– Vale o que Apita?

Você sabe quanto ganha um árbitro FIFA para apitar Corinthians X Palmeiras ou Flamengo X Fluminense?

Certamente, não é por pouco dinheiro. O que lhe parece R$ 3.300,00?

Não gosto de falar de valores, pois, afinal, salário é algo muito pessoal. E por ser particular, deve ser preservado. Mas já que se tornou público pela CBF, aqui vai a tabela de taxas dos árbitros para o Brasileirão:

FUNÇÃO/QUALIFICAÇÃO

SÉRIE “A”

SÉRIE “B”

SÉRIE “C”

SÉRIE “D”

 ÁRBITRO/FIFA

R$ 3.300,00

R$ 2.700,00

R$ 2.000,00

R$ 1.800,00

 ÁRBITRO/ESPECIAL1

R$ 3.000,00

R$ 2.400,00

R$ 1.700,00

R$ 1.000,00

 ÁRBITRO/ASP-FIFA

R$ 2.500,00

R$ 1.900,00

R$ 900,00

R$ 700,00

 ÁRBITRO/ASPECIAL2

R$ 2.400,00

R$ 1.800,00

R$ 800,00

R$ 600,00

 ÁRBITRO/CBF-1

R$ 2.200,00

R$ 1.700,00

R$ 600,00

R$ 500,00

 ÁRBITRO/CBF-2

R$ 2.000,00

R$ 1.600,00

R$ 600,00

R$ 500,00

 ÁRBITRO/ADICIONAL

R$ 500,00

x

x

x

 DELEGADO ESPECIAL

R$ 450,00

R$ 4000,00

R$ 150,00

R$ 150,00

 QUARTO ÁRBITRO

R$ 400,00

R$ 350,00

R$ 150,00

R$ 150,00

 ASSESSOR DE ARBITRAGEM

R$ 400,00

R$ 350,00

 

 

 DIÁRIAS

SÉRIE “A”

SÉRIE “B”

 

 

 RESIDENTE MESMO ESTADO  ATÉ 100 KM

R$ 75,00

R$ 75,00

R$ 50,00

R$ 50,00

 RESIDENTE MESMO ESTADO  101 a 300 KM

R$ 100,00

R$ 100,00

R$ 75,00

R$ 75,00

 RESIDENTE MESMO ESTADO  301 a 500 KM

R$ 150,00

R$ 150,00

R$ 100,00

R$ 100,00

 RESIDENTE MESMO ESTADO  501 a 700 KM

R$ 250,00

R$ 250,00

R$ 150,00

R$ 150,00

 RESIDENTE MESMO ESTADO  ACIMA 700 KM

R$ 300,00

R$ 300,00

R$ 200,00

R$ 200,00

 RESIDENTE OUTRO ESTADO

R$ 400,00

R$ 400,00

R$ 300,00

R$ 300,00

     

Obs1. Assistentes recebem 50% correspondente do valor da taxa relativa ao árbitro de sua categoria.

Obs2. Ressarcimento viagem de automóvel: 0,35 centavos por KM rodado com base da cidade do árbitro designado até o estádio onde será realizado a partida (ida e volta). 0,70 centavos por KM rodado mais pedágios (ida e volta) se o trio viajar no mesmo carro, pago a apenas ao condutor.

Tabela extraída do site Apito Nacional (www.apitonacional.com.br)

É muito ou é pouco?

Considere que tal valor pode ter desconto de IR, INSS e em algumas praças, ISS. Considere ainda que se tem que descontar a taxa da Associação Nacional de Árbitros.

Se compararmos com o salário médio de um brasileiro, a taxa é alta. Mas se compararmos aos valores dos atletas de ponta, pela responsabilidade assumida, risco da atividade e auguras da carreira (não existem Férias, 13º salário, FGTS, pois a profissão não é reconhecida), o valor é baixo (lembre-se que se ocorrer lesão ou o árbitro ficar fora de escala, não recebe nada e os gastos são por sua conta).

Já pensaram que, num hipotético jogo entre Santos X Palmeiras, a partida estando em 0 X 0 e acontecendo um lance duvidoso entre Neymar X Valdívia no último minuto (os salários mais altos de suas equipes), aquele que vai decidir a marcação de um pênalti ou a validação de um gol ganha centenas de vezes a menos?

Curiosidade 1:  para a próxima rodada, Flávio Guerra apitará Santos X Corinthians. Pela sua titulação, ganhará R$ 2.200,00. Se o árbitro sorteado fosse Luís Flávio de Oliveira, receberia R$ 2.500,00 por ser aspirante a FIFA. Se fosse ainda Alício Pena Júnior, que é ex-FIFA, R$ 3.000,00. E se o árbitro sorteado tivesse sido Francisco Carlos Nascimento, “o Chicão de Alagoas”, por ser FIFA, a taxa aumentaria para R$ 3.300,00.

Curiosidade 2:  Um árbitro FIFA para apitar a Série A recebe 50% a mais do um árbitro CBF 1. Mas se ele for apitar um jogo da série D, recebe um acréscimo de 360% do seu companheiro não-FIFA (o Brasil possui o limite máximo de árbitros internacionais permitido pela FIFA: 10).

Estar dentro de campo e apitar uma partida de futebol, pelo prazer, não tem preço. Mas pela responsabilidade, custa alguns reais.

E para você: o valor é justo ou não?

– Vasco & Romário: Penhora a Estátua?

Romário, em seus tempos de vascaíno, foi ídolo por lá, onde começou. Como flamenguista, idem. Diga-se o mesmo como tricolor fluminense.

No término da carreira, voltou ao Vascão e ganhou até estátua. Porém, agora cobra os atrasados do clube e empréstimos que fez a equipe, totalizando 58 milhões de reais!

Quer dizer que o cara joga no time, não recebe e ainda empresta alguns trocos?

A Justiça determinou que parte dos passes de alguns atletas fosse penhorada para pagar a dívida. O advogado do Vasco alega que, mesmo existindo uma confissão de culpa do clube, por não ter sido contabilizado, nada deve!

Transparente essa turma, não? Já se foi o tempo do “fio do bigode” mesmo…

– Neymar é tão Imprescindível assim?

Neymar jogou quarta-feira em Estocolmo. E um jatinho fretado o trouxe para Florianópolis, para no dia seguinte jogar o Brasileirão.

E isso é normal, profissional ou plausível?

Estamos todos loucos mesmo… Depois que o atleta se lesiona e não rende o necessário, procuram os culpados.

– A Transparência que faz bem ao Futebol: o “Dr Edson” e o caso Seneme

Dr Edson Rezende de Freitas foi o presidente da Comissão de Árbitros da CBF (CA-CBF), no período pós-turbulência da saída de Armando Marques e do caso “Máfia do Apito”. Em sua gestão, um raro período de paz na arbitragem nacional. Por motivos de saúde, resolveu sair do cargo e há pouquíssimo tempo retornou à CBF, agora na condição de Corregedor.

E, pelo visto, já está mostrando novamente suas virtudes. Entenda:

– Nos últimos dias, muito se tem questionado sobre o fato do árbitro Wilson Luís Seneme não ter participado dos diversos testes físicos (que são provas de aptidão para o árbitro, com a chancela FIFA), e ainda sim estar sendo escalado regularmente nas competições da CBF.

Normalmente, se o árbitro falta em um dos testes ou é reprovado, sai de escala. Porém, a regra não estava sendo aplicada a Seneme.

A CA-CBF em nenhum momento se manifestou.  Naturalmente isso leva a fofocas. Como Seneme está pré-selecionado à Copa, mais preocupação ainda, já que qualquer vacilo poderia nos deixar sem representante do apito em 2014.

E aí veio o dr Edson Rezende: muitas vezes, apenas uma boa resposta mostra o compromisso com a transparência e evita maiores problemas. Procurado pelo site especializado em arbitragem “Voz do Apito” (www.vozdoapito.com.br), disse que:

Quanto ao fato do Seneme, ele vai fazer o teste físico pela FIFA em 24/09/2012 na Suíça. A entidade deve levar todos os árbitros que estão relacionados para atuar na Copa de 2014 para orientações, treinamentos e testes. E face haver riscos de lesões nestes testes, houve por bem não arriscar em fazê-lo aqui, para evitar que o árbitro pudesse sofrer algo e assim comprometer o teste do mês próximo. Estes testes são bem puxados e desgastantes conforme todos sabem. Também quando são feitos os testes físicos aplicados pela FIFA, comumente as Confederações os consideram para efeito de cumprimento do exigido nos seus países.

Ótimo, tudo esclarecido. E a situação é clara: Seneme está sendo poupado para dar tudo de si em Zurique, daqui há 40 dias. E pela excepcionalidade (Teste Físico para a Copa do Mundo), está sendo escalado sem a obrigação do teste dentro do seu país, pois se convalidará o internacional.

Boa sorte ao nosso representante. Hoje, ele está na Granja Comary com os demais FIFAS, num curso de aprimoramento com o vice presidente da CA, Manuel Serapião, além do instrutor FIFA, o colombiano e ex-árbitro Oscar Ruiz. De lá, vai para Porto Alegre apitar Grêmio X Figueirense no domingo.

