– O Pai do Garotinho Morto em Goiás: ser acima do limite humano!

Não consigo ficar vendo as matérias que vem de Goiânia dos garotos mortos pelo menino que sofreu bullying e atirou neles. Mas algo que não posso deixar de escrever: as declarações de um dos pais das vítimas!

Não sei o nome dele, mas ouvi sua entrevista falando que PERDOA o garoto que assassinou seu filho, pede para que os outros sejam misericordiosos com o menino atirador e que rezem por ele!

Você teria tão digna e magnífica atitude…?

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– E se Você pudesse comprar Sangue em uma Loja de Conveniência?

Os bancos de sangue sofrem com a falta de doadores. Mas… e se o precioso elemento, tão vital à nossa vida, fosse encontrado nas prateleiras para comprar?

Veja esse bem humorado vídeo do Hospital Albert Einstein, onde bolsas de sangue são colocadas em geladeiras de uma loja de conveniência e as pessoas (não são atores), inesperadamente, se deparam com o inusitado!

Hilário e de grande poder de conscientização. Vale a pena compartilhar:

Extraído de: http://www.youtube.com/watch?v=1ujkX7N2bFg (Clique no Link)

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– Alguém quer adotar um Basset?

Pessoal, a Dog House (Pet Shop do Parque Eloy Chaves) recolheu a pedido da Autoban este Basset (foi achado em Campinas). É novo, adora criança, não morde e está com todas as vacinas em dia. Aparenta ser bem educado, é comportado e está saudável, apenas com o olho inchado. Está para a doação, aguardando um(a) dono(a) carinhoso(a). 

Se não conseguir um lar até 2a feira, irá automaticamente para o abrigo municipal. Quem quiser, é de graça! O Contato é com Lúcia ou Patrícia, no telefone: 11. 4582-0030!

– Comunidades Eclesiais de Base e os Desafios do Mundo Urbano

por Reinaldo Oliveira

O 14º Interclesial das Comunidades Eclesiais de Base, cuja realização acontecerá de 23 a 27 de janeiro de 2018, em Londrina/PR, terá como tema “CEBs e os Desafios no Mundo Urbano”, e como lema “Eu vi e ouvi os clamores de meu povo e desci para liberta-lo” (Ex 3,7).

Em preparação para este 14º Interclesial, a Diocese de Jales/SP, sediou de 15 a 17 de  setembro, um Encontro de Delegados e Delegadas, das 47 Dioceses do Regional Sul 1 da CNBB.

Estiveram presente mais de 380 delegados/as, que em janeiro estarão em Londrina/PR. A assessoria do Encontro foi do padre Manoel de Godoy, de Belo Horizonte/MG, que falou sobre o tema e lema, oficiais para o 14º Interclesial. Inicialmente ele falou que é necessário “amar a cidade”, pois só assim se vive melhor estes desafios urbanos.

Destacou que como cristãos devemos ser alegres, ser cristãos na cidade, mas além de amar a cidade ser crítico, porém a criticidade não significa azedume, mal humorado. É importante compreender os novos desafios das comunidades urbanas, pois tudo ainda é muito ligado com a questão histórica e principalmente rural.

Um Encontro como este é sempre momento de reencontros, partilhas e de significativa expressão de um povo que luta por justiça e dignidade dos povos oprimidos, independente de credo, cor, raça, etc. O Encontro foi na Escola Vocacional de Jales, e os participantes foram acolhidos por famílias jalenses.

Importante lembrar que o mundo urbano se apresenta hoje com grandes desafios para as políticas públicas, tendo em vista que de acordo com o IBGE 85% da população brasileira vive nas cidades, sobretudo nos grandes centros urbanos, com altos índices de desemprego e condições precárias de trabalho.

Estes e muitos outros desafios exige a participação nos Conselhos Municipais, de composição paritária entre Estado e sociedade civil. São eles que vão definir/controlar as políticas publicas para a criança, o idoso, saúde, segurança, sociais e outras. De políticas globais como o transporte e meio ambiente, seguindo o princípio de cidadania responsável.

Num mundo multiterligioso e pluricultural o cristão e as igrejas como desafio a redução da religião na esfera privada, orientados por uma espiritualidade autentica cristã. Importante – neste momento lembrar de que vivemos num mundo de consumismo, de estranhos costumes de moral, e cabe nos desafios urbanos uma atuação fraterna.

Em Londrina/PR com a ampliação deste debate, com conhecimento de outras realidades do Brasil, peçamos pois que continuemos no espírito desta Fé encarnada, e que o exemplo Nosso Senhor Jesus Cristo nos anime, nos dê perseverança na caminhada.

Vamos companheiro/as s marcar mais um ponto ….

mais unidos e fortalecidos com este encontro. 

(Com informações presencial e do WWW.diocesedejales.org.br)

Delegados CEBs Jales 003

– #PrayForMexico

Que coisa… no aniversário do triste episódio dos 32 anos do assustador terremoto na Cidade do México, outro abalo ocorre numa incrível coincidência de datas.

Por misericórdia de Deus, os estragos não foram ainda maiores pois as pessoas estavam exatamente naquele momento TREINANDO um exercício preventivo em caso de tremor de terra.

Aliás, quantos furacões recentemente ali perto, não? Será que o Planeta realmente está se exaurindo? Seria uma resposta à destruição da Natureza?

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– Não é para chocar, mas para louvar! 

A imagem abaixo é da nossa caçulinha Maria Estela Porcari, com 15 dias de vida (à esquerda) e com 4 meses (à direita).

Repare na grossura dos bracinhos, na expressão do rostinho, na coloração da pele

Sabe porque ela está tão bochechudinha, saudável e feliz?

Foi por conta da misericórdia de Deus. Foi por conta das orações dos parentes e dos amigos. Foi por conta da vontade de viver

Não é para ficar tristemente impressionado com a imagem, mas sim para louvar e agradecer ao Céu. Em particular, nós, papai e mamãe, para testemunharmos a intercessão de Nossa Senhora da Saúde junto ao seu Filho Jesus Cristo. 

– Dá-lhe Morata, o craque solidário e exemplar!

Morata fez mais um gol pelo Chelsea, e eu fico contente. Torço por ele, independente de onde estiver jogando.

Digo isso pois, quando o atleta estava no Real Madrid, foi extremamente afável com crianças com câncer. Sua história abaixo (há 4 anos, recordando):

(extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2014/10/28/a-sabia-acao-simpatica-de-morata/)

A SÁBIA AÇÃO SIMPÁTICA DE MORATA

Dias atrás, uma louvável ação de carinho. Veja:

O jogador espanhol Morata (Real Madrid) não é um dos craques tão badalados do seu time, como Cristiano Ronaldo ou Bale. Mas mostrou muita categoria fora das 4 linhas com um gesto plausível: ao visitar garotos que fazem tratamento quimioterápico para o combate ao câncer (e que por isso ficam carecas), ouviu deles que gostavam do seu cabelo arrepiado, mas que não poderiam imitá-lo devido ao triste efeito colateral.

Assim, Morata teve uma ótima ideia: passou a lâmina de barbear na cabeça e ficou careca! E disse:

Alguns meninos com câncer queriam imitar meu penteado; como não podiam, eu imitei o deles“.

Atitude simples e significativa. Parabéns ao atleta do time madrilenho.

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– A Fazenda Esperança na Diocese de Jundiaí

Talvez não tenha repercutido como deveria, mas vale o registro: há 15 dias, houve um magnífico evento em Itu: o lançamento do maravilhoso projeto social chamado “Fazenda Esperança”.

Para quem não conhece, vai aqui a apresentação dessa obra de Deus (matéria da véspera do lançamento).

Extraído de: http://tudo.com.vc/jundiai-regiao/2017/07/28/diocese-de-jundiai-anuncia-unidade-para-dependentes-quimicos-dia-13/

 

por Hanaí Costa

A Diocese de Jundiaí lança a pedra fundamental de uma das maiores obras da Igreja Católica na região: a construção de uma unidade da Fazenda da Esperança, no próximo dia 13 de agosto. O lançamento contará com a presença do núncio apostólico (representante do Papa), Dom Giovanni D´Aniello, bispo de Jundiaí, Dom Vicente, bispos da região, autoridades, representantes da Fazenda da Esperança e sacerdotes. E faz parte das comemorações dos 50 anos da Diocese de Jundiaí.

