– A Nova Arma do Google contra o Facebook

 

É sabido que “estar em rede social” é uma tendência. Várias redes são populares: Facebook, Orkut, LinkedIn, Quepasa, entre tantas. São quase 150 mil em todo mundo.

 

Muitos usam para ampliar sua rede de relacionamentos (o que chamamos de networking), seja para motivos sociais, lúdicos ou profissionais.

 

No mundo, o Facebook domina. No Brasil, a exceção veio com o Orkut, popular aqui e na Índia, mas um ilustre coadjuvante no restante do planeta.

 

Com o crescimento frenético do Facebook no Brasil e com a necessidade de brigar com a rede no resto do mundo, o Google (que é o proprietário do Orkut) lançou em fase experimental o Google+ (Google Plus).

 

Mas atenção: a empresa diz que não vai encerrar o Orkut, mas usará o Google+ como alternativa.

 

Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, 03/07/2011, Mercado B7, por Camila Fusco

 

GOOGLE DESAFIA FACEBOOK COM REDE SOCIAL

 

Com a rede social Google+, lançada na semana passada, o Google quer desafiar o Facebook não só em popularidade mas também provar que tem ferramentas suficientes para tentar retomar a posição de liderança na web.


Muito mais que uma rede social -que tem como principais atrativos a conversa de vídeo entre amigos e a segmentação de contatos em círculos de relacionamento-, o Google+ é um imenso repositório de dados.


Estão em jogo informações valiosas sobre o comportamento de navegação e que podem determinar o futuro das receitas do Google com publicidade.
“O Google não tem necessariamente a aspiração de ser a principal rede social, mas de ter a demografia mais completa”, afirma Dan Olds, diretor da consultoria Gabriel Consulting Group.


Essa nova fronteira da disputa virtual pode ser vista em movimentos recentes de Google e Facebook de entrada em áreas até então pouco exploradas -desde pagamento on-line até locação de vídeo pela internet.


“A estratégia até pode ser ganhar com serviços pagos, mas há dados de comportamento que podem ser rentáveis em vários formatos, como os anúncios”, diz Olds.

 
Segundo o especialista, o Facebook tem hoje 700 milhões de usuários e chegou ao valor de mercado estimado em quase US$ 70 bilhões tendo como principal ativo seu banco de dados.

 
No ano passado, o Facebook conquistou pela primeira vez mais usuários únicos de internet do que o Google, 8,9% ante 7,2%, segundo a consultoria Hitwise.

 
“O Google+ vem para dar poder de fogo para o Google tentar retomar a posição de líder na internet, hoje claramente ocupada pelo Facebook”, afirma o analista.
Embora o Google tenha lançado o Orkut em 2004 com a possibilidade de extrair informações semelhantes da web, a rede nunca decolou de forma expressiva.


Diversificação


Dos US$ 6 bilhões estimados em publicidade nas redes sociais em 2011, o Facebook deve receber 66%.


O Google+ pode não ter a ambição de gerar faturamento expressivo para o Google, mas já poderá disputar alguns dos dólares da rede de Mark Zuckerberg.


Entre as agências de publicidade, no entanto, ainda é cedo para afirmar se o Google+ vai se consolidar.


“O Google+ ainda precisa se firmar como ferramenta para que as empresas o adotem”, diz Max Petrucci, da agência Garage Interactive.


Entre os maiores desafios do Google está popularizar a rede para, depois, pensar em modelos de publicidade.


O Facebook não deve ficar atrás e deve anunciar nesta semana novas funções, entre as quais um serviço de vídeo e voz integrado com o Skype.

 

Por dentro do Google +

 

– O que é


Nova rede social do Google que agrupa os contatos em círculos de relacionamento e permite a publicação de posts, fotos e vídeos. Tem versões para computador e celulares

 

– O que há de novo


Embora reúna elementos de Twitter e do Facebook – como um clone do botão “curtir”, batizado de +1 – o Google+ tem uma função que permite conectar diversos amigos simultaneamente em vídeo por meio de webcam. Também integra diversas funções do Google, como criação de páginas pessoais divididas por interesse, e permite que o usuário acompanhe posts de celebridades ou notícias

 

– O que significa para os negócios


O Google tem o potencial de desenvolver modelos de publicidade para empresas aproveitarem a rede de relacionamento do Google+. No entanto, tem como desafio atrair usuários para criar a “população” da rede e também precisa elaborar formas alternativas de publicidade. Ao contrário do Facebook ou do Twitter, onde as empresas podem pagar para mandar mensagens para os usuários, o Google+ não permite esse contato direto.

– Quero um Voyage Iraquiano “Made in Brazil”

 

Nos anos 80, o Brasil foi um dos grandes exportadores de carros ao Iraque. A VW brasileira promoveu uma invasão do carro Passat (que lá se chamava Brazíli), que ainda é perceptível na envelhecida frota iraquiana.

 

Agora, a VW novamente exportará uma quantidade significativa ao Iraque, e o carro escolhido para a aventura comercial (e que se chamará Brazíli também) é o Voyage.

 

Tudo bem, caso não fosse gritante a diferença de preço. Em reais, um consumidor do Iraque pagará na agência R$ 21.000,00! Arredondando os números, metade do preço que nós pagamos aqui no Brasil (mais de 40 mil na versão mediana)!

 

Como é que mandamos um carro para o Oriente Médio e ele é vendido pela metade do preço e ainda dá lucro? Só dá para resumir com… IMPOSTOS!

 

Extraído de: http://is.gd/QX4ACw

 

DEPOIS DO PASSAT, IRAQUE IMPORTARÁ BRAZÍLI

 

Já foi o tempo em que o Passat reinava absoluto no mercado iraquiano. Tempos difíceis aqueles, onde o líder Saddam Hussein e a desgastante – porém lucrativa – Guerra Irã-Iraque, ajudavam nas exportações brasileiras de armas, carros, mão de obra civil, entre outros.

Era nesse ambiente hostil que a VW conseguiu vender 170.000 exemplares do Passat “iraquiano”, com suas quatro portas e estofamento bordô. Conhecido por lá como “brazíli”, o VW feito no Brasil deixou saudades por lá.

Agora, a Volks quer repetir o sucesso do Passat com outro “brazíli”. Desta vez, a arma de exportação da marca será o Voyage. Já tendo sido Fox e agora renascido das cinzas, o sedã compacto está perto de ganhar ruas e estradas daquele país.

A VW e os governos brasileiro e iraquiano estão negociando a entrada do Voyage no mercado local. A tarefa não é fácil devido a entraves burocráticos e corrupção. O Brasil até mudou para a Jordânia sua Embaixada Oficial no Iraque devido às tensões no país.

No entanto, a Volkswagen está confiante de que poderá emplacar 50.000 unidades do Voyage em dois anos. O modelo foi testado nos desertos do Iraque por seis meses e está pronto para atender as necessidades locais.

Uma vez no Iraque, seu preço deverá ficar em torno de US$13.000 ou pouco menos de R$21.000. Aqui, o Voyage mais barato custa R$30.000. A montadora espera que o governo iraquiano ofereça subsídio para taxistas no país, barateando a aquisição do “brazíli”.

– Até Espionagem Industrial no Imbróglio da Fusão dos Mercados?

 

Já falamos várias vezes sobre a fusão do Carrefour e Pão de Açúcar. Mas algo novo: Wall Mart alega que quase comprou o Carrefour Brasil em 2009, e que a ação de Abílio Diniz foi fruto de espionagem industrial!

 

Uau. A história promete. O sócio do Pão de Açúcar, o Casino, se manifestará?

– Barbie será Produzida no Brasil?

 

Depois da FoxConn anunciar que produzirá os tablets da Apple no Brasil, agora é a Mattel quem procura terreno e incentivos fiscais para produzir a boneca Barbie no Brasil, e daqui para o resto do mundo!

 

Curiosidade: você sabia que a única Barbie com menção ao Brasil, a Barbie “índia da Amazônia”, é fabricada no México?

 

Extraído da Revista Isto É Dinheiro, Ed 29/06/2011, por Tatiana Bauter, pg 60-61.

 

UMA BARBIE BEM BRASILEIRA

 

A fabricante americana de brinquedos Mattel negocia a produção da famosa boneca loira e dos carrinhos Hot Wheels no Brasil

 

Há pouco mais de dois anos, a fabricante de brinquedos americana Mattel lançou a “Barbie Amazônia”, caracterizada como uma índia, de cabelos negros compridos e até um cocar. Mas a Barbie só era brasileira no modelo: sua produção ocorria em fábricas no México ou no Sudeste asiático. Pois, agora,  a mais famosa boneca do mundo deverá ter o Brasil em seu DNA. A Mattel analisa a fabricação de brinquedos no País nos próximos meses. A ideia é produzir internamente a Barbie, as bonecas Little Mommy, os carrinhos Hot Wheels e jogos de tabuleiro. A companhia, que fatura US$ 6 bilhões por ano, mantém sete fábricas próprias no México e na China,  e mais de 60 parceiros no mundo, responsáveis por 50% do total vendido. Esse é o modelo que está sendo avaliado no Brasil. “Já chegamos a uma lista de quatro fornecedores”,  diz Ricardo Roschel, diretor de operações da Mattel no Brasil.

 

Hoje os únicos produtos das linhas principais da Mattel, feitos no Brasil, são os jogos Uno, fabricados pela Copag, na Zona Franca de Manaus. A produção local já existe em acessórios e produtos licenciados (confira o quadro). A intenção de fabricar os brinquedos no Brasil foi comunicada por Roschel ao Ministro da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, numa reunião em Brasília. Uma das razões para o início da produção local seria o aumento da alíquota do imposto de importação de brinquedos de 20% para 35%,  no final do ano passado. Outro, e talvez o principal fator, é o entusiasmo com o mercado brasileiro, onde as vendas da Mattel cresceram 22% nos últimos quatro anos.  

O Brasil é o terceiro maior mercado internacional para a Mattel, atrás apenas do México e Reino Unido.  O diretor mundial de operações da Mattel, Bryan Stockton, acredita que o sucesso brasileiro está longe de se esgotar. “Dizemos aqui que o próximo Brasil é o Brasil”, afirmou ele, em entrevista exclusiva à DINHEIRO. O executivo comemora a decisão de ter continuado a investir no mercado brasileiro mesmo durante a crise pré-eleitoral de 2001/2002. Mas prefere não dar mais detalhes sobre a negociação do início da produção dos brinquedos no País.  Além de avaliar a produção local, a Mattel procura replicar em outros países algumas de suas experiências brasileiras com o varejo.

