– Cédulas de Dinheiro com Dificuldades de Descontaminação

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

 

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

 

Abaixo, a matéria extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2010, Caderno cotidiano, pg 1

 

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

 

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.
Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

– Governo dito Antibagista pratica incentivo ao Fumo?

Nossos governantes estão de brincadeira, não?

Ao mesmo tempo em que os esforços para se reduzir os males provocados pelo consumo do cigarro pela sociedade são maximizados com impostos e lei anti-fumo, o Governo Federal, na contra-mão, anuncia um pacote de incentivo para a indústria do fumo!

 

Demagogia com o setor (que não precisa de incentivo), incoerência dos dirigentes ou burrice mesmo?

 

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/economia/noticias/comissao-aprova-plano-incentivo-producao-fumo-577717.html

 

COMISSÃO APROVA PLANO DE INCENTIVO À PRODUÇÃO DE FUMO

 

A política antitabagista sem rumo adotada pelo Brasil ganhou mais uma decisão contraditória com a aprovação de um documento para turbinar a produção do fumo no País. Formulada pela Câmara Setorial do Tabaco, ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Agenda Estratégica, aprovada no final do mês passado, sugere a adoção de ações que contrariam ou neutralizam o esforço para colocar em prática a Convenção-Quadro do Tabaco – acordo ratificado em 2005 pelo Brasil com regras para reduzir e prevenir o tabagismo.

 

“O que mais chama a atenção no momento são as ações em contraposição às medidas da Convenção-Quadro. As medidas antitabagistas são tratadas como ataques exagerados e sem fundamento ao fumo”, avalia a secretária executiva da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro do Tabaco, Tânia Cavalcante.O documento prevê a captação de recursos públicos para um programa de desenvolvimento e inovação do fumo e a criação de linhas de crédito para o setor com taxas de juros semelhantes ao do Pronaf, voltado à agricultura familiar. O documento ainda sugere a redução de impostos para a fabricação de charutos e o retorno de embalagens de 10 cigarros – por ser mais barato e ter apelo junto ao público jovem esse maço está proibido desde 1998.

 

O coordenador geral das Câmaras Setoriais do MAPA, Aguinaldo José de Lima, reconhece que sua pasta votou favoravelmente à Agenda Estratégica. “Não achamos necessário votar contrariamente. Não nos cabe coibir a discussão. A simples aprovação não significa que o assunto irá para frente”, avaliou.

 

A concessão de crédito para ampliar a área de plantação de fumo vai no sentido inverso de uma política assinada em 2005: o programa de apoio à diversificação produtiva de áreas com fumo. Assinada por seis ministérios, a iniciativa tem como objetivo auxiliar fumicultores a mudar de produção. A ideia é proteger os produtores de uma redução futura do mercado e preservá-los de prejuízos. “A ONU estima que o consumo individual atingirá o pico em 2010. Depois haverá uma redução da demanda”, conta Tânia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– McNuggets com Derivados de Petróleo!

Ora, ora… O McDonald’s admitiu que alguns conservantes do McNuggets são a base de derivados de petróleo! Eles não deixam a gordura espumar muito, e mantém a validade do produto por mais tempo. Porém, a empresa só fez o anúncio nos EUA e China após denúncia da rede norte-americana CNN.

 

Mais um problema para a imagem corporativa deles…

 

Extraído de: Invertia Terra

 

REDE DE FAST FOOD ADMITE USO DE ADITIVO À BASE DE PETRÓLEO

 

Depois de um relatório da CNN afirmar que os nuggets de galinha do McDonald’s conteriam vestígios de dois produtos químicos “nocivos”, a divisão chinesa da gigante do fast food admitiu que os seus McNuggets também continham os aditivos. No entanto, segundo informações do China Daily, a administração da empresa na China assegurou que os dois produtos são “seguros e inofensivos” para a saúde dos clientes.

Segundo o relatório da CNN, os nuggets servidos nos EUA conteriam um conservante feito à base de petróleo e um agente antiespumante. Em pouco tempo, os temores do público americano havia se espalhado para o mercado chinês. Para acalmar os nervos dos consumidores na China, a empresa divulgou um comunicado afirmando que, apesar de conter os dois produtos, os alimentos oferecidos pela empresa são seguros para comer e “não fazem mal à saúde”.

Segundo o China Daily, os produtos da empresa servidos no Reino Unido não apresentam vestígios dos dois produtos.

Dong Jinshi, especialista em segurança alimentar com do Centro Nacional Chinês de Supervisão de Qualidade e Teste de Produtos de Proteção Ambiental, disse que o uso de ambos os produtos é considerado seguro e não tóxico na indústria de alimentos. Mas Dong sublinhou que o uso desse aditivo deve ser de 0,1 grama em cada kg de alimento, e a temperatura de cozimento deve ser controlada entre 50º C e 200º C.

Qingchun Liu, vice-diretor de nutrição do Hospital das Forças Armadas da Polícia, disse que as leis chinesas não proíbem o uso desses aditivos, mas sua dosagem é limitada, com um máximo de 0,2 grama por kg de alimento. “O produto químico é tóxico e, em certa medida a sua utilização abusiva pode levar ao câncer”, alertou.

Ambos os especialistas afirmam que os aditivos são uma parte indispensável da transformação de produtos alimentares e os alimentos não podem ser produzidos, armazenados ou exportados sem aditivos.

“Embora os aditivos sejam usados de acordo com as normas de segurança alimentar da China, os clientes devem ter em mente que comer um determinado alimento por um longo tempo não é seguro, com o acúmulo dos aditivos até um nível perigoso”, disse Dong.

– Consciência Eleitoral com Inconsciência Criminal

Triste e desolador ver nos noticiários a história do “Poderosinho”. Para quem não leu, esse apelido é de um garoto de 10 anos, chefe do tráfico de drogas em São Manuel/SP.

É, você entendeu certo: só 10 anos. Estamos vivendo tempos do mundo-cão! Cada vez mais observamos as drogas entrando na vida dos adolescentes e das crianças, mas é descabido imaginar que uma criança possa chefiar uma quadrilha.

Mas será que é exclusividade de São Manuel um caso como esse, ou poderíamos crer que aqui mesmo em Jundiaí e em diversas localidades do Brasil existam casos semelhantes? Talvez não de liderança criminal-infantil, mas de dependência precoce das drogas?

O problema é que não existe uma solução plausível e simplória: se o menino é dependente, interne-o. Mas e no caso do “Poderosinho”? Cadeia? Fundação Casa?

O que assusta mais ainda é que ele é apenas uma criança. O que alguém de 10 anos sabe sobre a vida? Sabe discernir o que é certo ou errado? Deve ter noções, mas 10 anos é muito mais infantilidade do que racionalidade.

E vamos incorrer em outra questão tão séria quanto: o limite da maioridade penal. Quando a pessoa se torna realmente responsável em seus atos, na prática? Sabemos da lei dizer que é 18 anos. Mas vejam por aí jovens de 15 anos de bigode e barba fazendo cada coisa e depois dizem “sou de menor!”

O problema é profundo. Se um jovem de 16 anos pode escolher o Presidente da República, por que alguém de 17 anos não pode responder por seus crimes?

É claro que o menino de 10 anos não pode se encaixar nesse caso. O vício e certamente a não-educação o levaram a isso. É uma criança. Mas insisto na questão: o que fazer com esse garoto?

 

– 70 anos sem Comer nem Beber!

Está em todas as agências de notícias a história do indiano Prahlad Jani. Ele vive há 70 anos sem se alimentar, e está sendo estudado pelo Ministério da Defesa daquele país. Tal raridade poderia servir de experimento para pesquisas de sobrevivência. Olha que maluquice:

Extraído da Folha de São Paulo, 11/05/2010, pg A13

INDIANO QUE NÃO COME NEM BEBE INTRIGA CIENTISTAS

Um iogue octogenário que diz ter vivido mais de sete décadas sem beber ou comer tem causado espanto em cientistas da Índia.
Prahlad Jani, 83, passou duas semanas sob constante observação de 30 médicos e de câmeras de filmagem, em estudo que terminou na última quinta. No período, ele não ingeriu nada, não urinou nem defecou, segundo os observadores. “Continuamos sem saber como ele sobrevive. É um mistério”, disse Sudhir Shah, neurologista.
“O único contato de Jani com líquidos foi para fazer gargarejos ou se lavar”, disse G. Ilavazahagan, especialista em fisiologia. “Se ele não tira sua energia dos alimentos ou da água, deve tirá-la de outras fontes, e o sol é uma delas”, ponderou Shah.
O estudo foi conduzido pelo Ministério da Defesa, que quer tirar de Jani lições sobre sobrevivência para militares e vítimas de tragédias naturais. Os resultados finais são prometidos para os próximos meses.
Em sua aldeia natal de Ambaji (norte), o iogue alega que foi abençoado por uma deusa quando tinha oito anos e que isso lhe permite viver sem alimentos.
Em 2003, segundo a BBC, ele já passara dez dias sob observação de uma equipe médica, também sem consumir nada, mas apresentando boa saúde mental e física.

E a gente fica pensando em dieta, regime…

– Japão não Conhece La Paz…

Leio que a seleção de futebol do Japão levará muito oxigênio para a Copa da África, já que jogará em alturas assustadoras (segundo eles); afinal sua sede terá quase 1000 metros de altitude.

Tão de brincadeira. Isso é café pequeno perto de algumas cidades bolivianas, equatorianas ou colombianas. Imaginem se jogassem em Potosí ou na peruana Cuzco, acima de 4000 metros? Não conseguiriam nem descer do avião…

– 30% das Mulheres Grávidas da África do Sul estão com Aids!

Quase 30% das grávidas tem Aids na África do Sul. Assustador pensar nesse número. O país da próxima Copa gasta com estádios… mas e a VIDA, que é o que importa, como fica?

Extraído de: http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=8993290&indice=0&canal=404

Cerca 29% das grávidas sul-africanas são portadoras do HIV, diz ministro

A África do Sul tem quase seis milhões de adultos seropositivos, o que representa 21,5% do total dessa parcela da população, segundo números da ONU.

