– Aprendendo com os erros de todos.

Precisamos aprender com os nossos erros, além de aprender também com os erros dos outros.

Na primeira situação, há de se ter humildade; na segunda, reflexão sem julgamento alheio (por respeito a quem erra).

Conseguimos?

– Agradeça pelos seus anos!

EXPERIÊNCIA – Por que reclamar da idade?

Os anos nos trazem sabedoria!

Feliz é aquele que vive longo tempo e pode ensinar tanta coisa que aprendeu…

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– Os especialistas e PhD’s da Web.

Não é assustador ver a quantidade de pessoas que fala sobre todo e qualquer assunto, com tom professoral (mesmo se equivocando), desrespeitando a opinião alheia?

Ao mesmo tempo, com uma dose de fanatismo nas Redes Sociais, desacreditam quem tem formação só porque pensam diferente!

Tempos difíceis… Saramago, nessa arte abaixo, diz tudo:

– Vamos debater? Só que…

Eu sempre sou aberto a debates, discussões respeitosas e interação (e gosto disso). Mas para que sejam momentos saudáveis, lembremo-nos:

  • Respeitar a opinião alheia não é concordar, mas, simplesmente, respeitar! Se você não concorda comigo, tudo bem. Eu também não preciso concordar contigo, mas saiba: respeitarei sua opinião.
  • Se debatemos um assunto, no qual ambos falam sobre o que pensam, ótimo. Mas a insistência para convencimento alheio nunca é salutar. Muitas vezes, devemos pensar que: expresso minha opinião / ouço a do meu próximo / faço meu contraponto / ele faz o contraponto dele. Passou disso, há o perigo de existir imposição de ideias (a não ser que seja um bate-papo informal).
  • Palavrões, xingamentos ou linguajar chulo? Esqueça. Não fui educado para escrever ou falar bobagens que constrangem o leitor. Afinal, nossas searas são públicas, e sendo assim, não vale a pena conversar com quem tem vocabulário “boca-suja”.
  • Preconceito, desrespeito e qualquer outra forma de inferiorizar uma pessoa (seja pela prática de homofobia, sexismo, intolerância política ou religiosa, xenofobia, racismo, extremismo ideológico ou simplesmente ofensa gratuita por divergência de opinião), não valem também.

Peço minhas sinceras desculpas em “expor condições para interagirmos” (e olha que eu sou um mísero cidadão qualquer), mas cansa tanto cara agressivo, grosso, mal-educado, raivoso, fanático, ou simplesmente, pobre de espírito que entende que a Internet é um “território livre para ofensas e outros abusos”. Não é!

“Pensar diferente e discutir não é fazer do próximo um inimigo ou adversário; ao contrário, é entender o sentido da visão diversa expondo educadamente um entendimento por novo prisma” (Frase própria que gosto de difundir).

Concorda com esses termos? Fiquemos à vontade então para o diálogo produtivo e de crescimento intelectual.

Foto-Arte extraída de: https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-aperto-de-mao/

– Ouça (e filtre) conselhos.

No cotidiano, encontramos pessoas que querem nos ajudar (e outras não).

Normalmente ouvimos daquelas de boa vontade, muitos conselhos sobre resoluções e decisões a tomar. Por quê não nos fazermos ouvintes?

Escute experiências, seja atencioso e filtre o necessário. Todo conhecimento e toda reflexão são benquistos; afinal, “não somos donos da verdade” e precisamos aprender continuamente.

Continuar lendo

– Prudência.

Que perfeição de mensagem, abaixo!

Saber ficar quieto evita, muitas vezes, problemas. Leia:

– A Sabedoria desprezada nos dias atuais.

E essa verdade expressada abaixo não é constante?

Nos dias atuais, a sensatez está sendo deixada de lado e a soberba cada vez mais louvada. Inversão total de valores!

– Cabeça experiente com corpo jovem?

Calma, não é nenhuma analogia a experimento ou metamorfose qualquer que abordarei. Falarei sobre ter a experiência de vida e a sabedoria sensata que se tem quando mais maduro, somada com a disposição, ânimo e vigor da juventude. Para muitos, “cabeça de 40 num corpo de 20”!

Fico pensando: eu não fiz nada grave ou de muito errado na minha fase jovem (embora eu ainda seja jovial de alma). Sempre procurei ser ponderado, mesmo com os impulsos normais da mocidade. Mas com 44 anos, a gente está mais calejado e reflete muitas coisas ao ver jovens radicais, que não viveram ainda nada na vida, debatendo política, por exemplo, como se fossem “senhores da razão”.

Aí eu me auto-questiono: se eu vejo os erros do excesso da imprudência e falta de vivências dos moços, me cobro para ter ouvidos sempre abertos aos mais velhos que já viveram coisas que eu não vivi.

