
Publicado originalmente em Retiredकलम: Today’s youth are grappling with a mental health crisis of epic proportions. New CDC data shows that 44% of …
Continua em: # Improve your mental health#

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E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.
Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

Nozes, Pistaches e Castanhas, cientificamente comprovados, fazem bem para o coração, auxiliam na respiração e previnem o câncer.
Eba! Só faltou acrescentar explicitamente na lista o Amendoim para minha satisfação… mas ele é citado discretamente abaixo também!
Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/pilulas/quem-come-castanhas-todo-dia-vive-mais/
QUEM COME TODO DIA VIVE MAIS
Quem come nozes, castanhas, pistache ou outras sementes oleaginosas todos os dias tende a viver mais, segundo um estudo que durou 30 anos e foi conduzido pela prestigiada Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que esse hábito reduz o risco de morte por câncer, doenças cardíacas e males respiratórios.
O estudo, divulgado nesta quinta-feira, dia 21 de novembro, por uma das publicações científicas mais respeitadas do mundo, o The New England Journal of Medicine, foi baseado na análise de dados de 120 mil pessoas. O risco de morrer durante o estudo para pessoas que consumiam uma porção de oleaginosas diariamente foi 20% menor na comparação com voluntários que nunca ingeriam esse tipo de alimento.
A porção de oleaginosas descrita no estudo corresponde a 29 gramas. Não foi possível determinar, contudo, quais são as variedades de castanhas mais benéficas à saúde. Os resultados foram similares entre os consumidores de amendoim, castanha de caju, castanha do Pará, macadâmia, pistache, noz comum e noz pecã.
DOENÇAS DO CORAÇÃO
Para investigar os hábitos alimentares dos voluntários, os pesquisadores aplicaram questionários regulares, com intervalos de dois a quatro anos. “O benefício mais óbvio foi a redução em 29% de mortes decorrentes de doenças do coração”, diz o médico Charles Fuchs, um dos autores do trabalho. “Mas também observamos uma redução significativa, de 11%, nas mortes por câncer”, completou.
Os pesquisadores argumentam que as oleaginosas auxiliam na redução dos níveis do colesterol “ruim” (o LDL), inflamações e resistência à insulina. Essas frutas, embora calóricas, são consideradas boas fontes de gordura. “As nozes contêm gorduras saudáveis e são ricas em proteínas e fibras, o que retarda a absorção dos alimentos e diminui o apetite”, declarou o coordenador da pesquisa, Frank Hu, que é professor de Nutrição e Epidemiologia em Harvard.
No trabalho, os cientistas perceberam que as pessoas que comiam as oleaginosas com frequência tinham, naturalmente, um estilo de vida mais saudável. Eram mais magras, menos propensas a fumar e a beber, consomiam mais frutas e verduras e praticavam mais exercícios. Essas características, sozinhas, já contribuem para a redução de doenças e para uma maior longevidade. Mas, segundo os pesquisadores, esse perfil foi levado em consideração na pesquisa e é “improvável” que o estilo de vida tenha impacto suficiente para alterar as conclusões obtidas com o trabalho.
* A pesquisa foi financiada pelo National Institutes of Health e pelo International Tree Nut Council Nutrition Research & Education Foundation, instituições norte-americanas. Apesar do conflito de interesses, a literatura científica traz alguns estudos anteriores, porém menores, que já relacionavam o consumo frequente de oleaginosas à diminuição do risco de doenças do coração, diabete e câncer.

Foto-arte extraída de: https://portalolen.cl/es/83-tostaduria
Nossas hortelãs depois da chuva: cada vez mais bonitas (e deliciosas).
Eu sou daqueles “caipiras” que comem suas folhas. Vale a pena, pois são muito gostosas e saudáveis!
E se alguém criasse um coronavírus mais letal e potente do que já conhecemos?
É isso que americanos fizeram em laboratório. Assustador!
