– O Racismo de Day McCarthy contra a menina Titi

Nunca ouvi falar da tal de Day McCarthy. Só sei que ela chamou Titi, a filha de Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank (uma criança maravilhosa, adotada e nascida na África) de “macaca, com cabelo de pico de palha e nariz de preto horrível”.

Que desprezo enorme é esse a uma pobre criança? A mesma “socialite” (ou idiota, não sei o que essa “senhora racista” é) já houvera ofendido outras crianças e ameaçou divulgar um vídeo da cantora Anitta cheirando cocaína.

É claro que Day McCarthy quer popularidade. Mas para isso aceita se tornar uma pessoa ofensiva como essa?

Extraído de: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/11/27/interna_diversao_arte,643708/quem-e-a-socialite-day-mccarthy-que-xingou-a-pequena-titi.shtml

QUEM É A SOCIALITE DAY MCCARTHY, QUE XINGOU A PEQUENA TITI NO INSTAGRAM

Por Gabriela Vinhal

Ela se diz escritora, mas é conhecida pela série de ofensas que publica na internet. Além da filha de Giovanna Ewbank e de Bruno Gagliasso, outras crianças, como Rafa Justus, já foram vítimas de seus ataques

Brasileira, naturalizada norte-americana e radicada no Canadá, Day McCarthy, a mulher que usou o Instagram para chamar de “macaca” a filha dos atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank já protagonizou várias polêmicas envolvendo ataques preconceituosos na internet.

Com mais de 700 mil seguidores no Instagram, McCarthy se autointitula “escritora” e afirma ter diplomas de três das mais renomadas universidades dos Estados Unidos, embora seja difícil comprovar a veracidade da afirmação. Enquanto uma legião de haters a ataca, admiradores criam fã-clubes para enaltecer seus feitos. Atualmente, há ao menos quatro grupos desse tipo na internet.

Em um site de viagens que leva seu nome, a socialite conta que estudou arte na New York Film Academy e em Harvard, além de administração e negócios na Universidade de Geroge Washington. Na descrição, McCarthy afirma que é poliglota e fala fluentemente alemão, italiano, inglês, português e francês e diz ter planos de deslanchar na carreira de digital influencer pelo mundo.

Ela conta ainda que começou a escrever aos 14 anos e não parou desde então. Já teria publicado quatro livros. “Se houver uma coisa que Day McCarthy quer fazer em sua vida amorosa e compassiva é inspirar. Ela quer escrever para incentivar a felicidade, a esperança e o pensamento das pessoas de todo o mundo. Day cresceu em um ambiente único que moldou e alimentou sua paixão por escrever e inspirar”, escreveu.

Veja algumas das ofensas que ela já propagou pela internet:

RAFA JUSTUS FOI COMPARADA COM CHUCKY

Em agosto deste ano, outra criança foi vítima da socialite. Rafaella Justus, filha da apresentadora Ticiane Pinheiro e de Roberto Justus, foi comparada com o boneco assassino de filmes de terro Chucky. McCarthy disse que a menina, de apenas 9 anos, havia sido “separada ainda na maternidade” do personagem.

“Brasileiro quer processar tudo, mas eu moro no Canadá e o Justus não tem cidadania canadense. Pra ele vir aqui me processar, ele teria que ter a cidadania. E outra: as leis aqui [no Canadá] e no Brasil são diferentes. Eu achar a Rafaella Justus feia não é crime, tá? Ela é feia, tem um metro de testa, olho torto, e daí? Eu também sou feia”, disse.

“As pessoas me chamam de feia e é ‘ok’, mas chamar a menina de feia não é ‘ok’. Esse povo puxa muito o saco de famoso. Vocês acham ela a cara do Chuck mas não têm coragem de falar. Mas eu tenho. Isso porque a Ticiane deu o golpe em velho. Filho de velho nasce com doença”, continuou.

OFENSAS AOS FILHOS DE HICKMANN E SAFADÃO

Outra criança vítima de ofensas da internauta foi o filho da apresentadora Ana Hickmann. A socialite chamou Alexandre Júnior, 3 anos, de “horroroso e magrelo nojento!”. A apresentadora prestou queixa contra ela, como fez Gagliasso na manhã desta segunda-feira (28/11). Já a pequena Ysis Oliveira não seria filha do cantor Wesley Safadão. Ela afirmou que o pai da criança é o ex da atual esposa dele, Thyane Dantas.

AMEAÇA DE DIVULGAR VÍDEO DE ANITTA USANDO DROGAS

McCarthy agora ameaça divulgar um vídeo que mostraria a funkeira Anitta cheirando cocaína. “Tô esperando o processo da Anitta até hoje. O povo não falou: ‘Ah, a Anitta vai te processar’. Querida, a Anitta cheira pó sim, cheirou pó na minha frente e eu ainda filmei sem querer e, se me irritar muito, eu posto o vídeo mesmo pra mostrar”, disse. Como “prova”, ela mostrou uma foto durante uma festa com a cantora e um vídeo filmado do banco traseiro de um carro dirigido pela famosa.

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– Dilma Rousseff e a ridícula declaração sobre Coisa de Preto!

Tolice ou Mau uso de Expressão?

A ex-presidente Dilma Rousseff quis fazer demagogia (não há outra explicação) e falou uma bobagem absurda, reproduzida no twitter oficial dela (@dilmabr), compilada de uma fala dela própria ao jornal alemão Deutsche Welle.

Disse:

Sabe o que eu acho que é o novo? Esse foi um pensamento que tive depois do caso do William Waack. Você sabe o que é coisa de preto? O PT é coisa de preto. O Lula é coisa de preto. Nós somos coisa de preto. Eu sou uma coisa de preto”.

Não, Dilma. Nunca se relacione a “Preto” e seja mais correta: é NEGRO! E negro não é bandido. O PT, a Senhora e o Lula são indubitavelmente incomparáveis aos Negros.

O negro é sofrido, ainda sente os resquícios históricos de sofrimento dos seus antepassados escravos. São batalhadores, trabalhadores e honestos. Já a sua turma, dona Dilma (incluindo José Genoíno, Zé Dirceu, Palocci, Gleise e outros) não se pode comprovadamente dizer o mesmo.

Enquanto o partido se corrompe, enriquece e diz ser vítima, o cidadão negro que labuta é a real vítima. O PT (assim como outros partidos) tem corruptos de sobra e roubam milhões enquanto o negro procura trabalhar honestamente para garantir seu pão.

É até constrangedor ler tal declaração…

Aliás, não existem raças, existe apenas uma raça: a raça humana, onde todos devem ter os mesmos direitos e deveres, independente da cor da pele ou etnia.

