Finished!
Valeu o “suador”. Treino da manhã / madrugada bem controlado, sempre mantendo o ritmo e monitorando os batimentos cardíacos.
Qualquer atividade física sempre fará bem. Pratique!

Finished!
Valeu o “suador”. Treino da manhã / madrugada bem controlado, sempre mantendo o ritmo e monitorando os batimentos cardíacos.
Qualquer atividade física sempre fará bem. Pratique!

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Vamos madrugar e trabalhar?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando o cortisol?
Pratique esportes. Sempre! Corpo, alma e mente agradecem.
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas
Consuma fibras e vitaminas diretas da natureza: coma frutas!
São baratas e nos fazem bem.
Hoje: pêra, manga e morango.

🍐 🥭 🍓 #saúde
A Folha de São Paulo (http://classificados.folha.com.br/empregos/962671-perda-de-peso-e-novo-alvo-de-empresas.shtml) traz uma importante matéria sobre o mundo corporativo e algumas exigências aos empregados.
A moda agora é: fazer com que os funcionários emagreçam!
Hum… assunto delicado, tratado abaixo:
PERDA DE PESO É ALVO DAS EMPRESAS
Por Marcos Vasconcellos
Companhias estão levando ao pé da letra a expressão “cortar gordura”. O termo, que define redução de gastos no mundo corporativo, agora também refere-se a programas de emagrecimento.
O Vigilantes do Peso Empresarial registrou alta de 185% da clientela no último ano. Hoje atende a 37 empresas do país que têm de 100 a 110 mil funcionários. No mesmo período de 2010, eram 13. O Leve na Boa, programa de orientação nutricional da Omint, companhia de saúde corporativa, teve adesão de seis empresas no primeiro semestre de 2011 -durante todo o ano de 2010, foram oito.
O aumento da obesidade no trabalho segue o ritmo observado no país. Segundo o Ministério da Saúde, em 2010, 48,1% dos brasileiros eram obesos ou tinham sobrepeso. Em 2006, o índice era 42,7%.
A analista de recursos humanos Danielle Shibayama, 30, pediu para participar do programa oferecido pela empresa de software em que trabalha, Totvs. Estava “insatisfeita” com os 63 kg em 1,58 m e com a “autoestima baixa”. Em dois meses e meio, perdeu 6,2 kg. Recuperou a confiança e diz estar mais disposta. O programa, avalia, é melhor do que dietas que fez sozinha, pois, na empresa, ela “compartilha experiências”.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Uma semana “mais curta” começa para alguns, ou simplesmente a normalidade continua para outros.
Não importa. Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas #asics #mizuno
Um dos “papas” da Medicina, Dr Ben Hur Ferraz Neto, do Hospital Albert Einstein, falou tempos atrás sobre ética na medicina, a não-cobrança de primeiras consultas, a revelação do real estado de saúde aos pacientes e das dúvidas e medos de um médico na hora do transplante de fígado. Interessantíssimo!
Extraído de: http://veja.abril.com.br/141009/caixa-preta-cirurgia-p-17.shtml
CAIXA PRETA NA CIRURGIA
Um dos maiores nomes do transplante de fígado no Brasil diz que deveria haver monitoramento eletrônico nas salas de cirurgia e que o paciente não deveria pagar a primeira consulta
por Adriana Dias Lopes
Quando um paciente aparece no consultório do cirurgião paulista Ben-Hur Ferraz Neto, de 47 anos, é grande a possibilidade de seu caso ter sido considerado inabordável por outros médicos. Seus pacientes são candidatos a um transplante de fígado ou sofrem de câncer em estágio avançado. Com 22 anos de carreira, e 2 000 operações no currículo, Ferraz Neto, chefe do Programa de Transplantes do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, tem propostas revolucionárias, mas de fácil adoção, para melhorar a prática da medicina no Brasil. Todas favorecem o paciente. Só cobrar quando ele aparecer para a consulta de retorno é uma delas. A outra é remunerar os médicos pela qualidade, e não pela quantidade. A mais extraordinária é encarar a sala de cirurgia como o cockpit de um jato comercial e registrar as imagens, sons e dados da operação. Diz ele: “Todos ganhariam com essas informações”.
PERGUNTAS E RESPOSTAS
Quer uma cirurgia 100% segura? Combine com o cirurgião que se o paciente morrer ele também morre. É isso mesmo?
