– Como prender um Corrupto Falecido?

 

Lembram-se de que no final de dezembro/2010 foi assassinado o prefeito de Jandira, Braz Paschoalin, covardemente?

 

Não é que descobriram algumas falcatruas da sua administração? Segundo o Ministério Público, a prefeitura em seu mandato gastou R$ 600.000,00 com jogos Lego para creches, além de R$ 400.000,00 para que os professores aprendessem a como usar os brinquedos!

 

Não tinha manual de instrução não? Professor é tão burro assim?

 

Como fazer para cobrar o dinheiro mal gasto agora que jaz o prefeito? Deixe seu comentário:

– Fronteira/MG: Exemplo ao Brasil de Como Lidar com Vereadores Corruptos!

 

Os 9 vereadores da cidade de Fronteira estão presos. Motivo? Combinavam votações cobrando dos lobbystas. Por exemplo: Alguém quer um novo loteamento em algum bairro rural? Negociavam a mudança do zoneamento de lá (cobrando do empreendedor, é claro).

 

O que você acha disso? Será que é só lá que tal situação acontece? Deixe seu comentário:

– Filósofo Molusco!

 

Oposição é como jogador no banco. Torce para o titular quebrar a perna

 

ex-presidente Lula

 

Eu discordo. Jogador não quer que seu companheiro quebre perna, pois, afinal, está sujeito a isso também. E você?

– Ministro Nelson Jobim votou em Serra?

 

Espantoso, mas sincero.

 

O Ministro Nelson Jobim declarou que não votou na presidente Dilma, mas em José Serra no ano passado. E olha que ele é da base aliada do Governo…

 

Pode ser um escândalo para muitos, mas Democracia é isso aí.

 

O que você pensa sobre isso: Se ele tivesse declarado antes, será que seria Ministro? Deixe seu comentário:

– PSD: o Mais Artificial dos Partidos

 

O PSD já nasce sem credibilidade. O partido, segundo Kassab, não é de centro, nem de esquerda, nem de direita! E agora há dúvidas das assinaturas enviadas para a legalização do partido: há falecidos entre os assinantes.

 

Pense bem: a Lei obriga que mais de 1 milhão de assinaturas sejam enviadas para se criar um partido político. Temos 1 milhão de pessoas politizadas no Brasil? E dessas todas, quase a totalidade quer o PSD?

 

Balela… Mais um partido sem ideologia entre tantos que já temos!

– O Mico e a Insistência do Trem-Bala

 

Trem-bala: mesmo após fracassos nos leilões, desinteresse nos Consórcios e inviabilidade comprovada no projeto do Trem-Bala, o Governo Federal insiste na idéia!

 

Mais caro do que avião, pinga-pinga como ônibus, custoso como nunca…

 

Pra quê trem-bala de 33 bilhões?

 

Por quê tanta insistência?

 

E seria subordinado ao Ministério dos Transportes também. Viram quantos casos de corrupção há por lá? Xiiiiiiii. Sendo assim, literalmente, “fedeu”.

 

E você, o que pensa do trem-bala? Deixe seu comentário:

– Por quê não Ficam e se Tratam por Lá?

 

Já perceberam que alguns políticos dizem que seus redutos eleitorais são os melhores lugares para se viver?

 

Sarney, quando fica enfermo, vem para São Paulo se cuidar. Por que não se trata no Maranhão, estado o qual é rei? E agora, Chávez, deixará a Venezuela para tratar do câncer em Cuba ou aqui no Sírio-Libanês.

 

Verdade foi dita pelo deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ):

 

O companheiro Chávez, na dúvida entre o SUS venezuelano e o brasileiro, optará pelo telefone: basta uma ligação para que Dilma o ofereça ao Sírio-Libanês”

 

Concordo com a observação e com as entrelinhas deixadas pela declaração do parlamentar. Esses políticos deveriam se tratar com os meios oferecidos à população.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– A Prova de que Eleitor Não sabe Votar

 

Valdemar da Costa Neto, deputado que um dia renunciou para não ter o mandato cassado, é prova de que o eleitor não sabe votar. Depois dos escândalos em que se envolveu, conseguiu a reeleição e voltou à Brasília. E levou consigo Tiririca, para puxar votos ao PR.

 

Passados os escândalos do Ministério dos Transportes, onde mesmo envolvido passou incólume, agora tem outra aposta: o palhaço Bubu, onde aposta todas as fichas como Vereador em seu curral eleitoral, Mogi das Cruzes.

 

Palhaçada em todos os sentidos do nobre parlamentar, não?

– Vereador Mineiro quer mudar as Regras do Futebol

 

José Tarcísio Furtado é um revolucionário. Ele é vereador pelo PTC de Juiz de Fora, e sem noção alguma do exercício das suas funções e da inconstitucionalidade da sua proposta, está tentando legislar em cima da Regra de Jogo de Futebol!

 

Querendo passar por cima da Internacional Board e FIFA (que são as únicas que podem mudar as regras de jogo), ele quer mudar a questão das expulsões de jogadores, pois entende que o consumidor paga para assistir uma partida com 22 jogadores!

 

Além do argumento esdrúxulo, declarou que:

 

Muitas vezes o árbitro é injusto. O jogo começa com 22 jogadores [11 em cada time] e acaba com 19. Uma falta grave tudo bem, o jogador deve ser expulso, mas um segundo cartão amarelo bobo deveria fazer o jogador ser substituído (…) Os árbitros sempre arranjam um jeito de favorecer o Cruzeiro ou o Atlético-MG contra o Tupi. Toda partida inventam de expulsar um jogador. Fica difícil.” (declaração à Folha de São Paulo – citação em: http://is.gd/eOl1Ij)

 

Entrando no espírito folclórico do vereador, por que ele não propõe a proibição de que atletas machuquem seus adversários para que eles não saiam de campo; número ilimitado de substituições; proibição de atleta se cansarem em campo... Assim, sempre teremos 22 jogadores ao término dos jogos.

 

Com salário acima de R$ 10.000,00 por mês para jornada de 5 horas semanais, talvez o nobre vereador deva ser mais produtivo… Já ganhou seus minutinhos de notoriedade!

 

E você, o que pensa sobre isso? O vereador tem boa intenção com a proposta ou é uma grande brincadeira de mau gosto para com os seus eleitores e a população em geral? Deixe seu comentário:

– Transparência no Brasil? Hillary está Maluca!

 

Hillary Clinton declarou que:

 

o Brasil é exemplo de transparência pública!”

 

É alguma piada de mau gosto, zombaria americana, alucinação da Secretária de Estado, discurso em estado febril ou ela falou sério?

 

Com tantos casos de corrupção, é inacreditável que alguém considere tal afirmação.

 

E você: concorda ou discorda dela? Deixe seu comentário:

– Escola Pública para Filhos de Políticos?