Johanesburgo – Um total de 29,3% das mulheres grávidas na África do Sul são portadoras do vírus HIV, que provoca a Aids, informou em Pretória o ministro da Saúde sul-africano, Aaron Motsoaledi.Segundo um relatório feito com base em dados de 2008 e após estudos com 33. 927 mulheres de entre 15 e 49 anos que utilizaram hospitais públicos, o número de grávidas afetadas pelo vírus se estabilizou, já que em 2007 essa taxa era de 29,4%, informa a Angop .
Dos grupos estudados, o mais afetado é o de mulheres grávidas na idade de 30 e 34 anos, no qual a percentagem de portadoras do vírus HIV aumentou de 39,6% em 2007 para 40,4% em 2008.

O grupo mais jovem, de grávidas entre 14 e 24 anos, é o menos afectado. Em 2007, eram 22,1% com Aids, enquanto em 2008 essa cifra passou para 21,7%.

O ministro Motsoaledi disse que a presença do HIV entre mulheres grávidas está em “níveis inaceitáveis” e que este relatório serve para dar uma ideia da situação e “aumentar o compromisso do Governo” na luta contra a Aids.

As províncias do norte e nordeste da África do Sul são os locais onde a proporção de grávidas contaminadas pelo vírus HIV é maior, passando dos 30%.

País de 46 milhões de habitantes, a África do Sul tem quase seis milhões de adultos seropositivos, o que representa 21,5% do total dessa parcela da população, segundo números da ONU.
 

 

– Agrotóxicos à Mesa

Sábios conselhos de mamãe: “se comprar tomate no mercado, lave muito bem para tirar o veneno!

Passados muitos anos, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou a lista dos produtos com mais agrotóxicos das feiras brasileiras.

Não se assustem! Segundo a agência, nas bancas há agrotóxico em excesso, possibilitando intoxicação, em:

64% dos pimentões;

38% dos morangos;

32% das uvas;

24% das cenouras!

Saladas e frutas, pelo jeito, só de garantia de procedência orgânica… 

– E Viva a Gelatina!

Pessoas bonitas comem gelatina.
Pessoas em forma comem gelatina.
Pessoas inteligentes comem gelatina.
Eu como gelatina.
E vocês, comem gelatina?

Claro que o “eu como gelatina” foi brincadeira, mas achei extremamente interessante e compartilho a matéria sobre os benefícios à saúde de tal prática, extraída do IG: 

Em: http://delas.ig.com.br/bemestar/viva+a+gelatina/n1237554301064.html

(Mas que eu como gelatina, eu como mesmo!)

– Dia da Visibilidade dos Travestis e Campanha contra a Aids

Respeito todos os credos e gostos, mas me chama a atenção tal data: hoje é Dia da Visibilidade dos Travestis. Tal comemoração, talvez até inusitada, é marcada pelo lançamento de campanhas de prevenção da Aids e de pedidos de dignidade aos mesmos. Os anúncios foram criados por profissionais de marketing, da saúde e da administração- todos travestis!

Em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u686488.shtml

TRAVESTIS GANHAM CAMPANHA ANTIPRECONCEITO E ATENDIMENTO ESPECIAL

Uma campanha pensada e produzida por travestis para o Ministério da Saúde marca o Dia da Visibilidade das Travestis, nesta sexta-feira.

Cartazes, folhetos, telas de descanso, vídeos e toques de celular foram desenvolvidos por participantes de todo o país para o combate ao preconceito e a prevenção à Aids.

O slogan da campanha é “Sou travesti. Tenho direito de ser quem eu sou”. O material está disponível no site www.aids.gov.br/travestis. O projeto foi coordenado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério.

A data é celebrada desde 2004. Em 29 de janeiro daquele ano, um grupo de 27 travestis entrou no Congresso Nacional para lançar a campanha “Travesti e Respeito”. Como os materiais lançados hoje, a ação de 2004 foi de iniciativa do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

Saúde

Em São Paulo, foi definido o primeiro protocolo para o atendimento em saúde de travestis do país. A iniciativa é do Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, da Secretaria de Estado da Saúde.

Um dos destaques do protocolo, espécie de guia de procedimentos, é a avaliação endocrinológica, com orientação sobre os efeitos colaterais provenientes do uso de hormônios. Há ainda acompanhamento fonoaudiológico para adequação da modulação vocal e procedimentos estéticos reparadores.

O ambulatório está aberto de segunda a sexta, das 14h às 20h. O endereço é rua Santa Cruz, 81, Vila Mariana, São Paulo.

– Esclerose: a Dor dos Amigos

A esclerose é um mal irremediável aos portadores. Talvez a maior dor não seja a do próprio paciente, mas a das pessoas queridas próximas dele. Tenho pessoas que amo e que tem esse mal. É duro…

Leio agora que a jovem atriz Cláudia Rodrigues, protagonista de “A Diarista”, da Rede Globo, está afastada da TV por esse problema. Que pena… desejo boa sorte!

Extraído de: TERRA

ESCLEROSE TIRA CLÁUDIA RODRIGUES DA TV

De acordo com a coluna Telinha, do jornal Extra, o estado de saúde da humorista Claudia Rodrigues, de 38 anos, se agravou e o seriado A Diarista, previsto para retornar à grade da Globo no primeiro semestre, foi adiado.

Claudia sofre de esclerose múltipla e a atriz vinha gravando com dificuldades por conta da doença. Por isso, a produção do humorístico decidiu interromper as gravações e adiar a estreia do programa. A doença da artista foi diagnosticada em 2000 e ataca o sistema nervoso central, prejudicando a fala, visão e coordenação motora.

O que é esclerose múltipla?
É uma doença do Sistema Nervoso Central que se caracteriza por placas disseminadas da perda de mielina – que envolve os nervos- no crânio e na medula espinhal.

Ainda não se sabe ao certo como a doença acontece. No entanto, são estudadas causas do tipo anomalias imunológicas e infecção oriunda de um vírus latente, entre outras intercorrências. A herança genética também pode ser um fator que deflagre a doença, que costuma ocorrer mais em mulheres, tendo suas primeiras manifestações entre os 20 e 40 anos de idade.

A pessoa que possui esclerose múltipla costuma ter problemas visuais, na fala, de coordenação motora e de equilíbrio, entre outros sintomas, que podem gerar a incapacitação progressiva e permanente do paciente. A evolução é imprevisível e variável, podendo haver intervalos longos entre um episódio e outro.

– Coca-Colla com 2 “elles” lançada por Evo Morales

Evo Moralles, presidente boliviano, provoca! Vai comprar briga com a Coca-Cola, lançando a Coca-Colla (com 2 letras l), legítimo refrigerante boliviano, sabor… folha de coca!

Incrível, não?

Extraído de: IG –Último Segundo

BOLÍVIA ANUNCIA LANÇAMENTO DE NOVO REFRIGERANTE

Evo Morales, o primeiro presidente indígena boliviano a mascar folhas de coca em reuniões da ONU, resolveu encontrar uma nova função para a planta. Na semana passada, seu governo anunciou o lançamento de um novo refrigerante: a Coca-Colla.

Com a ideia, Evo acerta dois alvos com um tiro só. Primeiro, dá uma rasteira na americana Coca-Cola, considerada um dos símbolos do capitalismo. Por fim, a decisão dá uma mãozinha para os cocaleiros de Chapare, berço político do presidente boliviano, onde ele se tornou conhecido como líder sindical dos plantadores de folha de coca da região.O nome do novo refrigerante foi proposto pelos próprios cocaleiros e faz bastante sentido. “Colla” é uma alusão aos habitantes que vivem na parte andina do país, em contraste com os “cambas”, moradores das terras baixas.

Segundo a Secretaria de Coca e Desenvolvimento Integral, o projeto já está em andamento e o refrigerante pode chegar ao mercado em quatro meses. O governo, contudo, ainda não definiu se o empreendimento será totalmente estatal ou se tentará atrair capital privado especula-se que possa haver uma joint venture do Estado com uma cooperativa de cocaleiros.

De acordo com funcionários do governo, o que já se sabe é que a Coca-Colla também será uma bebida preta vendida com um rótulo vermelho, uma provocação nada discreta à insígnia da original americana.

A Bolívia tem a terceira maior produção de folha de coca do mundo apenas Colômbia e Peru produzem mais. O país é constantemente pressionado a reduzir o cultivo, o que põe Evo em uma posição difícil: conciliar a pressão internacional, que tenta desestimular a produção da matéria-prima da cocaína, e a pressão interna dos cocaleiros, que não querem deixar de cultivar uma planta que há 3 mil anos faz parte da identidade boliviana.

Desde que foi eleito pela primeira vez, em 2005, Evo tem prometido aumentar a área para cultivo legal da coca. Para isso, seu governo se esforça para encontrar utilidades para a planta. A Bolívia já produz chá, farinha, pasta de dentes e bebidas alcoólicas à base da folha de coca.

A iniciativa de Evo, porém, será outro ponto de atrito com os EUA. A relação entre os dois países anda estremecida desde que o governo boliviano expulsou do país a DEA, agência antidrogas dos EUA, e declarou o embaixador americano persona non grata, em 2008.

– Dia de Combate ao Crack

Você sabia que hoje é dia de Combate ao Crack?

Colaboro com a campanha contra essa droga, através da distribuição do video institucional:

Está em: http://www.youtube.com/watch?v=_3uKrdl9g1M

– Banco de Olhos de Sorocaba vive problema por “Excesso de Capacitação”

Nos dias atuais, estão cada vez mais comuns as correntes de e-mail. Notícias falsas sobre pessoas ou entidades, fatos ou eventos. Golpes surgem através de anexos com vírus, ou ainda simplesmente pelo tolo prazer do criador de uma falsa informação em ver sua invenção tomar corpo.

O Banco de Olhos de Sorocaba vive esse problema. Um e-mail que circula por aí (eu mesmo já recebi essa mensagem) diz que sobram córneas para transplante no hospital, o que é mentira. Já viu hospital público ocioso? Imagina o sufoco dos profissionais que ali trabalham, em dividir seu tempo com desmentidos? Para piorar, tal mentira apareceu até na TV!

Enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira:

BANCO DE OLHOS DE SOROCABA É VÍTIMA DE NOTÍCIA FALSA

O Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) que é referência no Brasil para pessoas que necessitam de transplante de córneas, e que faz captação de córneas em todo o País, está sendo vítima de uma falsa notícia veiculada pela internet. De acordo com informações do administrador do BOS, Edil Vital de Souza, a procura por pacientes que necessitam de transplante é maior do que o número de córneas captadas. E devido uma má interpretação de uma notícia sobre o BOS, veiculada em um jornal de TV, por um médico da região de Presidente Prudente/SP, a má interpretação desta notícia está causando transtornos ao BOS. Este médico, que não tem nenhum vínculo com o BOS, após ver a notícia, fez circular um e-mail pela internet dizendo que o BOS, que é conveniado pelo SUS e tem capacidade para realizar 300 (trezentos) transplantes por mês, pois há um estoque de córneas suficiente para a realização dos mesmos, está realizando somente 120 (cento e vinte) transplantes por mês devido a falta de pacientes e que as córneas não utilizadas estão sendo jogadas fora por passarem do tempo de utilização e validade. O administrador do BOS, esclarece que esta notícia não é verdadeira e em conseqüência dela pode resultar numa diminuição de pessoas doadoras de córneas. Por este motivo ele faz um apelo para que as pessoas continuem a doarem córneas para o BOS e informa que atualmente existe no País mais de 25 mil pessoas na fila de espera por um transplante de córnea.

SERVIÇO: Conheça um pouco mais sobre o BOS através do www.bos.org.br

– Hospital-dia está sendo instalado no Instituto Luiz Braille

por Reinaldo Oliveira

Hospital-dia está sendo instalado no Instituto Luiz Braille

O Instituto Jundiaiense Luiz Braille de Assistência ao Deficiente da Visão, fundado em 1941, e que atualmente atende 4,5 mil consultas/mês, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de pacientes das cidades de Jundiaí, Itatiba, Várzea Paulista, Louveira, Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Francisco Morato e Itupeva, está ultimando os trâmites legais para, em breve, prestar atendimento como hospital-dia. Por este motivo uma grande reforma estrutural foi realizada em suas instalações. O Setor Social foi transferido para outro prédio e onde ele funcionava foram construídos apartamentos para internações, alojamento para médico plantonista, posto de enfermagem, sala de expurgo, consultório médico, depósito para o centro cirúrgico, sanitário masculino e feminino. Foram adquiridos equipamentos hospitalares e aumento do efetivo do quadro de pessoal. Sobre os procedimentos burocráticos para que a instituição se torne um hospital-dia a solicitação já passou pelos setores da Prefeitura e aguarda a vistoria que é realizada pela Vigilância Sanitária. Satisfeitas estas exigências, o presidente Antonio Pacheco Finati informa que o atendimento que além das cirurgias de baixa e média complexidade que são realizadas atualmente, também as de alta complexidade poderão ser realizadas. “Hoje realizamos 90% das cirurgias da área de oftalmologia. Com o hospital-dia realizaremos 100%”, disse Pacheco. Importante destacar que a instituição, além das cirurgias, presta atendimento às pessoas que nascem com a deficiência ou que se tornaram deficientes em qualquer idade e através de profissionais como psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e terapeuta ocupacional, entre outros profissionais que orientam em questões desde a locomoção, até como escolher cores ou utilizar transporte público. Para ser atendido na instituição o paciente deve se dirigir à Unidade Básica de Saúde (UBS) do seu bairro e, através da carteirinha solicita agendamento com um oftalmologista da instituição. Vale lembrar que o Instituto Luiz Braille presta serviço para a Secretaria Municipal de Saúde e o único que atende só pelo Sistema Único de Saúde (SUS), na área de oftalmologia para pacientes de Jundiaí e cidades da Região. Com o início do atendimento através do hospital-dia, a instituição avança em mais uma etapa de serviços voltados para o bem-estar dos deficientes da visão.

– O Teste dos Protetores Soares

A Associação Pro Teste realizou mais uma de suas pesquisas sobre produtos, e agora o escolhido foi Protetor Solar. E o resultado é preocupante: as indicações nem sempre correspondem com a eficácia real do produto – e isso é muito, mas muito sério!

Veja as marcas avaliadas e o resultado:

Extraído de: Terra Vida & Saúde

Teste reprova 8 de 10 protetores solares FPS 30

O verão está chegando e uma avaliação da entidade Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (www.proteste.org.br) reprovou oito de dez marcas de protetores solares de FPS 30 loção. O considerado melhor do teste foi o L’Oréal Solar Expertise e, a escolha certa, Cenoura &Bronze. Os outros produtos que participaram são Avon Sun, Banana Boat Bloqueador Solar Ultra, Coppertone Loção, Episol Loção Oil Free, La Roche-Posay Anthelios/Hélioblock, Natura Fotoequilíbrio, Nivea Sun Loção Solar Protetora e Sundown Suncomplex.

Para chegar a tal conclusão, foram analisados rotulagem, composição, desperdício, irritabilidade, hidratação, proteção (UVA e UVB), resistência (calor, água e luz) e teste em uso. Entre os problemas mencionados está que a maioria dos protetores (com exceção do L’oréal, Cenoura & Bronze e Helioblock) apresenta um ingrediente potencialmente cancerígeno, o benzophenone-3, já proibido em alguns países.

Proteção
Todos os testados oferecem proteção aos raios UVB. No entanto, o Coopertone declara um fator de proteção (FPS 30) maior que o medido (FPS 25). Quando o quesito é raios UVA, que atingem as camadas mais profundas da pele, Coopertone, Episol, Natura e Banana Boat têm proteção muito baixa (menor que 1/3 do FPS, o considerável aceitável na Europa). No Brasil, não há controles ou exigências sobre proteção UVA.

Resistência
Depois da exposição do produto à radiação solar e ao calor por uma hora, mediram o FPS. Avon, Hélioblock, Nivea, Banana Boat e Sundown se mostraram fotoinstáveis, pois não mantiveram nem 80% (alguns nem 60%) da proteção inicial. Portanto, não seria possível garantir sua eficácia após uma hora de uso.
Todos os protetores se dizem resistentes à água e foram testados logo após imersão em água por 30 minutos. O da Natura obteve a pior avaliação, uma vez que sua proteção caiu para 30% da inicial. O da Sundown reduziu para 55%.

Outros dados
Todos têm as informações exigidas por lei nos rótulos. Apenas L’Oréal Solar Expertise, Cenoura & Bronze e Natura indicam o fator de proteção UVA, o que não é obrigatório, enquanto os outros apenas dizem proporcioná-la.

O campeão no problema de retenção na embalagem é o Coppertone, com 20% de desperdício. Os que menos retiveram produto foram Natura e L’Oréal (em média 6%).

No quesito hidratação, os protetores não se saíram muito bem, sendo que o melhor é o Natura, aumentando em até 16% a hidratação da pele (contra média de 8% da maioria). Apenas o Banana Boat provocou irritação (uma leve vermelhidão em algumas voluntárias).

Reinvindicações
A Pro Teste reivindica a obrigatoriedade de o fator de proteção UVA ser no mínimo de 1/3 do FPS e que isso seja indicado no rótulo, testes de fotoestabilidade, redução do prazo de validade (de dois anos para um) e proibição da substância benzophenone-3.

– Chocolates, Saúde e Nestlé

Em pesquisas conhecidas como “Rede Associativa”, voltadas ao comportamento do consumidor, costuma-se ligar impressões marcantes a determinadas marcas. Parmalat, é associada de pronto a palavra “leite”. Johnson & Johnson, “nenê”, “higiene”. Se pedir Nestlé, lembraremos de “chocolate”, por exemplo.

Acostumada com a liderança de mercado de chocolates, a transnacional Suiça triplica seus lucros com uma linha bem diferente do que a altamente calórica: produtos saudáveis!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/634/o-bem-estar-da-nestleempresa-reconhecida-pelos-produtos-caloricos-triplica-a-157055-1.htm

O BEM ESTAR DA NESTLÉ

por Adriana Mattos

Num projeto construído a toque de caixa, a Nestlé inaugurou na semana passada uma nova fábrica em Araraquara, no interior de São Paulo. A partir da nova unidade, vão seguir para todo o País lotes de leites premium Ninho e Molico. Todos esses produtos, de alto valor nutricional, fazem parte do esforço da empresa para expandir sua linha de itens saudáveis.

“A nova unidade reforça a Nestlé como uma empresa voltada para nutrição, saúde e bem-estar”, disse o presidente da companhia, Ivan Zurita, no discurso que selou a abertura do local. O plano de Zurita está alinhado com as metas estabelecidas pela matriz, na Suíça – metas, aliás, bastante ambiciosas. Reconhecida pelos produtos altamente calóricos, como o Nescau e o leite condensado Moça, a Neslté quer se transformar na maior companhia de alimentos e bebidas para bem-estar do planeta.

“É uma forma de criarmos mais valor para consumidores e acionistas”, disse recentemente Paul Bulcke, presidente mundial da corporação. É consenso entre especialistas que o mundo vai assistir a uma demanda crescente por produtos saudáveis. Na própria Nestlé isso já é traduzido em números consistentes. Enquanto as vendas totais da empresa crescem 6% por ano, a linha de produtos voltados para a saúde registra alta de 23%.

No Brasil, o fenômeno também começa a ser observado. Segundo uma fonte ligada ao grupo, a área de produtos nutricionais e funcionais no Brasil, que inclui cereais como Nesfit e os iogurtes light Molico, responde hoje por 8% da receita da empresa. Há três anos, a participação era inferior a 3%. Investimentos em marketing e a ampliação da oferta de produtos nas gôndolas dos supermercados fizeram com que alguns itens superassem o desempenho da concorrência.

De acordo com dados da ACNielsen, no período de agosto e setembro de 2009 os iogurtes lights da Molico detinham 16,6% de mercado, ante 13,6% um ano atrás. Enquanto isso, a participação da rival Pense Light, da Batavo, subiu menos, de 13,3% para 14,3%. “Acreditamos em forte expansão da área de produtos nutricionais da Nestlé em 2010, em todos os mercados, inclusive o brasileiro”, disse à DINHEIRO Philip Gorham, analista da consultoria americana MorningStar.

