Quer incentivo maior do que esse para se evitar o contágio com o Novo Coronavírus?
A imagem do 1o banho do Cascão é cativante para as crianças e simpática aos adultos também. Parabéns pela ideia, MSP!

Quer incentivo maior do que esse para se evitar o contágio com o Novo Coronavírus?
A imagem do 1o banho do Cascão é cativante para as crianças e simpática aos adultos também. Parabéns pela ideia, MSP!

Do Centro para a Vila Arens, às 13h em Jundiaí num dia 20 (sexta-feira). Parece que o mega movimento que teríamos em um dia “normal” foi-se embora com o decreto do fechamento do comércio…
Que esse Novo Coronavírus perca logo essa batalha! A foto abaixo:
Do Centro para a Vila Arens, às 13h em #Jundiaí num dia 20 (sexta-feira). Parece que o mega movimento que teríamos… twitter.com/i/web/status/1…—
Rafael Porcari (@rafaelporcari) March 20, 2020
Ainda muita gente se contaminará pelo Novo Coronavírus e não saberá (e poderá correr risco de transmitir para pessoas idosas).
Vejam esse sensato depoimento de uma família jundiaiense, que viralizou não WEB: médicos, o marido e a mulher são pessoas esclarecidas e desconfiaram de terem adquirido o Covid-19. Não conseguiram atendimento na Rede Pública e nem em Hospitais Privados em Jundiaí, afinal, eram saudáveis e não entram na lista de prioridades. Dessa forma, só conseguiram ser diagnosticados por outro caminho fora do convencional (relatado no vídeo abaixo).
A pergunta passa a ser: quais são os reais números de contaminados? Impossível saber; ou, jamais se saberá o percentual populacional pois muitos o adquirirão, vão sarar e nem vão saber. Portanto, ficarão fora das estatísticas mas serão retransmissores aos grupos de risco que não podem pegar em hipótese alguma, devido às suas características.
O vídeo citado, do Portal Novo Dia no IGTV, em: https://www.instagram.com/tv/B99E7aNpk68/?igshid=1ep4gyz8cmzmx
O cemitério principal foi fechado, além do crematório municipal não conseguir dar conta: essa é Bérgamo, uma das cidades mais atingidas pelo Coronavírus na Itália, lugar em que não se consegue mais viver em paz. Nesta 5a feira, 1 pessoa morreu do Covid-19 a cada 3,3 minutos no país!
Lá, as igrejas estão armazenando caixões e os caminhões militares transportados os corpos, já que as famílias não podem velar. Nem missas de corpo presente ocorrem – a propósito, em março, já faleceram 6 padres em Bérgamo (todos da mesma enfermidade).
Abaixo, extraído de IstoÉ.com
IMAGENS DE CAIXÕES EM BÉRGAMO COMOVEM O MUNDO
As imagens dos caminhões militares em fila em frente ao hospital da cidade de Bergamo, na Itália, para remover os corpos das vítimas do novo coronavírus comoveram os italianos na noite desta quarta-feira (18).
Os militares foram acionados pelos governos para levar os corpos para crematórios da região, já que os cemitérios da cidade não tem mais capacidade para atender a tantos pedidos de cremação.
“Essa dos caminhões do Exército que levam os cadáveres de Bergamo é uma das fotos mais tristes da história do nosso país.
Somos italianos e, em momentos como esse, é quando tiramos o melhor de nós. Sairemos dessa e faremos isso também por eles”, escreveu um italiano em seu Twitter.
Outro usuário da rede social também fez um relato comovente.
“Minha Bergamo! Essa noite não tenho mais palavras, não tenho mais forças, não tenho nem um “vai ficar tudo bem”. Essa noite só tenho lágrimas, tenho só dor”, postou.
A Itália é o segundo país do mundo em número de casos do novo coronavírus, com 35.713 pessoas infectadas, e também a segunda em número de mortos, com 2.978. Bergamo fica localizada na província da Lombardia, a que mais tem casos e mortes da doença, e é uma das localidades que mais está sofrendo com os atendimentos hospitalares. Para ter uma ideia, já são 1.959 mortos apenas na província. (ANSA)



Uma pergunta muito frequente: “quanto tempo o Coronavírus dura fora do corpo?
Segundo o “New England Journal of Medicine” (extraído de “G1.com”), em ambientes externos o causador do Covid-19 resiste aos seguintes períodos dependendo das superfícies:

Taí a importância de se higienizar…
Se o Novo Coronavírus Covid-19 sobrevive apenas um “tempo pequeno” se estiver no ar e não conseguir infectar alguém, saiba que em alguns materiais (como metais, por exemplo) ele pode permanecer até 12 horas! Por isso, a preocupação de se levar crianças num parque infantil: imagine uma criança portando o vírus segurando na corrente de uma balança? Todas as demais que ali tocarem, poderão pegar o danado…
Outra preocupação tão importante é quanto ao uso e compartilhamento de celulares. Se você estiver doente e emprestar o seu aparelho para alguém, BINGO! Portanto, veja essas dicas para limpar muito bem seu telefone, abaixo.
COMO LIMPAR O CELULAR CORRETAMENTE DIANTE DO CORONAVÍRUS
A Motorola passou a recomendar nesta segunda-feira (16) o uso álcool isopropílico 70% como método para limpar o celular, em meio à pandemia do novo coronavírus. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta sobre a desinfecção de objetos utilizados no cotidiano. Anteriormente, a Apple e a Samsung também informaram que a substância é recomendada para desinfetar o smartphone.
O álcool isopropílico com concentração de 70% está à venda em lojas de informática e utensílios de escritório. Trata-se de um velho conhecido das assistências técnicas pelas propriedades que o permitem higienizar superfícies e eliminar germes sem danificar os componentes eletrônicos.
Nas instruções, a fabricante número 2 em smartphones no Brasil – atrás apenas da Samsung – ressalta que deve ser o produto específico para tratamento de eletrônicos. Os consumidores não devem confundir com o álcool gel indicado para limpar as mãos e evitar a contaminação pelo causador da doença Covid-19. Este último leva mais tempo para evaporar, podendo comprometer os equipamentos.
A fabricante elaborou um conjunto de dicas no momento de limpar o smartphone. Confira a seguir:
Para higienizar a tela do seu smartphone Motorola, é possível usar lenços ou panos umedecidos com álcool isopropílico com concentração de 70% (específico para produtos eletroeletrônicos), sempre com movimentos suaves.
Ao limpar o aparelho, recomendamos que ele esteja desligado.
Evite umidade nas aberturas do aparelho, incluindo a porta de carregamento, a entrada do fone de ouvido, microfones e alto falantes.
Não coloque o aparelho imerso em agentes de limpeza, e não use materiais de limpeza que contenham alvejantes ou agentes abrasivos.

