, mas AMPLIADA ENTRE OS PRÓPRIOS INTEGRANTES DA COMISSÃO TÉCNICA. E um grande exemplo disso: José Mourinho costumava receber informações estatísticas on-line das partidas de seu assistente técnico via tablet, e as repassava através de bilhetinhos escritos a mão para seus jogadores. Isso (informação de fora), agora, não pode! Mas se o treinador quiser passar suas instruções por escrito em uma tecnologia rudimentar, como papel, somente com suas impressões pessoais, PODE!

Na sua última circular antes do início do Paulistão 2014, a FPF reforçou esse lembrete no capítulo 20 das suas orientações:

É PROIBIDO o uso de sistemas eletrônicos de comunicação entre jogadores e/ou comissão técnica. Exemplo: treinador para assistente fora do campo, conforme alt Regra 4, pg 29 do Livro de Regras.[Lembro que não é só fora do campo, mas dentro também].

Sendo assim, fique tranquilo, Osório! Se alguém te expulsar por dar um bilhetinho das informações que você colheu das suas próprias observações de jogo (portanto, sem informação externa ou por meio eletrônico falado ou ilustrativo), será abuso de autoridade

Já imaginaram a Comissão de Árbitros baixar uma norma contra isso? Seria totalmente tupiniquim!!!

Eu, particularmente, acho um retrocesso proibir a comunicação externa. Se o clube tem uma equipe técnica profissional e que se atenta a detalhes do jogo para ajudar o treinador, isso deveria ser uma evolução bem vinda ao futebol. Porém, entendo também o que os legisladores da Regra pretendem: se um árbitro não tem um celular para ligar a alguém com imagens e perguntar se foi pênalti ou não, seria desproporcional que treinadores tivessem essa informação privilegiada.

Resta aos mais espertos utilizarem alternativas. Imaginaram bolinhas de papel voando das arquibancadas com informação ao banco? E nas arenas européias, onde torcedores e comissões técnicas estão próximas: que tal a comunicação boca-a-boca, onde um torcedor assiste o jogo em tempo real via Web em som alto e “sem querer” o treinador escuta?

Alternativas criativas devem surgir! Ou você acha que não?

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– A Reunião da International Board mudará mesmo algumas Regras?

A Assembléia Geral da IFAB (a International Board, a “dona” das Regras do Futebol), que começa neste final de semana na Irlanda, já enumerou 3 discussões:

1) Proposta da FIFA de uma 4a substituição em jogos que existirem prorrogação;

2) Proposta da Escócia e Inglaterra que permite que um jogador substituído possa retornar ao campo de jogo;

3) Proposta da UEFA que sugere a não-expulsão de um jogador que comete uma falta na grande área, pois a entidade reclama que em lances de pênalti com a aplicação de cartão vermelho existe o chamado “Triplo Castigo”. Ou seja: falta na área vira penalidade máxima (castigo 1); o jogador recebe cartão vermelho e está automaticamente suspenso de um próximo jogo (castigo 2); e, logicamente, tem que abandonar a partida (castigo 3).

Haverá ainda: 

– um aprofundamento em debates sobre o uso da tecnologia permitindo replays a fim de ajudar aos árbitros,

– o debate sobre o cronômetro paralisado quando a bola parar / sair de campo,

– assim como a permissão do “desafio”, quando treinadores ou capitães poderiam pedir a revisão de tomada de decisão do árbitro.

(Para esses últimos 3 assuntos, só ocorrerão discussões, pois previamente se acertou que não haverá mudança a partir dessa assembléia).

Nenhuma proposta da Conmebol será discutida, tampouco de algum país sulamericano (pois elas não ocorreram).

A falta de idéias é proporcional à falta da boa qualidade de futebol jogado por aqui ultimamente?

O que você acha dessas ideias? Deixe seu comentário:
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– E se sua empresa lhe ajudasse a congelar seus óvulos para poder trabalhar mais na juventude?

Não repercutiu como deveria, mas me chamou a atenção: Facebook e Apple estariam ajudando suas funcionarias a congelarem óvulos, incentivando a maternidade tardia a fim de que se dedicassem mais às empresas.

Compartilho, extraído de: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/10/facebook-e-apple-oferecem-congelamento-de-ovulos-para-funcionarias.shtml

FACEBOOK E APPLE OFERECEM CONGELAMENTO DE ÓVULOS PARA FUNCIONÁRIAS

A história de corporações que oferecem pagar tratamentos para congelar os óvulos de suas funcionárias, e assim garantir que as mesmas passem mais tempo trabalhando, não se trata mais de uma ficção ao melhor estilo ‘Gattaca’ e vem se tornando realidade entre as maiores empresas do Vale do Silício.

A Apple e o Facebook anunciaram programas internos de até 20 mil dólares por funcionária para cobrir custos com os procedimentos para congelar óvulos. 

Segundo informações da NBC News, o programa do Facebook terá início ainda este ano, enquanto a política da Apple ficará para meados de 2015.

A tecnologia para congelar óvulos foi desenvolvida em 1986 para ajudar mulheres que querem engravidar após seu período mais fértil (geralmente entre os 20 e 35 anos de idade). O procedimento geralmente leva de 10 a 15 minutos, sob sedação, para extrair os óvulos férteis e são mantidos congelados em clínicas de fertilização por um ciclo de até 10 anos. 

O uso desta tecnologia não é considerado eficaz e o procedimento é bastante caro, chegando a custar cerca de 10 mil dólares por ciclo. Portanto, as contribuições da Apple e Facebook cobririam os gastos de mulheres interessadas, embora não há garantias de que a mulher ficará grávida. 

Polêmicas – Embora os programas façam parte de uma estratégia dessas corporações para contratar mais mulheres em um ambiente predominantemente masculino, a decisão dessas empresas vem causando polêmica. 

Além do procedimento em si não ser recomendado para jovens mulheres pelos principais conselhos de saúde dos Estados Unidos, a oferta coloca mais um ônus sobre quando as mulheres devem optar por ter filhos e reforça uma cultura corporativa de não dar suporte para jovens profissionais iniciarem uma vida familiar em paralelo quando bem entenderem.

Apesar de Apple e Facebook terem alguns programas voltados para crianças, as corporações poderiam encontrar novas formas de investir em opções mais flexíveis que integrem a vida profissional e particular de seus funcionários em todas as faixas etárias.

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– Feliz Aniversário, iPhone!

Há 8 anos, um invento mudava o mundo. Era criado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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– Crianças e Computadores

Fico impressionado como as crianças dominam bem os equipamentos eletrônicos e sabem se virar nas redes sociais. Temo apenas os golpistas e enganadores, mas, com ajuda dos pais, isso se torna seguro.

Porém, leio artigo da neurocientista Susan Greenfield, estudiosa doutora que profetizou:

as crianças do futuro não conseguirão discernir caras, olhares, tom de voz, já que se dedicam ao relacionamento virtual do que o pessoal.

Claro que isso é preocupante. Mas não é apocalíptico demais? Nada do que uma boa educação familiar não possa corrigir…

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– Tecnologia que impressiona!

Puxa vida! A sonda espacial Rosetta viajou 10 anos pela Via Láctea e, com um equipamento de 100 quilos, pousou em um cometa de 4km de distância.

Sensacional!

Isso porquê foi com a tecnologia de 1 década atrás. Imaginaram atravessar o espaço por tanto tempo e a tanta distância e atingir em cheio o objeto?

O curioso: tão inteligente que o homem é para criar máquinas e invenções, mas para resolver os problemas sociais…

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