– Você acredita em Especialistas e sabe tomar decisões sem influência?

Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?

Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E em entrevista à Revista Época (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:

“É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.

Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:

“Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.

Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Em que “Era Econômica” estamos?

Gustavo Gutiérres, teólogo Peruano, sobre as eras da vida econômica:

Estamos na era pós-socialista, pós-capitalista e pós-industrial. Mas nunca chegamos à era da pós-pobreza.”.

Resumiu perfeitamente!

A pobreza extrema só acaba com o fim da riqueza extrema - VER

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia da Mentira.

E hoje é dia de contar lorota!

Eu não gosto de mentiras. Sempre ouvi que uma mentirinha é a mesma coisa que uma mentirona; portanto, ambas são mentiras. Também aprendi que “mentir vicia” e que o “Diabo é o pai da mentira”.

Tudo isso é correto. Mas é inegável que hoje é um dia divertido, de se brincar de mentir.

Já fez sua gozação a alguém? Tomara que de maneira saudável, sem bulinar ninguém, ok?

Extraído de: http://www.calendarr.com/brasil/dia-da-mentira/

DIA DA MENTIRA E DIA DOS BOBOS

O Dia da Mentira, também conhecido como Dia dos Bobos, é celebrado no dia 1º de abril e é uma data onde as pessoas contam mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão.

Ele é comemorado por crianças e adultos, e existem brincadeiras que persistem por vários anos, alguns chegam a ser de humor negro, que são aquelas que ridicularizam e humilham as pessoas, mas em geral, são brincadeiras saudáveis.

Origem do Dia da Mentira

Há muitas explicações para o dia 1º de abril, uma delas diz que a brincadeira surgiu na França, pois no século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

No ano de 1564, o Rei Carlos IX adotou oficialmente o calendário gregoriano, passando o Ano Novo para o dia 1º de janeiro, porém muitos franceses resistiram a mudança e continuaram seguindo o calendário antigo. As pessoas começaram a fazer brincadeiras e ridicularizar essas pessoas, que eram conhecidos como bobos por seguirem algo que não era verdade.

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Imagem extraída da Internet.

– Não acabe com a alegria do seu próximo. Xô arrogância.

Não seja o “estraga-prazeres” das outras pessoas…

Permita que os outros comemorem e seja humilde. Festeje junto.

– Criando as filhas para serem grandes mulheres!

Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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Imagem: Arquivo pessoal.

– A qual geração você pertence?

Eu sou, orgulhosamente, X!

Sou da geração que mais teve que se reinventar ao longo dos anos.

E você, a qual pertence?

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– Corpo real, rotina real: por que a comparação nas redes pode ser injusta.

Estudos apontam que a exposição constante a padrões irreais nas redes pode afetar a autoestima, hábitos alimentares e percepção de saúde, mas marcas …

Continua en; Corpo real, rotina real: por que a comparação nas redes pode ser injusta

– A Ansiedade desde sempre:

A ansiedade é um dos grandes males da nossa sociedade. Talvez esteja ainda mais potencializada nesses dias corridos, mas ela sempre existiu.

Vide as “tampinhas de caneta”, abaixo:

– Você conhece os sistemas ideológicos de Governo?

Para quem vive na dualidade Capitalismo-Comunismo, saiba: existem outras formas de governar ideologicamente falando…

Na imagem: 

– Ruy Barbosa continua atualíssimo.

A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!

– Fama é diferente de Sucesso. Mas o que é que precisamos na vida?

Vivemos em tempos de cobrança por sucesso absoluto. Não se pode errar! E isso é tão ruim…

As crianças já nascem sendo treinadas para uma vida adulta “perfeita”. Acredite: há profissionais que buscam ensinar (pasmem) a “felicidade financeira infantil”! Não é educação financeira, é preparação para ganhar dinheiro. E quando se frustram, sofrem e se deprimem, pois ninguém as prepara para uma vida modesta.

Muitos vão além: buscam a fama incondicionalmente. Mas o que é a fama?