 

O senador Cristovam Buarque apresentou um projeto de lei polêmico. Quer que os filhos de políticos de qualquer natureza (prefeitos, deputados, presidente…) sejam obrigados a estudarem em escolas públicas. O projeto é o 480/07, e claro que é polêmico.

 

O ensino fundamental público é, na maioria das escolas, fraco. Os ricos estudam em bons e caros colégios. No ensino superior, a universidade pública é boa! E justamente os ricos, que estudaram em colégios pagos, entram nessas universidades. Os pobres, que não tiveram a mesma sorte, tem que pagar para estudar na faculdade. Não há uma inversão de valores?

 

Tive a sorte de estudar em boa escola pública. São raras. Mas, sinceramente, essa proposta do senador pode ser enganosa, já que:

 

– não será aprovada;

– políticos arranjariam as poucas boas escolas para matricularem seus filhos;

– cá entre nós: não resolveria o problema….

 

Aqui em Jundiaí, temos boas escolas públicas mescladas com ruins. Vide a bomba que explodiu em um colégio nesse ano…

 

E você, o que pensa sobre tal proposta? Deixe seu comentário:

– A Corrupção que não cessa no Dnit

 

As denúncias de corrupção no Dnit e no Ministério dos Transportes não param!

 

A Revista Veja denunciou no último final de semana o mensalão do PR, encabeçado pelo Valdemar Costa Neto (ele mesmo, que renunciou para não ser caçado e depois se candidatou  novamente e voltou ao Congresso), dentro do Ministério dos Transportes.

 

O ex-Ministro Alfredo Nascimento, que caiu pelos escândalos divulgados e pelo enriquecimento ilícito (86.500% de acréscimo de renda em nome do seu filho), deixou o cargo e voltou ao Senado.

 

Ué: não devolve o dinheiro desviado, superfaturado, e vira Senador novamente?

 

Esse país está uma verdadeira zona…

– Audiência reuniu o Movimento Voto Consciente e a Pastoral Fé e Política com o Bispo

 

por Reinaldo Oliveira

 

No dia 29 de junho, uma audiência na Cúria Diocesana reuniu a coordenação do Movimento Voto Consciente e da Pastoral Fé e Política, com o bispo dom Vicente Costa. Com esta audiência o bispo deu seqüência a uma agenda onde ele já recebeu os deputados, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores das cidades abrangidas pela diocese, quando conheceu estes agentes políticos, abrindo um diálogo para ações conjuntas. Também já recebeu os ambientalistas destas cidades, visando a formação da Pastoral da Ecologia. Na audiência com o Voto Consciente e Pastoral Fé e Política, dom Vicente recebeu informações de ações que o Voto Consciente junto coma a Pastoral, já há alguns anos, vem desenvolvendo em parceria com a diocese. Foi um momento de conhecimento e interação onde, no final, dom Vicente disse da importância do trabalho desenvolvido, bem como de continuidade da parceria e ações conjuntas do Voto Consciente e a Pastoral Fé e Política. Sobre esta audiência, o ex-coordenador e voluntário do Voto Consciente, Henrique Parra Parra, disse: “A audiência com dom Vicente foi um momento importante de relembrar algumas ações em que o Voto Consciente e Cúria Diocesana atuaram juntos nestes cinco anos. Foram debates, eventos, cursos, oficinas e a importante parceria do Cidadania Ativa 2010, para a conscientização dos eleitores por um voto de qualidade. Sentimos a disposição de aprofundar esta parceria e ainda a possibilidade de voluntários da Pastoral Fé e Política iniciar o acompanhamento das sessões da Câmara Municipal, trabalho que já há vários anos é feito pelos voluntários do Voto Consciente”.

– Congresso Brasileiro seria um Refúgio de Políticos Canalhas?

 

Um dia, o ex-presidente Lula, então deputado na época, disse que havia no Congresso Nacional “300 picaretas com anel de doutor”.

 

Agora, o grupo Wikileaks, divulgou que em 2009, o embaixador dos EUA John Danilovich, em e-mails trocados com a Casa Branca, disse sobre o Congresso Brasileiro:

 

“Esse Congresso mais parece um refúgio de canalhas do que uma casa de leis”.

 

O diplomata falou a verdade ou exagerou? Deixe o seu comentário:

– E o Marketeiro da Dilma?

 

João Santana é o marketeiro do prefeito de Campinas, Dr Hélio. Ele é acusado de fazer lobby oficial na China para a Huawei investir, a pedido do executivo local.

João Santana é o marketeiro da presidente Dilma.

João Santana é quem paga o cabeleireiro oficial da Dilma, do próprio bolso, segundo a Isto É desta semana (e ele sai de SP para Brasília e cobra as despesas todas…)

 

Tá bem este Governo de marketing, hein?

– Odete Roithman e PC Farias: Mistérios da Vida Real e Fictícia…

 

O Canal Viva, de reprises da Rede Globo, alcançou picos de audiência na TV paga reprisando o episódio da morte da vilã Odete Roithman. O assunto ganhou destaque por muitas mídias. Mesmo fazendo tanto tempo, o sucesso continua.

 

E, mesmo depois de tanto também, o mistério da morte de Paulo César Farias, o tesoureiro do Collor, continua. De homem mais procurado no Brasil a suposto defunto pela namorada, numa história que ninguém engoliu e que envolveu até mesmo o então (respeitado) legista Badan Palhares (que se poluiu moralmente por seus laudos discutíveis do caso), a sua morte ainda é um mistério.

 

Seus seguranças forma acusados de serem os assassinos. Mas a mando de quem???

 

Isso, ninguém responde… E o caso continua aberto, porém, esquecido. É evidente a queima de arquivo: era um corrupto que denunciaria outros corruptos de grande poderio. E, dizem, de corruptos que estão no poder.

– Sarney não quer revelar os Segredos Brasileiros. Por quê será?

 

Amigos, a Revista Isto É trouxe uma interessante matéria sobre os segredos de documentos importantes da história do Brasil. São documentos importantes e o assunto dominou a semana, visto que a presidente Dilma, em campanha, defendeu a abertura deles. Agora, Sarney não quer revelá-los, o Exército também não, e até a própria Dilma mudou de idéia.

 

Mas veja só: documentos que possam nos deixar suscetíveis a segredos estratégicos revelados a estrangeiros (como projetos de enriquecimento de urânio, jazidas de minérios, coisas desse tipo) realmente devem ser protegidos. Mas saber o que Getúlio Vargas pensava durante a Guerra ou o que o Governo Militar pensava sobre o país e seus projetos, teriam algum impedimento? É a história do nosso Brasil!

 

Sarney quer a lei do sigilo eterno. Collor também. FHC não os quís mexer; Lula “não sabia de nada” e Dilma agora se esquiva. O que há de tão podre?

 

Extraído da Revista Isto É, Ed 22/06/2011, pg 46-50, por Lúcio Vaz e Claudio Dantas Sequeira.

