– Comprou um Carro Chinês?

 

Leio no Estadão. Já li na Folha. Naveguei no mesmo tema no IG. E ouvi dos proprietários que são clientes meus: CARRO CHINÊS É UMA G-E-L-A-D-A! Ao menos, por enquanto.

 

A queixa é de que os carros JAC e EFFA dão muitos problemas de manutenção e não se tem peça de reposição. Claro que tudo se resume em duas coisas: tempo para a popularização das marcas (e as peças serem encontradas nas lojas); e confiabilidade!

 

É a mesma coisa que vimos nos Ladas pós-período da abertura comercial promovida pelo então presidente Fernando Collor de Melo, nos anos 90. No começo, os carros são “tudo de bom”. Depois… uma fria muito grande!

 

Vejamos se as marcas chinesas mudarão o cenário. Mas…

– Presidente do Cinemark se diverte no Concorrente?

 

Calma, primeiro leia o contexto para entender a situação:

 

Marcelo Bertini, presidente da rede de cinemas Cinemark, em entrevista à jornalista Yolanda Fordelone (OESP, 31/014/2011, pg 20, Caderno Negócios), disse que para espairecer, costuma descansar indo aos cinemas concorrentes, pois lá “não está utilizando o olho crítico”.

 

Você pode entender esse fato de algumas formas:

 

– Se ele estiver num dos seus cinemas, vai ficar pensando em trabalho (ao menos, foi o que parece ter dito);

– Estaria ele trabalhando no descanso, observando os concorrentes para verificar e evitar os seus erros no Cinemark e copiar práticas positivas, ou seja, fazendo benchmarking?

– Ou simplesmente ele quer relaxar pois vê menos qualidade nos concorrentes do que na sua rede, e assim pode gozar melhor do seu descanso?

 

Perguntas pertinentes para Estratégia Empresarial.

 

E você, tem alguma suposição sobre o fato de um presidente de grande empresa desfrutar da concorrência? Deixe seu comentário:

– Deficientes Visuais Tratados com Dignidade nos Bancos?

 

Leio na Coluna Semana, de Ricardo Boechat, na Istoé Ed 2151, pg 33, de que o juiz carioca Flávio Citro determinou que o banco Itaú indenizasse uma cliente deficiente visual por maus tratos. Além de R$ 5.000,00 por danos morais, a deficiente visual Kátia de Souza Lima terá cartão bancário, extratos, faturas e comprovantes de transações em braile, além de que sua agência terá um caixa eletrônico adaptada para cegos.

 

Será que enfim os bancos se preocuparão com os deficientes? Tomara que não seja uma exceção!

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– Disney English for China

A Disney (na China) está ganhando dinheiro na educação por uma via não muito usual: a partir de escolas temáticas, com aulas de inglês para as crianças chinesas e sua turma. O difícil é entender o que o Donald fala com sua voz rouca…

 

Extraído de: Revista Exame, Ed 976 de 22/09/2010, pg 81

 

PROFESSOR MICKEY

 

Na China, a nova função do Mickey Mouse, do Pato Donald e da Pequena Sereia é ir às aulas. Isso porque um dos principais negócios da Disney no país são as escolas de inglês para crianças chinesas entre 1 e 11 anos de idade. Com salas de aula e material didático ilustrados por seus famosos personagens, a primeira unidade da Disney English foi aberta em 2008, mas o negócio até agora operava em fase experimental em apenas 15 escolas. Confirmado o sucesso dos empreendimentos, com unidades lotadas e filas de espera para novas matrículas, a gigante do entretenimento acaba de anunciar que vai expandir para 148 o número de escolas até 2015. O negócio, de acordo com a Disney, é de futuro: um estudo revelou que o mercado de ensino de inglês para crianças na China cresce 12% ao ano e alcançará 3,7 bilhões de dólares até 2012. Aprender com o professor Mickey não é barato para os padrões locais: o valor anual por 2 horas de aula semanais é cerca de 1.800 dólares.

– A Briga pela Vice-Liderança na Guerra das Cervejas

 

A briga entre a Schincariol e a Petrópolis é boa, ambas buscando a vice-liderança na venda de cervejas no Brasil.

 

A revista IstoÉ Dinheiro trouxe uma interessante reportagem sobre as estratégias da Cervejaria Petrópolis nessa guerra. Abaixo:

 

Extraído de: http://is.gd/zzoaLc

 

DE GOLE EM GOLE

 

Por Rosenildo Gomes Ferreira

 

Desde 2006, a Petrópolis, dona das cervejas Itaipava e Crystal, cresceu 300%. Hoje, já ameaça a vice-líder Schincariol

Nos últimos dez anos, a guerra travada entre os fabricantes de cerveja colocou de lados opostos do ringue a gigante Ambev e a paulista Schincariol. Elas protagonizaram disputas memoráveis que incluíram o “roubo” do garoto-propaganda Zeca Pagodinho, contratado da Schincariol, pela dona da Brahma e da Antarctica, e  até mesmo manobras que resultaram no veto aos comerciais estrelados pela loira calipígia e patricinha global Paris Hilton, pela cervejaria de Itu. 

Enquanto na parte de cima da pirâmide a briga corria solta, o empresário paulistano Walter Faria, dono do grupo Petrópolis, se aproveitou de cada brecha para avançar com suas marcas Itaipava, Crystal e Petra. Hoje, segundo o departamento de marketing da empresa, ela possui uma fatia de 10,2% desse segmento, levando-se em conta os números de maio auditados pela consultoria Nielsen, o que coloca a companhia em terceira posição, atrás da Ambev (69%) e da Schincariol (11%), mas à frente da gigante global Heineken (8,4%), que negocia a compra da Schincariol. 

 

A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 3 bilhões, quase quatro vezes mais do que o obtido em 2006. Mas, afinal, qual foi a receita para chegar tão longe em tão pouco tempo?

“Concentramos nossa atuação nos mercados mais fortes, como o Rio de Janeiro e São Paulo, além de apostarmos em formatos diferenciados de embalagens”, diz Douglas Costa, diretor de marketing do grupo Petrópolis. 