Ser famoso é ser conhecidopor coisas boas ou por coisas ruins. Ter fama, portanto, não é ser algo necessariamente positivo ou de sucesso.

Aliás, o que é sucesso?

Ser bem sucedido na vida, simplesmente, pode ser ter uma casa humilde, alimento e família. Ou não?

Pense: o que você almeja no dia-a-dia?

O “ter sucesso” é muito relativo… precisamos não nos cobrarmos cotidiamente – para o nosso bem.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para citação.

– A Individualidade versus o Individualismo.

E cada vez mais vemos na sociedade o individualismo sobrepor o coletivismo, o egoísmo suplantar a solidariedade, ou, se preferir, a competição vencer a colaboração.

Não parece que as pessoas estão pensando cada vez mais em si próprias, e não nos outros? Nem na própria família… quiçá na sociedade.

Vejo também uma certa confusão: as pessoas dizem que querem ser felizes (e precisam pensar nelas mesmo), mas… com quais atitudes?

Todos devemos galgar a felicidade, mas não podemos confundir a individualidade (as características de cada um, seus defeitos e virtudes – um conjunto único de cada pessoa) com o individualismo (o de pensar somente nela e o resto que “se exploda” – permitindo muitas vezes que atos até mesmo contestáveis sejam cometidos).

Sejamos mais sábios em nosso comportamento e tenhamos Inteligência Emocional, porque tudo isso gera coisas perigosas: vaidade, egoísmo e futuras auto-frustrações

  - Sasha Freemind/Unsplash

Imagem: Sasha Freemind/Unsplash

– Brasil rejeita proposta dos EUA para receber presos estrangeiros.

Brasil recusa proposta dos EUA para receber presos estrangeiros e compartilhar dados de refugiados em negociações sobre crime organizado. #Linkezine …

Continua em: Brasil rejeita proposta dos EUA para receber presos estrangeiros

– Networking executivo deixa de ser social e vira estratégia real de negócios

Networking executivo evolui de encontro social para estratégia empresarial que gera conexões qualificadas e novas oportunidades de negócio. #…

Continua em; Networking executivo deixa de ser social e vira estratégia real de negócios

– Alodoxafobia: o medo da opinião dos outros.

Há diversos tipos de fobia. Uma deles é a alodoxafobia, que se refere à preocupação do que os outros pensam da pessoa.

Nestes tempos de bullying, onde as pessoas se preocupam com a imagem e com as Redes Sociais, onde temos lugares no Mundo Virtual onde se critica tudo, tal transtorno é cada vez mais frequente (e inevitável para muitos).

Um pouco sobre isso, extraído de: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

TRANSTORNO DE QUEM TEM MEDO DA OPINIÃO ALHEIA

Por Ana Elizabeth Diniz

Não são raros os casos de pessoas que declinam convites para se apresentar em público devido ao medo da opinião dos outros.

Pesquisas não oficiais sugerem que esse transtorno, conhecido como alodoxafobia, afeta cerca de 8% da população entre 16 e 24 anos de idade.

“Isso não significa que somente pessoas nessa faixa etária desenvolvam o transtorno, que poderá se manifestar em qualquer momento da vida. Porém o maior índice é em torno dessa fase, na qual os jovens têm que fazer escolhas profissionais e assumir relacionamentos e responsabilidades”, analisa Patrícia Renaldo da Silva Amaral, 34, psicóloga clínica, psicopedagoga e analista transacional em formação.

Segundo ela, a palavra alodoxafobia vem das palavras gregas “állis” que significa “outro” ou “diferente”, “dóxis” que significa “crença” e de “fobia” que significa “medo patológico”, “o que explica o conceito da patologia: medo dos pensamentos dos outros sobre si, sempre com a sensação de julgamento. É o medo de se expressar acompanhado da sensação de exposição e, ao mesmo tempo, de ser julgado pelos outros de forma crítica e negativa. Medo da opinião ou respostas das outras pessoas sobre si”, explica a psicóloga.