 

ATENTADO CONTRA A HISTÓRIA

 

Levantando suspeitas não comprovadas de que o Brasil teria cometido erros no passado, os ex-presidentes e hoje senadores José Sarney e Fernando Collor de Mello agridem a democracia e tentam impedir que os brasileiros conheçam o próprio passado

 

O Brasil está andando na contramão da história. Por sugestão dos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor de Mello (PTB-AL), a presidente Dilma Rousseff decidiu rever o projeto de lei de acesso a informações públicas, admitindo a tese obscurantista de que alguns fatos e documentos merecem sigilo eterno. A atitude agride um princípio capaz de qualificar as democracias. A história de um país é de interesse público e deve ser tratada da forma mais transparente possível, pois pertence a todos os cidadãos. É inaceitável que apenas um determinado grupo de plantão no poder tenha acesso às informações sobre o passado de sua nação. Muito menos que esse grupo decida qual documento deve ou não ser divulgado. Em todo o País historiadores se declararam perplexos com a posição do governo. “É um imenso retrocesso”, afirma José Murilo de Carvalho, membro da Academia Brasileira de Letras. A mudança do projeto de lei evoca um tempo de sombras. No mundo atual, é cada vez maior a pressão para trazer a público o que os governantes tentam esconder. Um bom exemplo veio recentemente dos Estados Unidos, que divulgaram 40 volumes de arquivos secretos da guerra do Vietnã. Quatro décadas atrás, o governo americano processava jornais que vazavam esses documentos.


Os ex-presidentes Collor e Sarney argumentam que a divulgação de informações sigilosas teria impacto prejudicial à diplomacia brasileira, aos serviços de inteligência e à segurança nacional. Fatos históricos sobre a Guerra do Paraguai e a tomada do Estado do Acre foram apresentados como justificativa. Na quinta-feira 16, Collor divulgou uma lista com as mudanças que pretende impor ao projeto que chegou da Câmara. O texto original estabelece o prazo de 25 anos para a manutenção do sigilo de informações ultrassecretas, com a possibilidade de apenas uma prorrogação. Assim, após 50 anos, no máximo, todo e qualquer documento público estaria disponível aos interessados. A regra atual, definida no fim do governo Fernando Henrique, estabelece um prazo de 30 anos, renovável indefinidamente, para os documentos ultrassecretos.


A ideia de Collor é semelhante. Estabelece a renovação contínua para o prazo de 25 anos previstos no texto do projeto de lei da Câmara. Essa iniciativa fez com que toda a discussão sobre a abertura de arquivos, inclusive os da ditadura, voltasse à estaca zero. E o pior é que a medida teve o apoio imediato do governo, que até então defendia o contrário. Depois do impacto negativo, a nova ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, tentou reparar o erro, afirmando que a lei em discussão no Senado não valeria para os documentos da ditadura. Mas, havendo o sigilo eterno, será difícil convencer o Exército a tornar públicos os crimes cometidos em nome do regime militar.

 

Questionado por ISTOÉ, o presidente do Senado, José Sarney, alegou que abrir todos os arquivos seria uma espécie de “oficialização do WikiLeaks, em alusão ao vazamento de documentos diplomáticos dos EUA. “Abrir a porta e liberar tudo não pode. Fui presidente (da República) e sei disso”, disse Sarney, que recentemente tentou impedir que o impeachment de Collor figurasse em uma exposição sobre a história do Senado. Para se defender, lembrou que essa era a proposta contida no projeto de lei encaminhado ao Congresso, em 2009, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O Collor me alertou que o projeto do Lula tinha sido todo alterado na Câmara”, afirmou. Collor, que preside a Comissão de Relações Exteriores do Senado, procurou Sarney em maio com um relatório preparado por sua assessoria. Esse dossiê teria sido entregue também ao então ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, e a Luiz Sérgio, que ainda ocupava a Secretaria de Relações Institucionais. Há duas semanas, Collor encaminhou o documento à presidente Dilma. “Ela se mostrou sensibilizada e disposta a encontrar a melhor solução”, disse o ex-presidente.

 

O projeto da Câmara chegou a ser aprovado em duas comissões técnicas do Senado: Comunicações e Direitos Humanos. Até então, a orientação do Palácio do Planalto era para aprovar o projeto que saiu da Câmara, segundo o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Sem conseguir explicar os motivos, Jucá reconheceu que a postura oficial agora é outra. “Precisamos discutir mais”, alegou. A votação do projeto no Senado, portanto, deve ficar para o segundo semestre. O que não encerra o problema. Caso seja modificado, o texto deve retornar à Câmara, onde poderá ser refeito. O presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), antecipou que está preparado para a briga. “O povo tem de conhecer sua história. Vamos recompor o que for modificado”, disse Maia. Caberá, então, à presidente Dilma vetar as modificações, especialmente o polêmico artigo que prevê o prazo de 25 anos para documentos ultrassecretos, com apenas uma prorrogação. Considerando seu passado de luta pela democracia e o discurso pela instauração da Comissão da Verdade e a abertura dos arquivos da ditadura, Dilma cometerá, no mínimo, uma enorme contradição se adotar a tese do sigilo eterno. “Duvido que a presidente Dilma coloque a digital dela nisso”, aposta o senador Walter Pinheiro (PT-BA), que relatou o projeto na Comissão de Comunicação do Senado.Em conversas reservadas com senadores, Collor e Sarney insistem em defender a versão de que há documentos comprometedores a respeito da anexação do Acre, antigo território da Bolívia, e sobre a Guerra do Paraguai. A lei atual determina que questões que afetem a soberania, a integridade territorial, além de planos militares, econômicos e projetos de pesquisa científica, devem levar a chancela de ultrassecretos. De acordo com o Decreto 4.553/2002, a classificação desses documentos é de competência do presidente, do vice, dos ministros de Estado e dos comandantes militares, além de chefes de missões diplomáticas. Talvez Collor e Sarney não lembrem, ou não queiram lembrar, que no início da década de 1990 o Itamaraty criou uma seleta comissão de acadêmicos com a missão de analisar seus arquivos históricos, inclusive os da Guerra do Paraguai. Ao término do trabalho, o grupo de especialistas concluiu que não havia, nos milhares de páginas emboloradas, nenhuma informação que pudesse criar suscetibilidades ou reacender disputas bilaterais. Ato contínuo, o chanceler Celso Lafer autorizou a abertura do arquivo para consulta. “Foi um gesto de grandeza compatível com qualquer nação realmente democrática”, afirma o imortal José Murilo de Carvalho. “Examinamos tudo e vimos que não havia qualquer coisa que desaconselhasse a abertura dos documentos”, diz. A

