– Empresas Obrigam Funcionários a Perder Peso!

A Folha de São Paulo (http://classificados.folha.com.br/empregos/962671-perda-de-peso-e-novo-alvo-de-empresas.shtml) trouxe dias atrás uma importante matéria sobre o mundo corporativo e algumas exigências aos funcionários.

Uma delas é: fazer com que os funcionários emagreçam!

Hum… assunto delicado, tratado abaixo:

PERDA DE PESO É ALVO DAS EMPRESAS

Por Marcos Vasconcellos

Companhias estão levando ao pé da letra a expressão “cortar gordura”. O termo, que define redução de gastos no mundo corporativo, agora também refere-se a programas de emagrecimento.

O Vigilantes do Peso Empresarial registrou alta de 185% da clientela no último ano. Hoje atende a 37 empresas do país que têm de 100 a 110 mil funcionários. No mesmo período de 2010, eram 13. O Leve na Boa, programa de orientação nutricional da Omint, companhia de saúde corporativa, teve adesão de seis empresas no primeiro semestre de 2011 -durante todo o ano de 2010, foram oito.

O aumento da obesidade no trabalho segue o ritmo observado no país. Segundo o Ministério da Saúde, em 2010, 48,1% dos brasileiros eram obesos ou tinham sobrepeso. Em 2006, o índice era 42,7%.

A analista de recursos humanos Danielle Shibayama, 30, pediu para participar do programa oferecido pela empresa de software em que trabalha, Totvs. Estava “insatisfeita” com os 63 kg em 1,58 m e com a “autoestima baixa”.

Em dois meses e meio, perdeu 6,2 kg. Recuperou a confiança e diz estar mais disposta. O programa, avalia, é melhor do que dietas que fez sozinha, pois, na empresa, ela “compartilha experiências”.

– O preconceito contra as doenças da mente.

Não é triste imaginar que pessoas sofredoras de depressão, ansiedade, Síndrome do Pânico e tantos outros males da mente, sofrem preconceito?

Desde “frescura” à “loucura”, o paciente é criticado por aqueles que nem imaginam o que sejam essas doenças. Lamentável tal insensibilidade.

Se você sofre do coração, vai a um cardiologista. De dores no joelho, a um ortopedista. Qual o receio de procurar ajuda para enfermidades emocionais, junto a psiquiatras e psicólogos?

Paciência…

Depressão

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Cannabis para remédio nem precisaria ser discutida…

Sou totalmente contra o uso de drogas, sejam narcóticos ou outras substâncias viciantes para “uso recreativo”. Sou a favor de campanhas de prevenção e que conscientizem sobre os malefícios que elas trazem. Aliás, o discurso piegas de que “deve-se ter liberdade para o indivíduo usar” é bobagem, pois depois ele faz o coletivo sofrer: da dor de uma família lutando para salvar o viciado até os custos sociais de segurança e gastos públicos de saúde.

Entretanto, o uso da Maconha (ou melhor: da Cannabis) para fins medicinais é bem diferente: ou seja, como qualquer outra planta que pode virar remédio (o tão popular “Gelol”, a arnica e outros), nem deveria ser discutido. É medicamento, não tem porquê ficar no debate.

Talvez o problema seja: quem controlará o não-desvio da droga para o uso de dependentes químicos?

Resultado de imagem para cannabidiol

Na ilustração, uma molécula de Cannabidiol, um dos medicamentos mais usados. Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Fígados pequenos em 3D?

A ciência tem sido fantástica: veja esse caso impressionante da criação de “mini-fígados”!

O que mais se poderá fazer, não?

Extraído de: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-brasileiros-criam-mini-figado-funcional-impresso-em-3d/

CIENTISTAS BRASILEIROS CRIAM MINI-FÍGADO FUNCIONAL IMPRESSO EM 3D

Eles são minúsculos, mas funcionam como um fígado normal e podem ser o futuro dos transplantes hepáticos.

Por Maria Clara Rossini

Depois que cientistas israelenses imprimiram o primeiro mini-coração 3D usando tecido humano, chegou a hora do Brasil entrar em cena. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) usaram células sanguíneas humanas para desenvolver organóides hepáticos — em português claro, mini-fígados.

Os mini-órgãos fazem as mesmas funções que um fígado normal: sintetizam proteínas, armazenam e secretam substâncias exclusivas do órgão, como a albumina. Mas a sua aparência é bem diferente de um órgão tradicional. Como você pode ver no vídeo abaixo, a versão 3D em miniatura parece uma espécie de rosquinha amarela.

Para produzir os fígados, os cientistas utilizaram amostras de sangue de três voluntários. As células sanguíneas são reprogramadas para se tornarem pluripotentes, ou seja, poderem se “transformar” em qualquer outro tecido humano (uma característica típica das células-tronco). Elas se diferenciam em células hepáticas e são misturadas à biotinta da impressora.

A grande inovação do grupo de brasileiros está em como incluir essas células na tinta. Normalmente, as impressoras 3D costumam imprimir células individualizadas, o que acaba prejudicando o contato entre elas e fazendo com que percam a funcionalidade.

Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que agrupa as células antes de serem misturadas na biotinta, formando pequenos esferóides. Esses agrupamentos de células garantem que o contato entre elas não seja perdido. Assim, o órgão é capaz de funcionar por muito mais tempo.

A impressão em si demora alguns minutos, mas o processo não para por aí. Depois que o órgão foi impresso, ele ainda precisa passar por um período de maturação de 18 dias. Todo o processo, desde a coleta do sangue até chegar no órgão funcional, demora cerca de 90 dias.

O artigo que descreve a criação do mini-órgão foi publicado na revista Biofabrication. Os mini-fígados, é claro, estão longe de estarem prontos para serem transplantados em humanos, mas essa é uma possibilidade viável. Em entrevista à Agência FAPESP, o pesquisador e autor do estudo Ernesto Goulart disse que é fácil progredir para a produção de órgãos inteiros se houver interesse e investimento.

“Ainda existem etapas a serem alcançadas até obtermos um órgão completo, mas estamos em um caminho muito promissor. É possível que, em um futuro próximo, em vez de esperar por um transplante de órgão seja possível pegar a célula da própria pessoa e reprogramá-la para construir um novo fígado em laboratório. Outra vantagem importante é que, como são células do próprio paciente, a chance de rejeição seria, em teoria, zero” disse a pesquisadora Mayana Zatz, coautora do estudo.

Em: https://youtu.be/tKjUjFYWSGM

– E o debate sobre a obrigatoriedade da vacina (mesmo sem termos ainda a vacina)?

Imagine quando a vacina contra o Coronavírus estiver pronta, como o debate sobre obrigatoriedade ou não vai ser feroz!

Numa sociedade civilizada, não se obriga ninguém a tomar vacina (como João Dória queria, e refutou), mas se faz campanha conscientizadora (que pode até ser desnecessária devido ao grau de educação das pessoas).

Num país exemplar, não se debocha da origem de um remédio ou se critica a nacionalidade dele (como Bolsonaro fez e faz), mas incentiva a urgente vacinação de uma droga comprovada pelas autoridades.

Num mundo correto, a pandemia não é usada para capitalizar votos ou simpatizantes (como Lula faz em suas lives), criticando a todos como se fosse uma reserva moral.

Infelizmente, esse lugar não é o Brasil.

– Oleaginosas do bem!

Nozes, Pistaches e Castanhas, cientificamente comprovados, fazem bem para o coração, auxiliam na respiração e previnem o câncer.

Eba! Só faltou acrescentar explicitamente na lista o amendoim para minha satisfação… mas ele é citado abaixo também!

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/pilulas/quem-come-castanhas-todo-dia-vive-mais/

QUEM COME TODO DIA VIVE MAIS

Quem come nozes, castanhas, pistache ou outras sementes oleaginosas todos os dias tende a viver mais, segundo um estudo que durou 30 anos e foi conduzido pela prestigiada Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que esse hábito reduz o risco de morte por câncer, doenças cardíacas e males respiratórios.