Mas por que será que o ser humano se preocupa tanto com a opinião alheia? “Desde nossa infância somos submetidos a aprovações dos pais, de professores, de amigos e de todos que nos rodeiam e que esperam algo de nós. Muitas vezes somos rotulados e acreditamos no que escutamos. Se sua mãe diz que você é inteligente ou uma criança impossível de segurar, você acredita. Se seu pai diz que você não sabe fazer nada direito e seus amigos dizem que você é muito tímido, você acredita. Levamos todas essas crenças infantis para nossa vida adulta de forma subconsciente e as projetamos o tempo todo em qualquer relação que possamos construir, seja profissional, familiar, social ou sentimental”, diz Patrícia.

O problema é que o que se projeta “são pensamentos distorcidos sobre o que se imagina que o outro pensa sobre nós, ou ainda críticas ao outro que na verdade são sobre si mesmo (de forma subconsciente). Pessoas que funcionam dessa forma tendem a potencializar medos fantasiosos de possíveis julgamentos sobre si mesmas por meio de pensamentos distorcidos”, comenta a psicóloga.

Segundo ela, indivíduos assim sempre se consideram o centro das atenções, porém de forma negativa, como se todos os estivessem olhando e criticando. “Muitas vezes, para os outros, essa pessoa pode simplesmente parecer ser tímida e, por isso, não gosta de se expressar ou colocar sua opinião numa roda de conversa. Mas nem imaginam que dezenas de pensamentos distorcidos estão passando pela sua cabeça naquele momento, impedindo-a de se comunicar de forma livre e espontânea”, observa Patrícia.

Esse transtorno psicológico impede a pessoa de realizar suas atividades de rotina, de se comunicar ou de conviver em sociedade. Pode estar associado a crises de ansiedade e de pânico e a sintomas somáticos como sudorese, taquicardia, tontura, dores de cabeça, enjoos, tremores e sensação de fraqueza.

Julgamento do outro é ameaça constante

Alguém diagnosticado com alodoxafobia sofre com o medo de se expor, até mesmo para apresentar um trabalho profissional, mesmo que seja muito importante. “Aqui podemos exemplificar a distorção de pensamentos que potencializam a sensação de julgamento alheio. Ao apresentar uma palestra ou um trabalho relevante, considera-se que o candidato tenha se preparado para explanar sobre o assunto escolhido. Sendo assim, as pessoas ali estão esperando para escutá-lo e estão interessadas em agregar conhecimentos. Portanto, essa pessoa que vai falar estará se mostrando ou se expondo? A resposta correta é se mostrando (centro das atenções de forma positiva), pois se preparou para isso. Se você pensou que a resposta seria se expor (centro das atenções de forma negativa), provavelmente teve uma distorção de pensamentos devido uma projeção crítica sobre si mesmo, pois imagina o risco de ser julgado pelos outros, quando na verdade você mesmo está se autojulgando”, pondera a psicóloga Patrícia Renaldo da Silva Amaral.

O tratamento indispensável é uma boa psicoterapia, seja individual ou em grupo, com acompanhamento semanal. “A opção pela psicoterapia grupal é ótima para trabalhar os medos, as fantasias e as distorções de pensamentos sociais sobre si mesmo. Também pode haver a necessidade de acompanhamento psiquiátrico, caso os sintomas fisiológicos estejam muito latentes. Há casos que requerem tratamentos paliativos, e outros, medicações adequadas, como nos casos de transtornos associados a crises de ansiedade ou pânico”, finaliza a psicóloga.

Dicas para se livrar desse mal

Lembre-se de que você não vai agradar sempre a todos.

Observe quais pensamentos são reais e quais são fantasias.

Tenha em mente que você não tem controle sobre o que os outros pensam.

Não deixe que o outro te desestabilize.

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Imagem: citação em: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

– Dicas para o combate da ansiedade.

A Ansiedade, um dos grandes problemas dos nossos dias atuais, causa males físicos e emocionais.

