– Sempre é possível começar de novo.

Muitas vezes desanimamos no fracasso e desistimos. Mas… quem disse que os erros derradeiros são sempre as últimas oportunidades?

Podemos recomeçar sempre! Basta querer. E, cá entre nós, o recado desta imagem, abaixo, diz tudo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– E se Honda e Nissan se fundirem?

Já imaginou que conglomerado teremos, caso as gigantes japonesas se unam?

Abaixo, extraído de: https://www.infomoney.com.br/business/honda-e-nissan-buscam-fusao-ate-2026-em-movimento-historico/

HONDA E NISSAN BUSCAM FUSÃO ATÉ 2026

A integração criaria o terceiro maior grupo automotivo do mundo em vendas de veículos, depois da Toyota e da Volkswagen

TÓQUIO (Reuters) – Honda e Nissan anunciaram nesta segunda-feira (23) que iniciaram conversações para uma possível fusão, em um movimento histórico para a indústria automobilística do Japão que destaca a ameaça que os fabricantes chineses de veículos elétricos representam agora para alguns dos fabricantes de automóveis mais conhecidos do mundo.

A integração criaria o terceiro maior grupo automotivo do mundo em vendas de veículos, depois da Toyota e da Volkswagen. Também daria escala às duas empresas e uma chance de compartilhar recursos diante da intensa concorrência da Tesla e de rivais chineses mais ágeis, como a BYD.

A fusão das duas marcas japonesas famosas – a Honda é a segunda maior montadora do Japão e a Nissan, a terceira – marcaria a maior reformulação no setor automotivo global desde que a Fiat Chrysler Automobiles e a PSA se fundiram em 2021 para criar a Stellantis em um acordo de 52 bilhões de dólares.

A Mitsubishi Motors, da qual a Nissan é acionista majoritária, também estava considerando a possibilidade de participar, disseram as empresas. Os executivos-chefes das três empresas realizaram uma entrevista coletiva conjunta em Tóquio.

“A ascensão das montadoras chinesas e de novos participantes mudou bastante a indústria automobilística”, disse o presidente-executivo da Honda, Toshihiro Mibe, na coletiva de imprensa.

“Temos que desenvolver capacidades para lutar com eles até 2030, caso contrário, seremos derrotados”, afirmou ele.

As duas empresas almejariam vendas combinadas de 30 trilhões de ienes (191 bilhões de dólares) e lucro operacional de mais de 3 trilhões de ienes por meio da possível fusão, disseram.

Eles pretendem concluir as negociações por volta de junho de 2025 e, então, estabelecer uma holding até agosto de 2026, quando as ações de ambas as empresas seriam retiradas da lista.

A combinação com a Mitsubishi Motors elevaria as vendas globais do grupo japonês para mais de 8 milhões de carros. O atual terceiro grupo é a Hyundai e a Kia da Coreia do Sul.

– Oxxo no Brasil: Lições de Mercado e Cultura.

Nesse mundo em constante evolução, a arte de criar conexões reais continua atemporal. Seja com colegas, clientes ou parcerias, estabelecer relações …

Continua em: Oxxo no Brasil: Lições de Mercado e Cultura

– O que você faz durante crises econômicas?

Sensacional uma declaração do mega-empreendedor Abílio Diniz:

“Na crise, existem aqueles que se abatem, sentam no chão e choram; e existem aqueles que fabricam e vendem lenços. Nós somos fabricantes de lenços”.

Pois é. Um misto de vocação, conhecimento e anos de experiência para estar afiado entre os momentos ideais ou não.

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– Site de Acompanhantes quer bancar Pogba no Corinthians. Vai dar Match?

O francês Paul Pogba tem vivido de tudo nos últimos anos: das boas e incontestáveis atuações, ao mau momento, suspensão por dopping e contusão grave. Há tempos não joga (e por conta de todo esse relato, não pode jogar por muito tempo ainda).

Acontece que, depois do garoto “Luva de Pedreiro” ter dado uma entrevista ao programa The Noite e ligado ao Pogba durante a sua participação, e o apresentador Danilo Gentili ter brincado que ele precisava vir jogar no Corinthians (o atleta respondeu de maneira simpática que seria “uma boa” jogar com Depay), alguém tratou o assunto como coisa séria e, ao que tudo indica, virou uma ideia válida pelos lados do parque São Jorge.

A impressão que dá é que Pogba, já desvalorizado no mercado europeu, está se oferecendo a jogar. E o Corinthians, querendo surfar na onda “Depay”, deseja mais um nome internacional. Mas esportivamente, Pogba pode contribuir?

Mais do que isso: como viabilizar financeiramente tal contratação?

Eis que o site de acompanhantes Fatal Model se ofereceu para bancá-lo (e por um dinheiro altíssimo). Abaixo, da CNN: (https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/pogba-no-corinthians-site-de-acompanhantes-quer-pagar-salarios-do-frances/)

POGBA NO CORINTHIANS

Fatal Model enviou proposta ao Alvinegro com valores a serem investidos na contratação do campeão mundial de 2018

por Edison Filho

O Corinthians pode ter um aliado na negociação do francês Paul Pogba. Trata-se da Fatal Model, plataforma de anúncios de acompanhantes, que demonstrou interesse em investir no clube para a contratação do meia.

De acordo com informações do “Portal Léo Dias”, confirmadas pela reportagem da CNN Brasil, um e-mail foi enviado pela startup ao Alvinegro. A proposta é de R$ 3 a 4 milhões mensais, valor que seria usado para viabilizar a chegada do astro francês.

Na última semana, Pogba, em entrevista ao influenciador digital, Luva de Pedreiro, disse que gostaria de jogar no Corinthians ao lado do holandês, Memphis Depay.
Depois, o francês publicou em suas redes sociais uma foto com a camisa do Brasil, o que ocasionou milhares de comentários de torcedores do Corinthians pedindo para que ele venha jogar no Timão.

Com passagens por Manchester United e Juventus, Pogba está suspenso do futebol desde agosto de 2023, quando testou positivo para testosterona, após jogo contra a Udinese, pelo Campeonato Italiano.

No Brasil, a Fatal Model patrocina Paysandu, Ponte Preta, Vitória, Amazonas e Vila Nova.

A diretoria da plataforma de acompanhantes, que já esteve reunida anteriormente com a cúpula dos paulistas, entrou em contato com o clube para sugerir o início das negociações. A empresa faturou mais de R$ 100 milhões em 2024, possui hoje cerca de 400 colaboradores e já iniciou sua internacionalização em Londres.

“Gostaríamos de manifestar nosso interesse em contribuir ativamente para viabilizar essa operação, que certamente se mostra como uma oportunidade única para todos os envolvidos”, afirma a diretora da Fatal Model, Nina Sag.

“A Fatal Model sempre apoiou o esporte. Dessa vez enxergamos uma oportunidade de fortalecer os laços com um clube que já estava na nossa lista de interesses.”, completou Nina.

Campeão da Copa do Mundo de 2018 com a França, Pogba rescindiu contrato com a Juventus em novembro e está sem clube desde então.

– Site de Acompanhantes quer bancar Pogba no Corinthians. Vai dar Match?

O francês Paul Pogba tem vivido de tudo nos últimos anos: das boas e incontestáveis atuações, ao mau momento, suspensão por dopping e contusão grave. Há tempos não joga (e por conta de todo esse relato, não pode jogar por muito tempo ainda).

Acontece que, depois do garoto “Luva de Pedreiro” ter dado uma entrevista ao programa The Noite e ligado ao Pogba durante a sua participação, e o apresentador Danilo Gentili ter brincado que ele precisava vir jogar no Corinthians (o atleta respondeu de maneira simpática que seria “uma boa” jogar com Depay), alguém tratou o assunto como coisa séria e, ao que tudo indica, virou uma ideia válida pelos lados do parque São Jorge.

A impressão que dá é que Pogba, já desvalorizado no mercado europeu, está se oferecendo a jogar. E o Corinthians, querendo surfar na onda “Depay”, deseja mais um nome internacional. Mas esportivamente, Pogba pode contribuir?

Mais do que isso: como viabilizar financeiramente tal contratação?

Eis que o site de acompanhantes Fatal Model se ofereceu para bancá-lo (e por um dinheiro altíssimo). Abaixo, da CNN: (https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/pogba-no-corinthians-site-de-acompanhantes-quer-pagar-salarios-do-frances/)

POGBA NO CORINTHIANS

Fatal Model enviou proposta ao Alvinegro com valores a serem investidos na contratação do campeão mundial de 2018

por Edison Filho

O Corinthians pode ter um aliado na negociação do francês Paul Pogba. Trata-se da Fatal Model, plataforma de anúncios de acompanhantes, que demonstrou interesse em investir no clube para a contratação do meia.

De acordo com informações do “Portal Léo Dias”, confirmadas pela reportagem da CNN Brasil, um e-mail foi enviado pela startup ao Alvinegro. A proposta é de R$ 3 a 4 milhões mensais, valor que seria usado para viabilizar a chegada do astro francês.

Na última semana, Pogba, em entrevista ao influenciador digital, Luva de Pedreiro, disse que gostaria de jogar no Corinthians ao lado do holandês, Memphis Depay.
Depois, o francês publicou em suas redes sociais uma foto com a camisa do Brasil, o que ocasionou milhares de comentários de torcedores do Corinthians pedindo para que ele venha jogar no Timão.

Com passagens por Manchester United e Juventus, Pogba está suspenso do futebol desde agosto de 2023, quando testou positivo para testosterona, após jogo contra a Udinese, pelo Campeonato Italiano.

No Brasil, a Fatal Model patrocina Paysandu, Ponte Preta, Vitória, Amazonas e Vila Nova.

