– Senador Datena?

O jornalista José Luiz Datena será candidato ao Senado Federal por SP.

Vai conseguir se eleger? Eu acho que terá chance, pois entram 2 nessas eleições.

Se é uma boa?

Aí é outro papo. Ser popular / populista são coisas distintas; ter competência é outro assunto…

Aliás, ele não disse que seria um péssimo político quando justificou sua desistência à candidatura de ser prefeito na Capital Paulista?

Eu o acho uma incógnita e me questiono: o que o fez mudar de opinião?

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– Enquanto o povo acompanha a Copa, o pessoal de Brasília faz a festa!

E o José Dirceu está na rua? Mas a manchete não ganhou muito destaquem não?

Hein? Tem outros tucanos, petistas, medebistas e corruptos que se beneficiaram da falta de atenção da população?

É verdade. Um circo chamado Brasil!

Torcer pelo futebol não pode virar alienação (embora, para muitos, isso seja uma verdade). Uma pena que ainda exista o fato do “pão e circo” ainda existir…

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– Os deputados que professam a fé em Brasília: curioso e instigante!

Você sabia que a Câmara dos Deputados tem uma Capela Ecumênica?

Pois é: as diversas profissões de fé a frequentam. Mas o que você não sabe é: os cultos (das mais diversas religiões) acontecem em diversas salas. E há muita gente criticando isso, em especial, o deputado Jean Wyllys.

Em: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,a-hora-do-louvor-na-camara-dos-deputados,70001779597

A HORA DO LOUVOR NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Por André Borges

Cerimônias católicas e evangélicas ocorrem todas as semanas em plenários de comissões

Não há santos na sala da Comissão de Tributação e Finanças da Câmara dos Deputados. O que se vê nas paredes são quadros com rostos de parlamentares como o ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima ou o ex-deputado e hoje ministro Moreira Franco.

Divindades também não estão retratadas na sala da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Ali há fotografias em preto e branco de ex-presidentes da comissão, como a do senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e a do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab. Toda semana, porém, esses retratos têm sido testemunhas de cerimônias religiosas, em horário de funcionamento da Casa.

Na quarta-feira passada, já passavam das 9h30 quando o deputado Eros Biondini (PROS-MG) empunhava um violão e comandava o culto da Renovação Carismática Católica no plenário da Comissão de Ciência e Tecnologia, entre músicas e citações cristãs. “Pisa na cabeça da serpente, passa na frente, desata os nós, intercede por nós”, dizia. Ao seu lado, o deputado Flavinho (PSB-SP) erguia uma Bíblia aberta.

A poucos metros dali, no mesmo corredor, o deputado Pastor Eurico (PHS-PE) dava o tom do encontro evangélico que conduzia no plenário da Comissão de Tributação e Finanças. “Temos tido compromisso e temos buscado fazer o que Deus manda através da sua palavra, fazer justiça nesta Casa. E louvo a Deus, porque aqui estão os homens que aceitaram o preço. E nós sabemos o quanto temos pago. Aqui tem homens de Deus sérios, não tem nenhum aqui com cara de propina.”

Os encontros religiosos, iniciados às 8h30, seguiram até as 9h35. Nesse intervalo, a Câmara já tinha ao menos nove diferentes eventos ocorrendo em suas dependências, conforme a agenda legislativa. Os trabalhos incluíam, por exemplo, uma audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor para debater o uso de medicamento para leucemia e um seminário sobre transporte de cargas.

O uso dos plenários de comissões da Câmara para cultos não é uma prática nova, mas se intensificou nos últimos anos, segundo informações confirmadas pela assessoria da Casa. Os eventos religiosos ocorrem, em média, três vezes por semana, às segundas e quartas, quando os deputados estão em Brasília, e às sextas, atendendo a pedidos de funcionários. Para realizar os eventos, os deputados pedem que sejam reservadas salas que não terão sessão.

“Desde que não interfiram em nenhuma atividade parlamentar ou institucional e observem a antecedência máxima de 15 dias, todos os pedidos são deferidos, independentemente da natureza do culto religioso, preservando-se a laicidade do Estado”, disse a assessoria.

O Pastor Eurico, que em 2014 apresentou o projeto conhecido como “cura gay”, nega que o culto evangélico concorra com a agenda da Casa e diz que não se incomoda em orar nas comissões. “Não vejo nenhum problema. Todo tipo de reunião acontece nessas salas”, diz. “Esse horário das 8 horas às 9h30 já é chamado de o horário dos cafés”, afirma o parlamentar.

Segundo o deputado Flavinho, que é vice-presidente da Frente Parlamentar Católica, o horário e o dia dos cultos “levam em conta a disponibilidade dos participantes e, também, as diretrizes da Câmara dos Deputados, de forma a não gerar despesas adicionais”.

CRÍTICAS

Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), a apropriação da Câmara, em horário de trabalho, reflete a força que as bancadas religiosas têm na Casa. “Infelizmente, temos na Câmara uma bancada fundamentalista religiosa, que tem como projeto de poder o rompimento da laicidade do Estado”, diz.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) também critica a realização das cerimônias. “Acho gravíssimo. Todas as religiões podem ter espaço e expressão nas audiências públicas, mas não podem se apropriar da instituição como se uma igreja fosse.”

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– Há quase 1 ano, uma capa perfeita sobre senhores corruptos…

TRÊS SENHORES INDEFENSÁVEIS:

A capa da Revista Veja esteve perfeita: Temer, Lula e Aécio no mesmo barco. Pode parecer atual, mas tem 1 ano…

O que mudou? Só 1 na cadeia. Falta mais gente, não?

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– Quem é a jundiaiense Ana Maria Camparini Silva, do Fazenda Grande, usada nos escândalos de doações?

A Justiça Eleitoral cassou o vereador paulistano Camilo Cristófaro (PSB), por receber valor de doação acima da capacidade da doadora (uma senhora desempregada chamada Ana Maria Camparini Silva, 80 anos, moradora no Bairro Fazenda Grande, em Jundiaí).

Agora, sob suspeita está o Prefeito de São Caetano do Sul, José Auricchio Jr (PSDB), por receber desta mesma senhora a quantia de R$ 293.000,00. Aliás, vários vereadores daquela cidade também receberam dinheiro dessa mulher que, segundo a Justiça, deve ter sido usada como laranja.

E se fizer um “pente fino” em todas as doações de todos os políticos, hein?

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– Parabéns à Pré-Candidata Marina Silva

Disse a pré-candidata Marina Silva à Rádio Jovem Pan na sabatina de 5a feira, na sua última frase:

“Não quero que os filhos do Bolsa Família se tornem mães do Bolsa-Família!”

Ótimo! Muitos políticos têm medo de falar que um viés deste Programa de Assistencialismo tão discutido em nosso país, é justamente o do beneficiado encarar ajuda como salário.

Não sou contra o Bolsa-Família em si, pois entendo que o pobre merece atenção e solidariedade. Sou contra a perpetuação da assistência sem dar dignidade ao assistido: ou seja, arrumar-lhe EMPREGO para que possa sustentar sua família e tornar-se independente da caridade. Por consequência, tal recurso pode ir para outros necessitados.