Sobre ela, algumas dicas importantes para combater essa chaga da nossa sociedade, extraídas de: https://vogue.globo.com/amp/Wellness/noticia/2021/05/ansiedade-8-dicas-para-ajudar-uma-pessoa-no-meio-da-crise.html

8 DICAS PARA AJUDAR UMA PESSOA NO MEIO DE UMA CRISE DE ANSIEDADE

A ansiedade não é assunto novo para o brasileiro, apesar de ainda ser tabu. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), agora em 2021, como uma das consequências do isolamento social, por exemplo, o Brasil figura o primeiro lugar como País mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. “Neste momento de crise e indefinições, cada vez mais podemos constatar pessoas numa luta incessante para tentar controlar os efeitos da ansiedade, haja vista que, a ansiedade não causa apenas descontrole emocional, ela também causa dores e sintomas físicos, tornando-se um problema crônico nas vidas das pessoas”, explica a psicóloga Dra. Sirlene Ferreira.

A especialista fala de algumas táticas que as pessoas que sofrem com crise de ansiedade podem adotar, como “procurar a ajuda de um terapeuta; praticar meditação ou ioga, que são exercícios que ajudam a controlar a respiração; identificar situações que o levem ao estresse e procurar evitá-las; esquecer o passado e procurar ter pensamentos positivos em relação ao futuro; viver o presente”, diz.

Além disso, Sirlene Ferreira também indica 8 dicas de como amigos e familiares podem ajudar nos momentos que as sensações estão à flor da pele.

Confira:

1. ACOLHIMENTO

“É primordial que todos entendam que a ansiedade não é vinculada à razão, portanto frases de otimismo e ou o chamado “choque de realidade”, não funcionam. A ansiedade por si só já é uma demonstração do descontrole das emoções que pode ser causado por diversos motivos, nesse caso o que o indivíduo mais precisa é de acolhimento, carinho e compreensão.”

2. SAIBA OUVIR

“Ofereça seu tempo para ouvir e acolher uma pessoa ansiosa. Dizer coisas como “vai passar” só vai aumentar a angústia da pessoa. Portanto, procure ouvir mais e falar menos.”

3. BEBIDAS CALMANTES

“Oferte uma xícara de chá, um suco ou até mesmo coloque uma música, que possa acalmar e alegrar a pessoa. É muito bom ser presenteado e lembrado com carinho. Em um momento de crise o que mais vale é o querer bem, sentir-se querido é aliviador.”

4. A VIDA EM MOVIMENTO

“Convide a pessoa para uma caminhada. Movimentar-se pode controlar a respiração, o que ajuda a aliviar a tensão.”

5. BOAS LEMBRANÇAS

“Traga para a conversa com essa pessoa boas lembranças, momentos de alegria e até mesmo as situações mais engraçados já vivida por vocês. A alegria é um remédio para alma e conseguir se ver em cenas de conquistas e de contentamento do passado reforça a ideia de que nem tudo e nem todo tempo é de dor.”

6. PRATIQUE A EMPATIA

“Use sua empatia para ajudar um ansioso. Se coloque no lugar dele e entenda que nesse momento ele pode ser comparado como um passageiro de trem vendo sua vida pela janela do vagão e o trem na sua máxima velocidade.”

7. EVITE PERGUNTAS

“Não exija respostas do ansioso. Entenda que ele não sabe o porquê está vivenciando essa crise de ansiedade.”

8. AJA COM RESPEITO

“Respeite esse momento. A ansiedade por si só já desrespeita demais o ansioso. Ele não precisa de outras pessoas para piorar essa sensação.”

(FOTO: GETTY IMAGES)

– Pare de se sentir ofendido com tudo!

Você tem maturidade emocional, ou “tudo te ofende”?

Perca esse hábito de se sentir ofendido por tudo e por todos.

Na mensagem:

– Formação do caráter em tempos atuais e a moralidade ética no contexto digital.

Vivemos tempos nos quais a construção do caráter parece uma tarefa cada vez mais árdua. Valores antes considerados fundamentais, como honestidade, …

Continua em: Formação do caráter em tempos atuais e a moralidade ética no contexto digital

– O que é Deboísmo? O que você pensa sobre ele?