“Essa é uma forma de criarmos maior valor para acionistas e para o consumidor”
Paul Bulcke, PRESIDENTE mundial DA NESTL É

Se a participação das linhas naturais cresce no bolo, os ganhos financeiros da empresa são maiores e os dividendos pagos aos acionistas engordam imediatamente. Considerando apenas os itens saudáveis da Nestlé, as margens de lucro (antes de impostos) atingiram no primeiro semestre mais de 17%. Elas superam com folga os 11% de retorno dos sorvetes e chocolates da marca e das sopas e temperos, com taxa de 12%, segundo um relatório mundial.

É por causa disso que a Nestlé não para de colocar dinheiro nesse negócio. Em 2008, o grupo Nestlé gastou R$ 3,4 bilhões em pesquisa e desenvolvimento em itens funcionais e nutricionais. O valor equivale a 2% das vendas mundiais. Para efeito de comparação, a Danone investe 1% de seu faturamento. Na cesta de 58 marcas ativas da Nestlé no Brasil, apenas 18 são classificada s como nutricionais. Portanto, há grande espaço para avançar nesse segmento.

– O Câncer de Mama Masculino

Infeliz ao extremo a declaração do Governador do Paraná, Roberto Requião – PMDB. Ele disse que os índices de câncer de mama em homens no Brasil deve estar aumentando em decorrência do número de passeatas gays!

Sem graça a brincadeira. É provado que homens também sofrem desse mal. Sou homem, heterossexual, e pelos fatores genéticos da minha família pertenço ao grupo de risco de pessoas que podem desenvolver a doença no futuro. Fui aconselhado a me previnir do câncer de mama desde 1997, pelo Prof Dr Sérgio Daniel Simon, renomado oncologista do Hospital Abert Einstein (um dos “papas” da Oncologia no mundo).

Talvez o governador não deva ter tido a infelicidade de ter pessoas queridas com esse mal na família.

Para ver e ouvir a infeliz declaração, clique aqui

Para saber mais sobre câncer de mama em homens, clique aqui.

O CÂNCER DE MAMA EM HOMENS CRESCE NO BRASIL

Pouca gente sabe, mas os homens também desenvolvem o tumor de mama como as mulheres. Embora a incidência da doença ainda seja considerada baixa – equivalente a 1% dos cânceres malignos –, ela vem aumentado a cada ano. Os índices de cura estão diretamente relacionados ao diagnóstico, ou seja, as chances de cura crescem à medida que o tumor é descoberto precocemente. “Quanto antes for diagnosticado, melhor o prognóstico. Pois, como na mulher, os índices de cura para o diagnóstico precoce são de cerca de 80% a 90%, enquanto que, se descoberto tardiamente, este índice cai brutalmente, atingindo apenas 10% a 20% dos casos”, revela o cirurgião oncológico do Hospital e Maternidade São Luiz (São Paulo), Renato Santos.Geralmente, este tipo de câncer acomete o homem de idade mais avançada, sendo mais freqüente na faixa etária de 50, 60 anos de idade. Segundo Santos, a estimativa do Instituto Nacional do Câncer, órgão ligado ao Ministério da Saúde, é de que surjam cerca de 250 casos novos em todo Brasil, a cada ano, baseado nos números de 2002.

Diferentemente do que acontece com a mulher, que já possui o hábito de realizar o auto-exame, o homem, por desconhecimento deste tipo de doença, não se previne e não realiza este tipo de “acompanhamento”, o que dificulta o diagnóstico, prejudicando conseqüentemente o tratamento e a cura do tumor. “É muito comum o diagnóstico tardio no homem, quando a doença já se encontra evoluída. Para reverter este quadro, é necessário chamar atenção da população masculina para os primeiros indícios da doença e fazer um alerta para que estes homens procurem um oncologista ao notarem qualquer alteração na mama. Isto é fundamental”, alerta o especialista.

 

– Os Remédios Piratas nas Farmácias

Além de crime contra a economia, a venda de remédios pirateados deveria ser considerada homicídio. É covardia o doente crer no medicamento, pagar caro por ele, e ainda ser enganado. No Brasil, a venda de remédios piratas cresce cada vez mais, com anuência das pequenas farmácias, sendo encontrados até em camelôs!

Extraído de: http://www.jt.com.br/editorias/2009/09/08/ger-1.94.4.20090908.1.1.xml

VENDA DE REMÉDIO PIRATA CRESCE E CHEGA À FARMÁCIA

Polícia Federal e Anvisa apreenderam 316 toneladas de medicamentos ilegais no primeiro semestre, um recorde. Conselho de Farmácia abre processos éticos contra profissionais da área. Crimes ocorrem em pequenos comércios

ELVIS PEREIRA, elvis.pereira@grupoestado.com.br

Os remédios piratas, encontrados em camelôs, feiras e na internet, chegaram às prateleiras das pequenas farmácias, fato que ajudou o Brasil a quebrar, no primeiro semestre, o recorde de apreensões de medicamentos falsos. De janeiro a junho, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal recolheram 316 toneladas de medicamentos piratas, maior número já registrado no País. No mesmo período de 2008, foram 45,5 t.

Além do aumento ser atribuído ao reforço na fiscalização, com o crescimento de ações na fronteira e contra laboratórios ilegais, a Anvisa e o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, ligado ao Ministério da Justiça, confirmam que o comércio de medicamentos piratas ganhou corpo ampliando a abrangência para farmácias, principalmente as pequenas.

Segundo o secretário executivo do Ministério da Justiça e presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Luiz Paulo Barreto, algumas drogarias passaram a oferecê-los em resposta à forte competição dos ilegais.

Para o chefe de Inteligência da Anvisa, Adilson Bezerra, com essa mudança nos pontos de venda dos medicamentos piratas, tornou-se mais difícil ainda eliminar o comércio desses produtos.

O Conselho Regional de Farmácia do Estado (CRF-SP), que participou de blitze da Polícia Federal neste ano, afirma que já abriu processos éticos contra farmacêuticos flagrados vendendo remédios piratas. “Percebemos que são estabelecimentos pequenos, alguns até sem alvará de funcionamento. O consumidor tem de procurar comprar sempre em estabelecimentos idôneos”, diz Marcelo Polacow, vice-presidente do CRF.

Antes de chegarem às farmácias, os piratas eram – e ainda são – muito encontrados nas mãos de camelôs ou feirantes e também na internet, o que dificulta a ação policial. “Quando a gente vai ver, o site está hospedado em Miami, no Paraguai, na Bolívia. E não tem como punir esses responsáveis”, explica Luiz Paulo Barreto.

Além de representar um problema de saúde pública, o comércio ilegal tornou-se uma questão de segurança. “Em cada dez apreensões de armas e drogas, duas têm medicamentos falsificados”, afirma Adilson Bezerra. “Passamos a ter quadrilhas que começaram a ver neste tipo de crime uma possibilidade de lucro excessivo.”

Os remédios piratas – definição que engloba os produzidos sem permissão da vigilância sanitária, os contrabandeados e os falsificados – garantem altos ganhos em decorrência do baixo custo de produção, transporte e distribuição.

Para fabricá-los, geralmente basta farinha, uma prensa e embalagens. Prontos, eles são transportados pelos mesmos canais nos quais circulam outros artigos de origem ilícita, como CDs e DVDs.

Ao chegarem aos grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio, são armazenados em depósitos. Mais tarde, vão parar nas mãos de quem quiser vendê-los.

Os medicamentos trazidos do exterior entram principalmente pela fronteira com o Paraguai. “As pessoas fazem o transbordo utilizando pequenas embarcações no Lago Itaipu (divisa com o Paraná) e descarregam no lado brasileiro”, diz o delegado federal José Moura. “Dali, os remédios são levados a outro local para a montagem das caixas e, depois, são despachados para o resto do País.”

O delegado considera a região da tríplice fronteira a mais preocupante. Outro ponto que necessita reforço é nos portos e aeroportos.

A esperança do setor para vencer os ilegais é a adoção de um sistema de rastreabilidade, que está em fases de teste. O projeto, resultado de uma parceria da Anvisa com a indústria farmacêutica, consiste na impressão de um código especial na embalagem do medicamento. Um mesmo código trará o nome do laboratório, para qual distribuidora ele vendeu seu produto e para qual farmácia a distribuidora o repassou.

“O consumidor poderá em casa ou na própria farmácia, num leitor semelhante àquele dos supermercados, saber a fábrica e os pontos de distribuição e de venda”, afirma Luiz Paulo Barreto.

O gerente de assuntos econômicos da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), Marcelo Liebhardt, acrescentou que a medida permitirá ainda combater o desvio de carga. “Estamos esperando ansiosamente a regulamentação da Anvisa.”

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 10% dos remédios consumidos no mundo não sejam originais. Até 2010, o mercado pirata deverá movimentar US$ 75 bilhões por ano. Colaborou Fábio Mazzitelli

10 a 15 ANOS de cadeia é a pena para quem comercializa remédio pirata no País, crime hediondo

10 por cento dos medicamentos consumidos no mundo não são originais, segundo a OMS

– Boas iniciativas que merecem premiação!

Leio na Revista Saúde (outubro 2009, pg 58 e 59), que um candidato ao Prêmio Saúde, destinado às instituições que se destaquem no segmento de Medicina, é o Hospital Israelita Albert Einstein. Indicado para o prêmio “Saúde do Homem”, pelo uso do robô Da Vinci nas operações de próstata, com êxito total! Já pelo prêmio “Saúde da Mulher”, uma ação espetacular: o HIAE conseguiu reduzir na favela de Paraisópolis a incidência de gestações não-planejadas de 62,3% para 15,6%. Motivo: ORIENTAÇÃO! As mulheres carentes, pasmem, faziam uso errado de contraceptivos!

– Palhacinhos da Alegria

Pare um pouco e reflita: quanto tempo nós abrimos mão por dia para fazer o bem?

Pouco… pouquíssimo ou quase nulo!

Há pessoas que realmente são diferenciadas.

Iluminadas.

Simplesmente… especiais!