 

Nessa lista estão a embalagem selada e a lata de alumínio mais fina, com 300 ml. O resultado é que a Itaipava, o carro-chefe da empresa, fechou maio como a segunda marca mais vendida na região metropolitana do Rio de Janeiro, com 20%, abaixo da Antarctica (40,5%) e acima da Skol (17%), da líder Ambev. Nas cidades da Grande São Paulo, ela é a terceira, atrás de Skol e Brahma. A companhia também soube fazer render sua verba de marketing, prevista para este ano em R$ 112 milhões. 

 

Valor modesto em relação à  Ambev, que desembolsou R$ 507 milhões somente no ano passado, segundo o Ibope Monitor. “O maior atributo da Petrópolis é a forma como a empresa faz a gestão de seu portfólio na mídia e no ponto de venda”, diz Adalberto Viviani , especialista em varejo de bebidas e sócio da Concept Consultoria, de São Paulo. Como a verba é limitada, a direção da Petrópolis optou por investir, além da publicidade nos veículos tradicionais – revista, jornal e teve –, em esportes associados à performance e ao universo masculino, como futebol e automobilismo. A etapa 2011 da Fórmula Indy no Brasil, ocorrida em maio, recebeu o nome de Itaipava São Paulo Indy 300.

Apesar de os pilotos brasileiros não terem subido ao pódium e da chuva ter obrigado a suspensão da corrida e seu término no dia seguinte, Costa diz que o saldo foi positivo. O retorno de mídia espontânea de televisão, estimado com o evento, foi de R$ 90 milhões. “Trata-se de uma marca expressiva, já que toda a nossa verba para esportes será de R$ 20 milhões neste ano”, afirma o diretor da cervejaria. Além da Fórmula Indy, a companhia patrocina o Itaipava GT Brasil, campeonato no qual desfilam bólidos exclusivos do quilate de Maserati, Ferrari e Lamborghini; a Fórmula Truck, de caminhões; e a Stock Car, na qual a  cervejaria mantém duas equipes. Também patrocina a transmissão das corridas pela Rede Globo.

 

Outro aspecto relevante da estratégia desenhada por Faria foi concentrar a atuação da companhia nos Estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste, onde estão localizadas suas quatro fábricas: em Boituva, no interior de São Paulo; em Petrópolis e Teresópolis, ambas situadas na região serrana do Rio de Janeiro; além de Rondonópolis, em Mato Grosso. É que no Nordeste, considerado o eldorado para vários fabricantes de produtos de consumo – entre eles a rival Schincariol, que obtém na região seu melhor desempenho nacional –, a demanda pela cerveja fica abaixo da média brasileira. 

O que à primeira vista parece um contrassenso, faz todo sentido na avaliação de especialistas. “O Nordeste é um mercado relativamente novo para esse produto, no qual a disputa se dá basicamente em torno do preço”, diz o consultor Viviani. O diretor de marketing da Petrópolis, porém, não descarta uma incursão da Bahia para cima. Contudo, argumenta que ainda existem muitos espaços para ser ganhos nas áreas nas quais atua. Hoje, o Rio de Janeiro lidera o consumo do setor com uma média de 100 litros de cerveja per capita/ano, quase o dobro da média nacional (55 litros per capita/ano) e cerca de três vezes mais que no Nordeste (35 litros per capita/ano).

– Quebra da Safra fará o Preço do Etanol Aumentar nos Próximos Dias

 

Redução de mais de 10% da quantidade produzida, além de diminuição de 20% da produtividade por hectare; aumento de R$ 0,20/litro. Este é o panorama assustador para os próximos dias para o mercado do etanol, devido a quebra da safra de cana-de-açúcar.

 

Consumidores, preparem seus bolsos para os próximos dias!

 

Extraído da Folha de São Paulo, 14/07/2011, pg E3, por Venceslau Bonilha Júnior

 

QUEBRA DA SAFRA DE CANA-DE-AÇÚCAR REDUZ PRODUÇÃO DE ETANOL

 

A quebra da safra da cana-de-açúcar obrigou as usinas da região centro-sul do país a reduzir em 11,61% a estimativa de produção de etanol e em 6,36% a fabricação de açúcar neste ano.

Segundo revisão divulgada na tarde de quarta-feira pela Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), a projeção é produzir 22,54 bilhões de litros de etanol e 32,38 milhões de toneladas de açúcar.

Antecipada pelo mercado, a quebra da safra elevou em 9,60% o preço do açúcar nos últimos cinco dias, cotado ontem na Bolsa de Nova York ao preço de US$ 0,3014 por libra-peso.

Com relação ao etanol hidratado, a safra desfavorável tem pressionado aumento nos preços com margem de até R$ 0,20. Já para o etanol anidro (misturado à gasolina), não há previsão.

Por causa disso, o governo federal estuda reduzir a mistura de anidro na gasolina dos atuais 25% para 18%. A medida, porém, enfrenta resistência tanto dos produtores quanto de técnicos.

De qualquer forma, o governo vai esperar a revisão oficial da safra da cana, prevista para o dia 25 de agosto pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), para tomar uma medida.

 

QUEBRA

 

A quebra da safra da cana reduziu em 35 milhões de toneladas –ou 6,16%– a estimativa inicial de produção feita pela Unica, de 568,5 milhões de toneladas para 2011.

As condições climáticas desfavoráveis –estiagem no final de 2010 e chuva em maio–, idade avançada dos canaviais, baixo trato, florescimento excessivo e geadas prejudicaram a safra.

Segundo a Unica, a queda na produtividade foi de 19,66% –para 76 toneladas por hectare– em relação à safra 2010/11. A queda no ATR (Açúcares Totais Renováveis) foi de 140,11 kg para 135,70 kg por tonelada de cana.

– Arte só é Arte quando o Artista é Famoso?