 

utor de uma competente biografia de dom Pedro II, ele lembra que as questões sobre os limites do País também passaram pelo crivo de um embaixador especializado em negociação de fronteiras. O diplomata também não fez restrições, reiterando que todos os acordos fechados pelo Barão do Rio Branco são atos jurídicos perfeitos e não estão sujeitos a contestações. Francisco Doratioto, que é autor do livro mais consistente sobre a Guerra do Paraguai já publicado, teve acesso aos arquivos revisados por Murilo de Carvalho e acrescenta que boa parte das informações já era de domínio público no fim do século XIX. “De inédito havia umas 20 cartas do Solano López sobre o estado de saúde de suas tropas”, afirma. Doratioto pondera sobre a possibilidade de existirem detalhes não conhecidos sobre a anexação do Acre, mas também acha difícil que novas informações possam comprometer a segurança nacional. “Isso é assunto pacificado. Só serve para atiçar alguns grupos no Paraguai e na Bolívia que usam isso para pressionar o governo brasileiro”, afirma.
O embaixador Celso Lafer concorda e alerta para a postura irresponsável dos ex-presidentes Collor e Sarney. “Esse tipo de argumento só serve para levantar suspeitas sem fundamento e cria preocupações desnecessárias para nossos vizinhos”, disse à ISTOÉ. Lafer, que em sua gestão aprovou duas portarias regulamentando a classificação de documentos, acha que o sigilo eterno é inconstitucional e tende a manchar a imagem do Brasil no cenário internacional. “O que caracteriza uma democracia é o exercício público do poder comum. A nossa Constituição estabelece a publicidade dos atos como regra. O segredo é exceção”, afirma. Em sua gestão à frente do Itamaraty, o embaixador lembra que era responsável por determinar o nível de classificação de sigilo dos ofícios, relatórios e memorandos por ele assinados. Mesmo assim, garante não ter classificado um só documento de ultrassecreto. “Tudo que escrevi em meu trabalho, até as coisas mais sensíveis, poderiam ser divulgadas sem o menor problema dentro de dez ou 15 anos”, afirma. “Nenhum documento, por mais sensível que seja, pode ficar indefinidamente guardado nas arcas do Estado.” É o que se espera.

– Tarso exalta Baptistti! Triste…

 

Tarso Genro, alegre e sorridente, disse que Cesare Baptistti é ‘merecedor do visto de permanência e trabalho que conseguiu no Brasil’, mesmo após a absurda decisão de não-extradição do terrorista.

 

Merecemos cidadãos como Baptistti? Pior: merecemos políticos como Tarso?

 

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– Um Fato e as Manchetes da Folha de São Paulo

 

Por Reinaldo Oliveira

                             

Recentemente o jornal Folha de São Paulo relatou em matéria, o rápido enriquecimento do ex-ministro Antonio Palocci. Por curiosidade, acompanhe abaixo como este fato foi repercutindo nas manchetes do referido diário.

 

15.05 – Palocci multiplica seu patrimônio por 20 em apenas 4 anos;

17.05 – Comissão de Ética diz que Palocci não relatou bens. No mesmo o articulista

            Fernando de Barros e Silva postou o artigo “Petista precisa explicar o que

            exatamente fazia a sua empresa”, 

18.05 – Ex-ministro vale muito no mercado, diz Palocci;

19.05 – Planalto impede a ida de Palocci a Câmara;

21.05 – Em 2 meses após a eleição, Palocci faturou R$ 10 milhões. No mesmo dia o

            articulista Fernando Rodrigues publicou o artigo “Crise dá chance para

            melhoria institucional”;

24.05 – Petistas saem em defesa de Palocci para esfriar a crise;

25.05 – Caixa agora culpa Palocci por vazar dados do caseiro;

26.05 – PSDB diz que Palocci pode ter ajudado WTorre junto a Receita. Esta edição

            trouxe o Editorial “Pelo interesse púbico”, que questiona o silêncio do governo

            sobre o caso Palocci;

27.05 – Ministério Público decide investigar ganhos de Palocci;

28.05 – Investigação é irregular, diz advogado que defende Palocci;

            Ministro usou servidor para gerir agenda de sua empresa,

29.05 – Temer diz que elevou o tom de voz com Palocci;

            Planalto já analisa nomes para a Casa Civil;

            Dilma não sabe que foram os meus clientes, diz Palocci;

01.06 – Senadora do PT propõe saída de Palocci do governo;

02.06 – Novo revés na Câmara piora a situação de Palocci. A edição deste dia publicou

            o editorial “O segredo de Palocci”;

03.06 – Não sou refém, diz Dilma; Palocci promete respostas;

04.06 – Aliados temem novo desgaste com Palocci;

05.06 – Dilma decide ouvir Lula sobre destino de Palocci;

06.06 – Procurador-geral poupa Palocci da investigação;

08.06 – Crise deruba Palocci; Dilma põe senadora novata na Casa Civil. Neste dia Vera 

            Magalhães escreveu “Falta de apoio do PT e risco de CPI explicam queda”;

            também Fernando Rodrigues escreveu “Mudança reduz sombra de Lula no céu

            de Brasília. A edição também trouxe o editorial “Dilma após Palocci”;

09.06 – Dilma demitiu Palocci na hora certa, diz Lula.  Carlos Heitor Cony escreveu

            “Palocci repete Erenice escala maior”. O editorial dizia “Articulação precária”;

11.06 – Ministra de Dilma para área política contraria aliados; o editorial disse:

            “Começar de novo”;

12.06 – Dilma mantém aprovação apesar de Palocci e inflação.

 

Este acontecimento já se repetiu outra vez com o mesmo Palocci. Bem como aconteceu  com outros personagens que ocuparam o mesmo cargo, como José Dirceu e Erenice Guerra. É um mal que está no DNA do PT. Desviarem ou se locupletarem de dinheiro público e, por se acharem acima das leis, utilizarem os bens públicos como privados. Sem generalizar, mas a repetição dos acontecimentos provam isto; são desonestos. É isso!

– Políticos das Cidades da Diocese foram ouvir o Bispo

 

Por Reinaldo Oliveira

 

A manhã desta quarta-feira, 15 de junho, marcou uma nova era de diálogo entre as autoridades políticas – deputados, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças políticas e participantes dos movimentos Fé e Política, com a diocese de Jundiaí. Atendendo a um convite do bispo dom Vicente Costa, os representantes acima nominados, das onze cidades que compõem a diocese, participaram de um encontro, importante e bastante esclarecedor para as relações e caminhada. Acolhidos por dom Vicente, o encontro teve um momento de oração, um texto de reflexão lido e explicado pelo bispo e, depois aberto à participação através de contribuições que enriqueceram o encontro. O bispo dom Vicente sugeriu e foi aceito pelo público presente, que outros encontros sejam realizados visando o entendimento de que quem exerce um cargo político, tenha como objetivo atender com seu trabalho, pautado na ética, respeito, princípios morais e cristãos, o bem-estar da população que ele representa legitimamente aclamado e eleito através da votação obtida no pleito eleitoral. Muitos outros assuntos foram colocados, o próximo encontro já foi definido para o dia 17 de novembro e, este primeiro encontro foi encerrado com uma foto oficial dos participantes, com o senhor bispo dom Vicente Costa. Após o encerramento, foram ouvidas opiniões de alguns participantes com as declarações sendo bastante positivas, ensejando um novo momento de diálogo e com dom Vicente angariando a simpatia de muitos que não tinham tido a oportunidade de falar com ele. Breve está agendado com dom Vicente, um encontro com os voluntários do Movimento Voto Consciente Jundiaí.

