
Everywhere you look, you see slogans like, “Stop Bullying,” “Eradicate Bullying,” “No Bullying,” and other slogans. Not that that’s a bad thing. It’s…
Continua, em: Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.

Everywhere you look, you see slogans like, “Stop Bullying,” “Eradicate Bullying,” “No Bullying,” and other slogans. Not that that’s a bad thing. It’s…
Continua, em: Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.
Falamos diversas vezes aqui no blog sobre a importância em tratar as pessoas com equidade, sempre que a igualdade não for possível (ou não for a melhor solução).
Trocando em miúdos: você precisa dar condições para alguém conseguir algo da maneira que ela possa utilizá-lo. Ou seja: você pode ensinar alguém dando a ela um ótimo livro em inglês; mas se você quiser ensinar outra pessoa, e ela for analfabeta, dar igualmente a ela uma leitura estrangeira não surtirá efeito.
A ilustração abaixo da bicicleta é perfeita: todos querem passear e se divertir de bike, mas nem todos podem usar um mesmo modelo para a finalidade: diversão. Há de ser equitativo, ou seja, permitir a igualdade na brincadeira, com elementos diversos para a adaptação! Veja:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Com o tempo seco que vivemos em São Paulo, é uma grande maldade tacar fogo em terrenos para limpá-los… O nariz arde e não conseguimos respirar.
Que falta de respeito desses caras, não? Aqui em Jundiaí, eles existem aos montes!
Um dos mais folclóricos empresários americanos de sucesso foi Edward M Davis, dono da Cia Petrolífera Tiger. E um curioso legado de “mau humor” na administração foi deixado por ele, a respeito de comportamento com seus funcionários.
Vale a pena ler esses 10 exemplos impraticáveis nos dias atuais:
Extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/dez-mandamentos-do-chefe-mais-ranzinza-do-mundo/
DEZ MANDAMENTOS DO CHEFE MAIS RANZIZA DO MUNDO
Edward Mike Davis, empresário americano do ramo petrolífero, morreu no mês passado, aos 85 anos. Para além de seu histórico de mais de cinco décadas comandando a Tiger Oil Company, Davis deixou um legado – se é que cabe o termo – de “gestão” de pessoas – se é que, mais uma vez, o termo é apropriado – que deu a ele a fama de chefe mais rabugento do mundo.
“Tiger Mike”, como era conhecido – pela alusão ao nome da empresa, que significa tigre, mas também ao temperamento que seus comandados bem conheciam -, distribuía ordens como quem distribuía xingamentos. Seus memorandos se tornaram célebres pelo tom áspero, direto, imperativo.
Se ouvia um palavrão no escritório, lembrava a todos que, em sua empresa, só quem podia xingar era ele, ninguém mais. Se ficava sabendo da existência de rodas de fofoca, fazia circular mais um memorando para ameaçar os mexeriqueiros de demissão sumária. Pés sobre a mesa? Homens com cabelos compridos? Inocentes bolos de aniversário? Todos foram alvo da censura nada polida – e, por vezes, chula – de Tiger Mike.
Conheça a seguir dez mandamentos de Davis que explicitam sua verve. De tão azedos, os memorandos chegam a despertar riso:










Se houvesse resistência a suas ordens, Edward “Tiger” Mike Davis lembrava a todos: “Vocês precisam de emprego. Eu não!” (Ed Maker/The Denver Post/Getty Images)
Li em alguma postagem do Facebook e achei sensacional:
“Conversar com gente inteligente é muito bom. Você pode pensar diferente, discordar e não correr o risco de ficar de mal ou virar inimigo”.
No entanto… não se vê isso nas Redes Sociais!