A diretoria da plataforma de acompanhantes, que já esteve reunida anteriormente com a cúpula dos paulistas, entrou em contato com o clube para sugerir o início das negociações. A empresa faturou mais de R$ 100 milhões em 2024, possui hoje cerca de 400 colaboradores e já iniciou sua internacionalização em Londres.

“Gostaríamos de manifestar nosso interesse em contribuir ativamente para viabilizar essa operação, que certamente se mostra como uma oportunidade única para todos os envolvidos”, afirma a diretora da Fatal Model, Nina Sag.

“A Fatal Model sempre apoiou o esporte. Dessa vez enxergamos uma oportunidade de fortalecer os laços com um clube que já estava na nossa lista de interesses.”, completou Nina.

Campeão da Copa do Mundo de 2018 com a França, Pogba rescindiu contrato com a Juventus em novembro e está sem clube desde então.

– É viável tal SAF?

É público que a EXA Capital quer comprar a SAF do Paulista de Jundiaí, que está na 4ª divisão regional e sem divisão no nacional.

As informações são de que o investidor ofertou 87 milhões de reais (o valor da dívida do Galo) por 10 anos, mas quer o Estádio Jayme Cintra no negócio.

Entendo que: pra quem compra, é caro; pra quem recebe, é pouco.

Mas tal negócio é viável?

De fonte do mercado SEGURA: desde agosto foi criado um fundo para arrecadar recursos (a EXA não vai por dinheiro do bolso, mas captar de investidores) e ele está hoje (13 de dezembro, 16h04) em R$ 14,12 milhões.

A EXA quer assumir em Maio /2025 (assim não se comprometeria de um possível insucesso na série A4). Fica a questão: terá o dinheiro suficiente até lá?

São novos modelos de negócio…

Você investiria seu dinheiro nesse investimento?

Penso: qual o “pulo do gato” para tal montante dar retorno em um time sem categorias de base e sem calendário nacional, por tal valor?

– Sobre clientes e pessoas…

Taí uma mensagem bem objetiva, que não há como discordar: o ser humano, seja cliente ou colaborador, sempre será fundamental para qualquer empresa / negócio / empreitada…

Abaixo:

– REPOST: Neymar compraria o Santos FC? Sobre o desespero financeiro dos clubes.

Do ano passado, mas atual – 

Cauly teve um valor de venda absurdo (R$ 269 mi) pedido pelo Bahia (agora pertencente ao City Group) para o Palmeiras.

O Red Bull Bragantino, por sua vez, não quer vender Léo Ortiz com “desconto” ao Flamengo. Fez isso com Arthur recentemente.

A questão é: quando na pindaíba, os clubes pequenos “liquidavam” os atletas, pois precisavam de dinheiro. Torciam para que o telefone tocasse e pudessem vender. Hoje, alguns desses clubes conseguiram se reestruturar e/ou foram vendidos, e podem dispensar propostas de vendas, mantendo seus jogadores no elenco (desde que exista concordância do atleta).

O problema passou a ser que muitos times grandes passaram a ter essa situação de desespero: precisam vender seus ativos para pagarem as contas. As exceções são claras: Palmeiras e Flamengo.

Ontem, segundo Benjamim Back em vídeo na CNN, Neymar tem interesse em comprar a SAF do Santos FC, caso ela seja criada.

A pergunta é: se isso se concretizar (dinheiro Neymar tem para comprar o Peixe), quem seriam os gestores? Lembrando que ter competência financeira não significa, necessariamente, ter competência administrativa.

Neymar e pai podem comprar SAF do Santos, afirma jornalista

Foto: Reprodução do Instagram do atleta, extraída de: https://www.nsctotal.com.br/noticias/neymar-e-pai-podem-comprar-saf-do-santos-afirma-jornalista

– A SAF do Paulista e o Protesto do Torcedor Comum.

1. A Informação – Desde algum tempo, a EXA Capital de Pedro Mesquita (Ex-XP Investimentos), que um dia foi negociar com o Guarani de Campinas e se intermediou que o negócio se direcionasse ao Paulista de Jundiaí, mantém as tratativas para comprar a SAF do clube.

Mesquita, que intermediou as transações de Botafogo e Cruzeiro (mas nunca foi gestor de time de futebol, o Galo Jundiaiense seria a primeira empreita), pediu mais prazo para auditar as contas do clube. Dado o prazo, a Diretoria Executiva do Paulista FC reuniu o Conselho para “pedir autorização para continuar a negociar a SAF”. Entretanto, ninguém sabe o que foi oferecido, valores, condições ou outras situações – a não ser os pares bem próximos do presidente e vice do clube, que estão à frente da negociação.

2. A situação incômoda – A auditoria de Mesquita mostrou dívidas de R$ 87 milhões. Alguns conselheiros questionaram valores, cópia do contrato e, especialmente, o envolvimento do Estádio Jayme Cintra no negócio. Coincidentemente, um Suplente do Conselho pediu a expulsão dos conselheiros que mais faltaram às sessões e foi atendido. E eram justamente os que questionaram…

3. A consequência – No ano passado, sócios e conselheiros que protestaram contra a administração do atual presidente, foram suspensos por longo prazo. Estes, se somaram aos atuais opositores descontentes e expulsos,  protestando na última 3ª feira (ontem), de maneira pacífica, pela falta de transparência e envolvimento do patrimônio do clube, o Estádio, nas tratativas pela SAF.

4. A minha opinião particular – Tudo o que não é transparente, não é legal. Qual o valor oferecido por Pedro Mesquita? Quais os prazos? Quem assumirá a gestão? De onde virão os recursos? Por quê a insistência pelo Estádio? Ninguém sabe.

Nenhuma SAF brasileira envolveu estádio no negócio, mas apenas a cessão dele para o time jogar. No modelo que se propõe, o Estádio Jayme Cintra vai para o investidor (e isso seria um péssimo negócio). Quando o investidor “se cansar da brincadeira”, o Paulista Futebol Clube jogará em que lugar, já que Jundiaí não tem estádio municipal e o Jayme Cintra, orgulho dos torcedores, estará nas mãos de outro dono? E, portanto, se confirmaria o que tanto se teme com a especulação imobiliária galopante em nossa cidade: derrubá-lo para fazer condomínios?

Entendo ser um péssimo negócio, financeiramente falando (ainda mais se confirmado que o investimento será a troco das dívidas). E me questiono: por quê alguém investiria num time de 4ª divisão regional, sem divisão nacional, por 10 anos, esperando retorno no caixa? Mas me admiro que ninguém questiona isso (ou explica a matemática!).

Eu sou a favor de SAF (como Botafogo, Coritiba), clube-empresa (como Red Bull Bragantino) ou com gestores internacionais (como o City Group no Bahia). Mas desde que seja bom negócio para ambos (e se saiba como são esses negócios). E também ressalvo: SAF não quer dizer excelência na gestão, há as boas ou ruins (e por isso a importância da comunidade jundiaiense discutir o modelo e as condições). Vejam Flamengo ou Palmeiras, que bem geridos administrativamente, dispensam tal modelo.

Me espanta o fato de que, “de uma hora para a outra”, o Estatuto foi aplicado e ter expulsado os opositores! Mas os conselheiros da situação, todos (sem exceção), além dos demais remanescentes, estiveram cumprindo todos os requisitos? Que não seja uma estratégia para “limpar” quem pensa contra, ou quem quer transparência (afinal, nomes históricos que colaboraram com o Paulista financeira ou politicamente foram alijados). Toda “canetada”, “censura” ou “imposição” não pode existir na democracia.

Por fim: por quê ninguém sabe as condições do negócio – exceto que Pedro Mesquita quer o Jayme Cintra – e outras nuances? Seria medo de se criticar o negócio financeiramente?

Repito e insisto: sou entusiasta de modelos SAFs no futebol, desde que sejam vantajosos. Para “perder o estádio”, aí não vale.

Fica apenas uma observação: há muito espertalhão que imagina tirar vantagem de uma SAF. Fica a pergunta para responder sem vacilar: o Botafogo (cuja SAF é de John Textor) é presidido por...

Lembrou?

O cartola do clube vira um mero desconhecido…

Por enquanto, não dá para ser contra ou a favor a SAF do Paulista nas mãos de Pedro Mesquita, pois não se tem nada no papel publicamente. Mas se o estádio for vendido, aí “é fria”. Lembremos: Paschoal Grassioto*, dono da Lousano, quase conseguiu fazer com que o Galo perdesse o estádio para seus rolos particulares, e só não o fez graças a duas pessoas: Adilson Freddo e o saudoso Cláudio Levada. Se o Paulista ainda o tem, deve a essas duas pessoas (e a história é pública).

Nada de radicalismo “para vender” ou “para não vender” a SAF. Que todos possam avaliar a viabilidade do negócio, sem interesses particulares, mas sim da comunidade do Tricolor Jundiaiense.

Sobre Paschoal Grassioto, ex-presidente do Lousano Paulista, uma nota antiga e interessante: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/12/30/ex-dono-da-lousano-e-preso-ao-tentar-embarcar-para-os-eua.htm

– SAF é certeza de sucesso? Nem sempre…

César Grafietti é um dos maiores especialistas em “Economia e Finanças no Futebol” do Brasil. Analista de risco e consultor, ele escreveu sobre as SAFs e os investidores endinheirados “Faria Laimers” que entram no Futebol como Negócio, além de fazer uma excelente observação: há SAFs boas e há SAFs ruins, sendo que “ser SAF” não quer dizer que você é competente.
Desde meu Mestrado, quando escrevi sobre Gestão Profissional no Futebol, digo: “ter competência financeira não significa necessariamente ter competência administrativa”. Trocando em miúdos: ter dinheiro não quer dizer que você sabe gerir o futebol.
Há torcedores que não se importam com os balanços dos seus times. A eles, mais aficcionados, “eu quero título e as contas que se explodam!”. Pobres ingênuos… não sabem que é justamente isso que mata os clubes e impede a sua sobrevivência campeonato a campeonato.
Vale a pena ler o texto do Grafietti, extraído de seu LinkedIn: 
.
ENTRE A FARIA LIMA E OS ESTÁDIOS: A RELAÇÃO ENTRE FUTEBOL E MERCADO FINANCEIRO.