 

Um quadro chamado “Salvator Mundi” (uma tela chamada “Salvador do Mundo”, com a imagem de Jesus Cristo), cuja pintura se dava a Giovanni Boltraffio, chegou a ser vendido a US$ 72,00. Mas, para surpresa, descobriu-se que o quadro era de Leonardo Da Vinci!

 

Hoje ele vale US$ 190 milhões… (avaliado pela National Gallery)

 

É o mesmo quadro, com a mesma qualidade e mesma preservação. Quer dizer que o nome de Boltraffio valia 2.638.888,88 vezes menos do que Da Vinci?

 

Tudo bem que o nome tem grife, mas a mesma pintura que antes era tida como normal, hoje é chamada de genial!

 

E você, o que pensa disso? Só se valoriza certos trabalhos quando há um nome valioso? Deixe seu comentário:

– Neymar por 111 milhões de reais?

 

O jornal AS da Espanha diz nesse domingo: o Barcelona, para travar a negociação milionária do Real Madrid com o Santos por Neymar, poderia pagar 111 milhões de reais pelo garoto!

 

Uau. Vale tudo isso? Deixe seu comentário:

– Sadia + Perdigão, menos Batavo, Rezende, Doriana…

 

O CADE permitiu a fusão entre Sadia e Perdigão. Mas como a empresa seria muito forte e dominaria vários mercados, algumas observações governamentais para liberar o acerto:

 

A empresa BR Foods, formada pelos dois principais vendedores de comida congelada no Brasil, terão que vender algumas empresas: como Doriana, Rezende e Wilson (terá que vender a um único grande concorrente, não pode vender em separado).

 

Para dar um fôlego à concorrência, a marca Perdigão deverá retirar da praça alguns produtos:

Apresuntados (3 anos),

Salames (4 anos),

Pizzas e Lasanhas (5 anos).

 

Durante esse período, a marca Perdigão pode ser arrendada para concorrentes, mas não poderá ser explorada pela BR Foods. Depois desse período, tudo bem.

 

Quando a  Bhrama e a Antártica se juntaram como Ambev, o CADE pegou bem mais leve…

– Walmart + Carrefour pode virar uma Realidade?

 

O Walmart disse que antes do Pão-de-Açúcar namorar o Carrefour, fez a sondagem pelas atividades do grupo francês no Brasil.

 

Agora, com o fracasso da fusão e a saída do BNDES, teríamos uma investida dos americanos no Carrefour? Seria um golpe de mestre com luva de pelica.  

– Cosméticos Jequiti à venda. Quem quer comprar?

 

Após Sílvio Santos vender o Baú da Felicidade ao Magazine Luiza, o Banco Panamericano ao BTG, agora ele quer vender a indústria de cosméticos Jequiti. A Hypermarcas (Bozzano, Avanço, Neoquímica) e o Boticário são os grandes candidatos à compra.

 

Parece que vai sobrar apenas o SBT para o “Patrão”.

– Desrespeito das Empresas Públicas aos Clientes

 

por Reinaldo Oliveira

As constantes transformações e avanços tecnológicos são metas atingidas pela humanidade, que mostram a evolução, bens e facilidades para uma vida melhor. Há menos de duas décadas, a população que necessita dos serviços de telefonia, energia e correspondência, recebia esta prestação de serviços de empresas que zelavam pela eficiência, respeito ao cliente e desde o corpo gerencial até o funcionário operacional, demonstravam orgulho por atenderem bem a demanda por estes serviços. Porém, para insatisfação da clientela destas empresas, o avanço tecnológico, a globalização e outras facilidades atingidas, descaracterizaram o perfil delas e, hoje sua clientela, devido ao monopólio destes serviços, fica refém delas e recebe um serviço de péssima qualidade. Para a telefonia, embora seja um serviço muito caro, há a saída através do serviço de telefonia celular, mas que igualmente presta um serviço horroroso. Isto não é privilégio de cidade maior ou menor. É um procedimento a nível nacional. Por conta disso, Jundiaí – uma cidade com população próxima de 400 mil habitantes tem apenas um posto de atendimento para os clientes de energia elétrica. Mal localizado e distante do centro da cidade. Neste posto, além das filas constantes, o pagamento das contas é exigido que seja feito em dinheiro vivo, num flagrante desrespeito ao cliente que queira utilizar outra forma de pagamento e numa clara coação para que ele tenha a sua conta no regime de débito automático numa agência bancária. Itupeva com quase 50 mil habitantes, também os seus moradores são reféns do péssimo serviço prestado por estas empresas. Um cliente do serviço de telefonia deste município, que tem um contrato para a utilização do produto Internet Ilimitada, no valor de R$ 29,90 mensais, desde o mês de março vem recebendo cobranças absurdas por este serviço. Á saber: mês de março R$ 956,13, abril R$ 970,93, maio R$ 1122,57, junho R$ 1965,79, julho R$ 1720,67. Ele todo mês apresenta reclamação no PROCON, os valores são revistos, a empresa de telefonia reconhece o erro, porém num flagrante desrespeito ao cliente não soluciona o problema e todo mês ele tem de se dirigir ao PROCON para exigir que seu direito de consumidor seja respeitado. Ainda na cidade de Itupeva, um cliente que promoveu uma mostra de filmes culturais, durante o mês de junho, solicitou à sua produtora – localizada em São Paulo, que utilizando do produto Sedex do correio, lhe enviasse os DVDs dos filmes que seriam exibidos na mostra. No dia da exibição não tendo recebido a correspondência solicitou que a produtora enviasse, via um portador especial, novos DVDs e promoveu a exibição. Incomodado com o não recebimento da correspondência, dirigiu-se à agência do correio e …., depois de uma pequena espera, recebeu os DVDs, enviados via Sedex que ainda estava lá na agência. E acontecimentos como os mencionados, estão acontecendo com milhares de pessoas. E o pior: o respeito e eficiência que era demonstrado pelos funcionários destas empresas em tempos passados, virou desfaçatez e desinteresse pelos atuais, mostrando que os avanços e facilidades tecnológicas servem apenas para um tratamento frio e desrespeitoso. Até quando? É isso!!