Já ouvi de algumas pessoas que elas costumam praticar o “deboísmo”, o estado de espírito em estar “de boa”.

Acha que é brincadeira?

A moda está se popularizando na Internet, tornando-se para muitos uma doutrina!

Extraído de: http://www.significados.com.br/deboismo/

SIGNIFICADO DE DEBOÍSMO

Deboísmo é um neologismo que surgiu na internet como uma corrente filosófica, onde a principal regra é “viver de boa com a vida”.

Os criadores da “religião do Deboísmo”, Carlos Abelardo e Laryssa de Freitas, são um casal de Goiânia (capital do estado brasileiro de Goiás).

Ambos criaram uma página no Facebook e começaram a partilhar mensagens que incentivavam o respeito e a calma nas relações entre os usuários das redes sociais.

Os criadores afirmam que a ideia de fundar o deboísmo surgiu a partir das constantes observações que faziam de brigas e falta de entendimento entre as pessoas no Facebook.

O bicho-preguiça é considerado o mascote do deboísmo, devido ao sentido de calma e serenidade transmitida pelo mamífero.

No entanto, os criadores desta “doutrina” alertam que não se deve confundir os princípios do deboísmo com a preguiça ou o comodismo. O objetivo é enfrentar e debater os problemas ou desafios, mas com respeito, calma e, acima de tudo, paz.

Algumas características do comportamento de uma pessoa deboísta é o bom humor, a descontração, a paciência e o respeito às opiniões alheias.

A página de fãs da “religião do Deboísmo” no Facebook já alcançou milhares de seguidores. Até o Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil decidiu “aderir” ao movimento de pacificação.

DEBOÍSMO E O ESTOICISMO

Imagem extraída de: https://www.saindodamatrix.com.br/deboismo-estoicismo/

– Coisas que você tentará mudar e deverá desistir?

Aconselhamentos de coisas que você insiste em fazer e que, muitas vezes, são necessárias de abdicação. Será que você concorda com elas?

Servem para o trabalho e para a vida…

Compartilho, abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/11-coisas-que-você-nunca-mudará-e-deve-parar-de-ficar-robson

11 COISAS QUE VOCÊ NUNCA MUDARÁ E DEVE PARAR DE FICAR TENTANDO

por Robson Cristian Tomaz Pereira

Você realmente pode mudar o mundo se você se importar o suficiente” – Marian Wright Edelman, ativista americana.

Será que basta se importar o suficiente para mudar o mundo? Será mesmo? Alguns podem concordar e dizer que trabalhando de forma focada por 70, 80, 90 horas por semana tudo é possível. Outros, já podem dizer que é uma questão de trabalhar de forma mais inteligente e não trabalhar mais duro.

Independente da forma de trabalhar, existem coisas que simplesmente não conseguimos mudar. Ter perseverança e tenacidade é fundamental para atingir grandes objetivos, mas apenas aqueles que são alcançáveis.

Não adianta ficar batendo a cabeça na parede que certas coisas não vão acontecer. Infelizmente, há muitas coisas na vida que as pessoas insistem em tentar mudar e só se desgastam.

  1. Uma hora você terá que prestar contas a alguém

Não adianta pegar atalhos, quebras regras ou cometer desvios éticos para atingir os seus objetivos. Uma hora você terá que prestar contas para alguém, seja para a justiça, familiares, amigos, Deus ou até mesmo para a sua consciência. É bem provável que alguém dependa de você e ficará sem chão quando algo assim acontecer.

  1. Você não viverá para sempre

Meu querido, minha querida, se você ainda não percebeu, não somos imortais. As férias que você não aproveitou podem ter sido as suas últimas, todo o tempo que você passou após o horário na empresa, enquanto a sua família aguardava você para o jantar, não voltará. Esse é o tipo de coisa que você só aprenderá quando não tiver mais como voltar atrás!

  1. Não tem como você agradar todo mundo

Como vejo gente se frustrada com isso! Sério, pare com isso de uma vez por todas! Isso só drena as suas energias e te deixa miserável. É como aquele frase clássica: “se nem Jesus agradou todo mundo, quem é você para…”.