-Essa é uma máxima cínica que os estudantes de medicina gostam de usar uns com os outros, mas ela não é totalmente divorciada da verdade. Como ocorre com qualquer profissional obrigado a um esforço constante de máxima concentração e de intensa demanda técnica, o cirurgião pode ter momentos de menor concentração. Esses momentos são de pouca consequência para o paciente nos grandes hospitais, em que o cirurgião está cercado de equipamentos adequados e de uma equipe de excelência e bem treinada. Mas, em outros cenários, o desenlace pode ser trágico.
Resumindo, não existe cirurgia 100% segura…
-Exatamente, e não só pelas razões acima. Viver não é 100% seguro. Parte de uma cirurgia é fazer o que foi planejado. Mas a outra parte é reagir aos imprevistos. Por definição, é impossível prever o imprevisto. A probabilidade de um médico ser surpreendido durante a cirurgia varia conforme a complexidade do procedimento. Em um transplante de fígado, uma cirurgia grande, o risco de ocorrer um imprevisto é de 5%. No procedimento para extração da vesícula, essa probabilidade cai para 1%. Na imensa maioria das vezes, esses imprevistos produzem situações contornáveis. A probabilidade de morte durante a operação de trasplante de fígado é de apenas 0,5%. Na retirada da vesícula, é de menos de 0,1%.
| “Parte de uma cirurgia é fazer o que foi planejado. Mas a outra parte é reagir aos imprevistos. Por definição, é impossível prever o imprevisto” |
O que mais contribuiu para o aumento da segurança na sala de cirurgia?
-A evolução nos equipamentos de imagem contribuiu muito para reduzir os riscos. Esses aparelhos dão ao cirurgião uma ideia bastante fiel do que ele encontrará na situação cirúrgica. Mas eles ainda não fornecem todas as informações necessárias e talvez nunca evoluam a ponto de funcionar como um simulador absolutamente confiável do que será a cirurgia real. Para que isso seja possível não bastam imagens. O aparelho teria de reproduzir a vida em tempo real, com a pulsação, o sangue correndo pelas veias do paciente e o movimento dos órgãos.
Como o cirurgião se prepara para enfrentar imprevistos?
-O cirurgião tem de ter duas qualidades básicas. A primeira é ser resoluto, o que permite tomar decisões rapidamente. A segunda é o autocontrole. Os imprevistos testam ao máximo essas duas qualidades. Elas ajudam o médico a mudar o procedimento de acordo com as exigências da situação.
Os erros médicos nascem desses imprevistos?
-O erro médico, infelizmente, não precisa de imprevisto para ocorrer. Esquecer um pedaço de gaze na barriga do paciente parece algo impossível para quem nunca viu uma cirurgia. Mas essa é uma situação que pode acontecer. A gaze absorve o sangue com muita facilidade e se confunde totalmente com outros elementos do campo cirúrgico. Às vezes, um pedaço de gaze escapa aos olhos do cirurgião. Os bons hospitais têm procedimentos que impedem essa ocorrência. Em toda equipe cirúrgica, há uma pessoa designada para fazer o balanço do número de gazes abertas e comparar com o número de gazes descartadas durante a operação. Os números têm de bater exatamente. Quando isso não ocorre, a pessoa dá o alerta e o paciente é submetido a um exame de raio X antes de a operação ser finalizada. Para que o exame acuse o problema, é preciso que a gaze utilizada seja feita de material radiopaco, que possa ser detectado pelos raios X. Uma gaze desse tipo custa mais caro, mas o investimento vale a pena. Um pedaço de gaze esquecido no corpo do paciente pode causar abscessos, infecções e danificar um órgão. Isso é apenas um exemplo de que os erros médicos fazem parte do nosso universo e é preciso sempre estar atento.
O que seria uma medida realmente efetiva para diminuir esses erros em uma sala de cirurgia?
-Para arrepio de muitos de meus colegas, eu defendo a ideia de que os grandes hospitais instalem “caixas-pretas” nas salas de cirurgia. Uma sala de cirurgia tem muitas similaridades com o cockpit de um jato comercial. Ali são tomadas decisões de vida e morte, e é proveitoso para todo mundo que essas decisões estejam devidamente registradas. Isso não ajudaria apenas a elucidar erros médicos. Serviria para criar um banco de informações de imagens, sons e dados de milhares de cirurgias. Esse banco de dados seria de incomensurável valor para os profissionais médicos, para os pesquisadores e estudiosos. Não se trata de vigiar a equipe, criando uma tensão a mais para os profissionais no ato cirúrgico. A ideia é que a ciência, o conhecimento exposto durante a cirurgia fique registrado e possa ser consultado no futuro.