– A Lei que Regulariza Carros Roubados na Bolívia!

 

É surreal. Parece mentira. Mas não é.

 

Evo Morales, presidente boliviano, criou uma nova lei que dará documentação aos carros irregulares por lá.

 

Funcionará assim: quem tem carro e não possui documentos, poderá ir ao Departamento de Trânsito em até 15 dias para regularizá-lo. Após esse período, o carro pode ser recolhido pelas autoridades.

 

Parece tudo bem à nós, brasileiros, já que a bagunça é deles. Mas quer um número alarmante? Cerca de 90% (NOVENTA POR CENTO, ISSO MESMO) da frota boliviana é composta por carros roubados no Brasil e no Chile!

 

Na prática, quem tem um carro que foi roubado no Brasil e circulando ilegalmente na Bolívia, terá a sua legalização.

 

A justificativa do presidente Morales é que, se foram comprados por preço baixo (por ser furto de roubo em nossas terras), é por que seus compradores fizeram isso por serem pobres. E pensando no pobre, a lei trará dignidade.

 

É muita cara de pau, não? O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

 

Compartilho, abaixo, coluna do jornalista Reinaldo Azevedo sobre o assunto em seu espaço na Veja.com. O título diz tudo:

 

GOVERNO BANDIDO

 

Desde o governo do golpista Luiz Garcia Meza, que ficou apenas um ano no poder, no começo da década de 80, a Bolívia não tinha um governo abertamente criminoso. Mas eis que chegou Evo Morales, o querido companheiro de Lula, aquele com quem ele já dividiu palanque e guirlanda de folhas de coca. À Bolívia, o Brasil já deu uma refinaria da Petrobras de presente e financiamento do BNDES para fazer uma estrada que só serve ao transporte de… folhas de coca. Oitenta por cento da cocaína consumida no Bananão vem daquele país. Mas, vocês sabem, seguimos a máxima de Chico Jabuti Alheio: procuramos falar grosso com os EUA e fino com os bolivianos.

Ontem, Dilma anunciou um plano de proteção às fronteiras. É puro factóide. Foi só uma cascata para tentar responder a uma série de reportagens do Jornal Nacional. Do outro lado da linha, na Bolívia, “meu querido Evo” (como Lula chama aquele índio de araque) também agiu: ele sancionou uma lei aprovada por sua turma no Parlamento que, ATENÇÃO!, LEGALIZA TODOS OS CARROS ROUBADOS QUE CIRCULAM NO PAÍS. Noventa por centro deles têm origem no Chile e no Brasil. A maioria vai para Yungas e Chapare, zonas de produção de coca.

Não pensem que Evo é do tipo que não explica as suas medidas. Ele expôs o alcance social da decisão: são carros comprados pelas pessoas pobres por serem mais baratos! Faz ou não faz sentido? E ainda sentenciou: “Todos temos direito de ter nosso carro”.

Severo, o falso índio avisou: “A partir de hoje, os que tiverem carros sem documentos devem apenas registrá-los, num prazo de 15 dias; depois disso, não vamos perdoar”. Uau!!! O governo vai cobrar pela legalização. Esperto, este monumento moral pretende arrecadar uns US$ 200 milhões com taxas. O governo do Chile já decidiu reforçar a vigilância em áreas de fronteira. Vale dizer: cuidem-se, brasileiros! A menos que vocês confiem na competência de José Eduardo Cardozo!

É evidente que uma delinqüência dessa natureza mereceria um protesto formal do Brasil na OEA e naquela porcaria chamada Unasur… Nada vai acontecer. O Brasil compreende os irmãos mais pobres e lhes entrega o patrimonio dos brasileiros.

– Dilma Elogiando FHC?

 

Desconfie…

 

Dilma Roussef escrevendo carta a Fernando Henrique Cardoso, elogiando-o e rasgando congratulações? Chamando-o de verdadeiro herói do combate a inflação?

 

Ué…

– Ideli Salvati?

 

Ideli Salvati para o Ministério das Relações Institucionais (que, na prática, é a pasta da Coordenação Política)?

 

Parem o barco, quero descer…

– Palocci caiu!

 

Deus dá muitas oportunidades às pessoas. Talvez infinitas. E muitas sabem aproveitá-las, outras não.

 

Palocci pediu demissão há pouco. Mas o erro não foi poupá-lo até agora, e sim convidá-lo ao cargo!

 

Lembram-se do escândalo da merenda de Ribeirão Preto, onde Antonio Palocci saiu chamuscado? De lá virou Ministro da Fazenda.

 

E depois o escândalo do caseiro Francineudo? Palocci caiu mas ainda assim voltou nos braços do povo como Deputado Federal!

 

Para completar, virou Ministro-Chefe da Casa Civil. Agora, o seu enriquecimento suspeito e as denúncias na imprensa foram determinantes para que não se sustentasse no cargo.

 

Alguém aposta que ele perde o emprego mas não abandona a vida pública?

 

Vide outros tantos exemplos: Collor, hoje como senador, é o caso mais emblemático.

 

E você, o que pensa sobre isso? Eleitor tem mesmo a memória curta? Deixe seu comentário:

– Mais Bilhões Não-Programados para a Copa do Mundo?

 

Todos nós estamos assustados com os custos dos estádios para a Copa do Mundo.

 

Mas algo, ou melhor, um custo não-discutido: o Exército está abrindo licitação para a compra de mísseis e canhões anti-aéreos para proteger os estádios durante a Copa do Mundo.

 

Expectativa de gastos? De 1,5 a 4,5 bi de reais! (A África do Sul optou por contratar o Exército Israelense em 2010, pagando US$ 1bi pelo serviço)

 

Uau… Extraído de: Revista Época, Ed 06/06/2011, pg 68-70

 

O EXÉRCITO SE ARMA PARA A COPA DO MUNDO

 

Por Pedro Paulo Rezende

 

O rúgbi é o principal esporte da África do Sul. Em 1995, o país foi sede da Copa do Mundo de Rúgbi. O torneio foi cercado de grande simbolismo. Era o primeiro grande evento esportivo realizado no país, que pouco antes se libertara do regime do apartheid. O jogo final entre África do Sul e Nova Zelândia foi realizado no Ellis Park, em Johannesburgo, com a presença do então presidente, Nelson Mandela. De repente, um jato Boeing 747 fez um voo rasante, não autorizado, sobre o estádio. O avião tinha a mensagem “Para frente, Springboks!” (um tipo de antílope, símbolo da seleção sul-africana) pintada nas asas. Quem assistiu ao filme Invictus, do diretor Clint Eastwood, conhece essa cena. Em 2014, o Brasil vai sediar uma Copa do Mundo de Futebol, o maior evento esportivo no país em décadas. Em sigilo, o Exército se prepara para tornar impossíveis surpresas como a da África do Sul.