Por fim, a observação é inevitável: com tal rotina, é possível ter vida pessoal e profissional fora do futebol? Os árbitros não são profissionais, não tem Férias, 13º, FGTS… nem profissão reconhecida perante a Lei! Mas ainda assim têm que agir como profissionais…

– Os Homens que Ficam em Casa pelos Filhos

Olha que bacana: é cada vez maior o número de homens que abrem mão da vida profissional para a dedicação à criação dos filhos. Nesses casos, a mãe vai ao trabalho fora de casa e o pai faz as tarefas do lar, numa inversão social aceitável nos dias atuais (embora, inaceitável anos atrás).

Extraído de: http://is.gd/AqXoa8

PAIS DO LAR

Aos poucos, os parques infantis, as reuniões escolares e os consultórios pediátricos conhecem um novo frequentador: o homem que fica em casa para criar os filhos

por Rachel Costa

Todo dia ele faz tudo igual: prepara o café da manhã, leva e busca na escola a filha Alice, 3 anos, dá banho na menina e, enquanto a mulher, Lúcia Farias, 32 anos, está no trabalho, prepara o jantar. Pilotar fogão, trocar fralda, contar história para a filha dormir, nada disso parece estranho ou incômodo ao fotógrafo gaúcho Ricardo Toscani, 32 anos, que cumpre sem fazer cara feia todas essas atividades, que no passado eram delegadas à mãe. “Não existe barato melhor que buscar seu filho depois da aula”, diz. Na casa dele e da mulher é assim: papai fica em casa enquanto mamãe vai trabalhar. “Quando ele falou: ‘depois dos quatro meses de licença maternidade, eu assumo’, eu fiquei mais tranquila e topei a gravidez”, conta Lúcia, que não pensava em ser mãe.

Configurações como essa ainda são pouco comuns no Brasil e causam certo estranhamento. Expressões como “mas homem não sabe trocar fralda” ou questionamentos como “seu marido não vai trabalhar nunca mais?” não raro são ouvidos pelas famílias onde existe “dono” de casa. Mas não se engane: esses homens são apenas os primeiros de um novo modelo de pai que está em gestação, resultado direto da busca por igualdade entre os sexos. E se aqui ainda são raros, o mesmo não ocorre em outras partes do mundo. Na Suécia, por exemplo, ficar em casa é um direito adquirido pelo pai, que pode dividir, do modo como quiser, os 480 dias de licença dados ao casal – desde que no mínimo 60 dias sejam para o homem.

“Para o meu avô, o mais importante era ganhar dinheiro para sustentar a família”, disse à ISTOÉ o jornalista americano Jeremy Smith, que trocou o emprego pelo filho Liko quando ele tinha um ano de vida. “Dos pais do século XXI, é esperado que eles ajudem com as tarefas domésticas e no cuidado emocional e psicológico dos filhos, não ficando mais só por conta de sustentar financeiramente a casa”, diz. A escolha de Smith lhe rendeu momentos inesquecíveis. “Estava com ele quando aprendeu a andar”, conta o pai, que transformou a experiência no livro “A Jornada do Papai” (tradução livre, Beacon Press, 2009) e no blog Dialética do Papai (daddy-dialectic.blogspot.com). Escolado na arte de cuidar do rebento, Smith garante que, embora não sejam muitos os homens como ele, nunca se sentiu solitário nos Estados Unidos. “É comum encontrar outros pais com seus filhos pelos parquinhos aqui na cidade de São Francisco. Somos uma minoria, mas estamos aí”, declara.

Mesma constatação é feita nas clínicas pediátricas. “Cada vez mais vejo homens sozinhos com a criança no meu consultório”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo, que garante que os pais são tão bons cuidadores quanto as mães. Defensores dos pais do lar também têm se proliferado entre os cientistas. Um deles, o psiquiatra americano Kyle Pruett, da Universidade de Yale, defende que a tendência masculina de desenvolver brincadeiras físicas com as crianças ajuda em muito no desenvolvimento e a presença paterna na infância forma adolescentes mais seguros sobre sua sexualidade.

Basta, portanto, encarar o desafio de peito aberto para o papai descobrir que é um grande mito aquele papo de que homem não “leva jeito” com criança. “Claro que tem umas coisas que dão muito desespero”, admite o jornalista paulista Ricardo Brandt, 36 anos, pai das bebês gêmeas Beatriz e Helena. Ele não se esquece das primeiras cólicas das filhas e das crises de choro noturnas sem nenhuma razão aparente. “Cansa a gente muito, mas não existe coisa mais gratificante que ver o sorriso delas”, diz o pai, autor do blog O Papai, as Gêmeas e a Mamãe. Quando a mulher, Taís, engravidou, Brandt resolveu entrar de cabeça na experiência paterna. “Voltei para o interior e tirei um ano sabático para ficar com as meninas”, conta ele, que largou o emprego em São Paulo e foi para Araras, interior do Estado. Ter de inventar uma solução para ficar com os filhos, como fizeram Brandt e Toscani, é comum no Brasil, uma vez que a licença-paternidade prevista em lei é de apenas cinco dias. “Ainda estamos bem atrasados, vai demorar para a Constituição absorver essa mudança que já está acontecendo na sociedade”, considera o assessor legislativo da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior. Mas, tudo indica, é uma questão de tempo.

– Mulheres Casadas tem Remuneração maior no Brasil, o Inverso que nos EUA

Lá nos Estados Unidos, mulheres solteiras ganham 34% a mais do que as casadas, enquanto que no Brasil, são as casadas que recebem 20% mais do que as solteiras.

Motivos:

No Brasil, o empregador vê a mulher casada como alguém mais responsável, e a valoriza por isto.

Nos EUA, o empregador entende que a mulher solteira está mais disponível para se dedicar à empresa, e paga a mais para ela pela dedicação maior.

Extraído de Folha de São Paulo, caderno Mercado, pg B6, 18/12/2011

CASADAS GANHAM 20% MAIS QUE SOLTEIRAS

Por Carolina Matos

Com uma filha ainda pequena, a técnica em enfermagem Juliana da Silva Pereira, 28, casada, mudou de emprego há quatro meses por um belo aumento de salário mensal: de R$ 1.300 para R$ 2.200.

Atuando no ramo para o qual se qualificou, a trabalhadora faz parte de uma estatística que a surpreendeu: no Brasil, as mulheres casadas ganham, em média, 19,8% mais que as solteiras, de acordo com um estudo do Insper.

“Sempre achei que as solteiras, por terem mais tempo livre, ganhassem mais”, diz a técnica em enfermagem.

É assim nos EUA, de acordo com Regina Madalozzo, pesquisadora que orientou a pesquisa sobre o Brasil feita pela economista Carolina Flores. No mercado americano, solteiras ganham, em média, 34% mais que as casadas.

“Nos EUA, a presença das mulheres em vagas que exigem maior qualificação, como em empresas, é mais expressiva que no Brasil. Nesse ambiente, ter mais tempo para o emprego e possibilidade de viajar, o que é mais fácil para as solteiras, são pontos valorizados”, diz Madalozzo.

A pesquisadora ressalta que, no Brasil, ainda há uma grande concentração de mulheres empregadas em atividades de baixa qualificação, como trabalho doméstico.

“E os patrões parecem encarar o fato de as funcionárias serem casadas como um indicativo de que são mais responsáveis”, acrescenta.

O estudo foi realizado com base nos dados do Censo 2000 do IBGE. Outra explicação possível para o resultado é que a mulher casada, pela segurança de uma renda familiar conjunta com o marido, possa investir mais tempo até encontrar empregos mais recompensadores.

“É possível que as solteiras se submetam com maior facilidade a salários mais baixos”, diz Madalozzo.

“Mas creio que, à medida que o mercado brasileiro se desenvolva e as mulheres assumam mais postos qualificados, a situação no país se aproxime da dos EUA.”

O estudo revelou que, entre as mulheres casadas, as negras, pardas e indígenas ganham menos que as brancas, enquanto as asiáticas ganham mais. “Pode ser um reflexo da qualificação, mas esse grupo é pequeno; representa menos de 1% do total”, diz a pesquisadora.

– Funcionários e Empresa Zen: A Meditação Produtiva

Dias atrás discutimos em aula o tema “Espiritualidade nas Empresas”, abordando as correntes religiosas e suas influências no trabalho.

Agora, compartilho um material bacana, extraído de Época Negócios (citação em: http://is.gd/Tnhz0u), onde se trata da prática da meditação Zazen no emprego!