Isso não significa ser antiquado ou retrógrado, mas sábio e prudente. E lembrando: claro que os jovens tem boas ideias, criatividade e visões inspiradoras – e isso deve ser valorizado sempre! Mas conciliar a experiência com a jovialidade é o ideal!

Assim, repito: a maturidade ajuda a otimizar as “visões de mundo” que temos, e a juventude nos dá fôlego / hormônios / ímpeto para colocar as coisas em prática.

É por isso que devemos ter um espírito jovem, hoje e sempre, para nunca nos acomodarmos em nosso conhecimento contínuo e nos propósitos da vida.

– Nunca seja negativo.

Não se desespere! Na vida, não temos “únicos caminhos”. Há sempre alternativas e outras chances.

Pode parecer piegas, mas se formos pessimistas, as coisas ficam piores.

Uma mensagem, na imagem abaixo:

– Trocando ideias.

SABEDORIA – “Se eu tiver uma maçã e você outra, e se resolvermos trocá-las, ambos continuaremos a ter uma maçã. Mas se eu tiver uma idéia e você outra, e resolvermos trocá-las, ambos teremos 2 coisas importantes”.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=egU3hlwjtLY

– Regras da Vida: 3 sábias dicas:

Como discordar dessa imagem, que nos dá 3 ótimos conselhos?

Confira: 

Imagem: recebida por WhatsApp, autoria desconhecida na Web

– Decisões de maneira sóbria!

Nunca tomemos decisões sem lucidez!

Uma reflexão bacana sobre ponderação e sobriedade, à luz do Espírito Santo, em: https://www.youtube.com/watch?v=-0rAlJsMeXs

– Aprendendo com os erros de todos.

Precisamos aprender com os nossos erros, além de aprender também com os erros dos outros.

Na primeira situação, há de se ter humildade; na segunda, reflexão sem julgamento alheio (por respeito a quem erra).

Conseguimos?

 

– Silenciar pode ser sábio.

Que perfeição de mensagem, abaixo!

Saber ficar quieto evita, muitas vezes, problemas. Leia:

– Confiança em Excesso faz mal?

Para reflexão:

É preciso ter dúvidas. Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos.

Orson Welles

Será que ele não está certo?

– E se a Inteligência Artificial fosse incorporada para as decisões da Justiça?

Até onde as máquinas substituirão os homens?

Leio a respeito dos computadores ajudando na tomada de decisões nos EUA. Mas e a qualidade e a sensibilidade dos dados? Como / quando podem ser interpretados corretamente?

Uma ótima discussão e subsídio pra o debate, extraídos de: https://epoca.globo.com/guilherme-amado/a-sociedade-nao-pode-ficar-escrava-de-maquinas-diz-especialista-em-uso-de-inteligencia-artificial-no-judiciario-24304579

A SOCIEDADE NÃO PODE FICAR ESCRAVA DAS MÁQUINAS

Joshua Walker fundou a primeira empresa a organizar a base de processos dos EUA

Além de recomendar sua próxima música ou série, a inteligência artificial também tem chegado aos tribunais, com a promessa de dar suporte a todos os lados: juízes, advogados, promotores, réus e vítimas.

Joshua Walker é um dos fundadores do Codex, centro da Universidade de Stanford especializado no tema, e da Lex Machina, a primeira empresa a organizar a base de processos judiciais dos Estados Unidos.

“Milhões de páginas podem se transformar em dezenas. Um acordo de compliance pode ser revisado oito vezes mais rápido com a ajuda de bases de dados”, afirmou, emendando que a palavra final deve ficar sempre com o ser humano, especialmente em processos que demandam sensibilidade e têm implicações graves.

“É o ser humano que deve decidir, no fim do dia. A sociedade não pode ficar escrava de máquinas. E é preciso transparência. Às vezes, um cientista de inteligência artificial pode não saber por que uma decisão foi tomada”, afirmou

Walker viria ao Brasil na semana que vem para debater o tema em São Paulo, na Fundação Getúlio Vargas, e no Rio, no escritório MJ Alves e Burle. A visita foi adiada por causa do coronavírus.

Leia a entrevista.

As máquinas vão tomar conta da Justiça?

Existe esse temor, mas isso não vai acontecer. Mesmo se pudéssemos chegar perto disso e ficar bons nisso, não iríamos querer isso. Não é possível nem desejável ter o sistema de Justiça feito só por máquinas. Quando alguém diz “inteligência artificial”, você deve pensar em “dados”. Assim, faz muito mais sentido. O uso de dados tem um impacto enorme no mundo todo, em diferentes contextos. Com inteligência artificial, temos um processamento de dados muito mais rápido. Mas o fator humano é essencial, principalmente na Justiça.