O Exército iniciou uma licitação internacional para a compra de equipamentos de defesa antiaérea. A previsão é gastar de US$ 1,5 bilhão a US$ 4,5 bilhões em mísseis, canhões antiaéreos e radares para proteger contra atentados os estádios durante a Copa das Confederações, em 2013, os 64 jogos da Copa do Mundo de 2014 e as competições das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. ÉPOCA teve acesso a um documento de 15 páginas de 26 de janeiro, com o selo “confidencial”, no qual o Comando Logístico do Exército detalha a fornecedores internacionais o Projeto do Sistema Integrado de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro (Projeto Siaaeb). “(O projeto é) destinado à atualização do sistema existente, já bastante defasado, com vistas a atender às exigências da Estratégia Nacional de Defesa e às do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro, particularmente em face das obrigações decorrentes da realização no Brasil da Copa das Confederações, em 2013, da Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e dos Jogos Olímpicos de 2016”, diz o texto.

Desde que terroristas da al-Qaeda sequestraram e jogaram dois aviões contra as torres do World Trade Center, e outro contra o prédio do Pentágono, nos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, os organizadores de grandes eventos esportivos internacionais adicionaram a exigência de proteção antiaérea ao planejamento s de segurança. Nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, o Exército chinês cercou os principais centros de competição, inclusive o Estádio Ninho de Pássaro, com seus mais avançados equipamentos. A intenção dos militares brasileiros é aproveitar a oportunidade aberta pela Copa para modernizar a obsoleta força antiaérea nacional. O Exército pretende comprar cinco baterias de mísseis de médio alcance, mísseis de curto alcance, que podem ser lançados do ombro por um soldado, novos radares de detecção e centros de comunicação. O investimento inclui a modernização de cinco grupos de artilharia antiaérea, equipados com canhões de 35 mm e 40 mm, adquiridos ainda nas décadas de 1970 e 1980. O Exército também vai comprar canhões antiaéreos de calibre 30 mm e complexos de mísseis de curto raio de ação para os novos veículos blindados Guarani e os velhos blindados M-113, usados na ocupação do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro. Os velhos canhões antiaéreos ganharão novos motores elétricos, geradores e sistemas de comunicação em rede de última geração.

É notório que os equipamentos das Forças Armadas brasileiras estão superados. Nas últimas duas décadas, os governos gastaram pouco em armamentos, o que obriga os militares a reciclar e consertar velharias. Hoje, quatro dos cinco grupos vinculados à 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea, espalhados pelo país, estão equipados com canhões de 40 mm de calibre e centrais que comandam os sistemas de radar e tiro. Eles foram construídos pela Avibras na década de 1980. O 1º Grupo de Artilharia Antiaérea, no Rio, usa canhões de 35 mm recebidos em 1977. Uma comparação serve também para mostrar a dimensão do despreparo do Brasil, tanto em qualidade quanto em quantidade. Enquanto o Exército e a Força Aérea Brasileira (FAB) são obrigados a compartilhar cerca de 160 mísseis russos Igla (que podem ser lançados dos ombros por um soldado), o Exército da antiga Iugoslávia disparou mais de 1.000 mísseis desses apenas no primeiro dia das operações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Kosovo, em 1999. Na América Latina, os especialistas avaliam que apenas a Venezuela possui uma defesa antiaérea adequada, comprada da Rússia.

O sistema que o Exército quer estabelecer na Copa e nas Olimpíadas empregará cerca de 4 mil homens. A cada jogo, o espaço aéreo perto do estádio será fechado pela Aeronáutica. Cerca de 200 homens estarão envolvidos diretamente na defesa aérea e outros 400 darão apoio. Canhões, baterias antiaéreas e homens armados com lançadores de mísseis serão colocados em posições estratégicas (leia o quadro abaixo) do lado de fora dos estádios. Em um ponto mais alto, será instalado um radar para detectar qualquer movimento nos céus. Em caso de ataque, os primeiros a entrar em ação serão mísseis antiaéreos de médio alcance, que podem derrubar intrusos a até 12 quilômetros. Se um eventual invasor conseguir passar incólume, os canhões ficarão encarregados do alvo. A última linha de defesa será feita por soldados equipados com mísseis que podem ser lançados do ombro, capazes de atingir alvos a até 5 quilômetros de distância. O tempo de destruição de um alvo não poderá ultrapassar 12 segundos.

Há dois anos o Exército estuda o assunto. Trinta e sete fornecedores foram consultados e 27 empresas da China, da França, dos Estados Unidos, da Suécia e da Rússia responderam. Uma comissão analisa o material recebido das empresas. A assinatura dos contratos está marcada para 16 de novembro. O Exército exige que as empresas concorrentes se comprometam a nacionalizar a produção das armas em oito anos.

Para cumprir o cronograma imposto pela Fifa, todo o sistema precisa estar pronto para operar em janeiro de 2014. Por se tratar de uma despesa para a Copa, a despesa com os equipamentos está livre dos cortes de R$ 50 bilhões do orçamento da União, estabelecidos pelo governo federal. Esse freio segurou, por exemplo, a compra de novos caças para a Aeronáutica e de fragatas e barcos patrulheiros para a Marinha. Caso não consiga reequipar sua defesa aérea dentro do prazo, o governo terá de contratar um país que preste o serviço. Em 2010, a África do Sul preferiu essa alternativa: pagou cerca de US$ 1 bilhão para as forças armadas de Israel protegerem seus estádios na Copa do Mundo. Mas, por enquanto, essa alternativa ainda não está na mesa.

– De Suplicy para ex-Suplicy

 

“Senhora presidenta Marta Suplicy, quero cumprimentá-la por algo não usual. Nossos filhos foram convidados a cantar em 46 cidades norte-americanas e a gravar 3 CDs”

 

Do senador Eduardo Suplicy em discurso no Senado à sua ex-mulher, falando sobre Supla e João Suplicy. Mas lá é lugar para isso?

– Palocci Convenceu?

 

E o Secretário da Casa Civil convenceu?

 

A mim, não.

 

Palocci não vai se sustentar no Governo. Até seus parceiros estão dando mostras disso.

 

Mas aí mora o perigo: se renunciar, morre tudo? Fica o dito-pelo-não-dito? E se tiver dinheiro de origem duvidosa, permanece com ele? Deixe seu comentário:

– Lula Cortejado e Prestigiado no PMDB. E a Dilma…

 

… colocada para escanteio!

 

Sinceramente, o horário político de ontem mostrou algo claro: que o PMDB QUER SER REFÉM do ex-presidente Lula. Nada de Dilma na TV, apenas Lula.