O estudo, divulgado nesta quinta-feira, dia 21 de novembro, por uma das publicações científicas mais respeitadas do mundo, o The New England Journal of Medicine, foi baseado na análise de dados de 120 mil pessoas. O risco de morrer durante o estudo para pessoas que consumiam uma porção de oleaginosas diariamente foi 20% menor na comparação com voluntários que nunca ingeriam esse tipo de alimento.

A porção de oleaginosas descrita no estudo corresponde a 29 gramas. Não foi possível determinar, contudo, quais são as variedades de castanhas mais benéficas à saúde. Os resultados foram similares entre os consumidores de amendoim, castanha de caju, castanha do Pará, macadâmia, pistache, noz comum e noz pecã.

DOENÇAS DO CORAÇÃO

Para investigar os hábitos alimentares dos voluntários, os pesquisadores aplicaram questionários regulares, com intervalos de dois a quatro anos. “O benefício mais óbvio foi a redução em 29% de mortes decorrentes de doenças do coração”, diz o médico Charles Fuchs, um dos autores do trabalho. “Mas também observamos uma redução significativa, de 11%, nas mortes por câncer”, completou.

Os pesquisadores argumentam que as oleaginosas auxiliam na redução dos níveis do colesterol “ruim” (o LDL), inflamações e resistência à insulina. Essas frutas, embora calóricas, são consideradas boas fontes de gordura. “As nozes contêm gorduras saudáveis e são ricas em proteínas e fibras, o que retarda a absorção dos alimentos e diminui o apetite”, declarou o coordenador da pesquisa, Frank Hu, que é professor de Nutrição e Epidemiologia em Harvard.

No trabalho, os cientistas perceberam que as pessoas que comiam as oleaginosas com frequência tinham, naturalmente, um estilo de vida mais saudável. Eram mais magras, menos propensas a fumar e a beber, consomiam mais frutas e verduras e praticavam mais exercícios. Essas características, sozinhas, já contribuem para a redução de doenças e para uma maior longevidade. Mas, segundo os pesquisadores, esse perfil foi levado em consideração na pesquisa e é “improvável” que o estilo de vida tenha impacto suficiente para alterar as conclusões obtidas com o trabalho.

* A pesquisa foi financiada pelo National Institutes of Health e pelo International Tree Nut Council Nutrition Research & Education Foundation, instituições norte-americanas. Apesar do conflito de interesses, a literatura científica traz alguns estudos anteriores, porém menores, que já relacionavam o consumo frequente de oleaginosas à diminuição do risco de doenças do coração, diabete e câncer.

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– O Consumismo como Doença

Nós, enquanto administradores comerciais, queremos vender. Queremos que os consumidores comprem à vontade!

Nós, enquanto consumidores, tomamos cuidados para não nos endividarmos. Mas, às vezes, o IMPULSO nos prejudica.

Digo isso pela interessante matéria sobre o “Consumo como Vício / Doença“. As vezes, me identifiquei aqui… é necessário cuidado!

Extraído de: RIBEIRO, Carina. Revista IstoÉ, pg 70-72, ed 2088, 18/11

CONSUMO: QUANDO O DESEJO DE COMPRAR VIRA DOENÇA

O endividamento crônico atinge milhões de brasileiros e pode ser uma porta de entrada para o vício do consumo compulsivo

Nunca foi tão fácil conseguir crédito. Às vésperas do Natal, o mercado pouco exige do pagador. A compra é parcelada a perder de vista, sem entrada. O financiamento, pré-aprovado, é quase ilimitado. Para quem sabe gerir dinheiro, isso significa boas oportunidades. Para quem gasta sem pensar e adquire o que não precisa, pode ser a perdição total. Neste grupo, os mais vulneráveis são os compradores compulsivos, parte significativa dos 22% dos brasileiros que possuem dívidas impagáveis e de 85% das famílias que têm despesas superiores ao rendimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Neste caso, o consumismo desenfreado é uma doença.

Um dos sinais de desequilíbrio é o alto grau de irritação diante da impossibilidade de comprar e a impulsividade do ato. “São pessoas que compram sozinhas, optam por objetos repetidos, sem utilidade, e escondem as aquisições dos familiares”, afirma Tatiana Filomensky, coordenadora do grupo de atendimento dos compradores compulsivos no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Eles saem para comprar um terno e voltam com uma televisão.” Seis anos atrás, apenas três pacientes estavam em tratamento. Neste ano, são 24 e há 50 nomes em lista de espera.

A aquisição de produtos idênticos ou inúteis e o medo de encarar os débitos são características do consumista patológico. É o que ocorre com a administradora M.S., 40 anos, que coleciona bijuterias, sapatos, bolsas e calças do mesmo modelo e da mesma cor. Há quatro anos, quando sua dívida chegou a R$ 25 mil, ela decidiu frequentar os Devedores Anônimos (DA), em São Paulo. “O guardaroupa estava cheio e nada me interessava”, diz a administradora, que ganhava R$ 5 mil e gastava R$ 500 em cada ida ao shopping. Ela lamenta não ter construído um patrimônio nem priorizado a família. “Comprava tudo para mim e nada para o meu filho. Hoje me culpo por isso”, diz.

Diante da vergonha do endividamento crônico, é comum que os compulsivos escondam a fatura bancária dos familiares. “Eu não queria admitir a dívida e escondia as compras da minha esposa”, afirma o físico C.A., 61 anos. Uma de suas manias é preencher o freezer até o limite com os mesmos alimentos, das mesmas marcas, mesmo ciente de que não serão consumidos no prazo de validade. “Se o freezer não estiver lotado, tenho a sensação de escassez”, explica o físico, que há um ano entrou para o DA. Para quitar parte de suas dívidas, certa vez conseguiu um empréstimo de R$ 9 mil – e gastou o valor em três dias. “Nem lembro o que comprei.” A necessidade de manusear valores o levava diariamente ao caixa eletrônico. “O barulho da maquininha liberando o dinheiro me fazia bem”, diz o físico, que fazia saques duas vezes por dia. “Me sentia mal em aniversários e casamentos porque tudo era de graça. Corria das festas para lojas para comprar.” O resultado: três cartões de crédito estourados, eletrôcheque especial no limite e uma dívida de R$ 22 mil.

A compulsão por compras costuma vir acompanhada de outros vícios, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte (EUA). “Há um parentesco entre as diversas formas de manifestação”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Por exemplo: um jovem que compra de forma impulsiva pode migrar para o alcoolismo ou vício em jogos na terceira idade.

Grande parte dos endividados crônicos sofre de consumo compulsivo, mas há os que entram neste rol por incapacidade de gerir seu negócio ou sua conta bancária. O empresário W.P., 50 anos, deve 15 vezes seu patrimônio. O rombo financeiro comprometeu a renda de toda a família e surpreendeu a esposa e os filhos, que desconheciam a situação. A dívida destruiu um casamento de 25 anos e levou os familiares a cogitar a interdição judicial. “Fui expulso de casa”, conta. O caos foi o resultado de empréstimos e créditos com sete instituições financeiras. Ele foi parar no hospital quando a sua dívida aumentou 85% com a bola de neve dos juros. “Me afundei. Recorri a agiotas e sofri ameaças.” Apesar de não dispor mais de bens pessoais para se desfazer, o empresário acredita que ainda pode quitar a dívida. Enquanto isso, se esforça para pagar a fatura mínima do cartão de crédito. O advogado José Serpa Júnior, especialista em direito do consumidor, alerta que o pagamento mínimo é uma das armadilhas que dão falso conforto ao endividado. “Em um ano o débito triplica”, explica. Entre as recomendações do tratamento médico para compulsivos está não pagar a conta do cartão. “É uma forma de o paciente ter o nome sujo e não poder obter o crédito”, afirma Tatiana Filomensky.

O poder das instituições financeiras diante dos superendividados tem sido questionado pela Justiça. Em duas sentenças inéditas, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou obanco Itaú por fornecer crédito consignado acima das possibilidades dos endividados crônicos. “Não se trata de fazer apologia à figura do mau pagador ou de instituir o calote público, mas de analisar a responsabilidade financeira pela má concessão de crédito em valor muito superior à capacidade de endividamento do cliente”, afirma o relator, o desembargador Marcos Torres. Segundo especialistas, os idosos são as maiores vítimas nesses casos. “Eles são um filão pelo crédito descontado na folha”, afirma o advogado José Serpa Júnior.

