– Respeite-se!

Uma mensagem:

– Compliance não é algo que traz burocracia!

A prática de compliance, que numa definição bem simplória pode ser a de “busca de parceiros éticos e responsáveis nos negócios”, para muitos pode ser um processo extremamente burocrático.

Ledo engano! Compartilho um esclarecimento bem interessante, em: http://estudio.folha.uol.com.br/petrobras/2017/12/1943617-governanca-e-compliance-nao-significam-engessamento.shtml

GOVERNANÇA E COMPLIANCE NÃO SIGNIFICAM ENGESSAMENTO

Nunca se falou tanto da importância da ética nos negócios, da reputação das companhias e também sobre a necessidade de as empresas terem controles internos e gerenciamento de riscos.

Um temor é que esses processos se transformem apenas em mais burocracia e em engessamento da empresa. Mas, segundo especialistas, cuidados simples mantêm a agilidade na tomada de decisões. Governança e compliance, bem aplicados, significam segurança, não burocracia, afirmam.

“É fundamental ter controles internos e gerenciar os riscos. Ao mesmo tempo, é preciso manter velocidade na tomada de decisão. Para que isso aconteça, o programa de governança e compliance precisa ser desenvolvido por pessoas que conheçam muito bem a empresa, o setor em que ela atua e também as normas”, afirma André Camargo, coordenador dos cursos de direito do Insper.

Para evitar excesso de regras e normas, a principal dica é ter um bom diagnóstico sobre o funcionamento diário da empresa, no detalhe, para poder identificar as áreas mais suscetíveis a riscos e desenvolver planos mais rigorosos para esses setores. Para não tornar a tomada de decisão muito morosa, a recomendação é que sejam identificadas, de forma clara, as pessoas que terão mais autonomia.

Outra orientação é que as regras sejam compatíveis com o tamanho e a complexidade de cada negócio. “É fundamental criar modelos próprios, não de prateleira, e evitar cópias e improvisações”, diz Walfrido Jorge Warde Júnior, especialista em direito societário e mercado de capitais.

Os controles, segundo especialistas, precisam fazer parte da cultura das companhias. “Há 20 anos, quando o cinto de segurança passou a ser obrigatório no país, alguns resistiram. Hoje, ninguém discute. É bom para todos e já entrou na cultura do brasileiro. O mesmo vai ocorrer com os programas de governança e de compliance nas companhias, mas isso leva tempo, pois é comportamental”, afirma o professor de Faculdade de Economia e Administração da USP Cláudio Afonso Pinheiro Machado.

A maturidade da empresa com o tema é outro item muito importante. A orientação é que a mudança seja gradual e não crie muitas regras de uma só vez. “Não dá para uma empresa passar de zero para cem medidas de controle de uma única vez”, afirma a presidente do Reputation Institute Brasil, Ana Luisa Almeida.

Empresa coloca novo modelo de governança entre as prioridades

Os temas governança e compliance são estratégicos para a Petrobras. Tanto que a implantação do novo modelo de governança e gestão consta nas prioridades do Plano Estratégico e de Negócios e Gestão 2017-2021. O novo modelo começou a ser implementado em 2016, e o processo deve durar dois anos. Estão sendo mapeadas as competências e os processos das principais atividades da companhia de acordo com as boas práticas internacionais de governança.

Foi adotado também o modelo de autorizações compartilhadas. Decisões significativas, como contratações, compras e desembolsos, devem ser compartilhadas por no mínimo dois gestores que não tenham relação de subordinação direta entre si. Essas medidas garantem controle e integridade dos processos, aumentando a transparência e a segurança dos atos praticados pelos gestores da companhia.

Para não perder agilidade, a empresa investe na melhoria e na simplificação dos processos internos, sempre respeitando preceitos de controle e conformidade.

– Egoísmo ou Bullying ? Parte 1.

De certeza que já ouviram falar sobre o bullying. E também já devem saber o que é o egoísmo.Espero que gostem dos dois temas que hoje escolhi para …

Continua em: Egoísmo ou Bullying ? Parte 1 🌹🌍

– Bullying and Self Confidence: 7 Steps to Keeping Your Confidence Up When People Bully You.