Há algum tempo venho falando que sempre que o mercado de capitais se aproxima de algum setor é sinal de que a organização está se aproximando. Há uns 5 anos eram poucos na Faria Lima que estavam dispostos a sujar os sapatos com terra explorar o mundo agro. Desde então o que vimos foi evoluções importantes em termos de organização, transparência, capacitação por parte dos produtores, e capacidade de compreensão dos riscos e oportunidades do setor por parte de quem fica atrás das planilhas.

Desde a lei das SAFs – Sociedades Anônimas do Futebol – temos visto mudança relevante na visão que o mercado financeiro tem em relação ao futebol. Setor ainda de difícil compreensão – ainda que tenhamos 200 milhões de treinadores no país – mas em fase de ruptura com o modelo amador de controle e gestão.

Já estamos no 3º ano de SAFs, e vimos alguns clubes ganharem donos – tem até quem já trocou de dono ou está em fase de trocar – bons projetos, projetos ruins. Começamos a entender que o futebol, que só entre os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro movimenta mais de R$ 8 bilhões em receitas e tem dívidas de mais de R$ 11 bilhões, pode apresentar ativos interessantes sob o ponto de vista de retorno e oportunidades de negócios.

Se é verdade que no caso do Vasco da Gama o primeiro controlador da SAF (777 Partners) fez água, no Cruzeiro o Ronaldo Fenômeno já lucrou após reestruturar um ativo que estava prestes a cair no ostracismo esportivo, mesmo com uma história rica em conquistas. A Treecorp apresenta bons resultados nas ações fora de campo, mas ainda sofre na gestão esportiva do Coritiba – fazer futebol fora de campo é mais fácil do que conseguir construir uma estrutura vencedora dentro dele – enquanto John Textor criou um modelo de negócios arriscado, mas que tem apresentado resultados esportivos positivos.

O futebol na era das SAFs tem de tudo um pouco. Até bilionários que se comportam como mecenas, e associações que se comportam como corporações, cuidadosas nos investimentos e controle da condição econômico-financeira. Tudo fruto de uma mudança de mindset, através da qual a sustentabilidade dos clubes no longo prazo é função de gestões eficientes, e não do abnegado perdulário.

Por isso o mercado de capitais passou a olhar o futebol de maneira mais atenta. Não só com as SAFs, mas através de operações antes inimagináveis. O FUDC do São Paulo FC capitaneado pela Galapagos e Outfield, as debêntures-fut do Atlético-MG, a investida de fundos sobre a Portuguesa, com um olhar esportivo, mas essencialmente de exploração dos ativos imobiliários.

Alternativas que só um mercado atento é capaz de encontrar, mesmo que o futebol siga sendo uma indústria que sofre de preconceitos. Não é fácil depender de casas de aposta para fechar as contas, nem ver o nome “futebol” envolvido em ações da Polícia Federal. Processos de amadurecimento costumam doer e demandam esforço para ultrapassar barreiras. O mercado de capitais precisa entender a dinâmica do futebol, e encontrar o trigo no meio do joio, mas cabe ao futebol romper com um passado pouco transparente e de comportamentos nada republicanos se quiser realmente deixar a várzea – no sentido amador do termo – e se transformar num negócio de mais bilhões de reais.

O caminho está sendo pavimentado. Há interesse de todos os lados. Basta que as partes se adaptem e, quem sabe, ao lado dos festivais sertanejos teremos na Faria Lima telões acompanhando os nossos times do coração.

Meu acréscimo: investir em Flamengo, Palmeiras e outros grandes clubes com potencial de mercado e torcida nacional, há retorno, se os gastos forem inteligentes. Investir em quem não tem potencial de retorno coerente com o que se vai investir, aí é incompreensível…

Meu acréscimo, parte 2: John Textor ganha títulos, investindo como um Mecenas. Mas quando ele terá retorno financeiro do que já gastou?

– SAF é certeza de sucesso? Nem sempre…

César Grafietti é um dos maiores especialistas em “Economia e Finanças no Futebol” do Brasil. Analista de risco e consultor, ele escreveu sobre as SAFs e os investidores endinheirados “Faria Laimers” que entram no Futebol como Negócio, além de fazer uma excelente observação: há SAFs boas e há SAFs ruins, sendo que “ser SAF” não quer dizer que você é competente.
Desde meu Mestrado, quando escrevi sobre Gestão Profissional no Futebol, digo: “ter competência financeira não significa necessariamente ter competência administrativa”. Trocando em miúdos: ter dinheiro não quer dizer que você sabe gerir o futebol.
Há torcedores que não se importam com os balanços dos seus times. A eles, mais aficcionados, “eu quero título e as contas que se explodam!”. Pobres ingênuos… não sabem que é justamente isso que mata os clubes e impede a sua sobrevivência campeonato a campeonato.
Vale a pena ler o texto do Grafietti, extraído de seu LinkedIn:
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ENTRE A FARIA LIMA E OS ESTÁDIOS: A RELAÇÃO ENTRE FUTEBOL E MERCADO FINANCEIRO.

Há algum tempo venho falando que sempre que o mercado de capitais se aproxima de algum setor é sinal de que a organização está se aproximando. Há uns 5 anos eram poucos na Faria Lima que estavam dispostos a sujar os sapatos com terra explorar o mundo agro. Desde então o que vimos foi evoluções importantes em termos de organização, transparência, capacitação por parte dos produtores, e capacidade de compreensão dos riscos e oportunidades do setor por parte de quem fica atrás das planilhas.

Desde a lei das SAFs – Sociedades Anônimas do Futebol – temos visto mudança relevante na visão que o mercado financeiro tem em relação ao futebol. Setor ainda de difícil compreensão – ainda que tenhamos 200 milhões de treinadores no país – mas em fase de ruptura com o modelo amador de controle e gestão.

Já estamos no 3º ano de SAFs, e vimos alguns clubes ganharem donos – tem até quem já trocou de dono ou está em fase de trocar – bons projetos, projetos ruins. Começamos a entender que o futebol, que só entre os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro movimenta mais de R$ 8 bilhões em receitas e tem dívidas de mais de R$ 11 bilhões, pode apresentar ativos interessantes sob o ponto de vista de retorno e oportunidades de negócios.

Se é verdade que no caso do Vasco da Gama o primeiro controlador da SAF (777 Partners) fez água, no Cruzeiro o Ronaldo Fenômeno já lucrou após reestruturar um ativo que estava prestes a cair no ostracismo esportivo, mesmo com uma história rica em conquistas. A Treecorp apresenta bons resultados nas ações fora de campo, mas ainda sofre na gestão esportiva do Coritiba – fazer futebol fora de campo é mais fácil do que conseguir construir uma estrutura vencedora dentro dele – enquanto John Textor criou um modelo de negócios arriscado, mas que tem apresentado resultados esportivos positivos.

O futebol na era das SAFs tem de tudo um pouco. Até bilionários que se comportam como mecenas, e associações que se comportam como corporações, cuidadosas nos investimentos e controle da condição econômico-financeira. Tudo fruto de uma mudança de mindset, através da qual a sustentabilidade dos clubes no longo prazo é função de gestões eficientes, e não do abnegado perdulário.

Por isso o mercado de capitais passou a olhar o futebol de maneira mais atenta. Não só com as SAFs, mas através de operações antes inimagináveis. O FUDC do São Paulo FC capitaneado pela Galapagos e Outfield, as debêntures-fut do Atlético-MG, a investida de fundos sobre a Portuguesa, com um olhar esportivo, mas essencialmente de exploração dos ativos imobiliários.

Alternativas que só um mercado atento é capaz de encontrar, mesmo que o futebol siga sendo uma indústria que sofre de preconceitos. Não é fácil depender de casas de aposta para fechar as contas, nem ver o nome “futebol” envolvido em ações da Polícia Federal. Processos de amadurecimento costumam doer e demandam esforço para ultrapassar barreiras. O mercado de capitais precisa entender a dinâmica do futebol, e encontrar o trigo no meio do joio, mas cabe ao futebol romper com um passado pouco transparente e de comportamentos nada republicanos se quiser realmente deixar a várzea – no sentido amador do termo – e se transformar num negócio de mais bilhões de reais.

O caminho está sendo pavimentado. Há interesse de todos os lados. Basta que as partes se adaptem e, quem sabe, ao lado dos festivais sertanejos teremos na Faria Lima telões acompanhando os nossos times do coração.

Meu acréscimo: investir em Flamengo, Palmeiras e outros grandes clubes com potencial de mercado e torcida nacional, há retorno, se os gastos forem inteligentes. Investir em quem não tem potencial de retorno coerente com o que se vai investir, aí é incompreensível…

Meu acréscimo, parte 2: John Textor ganha títulos, investindo como um Mecenas. Mas quando ele terá retorno financeiro do que já gastou?

– Em qual Era da Administração de Empresas Viveremos?