(Obs: tenho medo quando uma prática religiosa conflita com outra… Há de se ter cuidado, pois, afinal, nem todos os funcionários irão aceitar tais filosofias)

MEDITAÇÃO PRODUTIVA

Por Dárcio Oliveira 

Conheça a empresa que levou seus funcionários a um templo budista, usou a doutrina como ferramenta de treinamento e criou o conceito de “personal monk”

A primeira regra era o silêncio absoluto. Não se admitia um pio, nem mesmo uma conversinha paralela, sussurrada que fosse, entre os jovens executivos que acabavam de entrar no templo budista de Barra do Sahy, no litoral paulista. Eles chegaram à noite, vindos de ônibus, da capital, com o propósito de participar de um retiro espiritual de dois dias. Após o jantar, deveriam se dirigir aos dormitórios, em grupos de seis ou sete, acomodando-se em colchonetes espalhados pelo chão. No dia seguinte, bem cedo, depois de arrumar os quartos, rumariam em fila e sempre em sepulcral quietude a uma das salas da casa. Era hora do exercício de alongamento, seguido de Zazen, uma espécie de meditação em que os integrantes ficam ajoelhados sobre almofadas, de frente para a parede, com os olhos semiabertos. “O Zazen é o momento único de cada um, a busca pela luz interior”, define Ângelo Palumbo, ou Anju, um aprendiz de monge da Zendo Brasil, comunidade zen-budista criada há dez anos em São Paulo. Foi Anju quem conduziu a cerimônia, os exercícios de alongamento e de respiração e as tarefas comunitárias do grupo. Cuidou até do cardápio, baseado em peixes e pão caseiro. A única extravagância foi a pizza do último dia para celebrar o sucesso da vivência espiritual.

A experiência zen-budista de Barra do Sahy reuniu 20 funcionários da Pieracciani, uma consultoria paulistana especializada em gestão da inovação. Criada em 1992, a empresa vem se destacando nos últimos anos por adotar internamente um modelo de administração inspirado em conceitos humanistas e espirituais. Eis o credo da casa: pessoas de bem com a vida transformam o ambiente de trabalho. “E essa transformação só ocorre por meio do autoconhecimento, algo que pode ser estimulado pelos preceitos budistas”, afirma Valter Pieracciani, fundador da companhia e pai da iniciativa de contratar a consultoria monástica de Anju para lapidar seus consultores executivos. Segundo Valter, o retiro no litoral paulista foi tão bem recebido pelo time que deu origem a outra ideia: as sessões individuais com os monges. O “personal monk” é realizado na própria Pieracciani.

Ana Paula Keller, gerente de projeto da consultoria, garante que as experiências aperfeiçoaram aspectos como domínio da ansiedade, concentração, organização e administração do tempo. Seu colega Francisco Tripodi também lembra com entusiasmo do princípio zen-budista do “não eu”. Traduzindo: é a prática cotidiana de se livrar do egocentrismo, privilegiando o espírito de equipe. “São conceitos que valem para a vida e para o trabalho”, diz Tripodi.

O problema é que conversas sobre luz interior e “não eu” ainda causam certo estranhamento no ambiente corporativo, movido geralmente pela objetividade dos números e das tradições administrativas. Existem, claro, empresários e executivos adeptos do budismo, mas a maioria não costuma socializar os ensinamentos. E só os pratica fora do escritório. Steve Jobs é o exemplo mais famoso desta casta: um cidadão budista, mas um homem de negócios egocêntrico e materialista. O que a Zendo Brasil propõe é algo diferente: a utilização das técnicas do budismo como ferramenta de recursos humanos, uma experiência pioneira no Brasil.

“Aos poucos as empresas perceberão que pessoas de bem com a vida tendem a ser mais produtivas e inspiradoras”, diz a monja Coen, mestre de Anju e fundadora da Zendo Brasil. No caso da Pieracciani, o zen-budismo também ajudou a manter em seus quadros os talentos da irrequieta geração Y. “Nosso programa de retenção não se resume às meditações, claro, mas elas foram importantes para reduzir o nível de ansiedade da galera”, afirma Valter. “O controle emocional traz perenidade à equipe.”

– Análise da Arbitragem, sem Análise: o Profissionalismo de Heber Roberto Lopes

Tenho pena do bom árbitro Heber Roberto Lopes. Está passando dias difíceis. Se não bastasse ter sido julgado e suspenso injustamente por 15 dias no STJD (assunto discutido em: http://is.gd/STJDapita), sua mãe faleceu em Londrina/PR, às vésperas do jogo Fluminense X São Paulo que apitou. E, na partida, um fato incomum: concedeu 1 minuto de silêncio precedendo o início do jogo em memória da própria mãe.

Lamentavelmente, no Brasil, muitos torcedores não respeitam os “minutos de silêncio” concedidos. E nem na excepcionalidade desta 5ª feira, quando a genitora do próprio juiz é a homenageada. Muito barulho na arquibancada e muita gente não dando importância. Tanto que aos 4 minutos de jogo, após uma falta no meio de campo, a falecida mãe do árbitro foi lembrada, de modo indevido. Triste sina de um juiz de futebol: ouve a mãe ser xingada sem culpa, até no dia do seu passamento.

Fico pensando: não foi fácil para o Heber ter cumprido essa escala. Particularmente, eu abdicaria da escala pelo óbvio motivo. Mas respeito quem não o faça, pelos motivos pessoais de cada um, como apitar a peleja como homenagem póstuma.

Mas reflita: e você, se fosse o árbitro? Agiria da mesma forma e apitaria o jogo?

Difícil questão a ser respondida.

Ao Heber, meus pêsames e minhas orações. Que sua mãe descanse em paz.

– Rosicléia está com a Razão!

Rosicleia Campos é a treinadora da equipe olímpica de judô, e no último domingo desabafou sobre as críticas aos atletas que não conquistam medalhas, chamando os reclamantes de “ignorantes“.  

Ela foi perfeita em sua entrevista e queixa (citação abaixo): para muitos, não existe o direito de perder; só tem valor aquele que ganha!

Me lembrei do fantástico e polêmico piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet. Um dia ele disse que:

o segundo colocado ou vice campeão nada mais do que o primeiro perdedor“. 

Discordo. Há de ver os méritos e dificuldades de quem conquista boas colocações. E é justamente tal pensamento derrotista que atrapalha o desenvolvimento do esporte. 

Aliás, falamos de Olimpíada e não é justamente o espírito olímpico que prega que o “importante é competir“?

Falta isso aos exagerados e rigorosos críticos. Há de se criticar quem tem bom recurso técnico e financeiro, e na hora H, por falta de profissionalismo fica a desejar. Mas de atleta de esporte amador brasileiro, não dá para cobrar. 

Extraído de: http://m.espn.com.br/vid-aud-noticia-ip.php?id_va=273466&sext=1

ROSICLEIA CHORA, DESABAFA E RECLAMA DOS CRÍTICOS

Uma das grandes responsáveis pelo grande momento do judô feminino e pelo bom desempenho nos últimos anos, a treinadora Rosicleia Campos voltou ao país sem o esperado sorriso no rosto. Triste com os fortes questionamentos que alguns atletas da equipe brasileira sofreram durante os Jogos Olímpicos de Londres, a técnica não conteve as lágrimas e atacou os críticos neste domingo. 

“O povo brasileiro é ignorante, no sentido de ignorar o esporte. Só temos Olimpíadas de quatro em quatro anos, e só sabe o que é quem está lá. Só sabe onde o calo aperta quem veste o sapato. Quero ver ir para a Rússia, ficar uma semana lá comendo mal e treinando. Quando a gente volta e lê as críticas, dá vontade de matar”, disse a comandante em sua primeira coletiva desde que retornou da Inglaterra.

De acordo com Rosicleia, que está no comando da equipe desde 2005, apenas as pessoas que vivem o esporte sabem a dor de ver seus principais atletas serem derrotados e se disse chateada por ver críticas de pessoas que não sabem o que falam.

“A gente vive o esporte, doa a vida pelo esporte. Demos a nossa vida pelo judô. Quando você vê o Leandro Guilheiro perdendo, a Rafaela (Silva)… Eles são heróis. É muito triste para a gente, que está do lado de cá, ler depoimentos de brasileiros que não sabem o que estão falando”, analisou.

Dona da única medalha de ouro do Brasil até o momento, Sarah Menezes defendeu a postura de Rosicleia e lembrou que a treinadora é extremamente importante para a equipe brasileira de judô. 

“A participação dela é excelente. Melhora sua autoestima. Se você está nervoso, ela consegue controlar. Ela consegue levar além e frear quando tem de frear. Está sempre ali nas horas boas e ruins”, comentou Sarah. 

Já Mayra Aguiar, que conquistou o bronze em sua categoria, chamou a treinadora de “mãezona” e não poupou elogios. 

“É uma mãezona, né? Uma palavra dela pode mudar uma luta. O papel dela ali fora pesa muito. Eu sei que, independentemente do que acontecer, eu tenho o apoio dela e estou segura. É uma pessoa ótima, uma técnica ótima e estou feliz por compartilhar esse momento com ela”, completou.

– O Melhor Professor dos EUA pode ser um Brasileiro!

Orgulho aos Educadores Brasileiros: o professor Alexandre Lopes, brasileiro que leciona nos EUA, concorre ao prêmio “Professor do Ano”, cujo prêmio será entregue na Casa Branca pelo presidente americano (B. Obama ou M. Ronney).