A Fazenda da Esperança é uma comunidade terapêutica com mais de 30 anos de experiência na recuperação de jovens dependentes químicos. É considerada a maior obra da América Latina desenvolvendo esse tipo de atividade e ajudando milhares de famílias. Atualmente se encontra em 17 países. Seu trabalho, entretanto, se baseia no tripé: convivência em família, trabalho como processo pedagógico e espiritualidade para encontrar um sentido de vida. A obra será erguida na cidade de Itu, em uma chácara que a Diocese ganhou para esta finalidade.

“Ano passado, no ano da Misericórdia, nosso papa Francisco pediu que cada Diocese erguesse uma obra pela misericórdia e a nossa é essa. Quem vai administrar será a comunidade da Fazenda da Esperança”, conta o coordenador Diocesano de Ação Evangelizadora, padre Leandro Megetto.

Quando o então papa Bento 16 esteve no Brasil, em 2007, ele visitou uma unidade da Fazenda na cidade de Guaratinguetá, onde, na verdade, tudo começou há 30 anos (veja vídeo abaixo). De lá para cá, o trabalho se espalhou e virou referência no mundo quando se fala em tratamento de dependente químico. A unidade de Itu, que terá a Diocese de Jundiaí como suporte espiritual, deve receber  16 dependentes químicos de todo interior o Estado do sexo masculino.

A construção

Para se construir a casa, porém,  a Fazenda da Esperança deve lançar uma campanha missionária. A partir de janeiro de 2018, padre Christian Heim, coordenador regional da Fazenda, ficará na Diocese de Jundiaí com 14 jovens recuperados divulgando o trabalho feito pela entidade. “Para erguer a casa e a estrutura de trabalho para os jovens,  estamos calculando uns R$ 350 mil. Temos que contar com doações, claro”, reforçou ao Portal Tudo. Mas o projeto é bem maior que isso e já está pronto: além da casa, haverá capela e outras estruturas para os jovens. Quanto ao investimento total, o coordenador regional disse que será grande, entretanto, será feito em partes. Para manter o local, os próprios jovens trabalham gerando renda. E as famílias se envolvem de alguma maneira nesse processo.

Nesses mais de 30 anos de história da Fazenda da Esperança já passaram pelas 127 unidades (em 17 países) mais de 30 mil jovens. Segundo padre Christian, 80% se recuperaram da dependência.

Conheça o trabalho da Fazenda da Esperança

O dependente químico

A dependência química é o mal do século. Gatilho para levar os usuários à situação de rua e, mais grave, até mesmo ao suicídio, as drogas são um problema de saúde pública. Nos seis primeiros meses do ano, o Cead (Centro Especializado no Tratamento de Dependentes de Álcool e Drogas de Jundiaí) atendeu 1.277 pessoas. Sendo 278 novos casos só esse ano, ou seja, dois novos dependentes químicos procurando ajuda por dia (os novos casos são atendidos de segunda a sexta).

Já o Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas III (CAPS -AD) ofereceu, no mesmo período, hospitalidade noturna (quando é oferecido o acolhimento exclusivo de abrigo à noite) para 105 usuários. Segundo o relatório da UNODC (escritório para drogas e crime da ONU), o Brasil consome quatro vezes mais cocaína que a média mundial. Ou seja, é como enxugar gelo. Em junho o Portal Tudo fez uma reportagem sobre o tema e mostrou a  dificuldade que se tem em relação a casas de acolhidas para dependente químicos.

Com a chegada de uma unidade da Fazenda da Esperança na região, uma ‘esperança’ se abre  no coração de muitas famílias. É o caso da família de R.D, de 32 anos, que luta contra as drogas há quase 15. O rapaz já saiu de casa três vezes e da última vez foi resgatado da Cracolândia. A família é de Jundiaí e já não sabe mais o que fazer. A mãe, cansada, acredita que clínicas privadas que não tenham cunho religioso, é apenas um gasto que não vai trazer ao filho o que ele  busca: o seu próprio resgate.  A mãe dele, que preferiu ficar no anonimato, acredita que a Fazenda da Esperança trará, não só para sua família, mas para muitas, o que realmente eles procuram há tanto tempo. É um fio de esperança. Na Fazenda da Esperança.

Papa Francisco manda mensagem para os jovens da Fazenda

– Levando a Depressão a sério!

Ainda hoje você encontra aqueles que não creem que a depressão é um dos males mais significativos e preocupantes dos nossos tempos. A eles, compartilho a importante matéria abaixo:

(Extraído do Jornal de Jundiaí, link em: http://www.jj.com.br/noticias-48777-depressao-nao-e-frescura-e-precisa-de-tratamento-serio-)

DEPRESSÃO NÃO É FRESCURA E PRECISA DE TRATAMENTO SÉRIO

Por Gustavo Amorim

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 350 milhões de pessoas tenham depressão no planeta. Segundo a entidade, é a patologia que mais causa problemas e incapacidade no mundo atualmente. “Não é frescura”, ressalta o psiquiatra Ivo Pinfildi Neto. Para a psicóloga clínica Patrícia Galante, “ainda é um tabu”.

Afinal, você sabe o que é a depressão? Como reconhecer os sinais em si ou em familiares e amigos? Como é o tratamento? O psiquiatra Ivo Pinfildi destaca que a pessoa consegue observar em si mudanças comportamentais, mas nem sempre associa o quadro à depressão. “Ela pode demorar muito tempo achando que são coisas da sua cabeça, que a tristeza vai passar, que é algo passageiro. Mas o tratamento é necessário”.

Por isso, é fundamental saber quais são os sinais da depressão. “E são muitos”, acrescenta a psicóloga Patrícia Galante (confira os sintomas no quadro). Além disso, Pinfildi destaca que a pessoa fica acuada e tímida, o que dificulta o diagnóstico.

A empresária S. S. passou pelo estado de depressão e confirma que não teve essa percepção inicial. “Comecei a não ter vontade de nada, chorar por tudo, me esconder das pessoas, não dormir à noite. Ficava angustiada, não queria sair. Achava que era só cansaço”.

Ela revela que só descobriu a depressão quando foi ao médico por conta de palpitações que sentia no coração. “O cardiologista sugeriu um psiquiatra e só aí entendi o que estava acontecendo”, afirma a empresária. Pinfildi destaca que “o adulto depressivo sente que alguma coisa está esquisita dentro de si”.

Fatores
Muitos são os fatores que podem desencadear o estado depressivo. Segundo os profissionais ouvidos pela reportagem, um deles pode ser o próprio ambiente em que a pessoa vive. “O trabalho estressante, o desemprego, uma alimentação não saudável, problemas familiares, falsa sensação de felicidade. Tudo isso pode influenciar, mas não são a causa”, afirma Ivo Pinfildi.

A psicóloga Patrícia Galante também segue essa linha, mas alerta: “Não são as causas, mas os gatilhos que levam a pessoa a entrar em depressão. A pessoa pode já ter uma propensão e qualquer aspecto pode ser a gota que faz o copo transbordar. É importante não criar expectativas”.

Tratamento
Por ser um estado tanto físico quanto biológico e psicológico, a depressão deve ser tratada com várias abordagens. Tanto o psiquiatra Ivo Pinfildi quanto a psicóloga Patrícia Galante concordam que os profissionais têm importância fundamental no tratamento – a psiquiatria com o lado químico/biológico e a psicologia com o entendimento do processo. “Um dos fatores mais importantes, entretanto, é a família. É o carinho, é o cuidado com o ser humano. O familiar não pode começar julgando quem está com depressão. Não ajuda em nada e, inclusive, atrapalha e aprofunda o estado. Não pode falar ‘vai passar’ porque quem está sofrendo sabe que não é tão simples. E também não pode cobrar que suma como se fosse mágica. Se colocar à disposição para ouvir e não transformar o assunto num tabu é primordial”, diz Galante.

O psiquiatra Pinfildi ainda conta que utiliza a medicina antroposófica como parte do processo de tratamento. “A antroposofia usa outros tipos de terapia, corporais, artísticas. A medicina antroposófica amplia a ação da medicina tradicional”, conta.