Bullying and self confidence can exist when you’re being bullied. In other words, there are ways you can continue to be confident when you endure …

Continua em: Bullying and Self Confidence: 7 Steps to Keeping Your Confidence Up When People Bully You

– Contra o infeliz meme transfóbico que viralizou nessa semana:

Esse pensamento transfóbico em letras garrafais (abaixo) viralizou na Internet nessa semana. O comentário em roxo, de autoria própria, surgiu diante da minha indignação.

Ninguém escolhe o seu sexo para nascer. Nascemos, simplesmente. Mas há aqueles que sofrem de disforia de gênero, e que passam uma vida inteira com dores físicas, emocionais e mentais. Quem escreve uma bobagem como essa, da frase preconceituosa, é totalmente ignorante a isso ou nunca soube a fundo o que acontece com gente que padece nesse mal.

Estamos no mês da campanha “Setembro Amarelo”, de prevenção ao suicídio! E há idiotas que insistem em frases tão sem empatia como essas… claro, provavelmente desconhecem ou não tiveram ninguém que tentou o suicídio por tal causa.

Hétero, Homo, Trans, Inter, Cis, A, B, C ou qualquer outra pessoa de qual denominação seja, QUER ser aceita na sociedade. Todos nós queremos viver com dignidade, respeito e cidadania. Por quê excluir um grupo?
Infelizmente, existem indivíduos que criam estereótipos na cabeça e associam a qualquer convenção sexual não predominante na sociedade, como libertina, ninfomaníaca, doente mental e outras coisas depreciativas! Isso existia no passado, onde se praticava o racismo sem qualquer receio, chamando preto de macaco e gay de depravado. Lembrando: racismo e fobia por gênero são crimes.

A pessoa que nasceu num corpo que não corresponde com a sua alma pode ser seu vizinho. Seu amigo. Seu próprio filho! E são pessoas corajosas, que enfrentarão a discriminação para, simplesmente, viver.
Aceitar ou não o seu corpo é um argumento tão pequeno para minimizar o problema… TODOS nós queremos ter paz e sermos aceitos em sociedade.

Um transsexual não é melhor do que um heterossexual. E nem pior. É uma pessoa com virtudes e defeitos como outra qualquer. Por que encher a paciência dela?

Deploravelmente, se confunde as pessoas da “lacração”, do radicalismo Woke, e de tantas outras ideologias, colocando o transexual nesse mesmo bololô. E por questão política se discute isso! Como se não existisse gay de direita, de centro ou de esquerda…

Fico assustado realmente é com a insensibilidade alheia. E, pior: há aqueles que falam que Jesus já as condenou! Justo o Nosso Senhor, que deu a própria vida pelos pecadores (que somos nós), condenaria ao inferno uma pessoa que nasceu num sexo diferente do que o corpo representa? Leia o que Ele falou sobre os julgamentos aos eunucos e afeminados! Veja o esforço de inclusão do Papa Francisco, jantando com um grupo de transex e falando do Evangelho. E, sinceramente, não queira me cancelar (sou católico praticante, que respeita todo o Magistério da Igreja Católica e que está em um processo particular de questão de Nulidade Sacramental, seguindo o rito do Vaticano e o Tribunal da Santa Mãe Igreja, a fim de estar em comunhão).

Por fim: transex não é a pessoa que “muda de sexo ao bel-prazer pois deu vontade”. É aquele que luta contra seus demônios e suas dores e quer ser apenas mais uma pessoa normal na sociedade.

Não escreva bobagem que não se conhece.

– A confusão no Jayme Cintra pode inspirar melhorias futuras.

Agradeço ao grande Wanderley Nogueira pelo carinho e citação na Jovem Pan. Que a confusão ocorrida ontem, em Jundiaí, sirva de marco para melhorar o respeito ao torcedor de #futebol em geral.

A opinião do WN aqui: https://www.instagram.com/reel/C_8VUiSuwqk/?igsh=d2p0cmg3emE3Zmhq=

A muvuca no Jayme Cintra, no vídeo de Marcelo Ceccato, abaixo:

Agradeço ao grande @wanderleynogueira.bsky.social pelo carinho e citação.Que a confusão ocorrida ontem, em Jundiaí, sirva de marco para melhorar o respeito ao torcedor de #futebol em geral. A opinião do WN aqui: http://www.instagram.com/reel/C_8VUiS….A muvuca no Jayme Cintra, no vídeo:

Rafael Porcari (@rafaelporcari.bsky.social) 2024-09-15T23:05:52.986Z

– Empatia.