Imagem extraída da internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.
Respeite-se a individualidade de cada indivíduo. Todos têm o direito de brilhar do seu jeito!
Essa imagem diz tudo:
Contra o desamor, a falta de respeito e a intolerância… uma reflexão serena:
Would You like to know the Most Important facts about bullying? Remembering these truths will help you gather the courage you need to stand up to …
Important Facts About Bullying: 3 Truths You Must Learn

Antes da paralisação do planeta pelo Coronavírus, uma discussão na China era: o sistema 996 de trabalho! Relembrando:
Leio que o sistema de trabalho conhecido pelo nome de “996” (significa: trabalhar das 9h da manhã às 9 h da noite, por 6 dias da semana), praticado na China e condenado mundo afora, continua em alta por lá. Ao menos, entre os empreendedores chineses privados neste novo momento do país.
Criticado pelo desrespeito aos Direitos Humanos, pela Ditadura Comunista do Partido Único, de exploração trabalhista e de outras tantas coisas, o Ocidente Capitalista fecha os olhos por conta dos sino-dólares e pela compra de produtos baratos, à custa da mão-de-obra contestada pela extenuante cobrança.
Devido a isso, uma divisão da Microsoft, o Github, criou um projeto de compartilhamento de depoimentos com pessoas que sofrem com as péssimas condições de trabalho. E sabe, qual a motivação? A declaração do presidente do gigante global de e-commerce Alibaba, Jack Ma, que se referiu ao “996” como “uma ‘grande benção’ para os jovens da China”.
Veja sua declaração no Estadão – link em: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,fundador-da-alibaba-diz-que-jornada-de-trabalho-de-12-horas-e-grande-bencao-para-jovens,70002789022

A cantora Shakira fez uma forte declaração sobre o filme da Barbie, do ano passado, e que ela assistiu com os filhos recentemente. Na crítica, disse o seguinte:
“Meus filhos odiaram [o filme] completamente. Eles acharam desvirilizante. E eu concordo, de certa forma. Estou criando dois meninos e quero que eles se sintam também poderosos enquanto respeitam as mulheres. Gosto quando a cultura pop tenta empoderar mulheres sem roubar dos homens a possibilidade de serem homens, de também proteger e prover. Acredito em dar às mulheres todas as ferramentas e a confiança de que podemos fazer tudo sem perder a nossa essência, sem perder a nossa feminilidade. Acho que os homens têm um propósito na sociedade, e as mulheres também têm outro propósito. Nós nos complementamos e esse complemento não deve ser perdido”.
Perfeito: para a mulher ser respeitada, o homem não precisa ser rebaixado. E vice-versa! Homens e Mulheres têm suas características próprias, diferenças fisiológicas e hormonais, e precisam conviver em sociedade de maneira harmoniosa. Além disso, em dignidade e respeito, nada diferem.
Parabéns pela fala da artista!
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Foto: Michael Tran / AFP

Identitarismo: “Movimento ou ideologia que prioriza a identidade de um determinado grupo fechado (de cariz étnico, religioso, etc.), em detrimento de…
continua no original em: O IDENTITARISMO É UMA DROGA
Do ano retrasado, para refletir:
Quando ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay (25/03)”, o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).
A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.
A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: “Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”
Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.
Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.
Sobre Robinho e Daniel Alves: o futebol (e a sociedade) tentando explicar porque cometeram os estupros.
Endinheirados, neo-adolescentes, mimados e que gostam de sexo… como ter limites?
E o silêncio dos seus colegas de trabalho?
Ou no blog “Pergunte Ao Árbitro”: (https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/)
Ou ainda no blog “Discutindo Contemporaneidades”: (https://professorrafaelporcari.com/)
No meu Canal no YouTube, aqui: https://youtu.be/vchXkTiDSSU?si=LSniwwXAwQAJ34dn
Vini Jr se tornou um ícone da luta antirracista no futebol. Foto: Real Madrid/Divulgação Jornalismo esportivo não é só futebol. É vôlei, basquete, …
Continua em: Racismo, homofobia, saúde mental e outras pautas necessárias no jornalismo esportivo