Rita King, futuróloga da Nasa, certa vez resolveu falar de tecnologias do futuro e entrou na área da Administração de Empresas. Segundo ela:

“Tivemos a Era Industrial e vivemos hoje na Era da Informação. Muitos futurólogos consideram a próxima era como a Era da Inteligência, mas ela só chegará quando as máquinas pensarem melhor do que nós. Até lá, aguardaremos um momento intermediário, que eu chamo de Era da Imaginação, onde as pessoas, os relacionamentos, a educação e os empregos devem se reformular!”

Será que nosso atual momento no mundo dos negócios (e na sociedade também) não é de reinvenção diária?

A Era da Imaginação já chegou…

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Neymar ganhava para bater palmas aos torcedores do PSG? Não sei, não…

Um negócio possível, duvidoso ou certamente irreal?

Vejam só o que o ex-jogador de futebol Lewis Bryon (contexto e link abaixo) contou: que no contrato de Neymar com o PSG, ele possui uma cláusula para ser mais simpático com os torcedores, e a cada vez que se dirigia à torcida para bater palmas, recebia 200 mil euros de bonificação por jogo.

Sinceramente, eu não sei se acredito… mas também não duvido.

Extraído de: “O Globo“, em: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2024/11/27/ex-jogador-revela-que-neymar-tinha-clausula-milionaria-no-psg-para-bater-palmas-para-os-torcedores-entenda.ghtml

EX-JOGADOR REVELA QUE NEYMAR GANHAVA PARA BATER PALMAS AOS TORCEDORES

Lewis Bryon, de 23 anos, compartilhou informação passada por membro da equipe durante curso de treinador

O ex-jogador de futebol Lewis Bryon, de 23 anos, revelou durante uma entrevista ao podcast Ball Talk uma cláusula para lá de curiosa do contrato de Neymar quando ainda era jogador do PSG. A informação foi passada para ele por um membro do clube, que não teve a identidade revelada, enquanto fazia um curso de treinador.

— Ele disse que o Neymar tem uma cláusula em seu contrato que toda vez que ele ia e batia palmas para os torcedores após uma partida, ele recebia um bônus de € 200.000. […] Ele disse que isso acontecia porque Neymar tinha uma fama de não se envolver com o clube — contou em entrevista há cerca de um mês.

A cada vez que saudava os torcedores com palmas, o brasileiro desembolsaria cerca de R$ 1.220 milhão. Ele desembarcou na França em 2017, em uma transação de 222 milhões de euros (aproximadamente R$ 821 milhões na época). Neymar deixou oficialmente o Paris Saint-Germain em agosto de 2023 após seis anos no clube francês, para assinar com o Al-Hilal, da Arábia Saudita.

Bryon atuou pelo Crystal Palace entre os 8 e 23 anos. Ele precisou encerrar sua carreira devido a lesões recorrentes, que o mantiveram afastado dos gramados por longos períodos, incluindo dois intervalos de mais de três anos cada. Atualmente, trabalha como treinador de academias de futebol.

Neymar agora tem contrato com o Paris Saint-Germain até meados de 2027 — Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

– Pais Melosos e Profissionais Comprometidos.

Leio uma matéria sensacional, que particularmente me identifiquei (e de maneira alegre) sobre homens que querem ser pais em tempo significativo, em conflito até mesmo com sua carreira profissional!

Abaixo, a ótima reportagem de Rodrigo Turrer, ed 654, pg 86-90 (leiam, papais!)

A DUPLA JORNADA DOS NOVOS PAIS

Equilibrar carreira e vida doméstica deixou de ser um desafio só para as mães que trabalham. Agora são os pais que, para ter sucesso, têm de lidar com as cobranças em casa e no escritório. Só que os homens sofrem mais para atender às duas demandas. É o que diz o estudo O novo pai – Explorando a paternidade no contexto da carreira, publicado pelo Boston College, uma universidade do Estado americano de Massachusetts. A pesquisa concluiu que os pais de hoje, mais que nas gerações anteriores, têm dificuldade para se desenvolver como profissionais quando precisam conciliar os deveres do emprego com as responsabilidades familiares. “Os homens estão lidando com um problema muito similar ao que as mulheres enfrentaram nas décadas de 1960 e 1970”, diz Brad Harrington, diretor do Centro de Estudos do Trabalho e Família do Boston College e coordenador da pesquisa. Incapazes de ocupar melhores posições na carreira, os pais dedicados estão se frustrando. A conclusão é que buscar uma vida familiar plena pode estar tornando os pais infelizes. Principalmente se comparados às mães que trabalham.

Na tentativa de fugir desse tipo de pressão, o fotógrafo Ricardo Toscani, de 30 anos, escolheu ser o “dono de casa”. A decisão foi tomada quando sua mulher, Lúcia Toscani, uma designer requisitada, ficou grávida, há dois anos. “Lá em casa ela é a formiga, e eu sou a cigarra”, diz Toscani. Com uma carga de trabalho que pode chegar a até 12 horas por dia, Lúcia não poderia dedicar à filha Alice o mesmo tempo que Ricardo tinha à disposição. “Abri mão da estabilidade no emprego para me dedicar a Alice. E minha agenda se adaptou.” Ele diz fazer um ou dois trabalhos semanais, que tomam apenas de duas a três horas de seu dia. “Minha profissão hoje é ser pai, e quero me dedicar totalmente a isso. Nada paga o prazer de acompanhar o crescimento de minha filha, ver a menina aprender uma palavra. É fascinante.”

No último meio século, mudanças culturais e o movimento feminista mudaram o papel da mulher e do homem no mercado de trabalho. “O papel profissional é parte da vida da mulher. Está estabelecido. O homem teve de internalizar isso”, afirma Ellen Galinski, presidente do Families and Work Institute (FWI), uma organização sem fins lucrativos de pesquisa sobre a natureza do trabalho e sua relação com a vida familiar.

Nos Estados Unidos, elas já ocupam quase 55% dos postos de trabalho. Nas maiores cidades americanas, seus salários também são mais altos: mulheres jovens, solteiras e sem filhos chegam a ganhar 8% a mais que seus colegas do sexo masculino em igual posição. No Brasil, as mulheres somam 41,4% da mão de obra empregada. Elas têm em média mais anos de estudo e ocupam mais empregos que exigem alto nível de instrução. Ainda assim, os salários das mulheres brasileiras são em média 21,5% menores que os dos homens.

O equilíbrio de forças no emprego obrigou os pais a participar mais ativamente das tarefas domésticas. “Os homens hoje estão mais envolvidos com a família, trocam mais carinhos com os filhos, com a mulher, querem exercer seu papel de modo integral”, diz Luiz Cuschnir, psiquiatra e psicoterapeuta, supervisor do serviço de Psicoterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. E o homem gostou desse papel, afirma Cuschnir. “Podemos dizer que o ‘masculismo’ – a atitude do homem moderno, sensível, aberto ao afeto – venceu o machismo. E a sociedade valoriza mais esse homem do que antes.”

Estar mais tempo ao lado da família passou a ser uma ambição pessoal. Mas essa conquista tem um preço, na forma de um novo conflito interno.

“À medida que a mulher também se torna uma âncora da vida doméstica em termos econômicos, a exigência tradicional de ser o vencedor para sustentar a família acaba minada”, afirma Rosa Macedo, professora de psicologia e pedagogia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde coordena o Núcleo de Família e Comunidade. Ser pai e querer cuidar do filho parece menos legítimo do que ser mãe e desempenhar essa tarefa. “Toda a legitimidade que o homem tem no trabalho falta nos afazeres domésticos”, diz Brad Harrington, do Boston College. “O modo como as mulheres percebem o esforço do pai em casa é simplista. Em geral, ele é tratado como inepto.”

Estudos comprovam que, nos Estados Unidos, a mulher gasta em média 28 horas por semana em trabalhos domésticos, enquanto o homem gasta 16 horas, ainda que os dois estejam empregados. No Brasil, as mulheres gastam com o trabalho doméstico cerca de duas a três vezes mais tempo que os homens. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008 as mulheres dedicaram 27 horas semanais às tarefas do lar, enquanto os homens passaram dez horas. E, mesmo quando o novo e dedicado pai faz menos atividades em casa do que a mulher, ele se sente mais sobrecarregado. Talvez seja a falta de prática. Ou uma incapacidade de lidar com múltiplas tarefas. Na pesquisa do FWI, no quesito “limpar a casa” e “lavar a louça”, 50% dos homens dizem fazer pelo menos metade do trabalho, enquanto 70% das mulheres garantem fazer tudo sozinhas. A conta não fecha.

Há atividades masculinas em casa que costumam ser ignoradas pelas mães. As horas gastas por um pai consertando a bicicleta do filho ou jogando videogame com ele raramente são computadas como parte da divisão de tarefas. “As mulheres subestimam a contribuição do marido, afirma Ellen Galinski, do FWI. É como se o homem fosse naturalmente menos capaz de dar um banho na criança, dar mamadeira ou levar ao médico. “A mulher tinha e tem mais poder sobre as crianças do que o homem, um poder conquistado ao longo do tempo, e elas não querem perder esse poder”, diz a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Há regrinhas para determinar que certos cuidados pertencem apenas às mulheres, fundamentadas em uma falsa biologia, em uma suposta natureza feminina que não é verdadeira.” A divisão de espaço entre homens e mulheres não deveria, portanto, estar restrita aos meios profissionais. Assim como cabe a homens e mulheres aceitar a ascensão feminina aos postos de comando – inclusive à Presidência –, a sociedade precisa aprender a conviver com mais homens no ambiente doméstico.