Por que sua ideia de uma caixa-preta na sala de cirurgia assusta os médicos?
-Acredito que toda ideia nova precisa de um tempo de maturação para ser aceita. Mas acredito muito nela. O paciente seria o grande beneficiado por ela, e acho que muitos prefeririam ser operados em um hospital com caixa-preta na sala cirúrgica a passar por uma cirurgia em um outro que não possua esse item adicional de segurança. Toda garantia que possa ser dada ao paciente deve ser dada. O paciente de uma cirurgia está sempre em uma circunstância extremamente vulnerável. Para começo de conversa, ele está sedado, semidespido, longe dos amigos e da família. Não tem testemunhas para acompanhar os procedimentos que vai sofrer. Já o cirurgião vive a circunstância oposta. Ele está no total controle da situação. Ele sabe o que fazer, comanda os procedimentos dos quais depende a vida do paciente. Acho que se submeter a uma cirurgia é a maior demonstração de confiança que um ser humano pode dar. É justo que a pessoa em um momento desses tenha a segurança de saber que tudo está sendo gravado.
Como reconhecer seu limite como médico?
-O limite é sinalizado pela dúvida. O cirurgião precisa ter respeito pela dúvida. Quando ela surge, ele tem a obrigação de parar, pensar e discutir com a equipe sobre a conduta a ser seguida. É um perigo deixar que as dúvidas prosperem no centro operatório. A situação começa a se deteriorar quando um cirurgião não tem a humildade e a maturidade de dizer um “não” ou um “não sei”.
O senhor costuma dizer muitos “não” e “não sei”?
-Pelo menos uma vez por semana. Mas já foi diferente. O único paciente que perdi na mesa de cirurgia morreu por eu não ter dito um “não”. Aprendi naquele caso que às vezes a melhor coisa a fazer pelo paciente é não fazer nada. Isso ocorreu em 1995. Lembro-me nitidamente de cada detalhe. Foi horroroso. Eu havia acabado de chegar da Inglaterra, e esse era o segundo paciente que iria transplantar com minha própria equipe. Meu primeiro transplante tinha sido um sucesso e eu estava muito entusiasmado, naquele estado em que as pessoas nem sonham que algo de errado possa se passar com elas. Pois foi exatamente o que ocorreu. Apareceu em meu consultório um paciente cujo estado era gravíssimo. Portador de cirrose, ele tinha várias tromboses pelo corpo e já havia sido recusado por mais de um médico. Eu decidi aceitar esse paciente. Estava claro que ele morreria em poucos meses se não fosse submetido a um transplante logo. A cirurgia foi feita algumas semanas mais tarde. Retirei o fígado dele depois de seis horas de operação. Havia sido tudo muito trabalhoso, mas, no geral, estava dando certo. De repente, quando fui reconstruir uma das veias do paciente, um pouco antes de ele receber o novo órgão, o vaso começou a sangrar incessantemente. As veias estavam muito frágeis em decorrência da cirrose. Durante quatro horas tentei controlar o sangramento e nada funcionou. Ele morreu em decorrência da hemorragia. Saí da sala pela escada do centro cirúrgico e não consegui chegar ao final. Sentei em um degrau mal contendo a emoção. Foi uma lição definitiva para mim.
| “Nós (os médicos brasileiros) deveríamos passar por um controle de qualidade maior. Acho que isso teria de ser fator determinante na remuneração do médico” |
A maioria de seus pacientes está em estado grave. O senhor não se angustia de lidar tão assiduamente com o limite entre a vida e a morte?
-Faço tudo o que estiver ao meu alcance para amenizar o sofrimento causado pela doença. Mas não submeto meu paciente a tratamento que não lhe traga real benefício. Não vejo por que submetê-lo aos efeitos colaterais de uma químio quando isso não tem o menor efeito sobre a doença em si. Esse paciente tem de aproveitar o tempo que lhe resta para fazer aquilo de que mais gosta: conviver com a família, viajar…
O que se deve contar ao paciente sobre seu real estado de saúde?