Ops, não vejo negros na equipe de Dilma enquanto Chefe de Governo (e não é que o Temer estava lá)?

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– A injustiça ao negro Muntari

Passou “batido” por mim: a insensibilidade do árbitro italiano Minelli, em 30 de abril, na partida entre Pescara e Crotoni, quando o ganês Sulley Muntari (do Pescara), jogador de cor negra, reclamou que estava escutando ofensas racistas da torcida adversária. Questionando o juizão se ele não iria parar o jogo, recebeu a sugestão de que “deveria deixar para lá e não dar importância”. Insistindo, o jogador acabou levando Cartão Amarelo por reclamação.

Revoltado, resolveu abandonar o gramado e, por tal gesto, recebeu o 2o cartão amarelo e consequentemente o Vermelho.

Absurdo total! Disse o atleta:

“Ficaram gritando ofensas para mim desde o começo. No início, vi crianças em um pequeno grupo e fui até os pais para entregar minha camisa e dar o exemplo. Mas os gritos racistas continuaram com outro grupo em outra parte do estádio. Fui falar com eles, mas o árbitro me disse que eu tinha que deixar para lá. Foi então que eu me irritei. Por que ao invés de parar a partida eu é que tinha que deixar? Os torcedores são responsáveis, mas o árbitro deveria ter feito outra coisa. Tenho certeza que se parassem os jogos, esse tipo de coisa não voltaria a acontecer”.

Tudo isso é lamentável. Só existe uma raça: a humana!

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– Paremos com gritos homofóbicos: pelo hábito, pela força ou pela multa.

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres Jesus é o Rei ou Alá é Grande, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de Hi Hitler imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– Os responsáveis pelo crime de Racismo contra a pequena Titi (filha de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank) foram detidos!

Discriminação Racial é sempre condenável. Feita contra uma criança, pior ainda!

Eis que recentemente a filha do casal de atores da Globo (Gagliasso e Ewbank), a pequena Titi, de 3 anos, uma linda garotinha de pele morena que foi adotada (em um gesto maravilhoso de solidariedade e amor), sofreu ridículas ofensas raciais que recusou a publicá-las nesse blog.

A polícia identificou os criminosos: dentre eles, uma adolescente de 14 anos (de cor parda), que alegou ter criado um perfil falso, a fim dos ataques, para “apenas fazer uma brincadeira”!

Pior: os pais da garota duvidaram quando a Polícia chegou, dizendo que a mocinha “não saia de casa, ficava no computador e não dava trabalho”.

Quem disse que “ficar no computador” é sempre saudável mental e espiritualmente?

Extraído de: http://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2016/12/adolescentes-confessam-ataques-racistas-contra-filha-de-bruno-gagliass.html

ADOLESCENTES CONFESSAM ATAQUES RACISTAS CONTRA FILHA DE BRUNO GAGLIASSO

Sete pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar depoimento, dentre elas, um adolescente de 17 e uma de 14

Durante operação Gagliasso, as polícias Civil do Rio e de São Paulo cumpriram três mandados de busca e apreensão, que resultaram na captação de celulares, além na condução de sete pessoas para prestar esclarecimentos. Dentre essas pessoas, estavam dois adolescentes, um de 17 e uma de 14, que confessaram ter feito ofensas dirigidas à Titi, de 3 anos, filha adotiva de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank.

A jovem de 14 anos confessou ter criado um perfil falso, acreditando que isso a deixaria impune. “O curioso é que os dois adolescentes eram de cor parda. Eles vão responder por ato infracional. Acreditaram que não ia dar em nada e se disseram arrependidos”, explicou ao Extra a delegada Daniela Terra, titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Os mandados foram cumpridos em Guarulhos e Itaquaquecetuba.

No mês passado, após a repercussão dos casos de ofensas à filha, Bruno Gagliasso se pronunciou a jornalistas, afirmando que aqueles não eram os primeiros ataques que ela sofria, mas que deveriam ser os últimos. “Quem fez isso vai ter que pagar. Isso é muito sério, isso é crime. Quem fez tem que pagar. Os responsáveis têm que ser punidos”, declarou. A operação continua em execução para descobrir outros envolvidos.

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Pintura da Garotinha Titi, que nasceu no Malauí (África) e foi adotada aos dois anos.

– Humanidade Desumana

Viram isso? Nesta semana, uma mulher foi presa na Barra da Tijuca (RJ) por racismo.

A turista Sonia Valéria foi flagrada e filmada ofendendo a guia turística Sulamita Xavier. Por não concordar com algo, a racista disse: não tenho culpa se você é mulata, nasça branca da próxima vez (…) sua complexada por ter cabelo duro.

Como pode alguém, em pleno século XXI, discriminar seu semelhante pela cor da pele. Só existe uma raça: a raça humana!

O pior é que sabe de quanto foi a fiança por crime de injúria racial? R$ 500,00, e já está solta.

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– Xingamentos citados, mas não comprovados! Houve racismo em Jundiaí?

Após, o término da partida entre Paulista 0x2 Red Bull, atletas do “Toro Loko” foram ao alambrado “baterem-boca” com torcedores do Galo. Posteriormente, veio a informação de que eles estavam inconformados por algum xingamento racista. Da cabine da Rádio Difusora, eu e meus colegas de transmissão vimos o número 4 na discussão. Na súmula, algo um pouco diferente: o lateral Bruno Santos e o zagueiro Marcos Vinícius disseram ao árbitro Edson Alves da Silva que ambos foram chamados de “macaco”. Ainda, no campo “ocorrências” do documento do jogo, divulgado há pouco, o juizão disse que não ouviu o xingamento. Abaixo, o relato oficial:

“Após o término da partida, os jogadores n. 2 o Sr. Bruno F. dos Santos e n. 4 o Sr. Marcos Vinícius G. Nascimento da equipe Red Bull dirigiram-se próximo ao alambrado para conversar com torcedores da equipe do Paulista Futebol Clube Ltda. Em seguida, estes, vieram em direção à equipe de arbitragem, alegando terem sido alvo de xingamentos racistas, com a palavra “macaco”, porém nós da equipe de arbitragem, não ouvimos tais xingamentos. “

Curiosidade: as praças esportivas fazem parte de um banco de dados da FPF, onde os estádios são inseridos automaticamente na súmula eletrônica. E não é que lá consta o Jayme Cintra como “Estádio MUNICIPAL”?