Recebi e compartilho: coisas que precisariam ser ensinadas independente de qual seja o curso universitário (além de outras, como respeito à vida e à cidadania, não listadas aqui).
Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Existem pessoas que “nasceram no corpo errado“. É fato. A transição de gênero é algo necessário e torna-se importante o preparo tanto emocional quanto social.
Uma pesquisa recente mostra: em muitos casos, a questão da Saúde Mental não está necessariamente ligada à Transição de Gênero, mas a outras situações que pode incomodar a pessoa, imaginando que a simples mudança de sexo resolveria o problema.
Há de se tratar com muita atenção, respeito, acolhimento e carinho todas as pessoas trans.
Abaixo, extraído de: https://www.acidigital.com/noticia/57523/estudo-mostra-que-transicao-de-genero-medica-nao-diminui-taxa-de-suicidio
ESTUDO MOSTRA QUE A TRANSIÇÃO DE GÊNERO MÉDICA NÃO DIMINUI TAXA DE SUICÍDIO
por Tyler Arnold
Um estudo abrangente feito na Finlândia mostrou que dar medicamentos ou fazer cirurgias de transição de gênero para adolescentes não resolve os problemas de saúde mental subjacentes à dificuldade com a identidade de gênero.
O estudo contesta a afirmação repetida por legisladores e ativistas de que os medicamentos que bloqueiam a puberdade e os procedimentos cirúrgicos de “transição de gênero” são “remédios que salvam vidas”. A pesquisa não encontrou nenhuma redução estatisticamente significativa na taxa de suicídios entre adolescentes que receberam “redesignação médica de gênero” por meio de intervenções hormonais ou cirúrgicas.
“[A investigação] não apoia as alegações de que [a redesignação de gênero] é necessária para prevenir o suicídio”, escreveram os investigadores no estudo. “[A redesignação de gênero] também não demonstrou reduzir nem mesmo a ideação suicida, e a ideação suicida não é igual ao risco real de suicídio”.
O estudo analisou as taxas de mortalidade, incluindo as taxas de suicídio, de finlandeses com menos de 23 anos que procuraram ajuda psiquiátrica por questões de identidade de gênero entre os anos de 1996 e 2019. Os investigadores publicaram o estudo na revista médica britânica BMJ Mental Health.
Segundo os pesquisadores, o suicídio foi raro entre adolescentes que buscaram ajuda psiquiátrica no período analisado pelo estudo, independentemente de terem recebido medicamentos ou cirurgias.
Embora os adolescentes que tenham dificuldades com identidade de gênero tenham tido taxas de suicídio mais elevadas do que a população em geral, esta discrepância parece estar enraizada em problemas de saúde psicológicos subjacentes mais profundos que os jovens enfrentavam, e não na falta de acesso a medicamentos ou cirurgias para transgêneros.
O estudo observou que os adolescentes que têm dificuldades com a sua identidade de gênero têm normalmente outros problemas de saúde psicológicos.
“As morbidades psiquiátricas também são comuns nesta população”, argumenta o estudo. “Portanto, o risco de suicídio relacionado à identidade transgênero e/ou [disforia de gênero] em si pode ter sido superestimado.”
Os pesquisadores destacaram que os indivíduos estudados eram jovens e provavelmente necessitam de períodos de acompanhamento de várias décadas para aprender mais. Eles observaram ainda que o aumento de adolescentes que procuram drogas e cirurgias para transgêneros ocorreu principalmente na última década.
O presidente do American College of Pediatricians (ACPeds), Michael Artigues, disse à CNA, agência em inglês do grupo EWTN, que o estudo finlandês confirma os resultados de uma revisão recente de 60 estudos publicados pela ACPeds, que descobriu que “qualquer aumento no suicídio nesta população foi não com base na falta dessa intervenção, mas com base em comorbidades, como a depressão.”
“Isso enfatiza a necessidade de tratar agressivamente os transtornos mentais subjacentes, bem como de abordar experiências adversas na infância, em vez de enviar as crianças para o caminho de intervenções transgênero que muitas vezes levam ao uso de drogas bloqueadoras da puberdade, hormônios sexuais cruzados ou cirurgias que destroem partes saudáveis do corpo”, disse Artigues.
O estudo é publicado num momento em que legisladores dos países ocidentais, incluindo os EUA, debatem se crianças que se identificam como sendo do sexo oposto devem ter acesso a medicamentos bloqueadores da puberdade, terapia hormonal transgênero e “mudanças de sexo” por cirurgia. Os apoiadores afirmam frequentemente que o acesso a tais medicamentos e procedimentos cirúrgicos evita o suicídio. Os opositores frequentemente rejeitam essa caracterização e alertam contra procedimentos irreversíveis de mudança de vida de menores, dos quais eles podem acabar se arrependendo.
Em alguns países europeus, como a Finlândia e o Reino Unido, apenas os adultos podem fazer cirurgias de “mudança de sexo”. Na Suécia e nos Países Baixos, os menores não podem ser submetidos a cirurgias genitais, mas os adolescentes podem ser submetidos a cirurgias torácicas quando atingirem os 16 anos de idade. Menos de metade dos estados americanos proíbem cirurgias transgênero para menores de idade – mas o número de estados que proíbem tais procedimentos aumentou substancialmente nos últimos anos.
Ao contrário das afirmações de que os jovens com disforia de gênero (identidade ou sofrimento relacionado com o corpo) têm maior probabilidade de [morrer por] suicídio e que as intervenções de ‘transição de gênero’ vão prevenir o suicídio, este estudo prova que problemas psiquiátricos preexistentes explicam as taxas de suicídio de esses jovens – e que, na verdade, a taxa de suicídio é muito menor do que normalmente é relatado”, disse Hasson.
“Esta é uma boa notícia e aponta o caminho para um tratamento mais eficaz para os jovens com ‘disforia de gênero’ e confirma a direção já tomada por vários países europeus”, acrescentou. “Eles estão proporcionando psicoterapia a jovens com disforia de gênero e abordando questões psiquiátricas subjacentes, em vez de tentar curar suas feridas internas por meio de cirurgia ou hormônios”.