É o caso do ex-auxiliar judiciário É o caso do ex-auxiliar judiciário Davi Prado Bortolato, 66 anos, que se aposentou com R$ 4.650, mas só recebe R$ 800 líquidos. Viciado em em préstimos, não resiste a um dinheiro fácil. “Abria a conta em um banco para cobrir o outro. No final, estava enrolado com seis financeiras”, diz Davi, que alega ter sido seduzido pela promessa do crédito sem juros para a terceira idade. O descontrole financeiro se tornou uma dívida de R$ 40 mil. “A raiz do endividamento está na distorção do que é essencial, necessário e supérfluo e nas reais condições de pagamento”, afirma Ari Ferreira de Abreu, especialista em contabilidade e finanças familiar. “O fútil é importante, traz felicidade”, diz o professor. “Desde que não comprometa o que é essencial.”

– O Coronavírus é malandro… nos cuidemos!

A “segunda onda” da pandemia é algo realmente preocupante. Nem certeza temos sobre a imunidade ser perene àqueles que já contraíram Covid_19.

Para tanto, não vamos relaxar na prevenção!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=WIW0KUd7DZ4

– Bom dia, sábado (Parte 1).

👊🏻 Olá amigos!
Acordar cedo faz muito bem para a #saúde. Anima o #corpo, ajuda a #mente e nos dá tempo para as #tarefas.
Vamos correr a fim de dar um “start” nos #hormônios?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Asics

 

– E aí? Annita funciona, e cloroquina não mais? É para “pirar”…

Neste momento tão delicado que vivemos, onde a pandemia dá as caras novamente na Europa, em cerimônia no Palácio do Planalto com o Ministro Marcos Pontes, foi apresentado pela Dr Patrícia Rocco um estudo sobre o sucesso do “Annita” (nitazoxanida) no combate aos casos de Covid_19 descobertos em estágio inicial.

A cientista foi aplaudida por todos e o Governo Federal fez ampla publicidade. Mas na mesma ocasião, a própria Dra Patrícia disse que:

(…Todos estudos já mostraram que a hidroxicloroquina, infelizmente ou felizmente, não tem eficiência no combate da Covid-19. Não há sequer a redução da carga viral, se utilizada na fase precoce, profilaticamente, ou na fase tardia).

E aí, é para ficar maluco? O Governo mudará o foco a partir de agora, depois da insistência da Hidroxicloroquina?

Extraído de: https://www.metropoles.com/brasil/no-planalto-cientista-diz-que-cloroquina-nao-e-eficaz-contra-a-covid-19

NO PLANALTO, CIENTISTA DIZ QUE CLOROQUINA NÃO É EFICAZ CONTRA A COVID-19

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Patrícia Rocco, deu entrevista ao lado do Ministro da Ciência e Tecnologia

A cientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Patrícia Rocco, informou que ficou comprovada a ineficácia da hidroxicloroquina, medicamento amplamente divulgado pelo governo e pelo presidente Jair Bolsonaro desde o início da pandemia. A informação foi dita em uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, após a cerimônia na qual o governo sustentou a eficácia de um novo medicamento, a nitazoxanida, cujo nome comercial é Annita.

“Todos vocês já sabem que, no momento, antiviral praticamente não existe na literatura. O remdesivir nós não temos no Brasil e, além disso, ainda é preciso internar o paciente para usá-lo de forma intravenosa. Todos estudos já mostraram que a própria hidroxicloroquina, infelizmente ou felizmente, não tem eficiência no combate da Covid-19. Não há sequer a redução da carga viral, se utilizada na fase precoce, profilaticamente, ou na fase tardia”, disse a coordenadora da pesquisa.

Rocco informou que não chegou a apresentar dados do estudo feita com a medicação Annita, pois ainda aguarda a publicação dos resultados por revistas especializadas. “Espero divulgar os resultados nas próximas semanas”, disse.

“A partir do momento que ocorrer a publicação, vocês vão saber sobre a efetividade do medicamento. Quando a gente fez o estudo clínico com a nitazoxanida, optamos por mostrar a carga viral na terapia precoce. Pensamos muito no ponto de vista epidemiológico. Então, certamente tudo precisa passar por revisão dos pares”, falou.

Em compensação, a professora argumenta que não vê motivos para esperar a publicação para se divulgar a aprovação da medicação vista que a pandemia pode levar a vida de muitas pessoas.

“Como cientista, quero primeiro ter o resultado para avaliação dos nossos pares e depois divulgar. Mas, a partir do momento que o número de mortes por Covid-19 continua alto, e existe uma medicação disponível que possa diminuir a carga viral por via oral, como não vamos oferecer o medicamento a quem precisa? Claro que reduzir a carga viral não significa perder todo o cuidado. A população ainda precisa usar de máscara, álcool em gel e manter o distanciamento”, destacou.

– Seremos resilientes? Brasil na 1a onda, Europa na 2a, Irã na… 3a!

Se nós, brasileiros, estamos saturados do assunto “Covid_19” (mas não é por isso que devemos relaxar nos cuidados sanitários, apesar da queda dos números), imagine todo o temor e o terror de quando tivermos uma segunda onda como vem ocorrendo no Velho Continente, especialmente na Itália, onde toda a neurose voltou devido ao aumento dos casos.

Pior do que isso? Existe, lá no Irã, onde as autoridades estão perdendo o controle da terceira onda da doença, já que o cansaço dos cuidados necessários atingiu a população e os contágios e mortes dispararam.

Que não politizem de novo a doença por aqui!

Abaixo, extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-54591941

CORONAVÍRUS: O PAÍS QUE JÁ ESTÁ NA TERCEIRA ONDA

Enquanto muitos países enfrentam a temida “segunda onda” de casos de coronavírus, e ainda há lugares que não passaram da primeira, o Irã já está contando as mortes de uma terceira onda.

E naquele que já foi um dos países do Oriente Médio mais afetados pela pandemia, essa “terceira onda” é a mais mortal delas.

O Irã quebrou novamente seu recorde de infecções diárias no meio da semana com 4.830 novos casos de covid-19 na quarta-feira (14/10), de acordo com os registros da Universidade Johns Hopkins (Estados Unidos).

Mas a nação persa vem batendo recordes desde 22 de setembro, quando ultrapassou os 3.574 casos diários registrados no início de junho, no auge de sua “segunda onda”.

“Embora a segunda onda de coronavírus tenha sido contida com sucesso, a terceira onda está surgindo porque os protocolos sanitários foram ignorados”, advertiu o ministro da Saúde iraniano, Saeed Namaki, no mesmo dia, segundo notícia da agência oficial Iran Press.

Menos de duas semanas depois, em 5 de outubro, o Irã já havia igualado seu recorde de mortes diárias, semelhante ao de julho.

E as 279 mortes registradas nesta quarta-feira também são o maior número diário em um país que, segundo dados oficiais, já tem mais de meio milhão de infecções e quase 30 mil mortes pela pandemia.

O número real, no entanto, é muito maior: em agosto passado, o serviço persa da BBC recebeu registros do governo que vazaram mostrando que, até 20 de julho, quase 42 mil pessoas morreram com sintomas de covid-19, mas o Ministério da Saúde apenas informou 14.405 falecidos.

O número de pessoas identificadas como infectadas nesses documentos também foi quase o dobro dos números do ministério.

E o vice-ministro da Saúde iraniano, Iraj Haririchi, finalmente reconheceu que o número real de mortos é “significativamente” maior do que os números oficiais.

Segundo a BBC Persa, Haririchi explicou que as estatísticas oficiais se baseiam no número de mortes com teste PCR positivo, mas estimou que, dependendo da província, o número real de vítimas do coronavírus é entre 1,5 e 2,2 vezes maior do que aquele lançado por esses registros.

O vice-ministro também alertou que tanto os profissionais de saúde quanto os mantimentos médicos estão à beira do esgotamento com o agravamento da situação em Teerã e outras regiões do país.

Teerã ‘fechada’

No momento, 27 das 31 províncias do país já foram designadas pelas autoridades iranianas como zonas “vermelhas” devido ao rápido aumento das infecções.

E a situação na capital, Teerã, e em seus subúrbios, foi descrita como especialmente “crítica”.

O médico Alireza Zali, que comanda as operações contra o coronavírus na província de Teerã, alertou nesta quarta-feira que a cidade vive “os dias mais difíceis da terceira onda da doença”.

“Se nenhuma intervenção séria for feita, esse ritmo não diminuirá e as condições atuais podem manter tudo nesse nível”, acrescentou Zali, de acordo com a BBC Persa.

Para tentar limitar a propagação do vírus, o uso de máscaras na capital é obrigatório desde o último sábado, com o governo anunciando multas de US$ 6,60 (R$ 37) para quem sair sem usar.

E nesta quarta-feira, todas as viagens de ou para Teerã e quatro outras grandes cidades iranianas também foram proibidas até o meio-dia de domingo.

A mudança foi ordenada um dia depois que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, pediu expressamente a proibição de “certas atividades e viagens”.

Mulher com mascara no Ira

De acordo com as autoridades iranianas, o Irã já enfrenta sua ‘terceira onda’ de casos de coronavírus

– Cherry.

Cerejas deliciosas da casa do Vô Lili e da Vó Lalá!

Quem quer? Estão docinhas… E hoje comemos bastante delas.

Um detalhe: são ricas em ferro e vitamina C!

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

 

– Misturando Drogas: Ecstasy, Cocaína e Remédios. A Imprudência e a Idiotice de Jovens desloucados!

Abomino qualquer defesa sobre o uso de drogas. Nem comentarei nada neste post. Convido apenas aos amigos a lerem tais absurdos:

Extraído de: http://veja.abril.com.br/211009/musica-sexo-loucura-p-134.shtml

MÚSICA, SEXO E LOUCURAS

Para potencializarem o efeito de drogas como o ecstasy e a cocaína, jovens as misturam a anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids

por Kalleo Coura

Fazem parte da natureza dos jovens a imprudência e o desejo de experimentar novas sensações. Resultado frequente da combinação desses fatores, o uso de drogas, sobretudo nas baladas ou “nights”, tornou-se prática tão comum que a maioria das casas noturnas faz vista grossa para elas. Só que agora a imprudência e a vontade de experimentar sensações desconhecidas vêm conduzindo os frequentadores de clubes e raves a um comportamento de duplo risco: além de usarem nas pistas substâncias ilegais de todo tipo, muitos passaram a misturá-las com um coquetel de drogas farmacêuticas de acesso fácil e efeitos, algumas vezes, devastadores. Anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids ingressam facilmente nos clubes para ser consumidos com cocaína e comprimidos de ecstasy. “Muitos usuários acreditam que, por se tratar de substâncias legais e manipuladas em laboratórios farmacêuticos, elas são mais seguras”, diz o americano Thomas McLellan, diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. Nada mais falso – em especial, quando combinadas a outras.

Nos Estados Unidos, o uso “recreativo” de analgésicos – ingeridos sozinhos ou misturados a outras drogas – já é a causa de 40% das 22 400 mortes anuais provocadas por overdose. “Alguns desses analgésicos têm toxicidade superior à da heroína vendida nas ruas”, diz McLellan. No Brasil, vem se popularizando nos clubes noturnos o coquetel conhecido por “bomba”. Vendido a 200 reais, ele inclui uma cápsula de ecstasy, uma pílula para impotência e dois comprimidos de antirretrovirais. A lógica distorcida por trás do uso da combinação é que o remédio contra a impotência evita o efeito vasoconstritor do ecstasy e possibilita a ereção, enquanto o antirretroviral “protege” contra o vírus HIV em uma eventual relação sexual sem camisinha. “O uso conjunto dessas drogas é um desvario”, diz o infectologista Juvencio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. No Brasil, médicos de fato prescrevem antirretrovirais para quem não tem o vírus HIV e foi, ou pensa ter sido, exposto a ele – caso de mulheres que sofreram abuso sexual ou de profissionais de saúde que foram vítimas de acidentes durante uma cirurgia, por exemplo. Para evitarem o contágio, eles usam um coquetel de três antirretrovirais – mas ao longo de um mês, e não por uma noite. “Não há nenhuma comprovação de que uma única dose de antirretroviral antes de uma noite de sexo sem proteção produza efeito”, diz o infectologista Artur Timerman.

Se como salvo-conduto para o sexo sem camisinha o coquetel é uma fraude, como estimulador do sexo ele atende às expectativas dos usuários – ainda que à custa de efeitos colaterais diversos. O fato de antirretrovirais como o Norvir inibirem o metabolismo de algumas das substâncias presentes no Viagra e no ecstasy faz com que os efeitos das duas substâncias perdurem no organismo – no caso do Viagra, a ponto de possibilitar ereções por até 48 horas. O infectologista Juvencio Furtado afirma que, entre os jovens que frequentam o seu consultório mensalmente, de dois a três relatam ter feito uso da “bomba”.

Comprar drogas nunca foi tão fácil. Sintéticas ou ditas “naturais”, elas estão disponíveis na internet à velocidade de um clique. Numa busca rápida, a reportagem de VEJA localizou dez traficantes que ofereciam ecstasy e LSD em comunidades ligadas a raves. De acordo com o delegado do Departamento de Investigações sobre Narcóticos da Polícia Civil de São Paulo, Reinaldo Corrêa, quase 80% dos traficantes de drogas sintéticas presos pela polícia do estado nos últimos meses têm curso superior ou estão fazendo faculdade. Isso quer dizer que, ao contrário do que ocorria até há pouco tempo, não é preciso subir morros ou aventurar-se em favelas para comprar drogas – o traficante está logo ali, ao alcance do usuário: é seu colega de classe ou de balada.

Imprudência, curiosidade e, agora, fartura: diante da facilidade com que adquirem drogas, jovens transformam a si próprios em cobaias. O ecstasy, por exemplo, a mais popular das drogas sintéticas nos clubes noturnos, raramente é ingerido sozinho. Uma pesquisa feita em 2005, com 1 140 usuários brasileiros da substância, mostrou que – antes, durante ou depois de consumi-la – 97% dos entrevistados usaram uma outra substância, legal ou ilegal, com o objetivo de potencializar o efeito do comprimido ou anular sensações indesejadas causadas por ele. É o caso do empresário paulistano Rodrigo (os nomes nesta reportagem são fictícios), de 30 anos. Depois de ingerir ecstasy, ele costuma aspirar ketamina, um anestésico de uso veterinário indicado principalmente no tratamento de cavalos. “O efeito da bala (gíria que designa o ecstasy) vem mais rápido e dura mais tempo”, diz ele. A alquimia não para por aí. Quando a festa chega perto do fim, Rodrigo toma uma dose de GHB (ácido gama-hidroxibutírico, usado no tratamento de narcolepsia e consumido como anabolizante nas academias). “É para dar um último fôlego e me ajudar a aguentar até as 7 da manhã”, diz.

A ketamina, também disponível na internet, é um líquido, mas pode ser aquecida num forno elétrico até virar pó, de maneira a ser aspirada pelos usuários como se fosse cocaína. Nos clubes noturnos, cada saquinho da substância, igualmente chamada de K (com a pronúncia inglesa da letra: “quei”), é vendido a 30 reais. Seu consumo pode provocar delírios, amnésia e a sensação de deixar o próprio corpo. “Alguns dos relatos de quem usa essa droga são similares às experiências de pacientes que quase morreram”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo. Para driblarem a segurança da entrada das casas noturnas (quando há segurança de fato), usuários do GHB levam a substância, líquida, disfarçada em recipientes de colírio ou perfume. Ecstasy e LSD passam facilmente despercebidos dentro das carteiras, quase nunca checadas pelos seguranças.