O link está em: http://www.futebolpaulista.com.br/sumulas2.php?cat=70&cam=100&jog=104&ano=2016

Se verdade o ato racista, penso que se deveria identificar o torcedor e puni-lo conforme as leis deste país. Afinal, só existe uma raça: a raça humana.

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– Racing Club da Argentina demite Preparador de Goleiros Racista

Um bom exemplo: o Racing da Argentina demitiu Juan Carlos Gambandé, o seu preparador físico do time profissional, que na última semana, no Estádio independência, fez gestos de racismo contra a torcida do Atlético Mineiro (fez de conta que descascava uma banana na frente de negros apontando a eles, ironizando-os como macacos), durante a partida válida pela Libertadores da América.

Que não seja apenas uma decisão para fugir de uma penalidade da Conmebol, mas sim que tenha sido um espírito de contrariedade e filosofia do time argentino.

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– Gabriel de Jesus e a Imitação de Macaco do Uruguaio

Duvido que a Conmebol punirá o Nacional de Montevidéu por um torcedor da sua equipe imitar um macaco ironizando Gabriel de Jesus, jogador do Palmeiras, no confronto da semana passada no Uruguai pela Libertadores da América.

A entidade não é usual em realizar campanhas sociais, nem faz questão de prezar pela lisura. Seus dirigentes são todos envolvidos em contratempos.

Enquanto que aqui no Brasil tivemos um exemplar caso de punição ao Grêmio após torcedores se manifestarem ofensivamente com o goleiro Aranha (com gritos e imitações de macaco), ficaremos apenas na reprovação pública do idiota racista uruguaio.

Cá entre nós, só existe uma raça: a Raça Humana! Que esse infeliz seja condenado por tão desprezível atitude – e que o Nacional/URU também se pronuncie publicamente sobre o fato.

Veja o triste momento: https://www.youtube.com/watch?v=ZR1w3kV3BmY

– A Inexistência de Candidatos Negros ao Oscar e o Boicote a Hollywood.

Antes do texto, vale ressaltar: só existe uma raça no universo, A RAÇA HUMANA, e rotular cidadãos pela cor da pele é coisa de gente de espírito pequeno.

Dito isso, leio que os atores negros dos EUA protestarão na Cerimônia da Entregar do Oscar 2016 devido ao preconceito dos escolhidos, já que pelo segundo ano consecutivo não há atores ou atrizes negros indicados ao prêmio.

A pergunta é inevitável: não houve papel ou atuação convincente para a indicação ou puro racismo?

Difícil saber, pois para nós, pessoas comuns, seria preciso assistir uma gama gigantesca de filmes para dizer algo.

É claro que se compararmos a quantidade de atores e personagens brancos e negros que estão no cinema, perceberemos que há claro desequilíbrio numérico, inegável proporcionalmente. Mas é a mesma de QUEM ESCOLHE OS INDICADOS?

Abaixo, extraído de Terra Notícias, sobre algumas celebridades que anunciaram que boicotarão a entrega.

(De: http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/will-smith-se-junta-a-boicote-e-diz-que-nao-ira-ao-oscar,fee3ba8adf230b70a99a4a419b3f2289uws5vny3.html)

WILL SMITH SE JUNTA A BOICOTE E DIZ QUE NÃO IRÁ AO OSCAR

O ator Will Smith anunciou nesta quinta-feira que não irá à cerimônia de entrega do Oscar, que será realizada em 28 de fevereiro, como protesto pela falta de atores negros entre os candidatos aos prêmios da Academia de Hollywood. “Somos parte desta comunidade, mas, no atual momento, nos sentimos incomodados de estar aí e dizer ‘está tudo bem'”, disse ele à rede de TV ABC .

Desde a semana passada, quando foram anunciadas as indicações, nas quais pelo segundo ano consecutivo não há atores negros, choveram hashtags nas redes sociais como #OscarsStillSoWhite (#OscarAindaMuitoBranco). Ao todo, 20 homens e mulheres brancos disputam nas categorias de atuação.

Além dele, o diretor Spike Lee também disse que não participará da premiação e foi apoiado por Idris Elba, George Clooney, Lupita Nyong’o, Mark Ruffalo, entre outros. A esposa de Smith, a atriz Jada Pinkett Smith, foi uma das primeiras vozes a se manifestar contra a falta de candidatos negros.

“Acredito que a diversidade é o superpoder americano. Acredito que tenho que proteger e lutar por esses ideais que engrandecem nosso país e a comunidade de Hollywood”, afirmou Smith, que foi candidato este ano ao Globo de Ouro como melhor ator dramático pelo filme “Um Homem Entre Gigantes” (previsto para estrear em março no Brasil), mas que não foi indicado ao Oscar.

Na entrevista, ele enfatizou a responsabilidade que eles têm dentro da comunidade negra e afirmou que se não são “parte da solução”, serão então “parte do problema”.

No último fim de semana, a presidente da Academia de Hollywood, Cheryl Boone Isaacs, reagiu à falta de diversidade mostrada pelas indicações nas últimas duas edições com a promessa de “grandes mudanças”.

“Eu gostaria de reconhecer o magnífico trabalho dos indicados deste ano. Ao mesmo tempo em que comemoramos suas extraordinárias conquistas, me sinto aflita e frustrada pela falta de inclusão. É um tema de conversa difícil, mas importante, e é hora de grandes mudanças”, disse.

Cheryl Boone Isaacs, que é afro-americana, afirmou que a Academia vai tomar “medidas drásticas para modificar a composição dos membros” e prometeu “uma diversidade muito necessária” nos próximos anos. De acordo com um levantamento do jornal Los Angeles Times, 93% dos acadêmicos são brancos, 76% são homens e a idade média é de 63 anos.

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– Wal-Mart gaúcho e o preconceito do gerente!

Há ainda aqueles que menosprezam seus subordinados pelo cargo de chefia. Pior: somam isso à cor da pele!

Olha só o que um gerente de supermercado causou no Rio Grande do Sul por se manifestar de maneira racista,

extraído de: http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2015/11/26/walmart-e-condenado-por-chefe-dizer-que-tiraria-os-pretinhos-do-caixa.htm?cmpid=tw-uolnot

WALMART É CONDENADO POR CHEFE DIZER QUE TIRARIA “OS PRETINHOS” DO CAIXA

A rede de supermercados Walmart foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 7.000 por danos morais a uma funcionária que teria sido vítima de discriminação racial. Ainda cabe recurso da decisão.

De acordo com o processo, a mulher trabalhou em uma unidade do Walmart no Rio Grande do Sul, entre 1993 e 2006. Testemunhas disseram que a chefe da funcionária costumava afirmar, a respeito de suas atitudes, que “isso só poderia ser coisa da cor” e que tiraria “todos os pretinhos da frente de caixa”.

Ela também teria feito gestos preconceituosos, apontando a cor de seu braço com o dedo indicador, e outros comentários racistas.

Procurada pelo UOL, a empresa respondeu, por meio de nota, que “repudia veementemente qualquer ato de discriminação” e que “trata-se de um fato isolado”.

Decisão foi revista

Na primeira instância, na vara do Trabalho de Guaíba (RS), a Justiça não deu razão à ex-funcionária, por falta de “provas irrefutáveis” de que ela teria sido ofendida. “A testemunha trazida pela ex-empregada apenas refere ter ficado sabendo de fatos discriminatórios por conta de comentários”, disse na sentença.

No Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio Grande do Sul, porém, a decisão foi revista. Para o TRT, o fato de a testemunha não ter presenciado a chefe ofendendo a ex-empregada não tira o valor do depoimento, porque teria ficado claro que as demais operadoras de caixa comentaram sobre as ofensas.

O Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso do Walmart, mantendo a decisão do TRT.

(Com informações da Secretaria de Comunicação Social do TST).

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– #SomosTodosTaísAraújo: uma reflexão!

Um idiota (sim, quem pratica racismo é imbecil) publicou mensagens racistas contra a competente e bela atriz Taís Araújo em rede social.

O que leva alguém a discriminar uma pessoa pela cor da pele? Só existe uma raça: a raça humana. E, cá entre nós: justamente a cor da pele de Taís realça a sua beleza (fora a sua inteligência).

A Polícia tem que prender o indivíduo. E o mais curioso: na hora das postagens, ela encenava “O Topo da Montanha”, um texto sobre Martin Luther King que trata de afeto, tolerância e igualdade…

Dizer o quê?

As bobagens do último fim de semana estão na foto:

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– Hulk e o Racismo na Copa 2018

Quando houve a transferência milionária de Hulk do time português Porto para o russo Zenit, duas observações ocorreram:

– a dúvida sobre se as cifras exorbitantes eram lavagem de dinheiro;

– as declarações do não aceite dos seus futuros companheiros de clube.

Na Europa, o Zenit era conhecido como time de torcida racista. Nunca um jogador “de cor escura” havia vestido a camisa do clube. E Hulk (que tem a pele Parda), para os padrões de lá, é Negro.

Pura bobagem, do ponto de vista das pessoas de bem. Só existe uma raça, a Raça Humana, sendo a diferenciação da pigmentação da cor da pele algo desprezível para uma sociedade justa.

Hulk foi criticado antes de chegar. Porém, marcando muitos gols em seu time e com ótimas atuações no Campeonato Russo, passou a se tornar figura mais popular. Em Moscou, virou estrela de diversas marcas publicitárias. Trocando em miúdos: calou a boca dos críticos com bom futebol jogado.

Entretanto… isso não mudou a cultura racista. Hulk era um dos convidados especiais para o sorteio do chaveamento das Eliminatórias da Copa da Rússia 2018 desse final de semana, em São Petesburgo. E em entrevista, declarou quando questionado se sofre racismo em Moscou:

Acontece-me isto em todos os jogos. Os árbitros fingem que não veem. Agora já não fico chateado, simplesmente mando um beijo para os adeptos

Hulk acabou ficando de fora do sorteio, pois alegou-se que ele teria que se concentrar para o jogo seguinte e não poderia ir ao evento.

Você acreditou?

Eu não. Se Hulk fosse ao sorteio, seria algo positivo, um protesto simbólico contra os idiotas racistas. Tirá-lo, como parece ter sido para se evitar um constrangimento, é negar o racismo latente.

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– Prenderam o Racista do caso “Maju” (Globo). E o do caso Joyce Ribeiro (SBT)?

Com a ajuda do Facebook, foi detido o internauta que atacou a jornalista Maria Júlia Coutinho com ofensas racistas na Internet na última semana. É um jovem de 15 anos, morador em Carapicuíba. 

Tomara que o “meninão” seja reeducado e perceba a tolice que fez, aprendendo a viver em sociedade e que só existe uma raça: a raça humana!

Espero, ainda, que outros casos sejam exemplarmente resolvidos, como a da também jornalista Joyce Ribeiro, do SBT, tão ofendida quanto Maju, ainda não solucionado. Veja, extraído de Carta Capital.com.br, de novembro/2014:

JORNALISTA JOYCE RIBEIRO, DO SBT, É VÍTIMA DE RACISMO NA INTERNET

Ofensas publicadas na página do Facebook do Jornalismo do SBT levaram a jornalista Joyce Ribeiro, 36, a registrar na delegacia o crime de injúria racial que sofreu pela rede. A denúncia é direcionada a um usuário que usa o nome “Simone Hidalgo” e que publicou o seguinte texto no último dia 21: “Esta negra chata, vesga, gaguejando, na bancada do jornal é deprimente, fora Joice Sebastiana crioula, volta para o tronco“.

A seguir, sobre a prisão do 1o caso citado:

(Extraído de: Uol Tecnologia)

POLÍCIA IDENTIFICA ADOLESCENTE QUE POSTOU COMENTÁRIOS OFENSIVOS CONTRA MAJU

A Polícia Civil identificou um adolescente de 15 anos suspeito de ter postado comentários ofensivos e preconceituosos no Facebook contra a apresentadora da TV Globo Maria Júlia Coutinho, mais conhecida como Maju. O menor, que mora em Carapicuíba, na Grande São Paulo, foi localizado nesta segunda-feira (6) e levado à delegacia para ser ouvido.

A jornalista foi vítima de comentários racistas nas redes sociais na noite da última quinta-feira (2), após a inclusão de uma foto dela na página oficial do Jornal Nacional. “Só conseguiu emprego no ‘Jornal Nacional’ por causa das cotas. Preta imunda”, dizia um dos comentários. “Não tenho TV colorida para ficar olhando essa preta não”, escreveu outro internauta.

A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa) instaurou inquérito policial para investigar o crime de prática de discriminação ou preconceito de raça. Mesmo após a identificação do menor, A polícia prossegue nas investigações para identificar outros envolvidos.

Para chegar aos suspeitos, os policiais rastrearam as imagens com as mensagens ofensivas e fizeram buscas nas redes sociais para identificar as páginas dos envolvidos. Também foram solicitados dados cadastrais e números de IPs ao Facebook.

A pena para quem comete esse tipo de crime é de dois a cinco anos, além de multa. No caso do adolescente, ele responde por ato infracional, podendo, a critério da Justiça da Infância e da Juventude, responder a alguma medida socioeducativa.
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– Racismo contra a Maju. Outro caso no Brasil? #SomosTodosMajuCoutinho

#SomosTodosMajuCoutinho

Um bobão e sua turma postaram palavras racistas contra a jornalista Maria Julia Coutinho (Maju, como é carinhosamente chamada), que apresenta a previsão do Jornal Nacional na Rede Globo.

Escreveram sobre ela::

Só conseguiu emprego no ‘Jornal Nacional’ por causa das cotas. Preta imunda (…) Alguém poderia jogar um biscoito para ela, logo? (…) Preta catinguenta (…) Parece uma tampa de toddy (…)”, entre outras coisas.

Um sujeito que pensa dessa forma pode viver integrado à sociedade?

Só existe uma raça: a raça humana, na qual todos somos iguais perante Deus e perante a Constituição.
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– Preconceito sobre a Branca que virou ativista Negra?

Coisas que eu não entenderei: nos EUA, uma ativista da causa negra, Rachel Dolezal, que fisicamente parece ser negra, na verdade é branca. Ela escureceu a pele por se identificar com a cultura negra, e tem lutado pelos direitos humanos da raça.

Porém está sendo crucificada por lá simplesmente por ter dito que se sente negra e ama a cultura do povo!

Ué, se o homem vira mulher ou vice-versa, é politicamente incorreto questionar tal fato nos dias atuais. Por quê se pode mudar de sexo dizendo que se sente em outro corpo, e de raça não?

Ademais, a luta dela é nobre!
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– A tristeza do imbecil racista americano que matou 9. Veja o que ele disse quando foi preso…

Dylann Storm Roof, de 21 anos, é o jovem que invadiu uma igreja na Carolina do Sul na 4a feira e matou a sangue frio 9 pessoas negras. O caso chocou a todos.

Preso, Dylann simplesmente declarou:

Eu queria acender uma guerra racial nos EUA”.

O que dizer? A governadora do estado pediu pena de morte. Mas isso resolverá a dor das famílias que perderam seus entes queridos…

Infelizmente, há imbecis em todos os lugares do mundo, em especial, racistas e doentes mentais.
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– Racismo no Futebol: De novo?

O tema está cansando: mais um jogador é ofendido com os dizeres de “macaco”. Agora foi Elias, do Corinthians, sendo xingado pelo adversário uruguaio Gonzales, jogador do Danúbio. O árbitro nada viu.

Chamar um cidadão negro de macaco é algo deplorável. Crime de racismo deveria ter punição muito rigorosa, afinal, é menosprezar alguém de maneira humilhante. Todos somos de uma mesma raça: a raça humana. Sendo assim, se a cor da pele é mais escura ou mais clara, não significa nada (ou não deveria).

Infelizmente, ainda não vi nenhum árbitro flagrar tal ato e aplicar o Cartão Vermelho. Mas os Tribunais de Justiça das entidades, mediante tantas provas áudio-visuais, devem suspender os atletas infratores.

Daniel Alves, do Barcelona, quando ofendido comeu a banana que foi jogada em campo contra ele. Hulk, do Zenit, respondeu com gols. Aranha, do Santos e hoje no Palmeiras, desabafou publicamente. E, infelizmente, Elias do Corinthians preferiu deixar o “assunto morrer”.

Discordo. Deveria protestar e insistir para que a diretoria do Corinthians peça sanção rigorosa à Conmebol. O problema é: a Confederação Sulamericana vai punir Gonzales?

Fiquemos no aguardo!
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– Os estrangeiros e a queixa de Arrigo Sacchi

Os estrangeiros, em especial os negros, seriam a culpa do fracasso da Itália (da Seleção e dos Clubes) em competitividade atualmente?

Para Arrigo Sacchi, talvez. O ex treinador da Azurra, do Milan e do Real Madrid, à Gazzetta Dello Sport durante uma premiação, quando questionando sobre o momento do “cálcio”, disse que:

A Itália agora não tem dignidade ou orgulho, porque nós temos muitos estrangeiros jogando nas ligas sub-20: em nossas categorias menores existem muitos negros“.

Para alguns, isso soou racista, mas o próprio Sacchi tratou de lembrar que treinou muitos negros no Milan e nunca teve problemas.

Para mim, a queixa maior do treinador é: a perda da IDENTIDADE de uma equipe. Se você assistir jogos da Seleção Francesa, verá afrodescendentes e árabes predominando na Seleção. Nos clubes da Inglaterra, veremos jogadores de todas as partes do mundo. O londrino Arsenal já jogou sem nenhum inglês, bem como a Internazionale de Milão sem nenhum italiano.

E aqui no Brasil, corremos algum risco como esse? Deixe seu comentário:

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– A Piada do STJD no recurso gaúcho

Se o Grêmio tivesse vencido o Santos por ½ x 0, estaria vivo na Copa do Brasil e não seria punido pelo Racismo. Ao menos, é a mensagem que o STJD deixa a entender após o julgamento do recurso nessa 6a feira.

Petros havia sido suspenso por 180 dias e teve a pena reduzida para 3 jogos. O Grêmio, excluído da Copa do Brasil, teve a pena reduzida para a perda de 3 pontos. Como o resultado do jogo de ida foi derrota por 0x2, o time está com -3. Mas e se tivesse vencido o jogo de ida? Teríamos o jogo de volta!

Coisas dos togados do RJ!

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– Racismo, de novo? E até quando?

– Há muito tempo, se discute o a prática do racismo nos estádios e não se vê eficácia alguma nas atitudes tomadas para evitá-lo.

– Há pouco tempo tivemos Daniel Alves sendo atingido por chuvas de banana, em mais um episódio de racismo.

– Há menos tempo ainda, Arouca foi ofendido por ato racista em Mogi Mirim.

– Há algumas horas, Aranha, goleiro do Santos, foi chamado de macaco na partida Grêmio x Santos.

– Imaginaram o jogador que está em campo trabalhando e sendo chamado de animal única e exclusivamente pela cor da pele?

– Imaginaram o tipo de educação que esses agressores verbais e morais tiveram para quererem gratuitamente inferiorizarem um ser humano?

– Imaginaram que tipo de prazer essas pessoas devem sentir em ofenderem alguém e sorrirem por tal conduta, com manifestação de vanglória?

– Imaginaram o sentimento da filha, da esposa, do pai ou da mãe do ofendido?

*********

Amigos, nessa quinta-feira novamente vimos o quão baixo e horroroso pode agir o ser humano a um irmão seu. Se ali em Porto Alegre a maioria é de pele branca, que raio de manifestação de supremacia racial foi inserida na mente desses idiotas para acreditarem que são superiores a quem tem pele de outra cor?