-Essa é uma discussão complexa. Mas, de uma forma ou de outra, tudo deve ser dito. Eu procuro sentir até onde o paciente deseja mesmo saber. Isso nem sempre é dito em palavras por ele. Pode haver enganos. Certa vez, um paciente com pouco mais de 40 anos sentou-se à minha frente de mãos dadas com a mulher e disse: “Bem, agora que o senhor fez todos os exames, quero saber exatamente minha situação. Não se preocupe com minha reação. Sou bem-sucedido profissionalmente, tenho uma situação financeira estável e minha família ficará bem se eu vier a faltar. Além de tudo, sou um sujeito racional. Sei lidar com emoções”. Revelei, então, seu gravíssimo problema e a impossibilidade de submetê-lo a uma intervenção cirúrgica, o que provocou a indagação de quanto tempo lhe restava de vida. Pela experiência, em casos dessa natureza, embora nunca seja possível precisar o tempo de sobrevivência, acenei com um tempo em torno de seis meses. O olhar dele se congelou. Ele apertou o braço da mulher e falou: “Não te disse, querida, que não era nada grave?”. Foi um processo de imediata negação da realidade. Nunca mais esqueci aquele momento.
Os médicos brasileiros são pouco controlados?
-Sem dúvida. Nós deveríamos passar por um controle de qualidade maior. Qualidade implica o resultado do trabalho, mas também o uso responsável dos recursos. O bom resultado é atingido quando o tratamento traz o benefício proposto. Acho, inclusive, que isso teria de ser fator determinante na remuneração do médico. Em qualquer atividade profissional há indicadores de avaliação. Na medicina, raramente eles existem. No caso dos transplantes, a situação começa a mudar. Em São Paulo, criou-se um sistema que permite aos médicos comparar seus resultados on-line, em tempo real, com a média das demais equipes transplantadoras do estado. Eu tenho batalhado para que esses resultados possam ser consultados por qualquer pessoa, e não apenas pelos médicos. Isso ajudaria o paciente a comparar os dados e escolher com mais segurança a quem ele vai entregar o cuidado com sua saúde.
O que mais ajudaria o paciente a escolher melhor?
-Uma medida simples e revolucionária seria os médicos passarem a cobrar apenas a partir da segunda consulta, no retorno. A primeira consulta deveria durar no mínimo uma hora e ser usada somente para que o médico se inteirasse do problema e avaliasse sua capacidade de oferecer ajuda efetiva ao paciente. Feita a explanação, ele só voltaria se estivesse plenamente de acordo com o que ouviu do médico. Essa ideia também desagrada aos médicos, mas eu os convido a repensá-la. A médio prazo, eles perceberiam que dessa forma passariam a contar com um paciente fiel e com total aderência ao tratamento. Todos ganhariam.
Hoje, exercitei 5,2k de corrida e caminhada, sem atropelos ou imprevistos!
Pratique qualquer atividade física, o corpo agradece (e a mente também).

🏃🏼 #saúde
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Curtindo o feriado?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Pratique esportes. Sempre! Isso ajuda no controle do cortisol.
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics
Um amigo perguntou como é a minha rotina de treino (o que eu faço ou no que me concentro).
Dias atrás eu contei que é um momento diário importante para mim, onde consigo conciliar a saúde do Corpo, da Mente e da Alma.
Compartilho uma explicação com os momentos de uma atividade física de dias atrás, no link em: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Garoa lá fora, agora.
Comecemos uma nova semana?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics #adidas
Fim de treino. Há pouco, já contei minha rotina nas postagens anteriores. Vale a pena suar.
Hoje um pouco mais cedo, a fim de conseguir dar conta das atividades dominicais.
Pratique esportes, controle os BPMs e seja feliz. O corpo agradece.

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que chuva na madrugada, não?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas #nike
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que ventinho chato lá fora, não? Por aqui, vai chover.
Falando em “lá fora”… tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde (não sei se na rua ou na esteira). Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando sempre o cortisol?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics #reebok
As crianças amaram a minha salada de frutas desta tarde: ameixa gema-de-ovo, morango, kiwi, pêssego e melancia.
Coma “saúde”! Troque um chocolate por uma fruta!
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todo mundo “verticalizando o esqueleto”?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina? Claro: sempre com o desejo de controlar o cortisol!
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #adidas #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Hora saudável: goiaba, manga, mexerica, uva, pêra e morango!
Uma salada de frutas sempre é muito nutritiva e refrescante… além de fazer bem para a saúde!
Crie o hábito: troque um bombom por uma maçã, por exemplo.

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.
Correr faz muito bem! E meus motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todo mundo animado para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas
Terminamos a produção de gelatina aqui em casa. Quem não gosta dessas gostosuras?