 

Na rede C&A, por exemplo, é possível encontrar as bonecas Barbie junto com alguns produtos licenciados, como mochilas, patins e roupas. Supermercados e lojas de departamentos americanos mantêm separados os brinquedos e itens licenciados.  O Brasil tem também uma posição privilegiada dentro da Mattel se comparado a outros mercados emergentes. Ao contrário de empresas  que apostam todas as fichas no crescimento da China e da Índia, a fabricante de brinquedos ainda vê na América Latina um mercado muito mais desenvolvido em relação ao de países asiáticos. “Muita gente me pergunta sobre os BRICs, mas China e Índia ainda estão num estágio de desenvolvimento do mercado de brinquedos muito anterior ao brasileiro”, afirma Stockton.

O investimento fora dos Estados Unidos faz parte de um esforço da Mattel para se reinventar em meio ao novo mundo cheio de brinquedos digitais para as crianças e da crise nos países desenvolvidos. A participação dos Estados Unidos no total da receita da companhia caiu de 64% para pouco mais de 50%,  nos últimos dez anos. No primeiro trimestre deste ano, as vendas no mercado americano cresceram 7%.

Na América Latina, aumentaram 28,5%. Stockton diz que as vendas de brinquedos tradicionais, como a Barbie, que tem mais de 50 anos, vão continuar a crescer, apesar das novas opções disponíveis para crianças, como videogames. “A solução é integrar componentes digitais aos brinquedos tradicionais.” O executivo cita como exemplo uma Barbie que vem com uma câmera acoplada no pingente de seu colar. A menina pode fazer o download do vídeo ou acompanhar a gravação da brincadeira sob o ponto de vista da boneca, num pequeno painel nas costas da Barbie. Os carrinhos Hot Wheels também já têm câmeras embutidas para gravar as corridas disputadas pelos meninos.

– Brasil é o 2º na Produção de Etanol

 

Enquanto o etanol (álcool combustível) ameaça novos aumentos na bomba, devido ao consumo interno e às exportações que aumentam significativamente, duas curiosidades:

 

Governo estuda diminuir o percentual de álcool anidro na gasolina (hoje de 25%) para 20%, a fim de aumentar a oferta no mercado.

 

– O Brasil se mantém como segundo maior produtor de etanol. Junto com os EUA, responde a quase 1/3 da produção mundial.

 

De acordo com a consultoria americana F.O.Licht’s, as americanas ADM, Poet, Valero e Green Plain são os 1º, 2º, 6º e 7º produtores, respectivamente. As brasileiras Copersucar, Cosan e LDC-SEV os 3º, 5º e 9º produtores.

 

E o que isso quer dizer?

 

Que a cada aumento de produção, aumenta-se a exportação. E o mercado interno, que em suma é o consumidor brasileiro, paga o preço que não deveria…

– O Pizza Hut mais Rentável é Brasileiro. Pizzas que Não Acabam Mais…

 

Dias atrás fui ao Aeroporto de Cumbica e minha filha viu a logo do Pizza Hut lá dentro. Já se interessou…

 

Na sequência, os vidros que permitiam ver pela janela os aviões na pista… Mais um apelo.

 

Mas o que interessa mesmo é que tudo isso faz parte do sucesso do restaurante Pizza Hut daquele aeroporto, o mais rentável e de maior faturamento do mundo! São 35 mil pizzas por mês, número imbatível mesmo nas lojas americanas de grande vendagem.

Parabéns.

– O Risco do BPA! Ele está próximo de você…

 

Você já ouviu falar do Bisfenol (conhecido como BPA)?

 

Ele é usado principalmente em mamadeiras e copos infantis. Nos EUA, há uma campanha muito grande para se evitar o uso desse produto químico, sob suspeita de causar câncer. Lá, os produtos estão com a inscrição: FREE BPA, a fim de identificar que o produto está ‘limpo’.

 

Aqui no Brasil, ninguém falou ainda sobre o assunto. Mas em uma Universidade do Missouri, mais um motivo: o BPA contaminaria hormônios sexuais! Entenda bem a descoberta, abaixo:

 

Extraído de Úlitmo Segundo / IG, em http://is.gd/IuFsuG

 

BPA BISFENOL USADO EM MAMADEIRA É O RESPONSÁVEL POR FEMINILIZAÇÃO DE RATOS

 

O bisfenol A (BPA), substância controversa usada, entre outras coisas, no revestimento interno de garrafas de plástico e mamadeiras, está associado à feminilização de ratos, segundo estudo publicado esta segunda-feira (27).

 

A pesquisa, feita por cientistas da Universidade do Missouri, mostram que os ratos machos , expostos enquanto fetos à BPA, se comportam mais como fêmeas, especialmente em suas capacidades para se orientar em seu entorno.

 

Esta observação leva os cientistas a concluir que no homem este componente químico poderia ter efeitos nefastos no desenvolvimento e nos traços cognitivos próprios de cada sexo, que são importantes para a reprodução.

 

“Os ratos da experiência expostos ao BPA – guardadas as proporções, em quantidades equivalentes absorvidas pelo homem – parecem normais, mas no entanto são claramente diferentes”, explicou Cheryl Rosenfeld, professora adjunta de ciências biomédicas da escola de medicina veterinária da Universidade do Missouri e principal autora do estudo.

 

“As ratas não querem acasalar com os machos expostos ao BPA e estes últimos têm dificuldades maiores em navegar espacialmente para encontrar parceiras sexuais”, destacou.

Segundo os autores, este estudo deve estabelecer as bases para futuras pesquisas sobre como o BPA pode afetar diferentemente os comportamentos de meninos com relação ao das meninas.

 

A pesquisa foi publicada nos Anais da Academia americana de Ciências com data de 7 de junho a 1º de julho.

 

Enquanto a Agência Americana de Alimentos e Medicamentos notou “inquietações” com relação aos efeitos do BPA e que o Canadá foi o primeiro país do mundo a classificar este produto como tóxico, a falta de acordo entre os cientistas quanto aos seus efeitos em animais e seres humanos persistem.

– Novamente Carrefour + Pão de Açúcar. O Sobe-e-desce das Bolsas

 

De novo surgem notícias de que o Carrefour pode ser absorvido pelo Grupo Pão de Açúcar. Dias atrás, quando dos primeiros boatos, as ações do Pão de Açúcar caíram mais de 10%. O Casino, sócio francês do grupo e principal concorrente do Carrefour na França houvera chiado; daí o motivo da queda.

 

Hoje, com a eminente possibilidade de acerto, as ações subiram mais de 10%! O motivo seria o próprio Casino, comprando ações do Pão-de-Açúcar freneticamente, tentando ter o maior poder de decisão e, consequentemente, evitando o acordo com o Carrefour. Especialistas dizem que quase 1/3 dos negócios da Bolsa de Valores hoje se deu por estas ações (um recorde!)

 

Juntos, Carrefour e Pão de Açúcar faturariam 65 bilhões de reais, contra 22 bi do concorrente mais próximo, o WalMart.

 

E você, quer dizer alguma coisa sobre o acordo que pode formar um gigante varejista? Deixe seu comentário:

– O Fim da Internet Livre?

 

Leio que a ESPN, emissora esportiva, lançará um serviço exclusivo aos assinantes da Telefônica. Quem tem acesso à Internet pelo Speedy da Telefônica, por exemplo, conseguirá acessar o site. Se o seu provedor for outro, não.

 

Será o fim da Internet Livre? Estaremos entrando numa nova fase competitiva da Internet, onde conteúdos exclusivos estarão agregados aos provedores?

 

Não gosto muito da idéia…

– Venda Casada de Educação e Livros?

 

No mundo educacional, os negócios entre escolas e livrarias são cada vez mais constantes. Mas o que chama a atenção é o número mais freqüente de parcerias que “quase promovem a venda casada” entre serviços de ensino e compra de livros.

 

Ilegal não é; mas, enfim, é curioso. Seria antiético? Talvez não…

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, a matéria extraída da Folha de São Paulo.

 

LIVRARIAS DÃO DINHEIRO A COLÉGIO POR INDICAÇÃO

 

Por Talita Bedinelli, (FSP, 22/01/2011, pg C1)

 

De olho nas altas quantias gastas pelos pais em materiais, livrariam oferecem benefícios, até em dinheiro, para as escolas em troca da indicação do estabelecimento como local de compras.

(…) A cada compra, uma parcela (5 ou 10%) é dada para a instituição de ensino.

A Saraiva, que tem parceria com 400 escolas, confirma a prática, que não é considerada ilegal por entidades pró-consumidor. Mas diz que a “minoria” dos colégios pede esse bônus em dinheiro. A maioria, segundo a livraria, recebe a porcentagem, por exemplo, em cartão presente, que pode ser usado na compra de produtos.

– A Falta de Profissionais Emperra a FoxConn em Jundiaí

 

Nesta semana, uma leve troca de farpas entre PT e PSDB no caso “Apple em Jundiaí”.

 

A taiwanesa FoxConn, montadora dos Iphones e Ipads da americana Apple, está instalando uma nova unidade em Jundiaí para a produção desses equipamentos (a empresa já tem uma unidade fabril na cidade). Na nova instalação, localizada no Km 66 da Rodovia Anhanguera, as obras estão a todo vapor. Em um mês já se tem uma fábrica. Incrível (e os estádios da Copa que demoram tanto… não poderia de deixar de perder esse gancho)! O Ministro Aloísio Mercadante disse que os primeiros Ipads poderiam ser fabricados em Agosto, mas por culpa do prefeito tucano Miguel Haddad, que não cuidaria da infraestrutura, só poderá ser possível em Setembro.

 

Vaidade. Discussão política demagógica.

 

A verdade é que 400 engenheiros específicos que são necessários para a empresa não são encontrados no mercado de trabalho! Apenas 175 foram contratados. Falta mão-de-obra especializadíssima.

 

Uma pena. E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Grindr e a Aposta Certeira no Nicho de Mercado Gay

 

Daqui há alguns dias (semana que vem) acontecerá a Parada Gay, e desde já as empresas querem lucrar com o evento.

