– Coréia do Norte Simula Ataque Virtual aos EUA!

O mundo parece estar perdendo o senso de paz. Contraditoriamente a mensagem do papa Francisco, alguns líderes incentivam a Guerra.

Agora, foi a vez da Coréia do Norte (de novo) desafiar os EUA para uma guerra. E o fazem abusadamente: vejam esse vídeo do Governo onde eles fazem montagens sobre pontos a serem atacados e como ficarão.

Clique em: http://is.gd/RqPefe

Ridículos…

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– Quaresma: tempo de Conversão Diária!

Quaresma: a conversão (que deve ser diária na vida de qualquer pessoa, independente da crença – e em busca de um mundo melhor) se intensifica nesse tempo. Em casa, no trabalho, em trânsito ou onde estiver, medite mais; ore; reze…

Busque a paz e a harmonia, o amor ao próximo, e… SEJA FELIZ!

Boa 6a feira aos amigos.

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– Dor de Um Pai que não tem Preço

No final do ano passado, um episódio lamentável aconteceu em Jundiaí: uma menininha de 5 anos morreu no hospital, e o pai foi acusado de estupro dela.

Confesso que evito ler e falar sobre tais notícias, pois são chocantes e horrendas. Mas me recordo também que o bom jornalista Rafael Santos, na Rádio Cidade, em seu boletim policial tomou todos os cuidados possíveis e imagináveis quando divulgou a notícia. Deixou no ar que “não era bem assim…”.

Não consigo acreditar que um pai faria isso a sua própria filha. Sei lá, talvez puritanismo demais ou por ser pai de menina pequena também.

E não é que o coitado do pai é inocente, comprovadamente?

Leio nos jornais que o IML divulgou que a menina não foi estuprada, mas que a dilatação que apresentava foi fruto dos medicamentos.

Como é que fica o pai, que além de perder a filha, foi acusado pela morte dela?

E o imbecil que acusou o pobre pai?

Que Deus console esse pai, e perdoe o cara que inventou essa maldita culpa.

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– Um Mundo sob Ameaça da Bomba Atômica

Leio na Galileu (reportagem de André Bernardo, pg 17, ed Out/2012) que 9 países tem a bomba atômica, e que juntas totalizam 19 mil armas. Um décimo delas dizimaria a população do planeta.

A mais letal delas é a B83, dos EUA, e que equivale a 692 bombas de Hiroshima!

Assustou? Eu também.

O homem é tão inteligente para fazer armas, estratégias de guerra… e a o mesmo tempo tão incompetente para vacinas contra o câncer, contra a AIDS…

Triste.

– Israel e Palestina: a Insistente Guerra sem Diálogo

Após Israel matar o líder do Hammas, os palestinos revidaram com mísseis sobre Tel-Aviv.

Esse roteiro de ataque e contra-ataque entre os povos judeus e palestinos não cansou?

Quando usaram o diálogo?

Quando realmente se sentaram para discutir a paz, e não um cessar-fogo com tempo limitado?

Sabemos que a pendenga vem dos tempos bíblicos, pois todos se acham donos da terra, mas chegará um momento (se é que já não chegou) que a coisa se tornará insustentável. Que tal a concórdia urgente?

– A União Européia recebe o Prêmio Nobel da Paz. Justo?

Em 2012, o Nobel da Paz foi para a União Européia pela “luta pela paz no continente”.

Será que é justo?

A UE lutou mais pela promoção da paz do que o restante do mundo?

Sei não… Pessoas de bem como dona Zilda Arns nunca ganharam a honraria. E, pasmem, até Hittler já foi indicado ao prêmio!

Que nome lhe vem a cabeça para levar a premiação, caso pudesse votar?

– A 3a Guerra Mundial quase Aconteceu em…

Na Revista Veja dessa semana, ed 10/10/2012, pg 118-120, uma interessantíssima matéria sobre a crise dos mísseis de Cuba, quando EUA e URSS por pouco não travaram uma Guerra Nuclear. A expectativa é que se o conflito acontecesse, as consequências seriam apocalípticas!

Sabem por que a Guerra não aconteceu? A resposta está na matéria abaixo:

HÁ 50 ANOS, CRISE DOS MÍSSEIS EM CUBA QUASE DETONOU UMA GUERRA NUCLEAR

por Duda Teixeira, Nathalia Watkins e Tamara Fisch

a maneira como seu governo resolveu a crise serve de lição a todos os presidentes dos EUA desde então

O PESO DA DECISÃO – John Kennedy no Salão Oval da Casa Branca, em 1962: a maneira como seu governo resolveu a crise serve de lição a todos os presidentes dos EUA desde então  (NBC/Getty Images)