Muitas vezes, os jovens optam por consumir as drogas antes de chegar à balada, nos chamados encontros de “esquenta” ou “chill-in”, na casa de amigos. Foi numa dessas reuniões pré-balada que a vendedora Letícia, de 20 anos, chegou a misturar quatro tipos de droga, além do álcool: “Cheirei cocaína, fumei maconha, tomei ácido e ecstasy, tudo de uma vez”. O resultado foi uma “bad trip” da qual ela não gosta nem de se lembrar. “Agora, só misturo cocaína com álcool – e para poder cheirar mais”, diz.

São 3h15 da manhã num dos mais conhecidos clubes de música eletrônica em São Paulo. Para a maioria dos presentes, a noite mal começou. Para outros – como as duas garotas na faixa dos 20 anos que cambaleiam pela pista, despejando vodca em quem quer que passe à sua frente –, ela já está prestes a acabar. “Usamos bala (ecstasy) e tomamos três copos de vodca”, diz Júlia, uma das meninas. “O problema é que não jantamos antes de sair de casa por causa da dieta”, justifica-se. Depois de ver a amiga tateando o ar e cair mais de sete vezes no chão, ela decide pagar a comanda e partir num táxi, a salvo – pelo menos até a próxima festa.

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Imagem extraída da Web

O perigo é ser disponível

O psicólogo americano Thomas McLellan, um dos mais respeitados pesquisadores do mundo no tratamento de dependentes químicos, assumiu neste ano o cargo de diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. De Washington, ele falou a VEJA sobre os riscos do uso “recreativo” de remédios misturado ao de drogas ilegais. Para McLellan, não há uma droga que seja uma “porta de entrada” para o vício. “Os adolescentes usam o que está mais disponível.”

As drogas sintéticas podem viciar?
Todas as drogas sintéticas podem viciar, mas nem todas têm o mesmo potencial nesse sentido. Embora as razões não estejam claras, a maior parte das pessoas não se vicia em alucinógenos como ecstasy e LSD, por exemplo.

O número de mortes por overdose nos Estados Unidos é cinco vezes maior hoje do que na década de 70. Por quê?
Os opiáceos usados como analgésicos são hoje a droga mais prescrita no país. Se você for ao médico e disser que sofre de uma dor crônica, ele será quase obrigado a lhe prescrever um. A disponibilidade fez crescer o uso dessa droga, que é extremamente perigosa, sobretudo se misturada com álcool ou ansiolíticos. Outro fator é que os jovens, o grupo que mais morre de overdose, têm a falsa percepção de que essas drogas são mais seguras porque são feitas por empresas. Isso é mentira. O (analgésico) Vicodin é muito mais tóxico que a heroína vendida nas ruas. Em dezesseis estados americanos, o número de mortes por overdose já supera o de acidentes de trânsito. É uma situação alarmante.

Por que os Estados Unidos são o maior mercado consumidor de anfetaminas no mundo?
Nossa secretária de Estado, Hillary Clinton, disse que temos uma demanda insaciável por drogas. O que se sabe é que, nos países mais desenvolvidos, há um consumo maior de drogas. Aparentemente, ser viciado é um luxo. Quanto mais desenvolvido o país, mais problemas relacionados a vícios ele terá.

Por que o consumo de ecstasy tem crescido entre os adolescentes americanos, enquanto o de maconha diminuiu desde os anos 90?
Costumava-se pensar que a maconha fosse a porta de entrada para todas as outras drogas. Então, por muito tempo, buscou-se reprimir o uso da maconha para que o consumo de ecstasy e heroína fosse afetado. Não foi bem isso que aconteceu. Os adolescentes usam o que estiver disponível. Muitos garotos roubam drogas prescritas de suas avós para misturar com álcool. Isso nos leva a crer que não há algo como “droga de entrada”. Tudo depende da disponibilidade. Combinadas com álcool, essas drogas podem ser letais. Meu filho morreu assim.

Como isso ocorreu?
Há dezesseis meses, meu filho, de 30 anos, saiu para comemorar a formatura na universidade. Misturou álcool com ansiolíticos e remédios para dormir e teve uma overdose. Perder um filho é uma sensação devastadora. Fiquei terrivelmente perturbado. Trabalhei por 35 anos em pesquisas relacionadas a tratamento de dependentes e meu filho morreu dessa maneira. Pensava: o que é que estive fazendo nesses anos todos? Quando fui convidado para trabalhar no governo, pensei que pudesse ajudar outras famílias a evitar a tragédia que se abateu sobre a minha.

Ecstasy e anestésico para cavalos

Fernando Cavalcanti

“Comecei a consumir drogas neste ano. Já na primeira vez, usei bala (ecstasy) e GHB. Gosto de misturá-los com a ketamina, um anestésico de cavalos, para explorar as sensações dessas drogas em conjunto. Uma vez passei muito mal e tive de ficar na enfermaria. Via figuras geométricas e meu corpo não me obedecia mais – meus braços se mexiam sozinhos. Diminuí a dose de ketamina.”
César, 28 anos, produtor de documentários

Vale tudo

“Hoje, não faço nem metade do que fazia. Em doze horas de festa, tomava três comprimidos de ecstasy, dois ácidos, fumava uns oito cigarros de haxixe e bebia seis copos de vodca. Diminuí o ritmo porque ficava introspectivo e não tinha paciência para conversar. Mesmo assim, não dispenso essa combinação. Quando algum amigo tem anfetamina e efedrina, também ponho junto.”
Antônio, 23 anos, economista

“O mais ‘louca’ possível”

“Antes de sair, costumo comprar alguma coisa: quase sempre ecstasy e LSD. Quando não faço isso, sempre há um amigo de um amigo na balada que tem.
Já cheguei a gastar 400 reais em drogas e bebidas numa noite. Elas me deixam mais sociável. Uso ecstasy faz sete anos e sempre o misturo com álcool, cocaína e LSD. Gosto de ficar o mais ‘louca’ possível.”
Marina, 31 anos, dona de loja de roupas

Alucinógeno.co

No Brasil, drogas alucinógenas não só são legalmente adquiríveis pela internet como ainda podem ser pagas em suaves prestações. Sites como Natureza Divina, Jardim Mágico e Divinorum oferecem ervas como a Salvia divinorum e a Argyreia nervosa – ambas com propriedades alucinógenas – em seis pagamentos parcelados no cartão de crédito. Anunciadas como “ferramentas para praticantes de meditação e ioga, místicos, esotéricos, filósofos e artistas”, elas são, na verdade, versões legais de drogas ilegais como o LSD – e tão ou mais potentes do que ele, como provam os diversos filmes no YouTube que mostram os efeitos das plantas sobre os usuários. “Compro em sites quase todos os meses”, diz um deles, João, um corretor de imóveis de 23 anos, de Londrina (PR). “Mas, como moro com meus pais, as encomendas chegam à república de uns amigos”, afirma. A Salvia divinorum, originária do México, costuma ser desidratada e fumada. O fato de ser legal no Brasil não significa que seja inofensiva. Em 2006, após consumi-la, o estudante americano Brett Chidester, de 17 anos, suicidou-se e deixou o seguinte bilhete: “Como posso continuar vivendo depois de ter descoberto os segredos da vida? Não posso escrevê-los aqui porque esse tipo de informação pode causar o caos”. Liberada no Brasil, a erva já foi proibida em vários estados dos EUA e em pelo menos outros doze países, incluindo Alemanha, Itália e Japão.

– Bom dia, sábado (Parte 1).

👊🏻 Bom dia!
Apesar da vontade em ficar na cama com esse #friozinho, o galo já cantou e é hora de suar.
Tudo pronto para labutar mais uma vez em busca de #saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Russomano e a história da falta de banho dos moradores de rua relacionada ao Coronavírus.

Disse mas não disse. Mas tentou dizer e ficou no ar.

Viram a fala de Russomano sobre os mendigos não se contaminarem de Covid_19 na proporção imaginada anteriormente?

Não foi da forma sensacionalista que a Folha de São Paulo colocou. Mas foi inoportuna. Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2020/10/13/russomanno-diz-que-falta-de-banho-ajuda-moradores-de-rua-contra-covid-19.htm

CELSO RUSSOMANO DIZ QUE FALTA DE BANHO AJUDA MORADORES DE RUA

Celso Russomanno (Republicanos), candidato a prefeito de São Paulo, disse que moradores de rua podem ter mais resistência contra covid-19 porque não tomam banho com frequência. Ele falou isso depois de um evento com empresários da Associação Comercial de São Paulo.