O vendedor Carlos Eduardo Valério, de 50 anos, sentiu essa dificuldade. Casado, com uma filha de 12 anos, ele trabalha à tarde, e a mulher, Virginia, de manhã. Quando a filha Carolina nasceu, ele teve de se desdobrar para equacionar os horários em casa. Ajuda a limpar a casa, cuida do quintal, faz a comida. “Isso para mim foi tranquilo, porque estava acostumado, tenho seis irmãos e dividíamos as tarefas em casa. Mas cuidar de criança é mais complicado, as mulheres parecem ter mais facilidade, mais capricho”, afirma. Até pegar o jeito, Carlos Eduardo precisou ouvir várias queixas de que estava fazendo tudo errado. Hoje, diz ter se acostumado com as tarefas domésticas e manter uma agenda diária bem definida. A filha vai e volta da escola de van. Ele faz o almoço, os dois fazem a lição juntos antes de ele ir trabalhar. Às vezes leva e busca a filha nas festas e baladas nos fins de semana. “É importante para mim estar com ela, é um valor que eu faço questão de passar.”

Quem primeiro apontou a maternidade como um mito cultural foi a filósofa francesa Elisabeth Badinter, ainda na década de 1980. Para escrever o livro Um amor conquistado – O mito do amor materno, ela pesquisou como as mães lidavam com a gestação e o aleitamento de crianças antes do século XIX. Descobriu que a maioria dos bebês era negligenciada, entregue a amas de leite. Muitas crianças morriam antes de completar 4 anos de idade. Para as mulheres da alta burguesia, era um desprestígio ocupar-se da prole. Para as operárias, pela jornada de trabalho, era tarefa impossível. Badinter diz que a formação do mito do amor materno surgiu no fim do século XVIII, com a nascente preocupação com a educação e a sociabilidade de crianças e adolescentes. Até então a criança era considerada quase como um “animal” a ser adestrado, um adulto em miniatura. Para Badinter, a maternidade não é algo instintivo. O afeto entre mãe e filho se formaria da convivência, seria algo conquistado. O mesmo que ocorre com a paternidade.

“As mulheres subestimam a contribuição do marido dentro de casa”,
diz a especialista americana Ellen Galinski

O fim da divisão nítida de papéis entre homens e mulheres pode causar confusão, mas também pode ser benéfica. “Nossa cultura mudou: antes dos anos 1960 não havia uma exigência cultural nem social para que o pai demonstrasse afeto ou tivesse carinho com as crianças”, diz Mirian Goldenberg. “Hoje os pais reivindicam o direito de exercer plenamente esse afeto. Tanto que muitos homens separados querem a guarda compartilhada ou querem ficar em tempo integral com o filho, por causa dessa vontade de estar mais com ele.”

O engenheiro Fernando José Alves da Silva, de 46 anos, não abriu mão de estar com os filhos mesmo depois do fim de seu primeiro casamento, há nove anos. “Não há o que pague a alegria de encontrar meus filhos sorrindo, de curtir alguns momentos com eles”, diz Fernando. Pai de Andrezza, de 13 anos, e de Lucas, de 9, ele detém a guarda compartilhada das crianças e fica com elas semana sim, semana não. Fernando casou-se novamente há três anos e teve seu terceiro filho, Guilherme, hoje com 1 ano. Funcionário de uma refinaria em Duque de Caxias, ele mora na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Trabalha dez horas por dia, mas reserva o fim da tarde e a noite para estar com os filhos. “Quando dá, tento pegar na escola, faço lição de casa junto, levo o filho no futebol, tento brincar com eles, me desdobro ao máximo”, diz Fernando. Como sua rotina é muito pesada, nem sempre ele consegue. Já perdeu eventos na escola dos filhos por causa do trabalho. “Não posso parar de trabalhar, preciso pagar o colégio, as contas, o apartamento, manter o padrão de vida. Então preciso arranjar um jeito de equilibrar as coisas”, afirma Fernando. “É muito difícil combinar trabalho e família. Ficar tranquilo é o mais importante para conseguir conciliar.”

A solução que Fernando encontrou é a melhor saída para fugir de mais uma fonte de estresse. “A carga de cobrança em cima dos pais e da forma que eles cuidam dos filhos é uma barreira. Cada vez mais os pais estão perdidos com tantas recomendações e cobranças”, diz Rosa Macedo, da PUC-SP. “O caminho mais rápido para o descontrole é culpar-se e idealizar a forma de criar os filhos.”

Renan Yoshima, de 36 anos, achou que ultrapassaria seu limite se continuasse no promissor emprego de publicitário em uma agência na Zona Oeste de São Paulo quando sua mulher, a arquiteta Camila França Yoshima, engravidou, em 2005. “Eu não tinha horário para entrar nem para sair e costumava varar madrugadas no trabalho”, diz Renan. Ele largou a publicidade e se tornou designer. Encontrou um emprego com horário fixo e um salário menor que o de publicitário para poder cuidar da primeira filha, Laura. “Achei que, como publicitário, seria difícil aproveitar minha família. Achei melhor estar com ela”, afirma. “Não abro mão de estar com minhas filhas, emprego eu encontro em qualquer lugar.”

Renan e Camila têm duas filhas: Isabela, de 2 anos, e Laura, de 5. Como a mulher tem um escritório de arquitetura e não tem horário fixo, costuma trabalhar à noite. Quando volta do trabalho, às 19 horas, Renan assume a casa: “Troco fralda, faço comida, penteio o cabelo, brinco. A hora do banho é uma bagunça, porque eu dou banho nas duas”. Renan acredita que a principal dificuldade que enfrentou foi encontrar um ponto de equilíbrio entre suas responsabilidades. “A cobrança é muito grande, e é complicado escolher entre ser o pai que vai sustentar a casa e o pai presente. Às vezes a pessoa tem medo de perder o emprego e prioriza o trabalho, até por uma proteção aos filhos. Desempregado, como ele vai sustentar?”, diz. “O ambiente profissional é cruel em relação à família, e eu sei que estou na contracorrente, mas priorizo meu relacionamento com minhas filhas.”

O estudo do Boston College mostra que as empresas americanas têm dificuldade em lidar com esses pais que se desdobram. Quando as mulheres que têm filhos estão no local de trabalho e precisam sair mais cedo, as empresas já se acostumaram a lidar com a situação. Mas isso não é tão comum quando quem pede para sair do escritório por causa dos filhos é o pai. “A ideia mais comum é que quando um casal tem filhos a mulher naturalmente vai se dedicar menos ao trabalho, e as empresas têm de ser compreensíveis. Já os homens vão mergulhar no trabalho para sustentar a família. Então as empresas tendem a ser menos plácidas quando eles têm necessidades familiares”, afirma Brad Harrington, do Boston College. “Fala-se muito do novo pai, da cobrança para que ele esteja presente, mas nenhum chefe entende quando o executivo falta para ir à reunião da escola ou para levar o filho ao pediatra.”

A diferença de tempo entre a licença-paternidade e a licença-maternidade deixa explícito esse tipo de pensamento. Grandes empresas americanas já dão licença-paternidade remunerada de até três semanas para seus funcionários. Na maior parte dos Estados Unidos, a licença não ultrapassa 15 dias. No Brasil, há dez projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional discutindo a ampliação da licença-paternidade. Há propostas que aumentam o direito para até 30 dias, mas o projeto mais avançado e com maior consenso prevê licença remunerada de 15 dias após o nascimento do filho.

A licença-paternidade avança no mundo.
Na Suécia, pai e mãe dividem os 390 dias

Na Suécia, os pais podem dividir 390 dias de licença paga da forma como bem entenderem, e 80% dos homens suecos tiram quatro meses de folga quando nascem seus filhos. Na Alemanha, uma lei semelhante à da Suécia aumentou em sete vezes o número de pais que tiravam licença para cuidar dos filhos. “Hoje há um monopólio feminino dos prazeres, encargos e sacrifícios com os filhos”, diz Mirian Goldenberg. Para ela, a diferença de cinco dias de licença-paternidade para seis meses de licença-maternidade revela uma enorme desigualdade de gênero. “Ampliar a licença-paternidade não é invadir um espaço exclusivo da mãe.”

A impressão de que esse novo tipo de pai ocuparia os domínios maternos é falsa. Para os especialistas, é importante não confundir os papéis de cada um. A falsa impressão é provocada pelo estereótipo paternal criado ao longo de décadas: a autoridade, a lei, a força, o provedor distante. Esse modelo transformou o homem atual num indivíduo que parece ser um remendo ao tentar se desdobrar para trabalhar e querer cuidar dos filhos e da casa. Uma imagem que precisa ser desfeita. “O homem que cuida do filho não é um homem maternal e não pode exercer o papel de mãe, que não serve para ele”, diz Cuschnir, da USP. “O que parece um remendo na verdade é uma ampliação. O homem fica maior quando tem de cuidar do filho. Ele aproveita a relação dele com o filho para resolver sua própria relação com o mundo. Isso dá serenidade ao homem.”

10 características comuns de pais de filhos de sucesso

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

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– Neymar ganhava para bater palmas aos torcedores do PSG? Não sei, não…

Um negócio possível, duvidoso ou certamente irreal?

Vejam só o que o ex-jogador de futebol Lewis Bryon (contexto e link abaixo) contou: que no contrato de Neymar com o PSG, ele possui uma cláusula para ser mais simpático com os torcedores, e a cada vez que se dirigia à torcida para bater palmas, recebia 200 mil euros de bonificação por jogo.

Sinceramente, eu não sei se acredito… mas também não duvido.