Para ele, inclusive, “é um grande equívoco de quem se fecha no mundo do seu campo profissional. As pessoas esquecem que cada alçada pode ser complementar à outra”, diz o psiquiatra.

Patrícia Galante destaca a atividade física como outro ponto importante no processo de tratamento. “Faz muita diferença, até pela química que ela gera no corpo. Mas a alimentação saudável e lazer também são fundamentais”, complementa.

Jovens e idosos
Mesmo sem dados, o Centro de Valorização à Vida (CVV) de Jundiaí destaca que jovens e idosos são o público que liga com mais frequência para o serviço de prevenção ao suicídio – que tem como principal causa a depressão. “Tanto o idoso quanto o jovem estão em um momento de mudanças no convívio social”, destaca Mônica Quirino, monitora em saúde emocional e uma das voluntárias do projeto.

Ivo Pinfildi destaca que crianças reagem de forma diferente à patologia. “Ela não vai entender pelo que está passando. Mas vai ficar irritadiça, vai ficar chorosa, apática. Muitas vezes pelo que está acontecendo em casa. Muda muito o comportamento”, relata o psiquiatra.

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– A Ajuda do Governo Temer ao Grendacc foi um grande engodo? Não veio a verba para as crianças com câncer!

Não confie em promessa de político que venha do Palácio do Planalto! Lembram do vídeo onde o presidente Michel Temer disse que resolveria o problema do Hospital Infantil do Câncer de Jundiaí (o Grendacc), pedindo que o Ministro da Saúde Ricardo Barros acertasse urgentemente o credenciamento da verba da entidade? O caso aconteceu no começo de Julho e ganhou repercussão nacional.

Pois é: o Grendacc está às duras penas se mantendo para não ter que fechar, e o dinheiro prometido não chegou.

A dona Verci Bútalo, presidente da entidade filantrópica, viajou com os representantes políticos de Jundiaí (vereador Gustavo Martinelli, prefeito Luiz Fernando Machado e deputado federal Miguel Haddad) e tiveram a PALAVRA de Temer, registrada nessa gravação: http://wp.me/p4RTuC-jiQ. TODOS FORAM ENGANADOS?

Uma tristeza sem fim. No dia 15 de agosto, terça-feira, feriado municipal da Padroeira Nossa Senhora do Desterro, o Ministro marcou uma nova reunião em Brasília para “tentar ajudar” e cancelou o encontro 3 horas antes. Não duvido que a dona Verci estivesse pronta para embarcar no Aeroporto.

Será que teremos que esperar o ano eleitoral para salvarem o Grendacc? Até lá, o que será das crianças? Contarão apenas com os voluntários?

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– Hoje é dia de doar plaquetas!

Dia de solidariedade: fazendo a costumeira doação de hemoderivados (revezada com sangue), a fim de voluntariamente ajudar ao próximo!

Faça o mesmo, ajude quem você não conhece com o líquido mais precioso da natureza e insubstituível pela ciência: #DoeSangue!

A vida agradece. Se eu que tenho medo de agulhas faço numa boa, por quê você não?

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– Voluntários!

Hoje é dia de doação de plaquetas!🔴

#DoeSangue #DoePlaquetas
Seja voluntário. A vida agradece!

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– A insensível e antipática Chapecoense

Muitos árbitros tiveram como preparador físico na carreira o “Cesinha”, cujo último trabalho foi na Chapecoense.

Vitimado pelo trágico acidente na Colômbia, a família dele está totalmente desprotegida e reclama dos dirigentes da Chape.

Vejam só que contrastante: a sensível situação em que o clube passou, somado aos tormentos e horrores daqueles que perderam seus entes queridos, despertaram o sentimento de piedade sobre o time catarinense. Entretanto, os cartolas sobreviventes e novos diretores estão simplesmente desprezando a dor de quem deveria ser ajudado.

Compartilho, extraído da Isto É: http://istoe.com.br/insensivel-chape/

INSENSÍVEL CHAPE

Os familiares de vítimas do acidente aéreo com o time de futebol vivem um drama à parte: sem dinheiro e apoio, foram excluídos da reconstrução do clube

Após a queda do avião da delegação da Chapecoense, o clube foi abraçado pelo mundo. Homenagens, doações e o carinho de torcedores de todos os cantos deram condições para que o time pudesse se reerguer. Mas um grupo ficou de lado: os familiares de 71 pessoas que morreram no acidente aéreo ocorrido na Colômbia em 29 de novembro de 2016. Inconformados, reclamam da maneira como a Chape isolou aqueles que viram outra tragédia começar ao enterrar os corpos de entes queridos.

Há uma separação entre o drama real do clube e o drama real das famílias das vítimas”, diz Mara Paiva, viúva de Mário Sérgio, ex-comentarista da FOX Sports. De acordo com as famílias, o valor arrecadado pelo jogo entre Brasil e Colômbia em 27 janeiro, e que foi entregue a eles, ficou aquém da necessidade. Enquanto isso, alguns dependentes de jogadores, jornalistas e funcionários do clube que estavam no avião – em busca do que poderia ser o maior título da história do clube – passam por dificuldade financeiras. “A prioridade é reconstruir o clube”, afirma Fabienne Belle, viúva do fisiologista Luiz César Martins Cunha.

A reclamação não se limita ao dinheiro. O tratamento – ou melhor, a falta dele – aos familiares também tem sido questionado. A instituição designou apenas uma assessora de imprensa como canal de comunicação com as famílias. Os pertences dos passageiros foram expostos com desleixo em um grupo de WhastApp. Mara conta que passou mal na fila do banco ao ver no celular a foto do sapato do marido. A mulher de umas das vítimas sofreu uma crise de pânico no estacionamento da Arena Condá ao buscar a mala do marido. “Não tinha na ocasião nenhuma assistente social ou psicólogo”, diz Fabienne. Quem não pôde ir a Chapecó buscar os pertences recebeu os objetos pelo correio.

Mas não é só isso. Outros fatos são motivo de nó na garganta. Em uma participação no programa do Luciano Huck, um diretor do clube disse que as famílias estavam sendo bem tratadas. A fala causou indignação. Os familiares também não foram convidados a participar de um evento com deputadas bolivianas que visitaram Chapecó com documentos sobre o acidente. Também não foram chamadas para uma visita ao papa Francisco em Roma, a ocorrer em setembro.

A mulher de umas das vítimas sofreu uma crise de pânico no estacionamento da Arena Condá ao buscar a mala do marido

Parentes dos jogadores endossam a indignação. “Eles estão ganhando dinheiro com a morte do marido da gente”, diz Rosângela Loureiro, que perdeu o marido e ídolo do time, Cléber Santana. De acordo com Rosângela, o clube ainda não pagou os direitos de imagem do jogador. Ela também afirma que a Chape prometeu continuar pagando o aluguel do apartamento em que ela morava em Chapecó, mas que isso não aconteceu. “Três meses depois eu recebi uma ordem de despejo”, disse.