Enfim, que fazem a diferença… Sabem que o valor de um sorriso pode aliviar a dor de uma criança de maneira mais eficaz do que qualquer remédio. E um exemplo dessa belíssima ação solidária é a ação dos “Palhacinhos da Alegria“, que visitam hospitais, desprovidos de qualquer outro interesse a não ser o da Solidariedade. Para isso, não há idade, cor, credo ou enfermidade!

Enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira:

Palhacinhos da Alegria animam pacientes nos hospitais

Sábado passado, dia 19, entre 16h e 17h, a atenção de pacientes e familiares que se encontravam no Hospital São Vicente de Paulo, foi tomada com a aparição alegre e hilariante do grupo Palhacinhos da Alegria. O trabalho do grupo é desenvolvido com a figura do Palhaço, que age como médico que em suas visitas interage coma as pessoas internadas, seus acompanhantes e profissionais com o objetivo de levar alegria, otimismo, fé e esperança. Em cada visita são entregues lembrancinhas aos pacientes e familiares, com o objetivo de deixar registrado o momento da visita. Os “Palhacinhos da Alegria”, em Jundiaí fazem parte da ONG Caminho da Alegria, que é voltada ao atendimento de crianças com diabetes, e são inspirados no grupo “Doutores da Alegria”, criado em 1986 pelo Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova York, que quando atuava num hospital americano, pediu para visitar a ala infantil e percebeu a alegria que causou com a sua presença. A partir daí fundou a “Clown Care Unit”, voltada para visitas hospitalares. Em 1988 o brasileiro Welington Nogueira passou a integrar a trupe americana e, em 1991 implantou o primeiro grupo de “Doutores da Alegria” no Brasil, com apoio do Hospital Nossa Senhora de Lurdes, atual Hospital da Criança.  

– Crianças devem Brincar ou Malhar?

De pronto, responderia BRINCAR. Mas compartilho aos pais (que alegria pertencer a esse time) uma matéria interessante sobre brincadeiras e atividades físicas recomendadas a cada idade, publicada na ed 584, da Revista Época.

Uma das grandes preocupações é não só evitar o sedentarismo infantil, mas também a hiperatividade. Ócio é ruim, mas estresse infantil é tanto quanto prejudicial.

O link para o tema está em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI84282-15201,00-AS+MELHORES+ATIVIDADES+PARA+AS+CRIANCAS.html

– 1 Mês da Lei Antifumo

Após um mês da vigência da Lei Antifumo no estado de São Paulo, muita gente vem aplaudindo e o mesmo tanto criticando as medidas adotadas. Vivemos uma democracia, e a discussão é: liberdade para fumar ou liberdade para os não-fumantes terem paz?

Meu avô Manelão morreu de câncer, vítima do cigarro. Então, qualquer medida (mesmo forçosa) que dificulte o fumo é aplaudida por mim. Respeito os fumantes, mas o faça longe de mim!

Abaixo, alguns números da Indústria do cigarro que assustam:

3 a cada 20 cigarros do mundo têm tabaco do Brasil;

O Brasil é o maior exportador de fumo do planeta (735 milhões de toneladas/ ano);

33,8% dos adultos brasileiros são fumantes;

50% das pessoas que fumam a vida inteira morrem de problemas relacionados com o cigarro;

Fumar ajuda a causar 6 das 8 doenças que mais matam no mundo;

Cigarros são responsáveis por 90% dos casos de cânce de pulmão, 75% dos problemas cardíacos e 25% das bronquites;

1 em cada 3 cigarros do mundo vem da China;

De cada 20 cigarros, 1 veio do contrabando ou crime organizado.

(Extraído da Revista Superinteressante, pg 25, ed Agosto/2009)

– A Crise e a Testosterona, segundo José Sarney

Essa é do Sarney!

O ex-presidente do Brasil e atual senador José Sarney (tão acusado de corrupção), há dias, escreveu um curioso artigo na Folha de São Paulo (FSP, pg2, 22/05/2009) dissertando sobre como a crise mundial afeta a vida sexual das pessoas!

Num primeiro momento, o tema não combina com os predicados e histórico do político. Mas como bom escritor que é (apesar da não concordância de posições políticas), ele emenda o artigo com a Lei Maria da Penha. Vale a pena dar uma lida.

Compartilho o ótimo texto abaixo:

A CRISE E A TESTOSTERONA

Leio num jornal europeu que a crise econômica que varre o mundo, provocando a queda da atividade industrial, gerando desemprego e afetando todos os setores do cotidiano dos cidadãos, também está invadindo outras áreas, impensáveis num mundo que não fosse dominado pela sociedade da comunicação.O jornal publica uma especulação acadêmica que examina o tema ‘Sexo em Tempos de Crise’. Discute se há alterações no comportamento sexual das pessoas que perderam o emprego, ou estão para perdê-lo, das que viram suas ações na Bolsa caírem e das que tiveram diminuição de vendas ou do poder de compra. Estes acadêmicos concluem que o ambiente psicológico de insegurança que passou a atacar as pessoas, em meio à dúvida se chegamos ao fundo do poço, se estamos ainda em queda, quando virá a recuperação e de que modo, prejudica a libido, baixa o nível de testosterona nos homens, provoca ansiedade e frigidez nas mulheres, de tal modo que a redução da frequência sexual passa a ser um dos componentes da crise. Não será surpresa se em breve lançarem um novo índice de sexo como indicador da saúde econômica, no lugar do PIB.
Mas outros vão menos para motivos psicológicos e metem a obesidade entre os vilões da baixa em que se encontra a atração entre homens e mulheres. Na China, a coisa é mais preta: só se pode casar depois dos 27 anos e a limitação de uma criança por casal fez com que o único filho fosse o alvo de todos os afetos paternos e maternos. A primeira providência é enchê-lo de comida, levando-o a engordar. Em breve, antes de chegar à puberdade, o filho já está pilãozinho. Nas sociedades ocidentais, os hambúrgueres, as massas e o diabo que se come de gordura e guloseimas fazem com que todos consigam logo uma boa barriga e uma parte posterior avantajada. Não é sem motivo que todo dia saem métodos e mais métodos de emagrecimento e o efeito-sanfona domina a quase totalidade da população. O estudo mostra que, em momentos de crise, isso também é um somatório que atinge os indicadores de frequência sexual. Assim, quando a crise passar, voltarão os índices da felicidade humana na arte do cortejar e juntar-se.

Aqui, no Brasil, não vejo como um estudo desses seja sério. Afinal, os brasileiros resistem pelo sangue tropical a estes efeitos, e não nos atemorizam crises, tudo marolinha, ainda mais com a nossa melhor situação econômica. O que pode nos levar a essa hipótese é a lei do assédio sexual, que inibe a turma mais afoita, no medo da cana e nada de cama. E agora mais ainda com a Lei Maria da Penha, pois mulher espancada, em vez de se submeter à sedução do marido, vai à delegacia.
 

 

– Remédios só na Prateleira

O Ministério da Saúde está implantando uma nova medida contra a automedicação: a proibição de remédios expostos ao alcance dos clientes. Na prática, qualquer medicamento só poderá ser vendido após solicitado pelos clientes ao balconistas, que fornecerão o pedido. Acabarão as prateleiras de self-service. A medida entra em vigor daqui a 180 dias

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI89129-15223,00-REMEDIOS+FICARAO+FORA+DO+ALCANCE+DOS+CLIENTES.html

Remédios ficarão fora do alcance dos clientes
Para conter a automedicação, Anvisa baixou uma resolução que, entre outras coisas, tira os remédios das gôndolas das farmácias. Mesmo que dê certo, resta combater a pirataria
Francine Lima
Os brasileiros estão acostumados a correr para a farmácia ao primeiro sinal de enjoo ou dor de cabeça – e a levar para casa um estoque de comprimidos e xaropes que acreditam ser “tiro e queda”. Muitos nem sequer leem a bula, tomando doses inócuas ou exageradas. Para o Ministério da Saúde, esse costume é endossado pela forma como os medicamentos ficam à disposição nas farmácias. Por isso, o velho hábito vai ter de mudar. Na semana passada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou uma resolução que obriga as farmácias e drogarias a colocar todo e qualquer medicamento atrás do balcão.

Daqui a seis meses, quando a resolução entrar em vigor, quem tiver uma simples dorzinha de cabeça vai ter de explicar ao farmacêutico por que deseja comprar aquele remédio e responder a algumas perguntas sobre sua saúde antes de concluir a compra. A Anvisa também estabelece uma lista de produtos que podem ser vendidos em farmácias e drogarias. Com isso, ficam fora itens como chinelos, inseticidas, alimentos congelados, pilhas e lâmpadas. Os alimentos para necessidades especiais, suplementos nutricionais e cosméticos podem continuar sendo vendidos normalmente nas gôndolas.

“A farmácia é um comércio especial, porque é dedicado à saúde”, diz Dirceu Raposo de Mello, diretor-presidente da Anvisa. Ele afirma que o objetivo da reorganização dos balcões de farmácia é promover o uso racional de medicamentos, uma vez que comprar remédios sem a devida orientação põe em risco a saúde, em vez de preservá-la. Na visão de Raposo, o atual modelo das drogarias é muito parecido com o dos supermercados. “O que vemos hoje é um incentivo ao consumo”, afirma.

As vendas pela internet também serão controladas. Drogarias
virtuais não poderão vender remédios

Raposo pretende implementar por aqui o modelo que conheceu em visitas à Suíça, a Portugal e à Dinamarca. Para a Anvisa, não só o farmacêutico deverá ter um papel mais ativo, como o consumidor deverá entender a obrigação de fazer uma compra mais cautelosa. Isso inclui consultar a bula mesmo dos medicamentos sem prescrição. As farmácias teriam um “bulário” disponível para consulta, como o que a Anvisa mantém na internet. Caberia a quem usa um medicamento relatar ao farmacêutico eventuais sintomas adversos. E se certificar da origem dos produtos, sobretudo no caso de compra por telefone ou pela internet. As vendas pela internet também vão mudar. A resolução publicada na semana passada proíbe a venda de medicamentos por meio de sites de empresas de fora do país. Só será permitido vender remédios em sites com domínio “.com.br” e que pertençam a drogarias com lojas no mundo real.