Extraído de: “O Globo“, em: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2024/11/27/ex-jogador-revela-que-neymar-tinha-clausula-milionaria-no-psg-para-bater-palmas-para-os-torcedores-entenda.ghtml

EX-JOGADOR REVELA QUE NEYMAR GANHAVA PARA BATER PALMAS AOS TORCEDORES

Lewis Bryon, de 23 anos, compartilhou informação passada por membro da equipe durante curso de treinador

O ex-jogador de futebol Lewis Bryon, de 23 anos, revelou durante uma entrevista ao podcast Ball Talk uma cláusula para lá de curiosa do contrato de Neymar quando ainda era jogador do PSG. A informação foi passada para ele por um membro do clube, que não teve a identidade revelada, enquanto fazia um curso de treinador.

— Ele disse que o Neymar tem uma cláusula em seu contrato que toda vez que ele ia e batia palmas para os torcedores após uma partida, ele recebia um bônus de € 200.000. […] Ele disse que isso acontecia porque Neymar tinha uma fama de não se envolver com o clube — contou em entrevista há cerca de um mês.

A cada vez que saudava os torcedores com palmas, o brasileiro desembolsaria cerca de R$ 1.220 milhão. Ele desembarcou na França em 2017, em uma transação de 222 milhões de euros (aproximadamente R$ 821 milhões na época). Neymar deixou oficialmente o Paris Saint-Germain em agosto de 2023 após seis anos no clube francês, para assinar com o Al-Hilal, da Arábia Saudita.

Bryon atuou pelo Crystal Palace entre os 8 e 23 anos. Ele precisou encerrar sua carreira devido a lesões recorrentes, que o mantiveram afastado dos gramados por longos períodos, incluindo dois intervalos de mais de três anos cada. Atualmente, trabalha como treinador de academias de futebol.

Neymar agora tem contrato com o Paris Saint-Germain até meados de 2027 — Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

– Qual o futuro do nosso Galo?

Hoje passei em frente ao Estádio Dr Jayme Cintra, e pensei: como o Paulista estará daqui 10 anos?

Me recordei de uma atividade que faço com meus alunos veteranos na faculdade: pense como eram no 1º semestre, como estão no 8º, e projetem: como estarei na minha carreira daqui a 2 anos? E daqui 5 anos? Ou 10 anos?

Quem pensava, quando o Tricolor Jundiaiense caiu em 1986 para a Divisão Intermediária, que seria Campeão da Copa do Brasil (torneio que nem existia na época)?

E quem pensava, em 2006 (com o Galo sendo vice-campeão paulista 2004, Campeão do Brasil em 2005, e jogando a Libertadores no ano seguinte), que em 2024 veria o time sem divisão nacional e na 5ª divisão regional?

Para pensar: qual será o futuro do clube que tanto amamos daqui 10 anos (com SAF? Sem SAF? Brilhando? No Limbo? Com estádio? Sem estádio? Com CT? Sem CT?)…

A única certeza é: não tem futuro escrito, é nós que o determinamos. Que o Paulista FC saiba escrever bem a sua história, com as salvaguardas necessárias.

– O boicote ao boicote do Carrefour.

No Comércio Exterior, a Lei da Reciprocidade é muito comum. O que um país toma de decisão a respeito de taxação, compra, retaliação ou algo que o valha, outra nação age igualmente como medida recíproca.

Eis que o Carrefour da França anunciou deixar de comprar carne do Mercosul, devido a medidas protecionistas aos produtores do agronegócio francês. A carne lá é mais cara, mas mesmo assim, preferem deixar de comprar o produto brasileiro, por exemplo.

Em contrapartida, os produtores brasileiros, boicotados por tal medida, deixaram de vender carne ao Carrefour Brasil e suas empresas (Sam’s Club e Atacadão). E isso mexeu como o grupo europeu!

Espera-se, em breve, um pedido de reconciliamento do Carrefour Global, pois quer queira ou não, eles precisam da carne brasileira. Ou as lojas do nosso país importarão carne bovina da França? Claro, contém ironia…

É, simplesmente, a Lei do Mercado.

– Os 10 mandamentos das Redes Sociais.

O Sebrae publicou um ótimo material para empreendedores no ambiente virtual.

São 10 oportunas observações, na imagem abaixo (nela própria há as citações):

– O Santos e a sua SAF: Neymar levará mesmo?

Sem contrato oficial ou proposta na mesa, fica difícil comentar qualquer coisa. Mas muita gente está falando que a empresa de Neymar Jr poderá comprar a SAF do Santos FC.

Se você colocar na ponta do lápis, Ney (que nos últimos 6 anos, jogou 3 e ficou 1 lesionado), ganhou na Arábia o valor especulado: 1,3 bi de dólares.

Não bastasse o dinheiro do príncipe árabe, já ganhou uma fortuna com o emir do Catar no PSG e também no Barcelona. Mas… por que não imaginar que possa existir uma sociedade nesse negócio?

A Arábia Saudita vem praticando sportwashing mundo afora. Quem sabe não seria essa uma ideia por trás de tudo isso? 

Eu não me surpreenderia se Neymar fosse sócio de algum príncipe árabe na aquisição do Peixe.

– O Santos e a sua SAF: Neymar levará mesmo?

Sem contrato oficial ou proposta na mesa, fica difícil comentar qualquer coisa. Mas muita gente está falando que a empresa de Neymar Jr poderá comprar a SAF do Santos FC.

Se você colocar na ponta do lápis, Ney (que nos últimos 6 anos, jogou 3 e ficou 1 lesionado), ganhou na Arábia o valor especulado: 1,3 bi de dólares.

Não bastasse o dinheiro do príncipe árabe, já ganhou uma fortuna com o emir do Catar no PSG e também no Barcelona. Mas… por que não imaginar que possa existir uma sociedade nesse negócio?

A Arábia Saudita vem praticando sportwashing mundo afora. Quem sabe não seria essa uma ideia por trás de tudo isso? 

Eu não me surpreenderia se Neymar fosse sócio de algum príncipe árabe na aquisição do Peixe.

– O problema de Textor com o Lyon: abram os olhos, times que venderam as SAFs…

John Textor é dono do Eagle Football Group, uma holding que controla o Lyon (França), o Molenbeek (Bélgica), o FC Florida (EUA), o Botafogo (Brasil) e 45,3% do Crystal Palace (Inglaterra).

Aqui no Brasil, estamos vendo investimentos pesados do americano no time carioca. Já é quem mais gastou em 2024 no nosso país, podendo ser campeão do Campeonato Brasileiro e campeão da Libertadores da América.

Muitos se questionam: como “fechar a conta”? Afinal, as receitas do Glorioso estão longe de fazer o Botafogo SAF dar lucro. Acreditava-se que tal SAF poderia ser um mecenato (ou seja: alguém endinheirado, a fim de gastar sem precisar de lucro).

Não nos iludamos…

Nem toda SAF tem gestão positiva. Veja a 777, que faliu e o Vasco a tomou de volta. Veja também o Atlético Mineiro, que mesmo sendo SAF, não dá lucro e a arena foi interditada (na gestão não-profissional, quando o Flamengo estava comemorando o título da Copa do Brasil, se tocava o hino atleticano para atrapalhar a festa).

Aliás, as SAFs são times de donos que, se desejarem tirar o pé dos investimentos, o clube não tem o que fazer. Se o gestor desejar “parar com a brincadeira” e ficar nas últimas divisões por falta de recursos, o clube tem que esperar encerrar o contrato. Aliás, os presidentes das agremiações viram “coadjuvantes”. Responda rápido: quem é o presidente do Botafogo-RJ, cuja SAF é de Textor? Ou do Cruzeiro-MG, cuja SAF é de Pedrinho BH? Ou do Bahia, do City Group?

(Respectivamente, são: Durcésio Mello, Lidson Postch e Emerson Ferretti).

Didaticamente, o “pepino”: O Lyon, que chegou a ganhar 7 vezes o título do Campeonato Francês com Juninho Pernambucano vestindo a camisa 10, deve 100 milhões de euros (600 milhões de reais). A DNCG (a entidade que fiscaliza as finanças dos clubes da Liga Francesa) reclama que o clube está dando calote em todo mundo e não tem condições de honrar seus compromissos, exigindo o pagamento para não rebaixar o Lyon para a segunda divisão.

Textor declarou que resolverá isso pois tem “ativos”. E quais são os ativos dele?

Vender jogadores do Botafogo, ou, a primeira hipótese: desfazer-se do Crystal Palace (que tem grande valor de mercado). Paralelamente (talvez de maneira fanfarrônica), Textor negociava a aquisição do Everton-ING.

A pergunta é: quando o Botafogo vai dar lucro, e como estará o clube quando o contrato encerrar?

Que o atual momento não seja uma cortina de fumaça… como foi a HMTF (Hicks Muse) no Corinthians, tempos atrás.

– As emoções das cores (para o Mercado).

Muito legal: muitas empresas estudam as cores de suas logomarcas, a fim de obter vários objetivos sensoriais.

Mas você sabe o que elas seignificam?

Veja que bacana:

– Preço e Valor.

São coisas distintas e, cá entre nós, facilmente percebidas: o preço cobrado e o valor percebido!

A dica do grande Warren Buffett:

Screenshot

– Receita do Bom Líder.

Tempos atrás, Graziele Oliveira da Revista Época (ed 19/11/2012, pg 74-75) trouxe uma interessante matéria sobre a redução de gerentes no ambiente de trabalho.

Tal nível hierárquico conta com menos profissionais, que são mais cobrados e ganham consequentemente mais importância.

No texto, há até uma “receita” do bom gerente:

A RECEITA DO BOM GERENTE

O bom gestor atende aos anseios da equipe, mas segue também algumas ações fundamentais:

FORMAR – O bom chefe incentiva e facilita que o funcionário estude. No dia a dia, faz com que os integrantes da equipe ganhem experiência relevante

INFORMAR – Ele mantém cada um informado sobre seus objetivos e meios, a qualidade do trabalho feito e o que é preciso mudar.