Alguns remédios para dor como o Ibuprofeno e outros como os de cólicas menstruais e até mesmo artrites (incluindo corticóides) devem ser evitados para o combate ao Coronavírus Covid_19.
Deve-se usar, ao invés dos citados, dipirona e paracetamol!
REMÉDIOS PARA USAR E EVITAR NA SUSPEITA DO CORONAVÍRUS
O ministro da Saúde da França, Olivier Véran, pediu que as pessoas com febre e suspeita de infecção pelo novo coronavírus evitem tomar anti-inflamatórios como o ibuprofeno para controlar seus sintomas. “Em caso de febre, tomem paracetamol. Os anti-inflamatórios poderiam ser um fator de agravação da infecção”, declarou Véran em uma de suas redes sociais.
O pedido foi reiterado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) na terça (17). O porta-voz da organização em Genebra, Christian Lindmeier, disse a repórteres que especialistas da ONU “estão analisando o assunto”.
“Enquanto isso, recomendamos o uso de paracetamol e não usar ibuprofeno como automedicação. É importante”, disse.
A lista de medicamentos cujo princípio ativo é o ibuprofeno é bastante longa. Ela inclui remédios como o Buscofem, indicado para cólicas menstruais, e o Artril, para artrite. Com o nome de Alivium, a droga também é receitada como antitérmico para crianças.
“O ibuprofeno é muito utilizado como primeiro remédio contra a febre na Itália, o que explica, em parte, a preocupação em usá-lo durante a pandemia de coronavírus”, diz o infectopediatra Victor Horácio de Sousa Costa Júnior, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.
Segundo ele, há evidências de que o uso do medicamento pode diminuir a resposta das células de defesa do organismo diante de um agressor, como o vírus Sars-CoV-2, causador da nova pandemia. “Ele poderia até favorecer a proliferação do causador da doença. Portanto, trata-se de uma orientação bem fundamentada. Os infectologistas concordam que o melhor é empregar o paracetamol contra dor e febre nesses casos.”
O pedido de cautela do ministro francês, que também é médico de formação, ecoa também uma pesquisa que acaba de ser publicada na revista médica Lancet, uma das mais respeitadas do mundo, tentando mapear os efeitos do Sars-CoV-2.
Um trio de pesquisadores liderado por Michael Roth, do Hospital da Universidade de Basileia, na Suíça, analisou os dados já divulgados sobre mortes e casos graves da covid-19, como é conhecida a doença causada pelo novo vírus. Já está claro que pessoas com problemas cardiovasculares (em especial hipertensão) e diabetes correm risco aumentado de ter problemas mais sérios com a moléstia, e eles propõem que parte da razão tem a ver com remédios que funcionam de modo semelhante ao ibuprofeno.
Ocorre que pessoas com doenças cardiovasculares e diabetes muitas vezes utilizam medicamentos conhecidos como inibidores de ECA (enzima conversora da angiotensina). Essa molécula, presente de modo natural nas células humanas, é importante nos processos que acabam levando ao aumento da pressão do sangue. Portanto, faz sentido que hipertensos e diabéticos usem remédios que barrem a ação da ECA.
O problema é que os inibidores de ECA, bem como outros remédios com efeito similar sobre o organismo, acabam levando à ativação mais intensa de outra molécula parecida, a ECA2. E, conforme mostrou um estudo recente na revista especializada Science, a ECA2 é o receptor, ou seja, a “fechadura química” usada pelo novo coronavírus para invadir as células de suas vítimas. Tal como ocorre com esses medicamentos, o ibuprofeno também é capaz de aumentar a presença de ECA2 nas células.
Ou seja, o uso de tais remédios multiplicaria as “fechaduras” nas quais o vírus se encaixa, potencializando sua ação. Isso explicaria o porquê de hipertensos, pessoas com doenças cardíacas e diabéticos estarem sofrendo mais: os medicamentos tomados por esses pacientes dariam um empurrão extra à ação do coronavírus.
Na pesquisa da Lancet, Roth e seus colegas apontam que há outros tipos de remédios para essas doenças preexistentes, os quais, pelo que se sabe, não teriam o mesmo efeito facilitador para o coronavírus. Assim como o paracetamol pode substituir o ibuprofeno, os remédios para problemas cardiovasculares com esse efeito negativo também podem ser substituídos por outra classe de drogas sem perda significativa de eficácia.
É importante lembrar que a análise feita pelos pesquisadores envolveu apenas correlações – eles não chegaram a testar o efeito nocivo dos medicamentos citados analisando células humanas ou cobaias em laboratório que foram infectadas pelo novo coronavírus, por exemplo. Outros médicos ouvidos pela Folha limitaram-se a dizer que, por via das dúvidas, estão recomendando que se evite o uso do ibuprofeno, embora as evidências científicas sobre seus possíveis efeitos negativos nesses casos ainda não sejam sólidas.
O ministro francês também sugeriu que os pacientes não usem anti-inflamatórios como a cortisona, presente em remédios para tratamento de bronquite, asma e problemas reumáticos, por exemplo. O motivo é o mesmo: eles também tendem a diminuir a ação do sistema de defesa do organismo.

Muita gente alertou para o fato de que Maurício Gomes de Mattos, um dos vice-presidentes do Flamengo, havia contraído o Coronavírus e sem saber que estava infectado, ficou no mesmo hotel que o Mengão e viajou com a delegação da Colômbia para o Brasil.
Ao invés de fazer prevalecer os protocolos de isolamento quando se descobre que houve o contato, antes da manifestação ou não dos sintomas, a equipe se concentrou e entrou em campo contra a Portuguesa da Ilha do Governador pelo Campeonato Carioca. O risco era lógico, e falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-p46.
Não é que Jorge Jesus, o treinador flamenguista, nos exames que fez para o Covid-19, não conseguiu negativo, mas “inconclusivo com chance de positivo”?
Quantas pessoas quiseram uma abraço carinhoso, um aperto de mão afetuoso ou um simples cumprimento do português?
Aliás, pense: quantas pessoas Maurício Gomes de Mattos pode ter contagiado sem saber; e essas, não cientes, passaram para quantas outras que passaram para outras… Mas o número poderia ser menor se o Flamengo, na sua grandeza indiscutível e sabendo que havia um caso positivo e real de quem esteve próximo do elenco e que conviveu com todos (hospedado e viajando junto), tivesse se recusado a entrar em campo contra a Lusa carioca.
Ficará a dúvida: não valerá a pena fazer um “pente fino” em todos os identificáveis que se relacionaram com eles (VP, Comissão Técnica e Jogadores), já que infelizmente os ilustres anônimos e admiradores não poderá ser?
Algo totalmente evitável, se levássemos a sério.
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Hoje se discutia a possibilidade ou não de paralisação dos campeonatos de futebol. HOJE, somente. Muitas pessoas de “férias forçadas”, mas não ficando em suas casas (pelo calor, por compromissos, por isso, por aquilo, pela viagem curta à praia, etc). Aparenta que o Coronavírus aqui será bobagem, segundo muitos (a turma do: “não é bem assim…”).
A França fechou suas fronteiras. A Alemanha idem. Nos EUA, até as praias da Costa Leste estão fechadas. A Espanha colocou a população inteira em quarentena, há pouco. A Itália está apavorada (300 mortes somente ontem). O mundo pirando, mas… nunca levamos a sério tudo isso.
Se não bastasse a irresponsabilidade de Bolsonaro neste último domingo (entenda e leia aqui: https://wp.me/p4RTuC-p5H), agora descobre-se que o ex-presidente e ex-presidiário Luís Inácio Lula da Silva, após 12 dias na Europa, não quís se submeter ao teste de Coronavírus e nem guardar resguardo, conforme noticia o jornalista Guilherme Amado, em sua coluna na Época. As informações divulgadas que seu exame deu negativo eram fakes.
Como se vai cobrar o povo se os “ídolos políticos” de Esquerda e de Direita se fazem de “super-homens” (ou melhor: querem se perfazer) e querem demonstrar imunidade contra o Covid-19?
Infelizmente, vivemos um momento onde se aproveita o fanatismo de alguns e se cria um clima caótico de louvação disfarçada ao caos… que vira realmente caos!