 

Entretanto, no mundo dos negócios o público gay é altamente valorizado, principalmente pelo aceite em gastar quantias significativas pela tranqüilidade de seus costumes.

 

Compartilho matéria da Época Negócios, a respeito do GRINDR, aplicativo de smartphone aos homossexuais e que virou uma febre entre eles e elas, além de enorme rentabilidade para seu criador:

 

Extraído de: http://is.gd/9ZBFpp

 

ENCONTRO MARCADO E POR IPHONE

 

por Pedro Caiado

 

Com 1,7 milhão de usuários em 190 países, o aplicativo Grindr virou uma febre entre o público gay masculino. Tudo começou com apenas US$ 5 mil e uma ideia

 

O que você faz com o GPS do seu smartphone? Joel Simkhai, um americano de 33 anos, decidiu criar um aplicativo, o Grindr. Com um investimento de US$ 5 mil, a ideia era preencher uma lacuna que ele encontrava nos sites de namoro. “Em chats, não há ênfase nas pessoas ao meu redor. Agora posso saber quem é gay e está sentado perto de mim”, afirma. Dois anos depois de criado, o aplicativo virou uma febre entre o público gay masculino, com uma base de mais de 1,7 milhão de usuários em 190 países. Duzentos e oitenta mil deles têm um uso intensivo, conectando-se, em média, oito vezes por dia. Londres tem o maior público do Grindr, à frente de Nova York e Los Angeles. No Brasil, são 14 mil usuários – a cidade com mais cadastrados é o Rio de Janeiro, com 2,1 mil.

O modelo de negócios é misto. Há versão gratuita, com propaganda, e uma paga, com assinatura de US$ 2,99 por mês e recursos adicionais. “Não gastamos nada em publicidade. Novos adeptos conhecem o Grindr pelo boca a boca”, diz. Recentemente, o programa foi lançado para os sistemas Android e BlackBerry e, desde então, 8 mil novos usuários têm se cadastrado por dia. Simkhai diz que recebe muitos pedidos para criar um aplicativo para o público hétero, algo que já está nos planos. “Por que não encontrar pessoas próximas em vez de gastar horas online buscando alguém e descobrir que não há química?”

– Enquanto o Etanol dispara, Dilma comemora!

 

Nesta semana, o etanol subiu incríveis R$ 0,18 ao consumidor brasileiro. Motivos: a produção não é suficiente para a demanda e, é claro, as exportações aos EUA.

 

Porém, hoje, os americanos aprovaram uma lei que diminui os subsídios por lá. Ou seja, eles pagarão menos impostos e comprarão mais álcool (etanol) brasileiro.

 

Assim, se já falta álcool para o mercado interno, faltará ainda mais em breve. E os preços…

 

Pior: Dilma Roussef, a presidente, talvez desinformada das conseqüências, comemorou o fato com os usineiros de Ribeirão Preto hoje. Os usineiros comemoram, claro, pois terão mais lucro. Mas a presidente não deveria se preocupar com o povo brasileiro que a elegeu? Afinal, nós, consumidores, pagaremos a conta.

 

Extraído de: http://is.gd/cmcr68

 

FIM DO SUBSÍDIO AO ETANOL NOS EUA É VITÓRIA, DIZ DILMA

 

A presidente Dilma Rousseff disse hoje, em entrevista coletiva, em Ribeirão Preto (SP), que o fim das barreiras contra o etanol brasileiro nos Estados Unidos representa uma vitória para o País. Embora admita que, em termos práticos, a medida aprovada ontem no Senado norte-americano ainda dependa da sanção do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Dilma disse que a decisão representa um reconhecimento de que o etanol brasileiro não competia em condições de igualdade nos EUA.

“Mesmo não sendo imediatamente aplicável, dependendo eu não sei do que direito, eu quero dizer que é um avanço, porque pela primeira vez aparece claramente uma posição que reconhece que tem incentivos, subsídios e protecionismo excessivo”, afirmou. “Então eu não sei como vai ser e a eficácia disso, mas aconteça o que acontecer, tem um fator simbólico muito importante para nós, que é o reconhecimento de que não é um mercado perfeito aquele do etanol brasileiro nos Estados Unidos. Então, para nós, acho que para todos os brasileiros interessados no assunto, se constitui numa vitória, mesmo que o resultado prático não seja imediato.”

Dilma disse, ainda, esperar que os produtores brasileiros tenham capacidade para abastecer o mercado externo, depois da crise nos últimos meses com a falta de álcool no mercado interno. “Eu acredito, e o governo vai fazer isso, eu acredito tanto na consciência dos produtores de etanol quanto na eficácia das políticas do governo. Nós estamos fazendo um esforço enorme no sentido de garantir um aumento da produção de etanol.”

– O Golaço de uma Marca

Amigos, quem teve o prazer de ler uma belíssima matéria do competente jornalista Fernando Valeika de Barros, na Revista Época Negócios (Maio/2010), pode comprovar a potência que o clube espanhol Real Madrid é algo totalmente diferente dos demais (falando administrativamente): A receita do time é “gastar para lucrar”, 40 pessoas trabalham no departamento de Marketing do time, o estádio tem 700 mil visitantes anuais em dias que não jogos e arrecada (sem jogos) US$ 10,7 milhões pela visitação.

 

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137045-16642,00-O+GOLACO+DE+UMA+MARCA.html

 

O GOLAÇO DE UMA MARCA

 

Clube de futebol mais popular da Espanha, o Real Madrid não foi bem nesta temporada. Deu vexame na edição 2010 da Copa do Rei, ao ser eliminado pelo Alcorcón, um modesto time da Terceira Divisão. Atuando em casa, também caiu fora da Liga dos Campeões da Europa logo nas oitavas de final, pela sexta vez consecutiva (este ano, diante dos franceses do Lyon, considerados azarões). E, como se isso fosse pouco, cambaleou no campeonato espanhol. Mas quando o assunto é faturar, não tem para o Barcelona, nem para o inglês Manchester United, nem para o Milan ou para a Juventus, da Itália. O Real Madrid é o campeão absoluto entre os times milionários. Segundo um levantamento da consultoria inglesa Deloitte, sua receita anual é de US$ 563 milhões, uma marca que apenas 330 empresas conseguem no Brasil. O total é ainda cinco vezes e meia maior do que a receita do São Paulo, o mais rico clube do Brasil.

O mais incrível é o modo como os madridistas chegaram lá: gastando dinheiro aos tubos. Para bancar suas extravagâncias, eles não têm um mecenas árabe, como o xeique Mansour Al Nahyan, dono do Manchester City, ou um bilionário da ex-União Soviética como Rinat Akhmetov, o ricaço ucraniano que colocou o Shakhtar Donetsk no mundo do futebol. O Real Madrid não economiza nas contratações. Segundo cálculos do economista espanhol José Maria Gay, desde 2003, o time investiu impressionantes US$ 998 milhões na compra de jogadores. Alguns deles são superestrelas. No ano passado, para recrutar o português Cristiano Ronaldo (o melhor jogador do planeta em 2008) e o brasileiro Kaká (o melhor de 2007), o Real Madrid gastou US$ 216 milhões. Somados a estrelas emergentes, como o francês Benzema e os espanhóis Xabi Alonso, Albiol e Negredo, o clube desembolsou US$ 350 milhões. Isso fora os salários de US$ 36,6 milhões anuais apenas para os três não espanhóis do sexteto. Só Kaká ganha US$ 1,1 milhão mensais (11% a mais do que recebia no Milan). No total, a massa salarial do clube espanhol ultrapassará, neste ano, os US$ 258 milhões. A fábula paga nos contracheques galácticos representa quase o mesmo que o faturamento de um clube como o Lyon, o 13º mais endinheirado do planeta, segundo levantamento da consultoria Deloitte.

Essa opulência faz parte de uma filosofia de gestão que transformou o futebol em uma máquina milionária. Em vez de gasto, o Real Madrid considera a aquisição de supercraques como uma alavanca para arrebanhar mais recursos com direitos de transmissão, novos contratos de publicidade, merchandising e licenciamento de produtos. “Com a renegociação de alguns de nossos contratos com patrocinadores, a previsão para o ano que vem é alcançarmos um faturamento de US$ 590 milhões”, diz Eduardo Fernandez de Blas, vice-presidente do Real Madrid. É muito? Pois em 2011 Blas estima que o clube ultrapasse os US$ 700 milhões em receitas.

Atingir essa meta será mesmo necessário para não causar um rombo na contabilidade. Para bancar Cristiano Ronaldo, Kaká e Benzema, o clube teve de recorrer a empréstimos bancários de US$ 207 milhões, que vencem em junho de 2015. Com eles, sua dívida subiu para US$ 440 milhões, mas os espanhóis não parecem preocupados. “Um clube de futebol de ponta deve ser gerenciado tal como uma grande companhia, em que o investimento em equipamentos de última geração faz parte do negócio”, afirma o presidente, Florentino Perez, reeleito em 2009 pelos 93.587 sócios do clube. A filosofia de Perez é simples: só com grandes jogadores dá para aumentar as receitas. Em se tratando de Real Madrid, a mágica vai dando certo, com um ritmo de faturamento que cresceu 26% nos últimos dez anos. “Cada um desses jogadores famosos ajudou o Real a solidificar sua imagem em um mercado diferente”, diz José Luis Nueno, professor da escola de negócios Iese, em Madri.

Para ter o privilégio de exibir os jogos das estrelas do Real Madrid, o grupo catalão Mediapro desembolsa US$ 225 milhões, o maior contrato do gênero no mundo. O inglês Manchester United ganha quase um terço a menos pela transmissão de suas partidas.

Florentino Perez, o rei Midas por trás do Real Madrid, é uma raposa na arte de fazer negócios. Aos 63 anos, casado, três filhos, com o rosto sempre adornado por óculos metálicos grandes e vestido com ternos de corte impecável, Perez é dono da maior construtora espanhola, a Actividades de Construcción y Servicios (ACS), que faturou US$ 21 bilhões em 2009 e tem 107 mil funcionários. Há uma década, Perez assumiu a presidência do clube e, pela primeira vez, colocou seu sistema de gestão para andar. Rico (sua fortuna pessoal é estimada em US$ 2,2 bilhões) e fanático pelo Real Madrid (assistiu pela primeira vez a um jogo em 1951, aos 4 anos, acompanhado do pai, então influente no clube), Perez acredita que um grande clube de futebol deve ser tratado como uma empresa de entretenimento com projeção global. Do mesmo jeito que um grande estúdio de Hollywood paga caro para ter estrelas como Sandra Bullock ou Tom Hanks, ele não regateia para atrair famosos do mundo da bola.