As 7 horas da noite de 22 de outubro de 1962, a história aproximou-se do precipício. Em um pronunciamento na televisão, o presidente americano John Fitzgerald Kennedy anunciou que os soviéticos haviam instalado mísseis nucleares em Cuba. O flagrante fora obtido por um avião espião U-2 no dia 14 daquele mês. Era uma ameaça inaceitável, cujo agravamento Kennedy tentou conter com um bloqueio naval a Cuba. Na matemática da Guerra Fria, acreditava-se que a reação a um ataque só teria efeito se fosse imediata. Por isso, o governo americano elevou o nível do alerta nuclear para DEFCON 2, o que, entre outras medidas, fez decolar de suas bases na Europa os aviões B-52 carregados com bombas nucleares e com a proa para Moscou. O mundo nunca esteve tão perto da hecatombe nuclear. Kennedy disse aos membros do seu gabinete de crise que o risco de isso ocorrer chegara a um em três. O impasse durou treze dias, ao fim dos quais as duas superpotências inimigas conseguiram contornar os chamados às armas por meio da diplomacia. Para desilusão dos líderes cubanos, ansiosos por iniciar uma guerra nuclear, Kennedy e o líder soviético Nikita Kruschev chegaram a um acordo. Os russos retiraram as armas da ilha e os americanos se comprometeram a não invadir Cuba e a desmantelar seus mísseis (obsoletos) na Turquia. O episódio teve como saldo a renovação da fórmula de contenção mútua. Três décadas mais tarde, a União Soviética se desintegrou, vítima dos próprios fracassos internos e não de um ataque nuclear externo.

Bettmann/Corbis/Latinstock e Mavi archive

a instalação do arsenal atômico foi iniciativa dos soviéticos, que tentaram disfarçar a empreitada

O PERIGO TOMOU CORPO – Nikita Kruschev com o cubano Fidel Castro, em 1960 (à esq); foto feita por avião americano mostra o navio Kasimov levando peças de bombardeiros IL-28 a Cuba, em setembro de 1962; e alguns dos 43 000 soldados soviéticos que desembarcaram marchando na ilha com roupas civis: a instalação do arsenal atômico foi iniciativa dos soviéticos, que tentaram disfarçar a empreitada

Os mísseis foram instalados em Cuba para coibir uma invasão americana
MITO – Embora essa tenha sido a desculpa usada, as razões foram outras. Os historiadores descobriram recentemente que a ideia de instalar as armas nucleares na ilha foi dos soviéticos, não dos cubanos. A União Soviética buscava um equilíbrio militar em relação aos Estados Unidos. Os mísseis intercontinentais americanos, capazes de atingir a União Soviética, tinham o triplo do poder destrutivo dos similares dos rivais. O arsenal de médio alcance instalado a 230 quilômetros da Flórida poderia reduzir essa desvantagem. Fidel Castro só aceitou a proposta depois de muita insistência. “Não para aprimorar nossa defesa, mas primordialmente para fortalecer o socialismo no plano internacional”, disse Castro.

Os soviéticos fingiam que os mísseis eram árvores
VERDADE –
O plano era anunciar a existência do arsenal no fim de 1962. Para esconderem o projeto, alguns militares soviéticos desembarcaram em Havana vestindo camisas coloridas. Queriam ser confundidos com turistas. Do porto, porém, saíam marchando em filas, tornando o disfarce inócuo. As armas começaram a ser camufladas, com folhas, só depois que os americanos já sabiam de sua existência. Os soviéticos achavam que podiam fazer com que os mísseis de 22 metros de comprimento fossem confundidos com palmeiras. Não deu certo.

Ao decidir não atacar a ilha, Kennedy evitou um conflito nuclear
VERDADE –
Ao ver as fotos aéreas das instalações de mísseis em Cuba, John Kennedy ouviu de seus conselheiros que tinha duas alternativas. A primeira, apoiada pela maioria dos membros do Comitê Executivo do Conselho Nacional de Defesa (ExComm), era invadir a ilha e destruir o arsenal soviético. O secretário de Defesa, Robert McNamara, se opunha ao ataque. A segunda opção era conformar-se com a existência de um arsenal atômico inimigo no quintal de casa. Kennedy criou uma terceira via. Ele abriu espaço para negociar com os russos, mas com um prazo bem definido. Paralelamente, por sugestão do procurador-geral Robert Kennedy, seu irmão, ordenou um bloqueio naval. Todos os barcos que se aproximassem da ilha seriam vistoriados. Com a medida, catorze navios com armas retornaram à União Soviética. Kennedy definiu que, se as bombas já em solo cubano não fossem retiradas até 28 de outubro, um ataque ocorreria nas 48 horas seguintes. Os soviéticos respeitaram o ultimato. Em troca receberam o compromisso público de Kennedy de não interferir em Cuba e a promessa, mantida em segredo, de retirar os mísseis americanos instalados na Turquia. Se Kennedy tivesse acatado a primeira recomendação de seus conselheiros, os oficiais soviéticos em Cuba teriam revidado com mísseis táticos nucleares, pois não precisavam de autorização de Moscou para dispará-los no caso de uma invasão.

Walter Sanders/Getty Images, Corbis/Latinstock e AP

a aprovação do presidente subiu de 63% para 74% após o fim da ameaça em Cuba

AMEAÇA NO AR – Abrigo nuclear para uma família de cinco pessoas, à esquerda; Kennedy em frente aos lançadores de mísseis Honest John, em Fort Stewart, na Geórgia; e protesto de mulheres pela paz, em Nova York: a aprovação do presidente subiu de 63% para 74% após o fim da ameaça em Cuba

O mundo esteve à beira da destruição
VERDADE –
Em 1963, John Kennedy contou em um discurso o que aconteceria se houvesse um conflito nuclear. “Poderia matar 300 milhões de americanos, europeus e russos, assim como inúmeros outros. Os sobreviventes, como disse o presidente Kruschev, invejariam os mortos. Pois eles herdariam um mundo devastado por explosões, veneno e fogo, cujos horrores hoje nem sequer somos capazes de imaginar.” Segundo a teoria do “inverno nuclear”, criada nos anos 1980, as explosões levantariam nuvens de poeira e material radioativo. O material bloquearia a luz do sol e poderia causar a extinção da vida no planeta.