Saborosas e saudáveis, as crianças adoraram fazer! A minha pequenina, especialmente, se lambuzou.
Frutas Saudáveis para a tarde: uva, kiwi, pêra, morango e maçã.
Para as crianças, com mais diversão ainda! Mas lembre-se: o importante é ter vitamina.
🍇 🥝 🍐 🍓 🍎 #fruits
Suar é muito bom!
Treino da manhã / madrugada, bem controlado, mantendo o BPM monitorado.
Faça alguma atividade física. O corpo agradece!
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Vamos começar uma nova semana?
Por aqui, já estou pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando o cortisol?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Correr é muito bom!
Fica o lembrete: monitore os batimentos cardíacos e controle seu ritmo. O corpo agradece.

👊🏻 Olá amigos! Tudo joia? Bem nublado lá fora.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando o cortisol?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #adidas #mizuno #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Sempre tive certo “preconceito” com qualquer tipo de bebida em “Pet”. Água em garrafa de plástico não é legal, refrigerante em embalagem descartável muda o gosto, e outras “teorias” sobre o assunto. Mas sempre pedi, preferencialmente, qualquer líquido em garrafa de vidro. E alguém provou que isso é verdade! Na garrafa de vidro, o líquido se mantém inalterado.
Extraído de: http://math-teus.blogspot.com/2009/06/embalagem-muda-o-gosto-da-bebida.html
1. PET
Há componentes da embalagem – polímeros, micropartículas do plástico – que se desprendem da garrafa e se misturam com o líquido.
2. Latinha
Feita de alumínio, tem a vantagem de gelar mais fácil. Esse tiro, porém, pode sair pela culatra. Quando a temperatura se eleva, as substâncias voláteis na bebida se agitam mais. Saldo: o gás carbônico escapa mais rapidamente, alterando o sabor da bebida.
Há motivos para a preferência: é um material impermeável e de grande inércia química, ou seja, demora anos para interagir com o conteúdo. Por ter um índice de porosidade inferior ao do alumínio e da PET, é bem mais eficiente na retenção do gás carbônico.
Eu só posso parabenizar minha querida irmã Priscila pela coragem em contar publicamente sua história de superação. Por altruísmo, dividiu momentos dolorosos com o intuito de conscientizar as pessoas sobre a importância dos exames preventivos, já que estamos no período do Outubro Rosa.
Talvez, se não fosse pela prevenção, não a teríamos mais entre nós…
Entre lágrimas, seu depoimento da descoberta do Câncer pela Mutação Genética TP 53, ainda jovem, e o pedido para que outras pessoas façam os exames preventivos:
Neste 1° de outubro, mês da Campanha de Conscientização para o Combate ao Câncer de Mama (Outubro Rosa), venho aqui dividir minha história com vocês.
Sou portadora de uma mutação genética hereditária com pré-disposição ao câncer de mama. Quem me conhece, sabe do histórico familiar que tive com avó, mãe, prima e tias-avós (todas tiveram câncer e faleceram na década de 90). Há 6 anos fiz meu mapeamento genético e descobri uma mutação no gene TP53 no DNA (chamada “Síndrome de Li-Fraumeni”). Esse gene é responsável por fazer o “controle de qualidade” da célula. Essa mutação é rara no mundo, mas frequente no Brasil (em especial no Sul e Sudeste) – porém, poucas pessoas têm conhecimento. Uma das características é: mulheres têm 78% de chance de desenvolver câncer ao longo da vida, sendo 30% desses casos antes dos 30 anos.
Após resultado do teste genético, como medida preventiva em 2018 e com orientação de mastologistas e oncogenetecistas, resolvi realizar a adenomastectomia bilateral com reconstrução imediata (lembram-se do caso da atriz Angeline Jollie que possue a mutação BRCA1? É a mesma linha de pensamento. Claro, essa conduta é para casos específicos e hereditários comprovados).
Ótimo! Eu estava prevenida em 95% de ter um câncer de mama. No ato da cirurgia, tivemos uma surpresa e achamos um início de tumor microscópio. Era bem pequeno mesmo, da grossura de um fio de cabelo. No auge dos meus 33 anos, eu estava livre e curada por uma “coincidência” da vida e, claro, pelos planos de Deus, pois havia feito a cirurgia preventiva na hora exata!
