– O Mundo precisa de, ao menos, uma trégua!

Outro atentado terrorista, agora na Turquia. Justo após os EUA terem anunciado a prisão do líder dos terroristas do Estado Islâmico?

O que os inocentes mortos covardemente têm com isso?

Esse mundo carece de paz, urgente!

bomba.jpg

– Escolha que não deixa dúvidas…

‪Gostaria de estar no Jayme Cintra, no jogo beneficente entre Amigos do Nenê versus Amigos do Romário. Mas como competir c’a doçura da minha filhota?‬

👨‍👧‬

‪Em casa, feliz!‬

– Queremos FAMÍLIAS nos estádios, cara autoridade!

É estarrecedor ver a bobagem que um Policial Militar fez no Allianz Arena, barrando uma inocente garotinha de 7 anos com o rosto pintado de verde, que queria assistir Palmeiras x Chapecoense.

A alegação do soldado é de que a determinação era a proibição de pinturas no rosto para facilitar a identificação de bandidos!

Estamos num mundo desmiolado e imbecil. Que perigo leva ao campo de futebol uma menininha que queria se divertir com os pais? No Jayme Cintra, infelizmente, até guarda-chuva foi proibido (inclusive para a imprensa!).

Ao mesmo tempo, sinalizadores entram nos estádios, maconha, cocaína e outras coisas ilícitas. Por que esses criminosos não são barrados?

Conheço um vovô e uma vovó que adoram ir com a netinha ao campo de futebol (em jogos sem risco de tumulto) e se divertem pra valer. O risco de famílias promoverem brigas em arenas é bem menor do que o de torcedores organizados das grandes equipes da Série A, sem dúvida alguma.

MENOS BANDIDOS E MAIS FAMÍLIAS NO FUTEBOL, caríssimas autoridades. A ordem é justamente a inversa da qual vocês estão estipulando.

Que tal a CBF e os clubes promoverem uma campanha para a próxima rodada, incentivando pais a levarem suas crianças com os rostos pintados?

558347_458286654212002_524486849_n

13882541_1285739521466707_5761901030518885731_n

– A criança de 9 anos que era um soldado do Estado Islâmico

A capa da Folha de São Paulo deste sábado é assustadora: Abdurrahman, de apenas 9 anos, sem braço e ex-combatente do ISIS. Ele treinou tiro com uma Ak-47!

Meu Deus… que mundo é esse?

Extraído de: Folha de São Paulo, 19/11, pg B2

IRAQUIANO DE 9 ANOS CONTA COMO FOI FREQUENTAR ‘ESCOLA’ DO ESTADO ISLÂMICO

Por Yan Boechat

O pequeno Abdurrahman parece ser mais jovem que os nove anos de idade que garante ter. Franzino, metido em uma calça uns três números maior, ele fica ainda mais frágil quando tenta mover o braço direito, amputado um pouco acima do pulso.

Abdurrahman perdeu a mão, segundo conta, há pouco mais de um mês, quando fugia com a família de uma batalha entre o Estado Islâmico e as forças iraquianas em um vilarejo a cerca de 50 quilômetros ao sul de Mossul.

“Eu nem estava correndo, estava andando e, de repente, houve um barulho. Um barulho muito alto”, conta, sempre com um leve sorriso no rosto. Um morteiro disparado pelos militantes do EI caiu ao seu lado. A mão e parte do braço ficaram despedaçados pelos estilhaços. Os ferimentos no peito não foram tão graves e já estão secos.

Os braços finos, a voz de criança e o sorriso leve escondem uma outra parte do passado recente desse fã de Messi e Cristiano Ronaldo.

Abdurrahman foi treinado pelo EI para matar. Teve aulas sobre como montar uma bomba improvisada, a segurar e a atirar com um AK-47 e, até, a maneira correta e mais eficiente de degolar uma pessoa. “Eu nunca fiz nada com ninguém, mas eles diziam que, se a gente não aprendesse, eles nos matariam. Então, eu aprendi”, conta, com naturalidade.

Sem a mão direita, Abdurrahman acha que não vai mais conseguir ser o cientista que um dia sonhou se tornar. Até a chegada do EI a essa região na margem ocidental do rio Tigre, há quase dois anos e meio, ele ia à escola.

“E eu era esperto, um bom aluno”, conta. “Gostava de estudar ciências, mas desde que o Daesh [acrônimo em árabe para o EI] chegou, paramos de ir para a escola.”

Abdurrahman diz que frequentou as aulas oferecidas pelos militantes do EI por apenas duas semanas. Ele, como seus pais, tem medo de ficar estigmatizado por ter vivido sob o domínio da milícia terrorista.

Muitas vezes os moradores dessas regiões preferem não contar que conviveram de forma até mesmo cordial e pacífica com os homens do EI. “Ele um dia me disse que estava com medo, e eu o impedi de voltar para lá”, diz seu pai, Abdulah.

Questionado sobre o que mais tinha medo na “escola” do EI, Abdurrahman deu uma resposta bastante condizente com sua idade: “Eu tinha medo da barba deles”.

Abdurrahman conta que jamais viu alguém ser morto diante de si. E que nunca precisou usar o que aprendeu. “Eles nos ensinavam a degolar as pessoas com livros. Eles mostravam figuras e nos diziam como deveríamos fazer, mas nunca fizemos”, conta o jovem, sentado no sofá da sala destinada às visitas de sua casa, na cidade de Qayyara.

Mas ele admite que aprendeu a preparar e instalar bombas verdadeiras, assim como a carregar e a atirar com rifles reais, como os AKs-47.

Torcedor do Real Madri, ele ainda sente dores no braço direito. O ferimento continua ali e tem sido tratado em uma clínica na cidade. Seu pai, no entanto, acha que o filho só vai superar o trauma que passou quando conseguir uma prótese. “O que será dele sem uma mão?”

Abdurrahman parece não se preocupar muito com isso agora. Quer ver o ferimento sarar para voltar a brincar. Quer voltar a jogar bola, principalmente. “Quero ensinar, dar aulas”, diz o jovem iraquiano. Ele ainda não sabe muito bem o que quer ensinar. Talvez seja árabe. E quer que crianças como ele possam aprender a ler.

“Enquanto elas não puderem, eu vou ler para elas”, diz Abdurrahman, sempre com um sorriso tímido, sempre com a fala tranquila, mesmo diante de tanta dor e de tanta incerteza.

COTIDIANO DE GUERRA

A história de Abdurrahman pode ser aterradora para ocidentais pouco afeitos às táticas do EI, mas é extremamente comum por aqui.

Estima-se que até 1 milhão de crianças tenham sido educadas em cursos como o que ele assistiu. Isso nos últimos dois anos e meio e apenas no Iraque. Muitas crianças como ele estão sendo usadas em Mossul, nesse momento, como homens bomba.

Há relatos de jovens de 10 anos, 12 anos, enfrentando as forças especiais iraquianas com AKs-47 nas mãos.

Os que fugiram vão levando consigo lições que provavelmente guardarão para toda a vida.

A ONU e outras agências humanitárias acreditam que apenas no entorno de Mossul vivam cerca de 600 mil crianças. Boa parte delas, dizem eles, acabará se tornando um refugiado.

O número de pessoas deslocadas pela ofensiva de Mossul já superou 60 mil, e as Nações Unidas acreditam que número possa superar 700 mil nas próximas semanas.

Enquanto a batalha pela retomada do bastião do auto-proclamado califado do EI continua, as crianças que não conseguiram fugir são as que mais sofrem.

Nos hospitais de campo, o número de menores de idade cresce diariamente. “E há muitos casos de crianças com problemas mentais e emocionais”, diz um médico que prefere não divulgar seu nome.

bomba.jpg

– Ser Paciente. Sempre!

Já vivenciou aqueles dias em que pessoas importantes do seu convívio te deixam de lado? Ou quando os amigos somem? Ou simplesmente quando nada dá certo? Ou, por fim, quando você é levado a não acreditar nas pessoas?

Pior: quando o mundo parece te trair e te decepcionar, te ofender e te desrespeitar.

Sabe o que se faz?

Nesses momentos, deve-se viver no propósito de São Francisco, e isso é algo muito difícil. Não esperar obrigado por qualquer coisa que se faça, mesmo sendo desprezado por ter feito o bem. Essa é a essência do Cristianismo: dar a outra face, mesmo que a gratidão não venha e surja uma maledicência.

É dessa forma que o mundo deve caminhar: na misericórdia, tolerância e amor. Teremos, se assim procedermos, uma sociedade melhor!

bomba.jpg

– Qayyara há 2 meses com céu negro e sem apoio do mundo desenvolvido!

Uma crueldade sem fim!

Felizmente, não vivemos uma guerra em nossos país (embora tenhamos tantos outros males). Mas só quem vive pode dizer o horror da guerra.

Um exemplo?

A pequena cidade de Quayyara, no Iraque, vive o drama de não ter, acredite, AR PURO e CÉU AZUL! Os terroristas do Estado Islâmico explodiram os poços de petróleo e a população não vê outra cor no infinito a não ser o preto. Treze mil habitantes vivem em meio a essa fumaça, intoxicando-se e com pouca ajuda há 2 MESES!

Que mundo é esse? Para o pobre povo interiorano iraquiano, é o fim dele…

bomba.jpg

– A onda de sequestros na região de Campinas voltou?

No começo da semana, terminou com a prisão de 3 bandidos o sequestro do empresário português Belarmino de Ascenção Marta, dono do Grupo Belarmino (Controlador da Rápido Luxo Campinas,  Ouro Verde, Caprioli, Lira, Bonavita, Vale do Tietê, Rápido Sumaré, Intersul, Avante, Transguarulhense, entre as principais), ocorrido há um mês no Posto Frango Assado em Louveira.

Dias atrás, um executivo de Jundiaí foi libertado de seu cativeiro. Há 15 dias, outro de Valinhos.

Que a Polícia consiga acabar com esses crimes, comuns no RJ e em SP na década de 90.

bomba.jpg

– Colômbia e o desacordo de paz

Ainda estou inconformado pelo fracasso da assinatura formal do acordo de paz do Governo colombiano e os terroristas da FARC.

Tantos esforços governamentais para que os bandidos, que se diziam guerrilheiros políticos e praticavam barbaridades contra os inocentes, pudessem ceder e assinar a paz, e… na hora do referendo popular a população votou CONTRA o acordo.

Ok, sabemos que só o povo da Colômbia sabe o que realmente os pobres passaram já que vivem a realidade. Mas, de longe, me parecia que este acordo – e não um desacordo – seria o melhor para todos!

bomba.jpg

– O mundo está realmente preocupado com o teste nuclear da Coreia do Norte?

Os norte-coreanos festejam o 5o e mais impressionante teste nuclear realizado por aquela ditadura. O evento chegou a promover um pequeno terremoto sentido na Coreia do Sul.

O que o mundo tem feito para promover a paz entre as duas Coreias? Kim Jong-un é maluco, um presidente autoritário que trata o povo como gado, na mais fechada nação comunista do planeta. Alguém duvida que ele pode promover uma guerra? 

bomba.jpg

– A tocante foto do garoto sírio resgatado nos escombros: o pobre Omram!

A sanguinária Guerra da Síria, nunca resolvida entre os lados envolvidos que preferem a violência do que a concórdia, fez mais uma imagem chocante: o menino de 5 anos socorrido embaixo de um prédio atingido por mísseis em Aleppo: Omran Daqneesh, sujo de sangue e de poeira.

As socorristas que o ajudaram fizeram o vídeo de seu resgate. Cenas fortíssimas, onde o menino (provavelmente em estado de choque), não fala e não chora.

Isso é uma guerra, promovida por malditos fanáticos e gananciosos. O mundo precisa de paz, pois inocentes como esse garotinho são as maiores vítimas.

bomba.jpg

– O sacrifício de um pai que perde o filho é mensurável ao de um batalhador que gera emprego e riquezas? Sobre Trump e Khizr Khan

A resposta a esta pergunta-título da postagem parece ser lógica, embora não seja para alguns. Se refere ao discurso emocionado de um pai paquistanês que perdeu o filho, que heroicamente serviu o exército dos EUA (morrendo por americanos). Para Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos e xenófobo, ele próprio, por ter se tornado um empreendedor rico e gerado empregos, está no mesmo patamar de sofrimento.

É mole?

Compartilho, em: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/08/o-discurso-de-um-pai-expoe-os-absurdos-propagados-por-trump.html

O VERDADEIRO SENTIDO DE SER AMERICANO

por Flávia Tavares

O discurso de um pai expõe os absurdos propagados por Trump

Humayun Khan estava no Iraque havia três meses. Aos 27 anos, chegara a Baquba, a cerca de 50 quilômetros ao norte de Bagdá, como capitão do Exército americano. Em tão pouco tempo, com sua postura conciliadora e aberta, conseguira engajar iraquianos a ajudar na patrulha da região em troca de US$ 5 por hora – uma proximidade com a população local almejada pelos senhores da guerra e só possível porque Khan era muçulmano. Na manhã de 8 de junho de 2004, ele se dirigiu a seu posto nos portões da base militar mais cedo que seus homens, como de hábito. À frente de um batalhão de apoio à infantaria, Khan era responsável pela manutenção e pela segurança da base. Quando um táxi alaranjado com dois homens a bordo se aproximou das grades, em alta velocidade, Khan ordenou que seus comandados se atirassem ao chão. Gesticulou com o braço estendido para que o motorista parasse. Caminhou dez passos em direção ao carro, que explodiu. Khan morreu na hora – e impediu ali um ataque contra centenas de soldados que tomavam café da manhã num galpão metros adiante. Aos 27 anos, o rapaz muçulmano, que migrara dos Emirados Árabes para os Estados Unidos com 2, sacrificava sua vida em nome do país que o acolheu. Em nome da liberdade e da democracia.

Foi para honrar esse rapaz que seu pai, Khizr Khan, subiu ao palco da convenção do Partido Democrata em Filadélfia, no dia 29 de julho. Naquela semana, Hillary Clinton se consagrou a candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos. Discursos como o da primeira-dama, Michelle Obama, aclamaram as virtudes que o país deve perseguir e manter, a despeito da truculência do adversário republicano, Donald Trump. Mas foi o senhor Khan quem esparramou diante dos eleitores americanos, por vezes cínicos e desinteressados, a dor que uma decisão equivocada, uma frase mal colocada, um arroubo de um governante podem infligir. O senhor Khan, um advogado formado em Harvard, lembrou que há consequências para desmandos. Muito frequentemente, essas consequências provocam chagas incuráveis. É por isso que o posto de presidente dos Estados Unidos, ou de qualquer país, não pode ser encarado como uma aventura pessoal, uma massagem de quatro a oito anos no ego de alguém.

Com o sotaque pesadíssimo de um paquistanês que se mudou para os Estados Unidos em 1980, e a voz vacilante de quem está com lágrimas represadas por todo o corpo, o senhor Khan discursou por pouco mais de seis minutos. “Donald Trump, você pede aos americanos que confiem a você seu futuro. Deixe-me perguntar: você ao menos leu a Constituição dos Estados Unidos?” Sacando um exemplar do bolso, Khan prosseguiu. “Eu posso te emprestar a minha cópia. Neste documento, procure as palavras ‘liberdade’ e ‘proteção igualitária da lei’.” O senhor Khan se referia à proposta insana de Trump de banir os muçulmanos do país. A essa altura, o público da convenção já o ovacionava. Mas o senhor Khan não havia terminado. Ainda se dirigindo a Trump, ele perguntou: “Você já esteve no cemitério de Arlington?”. É lá que Humayun está enterrado, no fim de uma fileira de lápides de mármore. Ele foi a 66a vítima da guerra do Iraque a ser sepultada ali. O senhor Khan intimou Trump. “Vá olhar os túmulos dos bravos patriotas que morreram defendendo a América. Você verá todas as fés, os gêneros e as etnias. Você não sacrificou nada nem ninguém.” Essa última frase, ao sair da boca de um pai enlutado, não é ofensiva. É uma retaliação a quem há meses fala cada vez mais alto o que quer, sem considerar as repercussões na vida das pessoas.

Trump reagiu como uma criança de 6 anos. Em uma entrevista à rede ABC, ele questionou, inicialmente, o fato de a mulher do senhor Khan, Ghazala, ter se mantido em silêncio a seu lado no palco. “Ela estava ali, ela não tinha nada a dizer, ela provavelmente – talvez ela não tivesse permissão para ter algo a dizer, você me diz”, disse Trump. Dias depois, a própria mãe de Humayun tinha algo a dizer. “Caminhando por aquele palco, com uma foto imensa de meu filho atrás de mim, eu mal pude me controlar. Que mãe poderia? Donald Trump tem filhos que ele ama. Ele realmente tem de se perguntar por que eu não falei nada?” Mais adiante, em entrevista, Trump retrucou o senhor Khan. Sem nenhuma alteração no tom de sua voz, Trump disse: “Eu sinto profundamente pela perda de seu filho, mas o senhor Khan, que não me conhece, não tem o direito de ir diante de milhões de pessoas e dizer que eu nunca li a Constituição, o que é falso, e dizer outras coisas imprecisas”. Bem, pela Constituição americana, o senhor Khan tem, sim, esse direito… Trump, então, concluiu sua reação com o malabarismo que melhor o define: o “salto triplo de ego carpado”. Sobre os sacrifícios que ele fez pelo país, Trump – dispensado de servir na Guerra do Vietnã por ter um esporão no calcanhar – respondeu assim: “Eu fiz muitos sacrifícios. Eu trabalho muito, muito. Eu criei milhares e milhares de empregos, dezenas de milhares, eu construí ótimas estruturas. Eu tenho um enorme sucesso. Acho que fiz muito”. Na mente de Donald Trump, ter sucesso é um sacrifício comparável a perder um filho.