DELEGAR – Permite que os integrantes da equipe assumam novas responsabilidades e desafios adequados.

DEFENDER – Assume responsabilidades e mostra-se parte da equipe frente à empresa e aos superiores, nos bons e maus momentos.

ANIMAR – Mantém o ambiente leve e animado. Age com educação e atenção real às necessidades de cada integrante da equipe.

Imagem extraída de: https://www.bbc.com/worklife/article/20140606-bad-boss-the-terror-at-the-top

– 5 Reasons to Use Instagram for Your Business.

When marketing a business, social media is often used to expand the brand’s presence and help its offerings become more visible. Instagram is a …

Continua em: 5 Reasons to Use Instagram for Your Business

– Obsolescência Programada e a Cultura dos Descartáveis.

Foi há 5 anos, mas é atual…

Já reparou que muitos equipamentos possuem vida útil sugerida pelos fabricantes e não duram mais do que isso?

Computadores, de fato, são exemplos reais. Celulares e TVs também. É a cultura do descartável, pois se o produto durar muito tempo, a indústria não vende outro. Claro que aqui se implica a questão da atualização, renovação, nova tecnologia, etc.

No entanto, na França, o Governo local está de olho em quem força o produto para que ele seja obsoleto antes de um tempo razoável.

Abaixo, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/41212/franca+vai+multar+em+ate+r$+1+mi+empresas+que+fizerem+produtos+programados+para+quebrar.shtml

FRANÇA VAI MULTAR EM ATÉ R$ 1 MI EMPRESAS QUE FIZEREM PRODUTOS ‘PROGRAMADOS PARA QUEBRAR’

Não é teoria da conspiração: a “obsolescência programada”, técnica que limita a vida útil de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, é um recurso real muito usado pelo setor industrial para forçar consumidores a comprar novos produtos. É o caso das máquinas de lavar de três anos que quebram, enquanto as de 30 anos continuam funcionando normalmente.

Para lutar contra esta prática, a França aprovou recentemente uma lei que pune a obsolescência programada com multas de até € 300 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) para as empresas e penas de até dois anos de prisão para os responsáveis.

A medida faz parte do projeto de lei da transição energética, que tem como objetivo diminuir as taxas de poluição no país. Segundo o documento, estão comprometidas “todas as técnicas pelas quais uma empresa visa, através da concepção do produto, diminuir “propositalmente” a duração da vida útil ou da utilização potencial de tal produto para aumentar sua taxa de substituição. Estas técnicas podem incluir a introdução voluntária de um defeito, fragilidade, paralisação programada ou prematura, limitação técnica, impossibilidade de reparação ou não compatibilidade”.

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A iniciativa, até então inédita na Europa, foi uma vitória para ativistas franceses que lutavam pelo reconhecimento da lei desde 2013. Para a associação France Nature Environnement (FNE), é “um forte sinal político enviado aos fabricantes, aos distribuidores e aos cidadãos”, segundo disse à imprensa local Agnès Banaszuk, representante da FNE.

O problema agora é conseguir provar quando um produto foi intencionalmente modificado para quebrar depois de alguns meses ou anos de uso. A palavra “propositalmente” inscrita no texto gerou críticas por ser aberta a interpretações e também porque pressupõe que o consumidor forneça provas da intenção do fabricante.

Ainda não está claro como será feita a avaliação dos aparelhos, já que a lei foi recentemente aprovada e ainda não houve nenhum caso formalmente aberto.

Saiba como descartar corretamente TV de tubo - Organics News Brasil

Imagem extraída de: https://organicsnewsbrasil.com.br/meio-ambiente/educacao-reciclagem/saiba-como-descartar-corretamente-tv-de-tubo/ (foto: Nelson Coelho/ Diário SP)

– B2B, B2C ou P2P?

As ferramentas modernas de marketing digital são importantes para o diálogo entre os negociantes e parceiros. Muito se fala sobre estratégias de comunicação entre empresas (B2B – Business to Business, ou “empresas para empresas”) ou entre empresas e consumidores finais (B2C – Business to Consumer). 

Mas e essa mesma comunicação entre pessoas?

Sobre P2P, extraído de: https://portal.comunique-se.com.br/nao-e-b2b-nem-b2c-e-p2p/

NÃO É B2B NEM B2C: É P2P

por Cássio Politi

Ainda que sejamos o país da América Latina que mais investe em marketing digital segundo dados da McKinsey, a maior parte das empresas brasileiras dá sinais de ter dificuldade para entender a importância das técnicas e ferramentas emergentes, que ganharam força com a Transformação Digital.

Primeiro, porque muitas marcas utilizam essas soluções digitais de maneira equivocada, sem oferecer valor real à sua audiência. E também porque tem bastante gente esquecendo que não lidamos com máquinas — entre tanta automação, algoritmo e leitura básica de métricas —, mas com pessoas.

Mesmo quando o foco do seu negócio é B2B, você lida e se relaciona com pessoas. Falta em muitos casos uma visão mais estratégica a respeito do assunto, mas, para embasar estas considerações, conversei com a gerente de marketing da Coloplast, Paula Sartorato. A troca de ideias converge sobre um negócio ser B2B ou B2C. No final, tudo se resume a uma relação humana, de pessoas para pessoas. O papo, na íntegra, está no final deste post, em formato de podcast, mas você lê insights dele nos parágrafos a seguir.

Falamos com pessoas

Paula Sartorato reforçou a importância de falar, estritamente, com pessoas independentemente de haver um núcleo corporativo em B2C ou B2B. Em grande parte, isso foi possibilitado com o avanço das redes sociais e tecnologias associadas que aproximem as marcas do consumidor final. E a tendência vai além: 83% dos brasileiros preferem comprar de marcar alinhadas aos seus próprios valores segundos dados da Accenture publicados pela Exame.

Com isso, Paula percebe que, mesmo que o B2C não seja o principal modelo de negócios e representatividade na receita, a iniciativa de falar com pessoas traz uma oportunidade valiosa de ter contato direto com o usuário final.

Os benefícios

A questão-chave, para a gerente de marketing da Coloplast, reside na “oportunidade de a empresa entender melhor as relações comerciais e com o usuário para alcançar o cliente. É levar uma informação relevante por meio do posicionamento de marca. Coisas que talvez ela não tivesse sem esses canais: o acesso direto”.

As tecnologias — muitas delas, já não tão novas, como é o caso das redes sociais — permitem um alcance maior para as empresas. Não precisamos falar com uma identidade corporativa, mas com as pessoas diretamente. Sejam elas vendedores, fornecedores e também aquelas que consomem, indiretamente, os seus produtos ou serviços.

Afinal, empresas que conseguem ter uma percepção melhor do que a sua solução proporciona ao consumidor final, aprendem também a ser mais assertivas mesmo que sua essência seja B2B.

Se olho no P2P

Vamos esquecer, por alguns instantes, as nomenclaturas B2B e B2C e usar o P2P? Ou seja: people to people— de pessoas para pessoas. Esse discurso, inclusive, tem sido abertamente dialogado por diversos especialistas.

Um que chamou bastante a atenção pertence a Mark Schaefer em seu livro Marketing Rebellion: The Most Human Company Wins.

Até o momento, o conteúdo está disponível apenas em inglês, mas fiz uma resenha sobre a obra e você pode baixá-la gratuitamente neste link.

A mensagem do livro é, basicamente, que devemos focar nossas estratégias em uma conexão com pessoas, e não com empresas. Mesmo quando falamos em inbound marketing e as ferramentas e estratégias aplicadas, temos de considerar a nossa audiência.

Entrei em consenso com a Paula ao considerar que as ações que agregam valor ao público — quando isso é percebido pelas pessoas — ajudam na sua retenção. Quando falamos com pessoas, não estamos apenas captando leads e aumentando a base de e-mails para o disparo de ofertas. Estamos nos conectando.

Do contrário, só temos números acumulados que não oferecem retorno algum para a sua empresa e tampouco para a sua base de clientes.

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A conversa com Gabriela Onofre foi tema da 227ª edição do Podcast-se, que foi ao ar em julho — e que você ouve abaixo.

O Podcast-se é o podcast oficial do Grupo Comunique-se. Está no ar há mais de três anos e já tem mais de 250 episódios no ar. Figura entre os top-10 podcasts de Marketing do Brasil segundo o ranking de audiência do Chartable. Está disponível nas principais plataformas, como Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e outras.

Imagem-Arte de Márcia Sokamoto (endereço na figura).

– Sobre a reunião da EXA, Paulista, Conselheiros e Associados, visando a SAF.

A respeito da proposta que foi votada (ou melhor: “desejo de continuar elaborando uma proposta”), compartilho as considerações no link em: https://youtu.be/FI-btsv0YBM?si=F-v8bJ9HtfUTbX4b

(Lembrando, a título de comparação: a proposta REJEITADA, por enquanto, do grupo do ex-jogador Zé Roberto ao EC São Bento de Sorocaba, foi de R$ 130 milhões, mais pagamento da dívida de R$ 11 milhões e a construção de um CT para a base – sem entrar estádio, pois o Walter Ribeiro é municipal).

– Vota ou não vota?

Amanhã será votada a proposta da EXA para comprar a SAF do Paulista FC.

E…

NENHUM conselheiro recebeu qualquer documento sobre ela. Mas a diretoria quer que se aprove amanhã.

Estuda-se por algum tempo, se aconselha com advogados, ou… aprova “no escuro”, com uma apresentação de meia hora?

Sobre isso, em: https://wp.me/p4RTuC-121W

– Sobre a votação da proposta da EXA Capital por parte do Paulista FC.