Imagem referencial | Shutterstock
No Valência 2×2 Real Madrid, um dia histórico: depois dos atos selvagens de racismo que sofreu em 2023, Vini Jr foi eleito o melhor em campo e comemorou seus dois gols em protesto, com punhos cerrados.
Um gesto perfeito para um estádio repleto de racistas, que o ofenderam a cada toque na bola.
Destaque negativo para o árbitro Gil Manzano, que apitou o final de jogo quando a bola viajava pelo alto para Bellingham (que chegou a colocar para dentro das redes). Que insensibilidade do juizão…
Foto: LaLiga
A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.
Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).
Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!
Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

Sucintamente, uma observação pertinente, real e precisa para a sociedade:

No Valência 2×2 Real Madrid, um dia histórico: depois dos atos selvagens de racismo que sofreu em 2023, Vini Jr foi eleito o melhor em campo e comemorou seus dois gols em protesto, com punhos cerrados.
Um gesto perfeito para um estádio repleto de racistas, que o ofenderam a cada toque na bola.
Destaque negativo para o árbitro Gil Manzano, que apitou o final de jogo quando a bola viajava pelo alto para Bellingham (que chegou a colocar para dentro das redes). Que insensibilidade do juizão…
Foto: LaLiga
Eu reclamo dos totens de auto-atendimento do McDonalds (e com razão, o atendimento humano precisa existir como opção, e não o eletrônico como imposição – mas alternativa, sem forçação de barra). Porém, fora isso, uma surpresa positiva:
Chovia forte no McDonald”s da Avenida Quatorze de Dezembro, em Jundiaí / SP, e eu estava com minha filha e meu sobrinho no carro. Eis que, sem eu chamar, um jovem com um imenso guarda-chuva se adiantou e veio nos ajudar a entrar. Prontificou-se de imediato.
Parabéns, foi a surpresa agradável.

Como eu gosto dos meus alunos, hoje teremos na disciplina “Resolução de Problemas” um estudo de caso bem polêmico: o Assédio Sexual nas Organizações!
Que tenhamos um bom debate.
Respeito todas as crenças – e as descrenças também.
Leio que hoje é “Dia do Orgulho Ateu“. Democrática e respeitosa data, mas que leva à reflexão: se Deus não existe, tudo o que existe é fruto do acaso?
O sistema solar, a natureza, o corpo e seus órgãos… Seriam eles apenas fruto de uma gigantesca coincidência?
Repito o que disse: respeito o ateísmo e seus adeptos, mas não tem apologia nem concordância minha.
Eu não sabia, eis um símbolo ateísta:
![]()
Aliás, há até uma campanha contra o preconceito ateu. Mas lembremo-nos, não pode ter preconceito contra ateu, nem preconceito religioso.
Acusar a mulher de algo que não fez, xingá-la diante dos amigos e obviamente qualquer tipo de agressão verbal (entre outros comportamentos) configuram violência moral. Se você é vítima ou sabe de alguma situação de violência, denuncie!
Disque 190 para emergências e Ligue 180 para Central de Atendimento à Mulher.
É difícil entender muitos da geração atual. Existe uma molecada descompromissada, que não respeita os mais velhos e que, para eles, na Internet “tudo pode“.
Como assim? Que país teremos com essa mentalidade? Confundem liberdade de expressão com anarquismo, “ter respeito” é confundido com um simples “obrigado”(enquanto a questão é bem maior) e, pasmem, se acham os donos da verdade!
Que valores os pais ensinaram a eles? Aliás, será que ensinaram? Pior que são bobos, se fanatizam por qualquer coisa e perdem a noção da realidade da vida. Para esses: política, futebol, religião ou qualquer assunto que os torna radicais sobrepõe até a família ou a cidadania.
Pobre mundo doente…