R$ 40 mil
é o valor que cada família deve receber das doações recebidas pelo clube

R$ 1.050.811,75
foi arrecadado no amistoso entre Brasil e Colômbia

R$ 15 milhões
liberado pelo Gov Federal p/ reforma da Arena Condá e construção de memorial

Em nota, a Chapecoense esclarece que:  “Os familiares não receberam apoio adequado em nenhum momento: A Chapecoense sempre tratou da melhor maneira possível os familiares das vítimas do acidente. No primeiro momento todo apoio foi realizado para custear os gastos com os funerais e respectivos translados. Após isso todo o processo do repasse de doações foi realizado com a máxima transparência. Bem como as rescisões contratuais e quitações de valores relativos a direito de imagem e premiações dos atletas e membros da Comissão Técnica. Entrega dos pertences das vítimas: Esse posicionamento dos entrevistados é contraditório, pois não reflete a opinião de outros representantes que recentemente receberam os pertences. O Clube foi informado sobre manifestações de agradecimento pelo empenho e dedicação dos profissionais que atuaram no trabalho, bem como na máxima dedicação do Clube para agilizar os trâmites burocráticos com apoio irrestrito das autoridades dos dois países (Brasil e Colômbia) para que os pertences pudessem ser entregues as Famílias o mais rápido possível. Encontro com deputadas da Bolívia: O encontro contou com a presença de representantes das famílias, inclusive do jogador Cleber Santana. A parlamentar em sua manifestação durante coletiva de Imprensa informou que retornarão ao Brasil em breve para uma ampla reunião com familiares das vítimas do acidente aéreo. Essa manifestação foi amplamente divulgada pelos órgãos de comunicação presentes na ocasião. Manifestação da esposa do jogador Cléber Santana: Todos os valores relacionados ao Direito de Imagem foram pagos pelo Clube, além de pagamentos relativos a seguro de vida, premiações e rescisão contratual. Todos os valores foram quitados ainda em 2016. Em relação ao pagamento de aluguel do apartamento onde residia a Família, o Clube nunca se comprometeu em pagar o referido valor deste caso e de nenhum outro atleta. Mesmo assim após o falecimento de Cleber Santana todos os custos relativos ao aluguel do apartamento foram pagos pela Chapecoense em sua totalidade durante a permanência da Família.”

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FAMILIARES – Mara Paiva (à esq.), mulher do comentarista Mário Sérgio, e Fabienne Belle, esposa do fisiologista Luiz César, criaram uma associação de vítimas (Crédito: ANDRE LESSA/ISTOE.)

– Não deve existir crítica! Parabéns a políticos, cidadãos e personalidades engajados em salvar o Grendacc.

Esqueça partidarismo, queixa burocrática ou qualquer fanatismo. O que importa é que o Grendacc (o Hospital de Oncologia Infantil de Jundiaí, criado por voluntários) conseguiu sobreviver!

Da boca do presidente Temer (ontem), confirmado hoje:​

– O desafio de Milton Neves ao Milton Leite em prol do Grendacc

Dias atrás, o narrador Milton Leite deu uma entrevista ao UOL dizendo que tinha restrições de como o apresentador Milton Neves encaminhava a sua carreira, com os inúmeros merchandisings realizados. 

Pois bem: Milton Neves não gostou, publicou em seu blog um agradecimento irônico (vide abaixo), e na rádio, dentro do seu programa Domingo Esportivo, desafiou seu colega jornalista a devolver “o que foi lhe emprestado por ele quando em dificuldade financeira“, dando o dinheiro ao Grendacc, hospital oncológico infantil de Jundiaí que está prestes a fechar devido ao não repasse de verba do Ministério da Saúde.

Ontem, durante o seu programa na Rádio Bandeirantes, o desafio feito por Milton Neves ao Milton Leite para ajudar a entidade, virou uma rusga maior ainda, uma “vingança do bem” (se é que o termo comporta isso):

“Se o Milton Leite depositar R$ 200.000,00, eu deposito R$ 400.000,00 para o hospital. Não sei o quanto é a conta do que dei a ele, mas eu deposito o dobro para o Grendacc. Eu guardei todos os recibos”.

Em que pese isso ocorrer por conta de uma pendenga entre os dois, dou outra sugestão: que tal doarem generosa e voluntariamente ao hospital, pensando nas crianças pobres portadoras do câncer, e não por conta de picuinha entre os dois?

Que a solidariedade seja espontânea, não por motivações de provocações e surtos de raiva.

Abaixo, a primeira manifestação do assunto (antes do desafio), extraído do Blog do Milton Neves no UOL: 

AGRADECIMENTO AO ÓTIMO NARRADOR MILTON LEITE

por Milton Neves

Olá, Milton Leite, o “Milton Bom”, lembra?

Você, saiba, foi o melhor garoto-propaganda que a “Terceiro Tempo Publicidade” teve desde 1982. E parabéns pela brilhante carreira na TV, que começou ali por 1990 no Ginásio Presidente Ciro, viu?

Milton Neves em mais uma transmissão da TV JP no Ginásio Presidente Ciro, no início dos anos 90

Nós vamos ficando velhos e a memória nos trai de vez em quando. Êta terça-feira sagrada aquela, hein, Milton? Nervoso demais você estava, algo natural, estreando, a narrar pela primeira vez na TV JP Wimpro x Cães Vadios, um jogo ruim. Eu faria em seguida o clássico lotado Palmeiras x Corinthians. E, titular, resolvi, em boa ideia, narrar o primeiro joguinho com você de comentarista, “para você pegar a manha, o retorno, a embocadura”. E lhe dei o clássico para narrar com Leão ou Travaglini comentando.

Mas fiquei do lado, torcendo por você. No final, você, como sempre, narrou muito bem, me abraçou emocionado e agradeceu efusivamente. Fiquei feliz com o seu sonoro “Deus te pague”.

Milton Leite comandando o “Show da Manhã”, da Jovem Pan, antes de iniciar sua trajetória como narrador

Está vendo, você sempre foi grato, mas se esqueceu do futebol de salão em sua primeira narração na TV. Li no UOL outro dia esse seu equívoco temporal, mas acontece. E também agradeço muito por ter falado de mim, ressaltando minha trajetória vitoriosa na publicidade.

Milton Leite opina sobre Milton Neves

E você não tem ideia do quanto foi e é diferenciada, maravilhosa. Mas paremos por aqui porque corre-se o risco de patrulheiros se matarem. Mas sou como você: o que faço, faço muito bem feito ao microfone, desde que em língua portuguesa e no rádio, TV, publicidade, quermesse, palestra, eventos e etc…

Milton Neves palestrando em Erechim-RS, em 2010

E a publicidade, graças a Deus, muito me deu estabilidade financeira e familiar e também muito me ajudou a amparar pessoas aflitas, necessitadas. Além de gerar centenas de empregos em quatro cidades de Minas Gerais, quatro de São Paulo e duas dos Estados Unidos. Comemoro muito também a então urgente operação cardíaca do velho mestre Carsughi, o levantamento conjunto com pessoas como Fausto Silva de uns R$ 120.000 ou 130.000 para que o querido Orlando Duarte pudesse pagar causa judicial perdida para Juca Kfouri, a operação estomacal do fotógrafo Teófilo Pereira, além de amparo a umas duas dezenas de ex-jogadores, meus ídolos, nestes anos todos. E além também de minha querida “Casa de Atendimento ao Muzambinhense com Câncer” de Jaú-SP.

Fachada da Casa de Atendimento ao Muzambinhense com Câncer de Jaú-SP

Faça o mesmo, Milton Leite, com o Grupo em Defesa da Criança Com Câncer (Grendacc) de Jundiaí-SP, sua terra. Mas o mais lindo foi ter podido resolver o teu sério problema de ordem familiar que me relatou, aflito, espontaneamente e em público em meu escritório, em 1997. Você, desesperado, explicou sua separação – coisa natural da vida de todos nós – da esposa de Jundiaí-SP, casando-se então com nossa colega de rádio, “MN”.Quis saber o motivo do seu desespero e você disse que temia problemas judiciais, necessitando urgentemente de dinheiro, procurando fazer merchans na Jovem Pan. Eu te atendi e tudo foi resolvido graças a santa publicidade que te remunerou e hoje só tenho a te agradecer.

Você foi tão maravilhoso como garoto-propaganda no “Show da Manhã” da Jovem Pan, fazendo seus três implorados merchans diários por tanto tempo que os clientes Giorgio Nicoli e Rede Copel ampliaram o tempo de veiculação na emissora.

Milton Leite nos tempos de “Show da Manhã”, da Jovem Pan, ao lado de Tatiana Ferraz e de Agata Lefevre

Não fosse você, Milton Leite, como garoto-propaganda, teria perdido os meus clientes. Ah, e como foi difícil convencer o Seo Tuta a permitir seus merchans ao vivo em troca de spots gravados. 

Nós nos ajudamos, Milton Leite!

E você, brilhante e eclético, fazia três ações diárias de três colchões concorrentes: Copel, Orthocrin e Giorgio Nicoli, cama e colchões. Obrigado, Milton Leite, meu garoto-propaganda preferido no rádio, e jamais esquecerei aquela sua ajuda profissional. Tão orgulhoso, que até hoje guardo todos os recibos do Banco Itaú que depositava em sua conta-corrente mensalmente, a partir de 1997.