 

Aliás, se o horário é do PMDB, por quê falar do PT? Mostrou que o partido está sem personalidade e sem ideologia. Apenas no puxa-saquismo…

– Ironia: Brasil sem Miséria, ao lado do Enriquecido Palocci

 

Há coisas incríveis na política brasileira.

 

Hoje, Dilma Roussef lançou um programa para erradicação da pobreza. E quem estava ao seu lado? O secretário da Casa Civil, Palocci, acusado de enriquecimento por 20 vezes. Aliás, a piada é inevitável: quem melhor sabe acabar com a pobreza do que o próprio Palocci?

 

Tal importante programa ficou em segundo plano. Ao invés dos detalhes da ação social, todos ficaram observando Palocci; com quem ele conversava, o que cochichava…. A estrela do evento, que era a ação contra a miséria, passou batida! A repercussão de algo bom ficou para segundo plano.

 

Está insustentável sua permanência. Amanhã parece que ele se pronunciará. É vai ou racha!

 

E você, o que pensa sobre isso: há clima para Palocci? Deixe seu comentário:

– Você conhece o Baidu?

 

Que Google que nada. Na China, muito mais importante é o Baidu.

 

Você não sabe o que é Baidu? Com censura e tudo, só dá Baidu e Robin Li!

 

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/22417_A+PEGADA+DO+BAIDU

 

A PEGADA DO BAIDU

 

Para os chineses, Baidu é sinônimo de busca. E ele já era poderoso antes mesmo de o Google deixar a China. Agora, está ainda mais forte. Visitamos sua sede, um monumental edifício de US$ 70 milhões

 

Por Ralphe Manzoni Jr., de Pequim

 

Renren.com, Kaixin001 e 51.com: esses nomes dizem algo para você? E se alguém lhe perguntasse qual o seu número QQ? Na China, as suas referências de internet ficam de cabeça para baixo. Literalmente. Os três primeiros exemplos são as maiores e mais populares comunidades online do país. O QQ é um serviço de mensagem instantânea usado pela maioria dos 400 milhões de usuários de internet do país. Sabe, então, qual o sinônimo de busca?

Não é Google, como no resto do mundo. Quando vão pesquisar na web, os chineses preferem o Baidu.com. Esse é o cenário do maior contingente de pessoas conectadas à web do planeta, um país que criou empresas fortes no mundo virtual graças à censura e ao apoio do governo comunista às marcas locais. “O Google atuou diretamente na China por quatro anos e não perdemos participação de mercado”, declarou Victor Tseng, diretor do Baidu, que recebeu DINHEIRO no imponente edifício de US$ 70 milhões, desenhado pelos mesmos arquitetos chineses que fizeram o Cubo D’Água, o centro aquático da Olimpíada de Pequim, em 2008.

É um espaço que lembra uma empresa norte-americana de internet. Em seu pátio interno, há uma cascata. Amplos espaços abertos são reservados para que os funcionários possam fazer reuniões informais ou apenas conversar. Dezenas de mesas de pingue-pongue, esporte popular na China, podem ser usadas nas horas de lazer. Quatro salas que reproduzem as patas que estão no logotipo do Baidu são utilizadas para relaxamento. Inaugurado em novembro do ano passado, este é mais um símbolo da força do site mais acessado da China e o sétimo do mundo.

Com a saída do Google – que redirecionou seu tráfego para o endereço em Hong Kong por não concordar com a censura do governo comunista chinês –, o Baidu está ainda mais forte. É fácil de constatar isso observando os resultados do primeiro trimestre de 2010, período que marca o início do imbróglio do site americano com o governo comunista.

O lucro cresceu 165% e atingiu US$ 70 milhões. O faturamento aumentou quase 60%, chegando a US$ 189 milhões. De cada US$ 100 investidos em busca na China, US$ 64 foram para os cofres da empresa. Antes, eram US$ 58, segundo a Analysys, uma consultoria baseada em Pequim. Logo após o anúncio do balanço, as ações do Baidu, que são negociadas na Nasdaq, bolsa eletrônica que reúne empresas de tecnologia, subiram mais de 14%. Desde o começo da crise do Google, elas já se valorizaram mais de 70%, passando de US$ 410 para US$ 709,  maior valor desde a abertura de capital em agosto de 2005.

O responsável pelo sucesso do Baidu é Robin Li, 41 anos, formado em ciência da computação pela Universidade de Nova York, em Buffalo. Atualmente, ele é o oitavo homem mais rico da China, com uma fortuna estimada em US$ 3,5 bilhões, segundo ranking da revista Forbes. A revista Time o elegeu uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2010.

Em seu país, ele é tão famoso quanto Sergei Brin e Larry Page, os fundadores do Google, nos Estados Unidos. Em 1999, Li voltou à China convidado pelo governo chinês para participar da cerimônia do 50º aniversário da revolução chinesa. Viu as oportunidades de seu país e resolveu criar o Baidu com US$ 1,2 milhão que levantou de fundos de capital de risco do Vale do Silício, região onde estão localizadas as principais companhias de tecnologia dos EUA.

Hoje, a empresa tem um valor de mercado de US$ 24 bilhões, 20 mil vezes mais do que o dinheiro usado para começá-la. Outras rodadas de investimento aconteceram. A ironia é que o Google chegou a ter uma participação minoritária no Baidu. Por duas vezes, tentou comprá-lo. Mas Li nunca o vendeu.

Especialista em busca (Li havia trabalhado na Infoseek, uma pioneira do setor nos EUA), ele sabia que tinha um trunfo nas mãos: o conhecimento da cultura chinesa. Mais: o Baidu conhece como poucos a lógica da língua falada na China.  Há, por exemplo, 38 formas diferentes de dizer “eu” em mandarim. “É importante dominar todas as formas”, diz Tseng.

“As consultas em mandarim são uma arte e não uma ciência.” Sim, uma arte que conta com a mão poderosa do Grande Firewall da China, a muralha que evita que assuntos políticos indesejáveis ou pornografia possam ser acessados pelos usuários chineses. Sites como o Twitter, o Facebook e o YouTube são proibidos no país. Termos como “Praça da Paz Celestial” são censurados. Quem faz a pesquisa encontra referências à praça, mas nenhuma informação sobre os protestos estudantis em 1989.

O tema da censura é tabu no Baidu. Em uma rara entrevista ao jornal econômico The Wall Street Journal, Li abordou o assunto. “Todos sabem que a China tem um governo forte e que tem muita influência sobre quase todas as companhias que operam no país.” Não é preciso dizer mais. “Gostava mais do Google, pois os resultados tinham menos censura”, disse Ryan, um dos poucos taxistas que falavam inglês em Pequim, pois morou por sete anos na Inglaterra. “Mas agora ele foi embora.” A maioria dos chineses, no entanto, parece não se importar com isso. Afinal, a pegada do Baidu está cada vez maior.