Extraído de: https://www.metropoles.com/saude/eua-manipula-virus-da-covid-em-laboratorio-e-cria-cepa-mais-letal
EUA MANIPULA VÍRUS DA COVID EM LABORATÓRIO E CRIA CEPA MAIS LETAL
Pesquisadores da Universidade de Boston estão em meio a uma polêmica por terem inventado nova versão do Sars-CoV-2
Cientistas da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, estão sendo criticados por especialistas e infectologistas por terem desenvolvido uma cepa mais letal do vírus Sars-CoV-2 em laboratório. Para os críticos, os pesquisadores podem causar uma nova pandemia, com ainda mais mortes, caso o vírus saia do ambiente laboratorial.
De acordo com o Daily Mail, a equipe de Boston formou um vírus híbrido, combinando a variante Ômicron com a variante originária de Wuhan. Testada em cobaias, a nova cepa chegou a matar 80% dos ratos infectados com o novo vírus.
Shmuel Shapira, um dos principais cientistas do governo israelense, se pronunciou contra a prática de criação e manipulação de vírus letais. “Isso deveria ser proibido. É como brincar com fogo”, afirmou.
A manipulação proposital dos vírus com o objetivo de estudá-los e torná-los mais infecciosos ou letais é tida como sendo uma das possíveis causas para o início da epidemia de Covid-19. Um laboratório próximo a Wuhan, cidade onde os primeiros casos de Covid foram registrados, estudava os efeitos do coronavírus em morcegos quando os primeiros casos em humanos apareceram.
Nos Estados Unidos, a prática de manipulação de vírus para estudos é restrita desde 2017. A Universidade de Boston respondeu que a pesquisa conta com aprovação do Comitê Institucional de Biossegurança dos Estados Unidos e da Comissão de Saúde de Boston.

Imagem extraída de Reptile8488/GettyImages, do link acima.
E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.
Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

A respeitada Dra Mônica Franco de Oliveira faz um trabalho maravilhoso junto a outros médicos, a respeito de professores de universidades e estudantes de ensino superior em relação às drogas!
Atualmente, ela realiza uma pesquisa nessa área, e nos convida a responder um breve questionário (não dura mais do que 3 minutos). Abaixo no link:
E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.
Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

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CÂNCER e PREVENÇÃO – Neste Outubro Rosa, parabenizo minha irmã Priscila por testemunhar publicamente sua luta (por 2X) contra essa doença tão triste.
Compartilho sua história encorajadora,
em: https://professorrafaelporcari.com/2021/10/01/parabens-querida-priscila-por-tornar-publica-sua-luta-que-todos-se-lembrem-previnase-no-outubrorosa/
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Photo by Mariana Montrazi on Pexels.com Parlare di salute mentale è sempre più complesso di quanto possa sembrare. In Italia (perché sì, siamo molto …
Continua em: Salute Mentale.
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Sensibilisation octobre rose Octobre Rose mobilise et informe sur le cancer du sein, le plus fréquent chez la femme. L’occasion pour l’acteur …
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Sabe aqueles momentos de sufoco, em que você quer dar uma “fugida” dos problemas e deseja não passar por algumas situações?
Nessas horas: respire! Controle a entrada e saída de ar, oxigenando o cérebro. Vale a pena tal exercício!
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Todo ano, quando chegamos em Outubro, vemos a campanha chamada “Outubro Rosa”, lembrando a necessidade da Prevenção do Câncer de Mama.
No futebol, os clubes decoram seus avatares de rosa nas Redes Sociais. Lançam camisas alternativas pela causa, mas… na hora de entrar em campo, alguns sucumbem pelos idiotas homofóbicos, pressionando as diretorias a não jogarem com tal cor, a fim de não serem chamados de gays.
Abaixo, uma camisa do São Paulo de 2020, que não foi usada dentro de campo:

Imagem extraída de: https://mantosdofutebol.com.br/2020/10/camisa-outubro-rosa-sao-paulo-2020-adidas/
Agora, há um modelo 2022:
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2022/5/i/yUJSAyQXuQAc2vYn9QbQ/309613068-1152812502306876-7938457614907684718-n.jpg)
Imagem: divulgação SPFC.