Depois dos discursos de cuidados à população, pedidos de higienização máxima e aglomeração mínima, de aparecer em inúmeras entrevistas e cansar de falar sobre o mesmo assunto, o Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta deve estar se sentindo traído pelo próprio chefe, o presidente Jair Bolsonaro.
As crianças não devem ir às escolas, os comércios e a indústria em alerta, as igrejas se virando em não ter celebrações ou diminuir o número de fiéis, e todos se prevenindo para não acontecer como na Itália (mais de 2000 mortos, sendo 300 somente no último domingo), e, contraditoriamente, Bolsonaro sai do resguardo de 7 dias recomendado a quem chega do Exterior, vai às manifestações de rua e mantém contato com todos?
É um tapa na cara da sociedade… Pisou na bola, presidente.
OPS: não tem aqui nenhuma crítica política, ideológica, pessoal ou partidária. É indignação mesmo por dar o mau exemplo. Assim como Lula, diante da crise mundial financeira que assolava o mundo e que ele repetiu irresponsavelmente ser uma “marolinha”, Bolsonaro faz um desserviço ao não levar a sério a pandemia de Covid-19.
Aliás, qual líder brasileiro tem dado o exemplo como político ultimamente? Os outros não citados e que nunca foram exemplo: Temer, Dilma… e se voltar atrás, um intelectual com FHC (que apesar do Plano Real, a história de compra de votos para autorizar a reeleição não é exemplo não) e de Sarney ou Collor (dispensando comentários). Também esqueçam os generais.
Mais do que bons políticos, o Brasil precisa de BONS EXEMPLOS.

Com toda indignação e medo que o Coronavírus está trazendo, e a paralisação do planeta (imagine na Itália, onde somente no domingo, 300 pessoas morreram lá), leio que alguns torcedores de futebol desejam que os campeonatos parem não por questão humanitária e de saúde, mas para salvar o seu time do rebaixamento. Ao mesmo tempo, outros alegando que não tem que parar não, pois quem subiria de divisão seria prejudicado se o campeonato fosse acabado.
Onde se pensou em qualquer uma das duas situações na compaixão ao próximo?
Paixões mexem com frustrações e esperanças, não podem ser indicadores de burrice ou inteligência. Mas fanatismo, sim.

Revoltante a decisão da FPF de proibir a presença de público na cidade de São Paulo (e que depois foi a mesma da CBF, incluindo a cidade do Rio de Janeiro) nas partidas de futebol.
Quer dizer que o torcedor do Interior Paulista e Fluminense são imunes ao Covid-19?
Tudo o que eu disse antes dessa decisão sobre os envolvidos numa partida de futebol (leia aqui: https://wp.me/p4RTuC-p3l), reitero: árbitros, imprensa, comissões técnicas e jogadores também podem ser infectados pelo vírus e podem passar (sem saber e nem ter sentido sintomas) às pessoas dentro dos grupos de riscos.
Será que o Coronavírus não atinge caipira (essa é uma expressão respeitosamente carinhosa e cultural, pois eu sou caipira) pela lógica burra da FPF? Não tem que ter portão fechado (até porquê existe aglomeração fora dos estádios, onde torcedores se juntam para acompanhar as partidas). Tem que suspender as partidas.
Se na Europa os jogadores jeans foram infectados, por quê atleta brasileiro seria imune?
Ou é falta de sensibilidade, ou é ganância demais. E uma 3a hipótese: burrice!
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Pelo twitter, escreveu Guilherme Boulos, do PSOL:
Vacina contra o coronavirus utilizada na China foi produzida em Cuba. De tanto gritarem “vai pra Cuba” acabarão indo todos…
Mas que irresponsabilidade é essa? Não existe vacina para o Covid-19, nem produzida para Cuba nem produzida por China, Israel ou EUA.
Será que é uma “barrigada” que ele caiu e acabou virando divulgador de Fake News, ou simplesmente a adoração aos regimes-irmãos (é só ver as entrevistas onde ele defende ditaduras como Cuba e Venezuela) que o faz estar cego a bobagens como essas?
Lamentável… o Fake News, abaixo:

Para muitos, uma “gripezinha” que não deveria afetar as coisas. Para outros, algo muito sério que merece todas as ações preventivas. Mas vamos ser realistas e trazer à discussão o Novo Coronavírus no “campo esportivo”?
Eu tenho bastante saúde. Se eu contrair a gripe do Covid-19, me recupero bem rápido e sem dificuldades. Mas o problema é que será inevitável não ter contato, no dia-a-dia (em casa, na rua, em estabelecimentos, nos estádios ou nas igrejas), com crianças que tenham imunidade baixa e idosos com problemas respiratórios. A transmissão em massa será algo a se preocupar.
Repare: Mikel Arteta, treinador do Arsenal; diversos jogadores na Itália de todas as divisões; atletas do basquetebol na Espanha; funcionários da McLaren se preparando para a abertura da Fórmula 1… todos eles contraíram o vírus (sem contar artistas e demais personalidades). Só “lá no estrangeiro” que isso ocorre, aqui não ocorrerá?
Um jogador do PSG, da Roma, do Bayern, do Barcelona (Messi, por exemplo) são indiscutivelmente mais talentosos do que um jogador qualquer da 3ª divisão paulista. Ele ganha muito mais dinheiro do que seu colega aqui e traz mais receita ao seu clube. Porém, em dignidade humana são idênticos. Por quê no Exterior existe a preocupação com atletas como os dos clubes citados e no Brasil ninguém fez nada ainda?
Assim, por quê a CBF e a FPF estão demorando tanto para suspender seus torneios? Como eu, esses jogadores têm saúde boa e se relacionarão com outras pessoas (de boa ou má saúde) diariamente. O torcedor na arquibancada, de toda origem e característica diversa, idem. Dessa forma, mudar o cotidiano (em nome de quem pode ser vítima fatal – que são esses grupos de riscos) e estando com o estado de pandemia decretado, se faz necessário paralisar os jogos de futebol.
A Bundesliga estuda não ter campeões nem rebaixados em suas séries. Cancela-se, simples! E em 2021 recomeça sem time que subiu nem time que desceu. A Conmebol adiou jogos da Libertadores e as Eliminatórias da Copa estão aguardando definições, por ordem da FIFA. No Mundo Desenvolvido afora, resumidamente, os campeonatos pararam. Será que no Brasil somos tão subdesenvolvidos a ponto de não perceber a gravidade, ou a cartolagem só pensa em evitar prejuízo financeiro?
Insisto: não é só com os outros que isso acontece. Convivo com crianças saudáveis e não saudáveis, idosos saudáveis e não saudáveis, e me preocupo com eles. Se eu pegar COVID-19 e me isolar, é uma coisa. Se eu pegar e, até eu saber que peguei, imagine quantas pessoas eu contaminei?
A hora de tomar providências é urgente. Afinal, a OMS não estaria de “cabelos em pé” e o mundo parando à toa. Só o futebol brasileiro é imune ao Novo Coronavírus? E nada de jogar com portões fechados, pois o contato físico existe dentro de campo.