Candidatos têm uma preocupação em perder voto ao ponderar a necessidade de corte do Bolsa-Família à quem não quer trabalhar… será que isso se tornou uma “compra de voto institucionalizada”?

Quantas vezes você ouviu dizer que se o eleitor não votar em X, vai perder o Bolsa-Família porquê Y vai tirá-lo? E dessas boatarias surge uma enxurrada de votos daqueles que se tornaram dependentes da verba.

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– Petrobrás e a busca incessante de lucro.

Sabia que 80% de todos os derivados de Petróleo (Gasolina e Diesel, por exemplo) que consumimos é produzido em nosso próprio país?

E que o preço se baseia em dólar, como se tudo fosse importado do Oriente Médio (e não apenas os 20% que realmente é)?

Entenda: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/06/02/baixar-preco-gasolina-diesel-petrobras.htm

GASOLINA CUSTARIA CUSTARIA MENOS SE PETROBRAS COBRASSE VALOR PELO PETRÓLEO NACIONAL

Cerca de 80% do combustível consumido no Brasil é feito com petróleo nacional, enquanto só 20% são importados. Mas por que, então, os preços no país dispararam com a alta no mercado internacional, como se todo nosso petróleo fosse importado?

Se a Petrobras considerasse apenas os custos nacionais de produção, poderia vender gasolina e diesel por um preço bem abaixo do atual, segundo analistas. Ainda assim, a empresa conseguiria lucrar e não teria risco de quebrar.

No entanto, reduzir os preços dos combustíveis para todos os brasileiros – e não apenas para os caminhoneiros – dependeria basicamente de uma decisão de Estado, com a Petrobras assumindo efetivamente o papel de companhia estatal, com gestão eficiente e transparente. Trata-se de uma mudança radical em relação ao modelo econômico neoliberal vigente na empresa hoje.

Petrobras usa o valor do petróleo internacional

O custo da produção nacional é estimado em US$ 30 a US$ 40 o barril, mas a empresa usa como referência o petróleo internacional, que está custando cerca de US$ 80 por barril. Com isso, busca ter o maior lucro possível e agradar aos investidores privados, visto que é uma companhia de capital aberto, e não 100% estatal.

A saída para a Petrobras vender combustível mais barato, dizem os analistas, também inclui um uso maior de suas refinarias, que hoje operam com dois terços de sua capacidade. Embora o país seja autossuficiente em petróleo, quase 20% dos combustíveis consumidos no país são importados. Desta forma, as decisões da Petrobras seriam orientadas em nome do interesse coletivo, e não apenas baseadas em critérios econômico-financeiros. Mesmo atuando desta forma, a empresa conseguiria se sustentar no azul, se algumas regras fossem seguidas.

Veja a seguir as explicações dos especialistas que defendem um formato alternativo de gestão da estatal para minimizar os impactos da alta do petróleo sobre a população.

Petrobras atende a três grupos em conflito

Antes de iniciar a discussão sobre qual poderia ser o modelo de gestão da Petrobras, é preciso conhecer e compreender os interesses dos grupos que são diretamente afetados pelas decisões tomadas pela companhia.

– Acionistas

A Petrobras possui mais de 600 mil acionistas, entre pessoas físicas, grandes investidores estrangeiros e fundos de investimentos. Suas ações são negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e na Bolsa de Nova York (NYSE) sob a forma de ADRs (recibos de ações).

O governo federal é o controlador da companhia, detentor de 63,5% das ações ordinárias (ON, com direito a voto) e de 23,3% das ações preferenciais (PN, sem direito a voto).

“O acionista está interessado simplesmente no lucro. Ele quer que a empresa produza pelo menor custo possível para gerar o maior lucro possível”, afirma o professor Ildo Sauer, vice-diretor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE/USP) e ex-diretor da Área de Gás e Energia da Petrobras.

– Consumidores de combustível

Donos de automóveis, motos, caminhões e as frotas públicas e privadas de ônibus e carretas são os principais consumidores de combustíveis da Petrobras e foram atingidos em cheio pela política de paridade internacional dos preços, adotada pela companhia em outubro de 2016.

A partir de julho de 2017, os ajustes nos preços da gasolina e do diesel passaram a ser diários, provocando impacto ainda maiores sobre os consumidores.

“A decisão da Petrobras de praticar a paridade internacional desencadeou uma série de efeitos sobre a economia brasileira, afetando diretamente os consumidores e também setores da indústria que utilizam os derivados de petróleo para produzir”, afirma Cloviomar Cararine, técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e assessor técnico da Federação Única dos Petroleiros (FUP)

– População em geral

Mesmo aquelas pessoas que não possuem automóvel são afetadas pela política de preços dos combustíveis adotada pela Petrobras. As oscilações nos preços dos combustíveis afetam a passagem de ônibus, o frete do transporte de mercadorias e, consequentemente, o preço final dos produtos e o poder de compra do trabalhador.

“No cerne desse conflito está a disputa sobre quais grupos ganham e quais perdem com a atual política de preços da Petrobras. Ao que tudo indica, a população acaba, literalmente, pagando a conta, já que os custos de produção acabam repassados ao preço final, com maior impacto sobre as camadas médias e mais pobres da sociedade”, diz Cararine.

Como conciliar interesses tão diferentes?

Os especialistas afirmam que a administração da Petrobras nunca conseguirá atender plenamente aos interesses dos grupos afetados pela companhia. “O acionista sempre vai querer maximizar o lucro e o consumidor sempre vai querer o menor preço de combustível. A saída é buscar uma conciliação civilizada, que beneficie a população em geral”, diz Ildo Sauer.

“O petróleo não pertence à Petrobras. Ele pertence à União e, portanto, ao povo. A prioridade no uso do petróleo e das riquezas geradas por ele deve ser dada aos mais fracos. Deve ser pensado um plano estrutural para a Petrobras com foco em justiça social”, afirma o professor do IEE/USP.

Cloviomar Cararine, autor da Nota Técnica do Dieese “A escalada do preço dos combustíveis e as recentes escolhas da política do setor de petróleo” defende que a atuação da Petrobras seja voltada ao interesse coletivo, em vez de favorecer “os investidores estrangeiros e especuladores, que ganham com a livre flutuação de preços”. No documento, o técnico do Dieese e da FUP diz que é possível gerir empresas estatais de forma eficiente, sob a perspectiva do interesse público. “As empresas estatais diferem das privadas à medida que, pela natureza, deveriam tomar decisões orientadas pelo interesse coletivo e não apenas por critérios econômico financeiros.”

Conforme o estudo, experiências em países desenvolvidos mostram a viabilidade de diferentes tipos de gestão no setor público, com controle social, que possibilitam reduzir problemas relacionados à corrupção e à apropriação indevida das estatais por interesses privados.