O desafio é: veremos, em jogo oficial do Campeonato Brasileiro, São Paulo, Palmeiras, Corinthians ou Santos jogarem com um uniforme cor-de-rosa, ou ficará somente nas camisas de treinos?
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https://www.amazon.com/Hemorrhoid-Treatment-Fissure-Ointment-Healing/dp/B07XJ88TM1 A delicate Chinese exercise against hemorrhoidsTraditional Chinese…
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Alimentos de Temporada La naturaleza es muy sabia! Sabías que cada mes nos brinda alimentos diferentes, propios de esa temporada, ricos en nutrientes…
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Ôpa! Cada vez mais lemos as pessoas confessando suas dores emocionais e procurando ajuda profissional. E uma das mais frequentes queixas é a do “Pensamento Acelerado”.
Afinal, o que é isso?
Didaticamente, em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-o-que-e-a-doenca-do-pensamento-acelerado-que-causa-irritacao-e-insonia/
ENTENDA O QUE É A DOENÇA DO PENSAMENTO ACELERADO, QUE CAUSA IRRITAÇÃO E INSÔNIA
Origens podem ser quadros de transtornos como ansiedade, bipolaridade e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)
por Raisa Toledo, do Estadão Conteúdo.
A funkeira e youtuber Dani Russo explicou nos últimos dias a seus 13 milhões de seguidores no Instagram o motivo de seu sumiço nas redes sociais: uma crise ligada à Síndrome do Pensamento Acelerado, com a qual teria sido diagnosticada em 2021, e teve de ser internada. “Estou sendo medicada. Já já está tudo ‘ok’”, disse.
Na época do diagnóstico, ela se tratava de ansiedade e depressão e, conta, era hospitalizada a cada três meses com insônia, dor no estômago, vômitos e dificuldade para comer.
Na Síndrome do Pensamento Acelerado, as origens podem ser quadros de transtornos como ansiedade, bipolaridade e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), e até ser efeito do uso de drogas, como cocaína.
Do ponto de vista da psiquiatria, o pensamento humano é classificado em três graus, como explica Mario Louzã, do Ambulatório de TDAH em Adultos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
“Há o pensamento com o curso normal; o acelerado, quando ele começa a ser tão rápido que temos dificuldade para expressá-lo, a taquipsiquia; e pode estar lentificado em algumas condições psiquiátricas, a bradipsiquia”, diz.
Segundo o especialista, a aceleração do pensamento pode ser percebida no discurso do paciente, ou relatado por ele, que muitas vezes se queixa que não acompanha o ritmo do próprio raciocínio. Uma vez percebido, é preciso identificar a doença de base. “A aceleração abre um leque de possíveis doenças, e você precisa fazer o diagnóstico diferencial, porque os tratamentos serão variados conforme a doença”, explica Louzã.
Como é realizado o tratamento
Se a doença base for o transtorno de ansiedade, o tratamento contempla medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos que também tenham ação ansiolítica. No transtorno bipolar, os remédios buscam controlar a aceleração do pensamento e estabilizar o humor. Por fim, diagnosticados com TDAH são tratados com medicação para diminuir a hiperatividade física e mental.
Para a psicóloga Maura de Albanesi, além de associado a doenças de ordem psíquica, o pensamento acelerado pode corresponder a um hábito adquirido, ligado a situações de estresse. “É um piloto automático que diz o tempo todo: ‘estou com problema’. E isso traz falta de sono, traz hipersensibilidade, irritablidade”.
Segundo ela, esse quadro emocional está frequentemente ligado à percepção de que só é possível ser valorizado quando é útil e produtivo. Pode ser tratado com acompanhamento psicoterapêutico que, dependendo do caso, será aliado ao tratamento psiquiátrico medicamentoso.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Viorel Kurnosov/EyeEm/Getty Images
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Sempre tive certo “preconceito” com qualquer tipo de bebida em “Pet”. Água em garrafa de plástico não é legal, refrigerante em embalagem descartável muda o gosto, e outras “teorias” sobre o assunto. Mas sempre pedi, preferencialmente, qualquer líquido em garrafa de vidro. E alguém provou que isso é verdade! Na garrafa de vidro, o líquido se mantém inalterado.