Estamos no século XXI. O homem chegou a Lua, criou a Internet e reduziu as distâncias de comunicação, inventou maravilhas que nos trazem comodidade, clonou animais e às vezes quer brincar de Deus. E, nesse mesmo mundo de tamanha inteligência, convive-se com aqueles que não conseguem entender que só existe uma única raça: a raça humana, de pela branca, negra, vermelha ou amarela.

E como resolver isso?

Se os jogadores não tomarem uma providência, a acomodada CBF vai permanecer demagoga alegando ser um problema social e mundial. Defendo uma greve de protesto! Paralisação da próxima rodada para chamar a atenção (e que se jogue o problema de datas prejudicadas por culpa de calendário aos cartolas). Mais: punição severa ao Grêmio! O que de efetivo foi feito quando macabramente louvaram o trágico acidente que vitimou o ex-jogador Fernandão?

Infelizmente, o discurso é de que quem faz isso é a minoria. Mas não é a maioria que defende o estádio de futebol um lugar permitido para extravasar, xingar, onde tudo pode?

De tantos idiotas racistas, as câmeras flagraram uma moça jovem, loira, desinibidamente chamado o jogador de macaco. Nas redes sociais já a identificaram com precedentes de intolerância. Sobrará apenas para essa menina, bonitinha e ordinária?

Mas e os demais?

Ninguém prendará uma gangue de torcedores. Provavelmente nem mesmo a jovem identificada (lembre-se: racismo é crime). E veremos o mesmo filme já visto após tais constrangimentos: clima de comoção, muito discurso e pouca ação duradoura que resolva o problema de verdade.

Por fim, vale a pena ler a declaração do goleiro pós-jogo:

A outra vez que viemos aqui jogar a Copa do Brasil tinha campanha contra racismo, não é à toa. Xingar, pegar no pé é normal. Agora me chamaram de ‘preto fedido, seu preto, cambada de preto’… Estava me segurando. Quando começou o corinho com sons de macaco eu até pedi para o câmera filmar, eu fiquei p… .Quem joga aqui sabe, sermpre tem racista no meio deles. Está dado o recado, agora é ficar esperto para a próxima. Tem leis, mas no futebol sabemos que o torcedor usa de várias maneiras para desestabilizar. Não vou deixar de jogar o meu futebol por manifestação de torcedor. Dói, mas tenho que jogar.

Sem comentários… simplesmente, disse tudo!

O link dos xingamentos está em: http://www.youtube.com/watch?v=XSBlzf_5EfA

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– Neonazistas na Copa: o que fazer?

No último sábado, vimos um torcedor invadir o Gramado do Castelão (Arena Fortaleza/CE) na partida Alemanha x Gana. No jogo, os germânicos penaram para empatar com os africanos no segundo tempo.

E quem era o invasor?

Um neonazista, tatuado com diversas expressões e simbologias em alusão ao espírito preconceituoso: HHSSCC, significando entre os seguidores do grupo: “Heil Hittler”, a saudação tradicional da época, além do famigerado “SS”, marca das tropas de elite do Nazismo em alfabeto rúnico (a Schutzstaffel). O número estampado no corpo é de uma residência polonesa (que ironia, onde estavam grandes campos de concentração!), e o endereço do email é da associação racista a qual o rapaz pertence.

O problema é: a FIFA proíbe dentro de campo qualquer tipo de mensagem política, sexual, xenófoba ou religiosa. Faz o mesmo com camisetas e alegorias dos torcedores que adentram às arenas. Mas como fiscalizar tatuagens embaixo das roupas?

Que seja o único caso na Copa e que fora do Mundial não exista tolerância para esses bandidos.

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– Sou Branco, Sou Humano e Também sou Macaco!

#SomosTodosMacacos

Daniel Alves, jogador do Barcelona, foi hostilizado por racistas membros da torcida do Villareal (time cujo um dos ídolos foi o negro Marcos Senna). Jogaram uma banana para ele. O atleta pegou a fruta e a comeu, ironizando a atitude maldosa daqueles xenófobos.

Se negros, brancos, pardos, indígenas, amarelos são todos filhos de Deus, significa que existe só uma raça: a Raça Humana.

Somos todos um só. Somos todos “gente”. Somos todos humanos. Se os negros merecem bananas, também somos todos macacos.

Ótimo. DÊ UMA BANANA AO RACISMO!

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– Libertadores sem Paulistas destacando os Mineiros

Cruzeiro e Atlético Mineiro estão vivos às fases seguintes da Libertadores da América, ambos buscando o bicampeonato.

Cá entre nós: sem os paulistas na competição, quem é torcedor do estado de São Paulo fica meio que alheio do torneio, com a sensação de que ele ainda nem começou… Não parece ser “sem graça”?

Mas duas coisas me chamaram a atenção nos últimos jogos:

1- O Atlético Mineiro se classificou com uma ótima atuação do goleiro Victor, na Colômbia, contra o Independente Santa Fé. E por que ele não está na Seleção ao menos como reserva imediato do Júlio Cesar? Neste jogo, um fato curioso: após a partida, Ronaldinho Gaúcho foi ovacionado de pé pela torcida local e deu uma volta olímpica no estádio!

2 – O Cruzeiro venceu fora de casa e pegará na próxima partida o Real Garcilasso (PER), a equipe cuja torcida chamou Tinga de macaco. Como será a recepção aos peruanos no Mineirão? Se eu fosse dirigente da Raposa, já teria (contra toda e qualquer vaidade anti-atleticana) providenciado um uniforme listrado de preto-e-branco, como gesto simbólico contra o racismo.

E você, o que sugeriria para os torcedores cruzeirenses fazerem neste confronto? Só não vale manifestação violenta! Deixe sua sugestão.

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– Os valores para as ofensas a seres humanos!

Real Garcilasso foi multado em 20 mil dólares pelas ofensas racistas ao jogador Tinga. Uma multidão nas arquibancadas o ironizou.

Mogi-Mirim foi multado em 50 mil reais pelas ofensas ao jogador Arouca. Alguns poucos torcedores o ofenderam na saída do campo.

As penas são proporcionais ou justas?

Acho que não. Os racistas estão nas ruas e por cinquentão o assunto foi resolvido para as entidades. Aliás, tanto Conmebol e FPF acabaram faturando com essa história, não? Afinal, o dinheiro não vai para nenhum dos ofendidos, tampouco para obras assistenciais (e pago pelos clubes).images.jpg

– Como “chamar Deus” pelo nome ideal?