  1. Você nunca será o melhor em tudo

Eu sou muito competitivo, sério! Aprendi logo na infância com a minha mãe que o “segundo colocado é o primeiro perdedor”. Percebi na prática e depois em um teste da Gallup, que se eu colocar uma competição no meio de um objetivo que eu quero conquistar, funcionarei umas 10 vezes melhor!

Só que tem um porém nisso: não sou besta de entrar em uma competição de corrida contra o Usain Bolt ou de natação contra o Michael Phelps! Eu sei que não serei melhor que eles! Que não sou o melhor em tudo!

Ok, é até fácil com esses exemplos extremos, mas com pequenas comparações que quase todo mundo faz diariamente? Acredito que é nisso que está a grande burrada das pessoas. O que faz tanta gente ser invejosa. Você não terá ao mesmo tempo o melhor carro, melhor casa, melhor empresa, melhor emprego, melhor papagaio, melhor melhor…

  1. Guardar rancor não te deixará melhor

Não digo para você esquecer quem te fez mal e dar a cara a tapa novamente, acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer. O que eu digo é que ficar com rancor não irá te ajudar em nada! Sério! O rancor é você fazendo mal para você!

  1. Você não controla o que os outros pensam

Não adianta ser o melhor marketeiro, psicólogo ou neurocientista do planeta, você não controlará o que as pessoas pensam de modo geral. Por mais que você implore, esperneie, grite, exija, use milhões de gatilhos mentais ou até eletrochoque. Pare de tentar fazer isso!

  1. Você não conseguirá voltar no tempo

A vida não tem “CTRL+Z”! Pare de reclamar do seu passado e comece a viver no presente. Não dá para voltar!

Sério, mesmo o De Volta para o Futuro sendo o meu filme favorito de todos os tempos, não dá para voltar! Nem com um carro bacana, nem com uma cabine telefônica e muito menos com uma cadeira cheio de guarda-chuvas.

  1. Não, você não pode mudar totalmente o mundo

É lindo e inspiracional achar que uma única pessoa pode mudar totalmente o mundo, mas algumas coisas são maiores do que todos nós! Você pode fazer uma grande diferença no seu redor, isso é ótimo! Mas, cuida com as suas expectativas em relação ao impacto de suas ações para não se frustrar!

  1. Você não pode mudar de onde você veio

“Ah, eu vim do lugar X e por isso….”, “Eu nasci no lugar Y e por isso”… desculpinhas!

Dane-se o lugar de onde você veio! Tem exemplos de gente que passou fome, viveu na rua, fugiu de guerra… e é muito bem sucedido agora!

O que importa é onde você quer chegar e se vai pagar o preço para chegar lá!

  1. Privacidade é uma ilusão

Os seus emails, telefonemas, fotos, vídeos ou qualquer outra atividade online ou offline está “quase sempre” em observação. Seja por empresas que usam essas informações para te mostrar anúncios mais relevantes ou agências de segurança que ficam de olho se você não vai cometer nenhum atentado. É melhor não deixar nenhum esqueleto no armário.

  1. Nem sempre você conseguirá recuperar o que perdeu

Muitas coisas podem ser recuperadas. Na verdade, praticamente tudo que o limite do seu Master Card permite comprar, mas as coisas mais importantes, bem aquelas que o Master Card não compra, essas são praticamente irrecuperável=is. Aí não adianta chorar pelo leite derramado…

Conclusão

Pare de tentar mudar o que não dá para mudar! Foque no que é tangível e lembre-se do item 2: você não viverá para sempre! Bem direto ao ponto assim mesmo!

P.S: Peguei esses tópicos no texto de um empreendedor americano e os reescrevi do meu jeito.