– Comprar Teves ou Neymar? Qual o melhor Negócio?

 

Para construir seu estádio, o Corinthians passa o chapéu pedindo dinheiro a juros barato e/ou isenções fiscais. Mas R$ 90 milhões para o Teves ele tem em caixa?

 

Aproveitando-> o que vale mais: US$ 45 mi pelo jovem Neymar ou US$ 50 mi pelo maduro Teves?

Um é promessa; outro é realidade.

Um pode melhorar ainda mais; outro já está no seu limite.

 

Qual é melhor negócio tecnicamente e financeiramente? Comprar Teves ou Neymar? Deixe seu comentário:´

 

(Apenas uma dúvida: não foi o Teves que em certo dia se recusou a falar com Andrés Sanches, alegando que reclamaria [sobre Leão] para quem mandava de verdade [no caso, Kia]?

Estou enganado ou esse episódio realmente aconteceu?

– Gol compra Webjet e se aproxima da TAM

 

Num negócio rápido, a Gol compra a Webjet e se aproxima cada vez mais da TAM, que mantém a liderança.

 

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/gol-compra-webjet-por-r-311-milhoes-entre-dinheiro-e-dividas

 

GOL COMPRA WEBJET POR R$ 311 MILHÕES ENTRE DINHEIRO E DÍVIDAS

 

Com operação, aérea fica com 40,55% do mercado doméstico – mais perto da TAM que detém 44,3%

 

A companhia aérea Gol confirmou nesta sexta-feira (8/7) a aquisição de 100% do capital social da Webjet por 311 milhões de reais, por meio da holding VRG. Em fato relevante divulgado ao mercado, a Gol afirmou que o valor pode ser alterado até a conclusão do negócio, sem data definida. Do total, 96 milhões serão pagos aos atuais sócios e o restante quitará as dívidas da Webjet.

A aquisição fortalece ainda mais a companhia no Brasil e na América Latina – únicos mercados de interesse da Gol. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de maio, a Gol detinha 35,39% do mercado doméstico e agora ganha mais 5,16% da Webjet, num total de 40,55%.

A TAM mantém a liderança, mas não com a mesma folga. A aérea lidera com 44,43%. A Azul segue em terceiro com 8,97% de participação. No mercado internacional a TAM lidera com 89,62% e a dupla Gol-Webjet responde por 9,21%.

A operação ainda está sujeita à realização de auditoria técnica nos ativos da Webjet e à aprovação da Anac e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Webjet opera atualmente 154 voos diários para 14 cidades no Brasil. Já a Gol, realiza cerca de 900 decolagens diárias para 51 destinos brasileiros e 11 internacionais na América do Sul e Caribe.

– A Nova Arma do Google contra o Facebook

 

É sabido que “estar em rede social” é uma tendência. Várias redes são populares: Facebook, Orkut, LinkedIn, Quepasa, entre tantas. São quase 150 mil em todo mundo.

 

Muitos usam para ampliar sua rede de relacionamentos (o que chamamos de networking), seja para motivos sociais, lúdicos ou profissionais.

 

No mundo, o Facebook domina. No Brasil, a exceção veio com o Orkut, popular aqui e na Índia, mas um ilustre coadjuvante no restante do planeta.

 

Com o crescimento frenético do Facebook no Brasil e com a necessidade de brigar com a rede no resto do mundo, o Google (que é o proprietário do Orkut) lançou em fase experimental o Google+ (Google Plus).

 

Mas atenção: a empresa diz que não vai encerrar o Orkut, mas usará o Google+ como alternativa.

 

Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, 03/07/2011, Mercado B7, por Camila Fusco

 

GOOGLE DESAFIA FACEBOOK COM REDE SOCIAL

 

Com a rede social Google+, lançada na semana passada, o Google quer desafiar o Facebook não só em popularidade mas também provar que tem ferramentas suficientes para tentar retomar a posição de liderança na web.


Muito mais que uma rede social -que tem como principais atrativos a conversa de vídeo entre amigos e a segmentação de contatos em círculos de relacionamento-, o Google+ é um imenso repositório de dados.


Estão em jogo informações valiosas sobre o comportamento de navegação e que podem determinar o futuro das receitas do Google com publicidade.
“O Google não tem necessariamente a aspiração de ser a principal rede social, mas de ter a demografia mais completa”, afirma Dan Olds, diretor da consultoria Gabriel Consulting Group.


Essa nova fronteira da disputa virtual pode ser vista em movimentos recentes de Google e Facebook de entrada em áreas até então pouco exploradas -desde pagamento on-line até locação de vídeo pela internet.


“A estratégia até pode ser ganhar com serviços pagos, mas há dados de comportamento que podem ser rentáveis em vários formatos, como os anúncios”, diz Olds.

 
Segundo o especialista, o Facebook tem hoje 700 milhões de usuários e chegou ao valor de mercado estimado em quase US$ 70 bilhões tendo como principal ativo seu banco de dados.

 
No ano passado, o Facebook conquistou pela primeira vez mais usuários únicos de internet do que o Google, 8,9% ante 7,2%, segundo a consultoria Hitwise.

 
“O Google+ vem para dar poder de fogo para o Google tentar retomar a posição de líder na internet, hoje claramente ocupada pelo Facebook”, afirma o analista.
Embora o Google tenha lançado o Orkut em 2004 com a possibilidade de extrair informações semelhantes da web, a rede nunca decolou de forma expressiva.


Diversificação


Dos US$ 6 bilhões estimados em publicidade nas redes sociais em 2011, o Facebook deve receber 66%.


O Google+ pode não ter a ambição de gerar faturamento expressivo para o Google, mas já poderá disputar alguns dos dólares da rede de Mark Zuckerberg.


Entre as agências de publicidade, no entanto, ainda é cedo para afirmar se o Google+ vai se consolidar.


“O Google+ ainda precisa se firmar como ferramenta para que as empresas o adotem”, diz Max Petrucci, da agência Garage Interactive.