Tanta mudança desagradou a quem vende remédio. “A adequação do conceito de drogaria é uma questão ideológica da Anvisa”, afirma Sergio Menna Barreto, presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Segundo Menna Barreto, a legislação federal dá aos Estados o poder de decidir que tipo de produto uma drogaria pode vender, o que tornaria a resolução da Anvisa inconstitucional. “A Anvisa não tem poder de fazer lei.”

Enquanto aguarda uma possível batalha judicial, a Anvisa prepara um ataque em outra trincheira: a dos remédios piratas. No início do ano que vem passará a funcionar um sistema de rastreamento destinado a coibir fraudes, roubos e falsificações no ramo farmacêutico. Como ele vai funcionar ainda não foi definido. O que se sabe é que cada embalagem de remédio será identificada com um código único, como os gravados nos chassis dos carros, e que esse código será registrado pelos laboratórios num banco de dados central junto com dados usados atualmente, como número do lote e data de validade. Uma campanha de conscientização que está sendo preparada pelo governo e por órgãos de combate à pirataria deverá encorajar o consumidor a consultar esse banco de dados cada vez que comprar um medicamento, seja por meio de um leitor ótico na drogaria ou em casa, pela internet. O banco de dados mostrará o caminho que o remédio deveria seguir desde o laboratório, incluindo a marca, a localização da fábrica, o nome da empresa distribuidora, a cidade e a rede de farmácias em que aquela caixa deveria estar sendo vendida. Se, por exemplo, um produto destinado ao Ceará for comprado no Rio de Janeiro, o consumidor deverá informar o incidente ao laboratório ou até à polícia.

Muitos consumidores não conhecem a “raspadinha”, selo usado
para garantir a procedência dos remédios

O combate à falsificação e ao contrabando também será feito por um convênio entre a Polícia Federal, a Anvisa e a indústria farmacêutica. O objetivo é aumentar a fiscalização para reduzir a entrada de produtos ilegais pela fronteira com o Paraguai, vendidos em drogarias de diversas regiões do país. Segundo as investigações dos últimos anos, o contrabando de medicamentos pela fronteira paraguaia reflete um problema mundial, pois boa parte da matéria-prima vem da China. É cotidiana a passagem de “mulas” e sacoleiros com comprimidos e ampolas dentro da roupa por Foz do Iguaçu e Guaíra, na região do Lago de Itaipu. Em 2008, a Receita Federal apreendeu 1 milhão de comprimidos falsificados em Foz do Iguaçu, a maioria imitações de remédios contra disfunção erétil, principalmente Viagra e Cialis. “O prejuízo estimado à indústria farmacêutica por causa desses crimes é de pelo menos R$ 5 bilhões”, afirma André Franco Montoro Filho, do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco). Segundo ele, o valor equivale a 27% do que a indústria fatura no Brasil.

A alternativa que os laboratórios têm, por enquanto, é alterar suas embalagens de tempos em tempos, usando recursos gráficos caros, para dificultar a falsificação. A “raspadinha”, aquele retângulo branco na caixa do remédio que, se friccionado com um objeto metálico, revela a logomarca do fabricante, é um recurso caro, obrigatório nas embalagens de todos os medicamentos no Brasil já faz alguns anos. Foi criada justamente com essa finalidade. Funciona muito bem, já que ninguém até hoje conseguiu falsificá-la com qualidade. Mas boa parte dos consumidores não sabe que ela existe ou não faz questão de usá-la para verificar a autenticidade do produto.

Embora as ações do convênio antipirataria envolvam fiscalização nas fronteiras, capacitação das polícias e um intercâmbio de inteligência entre o setor público e o privado, a atenção do consumidor parece ser decisiva. Segundo o coronel Paulo Roberto de Souza, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo, quem compra cargas roubadas são os mesmos participantes da cadeia legal do comércio. “O receptador é um comerciante do ramo legalmente estabelecido. Ele compra o roubado porque paga por ele no máximo 40% do valor que paga por um produto legal. É a ganância pelo lucro que move essa cadeia”, afirma. A checagem de cada produto num sistema digital de rastreamento pode não ser o jeito mais confortável de estabelecer uma relação de confiança entre o consumidor e a drogaria. Mas pode ser um incentivo poderoso à formação de cidadãos mais interessados em saber o que realmente está sendo feito de sua saúde.

– A Campanha do Dia Seguinte!

Seria melhor se fôsse investimento em campanha preventiva! O Ministério da Saúde abriu um serviço onde uma pessoa que descobre estar com Doença Sexualmente Transmissível envia um cartão virtual para o parceiro, anonimamente, alertando-o que pode estar doente!

Inusitado, não?

A mensagem que parece Spam diz: “Oi, não sei se essa é a melhor forma de dizer, mas descobri que tenho uma DST. Fui a uma unidade de saúde e estou me tratando. Acho que você deveria fazer o mesmo”.

Para enviar um cartão como esse, clique em www.aids.gov.br/muitoprazer. Espero que você não necessite fazer uso desse link.

– Os Créditos do Tamiflu no Bolso do Austríaco

E como em todas as áreas e desgraças sempre há algum gênio inventivo ganhando dinheiro, veja que interessante: O austríaco que inventou o Tamiflu, único medicamento contra a gripe suína, se enriquece graças a exclusividade da suas pesquisas e a crença do laboratório Roche.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/pandemia-lucrativa-inventor-do-tamiflu-unica-droga-eficaz-contra-a-146061-1.htm

PANDEMIA LUCRATIVA

” Considero uma bênção ter sido o cientista responsável por inventar o Tamiflu “

O doutor Norbert Bischofberger fica irritado quando alguém argumenta que ele está cada vez mais rico graças à gripe suína, também conhecida como Influenza A. Mas a verdade é exatamente essa. Como inventor do Tamiflu, única droga eficaz contra o vírus H1N1, o austríaco tem direito a uma saudável fatia dos lucros obtidos com o medicamento.

Rendimento que tem disparado em consequência de os governos, preocupados com a pandemia, estocarem mais e mais doses do remédio. Bischofberger liderou o time que, nos anos 1990, desenvolveu o medicamento no laboratório americano Gilead e pavimentou seu caminho para a vice-presidência da companhia, cargo que ocupa até hoje.

Além da porcentagem direta das vendas do Tamiflu, portanto, Bischofberger também ganha sempre que o Gilead recebe mais e mais royalties sobre o comércio do medicamento, atualmente distribuído pela suíça Roche. Sem contar sua fatia no Tamiflu, Bischofberger acumula um salário anual de US$ 650 mil no laboratório.

Além disso, ele tem mais de US$ 53 milhões em opções de compra de ações do Gilead, papéis que também se valorizam à medida que as vendas do Tamiflu crescem. Segundo a Roche, apenas nos seis primeiros meses deste ano, as vendas de Tamiflu chegaram a US$ 938 milhões. Governos de países de todo o mundo foram responsáveis por US$ 612 milhões desse total, de acordo com o laboratório. Segundo Bischofberger, porém, o dinheiro não foi sua motivação para desenvolver o medicamento. Para ele, foi uma bênção ter sido o cientista responsável pela criação da droga, pois ela pode fazer a diferença na vida de várias pessoas.

O austríaco vai mais longe, e diz que o trabalho, e não o dinheiro, é o que mais importa para ele. Segundo Bischofberger, independentemente do quanto ganha, acorda diariamente às quatro e meia da manhã e, às sete, já está no escritório. Ainda que diga não se importar com dinheiro, o austríaco sabe o que fazer com ele. Recentemente, ele adquiriu o Hotel Sonne, no norte da Áustria, por 12 milhões de francos suíços (cerca de US$ 11,03 milhões), para transformálo em um spa de luxo.

Indiretamente, Bischofberger aposta que continuará lucrando alto com o Tamiflu, já que não espera melhora no quadro da pandemia mundial de Influenza A. O cientista relativiza informações que indicam que o vírus H1N1 começa a se tornar resistente ao medicamento. Para Bischofberger, esses dados podem ser resultado de avaliações feitas em pacientes menos sensíveis ao Tamiflu, e não porque o remédio não é mais eficaz.

Além disso, não há atualmente no mercado nenhuma droga tão eficiente quanto essa para o combate à gripe suína. Ainda que vários outros medicamentos estejam sendo desenvolvidos, assim como vacinas contra a doença, é pouco provável que possam afetar a demanda cada vez maior pela droga no curto e médio prazos.

A preocupação de governos, como o brasileiro, ainda deve sustentar as vendas do remédio por um bom tempo. Pensando nisso, a própria Roche já começou a elevar sua capacidade de produção. Em 2010, o laboratório espera ter condições de fabricar anualmente até 400 milhões de doses do Tamiflu. Tudo isso contribuirá, também, para elevar os rendimentos do dr. Bischofberger. Ele, porém, também se mostra preocupado e, a exemplo dos governos de todo o mundo, começou a estocar em casa o medicamento que inventou.

Conhecendo o inimigo de perto, ele afirma que uma bactéria ou vírus como o H1N1 representa uma ameaça muito maior à humanidade do que uma guerra nuclear. Mas, enquanto a hecatombe biológica não acontece, sua conta corrente vai muito bem, obrigado.

– Doando Plaquetas

Hoje, seguindo um hábito que felizmente consegui manter, doei plaquetas e hemácias.

Confesso com satisfação: a alegria de ajudar supera a minha fobia de sangue e agulhas.

Doe sangue e plaquetas, afinal, os níveis dos bancos de sangue estão baixíssimos nos hospitais.

(E faz muiiiiito bem à todos).

Seja voluntário.

– A Gripe que Assusta!

Inegavelmente, a gripe suína está assustando. Boataria, números falsos, pânico e outras coisas que desconhecemos ajudam a criar esse clima de medo.

O vírus está entre nós, circulando livremente. Imagine quantas pessoas estão contaminadas e não sabem?

Para tranquilizar: quantas pessoas se contaminaram e já sararam… e talvez nem saibam?

A Gripe Suína é a farra dos hipocondríacos; isto é fato. Mas o susto continua. Hoje, o pediatra da minha filha (Dr Aderbal, renomado pediatra de Jundiaí) disse que pelo consultório dele já passaram 14 casos confirmados e 1 a confimar.

E o que fazer? Enclausurar-se em casa? E o dia-a-dia?