Será que é tão difícil tal propósito, como o desta imagem?

Veja só:

– Homens do Lixo ou Homens da Limpeza?

Auto-explicativa tirinha:

– Profissional capacitado, mas como humano…

Quem sou eu para discordar dessa verdade… (abaixo, na imagem)

Sejamos mais respeitosos

– E se todo mundo ignorasse Abel?

Abordamos e lamentamos ontem a fala machista e grosseira do treinador palmeirense Abel Ferreira contra a jornalista Alinne Fanelli (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZZn).

Provavelmente, fará o que sempre tem feito: após ser mal-educado, divulgará uma nota dizendo que foi mal interpretado e pedirá desculpas. Já virou uma praxe, quando o ideal era não cometer o erro.

Penso: e se os jornalistas se levantassem e deixassem Abel falando sozinho, na hora da coletiva? Talvez seria um protesto que agradasse a todos (já que o Abel não gosta de falar educadamente).

Aliás, o que o time feminino do Verdão deve estar pensando? E a própria presidente Leila Pereira?

Sinceramente, acho que o Abel utiliza das estratégias de Mourinho e Felipão (como criar uma polêmica e usar isso para o time, dizendo que “são todos contra o Palmeiras” – como tem feito com a arbitragem), mas não consegue mais sair do personagem bronco. Não é possível que um cara viajado pelo mundo, que ganha milhões por mês, seja tão grosseiro estúpido assim.

Atualizando – Abel fez exatamente o que se esperava: disse que não quis ser grosseiro com ela e falou generalizando. O protocolo óbvio.

Imagem: Abel Ferreira (Alexandre Schneider/Getty Images), clique extraído de: https://veja.abril.com.br/brasil/veja-essa-2871

– Opinião alheia? É para respeitar!

Em uma sociedade ideal, o respeito não precisaria ser lembrado nas postagens em redes sociais, não?

Portanto, um lembrete com ideais de Educação:

– Respeitar histórias pessoais é possível!

É muito difícil respeitar o seu semelhante (ou o diferente)?

Cada um com sua consciência numa questão: devo julgar meu próximo? Veja:

– E quando você tem um “dia de Bia”?

Há certas situações nas quais você deve tomar cuidado para não fazer bobagem.

Respirar fundo, contar até 3 ou simplesmente se desconectar para não magoar profundamente alguém num momento em que você está tomado pela forte emoção (especialmemte se ela for negativa), é importante. A ausência de um diálogo, vez ou outra, é melhor do que uma discussão aflorada pelo nervosismo.

Digo isso por este meme, abaixo, da “Bia”. Veja e responda: já teve vontade de imitá-la?

Aqui:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Etarismo? Veja o exemplo dos Cinquestões:

O texto é de Emelyn Ribeiro, postado no LinkedIn. Nele se fala sobre como as pessoas não valorizam as pessoas experientes (como se “estar na casa dos 50” fosse um problema).

Excelente. Abaixo:

ETARISMO

“O sucesso não vem com as suas mãos enfiadas nos bolsos”

Uma frase irônica quando olhamos para a foto do turco Yusuf Dikec, de 51 anos que foi medalhista no tiro olímpico em Paris.

Eu quero falar de dois temas aqui: etarismo e preparo.

Prata na disputa de equipes no tiro esportivo com pistola 10m, esse homem viralizou nas redes sociais por estilo descontraído e por dispensar uso de equipamentos especiais. Mas vocês acham que ele começou assim?

Formado em Educação Física, ingressou na Academia da Gendarmaria (a força militar turca que também desempenha funções atribuídas à polícia) em 1994 aos 21 anos e chegou ao posto de sargento. Dois anos depois ele foi indicado à Jandarma Gücü, a equipe esportiva das Forças Armadas do país.

Ele também disputou os Jogos de Pequim na China, em 2008; Londres em 2012; foi ao Rio em 2016 e esteve em Tóquio em 2020. Essa, porém, foi sua primeira medalha olímpica.

E ainda existem empresas que insistem em escolher candidato pela idade. A sabedoria, a inteligência emocional e o conhecimento das pessoas maduras podem levar o ouro para tantos negócios! Alta performance não tem idade.

Eu não canso de repetir: é muito mais coerente ensinar técnica do que comportamental. Somos capazes de aprender qualquer coisa, desde que estejamos dispostos á isso.