Petrobras não deve se guiar por preços internacionais

Cloviomar Cararine defende que a Petrobras deveria desistir da política de paridade internacional nos preços dos combustíveis. Ele afirma que o país se tornou mais vulnerável aos choques dos preços do petróleo no mercado externo e às oscilações do câmbio, uma vez que o barril é cotado em dólar. Além disso, a paridade de preços estimulou a entrada de importadores de combustíveis no mercado nacional. O Brasil passou a comprar mais combustíveis no exterior em vez de produzir internamente.

As refinarias da Petrobras possuem capacidade de refinar 2,4 milhões de barris/dia, mas estão utilizando apenas 68% da capacidade. “A paridade favorece os importadores. Na prática, você está deixando de usar as refinarias aqui para gerar empregos no exterior”, declarou o professor Ildo Sauer, do IEE/USP.

Preço deve ser baseado nos custos de extração e refino

“Se o Brasil tem grandes reservas e consegue, hoje, extrair maior quantidade de barris do que o total do consumo nacional, por que o petróleo tem que ser vendido a um preço tão mais alto do que o custo de produção?”, questiona o técnico do Dieese.

Segundo ele, a Petrobras deveria levar em consideração outros fatores para definir os preços dos combustíveis, como o volume de extração de petróleo no Brasil, a capacidade de refino no país e, especialmente, os custos dessas duas atividades. Dessa forma, o preço do combustível ao consumidor seria determinado principalmente pelo custo de produção da Petrobras mais uma margem de lucro. Apenas uma pequena parte do preço teria sua composição baseada no valor internacional, correspondente à parcela de óleo importado.

Dados disponíveis no balanço anual da Petrobras mostram que o custo médio de extração de petróleo da empresa foi de US$ 20,48 (R$ 65,20) por barril em 2017. Esse valor já inclui a chamada participação governamental (royalties e participação especial) sobre a exploração de petróleo, mas não inclui outros impostos. Já o preço médio de venda do óleo bruto às refinarias praticado pela estatal no ano passado foi de US$ 50,48 (R$ 161,03) por barril. E o custo médio de refino (transformação de petróleo em combustíveis e outros derivados) foi de US$ 2,90 (R$ 9,26) por barril.

Vale lembrar que o petróleo registrou forte valorização no início deste ano, alcançando a casa dos US$ 80 por barril. Em função da sua política de paridade, a Petrobras reajustou os preços da gasolina e do diesel em mais de 50% neste ano. Petrobras poderia vender barril por US$ 40 em vez de US$ 80.

Cararine, do Dieese, afirma que é difícil estimar qual seria o preço de equilíbrio que permitiria à Petrobras vender petróleo às refinarias e continuar lucrativa. “Trata-se de um campo nebuloso. É um segredo da companhia. Mas é um número importante para o governo, tendo em vista que o setor é estratégico para o país, com grande impacto sobre a economia.”

O professor Ildo Sauer, do IEE/USP, arriscou um palpite. Ele estimou um preço de equilíbrio entre US$ 30 e US$ 40 por barril. “Esse seria o valor que permitiria a companhia pagar seus custos de produção, os impostos e ainda obter uma margem de lucro satisfatória para os acionistas e para manter a empresa saudável.”

Embora o provável preço de equilíbrio (US$ 40) seja metade do valor do barril no mercado (US$ 80), os especialistas explicam que não é possível afirmar que os preços da gasolina e do diesel  cairiam pela metade para o consumidor final porque há outras variáveis que interferem na conta, como impostos e royalties. Mas certamente os preços seriam menores que os atuais.

Autossuficiência em petróleo precisa ser aproveitada

O Brasil produziu 2,6 milhões de barris de petróleo por dia no mês de abril, volume mais do que suficiente para atender o consumo doméstico de derivados, que foi de 2,2 milhões de barris por dia. No entanto, as refinarias brasileiras processaram apenas 1,6 milhão de barris por dia no período.

“Mesmo produzindo 400 mil barris de petróleo a mais do que o necessário para atender o consumo nacional, o país importou cerca de 600 mil barris de derivados por dia. Isso aconteceu porque a Petrobras aumentou a exportação de petróleo cru e, ao mesmo tempo, reduziu a utilização de suas refinarias. Além disso, parte da produção de derivados foi direcionada para o mercado externo”, afirma Cararine no estudo divulgado pelo Dieese.

Importação de petróleo e derivados deve ser mínima

O especialista do Dieese explicou que, para que o preço do combustível baixe para o consumidor, é importante que a importação de petróleo e derivados seja reduzida ao mínimo necessário.

Mesmo sendo autossuficiente, a Petrobras ainda necessita importar óleo leve para misturar ao óleo pesado produzido no país para obter melhores resultados no processo de refino. A tendência é que as importações de óleo leve diminuam conforme a produção do pré-sal aumentar, uma vez que o óleo proveniente dessa área é de melhor qualidade.

“Se o preço interno for reduzido, mas a importação de óleo e derivados continuar elevada, vamos repetir erros do passado, quando a Petrobras tinha prejuízo porque comprava combustível a preço de mercado e revendia a um valor mais baixo aqui“,
diz Cararine.

Lucro viria principalmente da exportação

A produção de petróleo no Brasil hoje, de 2,6 milhões de barris por dia é apenas ligeiramente maior que o consumo nacional de combustíveis e derivados, equivalente a 2,4 milhões de barris por dia.

Com o crescimento da exploração das reservas gigantes do pré-sal da Bacia de Santos, a produção nacional deverá alcançar 4 milhões de barris por dia até 2020.

“Mesmo que o país volte a crescer em ritmo acelerado nos próximos anos, a demanda nacional não deve superar 3 milhões de barris por dia. Ou seja, teremos um excedente de 1 milhão de barris por dia”, afirma Cararine.

Segundo o especialista, a Petrobras seguiria a lógica das grandes estatais de petróleo do Oriente Médio, que obtêm a maior parte do seu lucro com as exportações. “Esse excedente do pré-sal poderá ser vendido pela Petrobras no exterior a preço de mercado, gerando lucro para a companhia. Internamente, o preço do combustível não precisará ser subsidiado pela empresa, nem pelo governo. Ele será baseado no custo de produção e refino, mais uma margem de lucro que garanta a saúde financeira da empresa e não onere demais o consumidor.”

Acionistas questionariam qualquer perda

Uma eventual mudança no modelo de gestão da Petrobras certamente não agradaria a todos os grupos que são afetados diretamente pela companhia. O principal questionamento partiria dos acionistas, que veriam a margem de lucro diminuir.

O diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, defende que o petróleo é uma commodity, ou seja, uma matéria-prima básica com preço definido internacionalmente. Dessa forma, a Petrobras deve definir sua política de preços com base na cotação de mercado.

“A Petrobras é uma companhia de capital aberto, com ações listadas em Bolsa no Brasil e no exterior. Portanto, ela tem que seguir a lógica empresarial. Se o governo mandar a empresa vender combustível mais barato aqui, ela vai ter prejuízo. O certo seria ela exportar o petróleo, aproveitando o preço maior lá fora”, afirma Pires.