E continue norteando assim sua brilhante carreira: narrando como ninguém e defendendo os colchões que te deixaram dormir em paz a partir de 1997 sem Oficial de Justiça te enchendo o saco. Mas nunca mais cuspa no prato em que gulosamente comeu.

– Colabore com a Doação Voluntária de Sangue e Hemoderivados

Estamos no final de Junho, mês dedicado às campanhas de doação de sangue devido à queda dos estoques nos hospitais. 

NesteJunho Vermelho“, faça a sua parte! Seja um doador de sangue. A vida agradece!

Hoje é meu dia de colaboração. Pratique também. Incentive. Divulgue! Afinal, não dói e faz bem para a alma. 

– Doe Sangue, Doe Plaquetas!

Mais uma oportunidade em estar feliz: hoje é dia da nossa costumeira doação de sangue e seus derivados no Banco de Sangue, visando incentivar a Solidariedade através do Voluntariado.

Já conversamos outras vezes sobre tal ato: a busca da cidadania e de ajudar àqueles que não podem agradecer. Doar Sangue, Plaquetas ou Hemoderivados quaisquer é importante para a saúde do seu corpo (afinal, você deve se policiar para estar tudo em ordem), da mente (tranquiliza-se por ajudar alguém) e da alma (a prática desinteressada do bem).

Faça a sua parte, abrace essa importante bandeira. Em especial, nesse mês de Junho, voltado à conscientização da doação de sangue.

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– Colaborando

Hoje é dia de colaborar: doando plaquetas e hemoderivados!

#DoeSangue, #doevida. O mundo agradece!

🔴♦️🔺❤️
#Voluntariado
#solidariedadesempre

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– Chapecoense x Atlético Nacional: sabe qual seria a homenagem perfeita?

O Atlético Nacional, comovido pelo trágico acidente que vitimou a delegação da Chapecoense, abriu mão do título de Campeão da Copa Sulamericana (pois ele seria declarado campeão) e das premiações de vencedor. Tudo foi entregue como homenagem póstuma ao time de Chapecó.

Claro, o mais importante foram as manifestações de solidariedade. Isso não tem preço.

Mas se o título teve preço… que tal a Chapecoense abrir mão da Recopa Sulamericana, a ser disputada hoje, e retribuir o fair play prestando homenagens aos irmãos da Colômbia e não jogar?

Seria um tributo de iguais proporções.

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– O Bom Senso da Conmebol! Para esquecer a exigência da Regra…

Que ótima notícia: a decisão da Recopa Sulamericana entre Chapecoense x Atlético Nacional poderá ser realizada na Arena Condá (cuja lotação é de 22.000 torcedores). O regulamento prevê uma praça esportiva com ao menos 40.000 lugares.

O time de Chapecó pediu a compreensão da entidade a fim de demonstrar agradecimento pelas ações humanitárias promovidas pelo time de Medellin no trágico acidente da La Mia (esse jogo será em 04 de abril).

Muito bom que exista ainda sensibilidade à Confederação Sulamericana.

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– Já pensou em adotar crianças?

Leio e fico feliz por existirem pessoas de boa vontade: sobre o “Programa Família Acolhedora” e as famílias que cuidam carinhosamente de menores retirados pela Justiça da guarda de seus pais.

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-42647-programa-familia-acolhedora-tem-tres-vagas-abertas-em-jundiai-

PROGRAMA FAMÍLIA ACOLHEDORA TEM TRÊS VAGAS EM JUNDIAÍ

Por Mauro Utida

Com capacidade para atender até 10 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos, o Serviço Municipal de Acolhimento Familiar, também conhecido como Família Acolhedora, está com três vagas disponíveis para o acolhimento familiar.

Este serviço é uma alternativa para crianças e adolescentes afastados de suas famílias de origem mediante medida protetiva determinada pelo juiz da Vara da Infância e Juventude, como forma de atender suas necessidades emergenciais.

A Prefeitura de Jundiaí, por meio da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads), informou que pretende aumentar as vagas do programa Família Acolhedora de 10 para 15 crianças/adolescentes disponíveis ainda neste ano.

Atualmente, o programa conta com 23 famílias já capacitadas e aptas a acolher. Hoje, as sete crianças que estão em acolhimento familiar possuem entre 0 a 9 anos.

A prefeitura explica que, para fazer parte do programa, as famílias devem ser residentes de Jundiaí, ter 21 anos ou mais, não possuir antecedentes criminais, não apresentar problemas psiquiátricos e ou dependência psicoativas e não ter interesse em adoção, já que as crianças e adolescentes voltarão à família de origem. O prazo máximo para acolher a criança é de dois anos.

O casal Maressa Gonçalves Santos Paula, 30 anos, e Jonathan Felipe Sota de Paula, 27 anos, é uma das 23 famílias capacitadas e aptas a acolher as crianças do programa. O casal está cadastrado no serviço há cinco anos e atualmente está prestes a cuidar da quarta criança, no caso, uma recém-nascida, que nasceu prematura de sete meses e está internada na UTI.

Eles assumirão por um tempo os cuidados do bebê por causa da rejeição provisória da mãe, que tem 15 anos de idade e tem problemas com o enteado, que é violento. Maressa e Jonathan possuem uma filha de três anos, porém fazem questão de ajudar.

“Na minha família por parte de pai há muitos filhos adotivos, inclusive meu irmão, e sempre tive vontade. Quando descobri o programa lendo um jornal, meu coração ardeu de vontade e fizemos o cadastro. Em um ano já estávamos cuidando da primeira criança”, explica.

Após criar, amar e proteger é natural que a família crie um vínculo com a criança e, no caso do casal, eles procuram manter o contato com a família e continuar ajudando sempre que a família precisa, caso seja possível. “Em toda despedida, temos o costume de fazer uma festa e tirar fotos daquele momento para guardar de recordação. É difícil, mas entendemos que é melhor para ela”, diz Maressa. Não é adoção
A diferença do programa Família Acolhedora para o processo de adoção é que o acolhimento familiar é provisório, com o objetivo de atender crianças e adolescentes com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, que se encontram em situação de ameaça, necessitando de atenção e cuidados integrais.

A coordenadora do Setor Técnico de Serviço Social do Fórum, Viviana Eugenia Gualtieri, informa que um dos pré-requisitos para a família ingressar no Programa é não fazer parte do Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

“Há casos em que o Poder Judiciário constata que a criança ou adolescente têm seu direitos violados, ou seja, não atendidos conforme consta no artigo 3 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), e nessa situação, a fim de garantir a proteção integral, sugere o acolhimento, como medida provisória de atender as necessidades ”, informa.

As causas são diversas, tais como: negligência, abandono, maus-tratos, abuso sexual, violência doméstica, conflitos familiares, uso excessivo de álcool e drogas entre outros.

Há um trabalho da equipe técnica do juízo, bem como do serviço de acolhimento e a rede socioassistencial do município, para reverter a situação, que gerou a determinação da medida de acolhimento, a fim de que o período de acolhimento seja o mais breve possível, visando dirimir as perdas. Alternativa O programa Família Acolhedora é uma alternativa para as três unidades de acolhimento institucional (abrigos) do município, que estão com a capacidade máxima. A capacidade total dos três abrigos é para atender 80 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos: Casa de Nazaré (40 vagas) e Casa Transitória 1 e 2 (40 vagas total).

Os abrigos funcionam através de convênio com a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads) para atender crianças e adolescentes com seus direitos violados, conforme orientação do ECA. Os encaminhamentos para estes serviços são feitos pelos Conselhos Tutelares com a chancela do juiz da Vara e Juventude, Jefferson Barbin Torelli.

Segundo informações do Serviço Social do Poder Judiciário, atualmente Jundiaí conta com 122 pretendentes para adoção e quatro adolescentes com idade acima de 12 anos, que estão aptas para colocação em famílias substitutas.

O juiz da Vara da Infância e Juventude, Jefferson Barbin Torelli, explica que a espera pelo filho está atrelado ao perfil desejado pelo pretendente. “A maioria dos casais prefere crianças com até sete anos e são raríssimos os casos em que os pais devolvem as crianças”, informa.