Mal sentou-se pela primeira vez na cadeira de presidente, em 1999, Perez foi logo fazendo barulho. Por US$ 105 milhões, em dinheiro de hoje, arrancou o português Luís Figo do arquirrival Barcelona. Foi a primeira contratação de uma série que transformou o Real Madrid numa versão real de time digno de esquadrão de videogame. Na sequência vieram o francês Zinedine Zidane, os brasileiros Ronaldo e Roberto Carlos e o inglês David Beckham. Apelidados de Galácticos, os craques de Perez demoraram a engrenar, mas deram retorno. Ganharam títulos importantes, como a Liga dos Campeões, em 2002, e, principalmente, iniciaram a impressionante e milionária disparada no faturamento do clube. “Não criei nada novo. Foi investindo nos maiores craques do planeta que Santiago Bernabéu transformou o Real Madrid na maior equipe de todos os tempos”, disse Perez em seu discurso de posse. Presidente do clube entre 1943 e 1978, Bernabéu comprou alguns dos melhores jogadores do mundo, como o argentino naturalizado espanhol Di Stéfano, o húngaro Puskás, o espanhol Gento, o francês Kopa e os brasileiros Didi e Canário. Montou um esquadrão imbatível, que se tornou o melhor time da Europa por cinco vezes seguidas, entre 1956 e 1960. “Em uma Espanha onde não havia cimento, Bernabéu ergueu um estádio para 120 mil espectadores que vivia cheio”, afirma o argentino Jorge Valdano, hoje dirigente do Real Madrid. Segundo ele, a sacada de Perez foi transformar o clube em marca global. Limitado a 13,2 milhões de torcedores na Espanha, sua estratégia foi buscar fãs nos quatro cantos do planeta. “Perez percebeu que o futebol atual precisava de uma visão ampla, em que o estádio é virtual e tem o tamanho do mundo inteiro”, diz Valdano.

Um exemplo do estilo Florentino Perez foi a contratação de David Beckham, em 2003, por US$ 61,4 milhões, em dinheiro de hoje. Do ponto de vista racional, dentro de campo, o inglês seria apenas mais uma estrela. Só que fora da cancha deu uma tremenda visibilidade ao clube em mercados onde mal tinha torcedores, como no Extremo Oriente, e catapultou a marca Real Madrid a limites interplanetários. Só nos primeiros seis meses de Beckham, foram vendidas 1 milhão de camisetas (US$ 93,7 milhões). No mundo inteiro, a procura de produtos com o emblema do clube cresceu 137% em semanas. Graças aos tempos de Beckham, Ronaldo, Zidane, Roberto Carlos e companhia, ainda hoje o Real Madrid mantém parcerias com empresas como a Saudi Telecom, operadora saudita de telefonia.

Como parte do modelo de negócio, um pedaço de tudo o que se arrecada fica com o Real Madrid. Assim que chegam ao clube, os jogadores assinam um contrato em que topam rachar seus direitos de imagem, em um sistema de cogestão. “Todos no elenco são nossos parceiros na gestão de negócios que geram mais recursos para todos”, diz Begoña Orea, vice-diretora comercial do Real Madrid. Um exemplo de como as coisas funcionam foi o contrato que uniu a imagem do goleiro do time (e da seleção espanhola), Iker Casillas, com a cervejaria Mahou, que patrocina o clube. Com a intermediação da equipe da qual Begoña faz parte, Casillas foi contratado para ser embaixador da marca. O lucro é repartido em partes iguais entre ele e o Real Madrid. Mais: para associar sua marca ao clube, a Audi cede 60 de seus carros e mais uma bolada milionária. Em troca, tem modelos dirigidos pelos craques. Kaká anda com uma perua R6, com motor V10. Cristiano Ronaldo, com um esportivo R8 com 525 cavalos. O zagueiro Pepe, brasileiro naturalizado português, roda com um utilitário esportivo Q7. “Vestir esta camisa é a certeza de estar no melhor time do mundo e ganhar um bom dinheiro”, diz Pepe. Idem para a Hugo Boss, que veste Pepe e seus companheiros.

 

ESTÁDIO-MODELO

 

Ter jogadores desejados também proporcionou ao clube um belo contrato com sua fornecedora de material esportivo, a alemã Adidas. A cada ano, a marca desembolsa cerca de US$ 63 milhões para fornecer uniformes ao clube. Sem contar a receita de cada camiseta vendida. Se for adquirida na loja do Santiago Bernabéu, US$ 39 de cada peça vão para o Real Madrid. As camisetas compradas em pontos de venda em Madri geram US$ 20 para o clube. Em outras partes da Espanha e do mundo, ele embolsa 10% do valor unitário, o equivalente a US$ 7. Para qualquer time é um ótimo acordo. Mas Florentino Perez quer mais. Já fez saber ao presidente da Adidas que uma renegociação seria bem-vinda. O que quer? Quase o dobro do que ganha atualmente: US$ 70 milhões por ano. Considerando que o contrato com os alemães vence daqui a dois anos e que hoje Cristiano Ronaldo é um dos maiores garotos-propaganda da Nike, já dá para perceber qual será a próxima jogada do cartola.

Ao menos no volume de negócios, a matemática prova que Perez está certo ao investir em aquisições. Há 11 anos, metade dos recursos do clube madrilenho vinha da bilheteria, que gerava US$ 2,1 milhões por jogo. Hoje, cada partida no Bernabéu movimenta quase três vezes mais, entre entradas e mercadorias que os fãs adquirem na loja. O estádio é um modelo. Tudo começa com uma localização fabulosa, com as entradas a poucos passos de uma estação de metrô. Continua com os telões gigantes que, durante os intervalos, passam comerciais dos patrocinadores. Há calefação, dois restaurantes e bares, locais para convenções e oito elevadores panorâmicos. Quando o clube joga uma partida importante fora, os jogos são transmitidos em tempo real em telas de cinema, com o pagamento de ingresso (e, claro, com comerciais nos intervalos).

O milagre da multiplicação também aconteceu com outras receitas. No ano 2000, para transmitir os jogos do Real Madrid, a TV desembolsava pouco mais de US$ 43 milhões, quatro vezes menos que atualmente. Hoje, o clube recebe US$ 1,5 bilhão por sete temporadas com o grupo catalão Mediapro. À frente de um time com mais craques, os cartolas do clube puderam aumentar em 15% o valor que cobram pelo patrocínio da camisa com a austríaca Bwin, líder no segmento de apostas pela internet (agora em US$ 29,1 milhões por ano). No Brasil, o Corinthians, dono do maior patrocínio na camisa, recebe a metade disso para ostentar os logotipos de empresas do grupo Hypermarcas. “Graças à renegociação de contratos de forma mais vantajosa, só com TV e marketing a nossa arrecadação cresceu para US$ 353,5 milhões”, diz Begoña.

Claro que tudo ficaria ainda melhor se dentro de campo o time jogasse tanto quanto joga nas planilhas. Pela eliminação precoce na Liga dos Campeões, em março, o Real Madrid desperdiçou US$ 30 milhões. Com a derrota para o Barcelona do argentino Messi, a esperança de ganhar o campeonato espanhol deste ano transformou-se num sonho quase impossível. E neste caso, como na maioria dos times de futebol de massa, deve sobrar para o técnico, o chileno Manuel Pellegrini. Engenheiro civil de formação e bem-educado, Pellegrini parece ter os dias contados, como em qualquer grande empresa em que o resultado é o que conta. Perez está de olho em um técnico galáctico, e os candidatos são o português José Mourinho (na Inter de Milão) e o francês Arsène Wenger (à frente do Arsenal).

Quando, há 11 anos, precisou levantar recursos para comprar seus craques, Perez começou fazendo o que mais entende: negócios. Em troca de US$ 670 milhões, tomou uma decisão que causou polêmica entre os associados. Decidiu vender a Cidade Esportiva, o antigo centro de treinamento do clube. Fundado em 1963 por Bernabéu, tinha 11 hectares em Chamartín, uma das mais valorizadas regiões de Madri. O negócio ficou ainda melhor depois que Florentino Perez conseguiu uma mudança de zoneamento junto à prefeitura. No seu lugar foram erguidos, pela ACS, quatro prédios residenciais. Com parte do dinheiro, Perez pagou dívidas de curto prazo, saiu contratando e construiu um moderno centro em Valdebebas, na Zona Norte da cidade, com uma dezena de campos de treinamento. Há também um estádio para 6 mil pessoas. Tudo custou US$ 154 milhões. Já o estádio Santiago Bernabéu transformou-se em atração turística da capital espanhola. Recebe 700 mil visitantes por ano e gera, só em ingressos, US$ 10,7 milhões anuais. Não estão nessa conta o dinheiro que vem das fotografias que colocam os fãs em um cenário virtual ao lado de ídolos como Kaká nem as dezenas de artigos ofertados na loja do clube, um paraíso para o consumo.

 

COMPRAS

 

Sob a batuta de Begoña Orea trabalham 40 profissionais do marketing. O que eles fazem? Prospectam oportunidades para ganhar dinheiro com o nome e a marca do Real Madrid e seus astros. É uma teia complexa que começa com o licencimento de produtos (cerca de 800 diferentes, de ursinhos de pelúcia a móveis) e termina com conteúdo gerado para computador e celular. Um desses aplicativos, o My Madrid, foi lançado em agosto do ano passado e já gerou 130 mil usuários, que pagam US$ 5,6 para baixar fotos, partidas comentadas e resumos (leia-se US$ 2,6 milhões em 12 meses). “É uma maneira de criar e fidelizar uma comunidade que mais tarde consumirá produtos do clube”, diz Begoña.