Já no fim do impasse, Fidel propôs disparar os mísseis contra os EUA
VERDADE –
Em 26 de outubro, Kruschev enviou uma carta a Kennedy cogitando retirar os mísseis. No mesmo dia, Fidel enviou uma mensagem ao soviético em que sugeria duas saídas para a crise, nenhuma delas pacífica. “A primeira e mais provável é um ataque aéreo contra certos objetivos, com a missão limitada de destruí-los. A segunda, menos provável mas possível, é uma invasão completa (dos Estados Unidos).”

Che Guevara queria se salvar, abandonando os cubanos à própria sorte
VERDADE –
Para o argentino, os cubanos estavam dispostos a morrer pelo socialismo. “É o exemplo tremendo de um povo disposto ao autossacrifício nuclear, para que suas cinzas sirvam de alicerce para uma nova sociedade”, disse Che. Ele e os demais membros do governo, no entanto, planejavam se abrigar em bunkers instalados na embaixada soviética, na casa de Fidel Castro e em uma caverna perto de Havana.

Ralph Crane/Getty Images e AFP

MEDO E SACRIFÍCIO - Americanos assistem ao discurso em que o presidente John Kennedy anuncia a existência de mÃsseis nucleares em Cuba, em 1962 (à esq.), e a primeira-dama Jackie com o filho John Jr. Ela não queria ser levada para um lugar seguro com os filhos sem o marido

MEDO E SACRIFÍCIO – Americanos assistem ao discurso em que o presidente John Kennedy anuncia a existência de mísseis nucleares em Cuba, em 1962 (à esq.), e a primeira-dama Jackie com o filho John Jr. Ela não queria ser levada para um lugar seguro com os filhos sem o marido

Jacqueline Kennedy ofereceu-se para morrer ao lado do marido
VERDADE –
Quando descobriu que os soviéticos instalavam mísseis em Cuba, a primeira-dama americana implorou ao presidente que não a mandasse para um lugar seguro. “Eu quero morrer com você, e as crianças também”, disse ela.

O governo brasileiro ajudou a negociar uma saída para o impasse
MITO –
Kennedy de fato solicitou ao presidente João Goulart que conversasse com Fidel. Em 25 de outubro, porém, dias após ter votado a favor do bloqueio naval contra Cuba na Organização dos Estados Americanos (OEA), o governo brasileiro deu um passo atrás. Jango pediu garantias aos americanos de que não invadiriam a ilha e se declarou publicamente contra as sanções. Leonel Brizola, cunhado de Jango, eleito deputado pelo estado da Guanabara, disse que as fotos feitas pelos aviões U-2 eram falsas e fez discursos raivosos contra os Estados Unidos. No fim, Kennedy e Kruschev se entenderam sem precisar da ajuda brasileira.

Depois da crise, a Casa Branca e o Kremlin instalaram o “telefone vermelho”, uma linha direta entre os presidentes das duas potências, para facilitar a solução de impasses futuros
EM TERMOS –
A lentidão nas comunicações ficou evidente ao longo de outubro de 1962. Para falar com Kruschev, o presidente americano enviava mensagens ao embaixador soviético em Washington por meio de seu irmão Bob Kennedy. As mensagens eram codificadas e enviadas a Moscou por telegrama. Quando precisavam agilizar o processo, os líderes dos dois países faziam discursos nas rádios com recados para os rivais. Depois do impasse em Cuba, americanos e soviéticos começaram a usar o teletipo, um precursor dos aparelhos de fax. A linha telefônica direta e exclusiva foi utilizada somente a partir dos anos 70. Foi por meio dela que o presidente russo Vladimir Putin se tornou o primeiro chefe de estado a expressar condolências a George W. Bush pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Sabe-se mais sobre os bastidores da crise nos EUA do que na União Soviética
VERDADE –
Por um ano e quatro meses, as reuniões no Salão Oval e no gabinete da Casa Branca, além de conversas telefônicas, foram gravadas a pedido de John Kennedy. Os equipamentos ficavam no porão da Casa Branca e o presidente os ligava ou desligava por meio de botões escondidos nas duas salas. Ao todo, 248 horas de conversas foram gravadas desde julho de 1962. O conteúdo dos arquivos passou a ser revelado a partir de 1993. No mês passado, um livro do historiador Ted Widmer revelou as últimas 45 horas de gravações. Do lado dos russos, há relatos esparsos de oficiais que participaram de encontros na União Soviética com os cubanos, algumas cartas, telegramas e memorandos de reuniões.

Especialistas consultados: Christian Ostermann (Centro Wilson), Robert Jervis (Universidade Colúmbia), Timothy J. McKeown (Universidade da Carolina do Norte), Graham Allison (Universidade Harvard), Konstantin Khudoley (Universidade de São Petersburgo), Boris Martynov (Universidade de Relações Internacionais de Moscou), Boris Shiriaev (Universidade Estadual de São Petersburgo), Bruno Borges (PUC-Rio), o historiador Chris Pocock e Sarah Lichtman (Faculdade Parsons).

