Será que nossa sociedade chegará a tal ponto, como ilustrado na foto?
Ou talvez já estejamos perto desse momento?
Para refletir, abaixo:
Amigos, para quem deseja bater-papo comigo, na medida do possível, abaixo:
Na Bélgica, o Governo permitiu que os funcionários públicos tenham “o direito de não serem incomodados fora do expediente de trabalho por mídias eletrônicas”. Em troca, espera-se o aumento de produtividade.
Veja que interessante e avalie: a iniciativa privada entrará nessa onda?
OS BELGAS QUE GANHARAM O DIREITO DE SE DESCONECTAR DO TRABALHO
A partir de fevereiro, funcionários públicos da Bélgica não poderão ser contatados fora do horário de expediente
Embora tenha um dia sonhado em ser chef de cozinha, Delphine acabou se tornando funcionária pública. Mas ela ainda faz questão de dedicar tempo para cozinhar. “É uma das minhas paixões”.
A belga de 36 anos está preparando um jantar para seus amigos Catherine e Roch. O prato é Hachis Parmentier, uma receita à base de carne moída e purê de batata. Enquanto frita cebolas, Delphine me conta que celebrou o fato de vários funcionários públicos da Bélgica estarem ganhando o “direito de se desconectar”.
“Especialmente para os jovens, não é claro quando eles devem ou não estar disponíveis”, disse.
“Porque quando você começa num emprego novo, você quer ser perfeito e você pensa: ‘Se eu não responder àquele email às 22h, talvez meu chefe não goste’. Então, agora, acho que haverá uma mudança cultural”, diz.
Desde o dia 1° de fevereiro, 65 mil funcionários públicos passaram a não poder ser contatados fora do horário de expediente. Há algumas exceções- por acordo ou se for algo tão urgente que não possa esperar. E isso não significa que não haverá funcionários de plantão.
Estresse e burnout
Um segundo princípio estabelecido pelas novas regras é que funcionários não poderão ser prejudicados por não atender o telefone ou responder a e-mails fora do horário de expediente.
A ministra da Administração Pública, Petra De Sutter, acredita que as mudanças vão aumentar a eficiência. Ela diz que a linha entre trabalho e vida pessoal tem se tornado cada vez mais cinzenta com a pandemia, com tantas pessoas trabalhando de casa.
Sem o direito de desconectar, ela diz, “o resultado seria estresse e burnout, e isso é uma doença real nos dias de hoje”. Essa mudança de regra é relativamente fácil de implementar porque só se aplica a funcionários públicos federais.
Um projeto para estender a prática para o setor privado poderá receber maior resistência. “O direito de desconectar não deve ser aplicado ao setor privado”diz Eric Laureys, da Voka, rede belga de empresas. Ele diz que essa mudança poderia “desfazer” o progresso visto durante a pandemia em flexibilizar rotinas de trabalho.
“Seria um grande sinal de desconfiança na abilidade dos empregadores de organizar o trabalho.”
Len Shackleton, pesquisador da Think Tank Instituto de Assuntos Econômicos e professor de economia na Universidade de Buckingham, concorda que o “direito de se desconectar” prejudicaria a flexibilidade.
“Restrições em contatar trabalhadores fora do horário de expediante seriam só uma dose a mais de regulação.” Petra De Sutter insiste que a medida não será um obstáculo à flexibilidade de trabalho, quando isso for do desejo do empregado.
“Por outro lado, temos que proteger direitos básicos dos trabalhadores”, diz ela.
Já Delphine ri quando perguntada se o “direito de se desconectar” não pode alimentar a ideia de que funcionários públicos trabalham pouco ou que estão sempre de olho no horário do fim do expediente.
Ela diz que isso é um clichê antigo e garante que a carga de trabalho aumentou nos últimos anos. “Acho que fazemos mais com menos pessoas, normalmente. Não acho que trabalhamos pouco.”