São milhares de torcedores que colecionam esses artigos: camisetas, aparelhos de MP3, computador, mascotes, um cartão que dá desconto na compra de ingressos. Para fidelizar mais fãs, o clube tem não apenas uma, mas cinco revistas, um canal de TV que gera seus próprios programas (foram 2,5 mil entrevistas em 2009) e um portal na internet com notícias até em mandarim. A programação da TV, com conteúdo em espanhol e inglês, é vista em 20 milhões de casas nos Estados Unidos, Europa, Extremo Oriente e Oriente Médio. Aproveitando cada oportunidade, apenas as receitas do clube com atividades comerciais geraram um total de US$ 186 milhões em 2009. No Brasil, são minguadíssimas as ações desse tipo. O Corinthians, com a contratação de Ronaldo, surge como uma incipiente exceção. O time paulista fez uma grande jogada, sem sequer ter recursos. “Não podíamos pagar o que um clube árabe ofereceria, e a solução foi transformá-lo em parceiro”, diz Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing.

Mas nada se compara à sede de Florentino Perez por novos craques. E os resultados decepcionantes com a bola indicam que ele vai às compras novamente. Os nomes do atacante inglês Rooney e de Neymar, o prodígio do Santos, já circulam entre os espanhóis. E a Copa do Mundo de 2010 está aí, para revelar novas estrelas que poderão gerar mais dinheiro ao clube mais rico do mundo.

– Magazine Luiza Arremata o Baú do SS e se torna o “Vice-Forte”

 

Sílvio Santos vendeu a cadeia de lojas “Baú” – originada do “Baú da Felicidade” ao Magazine Luiza.

 

O varejista do interior paulista cresce mais ainda com tal aquisição. E, SS, o homem do Baú, deve estar sentindo muito…

 

É o custo da reestruturação.

 

Extraído da Reuters: http://is.gd/fm8zXk

 

MAGAZINE LUIZA COMPRA BAÚ E CONSOLIDA VICE-LIDERANÇA

 

Por Vivian Pereira

O Magazine Luiza acertou a compra das lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Sílvio Santos, consolidando a posição de segundo maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país.

A rede comandada por Luiza Helena Trajano desembolsará 83 milhões de reais pelo Baú, em uma operação envolvendo 121 lojas em São Paulo, Minas Gerais e Paraná, segundo fato relevante ao mercado nesta segunda-feira. Além disso, o Magazine Luiza adiciona 3 milhões de clientes à sua base de cartões.

A aquisição marca o primeiro movimento da varejista após ter reforçado o caixa em abril com mais de 600 milhões de reais com sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês).

“As lojas do Baú estão localizadas em pontos comerciais estratégicos, com foco na classe C, mesmo público-alvo das lojas do Magazine Luiza”, afirmou a varejista.

O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar, alcançar a liderança absoluta do setor com as compras de Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.

As ações do Magazine Luiza chegaram a avançar 3,6 por cento nesta segunda-feira, após o anúncio do acordo. Às 12h21, os papéis tinham valorização de 1,92 por cento, a 17,48 reais.

Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.

– O que você faria se tivesse ações da Brazil Foods?

 

A Brazil Foods, empresa originada da fusão entre Perdigão e Sadia, uma gigante mundial formada na área de alimentação, viu suas ações despencarem nos últimos dias, após o Cade (Conselho de Administração Econômica) sinalizar que não aprovará a união das empresas. Motivo: a participação de mercado seria muito grande, com as marcas Sadia, Perdigão, Batavo (as 3 mais importantes) além de outras 5 menores nas mãos de um grupo controlador.

 

Não parece o mesmo caso da Ambev, quando Brhama e Antártica tiveram que se desfazer da Bavária para permanecerem com a Skol?

 

Duvido que impeçam a continuidade da empresa. E digo mais: o momento é oportuníssimo para compra de ações da empresa, já que estão em baixa e, quando houver o veredito final (com a aprovação da fusão), elas dispararão de preço.

 

Aqui em Jundiaí, vemos o movimento enorme da Logística da empresa, sediada no Parque Industrial Fazgran. Se tivessem mais espaço, trabalhariam ainda mais! A empresa está em alta.

 

E você, o que sobre isso: vale a pena comprar ações da Brazil Foods hoje? Deixe seu comentário:

– Faltará Etanol em 2012, oficialmente

 

E o discurso do Ministro Edison Lobão? Disse que provavelmente faltará álcool combustível (etanol) em 2012, listou as dificuldades e fez suas considerações. Só faltou ser convincente sobre as medidas que o Governo adotará.

 

Se temos 1 ano para prevenção, por que não a fazermos já?

 

Extraído de: http://is.gd/3itD5r

 

MINISTRO LOBÃO PREVÊ FALTA DE ETANOL NA PRÓXIMA ENTRESSAFRA

 

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta segunda-feira que podem ocorrer novos problemas de abastecimento de etanol no País. Segundo ele, assim como ocorreu neste ano, pode haver falta do combustível em postos durante a próxima entressafra da cana-de-açúcar, que ocorre nos primeiros meses do ano. Esse problema poderia causar novamente uma alta no preço do produto.

“Este ano, tivemos algumas dificuldades e estamos prevendo para o próximo ano também algumas dificuldades”, afirmou Lobão, após participar da cerimônia de abertura de um congresso sobre etanol realizado em São Paulo. “Temos preocupação com a próxima safra”.

Lobão disse que, devido à possibilidade de escassez do etanol, o governo vem conversando constantemente com empresários do setor sucroalcooleiro para projetar o abastecimento de etanol para o ano que vem. Segundo ele, caso falte combustível, a mistura de etanol na gasolina pode ser reduzida para manter o preço do produto.

“Estamos conversando com os produtores para que tenhamos uma produção maior, evitando a elevação de preços”, disse ele. “Se isso não for possível, reduziremos aquilo que o governo não quer reduzir, que é mistura [de etanol na gasolina], de 25%, para 22%, para 20%”.

Em abril deste ano, durante a entressafra da cana, o governo alterou o percentual mínimo de álcool misturado à gasolina. A quantidade mínima obrigatória, que variava de 20% e 25%, passou a variar entre 18% e 25%.

O ministro também afirmou que o governo federal trabalha em um plano decenal para aumentar a produção de açúcar e álcool no País. O plano, segundo ele, está em fase final de preparação e deve ser anunciado em breve.

O ministro disse que o plano vai traçar metas para a produção do setor sucroalcooleiro para os próximos dez anos. Essas metas serão estabelecidas projetando a demanda nacional dos produtos derivados da cana-de-açúcar.

“O plano decenal é um planejamento de demanda, de produção e de financiamento para que se obtenha os resultados desejados”, explicou o ministro, após participar da abertura de um congresso sobre etanol, em São Paulo. “Ele [o plano] está sendo concluído e acredito que, dentro de muito pouco tempo, vamos lançá-lo.”

Lobão afirmou que a intenção do governo é aumentar as exportações de etanol com o planejamento da produção. Por isso, o plano decenal vai trazer metas para a venda do produto para o mercado internacional.

“O governo pretende exportar etanol mais do que já vem exportando”, disse ele. “Não conseguiremos fazer isso se não garantirmos uma produção, que desde logo, abasteça o mercado nacional. Então, precisamos de um ganho na produção para exportar”.

De acordo com o ministro, o plano decenal vai garantir que o Brasil cresça sem prejudicar a qualidade de sua matriz energética. Ele disse que a energia proveniente da cana-de-açúcar é “limpa” e terá todo apoio do governo. “O governo fará todos os esforços para manter o uso das matrizes de energia limpa”.

Para o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank, o anúncio do plano decenal é surpreendente e muito positivo. Jank disse que, com um planejamento de longo prazo, o setor sucroalcooleiro saberá qual será seu papel para os próximos anos. Assim, os empresários poderão fazer os investimentos necessários para atender às expectativas do governo referentes à produção.

Google versus China – uma briga interessante: Quebra de Senhas do Gmail?

 

Todo mundo paparica a China para fazer negócios e ganhar dinheiro. Mas o que podemos falar da nova briga entre chineses e capitalistas?

 

O Google e o Yahoo já tiveram que suprir expressões como “Democracia” e “Direitos Humanos” em seus buscadores para entrar lá. Agora, o Google diz que o Governo Chinês invade e lê emails do Gmail, através de utilização das senhas dos usuários obtidas ilegalmente.

 

Hum… essa história cheira mal. Os ditadores comunistas – não duvido – fariam isso mesmo?

– Raizen Resolve Divulgar sua Marca no Mercado

 

A Cosan, empresa brasileira e gigante mundial na produção do Álcool, no ano passado, assumiu a marca ESSO no Brasil. Recentemente, se associou a SHELL na distribuição de combustíveis, criando a RAIZEN.

 

Passado certo tempo, a nova empresa começou a divulgar sua marca e sua força. Em anúncio nos principais jornais e revistas do país, nesta sexta-feira, há a publicidade institucional: “nasce uma empresa de 40 mil funcionários e R$ 50 bilhões de reais”.

 

Uau! Muita força, não? Há duas formas de interpretar esse número:

 

1) terão condições de brigar mais intensamente com os concorrentes, beneficiando os consumidores; ou,

2) dominarão ainda mais o mercado regulando os estoques e prejudicando os consumidores.

 

Tudo dependerá da relação “Lucratividade & Ética”, não há dúvida.

 

E você, o que pensa sobre o assunto: a Raizen terá qual papel no bolso do consumidor? Deixe seu comentário:

– Rússia Veta Carne Suína Brasileira

 

Rússia não comprará mais carne suína do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso por motivos sanitários.

 

Bertin e Brazil Foods é quem sofrerão maiores prejuízos. Agora, dizer que é “questão sanitária” é sacanagem. É puramente questão financeira.

– Queda na Bolsa de Valores das Ações: Pão de Açúcar + Carrefour = Casino Bravo e Acionistas Assustados?

 

O Pão de Açúcar é sócio do grupo francês Casino no Brasil (se pronuncia Casinô). A família Diniz é quem manda no grupo, mas devido a força do parceiro, tem que dar satisfação aos franceses.

 

Abílio Diniz namorou a compra do Carrefour no Brasil, que é o grande concorrente do Casino na França.

 

Imaginaram no Brasil uma rede formada por: Pão de Açúcar, Extra, Extra Eletro, CompreBem, Casas Bahia, Ponto Frio, Assai, Carrefour, Atacadão, Dia%, entre outras? Responderiam a 32,5% de tudo que é vendido no país!