Entre os maiores desafios do Google está popularizar a rede para, depois, pensar em modelos de publicidade.


O Facebook não deve ficar atrás e deve anunciar nesta semana novas funções, entre as quais um serviço de vídeo e voz integrado com o Skype.

 

Por dentro do Google +

 

– O que é


Nova rede social do Google que agrupa os contatos em círculos de relacionamento e permite a publicação de posts, fotos e vídeos. Tem versões para computador e celulares

 

– O que há de novo


Embora reúna elementos de Twitter e do Facebook – como um clone do botão “curtir”, batizado de +1 – o Google+ tem uma função que permite conectar diversos amigos simultaneamente em vídeo por meio de webcam. Também integra diversas funções do Google, como criação de páginas pessoais divididas por interesse, e permite que o usuário acompanhe posts de celebridades ou notícias

 

– O que significa para os negócios


O Google tem o potencial de desenvolver modelos de publicidade para empresas aproveitarem a rede de relacionamento do Google+. No entanto, tem como desafio atrair usuários para criar a “população” da rede e também precisa elaborar formas alternativas de publicidade. Ao contrário do Facebook ou do Twitter, onde as empresas podem pagar para mandar mensagens para os usuários, o Google+ não permite esse contato direto.

– Quero um Voyage Iraquiano “Made in Brazil”

 

Nos anos 80, o Brasil foi um dos grandes exportadores de carros ao Iraque. A VW brasileira promoveu uma invasão do carro Passat (que lá se chamava Brazíli), que ainda é perceptível na envelhecida frota iraquiana.

 

Agora, a VW novamente exportará uma quantidade significativa ao Iraque, e o carro escolhido para a aventura comercial (e que se chamará Brazíli também) é o Voyage.

 

Tudo bem, caso não fosse gritante a diferença de preço. Em reais, um consumidor do Iraque pagará na agência R$ 21.000,00! Arredondando os números, metade do preço que nós pagamos aqui no Brasil (mais de 40 mil na versão mediana)!

 

Como é que mandamos um carro para o Oriente Médio e ele é vendido pela metade do preço e ainda dá lucro? Só dá para resumir com… IMPOSTOS!

 

Extraído de: http://is.gd/QX4ACw

 

DEPOIS DO PASSAT, IRAQUE IMPORTARÁ BRAZÍLI

 

Já foi o tempo em que o Passat reinava absoluto no mercado iraquiano. Tempos difíceis aqueles, onde o líder Saddam Hussein e a desgastante – porém lucrativa – Guerra Irã-Iraque, ajudavam nas exportações brasileiras de armas, carros, mão de obra civil, entre outros.

Era nesse ambiente hostil que a VW conseguiu vender 170.000 exemplares do Passat “iraquiano”, com suas quatro portas e estofamento bordô. Conhecido por lá como “brazíli”, o VW feito no Brasil deixou saudades por lá.

Agora, a Volks quer repetir o sucesso do Passat com outro “brazíli”. Desta vez, a arma de exportação da marca será o Voyage. Já tendo sido Fox e agora renascido das cinzas, o sedã compacto está perto de ganhar ruas e estradas daquele país.

A VW e os governos brasileiro e iraquiano estão negociando a entrada do Voyage no mercado local. A tarefa não é fácil devido a entraves burocráticos e corrupção. O Brasil até mudou para a Jordânia sua Embaixada Oficial no Iraque devido às tensões no país.

No entanto, a Volkswagen está confiante de que poderá emplacar 50.000 unidades do Voyage em dois anos. O modelo foi testado nos desertos do Iraque por seis meses e está pronto para atender as necessidades locais.

Uma vez no Iraque, seu preço deverá ficar em torno de US$13.000 ou pouco menos de R$21.000. Aqui, o Voyage mais barato custa R$30.000. A montadora espera que o governo iraquiano ofereça subsídio para taxistas no país, barateando a aquisição do “brazíli”.

– Até Espionagem Industrial no Imbróglio da Fusão dos Mercados?

 

Já falamos várias vezes sobre a fusão do Carrefour e Pão de Açúcar. Mas algo novo: Wall Mart alega que quase comprou o Carrefour Brasil em 2009, e que a ação de Abílio Diniz foi fruto de espionagem industrial!

 

Uau. A história promete. O sócio do Pão de Açúcar, o Casino, se manifestará?

– Barbie será Produzida no Brasil?

 

Depois da FoxConn anunciar que produzirá os tablets da Apple no Brasil, agora é a Mattel quem procura terreno e incentivos fiscais para produzir a boneca Barbie no Brasil, e daqui para o resto do mundo!

 

Curiosidade: você sabia que a única Barbie com menção ao Brasil, a Barbie “índia da Amazônia”, é fabricada no México?

 

Extraído da Revista Isto É Dinheiro, Ed 29/06/2011, por Tatiana Bauter, pg 60-61.

 

UMA BARBIE BEM BRASILEIRA

 

A fabricante americana de brinquedos Mattel negocia a produção da famosa boneca loira e dos carrinhos Hot Wheels no Brasil

 

Há pouco mais de dois anos, a fabricante de brinquedos americana Mattel lançou a “Barbie Amazônia”, caracterizada como uma índia, de cabelos negros compridos e até um cocar. Mas a Barbie só era brasileira no modelo: sua produção ocorria em fábricas no México ou no Sudeste asiático. Pois, agora,  a mais famosa boneca do mundo deverá ter o Brasil em seu DNA. A Mattel analisa a fabricação de brinquedos no País nos próximos meses. A ideia é produzir internamente a Barbie, as bonecas Little Mommy, os carrinhos Hot Wheels e jogos de tabuleiro. A companhia, que fatura US$ 6 bilhões por ano, mantém sete fábricas próprias no México e na China,  e mais de 60 parceiros no mundo, responsáveis por 50% do total vendido. Esse é o modelo que está sendo avaliado no Brasil. “Já chegamos a uma lista de quatro fornecedores”,  diz Ricardo Roschel, diretor de operações da Mattel no Brasil.