“Agora, se a Petrobras fosse 100% estatal, como a PDVSA (estatal de petróleo da Venezuela), o governo poderia fazer o que bem entendesse“, diz o diretor do CBIE. 

Para ele, qualquer proposta do governo que cause mudanças na política de preços da Petrobras representaria a volta da interferência política na gestão da estatal, o que geraria reações negativas entre os acionistas.

“Não podemos esquecer que a Petrobras foi processada por investidores nos Estados Unidos por causa dos prejuízos provocados pela má gestão durante o governo de Dilma Rousseff e pela corrupção descoberta na Operação Lava-Jato”, diz Pires.

Corte de impostos sobre o diesel pune população

Os especialistas alertam que a decisão tomada pelo governo, de reduzir a carga de impostos sobre o diesel para conceder desconto aos caminhoneiros, provocará impactos sobre o restante da população.

“A população vai sair perdendo. O corte nos impostos sobre o diesel terá um impacto de R$ 13,5 bilhões na arrecadação deste ano. Para fechar a conta, o governo terá necessariamente que aumentar outros impostos ou reduzir o gasto em áreas como educação e saúde”, afirma o professor Jaci Leite, coordenador do curso de Negociação da FGV Educação Executiva.

“Uma eventual redução dos preços dos combustíveis via diminuição de impostos implica, necessariamente, renúncia fiscal. Se não houver uma mudança na política do setor de petróleo no Brasil que transforme, de forma mais estrutural, a dinâmica de preços, os cortes na Cide (Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico), no PIS/Cofins ou no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) resultarão em medidas paliativas. É um custo que novamente será pago pela população”, declarou Cararine no estudo divulgado pelo Dieese.

Petrobras diz que política de preços será mantida

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, declarou várias vezes ao longo da última semana que a política de preços da companhia será mantida. Segundo ele, independentemente da periodicidade de reajustes que será adotada após a decisão do governo de reduzir o preço do diesel, a empresa continuará tendo liberdade de aplicar os aumentos em função das variações de preço do mercado de petróleo.

– Dos 81 do Senado, somente 25 não possuem processos contra eles!

Como é que vamos mudar o Brasil?

Apenas 30% dos Senadores da República não estão sendo processados por algum tipo de crime.

Pode?

Extraído de: https://istoe.com.br/um-senado-comprometido/

UM SENADO COMPROMETIDO

Quase 70% dos senadores estão sendo investigados pela Justiça. As acusações vão do recebimento de propina à violência contra mulheres. É o exemplo mais bem acabado da falência política

O quadro é desalentador. O Senado brasileiro virou a síntese da decadência da política. Levantamento feito por ISTOÉ revela que 69% dos 81 senadores possuem alguma pendência judicial. Os números mostram que 56 estão encrencados com a Justiça. Os crimes envolvendo os parlamentares da Câmara Alta são de fazer inveja aos ocupantes de qualquer penitenciária brasileira. Há casos de violência contra a mulher, ocultação de bens, peculato, crimes contra a fé pública, ocupação ilegal de apartamentos funcionais, crimes eleitorais, enriquecimento ilícito, corrupção, lavagem de dinheiro, além de muitos inquéritos derivados das delações premiadas da Odebrecht. O delito preferido dos senadores, no entanto, é a corrupção ou atos de improbidade administrativa: 49 deles respondem por crimes dessa natureza. A maioria, no entanto, se esconde atrás do foro privilegiado e os processos abertos para que possam ser julgados e condenados caminham a passos de cágado.

Desse cenário lamentável, porém, sobressai um dado positivo: os resultados da Operação Lava Jato no processo de saneamento da política brasileira. Afinal, houve um aumento significativo no número de senadores investigados após a deflagração da operação pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. Seis senadores, inclusive, já se tornaram réus no Supremo Tribunal Federal: Aécio Neves (PSDB-MG), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Fernando Collor (PTC-AL), José Agripino Maia (DEM-RN), Romero Jucá (MDB-RR), Renan Calheiros (MDB-AL) e Valdir Raupp (MDB-RO). Collor foi denunciado por propinas de R$ 26 milhões desviadas da BR Distribuidora. Gleisi, Agripino, Jucá e Raupp se tornaram réus por repasses ilícitos de empreiteiras para suas campanhas eleitorais. Jucá também é investigado em outros 12 procedimentos. Agripino, por propinas na construção da Arena de Dunas, estádio de Natal da Copa do Mundo de 2014. Já Aécio foi acusado por pedir R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da JBS, em março de 2017. O tucano é alvo de mais nove inquéritos, que vão desde propinas para campanhas até fraude na licitação da cidade administrativa de Minas Gerais.

NEM O PRESIDENTE ESCAPA

A Lava Jato também levou o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a ser investigado no STF. Delatores da Odebrecht revelaram repasses de R$ 2 milhões a ele. O ex-diretor de Relações Institucionais da Hypermarcas Nelson Mello, também em delação premiada, detalhou pagamentos de R$ 5 milhões em despesas de empresas que prestavam serviços à campanha de Eunício em 2014. Quem também está enrolado na Lava Jato é Renan Calheiros (MDB-AL), alvo de pelo menos 15 inquéritos no STF. Ele já é réu por usar recursos ilícitos da construtora Mendes Júnior para pagar a pensão de uma filha. Ainda na Lava Jato, há os casos dos senadores Benedito de Lira (PP-AL), incluído no chamado ‘quadrilhão do PP’ e Edison Lobão (MDB-MA), alvo de quatro inquéritos. José Serra (PSDB-SP) é investigado por fraudes na licitação do Rodoanel Sul.

O senador Telmário Mota (PTB-RR) é dono de um prontuário de corar a face: é investigado por violência contra a mulher. Uma universitária de 19 anos fez a denúncia em 2016 e disse ter sido agredida pelo senador, depois de viver maritalmente com ele por três anos. Na verdade, espancada a chutes e socos, que a fizeram desmaiar. Ele nega a agressão. “Desafio provar”, diz.
Entre os processos por atos de improbidade administrativa, chama atenção os do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). São pelo menos 12 procedimentos contra ele no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por irregularidades na sua gestão como prefeito de Nova Iguaçu, se é que é possível chamar aquela barafunda administrativa de gestão.

Todos os parlamentares citados, por óbvio, refutam as acusações. De qualquer forma, o eleitor precisa ficar atento ao passado dos candidatos. Em outubro, cada brasileiro escolherá dois senadores para representá-los em Brasília. Dos 54 com mandatos terminando neste ano e que pretendem disputar a reeleição, 24 são investigados na Lava Jato. É possível que até a eleição algum deles já esteja condenado pelo STF. Aí viram fichas-sujas. De caras limpas.

– Os “maravilhosos” projetos dos nobres parlamentares!

Deputados Federais fazem a festa com o nosso dinheiro em Brasília. Quer ver alguns estapafúrdios projetos?

Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) propôs que os alunos que prestam vestibulares nas universidades federais sejam aprovados apenas acima da média pré-determinada. Ou seja, se apenas alguns alunos tirarem notas 10, 9 e 8, a classe ficará ociosa porque quem tirou 7 não estaria suficientemente pré-capacitado.

Carlos Bezerra (PMDB-PT) quer colocar na cadeia por dois anos quem maquiar símbolos nacionais. Se você escrever “Amor e Progresso” na bandeira nacional, irá para o Xilindró!

Zé Geraldo (PT-PA) deseja um novo feriado: o Dia do Golpe Parlamentar, a fim de lembrar o dia da votação do impeachment da presidente Dilma, em 17 de abril, como forma de protesto.

Com o nosso dinheiro, é fácil fazer leis, não? Isso, quando trabalham…

Felizmente, o bom senso não permitirá aprovação de nenhuma dessas idiotices.

(extraído da Superinteressante, ed Junho/2016, pg 15)

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– Presidente Michel Temer, o Coronel Lima e os Imóveis

A Polícia Federal suspeita que Temer lavou propina em imóveis de família, com pagamentos realizados através do Coronel Lima (que seria um laranja dele).

Numa das reformas, pagou-se R$ 800 mil em dinheiro vivo numa casa da Primeira Dama Marcela Temer!

Cá entre nós: quem paga tantos valores em espécie, suspeito certamente é!

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– Dilma chiando da delação de Palocci. Mas já?

Antonio Palocci, ex-ministro dos Governos Lula e Dilma e que está preso por corrupção, resolveu contar tudo o que sabe e acertou que fará delação premiada com a Justiça.

Entre outras promessas, a de contar sobre os esquemas do Petrolão e da compra da Refinaria de Pasadena, arquitetados em conjunto com Lula e com ciência da ex-presidente Dilma.

Alguém duvida que, se a Lava Jato não estivesse a todo vapor, estaríamos ainda vivendo sob essa fábula contada por essa gente?

Quando que descobriríamos?

Lembremo-nos que no caso do Mensalão, Lula alegou que nada sabia e que foi traído pelos seus amigos… Agora, é a vez de Dilma usar do mesmo pretexto (e vem fazendo isso antes mesmo da delação acontecer).

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– Collor na Coréia do Norte às nossas custas?

Quer dizer que o Senado Brasileiro vai pagar às viagens de Fernando Color (PTC-AL) e Pedro Chaves (PSC-MS) para visitar a Coréia do Norte e o ditador Kim Jong-un, às custas nossa?

Tudo isso em uma missão oficial de 10 dias! Acho que Donald Trump deve estar coçando a cabeça… Será que nossa nação acabará com o conflito armamentista nuclear do maluco coreano?

Claro que não. Vão passear com nosso dinheiro. Afinal, falta serviço no Senado e sobram reais no bolso do contribuinte. Ou não é assim?

Puro desrespeito com o coitado do brasileiro pagador de impostos.

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– A desavença desinteligente entre as senadoras Gleise e Ana Amélia

Só hoje vi os dois depoimentos tão polêmicos entre as “mulheres do Senado”.

Gleisi Hofmann, do PT, deu entrevista à Al Jazeera (a chamada “CNN do mundo árabe, sediada no Catar), falando que Lula era preso político, injustiçado, coitado e honesto (em outras palavras). Foi o mesmo blablablá que ela fala aqui no Brasil e nas outras redes de TV mundo afora.

Ana Amélia, do PP, em plenário reclamou do tom da entrevista e ironizou dizendo que logo o “Exército Islâmico” viria aqui invadir o nosso país!

Ambas erraram! Sabidamente Lula é culpado (assim como se deverá provar que Aécio e Temer também são, como a própria Gleisi), sendo que a prisão por lavagem de dinheiro é justa. Mas é exagerada a resposta de que teremos revolta árabe no Brasil, e a frase foi tão infeliz que se criaram mêmes de que Ana Amélia houvera confundido Al Jazeera com os terroristas da Al Qaeda (claro que não confundiu).

Enfim: tempo e palavras perdidos à toa! Tudo bobagem – e eles têm os seus discursos financiados com nossos impostos!

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– Aécio virando réu, Lula permanecendo na cadeia, Temer com medo… Boa Brasil!

E enfim Aécio Neves virou réu por crime de corrupção, após a 1a turma do STF aceitar a denúncia contra ele.

Ótimo! Ver Lula na cadeia, Aécio mostrando que deve e está temendo, e o presidente Temer com medo de a partir de 1o de janeiro, quando perder o foro privilegiado, cair na mesma vala, é sinal de que há esperança em combater a máfia política no Brasil.

Pena que faltam muitos ainda: Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá, José Serra, Geraldo Alckmin, Gleise Hofmann…

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– Andrés ainda é Deputado?

Perguntar não ofende: Andrés Sanches não renunciaria ou se licenciaria do cargo de Deputado Federal assim que se elegesse presidente do Corinthians?

Por falta de tempo, prometeu depois do Carnaval. Já passou muito tempo (mais de 40 dias) e ainda não conseguiu deixar a mamata, digo, o trabalho em Brasília?

Ô medo de perder as regalias e privilégios (em especial na Justiça) que o cargo proporciona… Custa-me crer que ele esteja exercendo com dedicação total os dois ofícios concomitantemente.

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– Só os amigos no Xilindró? E ele próprio?

A Operação Skala da Polícia Federal (um desdobramento da Lava Jato) investigou corrupção envolvendo o Decreto dos Portos em 2017 e prendeu na última 5ª feira as seguintes pessoas:

–  José Yunes, ex- assessor e amigo do presidente Michel Temer;
– Antonio Celso Grecco, dono da Rodrimar e amigo de Michel Temer;
– Wagner Rossi, ex-Ministro dos Governos Lula e Dilma e amigo do presidente Michel Temer; e
– Coronel Lima, amigo pessoal do presidente Michel Temer.

Nem preciso escrever mais nada. Perceberam o que essas pessoas têm em comum?

Será que se não tivesse Foro Privilegiado, Temer não estaria fazendo companhia a seus amigos?

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– Sou a favor dos candidatos divulgarem seus ministros. Frota na Cultura, não!

Sempre disse que, nas Eleições do Mundo Ideal, dever-se-ia exigir que os candidatos à Presidência da República divulgassem durante a campanha seus Ministros. Dessa forma, o eleitor esclarecido teria um pouco mais de subsídio para escolher o Presidente do Brasil.

Segundo a Rádio Bandeirantes em seu twitter, o deputado e candidato ao executivo Jair Bolsonaro (PSL-RJ) declarou em tom de brincadeira ao ator Alexandre Frota:

“Quero te ver Ministro da Cultura”.

É claro que não será. Mas esse agrado faz que a questão da qualidade da escolha dos homens e mulheres que estarão a frente do Ministério de quem pleiteia governar o país, sejam extremamente discutidos!

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– Michel Temer assume que tentará o Planalto. A troco de quê?

Com imensa rejeição do eleitorado, o presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, com seus 78 anos bem vividos, confirmou nesse final de semana à Revista Isto É que será candidato à presidência em 2018.