– Corrida de Rua “Caminhadas de Abraão”: Judeus + Cristão + Islâmicos

William Ury é antropólogo e professor em Harvard. Especialista em “Negociações de Paz”, ele criou uma ONG chamada “Caminhada de Abraão”, e que hoje promove uma corrida de rua em São Paulo.

A entidade promove a integração das 3 grandes religiões mundiais: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo, através de provas de pedestrianismo, usando o nome de Abraão, personagem que está presente com grande importância na Bíblia cristã, na Torá judaica e no Alcorão muçulmano.

Para ele, a prova de hoje no Brasil (em São Paulo) é uma das mais simbólicas, pois, talvez, seja um dos poucos lugares do mundo onde as 3 religiões convivem pacificamente.

De fato, isso é uma grande verdade! Felizmente…

– A Gafe Americana nas Eleições

Mitt Romney, candidato republicano à Presidência dos EUA, foi extremamente infeliz. Declarou informalmente a amigos num jantar que:

47% dos eleitores votarão no presidente, haja o que houver. Essas pessoas dependem do governo, acreditam ser vítimas e acham que o governo tem a responsabilidade de cuidar delas. São pessoas que não pagam Imposto de Renda. Meu trabalho não é me preocupar com essas pessoas”.

Tal declaração traz claros prejuízos a qualquer candidato. Porém, somada a ela, houve críticas ao processo de paz no Oriente Médio, incluindo até mesmo o questionamento ao papel de Jimmy Carter, o ex-presidente americano que tentou intermediar acordos por lá.

Tudo passaria batido se as pessoas que ali estavam reunidas não revelassem. Porém, estava no jantar James Carter IV, neto do democrata Jimmy Carter, citado negativamente.

Ao ouvir as queixas contra seu Jimmy, não teve dúvida. Filmou tudo e colocou na rede.

Depois dos republicanos procurarem descobrir quem vazou as polêmicas pela Web, o próprio James disse:

Fui que publiquei tudo, não gosto que falem mal do meu avô”.

É isso que dá falar coisa que não deve… Certamente Mitt Romney perderá votos.

– Até Quando Haverá Recordações?

Todo dia 11 de setembro, relembra-se dos atentados terroristas nos EUA. Por mais que queiramos evitar lembranças, elas serão inevitáveis. E nesta data, vale refletir: mentes doentias não tem limites. O que Bin Laden queria com a morte de tantos inocentes?

Os dirigentes terroristas promovem a guerra, mas se escondem dela através de seus soldados.

Infelizmente, tal trauma permanecerá eternalmente na mente dos americanos.

– Lembremo-nos de Madre Teresa neste dia!

Hoje, 26 de agosto, é aniversário da bondosa e inesquecível Madre Teresa de Calcutá. Considerada por alguns a missionária do século XX, fundou a congregação Missionárias da Caridade, tornando-se conhecida ainda em vida pelo cognome de Santa das Sarjetas. O reconhecimento do mundo pelo seu trabalho concretizou-se com o Prêmio Templeton, em 1973, e com o Nobel da Paz, no dia 17 de outubro de 1979. Morreu em 1997 aos 87 anos, de ataque cardíaco, quando preparava um serviço religioso em memória da Princesa Diana de Gales, sua grande amiga, que faleceu num acidente de automóvel em Paris. Tratado como um funeral de Estado, vários foram os representantes do mundo que quiseram estar presentes para prestar a sua homenagem. As televisões do mundo inteiro transmitiram ao vivo durante uma semana, os milhões que queriam vê-la no estádio Netaji. No dia 19 de outubro de 2003, o Papa João Paulo II beatificou Madre Teresa. Se estivesse viva, estaria completando 102 anos. Parabéns!

(extraído do Facebook de Antonio Afif, compartilhado)

– R$ 30,00: O Preço de Uma Vida na Síria

Para alguns, a vida não vale nada. Todos nós vemos a guerra civil que está ocorrendo na Síria. E, devido ao noticiário dos Jogos Olímpicos e Mensalão, nós, brasileiros, deixamos um pouco de lado as manchetes do Oriente Médio.

Enquanto isso, leio que lá em Aleppo, norte da Síria, foi preso o shabiha Ali Hussein Mawas.

Sabe o que é um shabiha? É um matador de aluguel, que cobra 1000 libras sírias por cabeça morta. Em reais: 30,00.

É o valor que alguns dão por uma vida lá… Será que por aqui não temos também matadores de aluguel?

Infelizmente, sim.

– Síria e Irã: os calcanhares de Aquiles dos EUA

A Síria tem feito barbaridades com a população local em meio a guerra civil. O Irã, costumeiro em se militarizar.

Nos EUA, a campanha eleitoral corre solta, e há muita pressão dos adversários de Obama para que ele tome providências. Porém, nada pode ser feito contra a Síria, pois a Rússia veta qualquer medida na ONU (A Síria é um dos países com grande número de russos em seu território, devido a cooperações do tempo da URSS), e o Irã ameaça bloquear um estreito pérsico que dá acesso ao transporte de petróleo.

O que fazer?

Tomara que a solução não seja a guerra.