– Obras iniciadas ou Jogo de Cena?

 

Quem é do ramo percebeu: Terraplanagem de estádio de futebol com 2 tratores, 2 caminhões e 20 pessoas é gozação!

 

Vamos ao 3º dia de obras da construção do Itaquerão. Alguém duvida que é um joguinho de cena para responder ás críticas?

 

Tenha a santa paciência… Somos um povo bobinho mesmo…

– Protesto dos R$ 0,50 vai pegar em Jundiaí?

 

Ou é gente desinformada demais, ou quer aparecer às custas dos outros.

 

Ontem, apareceu na mídia jundiaiense um “organizador do movimento dos 50 centavos”. Pouparemos o nome do cidadão.

 

Ele quer reunir hoje, sábado, 300 veículos no Parque da Uva para, em carreata, abastecer R$ 0,50 em cada um dos automóveis e pagar com Cartão de Crédito! A idéia dele é para “protestar contra os preços dos impostos nos combustíveis”. E para isso vai escolher um posto para deflagrar a ação.

 

O que o dono do Posto tem a ver com isso? ELE NÃO COBRA IMPOSTO DE NINGUÉM! O coitado do comerciante é tão vítima quanto o consumidor – e às vezes até mais do que ele! Quem cobra imposto é o Governo Federal, quem regula os combustíveis é a ANP (Agência Nacional de Petróleo) e o refino e distribuição se dão pela Petrobras!

 

Por que esse manifestante não vai protestar contra uma dessas 3 instituições?

 

Ou o cara é xarope e quer ter seus minutos de fama ou é muito simplório… O posto de combustível seria o responsável pela alta carga tributária? Santa Paciência…

 

É mais cômodo fazer arruaça desse jeito do que se manifestar em Brasília ou em Paulínia. E o danado ainda tem atenção de outros pseudo-manifestantes…

 

Somos ou não um país de ignorantes? Deixe seu comentário:

– Vereador de Itupeva propõe Aumento Salarial de 5%

 

por Reinaldo Oliveira

 

O vereador Ezequiel Alves de Oliveira (DEM), fez uso da tribuna, durante sessão extraordinaria da Câmara Municipal de Itupeva, realizada na manhã do dia 27 de maio, e fez um convite para que a população compareça à Câmara Municipal, na sessão que será votado o aumento para os vereadores. Na sessão extraordinária os vereadores votaram o Projeto de Lei nº 309, de autoria do Executivo, e aprovaram aumento de 5% e mais um abono de R$ 50,00, para os funcionários públicos. Ezequiel defende que os vereadores tenham os valores de aumento igual ao aprovado para os funcionários públicos, ou seja, 5% mais o abono de R$ 50,00.  Ele fez o convite pois espera contar com o apoio da população para a aprovação de valores de reajustes iguais para os funcionários públicos e vereadores. Ainda não há data definida para esta sessão.   

– Roberto Requião e Paloma Amado: o Relato da Prepotência e Discriminação Social


Dias atrás, o senador Roberto Requião foi indagado sobre o acúmulo de aposentadorias governamentais que recebe e sobre as denúncias de corrupção que ligavam o seu nome ao seu irmão. Ao invés de respondê-las, simplesmente arrancou o gravador da mão do jornalista da Rádio Bandeirantes – depois ele disse que ele era vitima de bulling, por isso não respondeu… Cara de pau, não?


Mas vejam esse relato de Paloma Amado: a moça, nordestina (filha dos escritores Jorge Amado e Zélia Gattai) morava em Paris. E relatou em seu Facebook a experiência negativa que sofreu com o Senador e sua esposa, dentro de um aeroporto, por julgarem a aparência da moça humilde demais… Revoltante: (texto original escrito por Paloma, abaixo)


“EU ODEIO PREPOTÊNCIA


Era 1998, estavamos em Paris, papai já bem doente, participara da Feira do Livro de Paris e recebera o doutoramento na Sorbonne, o que o deixou muito feliz. De repente, uma imensa crise de saude se abateu sobre ele, foram muitas noites sem dormir, só mamãe e eu com ele. Uma pequena melhora e fomos tomar o aviao da Varig (que saudades) para Salvador.


Mamãe juntou tudo que mais gostavam no apartamento onde não mais voltaria e colocou em malas. Empurrando a cadeira de rodas de papai, ela o levou para uma sala reservada. E eu, com dois carrinhos, somando mais de 10 malas, entrava na fila da primeira classe. Em seguida chegou um casal que eu logo reconheci, era um politico do Sul (nao lembro se na época era senador ou governador, já foi tantas vezes os dois, que fica dificil lembrar). A mulher parecia uma arvore de Natal, cheia de saltos, cordões de ouros e berloques (Calá, com sua graça, diria: o jegue da festa do Bonfim). É claro que eu estava de jeans e tênis, absolutamente exausta. De repente, a senhora bate no meu ombro e diz: Moça, esta fila é da primeira classe, a de turistas é aquela ao fundo. Me armei de paciência e respondi: Sim, senhora, eu sei. Queria ter dito que eu pagara minha passagem enquanto a dela o povo pagara, mas nao disse. Ficou por isso. De repente, o senhor disse à mulher, bem alto para que eu escutasse: até parece que vai de mudança, como os retirantes nordestinos. Eu só sorri. Terminei o check in e fui encontrar meus pais.
Pouco depois bateram à porta, era o casal querendo cumprimentar o escritor. Não mandei a putaquepariu, apesar de desejar fazê-lo, educadamente disse não. Hoje, quando vi na tv o Senador dizendo que foi agredido por um repórter, por isso tomou seu gravador, apagou seu chip, eteceteraetal, fiquei muito retada, me deu uma crise de mariasampaismo e resolvi contar este triste episódio pelo qual passei. Só eu e o gerente da Varig fomos testemunhas deste episódio, meus pais nunca souberam de nada…”

 

(Paloma Jorge Amado é psicóloga).

– Palocci, Cartilha Gay e Barganhas

 

Há pouco, postei algo sobre as ações do Tennessee sobre o ensino sexual nas escolas (em: http://is.gd/CkInYH).

 

Aqui no Brasil, a Cartilha Gay do Ministro Fernando Haddad, que ao invés de ser um instrumento de educação se tornou uma propaganda pela causa homossexual (apologia mesmo), foi barrada pela presidente Dilma, sobre a alegação que extravasava o propósito.

 

Mas não foi nada disso! Em troca de apoio das bancadas religiosas, que eram contra a cartilha, ela vetou a entrega do material pseudo-didático em favor da menor pressão sobre os casos de corrupção de Antonio Palocci.

 

Ou seja, o interesse educacional sempre está em baixa. O “corrupcional”, em alta!

 

Aliás, já que o Ministro Fernando Haddad defende cartilha gay, cartilha que ensina escrever errado (lembra do ‘nós vai pescar?’), por que não uma cartilha para ensinar a ser honesto?

 

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