 

Mas algo surpreendente: o parceiro Casino, se sentindo marido traído por ser o último a saber, pediu explicações. Consequência: há dois dias as ações do Grupo Pão-de-Açúcar despencaram…

 

Isso quer dizer o seguinte: o mercado ficou apreensivo por uma resposta negativa dos sócios franceses.

 

Sabem o que eu faria se tivesse ações do GPA? Ficaria quietinho com elas, pois certamente não vão ‘micar’.

– 750.000 Dólares por Capítulo!

 

Uau. O ator Ashton Kutcher (marido da Demi Moore e sempre presente em comédias), irá substituir o polêmico Charlie Sheen na serei da WB “Two and a Half Men”. O titular ganhava 2 milhões por episódio e ainda achava pouco! O substituto ‘só’ levará 750 mil…

– Estado de Goiás e a Propaganda Forçada

 

E as propagandas do Governo do Estado de Goiás?

 

Nesta semana, várias mídias receberam propaganda paga do Estado Verde, defendendo investimentos por lá. Faz-se a matéria elogiando a vinda da Suzuki, Hyundai, Perdigão, Mitsubishi e… Seleção Holandesa de Futebol!

 

Ué?

 

Quem lê, pensa que a Holanda pediu para jogar no Serra Dourada e que vai produzir algo lá!!! Nada a ver… Aliás, virá com o time B para o amistoso contra a Seleção Brasileira.

 

Político é tudo igual…

– O Treinador de Palhaço

 

Ronald McDonald’s é o palhaço mais famoso dos EUA. Recente pesquisa mostra que ele é conhecido por 96% das crianças americanas.

 

Compartilho uma interessante reportagem sobre o treinador dos atores que fazem o personagem. É o brasileiro Carlos Cambraia, que ganha dinheiro com essa empreitada.

 

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/639/o-palhaco-tem-nome-quem-e-carlos-cambraia-que-ganha-159290-1.htm

 

O PALHAÇO TEM NOME

 

Sabe aquele palhaço que atende pelo nome de Ronald McDonald e que pode ser visto, às vezes em carne e osso, às vezes na figura de um imenso boneco, em todas as lojas do McDonald’s espalhadas pelo Brasil? O personagem tem dono e atende pelo nome de Carlos Cambraia. Há 25 anos, esse ator assinou um acordo com a rede de lanchonetes para ser o único autorizado a interpretar o palhaço no País. Com o contrato de exclusividade, o que era para ser brincadeira virou um negócio. Hoje, Cambraia é dono da Allegro Produções Artísticas, empresa que organiza todas as aparições de Ronald McDonald pelo Brasil, seja em lanchonetes, festas de crianças ou eventos patrocinados pela empresa de fast food.

Como o personagem não pode estar, obviamente, em dois lugares ao mesmo tempo (e são muitos eventos diários), a Allegro passou a treinar pessoas, em geral aprendizes de atores, para assumir o papel. Já são mais de 50 Ronald McDonald formados pela escola de palhaços de Cambraia. Detalhe: ninguém mais está autorizado a treinar novos palhaços. Para frequentar o curso, os alunos precisam pagar (Cambraia não informa a quantia). O ator se recusa a fornecer maiores informações sobre seu trabalho. “Não posso falar nada sob risco de perder minha licença”, disse ele à DINHEIRO. Procurado, o McDonald’s também não quis se pronunciar. A rede sequer confirmou que Cambraia é o nome por trás de Ronald McDonald. Criado em 1963 por um franqueado de Washington, nos Estados Unidos, o personagem é figurinha carimbada nos 30 mil restaurantes que o grupo possui nos cinco continentes.

Segundo o livro “Fast Food Nation”, publicado nos Estados Unidos, 96% das crianças americanas são capazes de reconhecer Ronald McDonald. De acordo com a publicação, ele só é menos popular que o Papai Noel.

 

Ícone Mundial: pesquisa nos EUA diz que 96% das crianças conhecem o personagem, que só é menos famoso que o Papai Noel

– International Airlines quer Tudo!

 

Passageiros de plantão: a empresa criada pela British + Ibéria, a International Airlines, está com apetite. Agora quer a TAP. A empresa portuguesa, forte no Brasil e lucrativa, é uma estatal que será vendida para ajudar a tapar o rombo financeiro que vive nosso país-irmão. Ótimo negócio, de quase ½ bilhão.

 

Pena que nenhuma aérea brasileira esteja namorando a portuguesa…

– Você conhece o Baidu?

 

Que Google que nada. Na China, muito mais importante é o Baidu.

 

Você não sabe o que é Baidu? Com censura e tudo, só dá Baidu e Robin Li!

 

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/22417_A+PEGADA+DO+BAIDU

 

A PEGADA DO BAIDU

 

Para os chineses, Baidu é sinônimo de busca. E ele já era poderoso antes mesmo de o Google deixar a China. Agora, está ainda mais forte. Visitamos sua sede, um monumental edifício de US$ 70 milhões

 

Por Ralphe Manzoni Jr., de Pequim

 

Renren.com, Kaixin001 e 51.com: esses nomes dizem algo para você? E se alguém lhe perguntasse qual o seu número QQ? Na China, as suas referências de internet ficam de cabeça para baixo. Literalmente. Os três primeiros exemplos são as maiores e mais populares comunidades online do país. O QQ é um serviço de mensagem instantânea usado pela maioria dos 400 milhões de usuários de internet do país. Sabe, então, qual o sinônimo de busca?

Não é Google, como no resto do mundo. Quando vão pesquisar na web, os chineses preferem o Baidu.com. Esse é o cenário do maior contingente de pessoas conectadas à web do planeta, um país que criou empresas fortes no mundo virtual graças à censura e ao apoio do governo comunista às marcas locais. “O Google atuou diretamente na China por quatro anos e não perdemos participação de mercado”, declarou Victor Tseng, diretor do Baidu, que recebeu DINHEIRO no imponente edifício de US$ 70 milhões, desenhado pelos mesmos arquitetos chineses que fizeram o Cubo D’Água, o centro aquático da Olimpíada de Pequim, em 2008.

É um espaço que lembra uma empresa norte-americana de internet. Em seu pátio interno, há uma cascata. Amplos espaços abertos são reservados para que os funcionários possam fazer reuniões informais ou apenas conversar. Dezenas de mesas de pingue-pongue, esporte popular na China, podem ser usadas nas horas de lazer. Quatro salas que reproduzem as patas que estão no logotipo do Baidu são utilizadas para relaxamento. Inaugurado em novembro do ano passado, este é mais um símbolo da força do site mais acessado da China e o sétimo do mundo.

Com a saída do Google – que redirecionou seu tráfego para o endereço em Hong Kong por não concordar com a censura do governo comunista chinês –, o Baidu está ainda mais forte. É fácil de constatar isso observando os resultados do primeiro trimestre de 2010, período que marca o início do imbróglio do site americano com o governo comunista.

O lucro cresceu 165% e atingiu US$ 70 milhões. O faturamento aumentou quase 60%, chegando a US$ 189 milhões. De cada US$ 100 investidos em busca na China, US$ 64 foram para os cofres da empresa. Antes, eram US$ 58, segundo a Analysys, uma consultoria baseada em Pequim. Logo após o anúncio do balanço, as ações do Baidu, que são negociadas na Nasdaq, bolsa eletrônica que reúne empresas de tecnologia, subiram mais de 14%. Desde o começo da crise do Google, elas já se valorizaram mais de 70%, passando de US$ 410 para US$ 709,  maior valor desde a abertura de capital em agosto de 2005.

O responsável pelo sucesso do Baidu é Robin Li, 41 anos, formado em ciência da computação pela Universidade de Nova York, em Buffalo. Atualmente, ele é o oitavo homem mais rico da China, com uma fortuna estimada em US$ 3,5 bilhões, segundo ranking da revista Forbes. A revista Time o elegeu uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2010.

Em seu país, ele é tão famoso quanto Sergei Brin e Larry Page, os fundadores do Google, nos Estados Unidos. Em 1999, Li voltou à China convidado pelo governo chinês para participar da cerimônia do 50º aniversário da revolução chinesa. Viu as oportunidades de seu país e resolveu criar o Baidu com US$ 1,2 milhão que levantou de fundos de capital de risco do Vale do Silício, região onde estão localizadas as principais companhias de tecnologia dos EUA.

Hoje, a empresa tem um valor de mercado de US$ 24 bilhões, 20 mil vezes mais do que o dinheiro usado para começá-la. Outras rodadas de investimento aconteceram. A ironia é que o Google chegou a ter uma participação minoritária no Baidu. Por duas vezes, tentou comprá-lo. Mas Li nunca o vendeu.

Especialista em busca (Li havia trabalhado na Infoseek, uma pioneira do setor nos EUA), ele sabia que tinha um trunfo nas mãos: o conhecimento da cultura chinesa. Mais: o Baidu conhece como poucos a lógica da língua falada na China.  Há, por exemplo, 38 formas diferentes de dizer “eu” em mandarim. “É importante dominar todas as formas”, diz Tseng.

“As consultas em mandarim são uma arte e não uma ciência.” Sim, uma arte que conta com a mão poderosa do Grande Firewall da China, a muralha que evita que assuntos políticos indesejáveis ou pornografia possam ser acessados pelos usuários chineses. Sites como o Twitter, o Facebook e o YouTube são proibidos no país. Termos como “Praça da Paz Celestial” são censurados. Quem faz a pesquisa encontra referências à praça, mas nenhuma informação sobre os protestos estudantis em 1989.

O tema da censura é tabu no Baidu. Em uma rara entrevista ao jornal econômico The Wall Street Journal, Li abordou o assunto. “Todos sabem que a China tem um governo forte e que tem muita influência sobre quase todas as companhias que operam no país.” Não é preciso dizer mais. “Gostava mais do Google, pois os resultados tinham menos censura”, disse Ryan, um dos poucos taxistas que falavam inglês em Pequim, pois morou por sete anos na Inglaterra. “Mas agora ele foi embora.” A maioria dos chineses, no entanto, parece não se importar com isso. Afinal, a pegada do Baidu está cada vez maior.

– Depois da Honda, a Toyota vive a Crise Japonesa

 

Há dias, falamos sobre o efeito inevitável da Globalização no quesito ‘crises’. Depois da Honda demitir por causa do tsunami vivido no Japão, agora é a vez da Toyota ter de tomar medidas duras.