 

Hoje os únicos produtos das linhas principais da Mattel, feitos no Brasil, são os jogos Uno, fabricados pela Copag, na Zona Franca de Manaus. A produção local já existe em acessórios e produtos licenciados (confira o quadro). A intenção de fabricar os brinquedos no Brasil foi comunicada por Roschel ao Ministro da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, numa reunião em Brasília. Uma das razões para o início da produção local seria o aumento da alíquota do imposto de importação de brinquedos de 20% para 35%,  no final do ano passado. Outro, e talvez o principal fator, é o entusiasmo com o mercado brasileiro, onde as vendas da Mattel cresceram 22% nos últimos quatro anos.  

O Brasil é o terceiro maior mercado internacional para a Mattel, atrás apenas do México e Reino Unido.  O diretor mundial de operações da Mattel, Bryan Stockton, acredita que o sucesso brasileiro está longe de se esgotar. “Dizemos aqui que o próximo Brasil é o Brasil”, afirmou ele, em entrevista exclusiva à DINHEIRO. O executivo comemora a decisão de ter continuado a investir no mercado brasileiro mesmo durante a crise pré-eleitoral de 2001/2002. Mas prefere não dar mais detalhes sobre a negociação do início da produção dos brinquedos no País.  Além de avaliar a produção local, a Mattel procura replicar em outros países algumas de suas experiências brasileiras com o varejo.

 

Na rede C&A, por exemplo, é possível encontrar as bonecas Barbie junto com alguns produtos licenciados, como mochilas, patins e roupas. Supermercados e lojas de departamentos americanos mantêm separados os brinquedos e itens licenciados.  O Brasil tem também uma posição privilegiada dentro da Mattel se comparado a outros mercados emergentes. Ao contrário de empresas  que apostam todas as fichas no crescimento da China e da Índia, a fabricante de brinquedos ainda vê na América Latina um mercado muito mais desenvolvido em relação ao de países asiáticos. “Muita gente me pergunta sobre os BRICs, mas China e Índia ainda estão num estágio de desenvolvimento do mercado de brinquedos muito anterior ao brasileiro”, afirma Stockton.

O investimento fora dos Estados Unidos faz parte de um esforço da Mattel para se reinventar em meio ao novo mundo cheio de brinquedos digitais para as crianças e da crise nos países desenvolvidos. A participação dos Estados Unidos no total da receita da companhia caiu de 64% para pouco mais de 50%,  nos últimos dez anos. No primeiro trimestre deste ano, as vendas no mercado americano cresceram 7%.

Na América Latina, aumentaram 28,5%. Stockton diz que as vendas de brinquedos tradicionais, como a Barbie, que tem mais de 50 anos, vão continuar a crescer, apesar das novas opções disponíveis para crianças, como videogames. “A solução é integrar componentes digitais aos brinquedos tradicionais.” O executivo cita como exemplo uma Barbie que vem com uma câmera acoplada no pingente de seu colar. A menina pode fazer o download do vídeo ou acompanhar a gravação da brincadeira sob o ponto de vista da boneca, num pequeno painel nas costas da Barbie. Os carrinhos Hot Wheels também já têm câmeras embutidas para gravar as corridas disputadas pelos meninos.

– Brasil é o 2º na Produção de Etanol

 

Enquanto o etanol (álcool combustível) ameaça novos aumentos na bomba, devido ao consumo interno e às exportações que aumentam significativamente, duas curiosidades:

 

Governo estuda diminuir o percentual de álcool anidro na gasolina (hoje de 25%) para 20%, a fim de aumentar a oferta no mercado.

 

– O Brasil se mantém como segundo maior produtor de etanol. Junto com os EUA, responde a quase 1/3 da produção mundial.

 

De acordo com a consultoria americana F.O.Licht’s, as americanas ADM, Poet, Valero e Green Plain são os 1º, 2º, 6º e 7º produtores, respectivamente. As brasileiras Copersucar, Cosan e LDC-SEV os 3º, 5º e 9º produtores.

 

E o que isso quer dizer?

 

Que a cada aumento de produção, aumenta-se a exportação. E o mercado interno, que em suma é o consumidor brasileiro, paga o preço que não deveria…

– O Pizza Hut mais Rentável é Brasileiro. Pizzas que Não Acabam Mais…

 

Dias atrás fui ao Aeroporto de Cumbica e minha filha viu a logo do Pizza Hut lá dentro. Já se interessou…

 

Na sequência, os vidros que permitiam ver pela janela os aviões na pista… Mais um apelo.

 

Mas o que interessa mesmo é que tudo isso faz parte do sucesso do restaurante Pizza Hut daquele aeroporto, o mais rentável e de maior faturamento do mundo! São 35 mil pizzas por mês, número imbatível mesmo nas lojas americanas de grande vendagem.

Parabéns.

– O Risco do BPA! Ele está próximo de você…

 

Você já ouviu falar do Bisfenol (conhecido como BPA)?

 

Ele é usado principalmente em mamadeiras e copos infantis. Nos EUA, há uma campanha muito grande para se evitar o uso desse produto químico, sob suspeita de causar câncer. Lá, os produtos estão com a inscrição: FREE BPA, a fim de identificar que o produto está ‘limpo’.

 

Aqui no Brasil, ninguém falou ainda sobre o assunto. Mas em uma Universidade do Missouri, mais um motivo: o BPA contaminaria hormônios sexuais! Entenda bem a descoberta, abaixo:

 

Extraído de Úlitmo Segundo / IG, em http://is.gd/IuFsuG

 

BPA BISFENOL USADO EM MAMADEIRA É O RESPONSÁVEL POR FEMINILIZAÇÃO DE RATOS

 

O bisfenol A (BPA), substância controversa usada, entre outras coisas, no revestimento interno de garrafas de plástico e mamadeiras, está associado à feminilização de ratos, segundo estudo publicado esta segunda-feira (27).

 

A pesquisa, feita por cientistas da Universidade do Missouri, mostram que os ratos machos , expostos enquanto fetos à BPA, se comportam mais como fêmeas, especialmente em suas capacidades para se orientar em seu entorno.