Claro, deve-se ter precaução e prevenção. Lavar as mãos; evitar lugares de risco; higienizar-se bem; melhorar a alimentação… tudo isso ajuda. Mas se deve continuar a vida. A letalidade está em pessoas de baixa imunidade. Estas sim devem tomar cuidados redobrados, triplicados ou quadruplicados: Gestantes, crianças e idosos (além de pessoas com enfermidades).

Acabo de ler um “espirituoso cidadão” que escreveu: Se lavando as mãos com álcool o vírus da gripe suína foge, imagina ingerindo! Abstêmicos: tomar cachaça é uma questão de saúde pública!

Brasileiro brinca com tudo mesmo… Humor negro, mas há quem goste.

Vamos vivendo, com cuidado mas sem freiar o cotidiano.

– Bullying: Problema Sério Ignorado pelas Famílias

É cada vez mais sério o problema de bullying nas escolas brasileiras. Bullying é o ato de colocar apelidos, rotular ou gozar de outrém, principalmente às crianças. Estas, constrangidas, tendem a diminuirem o rendimento escolar, se introverterem e sofrerem caladas.

Parece coisa simples ou boba, mas na cabecinha de uma criança não é assim que funciona. Vira trauma. Se para os adultos já é difícil passar por essa situação, imagine aos adolescentes?

Agora, novos estudos se direcionam ao tratamento do bullying, extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1196656-5603,00-BULLYING+PASSA+A+SER+ACOMPANHADO+POR+PEDIATRAS+NOS+ESTADOS+UNIDOS.html

Bullying passa a ser acompanhado por pediatras nos Estados Unidos

Especialistas querem acompanhar tanto vítimas quanto agressores. Ideia é tentar achar maneiras de prevenir e corrigir comportamento.

Perri Klass Do ‘New York Times’

Na década de 1990, realizei exames físicos em um garoto da quinta ou sexta série da rede pública de ensino de Boston (Costa Leste dos EUA). Perguntei a ele qual era sua matéria preferida: ciências, definitivamente. Ele tinha ganhado um prêmio na feira de ciências e iria competir em uma feira com várias outras escolas.
O problema é que havia algumas crianças na escola perturbando-o diariamente por ele ter ganhado a feira de ciências. Ele era provocado, empurrado e, ocasionalmente, até agredido. A mãe do menino balançou a cabeça e se perguntou se a vida dele seria mais fácil se ele deixasse para lá essa coisa de feira de ciências.
O “bullying” (assédios e provocações) produz reações fortes e altamente pessoais. Eu me lembro do meu próprio sentimento de ofensa e identificação. Ali estava uma criança bastante inteligente, amante da ciência, possivelmente um futuro (insira aqui seu gênio favorito), atormentado por brutos. Isso foi o que fiz pelo meu paciente: aconselhei a mãe a telefonar para o professor e reclamar. Encorajei o menino a seguir com seu amor pela ciência.
Essas são três coisas que eu sei que deveria ter feito: não contei à mãe que o bullying pode ser evitado, e que isso depende da escola. Não chamei o diretor ou sugeri que a mãe o fizesse. Não pensei um segundo sequer nos provocadores, e qual seria o prognóstico para a vida deles.

Contra os bullies
Nos últimos anos, pediatras e pesquisadores dos Estados Unidos têm dado aos bullies (provocadores) e suas vítimas a atenção que, há tempos, eles merecem – e recebem na Europa. Ultrapassamos a ideia de que “crianças são assim mesmo”, de que o bullying é uma parte normal da infância ou o prelúdio de uma estratégia de vida de sucesso. Pesquisas descrevem riscos no longo prazo – não só para as vítimas, que podem ter mais tendência a sofrer de depressão e pensamentos suicidas, mas aos próprios provocadores, que têm menos probabilidade de concluir os estudos ou se manter no trabalho.
No mês que vem, a Academia Americana de Pediatria irá publicar a nova versão de uma diretriz oficial sobre o papel do pediatra na prevenção da violência entre os jovens. Pela primeira vez, haverá uma seção sobre o bullying – incluindo uma recomendação para que escolas adotem um modelo de prevenção, desenvolvido por Dan Olweus, professor e pesquisador de psicologia da Universidade de Bergen, Noruega. Ele foi o primeiro a estudar o fenômeno do bullying escolar na Escandinávia, na década de 1970. Os programas, disse ele, “funcionam na esfera escolar, de classe e individual; eles combinam programas preventivos e lidam diretamente com as crianças identificadas como provocadoras, vítimas, ou ambos”.
Robert Sege, chefe do ambulatório de pediatria do Boston Medical Center e principal autor da nova diretriz, afirma que a abordagem de Olweus concentra a atenção no maior grupo de crianças, aquelas que observam a tudo. “A genialidade de Olweus”, disse ele, “é que ele consegue reverter a situação da escola. Assim, as outras crianças percebem que o provocador é alguém com problemas em controlar seu próprio comportamento, e a vítima é alguém a quem eles podem proteger”.
O outro autor, Joseph Wright, vice-presidente sênior do Children’s National Medical Center, em Washington, e presidente do comitê da academia pediátrica de prevenção à violência, observa que um quarto de todas as crianças relata ter se envolvido em bullying, seja como provocador, seja como vítima. Proteger as crianças de lesões intencionais é uma tarefa central para pediatras, disse ele, e a “prevenção do bullying é um subconjunto dessa atividade”.

Repetição
Por definição, o bullying envolve repetição. Uma criança é repetidamente alvo de provocações ou ataques físicos – ou, no caso do chamado bullying indireto (mais comum entre garotas), rumores e exclusão social. Para um programa antibullying de sucesso, a escola precisa entrevistar as crianças e descobrir os detalhes – onde e quando isso ocorre. Mudanças estruturais podem ajudar a lidar com lugares vulneráveis – o cantinho do playground fora da vista, o portão de entrada da escola na hora da saída.
Então, disse Sege, “ativar os observadores” significa mudar a cultura da escola; através de discussões em sala, encontro de pais e respostas consistentes a cada incidente, a escola deve transmitir a mensagem de que o bullying não será tolerado.
O que eu devo perguntar na hora do check-up? Como vai a escola, quem são seus amigos, o que você faz no recreio? É importante abrir a porta, especialmente para as crianças na faixa etária mais provável para o bullying, para que vítimas e observadores não tenham medo de falar. Os pais dessas crianças precisam ser motivados a exigir que as escolas ajam, e os pediatras provavelmente precisam estar prontos para falar com o diretor. Nós devemos acompanhar a criança, a fim de garantir que a situação melhore, além de verificar a saúde emocional dela e buscar ajuda, se necessário.
E ajudar os provocadores, que também são, afinal, pacientes pediátricos? Alguns especialistas temem que as escolas simplesmente suspendam ou expulsem os agressores, sem prestar atenção a uma forma de ajudá-los e às suas famílias a aprender a viver de outra forma. “As políticas de tolerância zero das escolas distritais estão, basicamente, empurrando o problema para frente”, disse Sege. “Temos de ser mais sofisticados.”
A forma como entendemos o bullying mudou, e provavelmente mudará ainda mais. Por exemplo, nem mencionei o cyberbullying. No entanto, todos que trabalham com crianças precisam começar com a ideia de que o bullying tem consequências a longo prazo e é evitável. Eu ainda sentiria a mesma raiva, em nome do meu paciente vencedor da feira de ciências, mas agora eu vejo seu problema como uma questão pediátrica – e espero ser capaz de oferecer um pouco mais de ajuda, um pouco mais de acompanhamento, com base apropriada em pesquisas científicas.

– Brócolis???

Detesto brócolis. Mas tenho comido de-vez-em-quando justamente pela recomendação de muitos. E agora acabo de ler:  

Brócolis faz bem para o coração e previne osteoporose

Membro da família do repolho (crucíferas) o brócolis tem origem remota e protege contra várias doenças, inclusive o câncer. Contém vários componentes químicos, inclusive carotenóides e betacaroteno, substância que diminui o risco de câncer. Rico em antioxidantes, inclusive a vitamina C, o brócolis ajuda a melhorar a imunidade e a evitar doenças cardíacas e osteoporose. Também é repleto de ferro, que trata a anemia, e é uma rica fonte de fibras

Pela propaganda, e do jeito que vai, o brócolis estará para mim assim como o espinafre está para o marinheiro Popeye.

Mas confesso que cada vez que vejo brócolis pela frente me lembro de que gosto de picanha, pizza, lasanha…

Porque nem tudo que é bom é saudável, e vice-versa? 

– Empreendedores e a Saúde: Como ter um Infarto Feliz!

A tirada de Pedro Mello, do “Blog do Empreendedor”, é muito engraçada! Ele retrata os esforços de como um empreendedor deve fazer para ter logo um infarto! Claro, ele questiona a relação “dedicação ao trabalho versus saúde“.

Vale a pena dar uma conferida: http://portalexame.abril.com.br/blogs/pedro_mello/20090604_listar_dia.shtml?permalink=171883

Saúde: Empreendedor também morre de infarto!

Essa semana gravei o 70o Fiz do Zero pra IdealTV e uma coisa que tenho percebido nesses dois anos de gravações é que são raros os empreendedores que entrevisto e sinto que estão tranquilos, cuidando da saúde mental, física e espiritual.

Estava pensando nisso quando recebi um e-mail do Pedro Antunes, com texto do Dr. Ernesto Artur, um cardiologista com uma nova proposta para você:

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ

Como empreendedores normalmente são pessoas com muita coragem e teimosia, aqui vão as dicas do Dr. Ernesto pra você pensar um pouco…

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, ISSO É BESTEIRA. Tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego está faltando, surge aquela dor de estômago, a cabeça não anda bem. Simples, tome logo estimulantes, energéticos e antiácidos. Eles vão te deixar tinindo, novinho em folha.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. Por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita sempre para si: Eu não perco tempo com bobagens!

– Pata de Ganso: Eu já tive uma…

Certa vez, “ganhei” uma tendinite difícil de sarar, conhecida nos meios ortopédicos como “Pata de Ganso”. Felizmente, após um bom tratamento, nunca mais a tive e quero distância dela!