A FIFA já anunciou e a Conmebol divulgará em instantes: devido ao Covid-19 estar se espalhando pelo mundo, as partidas das Eliminatórias para a Copa do Catar serão adiadas.
Assim, a Seleção Brasileira que jogaria contra Bolívia e Peru não entrará mais em campo para a disputa. Será desconvocada ou Tite aproveitará para algum rachão entre titulares e reservas?
O quê fazer com esse panorama?

Li e não tenho como discordar:
“Existe um vírus que se espalha mais rápido que o coronavírus, é o medo do coronavírus.”
E sabe qual o remédio para ele?
Extraído de: https://pt.aleteia.org/2020/03/09/incomum-encontramos-um-excelente-remedio-contra-o-medo-do-coronavirus/
INCOMUM: ENCONTRAMOS UM EXCELENTE REMÉDIO CONTRA O MEDO DO CORONAVÍRUS
Enquanto a epidemia de coronavírus assusta a Europa e o mundo, gerando preocupação generalizada entre os franceses, um anúncio de paródia anima as redes sociais
“Existe um vírus que se espalha mais rápido que o coronavírus, é o medo do coronavírus.”
Este anúncio paródico em conexão com o Covid-19 traz algo para sorrir em meio a tanta preocupação.
O remédio para o medo do coronavírus é apresentado na forma de uma caixa de medicamentos com o Salmo 90.
O ingrediente ativo da molécula? Simplesmente o Salmo 90, que deve ser recitado com fé para curar o medo. A caixa contém 16 versículos (que correspondem ao número de comprimidos).
A prescrição ideal para o Salmo 90? Recitar três vezes ao dia, especifica a caixa.
É de um laboratório confiável? Sim. Adotando os códigos visuais dos laboratórios, um leitor atento verá que é do laboratório “Jesus”.
De fato, os salmos são precisamente as orações que se juntam a nós em nossos estados humanos, seja alegria, sofrimento, medo, louvor…
Quando você se sentir vencido pela dúvida ou pelo medo, por que não pegar seu saltério, meditar e descansar em Deus, o melhor refúgio? Consumir sem moderação.
Eis a íntegra do Salmo 90, para você rezar e superar o medo agora mesmo:
Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo, que moras à sombra do Onipotente, dize ao Senhor: Sois meu refúgio e minha cidadela, meu Deus, em que eu confio. É ele quem te livrará do laço do caçador, e da peste perniciosa. Ele te cobrirá com suas plumas, sob suas asas encontrarás refúgio. Sua fidelidade te será um escudo de proteção. Tu não temerás os terrores noturnos, nem a flecha que voa à luz do dia, nem a peste que se propaga nas trevas, nem o mal que grassa ao meio-dia. Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita, tu não serás atingido. Porém verás com teus próprios olhos, contemplarás o castigo dos pecadores, porque o Senhor é teu refúgio. Escolheste, por asilo, o Altíssimo. Nenhum mal te atingirá, nenhum flagelo chegará à tua tenda, porque aos seus anjos ele mandou que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão em suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra. Sobre serpente e víbora andarás, calcarás aos pés o leão e o dragão. Pois que se uniu a mim, eu o livrarei; e o protegerei, pois conhece o meu nome. Quando me invocar, eu o atenderei; na tribulação estarei com ele. Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória. Será favorecido de longos dias, e mostrar-lhe-ei a minha salvação.

Muitos falam que o perdão faz bem para o coração. Claro, no “coração” com, sentido de alma, poeticamente falando de bondade, de uma forma a se entender como bem estar interior.
Mas o curioso é: perdoar faz bem literalmente ao coração, nosso órgão que bombeia sangue!
Veja que interessante os motivos:
Extraído de: https://www.einstein.br/noticias/noticia/perdoar-faz-bem-para-coracao
PERDOAR FAZ BEM PARA O CORAÇÃO
Será que essa afirmação é verdadeira?
Quantas vezes o ato de conceder perdão a alguém trouxe um alívio interior? Você se lembra?
Esse ato simples, mas difícil, traz, sim, benefícios ao coração. Perdoar não é colocar as angústias, problemas e mágoas debaixo do tapete. Existe todo um processo para que isso ocorra.
A pessoa que perdoa fica mais otimista e afetuosa. O peito agradece. Isso porque diminui-se o nível de adrenalina, hormônio liberado em situações estressantes. A pressão arterial tende a ficar estável e o sono melhora. Ou seja, há um enorme ganho de qualidade de vida.
Fonte: dr. Marcelo Katz, cardiologista do Hospital Albert Einstein, Publicado em: 05/03/2018

A Internazionale de Milão anunciou um WO da sua equipe Sub 17 numa competição da UEFA, devido ao Novo Coronavírus, além de anunciar a suspensão temporária de suas categorias de base até que a coisa se normalize.
As Eliminatórias para a Copa do Mundo na Zona Asiática foram suspensas pelo mesmo motivo. O GP de Fórmula 1 de Bahrein será com protões fechados. O torneio de tênis da ATP Indian Wells foi cancelado. E por aí o susto vai promovendo cada vez mais cancelamentos.
Alguns jogos de futebol estão sendo realizados com portões fechados, para evitar aglomerações e transmissão do Covid-19. Também se recomenda em boa parte da Europa que os atletas não se cumprimentem, a fim de evitar o contágio. Aqui, uma grande ressalva: futebol é um esporte de contato físico! Não se cumprimentar é um risco evitado, mas impossível não tocar no adversário durante o jogo (imaginaram sem marcação cerrada, dividida, agarra-agarra?).
A questão da aglomeração e de grandes multidões reunidas é um problema para disseminação e contágio em massa. Nas áreas com “Zona Vermelha” na Itália, as autoridades pediram até mesmo cancelamento de celebrações religiosas (missas e cultos) por conta da precaução.
Tudo isso seria (ou será) necessário no Brasil também? Devemos começar a pensar em jogos com portões fechados? Ou devemos ir além e parar os campeonatos, já que devemos pensar no contato dos atletas?
Será que não é uma forte gripe, que contagia como outra qualquer mas assusta como nenhuma outra, já que é nova e sua origem um tanto quanto diferente?
Prevenir é sempre importante e indispensável. Mas superdimensionar algo não é certo, tampouco menosprezar. Assim: o que fazer?
A verdade é: assim que passar o pavor da novidade e as pessoas perceberem que o tratamento é o de uma gripe (os isolamentos são óbvios: evitar pânico por um contágio em massa; mas os surtos sazonais de gripes não são assim também?), tudo deve se acalmar. Os números cada vez maiores de infectados leva naturalmente ao medo, mas os de curados são altíssimos. E, cá entre nós: a preocupação mais urgente no Brasil deve ser o combate ao Sarampo e à Dengue, que na surdina andam fazendo estragos.
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Dos consumidores chineses, 38% disseram em pesquisa que não consumiriam a Cerveja Corona por conta da relação e confusão ao Coronavírus.
Pela lógica, o brasileiro não tomaria mais banho se a água sair de uma Ducha Corona?
Extraído de: https://jovempan.com.br/noticias/mundo/cerveja-corona-coronavirus.html?amp&__twitter_impression=true
VENDAS DA CERVEJA CORONA NA CHINA CAÍRAM EM R$ 1 BILHÃO APÓS SURTO DO CORONAVÍRUS
A fabricante da cerveja Corona, Anheuser-Busch InBev (AB InBev), anunciou nesta sexta-feira (28) que as vendas da marca na China foram reduzidas em US$ 285 milhões (R$ 1,28 bilhão) desde o início da expansão do novo coronavírus.
“O impacto da epidemia da Covid-19 em nosso negócio segue avançando”, admitiu a companhia, em comunicado com os resultados financeiros.
“Nos dois primeiros meses de 2020, estimamos que a epidemia gerou uma perda de receita de cerca de US$ 285 milhões, além de uma perda nos lucros de US$ 170 milhões na China”, completa a nota.
O coronavírus, de acordo com a AB InBev, provocou uma redução significativa na demanda no país asiático. A expectativa é que, no trimestre, o recuo das vendas por impacto da Covid-19 seja de 10%.
Nesta quinta-feira (27), a empresa de relações públicas 5W divulgou o resultado de uma enquete feita com consumidores de cerveja. Dos entrevistados, 38% afirmaram que não consumiriam ou comprariam a Corona por causa da confusão com o coronavírus.