Russomanno deu uma entrevista à Rede Globo e comentou que “todo mundo esperava que a covid-19 tomasse conta dos moradores de rua”. Mas o candidato acredita que isso não aconteceu.

“Nós temos casos pontuais e não temos uma quantidade imensa de moradores de rua com problema de covid. Talvez eles sejam mais resistentes do que a gente, porque eles convivem o tempo todo nas ruas, não tem como tomar banho todos os dias”, cogitou Russsomanno.

Não existe qualquer estudo que relacione a falta de banhos com a prevenção contra covid-19. A OMS (Organização Mundial da Saúde) costuma recomendar que as pessoas tomem banho para evitar a infecção pelo novo coronavírus.

Russomanno também criticou a forma como foi feita a quarentena na cidade de São Paulo. De acordo com a pesquisa Datafolha mais recente, o principal adversário dele na disputa é Bruno Covas (PSDB), atual prefeito, que foi quem comandou o isolamento na capital.

“Esse isolamento deveria ter sido feito, depois dos primeiros 30 dias, de forma vertical, cuidando das pessoas com problemas respiratórios, das pessoas cardíacas, dos idosos, das pessoas com deficiência…deveria ter sido cuidado disso, e não fechado o comércio do jeito que foi feito, quebrando e desempregando todo mundo, agora nós vamos ter que consertar isso tudo. E não vai ser fácil não”, alertou Russomanno.

Enquanto esteve no evento com empresários, Russomanno falou sobre outros temas do comércio. Ele prometeu que não vai permitir a venda de pirataria em São Paulo e prometeu dar um auxílio para empresários.

“Eu vou fazer tudo para trazer as coisas para São Paulo, inclusive recursos para os pequenos e médios empresários. O auxílio paulistano é o complemento ao auxílio emergencial, que a gente mantém a economia girando. Porque se tem dinheiro para comprar, a gente está fazendo com que a sociedade gire”, concluiu Russomanno.

Celso Russomanno criticou a quarentena feita em São Paulo - FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO

Celso Russomanno criticou a quarentena feita em São Paulo. Imagem: FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO

– Bacon, Salsicha, Linguiça, Presunto e Carne Vermelha provocariam câncer, segundo a OMS?

Ora, ora, ora… o que sobrará para os gulosos comerem?

Cada dia mais descobrimos que certos alimentos fazem mal à saúde! Os novos vilões que levariam ao Câncer me assustaram.

Abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/10/oms-coloca-carne-processada-na-lista-de-alimentos-cancerigenos.html

OMS COLOCA BACON, LINGUIÇA E SALSICHA NA LISTA DE ALIMENTOS CANCERÍGENOS

O consumo de produtos como salsicha, linguiça bacon e presunto, aumenta o risco de câncer do intestino em humanos, afirma um novo relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) publicado nesta segunda-feira (26). De acordo com o documento, a carne processada é um fator de risco certo para a doença, e carnes vermelhas de um modo geral são um fator de risco “provável”.

As canes processadas foram colocadas na lista do grupo 1 de carcinogênicos – que já inclui tabaco, amianto e fumaça de diesel – para os quais já há “evidência suficiente” de ligação com o câncer. O relatório foi feito pela IARC (Agência Internacional de Pesquisa do Câncer), órgão ligado à OMS.

RISCO DE CÂNCER

“Para um indivíduo, o risco de desenvolver câncer colorretal em razão do consumo de carne processada permanece pequeno, mas esse risco aumenta com a quantidade de carne consumida”, afirmou Kurt Straif, chefe de programa Monographs, do IARC, que avalia riscos para o câncer.

Um estudo de meta-análise — que avaliou diversos outros estudos– estima que cada porção diária de 50 gramas de carne processada aumente o risco de câncer colorretal em 18%. Esse tipo de câncer é hoje o segundo mais diagnosticado em mulheres e o terceiro em homens, e está matando 694 mil pessoas por ano (segundo dados de 2012 da OMS, os mais recentes).

A carne vermelha – grupo dentro da qual estão tecido muscular de boi, porco, carneiro, bode e cavalo – foi classificada como um carcinógeno (produto capaz de provocar câncer) “provável” e entrou na lista do grupo 2A, que contém o glifosato, princípio ativo de muitos herbicidas.

A definição do IARC para carne processada inclui produtos “transformados por salgamento, curagem, fermentação, defumação e outros processos para realçar sabor ou melhorar a preservação”, afirma um artigo publicado por cientistas do IARC na revista médica “The Lancet”, que acompanhou a divulgação do novo relatório.

CARNE VERMELHA

“Essas descobertas dão mais suporte às recomendações sanitárias atuais para limitar o consumo de carne”, afirmou Christopher Wild, diretor do IARC.

“Ao mesmo tempo, a carne vermelha tem valor nutricional”, afirmou o médico, sugerindo que as novas recomendações não sejam encaradas de maneira alarmista. “Esses resultados, então, são importantes para permitir governos e agências regulatórias internacionais para conduzirem avaliações de risco, de modo a equilibrar riscos e benefícios de comer carne vermelha ou processada e para fornecer as melhores recomendações diárias possíveis.”

“A maior parte das carnes processadas contém carne de porco ou boi, mas também pode conter outras carnes vermelhas, frango, carne de segunda (fígado, por exemplo), ou subprodutos da carne, como o sangue”, afirma o artigo.

A classificação mais branda para a carne vermelha é reflexo de “evidências limitadas” de que ela causa câncer. O IARC descobriu ligações principalmente com o câncer de intestino, mas também observou associações com tumores no pâncreas e na próstata, afirmou.

– A reinfecção por Covid_19 é real?

Há poucos dias, falamos sobre a real preocupação de uma segunda onda de contágio do Novo Coronavírus e a possibilidade de reinfecção (ou seja: se quem já pegou, pegaria de novo).

Abordamos em: https://wp.me/p4RTuC-rog.

Pois bem: na Holanda, ontem, uma senhora morreu após pegar pela 2a vez. Ao todo, oficialmente, há 5 mortos por comprovada reinfecção.

São exceções; pessoas de baixa imunidade; a imunidade seria somente temporária ou a mutação do vírus é grande? 

Ficarmos ainda na dúvida. Por isso, o alerta: vamos nos prevenir!

– O Coronavírus resistiria até 28 dias em alguns ambientes?

Essa informação vem da BBC: se presente no dinheiro ou em telas de celular, o vírus que transmite a Covid_19 poderia durar, segundo um estudo, quase 1 mês!

Será?

Em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-54503398?at_custom4=3A15CB1A-0BFF-11EB-93DA-91274D484DA4&at_custom1=%5Bpost+type%5D&at_campaign=64&at_medium=custom7&at_custom2=twitter&at_custom3=BBC+Brasil

COVID-19: CORONAVÍRUS PODE “SOBREVIVER POR 28 DIAS” EM CELULAR E DINHEIRO

O vírus responsável pela covid-19 pode permanecer infeccioso em superfícies como notas de dinheiro, telas de celulares e aço inoxidável por até 28 dias, dizem pesquisadores.

A descoberta da agência científica nacional da Austrália sugerem que o SARS-Cov-2 pode sobreviver em superfícies por muito mais tempo do que se pensava.

No entanto, alguns especialistas duvidam da real ameaça representada pela transmissão por superfícies.

O vírus é mais comumente transmitido quando as pessoas tossem, espirram ou falam.

Estudos anteriores feitos em laboratórios descobriram que o SARS-Cov-2 poderia sobreviver de dois a três dias em cédulas e vidro, e até seis dias em superfícies de plástico e aço inoxidável, embora os resultados variem.

A última pesquisa da agência australiana CSIRO revelou que o vírus era “extremamente robusto”, sobrevivendo por 28 dias em superfícies lisas, como vidro usado para fabricar telas de telefones celulares, além de notas de papel e plástico, quando mantidos a 20° C — considerada temperatura ambiente.