E você? Já investiu em si o suficiente pra executar com excelência e mão no bolso?

– O que fazer com os haters e “bobões” mal educados na Internet?

A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse queas Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.

Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.

O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?

Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.

Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:

– Os bonecos de Leila e Ednaldo.

Um dia, bandidos (ou idiotas racistas) espanhóis fizeram um boneco simbolizando Vinícius Jr sendo enforcado.

Como tolos se identificam, semelhantes imbecis fizeram bonecos enforcados de Leila Pereira e Ednaldo Rodrigues.

Se alguém dizer a mim que isso “faz parte”, “é do futebol” ou ainda que “é culpa dos próprios“, me perdoe; significa fim do bom senso.

Toda forma de violência deve ser repudiada e os intolerantes responsabilizados.

Foto: Reprodução / Redes sociais / Jogada10

– Ser respeitoso sempre!

Gostei bastante dessa mensagem: alguns valores / gentilezas / comportamentos nunca estão fora de moda (mesmo que o mundo faça você crer que estão em desuso).

De maneira bem clara, uma mensagem em uma imagem:

Imagem

– Converse com gente inteligente e educada.

Discutir com quem quer tumultuar, não vale a pena.

Debater com teimoso, é perder tempo (e muitas vezes, paciência).

O que vale é interagir com pessoas sábias e respeitosas. Todos ganham e novas ideias surgem (mesmo que exista discordância).

Um pensamento:

– A teoria da Pipoca.

Saibamos respeitar nossas diferenças e nossas particularidades.

Uma analogia muito simples, e ao mesmo tempo, propícia:

– Sentido a dificuldade do outro, de maneira cidadã (empatia e equidade).

Há representação mais fidedigna sobre empatia (sentir a dificuldade do próximo e se fazer semelhante) do que essa representação?

Veja a imagem:

– Tenhamos sensibilidade.

O mundo não pode ser intolerante com nenhuma manifestação de gênero, ideológica, política, cultura ou social.

Mas igualmente não pode tolerar comportamentos avessos ao respeito, integridade, boa educação ou de insensibilidade.

Uma mensagem, abaixo:

– Nunca rotule as pessoas.

A figura que segue nesta postagem mostra que conhecemos o exterior das pessoas (se é que conhecemos, pois muitas ainda usam máscaras), mas o conteúdo e seus sentimentos reais, nunca descobriremos!

Por quê rotular, sendo assim?

– Por que discriminar?

Vejo tanta gente intolerante com religião, cor da pele, comportamento, ideologia, preferências…

Somos todos cidadãos, irmãos, filhos de um mesmo pai. Pobre, rico, branco, negro, capitalista, comunista… todos têm o mesmo fim!

Ou não?

Veja:

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Imagens extraídas da Internet, autoria desconhecida.

– A importância de diversidade e de ESG nas Pequenas Empresas, sem a prática “Washing”

Cada vez mais as práticas inclusivas e as políticas de ESG estão presentes (e são necessárias) às organizações. Mas um cuidado: não fique só no discurso, pois se não colocar o que se prega na prática, vira empresa “washing”.

Muito bacana, extraído de: https://exame.com/negocios/esg-e-diversidade-nas-pmes-por-que-importa-e-como-implementar-politicas-de-inclusao/

ESG E DIVERSIDADE NAS PMES: POR QUE IMPORTA E COMO IMPLEMENTAR POLÍTICAS DE INCLUSÃO

Especialista Ana Gabriela Primon explica a relação entre os temas de diversidade e inclusão e ESG e avalia a importância de PMEs adotarem estratégias trabalhistas nesta frente

(Com Granadeiro Guimarães Advogados)

Os três aspectos do conceito de ESG, sigla que significa Environmental, Social and Governance (em português, ambiental, social e governança), formam os pilares de uma estratégia que tem guiado as lideranças de diferentes empresas no mundo todo.

Em síntese, o investimento ESG consiste num modelo de investimento sustentável, que busca inserir nas empresas princípios e valores, dimensões que vão além das tradicionais métricas econômico-financeiras.

Como o próprio nome indica, a sustentabilidade do conceito ESG não se limita à questão ambiental, mas inclui fatores sociais e de governança, o que abarca, por exemplo, as práticas trabalhistas de uma organização.