O competente jornalista Cadu Cortez, que atualmente trabalhava para o streaming DAZN, faleceu nesta terça-feira, vítima de um infarto fulminante (tendo ele apenas 40 anos de idade).
Para a família, não precisa dizer que a dor deve ser grande e irreparável. Para os admiradores e amigos, o lamento de um carismático jovem. E para você, leitor?
Muitos poderão dizer que “não sou entusiasta de esportes e não o conheço”. Tudo bem. Mas não estamos falando somente da pessoa em si, mas de um fato: o ALERTA sobre uma pessoa saudável que sofre um infarto precocemente.
O que estou querendo dizer, agora de uma forma bem clara: estamos vivendo a vida da maneira que gostaríamos, a fim de que não sejamos surpreendidos com nosso próprio falecimento de forma tão inesperada?
É lógico que não conseguimos viver como desejaríamos em plenitude. Entretanto, você aproveita a contento os momentos com a família? Curte os filhos? Se dá ao “luxo” para praticar algum hobby e espairecer? Vê a beleza das coisas em momentos simples e casuais?
Por fim: você está “vivendo de verdade?“
Não espere um infarto que te leve ou alguma enfermidade que te assuste. Não tenha neurose em viver, sorrir, gozar das coisas que te divertem e, principalmente, de se sentir vivo e cheio de ânimo. Afinal, cada dia que terminamos é o “primeiro dos últimos dias a serem vividos”.
Pense nisso!
Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2020/03/03/morre-cadu-cortez-narrador-da-dazn.amp.htm
MORRE CADU CORTEZ AOS 40 ANOS
Por Gabriel Vaquer
Morreu hoje (3), aos 40 anos, o jornalista e narrador Carlos Eduardo Sica Cortez, conhecido como Cadu Cortez. Com passagens por TV Cultura, SBT e Fox Sports, Cadu Cortez estava atualmente no DAZN, plataforma de streaming esportiva. Ele foi vítima de um infarto fulminante.
A informação foi confirmada ao UOL Esporte por amigos próximos de Cadu e pelo Dazn. Segundo apurou a reportagem, o narrador voltava de Buenos Aires (ARG) onde fez transmissões para a plataforma de streaming, e passou mal no avião na noite de ontem (2).

Você sabia que os hospitais preparados para receber pacientes do COVID-19 tem cuidados desde a pressurização do quarto até detalhes com a maçaneta da porta?
Como funciona no Hospital Israelita Albert Einstein, que atendeu o primeiro caso confirmado no Brasil.
AS MEDIDAS DO HOSPITAL PARA EVITAR QUE A INFECÇÃO SE ESPALHE
por Rafael Battaglia
Na última quarta-feira (26), o Brasil confirmou o primeiro caso de coronavírus no país. O infectado é um homem de 61 anos, morador de São Paulo e que, recentemente, visitou o norte da Itália, país onde o novo vírus já matou 12 pessoas.
A informação, confirmada pelo Ministério da Saúde, foi divulgada após dois testes atestarem positivo para a presença do vírus 2019-nCov, o causador desse novo surto. Até o momento, o ministério contabiliza 20 casos suspeitos da doença (que se chama COVID-19), além de 59 casos descartados. É possível acompanhar a atualização dos números neste site.
O idoso portador do coronavírus está, agora, em quarentena domiciliar. Por alguns dias, ele esteve assintomático (isto é, não apresentou sintomas da doença), mas depois procurou um serviço de saúde por apresentar problemas respiratórios. Por conta disso, 30 familiares estão sob observação, além de 16 passageiros do seu voo.
Atualmente, existem 81.280 casos confirmados da COVID-19 no mundo todo. A doença já causou 2.770 mortes, mas mais de 30 mil pessoas conseguiram se livrar dela.
O hospital Albert Einstein, em São Paulo, foi quem realizou o primeiro teste para confirmar a suspeita de vírus no paciente brasileiro. A instituição elaborou um documento para orientar seus funcionários na lida com pacientes infectados, ou que tenham suspeita de infecção. Confira as principais medidas que devem ser adotadas:
Equipamentos de proteção
Durante o contato com pacientes com suspeita ou confirmação da COVID-19, é preciso usar o traje completo: luvas, aventais, máscaras e até óculos de proteção. Aventais e luvas são descartáveis. Já as máscaras (respiradores do tipo N95) só devem ser trocadas se estiverem sujas, úmidas ou com o filtro desgastado, dificultando a respiração.
Transporte de pacientes
O transporte de pacientes pelo hospital deve ser evitado ao máximo. Mas, quando não houver jeito, é montado todo um esquema de proteção. As roupas e equipamentos de proteção são trocados antes e depois do trajeto, e os funcionários responsáveis devem se higienizar em ambos os momentos.
Além disso, o mais curioso: existe um membro da equipe cuja única e exclusiva função é tocar superfícies como maçanetas, portas e botões de elevador, como forma de evitar a contaminação dos ambientes do hospital.
Limpeza dos quartos
Os pacientes devem ficar acomodados em quartos com pressão negativa, uma técnica usada em hospitais para prevenir contaminações entre um cômodo e outro. Funciona assim: usando um sistema de ventilação, dá para regular a pressão do ar dentro do quarto, de forma a deixá-la menor que a do ambiente externo.
Isso funciona porque o ar sempre vai de lugares de alta pressão para os de baixa pressão. Dessa forma, com a pressão negativa, é possível impedir que correntes de ar saiam do quarto. Esse controle é monitorado a cada seis horas, e deve ser mantido por algum tempo mesmo depois que o paciente deixar o hospital. O quarto, aliás, não pode receber imediatamente outra pessoa: é preciso aguardar uma higienização completa, que leva duas horas.
Visitas
Quem possui doenças ou condições que diminuem a imunidade (câncer, portadores de HIV, grávidas, pacientes de quimio ou radioterapia, etc.) não pode fazer visitas a casos suspeitos ou confirmados de coronavírus. Para os demais, as condições são: usar máscara, avental e luvas.
Como saber se estou com o novo coronavírus?
Caso você esteja com febre e com alguma sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, etc.), tenha viajado para alguma área de risco nos últimos 14 dias (ou esteve em contato com casos suspeitos ou confirmados da COVID-19), a recomendação é procurar um hospital e seguir as orientações médicas.
Caso você seja orientado a ficar em casa, sob quarentena, é muito importante:
• Manter distância dos demais familiares e não dividir o quarto com ninguém.
• Manter o ambiente da casa com ventilação natural.
• Usar máscara cirúrgica descartável (e trocá-la quando estiver úmida)
• Não frequentar escola, trabalho ou locais públicos – sair de casa, apenas em situações de emergência.
• Precisa tossir ou espirrar? Cubra a boca e o nariz com lenços descartáveis.
• Higienizar as mãos frequentemente com gel alcoólico com água e sabonete. Se você não tiver feito isso, evite tocar olhos, nariz e boca.
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.