Extraído de Isto É, edição 2230, pg 102

UM BRASILEIRO ENTRE OS MELHORES PROFESSORES DOS EUA

por Paulo Rocha

O carioca Alexandre Lopes vence 180 mil docentes na Flórida e concorre ao título de Professor Nacional do Ano por seu trabalho com alunos especiais.

Um brasileiro está fazendo história nos Estados Unidos. O carioca Alexandre Lopes, 43 anos, natural de Petrópolis (RJ), acaba de ser eleito o melhor professor do Estado da Flórida e agora concorre ao título de melhor dos EUA. A conquista foi realizada após mais de seis meses de um rigoroso processo seletivo, que incluiu etapas regionais, municipais e estaduais. Lopes foi eleito o melhor entre cerca de 180 mil docentes da rede de ensino público da Flórida por seu trabalho realizado com crianças com necessidades especiais em idade pré-escolar. Há oito anos, o brasileiro atua como professor de educação inclusiva na escola Carol City Elementary, em Miami (Flórida), onde leciona para meninos e meninas de famílias de baixa renda – muitos deles autistas. A ideia de concorrer à premiação partiu da própria instituição onde Lopes trabalha. “Fiquei lisonjeado com a indicação, mas nunca achei que eu chegaria tão longe. Minha ficha ainda está caindo”, afirma.

A paixão do brasileiro pela educação foi despertada ainda na infância, porém Lopes só passou a trabalhar como professor após imigrar para os Estados Unidos, em 1995. Depois de atuar como comissário de bordo por mais de seis anos, em 2001 ele decidiu largar o emprego para correr atrás do seu antigo desejo. Sua ideia original era se tornar professor de línguas estrangeiras, mas uma conselheira vocacional o orientou a atuar na área de educação inclusiva. “Na época eu nem sabia o que isso significava, mas logo que entendi me apaixonei e decidi começar um mestrado na área”, diz. Enquanto realizava as entrevistas e dissertações para concorrer ao título de melhor professor da Flórida, Lopes ainda conciliava o trabalho como docente com o doutorado em educação na Universidade Internacional da Flórida. Agora ele deve permanecer um ano longe das salas de aula, cumprindo a agenda de compromissos que seu novo título exige, e que inclui palestras e a participação em workshops sobre educação.

O resultado da eleição para melhor professor dos Estados Unidos só será divulgado em abril de 2013, em uma cerimônia na Casa Branca com a presença do presidente americano. Mas, independentemente de ganhar a etapa nacional ou não, o brasileiro garante que já tem motivos de sobra para comemorar. “Só o fato de poder inspirar a paixão pela educação e, ao mesmo tempo, me tornar motivo de orgulho para o meu país já me faz sentir realizado.”

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– Como Medir a Contribuição do Conhecimento das Pessoas dentro das Organizações

Compartilho um belo texto sobre o grande desafio de se medir a contribuição do conhecimento das pessoas dentro das organizações. Aproveite e reflita: como medir a sua contribuição dentro da empresa?

Extraído do blog do jornalista especializado em Mundo Corporativo, José Renato Santiago Jr (http://www.jrsantiago.com.br/edit.html)

O GRANDE DESAFIO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO: MEDIR A SUA CONTRIBUIÇÃO

Um dos grandes desafios das práticas relacionadas com a gestão do conhecimento diz respeito a medição de sua efetiva contribuição junto aos resultados de uma empresa.

Assim como os vários modelos de gestão que, digamos, “caem no gosto” dos profissionais de uma organização, a gestão do conhecimento muitas vezes é contestada por não conseguir apresentar resultados práticos, que possam ser medidos e claramente notados.

Ao pesquisarmos junto aos profissionais de diferentes níveis hierárquicos e que fazem parte de organizações atuantes em distintos segmentos do mercado, é quase que unânime a aprovação quanto a importância das práticas que norteiam a gestão do conhecimento (GC).

Da mesma forma, a efetiva mensuração da contribuição desta, é “o que pega”.

Ora bolas, assim como as práticas de GC estão fortemente fundamentadas aos valores intangíveis e tácitos, não é demais da conta “cobrar” que seus benefícios devam ser facilmente mensuráveis?

Pois bem, não, a GC deve realmente envolver práticas que permitam visualizar o bem que pode proporcionar a uma organização…

…e mais que isso… deve ser possível que seja feita uma adequada análise sob diferentes dimensões… quer sejam  econômicos financeiras, estratégicas, operacionais, de recursos humanos… apenas para citar algumas delas… 

É possível, e para plagiar alguém: Yes, We can…

Através de metodologias adequadas, da definição de premissas estratégicas, de um cuidado redobrado com questões pertinentes ao uso de tecnologias adequadas e da correta gestão dos colaboradores, é claramente factível medir o sucesso das iniciativas de gestão do conhecimento em qualquer organização.

Certamente, há cuidados a serem tomados…

Um dos primeiros está, certamente, relacionado com a definição dos objetivos que estas práticas deverão atender… “… é o começar pelo começo…”

A definição de indicadores também possui grande importância, e para isto é importante considerar 2 diferentes tipos, o primeiro quanto a própria eficiência das iniciativas de GC e o segundo relacionado a efetiva contribuição destas junto aos resultados organizacionais.

Por fim, há a relevância da definição das diferentes dimensões a serem consideradas… pois bem, falaremos mais sobre isso nas próximas semanas…

– Muricy Ramalho quer Demissão de Jornalistas?

Foi cômico. Ontem, Muricy Ramalho resmungou sobre os jogadores “que a imprensa contrata” para o Santos. E tirou uma casquinha, dizendo que os repórteres estão chutando tantos nomes errados, que os seus chefes deveriam ficar atentos.

A brincadeira dele foi: se o técnico cai por mau resultado, jornalista deveria ser mandado embora também por tanta bola fora!

E-la-iá… Sempre que dá, Muricy cutuca alguém.

– Ganso, Lucas e Thiago Silva

Cada vez mais os contratos no futebol deixam os jogadores desprovidos de espírito coletivo e de lealdade aos seus formadores. Paixão clubística inexiste no mundo profissional.

Vejam Ganso: a cada jogo decisivo que participou pelo Santos, sempre teve problema contratual e queixas às vésperas das partidas. O problema é que ele tem contrato, e por mais que não queira jogar no Santos, tem que cumprir o que assinou. E o cumprimento do contrato se dá por duas formas:

1) Jogando;

2) Pagando a Multa Contratual.

Pagar a multa também é cumprir contrato. Ué? Está descontente? Que banque sua parte.

Caso Lucas: Wagner Ribeiro cansou de dizer que possuía uma proposta de 30 milhões de euro para Lulinha, então no Corinthians. A cada renovação contratual, sempre surgia a proposta. Agora, Wagner Ribeiro age identicamente com Lucas. Existe uma proposta de 30 milhões a ele também? Mostre-a ou admita um blefe. Ops: por esse valor, eu o vendia e embrulhava para presente.

Venda de Thiago Silva: reparo que os sites divulgam que dentro da concentração da Seleção Brasileira, representantes do Paris Saint German assinaram o contrato com o jogador. Como é “concentrada” a tal da concentração, não? Não poderia ser em outro lugar? Ou em outro momento?

– Gafes nos Currículos e Situações a Evitar

Vejam só: a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre bobagens colocadas nos currucula vitae em busca de emprego. São exemplos a se evitar e dicas para uma boa elaboração. Vale a pena dar uma olhada!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1

AS GAFES MAIS COMETIDAS EM CURRICULUM

Estudante envia foto de Nicolas Cage em vez de currículo para recrutador e vira celebridade na web; veja outros vexames memoráveis no currículo, segundo o Career Builder

por Talita Abrantes

Lembra da Luiza que estava no Canadá? Pois exatamente no Canadá, uma estudante ganhou o status de celebridade instantânea das redes sociais – exatamente como a brasileira há alguns meses atrás. Mas por um motivo que faria qualquer um corar de vergonha em frente ao headhunter.

Em vez de encaminhar seu currículo por e-mail para o recrutador, Vanessa Hodja anexou uma foto (para lá de bizarra) do ator Nicholas Cage. O recrutador a avisou.

Ela publicou a seguinte mensagem (em letras maiúsculas e com um print do e-mail) em  seu perfil noTumblr: “Jesus Cristo, acidentalmente, eu enviei para meu potencial futuro chefe uma foto do Nic Cage…”.

Não deu outra. Em instantes, a imagem circulou pela internet e Vanessa virou exemplo para uma porção de candidatos desatentos nos Estados Unidos.

Mas ela não é a única. Pesquisa da Career Builder, divulgada hoje, mostra que Vanessa não está sozinha quando o assunto é “mico” na hora de enviar ou escrever um currículo.

O site americano especializado em carreira pediu que recrutadores americanos contassem quais foram os erros mais bizarros que já presenciaram quando o assunto é currículo.

AS GAFES MAIS MEMORÁVEIS

1 O candidato chamou a si mesmo de gênio no currículo e convidou o recrutador para entrevistá-lo em seu próprio apartamento
2 Em um processo de seleção para um emprego na Antártida, um dos candidatos afirmou que era capaz de falar “antarticano”, fluentemente. 
3 Para deixar o currículo mais charmoso, um candidato não pestanejou em decorá-lo com uma série de pequenos coelhos cor de rosa.

4 Um candidato afirmou que seu currículo foi criado para ser “cantado ao som de ‘The Brady Bunch’”, uma série musical exibida na televisão americana nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o programa ficou conhecido como “A família Sol-Lá-Si-Dó”.

5 Durante o processo de seleção para uma vaga de gestão, um dos candidatos listou “caçador de jacarés” como uma habilidade em seu currículo.

OS ERROS MAIS COMUNS

Você, provavelmente, sentiu muita vergonha alheia ao ler a lista das gafes mais memoráveis. Mas, acredite, mesmo com bom senso, muita gente pode perder a oportunidade de emprego por deslizes, aparentemente, inofensivos.

Para se ter uma ideia, de acordo com a pesquisa do Career Builder, 61% dos recrutadores afirmam que desclassificam um candidato que envia um currículo com erros gramaticais ou, pasmem, de digitação. Confira o ranking de erros que podem tirar você do processo seletivo:

1 Erros gramaticais e de digitação
2 Copiar frases prontas do anúncio de emprego
3 Enviar o currículo com um e-mail inapropriado. (Exemplo: gatinha65@xxx.com)
4 Não listar suas principais habilidades 
5 O currículo ter mais do que duas páginas
6 Enviar um currículo impresso em um papel decorativo. 
7 Na hora de descrever sua experiência, focar mais nas tarefas do que nos resultados que entregou em cada função. 
8 Enviar uma foto junto com o currículo
9 Ser prolixo e escrever grandes blocos de textos

– Pessoas mais Bonitas são mais Egoístas?

Sabem aqueles estudos que beiram o preconceito? Este é um deles.

As universidades de Barcelona, Madri e Edinburgo resolveram pesquisar a relação Beleza x Comportamento, e chegaram a conclusão que pessoas atraentes cooperam com o próximo em 45,7%; já os menos atraentes cooperam em 67,3%.

Conceito de beleza: simetria facial!

Cá entre nós: que grande bobagem, não? Como os reitores deixam o dinheiro dessas instituições escoarem pelo ralo… além do conceito de “belo” ser subjetivo, o que deve valer é a beleza interior!

(informações extraídas da Revista Superinteressante, out/2011, pg 18,por Fernando Badô)

E aí, você tem a mesma impressão ou não? Deixe seu comentário:

– Profissionais ao Extremo: o Osmólogo

Leio na Galileu de Julho/2012, pg 31, uma interessante matéria de Thaís Sant’Ana: os osmólogos na indústria.

Osmólogo é o profissional contratado para cheirar o odor de veículos. A Volkswagen do Brasil, por exemplo, possui 11 osmólogos, que cuidam dos estofados, porta-mala, peças internas, entre outras partes.

Os profissionais precisam ser formados em química, cuidar bem do olfato e do nariz.

Você conhece alguma criança que sonha em ser osmólogo quando crescer? Claro que não. Que tal investir nesse nicho de trabalho?

– Como Lidar com Gente Difícil no Dia-a-Dia

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

– Semana com Apenas 3 dias?

Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, bilionário dono da Claro, Net e Embratel, declarou que gostaria que as pessoas trabalhassem 3 dias por semana. Ele acredita que assim todos teriam mais tempo para a família, e com cabeça “fresca”, teriam mais disposição e boas ideias.

Tal pensamento vai de encontro com as ideias do italiano Domenico de Masi, que há 20 anos defende a ideia do “Ócio Criativo” (descansado, as pessoas criam mais, segundo ele).

Detalhe: será que Slim colocaria em prática em suas empresas tal proposta? Lembrando que ele próprio é workaholic…

– Os Melhores Alunos, em Sala!

Um projeto americano que chega ao Brasil: bons alunos e recém-formados são convidados a lecionar, ganhando experiência com a docência e adquirindo a simpatia de grandes instituições, como a Natura e o Itaú.

Tal funcionamento deste programa social pode ser acessado em: http://is.gd/jILSpm

QUER SER UM BOM LÍDER? VÁ DAR AULA!

por Marcos Todeschini

Com o apoio de grandes empresas, um novo projeto recruta os melhores alunos para lecionar em escolas públicas com problemas

Uma das maiores dificuldades de dar jeito no ensino é atrair profissionais de topo – o status e a recompensa financeira não ajudam. Nos Estados Unidos, que enfrentam o mesmo problema, uma ex-aluna da Universidade Yale criou, em 1992, o programa Teach for America. E conseguiu recrutar, desde então, 25 mil dos melhores cérebros do país para dar aulas nas escolas públicas com as piores notas. A grande sacada foi atraí-los por prazo determinado, bem no início da carreira.

Essa ideia está agora chegando a algumas escolas públicas brasileiras. O programa Ensina! recruta os melhores recém-formados, em diversas áreas, oferece treinamento e coloca-os para dar aulas de reforço. A iniciativa começou este ano com 30 professores em 13 escolas do Rio de Janeiro, e deve chegar a cidades de outros estados, como São Paulo e Minas Gerais.

Por 40 horas semanais, os “ensinas” recebem cerca de R$ 2 mil. Eles são seduzidos pelo idealismo, mas há outra recompensa: são bem-vistos por empresas como Tecnisa, Natura e Itaú, apoiadoras do projeto. Elas favorecem membros do Ensina! na fase de seleção, fazendo-os pular as etapas iniciais. Por quê? “Os ensinas desenvolvem habilidades valorizadas, como a capacidade de resolver conflitos, cumprir metas, liderar e dar feedback”, diz Maíra Pimentel, diretora do Ensina!. Nos Estados Unidos, as escolas do programa subiram de nível. Espera-se resultado semelhante no Brasil.   

– O que Fazemos para nos Aprimorarmos Profissionalmente?

Compartilho excepcional artigo do prof José Renato Santiago Sátiro, do Blog do Conhecimento (http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial), a respeito de Crescimento e Aperfeiçoamento Profissional, Capacitação e Competência, Competitividade e Mundo Corporativo.

O texto é de extrema valia aos profissionais de qualquer área de atuação, mas em especial aos Administradores de Empresas. Abaixo:

O QUE ESTAMOS FAZENDO PARA NOS MANTERMOS COMPETITIVOS?

Uma das mais relevantes verdades que suportam o atual mundo corporativo diz respeito a necessidade de constante aperfeiçoamento de nossas competências.

A correta gestão dos nossos conhecimentos certamente contribui muito para que todos nós, colaboradores, que prestamos atividades profissionais, remuneradas ou não, possamos buscar a excelência e o atendimento de nossos objetivos.

No entanto, é de entendimento comum que os conhecimentos que possuímos hoje não irão garantir o nosso sucesso futuro.

Sempre haverá a necessidade de algo mais.

A grande surpresa que fundamenta este fato não está associada com a efetiva necessidade de capacitação constante, mas sim com a predisposição em buscá-la.

Há diferença nisso?

Sim, claro que existe, sutil, mas evidente.

Anos atrás não era incomum que as pessoas buscassem oportunidades em organizações que possuíssem planos de carreira bem estruturados e possibilidades de capacitação aos seus colaboradores.

Hoje, as coisas mudaram, então?

Claro que não.

Todos tendemos a valorizar oportunidades profissionais em empresas que não somente ofereçam bons salários e condições de crescimento, mas, principalmente, reais possibilidades de aprimoramento de nossas competências.

No entanto, algo está diferente.

Ainda que haja esta valorização, é temeroso o profissional sinalizar esta preocupação voltada a capacitação como se fosse um diferencial a ser oferecido por uma empresa.

E a resposta é simples.

Buscar isto junto a um terceiro, no caso qualquer organização que seja, é um lamentável equívoco.

Qualquer capacitação que nos é ofertada, não terá uma ínfima relevância quando comparada com aquela que é conquistada pelo profissional que se preocupa em alinhar seus intentos e metas com os treinamentos dos quais ele próprio busca fazer parte.

Poucas vezes, o que não é injusto, os treinamentos ofertados nas empresas possui alguma associação com as reais expectativas de seus profissionais.

Isto ocorre, pois, as organizações priorizam o atendimento de seus próprios objetivos, e eventualmente apenas eles são comuns aos dos colaboradores.

Não há qualquer, digamos “maldade” por parte das empresas, ainda, mas, pelo fato das relações em vigência serem profissionais.

A partir do momento que tenhamos certeza desta real diferença entre os nossos interesses e os das organizações onde atuamos, creio que caiba responder a seguinte pergunta:

– O que estamos fazendo para nos manter competitivos?

Certamente é nossa responsabilidade.

– Pisada de Bola do LAOR?

Uma “pisada de bola” do presidente santista Luís Álvaro Oliveira Ribeiro. Ele reclamou hoje a tarde que a CBF privilegia o Corinthians, não escalando atletas do time adversário, cansando os do Santos FC em amistosos da Seleção.

Ora, deveria reclamar antes do jogo. Não parece mais um chororô?