Extraído de: http://math-teus.blogspot.com/2009/06/embalagem-muda-o-gosto-da-bebida.html
1. PET
Há componentes da embalagem – polímeros, micropartículas do plástico – que se desprendem da garrafa e se misturam com o líquido.
2. Latinha
Feita de alumínio, tem a vantagem de gelar mais fácil. Esse tiro, porém, pode sair pela culatra. Quando a temperatura se eleva, as substâncias voláteis na bebida se agitam mais. Saldo: o gás carbônico escapa mais rapidamente, alterando o sabor da bebida.
Há motivos para a preferência: é um material impermeável e de grande inércia química, ou seja, demora anos para interagir com o conteúdo. Por ter um índice de porosidade inferior ao do alumínio e da PET, é bem mais eficiente na retenção do gás carbônico.

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Abomino qualquer defesa sobre o uso de drogas. Nem comentarei nada neste post. Convido apenas aos amigos a lerem tais absurdos:
Extraído de: http://veja.abril.com.br/211009/musica-sexo-loucura-p-134.shtml
MÚSICA, SEXO E LOUCURAS
Para potencializarem o efeito de drogas como o ecstasy e a cocaína, jovens as misturam a anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids
por Kalleo Coura
Fazem parte da natureza dos jovens a imprudência e o desejo de experimentar novas sensações. Resultado frequente da combinação desses fatores, o uso de drogas, sobretudo nas baladas ou “nights”, tornou-se prática tão comum que a maioria das casas noturnas faz vista grossa para elas. Só que agora a imprudência e a vontade de experimentar sensações desconhecidas vêm conduzindo os frequentadores de clubes e raves a um comportamento de duplo risco: além de usarem nas pistas substâncias ilegais de todo tipo, muitos passaram a misturá-las com um coquetel de drogas farmacêuticas de acesso fácil e efeitos, algumas vezes, devastadores. Anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids ingressam facilmente nos clubes para ser consumidos com cocaína e comprimidos de ecstasy. “Muitos usuários acreditam que, por se tratar de substâncias legais e manipuladas em laboratórios farmacêuticos, elas são mais seguras”, diz o americano Thomas McLellan, diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. Nada mais falso – em especial, quando combinadas a outras.
Nos Estados Unidos, o uso “recreativo” de analgésicos – ingeridos sozinhos ou misturados a outras drogas – já é a causa de 40% das 22 400 mortes anuais provocadas por overdose. “Alguns desses analgésicos têm toxicidade superior à da heroína vendida nas ruas”, diz McLellan. No Brasil, vem se popularizando nos clubes noturnos o coquetel conhecido por “bomba”. Vendido a 200 reais, ele inclui uma cápsula de ecstasy, uma pílula para impotência e dois comprimidos de antirretrovirais. A lógica distorcida por trás do uso da combinação é que o remédio contra a impotência evita o efeito vasoconstritor do ecstasy e possibilita a ereção, enquanto o antirretroviral “protege” contra o vírus HIV em uma eventual relação sexual sem camisinha. “O uso conjunto dessas drogas é um desvario”, diz o infectologista Juvencio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. No Brasil, médicos de fato prescrevem antirretrovirais para quem não tem o vírus HIV e foi, ou pensa ter sido, exposto a ele – caso de mulheres que sofreram abuso sexual ou de profissionais de saúde que foram vítimas de acidentes durante uma cirurgia, por exemplo. Para evitarem o contágio, eles usam um coquetel de três antirretrovirais – mas ao longo de um mês, e não por uma noite. “Não há nenhuma comprovação de que uma única dose de antirretroviral antes de uma noite de sexo sem proteção produza efeito”, diz o infectologista Artur Timerman.