Para os interessados no processo de adoção, devem procurar o Fórum de Jundiaí, localizado na rua São Bento, s/n, no Centro. Horário: às segundas-feiras, das 13h às 15h.

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– Vamos colaborar?

Domingo, hora do almoço.

Que tal a sugestão do cartaz? Vamos ajudar na Paróquia de São João Bosco e aproveitar as comidas gostosas e baratas?

Abaixo:

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– Hoje é dia da costumeira Doação de Plaquetas e/ou Sangue

Regulamente faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). Hoje, repito meu ato com plaquetas e hemáceas.

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania. Os bancos de sangue agradecem.

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– O terremoto Trump começou!

Uau, que estrago tem feito Donald Trump em seus primeiros dias!

Começou rápido, cancelando o Acordo de Livre Comércio do Pacífico com uma canetada. Iniciou o polêmico muro da separação de fronteiras dos EUA e do México, querendo que os mexicanos paguem a conta (e se não pagarem, ele avisou que aumentará os impostos e pagará com os tributos). Agora, proibiu a entrada de refugiados de diversos países e ameaça a permanência de diversos estrangeiros. Chegou a afirmar nessa semana que se os sírios fossem cristãos, poderia até receber alguns, mas muçulmanos não.

Coitado do mundo moderno… o radicalismo falará mais alto?

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– 100: Meu Dia de Agradecer!!!

Muito feliz: hoje, dia de doar plaquetas! E ao todo: minha 100a vez.

A causa da doação voluntária surgiu em minha vida quando minha mãe estava doente, em 1995. Nunca havia doado nada e nem tinha noção da importância de tal gesto, e quando minha querida progenitora precisou, fraquejei.

Tentei doar a 1a vez logo quando ela necessitou. Desmaiei antes de começar o processo.

Tentei uma 2a vez, e ao ver o sangue passando pela mangueira à bolsa, idem.

Na 3a e última tentativa fracassada, em maio de 1997, meu estado emocional era ruim devido a gravidade da doença da minha mãe. A minha pressão caiu e fiquei extremamente perturbado. Uma senhora que estava à espera da doação se prontificou a doar para ela. Eu, ingênuo, agradeci e recusei, dizendo à generosa mulher que doasse sangue para o ente ou amigo que ela estava se prontificando. A resposta dela me marcou até hoje:

Eu não estou doando para ninguém que eu conheça, sou doadora voluntária e minha alegria é doar para aqueles que não podem agradecer e que eu nem sei quem é. O prazer em doar é simplesmente o de ajudar!“.

Foi um tapa em minha cara! Jamais pensei em “doação voluntária”, e por ter fobia de agulhas e sangue (não é medo da dor, é a soma da aicmofobia + hemofobia, o trauma de ser espetado e ver o líquido vermelhouma pura bobagem psicológica), não imaginei que eu poderia doar de verdade e justamente para pessoas que nem sei quem serão as receptoras.

Com a morte da minha mãe, insisti em fazer minha primeira doação voluntária pela honra da memória dela. Foi difícil, mas consegui.

Voltei uma segunda vez, com o propósito simbólico de agradecer à senhora doadora anônima (mesmo que essa pessoa que doou volutária e generosamente para a minha mãe não saiba). Também difícil, mas consegui.

Retornei a 3a vez, desta feita como um desafio pessoal para vencer minha barreira psicológica. Não a venci, mas fiz a doação.

Por fim, voltei ainda mais uma vez para doar voluntariamente, sem o propósito simbólico de devolver um favor, mas sim em ser cidadão solidário. Foi a melhor vez de todas! A alegria na alma extravasava o meu ser!!! Fiquei muito feliz.

Voltei a 5a, a 6a, a 7a… e resolvi encarar a dura missão de doar plaquetas (“dura” para quem é “panaca” como eu e pelas fobias citadas). Consegui, embora no começo pareça ser assustador (mas não é; é somente uma novidade).

Fui outras vezes, e junto dela com minha filhota Marininha, que se encantou com toda magia do “ajudar por amor sem desejar nada em volta” e abraçou a causa. Calma, é claro que ela não é doadora pela idade (um dia será, segundo ela própria), mas incentivando novos doadores sempre desenhando cartazes motivadores da doação.

Hoje, ciente da importância da doação de hemoderivados, estou acompanhado das minhas filhas Marina e Estela (na barriga da mamãe), para a minha centésima doação. Pois é, a número 100!

Não sou eu quem deve ser aplaudido por tantas doações (acredite: há muitas pessoas com muito mais doações realizadas do que eu), mas sim as pessoas que INCENTIVAM novos doadores. O sangue e as plaquetas não são produzidos pela indústria farmacêutica, são obtidos por um ato de amor. E graças a uma ilustre e desconhecida voluntária, me tornei um abnegado por esse ato solidário.

Portanto: #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados. A vida agradece e você sentirá o quão bom é ajudar!

E aqui destaco: agradeço ao Hospital Israelita Albert Einstein, que tão bem me acolhe e me suporta.

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(comemoramos com um delicioso bolo de brigadeiro branco com brigadeiro preto, coberto de morangos).

– Dois Arns no Céu

Uma das pessoas que eu considerava SANTO já nesse mundo era a Dona Zilda Arns, que à frente da Pastoral do Menor salvou milhares de vidas de crianças carentes que nasciam desnutridas. Faleceu vítima do terremoto do Haiti, onde levava uma palavra de esperança ao pobre povo daquele local.

Ontem, 14 de dezembro (Dia de São João da Cruz) veio a óbito seu irmão, Dom Paulo Evaristo Arns, um religioso de coragem e muita ação social. Uma das figuras mais relevantes do nosso Brasil, tão santo quanto sua saudosa irmã.

Para os mais jovens que não o conheceram, um relato bem fiel sobre esse ilustre brasileiro, extraído do Portal “Klick Educação”:

DOM PAULO EVARISTO ARNS, “O CARDEAL DA ESPERANÇA”

Vinte e oito anos à frente da segunda maior comunidade católica do mundo, a Arquidiocese de São Paulo, com cerca de 7,8 milhões de fiéis, perdendo apenas para a da Cidade do México, dom Paulo Evaristo Arns foi uma das mais expressivas lideranças religiosas do Brasil. Logo que assumiu o cargo de arcebispo da cidade, em 1970, vendeu o Palácio Episcopal por 5 milhões de doláres e empregou o dinheiro na construção de 1.200 centros comunitários na periferia. Impressionou o país e o mundo pelas suas atividades em defesa dos direitos humanos durante o período da ditadura militar, quando combateu a intransigência do regime militar e agiu em favor das vítimas da repressão. Defendeu também os líderes sindicais nas greves, apoiou a campanha contra o desemprego e o movimento pelas eleições diretas. Sua luta em defesa dos direitos dos pobres e pelo fim da desigualdade social lhe valeu dezenas de prêmios no mundo: título de doutor honoris causa em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Holanda; prêmio do Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (1985), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), entre outros. Filho de pequenos agricultores, nasceu em Forquilhinha, interior de Santa Satarina, e ordenou-se padre em 1945. Religioso com formação erudita e ligado ao setor progressista da Igreja, doutorou-se com o mais alto grau acadêmico, três “honorable”, em Letras pela Universidade de Sorbonne, em Paris, na França, com a tese A Técnica do Livro de São Jerônimo, em 1952. De volta a Petrópolis, trabalhou como professor de Teologia, como jornalista e como vigário nos subúrbios da cidade. Foi promovido à condição de bispo em 1966. Quatro anos depois, o papa Paulo VI nomeou-o arcebispo de São Paulo, e, em 1973, cardeal. Pediu demissão do cargo de cardeal-arcebispo em 1998, como determinam as normas da Igreja. Incentivando a integração entre padres, religiosos e leigos, criou 43 paróquias e apoiou a criação de mais de 2 mil Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) nas periferias da metrópole.

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– Hoje #SomosTodosMedellín

O simpático Atlético Nacional de Medellín estréia no Mundial de Clubes do Japão nesta quarta-feira, 08h30, contra o Kashima.