Bases de dados podem ajudar a desafogar uma Justiça lenta como a brasileira?

Sim. Essas reclamações não são só no Brasil, mas globais. Se você tem uma fábrica e não sabe quanta matéria-prima entra e quanto produto sai ao fim de cada dia, é uma loucura. Você precisa dessas informações. E a Justiça é muito mais importante e complicada do que isso. Juízes americanos usam a inteligência artificial para entender como um assunto tende a ser interpretado nos tribunais, qual sua jurisprudência. Isso não significa que os dados vão tomar a decisão no lugar dele. Em um caso sobre semicondutores, um assunto extremamente técnico, poderá te ajudar muito ter alguma ideia de como esse padrão funcionou em outras cortes. Há um ganho de efetividade. Outra informação possível é na análise de atuação de advogados e testemunhas em outros processos. Se os juízes podem ser ajudados por dados para casos mais burocráticos, como os comerciais, podem ter mais tempo para analisar casos criminais ou constitucionais. É uma economia de tempo.

Os cidadãos devem ter o direito de saber como uma base de dados foi usada para ser classificado em um banco, ou ter um caso julgado? Como fica a transparência?

Sim, esse é um ótimo ponto. Às vezes, um cientista de inteligência artificial pode não saber por que uma decisão foi tomada. E pode ser algo de vida ou morte. Temos de saber o porquê. Outros sistemas podem fazer a checagem. Mas você não deveria usar inteligência artificial para tomar uma decisão de vida ou morte. Tudo o que você pode fazer é usar essas ferramentas para interpretar dados. É o ser humano que deve decidir, no fim do dia. A sociedade não pode ficar escrava de máquinas.

Como equilibrar fator humano e ciência em casos sensíveis, como a disputa judicial pela guarda de um filho pequeno?

A sensibilidade é algo único do ser humano, e a inteligência artificial deve dar suporte a isso. Se o juiz se livra de tarefas burocráticas, ele ganha mais tempo para se concentrar nas decisões em casos tão sensíveis. No começo, quando vendíamos nossa ferramenta de inteligência artificial, não usávamos o termo “inteligência artificial”. Ressaltávamos que era História. E aqueles que não sabem sua história estão fadados a repeti-la. Com dados, você pode observar padrões em inúmeros casos e corrigir erros em massa. Pode salvar vidas e impulsionar a economia.

Em que situação a inteligência artificial foi um sucesso?

Em 1994, houve um genocídio em Ruanda. Cerca de um milhão de pessoas foram assassinadas. Eu fui chamado para ajudar nesses casos. Mas não havia base de dados. Tínhamos milhões e milhões de documentos, mas nenhuma maneira de acessá-los. Os procuradores e a polícia de vários países levaram centenas de horas somente para obter informações muito básicas de evidências e testemunhas. Então, construímos um sistema do zero. Usamos uma base de dados apenas com o Microsoft Word, inicialmente. Não havia muita tecnologia. A base de dados batia exatamente com o que tínhamos. As pessoas, as provas, as sentenças. Assim, investigadores conseguiram convencer os tribunais de um modo muito efetivo. Não por causa da base de dados, mas a base de dados fez o trabalho muito mais organizado, rápido e melhor. Em vez de milhões de páginas, tínhamos uma acusação de onze páginas, com todas as evidências possíveis. Para mim, foi uma das maiores experiências com dados para os tribunais. Depois, fui procurado por juízes dos casos se eu poderia fazer o mesmo por ele, mas não tive tempo.

E um fracasso?

Uma vez, um juiz nos deu acesso a milhares de arquivos de pessoas presas, para checagem. Havia questões de vida ou morte. Nunca pudemos fazer o trabalho. Não tínhamos um mandato nem recursos para terminar a análise criminal, nas petições de habeas corpus. Para mim, foi a maior falha. Além da parte econômica, devemos fazer o bem para a sociedade. Foi uma falha não pelo uso de dados, mas pela falta dele. Nós tivemos uma oportunidade de ajudar detentos e juízes, mas não possuíamos a autorização para isso.

Em que nível está a inteligência artificial na Justiça dos Estados Unidos?

Não estamos mais no início precoce da inteligência artificial no Direito. Eu diria que estamos no segundo quarto da maturidade, chegando à metade. Hoje, há várias alternativas claras para usar essas ferramentas em disputas judiciais e análises de sentenças e contratos. Uma revisão de acordo de compliance pode ficar oito vezes mais rápida e efetiva. Claro que ainda há uma checagem humana, mas é uma mudança real.

Quando essa maturidade será alcançada?