Muitas organizações compreendem a importância de uma política interna guiada pelo conceito ESG e a relevância de ações de Diversidade e Inclusão, mas têm dificuldade de estabelecer a relação entre os temas e aplicar essa interação na prática.

Este assunto será objeto de um dos painéis do 2º Fórum Trabalhista Empresarial, evento organizado pelo escritório Granadeiro Guimarães Advogados, que acontecerá no próximo dia 26 de maio, das 8h45 às 12h30, com transmissão ao vivo pelo canal do escritório no Youtube.

Em resumo, o papel da Diversidade e Inclusão na construção de políticas ESG nas empresas está diretamente relacionado aos pilares social e de governança, sendo, portanto, um indicador de que a organização segue (ou não) as diretrizes ESG.

Uma boa estratégia organizacional é aquela que inclui Políticas de D&I e ESG alinhadas, e que desenvolva ações concretas na formação de equipes diversas, a preocupação com a construção de um ambiente inclusivo e seguro para diferentes grupos, a diversidade em cargos de liderança, a equidade salarial, entre outras

Pessoas são os principais agentes de transformação de espaços e culturas corporativas. Assim, é essencial se conectar com todos os colaboradores, considerando as diferentes vivências e dando voz a grupos minorizados e sub-representados, garantindo um ambiente antidiscriminatório, com normas internas rígidas e transparentes, além de uma rede de apoio e acolhimento seguros.

Além disso, quando se fala de ter um negócio sustentável, a gestão dos riscos trabalhistas precisa ser considerada. É crescente o número de reclamações trabalhistas com pedidos relacionados a violações como racismo, violências de gênero, homofobia, etarismo, situações que seriam evitadas com práticas efetivas de Diversidade e Inclusão na organização.

Portanto, promover ações de D&I também impacta no passivo trabalhista da empresa e mitiga condutas desfavoráveis à imagem desta, já que condenações na Justiça do Trabalho relacionadas a esses temas comumente são expostas na mídia.

Para muitas empresas, em especial para os pequenos e médios empresários, a construção e implementação de políticas ESG parece ser algo custoso e, portanto, distante da realidade de seu negócio.

No entanto, para se manterem competitivas no mercado, todas as empresas, inclusive PMEs, deverão ter práticas alinhadas ao conceito ESG, também no aspecto trabalhista.

Isto porque a demonstração desse alinhamento já tem sido indicada como um critério de contratação por empresas de diferentes portes. Ou seja, não ter uma política ESG fará com que uma empresa seja preterida por um potencial cliente ou parceiro comercial.

É o caso de companhias que estabelecem como critério de contratação de um parceiro que ele informe quais ações de diversidade e inclusão tem implementadas para o seu quadro de empregados, ou que comprove que sua cota legal de Pessoas com Deficiência está preenchida.

Por isso, a construção de uma política ESG, que contemple ações de Diversidade e Inclusão, deve ser entendida como essencial à própria manutenção do negócio e, portanto, encarada como um verdadeiro investimento.

Inclusive, pesquisas de institutos renomados como a Harvard Business Review, McKinsey & Company e Catalyst mostram uma relação muito positiva entre ESG (incluindo diversidade e inclusão), apontando para melhores resultados do negócio.

Com a busca cada vez maior em se enquadrar no conceito ESG e envolvido com pautas de D&I, observa-se que muitas empresas fazem uma defesa da diversidade nas mídias sociais, sem que necessariamente promovam mudanças internas reais. Tome-se como exemplo empresas que defendem publicamente uma pauta LGBTQIA+, mas não contam com nenhuma pessoa na equipe que seja representante da comunidade.

Essa conduta é conhecida no mercado como Diversity Washing ou ESG Washing, e pode ser mais prejudicial do que positiva à imagem empresarial.

Desse modo, é fundamental que aquilo que é transmitido ao público externo traduza um real engajamento da empresa com a bandeira levantada, sobretudo em tempos de “cultura do cancelamento”.

Uma ação mais tímida e adequada à realidade e ao porte da empresa, mas efetiva e verdadeiramente inclusiva pode ser mais interessante e segura do que uma grande defesa de uma pauta de diversidade sem que ações concretas sejam replicadas internamente.