Como não torcer para o clube colombiano que se irmanou na dor dos brasileiros com a tragédia da Chapecoense e abriu até mesmo o direito de ser declarado Campeão da Copa Sul-americana, além das ações solidárias promovidas?

Para mim, seria justo que a equipe já tivesse assegurado ao menos o Prêmio Fair Play da FIFA nas festividades do começo de ano. Mas, certamente, o Brasil torcerá como nunca pelo time da outrora malvista Medellín.

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– Hoje é dia de ajudar: Doe Plaquetas, Doe Sangue

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Como de costume, cá estamos para mais uma doação voluntária. Hoje, de plaquetas.

Experimente fazer o mesmo: você sentirá uma paz interior muito grande, além do exercício da cidadania. Em especial, nesta época do ano, os bancos de sangue estão extremamente carentes.

Doe Sangue e hemoderivados. A VIDA agradece.

Aliás, hoje bem incentivado!

SOLIDARIEDADE


– A Caridade à Chapecoense já vai se dissipando?

Arrefeceu-se o entusiasmo da ajuda ao time da Chapecoense. A CBF parece que não deseja blindar a equipe catarinense com o não rebaixamento por 3 anos. Total insensibilidade…

Aliás, a ajuda solidária e desinteressada dura até o momento em que a memória se abala. O consternamento não é perene (mesmo com a gravidade da tragédia), e infelizmente as “cláusulas de apoio” começam a surgir.

Que a Chape aceite imediatamente todas as justas benesses que possa conseguir, pois o que parecia improvável (a insensatez da sociedade) não é observável no mundo do futebol…

A propósito, já faz mais de 1 ano que o presidente Marco Polo Del Nero é procurado pelo FBI e tal fato passou ao largo. Que tal se ele fosse agradecer as sinceras homenagens proporcionadas pelo povo colombiano “in loco”?

Seria tão bom ao mundo do futebol…

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– Hoje é dia de colaborar! #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeVida.

Um propósito particular de vida é ser doador voluntário de sangue e hemoderivados. Poder ajudar o próximo (sem saber quem receberá e nem esperar obrigado) massageia a alma e nos faz mais cidadãos.

Nesta segunda-feira, é dia de doar plaquetas. Abrace essa causa! Os bancos de sangue (sempre com baixos estoques) agradecem!

OPS: Não posso deixar de publicar o que a minha filha Marina Porcari escreveu sobre Doação de Sangue. Ela tem 7 anos, e com os errinhos inocentes da língua portuguesa, mas com um bondoso e consciente coraçãozinho, preparou o seguinte: 

VAMOS DOAR SANGUE ?

Doar sangue é o bem que está ao nosso alcance porque a gente doa voluntariamente. Doar sangue é importante devemos ajudar. É isso pessoal, bom agora que já sabemos que doar sangue é  importante vamos  doar !!!!!!! Olha eu tenho medo de agulhas e meu pai também mas ele doa sangue e eu quero doar também. tchau tchau. Espera eu ainda não posso me despedir primeiro peço para todos colaborarem e doarem sangue ou incentivarem, eu acho que agora posso me despedir ou não bom eu acho que sei algo pra você sabe que doar sangue é o maior bem o nosso alcance e devemos colaborar e é isso acho que posso me despedir então byte byte!!!

OS 10 PASSOS PARA DOAR SANGUE OU PELO MENOS ICENTIVAR ✅ 

    ✓    1 não esperar nada em troca 

    ✓    2 ajudar mesmo não sabendo quem é

    ✓    3 sempre incentivar outra pessoa a doar

   ✓    4 se você não tem a idade para doar incentive pelo menos

    ✓    5 se você tem medo façam esforçosinho

    ✓    6 se você não gosta tente uma vez

    ✓    7 se você não pode ache um tempo para poder

    ✓    8 se você não consegue tente conseguir

    ✓    9 se o hospital fechou procure outro para fazer isso

    ✓    10 sempre devemos ajudar ao próximo por isso ajude sempre

—     esses são os 10 passos dos doadores de sangue.


 

– Doe Sangue e Plaquetas!

Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR.

Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.

Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com feriados, o número de doadores voluntários cai muito.

Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho fobia de agulhas sou doador! Qual o problema então?

Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

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– Mulher Maravilha será nomeada (de verdade) embaixadora da ONU. Só que…

Por ser um símbolo de justiça e luta contra minorias mais pobres, a super-heroína Mulher Maravilha será nomeada embaixadora das Nações Unidas. Entretanto, o que mais se discute sobre ela é: o uniforme dela não seria extremamente sexista?

A roupa é mais importante do que a virtude?

Abaixo:

ESTARIA NA HORA DE A MULHER-MARAVILHA APOSENTAR SEU MAIÔ?

Por Vanessa Fridmann, do New York Times (traduzido e reproduzido por Uol.com)

Nesta sexta-feira (21), a Mulher-Maravilha completa 75 anos, e ela vai ganhar uma festa de arromba. Ela vai acontecer nas Nações Unidas, no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, e entre os convidados especiais estarão Diane Nelson, presidente da DC Entertainment (a empresa proprietária da DC Comics, que criou a Mulher-Maravilha); Lynda Carter, que incorporou a Mulher-Maravilha na série de TV dos anos 1970; Gal Gadot, que assumiu o papel no novo filme da Mulher-Maravilha; e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Ocorre que Ban também tem uma espécie de presente para a personagem: ela está sendo nomeada embaixadora honorária para o empoderamento de mulheres e meninas e para a igualdade de gênero, ou seja, o Objetivo 5 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: 17 Objetivos para Transformar Nosso Mundo. Ela aparecerá em uma campanha de mídias sociais e outras iniciativas.

De certo modo, isso faz sentido. A Mulher-Maravilha é o epítome da mulher que precisa de um homem tanto quanto um peixe precisa de uma bicicleta. (Ela apareceu duas vezes na capa da revista “Ms.”).

Ela é autossuficiente, forte e luta por igualdade e justiça. Ela não deriva de um personagem masculino como a Supergirl ou a Batgirl, e ela não se disfarça como a Mulher-Gato. No novo filme da “Mulher-Maravilha”, com lançamento previsto para o próximo verão (hemisfério norte), ela diz a seu co-protagonista masculino: “O que eu faço não cabe a você decidir.”

E ela certamente leva a causa da organização para um público totalmente diferente, diz Maher Nasser, diretor da Divisão de Serviços e Produtos Destinados ao Público para o Departamento de Informação Pública das Nações Unidas.

(A organização percebeu as vantagens de fazer parcerias com o mundo dos quadrinhos este ano, quando Red do “Angry Birds” se tornou seu embaixador honorário para o Dia Internacional da Felicidade; todos os embaixadores honorários são personagens fictícios, ao contrário dos mensageiros da paz, por exemplo, uma categoria que inclui celebridades como Leonardo DiCaprio, Charlize Theron e Jane Goodall, ou embaixadores da boa-vontade, que incluem Anne Hathaway, David Beckham e Shakira.).

Faz ainda mais sentido quando você se dá conta de que em 1943 a Mulher-Maravilha concorreu à presidência. (Era “1.000 anos à frente”, segundo os quadrinhos dos anos 1940, mas ainda assim…). E ela voltou a ser nomeada pela revista “Ms.” em 1972. Trazê-la de volta para falar sobre aquilo em que ela acredita, em um ano em que uma mulher de verdade pode ser eleita para o Salão Oval, parece mais relevante do que nunca.

Exceto por uma coisa.

COMO NASSER FALOU, DE UMA FORMA UM TANTO DELICADA, A “QUESTÃO DA ROUPA.”

O que ele disse especificamente foi: “Não ignoramos a questão da roupa”. No caso, a questão é o fato de a Mulher-Maravilha fazer a maior parte de seu trabalho de ação, como todos sabemos, usando um maiô sem alças decorado de estrelas e botas de cano alto, com uma boa dose de decote e pernas à mostra. Para dizer um mínimo, suas roupas não acompanharam suas ideias, nem a de muitas outras pessoas, aliás. (No novo filme ela parece usar uma espécie de saia semelhante a uma tanga, também).

No final, a ONU determinou que “Você precisa olhar para suas ações além do superficial”, segundo Nasser. E Carter observou que a personagem é “muito maior do que o que ela veste”.