Outros países já aprovaram mudanças semelhantes, como a França. Na Bélgica, o próximo estágio do debate é verificar se um grupo maior de trabalhadores deveria, também, ganhar o direito de se desconectar.
A ministra da Administração Pública da Bélgica, Petra De Sutter, diz que a mudança vai aumentar a eficiência (Foto: AFP via BBC News)
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Inteligência artificial e nova era das Redes Sociais
Artigo no link em: Nova fase das redes sociais com Inteligência Artificial

Se você está refém da tecnologia, acorda no meio da noite para verificar suas notificações ou postagens alheias, cuidado: você pode estar viciado!
Para muitos, é indispensável estar nas Redes Sociais (e às vezes é mesmo). Mas tenha calma, o uso moderado é fundamental para a “qualidade de vida na web”, pois essa relação (pessoa e Internet) é benéfica em alguns casos; entretanto, com altíssimo potencial de prejuízo à saúde emocional.
Avalie seu “vício” ou não com o mundo virtual. É importante!
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Uma onde total no X (Twitter) nessa manhã!
E eu que preciso da rede…
Abaixo:
OUTAGE MASSIVO DO X
A manhã desta segunda-feira, 10 de março, foi marcada por uma interrupção significativa na plataforma X, anteriormente conhecida como Twitter. Por volta das 10h no horário do Reino Unido, equivalente a 7h no horário de Brasília, usuários em diversas partes do mundo relataram dificuldades para acessar o serviço, seja pelo site ou pelo aplicativo. A falha, classificada como um outage global, afetou milhões de pessoas e gerou um fluxo intenso de reclamações em outras redes sociais.
O problema se manifestou de maneira clara: ao tentar carregar a página principal ou atualizar o feed de notícias, os usuários se depararam com mensagens de erro como “Algo deu errado, tente recarregar”. Relatos indicam que a pane teve impacto em países como Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Austrália e Canadá, evidenciando a extensão do colapso. Dados preliminares apontam que o pico de notificações sobre a falha ocorreu por volta das 3h20 no horário do Pacífico, equivalente a 6h20 em Brasília, com milhares de registros em plataformas que monitoram outages online.
Embora interrupções completas como essa sejam consideradas raras na história recente do X, o incidente reacendeu debates sobre a infraestrutura da plataforma desde que Elon Musk assumiu seu controle. Comprada por ele em outubro de 2022, a rede social passou por mudanças drásticas, incluindo a redução significativa de sua equipe técnica. Até o momento, nenhum comunicado oficial foi emitido pela empresa sobre a causa ou a previsão de normalização do serviço.
A interrupção teve início em um horário que pegou muitos usuários de surpresa, especialmente na Europa e na América do Norte, onde a manhã estava apenas começando. Nos Estados Unidos, mais de 22 mil pessoas reportaram problemas até as 5h59 no horário da Costa Leste, enquanto no Reino Unido os registros ultrapassaram 10,8 mil. Na Índia, cerca de 2,6 mil reclamações foram contabilizadas no auge da falha, um número relativamente menor, mas ainda expressivo para o contexto local.
Diferentemente de falhas localizadas, essa pane se destacou pela abrangência. Usuários na Ásia e na Oceania também enfrentaram dificuldades, com relatos de lentidão e impossibilidade de postar ou visualizar conteúdos. Em alguns casos, o aplicativo exibia apenas uma tela em branco, enquanto o site retornava mensagens genéricas de erro. A velocidade com que o problema se espalhou sugere uma falha centralizada nos servidores da plataforma, embora detalhes técnicos ainda não tenham sido divulgados.
O impacto foi sentido de forma imediata nas redes alternativas, como Bluesky e Reddit, onde pessoas buscaram informações e expressaram frustração. A hashtag #XDown rapidamente ganhou tração, refletindo a dimensão do evento e a dependência global da plataforma para comunicação e notícias em tempo real.
Desde que Elon Musk adquiriu o Twitter por 44 bilhões de dólares em 2022, a plataforma passou por uma transformação radical. Uma das primeiras medidas do bilionário foi reduzir drasticamente o quadro de funcionários, dispensando cerca de metade da força de trabalho, incluindo engenheiros responsáveis pela manutenção dos sistemas. Na época, especialistas alertaram que cortes tão profundos poderiam comprometer a resiliência da rede diante de falhas técnicas ou ataques cibernéticos.
Apesar dessas previsões, o X se manteve operacional na maior parte do tempo nos últimos anos. Outages completos, como o desta segunda-feira, não eram frequentes, o que tornava a plataforma um ponto de referência em estabilidade entre as redes sociais. Antes deste evento, a última interrupção significativa registrada ocorreu em 4 de março, durando aproximadamente 43 minutos, um incidente bem menos impactante que o atual.
A pane de agora, no entanto, levanta novas questões sobre os limites da infraestrutura atual. Com menos pessoal técnico e um foco crescente em mudanças de funcionalidade, como a integração de novas ferramentas e a reestruturação da moderação de conteúdo, a capacidade de resposta a crises pode estar em xeque. O silêncio da empresa até o momento só alimenta especulações sobre o que aconteceu nos bastidores.
Os dados coletados durante a manhã mostram a magnitude do problema enfrentado pelo X. Plataformas de monitoramento online registraram picos impressionantes de reclamações em um curto intervalo de tempo, destacando a rapidez com que a falha se tornou perceptível:
Esses números refletem não apenas o alcance do X, mas também a dependência que milhões de pessoas têm dele para se informar e se conectar. A falha coincidiu com um momento em que muitos buscavam atualizações sobre eventos globais, amplificando o impacto da ausência do serviço.
O desenrolar da pane seguiu um padrão que ajuda a entender como ela evoluiu ao longo das horas iniciais. Abaixo, um resumo dos principais momentos baseados nos registros disponíveis:
A falta de uma resposta oficial da empresa deixou os usuários sem informações sobre quando o serviço seria restaurado, o que intensificou a busca por alternativas temporárias.
Milhares de pessoas recorreram a outras plataformas para relatar a falha e buscar atualizações. No Bluesky, criado por Jack Dorsey, ex-CEO do Twitter, o tráfego aumentou consideravelmente enquanto o X permanecia fora do ar. Frases como “Twitter está fora do ar de novo” e “O que aconteceu com o X?” dominaram as discussões, acompanhadas de memes e críticas à gestão de Musk.
Empresas e criadores de conteúdo que dependem do X para divulgação também sentiram o impacto. Marcas que planejavam campanhas matinais tiveram que ajustar estratégias em tempo real, enquanto jornalistas e influenciadores perderam a capacidade de alcançar seus públicos diretamente. O outage expôs a fragilidade de depender de uma única plataforma para comunicação em massa.
Em regiões como a Índia, onde o X é amplamente usado para debates políticos e cobertura de notícias, a interrupção gerou um vácuo temporário de informação. Usuários relataram tentativas frustradas de recarregar o aplicativo, com alguns desistindo após várias tentativas sem sucesso.
Embora o X tenha enfrentado interrupções no passado, poucas se comparam à escala do que ocorreu nesta segunda-feira. Em 4 de março, uma falha de 43 minutos afetou um número limitado de usuários, sendo resolvida rapidamente. Já em 2023, antes da gestão de Musk, outages eram esporádicos e geralmente ligados a picos de tráfego ou atualizações de sistema.
Outras redes sociais, como Instagram e Facebook, também já passaram por panes notáveis. Em 2021, por exemplo, a Meta enfrentou uma interrupção de seis horas que afetou bilhões de usuários. A diferença é que o X, por sua natureza de tempo real, tem um impacto mais imediato em eventos noticiosos, o que torna suas falhas particularmente sentidas.
A gestão de Musk trouxe uma nova dinâmica a esses incidentes. Com menos engenheiros e uma equipe enxuta, a plataforma pode estar mais vulnerável a problemas técnicos de grande escala, algo que os cortes iniciais já sugeriam como possibilidade.