Gostar de futebol é uma coisa; ser fanático é um problema; viciar-se, é uma doença.
Trago uma interessante matéria de pessoas que sofrem do “Vício do Futebol”, enfermidade que pode ser tão fatal socialmente quanto qualquer outro vício.
Se um cara fanático já é um ‘chato de galochas’, imagine se ele é altamente dependente do esporte?
Extraído de IstoÉ, Ed 2194, pg 98
ELES TROCAM A FAMÍLIA PELO FUTEBOL
Por Rachel Costa
Especialistas alertam que assistir a esporte em excesso pode causar dependência e prejudicar as relações familiares e até profissionais dos viciados.
Nem a distância das primeiras posições da tabela do Campeonato Brasileiro faz o empresário Bruno Abranches, 29 anos, desistir de ver seu time, o Atlético Mineiro, jogar. Ele não deu trégua nem no casamento de um amigo: entrou na igreja com o celular em punho para acompanhar os lances pelo Twitter. A noiva, Priscila Carvalho, 24 anos, cansou de tentar tirar o amado da frente da televisão. “Nem chego mais perto, especialmente quando o Atlético perde. Quando isso acontece, o Bruno fica com o humor péssimo”, conta ela, uma cruzeirense por parte de pai pouco convicta.
Não bastasse o amor à camisa alvinegra, Bruno ainda acompanha campeonatos de natação, jogos de tênis, corridas de Fórmula 1 e lutas de UFC. Ele garante que tanta dedicação ao desporto pela telinha não atrapalha sua rotina. Não é o que pensa o psicólogo Josh Klapow, do Hospital de Saúde Pública da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos. Segundo ele, muito tempo assistindo a jogos pode ser indício de dependência. Preocupado com a quantidade de horas gastas com esse hobby, Klapow reuniu indícios (leia quadro) que permitem distinguir se tal atividade ainda configura lazer ou se já se tornou um risco à saúde e à sociabilidade. “Como não é um vício tão forte como o das drogas, o viciado em esportes costuma ignorar o problema”, diz Klapow.
A porta de entrada para esse tipo de dependência, não raro, é a contratação de um canal de tevê exclusivo para esportes. “A pessoa assina para ver seu time, mas se descontrola e começa a assistir a tudo”, diz Irani Argimon, do departamento de psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). De repente, a diversão se torna uma doença. “Vício não tem a ver só com dependência química”, alerta a psicóloga Juliana Bizeto, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp). E, assim como o alcoólatra, o viciado em esportes também pode sentir os efeitos da abstinência. Um exemplo é quando fica nervoso se tem de abandonar o jogo para comparecer a um churrasco de família.
Por isso, é importante pôr limites. “Tento ver os jogos enquanto estou trabalhando, mas não deixo de trabalhar para fazer isso”, diz o empresário Martin Seoane. Quando era adolescente, ele chegou a ficar em recuperação por deixar de estudar para assistir ao futebol. Adulto, assiste ao que pode nas horas vagas e tira suas folgas sempre às quartas-feiras, que é para ver com calma as partidas do São Paulo.


A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.
Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

UM PEDIDO DE SOCORRO
O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo
Por Fabíola Perez
É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.
A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.
Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”
20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.
Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.
Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.
É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.
Pessoas em situação de insegurança alimentar grave
Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais
Não se pode perder tempo com situações como essa: há pouco, a Prefeitura de Jundiaí confirmou que um jundiaiense está em observação de ter sido ou não contaminado pelo Covid-19.
Abaixo, o comunicado oficial:

Temos “dois lados” do Coronavírus no Brasil a se abordar:
A verdade é que, por mais que se tome todos os cuidados, sabidamente é difícil controlar uma pessoa que não esteja isolada totalmente. Pense: e as pessoas que estavam com o passageiro no seu vôo para o Brasil? E a pessoa que sentou-se ao lado dele? E os vizinhos? Estão assustados?
Será, queiramos ou não, entendível a ida de pessoas mais receosas aos hospitais com medo de que estejam contaminadas, superlotando-os (mesmo que o cidadão não tenha indício algum). Naturalmente, as escolas, cinemas e qualquer outro ambiente de aglomeração pública estarão fechados. E por aí vai…
Os dois primeiros itens a se esgotarem nas farmácias: álcool gel e máscaras de proteção. Isso seria provável também.
O certo é: se esse Codiv-19 tivesse surgido há 50 anos, até se entender o que era, de onde veio, o que causa e como se previne, no mundo não tão globalizado como hoje teríamos muito mais vítimas.

Se você tem ou teve algum conhecido que sofre / sofreu da Síndrome do Pânico, vale assistir esse curto vídeo de 3 minutos do depoimento do blogueiro PC Siqueira, que por um bom tempo sofreu desse mal.
Abaixo, gravado ironicamente em entrevista ao Programa Pânico (perdoe a qualidade do som, foi de improviso).
Em: http://www.youtube.com/watch?v=1RNz7UBfYrM
Hoje foi dia de ir para prevenções importantes da Saúde, no Grendacc.
Cada vez que estamos lá, impossível não nos sensibilizarmos com as pessoas que carinhosamente trabalham com o tratamento do câncer. Em especial: os voluntários!
Parabéns, Grendacc! Aqui todo mundo é acima da média em questão de sensibilidade, solidariedade e vida.
Rodou o mundo as imagens de sofrimento de Quaden Bayles, um menino de 9 anos que sofre de nanismo.
Quando li a história e a dor dele, confesso: deu um mal estar… imagine o que ele, a vítima de bullying por ser tão pequeno (como fosse culpa dele e como se isso fosse um erro!), não deveria estar sentindo?
Felizmente a história dele tocou muita gente, de anônimos a famosos, confortando-o e o convidando para eventos diversos. Prefiro sua foto feliz, na figura abaixo, do que a triste, que o mundo viu!