Sigo com exames preventivos a cada 6 meses e no final de 2020 encontramos 2 áreas suspeitas (um nódulo e uma lesão) no pouco de tecido mamário que tinha me restado (afinal o procedimento era 95% de “garantia de prevenção”). Era um novo câncer de mama em meados dos meus apenas 35 anos… lá fui eu para retirada na cirurgia em 06/01/2021 – dessa vez, mais assustada, é verdade, mas com a fé e gratidão em Deus, por sempre poder me cuidar com hábitos saudáveis e exames de prevenção, que me possibilitaram descobrir em um estágio inicial. Retiramos dessa vez alguns linfonodos axilares para ajudar a prevenir ainda mais.
Hoje, faço meu tratamento via oral com hormônio-terapia, pois o câncer que me “visitou” era do tipo positivo para receptor de hormônio estrógeno, ductal insitu (nódulo) e ductal invasivo (lesão). Serão 5 anos de um pontinho de luz que irá me proteger.
Por quê eu contei isso? Tenho sentido cada vez mais em meu coração um enorme chamado de Deus, que eu seja instrumento para atingir outras mulheres. Talvez, para ser um canal de informação, inspiração, exemplo, apoio, conhecimento e fortaleza (pois muitas mulheres que souberam do meu caso também estão se cuidando e fazendo exames preventivos e até testes genéticos).
Entendo que precisamos acolher outras mulheres, e alimentar a auto-responsabilidade em termos de prevenção, além de mostrar e conscientizar que isso pode acontecer com qualquer uma e não só para quem tem uma mutação genética hereditária como eu. É preciso fazer o auto exame, exames de imagens laboratoriais, cuidar da saúde física, nutricional, mental e ir em consultas médicas. Portanto, em especial no meu caso, eu não posso segurar esse conhecimento somente para mim, pois são dados científicos extremamente importantes que podem salvar vidas.
O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres (porém, apenas 5% a 10% são hereditários) e se visto e tratado precocemente, TEM CURA.
O teste genético atualmente é direcionado apenas para a população considerada de alto risco, levando-se em consideração alguns critérios como:
– Mais de dois ou três familiares próximos com histórico de câncer;
– Irmã ou mãe que tiveram câncer de mama antes dos 45 anos,
– Histórico de lesões malignas prévias.Dentre as explicações cientificas que sei, a única e mais importante é Deus. É Ele quem comanda e sei que jamais me daria essa carga se eu não conseguisse carregar. Eu nunca tive dúvidas que o meu Deus é o da cura e da vitória, tanto é que provei disso 2 vezes e estou aqui, mais firme e forte do que nunca.
Eu agradeço por ser escolhida por Ele, por enxergar a vida de uma outra maneira, por estar mais próxima dEle e ver o tão maravilhoso Ele é; por ressignificar e renascer a cada dia, por agradecer a cada segundo de estar viva e com saúde, por ter minha família e amigos por perto!!!A mutação genética não é uma doença, mas sim um estado de “alerta” para que assim possamos nos prevenir. Infelizmente, poucas pessoas tem conhecimento e acesso aos testes genéticos, escrevei sobre isso no próximo post.
Mulheres, cuidem-se ! Faça que sua saúde seja uma prioridade
Em tempo: essa mutação atinge mulheres suscitando tumores em diversas regiões (mama, cabeça, pâncreas) e homens (estômago, intestino, próstata), variando pela faixa etária. Procurar um Oncogeneticista é fundamental.
Sobre a Síndrome, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/04/26/a-mutacao-genetica-tp53-e-a-sindrome-de-li-fraumeni-2/
Fruta “Ostentação”: kiwi neozelandês, maçã argentina, morango de Jarinu e uva de Jundiaí.
Tudo d e l i c i o s o…
Coma frutas! Elas sempre são saudáveis.

🥝🍎 🍇 🍓 #saúde
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todos caindo da cama? Mandem a preguiça embora!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics #adidas
Finished! O treino da manhã / madrugada foi muito bom.
Controlando o BPM, fazendo o corpo estar em sintonia com a mente e a alma…
Pratique esportes – hoje e sempre (monitorando as atividades físicas para não ser surpreendido).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Voltamos a ter muito vento nesta madrugada. Vai virar o tempo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina e curtir o cortisol?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Hora divertida da sobremesa: frutas com sorriso e barbicha!
Caprichei para as crianças: mexerica, kiwi, pera, morango, uva e maçã!
Coma frutas. São sempre saudáveis. Veja só:

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Verticalizando o esqueleto?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (sempre controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas