– Grandes gastos para vexames proporcionais!

O Tiajin Quanjian FC, equipe de futebol de um bilionário grupo chinês que fabrica medicamentos para o câncer, gastou fortunas na virada do ano: contratou o veterano treinador Vanderlei Luxemburgo a peso de ouro! Tirou Luís Fabiano do São Paulo e Jadson do Corinthians a salários astronômicos. Recentemente, pagou a milionária recisão de Geuvânio e desfalcou o Santos. Tudo isso para subir da Segunda Divisão da China e em dois anos já ser campeão nacional.

Entretanto…

Com tais investimentos e contratações, algum resultado positivo já era desejado. Só que não…

Em sua passagem na Pré Temporada no Brasil (na costumeira e aprazível Atibaia de Luxemburgo), o time realizou 4 amistosos e perdeu todos: para o XV de Piracicaba por 2×1, Bragantino 4×0, Taubaté 4×2 e Vitória 5×1.

O que dizer: 100% de derrotas é para deixar o mais paciente dos chineses com as orelhas em pé!

Fica a dúvida: o time é muito fraco mesmo com os reforços contratados ou Vanderlei Luxemburgo (que já começava a ser contestado por aqui) perdeu a mão?

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– Você Demonstra as Emoções no Ambiente de Trabalho?

Uma pesquisa interessante mostrou que: chorar, gritar, sorrir – ações comuns do dia-a-dia – devem ser manifestadas no ambiente de trabalho. E que a sinceridade do funcionário aumenta a produtividade!

Isso vai contra o profissionalismo na visão weberiana, onde o profissional é alguém dedicado ao trabalho e impermeável ao sentimentalismo.

Trabalho interessante, extraído da Revista Isto É: (clique aqui para link)

SOLTE SUAS EMOÇÕES NO TRABALHO

Por Débora Rubin

Pesquisa constata que expressar os sentimentos durante o expediente pode aumentar a produtividade – vale até derramar lágrimas.

Pegue a caixinha de lenços: já é permitido chorar no ambiente de trabalho. E você nem precisa sair da mesa para derramar suas lágrimas. De acordo com a escritora americana Anne Kreamer, ex-executiva do canal infantil Nickelodeon, reprimir as emoções no ambiente profissional está ficando démodé. E, mais que isso, pode provocar grandes prejuízos para a saúde do trabalhador e para a produtividade da empresa. Essa é a tese que a americana sustenta em seu livro, “It’s Always Personal” (“É sempre pessoal”, ainda sem tradução para o português). Para entender melhor o que está acontecendo no mundo corporativo, Anne fez uma pesquisa com mais de mil americanos para saber como eles estão administrando seus nervos durante o expediente. A grande maioria ainda guarda para si sentimentos como raiva, mágoa e, a campeã das campeãs, frustração. Ainda assim, a autora pôde sentir que os conceitos estão mudando. Chorar, que sempre foi considerado quase um crime no mundo profissional, já é visto com olhos mais amigáveis: 48% dos homens e 42% das mulheres acham que não é pecado se emocionar na frente do computador.

A gerente financeira Marcela Amaral, 24 anos, é uma chorona assumida. Nem se dá ao trabalho de ir ao banheiro, tática das mais adotadas por funcionários, para colocar para fora suas mágoas. “Só apelo ao carro quando quero gritar”, diz, rindo. Marcela vive uma situação delicada. Seu pai é o dono da empresa onde ela trabalha e ela é chefe da sua tia. Tantas relações pessoais e profissionais misturadas geram estresse duplo. “Não entendo por que as pessoas guardam tanto os sentimentos, faz mal. Eu prefiro chorar a ter gastrite nervosa e problemas do coração.”

Marcela está certa. Como diz a americana Anne, as lágrimas são o botão natural para “reiniciar” a máquina humana. “Quando a gente resolve a questão que está incomodando, tira aquele problema da frente e passa a ser mais produtivo”, diz. Além disso, defende a autora, as emoções são fundamentais para tomar decisões. “A neurociência já mostrou que o sistema límbico, morada dos sentimentos, influencia na escolha das decisões”, complementa a consultora de recursos humanos Vera Martins, autora do livro “Tenha Calma!”, no qual ensina a transformar a raiva em uma poderosa ferramenta de trabalho. Como Anne, Vera acredita que é preciso refletir sobre a mensagem que as emoções estão passando. “A raiva é protetora da nossa individualidade, é o que nos avisa sobre a insatisfação interna e mobiliza para a mudança. Bem conduzida, ela pode libertar tensões e alertar contra ameaças”, exemplifica. Só não vale sair gritando com os outros ou puxando o tapete alheio.

O professor de história Therence Santiago, 32 anos, acredita que seu papel de docente vai muito além de transmitir conteúdo. “Quando passo para os meus alunos a minha emoção, estou ensinando também a importância de ser transparente em relação aos próprios sentimentos”, conta ele, que não se importa em dizer que chora sempre que sente vontade na frente da classe, seja por motivos pessoais ou seja por um tema que o emociona. Foi assim quando seu irmão mais velho morreu de gripe suína, há pouco mais de um ano. “Nunca fui tão abraçado pelos meus alunos”, recorda.

Segundo a pesquisa americana, homens choram menos no trabalho – 9% contra 41%. E, mesmo assim, a ressaca lacrimal ainda é um problema para as mulheres. “A imensa maioria ainda sente culpa depois que chora, é como se tivesse traindo a causa feminista”, afirma Anne. Uma mulher expressando sua raiva tampouco é bem-vista. Ainda prevalece a máxima de que as que choram são fracas e as que gritam são histéricas. Samira Racca, 25 anos, no entanto, não sente culpa alguma. Ela já foi auxiliar de escritório, vendedora em loja – chegou a ser consolada por um cliente – e hoje estuda artes visuais. Quer migrar para o universo artístico justamente por ser mais receptivo às dores humanas. “Sou muito intensa em tudo, para a felicidade e para a tristeza, não sei criar um personagem. Sempre que choro, me alivio”, diz.

Para Antônio Carminhato Jr., CEO do Grupo Soma, especializado em recursos humanos, as empresas brasileiras estão cada vez mais simpáticas às pessoas autênticas e honestas com seus sentimentos. As “competências emotivas”, segundo ele, são levadas em conta na mesma proporção das competências técnicas. “Eu diria que uma pessoa que chora no trabalho não é fraca, mas franca”, acredita. Apesar das boas novas, é bom lembrar que as mudanças em curso no mundo corporativo ainda são muito frescas – nem todos encaram as novidades com naturalidade. Não à toa a pesquisa de Anne Kreamer apresenta algumas contradições. Por exemplo, ao mesmo tempo que 43% das mulheres acham que quem chora é instável, 69% das pessoas ouvidas acham que quem se mostra emotivo diante dos colegas é mais humano. “Expressar as emoções faz parte das novas crenças que estão sendo disseminadas como indispensáveis dentro das empresas”, diz a consultora de RH Vera. “É a mensagem percebida como a ideal, mas ainda não foi totalmente incorporada no mundo profissional”, alerta. “Às vezes uma empresa encara positivamente, mas o colega da baia ao lado, não”, complementa Carminhato Jr. Portanto, pode chorar. Mas com moderação.

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– Ronaldinho Gaúcho, afinal, não é de Ferro!

Depois de participar da Flórida Cup, Ronaldinho Gaúcho disse que não se aposentará, mas esperará passar a época do Carnaval para decidir o futuro.

Entendeu: Carnaval primeiro, serviço depois!

Na internet, surge a história de que estaria negociando com o Barcelona; não o seu ex-clube no qual foi eleito três vezes melhor jogador do mundo, mas sim o de Guayaquil, do Equador.

Com pesar, é um ex-craque em alguma atividade…

Toda vez que me lembro do R10, me vem a mente dois episódios:

– Um positivo: o dia que fez os torcedores do arquirrival Real Madrid o aplaudirem de pé em pleno Bernabéu após atuação incrível.

– Um negativo: quando estava no pódio olímpico falando ao celular, sem respeito algum recebendo medalha…

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– Os novos nomes da Comissão de Árbitros da FPF

A qualquer momento, a Federação Paulista de Futebol divulgará a nova CEAF-SP, seu departamento que cuida das escalas de árbitros.

Dois nomes já estão confirmados: o ex-bandeira FIFA Ednilson Corona e o ex-aspirante da FIFA José Henrique de Carvalho.

Bons e simpáticos nomes.

Corona esteve em Copa do Mundo, foi em alguns momentos um dos principais nomes da FIFA (talvez o melhor árbitro assistente em determinado ano). Sobra-lhe experiência.

Zé Henrique quase chegou ao quadro internacional da FIFA, com comportamento sempre discreto e polido, respeitado pela grande educação e bons jogos. A carreira foi curta devido as lesões físicas. Falta-lhe alguma experiência extra-campo, mas a compensa com a jovialidade.

E quais os outros nomes?

Há muita especulação, não tanto para o 3o nome que comporá a Comissão de 4 pessoas, mas a do nome que a chefiará.

Ouve-se de tudo! É a boataria que rola solta.

  • Alfredo dos Santos Loebeling poderia ser convidado. É um nome cascudo, necessário ao cargo. A mim ele disse que só aceitaria caso tivesse carta branca de Reinaldo Carneiro Bastos, o presidente da FPF. Tanto eu como ele duvidamos que existiria essa permissão livre…
  • Oscar Roberto Godoi supostamente fora convidado e rejeitou. Também aqui fica no campo do boato. Não sei se foi.
  • Sálvio Spínola Fagundes Filho seria um nome natural. Porém, trabalha como comentarista na ESPN, tem outros compromissos profissionais e estará envolvido na Comissão de Arbitragem da Primeira Liga (Liga Sul Minas Rio), que tem pouca duração no calendário de início de ano. Provavelmente não aceitaria.
  • Dionísio Roberto Domingues foi citado. Seria um erro! Desde a péssima atuação nas atividades que exerceu com Sérgio Correa da Silva na CBF até os problemas particulares que teve no campo amoroso o impedem de dar confiança aos seus subordinados. Há a necessidade de alguém que possa chegar sem críticas. Além disso, outro militar no lugar do ex-militar Cel Marinho não dá!
  • José Aparecido de Oliveira (sim, o ex-árbitro que um dia sofreu uma cusparada de Neto) foi colocado em pauta na Web. Descarto totalmente. A qualquer erro de árbitro, seria lembrado e ironizado com as histórias de “esquema Parmalat” e outras bobagens. Além disso, está fora do meio há algum tempo.
  • Wilson Luís Seneme e Cleber Wellington Abade, ex-árbitros, seriam bons e independentes nomes para a Presidência da CEAF. Têm experiência dentro e fora de campo e isso é importante. Conhecem as Regras do Jogo nas 4 linhas e a força das Regras dos Bastidores nos Encontros de Cartolas. Mas não ouvi seus nomes sendo citados com força.

Particularmente, o que penso?

Com dor no coração, teremos outro burocrata presidindo. Não sei quem, mas imagino que alguém alinhado com a política dos clubes. Não me surpreenderia se fosse chamado novamente José Evaristo Manuel, o ex-presidente do Taubaté e que era o chefe dos árbitros no episódio Máfia do Apito envolvendo Danelon e Edilson. Não nos esqueçamos que ele é amigo pessoal do Reinaldo Carneiro e ambos estavam em cargos importantes quando surgiu o escândalo. Se Reinaldo que era amigo pessoal do Edilson está no comando da FPF, por quê não crer que “Zé Manuel” possa voltar?

Apenas um porém: nem sempre um ótimo árbitro em campo será um excelente dirigente. Vejamos os inúmeros casos de jogadores craques que se tornaram comuns/ruins treinadores ou vice-versa. Não cobremos de Corona e José Henrique a mesma desenvoltura do que tinham enquanto atuavam! E que Reinaldo Carneiro seja mais feliz nas escolhas do que seu ex-parceiro de FPF, Marco Polo Del Nero.

OPS: eu não sou postulante a cargo algum, como um certo blogueiro noticiou, tampouco estou em campanha, por 4 motivos. O primeiro motivo é o desapego de tal vaidade; o segundo é a falta de tempo e não abro mão dos meus compromissos particulares e profissionais; o terceiro é a minha incompetência (sou humilde em admiti-la) e o quarto é por não compactuar com os nomes que dirigem a FPF, por questão de coerência.

Passarinho, de tanto andar com morcego, dirão que um dia dormiu de ponta cabeça (mesmo que não durma)…

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– O Diálogo Flácido do Workshop dos Árbitros, sem árbitros!

Quando José María García-Aranda, árbitro espanhol que apitou 3 partidas na Copa do Mundo da França em 1998 e 2 na Eurocopa 2000, resolveu pendurar o apito, se tornou Diretor de Árbitros da FIFA, chefiando e orientando os juízes.

Hoje, atua em consultoria de futebol e realiza trabalho como assessor da Real Federação Espanhola. E estará no Brasil para um workshop sobre arbitragem, entre 30 de janeiro e 02 de fevereiro.

O evento, chamado de “Planejamento Estratégico Plurianual da Arbitragem Brasileira”, organizado por Sérgio Correa da Silva, terá 3 momentos especiais, segundo a CBF. No primeiro, haverá palestras sobre planejamento estratégico, momento atual e diretrizes organizacionais (Missão e Objetivo). No segundo, o tema será “Como projetar e selecionar estratégias de ação e formas de monitorar e avaliar os processos”. No terceiro, os participantes vão assistir palestras de como viabilizar/incluir o intercâmbio e responsabilidade social (instituição/sociedade), debater o atual plano de carreiras, a arbitragem feminina e outros temas.

Gostou?

Sabe a quem se destina?

Aos 27 presidentes de Comissões de Arbitragem Estaduais.

Responda: diante de tamanha teoria e lenga-lenga burocrática, sem a presença dos árbitros (que estarão nos estaduais apitando), você tem noção de quanto, na prática, irá melhorar a arbitragem dentro de campo?

Possivelmente NADA. E se alguma coisa piorar, culparão Aranda como fizeram com Larrionda sobre os pênaltis de queimada.

Colocar gente competente para administrar a arbitragem, trazer alguém atuante na FIFA (nada contra Garcia-Aranda, ele poderia atuar até mesmo no cargo de Sérgio Correa) ou chamar Massimo Bussaca, o número 1 da arbitragem da FIFA, seria muito mais eficaz.

Aranda, hoje, não é voz oficial da FIFA, mas consultor remunerado. Para mim, pura demagogia e desperdício financeiro. Sem contar, claro, que tal evento irá para a conta dos serviços prestados pela CA-CBF.

Perguntar não ofende: já que é para gastar com cartolas administrativos e dizer que isso melhorará a arbitragem, por quê não se traz a cúpula da Comissão de Arbitragem da FIFA e convida OS ÁRBITROS, não os coronéis da vida (como Cel Marinho e tantos outros que ocupam cargos de presidência de CEAF) para participarem?

Incrível: a CBF teve Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero, Marcos Vicente e em breve o Cel Nunes, e Sérgio Correa continua firme e forte em seu cargo, mesmo com reclamações dos clubes da Série A.

Ok, entendo. A presidência da Comissão de Árbitros é cargo de confiança de quem chefia a CBF. Se o chefe o quer, que assim seja.

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– Zizou virou técnico. E agora?

Zinedine Zidane, o franco-argelino que tanto jogou bola e encantou o mundo, agora é treinador de futebol!

Estando no Real Madrid B, substituirá Rafa Benitez no time principal. E o curioso é: três ex-jogadores emblemáticos como treinadores na Liga Espanhola – Zizou no Madrid, Luiz Henrique no Barça e Simeone no Atlético.

Não sei se Zidane será tão mágico fora das 4 linhas quanto dentro; afinal, um craque dos gramados não será necessariamente genial à beira das 4 linhas (e o inverso é verdadeiro). Mas torço para que tenha sucesso.

Sobre quando Zidane e Luiz Henrique jogavam, “bomba” na Internet uma briga entre os dois. Vide em: https://www.youtube.com/watch?v=wAHpy4xh2Gk

– A Agonia dos Times Cariocas no Brasileirão-15!

O Futebol do Rio de Janeiro viveu um calvário nesse ano: o melhor carioca do Campeonato Brasileiro da Série A foi o Flamengo, apenas na 12a posição, atrás do pior clube paulista, a Ponte Preta, que ficou na 11a colocação.

Além disso, em todas as divisões possíveis houve rebaixamento de clubes cariocas: o Vasco caiu para série B, o Macaé para a série C e o Madureira para a série D.

Cá entre nós: o fraco nível técnico do Campeonato Carioca já mostrava que o ano seria ruim. Mas sempre existe a ilusão de que quem vai bem no Estadual, pode ir bem no Nacional.

Ledo engano…

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– Caiu Arthur. Não caiu o Cel. Mas muda algo?

Me dá nojo! Escrevo abaixo com o estômago embrulhado.

Caiu Arthurzinho. Arthur Alves Júnior, secretário-geral da ANAF (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol, presidente do SAFESP (Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo), tesoureiro da COAFESP (Cooperativa dos Árbitros do Estado de São Paulo) e braço direito do Coronel Marcos Cabral Marinho na CEAF-SP (Comissão de Árbitros de Futebol da Federação Paulista).

Após denúncias levantadas por Marcelo Marçal no site “Apito Nacional” de que Arthur praticava Assédio Moral e Sexual nas árbitras, Reinaldo Carneiro de Bastos, presidente da FPF, achou por bem demiti-lo.

Sempre foi incompatível patrão ser sindicalista. Como o cara que escala os árbitros na Federação pode ser o mesmo cara que defende os árbitros no Sindicato das injustiças de quem os escala? Foi sempre assim também com Sérgio Correa da Silva e a pergunta inevitável é: o Sindicato é um braço da Federação? Mas atenção: Arthur continua em todas as outras funções.

Marçal, o denunciante, foi defensor de Silas Santana e Arthur Alves Júnior; ou melhor: dos trabalhos em prol da categoria dos árbitros desses respectivos presidentes da Cooperativa e do Sindicato. Trabalhava como Webmaster na Cooperativa, e demitido, se rebelou e mostrou sua insatisfação em algumas postagens. Posteriormente, foi contratado por Arthur para ser o responsável pelo site do Sindicato.

Não importa os motivos e as relações profissionais/ pessoais dos aqui citados. Marçal recebeu denúncias de que havia assédio moral e/ou sexual das árbitras e bandeirinhas da FPF. Em 2009, tornou-se público que uma árbitra, à beira de um testemunho contra Arthur sobre esse fato, fraquejou na porta da emissora de TV. O caso só ficou como boato e nunca provado.

Agora, vêm a tona a história de que Regildênia de Holanda, árbitra FIFA de SP, havia comunicado o assédio a então membro da CEAF Sílvia Regina que repassou a informação ao Cel Marcos Marinho, presidente da CEAF. O Coronel apenas argumentou que Regildênia somente pedia escalas, e nunca houve nada de seu conhecimento. Há a suspeita de outros 10 casos.

Será que pelo fato de Arthurzinho ser seu braço direito na Comissão de Árbitros e também padrinho do seu último casamento, o Coronel fez vista grossa? E a credibilidade dele agora?

Aliás, curioso: pessoas que elogiavam Arthur, se FOTOGRAFAVAM com ele, TRABALHAVAM para ele e sabiam de tudo isso, agora se dizem surpresas ou acusadoras.

RIDÍCULO! Muitos se voltam contra Arthur só agora que perderam poder. Alguns que, após a queda, o acusam e o fazem depois que perderem mordomias, pois estavam com ele. A esses, meu lamento.

Aliás, aqui cito a relação umbilical de Arthur e a FPF, desde o tempo que houve marcação de um teste físico no Salão Nobre da FPF (sim, árbitros tiveram que se deslocar de todas as cidades do estado para um suposto treino DENTRO DO PRÉDIO da FPF), onde, chegando lá, havia uma balança para que os juízes se pesassem e o pedido para que votassem em Arthur na coincidente data de Eleição dos Árbitros, no mesmo dia e horário da pesagem, com a urna e o candidato único ali. Não deu outra: 260 votos a 0 foi o resultado (sobre o engodo, leia 3 artigos aqui: http://wp.me/p4RTuC-20o )!

Creio que árbitros jovens, que gravaram os vídeos nos eventos “Cervejada do Arthurzinho” dizendo que Arthur mudou suas vidas devem detestam lembrar desse episódio. Um deles, que apita clássicos na série A1, testemunhou a mim o arrependimento. Só que foram 5 árbitros “cabos-eleitorais” que participaram das gravações…

Importante: nesse imbróglio não há tantos mocinhos. Cuidado com suas impressões… É como Cunha pedir o impeachment de Dilma!

Aliás, o Cel Marinho continuará na presidência da CEAF e o Arthur na presidência do SAFESP, um vizinho de fundo de prédio do outro. Nada mudará!

A matéria aqui e uma das cartas abaixo: http://marcalneles.blogspot.com.br/2015/12/caiu-apos-graves-denuncias-de-assedios.html

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– O Treinador Sobrevivente?

Coisas de um campeonato de muita exigência: o único treinador do Campeonato Brasileiro que da 1a até a última rodada permaneceu no cargo é Tite (o campeão).

O 2o mais longevo foi Levir Culpi, que se despediu nesta 5a feira (o vice-campeão).

Depois dele, há o Roger, do Grêmio (o 3o colocado na classificação).

Sintomático?

Aparentemente, a classificação dos clubes depende da paciência do cartola que mantém o técnico.

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– A Liga Paulista contra a falácia da Federação Paulista?

Parece que quem está enquadrado pela FPF, não teve coragem (ou não pode) se rebelar. Mas os clubes outrora importantes e que hoje padecem, tentam ressurgir paralelamente à ela.

Vamos a alguns fatos interessantes:

No arbitral da Série A2, ficou decidido que a competição terá turno único com 19 equipes, classificando-se 8 para um mata-mata, promovendo-se 2 times à A1 e caindo 6 times para a A3.

Porém, assim como na A1, os clubes da A2 só poderão ter 28 atletas inscritos e os treinadores não poderão trabalhar em outra equipe no mesmo certame.

A diferença é: se na A1 a desculpa para 28 atletas inscritos é para que não se utilize time reserva, o mesmo não acontece para a A2. Os clubes precisam ter abertura para a utilização de atletas de categoria de base, e, nesse ano em especial, com rebaixamento de mais clubes, torna-se fundamental poderem fazer suas escolhas. Por quê limitar também na A2?

O curioso é: Reinaldo Carneiro Bastos apresentou a proposta aprovada por unanimidade, mesmo a um velado contragosto dos representantes (que não ousaram reclamar). Quem vai contrariar o chefe?

A idéia é de que pontos corridos + jogos eliminatórios aumentaria o calendário e agradasse a todos. Ledo engano… os clubes jogarão aproximadamente os mesmos 3 meses de antes, com um detalhe: teremos jogos ininterruptamente em quase toda quarta/domingo. A diferença é que quem se classificar, jogará 3 partidas a mais. Dessa forma, 12 equipes da A2 terão seu ano de trabalho com 3 meses, sendo que metade delas cairá de divisão. Portanto, a fórmula é ilusória…

A reboque, equipes descontentes com a FPF e que abriram mão (por questões ideológicas ou econômicas) de disputarem qualquer torneio da entidade, estão se reunindo para formar uma Liga. GISLAINE NUNES, conhecida advogada do meio futebolístico, será a presidente da Liga Paulista de Futebol, formada por União São João de Araras, XV de Jaú, Corinthians de Presidente Prudente, Francana, Rio Preto, entre outros clubes. O propósito é criar um torneio estadual de maio a dezembro, com 40 equipes, regionalizado, mais barato e sem as caríssimas taxas que a FPF anda cobrando (verifique qualquer borderô da A2 ou da A3 como é custoso fazer um jogo e quanto a Federação Paulista está cobrando por seus fiscais – e brevemente, pelos seus gandulas).

Será que esta “Primeira Liga Caipira” ou “Sul Minas versão excluídos do Interior Paulista” (sem qualquer conotação pejorativa; ao contrário, tem meu apoio) vingará?

Em tese, será mais barata do que o torneio de Reinaldo Carneiro e dará atividade profissional o ano todo.

A propósito: os clubes filiados a FPF e que disputam A1, A2 e A3, e que ficam parados a partir de abril jogando (alguns apenas) somente em Julho/Agosto/Setembro a deficitária Copa Paulista (vide o Capivariano, na elite estadual e que ficou “fechado” por 9 meses seguintes ao Paulistão) vão aderir ou terão medo de represálias?

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MAIS SOBRE A LIGA:

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/11/15/o-que-esperar-da-liga-paralela-de-futebol-de-sp-em-2016.htm

http://gcn.net.br/noticia/302194/esporte/2015/11/francana-pode-integrar-nova-liga-interiorana

JAC – Jacareí Atlético Clube – Facebook

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O escudo da LFP:

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– O que é / Como é poupar jogador?

Mais uma vez não teremos rodada do Campeonato Brasileiro neste final de semana, devido aos jogos da Seleção.

Alguns reclamam de jogos demais e cansaço; outros, de folga prolongada e perda de ritmo de jogo.

O que fazer?

Ouço muita gente falar em poupar jogador. Mas de que jeito?

Duas formas:

1- Promover Rodízio de Jogadores, como fazia o treinador colombiano Osório no SPFC, é poupar atletas cansados (recuperando-os) e dar oportunidade a outros. Em tese, todos são titulares (dependendo da data ou do jogo).

2- Escalar Time Misto ou Reserva, como muitos fazem, é descansar atleta cansado para alguma competição/ jogo de prioridade maior. E aí se subdivide em:

a- Levar o jogador titular para ficar no banco;

b- Deixar o jogador em casa.

Imagine um hipotético Paysandu x Grêmio. Se o time gaúcho jogar com 11 reservas e deixar alguns titulares no banco, é real descanso? O atleta viaja, se concentra, ouve preleção e vai ao campo. Não era preferível deixar o jogador em Porto Alegre, em casa, no convívio do lar, ao invés de levá-lo a Belém, mesmo que não jogue?

Claro que o exemplo foi de clubes de extremos de capitais brasileiras, mas não é uma realidade?

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– Estudar futebol não faz mal a ninguém!

O Vitória está praticamente de volta à série A do Brasileirão, capitaneado nesta ótima campanha pelo treinador Vagner Mancini na série B.

Dorival Júnior reformulou o Santos FC (mesmo após a saída de Robinho) e fez o time praiano jogar o futebol mais vistoso do Campeonato.

Tite erguerá a taça como Campeão Brasileiro pelo Corinthians.

Mano Menezes tirou o Cruzeiro da zona da degola.

Milton Mendes fez a Ferroviária-SP voltar à elite do Paulistão e de lá foi para o Atlético Paranaense (que o demitiu graças ao instável presidente Petraglia). Depois de sua saída, o time decaiu na tabela…

O que eles têm em comum?

Saíram do Brasil e foram se atualizar na Europa!

E aí compartilho o que o ex-jogador Leonardo disse na Revista Época dessa semana:

O técnico brasileiro não está dentro do circuito internacional. E, se não tem acesso a outras informações, dificilmente consegue desenvolver uma nova idéía. Ele está fechado para o mundo. A formação do treinador brasileiro é empírica. O treinador na Europa faz dois, três, quatro anos de curso. Depois desenvolve as ideias dele! Para ser treinador na Europa, eu fiz dois anos do curso UEFA. Os cursos do Brasil não são reconhecidos internacionalmente”.

Precisa dizer algo?

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– E a Festinha dos “Profissa’ do Mengão?

O título da postagem é irônico mesmo. Com uma crise instaurada na Gávea, tendo o capitão Wallace criticado o comportamento dos jogadores e uma má campanha indiscutível nos últimos jogos, não é que alguns boleiros do Flamengo fizeram uma “festinha privê”?

Paulinho, Pará, Marcelo Cirino, Anderson Pico e Everton estiveram numa churrascada reservada em uma chácara flagrados com bebidas (e como é que a foto vazou)?

Tudo bem que na hora da folga, o profissional tem o direito de fazer o que quiser. Mas… com a torcida cercando a delegação, em momento discutível, com cobrança de maior esforço e dedicação, não seria mais prudente o resguardo?

E você o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Melhor do Mundo ou Marido para a Filha?

Para a eleição do melhor jogador do mundo nesta temporada, a fim de escolher apenas um dos 23 selecionados, a FIFA distribuiu às federações um aviso a ser replicado aos jornalistas, treinadores e capitães de seleções que votarão. E sabe o qual é esse recado?

De que os eleitores devem levar em conta não só a performance dentro de campo, mas também o comportamento extra-campo!

O que você pensa sobre isso? Edmundo, Serginho Chulapa, Almir Pernambuquinho, George Best ou Balotelli nunca concorreriam a nada…

Se Cristiano Ronaldo, Messi, Neymar ou qualquer outro arrebentarem, mas aparecerem em escândalos nas boates européias, perderão a chance de serem premiados?

Aliás: e os problemas fiscais que sofrem tanto o argentino quanto o brasileiro? Influenciarão os eleitores?

Vale a velha reflexão de cartolas quando vão contratar jogadores polêmicos para seus clubes: estou preocupado em contratar um craque para o time ou em avaliar um namorado bem comportado para minha filha?

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– A escala provocativa da arbitragem para São Paulo X Santos 

Parece picuinha. E deve ser mesmo…

O bom árbitro Raphael Claus, que marcou equivocadamente o pênalti de “queimada” em Palmeiras 0X1 Ponte Preta, será o árbitro do SanSão no Morumbi pela Copa do Brasil. Mas e o bandeira? Será Rogério Pablos Zanardo, o mesmo da confusão com Zeca e que resultou na expulsão do David Braz contra o Corinthians no Itaquerão.

Bandeira não é sorteio, é escala direta. Sérgio Corrêa quis provocar o Peixe, já que certo dia Modesto Roma Júnior pediu publicamente o “escalpo” dele e sua substituição pelo Cel Marinho?

Provavelmente sim, pois poderia evitar a polêmica. Aliás, por que não escala Zanardo na Vila Belmiro no jogo de volta?

Se existir erro pró-SPFC, se dirá que é perseguição. Se for pró-Santos, se dirá que é compensação. Por que escalar de propósito tais nomes? 

A declaração do presidente do Santos pode ser lida aqui: http://wp.me/p55Mu0-tn.

A punição que levou pelo STJD, aqui: http://wp.me/p55Mu0-uh.

 

– Liga Sul Minas Rio (A Primeira Liga): dará certo?

Um embrião que se revolta contra a CBF: é assim que se encara a formação da Liga que compõe alguns clubes de MG, outros da região Sul, somados a dupla Fla-Flu.

Claro, falta a adesão de paulistas e demais cariocas para que seja criada uma liga paralela que afronte os domínios de Marco Polo Del Nero. Mas já é uma provocação, afinal, o nome oficial será “Primeira Liga”.

Se fala que a Globo (ou quem pagar mais) comprará os direitos de exibição, se alardeia contratação de árbitros estrangeiros e modelo profissional de gestão, mas… o movimento é capitaneado por Alexandre Kalil, o ex-presidente do Atlético Mineiro, tão folclórico e apaixonado cartola!

A mim, seu nome gera dúvidas da seriedade e profissionalismo. A ideia de formar uma liga nacional (o Goiás não quer jogar a Copa Verde e manifestou o desejo também de entrar para a Copa do NE ou Primeira Liga) mostra que a coisa não ficará no eixo sul do país e que o momento de fragilidade do reinado de Del Nero é perceptível. Mas por quê não gente mais séria (ou que aparenta isso) como o presidente flamenguista Bandeira de Melo ou o palmeirense Paulo Nobre?

O que vai emperrar a liga será a força de algumas federações, como a Paulista, a Carioca e a Gaúcha, que resistem com seus estaduais e os milhões da TV aberta. É delas a culpa de não termos um calendário melhor ao futebol brasileiro. Afinal, querem os estaduais com os grandes, não aceitando que os torneios deveriam ser zonas de acesso a outras divisões do Brasileiro. É por isso que se insiste em jogos deficitários como São Paulo x Linense, Santos x Penapolense, Corinthians x Água Santa ou Palmeiras x Audax, ao invés de encaixar esses times pequenos e os do Interior numa suposta série E, perene e regionalizada, aproveitando das rivalidades locais e possibilitando que não sejam clubes de empresários sazonais.

Eu sou a favor de uma liga, MAS NÃO A ESSA CRIADA – paralela aos estaduais e por gente que não inspira confiança!

E você, o que pensa sobre isso?

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– Sérgio Correa confirma: Ceretta fora da CBF em 2015!

Coisas complicadas do mundo da arbitragem. Eis que Guilherme Ceretta de Lima, eleito melhor árbitro do Paulistão em 2015 (na opinião da FPF; na minha, não), e que foi agredido por Dudu, está fora da CBF pelo menos até o ano que vem.

A informação foi do próprio Sérgio Correa da Silva, o contestadíssimo chefe da arbitragem da CBF. Em entrevista ao jornalista Renan Cacioli no Bom Dia / Diário de São Paulo, Sérgio disse que Ceretta foi afastado do Brasileirão Série A pelo jogo entre Coritiba x Flamengo e da Copa do Brasil pelo jogo entre Paysandu x ABC. Porém, revoltado por não ter sido mais escalado e pelos critérios de Sérgio Correa, Ceretta não quis mais fazer o teste físico da CBF e abandonou a entidade. Segundo o Cel Marinho, chefe dos árbitros da FPF, Ceretta deve voltar no Paulistão e não pensa mais na CBF.

Fica a pergunta: cadê o Sindicato, Associação de Árbitros ou algo equivalente, que seja independente suficiente para brigar contra a CBF?

Vale refletir. Sérgio Correa reina no Brasil com a anuência de Marco Polo Del Nero…

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– Quem substituirá Osório?

Por tudo o que se tem falado, pra mim é questão de dias que o São Paulo perderá seu treinador, o inteligente colombiano Osório.

Aqui, uma lembrança: para contratá-lo, o SPFC entrevistou técnicos estrangeiros. Caso tenha que substituir Osório (o que é provável) irá (por coerência) buscar os outros nomes estrangeiros estudados da lista anterior?

Particularmente, tô achando que Milton Cruz será pela enésima vez o treinador tampão à espera de, quem sabe, Muricy Ramalho.

E você, pensa o quê sobre Osório e o futuro treinador do São Paulo FC?

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– Clássico às 11h é brincadeira de mau gosto!

Escrevo esse texto sem assistir o clássico entre Corinthians x Santos. Sei que o Coringão jogará de calção branco para “aliviar o calor” e que Dorival Júnior quer que a molecada do Peixe cadencie o jogo para não cansar demais.

Futebol profissional às 11h tem muitas facetas. Eu gostava do horário quando apitava; afinal, tinha condicionamento físico muito bom, me preparava adequadamente e voltava para casa mais cedo. Claro, sei que para os jogadores a rotina é cruel. Para os torcedores, é válido: torna-se “jogo para a família”.

Muitas partidas acontecem às 10h ou às 11h Brasil afora. Mas futebol de primeira linha, não. Gosto da idéia de colocar jogos entre “Grandes x Pequenos” nesse horário, é garantia de estádio cheio de famílias que depois se reuniram para curtir o domingo juntas. Porém, penso que clássico não deveria ser jogado nesse horário (e com esse calor)! Grande x Grande é para horário nobre do futebol, temperatura mais baixa e alta preparação para todos.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– O Delicado Momento do Futebol e da Arbitragem: O que se deve mudar?

Dias atrás comentamos sobre as exigências realizadas pela Comissão Nacional dos Clubes à CBF (vide em: http://wp.me/p55Mu0-yr). Em resposta, a CBF prometeu ser pioneira no mundo e usar imagens de vídeo em jogos (falamos também: http://wp.me/p55Mu0-yt).

O certo é que o assunto cansou. Seria desejo real de melhora ou apenas demagogia clubística? Como o Corinthians é líder, Grêmio e Atlético sugeriram um favorecimento deliberado (que entendo inexistente, escrevemos isso em: http://wp.me/p55Mu0-xV)

Recentemente, o presidente do time gaúcho Romildo Bolzan ofereceu um dossiê de mudanças! Para o bem dos co-irmãos e do futebol em geral ou em benefício a sua própria agremiação?

Daniel Nepomuceno, presidente do Atlético-MG, está neste mesmo pacote de mudanças do futebol e da arbitragem. Mas por quê quando os erros são a favor da sua equipe o entusiasmo diminui?

A questão é muito mais ampla. Como mudar a arbitragem e os campeonatos? É trabalho para muitíssimas discussões, que não podem ser feitas ao calor da competição. Creio que temos alguns pecados importantes da Comissão de Arbitragem (citamos 7 deles em: http://wp.me/p55Mu0-xp).

Tudo se resume em algo muito simples: a maior parte dos nomes que estão no comando das entidades do futebol (CBF, Federações, Arbitragem, Tribunais) são os mesmos há décadas nessa estrutura que é viciada! Criou-se um monstrengo administrativo cuja caixa preta só poderá ser aberta por gente realmente independente (e que quando abrir, “federá ainda mais”).

Tirar Sérgio Correa da CA-CBF não melhorará a arbitragem a curto prazo, já que Marco Polo só colocará gente da sua confiança e com os mesmos vieses de incompetência e subserviência. A médio prazo, teríamos outros nomes de árbitros. A longo prazo, gente melhor preparada. Mas há que existir um pontapé inicial para mudar!

Já para a presidência da CBF, quem deve entrar no lugar do Marco Polo Del Nero? Quem pede o direito ao posto é Delfim Peixoto, o folclórico e polêmico “dono” da Federação Catarinense que há décadas reina por lá. Mas o deputado capixaba Marcus Vicente, outro vice, tem a confiança de Marco Polo para sua substituição, caso realmente se confirme o que se especula: que ele pedirá licença da presidência para se defender de um possível pedido de extradição do FBI.

Em suma: assim como na política, o esporte brasileiro está carente de nomes que tragam esperança!

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– Aidar ou Bourgeois?

Rodrigo Capelo, jornalista responsável pelo Blog “Época Esporte Clube”, da Revista Época, revelou que Alexandre Bourgeois, o CEO indicado por Abílio Diniz para comandar o São Paulo FC e demitido por Carlos Miguel Aidar, propôs uma economia imediata de R$ 44 milhões aos cofres do clube.

Como?

Não renovando os contratos de Rogério Ceni, Luís Fabiano e Alexandre Pato. E o valor aumentaria para R$ 75 milhões anuais em corte de gastos até 2017, mantendo 30 jogadores no departamento de futebol.

Seria uma correta atitude ou não?

Deixe seu comentário.

A entrevista completa pode ser acessada em: http://is.gd/AMRflp

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– Pato deveria voltar à Seleção? Foi ele quem pediu…

Alexandre Pato reencontrou um bom momento em sua carreira com a chegada do estudioso treinador Juan Carlos Osorio. Isso, não se discute.

Porém, no domingo, após a vitória do São Paulo contra o Grêmio em Porto Alegre (2×0), declarou que acredita não tem ninguém melhor do que ele (na sua função) para jogar na Seleção Brasileira, e que espera ser convocado por Dunga.

Com a fraca safra de atacantes brasileiros atuais (ao menos, nos anos 90 tínhamos craques em maior número e melhor qualidade), talvez Pato tenha razão.

E aí, o que você pensa sobre isso: Dunga deve chamar o atacante do SPFC (por merecimento, por falta de opção, pelo nível baixo de outros jogadores, ou por qualquer outro motivo) ou ainda não é o momento de promover a volta do jogador ao Escrete Canarinho?

Deixe seu comentário:

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– As Sugestões dos Clubes para Mudar a Arbitragem Brasileira

A Comissão Nacional dos Clubes de Futebol do Brasil, representada pelo presidente do Atlético Mineiro, Daniel Nepumoceno, sugeriu à CBF algumas mudanças na condução da arbitragem nacional.

Avalie-as:

1- Ao invés dos árbitros serem escalados – ou melhor – indicados para sorteio por Sérgio Correa, uma comissão formada por pessoas indicadas pelos clubes e/ou profissionais da CBF dividiriam a responsabilidade com o chefão do apito para confeccionar as escalas;

2- Criação de Ranking de Árbitros;

3- Uso da Tecnologia para diminuir os erros;

4- Criação de grupos independentes de avaliadores dos árbitros.

Sobre elas, minha opinião:

1- Sérgio continuará no poder e os cartolas apenas querem direito a vetar nomes que não gostem.

2- Já existe ranking com a criação de categorias de árbitros. Na FPF, existia um fajutíssimo ranking com fórmula mirabolante que nunca funcionou.

3- A tecnologia só pode ser aprovada nas reuniões da International Board.

4- Os árbitros são avaliados com notas boas quando estão de bem com o chefe; mal, quando estão de mal com o chefe. Criar grupos independentes é boa idéia. Mas quem? Torcedores? Representantes de clubes? Ex-árbitros comentaristas da TV?

Ou seja: tudo continuará igual… Tirar Sérgio Correa, como alguns clubes querem, parece ser desejo apenas “da boca pra fora”. E tirando ele, entraria quem?

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– Del Nero é o novo Tancredo. Ao menos, para Walter Feldman!

O secretário-geral da CBF, Walter Feldman, disse na última quarta-feira em evento público em São Paulo que o atual presidente da entidade, Marco Polo Del Nero representa “a transição para o novo modelo de gestão” que estaria sendo implantada na Confederação e em todo o futebol brasileiro, de maior transparência, controle e profissionalismo.

Acreditou?

Não parou por aí. Feldman disse, ao ser questionado que Marco Polo tinha como lema em sua chapa “Continuidade Administrativa” que:

Como não houve uma disputa (para Del Nero assumir a presidência da CBF), passa a ideia da continuidade e de continuísmo. Mas nós temos uma lógica que eu chamo de anticíclica para mostrar que ele pode ser a grande evolução, como foi o Tancredo Neves“.

Profundo… mas irreal! Para eles, “Del Nero é o cara!”.

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– Os 7 pecados capitais na “Crise do Apito” do Futebol Brasileiro

Esqueça as teorias conspiratórias que pipocam pela Internet. Nada em dizer que estão favorecendo o Corinthians pois, devido a crise econômica, o “Time do Povo” deve ser beneficiado para acalmar os ânimos do povão. Descreia daquele que lhe disser que o interesse é da Rede Globo. Não acredite em acordo às escuras entre o deputado Andrés Sanches e o presidente da CBF Marco Polo Del Nero para que a CPI do Futebol seja avaliada.

Os problemas da arbitragem brasileira se resume a um só: PRESIDÊNCIA da CBF.

Sim. E vamos entender o motivo de Marco Polo (e não só ele) levar a culpa.

– Sérgio Correa da Silva foi presidente da Comissão de Arbitragem por muitos anos na gestão Ricardo Teixeira. A fim de agradar clubes cariocas, em meados do ano 2000 Sérgio foi “demitido” da CA e realocado para um recém criado Departamento de Árbitros (cargo só para ele e com o mesmo salário). Ficou pouco tempo lá, pois José Maria Marin o reabilitou para a CA e Marco Polo o manteve.

Portanto, avalie: há quanto tempo Sérgio comanda a arbitragem do Brasil? A Presidência da CBF (através de seus 3 presidentes do período) foi responsável. E por todo esse período, é razoável crer que uma safra de árbitros foi perdida.

Mas Sérgio Correa tem muitos pecados na sua gestão?

Sim, pelo menos 7. Vamos à eles:

1A FORMAÇÃO DOS JUÍZES: como a CA-CBF formou seus árbitros atuais? E a resposta é simples: não formou, deixou para as Federações Estaduais. Em São Paulo, por exemplo, o Cel Marcos Marinho (que combatia a violência das torcidas nos Estádios) virou presidente da CEAF-FPF! Sendo assim, a má formação transita entre as hierarquias.

2- A CRITERIZAÇÃO DOS ÁRBITROS SORTEADOS: o descritério das escalas é gritante: Marlon Rafael de Oliveira, o bandeira que muito errou em Atlético Mineiro 0x1 Atlético Paranaense (era estreante na série A), foi suspenso. Mas até a manhã de sexta-feira, ele constava como bandeira escalado para Salgueiro x Cuiabá na série C, sendo substituído posteriormente. A propósito, outro estreante da Série A, Evandro Gomes Ferreira, atuará no jogo do Atlético Mineiro contra o vasco da Gama.

3- A FORMALIZAÇÃO DA “GELADEIRA” DOS ÁRBITROS: sempre existiu afastamento dos árbitros por má atuações. É que o torcedor nunca ficou sabendo. Agora, a novidade, é a divulgação pública. Além disso, a falta de critério para “encher esse freezer”: árbitros que PODEM ser suspensos foram. Alguém afastaria Luiz Flávio, Sandro Meira Ricci, Marcelo de Lima Henrique, Leandro Vuaden, Ricardo Marques Ribeiro, ou outro figurão do apito, caso errem (como já erraram) no Brasileirão?

4- A FALTA DA RECICLAGEM E APRIMORAMENTO: Reciclar árbitros não é afastá-los! É dar jogos nas categorias menores para que eles se aperfeiçoem. Não existe aperfeiçoamento se o cara fica parado na sala de aula. O treino do árbitro é o próprio jogo! Pior é que os que treinam no jogo se atrapalham, vide a questão da mão na bola e a bola na mão, quase uma regra tupiniquim, a “12-B”, paralela ao que a FIFA manda. E a cada erro, a justificativa da CA de que o árbitro acertou…

5- A FRIEZA DAS ESTATÍSTICAS: aumentou o número de bola rolando e caiu o número de infrações. Pudera, estamos deixando de dar faltas e aumentando os acréscimos! Os números são frios e permitem a interpretação de quem os divulga e contabiliza. Neste caso, é o próprio Sérgio Correa quem o faz…

6- A AUSÊNCIA DA MERITOCRACIA: árbitros de vários lugares do Brasil, onde o futebol não é tão evoluído, com a desculpa de que são necessários para integrar o país. Se dá chance para árbitros do PA, MT, RO, TO em detrimento de outros centros mais desenvolvidos na série A?

7- OS CRITÉRIOS GEOGRÁFICOS DE ESCALA: em alguns momentos os clássicos regionais são apitados por árbitros de outras praças; em determinadas rodadas, de mesma. Árbitros da mesma federação do mandante em alguns jogos escolhidos a dedo; Implantação de 4o e 5o árbitros em alguns jogos; invenção de dois delegados por partida; em outras, apenas um. A cada rodada, uma invencionice.

O mais importante: crer que a arbitragem melhorará com afastamento de 5 bandeiras e um árbitro é demagógica barata. Quem os escala – Sérgio Correa – é o responsável por eles, e o responsável pelo cargo de confiança que é a Comissão de Árbitros é o presidente Marco Polo Del Nero.

Instiga tanto apreço que Marco Polo tem por Sérgio. Desde o tempo em que Sérgio era presidente do Sindicato dos Árbitros e membro da Comissão de Árbitros da FPF, sob a administração Marco Polo, a sintonia é grande.

Enfim: precisamos um Choque de Gestão na CBF, e em especial, na Comissão de Árbitros. Mudar tudo, abandonar as estruturas viciadas e dependentes (ou alguém acredita na independência das instituições de futebol entre si?) e, em especial, colocar pessoas capacitadas para essa revolução.

Me custa crer que a curto prazo esses senhores que há décadas militam no futebol sem nenhuma ação louvável mudarão para melhor a administração do futebol. Triste realidade…

Ah: sobre os erros pró-Corinthians? Ora, é claro que para os clubes de massa, se a favor, repercutem mais. Em um campeonato tão comprido como o Brasileirão, eles acontecem à todas as equipes (só despertam menor discussão dependendo do time e do placar). Mas calma: eles realmente não se compensam, pois há times que terão árbitros e bandeiras mais fracos, estádios que permitem maior pressão, e tantos outros fatores da debilidade e incompetência humana. E que acabe o aceite de que, se errou contra hoje, tudo bem pois errará amanhã a favor. O correto é: errar nunca!

(charge Vodu, de Mário Alberto, Jornal Lance 04/09)

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– Gabigol e o empresário esperto!

Gabriel, atacante do Santos FC (o “Gabigol“) supostamente fora sondado para jogar na Turquia com proposta de quase 80 milhões de reais, segundo seu empresário Wagner Ribeiro.

Você acreditou? Eu não. Lulinha também já houvera sido sondado por 30 milhões de dólares…

A verdade é: um agente “ladino”, esperto e rodado, sabe valorizar seu produto. Teria sido uma estratégia para pedir aumento de salário?

Talvez.

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– Jogadores como Sacas de Café ?

Há pessoas que tem o dom de escrever bem em analogias. Leio o artigo “A CBF tem que acabar” sobre “exportação de café e futebol”!

Não resisti: compartilho-o pelo excepcional texto e conjunto de idéias as quais tenho certeza de que as pessoas que prezam pela lisura e competência no esporte gostarão. Nele, há dados impressionantes.

Extraído da Revista Superinteressante, Ed 336, pg 30-31 (Agosto/2014).

A CBF TEM QUE ACABAR

Por Alexandre Versignassi e Guilherme Pavarin

O Porto de Santos é a cafeteira do mundo: um terço do café torrado na Terra passa por ali, numa jornada que começa nas fazendas do Brasil e termina nas xícaras de Madri, Milão, Moscou, Kiev… Não só nas xícaras. O maior comprador do nosso estimulante preto, ao lado dos EUA, é a Alemanha. Mas eles não tomam tudo. Revendem uma parte razoável, porque é um negoçião: os alemães pagam mais ou menos R$ 400,00 em cada saca de 60 quilos e reexportam para o resto da Europa por R$ 800. Sem industrializar nada, só revendendo café “cru” mesmo, do jeito que ele sai das roças daqui. Não é malandragem, é logística: eles podem fazer isso graças à sua malha ferroviária cheia de tentáculos, veias e artérias. Reexportar dali para o resto da Europa é fácil. Num ano típico, os caras importam 18 milhões de sacas e revendem 12 milhões. Isso faz da Alemanha o terceiro maior exportador de café do mundo, atrás apenas do Brasil e do Vietnã. Tudo sem nunca ter plantado um pé de café.

Tem mais: das 6 milhões de sacas que ficam dentro da Alemanha, uma parte vai para Schwerin, uma cidadezinha de conto de fadas perto da fronteira com a Dinamarca. Por lá, os grãos brasileiros reencarnam na forma de cápsulas de Nespresso. E ganham preços que até outro dia só eram praticados no mercado de outro estimulante – branco. Um quilo dessas cápsulas acaba saindo por R$ 400,00 no varejo, quase 70 vezes o quilo do café cru. É 70 X 1 para a Alemanha.

No futebol é parecido. Exportamos o material cru, os atletas jovens, e importamos o produto acabado – não exatamente os jogadores, porque quando eles voltam geralmente estão é acabados mesmo. O que a gente compra é o espetáculo. Por mais que ninguém torça de verdade por um Real Madrid ou por um Bayern, todo mundo entende que o futebol para valer está lá fora, e que o Campeonato Brasileiro, na prática, é só uma série B do futebol mundial.

Um segunda divisão que alimenta a primeira com uma voracidade extrativista. O Brasil é o maior exportador mundial de jogadores, ao lado da Argentina. Vende por volta de 1.500 atletas/ano. Não faz sentido. Guido Mantega à parte, ainda estamos entre as dez maiores economias do planeta, à frente de destinos futebolísticos consagrados, como a Espanha e a Itália. Mesmo assim, nosso futebol não tem força econômica para reter pé-de-obra, e não para de ceder atletas para Madri, Milão, Moscou… E Kiev.

Até para a Ucrânia, que tem um PIB menor que o da cidade de São Paulo, a gente perde jogadores. Entre os atletas menos estrelados é pior ainda. Se o cara não consegue vaga nos times grandes daqui, qualquer tralha leva: Chipre, Malta, Bulgaria… Em 2013,

20 foram para o Vietnã, e dois ajudaram a engrossar a população das Ilhas Faroe, que tem 50 mil habitantes e PIB menor que o de Matão, uma cidade no interior de São Paulo (R$ 5 bilhões).

Até os 7 X l, o único patrimônio realmente sólido do futebol nacional era a Seleção. Sólido e lucrativo: a CBF faturou R$ 478 milhões com o time nacional em 2013. Só o patrocínio da camisa de treinos do time trouxe R$ 120 milhões. A Alemanha, segunda colocada nesse ranking, só levantou R$ 40 milhões com a dela. A Argentina, com Messi e tudo, R$ 10 milhões.

(…) Os 13 maiores clubes do País somam R$ 4,7 bilhões em dívidas. Tudo fruto de um péssimo gerenciamento, cuja inspiração vem lá de cima, da Confederação Brasileira de Futebol. Por essas, qualquer solução para o esporte passa pelo fim da CBF. Pelo fim do modelo atual, pelo menos. A entidade, hoje, é tão democrátíca quanto um feudo do século 13. Só existem 47 votantes para a presidência – 20 clubes da série A mais 27 federações estaduais. Ou seja: um colégio eleitoral altamente manipulável, que garante reeleições eternas para quem estiver lá em cima. (…).

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– A Agilidade de Dida aos 41 anos de idade

Ser profissional, é outro papo. Rogério Ceni, Zé Roberto e Dida são quarentões em alto nível. Afinal, se cuidaram como atletas. Vida regrada, sem bebedeiras ou polêmicas sociais que interferissem no dia-a-dia.

Viram o vídeo que viralizou de 30 segundos da agilidade do goleiro Dida? Foi divulgado pelo canal do Internacional-RS no YouTube. Sensacional. Abaixo:

– Agora desabafa, Valdívia?

O venezuelano naturalizado chileno Valdívia é um fanfarrão! Somente após encerrar seu ciclo com o Palmeiras resolveu dar entrevistas – e pelo ritmo que vai, não faltará um só veículo de comunicação para desandar a falar o que deve e o que não deve!

Recentemente, atacou os médicos do Palmeiras, a diretoria, colegas, treinadores… o problema sempre foi com os outros, nunca com ele próprio!

O custo-benefício do ex-camisa 10 foi um dos mais ridículos da história do futebol brasileiro. Vivendo de lampejos e de poucos minutos em campo, mais atrapalhou do que ajudou seu time. Onerou a folha de pagamento, deixou o clima ruim no vestiário e ainda cavou cartões.

Trabalhei como 4o árbitro por duas oportunidades com Valdívia em campo: em ambas, o assistindo de perto, me pareceu um jogador muito habilidoso – e ao mesmo tempo provocador. Mas nada de excepcional, simplesmente muito bom, além de meio “xarope” antes e depois das partidas.

Enfim: o Palmeiras se livrou de um fardo. No abstêmico Oriente Médio, como Valdívia fará para suas noitadas, já que o único pecado que admitiu foi o abuso de álcool durante suas (muitas) recuperações estando contundido?

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– Os Inimigos da Produtividade

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07/15, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?
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– A Frase de Felipão, o Futebol como Ciência e Estrangeiros na Seleção

(Ops: após a leitura do texto, vote na enquete)

Semanas atrás, surgiu a idéia do treinador Dunga trocar conhecimentos com ex-treinadores da Seleção Brasileira. Dos quais conversou, destaque para Ernesto Paulo (apenas 1 jogo) ou Zagallo (campeoníssimo, mas de idade avançada e que discursou ufanisticamente).

Agora, sugere-se que Dunga converse com treinadores estrangeiros, como Jorge Sampaoli, campeão da Copa América com o Chile.

Por quê não contratamos alguém de fora para ser o treinador de fato da Seleção Brasileira, ao invés de convites para bate-papos?

Dunga e Felipão, o recente e o último treinadores, demonstram ranso, mágoa, raiva e incômodo a cada entrevista. Parecem ser inimigos dos jornalistas, do povo e de quem não concorda com eles. Aliás, Felipão declarou na China que “os alemães o respeitam mais do que muitos dos brasileiros”.

Ora, será que eternamente Scolari e Dunga não saberão lidar com as críticas? Vencedores e milionários, deveriam entender todo esse momento crítico da Seleção Brasileira. E o interessante é que o anti-carisma de ambos contagia seus comandados.

Alguém ouviu falar de trabalho psicológico na Seleção Brasileira? Nada, neca de pitibiriba. Apenas se ouve falar em “palestras de psicólogos”, vez ou outra. Ora, tal trabalho deveria ser feito continuamente aos jogadores e claramente aos treinadores! Sim, visivelmente Dunga, Felipão e tantos outros precisam desse tipo de ajuda pessoal e profissional.

A propósito, alguns torcedores brasileiros precisam não só de psicologia, mas de reeducação esportiva. Precisamos parar de ter aversão ao estudo científico no futebol, ao medo de intercâmbio e à repulsa do aceite de treinadores estrangeiros. Ressaltando: aos bons de fora, pois não é a nacionalidade que define a competência.

Vide a invasão de treinadores de outros países que melhoraram o esporte nacional, com conquistas e avanços em importantes competições: na Seleção de Basquetebol Masculino, temos o argentino Rubens Magnano; na de Handebol Masculino, o espanhol Jordi Ribeira; na de Handebol Feminino, o dinamarquês Morten Soubak; na de Luta Olímpica, o cubano Angel Torres; na de Judô, a japonesa Yuko Fujii; na de Tiro Esportivo, o italiano Eros Fauni; na de Canoagem, o espanhol Jesús Mórlan; na de Atletismo, o ucraniano Vitaly Petrov; na de Esgrima, o russo Alkhas Lakerbai; na de Ginástica Artística Feminina, a bielorrussa Margarita Vatkin; na de Hipismo, o francês Maurice Bonneau; na de Ciclismo, o neozelandês Thimoty Carswell, na de Levantamento de Peso, o romeno Dragos Stanica; e por aí vai…

Por quê tanta autossuficiência demonstramos? Cremos piamente que Dunga é melhor que Guardiola, José Mourinho, Jürgen Klopp?

Qual é o grande problema: a vaidade tupiniquim ou a necessidade de dar independência a esses estrangeiros que aqui chegarem?

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– Messi pisou na bola em má associação de imagem?

Ali Bongo é o presidente do Gabão, estando há 6 anos no poder, após substituir seu pai, Omar Bongo, que comandou o Estado Africano por 42 anos. Ele governa sua nação com mão de ferro, sendo ditador e acusado de cometer vários crimes de corrupção e violação dos direitos humanos. Cerca de 1/3 da população do país vive abaixo da linha da pobreza, e a família de Bongo comanda a principal companhia de petróleo do pobre país.

Na última semana, eis que Lionel Messi foi de surpresa ao Gabão para colocar a pedra fundamental da construção do Estádio Nacional de Libreville (a Capital). Justificou que atendia a um pedido amigável de Samuel Eto’o, ex-jogador e conhecido de Bongo.

Mas segundo a Revista France Football, Messi não fez uma gentileza, mas cobrou € 3,5 para visitar a África e se passar como amigo do presidente.

Além do estádio, Lionel Messi inaugurou uma rede de franquias pertencente ao grupo empresarial da família Bongo.

Para quem já foi associado a missões humanitárias da ONU, tal atitude não é coerente, nem condizente. Se quer ganhar dinheiro sem receber críticas, diga que fez uma visita profissional, promocional e remunerada. Passar a imagem de que foi um gesto de amizade (e justo a um ditador) não combina com a categoria do craque…

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– Como resolver a bronca dos atletas com Osório?

Em 3 jogos seguidos, 3 atletas são-paulinos reclamaram ou fizeram gestos desrespeitosos contra o treinador colombiano Osório, que publicamente declarou gostar de fazer o rodízio de atletas em suas equipes.

Michel Bastos, Centurión e Ganso: ambos foram mal educados com o técnico. E como resolver isso?

Se afasta da equipe, pune tecnicamente o próprio São Paulo. Se multa, será que paga-se? E como evitar “biquinho” ou má vontade?

É nesses momentos que a diretoria do São Paulo deve mostrar pulso forte e dizer que “se precisar, sai o jogador mas não sai o técnico.

Fará isso?
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– Mande sua pergunta ao Blatter!

Joseph Blatter, presidente da FIFA, marcou uma entrevista coletiva para o dia 20 de julho, após a reunião do Comitê Executivo, na Suíça.

Que oportunidade que a imprensa terá para esclarecer muitas questões! Em especial, a da suposta renúncia proclamada indiretamente logo após as prisões de cartolas do futebol e o anúncio de novas eleições em breve, e dias depois, a história de que não foi uma renúncia oficial.

E aí: se você pudesse fazer uma pergunta a Blatter, qual seria ela?

Em tempo 1 Será que Marco Polo Del Nero terá coragem de ir a Zurique? Se nem na Copa América no Chile ele foi… Lembrando que na oportunidade da ação da Polícia Suíça em cooperação ao FBI, Del Nero fugiu da Europa abandonando o Congresso que se realizava, com a desculpa de “necessidade de resolver compromissos no Brasil”. Seria medo do xilindró?

Em tempo 2 Minha pergunta ao Blatter seria:

Há dias, o senhor disse sua fé é grande e que era muito religioso, tendo certeza que irá ao Céu. Quais são essas virtudes salvíficas?

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– Salários dos Treinadores de Futebol no Brasil

Ao saber dos atuais valores que os técnicos de futebol recebem no Brasil, fico perguntando: são soldos justos?

Se considerarmos a responsabilidade em dirigir times importantes e supostos craques, talvez seja um rendimento condizente. Mas se imaginarmos os resultados pífios de muitos, talvez não.

Claro, salário é algo muito particular e cada um faz a sua oferta de remuneração. Se há quem pague, ok. Entretanto ,é curioso saber que Eduardo Baptista (R$ 180.000,00, no Sport-PE) e Guto Ferreira (R$ 150.000,00, na Ponte Preta-SP) são os melhores custo-benefícios, comparando a colocação de suas equipes na tabela do Brasileirão. Luxemburgo, a R$ 300.000,00 no Cruzeiro já teve dias melhores. E não é muito pagar R$ 250.000,00 a Cristóvão Borges no Flamengo?

Enfim, é interessante perceber que Marcelo Oliveira recebe R$ 450.000,00 no Palmeiras (o maior salário de um treinador no Brasil), Tite R$ 400.000,00 no Corinthians, Osório R$ 250.000,00 no São Paulo e Marcelo Fernandes “só” R$ 26.000,00 no Santos.

Me recordo de uma frase do Eurico Miranda, presidente do Vasco: “treinador não ganha jogo, mas ajuda a perder”.

Será?

Abaixo, a relação completa:

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