– Desnecessária Incitação às Críticas Pesadas…

Veja que coisa de doido: o Conselho Islâmico-Americano conseguiu mudar um treinamento dos fuzileiros norte-americanos.

Sabe qual era?

Os militares praticavam treinamento de tiro com o alvo sendo um manequim de mulher islâmica!

Pra quê isso? Não era mais fácil colocar um boneco assexuado e sem motivos religiosos?

Falta absurda de bom senso… parece que procuravam motivos para serem criticados. Ninguém achou inapropriada essa caracterização antes?

– Triste Mundo: Os Enforcamentos Iranianos

Coisas assustadoras: a Folha de São Paulo traz na capa de hoje guindastes que içam os enforcados do Irã. Veja:

Deprimente… é esse mundo que se diz civilizado? Como prover a paz? Com o ódio e a guerra?

– Conflito Sírio: a quem não interessa?

A Paz no Mundo é um tema de interesse mundial. Dependendo da nação, há intervenção da ONU e de outros países. Quando desinteressa, dão de ombros!

É o caso da Síria. Há muito tempo inocentes vem morrendo nas mãos do ditador Bashar Assad; valas com ossadas são comuns e muito sangue pingando nas ruas.

Diariamente, vemos fotos de mães com criancinhas vitimadas que surgem lá. Que culpas elas tem do ódio e da ganância dos seus dirigentes?

A sociedade deveria urgentemente clamar por providências. Mas tal imbróglio não interessa às nações ricas…

– Se Deus é Amor, porque Fraquejamos?

No último domingo, escutamos na Liturgia que “Deus é amor; e todo aquele que ama, nasceu de Deus”.

Se pararmos para pensar, somos convidarmos a refletir: Por que vacilamos em dizer que amamos então?
Ao invés de vivermos num mundo de desamor, materialismo e competição,
que tal optarmos pela concórdia, união e paz?

– Se Deus é Pai, Quem Não é Nosso Irmão?

Leio que no Bahrein, sunitas e xiitas brigam pelo poder. E todos são árabes…

Aliás, infelizmente, vemos diversas lutas que buscam sobrepujanças de uma religião sobre outra, e estas nunca são promovidas pelas religiões, mas por fanáticos em si. O Cristianismo, o Islamismo ou o Judaísmo buscam a paz, e todas num único Deus, chamando-o de vários nomes: Pai, Criador, Senhor, Alá, Jeová, Iavé…

Se todos somos filhos de um mesmo Deus, como ainda não conseguimos enxergar no próximo a figura do irmão?

– Quando a Luta é pela Sobrevivência

Leio no Twitter do jornalista Jamil Chade:

DIRETO DA ONU: Situação na Síria é tão grave que mais de mil pessoas migram para o Iraque, país que também vive guerra há anos.

Já imaginou o estado de desespero do cidadão que considera o Iraque um lugar seguro para se viver? E ninguém toma providências…

– Infeliz Intolerância em Plena Época de Paz

Há certas coisas que são indevidas. Por exemplo: em plena época da Páscoa Judaica, o escritor Gunter Grass, Prêmio Nobel de Literatura, escreveu um poema criticando Israel na questão nuclear do Irã. Em versos, condenou o país e defendeu Teerã.

Ora, sabemos que se qualquer alemão falar mal de judeu será problemático; defendendo o Irã, piorou. Em tempo de celebração do Êxodo Judaico?

Deveria ter ficado quieto…

– Feminismo ao Extremo que leva ao Preconceito ou não?

Ora, ora… a vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 2011, a atual presidente da Libéria, sra Ellen Sirleaf, que sempre lutou por causas feministas, defende que os homossexuais de seu país devam ser presos!

Calma, não é feminismo ao extremo. É uma questão cultural: na África, o homossexualismo é falta grave e considerado crime em muitas nações.

Sem apologia ou demagogia, mas… aceite ou não a questão homossexual, não é um exagero educacional daquela região?

Deus dá o livre arbítrio às pessoas. Respeitar uma opção sexual contrária a sua não quer dizer defendê-la (tampouco praticá-la). O convívio harmônico entre as pessoas, independente de raça, crença ou sexo, é condição única para um mundo de paz!

– A Reforma da Mesquita de Jamkaram: Fanatismo ou Demagogia?

O presidente iraniano Ahmadinejad é corajoso, não há dúvida. Dizem que a coragem dele é movida à loucura, e isso justificaria a briga contra os EUA no campo diplomático, o desejo manifesto de extermínio ao estado de Israel e o frenético desejo de construir bombas atômicas.

Uma de suas novas ações é a reforma de uma importante mesquita do Irã, o templo de Jamkaram, na cidade de Qom. Ele diz que tem o poder de conversar com o sumido 12º Imã (imã é uma entidade religiosa; o 12º desapareceu no século 9, mas Ahmadinejad diz que dialoga sempre com ele…). O presidente dá crédito à uma vertente xiita, braço muçulmano que crê na volta desse imã, acompanhado de Jesus Cristo por ordem de Maomé, em desejo de Alá!

Para tanto, a reforma se deu para a ampliação do espaço, a fim da volta de Cristo mais o imã, governando com conforto dentro da Mesquita. Tudo isso após uma guerra mundial e caos cósmico.

Estaria ensaiando uma desculpa para provocar uma guerra?