Nunca chegaremos ao fim desse processo. É como a evolução de uma empresa como a Apple. Nunca terminará. A maneira com que você obtém progresso nessa área, ironicamente, é sendo muito humilde. Você tem de assumir que todas as coisas podem desandar e que os dados são caóticos. Só assim você pode construir sistemas que funcionem algo como 98% do tempo. Nos nossos sistemas, temos muitas checagens e testes humanos.

– E se nossa cabeça de hoje estivesse no corpo de ontem? Ter uma mente jovial e sadia!

Calma, não é nenhuma analogia a experimento ou metamorfose qualquer que abordarei. Falarei sobre ter a experiência de vida e a sabedoria sensata que se tem quando mais maduro, somada com a disposição, ânimo e vigor da juventude. Para muitos, “cabeça de 40 num corpo de 20”!

Fico pensando: eu não fiz nada grave ou de muito errado na minha fase jovem (embora eu ainda seja jovial de alma). Sempre procurei ser ponderado, mesmo com os impulsos normais da mocidade. Mas com 44 anos, a gente está mais calejado e reflete muitas coisas ao ver jovens radicais, que não viveram ainda nada na vida, debatendo política, por exemplo, como se fossem “senhores da razão”.

Aí eu me auto-questiono: se eu vejo os erros do excesso da imprudência e falta de vivências dos moços, me cobro para ter ouvidos sempre abertos aos mais velhos que já viveram coisas que eu não vivi.

Isso não significa ser antiquado ou retrógrado, mas sábio e prudente. E lembrando: claro que os jovens tem boas ideias, criatividade e visões inspiradoras – e isso deve ser valorizado sempre! Mas conciliar a experiência com a jovialidade é o ideal!

Assim, repito: a maturidade ajuda a otimizar as “visões de mundo” que temos, e a juventude nos dá fôlego / hormônios / ímpeto para colocar as coisas em prática.

É por isso que devemos ter um espírito jovem, hoje e sempre, para nunca nos acomodarmos em nosso conhecimento contínuo e nos propósitos da vida.

– O ótimo conselho de… Paulo Maluf!

Veja que sábio conselho sobre como lidar com as críticasadmire-se por quem o disse:

“Quando te criticarem, não justifique. Seus amigos não precisam disso e seus inimigos não acreditarão”.

De Paulo Maluf a Danilo Gentili,  no extinto CQC. 

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– O Tesouro da Sabedoria

Não sei onde li, mas é uma verdade incontestável de um grande sábio:

A boa educação é moeda de ouro. Em toda a parte tem valor.”

Padre Antônio Vieira

Vai contestar?

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– Confiança em Excesso faz mal?

Para reflexão:

É preciso ter dúvidas. Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos.

Orson Welles

Será que ele não está certo?

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– Sabedoria Humana e Sabedoria Divina

Você sabe qual é a diferença de ser sábio aos olhos dos homens e sábio aos olhos de Deus?

Que tipo de sabedoria você deseja no dia-a-dia?

Basicamente, São Tiago nos explica bem didaticamente neste trecho o que é a verdadeira sapiência que devemos almejamos. Compartilho:

LEITURA DA CARTA DE SÃO TIAGO (TG 3,13-18)

Caríssimos, quem dentre vós é sábio e inteligente? Que ele mostre, por seu reto modo de proceder, a sua prática em sábia mansidão. Mas se fomentais, no coração, amargo ciúme e rivalidade, não vos glorieis nem procedais em contradição com a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto. Ao contrário, é terrena, materialista, diabólica! Onde há inveja e rivalidade, aí estão as desordens e toda espécie de obras más. Por outra parte, a sabedoria que vem do Alto é, antes de tudo, pura, depois pacífica, modesta, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem fingimento. O fruto da justiça é semeado na paz, para aqueles que promovem a paz.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

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– A ignorância e a insensatez

Foi dito há milênios, mas continua atual:

O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”

Aristóteles, na Grécia Antiga

Não necessita de maiores discussões.

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– Provérbio de Van Gogh sobre Perdas

O genial pintor holandês Vicent Van Gogh (1853-1890), certa vez disse:

Se você perdeu dinheiro, perdeu pouco. Se perdeu a honra, perdeu muito. Se perdeu a coragem, perdeu tudo”.

Sábio, não?

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– Ensinar é bom demais!

Divida conhecimento!

Todos ganham com tal atitude.

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– Sábio ditado de Rui Barbosa!

Certa vez disse Rui Barbosa (intelectual brasileiro, político, ministro, entre tantas coisas que esse grande homem foi no Brasil do começo da República):

Não se deixe enganar pelos cabelos brancos, pois os canalhas também envelhecem”.

Pois é: o que tem de picareta na sociedade, independente de idade, sexo, ou raça…

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– Quem disse que o problema é o Entorno de você?

Vale refletir…