Cá entre nós: nem ele acredita que se elegerá no pleito. Mas a questão é: por quê?

Para manter o foro privilegiado? Se for, a estratégia será inútil pois não será o presidente em 2019.

De fato, incompreensível essa sanha em querer o poder. Nem para Deputado ele ganhará…

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– Muito Omeprazol para o estômago do brasileiro por culpa do STF…

Haja paciência para aguentar o juridiquês do Supremo Tribunal Federal, onde votaram a admissibilidade do habeas corpus de Lula.

Entendamos: eles não passaram toda a tarde querendo votar a permissão de prisão de segunda instância ou não (como era necessário), mas votaram (repito: a tarde inteira) a permissão de eles próprios votarem ou não!

Ou seja: enrolaram, enrolaram, enrolaram… Tudo ficou adiado para 04 de Abril.

Quem acompanhou a votação, cansou. E a justificativa dos Ministros: estavam cansados e tinham compromissos pessoais (como o Ministro Marco Aurélio de Mello, parente de Fernando Collor de Mello, que tinha uma viagem marcada de Brasília para o Rio de Janeiro justo naquela oportunidade).

Cá entre nós: pelo que ganham e pelo que trabalham, não poderiam reclamar de cansaço. Pobre povo brasileiro… esse sim está cansado! Dá nojo, dor de estômago e raiva ouvir e ver tanta enrolação.

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– RIP, Correios do Brasil…

Demorado, ruim, caótico, desleixado. Esse é o atual Correios, que um dia foi exemplo para todos nós!

Na década de 80, me recordo que o Correio Brasileiro era exemplo de eficiência. E quando lançaram o serviço de Sedex?

Pois bem: aqui em Jundiaí, os carteiros não entram em diversos bairros (em especial por segurança). Nos que entram, chegam cartas com semanas de atraso. Boletos de contas de consumo? Faz tempo que não recebo um só sequer antes do vencimento.

Agora, se fala em Privatização da Empresa. Ora, se tivéssemos gestores mais competentes e sem politicagem (lembram-se que o Mensalão começou com essa estatal?), precisaria chegar onde chegou?

– Uma população governada por vices? Adianta votar?

Perceberam que, caso se confirme as candidaturas de diversos políticos especulados, o cidadão paulistano será governado apenas por vices?

Bruno Covas será o novo prefeito da Capital, no lugar de João Dória Jr;

Márcio França será o novo governador do Estado, no lugar de Geraldo Alckmin; e,

Michel Temer já é o presidente da República, no lugar de Dilma Rousseff.

São todos políticos profissionais, não? Aliás: não está na hora de desvincular as candidaturas das chapas (eleições para o Mandatário e voto à parte para o Vice)?

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– Lula delira ou quer se fazer de sério e não consegue?

Li só hoje a entrevista do ex-presidente Lula à jornalista Mônica Bérgamo. Caramba, que fala cheia de alegorias e repleta de bobagens!

Quem leu, não pode ter levado a sério. Na cara-de-pau, fala que Sérgio Moro age em nome dos EUA, usa o discurso de que os protestos de 2013 foram orquestrados por americanos, desdenha da Lava-Jato e, pasmem, diz que ele combateu a corrupção!

O pior é que esse homem tem sede de poder e ainda ilude a muitos, criando uma perigosa legião de fanáticos!

Coitado do nosso Brasil. Nenhum progresso será verdadeiro se não for sustentável e honesto.

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– Investir em Educação para não Investir em Cadeia

Já percebeu como as pessoas estão menos tolerantes, mais vingativas e ao mesmo tempo criam uma cultura competitiva e odiosa?

O termo é forte mas verdadeiro: odioso!

Veja alguns jovens: se alguém pensa o contrário do que eles, usa-se a força. A qualquer coisa se fala de morte, guerra, disputa, passeata, protesto, quebra-quebra… Cadê termos como entendimento, concórdia, ajustamento?

A culpa é de duas instituições: o Governo e algumas “Famílias”.

1) O GOVERNO por não investir em Educação. É mais fácil alienar o povo com pão e circo do que tornar a Sociedade mais esclarecida. Deixa-se o cidadão de lado, não se formam bons professores e nem se estrutura a Escola. Assim não dá! A Lei de Gerson (de se levar vantagem em tudo) e o desrespeito tornam-se comuns.

2) ALGUMAS “FAMÍLIAS” em referência àqueles pais ou mães (ou ainda tutores / responsáveis) que não educam! Terceirizam o ensino de coisas básicas, como valores morais, sociais e religiosos. Não fazem sua parte, põe os filhos no mundo e lá deixam, soltos, fazendo o que querem; e quando corrigem, com ensinamentos equivocados e preceitos duvidosos. Para estes, “ser honesto” é diferencial, não obrigação.

E como resolver isso?

A curto prazo, difícil. A classe política não ajuda e tampouco os eleitores. Teremos que esperar a minoria, privilegiada por ter acesso à Educação e também por aqueles que pai e mãe mostraram que uma vida reta é o caminho certo para um mundo melhor. Mas temo que estes sejam poucos neste Brasil…

Não dá pena ver gente carrancuda, briguenta, intolerante e ao mesmo tempo ignorante, querendo impor sua cultura na base da marra?

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– Sumam, puxa-sacos de Políticos!

Radicais do PT, Radicais do PSDB, radicais da PQP, sumam das minhas Redes Sociais!!! Estou deletando todos.

Hoje tô de saco cheio. Só pago imposto e esses políticos canalhas metendo a mão nos cofres públicos!

Cansado de dar dinheiro pra corrupto e ficar no vermelho no banco.

E esses baba-ovos de Jundiaí (dos dois lados): vão juntos pro INFERNO! 

Pronto. Desabafei!

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– Projeto de Lei que transforma em crime a inclusão de pessoas em grupos de WhatsApp sem consentimento.

Seria “Assédio Digital“?

A senadora amazonense do PCdoB, sra Vanessa Grazziotin, deve realmente ter muitas preocupações e responsabilidades a respeito do nosso país. Tanto que está trabalhando em um projeto de lei que torna crime a inclusão de qualquer pessoa em grupos de WhatsApp sem avisá-la.

Não tem nada mais importante para fazer?

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/02/projeto-de-lei-do-senado-brasileiro-quer-proibir-adicionar-pessoas-em-grupos-do-whatsapp-sem-consentimento-previo/

PROJETO DE LEI DO SENADO BRASILEIRO QUER PROIBIR A INCLUSÃO DE PESSOAS EM GRUPOS DO WHATSAPP SEM CONSENTIMENTO PRÉVIO

Vivemos em um país quase perfeito, em que não temos problemas sérios nem preocupações sociais graves. Talvez por isso, alguns digníssimos senadores da República estão gastando seu tempo criando leis que querem regulamentar como as pessoas são adicionadas em grupos de redes sociais.

O Projeto de Lei 347/2016 quer proibir que pessoas sejam adicionadas por outros em grupos do WhatsApp, Facebook, Telegram e demais redes sociais sem que elas tenham dado permissão expressa para isso.