Veja que bacana: uma pesquisa reproduzida pela Revista Galileu (abaixo a citação) mostra que um cérebro otimista rejeita pensamentos negativos; logo, está sempre de bem com a vida. Entretanto…
Um otimista ao extremo tem um problema: subestimar riscos!
Nem tudo para a euforia e nem tudo ao desânimo…
Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI281058-17933,00.html
CÉREBRO DOS OTIMISTAS REJEITA PENSAMENTOS NEGATIVOS
Por Sandra Damiani
Pesquisadores da University College de Londres descobriram que o cérebro das pessoas sempre positivas dá preferência a tudo que reforça uma bela perspectiva do futuro. Em um experimento, os cientistas pediram a voluntários que apontassem a probabilidade de acontecer 80 diferentes situações negativas em suas vidas, como separação e doença grave, enquanto passavam por uma ressonância magnética.
Os cientistas observaram que as pessoas otimistas tinham uma atividade maior no lobo frontal (responsável por nossa capacidade de planejamento e estimativas) ao processarem notícias positivas. Diante das negativas, tiveram menor atividade nesta parte do cérebro, sugerindo que o órgão estaria escolhendo qual evidência levar em conta.
O estudo dá pistas do que leva algumas pessoas a manter uma previsão cor-de-rosa mesmo quando a realidade reforça o inverso. É como acreditar que seu time vai ganhar no próximo jogo mesmo depois de sucessivos fiascos. “O lado ruim de ser sempre positivo é subestimar riscos”, diz Tali Sharot, uma das autoras do estudo. Isso explicaria por que campanhas como as de combate ao fumo ou à Aids são, por vezes, ineficazes, alerta a neurocientista.

Parece loucura e contradição, mas… beber deixa a pessoa mais inteligente, segundo duas pesquisas científicas!
Porém, antes de se embebedar, vale a pena ler!
Extraído de:
http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-inteligentes-bebem-mais/
GÊNIO, A SUA MANEIRA?
Bebeu demais? Nada de se sentir um lixo: pode considerar a ressaca do dia seguinte um reflexo da sua superinteligência. Soa politicamente incorreto, a gente sabe, mas é o que indicam informações de dois estudos, um feito no Reino Unido (o National Child Development Study) e outro nos EUA (o National Longitudinal Study of Adolescent Health).
Em ambos, pesquisadores mediram a inteligência de crianças e adolescentes de até 16 anos e as categorizaram em uma de cinco classes cognitivas: “muito burro”, “burro”, “normal”, “esperto” ou “muito esperto” (de novo, politicamente incorreto, mas tudo pelo bem da ciência, né?). Os hábitos das crianças americanas foram registrados por sete anos depois disso; já as inglesas foram acompanhadas por mais tempo, até os 40 anos.
Os pesquisadores mediram os hábitos alcoólicos de cada uma conforme elas iam envelhecendo. E eis que as crianças avaliadas como mais inteligentes em ambos os estudos, quando cresceram, bebiam com mais frequência e em maiores quantidades do que as menos inteligentes. No caso dos ingleses, os “muito espertos” se tornaram adultos que consumiam quase oito décimos a mais de álcool do que os colegas “muito burros”. E isso mesmo levando em consideração variáveis que poderiam afetar os níveis de bebedeira, como estado civil, formação acadêmica, renda, classe social etc. Ainda assim, o resultado foi o mesmo: crianças inteligentes bebiam mais quando adultos. E por que, hein?
Há hipóteses (uma, que a gente viu lá no Psychology Today, diz que essa relação entre álcool e inteligência seria um traço evolutivo que começou há cerca de 10 mil anos, quando finalmente surgiu o álcool bebível; até então, o único jeito de ficar alcoolizado era a partir de frutas apodrecidas – coisa séria), mas os pesquisadores ainda não sabem ao certo. Eles alertam, no entanto, que apesar de a tendência a “beber mais” estar de alguma forma ligada à esperteza de cada um, encher a cara não deixa ninguém “mais inteligente”. Ouviu?

E viva a tecnologia. Viram a decisão das autoridades sanitárias japonesas para ter controle sobre os passageiros que estão presos num cruzeiro?
Distribuirão iPhones para ter controle médico sobre os suspeitos dos portadores de COVID-19
Abaixo, extraído de: https://blogdoiphone.com/2020/02/2mil-iphones-cruzeiro-japao/
PASSAGEIROS PRESOS NO CRUZEIRO DO CORONAVÍRUS NO JAPÃO RECEBERÃO 2000 IPHONES
O mundo inteiro tem acompanhado o drama que vivem os passageiros presos em quarentena em um navio em mares japoneses, pelo fato de alguns deles estarem infectados com o coronavírus (que recentemente mudou o nome para COVID-19). Foram mais de 40 casos confirmados e não há perspectiva de quando eles poderão desembarcar em terra firme.
O fato inusitado é que o Ministério da Saúde japonês fornecerá cerca de 2.000 iPhones para os passageiros informarem suas próprias condições de saúde.
Os iPhones são fornecidos pela operadora Softbank a cada cabine de passageiros e tripulação do navio.
A intenção é puramente médica: através de um aplicativo especial feito pelo Ministério, cada pessoa poderá ter consultas individuais com médicos, via chat, além de informar em tempo real eventuais sintomas e o histórico diário da medicação que estão tomando.
Isso facilitará muito o controle de mais de 2.000 pessoas por profissionais que não precisam estar necessariamente dentro do navio.
Pelas imagens divulgadas, não será o novíssimo iPhone 11, mas sim exemplares do iPhone 6s.