Em comparação, o vírus da gripe pode sobreviver nas mesmas circunstâncias por 17 dias.

Os experimentos foram realizados no escuro, já que a luz ultravioleta já demonstrou matar o vírus.

“Estabelecer por quanto tempo o vírus realmente permanece nas superfícies nos permite prever e mitigar sua disseminação com mais precisão, e fazer um trabalho melhor de proteger o nosso povo”, disse o presidente-executivo da CSIRO, Larry Marshall.

No entanto, o professor Ron Eccles, ex-diretor do Common Cold Centre, da Cardiff University, criticou o estudo e disse que a sugestão de que o vírus poderia sobreviver por 28 dias estava causando um “medo desnecessário nas pessoas”.

“Os vírus se espalham nas superfícies a partir do muco de tosses, espirros e dedos sujos. E este estudo não usou muco humano fresco como veículo para espalhar o vírus”, disse o professor Eccles.

Mães limpando a tela do smartphone

Resultados destacam a necessidade de não apenas lavar as mãos, mas também limpar as telas sensíveis ao toque regularmente (GETTY IMAGENS)

– Até que enfim, a Fase Verde em Jundiaí!

Ufa, parece que a coisa está evoluindo para a busca da normalidade, com a queda nos casos de Covid_19. A retomada de outras atividades, como cinemas e teatros, além da questão das escolas, é uma realidade na zona verde (boa parte do Estado de São Paulo entrou nela).

Segundo o UOL, agora “na fase verde, setores de serviço e consumos podem funcionar com uma taxa de ocupação maior e por mais horas. Shoppings centers, galerias e estabelecimentos comerciais em geral podem funcionar com 60% da capacidade e por 12 horas. Bares e restaurantes também devem obedecer à taxa de 60% da ocupação e poderão ficar abertos para consumo local até as 23h, tendo que interromper os serviços uma hora antes, às 22h. Salões de beleza e academias também ficam autorizados a funcionar com 60% de lotação, sempre obedecendo os protocolos específicos de higiene e distanciamento de cada setor.”

Nos cuidemos para a fase azul chegar em breve!

– Para chegar à Cocaína, começa-se com o Cigarro!

É isso mesmo. Para chegar até a Cocaína, há elementos que contribuem, e a Nicotina, segundo comprovação científica, é um deles. Abaixo, extraído da Science Translational Medicine.

Em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5450641-EI8147,00-Nicotina+pode+abrir+a+porta+para+consumo+de+cocaina+diz+estudo.html

NICOTINA PODE ABRIR A PORTA PARA CONSUMO DE COCAÍNA, DIZ ESTUDO

A nicotina provoca mudanças no cérebro que podem abrir a porta para o consumo de cocaína, revela um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Science Translational Medicine.

Estudos anteriores relacionaram o consumo de álcool e tabaco com o uso progressivo de outras drogas, como a maconha, mas agora o professor Amir Levine, da Universidade de Colúmbia, analisou a base biológica deste efeito e descobriu em um estudo com ratos que a nicotina aumentou a resposta à cocaína.

A resposta do animal foi mais positiva para cocaína quando os ratos que foram “pré-tratados” com nicotina depois receberam doses de nicotina e cocaína ao mesmo tempo.

Os pesquisadores sugerem que a nicotina aumenta a habilidade da cocaína para aceder e aumentar a expressão do gene FosB, que codifica uma proteína que é um fator de transcrição, ou seja, que regula muitos outros genes por sua vez envolvidos na resposta conductual perante a cocaína, explicou à Agência Efe Ruben Baler, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos.

Baler apresenta também junto com a diretora deste Instituto, Nora Volkow, um estudo em perspectiva relacionado com o de Lavine, centrado nas mudanças epigenéticas (processos genéticos que não envolvem mudanças na sequência de DNA do animal) da nicotina.

Baler indicou que o tema geral tem a ver com a teoria de que as drogas são usadas em sequência, “primeiro as pessoas começam a usar uma droga que seja mais leve e pouco a pouco tendem a usar drogas mais pesadas, mais perigosas”.

Segundo o pesquisador, porém, “não está claro por que há uma sequência, se acontece por uma mudança morfológica que vai ocorrendo no cérebro e torna a pessoa ser mais vulnerável ao uso de drogas mais pesadas, ou se simplesmente a pessoa usa o que é mais acessível no início e depois usa outra coisa mais pesada”.

Para Baler, “possivelmente é uma combinação de ambos os fatores”, já que há evidências de que ocorrem mudanças estruturais funcionais em vários níveis no cérebro, de modo que o animal é mais sensível à cocaína.

“O que este estudo mostra de maneira bastante contundente em um modelo animal é que o uso crônico da nicotina durante sete dias de exposição muda basicamente parâmetros muito importantes no cérebro, o que faz com que o animal seja mais vulnerável e sensível aos efeitos da cocaína”.

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– E Viva a Iniciativa do Outubro Rosa

Outubro é o mês em que historicamente se chama a atenção para a prevenção do Câncer de Mama. Para isso, o “Cor-de-Rosa” é usado para lembrar as mulheres do auto exame.

Aliás, sabe como surgiu a iniciativa?

Abaixo, extraído de: http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm

OUTUBRO ROSA

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

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– Bom sábado, parte 1 de 4:

👊🏻 Bom dia!

Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde.

Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– A real preocupação da Segunda Onda de Covid-19

Quando surgiu o Novo Coronavírus, ele era algo desconhecido. A Ciência foi aprendendo sobre suas características (e continua até hoje) e muita coisa ainda está para ser respondida. As 3 principais:

  1. O que / como / quando se dará a 2a onda
  2. A intensidade e duração desse novo momento crítico (já real em alguns países); e
  3. As chances de reinfecção (duraria apenas alguns meses a imunidade?).

Eu fico estarrecido em ver o caos voltando na Espanha e Inglaterra, possibilitando um novo lockdown, além da situação de Manaus, que estava calma, voltando a ser calamitosa.

Será que os planos de reabertura e volta da normalidade até o final do ano serão deixados de lado? Viveremos essa angústia do isolamento e cuidados sanitários extremos (que são necessários) por quanto tempo?

Parece-me que o grande triunfo do vírus é iludir as pessoas que a coisa está mais calma. Não podemos relaxar!

– Cadê o sono?

Alguns dizem que “dormir é para os fracos”!

Discordo, é para quem “pode” ou para quem “consegue”.

Eu, que sempre sofri para dormir, me contento com algumas suficientes horinhas.

Não sei se invejo ou não o urso da foto:

– Prevenir não custa nada!

Nenhum pai ou mãe gosta de levar seus filhos ao médico. Se for para prevenção, aí muda-se de figura: tudo bem!

Nestes tempos de pandemia, os protocolos exigem cuidados demais para nossas crianças no consultório, e precisamos estar atentos a eles. Mas a causa é boa: saúde dos pequenos, então vale o sacrifício.

Pudera, para sempre ter um sorriso como esse saudável, não existe falta de esforço!

– A dependência causada pelo Facebook: um vício a ser tratado.

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

– O futebol não é algo sério: Daniel Alves, Flamengo e Torcidas.

O Governo liberou a possibilidade de até 30% da capacidade dos estádios para torcedores, ficando a cargo de autoridades estaduais e municipais regularem a fiscalização e permissão. No mesmo dia, a Inglaterra anunciou que não se deve ter torcedores nas arquibancadas nos próximos 6 meses. Quem está com a razão?

No Equador, o jogo do Flamengo estava confirmado, adiado, depois confirmado e com a necessidade de deixar o estádio em quarentena pós-partida. Levando em conta que o Del Valle, último clube que jogou com o Mengão testou TODOS como negativo, parece que os brasileiros é que foram imprudentes…

Por fim: Daniel Alves não viajou com o São Paulo pois estava lesionado com o braço. Mas postou foto com tamborim usando o membro machucado, feliz da vida. Se o clube não está em boa fase, é prudente tal postagem?

Falta no Brasil: seriedade, profissionalismo e… “semancol”

– A diferença do preço de medicamentos nos EUA e no Brasil

Abaixo publico duas fotos: a de uma caixa com 30 comprimidos de Vitamina C comprada no Brasil e um pote com 100 cápsulas comprado nos EUA. Ambos têm a mesma quantidade por dose: 500 mg. 