O X continua sendo uma das principais plataformas de mídia social do mundo, com milhões de usuários ativos diariamente. Antes da pane, estimativas apontavam que a rede recebia cerca de 436 milhões de acessos diários, um número que reflete sua relevância global. A interrupção, portanto, não foi apenas um inconveniente técnico, mas um evento que paralisou uma parte significativa da comunicação online.
Nos Estados Unidos, onde o pico de reclamações foi mais alto, o X é usado por 19% dos adultos regularmente, segundo dados recentes. No Reino Unido, esse percentual é semelhante, enquanto na Índia a plataforma tem ganhado tração entre jovens e profissionais urbanos. A falha desta segunda-feira atingiu esses públicos em cheio, mostrando como uma interrupção pode reverberar em diferentes culturas e fusos horários.
A ausência de um pronunciamento oficial mantém o foco nos números brutos do outage. Até as 5h43 PDT, horário em que os últimos relatos foram analisados, o serviço parecia estar sendo restaurado em algumas regiões, mas a normalidade total ainda não havia sido confirmada.
Passadas as primeiras horas da crise, a expectativa recai sobre a resposta da equipe de Elon Musk. Até o momento, nenhum detalhe foi compartilhado sobre a origem da falha, seja ela um problema de servidor, uma sobrecarga de tráfego ou até mesmo um ataque cibernético. A falta de transparência contrasta com a rapidez com que os usuários perceberam e relataram o problema.
Enquanto o serviço não volta ao normal em todas as regiões, a pane serve como um teste para a infraestrutura do X sob a gestão atual. Para uma plataforma que se posiciona como essencial para o debate público global, interrupções desse tipo podem minar a confiança de usuários e anunciantes. A manhã de 10 de março ficará marcada como um dos maiores desafios técnicos enfrentados pela rede desde a chegada de Musk.
A retomada gradual do funcionamento em algumas áreas sugere que a equipe técnica está atuando para resolver a questão. No entanto, sem uma linha do tempo clara, os usuários permanecem à espera de uma solução definitiva, enquanto o impacto do outage continua a ser sentido em escala global.

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Estou também aqui:
Não é assustador ver a quantidade de pessoas que fala sobre todo e qualquer assunto, com tom professoral (mesmo se equivocando), desrespeitando a opinião alheia?
Ao mesmo tempo, com uma dose de fanatismo nas Redes Sociais, desacreditam quem tem formação só porque pensam diferente!
Tempos difíceis… Saramago, nessa arte abaixo, diz tudo:
O deputado Nikolas Ferreira, sempre radical e polêmico (muitas vezes, insensato), conclamou as pessoas para peitarem Alexandre de Moraes e tuitarem por VPN, e sugeriu dias atrás que bancassem a multa de R$ 50.000,00.
Pior: ironizou que não o fizesse.
Olhe só a bobagem que ele escreveu há pouco, abaixo:
(Será que ele acha que todos têm esse valor?)
Nesta terça-feira (8), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o desbloqueio da plataforma X (antigo Twitter) …
Continua em: Moraes Libera X no Brasil Após Transferência de Multas: Uso Ainda Depende de Procedimentos da Anatel

Extraído do Bluesky de augustodefranco2.bsky.social (@augustodefranco2.bsky.social)
O X foi suspenso para “salvar a democracia” e defender a “soberania nacional”. Mas em todas as democracias do mundo ele funciona (só não em ditaduras: Rússia, China, Irã, Mianmar, Coreia do Norte, Turcomenistão e Venezuela). Aqui não voltou antes do primeiro turno. E agora? Vão esperar o segundo?
E ainda estamos sem o X (Twitter) disponível. Que falta ele faz nesse dia em que queremos informação rápida.
Nem Threads, nem Bluesky ou Instagram conseguiram substitui-los.
Facebook? Esquece.