 

Esta observação leva os cientistas a concluir que no homem este componente químico poderia ter efeitos nefastos no desenvolvimento e nos traços cognitivos próprios de cada sexo, que são importantes para a reprodução.

 

“Os ratos da experiência expostos ao BPA – guardadas as proporções, em quantidades equivalentes absorvidas pelo homem – parecem normais, mas no entanto são claramente diferentes”, explicou Cheryl Rosenfeld, professora adjunta de ciências biomédicas da escola de medicina veterinária da Universidade do Missouri e principal autora do estudo.

 

“As ratas não querem acasalar com os machos expostos ao BPA e estes últimos têm dificuldades maiores em navegar espacialmente para encontrar parceiras sexuais”, destacou.

Segundo os autores, este estudo deve estabelecer as bases para futuras pesquisas sobre como o BPA pode afetar diferentemente os comportamentos de meninos com relação ao das meninas.

 

A pesquisa foi publicada nos Anais da Academia americana de Ciências com data de 7 de junho a 1º de julho.

 

Enquanto a Agência Americana de Alimentos e Medicamentos notou “inquietações” com relação aos efeitos do BPA e que o Canadá foi o primeiro país do mundo a classificar este produto como tóxico, a falta de acordo entre os cientistas quanto aos seus efeitos em animais e seres humanos persistem.

– Novamente Carrefour + Pão de Açúcar. O Sobe-e-desce das Bolsas

 

De novo surgem notícias de que o Carrefour pode ser absorvido pelo Grupo Pão de Açúcar. Dias atrás, quando dos primeiros boatos, as ações do Pão de Açúcar caíram mais de 10%. O Casino, sócio francês do grupo e principal concorrente do Carrefour na França houvera chiado; daí o motivo da queda.

 

Hoje, com a eminente possibilidade de acerto, as ações subiram mais de 10%! O motivo seria o próprio Casino, comprando ações do Pão-de-Açúcar freneticamente, tentando ter o maior poder de decisão e, consequentemente, evitando o acordo com o Carrefour. Especialistas dizem que quase 1/3 dos negócios da Bolsa de Valores hoje se deu por estas ações (um recorde!)

 

Juntos, Carrefour e Pão de Açúcar faturariam 65 bilhões de reais, contra 22 bi do concorrente mais próximo, o WalMart.

 

E você, quer dizer alguma coisa sobre o acordo que pode formar um gigante varejista? Deixe seu comentário:

– O Fim da Internet Livre?

 

Leio que a ESPN, emissora esportiva, lançará um serviço exclusivo aos assinantes da Telefônica. Quem tem acesso à Internet pelo Speedy da Telefônica, por exemplo, conseguirá acessar o site. Se o seu provedor for outro, não.

 

Será o fim da Internet Livre? Estaremos entrando numa nova fase competitiva da Internet, onde conteúdos exclusivos estarão agregados aos provedores?

 

Não gosto muito da idéia…

– Venda Casada de Educação e Livros?

 

No mundo educacional, os negócios entre escolas e livrarias são cada vez mais constantes. Mas o que chama a atenção é o número mais freqüente de parcerias que “quase promovem a venda casada” entre serviços de ensino e compra de livros.

 

Ilegal não é; mas, enfim, é curioso. Seria antiético? Talvez não…

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

 

Abaixo, a matéria extraída da Folha de São Paulo.

 

LIVRARIAS DÃO DINHEIRO A COLÉGIO POR INDICAÇÃO

 

Por Talita Bedinelli, (FSP, 22/01/2011, pg C1)

 

De olho nas altas quantias gastas pelos pais em materiais, livrariam oferecem benefícios, até em dinheiro, para as escolas em troca da indicação do estabelecimento como local de compras.

(…) A cada compra, uma parcela (5 ou 10%) é dada para a instituição de ensino.

A Saraiva, que tem parceria com 400 escolas, confirma a prática, que não é considerada ilegal por entidades pró-consumidor. Mas diz que a “minoria” dos colégios pede esse bônus em dinheiro. A maioria, segundo a livraria, recebe a porcentagem, por exemplo, em cartão presente, que pode ser usado na compra de produtos.

– A Falta de Profissionais Emperra a FoxConn em Jundiaí

 

Nesta semana, uma leve troca de farpas entre PT e PSDB no caso “Apple em Jundiaí”.

 

A taiwanesa FoxConn, montadora dos Iphones e Ipads da americana Apple, está instalando uma nova unidade em Jundiaí para a produção desses equipamentos (a empresa já tem uma unidade fabril na cidade). Na nova instalação, localizada no Km 66 da Rodovia Anhanguera, as obras estão a todo vapor. Em um mês já se tem uma fábrica. Incrível (e os estádios da Copa que demoram tanto… não poderia de deixar de perder esse gancho)! O Ministro Aloísio Mercadante disse que os primeiros Ipads poderiam ser fabricados em Agosto, mas por culpa do prefeito tucano Miguel Haddad, que não cuidaria da infraestrutura, só poderá ser possível em Setembro.

 

Vaidade. Discussão política demagógica.

 

A verdade é que 400 engenheiros específicos que são necessários para a empresa não são encontrados no mercado de trabalho! Apenas 175 foram contratados. Falta mão-de-obra especializadíssima.

 

Uma pena. E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Grindr e a Aposta Certeira no Nicho de Mercado Gay

 

Daqui há alguns dias (semana que vem) acontecerá a Parada Gay, e desde já as empresas querem lucrar com o evento.

 

Entretanto, no mundo dos negócios o público gay é altamente valorizado, principalmente pelo aceite em gastar quantias significativas pela tranqüilidade de seus costumes.