 

A produção em Indaiatuba e em Zárate (argentina) será paralisada. Motivo: falta de peças importadas no Japão. Felizmente, a empresa terá condição de suportar as não-demissões.

– Tirarão o Saleiro das Mesas Argentinas!

 

A Argentina está sendo pioneira no combate à hipertensão.

 

Decreto do Governo obrigará aos restaurantes de lá a retirarem o saleiro das mesas, por motivo de saúde. E se o cliente quiser salgar a carne, por exemplo, pedirá ao garçom, que educadamente terá que o indagar: “O senhor já provou para realmente perceber que precisa de sal?”

 

E você, o que pensa disso: tal lei funcionaria no Brasil? Deixe seu comentário:

– De Tanto Atrasar, Americanas.com é proibida de vender no RJ!

 

Uma desembargadora, cansada de receber processos e reclamações de consumidores do portal virtual das Lojas Americanas (em sua maior parte, atraso nas entregas), resolveu radicalizar: até que todos os pedidos em aberto sejam entregues na cidade do Rio de Janeiro (maior volume de queixas da logística), a empresa não pode aceitar pedido em seu site!

 

Uau…

 

Extraído de Valor Econômico: http://is.gd/Goivpw

 

JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO SUSPENDE VENDAS DA AMERICANAS.COM

 

As vendas do site das Lojas Americanas estão suspensas no Estado do Rio de Janeiro. A decisão foi do Tribunal de Justiça do Estado e vale até que todas as entregas de produtos comprados pelo site, que estão atrasadas, sejam normalizadas. O não cumprimento da decisão implicará em multa de R$ 20 mil por dia.

A medida foi tomada pela desembargadora Helda Lima Meireles, da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio e passou a valer apenas depois que a empresa recebeu a intimação.

Anteriormente, o site já havia sido obrigado a veicular em todas as ofertas o prazo preciso de entrega dos produtos, sob pena do pagamento de multa de R$ 500,00, por decisão em primeira instância. O Ministério Público do Rio recorreu da decisão, pedindo uma medida mais contundente.

Foi então que a desembargadora Helda Meireles proibiu as vendas online, além de manter as decisões anteriores. De acordo com ela, se as Lojas Americanas continuarem as vendas pela internet, os compradores serão ainda mais prejudicados com o aumento de atrasos na entrega das mercadorias.

O processo que envolve as Americanas ainda não foi concluído, trata-se de uma ação civil pública contra a B2W Companhia Global de Varejo. Procurada pelo Valor, a empresa declarou que não comenta processos em andamento.

– Crime contra as Mulheres: Prisão por… Dirigir!

 

Há certas hipocrisias no mundo que entristecem qualquer cidadão.

 

Muito se fala sobre os Direitos Humanos. Mas muitas entidades só os defendem até onde houver interesse.

 

Na Arábia Saudita, ninguém contesta essa barbárie: mulheres são proibidas de dirigir.

 

Uma saudita, revoltada com a criminalização das mulheres no trânsito, levantou a bandeira da permissão de Carteira de Habilitação feminina naquele país. De posse da sua carteira internacional, saiu às ruas ao volante e… cana nela!

 

Extraído de: http://is.gd/6hbAUy

 

MULHER É PRESA POR DIRIGIR

 

Por Caio Blinder

 

Em meio aos grandes eventos históricos que estão ocorrendo no mundo árabe nos últimos meses, como a revolução no Egito, a guerra civil na Líbia ou a sangrenta rebelião na Síria, um gesto de uma mulher na Arábia Saudita pode não chamar a atenção. Mas, às vezes, são pequenos gestos que guiam a história.


Manal al-Sherif, de 32 anos, foi detida acusada pelo crime de dirigir o carro. Exatamente. Na Arábia Saudita, é o único lugar do mundo em que é ilegal que as mulheres estejam no comando do veículo.


Quer saber mais? Clique no áudio e confira com o comentarista e correspondente da Jovem Pan em Nova York, Caio Blinder: clique em http://jovempan.uol.com.br/noticias/mundo/2011/05/mulher-e-presa-por-dirigir-na-arabia-saudita.html

– Ipad2 e as filas no Brasil! E os de Jundiaí?

 

Ouço agora de madrugada pelo rádio: Há brasileiros nas filas de lojas de eletro-eletrônicos para comprarem o Ipad2.

 

Como são burrinhos… ou melhor, ansiosos! Estamos prestes a produzir o equipamento em Jundiaí e haverá antes do final do ano uma redução drástica de impostos dos tablets (que poderão custar menos da metade do preço), e ainda assim as pessoas se sacrificam por tal aparelho.

 

Hoje, ao abrir minha caixa de entrada, há emails de mala direta com diversas empresas oferecendo o Ipad2 por volta de R$ 1700,00.

E você, o que pensa disso: vale a pena esperar o Ipad2 jundiaiense por metade do preço ou a ansiedade pela novidade não tem preço? Deixe seu comentário:

– Sílvio Santos: O Homem do Baú vai perder o Baú…

 

E a crise que assolou o Banco Panamericano não acabou. Sílvio Santos deve vender agora a sua marca maior, simbólica e que lhe trouxe riqueza: a empresa “Baú da Felicidade!”

 

Extraído de: DCI (citação em: http://is.gd/s9Xzzv)

 

SÍLVIO SANTOS DEVE VENDER O BAÚ

 

O empresário Sílvio Santos já começou a precificar suas empresas no Brasil. A primeira delas foi a Braspag, de pagamentos digitais, comprada nesta semana por R$ 40 milhões pela Cielo. A próxima é o Baú da Felicidade, uma rede varejista com 137 lojas em São Paulo e no Paraná. A expectativa do grupo é fechar o negócio entre 60 e 90 dias. O Bradesco BBI é quem está conduzindo as negociações.
Segundo o vice-presidente do grupo Silvio Santos, Lásaro do Carmo Júnior, o plano de reestruturação das empresas Sílvio Santos incluem a vendas das duas empresas.

Com a saída da rede Baú, o grupo pretende alcançar uma receita de R$ 2,3 bilhões em 2011.
Outras empresas, como a construtora Sisan, o hotel Jequitimar e a seguradora Panseg, não estão à venda neste momento, segundo Carmo. O porta-voz ainda afirma que as que restarem no grupo são saudáveis e que não devem receber
grandes investimentos nos próximos meses. Ele também não descarta a possibilidade que as mesmas sejam colocadas à venda no futuro. A escolha da rede SBT e da Tele Sena como dois dos três negócios prioritários do grupo Sílvio Santos pode refletir em uma decisão mais focada na emoção.
A Jequiti deve faturar R$ 450 milhões neste ano, um salto de quase 30% em relação ao mesmo período do ano passado.

O executivo não quis revelar o preço que o grupo está pedindo pelas 127 lojas da rede do Baú, das quais 100 estão no Paraná e as restantes em São Paulo.Ainda em novembro do ano passado quando se descobriu o rombo de R$ 2,5 bilhões no banco PanAmericano, o grupo SS imediatamente colocou à venda a Lojas do Baú.

– Pão de Açúcar + Carrefour: o Maior Negócio da Economia Brasileira?

 

Repercute, ainda, a notícia de que o Pão de Açúcar pode se fundir com o Carrefour. O grupo formado por Extra, Pão de Açúcar, CompreBem, Ponto Frio, Casas Bahia (entre outros tantos investimentos), tem como acionista o grupo francês Casino (maior concorrente do Carrefour na França). A família Diniz ainda detém a maioria das ações, e assumiria a administração da marca Carrefour em nosso país. No exterior, o Carrefour continuaria independente.

 

Sabem o número financeiro das negociações divulgado lá na França? R$ 15 bilhões!

 

Claro que o nome “fusão” é apenas para não desvalorizar as ações de quem é comprado. No caso, o Pão de Açúcar está comprando o Carrefour Brasil.

 

Imaginem os fornecedores e a concorrência… Pavor imediato! Sim, os fornecedores terão que se esforçar para manter suas margens, e os concorrentes se prepararem para a agressividade.

– Elitização do Futebol: um Conceito Polêmico

 

Amigos, revirando a blogosfera, deparei-me com um artigo interessante de Marcos Alvito. Para quem não o conhece, ele é membro da Associação Nacional dos Torcedores. Calma, não tem nada de torcida organizada na história, ele é um legítimo representante dos torcedores-consumidores, o público de bem dos estádios. Professor de Antropologia da UFF, escreveu sobre o desejo das entidades em elitizar o acesso ao futebol.

 

A idéia é a seguinte: cobrando mais caro, o torcedor terá mais benefícios no estádio e os mais pobres se afastarão. Ora, o problema do futebol é a condição financeira ou a educação?

 

Lembro-me de Marcelo Campo Pinto, da Globoesporte, que em uma palestra que tive a oportunidade de participar, disse mais ou menos assim:

 

“ir a um estádio de futebol deve ser um evento singular; às vezes, o cidadão irá uma única vez e isso deve ser marcante”.

 

A clara idéia é: o futebol deve ser acessado pelas mídias, não presenciado nas arquibancadas…

 

Abaixo, publicado originalmente no OESP, Caderno Esporte, B2, 12/12/2010

 

AOS RICOS, O FUTEBOL

 

Por Marcos Alvito

 

Os sinais estão por toda parte. Em 2005 o Maracanã fechou a geral, talvez o setor popular mais famoso do mundo, onde durante meio século floresceu uma cultura torcedora lúdica e carnavalesca. Em seu lugar foram colocadas cadeiras de plástico com preço seis vezes maior. O Maracanã, antes “o maior de todos”, vai virar um estádio para 76 mil pessoas. Esse encolhimento – que ocorrerá também nas dimensões do gramado – custará aos cidadãos “apenas” R$ 1,2 bilhão. Com a reabertura do estádio, calcula-se que os ingressos custarão pelo menos o dobro do que custam atualmente.