A diferença está no preço: a embalagem brasileira com 30 custa  R$ 27,00 aproximadamente. A americana com 100 custa US$ 2.00

Incrível, não? Aqui, R$ 0,90 / comprimido. Lá, US$ 0.02 por cápsula

– Reação adversa no teste da Vacina de Oxford traz medo quanto às russa e chinesa

A AstraZeneca e a Universidade de Oxford, que tem como parceira a Unifesp, suspenderam os testes para a Vacina contra o Covid_19 por conta do “adoecimento sem explicação de paciente”.

Mediante a reação adversa do voluntário, faz-se necessário ter calma para a continuidade dos trabalhos (é esse o procedimento de instituições sérias e responsáveis). E diante disso, lembro que abordamos em outra oportunidade: a vacina mais rápida da história da humanidade foi a da Caxumba, que levou 4 anos para ser desenvolvida (afinal, há a necessidade de ver os efeitos a longo prazo para saber se ela é segura ou não). Por conta deste fato, fico pensando: as vacinas russa e chinesa, tão “ligeiras”, poderão realmente ser tomadas com tranquilidade?

Hum… eu sou medroso. E você?

– Afinal, existe ou não a reinfecção por Covid-19?

Um tema ainda obscuro para a Ciência: quem pegou Covid_19 uma vez, pegará de novo?

Sobre isso, em: https://www.youtube.com/watch?v=4rD3iW4cwK8

– A Índia e a Pandemia

A Índia tornou-se o 2o país do mundo em casos de Covid-19, passando o Brasil. Mas, surpreendentemente, não tinham tantas ocorrências anteriormente, creditando tal fato aos “fatores culturais”, além da cloroquina. Não era bem assim…

100 dias, veja o cenário absurdamente diferente (de otimismo e números baixos) e o que era dito. Relembre em: https://professorrafaelporcari.com/2020/05/27/o-que-explica-os-baixos-indices-de-coronavirus-na-india/

 

– Por quê eu corro?

Um amigo perguntou como é a minha rotina de treino (o que eu faço ou no que me concentro).

Dias atrás eu contei que é um momento diário importante para mim, onde consigo conciliar a saúde do Corpo, da Mente e da Alma.

Compartilho uma explicação com os momentos de uma atividade física de dias atrás, no link em: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

Baú da Dri|Bloggingtips & Lifestyle: Corpo mente e alma

Imagem extraída da Web (autoria desconhecida, quem souber, informar para crédito na postagem).

– Pastoral da Sobriedade

Vejam que importante: achei esse folheto em meio a um livro, e, pelo assunto, acho extremamente importante divulgar: a PASTORAL DA SOBRIEDADE, que atende às pessoas que se deixaram tomar pelos vícios.

Estar sóbrio, nos dias de hoje, é algo difícil por natureza. Ainda mais com tanta porcaria sendo ofertada à sociedade.

Se você conhece pessoas que precisam dessa ajuda, informe-as! Abaixo:

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– Não deixe-se desanimar. Depressão? Se cuide!

Ainda existe aquele tipo de pessoa que diz: “psicólogo é coisa para fresco”, além do preconceito contra quem se diz “depressivo”.

Pare com isso! Respeite o enfermo e reflita, em: https://www.youtube.com/watch?v=idbT6TdK0iI

– O Perigo da Mistura de Remédios

Por que muitos jovens se “entopem” de remédios para ter diversão? Cada vez mais o uso de medicamentos contra a impotência sexual misturado com energéticos tem sido um perigo costumeiro para alguns. Mas agora há um novo problema: o público gay que utiliza dessas drogas, potencializando-as com medicamentos do coquetéis AntiAids, nas baladas à noite.

Extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/07/27/mistura+explosiva+nas+baladas+7514946.html

MISTURA EXPLOSIVA NAS BALADAS

Por Fernanda Aranda

Um trio perigoso começou a frequentar baladas e festas particulares, principalmente entre o público gay. É a mistura de três pílulas – medicamento contra impotência, ecstasy e uma das drogas usadas no coquetel antiaids -, que pode potencializar o efeito de cada uma delas, ampliar os danos cardíacos, causar desidratação e até levar o usuário à morte.

O pagamento de até R$ 200 pela tríplice de comprimidos é justificado pelos efeitos de cada um deles. O ecstasy é para pirar; o Viagra para ter fôlego, aguentar todas as relações sexuais e aumentar a libido; e o remédio contra a aids tem o objetivo de evitar infecções ao manter relações sexuais sem camisinha – para o que, entretanto, não há comprovação científica. Antes, o público já recorria aos fortes medicamentos para tratar o vírus HIV pós-sexo de risco, chamado de “coquetel do dia seguinte”.

O alerta dos especialistas quanto à prática é que mesmo que este comportamento esteja restrito ao grupo gay, a história da aids já mostrou que a doença não segue e nem respeita orientações sexuais. “É uma situação que nos preocupa porque acende a suspeita de um comércio paralelo de antirretrovirais (medicamentos do coquetel)”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Juvêncio Furtado, que em seu consultório particular já ouviu o relato de pelo menos seis pacientes que contaram como o “trio” tem sido usado na noite paulistana. “No início da epidemia de aids (anos 80), havia contrabando da medicação, que acabou quando foi ampliada a cobertura dos pacientes pelo Sistema Único de Saúde (em 1996). Ainda que nada tenha sido comprovado, essa hipótese agora volta à tona.”

Atualmente, todos os cerca de 600 mil portadores do HIV que residem no Brasil são assistidos pelo programa nacional e gratuito que cuida da doença no País. Aqueles que estão em fase mais debilitada de saúde recebem gratuitamente uma combinação de antirretrovirais, elaborados individualmente para cada paciente. A distribuição é controlada e não há venda em farmácia.

“Os antiaids são vendidos nas festas por gente que toma o coquetel. Não tem um comprimido X ou Y. É qualquer um”, contou Lucas, nome fictício, soropositivo e testemunha desse hábito. Leandro, também nome fictício, que durante dois meses deste ano foi adepto do antirretroviral antes da bebedeira e do sexo, conta como conseguia o medicamento. “Por muitas vezes comprava de pessoas que conhecia e são portadoras. Em outras, com amigos de amigos”, diz.

“É fácil encontrar os medicamentos para venda. São comercializados como droga inclusive nas baladas”, afirma. Esses tipos de relatos já chegaram aos ouvidos de Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do Ambulatório do Centro Estadual de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo. “É impressionante”, diz . “É preciso ter consciência. Os medicamentos mudam todo o mecanismo celular, podem causar diarreias severas. Infelizmente, a geração atual associa a prevenção do HIV a um comprimido”, afirma.

O infectologista Artur Timerman, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, ressalta que o “trio” que passou a frequentar as baladas é uma bomba para o coração, tem efeitos colaterais, muitos ainda nem mensurados pela medicina, além de representar uma ameaça ainda mais séria para o controle da aids. “O uso indiscriminado é uma ode à irresponsabilidade, pode deixar o organismo resistente ao medicamento”, afirma. “Isso significa que, se um dia a pessoa precisar do coquetel porque foi contaminada, não vai funcionar” , diz.

O número de adeptos da mistura ainda não foi calculado. “Já ouvimos falar muito sobre o uso desvirtuado dos antirretrovirais misturados a outras drogas, mas nunca conseguimos detectar a veracidade disso por meio de estudos científicos”, afirma o médico Ésper Kállas, que coordena pesquisas sobre o assunto no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) . “No ano passado, um dos médicos que é colaborador do nosso projeto fez um trabalho para tentar mapear esse comportamento em São Francisco, um dos redutos gay dos Estados Unidos”, conta.

A coleta de dados foi feita em circuitos de bares e clínicas. Os resultados mostram que 18% dos entrevistados já tinham ouvido falar no coquetel, parcela que caiu para 2% quando a pergunta era se “uma pessoa conhecida” já o tinha utilizado. Apenas 0,12% dos entrevistados no levantamento admitiu ter usado a mistura.