Ser adicionado em grupos sem saber é algo comum no WhatsApp, Messenger e Telegram. Mas para a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), isso teria que virar caso de polícia. Ela propôs uma emenda ao Marco Civil da Internet para impedir este tipo de coisa.

Altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet), para dispor sobre a necessidade de prévio consentimento do usuário nos processos de cadastramento e envio de convites para participação em redes e mídias sociais, bem como em seus respectivos grupos, páginas, comunidades e similares.

O PLS (Projeto de Lei do Senado) foi aprovado já na primeira semana de trabalhos do legislativo deste ano, devendo ainda passar por votação final na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) antes de ser avaliado pelo plenário do Senado, pela Câmara dos Deputados e sancionado pelo Presidente.

O digníssimo senador Romero Jucá (PMDB-RR) também contribuiu com a emenda, determinando que se uma pessoa for incluída em um grupo sem sua permissão, será o aplicativo que pagará por “dano moral ao titular dos dados“.

É chato ser adicionado em um grupo do WhatsApp por pessoas que muitas vezes você nem conhece? Claro, demais. Mas com um país com tantos problemas, será que este tipo de discussão banal e sem importância deveria estar na pauta de nosso legislativo?

Se você não lembra em quem votou para deputado e senador na última eleição, a culpa é um pouco sua também…

– Você confia nas urnas eletrônicas usadas na Política e nos Esportes?

Sabidamente, é uma empresa VENEZUELANA (e atualmente isso é preocupante) a responsável pelas urnas eletrônicas no Brasil. Pois bem: ao ler na Internet que o TSE fará auditoria em tempo real durante as Eleições Gerais em Outubro de 2018, ouço na Rádio que Paulo Garcia, o 2o colocado nas Eleições do Corinthians, pede anulação do pleito em seu clube por ter sido detectada uma possível fraude durante as votações: a reprogramação das urnas durante a votação.

Será que votos “migraram” de candidato ou “inseriu-se” alguns a mais?

Evidentemente, se isso ocorreu e beneficiou o 1o colocado, o vencedor Andrés Sanches, é caso para expulsão do clube, polícia, cadeia…

A questão é: o grupo político do Deputado Federal Andrés Sanches realmente ousaria fazer isso?

É de arrepiar os cabelos, caso algo seja comprovado. Parece-me um pouco exagerado. Ou não?

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– Como o nosso dinheiro dos impostos é mal gasto pelos senadores

Mais de meio milhão de reais: esse é o valor gasto pelo Senado para configurar Smartphones!

Pois é. Na última edição da Revista Superinteressante (pg 18 – Jan/2018), está a prestação de contas que mostra: existem 340 linhas de celular disponíveis, fornecidas pela Claro, que necessitam de 6 técnicos à disposição dos Senadores (Aécio, Gleise, Jucá, Renan e seus colegas) mais seus Assessores. O custo absurdo de R$ 553.000,00 / anuais é, segundo resposta do Senado Federal à revista:

“Para que os técnicos realizem tarefas importantes, como configurar e sincronizar agendas e e-mails, ativar e desativar roaming internacional e medir a qualidade do sinal da casa“.

Repararam que essa conta é para o serviço de assessoria técnica? E quanto será que eles não gastam em ligações telefônicas?

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– O Resultado das Eleições no Corinthians: as vitórias de Lula e de Andrés Sanches!

Eu pensei que existisse gente mais esclarecida, que abominava fanfarrões e demagogos – no esporte e na política. E nesta semana, duas fanfarronices:

1- Lula, ao dizer sobre seu Julgamento que: “Houve um pacto com o poder Judiciário e a imprensa de que era hora de acabar com o PT. Eles não admitiam mais a ascensão social das pessoas em desenvolvimento”. 

Que bobagem! Todos querem crescer. Se isso fosse verdade, seria uma grande burrice, pois quanto mais dinheiro a população tem, mais consumiria e melhor seria para as empresas.

2- Andrés Sanches, que há pouco se elegeu presidente do Corinthians: do total de 3.642 votos, levou 1.235. Seus concorrentes obtiveram: Paulo Garcia 832, Antonio Roque Citadini 803, Felipe Ezbella 461 e o lanterninha Romeu Tuma Jr 278.

O cara endividou o time, disse que era contra presidente de clube assumir o cargo mais de uma vez e que se decepcionou com a Política e cairia fora. Não só voltou como presidente do Timão, como quer a reeleição como deputado.

Ficará a pergunta: ele administrará o Corinthians com licença remunerada do Congresso Nacional, ou trabalhará em Brasília como Deputado Federal e deixará seu vice mandando no Parque São Jorge? O que não poderá é se dividir em dois, mesmo com tanta tecnologia, pois não fará bem nem uma coisa e nem outra.

Aliás, veja que interessante a semelhança: Lula elegeu sua sucessora transferindo votos pela sua popularidade. Andrés fez o mesmo com Mário Gobbi. Ambos, hoje, estão enrolados com corrupção (Lula na Lava Jato e Andrés na lista do FBI). E mesmo tão encrencados, mantém a aura de poderosos e o discurso com pura demagogia.

O problema é: o brasileiro não sabe votar (como sabiamente disse Pelé um dia). Afinal, os dois políticos citados estão se dando bem. Na eleição do Corinthians, Andrés venceu. E a da Presidência da República, Lula levará?

Xiii…

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– Gilmar Mendes e os voos da FAB

Depois de ser hostilizado publicamente em várias situações por conta de suas polêmicas decisões (em especial, a de soltura de presos políticos e/ou de colarinho branco), o ministro do STF Gilmar Mendes foi abordado com xingamentos por duas senhoras em Portugal e por uma série de passageiros em Cuiabá.

Conclusão: o juiz só voará em voos da Força Aérea Brasileira.

Quer dizer que vamos pagar uma conta mais alta ainda do que já pagamos? Quanto custa para um avião decolar exclusivamente para ele?

Aliás, não consigo ver a foto de Gilmar Mendes na imprensa e não lembrar do personagem João Plenário, de “A Praça é Nossa”. A semelhança impressiona!

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– A Reforma da Previdência e os Homens da Ministra

Vejo o presidente Michel Temer defendendo a reforma da Previdência Social nos programas do SBT. O ouço também na Rádio Bandeirantes fazendo tal defesa.

Por mais que o tema seja espinhoso, algo precisa ser feito para que o INSS não quebre. Claro, a começar pelas aposentadorias milionárias e cumulativas de privilegiados senhores.

Mas como dar o voto de confiança ao impopular Temer, se os seus subordinados escracham a imagem do Governo?

Digo isso pois a deputada Cristiane Brasil, a tão desejada Ministra do Trabalho por parte do PTB, apareceu em uma lancha com 4 amigos sem camisa e bem a vontade, falando descontraidamente sobre o processo trabalhista movido contra ela.

Se por um lado Temer dá a cara para bater até no Programa do Ratinho, ratazanas esculacham toda a tentativa de ganhar credibilidade!