Apesar de algumas dificuldades e de baixa adesão das lideranças, a temática ESG vem crescendo entre as empresas brasileiras (Kalawin / Getty Images) (Kalawin/Getty Images)

Imagem: Kalawin / Getty Imagens

– Uma sociedade tão sentimental e, ironicamente, tão insensível! Culpa de quem?

Nosso mundo está se tornando um lugar complicado. Qualquer opinião que desagrade alguém, torna aquele que disse a frase discutida um “rotulado pela sociedade”. Por motivos mais fúteis, se xinga, se ofende e se desrespeita. As pessoas mostram-se intolerantes e criam suas regras e verdades.

É insensibilidade para a figura do próximo? Talvez seja exatamente o contrário: estamos sensíveis demais! Enraivece-se com muita facilidade, chora-se por amor ou por ódio da mesma forma. Não é tudo muito estranho?

Para muitos, o modo de viver ideal é o do “olho por olho, dente por dente”, pregado no Primeiro Testamento aos judeus. E esquece-se que Jesus, no Segundo Testamento, falou que esse comportamento era devido a dureza dos corações e que deveríamos “amar o próximo incondicionalmente” – e isso serve a todos os povos, atemporalmente.

Será que a raiz de tudo isso (dos problemas citados) não reside no AMOR (ou melhor: na falta de)?

O amor fraternal, solidário, respeitoso é desproposital de agradecimento. E se você preferir o termo: a empatia, o “se colocar no lugar do seu irmão para sentir suas angústias”! A propósito, como chamar nosso semelhante de “próximo” ou de “irmão” se as pessoas não consideram iguais quem tem a cor da pele diferente, quem professa uma crença ou descrença diversa da sua ou, nos casos mais graves atualmente, pensam ideologicamente contrário a você?

Chega de mundo pilhado! Repare que tudo isso seria resolvido se nós (população) e se eles (políticos) exercessem o “mandamento do Amor”, que supera e resume os próprios 10 Mandamentos e que foram deixados a nós: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como nós mesmos”, ou seja, como Deus nos amou.

Parece tão simples. Mas é tão complicado…

Vivamos o Evangelho na sua essência e já estaremos fazendo esse lugar que vivemos um pouco melhor. Cuidemos do nosso planetinha e das pessoas… urgentemente!

Solidariedade forma onda de boas ações para ajudar o próximo ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.

Everywhere you look, you see slogans like, “Stop Bullying,” “Eradicate Bullying,” “No Bullying,” and other slogans. Not that that’s a bad thing. It’s…

Continua, em: Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.

– Igualdade e Equidade.

Falamos diversas vezes aqui no blog sobre a importância em tratar as pessoas com equidade, sempre que a igualdade não for possível (ou não for a melhor solução).

Trocando em miúdos: você precisa dar condições para alguém conseguir algo da maneira que ela possa utilizá-lo. Ou seja: você pode ensinar alguém dando a ela um ótimo livro em inglês; mas se você quiser ensinar outra pessoa, e ela for analfabeta, dar igualmente a ela uma leitura estrangeira não surtirá efeito.

A ilustração abaixo da bicicleta é perfeita: todos querem passear e se divertir de bike, mas nem todos podem usar um mesmo modelo para a finalidade: diversão. Há de ser equitativo, ou seja, permitir a igualdade na brincadeira, com elementos diversos para a adaptação! Veja:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Dia Internacional contra a Homofobia.

Respeitar, acima de tudo, é ser cidadão!

Faço minhas essas palavras abaixo:

– Maio Laranja contra a Violência Infantil e dos Adolescentes.

Você sabia que em Maio existe a campanha do #MaioLaranja, em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, onde devemos estar atentos principalmente contra a violência à elas?

Seja atento e denuncie!

Olhe o telefone na imagem:

– Favor não atear fogo…

Com o tempo seco que vivemos em São Paulo, é uma grande maldade tacar fogo em terrenos para limpá-los… O nariz arde e não conseguimos respirar.

Que falta de respeito desses caras, não? Aqui em Jundiaí, eles existem aos montes!

– Tiger Mike: o chefe mais rabugento do mundo e suas dicas!

Um dos mais folclóricos empresários americanos de sucesso foi Edward M Davis, dono da Cia Petrolífera Tiger. E um curioso legado de “mau humor” na administração foi deixado por ele, a respeito de comportamento com seus funcionários.