Vejam só: o colunista e escritor Christopher Hitchens, em sua coluna quinzenal na Revista Época (15/02/2010, pg 82), tratou de um polêmico assunto: como abordar o nome de Deus!

Explico: na Malásia, “Deus” se traduz como Alá. Como existem cristãos e muçulmanos no país, e estes últimos chamam Deus por Alá, o grupo reinvindicou exclusividade no nome de Deus! Como se Deus, Pai, Alá, Javé fossem todos pessoas diferentes…

Um mesmo Criador com nomes diferentes e pedidos de uso exclusivo por seus fiéis… É o que faltava! Disputarem a pronúncia correta!

O MONOPÓLIO DO USO DA PALAVRA DEUS

Um grande tumulto ocorreu na Malásia no mês passado, depois que o juiz da Suprema Corte Lau Bee Lan proferiu uma decisão judicial sobre o nome adequado para chamar Deus. Grupos muçulmanos haviam apresentado uma reclamação de que cristãos locais estavam usando a palavra “Alá” em suas cerimônias e publicações. Na língua malaia, coincidentemente, essa é a palavra usada para denominar Deus de uma forma geral – e “Deus” é um termo difícil de ser evitado pelos cristãos.

A decisão da alta corte foi dividida. Dizia que o jornal malaio Catholic Herald podia usar “Alá” em sua edição na língua malaia, desde que fosse vendido “apenas dentro dos limites da igreja e ostentasse o rótulo ‘Somente para não muçulmanos’”. Até mesmo essa restrição foi considerada insuficiente para os islâmicos. Algumas igrejas e conventos foram incendiados com bombas, e o governo da Malásia lamentou publicamente a decisão do tribunal. Segundo um relato da Associated Press, as autoridades acreditam que “tornar Alá sinônimo de Deus pode confundir os muçulmanos e acabar induzindo-os a se converter ao cristianismo”. Esse risco parece ser pequeno. A maior parte dos 2,5 milhões de cristãos da Malásia é etnicamente chinesa ou indiana. A verdade é que existe uma leve, porém inconfundível, pincelada de racismo na demanda dos muçulmanos malaios. E isso está acontecendo em um dos países muçulmanos mais celebrados como “moderado”.

Quando falam suavemente para públicos ocidentais ignorantes, os propagandistas muçulmanos algumas vezes dizem de forma reconfortante que nós todos – cristãos, judeus, muçulmanos – adoramos o mesmo Deus. É verdade que o Corão contém muito material tomado emprestado do Pentateuco e do Novo Testamento, mas também é verdade que ele em geral é considerado autêntico somente quando escrito ou declamado em árabe. A língua franca bahasa, da Indonésia e da Malásia, contém muitos empréstimos do árabe, incluindo a palavra que começa com D, mas isso não impede seus falantes cristãos de ter de ouvir que não podem seguir sua própria fé em sua própria língua.

Passei meus primeiros anos na ilha de Malta, aquele maravilhoso pontinho de terra entre a Líbia e a Sicília. Malta tem uma língua própria, que eu falava do meu jeito infantil. Alguns filologistas, certa época, consideravam que a língua maltesa descendia da fala dos cartagineses, mas ela tem um parentesco muito mais próximo do árabe falado no Magreb (Líbia, Tunísia e Marrocos). É a única língua semita escrita com caracteres latinos, e, ao lado do inglês, é língua oficial do país. E em maltês a palavra para “Deus” é “Alá”, o que significa que, quando proferida por um padre, soa exatamente igual. Isso se torna ainda mais interessante por Malta ser provavelmente o país mais cristão da Europa, mais católico do que a Espanha, Portugal e Irlanda e até a Polônia.

Pode ser que essa informação inquietante ainda não tenha chegado aos ouvidos dos jihadistas, os praticantes da “guerra santa”. Mas ela agora se junta à lista elástica de problemas pelos quais os muçulmanos se dão o direito de se sentir injustiçados. Quem poderia adivinhar que até o ano passado não tinham percebido que havia não muçulmanos falando a mesma língua que eles?

O árabe é uma língua importante para a literatura e a poesia, e palavras derivadas dela (como “álgebra”) são encontradas em nossos dicionários. Seria de imaginar que os muçulmanos se sentissem lisonjeados por os cristãos da Europa mediterrânea e da Ásia usarem a palavra árabe para o divino. Mas parece que o sectarismo sinistro agora está à frente de tudo. Talvez em nossas redações os editores devessem começar a fazer ajustes relevantes, de modo que multidões gritando “Allahuh Akbar” sejam traduzidas como se estivessem dizendo “Alá é grande”, e as pessoas entoando “Insh’allah” sejam citadas como se estivessem dizendo “Se Alá quiser”, em vez de “Se Deus quiser”. Se essa mudança algum dia fosse adotada, porém, pode estar certo de que haveria tumulto do mesmo jeito.

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– MLS contra o Preconceito

Olha que legal: a Major League Soccer está fazendo uma séria campanha contra o preconceito (seja sobre qual forma for – homofobia, sexismo, racismo) nos campos de futebol.

Para quem não viu (extraído do site http://www.mktesportivo.com), aqui vai o vídeo.

Muito bacana! Acesse: http://www.youtube.com/watch?v=aHmTvpmLFKA&list=PL25739F719896C11E

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– Contra o Racismo, mas tem que ser pra Valer!

Louvável a iniciativa de Joseph Blatter, presidente da FIFA, em querer criar uma força-tarefa para combater o racismo.  Disse ele:

“Precisamos chutar o racismo para fora”.

Legal. Mas, desde criança ouço a mesma lenga-lenga. Diz que combaterá o preconceito, mas quando teremos ações eficazes para valer?

Só existe uma raça: a raça humana. Sendo assim, o que podemos pensar de um sujeito que chama seu irmão de “macaco” por culpa da cor da pele?

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– Racismo que insiste!

Mais um episódio de racismo no futebol. Agora, envolvendo jogador do Milan.

Sem comentários. Me entristeço quando vejo que para algumas pessoas, a cor da pele está acima da dignidade…

Só existe uma raça: a humana!

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/esportes/futebolinternacional/2013/01/amistoso-do-milan-termina-mais-cedo-por-episodio-de-racismo-contra-boateng.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

AMISTOSO DO MILAN TERMINA MAIS CEDO POR EPISÓDIO DE RACISMO CONTRA BOATENG

Por Victor Cianci

O Milan enfrentou o Pro Patria nesta quinta feira em amistoso que terminou antes da hora. Desde o início do jogo, torcedores do adversário, que disputa a quarta divisão italiana, proferiam cânticos racistas direcionados aos atletas negros da equipe rossonera, como Boateng, Muntari e Niang.