Se como salvo-conduto para o sexo sem camisinha o coquetel é uma fraude, como estimulador do sexo ele atende às expectativas dos usuários – ainda que à custa de efeitos colaterais diversos. O fato de antirretrovirais como o Norvir inibirem o metabolismo de algumas das substâncias presentes no Viagra e no ecstasy faz com que os efeitos das duas substâncias perdurem no organismo – no caso do Viagra, a ponto de possibilitar ereções por até 48 horas. O infectologista Juvencio Furtado afirma que, entre os jovens que frequentam o seu consultório mensalmente, de dois a três relatam ter feito uso da “bomba”.
Comprar drogas nunca foi tão fácil. Sintéticas ou ditas “naturais”, elas estão disponíveis na internet à velocidade de um clique. Numa busca rápida, a reportagem de VEJA localizou dez traficantes que ofereciam ecstasy e LSD em comunidades ligadas a raves. De acordo com o delegado do Departamento de Investigações sobre Narcóticos da Polícia Civil de São Paulo, Reinaldo Corrêa, quase 80% dos traficantes de drogas sintéticas presos pela polícia do estado nos últimos meses têm curso superior ou estão fazendo faculdade. Isso quer dizer que, ao contrário do que ocorria até há pouco tempo, não é preciso subir morros ou aventurar-se em favelas para comprar drogas – o traficante está logo ali, ao alcance do usuário: é seu colega de classe ou de balada.
Imprudência, curiosidade e, agora, fartura: diante da facilidade com que adquirem drogas, jovens transformam a si próprios em cobaias. O ecstasy, por exemplo, a mais popular das drogas sintéticas nos clubes noturnos, raramente é ingerido sozinho. Uma pesquisa feita em 2005, com 1 140 usuários brasileiros da substância, mostrou que – antes, durante ou depois de consumi-la – 97% dos entrevistados usaram uma outra substância, legal ou ilegal, com o objetivo de potencializar o efeito do comprimido ou anular sensações indesejadas causadas por ele. É o caso do empresário paulistano Rodrigo (os nomes nesta reportagem são fictícios), de 30 anos. Depois de ingerir ecstasy, ele costuma aspirar ketamina, um anestésico de uso veterinário indicado principalmente no tratamento de cavalos. “O efeito da bala (gíria que designa o ecstasy) vem mais rápido e dura mais tempo”, diz ele. A alquimia não para por aí. Quando a festa chega perto do fim, Rodrigo toma uma dose de GHB (ácido gama-hidroxibutírico, usado no tratamento de narcolepsia e consumido como anabolizante nas academias). “É para dar um último fôlego e me ajudar a aguentar até as 7 da manhã”, diz.
A ketamina, também disponível na internet, é um líquido, mas pode ser aquecida num forno elétrico até virar pó, de maneira a ser aspirada pelos usuários como se fosse cocaína. Nos clubes noturnos, cada saquinho da substância, igualmente chamada de K (com a pronúncia inglesa da letra: “quei”), é vendido a 30 reais. Seu consumo pode provocar delírios, amnésia e a sensação de deixar o próprio corpo. “Alguns dos relatos de quem usa essa droga são similares às experiências de pacientes que quase morreram”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo. Para driblarem a segurança da entrada das casas noturnas (quando há segurança de fato), usuários do GHB levam a substância, líquida, disfarçada em recipientes de colírio ou perfume. Ecstasy e LSD passam facilmente despercebidos dentro das carteiras, quase nunca checadas pelos seguranças.
Muitas vezes, os jovens optam por consumir as drogas antes de chegar à balada, nos chamados encontros de “esquenta” ou “chill-in”, na casa de amigos. Foi numa dessas reuniões pré-balada que a vendedora Letícia, de 20 anos, chegou a misturar quatro tipos de droga, além do álcool: “Cheirei cocaína, fumei maconha, tomei ácido e ecstasy, tudo de uma vez”. O resultado foi uma “bad trip” da qual ela não gosta nem de se lembrar. “Agora, só misturo cocaína com álcool – e para poder cheirar mais”, diz.