E você, o que pensa sobre esse fanatismo? ou demagogia para justificar algo? Deixe seu comentário:

Importante: a comunidade árabe jundiaiense, tenho certeza, desaprova esse espírtio de guerrilha desencadeado por Ahmadinejad. Felizmente vivemos numa cidade onde as crenças se respeitam e convivem ecumênica e harmoniosamente.

– Ahmadinejad Paz-e-Amor

E o Ahmadinejad, presidente iraniano, que falou sobre a bomba atômica de maneira irônica e pseudo-romântica::

Se o Irã tivesse uma bomba, seu combustível seria o amor.”

Inspirado o chefe do Irã, não? E disse isso na Venezuela a Hugo Chávez. Tudo certo então…

– Como você cuida do seu Corpo e dos seus Atos?

Você se preocupa com a dignidade do seu Corpo e da sua Alma?

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:  “Irmãos, o corpo não é para a imoralidade, mas para o Senhor, e o Senhor é para o corpo; e Deus, que ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará também a nós, pelo seu poder. Porventura ignorais que vossos corpos são membros de Cristo? Quem adere ao Senhor torna-se com ele um só espírito. Fugi da imoralidade. Em geral, qualquer pecado que uma pessoa venha a cometer fica fora do seu corpo. Mas o fornicador peca contra seu próprio corpo. Ou ignorais que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que mora em vós e que vos é dado por Deus? E, portanto, ignorais também que vós não pertenceis a vós mesmos? De fato, fostes comprados, e por preço muito alto. Então, glorificai a Deus com o vosso corpo.

Você tem consciência da importância em distinguir o que é errado e correto no âmbito físico, mental e espiritual?

– Guerra em Ano Eleitoral: a Velha Estratégia…

Barack Obama, presidente dos EUA e candidato à reeleição pelos democratas nesse ano, disse que não tolerará as ameaças do Irã sobre possível fechamento do estreito Ormuz, importante rota para transporte de petróleo, e que usará a força se necessário. Já Teerã alega que o cientista nuclear iraniano morto nesta semana foi obra dos americanos. Troca perceptível de acusações.

Perceberam que as Guerras do Iraque e Afeganistão, entre outras, ocorreram em época eleitoral? E que sempre os americanos se preocupam na manutenção do presidente por questão de segurança nacional para eles?

Velha estratégia política… e quem perde é a Paz Mundial!

– Feliz Natal

Simplesmente…

BOAS FESTAS !

Que a luz do Cristo brilhe em nossas vidas. Feliz Natal a todos.

– Policiais Plugados: a Solução para a Pérola do Atlântico

A onda de crimes no Guarujá assusta. Mas em entrevista, o comandante da Polícia Militar de SP (desculpe a ausência do nome) disse que o contingente para o Guarujá e para todo o Litoral em geral será composto de jovens policiais recém-formados.

Para ele, estes novos PMs têm uma vantagem competitiva maior: são PMs “plugados”, e assim teriam mais desenvoltura para o trabalho.

Necessariamente, um policial que convive com maior facilidade nas redes sociais da Internet poderá fazer um trabalho de patrulhamento de maior qualidade no litoral?

O que você acha disso: ao mesmo tempo que ele é “plugado”, é inexperiente. O que vale mais? A interação digital ou a experiência na rua? Deixe seu comentário:

– Show de Horrores : Vietnã, 50 anos

Alguém já leu a Veja desta semana?

Ótima matéria, mas horrível ao mesmo tempo: uma retrospectiva sobre a Guerra do Vietnã nos seus 50 anos.

Imagens fortes, reportagem contundente e ao mesmo tempo, uma constatação: para muitos, a vida vele muito pouco… pouco mesmo!

– Nervoso? Tenha calma, com Martin Valverde

Um cantor mexicano, de música católica Martin Valverde, escreveu uma inspiradíssima canção: Ten Calma. A letra é perfeita para quem tem que suspirar duas, três, quatro vezes… Compartilho abaixo:

TEN CALMA

Martin Valverde

Ten calma contigo mismo y mira a dónde vas

Espera un minuto y piensa bien lo que harás

En medio de tormenta es duro navegar

Y una mala decisión te puede caro costar.

No sea un mal momento el que te haga fracasar

Tener alguien en contra es bueno para pensar

La vida está llena de cosas a enfrentar

pero aún así es muy bella y hay que caminar

Hacia adelante sin ver atrás,

vivir cada día y nada más

Y lo que venga tú lo forjarás

Tú tienes la lave abres o cerrarás…

Ten calma que es tu vida la que en juego está

Y a otros no culpes por tu mediocridad    

Si alguien te ha fallado es bueno recordar

Que tú también lo has hecho, basta ya de llorar

Tú eres valioso lo creas o no  

Pero el amor no es amor si no causó dolor

Al igual que el oro por el fuego hay que pasar

Purificarlo todo y lo mejor de ti lograr

Y aunque hoy se llore, se sanará

Solo aquel que ha perdido sabe también ganar

Mira adelante, sin ver atrás

vive cada día y nada más

Y lo que venga tú  lo forjarás        

Tú tienes la llave abres o cerrarás

pero ten calma…

– Fale sempre bem, nunca mal!