Em qualquer processo de negociação, há sondagem, interesse, conversas preliminares e maturação. No mundo do futebol profissional, isso deve ser válido também.

Dos diversos tipos de modelo de gerenciamento esportivo (Clube Associativo, Clube Empresa, Arrendamento de Agremiação ou Sociedade Anônima de Futebol), todos podem ser rentáveis ou não (até porque nem todo clube é adquirido para ganhar títulos, pode ser para ganhar dinheiro, reforçar a imagem ou outro propósito). O sucesso na empreitada depende da competência do processo profissional. 

Assim, em vias de se conhecer a proposta da EXA Capital de Pedro Mesquita para adquirir a SAF do Paulista, é importante que se saiba com detalhes o que ele oferecerá, o que ele desejará, como serão as multas, e todos os trâmites disso.

Se de fato tudo começou há 1 ano, se há meses ele vem conhecendo os detalhes do clube e ainda pediu um prazo nesse último mês, é natural que fará uma proposta. Assim, que o Paulista FC a discuta com calma, por semanas (ou meses, se necessário), que permita a sociedade jundiaiense conhecer o possível acordo (junto com opiniões de advogados, esportistas e forças vivas da cidade), a fim de debater uma contra-proposta.

Ninguém compra uma casa oferecendo X e você aceitando de bate-pronto. Você pede Y, o interessado oferece X+algo, você faz uma nova contra-proposta e aí chega-se num acordo (ou não).

Me assustei quando li no item 2 da convocação da reunião do Paulista FC para apreciação da proposta da EXA o termo: “votação da proposta”.

Algo negociado por meses será apresentando em meia hora para os conselheiros e associados, que devem votar sim ou não? Tal maluquice não existe… Imagino que o redator do texto desejasse escrever: “início das discussões das negociações por parte do Conselho e dos Sócios Votantes”.

Sobre clube empresa, SAF e Paulista FC, falamos com mais detalhes e considerações (desejoso que se vote no tempo certo, racionalmente), no link em: https://youtu.be/tes6TvqOw-U?si=LfgTrrIsIvIbuII6

– 12 anos sem o JT…

Já faz 12 anos que acabou o JT!

Que saudade do Jornal da Tarde… Criativo, prático e direto! Nenhum conseguiu o substituir…

Foto: Valor Econômico, em: https://valor.globo.com/eu-e/noticia/2020/04/24/jornal-da-tarde-deixou-marca-de-ousadia-na-imprensa.ghtml. Crédito: Arquivo Estadão, Capa do JT.

– A SAF da Lusa e a preocupação com o torcedor:

Tem clube que negocia SAF e se esconde. Parece que não quer que o torcedor descubra, palpite ou saiba. Esquisito…

E tem clube que quer que o torcedor opine, pois o clube é de todos!

Olhe aí a Portuguesa, que negocia 1 bilhão em investimentos com um projeto audacioso (envolvendo várias nuances):

– Os melhores McDonald’s do Mundo!

Na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, há uma matéria muito interessante sobre Empreendedorismo e Inovação, e se refere ao McDonalds!

Um cliente visitou 100 restaurantes da rede mundo afora (em 55 países), e elegeu os 10 melhores pratos (de milho a baguete). Abaixo, extraído de: https://revistapegn.globo.com/google/amp/negocios/noticia/2024/09/cliente-que-visitou-100-mcdonalds-no-mundo-elege-10-comidas-que-deveriam-estar-em-todos-incluindo-uma-do-brasil.ghtml

OS 10 MELHORES PRATOS DO MCDONALD’S

Gary He, um fotojornalista americano, visitou restaurantes da rede em 55 países e lançará um livro com suas impressões.

Gary He, um fotojornalista do Brooklyn, viajou para mais de 55 países em seis continentes e compilou um livro de 420 páginas para mostrar cardápios inusitados do McDonald’s. No total mais de 100 restaurantes no McDonald’s foram registrados em seu livro, sendo que Gary destacou 10 pratos que em sua avaliação deveriam estar em todos os menus da rede.

A ideia do livro surgiu quando, em 2019, durante uma viagem a Marrakesh, no Marrocos, Gary recebeu uma surpresa inesperada em seu pedido regular do McDonald’s: um pacote de tâmaras acompanhado de uma chebakia — um doce magrebino feito com massa frita em formato de rosa e regado com xarope de mel — uma sopa de tomate e legumes chamada harira e uma garrafa de laban, tudo embalado em uma caixinha.

Curioso sobre a caixa e seu significado, ele recorreu ao Google para descobrir mais detalhes, mas não havia muita informação disponível. “Quando comecei a pesquisar as especialidades do McDonald’s em outros países, havia muito pouca informação, e a maioria estava muito dispersa”, disse ele ao Business Insider.

Cinco anos depois, o fotojornalista viajou para mais de 55 países em seis continentes e compilou um livro de 420 páginas, ” McAtlas: A Global Guide to the Golden Arches “, com lançamento previsto para novembro. O livro tem mais de 200 fotografias de itens do menu e maravilhas arquitetônicas que mostram como a rede americana se integrou em todas as culturas.

Considerando que cerca de 27 mil dos 40 mil restaurantes da marca estão fora dos EUA, uma maneira da empresa manter sua popularidade e se esforçar para impulsionar suas vendas internacionais é introduzindo itens populares localmente. O Wall Street Journal relatou, em 2023, que esses itens locais contribuíram com cerca de 30% das vendas de alimentos da marca.

O Business Insider reuniu os 10 itens globais que, segundo Gary, “seria incrível se estivesse nos cardápios de todos os restaurantes McDonald ‘s”. Confira:

1. McSpaghetti das Filipinas

O Spaghetti, seja em festas de aniversário ou em jantares comunitários, é um dos pratos favoritos nas famílias filipinas. “Quase todas as redes americanas que entraram nas Filipinas têm alguma versão da massa doce marinara em seu menu”, disse Gary. No McDonald’s, o prato segue uma receita tradicional. Ele traz macarrão misturado com ketchup de banana e coberto com salsichas fatiadas e servido com um acompanhamento de frango McDo, que é um pedaço de frango frito .

2. Sopa de macarrão de Hong Kong

A sopa de macarrão tem algumas raízes coloniais em Hong Kong, já que se originou nos cha chaan tengs — cafés locais que serviam culinária ocidental a preços acessíveis na década de 1950 — e era feito com alimentos baratos no pós- Segunda Guerra Mundial. No menu do McDonald’s, a sopa pode ser combinada com vegetais, salsichas, presunto, frango grelhado e ovos.

3. Torta de milho da Tailândia

Se você confundiu esta sobremesa tailandesa popular com a tradicional torta de maçã oferecida no Brasil, não ache estranho. A torta tem o mesmo exterior crocante, mas substituindo o recheio de maçãs com um recheio cremoso de milho macio, doce e salgado. E embora a torta de milho esteja no topo da maioria das listas de preferência dos consumidores, o McDonald’s da Tailândia também é conhecido por outras tortas, incluindo abacaxi, caranguejo ao curry e carbonara.

4. McRib na Alemanha

O McRib é um sanduíche de carne de porco com sabor de churrasco. Ele está disponível o ano todo na Alemanha, e os clientes, incluindo He, dizem que a carne de porco usada na Alemanha é muito boa e uma escolha popular.

5. McAloo Tikki da Índia

No fast food indiano, onde os estabelecimentos ocidentais competem não apenas entre si, mas também com os vendedores de comida nas ruas, o McAloo Tikki foi um divisor de águas: o filé de purê de batatas e ervilhas, temperado com temperos indianos, têm uma familiaridade que era identificável aos paladares indianos. “A versão do McDonald’s do lanche de rua indiano é tão boa, que é possível entender por que eles também o venderam em outros mercados com grandes populações de expatriados indianos”.

6. McArábia do Oriente Médio

Uma versão do McDonald’s do sanduíche shawarma — um wrap do Oriente Médio feito com pão sírio, frango grelhado fatiado, molho de alho e picles — o McArabia foi a resposta dos franqueados da região ao boicote às marcas ocidentais no Oriente Médio no início dos anos 2000. Parte hambúrguer, parte wrap, este favorito do público usa dois hambúrgueres de frango grelhado Halal cobertos com tomate, alface, cebola e molho de alho, tudo envolto em pão árabe achatado.

7. McCafé da Austrália

Se você estiver visitando a Austrália, Gary He sugere que você tome seu café da manhã em um McCafe, simplesmente porque foi lá que a gigante global de fast-food conceituou pela primeira vez o conceito de café. “O McCafe começou em Melbourne e se tornou global a partir daí, focando em bebidas com sabor de espresso que são muito superiores às oferecidas por redes concorrentes”, afirma.

8. Tigelas de queijo do Brasil

O Brasil também está na lista. Imagine mergulhar McNuggets crocantes ou batatas fritas em uma tigela quente de queijo cheddar macio e derretido, isso só é servido nos restaurantes McDonald’s latino-americanos.

9. McBaguette da França

A baguete é um alimento básico francês — e faz parte até mesmo da lista do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO. O Mc Baguette, uma versão do McDonald’s do original, foi introduzido pela primeira vez em 2012. Ele foi reintroduzido com novos recheios, como frango e molho béarnaise nos últimos anos.

10. Café da manhã da Guatemala

Na Guatemala você pode esperar experimentar a culinária local até mesmo em um McDonald’s, já que a marca incorporou elementos regionais em seu menu de fast-food. No café da manhã, He indicou que as redes no país oferecem uma grande (ou pequena, se preferir) porção de ovos mexidos, salsichas, bananas-da-terra, feijões fritos, molhos e tortilhas.

McSpaghetti das Filipinas