Infelizmente, é difícil dirigente de clube de futebol não arranjar desculpas responsabilizando outrem pós-derrota…

– Preconceito ou Não?

A Petrobras ganhou na Justiça (por 5 votos a Zero) o direito de não contratar um servidor que foi aprovado no seu concurso público. O motivo? Seu peso: 168 kg. A entidade alegou que tal peso inviabiliza o bom rendimento no trabalho, que é nas plataformas de petróleo, devido a dificuldade de mobilidade.

Seria preconceito contra obesos?

Se existe a necessidade de um determinado peso para o exercício do ofício, por que não estava no edital do concurso?

E aí, qual a sua opinião?

– Vida Comercial 24 horas de um Mundo Globalizado

Hoje é feriado, e estou na labuta no Posto de Combustível. Aliás, faço parte da parcela da população que não sabe o que é regrar um dia de descanso: pode ser na segunda, na quarta, ou até no domingo. Na verdade, pode ser quando der certo, ou até não ser, já que invariavelmente temos que virar dias sem parar.

Repararam que o dia comum de descanso inexiste?

Você pode, nesta 5ª feira de festa religiosa, ir ao mercado, comprar em lojas no Centro / Shopping, alugar um carro, gastar na farmácia, passear num parque de diversões… fazer quase tudo!

As indústrias não param. O comércio idem. E pela Internet, muitas outras facilidades. Escritórios de empresas multinacionais trabalham devido a negócios com outros países não cristãos. Alguns varam a noite pelo horário comercial asiático, inverso ao nosso.

É hora de respirar fundo e aceitarmos: estamos no final da era dos tempos de viver a semana comercial e descansar no sábado e domingo. Todo dia é dia de trabalho.

Como hoje encerro o expediente mais cedo (embora de pé desde a madrugada), sobrará um tempinho para curtir a família. Que tal um cineminha para se divertir e assistir Madagascar 3?

Já que vivemos full-time no trabalho, qualquer folga deve-se curtir intensamente.

Quem quer pipoca?

– Cuidados com o Profissionalismo: o caso Romarinho

Segundo o UOL (citação em: http://is.gd/MAnBp2), Romarinho, jogador contratado pelo Corinthians e que atuava pelo Bragantino, declarou à TV FPF que seu time de coração é o Santos, em entrevista de tempos atrás.

Para qualquer mortal, isso é irrelevante. Mas num mundo fanático e que leva a distorções como no futebol, tal declaração não passa batido.

Já imaginaram um gol perdido num clássico entre ambas equipes?

Com o profissionalismo exigido pelo futebol nos dias atuais, o resguardo de algumas declarações públicas de jogadores de futebol se faz necessário. Parece bobagem, mas para alguns torcedores, isso tem muita importância…

– Por que não te Calas?

por José Renato Santiago Sátiro

Novamente a famosa frase proferida pelo Rei da Espanha, Juan Carlos, cabe perfeitamente em determinada situação, agora no futebol, no caso Flamengo x Ronaldinho Gaúcho.

Sem querer julgar quem está certo ou errado em toda situação, é fácil notar a forma totalmente equivocada com a qual a direção do Flamengo está tratando toda esta situação.

Vamos a alguns fatos:

I

O dirigente rubro negro, Paulo César Coutinho, pronuncia a imprensa que o jogador está afastado, sem que a presidente do clube tenha decidido por isso, tão pouco o próprio jogador.

Flamengo 0x1 Ronaldo

Gol contra do Rubro Negro que deu a Ronaldinho o argumento de ter passado o constrangimento por ter sido, supostamente, afastado, da equipe através da imprensa.

A justiça trabalhista dará a razão ao dentuço gaúcho.

II

O atual dirigente Zinho faz pronunciamento, insinuando que o jogador pediu o afastamento pelo fato dele, Zinho, ter informado que “agora, a bagunça acabou!”.

Flamengo 0x2 Ronaldo

Mais um gol contra Rubro Negro, uma vez que mostra uma clara confissão que a bagunça reinava no clube, sendo que ele, Zinho, sequer estava presente para saber disso a fundo.

Além de fazer uma interpretação muito particular sobre uma decisão que coube ao Ronaldinho, pelo que sei Zinho ainda não desenvolveu o poder de ler a mente das pessoas, e indicar a motivação do pedido de afastamento de um jogador que estava com pagamentos atrasados, é, na melhor das hipóteses, um completo despreparo.

III

Dirigentes rubro negros divulgam imagens que mostram Ronaldinho indo ao quarto de uma moça, durante a madrugada, quando a equipe rubro negra fazia pré temporada em Londrina.

Flamengo 0x3 Ronaldo

Caberiam dois gols contras, uma vez que a própria moça, que aparece na imagem, certamente processará o clube. As imagens gravadas no circuito interno não podem ser utilizadas e publicadas sem que haja autorização das pessoas presentes ou solicitação formal de autoridades.

Além disso, é um claro exemplo de assédio moral ao jogador, que por mais que, eventualmente estivesse fazendo algo indevido, não pode ficar sob vigilância eletrônica, em situação profissional, no caso a concentração, fato diferente se ele estivesse em campo.

Aliás, neste caso, todos os jogadores poderão processar o clube rubro negro.

IV

Diretoria flamenguista divulga na imprensa que possui exames de sangue de Ronaldinho que indicam a presença de álcool.

Flamengo 0x4 Ronaldo

Nenhuma empresa pode publicar os exames médicos de qualquer profissional.

Os exames pertencem aos profissionais e só podem ser divulgados com a devida autorização do mesmo.

Mais um fato que indica assédio moral.

V

Diretoria do Flamengo informa oficialmente o Palmeiras sobre possível assédio ao jogador, sem que houvesse qualquer fato de conhecimento público sobre o assunto.

Flamengo 0x5 Ronaldo

Atitude amadora, motivada simplesmente por “raiva”, e que, potencializada pelo fato de Ronaldo não ter se acertado com o alviverde, mostra claro despreparo e desgaste da imagem da instituição.

VI

Rapidamente Ronaldo acerta contrato com o Atlético Mineiro, treina e tem sua escalação prévia, para o próximo jogo da equipe. Golaço de Ronaldo e Assis.

Flamengo 0x6 Ronaldo

Enfim o primeiro gol marcado pelo próprio Ronaldo, uma vez que tira do Flamengo a argumentação que o jogador não está a fim de jogar.

Não sou flamenguista, mas respeito e admiro muito a equipe mais popular do Brasil.

Por isso, como admirador de futebol, peço aos dirigentes rubro negros: Por favor, calem a boca!!!

– Ronaldinho Gaúcho: O erro foi de quem?

Dirigentes do Palmeiras e do Grêmio devem estar felizes por não terem conseguido contratar Ronaldinho Gaúcho. Custo-benefício inviável, problemas extra-campo e mau exemplo aos mais jovens.

Além de tudo isso, o Flamengo pecou na relação com a Traffic, tendo que arcar com o altíssimo salário.

A aposta sempre foi de risco. Ninguém percebia que Ronaldinho demonstrava ser um ex-atleta em atividade?

Uma pena. Para quem viu os momentos gloriosos do R10 no Barcelona, entristece-se ao vê-lo nesse fim de carreira. Tudo bem que continua ganhando dinheiro, mas dando mostra de falta de profissionalismo.

O pior é que o Mengão está teimando em cair no mesmo erro: Adriano está perto de ser contratado.

Infelizmente, parece que a irresponsabilidade financeira é marca de alguns clubes. Não dá para acreditar que queiram, honesta e conscientemente, perder tanto dinheiro!

– Árbitros 100% Nada Consta

Leio no site Voz do Apito (www.vozdoapito.com.br) que o Dr Edson Rezende, Corregedor de Arbitragem da CBF, pede aos árbitros para que assinem um documento liberando a investigação da vida pessoal deles, além dos tradicionais documentos de nada consta na Justiça e nos órgão comerciais (Serasa / SPC), entre outros.

Claro que o assunto é delicado. Os árbitros devem ter uma vida imaculada para não serem questionados. Se o árbitro estiver com dívidas, por exemplo, os mais críticos poderão dizer que está mais suscetível a propostas indecorosas. Se sofre ou move algum processo, questionará se uma escala contra determinado clube implicará em interesse pessoal ou não. O que fazer?

Por mais antipática que seja, entendo que a decisão seja acertada. Se o árbitro não tem nada a esconder, não há problemas. O único inconveniente (e aí será algo de foro pessoal) é o questionamento da perda de privacidade.

Até onde o árbitro aceita ter sua vida pessoal invadida por um dirigente? Isso é muito particular para cada um.

Para quem nada deve, sem dificuldade para a aceitação. Lamentavelmente, o árbitro além de ser honesto “tem que parecer ser honesto”!

E você? Concorda ou discorda de tal medida?

Caso tenha curiosidade, os documentos exigidos pela CBF aos árbitros poderão ser acessados no seguinte PDF: http://www.vozdoapito.com.br/noticias/img/cbf_3.pdf

– Antidoping para Árbitros?