Imagem extraída de: https://www.katialeopoldi.com/single-post/2015/06/26/Como-viver-neste-caos-sem-perder-a-sanidade-mental
Estamos em tempos “diferentes”, “complicados” e “alterados”. Li em algum lugar, e não consegui achar o autor, mas é verdade:
“Estamos numa época em que esclarecidos e sensatos devem ficar quietos para não ofender os ignorantes e radicais”.
E não é verdade? Haja paciência para discutir educadamente com quem não quer entender e vem com “pedras na mão”!

Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro a uma mensagem do Papa Francisco que falou sobre o Amor Fraterno indistinto.
Abaixo:
“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”
Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

Imagem extraída de: https://ocnbprc.squarespace.com
Taí uma grande verdade nessa imagem: não só no mundo corporativo, mas na vida pessoal, muitas vezes somos rotulados por algumas características marcantes. Uma delas, que muita gente não se preza a evitar, quando tem poder em excesso, é a da arrogância!
Existem chefes supra-suficientes, outros soberbos, outros ainda frios. Mas há os empáticos, os humanistas e os colaborativos. Na condição de cargo superior, você se porta como?
Independente se você é um líder ou um subordinado, há de convir: quando lembra das pessoas, você, provavelmente, se recorda de como elas se comportavam…
Portanto, rotule-se positivamente! E lembre-se dessa mensagem abaixo:
Imagem extraída da Internet, autor desconhecido. Quem conhecer a autoria, favor informar para divulgar os créditos.
Após as imagens de Carlos Alberto Parreira viralizem nas redes sociais (ele estava debilitado no velório de Zagallo), a CBF confirmou que ele faz tratamento contra o câncer.
Eu estive uma única vez com Parreira, há 29 anos. E nessa singular oportunidade aprendi algo que tento praticar até hoje: ser humilde e dar atenção aos “invisíveis”.
Faço questão de testemunhar, pois lá em 1995 eu mesmo quase não acreditei: https://youtu.be/erLrGT7daXk?si=Q59pXkMb-gIzYG60
A Prefeitura do Guarujá estará recolhendo as caixas de som e multando em R$ 1.100,00 aproximadamente, se elas estiverem em volume alto, na praia.
Ótimo! É um desrespeito você se sentar na sua barraca e ter que ouvir música (muitas vezes de péssima qualidade) aos berros na barraca vizinha, te impedindo de conversar.
Mas se quiser tirar 10, a Prefeitura deveria coibir o uso das drogas ilícitas. O fedor de maconha incomoda e constrange, e infelizmente, na praia está lotado disso.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/5/V/fS0X9DSIiQon4H7X6oPg/som-abusivo.jpg)
Esse senhor que se diz pastor da Igreja Batista “Monte Sión”, em Tamaulipas, no México, quebrou uma imagem da Padroeira da América Latina e Mãe dos mexicanos, Nossa Senhora de Guadalupe, a golpes de machado.
Lembrei-me de Sérgio Von Helder, da Igreja Neopentecostal “Universal do Reino de Deus”, de Edir Macedo, destruindo a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.
Isso se chama: intolerância religiosa! Se a pessoa não venera a Virgem Santíssima, respeite-se quem a venera (pois católico não adora santos, e muita gente faz confusão com isso).
Toda religião que não tolera o culto alheio, comete crime.