Há dias, li esse artigo publicado e, para aqueles que praticam esporte, vale a pena se prevenir com as boas dicas aqui contidas.

Texto do Fisioterapeuta Marcelo Luiz de Souza, extraído do CartãoVermelho.esp (http://www.cartaovermelho.com.br/modules.php?op=modload&name=Sections&file=index&req=viewarticle&artid=573&page=1)

TENDINITE DA PATA DE GANSO OU ANSERINA

Chamam-se “pata de ganso” os tendões dos músculos que inserem na região medial do joelho no terço proximal da tíbia. São eles: tendão do semitendinoso, grácil e sartório. Cada um tem localização, origem e ação específica, entretanto, todos têm (em tese), a mesma inserção, formando a referida “pata de ganso”.

O semitendinoso origina-se na tuberosidade isquiática, na região posterior da coxa, sendo um dos responsáveis pela flexão e rotação interna do joelho e, acessório na extensão do quadril. O grácil, tem origem no corpo e ramo inferior do púbis e é um dos responsáveis por auxiliar a flexão, rotação interna do joelho e adução da coxa. O sartório origina-se na espinha ilíaca ântero-superior, auxiliando na flexão do quadril, flexão e rotação interna de joelhos.

Como mencionado, estes têm inserção “relativamente” comum, no terço proximal medial da tíbia (região interna do joelho). Juntamente com os tendões da “pata de ganso”, temos a bolsa sinovial, que lubrifica os tendões dando mais funcionalidade ao movimento, evitando atritos. Esta bolsa também pode ser sítio de dores isoladas ou estar associada à tendinite da “pata de ganso”, provocando a bursite da pata de ganso ou anserina.

MECANISMO DA LESÃO

 

 

Tendinite comum no meio desportivo, a tendinite da pata de ganso ocorre geralmente por excesso de uso, overuse, sobrecarga e esforço repetitivo. Um estresse biomecânico, provocado por um joelho valgo ou varo, pé pronado ou supinado pode ser um fator preditivo. Pancadas na região também podem provocar a lesão, associando com a bursite da pata de ganso.

Clinicamente, é difícil distinguir qual estrutura está afetada, se é o tendão ou a bursa. A literatura revela que, na maioria dos casos, o problema é de origem bursal. A inflamação da bursa (bursite) pode resultar de um trauma agudo na parte medial do joelho ou por overuse (sobrecarga), na qual há uma fricção repetitiva da bursa entre a tíbia e os tendões devido a estresses em valgo ou uso excessivo dos isquiotibiais, principalmente naqueles que tem um encurtamento dos músculos posteriores da coxa. É comum ocorrer nos esportes que exigem mudanças rápidas e bruscas de direção.

FATORES QUE PODEM DESENCADEAR A LESÃO

-Treinamento excessivo (overtraining);
– Gesto esportivo incorreto;
– Aumento súbito dos treinamentos e corridas em aclives;
– Encurtamento dos isquiotibias;
– Lesão do menisco medial;
– Deformidade em valgo;
-Instabilidade medial.

SINAIS E SINTOMAS

– Dor ao subir e descer escadas na região medial do joelho;
– Dor ao sair da posição sentada para em pé;
– Edema no local (inchaço);
– Dor a palpação da região;
– Dor para caminhar.

TRATAMENTO

• Fase aguda: crioterapia, ultra-som no modo pulsátil, laser e tens, podem ser recursos da eletrotermofoterapia que se aplicam bem ao quadro clínico do paciente. Quando a dor for diminuindo, incluir: exercícios suaves de alongamentos para os referidos músculos (semitendíneo, grácil e sartório), bem como exercícios de fortalecimento, com carga leve e progressiva. Na fase de resolução, incluir exercícios proprioceptivos (sensório-motores) específicos e, exercícios funcionais para retorno breve à prática desportiva. O uso de antiinflamatórios, é um recurso que deve ser utilizado também, de acordo com orientação e critério médico.

• Fase crônica: Calor, ultra-som no modo contínuo, laser como cicatrizante, são recursos benéficos. Entretanto, os exercícios de alongamentos, exercícios de fortalecimento muscular, exercícios proprioceptivos e funcionais são fundamentais no processo de recuperação deste paciente. Bandagens funcionais podem ser utilizadas, bem como palmilhas específicas, caso haja alguma alteração biomecânica que justifique. Em geral, é auto-limitada (melhora com ou sem tratamento), mas o tratamento fisioterapêutico acelera e evita recidivas do quadro clínico.

Até a próxima!
Marcelo Luiz de Souza
Fisioterapeuta – Crefito 2: 74644-F
marceloluizsouza@globo.com
Tels: (21) 78526135 (ID: 83*17295) e 9627-5472

– Gripe comum é mais letal que a Suína em SP

Veja só: a Gripe Suína assusta por ser mais letal, certo? Sim, mas na prática, as vítimas decorrentes de mortes ocorridas por Gripe Comum são em maior número. Em SP, 17 pessoas morrem por dia, vítimas da Gripe Comum!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u600207.shtml

Gripe comum matou 17 por dia em São Paulo em 2008

A gripe comum foi responsável por 17 mortes por dia em São Paulo no ano passado. Ao todo, 6.324 pessoas morreram na cidade em 2008 devido a males provocados pela gripe, como pneumonias, bronquites e outras doenças pulmonares.

Para chegar a esses números, a Folha tabulou os dados do Tabnet (sistema da prefeitura de São Paulo que disponibiliza números de mortalidade na cidade) com base em critérios do Ministério da Saúde.

Nesta semana, o ministério anunciou que 70.142 pessoas foram mortas pela gripe sazonal no país em 2008.

Os números de São Paulo permitem algumas comparações entre a gripe sazonal e a suína –que chegou ontem a 33 óbitos no país, após o ministério corrigir os dados divulgados na quinta-feira e São Paulo confirmar mais quatro mortes.

Assim como o vírus da gripe suína, que, de acordo com infectologistas se espalhou mais no inverno, o da gripe sazonal faz mais vítimas nesta época.

Para Jarbas Barbosa, gerente de vigilância, prevenção e controle de doenças da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), há, entretanto, uma diferença importante entre a gripe comum e a suína. Enquanto a primeira mata mais os idosos, a outra tem mais óbitos entre a população adulta e jovem.

Em São Paulo, por exemplo, 45% dos óbitos por gripe comum em 2008 foram de pessoas com mais de 80 anos. Já na gripe suína, dos 32 mortos com idade conhecida, 19 tinham menos de 30 anos.

Ainda não foi feito um estudo que possa explicar a diferença, diz Barbosa. Uma das hipóteses é a de que os idosos tenham algum tipo de imunidade em relação à nova gripe, pois podem ter entrado em contato com vírus similares, que circularam nos anos 50 e 60.

“Na gripe comum, os idosos morrem, normalmente, por complicações da doença, como pneumonia bacteriana, que aparece depois que a gripe já deixou o organismo mais fraco”, explica Carlos Magno Fortaleza, professor de moléstias infecciosas da Faculdade de Medicina de Botucatu.

Na gripe suína, diz o gerente da Opas, o vírus normalmente é o próprio causador da morte, em geral por pneumonia viral.

Fortaleza afirma que é provável que sejam registrados mais óbitos por gripe neste ano, já que os dois tipos de vírus estão circulando.

“Teremos os óbitos da gripe comum e os mortos pela gripe suína. Por isso é importante que a população se vacine contra a gripe comum.”

Mortes confirmadas

Ontem, a Secretaria da Saúde de São Paulo confirmou mais quatro mortes por gripe suína no Estado: duas na capital, uma em Campinas (93 km de SP) e outra em Cosmópolis (região de Campinas). Agora, o Estado de São Paulo soma 16 óbitos e o total do país passa para 33.

A vítima de Cosmópolis é uma mulher de 20 anos, que estava grávida de sete meses (o bebê sobreviveu). É a quarta gestante morta no país em consequência da gripe suína.

Na capital, morreu uma menina de 4 anos, que tinha histórico de asma e bronquiolite.

Os outros dois óbitos confirmados ontem são de um homem de 58 anos, da capital, com problemas hepáticos graves, e de uma mulher de 37 anos, de Campinas.

– Medicamentos Perigosos Utilizados Indevidamente

Não sei por que não repercutiu na grande imprensa, mas a Justiça deu ganho de causa às vítimas de Talidomida. Esse medicamento foi utilizado para evitar enjôos na gravidez, e trouxe sérios efeitos colaterais que acabaram afetando os fetos. As crianças, assim, nasceram com sérias alterações, como braços e pernas curtas. Agora, o governo terá que indenizar as vítimas em até R$ 200 mil por danos morais.

 

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,uniao-tera-de-indenizar-vitimas-da-talidomida,404189,0.htm

 

União terá de indenizar vítimas da talidomida

 

O Tribunal Regional Federal condenou ontem a União a pagar indenização por danos morais à primeira geração de vítimas do medicamento talidomida – cerca de 360 brasileiros que nasceram com deficiências físicas, em razão de as mães terem usado a droga, comercializada no País entre 1957 e 1965 como remédio contra enjoos da gravidez. O órgão atendeu parcialmente recurso da associação de vítimas e determinou que o valor da reparação deverá ser de cem vezes o da pensão por danos físicos já recebido por elas, o que significará reparações entre R$ 46,5 mil e R$ 198,5 mil.

O valor requisitado, no entanto, era de que a indenização fosse 500 vezes maior. Não perdemos, já é uma grande vitória?, afirmou chorando, ao fim do julgamento, Claudia Marques Maximino, da Associação Brasileira de Portadores da Síndrome da Talidomida. Se os políticos nos dessem 1% do que têm desperdiçado em viagens e outras despesas irregulares já estaríamos satisfeitos?, afirmou Gisele Fernandes, que sofreu atrofia dos braços.

Um total de dez pessoas afetadas pela síndrome assistiram ao julgamento, realizado na capital paulista, e decidiram fazer uma reunião em breve para saber se recorrem ou não da sentença dada ontem. O advogado da associação, Mario Sarrubbo, destacou em sua manifestação no tribunal que o País demorou quatro anos para proibir o uso da droga por grávidas, apesar de já existirem evidências de anomalias. Se houver recurso, da União ou das vítimas, o caso será levado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.