As pesquisas ainda não apontam o efeito da controvérsia com os Khans na candidatura de Trump. É possível que ele tenha subestimado o fato de que há um sentimento que une todos os americanos, de ambos os partidos: o amor à guerra e aos guerreiros que lutam pelos Estados Unidos. Maldizer os pais de um herói de guerra pode ser o sacrilégio definitivo, depois de muitos outros. Em sua campanha, Trump já chamou os mexicanos de estupradores. Disse não respeitar John McCain, ex-candidato republicano herói e prisioneiro de guerra, porque verdadeiros heróis não se tornam prisioneiros. Mais recentemente, convidou o presidente russo, Vladimir Putin, a hackear e-mails de Hillary Clinton. A cada novo desatino alguém do partido reprovava seu tom. Mas nada realmente grave acontecia. E ele cresceu, cresceu, até se tornar o candidato incontornável. Depois que o próprio McCain e o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, desautorizaram a fala de Trump sobre os Khans, Obama cobrou: “A pergunta que eles têm de se fazer é ‘Se você está repetidamente tendo de dizer, em palavras fortes, que o que Trump disse é inaceitável, por que você ainda o está endossando? O que isso diz sobre o seu partido?’”. A aposta de analistas é que o eleitor indeciso vai questionar mais seriamente o temperamento de Trump daqui para a frente. Talvez tenha sido preciso que um pai que perdeu o filho derramasse sua dor publicamente para que os americanos percebessem isso.

bomba.jpg

– Estamos falidos socialmente?

Talvez estejamos próximos do final dos tempos. Viram a capa do Estadão de hoje?

Nela, há a manchete: “Estado Islâmico dá dicas na Web de como atacar no Rio“.

Se a outrora Cidade Maravilhosa já não vivesse com tantos problemas sociais, como a criminalidade dos traficantes de drogas e milicianos que agem da mesma forma coercitiva, agora o EI (ISIS) querendo tumultuar.

Quem lutará pela vida dos cariocas de bem e demais inocentes?

bomba.jpg

– Será que o aviso da Abin coibirá o Terrorismo?

Viram o cartaz de prevenção da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) contra possíveis terroristas?

Funcionará? Me recordo que os fanáticos do ISIS que explodiram o aeroporto turco eram exatamente o inverso comportamental desses relatos.

Eu acho pouco eficaz, mas… compartilho, abaixo: 

bomba.jpg

– Como é bom ter família!

Cada vez mais insisto: Família, Porto Seguro da Vida!

Após dois turnos de trabalho ontem, a tardezinha do domingo foi dedicada especialmente às garotas da minha vida: a esposa e a filhota. Andar de bicicleta foi nossa primeira atividade (de muitas que fizemos).

E não é que descobrimos uma “Árvore Coração“? Uma quaresmeira roxa com formato ímpar, trepada pela minha Marininha:

FullSizeRender_5

Depois disso, fizemos trilhas até a cachoeira do Rio Caxambuzinho, na divisa com Itupeva. E minha companheira-mirim aguentou o tranco. Estar no mato com os raios solares nos iluminado é muito bom!

IMG_4911

Em casa, muita bagunça rolando no gramado do jardim – e até nossa cadelinha pequinês entrou na farra e fez pose!

IMG_4952

Enfim, como é bom viver! Tudo isso me deu energia para esta semana que hoje começa.

Ah, sem esquecer: nosso vídeo da bagunça de ontem, em: https://www.youtube.com/watch?v=l5xeXvlGdzs

– O Alerta do Terrorista Sírio que poderia estar no Brasil

Deu no Estadão: a Cia Aérea Avianca soltou um alerta para que funcionários fiquem atentos a um ex-prisioneiro de Guantánamo, detido por terrorismo pelos EUA e que estava sob a custódia do Uruguai, pois o mesmo pode estar foragido no Brasil.

Em época de atentados terroristas nos EUA, Turquia, Bangladesh (neste sábado) e às vésperas da Olimpíada do Rio de Janeiro… fiquemos espertos!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/blogs/coluna-do-estadao/avianca-lanca-alerta-sobre-possivel-fuga-de-terrorista-sirio-para-o-brasil/

AVIANCA LANÇA ALERTA SOBRE POSSÍVEL FUGA DE TERRORISTA SÍRIO PARA O BRASIL

Por Andreza Matais e Luísa Martins

A companhia aérea Avianca disparou boletim interno alertando para possível fuga de um terrorista sírio para o Brasil. Jihad Ahmad Diyab é um ex-presidiário de Guantánamo e foi acolhido no Uruguai como refugiado, mas está foragido há cerca de duas semanas.

A Avianca confirmou para a Coluna do Estadão a veracidade do comunicado, afirmando que se trata de um procedimento habitual e que está disponível para colaborar com as autoridades.

O boletim, enviado por meio da Secretaria de Segurança da Avianca, solicita que, caso seja detectada a presença do sírio em território brasileiro, a Polícia Federal seja imediatamente comunicada. O alerta foi transmitido com base em informações recebidas pela companhia pela divisão de antiterrorismo da PF.

Jihad, de 34 anos, estaria usando um passaporte falso de origem marroquina, jordaniana ou síria. Sua identidade e passaporte originais, no entanto, são expedidos pelo Uruguai. Ele tem dificuldade de locomoção, usa muletas e não fala português, comunica a Avianca.

A Polícia Federal brasileira ainda não comentou o assunto.

bomba.jpg

– O real medo do terrorismo dos lobos solitários na Olimpíada do Brasil

Ismail, o Brasileiro. Esse é o “nome traduzido” de um lobo solitário (aquele que atua sozinho em um lugar a serviço do Isis) de Ismail Abdul Jabbar Al-Brazili.

Ele é o cidadão investigado por estar a serviço dos terroristas do Grupo Estado Islâmico para atentados durante a Rio-2016. Faz propaganda na Internet para arregimentar novos seguidores e doutrina jovens com a tradicional lavagem cerebral.

Não bastasse isso, Jihad Ahmad Deyab, segundo a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o perigoso terrorista internacional procurado nos quatro cantos do planeta, estaria em nosso país escondido. Maxime Hauchard, o “francês”, outro membro do ISIS, também já ameaçou.

O que fazer?

Nossas autoridades estão preparadas?

Os cidadãos de bem já sofrem com o terrorismo dos bandidos do crime organizado, dos larápios de colarinho branco de Brasília e agora com extremistas fanáticos religiosos…

O Esporte é para congregar os povos, nunca para dividir. E o perigo do terrorismo ultrapassou as carreiras sociais e esportivas, infelizmente.

bomba.jpg

– Amanhecer de Paz em 3 cliques!

Muitas vezes, somos convidados a refletir sobre os problemas da vida. E o estresse acaba por nos dominar. Dessa forma, buscar a endorfina eliminando a adrenalina se faz necessário. Assim, logo cedo fui suar. Olha a foto-incentivo:

bomba.jpg

Durante a corrida, vale meditar e pensa nas coisas do alto. Hoje, pedindo intercessão de Maria Santíssima, sob a invocação de Nossa Senhora da Esperança. Nossa foto-meditação:

bomba.jpg

Por fim, alongar pós-treino e curtindo o amanhecer. Que nosso dia seja como esse sol entre os fios: luz entre os emaranhados de problemas da nossa vida! Nossa foto-contemplação:

bomba.jpg

Que seja uma ótima sexta feira a todos nós, de paz e superação a todos!

– O Radicalismo levando o Terror em Orlando

Pavoroso o atentado terrorista na casa noturna Pulse, voltada ao público GLBT, que matou 50 pessoas e vitimou outras tantas em Orlando, na Flórida.

Pouco importa se era uma boate gay, uma igreja ou uma arena esportiva. Eram simplesmente PESSOAS, que foram mortas por um nova-iorquino chamado Omar Mateen, que se dizia admirador do grupo ISIS (os terroristas do Estado Islâmico).

Matar em nome de Alá? Qual Deus que manda matar seus filhos? Alá é o mesmo Iavé, Jeová, Senhor, Pai…

bomba.jpg

– Donald Trump e o Império do Poder Bélico

Enquanto Barack Obama visita a cidade japonesa de Hiroshima e pede para que o mundo abandone as armas nucleares, Donald Trump, o possível candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, declara em Bismark, na Dakota do Norte:

Quero que tenhamos o maior poderio militar da história”.

Que rumo o mundo tomará?

Sim, “o mundo”, pois as decisões dos americanos refletirão novos (bons ou ruins) caminhos para a humanidade.

bomba.jpg

– A Pureza das Crianças é nossa Inspiração

Colher flores do jardim e fazer uma cestinha perfumada. Quer algo mais puro e singelo?

Sorrir descompromissadamente. Viver, sonhar e brincar!

Ah… Deveríamos ser como a Jardineirazinha da foto, não? Simples e observadores das coisas que encantam.

– De novo um atentado terrorista?

Onde o mundo parará… novamente um atestado terrorista na Europa, agora na Bélgica. Nesta madrugada, as notícias traziam dezenas de mortos em uma explosão no Aeroporto de Bruxelas e em outros pontos.

Lamentavelmente, o fanatismo / extremismo cegam as pessoas e levam o caos à vida de inocentes.

bomba.jpg
bomba.jpg

– Missões Populares para as crianças!

Ótima iniciativa da Diocese de Jundiaí: as Paróquias Católicas estão realizando eventos para incentivar as Missões Populares. Na Paróquia São João Bosco, nesse final de semana, 80 crianças se reuniram para falar de Evangelização, família e solidariedade!

Ah se todas pudessem ter essa oportunidade… O mundo, certamente, seria melhor.

20160313044718

– Carnaval é festa ou é briga?

Não sou chegado em carnaval, mas respeito quem gosta. E vendo a apuração na TV… caramba!

Os caras se matam, os juízes incrivelmente DEIXAM de dar nota e a pancadaria rola solta.

Cadê o discurso “da comunidade”, do empenho do povo sofrido? Fica jogado para trás?

A gente de bem que faz o Carnaval acaba se misturando com os briguentos que não sabem perder. Sem contar com a desorganização que impera na Liga das Escolas de Samba.

Que feio o que foi visto no Anhembi. Quando se resolverá tudo isso?

Primeiro, tiraram a presença da torcida da apuração. Agora, tirarão os representantes?

bomba.jpg

– Homofobia ou Heterofobia?

Tempos atrás, uma confusão ocorreu em frente ao Mackenzie. Homossexuais reclamavam de homofobia e acabaram extrapolando contra o chanceler da instituição, Augustus Nicodemus (matéria retrada em Veja SP, edição de 01 de dezembro de 2010). 

Todos somos iguais perante Deus. Discriminação de qualquer forma é crime no Brasil. Até aí, sem discussões. 

A preocupação é: parece que aqueles que não concordam com a homossexualidade acabam sendo marginalizados. E aqueles que marginalizam não concordam com a heterossexualidade. 

Algo muito importante: defender o homossexualismo não é fazer apologia dele; praticá-lo não dá direito também de criticar o heteressexualismo

Independente da opção sexual, todos devem-se respeitar mutuamente. Nas “Cartas à Redação” da mesma Veja SP, na edição posterior, uma leitora escreveu acertadamente o que penso: 

HOMOFOBIA 

Gostaria de manifestar minha solidariedade ao chanceler Augustus Nicodemus, do Instituto Presbiteriano Mackenzie (“Confusão no Mackenzie”, 1º de dezembro). É importante salientar que a Constituição eleva à condição de direito fundamental a liberdade de consciência e de crença, mediante previsão no artigo 5º, inciso VI, que assim dispõe: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”. Ocorre que o Projeto de Lei nº 122/06 (Lei da Homofobia) criminaliza qualquer manifestação contrária ao homossexualismo. Ora, a “Bíblia Sagrada”, que é o fundamento das religiões mais praticadas no Brasil (catolicismo e protestantismo), faz diversas referências contrárias à prática do homossexualismo. Não significa dizer que se deva tolerar a discriminação de homossexuais, os quais, como todo ser humano, precisam ser respeitados. Porém, também não se podem cercear os direitos garantidos pela Constituição à liberdade de consciência e de culto, que, uma vez fundados na “Bíblia Sagrada”, não se coadunam com a homossexualidade. Ou será que o livro mais lido no mundo será tirado de circulação no Brasil, assim como se pretende fazer com as obras de Monteiro Lobato?
CLAUDIA RODRIGUES ALMEIDA

bomba.jpg

– A culpa é da cultura de quem?

O presidente do Irã acumula os cargos de líder civil e religioso, de acordo com a Teocracia lá imposta. O atual, Hasan Rowhani, esteve na França e foi recebido com pompa; afinal, foi comprar 118 aeronaves francesas para a Iran Air.

Nessas ocasiões, deve-se abrir “exceções” dos críticos, certo?

Para muitos, o negócio comercial supera as barreiras culturais. Mas uma gafe foi cometida: os muçulmanos não consomem bebidas alcoólicas e consideram isso um pecado, e as autoridades francesas convidaram Hasan para degustar vinhos em um evento realizado… em sua homenagem!

Aí não dá…

Melhor foi o encontro de Hasan Rowhani no Vaticano com o Papa Francisco. Na despedida, o Pontífice agradeceu sua visita e pediu para ele lutar contra o terrorismo. O clérigo iraniano, em resposta, disse: “Ore por mim, foi muito bom estar contigo”.

Será que é tão difícil promover a paz entre povos de culturas tão diferentes?

bomba.jpg

– Ecumenismo: A Mensagem de Paz e Tolerância Religiosa do Papa Francisco

Muito bacana e necessário: vejam o vídeo do Papa Francisco sobre respeitar as diversas crenças religiosas e rezar por um mundo melhor, independente da fé.

Em síntese: todos são filhos do mesmo Deus!

– Obama, Aspirinas e Armas

O presidente dos EUA Barack Obama já demonstrou preocupação por diversas vezes quanto aos assassinatos promovidos por desequilibrados com armas de fogo em colégios. E procurando medidas legais para o controle do porte de arma, disse, emocionado:

Se uma criança não pode abrir um frasco de aspirina, nós devemos assegurar que ela também não possa acionar o gatilho de uma arma.”

Cerca de 30.000 pessoas morrem por ano por causa de violência armada por civis nos Estados Unidos. É realmente muita coisa…

bomba.jpg

– Flores que aliviam a alma!

Dia (mais um) difícil de trabalho. A Economia do país não tem ajudado…

Para tirar o stress: flores! Especialmente as plantadas em nosso jardim.

Abaixo, uma de nossas bem cuidadas roseiras:

bomba.jpg

– Musical de Fim de Ano na Escola La Fontaine e a chegada do Papai Noel

Como não ficar feliz?

O emocionante vídeo do pessoal das crianças da Escola La Fontaine tocando flauta  e achegada do Papai Noel!

Tão simples, tão doce, tão inocente… Isso sim vale a pena na vida.

– Um mundo que precisa buscar Mansidão!

Abro o jornal e leio: conflito do ISIS, avião russo abatido na Turquia, corrupção na Política, Papai Noel roubando helicóptero no Campo de Marte…

Guerras, golpes, violência. As pessoas perderam a noção do correto? Cadê o respeito mútuo, o amor e a concórdia?

Precisamos ser mais tolerantes; perdoar, relevar, abdicar.

Uma tradição católica: o pedido de misericórdia pela invocação da Virgem Maria:

  • Ó Nossa Senhora da Piedade, rogai por nós a seu Filho Jesus. Que sua invocação ao Cristo seja também pelo mundo que se esquece de dar as mãos e seguir em paz!

bomba.jpg

– Fanatismo Cristão como do Estado Islâmico?

Em tempos de necessidade de tolerância social e religiosa, onde o Ecumenismo e o respeito aos diversos credos se fazem necessários, lamento assistir um vídeo da cantora gospel Ana Paula Valadão totalmente contrário a esses ideais.

Temos acompanhado o ódio a quem crê diferente proporcionado pelos terroristas do Estado Islâmico. O ISIS não admite cultura diversa (não necessariamente religiosa) do que pensa, e clama por eliminação dos que são diferentes, a não ser que os “pecadores” se convertam. Pois bem: nesse cansativo vídeo de 7 minutos, Ana Paula profetiza a queda da Igreja Católica e a “conversão” dos padres e seminaristas a Jesus. Ela dá a entender que os católicos são idólatras e pecadores (é o desfecho da sua fala). Mais: critica desrespeitosa e intolerantemente outras profissões de fé que não sejam a mesma do que a dela.

Quero crer que a cantora protagonizou um momento de infelicidade, e que ela teve apenas um “repente” de fanatismo radical, deturpando certas verdades. Vamos lá:

  1. Católico não é idolatra, ela está mal informada ou desconhece a fé dos outros. No Catolicismo, só existe um Deus (uno em essência, manifestado na Trindade Santa em pessoas): Pai, Filho e Espírito Santo. Nossa fé é cristológica, pois Jesus, o Filho Divino, remiu nossas culpas e é o único Salvador. Maria Santíssima e outros tantos homens e mulheres que ganharam a santidade não são adorados, mas venerados! Eles servem de modelo de fé para seguirmos Jesus.
  2. Imagens nas Igrejas são como Fotografias: apenas pedaços de gesso que respeitosamente nos trazem a lembrança de pessoas virtuosas. Uma estátua de Nossa Senhora é como uma foto de uma mãe que guardamos, por exemplo, no bolso.
  3. Respeitar a crença do próximo é exercício de cristandade e imposição da democracia. O próprio Jesus nunca violentou ninguém à conversão. Se alguém crê em outros deuses ou é de outra religião, que se respeite perante o Deus que nós acreditamos e perante também a Constituição do Brasil. Você tolerar a crença diversa do seu irmão não significa acreditar no que ele acredita, mas significa respeitar civilizadamente o seu próximo.
  4. Diante dessas considerações anteriores, seria interessante refletir: a cantora está evangelizando com sua música e seu discurso, ou promovendo uma competição religiosa, onde os perdedores devem se converter para tornarem-se co-vitoriosos?

O tom de guerra interreligioso, tristemente, lembra o que os extremistas muçulmanos estão fazendo e sendo criticados mundo afora: a Jihad (guerra santa).

O mundo – e em especial o Brasil – já tem muitos problemas a serem resolvidos, não precisando de mais um de radicalidade como esse. O interessante é que Jesus Cristo era radical no amor, no acolhimento, na misericórdia e na tolerância! Coisas não assistidas por aqui…

Uma pena! Cristãos católicos / coptas/ ortodoxos ou evangélicos, islâmicos xiitas ou sunitas, judeus, budistas, hinduístas, confucionistas, umbandistas, kardecistas, agnósticos ou ateus: quem quer que seja, deve ser respeitado pelas leis da Sociedade e da Fé – e deste convívio vive e sobrevive o mundo civilizado.

O vídeo está em: https://m.youtube.com/watch?v=_wFDuJWXdwg

– A Sandice do Mal via ISIS: a morte do líder do atentado na capital Francesa

Confirmou-se que o terrorista morto nos arredores de Saint-Denis, próximo a Paris, era o cabeça dos atentados na França. Um belga com nacionalidade marroquina chamado Abdelhamid Abaaoud, de apenas 27 anos, conhecido como Omar, o belga. Um ex-comerciante, empreendedor precoce, que houvera estudado em colégio católico e após se tornar muçulmano tentou 4 vezes outros golpes de violência.

Um líder importante na hierarquia do Estado Islâmico?

Nada disso. Só mais um jovem que teve a cabeça feita e se iludiu com promessas de recompensa pós-morte e/ou poder em vida… Os cabeças do terrorismo estão em suas fortalezas conquistadas à base de sangue de inocentes e convertidos.

Detalhe: a mulher-bomba que se explodiu um dia depois, era prima de Abaaoud, que passou de estudante universitária à guerrilha ao crer na existência de uma jihad contra o comportamento do Ocidente…

bomba.jpg

– O Medo da Bomba H

Leio na Galileu (reportagem de André Bernardo, pg 17, ed Out/2012) que 9 países tem a bomba atômica, e que juntas totalizam 19 mil armas. Um décimo delas dizimaria a população do planeta.

A mais letal delas é a B83, dos EUA, e que equivale a 692 bombas de Hiroshima!

Assustou? Eu também.

O homem é tão inteligente para fazer armas, estratégias de guerra… e a o mesmo tempo tão incompetente para vacinas contra o câncer, contra a AIDS…

Triste.

imgres.jpg

– #PrayForParis – Sobre os atentados na França

A cada nova notícia sobre os atentados terroristas que vitimaram centenas de pessoas em Paris, o mundo se assusta.

O modo covarde, o fanatismo religioso extremo, a intolerância e o ódio dessa gente maldosa impressiona.

Pessoas inocentes nos diversos pontos da França nem sequer puderam se defender. As fronteiras estão fechadas e o planeta assustado.

Há outro agravante: nesta onda imigratória de refugiados sírios, como garantir que militantes do ISIS não estejam ali infiltrados entrando na Europa?

A pergunta que se faz: se mata gratuitamente a troco de quê?

Meu Deus… e o pior é que usam um dos nomes dEle, Allah, como justificativa.

#jesuisparisien

#PrayForParis
bomba.jpg

Será que os terroristas foram motivados pelo assassinato de um dos seus chefes, o líder dos degoladores?

Sobre ele, abaixo, extraído de UOL.com:

De menino tímido a carrasco em decapitações: a trajetória do britânico ‘evaporado’ em ataque dos EUA

  • AP – 3.out.2014

Os Estados Unidos dizem estar “razoavelmente certos” de que um ataque na Síria teria matado o militante do grupo autodenominado “Estado Islâmico” conhecido como “John Jihadista”.

De acordo com o Pentágono, o ataque realizado por um drone (aeronave não tripulada) na quinta-feira em Raqqa foi “de rotina”, mas que será preciso algum tempo até “declarar formalmente que houve sucesso”.

Mohammed Emwazi, britânico nascido no Kuwait, ficou conhecido após aparecer em decapitações de reféns ocidentais e se tornou um dos homens mais procurados das autoridades do Ocidente.

O carrasco do”EI” era tido como um homem frio, calado e solitário, que não se misturava com os outros combatentes, segundo Abu Ayman, um desertor da milícia entrevistado pela BBC.

Questionado sobre o que seus colegas pensavam de Emwazi, Ayman afirmou que “alguns o amavam”.

“Alguns se juntaram ao ‘EI’ depois de assisti-lo e admirá-lo; tomam ele como um exemplo”, disse.

‘Problemas adolescentes’

Mohammed Emwazi nasceu no Kuwait em 1988 e foi para o Reino Unido em 1994, quando tinha seis anos de idade. Ele estudou na escola Quintin Kynaston Community Academy em St John’s Wood, no norte de Londres.

Jo Shuter, que era professora no colégio na época, disse à BBC que quando Emwazi chegou lá, aos 14 anos de idade, era um garoto tímido e com muitas responsabilidades fora da escola, já que era o mais velho de muitos irmãos.

Chamado de “Little Mo” (Pequeno Mo, em inglês) pelos colegas, Emwazi era descrito como um fã de futebol, dedicado à religião e com dificuldades de se aproximar das meninas. Segundo relatos na imprensa britânica, ele teria ouvido de uma colega, de quem gostava, que tinha mau hálito e sentiu-se humilhado.

“Ele tinha problemas de adolescente. Especialmente naquela idade, e particularmente para os meninos, é um momento em que os hormônios começam a falar mais alto. E ele sofreu bullying, algo com o que tivemos que lidar”, afirmou Shuter.

“Percebíamos que ele ficava muito irritado e demorava muito para se acalmar, então trabalhamos muito com ele para ajudá-lo a controlar a raiva e suas emoções. Pareceu funcionar. Ele respeitava muito o trabalho que fizemos com ele na escola.”

“Ele era um jovem esforçado e com sonhos, que foi para a universidade que queria. Não era uma preocupação para nós”, diz a professora.

‘Briguento e barulhento’

Emwazi se formou em computação na Universidade de Westminster em 2009 e, no mesmo ano, chamou a atenção do MI5, o órgão de inteligência britânico, que monitorava suspeitos de extremismo ligados a combatentes estrangeiros que se juntavam ao Al-Shabab, braço da Al-Qaeda na Somália.

Usando o nome Muhammad ibn Muazzam, ele tinha ido para a Tanzânia com outro britânico, conhecido como “Abu Talib” e um terceiro homem, um alemão convertido ao islamismo chamado “Omar”.