Vale a pena ler esses 10 exemplos impraticáveis nos dias atuais:

Extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/dez-mandamentos-do-chefe-mais-ranzinza-do-mundo/

DEZ MANDAMENTOS DO CHEFE MAIS RANZIZA DO MUNDO

Edward Mike Davis, empresário americano do ramo petrolífero, morreu no mês passado, aos 85 anos. Para além de seu histórico de mais de cinco décadas comandando a Tiger Oil Company, Davis deixou um legado – se é que cabe o termo – de “gestão” de pessoas – se é que, mais uma vez, o termo é apropriado – que deu a ele a fama de chefe mais rabugento do mundo.

“Tiger Mike”, como era conhecido – pela alusão ao nome da empresa, que significa tigre, mas também ao temperamento que seus comandados bem conheciam -, distribuía ordens como quem distribuía xingamentos. Seus memorandos se tornaram célebres pelo tom áspero, direto, imperativo.

Se ouvia um palavrão no escritório, lembrava a todos que, em sua empresa, só quem podia xingar era ele, ninguém mais. Se ficava sabendo da existência de rodas de fofoca, fazia circular mais um memorando para ameaçar os mexeriqueiros de demissão sumária. Pés sobre a mesa? Homens com cabelos compridos? Inocentes bolos de aniversário? Todos foram alvo da censura nada polida – e, por vezes, chula – de Tiger Mike.

Conheça a seguir dez mandamentos de Davis que explicitam sua verve. De tão azedos, os memorandos chegam a despertar riso:

“Por ordem de Edward Mike Davis, não haverá mais comemorações de aniversário, bolos de aniversário, frivolidade ou qualquer tipo de comemoração no escritório. Este é um espaço de trabalho. Se você tem que celebrar, faça isso depois do expediente, em seu horário de folga.”

2- Cigarros no trabalho
“Eu sugiro que vocês comprem um número suficiente de cigarros para guardar aqui porque, pelo amor de Deus, vocês não vão sair daqui no horário que me pertence.”

“Eu falo palavrões, mas como eu sou o dono dessa empresa, é um privilégio que tenho – e esse privilégio não é para qualquer empregado. Isso me diferencia de vocês, e eu quero que as coisas continuem assim. Não haverá um só palavrão, de qualquer empregado, homem ou mulher, nesse escritório. Jamais.”

4- Sobre mensagens manuscritas
“Escrever à mão demora muito mais do que datilografar. Você está desperdiçando seu tempo, mas, mais importante, está desperdiçando o meu. Se você não sabe datilografar, é melhor aprender”

5- Cabelos compridos
“Qualquer um que deixe seu cabelo crescer até um ponto que me impeça de enxergar suas orelhas significa que não as lava. Se não as lava, essa pessoa fede. Se fede, eu não quero esse filho da mãe perto de mim.”

7- Fofoca
“Conversa fiada e fofoca entre empregados neste escritório vão resultar em demissão sumária. Não fale sobre outras pessoas ou assuntos neste local. FAÇAM SEUS TRABALHOS E FIQUEM DE BOCA FECHADA!”

8- Sobre dirigir a palavra ao chefe
“Não fale comigo quando você me vir. Se eu quiser falar com você, eu o farei. Quero poupar minha garganta. Não quero estragá-la dizendo ‘oi’ a todos vocês, filhos da mãe.”

Se houvesse resistência a suas ordens, Edward “Tiger” Mike Davis lembrava a todos: “Vocês precisam de emprego. Eu não!” (Ed Maker/The Denver Post/Getty Images)

– Discordar com Educação, pode!

Li em alguma postagem do Facebook e achei sensacional:

“Conversar com gente inteligente é muito bom. Você pode pensar diferente, discordar e não correr o risco de ficar de mal ou virar inimigo”.

No entanto… não se vê isso nas Redes Sociais!

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Imagem extraída da internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.

– Todos têm sua luz!

Respeite-se a individualidade de cada indivíduoTodos têm o direito de brilhar do seu jeito!

Essa imagem diz tudo:

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– Tempos duros…

Contra o desamor, a falta de respeito e a intolerância… uma reflexão serena:

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– Important Facts About Bullying: 3 Truths You Must Learn.

Would You like to know the Most Important facts about bullying? Remembering these truths will help you gather the courage you need to stand up to …

Important Facts About Bullying: 3 Truths You Must Learn