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– Só aceito discutir política com quem não é fanático! Para coxinhas, mortadelas e bolsonaristas:

Minha geração viu a ditadura cair e o povo sofrido comemorar. Viu Maluf versus Andreazza na Eleição Indireta e enfim Tancredo posteriormente dando ar de esperança!

Minha geração acreditou num cara jovem e ao mesmo tempo um grande ator: Collor, o falso caçador de marajás.

Minha geração viu o primeiro impeachment do Brasil, liderado por Luís Inácio, um sindicalista que dizia não aceitar a corrupção.

Minha geração viu Itamar Franco ressuscitar a produção do fusquinha e se envolver no que era chamado escândalo na época: o presidente do “topete” namorar uma mocinha que curtia o Carnaval sem calcinha (e hoje existe tanta coisa por aí, que isso seria irrelevante).

Minha geração viu o preço dos produtos ser um valor X na manhã, Y à tarde e Z no dia seguinte. Ela tinha sido outrora iludida como “fiscal do Sarney” no congelamento de preços, engoliu o sequestro da poupança por parte da Zélia Cardoso e teve que ter esperança na URV do FHC, que um dia sentou na cadeira da prefeitura paulistana, afirmou ser ateu e que tinha fumado maconha – tudo isso em entrevista na Playboy e perdendo a Eleição para o Jânio por conta disso.

Minha geração vibrou com o frango a R$ 1,00, comemorou a horrorosa Seleção de 94 quebrar o jejum de títulos na Copa do Mundo e se encantava com a mocinha Maitê Proença contracenar com Lima Duarte, o Sassá Mutema. Não dava para fazer même dessas coisas, pois o Orkut (que nasceu e morreu) não existia, o Teletrin, sucessor do BIP, só aceitava texto e o embrião do telemóvel iria nascer com a Telesp Celular nesse período. 

Minha geração por muito tempo só tinha a viva lembrança de um único Papa – que ousava em ser polonês (um não europeu ocidental), e que nunca pensou em ter um representante no Vaticano que veio do “fim do mundo”, como o argentino cardeal Bergoglio dissera.

Minha geração viu o tumultuador Lula surgir e depois virar “paz e amor” de maneira demagógica para vencer as Eleições. E SEMPRE desconfiou dele pelo passado complicado.

Assim, se você não nasceu “na década de 70 para trás”, não tem familiaridade e nem viveu essas lembranças, como você vai querer polarizar uma discussão sobre política? Como dizer que Messi jogou mais bola do que Maradona (pior – duvidar de Pelé!)? De que forma querer me catequizar a respeito do que é “democracia” e mundo moderno?

Respeito todas as pessoas mais jovens e que não são dessa época. Mas é difícil entender que esses moços e moças querem ser donos da verdade, defendem cegamente a honestidade de Lula & Cia e pior: se acham “acima do bem e do mal”! Não viveram nada, não tem experiência de vida e ainda são fantochezinhos na mão de políticos – dos “bolsomitos, dos coxinhas e dos mortadelas (aí você identificou alguns termos do seu dia-a-dia). 

Pobres de espírito… não sabem nada, inocentes! E são enganados com alegria, gostam de causar na Web e, apesar dos pesares, ainda vão querer dizer que no tempo da Dilma a “poupança Bamerindus continuava numa boa”!

São ainda pessoas a amadurecer, mas que não ouse discutir com elas (elas – essas pessoas, os radicais). Jovens estudados se encaixam no rol de pessoas que vale a pena debater, além daqueles que têm uma vida suada e já estão no tempo da aposentadoria (e se recusam a aceitar o discurso de Temer sobre a Reforma da Previdência, defendida por aqueles que não largam o isso dos vencimentos acumulados desde o tempo do INPS).

Como é duro falar de política nesse país com respeito ao voto alheio!

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– Agora vai! Collor presidente?

Fernando Collor de Mello, o ex-caçador de Marajás alagoano (mas que era um deles), e que por corrupção sofreu impeachment, anunciou que tentará ser novamente Presidente da República!

Collor anunciou que está pré-candidato pelo PTC, e que por ter mais experiência, sabe como colocar o Brasil nos eixos.

Ó, dúvida cruel! Votar em Lula, Alckmin, Bolsonaro, Collor, Marina Silva, Levi Fidélix, Eymael ou em ninguém?

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– Que Mico, dona Gleisi!

A presidente do PT Gleisi Hoffmann, de infeliz declaração neste final de semana (disse que só aceitará o resultado de absolvição de Lula na Justiça, e que outro qualquer que seja será ignorado pelo partido), cometeu uma gafe enorme!

Alguém no jogo Bayern de Munique x Bayer Leverkusen, pela Bundesliga, colocou uma faixa na arquibancada com os dizeres “FORZA LUCA”!

Não é que Gleisi escreveu e disseminou na Internet elogiando “o carinho e a homenagem de torcedores do mundo todo”, por terem colocado na Alemanha durante o jogo “FORZA LULA”!

Putz. Dispensa qualquer comentário…

– Pense rápido e cite um nome para o Palácio do Planalto frente as 6 virtudes:

Para ser Presidente do Brasil, um país tão necessitado de bons políticos, o candidato ideal deve ter os seguintes atributos:

  1. Capacidade / Competência de gestão,
  2. Honestidade com o dinheiro público,
  3. Sensibilidade para entender as carências da população,
  4. Determinação a fim de resistir às dificuldades,
  5. Humildade em reconhecer possíveis equívocos e corrigi-los,
  6. Disposição em abandonar sua vida pessoal e viver um sacerdócio ao país.

Está fácil achar um nome? Com o que se tem oferecido ao eleitor, o cargo ficará vago…

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– Por que não Huck?

Soube que Luciano Huck apareceu no Programa do Fausto Silva, domingo último, e que o PT entrou na Justiça contra ele pedindo inelegibilidade e multa por “demonizar a política”. Na entrevista, criticou a atual política e corrupção do Brasil.

É claro que se ventila uma possível candidatura de Huck à presidência, afinal, é um nome popular e o próprio Lula disse querer concorrer contra um candidato global. De fato, a corrida eleitoral já começou no Brasil.

A questão é: por que não Luciano Huck como presidente?

Alguém já parou para fazer essa reflexão?

1.Pensando bem, quais os defeitos que o inviabilizam?

2.E os seus concorrentes, teriam mais virtudes do que ele?

Ele é um empresário de sucesso, empreendedor nato (isso desde antes de entrar com o Programa “H” na TV Bandeirantes), apresentador, tem uma bela esposa e um estável casamento com filhos.

A juventude o atrapalharia? Por quê? Preferimos as velhas raposas da Política?

Não digo que votarei ou não em Luciano Huck se candidato for (aliás, no momento a única certeza é que não votarei em nenhum dos “cabeças” / populares: Lula, Ciro, Alckmin, Dória, Bolsonaro. Mas por que está se demonizando tanto Huck? Ou melhor: a mando de quem?

Vale pensar nisso… Se queremos gente nova e competente (sendo honesto, lógico) por quê descarta-lo?

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