Nunca fale mal de uma pessoa ao público na TV; pois, afinal, ela pode ter netos e filhos que não tem nada a ver com a indignidade dele. Aproveite bem o seu tempo para falar bem das pessoas!

Carlos Alberto de Nóbrega, em entrevista ao jornalista Oliveira Andrade, hoje, no Jornal de Serviços da Rádio Jovem Pan AM 620 – SP.

Perfeito. Nada a comentar.

– Irã e a possível Bomba: onde Lula estava com a cabeça…

E a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) descobriu que o Ahmadinejad realmente está perto da bomba atômica do Irã!

Ditadores e loucos fazem tudo pelo poder. E pensar que Lula o defendia, o visitava e ía na contramão do mundo, oferecendo até mesmo urânio para o Programa Nuclear iraniano…

Mas eu ainda insisto, sem defender armamento nuclear de ninguém: por que os EUA podem decidir quem tem bomba atômica ou não? Eles permitem a Índia e o Paquistão de tê-la, já que são nações aliadas politicamente. E a outros, não. Isso é um perigo…

– A FIFA Proíbe um Símbolo Histórico do Futebol Inglês e Causa Revolta:

Até o premier David Cameron chiou contra a FIFA. A FA também. Os jogadores idem. Claro, tudo com o apoio dos torcedores.

Mas o que a entidade máxima do futebol mundial fez de tão grave? Ela proibiu o… Poppy!

Vamos lá: Durante a 1ª Grande Guerra, muitos soldados do País de Gales e da Inglaterra morreram em combate em território francês. E entre os túmulos improvisados nascia uma única flor: a papoula, ou ‘poppy’.

Simbolicamente, a planta trazia aos cidadãos a mensagem de que a resistência e a luta pela paz não havia morrido (já que algo insistia em brotar no meio das vítimas enterradas), se tornando um marco memorável por aqueles que lutaram pelo fim da 1ª Guerra Mundial.

Por décadas, no dia desse memorial de luta pela paz (11 de novembro), se costuma usar bótons de flor de papoula para a reverência ao fato. Nos campeonatos ingleses e galeses, na rodada posterior a data, usa-se a imagem da flor como lembrança (como as costumeiras faixas pretas nas mangas, representando luto no Brasil, por exemplo) nas camisas (no próprio uniforme é estampado o poppy).

Porém, nesse ano, a FIFA usou o argumento que proíbe propaganda política ou religiosa em uniformes ou gestos, vetando assim o uso do símbolo da papoula.

A revolta, portanto, é gigantesca por lá.

E você, concorda com a FIFA?

Penso que, se a FIFA adotar esse critério, dentro da cultura ocidental deveria proibir fazer sinal-da-cruz, usa tarja de luto, erguer os braços ao céu… Aliás, poderá afirmar que a cor negra é preconceituosa, etc…

Estou sendo irônico, lógico. Penso que o ‘excessivamente politicamente correto’ da entidade extrapola. Deveria usar o mesmo critério no rigor de suas contas e atos corruptos.

Extraído do Blog de Xico Malta, reproduzido pelo site Memória do Futebol: http://www.memoriafutebol.com.br/blog/a-fifa-proibe-os-poppies-aos-jogadores-ingleses-e-galeses

FIFA PROÍBE OS POPPIES AOS JOGADORES INGLESES E GALESES

Ontem, o primeiro ministro britânico David Cameron julgou “absurda” a decisão da FIFA de proibir os jogadores galeses e ingleses de usarem, no próximo sábado, em suas camisas, o tradicional Poppy (flor da papoula), símbolo dos soldados mortos em combates desde da primeira guerra mundial.

“Isto é escandaloso. É um absurdo considerar a papoula um símbolo político pois é somente uma recordação dos que morreram pela nossa liberdade”, declarou o indignado mandatário britânico. “Espero que a FIFA reexamine esta decisão”, prosseguiu Sir Cameron.

O secretário de Esportes do Reino Unido, Hugh Robertson, escreveu à FIFA com o objetivo de apoiar as solicitações das federações inglesas e galesas de permitir aos jogadores carregarem seus poppies nos amistosos, respectivamente contra a Espanha e Noruega no próximo sábado, no dia seguinte do 11 de novembro, dia em que se celebra o armistício da primeira guerra mundial.

Porém a FIFA indeferiu ontem o pedido sob o pretexto de que “abriria as portas para outras iniciativas em todo o mundo e colocaria em perigo a neutralidade do futebol”.

O regulamento da FIFA determina que o uniforme dos jogadores não deve conter nenhuma mensagem política, religiosa ou comercial.

A papoula, que brotava nos campos de batalha na região de Flandres, nordeste da França, durante a primeira guerra mundial, é o símbolo da lembrança das vítimas da Grande Guerra, pois ela foi a primeira flor que surgiu sobre os túmulos dos soldados mortos naquela região francesa.

Ela é tradicionalmente usada na botoeira do paletó em vários países do Commonwealth durante o mês de novembro, para celebrar este conflito e os posteriores. “Usar o poppy é um ato de respeito e de orgulho nacional”, lembrou o primeiro ministro britânico.

Veja o comunicado oficial da FIFA sobre a interdição do uso da papoula:

“A FIFA reconhece totalmente a importância da campanha Poppy Appeal e das maneiras pelas quais ela ajuda a celebrar o Dia do Armistício anualmente em 11 de novembro.