Ao voltarem, eles foram interrogados e deportados por mau comportamento, segundo um policial do aeroporto.

O policial afirmou que Emwazi “trouxe caos ao aeroporto”, foi “briguento e barulhento” e se comportou “como se tivesse alcoolizado”.

O britânico disse depois ao Cage – um grupo ativista de direitos das comunidades impactadas pela Guerra ao Terror – que foi ameaçado com uma arma e torturado. As autoridades negam.

Apesar da confusão, Emwazi não foi acusado de nenhum crime. Mas o MI5 acreditava que sua viagem com amigos não havia sido apenas de férias.

Ele já era associado, segundo as autoridades, a uma série de suspeitos de jihadismo cuja movimentação ao redor do mundo a inteligência britânica monitorava.

Vida no Kuwait

Entre o final de 2009 e o início de 2010, Mohammed Emwazi voltou para o Kuwait para viver com a família de seu pai e, segundo relatos, buscar uma nova vida no Oriente Médio. Sua família é de beduínos – um grupo marginalizado na sociedade local.

Ele buscava um emprego em computação e, segundo o funcionário do Cage Asim Qureshi, planejava se casar e ter uma vida estável.

O rapaz passou três meses trabalhando como vendedor de serviços de TI antes de dizer a sua família que iria visitar o Reino Unido. Mas, depois dessa viagem, ele nunca mais conseguiu regressar ao Kuwait.

De acordo com o Cage, ele foi detido por seis horas no aeroporto de Heathrow e impedido de voltar ao país. Depois, afirmou que apanhou de um oficial de segurança.

O grupo diz que Emwazi ficou desesperado para sair do Reino Unido nos meses seguintes e, em 2013, mudou seu nome para Mohammed Al-Ayan e tentou novamente, sem sucesso.

Em agosto daquele ano, seus pais foram à polícia e o deram como desaparecido. Quatro meses depois, a polícia teria dito à família que ele estava na Síria.

Não se sabe exatamente quando o britânico chegou à zona de guerra síria, mas ainda em 2013 ele foi localizado em Idlib, ajudando a vigiar reféns ocidentais.

Vídeos

Em agosto de 2014, ele apareceu mascarado no vídeo que mostra o assassinato do jornalista americano James Foley e, nos meses seguintes, em vídeos semelhantes mostrando as execuções dos reféns Steve Sotloff, David Haines e Alan Henning.

Em nenhum destes vídeos fica claro se é o homem mascarado que mata as vítimas ou se é outra pessoa não mostrada pela câmera.

Mas em novembro de 2014, já conhecido como “John Jihadista”, ele aparece em mais um vídeo de execução e, desta vez, parece estar realmente matando um oficial do exército sírio. Ele também apareceu ao lado da cabeça decapitada do americano Peter Abdulrahman Kassig.

Dois meses mais tarde, em janeiro de 2015, Emwazi aparece matando o refém japonês Kenji Goto. Essa foi sua última aparição.

De acordo com o especialista de segurança da BBC Frank Gardner, ele havia se tornado um dos principais alvos das agências de inteligência americana e britânica, mesmo que não esteja comprovado que ele tivesse nenhum papel militar dentro do “EI”.

“Depois que sua identidade foi revelada em fevereiro, Emwazi ficou a maior parte do tempo afastado dos holofotes, tomando cuidado especial para não deixar pistas digitais sobre sua localização”, disse Gardner.

Mas o GCHQ, sede das comunicações do governo britânico, fez grandes esforços para interceptar e decifrar quaisquer mensagens criptografadas que pudessem revelar onde ele ou seus associados estavam.

– A garota icônica do Vietnã, Kim Phuc, com 9 e com 52 anos!

Está na FSP de hoje: a inesquecível menina vitima do NAPALM, fotografada na Guerra do Vietnã, tem hoje 52 anos e ainda trata as cicatrizes da dor que sofreu!

Abaixo:

ÍCONE DA GUERRA DO VIETNÃ, VÍTIMA DE NAPALM AMENIZA DOR COM LASER

Símbolo vivo do horror da guerra do Vietnã, Kim Phuc ficou conhecida em todo o mundo como a menina fotografada em prantos, correndo com o corpo queimado, após ser vítima de um ataque do Vietnã do Sul com agente napalm (gel pegajoso e incendiário) em 1972. Mais de quatro décadas depois, ela encontrou uma nova chance de curar suas cicatrizes –ao menos as visíveis.

Com 52 anos, Phuc começou um tratamento a laser em Miami (EUA) que, segundo os médicos responsáveis, vão suavizar as dores do corpo e o tecido cicatrizado que toma seu braço esquerdo, o pescoço e as costas.

“Por anos eu achei que só não teria cicatrizes e dores quando chegasse ao céu. Agora, o céu está na Terra para mim”, disse ela, que hoje mora no Canadá com o marido e dois filhos.

O napalm gruda na pele, fazendo com que suas vítimas não consigam escapar do calor, como num incêndio normal. Segundo os médicos que hoje tratam de Phuc, o fogo no corpo dela destruiu a pele até a camada de colágeno, deixando cicatrizes cuja espessura é de quatro vezes a da pele normal. Seus movimentos ficaram limitados. Numa escala de zero a dez, ela dá dez para a dor que sente.

Os lasers usados para tratar Phuc foram originalmente desenvolvidos para suavizar rugas, conta Jill Waibel, dermatologista que atende a vietnamita. Após a aplicação de sedativos na paciente, os raios aquecem a pele ao ponto de vaporizar o tecido cicatrizado, deixando buracos microscópicos para a absorção de medicamentos que estimulam a produção de colágeno.

Pode parecer agressivo, mas não para Phuc, que passou por tratamentos bem mais dolorosos quando mais nova.

“Isso foi leve, fácil”, disse após uma aplicação.

Segundo Waibel, o tratamento deverá ter sete sessões ao longo de oito ou nove meses. “Talvez leve um ano”, conta Phuc, já de volta ao Canadá. “Mas estou muito animada e grata.” (Com AP)

bomba.jpg
bomba.jpg