Aos 25 minutos do primeiro tempo, o meia-atacante Kevin Prince-Boateng, um dos alvos da torcida do Pro Patria, se revoltou com as ofensas e chutou a bola para a arquibancada. Em seguida, tirou a camisa e deixou o gramado. A princípio, os jogadores adversários tentaram convencê-lo a ficar, mas depois foram solidários e também abandonaram a partida. Massimo Ambrosini, volante e capitão do Milan, reuniu seus companheiros de time e decidiu se juntar a Boateng na desistência.

Os jogadores se manifestaram sobre o assunto nas redes sociais. Em seu twitter, Boateng desabafou: “É uma vergonha que essas coisas ainda aconteçam…#StopRacismForever”. Seu colega de time, o atacante Stephan El Shaarawy, também twittou sobre o assunto: “Estou realmente sem palavras para esta tarde vergonhosa. Sinto muito pelas pessoas inteligentes do local, mas sair do gramado foi o correto”.

Além dos jogadores, a diretoria do Milan também deu sua opinião sobre o ocorrido em nota oficial:

“Busto Arsizio é uma cidade civilizada, ninguém pode negar. O Milan vai retornar de bom grado e com a cabeça em pé até lá, mas os cantos racistas daquelas pessoas pequenas hoje não poderia ficar impune. Em um certo ponto, o Milan disse “chega”. Aqueles que compartilham a cor do coração de Boateng, Muntary e Niang não podiam agüentar mais e decidiram que era hora de ensinar uma lição a estes tolos.”

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– Zenit contra Gays e Negros

Não repercutiu como deveria, mas vale lembrar: a Torcida Organizada do Zenit, time da Rússia onde o centroavante brasileiro Hulk joga, divulgou carta se opondo à presença de negros e homossexuais no elenco da equipe!

A justificativa dos aficcionados é que eles ferem a tradição do clube, que é de contar com atletas natos russos. Alegam que não estão fazendo isso por racismo…

Se isso não é racismo, o que é então? Preconceito puro e explícito!

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– Xenófabo Zenit contrata Hulk por Grana Alta?

São Petersburgo, a antiga cidade soviética outrora chamada de Leningrado, deve estar com dinheiro sobrando. Não é que o time de lá, o Zenit, contratou o atacante Hulk, do Porto e da Seleção Brasileira?

O atleta, idolatrado em Portugal mas muito questionado no Brasil, custará ao clube russo 60 milhões de euros! Será a 6ª maior transação do futebol mundial de todos os tempos (pelos valores, deve ter sido o Hulk da Marvel, de “Os Vingadores”).

Mas será que vale tanto?

Não podemos esquecer que o Zenit é da Gazpron, empresa de gás da Rússia que tem muitas ligações com o Governo e com Putin.

O detalhe mais curioso: o Zenit evita jogadores estrangeiros no elenco; não contrata negros e é conhecido por seus dirigentes xenófabos e torcedores racistas (já punidos pela UEFA).

Que tal contratação é estranha, não há dúvida!

– Racismo da Saltadora Grega em plena Olimpíada

Loiríssima, bela e de olhos azuis estonteantes: ela é a saltadora olímpica da Grécia, Paraskevi Papachristou.

Pois bem, a atleta contrastou sua lindeza externa por uma feiura interior. Declarou no seu twitter que:

Com muitos africanos na Grécia, ao menos os mosquitos do Nilo Ocidental vão comer comida caseira”.

Mesmo pedindo desculpas, ela foi cortada pelo Comitê Olímpico Grego, pelo claro racismo.

Sinceramente, não consigo entender como as pessoas conseguem ser preconceituosas a tal ponto de se cegarem nas declarações. Absurdo!

– O Racismo a Negros na Ucrânia

Leio uma declaração do Betão, ex-zagueiro do Corinthians e do Santos, hoje no Dínamo de Kiev (Ucrânia), sobre racismo.

Triste constatação que o absurdo de discriminar alguém pela cor pode ser eterno para algumas culturas. Betão disse que estava fazendo compras em um mercado, quando a moça do caixa lhe perguntou algo e ele respondeu na língua russa. Uma criança extremamente assustada, atrás dele, disse a avó que estava na fila:

Vó, o negro fala russo!!!

Lamentável, não? Uma inocente criança acostumada com tal “deseducação”.

– Pouco se Lembrou de Outra Comemoração do Dia: a Libertação dos Escravos

Muitas teorias absurdas de pseudo-intelectuais ganhavam coro na Europa, como a do iluminista escocês David Hume, que em 1770 dizia:

Que negros sejam naturalmente inferiores aos brancos”.

Idiotice da época. A cor da pele nada faz para que se mude a dignidade das pessoas. Porém, mundo afora tivemos racismos históricos. A escravidão no Brasil, exemplo clássico.

Porém, em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel aboliu a escravatura. Foi a salvação para os negros?

Nada disso. Foi uma demagógica lei. No dia 12, eles dormiam em Senzalas e se alimentavam muito mal. No dia 13, foram livres e ficaram sem casa e sem comida.

Claro, o acerto foi a proibição da exploração. O grande erro foi a falta de assistencialismo da Lei, que deixou os pobres escravos ao Deus-dará.

Fica a histórica indagação: a Princesa Isabel bobeou e não pensou no futuro dos ex-escravos, ou simplesmente fez politicagem para ganhar os louros da fama?

– É no Pelo do Macaco que o Bicho vai Pegar

O título acima é o refrão de uma canção do cantor Alexandre Pires, gravada recentemente e que contou com o jogador Neymar no seu videoclipe.

Porém, a Procuradoria Geral da União de MG está entrando com uma ação de crime de racismo por causa da música. Motivo: no clipe, homens vestido de macacos abraçam as moças (inclusive Neymar e Alexandre Pires).

Não estamos vivendo o exagero e a neurose de sermos excessivamente politicamente corretos? Para mim, é claro que não há nenhuma apologia ao racismo, nem mensagem subliminar induzindo a analogia de que negros seriam macacos. Parece-me mais que alguma autoridade quis polemizar no episódio.

Qualquer forma de racismo é criminosa, pois, afinal, só deve existir uma raça: a raça humana (a cor da pele, preferência sexual ou origem geográfica não tiram a dignidade de ninguém). Mas nesse caso, estão inventando algo que existe.

A única crítica: respeito os gostos musicais, mas “é no pelo do macaco que o bicho vai pegar” não é muito poético no meu conceito…