Organização multinacional com mais de 50 nacionalidades diferentes, a FIFA tem muitos funcionários que também relembrarão familiares em observação à importância da data.

As normas da FIFA sobre os equipamentos que podem ser usados por jogadores estipulam que eles não podem conter nenhuma mensagem política, religiosa ou comercial.

A FIFA tem 208 federações afiliadas, e as mesmas normas aplicam-se de maneira global e uniforme a todas as nações na eventualidade de solicitações semelhantes para a celebração de eventos históricos.

A FIFA esteve em contato com a Federação Inglesa de Futebol (FA) nas últimas semanas sobre a solicitação por parte desta para o uso do emblema da papoula na camiseta da seleção nacional.

A FIFA compreende a FA quanto ao seu desejo de respeitar e celebrar as vidas de membros das suas forças armadas e, após correspondências, aprovou a solicitação da FA para a observação de um minuto de silêncio antes do pontapé inicial da partida em que a Inglaterra receberá a campeã europeia e mundial Espanha no Estádio de Wembley no sábado, 12 de novembro.”

– Onde a Paz inexiste…

Terroristas e fundamentalistas devem viver sempre em altíssimas emoções. Não dá para compreender como vivem e a troco de quê.

Nesta terça-feira, americanos prenderam um iraniano que promoveria um atentado contra o embaixador da Arábia Saudita em Washington.

O que um cara desses busca? Paz, certamente não é…

– Quanto de Tolerância?

Hoje, o Evangelho traz uma sábia mensagem. Abaixo:

Simão Pedro perguntou:

“- Senhor, quantas vezes devo perdoar? Até 7 vezes?

E Cristo respondeu:

“- 70 vezes 7

Na cultura judaica, 7 quer dizer muitas vezes. Portanto, 70 vezes 7 quer dizer: ‘sempre, sem limites’.

(Trecho do Evangelho de Mateus, 18)

Quantas vezes temos que respirar fundo e perdoar? E muitas são as oportunidades que guardamos mágoa ou rancor na nossa mesquinhez. Bobagem. O que vale é estar de bem com todos. Perdoar é ato de amor e necessário para a nossa boa convivência.

– 11/09: Toda Forma de Poder é Perigosa

A busca da Supremacia em qualquer aspectos, pela luta do poder, é burra, gananciosa e portanto, indigna.

Não importa se são árabes, judeus, cristão ou ateus. Se Ocidente ou Oriente. Importa que se deva promover, sempre, incessantemente, a Paz.

Perceberam que os líderes revolucionários, ditadores políticos ou fanáticos religiosos, NUNCA vão á Guerra? Eles fazem a Guerra e mandam outros para o combate. Ou Osama Bin Laden estava no comando de uma das aeronaves do fatídico atentado? Ou ainda George W Bush invadiu o Iraque pilotando um tanque de guerra?

A verdade é que por eles, milhares (e por que não, talvez, milhões) morrem nessa sangreta disputa pelo poder político, religiosa, moral ou financeiro!

Traga para cá a mesma situação: favelas dominadas por tráfico ou milícias, injustiças sociais, impunidade. Gente morrendo…

Concordemos: nós precisamos aprender a ser intolerante com a Guerra, radical no Amor, Misericordioso com o próximo, e, sem dúvida, politizado para discutir e protestar por situações incoerentes.

Por coincidência, ouvi esse verso de uma canção dos anos 80 que motivou o título deste post, enquanto corria durante a madrugada neste domingo:

Toda forma de poder é uma forma de morrer por nada

TODA FORMA DE PODER

Bíquini Cavadão

Eu presto atenção
No que eles dizem
Mas eles não dizem nada
Yeah! Yeah!
Fidel e Pinochet
Tiram sarro de você
Que não faz nada
Yeah! Yeah!
E eu começo achar normal
Que algum boçal
Atire bombas na embaixada
Yeah! Yeah! Oh! Oh!…

Se tudo passa
Talvez você passe por aqui
E me faça
Esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa
Talvez você passe por aqui
E me faça esquecer…

Toda forma de poder
É uma forma de morrer
Por nada
Yeah! Yeah!
Toda forma de conduta
Se transforma
Numa luta armada
Oh! Oh!
A história se repete
Mas a força deixa
A história mal contada
Tada, Tada, Tada!
Tada, Tada, Tada!
Tada, Tada, Tada!
Tada, Tada, Tada!
Oh!…

Se tudo passa
Talvez você passe por aqui
E me faça
Esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa
Talvez você passe por aqui
E me faça esquecer…

E o fascismo é fascinante
Deixa a gente ignorante
E fascinada
Oh! Oh!
E é tão fácil ir adiante
Se esquecer
Que a coisa toda tá errada
Oh! Yeah!…

Eu presto atenção
No que eles dizem
Mas eles não dizem nada
Nada, Nada, Nada!
Nada, Nada, Nada!
Nada, Nada, Nada!
Nada, Nada, Não!…

Se tudo passa
Talvez você passe por aqui
E me faça
Esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa
Talvez você passe por aqui
E me faça esquecer
Se tudo passa
Talvez você passe por aqui
E me faça
Esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa
Talvez você passe por aqui
E me faça esquecer
Yeah! Yeah! Oh!
Yeah! Yeah! Oh!