Imagem relacionada

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Latinidade

José Horta Manzano Afinal, somos latinos ou não? Está aí uma dúvida que vem percorrendo o Brasil estes últimos tempos. Acredito que, na origem dessa …

Continua em: Latinidade

– Grandes fortunas do nosso continente:

Os homens mais ricos da América Latina:

Trabalharam? Merecem. Mas isso não me impede de dizer: a desigualdade social, frente esses números, assusta…

– Red Bull Bragantino pune Gustavo Marques por falas machistas:

Parabéns, Red Bull Bragantino!

Foi exemplar a punição: renda para quem precisa, e gancho ao jogador.

– Com duas torcidas, o futebol é mais legal.

Nos últimos dias, estamos vendo acontecer jogos com campos lotados e duas torcidas no futebol paulista, por conta do não-cruzamento dos ditos 4 grandes (exceto no jogo do Capivariano).

Não é legal ver essa festa? Há jovens que nunca viram um clássico paulista com divisão de torcidas (e pelo jeito, ainda demorará muito para acontecer).

Que esse cenário mude logo. Aparentemente, me parece que é a má vontade das autoridades que impede isso.

– Uma sociedade que cobra.

A importância do equilíbrio emocional numa sociedade tão pilhada.

Em: https://youtu.be/NAuTPKI_J2g?si=W3RVW57w05FZJHp0

#Sociedade #EquilíbrioEmocional #Vida #Comportamento

– A solução para alguns imbróglios da Web.

Muitos problemas e dores de cabeça são evitáveis. Alguns os buscam, e de maneira desnecessária, se envolvem com eles.

Uma dica para evitar isso?

A imagem abaixo mostra a solução para aqueles que não conseguem dosar o tempo de tela, ou que não têm a possibilidade de acessar coisas úteis:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Com duas torcidas, o futebol é mais legal.

Nos últimos dias, estamos vendo acontecer jogos com campos lotados e duas torcidas no futebol paulista, por conta do não-cruzamento dos ditos 4 grandes (exceto no jogo do Capivariano).

Não é legal ver essa festa? Há jovens que nunca viram um clássico paulista com divisão de torcidas (e pelo jeito, ainda demorará muito para acontecer).

Que esse cenário mude logo. Aparentemente, me parece que é a má vontade das autoridades que impede isso.

– Filipe Luís, pós Lanus x Flamengo, foi muito mal sobre o caso de racismo a Vini Jr.

Eu sempre gostei das entrevistas do treinador Filipe Luís, do Flamengo. Costumeiramente sensato!

Mas sobre o episódio envolvendo Vini Jr… pisou na bola! Pipocou…

O que ele disse e a minha opinião, em: https://youtu.be/t9U5MC_i1XU?si=wC5UQW6PX1eCMA3Q

– Filipe Luís, pós Lanus x Flamengo, foi muito mal sobre o caso de racismo a Vini Jr.

Eu sempre gostei das entrevistas do treinador Filipe Luís, do Flamengo. Costumeiramente sensato!

Mas sobre o episódio envolvendo Vini Jr… pisou na bola! Pipocou…

O que ele disse e a minha opinião, em: https://youtu.be/t9U5MC_i1XU?si=wC5UQW6PX1eCMA3Q

– Quem disse que Carnaval é Feriado?

Quem decretou que é feriado no Carnaval?

Carnaval, por incrível que possa parecer, é dia útil de trabalho. Conceder folga ou não depende do patrão (ou se o município que você reside assim entender)

E aí? Vai peitar os foliões?

Não dá… é Custo-Brasil!

Extraído de: http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/carnaval.htm

LEGISLAÇÃO

A Lei nº 9.093/95, que dispõe sobre feriados civis, estabelece que sejam feriados somente aqueles declarados em Lei Federal ou Estadual, quando se tratar da data magna do Estado.

São considerados também feriados religiosos os dias de guarda conforme o costume ou tradição local declarados em Lei Municipal, os quais não poderão ser em número maior do que 4 (quatro) dias no ano, já incluso neste, a sexta-feira da paixão de acordo com o art. 2º da referida lei.