O jornalista Wanderley Nogueira, da Rádio Jovem Pan e da TV Gazeta, informa em seu blog que a FIFA cogita realizar o exame antidoping em árbitros de futebol. O texto pode ser acessado no link abaixo, e repare que ele questiona o leitor com a indagação: você aprova ou não?

Pois bem, aqui vai uma resposta ao questionamento e alguns dados interessantes.

O árbitro, hoje, é um dos elementos do jogo que mais corre em uma partida de futebol: cerca de 9,5 a 13 km/h, segundo os dados da Federação Paulista de Futebol. Tal número mostra que ele corre mais que muitos atletas em campo. O Prof Sérgio Cunha, do Departamento de Biomecânica da Unicamp, em recente estudo mostrou que os atletas correm até 11 km por jogo, dependendo da posição (vide: http://www.youtube.com/watch?v=htUVsmzy-B0)

Sendo assim, vale refletir: como o árbitro, com sua preparação amadora, sem os profissionais que os grandes clubes de futebol possuem, podem ser mais exigidos em campo do que os atletas?

São alguns fatores motivacionais que o ajudam: a carreira em si (necessidade de desempenhar o máximo para o sucesso profissional) e o doping psicológico (a busca em vencer desafios de grande monta). Fora o motivacional, vem o físico (cuidados com o corpo, nutricionista e treino a exaustão).

Em 15 anos de carreira (em jogos, mais de 700), nunca vi doping explícito ou ouvi relatos de árbitros que usavam substâncias ilegais para melhorar a performance; tudo que observei era dentro da normalidade, como vitaminas ou outros suplementos. Mas vi alguns colegas fazerem uso de drogas ilícitas e alguns de drogas lícitas, no pré-jogo e no jogo. Explico os momentos de uso:

Muitos árbitros, quando lesionados, relutam em pedir dispensa de escalas, preocupados com o prejuízo na carreira ou com o desgosto da Comissão que o escalou. Estes costumam fazer infiltrações, usarem drogas farmacológicas via oral ou até mesmo apelarem para uma arbitragem “menos corrida”, posicionando-se no meio do campo, apitando todas as faltas, a fim de não sentirem dor. Poucos ousam abrir mão dos jogos em que estão escalados.

O problema em si, durante o jogo, é o doping contra a dor de uma lesão, pela automedicação. Mas há algo mais grave: o doping pré-jogo, que não tem ligação alguma à preocupação em maior rendimento no gramado, mas que se constitui em descuido do corpo, falta de profissionalismo e um pouco de descomprometimento. E, claro, uma realidade social: o alcoolismo e o uso de narcóticos. Estes árbitros que usam são minoria, mas existem e estão nos gramados, conduzindo jogos.

Em jogos em que há pernoite, esses árbitros (normalmente mais jovens ou deslumbrados com um início financeiro rentável), abdicam do descanso e aproveitam a noite. E, longe de casa, muitas vezes no rico interior do estado, excedem nas bebidas alcoólicas. E, na “curtição”, como qualquer outro profissional/cidadão descuidado, pode cair nas drogas das mais leves como a maconha às mais pesadas como êcstasi. Já vi situações delicadas de colegas que quase perdem uma carreira por uso de tais substâncias, ao invés de se concentrarem para a partida.

Evidentemente que aqui o consumo é para o chamado “uso social”, não para o aumento de rendimento, pois os efeitos indesejáveis: cansaço, ressaca, larica e desconcentração o atrapalham nos jogos.

Importante: ambos os árbitros (que fazem uso do doping para o jogo com medicamentos e os que sofrem com o doping pré-jogo) entram em campo, de uma maneira ou de outra, fora das condições normais. Não são logicamente a maioria, mas existem e devem ter a atenção.

Àqueles que nada devem, em nome da responsabilidade, nada devem temer. Portanto, eu aprovo o doping surpresa nos árbitros.

Abaixo, o artigo de Wanderley Nogueira, extraído de: http://wanderleynogueira.blog.terra.com.br/2012/05/24/o-arbitro-e-o-doping/

O ÁRBITRO E O DOPING

O Congresso Médico da Fifa cogita fazer exames antidoping em árbitros.

Os responsáveis pelo setor afirmam que o “juiz é um atleta no campo e diante disso deveria ser submetido às mesmas regras”.

O assunto já começou a provocar opiniões favoráveis e contrárias.

Sou favorável.

E aqui, no Brasil, onde a profissão de árbitros vai passar a ser reconhecida como “profissional”, é o momento oportuno para sua implantação.

É de se esperar que todos os árbitros aplaudam a iniciativa.

Também considero árbitro de futebol um atleta.

E para evitar a suspeição de que alguns apitam “turbinados”, o controle virá em boa hora.

E você, aprova ou não ?

– Márcio Thomas Bastos e o Dilema Ético

Dizem a boa pequena que o ex-Ministro da Justiça e atual advogado do contraventor Carlinhos Cachoeira, Márcio Thomas Bastos, está cobrando R$ 15 milhões pela defesa do homem que assusta os políticos.

Claro, ele cobra o que acha que vale. É um dos profissionais mais respeitados do Brasil, tendo conseguido sucesso nas mais difíceis causas. Mas… será que nessas horas, não existe o questionamento se a causa vale ser aceita por impedimento ético/moral ou não?

Tudo bem, ele não pode ser recriminado. Mas que a situação é polêmica, claro que é.

– A Sábia Queixa sobre a Relação entre Patrões e Empregados

A blogueira cubana Yoani Sanchez, perseguida pela ditadura castrista, há tempos escreve sobre os desvios de conduta da administração de Cuba. Critica principalmente a censura, ditadura e desmandos.

Porém, dessa vez ela escreve um artigo excepcional sobre como o Governo influencia na vida dos Sindicatos. Essas entidades nada mais seriam do que instituições bancadas pela União, servindo aos interesses de Fidel / Raul Castro.

No artigo, ela fala sobre a incompatibilidade de um sindicato fazer a vontade do empregador, ao invés do empregado!

Temos exemplos iguais a esses na sociedade brasileira… na política e no esporte, nem se diga!

Abaixo, a reprodução extraída do OESP, pgA19, na tradução de Terezinha Martino

SINDICATO NOS BRAÇOS DO PATRÃO

Se alguma coisa distingue o 1.º de Maio de outros dias do ano não é o desfile, tampouco a multidão que agita as bandeirinhas de papel. O mais ostensivo é o silêncio que cai sobre Havana depois de encerrada a cerimônia na Plaza de la Revolución. Um silêncio só interrompido pelos poucos carros que trafegam pelas ruas e por algum policial apitando em uma esquina.

Todas as escolas, fábricas, dependências oficiais e até os pontos de ônibus estão vazios. Este cenário tem se repetido há décadas, mas neste 2012 algo rompeu o tédio habitual da jornada dos trabalhadores.

Muitos estabelecimentos particulares, conhecidos aqui como autônomos, abriram as portas apesar do feriado, deixaram de lado as comemorações para dedicar-se ao comércio de pizzas, sorvetes ou sucos de frutas. Enquanto outros lançavam slogans de reafirmação revolucionária, eles vendiam seus produtos; pescavam no rio aprazível deixado pelo comércio estatal fechado.

Espera-se que no final deste ano em torno de 600 mil cubanos tenham uma licença para trabalhar no setor privado. Entre eles estão muitos que ficaram sem emprego por causa da redução da mão de obra que vem ocorrendo em todo o país.

Nos próximos meses mais de 170 mil postos de trabalho serão cortados nas diferentes esferas do Estado e estas pessoas serão realocadas em outros serviços ou, então, serão despedidas.

Os eufemismos que caracterizam a linguagem oficial chegou à sua expressão máxima no momento de fazer referência a este impopular processo. Os cortes passaram a ser chamados de “reorganização da mão de obra” e as pessoas desempregadas são chamadas de disponíveis.

Como se não bastassem tais peculiaridades, o único sindicato autorizado em Cuba apoiou a decisão de “reduzir o número de funcionários para atingirmos a eficiência”. A Central de Trabalhadores de Cuba deixou claro que está mais do lado do empregador do que dos empregados. Uma posição que não surpreendeu nenhum dos seus quase 3 milhões de membros, acostumados a pagar, disciplinadamente, sua contribuição, mas conscientes de que essa organização representa os interesses do poder frente à base, e não o contrário.

A esse mesmo obediente sindicato foram parar mais de 80% dos mais de 370 mil trabalhadores autônomos e uma representação deles desfilou no último dia 1.º de Maio. Não se inscreveram para ter representatividade ou ajuda, mas para evitar problemas. Perceberam, com razão, que se não se afiliassem poderiam ser qualificados de “apáticos”, “burgueses” e, no pior dos casos, “contrarrevolucionários”.

Todos, sem dúvida, prefeririam uma associação que os defendesse dos altos impostos, convocasse protestos contra a ausência de um mercado atacadista e reivindicasse empréstimos bancários com que pudessem sustentar seus negócios. Gostariam de poder eleger os membros do sindicato e não teriam votado em Salvador Valdés Mesa, o atual secretário da Central dos Trabalhadores. Em vez de a Igreja nas mãos de Lutero, o nosso parece ser um sindicato imobilizado nas mãos do patrão.