Recentemente realizou-se no Rio a Soccerex, feira internacional centrada no futebol-negócio. Nela, “especialistas” afirmaram que doravante o futebol brasileiro terá a classe A como clientela alvo, deixando de lado as classes B e C. Porque as D e E há muito não sentam em uma arquibancada. É claro que o evento foi financiado com dinheiro público. Em Santa Catarina, o Avaí aumentou em 50% o preço dos ingressos neste ano, passando de R$ 40 para R$ 60. No Paraná, o recém-promovido Coritiba já anunciou que aqueles que não aderirem a seu plano de sócio torcedor terão que desembolsar R$ 100 pelo ingresso avulso. Não é de se admirar que a média de público do campeonato brasileiro em 2010 tenha sido ridiculamente baixa: 14.839 pagantes. Isso é menos que a média do campeonato alemão da segunda divisão!


Não é o preço do ingresso o único fator para o afastamento do público. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol. No estádio-estúdio do Engenhão, que custou aos cofres públicos três vezes mais do que previa o orçamento, placas de publicidade impedem a visão de boa parte da linha de fundo, inclusive da linha do gol. Ingressos para esse setor “pagando pra não ver” custam, em jogo normal, R$ 30. A tabela do campeonato é alterada de uma semana para outra, modificando dias e horários sem respeito pelo torcedor. A rede de TV que monopoliza as transmissões há décadas transformou o futebol em sobremesa da novela, com jogos no meio da semana terminando por volta de meia-noite. Essa mesma rede é dona do pay-per-view, que a cada dia dá mais lucro. Ou seja: ela praticamente obriga os torcedores a se transformarem em telespectadores dos canais pagos.


Esse processo de expulsão dos torcedores mais pobres (ou menos ricos) é algo planejado e consciente. Ainda em 2004, o então presidente do Atlético Paranaense já afirmava que “o clube não precisa mais de torcedores, e sim de apreciadores do espetáculo”. Dentro dessa filosofia, proibiu a entrada de torcedores com bandeiras, tambores, faixas e camisas de torcidas organizadas. Por baixo de uma “nuvem midiática” vendendo a ideia de que estaria ocorrendo uma modernização do futebol brasileiro, o dinheiro do cidadão pobre financia, via impostos, sua própria expulsão. É um processo de Robin Hood ao contrário…


Chamar o futebol brasileiro contemporâneo de moderno, aliás, é piada de mau gosto. Por um lado temos uma estrutura política feudal mantida há décadas nos clubes, nas federações estaduais e na CBF. Por outro, o capitalismo selvagem na hora de extorquir os torcedores. A junção do atraso com a falsa modernidade é desastrosa.


Existe algo mais arcaico e tradicional que a venda de ingressos? Como vão sempre parar na mão dos cambistas? Será que as rendas reais são mesmo aquelas? Será que as gratuidades são mesmo aquelas? É um sistema obscuro que beneficia sempre os mesmos: empresas que fabricam os ingressos (e fazem adiantamentos aos clubes, presos a elas do mesmo modo que à televisão) e, mais uma vez, cartolas corruptos.


Por falar em polícia, qual é o principal instrumento de policiamento dos estádios? Investigação? Inteligência? Aparelhos sofisticados de filmagem? Acertou quem respondeu o cassetete, usado desde o Paleolítico. Em vez de prender e processar a minoria ínfima de torcedores que vai ao jogo para brigar, a polícia prefere bater. Desde quando o bom e velho porrete é sinônimo de modernidade?


A parte menos moderna, todavia, é o sistema de formação de jogadores. Milhões de jovens brasileiros sonham ser jogador de futebol. Poucos vão se tornar profissionais e, entre estes, pouquíssimos vão ganhar os altos salários que povoam o imaginário das classes populares. A formação de um jogador profissional demora em torno de 5 mil horas de treinamento em dez anos. Os clubes exploram essa mão de obra infantil sem nenhuma responsabilidade. Se o garoto de 11 ou 12 anos se machucar ou se não “servir” mais, o que ocorre? É simplesmente abandonado. Para onde vai? O Estado zela por ele? Regulação por parte do Estado, proteção aos jovens, preparação para a vida futura com ensino profissionalizante, nada disso ocorre.


Debaixo da bruma marqueteira que exalta a pseudomodernização assistimos a um processo de elitização perversa do futebol brasileiro. Perversa porque financiada com dinheiro do povo. Uma arte e cultura popular criada e mantida por gerações de brasileiros é saqueada em benefício de poucos. É o primeiro mandamento do futebol-mercadoria: dai aos ricos o futebol.

– Conceituações de Transporte Público

 

Jundiaí teve a paralisação dos ônibus do transporte público. Após o aumento da tarifa, a greve acabou.

 

Você sabe como funciona o transporte público em outros municípios? Então, se rpepare para o susto:

 

JUNDIAÍ PRECISA REVER OS VALORES DO TRANSPORTE PÚBLICO

 

Por Reinaldo Oliveira

 

É preciso rever o valor cobrado no transporte público

 

Atualmente em Jundiaí é praticado a cobrança do valor de transporte público, mais alto em todo o Estado de São Paulo.  A cidade cresce, o desenvolvimento é compatível com níveis mundiais, porém algo deve ser repensado pois o transporte público, item que pesa no orçamento da classe trabalhadora e estudantil, causa um rombo no orçamento das famílias jundiaienses.  Por outro lado, também os próprios trabalhadores do transporte público – motoristas e cobradores, sofrem com a cruel defasagem salarial e jornadas de trabalho excessiva. Porque isto acontece em Jundiaí.? Em momentos de crise, é necessário soluções criativas. Em outras cidades, esta equação – transporte de qualidade, tarifas mais baixas e salário da categoria compatível com as jornadas de trabalho, já foi solucionada. Veja exemplo de outras cidades:

 

Curitiba – Em 5 anos, novos ônibus, Linha Verde, acessibilidade e tarifa a R$ 1

 

 Nos últimos cinco anos o sistema de transporte coletivo de Curitiba ganhou um novo eixo de transporte, uma nova linha do sistema Expresso, tarifa a R$ 1 aos domingos, 1.120 ônibus zero quilômetro, elevadores, rampas e equipamentos especiais que duplicaram o índice de acessibilidade no sistema, estações tubo com três portas e ônibus articulados que aumentaram em 20% a oferta de lugares no Ligeirinho Inter2. Nesta segunda-feira (29), começou a funcionar a primeira integração por cartão e o primeiro ônibus Ligeirão da cidade.

 Domingueira – Desde janeiro de 2005, ficou mais barato andar de ônibus aos domingos. É que a tarifa do ônibus nos domingos passou a custar R$ 1,00, o que atualmente significa menos da metade da tarifa normal, de R$ 2,20. A domingueira vale para todo o sistema – à exceção da Linha Turismo – beneficiando principalmente o trabalhador que não ganha vale transporte para o domingo e que, com a tarifa mais baixa, pode sair com a família para passeios nos parques ou visitar parentes, por exemplo.

 

Rio Preto -Rio Preto reduz tarifa de ônibus de R$ 2,45 para R$ 2,10

 

 Pela primeira vez na história do transporte de São José de Rio Preto ao invés das tarifas de ônibus aumentarem, como normalmente acontece, as passagens serão reduzidas.

Salvador – Redução em 50% o valor da tarifa aos domingos e feriados

 Por meio de indicação ao prefeito de Salvador, o vereador Batista Neves (PMDB) defende a implantação de uma tarifa social nos ônibus da cidade. A sugestão visa reduzir em 50% o valor da tarifa normal, sempre aos domingos e feriados, cabendo ao Município a publicação do calendário com as respectivas datas do benefício.

 

Fortaleza – Usuários elegem Tarifa Social todos os domingos em Fortaleza

 

Com 70,49% dos votos da população, a Tarifa Social aos domingos foi a opção eleita na consulta popular que a Prefeitura de Fortaleza, através da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), realizou nos sete terminais de integração de ônibus e em outros 10 pontos da cidade.

Aracaju – Tarifa Social de Fortaleza é usada como exemplo para Aracaju

A implantação da tarifa social em Fortaleza (CE), que reduziu o preço da passagem de ônibus para R$ 1,20 aos domingos, levou o deputado estadual Gilmar Carvalho a defender a adoção de medida idêntica em Aracaju.

 

Jaguariúna – Jaguariúna implanta passagem de ônibus na cidade a custo zero     

 

O Prefeito Gustavo Reis criou a tarifa social em Jaguariúna que a partir de agora terá transporte gratuito aos domingos e feriados. Durante a semana e aos sábados a tarifa terá valor único de R$ 1,00. A medida que atende a toda a população, viabilizará mais oportunidades para que os moradores de Jaguariúna visitem com freqüência os parques, as áreas de lazer e cultural da cidade; estimula o aumento do fluxo dos turistas em diversos locais do município e acolhe também os religiosos que utilizam o transporte público. Além do preço bem popular o município conta com o bilhete único que permite maior circulação sem gastar mais para isso.

 

Teresina – Deputada quer implantar tarifa social no transporte público

 

A deputada estadual Rejane Dias (PT) falou nesta sexta-feira(15) na Rede Meio Norte, sobre projeto de lei que implanta a tarifa social para usuários do transporte público em Teresina. Segundo ela, está sendo estudada a viabilidade desse projeto junto ao prefeito de Teresina Elmano Ferrer e aos empresários do setor.

 

Guarujá – Tarifa social

 

Todo último domingo de cada mês, a passagem de ônibus em Guarujá será R$ 1,50. A Tarifa Social,assinada pela prefeita, entrou em vigor por meio do Decreto 8.841/ 2010, publicado no Diário Oficial do último dia 15 de janeiro.

 

Caruaru – Implantada  tarifa social de R$ 1,00 em Caruaru

 

Os caruaruenses já podem visitar os amigos, sair com a família, passear no parque ou nos shoppings, pagando apenas R$ 1,00. Este é o valor da tarifa social acertada entre a DESTRA e as empresas de ônibus em acordo recente, que também incluiu a obrigação do empresários em renovar a frota. O benefício começou a valer neste domingo e seguirá por todos os outros do ano, além dos feriados nacionais: 1º de janeiro, 1º de maio, 7 de setembro e 15 de novembro. O direito à tarifa especial é universal, ou seja, qualquer pessoa pode desfrutar.

 

São Luiz – Tarifa social aumenta movimento nos terminais  aos domingos

 

O segundo domingo de vigência da tarifa social ou “domingueira”,instituída pelo prefeito de São Luís, João Castelo, por meio de decreto, no transporte coletivo urbano da capital, registrou um movimento maior de usuários nos terminais da integração.