São 3h15 da manhã num dos mais conhecidos clubes de música eletrônica em São Paulo. Para a maioria dos presentes, a noite mal começou. Para outros – como as duas garotas na faixa dos 20 anos que cambaleiam pela pista, despejando vodca em quem quer que passe à sua frente –, ela já está prestes a acabar. “Usamos bala (ecstasy) e tomamos três copos de vodca”, diz Júlia, uma das meninas. “O problema é que não jantamos antes de sair de casa por causa da dieta”, justifica-se. Depois de ver a amiga tateando o ar e cair mais de sete vezes no chão, ela decide pagar a comanda e partir num táxi, a salvo – pelo menos até a próxima festa.

Imagem extraída da Web
O perigo é ser disponívelO psicólogo americano Thomas McLellan, um dos mais respeitados pesquisadores do mundo no tratamento de dependentes químicos, assumiu neste ano o cargo de diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. De Washington, ele falou a VEJA sobre os riscos do uso “recreativo” de remédios misturado ao de drogas ilegais. Para McLellan, não há uma droga que seja uma “porta de entrada” para o vício. “Os adolescentes usam o que está mais disponível.” As drogas sintéticas podem viciar? O número de mortes por overdose nos Estados Unidos é cinco vezes maior hoje do que na década de 70. Por quê? Por que os Estados Unidos são o maior mercado consumidor de anfetaminas no mundo? Por que o consumo de ecstasy tem crescido entre os adolescentes americanos, enquanto o de maconha diminuiu desde os anos 90? Como isso ocorreu? |
Ecstasy e anestésico para cavalos
“Comecei a consumir drogas neste ano. Já na primeira vez, usei bala (ecstasy) e GHB. Gosto de misturá-los com a ketamina, um anestésico de cavalos, para explorar as sensações dessas drogas em conjunto. Uma vez passei muito mal e tive de ficar na enfermaria. Via figuras geométricas e meu corpo não me obedecia mais – meus braços se mexiam sozinhos. Diminuí a dose de ketamina.” |
Vale tudo“Hoje, não faço nem metade do que fazia. Em doze horas de festa, tomava três comprimidos de ecstasy, dois ácidos, fumava uns oito cigarros de haxixe e bebia seis copos de vodca. Diminuí o ritmo porque ficava introspectivo e não tinha paciência para conversar. Mesmo assim, não dispenso essa combinação. Quando algum amigo tem anfetamina e efedrina, também ponho junto.” |
“O mais ‘louca’ possível”“Antes de sair, costumo comprar alguma coisa: quase sempre ecstasy e LSD. Quando não faço isso, sempre há um amigo de um amigo na balada que tem. |
Alucinógeno.coNo Brasil, drogas alucinógenas não só são legalmente adquiríveis pela internet como ainda podem ser pagas em suaves prestações. Sites como Natureza Divina, Jardim Mágico e Divinorum oferecem ervas como a Salvia divinorum e a Argyreia nervosa – ambas com propriedades alucinógenas – em seis pagamentos parcelados no cartão de crédito. Anunciadas como “ferramentas para praticantes de meditação e ioga, místicos, esotéricos, filósofos e artistas”, elas são, na verdade, versões legais de drogas ilegais como o LSD – e tão ou mais potentes do que ele, como provam os diversos filmes no YouTube que mostram os efeitos das plantas sobre os usuários. “Compro em sites quase todos os meses”, diz um deles, João, um corretor de imóveis de 23 anos, de Londrina (PR). “Mas, como moro com meus pais, as encomendas chegam à república de uns amigos”, afirma. A Salvia divinorum, originária do México, costuma ser desidratada e fumada. O fato de ser legal no Brasil não significa que seja inofensiva. Em 2006, após consumi-la, o estudante americano Brett Chidester, de 17 anos, suicidou-se e deixou o seguinte bilhete: “Como posso continuar vivendo depois de ter descoberto os segredos da vida? Não posso escrevê-los aqui porque esse tipo de informação pode causar o caos”. Liberada no Brasil, a erva já foi proibida em vários estados dos EUA e em pelo menos outros doze países, incluindo Alemanha, Itália e Japão. |