Uma federação que respaldou a supressão de 500 mil empregos, processo que será aplicado até 2015, e firmou um compromisso com o governo de Raúl Castro. Como legado negativo dessa atitude passiva e cúmplice, ficará o rechaço futuro de muitos trabalhadores que rejeitarão integrar suas fileiras ou as de outra organização proletária. Será preciso tirar dos sindicatos, em Cuba, essa conotação de inação, para devolver-lhe o papel irreverente e autônomo que um dia teve.

Na tribuna do 1.º de Maio, em vez de uma mensagem de reivindicação o que se observou foram chamados à disciplina, a exigência e o controle. O inconformismo do trabalhador não teve espaço numa praça de slogans triunfais e elogios ao sistema. Nem um só bloco representou os desempregados, nenhum punho foi levantado em sinal de protesto, nenhum cartaz colocou em xeque as autoridades.

Muitas das pessoas ali presentes assistiram ao ato pela mesma razão que se inscreveram na Central dos Trabalhadores, ou seja, para não serem marcados como desafetos a um processo político em que mal acreditam. Sorriem para a câmera e alguns levam os filhos sobre os ombros. Mas nada restou da essência contestatória do Dia dos Trabalhadores. Quando a cerimônia terminou, retornaram à casa ou caminharam pelas ruas ao redor em busca de algo para comer ou beber.

Acabaram comprando no balcão de algum trabalhador autônomo não sindicalizado que manteve aberto o seu negócio durante o feriado. Na manhã seguinte, o jornal Granma estampou um orgulhoso título em letras vermelhas na capa: “Este foi o desfile mais organizado e mais rápido” da nossa história. E desta vez, o Granma teve razão.

– Salários Justos ou Exagerados na CBF?

Quer dizer que o vice-presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, que também é diretor na CBF, ganha da entidade maior R$ 70 mil?

E que o próprio José Maria Marin ganha R$ 160 mil?

Sempre pensei (e ainda penso) que salário é algo muito particular de cada profissional, e que seria algo a não divulgar. Mas tal absurdo exagero faz refletir: o que esses senhores fazem de tão especial para receber tal bagatela?

Será que não-oficialmente, nos clubes, alguns dirigentes arrecadam tanto quanto esses senhores citados?

Enquanto isso, pessoas se matam nas arquibancadas por amor ao futebol. Triste ilusão.

Extraído do Blog do Perrone, em http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/

MARIN AUMENTA SALÁRIO DE DIRETOR ALIADO E GERA DESIGUALDADE

José Maria Marin começa a gerar descontentamentos na CBF por ser mão aberta apenas com alguns funcionários. Aumentos concedidos pelo novo presidente acabam com a tradição da entidade de pagar salários iguais a seus diretores.

O blog teve acesso a documentos que atestam a disparidade entre o dinheiro repassado a dois importantes dirigentes. Em 27 de março, foi autorizado o pagamento de R$ 96.800 a Antonio Osóro Ribeiro da Costa Lopes, diretor financeiro.

 No mesmo dia, foi dada a autorização de pagamento no valor de R$ 69.221,79 para Reinaldo Carneiro Bastos, diretor de desenvolvimento e projetos e responsável por cuidar da Série B. Vice da Federação Paulista, ele vive entre tapas e beijos com Marco Polo Del Nero, braço direito de Marin.

Cerca de R$ 69 mil era justamente o que ganhava Osório, segundo apurou o blog. O diretor financeiro é afinado com o novo presidente.

Os dois pagamentos foram autorizados por meio de memorandos enviados pela secretaria geral da CBF à gerência tesouraria, ambos com data de vencimento em 30 de março.

Apesar de os documentos mostrarem pagamentos em valores distintos, o organograma da confederação, apresentado no site da entidade, coloca todas as diretorias no mesmo nível.

Procurada pelo blog, a confederação declarou que não há obrigatoriedade de pagar salários iguais aos diretores. E que não falaria sobre vencimentos de dirigentes. Só o presidente pode fazer isso, mas ele está em viagem.

As diferenças nos pagamentos são interpretadas na CBF como sinal de que Marin já escolheu a sua patota na entidade. E, vale lembrar que, segundo o colega Juca Kfouri, o presidente foi mão aberta em relação a seu próprio salário, que passou de cerca de R$ 90 mil para R$ 160 mil. Pelo menos o diretor financeiro não pode reclamar do patrão.

– O Engodo da Semana: a Lei que Profissionaliza a Arbitragem

Com pesar, lamento o passo em falso na Câmara dos Deputados, do projeto de lei do deputado André Figueiredo (PDT-CE) que profissionaliza a arbitragem, apresentado nessa semana.

Embora para muitos a lei tenha sido uma vitória, a proposta nada mais é que uma demagoga, falsa e incoerente profissionalização dos árbitros de futebol.

A lei visa referendar a existência da atividade de árbitro profissional de futebol. E como ela se dará?

Através de 4 pontos:

1- Reconhecer a profissão de Árbitro de Futebol;

Ora, dentro do futebol, todos são profissionais, apenas o árbitro, embora tivesse que agir como tal, não era reconhecido perante a lei. Mudou apenas o status no papel.

2- Criminalizar a manipulação de resultados;

Muitos entendiam que manipular um resultado era uma falta moral, mas não é crime. Com boa vontade, poder-se-ia entender que o crime de estelionato (171) enquadrasse tal item. Precisamos de nova lei?

3- Permitir que Árbitros e Associações criem escolas de formação de arbitragem;

Ué, isso já existe! A mudança se daria se o MEC tivesse uma comissão reguladora para reconhecer ou não a qualidade dos cursos, como qualquer outra atividade profissional. Nada mudou…

4- Proibir vínculo empregatício com as federações.

Viva o patronato! Antes, o árbitro deveria assinar um documento dizendo que era prestador autônomo de serviços, dizendo que não teria vínculo empregatício com a Federação/Confederação. Agora, as entidades não precisam exigir mais isso. A desvinculação é automática.

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Ora, dentro do futebol, todos são profissionais, apenas o árbitro, embora tivesse que agir como tal, não era reconhecido perante a lei. Mudou apenas o status no papel. Tal lei não ajuda em nada o árbitro, mas somente aqueles que exploram o trabalho dele.

Não é um desrespeito dizer que com a lei o árbitro se torna profissional, se ele tem que pagar o seu INSS do próprio bolso, não tem FGTS, 13º, Férias e outros benefícios, tudo isso porque a lei exige?

As Federações continuarão a exigir a presença de árbitros em enfadonhas reuniões não-produtivas, cobrar treinos, testes físicos e testes escritos dos árbitros, exigir uma série de condutas e simplesmente se isentar de pagar os encargos sociais! Para muitos, isso tudo é feito para apenas uma ou duas escalas no mês… E nos meses em que não há tantos jogos de futebol? E quando se lesiona? Pior: ela pagar o árbitro através de Cooperativas e Sindicatos, como se essas entidades fossem as fiéis representantes das vontades dos árbitros! E estas, descontam seus percentuais das taxas para que o árbitro possa receber…

O deputado André Figueiredo, através do projeto apresentado, isentou as Federações de qualquer responsabilidade sobre os árbitros (lembrei-me do caso Edilson Pereira de Carvalho: a FPF não teria incômodo algum perante a lei se isso já valesse), além de permitir que as Cooperativas e Sindicatos possam agir como empresas de arbitragem, com o diferencial de que não pagariam os impostos equivalentes aos de quaisquer outras empresas constituídas.

Não demorará para que tais entidades lancem franquias e “escolinhas de arbitragem” Brasil afora, imitando os clubes de futebol e remunerando os seus cofres. Seria esse o propósito de Cooperativas e Sindicatos?

O nobre parlamentar deveria se preocupar em regular a incompatibilidade de cargos, pois esses mesmos sindicatos e cooperativas são administrados em vários estados brasileiros por funcionários das federações, numa clara incompatibilidade moral de funções.

Árbitro profissional é: ter contrato de trabalho por período/campeonato; carteira assinada e dedicação exclusiva, como no modelo atual da Inglaterra (com número de profissionais reduzido). Ou, ainda, o modelo semi-profissional da Argentina, com uma remuneração fixa mensal.

Aqui, o árbitro vive com medo do sorteio e dos vetos dos clubes. Isso é puro amadorismo,e  anova lei nada melhorará.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Causas de Demissões no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois em sua coluna no jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

– FOFOCAS NO TRABALHO;

– JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?

– Criando Talentos na Administração de Empresas! Como?

Compartilho interessante matéria da Época Negócios a respeito da criação de talentos!

Para o Presidente da FESA, Alfredo Assumpção, empresa de recrutamento de altos executivos e autor do livro: “TALENTO, a verdadeira riqueza das nações, a criação de talentos não aocntece nas universidades, mas sim nas empresas!

Em: http://epocanegocios.globo.com/Opiniao/noticia/2012/05/que-tal-criar-talentos.html

– Causas de Demissões no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois em sua coluna no jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

– FOFOCAS NO TRABALHO;

– JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?