Eu não queria crer nessa hipótese, mas… uma empresa do porte do X, depositar “errado” a multa, não é esquisito?
Mais do que isso, numa especificidade como a que vive?
Meu amigo “Zé Boca de Bagre” me disse que só deixariam ele voltar ao ar depois do primeiro turno das eleições, e eu não acreditei. Parece que ele tem razão…
Por tudo o que se lê, não há mais motivos para o Twitter (ou melhor, o X) continuar fora do ar, né?
Tenho usado o Bluesky 🦋 , mas está longe de ser a mesma coisa… Volte logo, microblog.
O meu endereço lá é: https://bsky.app/profile/rafaelporcari.bsky.social
Facebook e outras Redes Sociais ajudam – e isso é um fato – na radicalização das pessoas!
Explico: https://www.youtube.com/watch?v=biZsjSKiT2Y
Na última sexta-feira (20), os advogados da rede social X (antigo Twitter) anunciaram a designação de uma representante legal no Brasil, como exigido…
Continua em: Entenda o que falta para a rede social X voltar a funcionar no Brasil

Amigos, para quem também está sem Twitter, a boa opção é o Bluesky.
Estou lá no endereço: https://bsky.app/profile/rafaelporcari.bsky.social
.
Amigos, para quem quiser me seguir, meu YouTube “familiar”(momentos “fofos” com minha filhinha),
em: https://www.youtube.com/@RafaelPorcari
Meu YouTube profissional (meu blog, versão vídeo), aqui: https://www.youtube.com/@DiscutindoContemporaneidades
Meu Blog Pergunte Ao Árbitro, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/.
Meu Blog Discutindo Contemporaneidades, em: https://professorrafaelporcari.com/
Meu Threads, em: https://www.threads.net/@rafaelporcari
Meu Bluesky, em: https://bsky.app/profile/rafaelporcari.bsky.social
(substituindo o Twitter, pela suspensão).
Meu Facebook, em: https://web.facebook.com/rafael.porcari
Meu Instagram, em: https://www.instagram.com/rafaelporcari/
Meu LinkedIn, em: https://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/
.
Já havíamos falado bastante sobre a queda do Twitter (o texto está aqui: https://wp.me/p4RTuC-10b6 e em outros posts desse blog).
Não consigo entender como tudo é aceito passivamente nesse país… Enfim, criei um perfil no BlueSky, a rede dos antigos donos do Twitter e que se tornou uma opção. Confesso que não gostei (por enquanto, pois ainda estou me adaptando).
E você, para qual rede partiu? Meu perfil nas outras está com meu próprio nome, acesse.
A rede social Bluesky anunciou na noite deste sábado (31) que alcançou a marca de 1 milhão de novos usuários nos últimos três dias. O crescimento …
Continua em: Bluesky Cresce no Brasil: 1 Milhão de Novos Usuários em Três Dias após Suspensão do X (Twitter)

Adeus aos filtros personalizados no Instagram? Nesta semana, a Meta, empresa responsável pela plataforma, anunciou o fim da ferramenta de criação de …
Continua em: Filtros do Instagram Vão Deixar de Existir? Entenda as Mudanças Anunciadas pela Meta

E não é que o Twitter caiu mesmo?
A Rede Social X era a minha preferida, especialmente por questões profissionais. Uma pena que tudo isso tenha acontecido.
Particularmente, não imaginava que chegaríamos a tal ponto. Mas é sintomático, infelizmente: Coreia do Norte, Twitter, Mianmar, Venezuela e outras nações não democráticas fizeram o mesmo. Chegamos a esse “indesejado” clube.
O Ministro Alexandre de Moraes e Elon Musk, o dono do Twitter, brigam.
Quem “paga o pato”?
A dente!

Alexandre de Moraes, Ministro do STF, determinou que o Twitter indique um representante legal no Brasil em 24h a partir da publicação da nota (ontem, 20h07).
Aacabará a Rede Social X em nosso país, ou Elon Musk, seu proprietário, cederá?