Não obstante, a Lei nº 10.607/2002, que dispõe sobre os feriados nacionais, alterou o art. 1º da Lei nº 662/49, concomitante com a Lei 6.802/80, estabelecendo que sejam feriados nacionais os dias:

1º de janeiro → (Confraternização Universal – Ano Novo);

Sexta-feira da Paixão → Data móvel (art. 2º da Lei nº 9.093/95)

21 de abril → (Tiradentes);

1º de maio → (Dia do Trabalho);

7 de setembro → (Independência do Brasil);

12 de outubro → (Nossa Senhora Aparecida);

2 de novembro → (Finados);

15 de novembro → (Proclamação da República); e

25 de dezembro → (Natal).

ENTENDIMENTO

Com base na legislação não há dúvidas quanto aos feriados nacionais uma vez que estão expressos em Lei Federal.

Quanto aos demais feriados que a Lei Federal outorga aos municípios, há que se verificar quais os feriados municipais estão expressos em lei, limitados ao total de 4 (quatro) feriados no ano.

Partindo desse pressuposto, se não houver uma lei municipal estabelecendo que o carnaval seja feriado, o trabalho neste dia será normal e o não comparecimento ao trabalho, acarretará prejuízos salariais ao empregado. Haverá prejuízo da mesma forma no caso da quarta-feira de cinzas.

Normalmente temos os possíveis feriados determinados por lei municipal, observado o limite acima, os quais podem variar dependendo dos respectivos costumes ou tradições de cada região:

Corpus Christi → Data móvel

Aniversário da Cidade → Data determinada pelo município

Carnaval → Data móvel

Padroeiro(a) da Cidade → Data determinada pelo município

Outros → Data determinada pelo município.

Fundo Carnaval Imagens – Download Grátis no Freepik

Imagem extraída de: Freepik

– Geração Fragilizada?

Antes de mais nada, eu defendo psicólogos e psiquiatras, mas essa observação é real: muitas vezes, a gente vê jovens que complicam tudo e não conseguem tomar decisões (das mais simples) sozinhos.

O que está acontecendo com a Educação?

– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo.

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

Resultado de imagem para São valentim

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O perigo de um Cérebro excessivamente Otimista.

Veja que bacana: uma pesquisa reproduzida pela Revista Galileu (abaixo a citação) mostra que um cérebro otimista rejeita pensamentos negativos; logo, está sempre de bem com a vida. Entretanto…

Um otimista ao extremo tem um problema: subestimar riscos!

Nem tudo ao Céu e nem tudo ao inferno…

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI281058-17933,00.html

CÉREBRO DOS OTIMISTAS REJEITA PENSAMENTOS NEGATIVOS

Por Sandra Damiani

Pesquisadores da University College de Londres descobriram que o cérebro das pessoas sempre positivas dá preferência a tudo que reforça uma bela perspectiva do futuro. Em um experimento, os cientistas pediram a voluntários que apontassem a probabilidade de acontecer 80 diferentes situações negativas em suas vidas, como separação e doença grave, enquanto passavam por uma ressonância magnética.

Os cientistas observaram que as pessoas otimistas tinham uma atividade maior no lobo frontal (responsável por nossa capacidade de planejamento e estimativas) ao processarem notícias positivas. Diante das negativas, tiveram menor atividade nesta parte do cérebro, sugerindo que o órgão estaria escolhendo qual evidência levar em conta.

O estudo dá pistas do que leva algumas pessoas a manter uma previsão cor-de-rosa mesmo quando a realidade reforça o inverso. É como acreditar que seu time vai ganhar no próximo jogo mesmo depois de sucessivos fiascos. “O lado ruim de ser sempre positivo é subestimar riscos”, diz Tali Sharot, uma das autoras do estudo. Isso explicaria por que campanhas como as de combate ao fumo ou à Aids são, por vezes, ineficazes, alerta a neurocientista.

Resultado de imagem para otimismo

Imagem extraída de: https://sipnl.com.br/4-atitudes-de-pessoas-otimistas/

– Comunique-se!

Relacionar-se com alguém (e com a sociedade) tem essas exigências (abaixo):

As pratiquemos!