Hoje se recorda o dia dedicado à causa do câncer infantojuvenil, e corroboro um artigo de Francisco Neves, um dos homens mais engajados na divulgação de ações voltadas para esse mote, que viveu na pele essa situação.
Importantíssimo e que deve ser compartilhado, extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/o-que-falta-para-vencermos-a-batalha-contra-o-cancer-na-infancia/
A CONSCIENTIZAÇÃO DA PREVENÇÃO E LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL
No Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, especialista revive sua história para abordar os desafios do câncer em crianças e adolescentes
Por Francisco Neves
O câncer mata cerca de 9,6 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a enfermidade é a principal causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos.
Todos os anos, o dia 15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, data destinada a incentivar a reflexão e a conscientização sobre a doença em crianças e adolescentes. Um dos dados estimados pela Organização Mundial da Saúde revela que, em 2030, o número de casos de câncer infantojuvenil chegará a 600 mil em todo o planeta.
Somente Brasil, a cada ano surgem 12 500 novos acometidos pela doença, segundo publicação do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse total, 6 200 crianças são tratadas em hospitais públicos e cerca de 4 mil morrem sem ao menos receber o diagnóstico ou ter o tratamento para a doença.
Este ano, um dos números que a OMS destaca é o despreparo de países em desenvolvimento para combater a patologia: 70% das mortes por câncer no mundo ocorrem nestes locais, considerados mal equipados para lidar com os desafios que a doença impõe. O Brasil é um desses exemplos: em média, as chances de cura do câncer infantojuvenil são de 64%, muito aquém de Estados Unidos e Europa, por exemplo, onde chegam a 85%.
Vivemos num país desigual e a cura do câncer também é afetada por isto.
Como superintendente do Instituto Ronald McDonald, organização sem fins lucrativos que tem por missão promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer e seus familiares, ando muito pelo Brasil. Seja em reuniões com gestores públicos e tomadores de decisões, seja em contato com a sociedade civil que nos auxilia a mobilizar as comunidades por mudanças, liderando projetos aos quais oferecemos suporte tecnológico, planejamento para busca de soluções e aporte financeiro.
A conclusão a que chego é que existem muitos Brasis no nosso Brasil: verdade que a doença não escolhe credo, cor ou classe social para se manifestar. Mas o desfecho dela depende diretamente de cada uma dessas características.
Há cerca de 30 anos me dedico à causa do câncer infantojuvenil. Quando comecei, lá na década de 1980, lutava com meu filho contra a doença. As chances de cura giravam em torno de 35% no Brasil. Marquinhos havia sido diagnosticado com leucemia, o tipo mais comum de câncer em crianças e adolescentes. No entanto, esgotamos as possibilidades de tratamento.
Meu filho estava desenganado e, como pai, fui buscar outras alternativas de tratamento fora do Brasil depois de realizar uma campanha para conseguir os recursos. Infelizmente meu filho não resistiu, mas decidi me dedicar com o apoio de família e amigos para que outras crianças pudessem ser salvas.
Naquela época, o câncer era uma sentença de morte. Ainda hoje, mesmo com todos os avanços da medicina, ele segue como um tabu, principalmente para aqueles que são alijados do acesso à saúde e do acesso a informações. O conhecimento também ajuda a curar! Devemos enfrentar o câncer com consciência: seja dos profissionais de saúde, seja de pais e responsáveis, que podem estar atentos a sinais e sintomas para buscar rapidamente ajuda especializada.
Há muitos desafios para que o câncer em crianças e adolescentes deixe ser a principal causa de morte de jovens no país: é preciso identificar a doença, encaminhar adequadamente e nos estágios iniciais, fazer um diagnóstico preciso e garantir um tratamento adequado.
Estamos caminhando para que cada um desses passos seja alcançado nos quatro cantos do Brasil. É importante dizer que, sim, há cura. E principalmente, que cada um de nós pode ser um agente no combate à doença.
*Francisco Neves é engenheiro civil por formação. Engajou-se na causa do combate ao câncer infantojuvenil após vivenciar, em 1990, junto com sua mulher, Sônia Neves, e seu filho mais velho, Carlos Neves, a perda de Marcus, o filho caçula. Desde então, se converteu em uma das principais lideranças no Brasil no que diz respeito à causa do câncer em crianças e adolescentes. É um dos fundadores do Instituto Ronald McDonald e assumiu profissionalmente a gestão estratégica da organização, da qual é o atual Superintendente.

Eu não sabia, e fiquei positivamente surpreso: o Facebook, que tem sido tão atacado nos últimos dias devido as Fakenews, já faz mais de um ano que lançou um “comando anti-suicídio”, que visa ajudar pessoas desesperadas e alertar seus amigos!
Abaixo, extraído de: https://tecnoblog.net/197131/facebook-prevencao-suicidio-brasil-cvv/
FACEBOOK LANÇA FERRAMENTA DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO
Rede social faz parceria com Centro de Valorização da Vida (CVV) no Brasil
por Jean Prado
O Facebook quer ajudar a prevenir o suicídio no Brasil. Em parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV), instituição que oferece apoio emocional para pessoas que estão precisando de ajuda, a rede social lançou nesta terça-feira (14) uma ferramenta que permite aos usuários emitirem sinais de alerta quando perceberem que um amigo publicou um conteúdo com tendência ao suicídio.

É uma ferramenta muito importante, considerando que o suicídio mata mais que o HIV no mundo, com uma morte a cada 40 segundos, segundo dados da OMS. No Brasil, oitavo país com a maior taxa no mundo, um suicídio acontece a cada 45 minutos — são 6 por 100 mil habitantes.

A ideia é que as publicações dos usuários possam ajudar amigos a perceberem que há alguém com tendências suicidas. “Postar algo como ‘qualquer dia eu sumo’, por exemplo, é um super sinal de alarme”, diz Carlos Correia, voluntário do CVV desde 1992, ao G1.
Se você notar que isso aconteceu, denuncie a publicação e entre em “Acredito que não deveria estar no Facebook” > “Ver mais opções” > “Mostra alguém se ferindo ou planejando se ferir”. É possível oferecer ajuda, conversar com alguém de confiança, descobrir como proceder ou enviar a publicação para ser analisada pelo Facebook.
Com a publicação denunciada, a imagem abaixo irá aparecer para a pessoa que teve comportamentos preocupantes. A rede social facilita o contato com o CVV e dá dicas do que fazer para se sentir melhor.


É uma ação interessante porque muita gente manifesta seus sentimentos (inclusive negativos) em redes sociais, e um usuário que notar repetidos posts de sofrimento vindos de alguém pode evitar que algo de pior aconteça. “Especialistas dizem que o suicídio pode ser prevenido em 90% das situações”, disse Correia.
Sem contar que a taxa de suicídios no mundo por idade em países de baixa renda é assustadoramente maior entre os jovens. Em 2012, segundo dados da OMS, cerca de 90 mil suicídios aconteceram com jovens na faixa dos 20 anos, contra 10 mil em países desenvolvidos (que têm seu maior índice aos 50 anos). Como esse público costuma filtrar menos o que vai para a rede social, é uma ação que deve ter certa eficiência.
A rede social também vai oferecer publicidade gratuita para o CVV conseguir recrutar mais voluntários, equilibrando o aumento da demanda de atendimentos com o lançamento da ferramenta. O CVV também oferece ajuda pelo número 141, além de telefones locais específicos para cada região e por Skype.
O Covid-19 (o nome de batismo do novo Coronavírus que tem assustado o mundo) tem provocado debates em todos os setores. Na Índia, por exemplo, uma associação de médicos tentou proibir a distribuição de Eucaristia alegando risco de contágio dessa doença.
Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/2020/02/04/coronavirus-medicos-tentam-proibir-distribuicao-da-comunhao/
CORONAVÍRUS: MÉDICOS TENTAM PROIBIR DISTRIBUIÇÃO DA COMUNHÃO
Associação médica alegou risco de transmissão do vírus, mas a Justiça negou o pedido
A Qualified Private Medical Practitioners Association, associação de médicos localizada no sul da Índia, solicitou à Justiça do país que proibisse a distribuição da Comunhão durante as Missas. O argumento era de que a forma de distribuição configuraria risco de transmissão do vírus e colocaria “em perigo a saúde do público em geral”.
O pedido apresentado ao Tribunal ressaltava que, na maioria das igrejas cristãs da Índia, o vinho é distribuído pelos sacerdotes em um único cálice, que passa de boca em boca pelas pessoas que comungam. Segundo a associação, a prática “gera uma possibilidade muito alta de contaminação por saliva”. Além disso, os médicos alertaram que o sacerdote distribui a Eucaristia na língua, ação que permite a contaminação pela saliva e deveria ser restringida, a fim de evitar a transmissão de doenças.
A Justiça, entretanto, negou o pedido dos médicos, alegando que não há nenhum caso em que o recebimento da Sagrada Eucaristia tenha causado a propagação de uma doença, demonstrando que não lhes corresponde interferir na “prática centenária”. O Tribunal assinalou ainda que as denominações cristãs têm “abordagens diferentes para a administração e recepção do Sacramento Sagrado”. No entanto, nunca sua recepção não é obrigatória, sendo que cada fiel deve decidir recebê-la devido a sua “fé absoluta como seguidores do cristianismo”.
Com informações de ACI Digital