Mas na era de Donald Trump, quando a questão da objetificação da mulher por causa da aparência delas está em todas as conversas, a questão da roupa, juntamente com a questão relacionada da imagem corporal, não pode ser ignorada tão facilmente.

De fato, os trajes da Mulher-Maravilha parecem ter saído direto de um palco de Miss Universo, como costumava ser quando Trump era dono do concurso. (Ele o vendeu ano passado para a WME-IMG, a gigante dos esportes e do entretenimento). Afinal, até mesmo o concurso de Miss Teen USA acabou com sua competição de trajes de banho neste ano, transformando-o em uma categoria de trajes de ginástica, para celebrar a força no lugar da sensualidade. Paula Shugart, presidente da Organização Miss Universo, escreveu em uma carta para diretores de cada Estado que posteriormente foi citada no “The New York Times”: “Esta decisão reflete uma importante mudança cultural que estamos todos celebrando”.

SÓ QUE A MULHER-MARAVILHA, NÃO.

Isso importa porque, assim como a maior parte dos super-heróis, ela é indissociável de seus trajes. Eles são seu significante mais imediato, a representação de tudo aquilo que é especial e singular (e impressionante) nela. E essa roupa inevitavelmente indica para todos que parte da fonte de seu poder é sua “gostosice”, para definir de uma maneira particularmente retrógrada.

A razão pela qual Steve Trevor, seu flerte original, se apaixona por ela não é só o fato de que ela pode defender a si mesma e a ele, lutar montada a cavalo e decidir não matar seus inimigos. Sejamos sinceros: é por causa da aparência dela, quando ela tira os óculos, deixa de ser a desleixada Diana Prince de camisa abotoada até o pescoço e se torna sua versão minimamente vestida.

Ela pode não estar usando sua sexualidade como uma arma (ela tem braceletes e um laço de ouro para isso), mas de qualquer forma ela está passando uma mensagem.

O que levanta a questão, ainda que aceitemos que ela é um personagem exagerado em um mundo exagerado: é essa realmente a mensagem que queremos passar sobre empoderamento feminino para nossas filhas, em uma era onde há um bom número de exemplos femininos poderosos e totalmente vestidas?

Por um lado, permitir que as garotas se divirtam com sua fisicalidade e feminilidade é algo bom. Não estou dizendo que elas devam se vestir como freiras ou adotar uma mentalidade de que só devem usar calças de moletom. Elas devem assumir sua condição de mulher e tudo aquilo que é especial e diferente a respeito. Você pode argumentar que recusar-se a pedir desculpas ou esconder seu corpo por baixo de um pano seja um ato feminista.

Mas a maior parte das mulheres, imagino, não escolheriam se mostrar atraentes usando um maiô de estrelinhas e capa, uma roupa que ninguém de fato usaria para trabalhar, a menos que estivesse trabalhando como sósia de um personagem de quadrinhos.

Carter não tem problemas com o visual (“Eu nunca me senti objetificada como Mulher-Maravilha, embora eu tenha como Lynda Carter”, ela disse por telefone recentemente), mas ela reconhece que, embora ela tenha duas fantasias clássicas, ela não vestiu nenhuma desde que pendurou a capa em 1979.

Aliás, quando ela aparece como presidente nesta temporada de “Supergirl” (ela estreará na semana que vem), Carter veste um blazer comprido azul-bebê, calças justas pretas e sapato de salto alto. “Elegante, forte, simples e confortável”, ela disse sobre o visual, acrescentando que ela se inspirou em Hillary Clinton e na líder da minoria da Câmara, Nancy Pelosi.

Vestir-se de forma poderosa não quer dizer se vestir como um homem, mas também não precisa significar se vestir como o clichê de uma fantasia sexual masculina.

A moda, que certamente está a par da ascensão da mulher poderosa, e o papel da indústria em determinar qual seria o visual dela, certamente apresentou várias opções, desde o vestido justo e sequinho para as executivas até o abrigo esportivo, passando pela dupla legging e lycra para se usar no dia a dia. Eu imagino que Donatella Versace, Stella McCartney e Diane von Furstenberg (que aliás lançou seu livro sobre a Mulher-Maravilha em apoio à ONG Vital Voices em 2008), para citar só algumas, teriam algumas ideias sobre o que torna uma super-heroína moderna. Isso é algo que eu adoraria ver.

Questionado se a ONU havia pensado em uma reforma no guarda-roupa, Nasser respondeu: “A arte que foi desenvolvida com a campanha reflete de fato muitas das observações e comentários que fornecemos”, mas ele se recusou a ser mais específico.

Uma porta-voz da DC Entertainment usou palavras como “magnífica” e “apropriada” na discussão sobre como a Mulher-Maravilha se vestiria em suas aparições da ONU, e acrescentou que a campanha foi desenhada por Nicola Scott, a artista por trás da encarnação atual da Mulher-Maravilha dos quadrinhos. Mas a personagem ficaria reconhecível, de acordo com a porta-voz, sugerindo que o traje estaria intacto em sua maior parte.

Em breve saberemos. Enquanto isso, se tivéssemos de escolher uma mulher de maiô como um exemplo, talvez devêssemos considerar Katie Ledecky, uma das maiores nadadoras de todos os tempos. Seu poder vem de dentro, como todos sabem. E é essa, na verdade, a mensagem que a organização quer passar: “que existe uma Mulher-Maravilha em toda mulher”, nas palavras de Nasser.

Esse é um conceito digno de aplausos. Mas, considerando o clima atual das coisas, será que não está na hora de seu personagem ter algo novo para usar em uma festa? Carter, por exemplo, disse ter escolhido um elegante modelo em jacquard com renda azul-marinho e preto de Oscar de la Renta.

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– Filantropia Falsa e Desmentida

Falou-se à exaustão que a cantora Shakira, através da sua fundação Pies Descalzos, doou US$ 15 milhões às vítimas do Furacão do Haiti.

Só que não…

A notícia era falsa! A Fundação disse que em 2010 dou US$ 400 mil às vítimas do terremoto que aconteceu naquele país, mas que desta vez não havia doado nada e não queria tirar proveito de tal mentira.

Em tempo: a ONU disse que se necessita de US$ 120 milhões para atende aos 1,5 milhão de refugiados.

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– #PrayForHait

Se já não bastasse o terremoto que devastou o pobre país da América Central, agora foi um furacão (no ápice de sua atividade) que matou quase 1000 haitianos.

Cá entre nós: as imagens que nos chegam do Haiti são todas de vilas paupérrimas, de gente sofrida e que merece ajuda. Só que enquanto não existir solidariedade suficiente…

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– O Papa Francisco e as crianças em situação delicada na UTI

E o Papa visitando crianças recém-nascidas em UTI confortando os pais? Vai negar que Francisco é, além de carismático, um dos pontífices mais humanos e humildes da história?

Extraído de:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/ansa/2016/09/16/de-surpresa-papa-visita-uti-neonatal-na-italia.htm?cmpid=tw-uolnot

PAPA FRANCISCO VISITA CRIANÇAS EM ESTADO GRAVE

O primeiro local visitado foi o hospital San Giovanni, que fica em Roma, e que atende crianças. O Pontífice visitou o pronto-socorro e o setor de neonatologia, que atende 12 bebês com vários tipos de doenças, sendo que cinco deles estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em condições críticas.

Assim como qualquer pessoa que entra nesses setores, Jorge Mario Bergoglio usou roupas e máscara apropriada e higienizada. De acordo com a imprensa oficial do Vaticano, o sucessor de Bento 16 encontrou com o pais das crianças e prestou seu apoio e conforto.

Após o San Giovanni, Bergoglio dirigiu-se ao hospital Villa Speranza, que atende pessoas com doenças terminais. No local, que pertence à Fundação Policlínica Universitária A. Gemelli, da Universidade Católica do Sagrado Coração, o líder católico encontrou-se com cerca de 30 pacientes atendidos pela entidade.

Visivelmente surpreendidos, os pacientes e seus parentes foram cumprimentados um a um pelo Santo Padre. Era possível perceber a forte emoção de todos aqueles que estavam na estrutura. (ANSA)

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