 

Compartilho matéria da Época Negócios, a respeito do GRINDR, aplicativo de smartphone aos homossexuais e que virou uma febre entre eles e elas, além de enorme rentabilidade para seu criador:

 

Extraído de: http://is.gd/9ZBFpp

 

ENCONTRO MARCADO E POR IPHONE

 

por Pedro Caiado

 

Com 1,7 milhão de usuários em 190 países, o aplicativo Grindr virou uma febre entre o público gay masculino. Tudo começou com apenas US$ 5 mil e uma ideia

 

O que você faz com o GPS do seu smartphone? Joel Simkhai, um americano de 33 anos, decidiu criar um aplicativo, o Grindr. Com um investimento de US$ 5 mil, a ideia era preencher uma lacuna que ele encontrava nos sites de namoro. “Em chats, não há ênfase nas pessoas ao meu redor. Agora posso saber quem é gay e está sentado perto de mim”, afirma. Dois anos depois de criado, o aplicativo virou uma febre entre o público gay masculino, com uma base de mais de 1,7 milhão de usuários em 190 países. Duzentos e oitenta mil deles têm um uso intensivo, conectando-se, em média, oito vezes por dia. Londres tem o maior público do Grindr, à frente de Nova York e Los Angeles. No Brasil, são 14 mil usuários – a cidade com mais cadastrados é o Rio de Janeiro, com 2,1 mil.

O modelo de negócios é misto. Há versão gratuita, com propaganda, e uma paga, com assinatura de US$ 2,99 por mês e recursos adicionais. “Não gastamos nada em publicidade. Novos adeptos conhecem o Grindr pelo boca a boca”, diz. Recentemente, o programa foi lançado para os sistemas Android e BlackBerry e, desde então, 8 mil novos usuários têm se cadastrado por dia. Simkhai diz que recebe muitos pedidos para criar um aplicativo para o público hétero, algo que já está nos planos. “Por que não encontrar pessoas próximas em vez de gastar horas online buscando alguém e descobrir que não há química?”

– Enquanto o Etanol dispara, Dilma comemora!

 

Nesta semana, o etanol subiu incríveis R$ 0,18 ao consumidor brasileiro. Motivos: a produção não é suficiente para a demanda e, é claro, as exportações aos EUA.

 

Porém, hoje, os americanos aprovaram uma lei que diminui os subsídios por lá. Ou seja, eles pagarão menos impostos e comprarão mais álcool (etanol) brasileiro.

 

Assim, se já falta álcool para o mercado interno, faltará ainda mais em breve. E os preços…

 

Pior: Dilma Roussef, a presidente, talvez desinformada das conseqüências, comemorou o fato com os usineiros de Ribeirão Preto hoje. Os usineiros comemoram, claro, pois terão mais lucro. Mas a presidente não deveria se preocupar com o povo brasileiro que a elegeu? Afinal, nós, consumidores, pagaremos a conta.

 

Extraído de: http://is.gd/cmcr68

 

FIM DO SUBSÍDIO AO ETANOL NOS EUA É VITÓRIA, DIZ DILMA

 

A presidente Dilma Rousseff disse hoje, em entrevista coletiva, em Ribeirão Preto (SP), que o fim das barreiras contra o etanol brasileiro nos Estados Unidos representa uma vitória para o País. Embora admita que, em termos práticos, a medida aprovada ontem no Senado norte-americano ainda dependa da sanção do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Dilma disse que a decisão representa um reconhecimento de que o etanol brasileiro não competia em condições de igualdade nos EUA.

“Mesmo não sendo imediatamente aplicável, dependendo eu não sei do que direito, eu quero dizer que é um avanço, porque pela primeira vez aparece claramente uma posição que reconhece que tem incentivos, subsídios e protecionismo excessivo”, afirmou. “Então eu não sei como vai ser e a eficácia disso, mas aconteça o que acontecer, tem um fator simbólico muito importante para nós, que é o reconhecimento de que não é um mercado perfeito aquele do etanol brasileiro nos Estados Unidos. Então, para nós, acho que para todos os brasileiros interessados no assunto, se constitui numa vitória, mesmo que o resultado prático não seja imediato.”

Dilma disse, ainda, esperar que os produtores brasileiros tenham capacidade para abastecer o mercado externo, depois da crise nos últimos meses com a falta de álcool no mercado interno. “Eu acredito, e o governo vai fazer isso, eu acredito tanto na consciência dos produtores de etanol quanto na eficácia das políticas do governo. Nós estamos fazendo um esforço enorme no sentido de garantir um aumento da produção de etanol.”

– O Golaço de uma Marca

Amigos, quem teve o prazer de ler uma belíssima matéria do competente jornalista Fernando Valeika de Barros, na Revista Época Negócios (Maio/2010), pode comprovar a potência que o clube espanhol Real Madrid é algo totalmente diferente dos demais (falando administrativamente): A receita do time é “gastar para lucrar”, 40 pessoas trabalham no departamento de Marketing do time, o estádio tem 700 mil visitantes anuais em dias que não jogos e arrecada (sem jogos) US$ 10,7 milhões pela visitação.

 

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137045-16642,00-O+GOLACO+DE+UMA+MARCA.html

 

O GOLAÇO DE UMA MARCA

 

Clube de futebol mais popular da Espanha, o Real Madrid não foi bem nesta temporada. Deu vexame na edição 2010 da Copa do Rei, ao ser eliminado pelo Alcorcón, um modesto time da Terceira Divisão. Atuando em casa, também caiu fora da Liga dos Campeões da Europa logo nas oitavas de final, pela sexta vez consecutiva (este ano, diante dos franceses do Lyon, considerados azarões). E, como se isso fosse pouco, cambaleou no campeonato espanhol. Mas quando o assunto é faturar, não tem para o Barcelona, nem para o inglês Manchester United, nem para o Milan ou para a Juventus, da Itália. O Real Madrid é o campeão absoluto entre os times milionários. Segundo um levantamento da consultoria inglesa Deloitte, sua receita anual é de US$ 563 milhões, uma marca que apenas 330 empresas conseguem no Brasil. O total é ainda cinco vezes e meia maior do que a receita do São Paulo, o mais rico clube do Brasil.

O mais incrível é o modo como os madridistas chegaram lá: gastando dinheiro aos tubos. Para bancar suas extravagâncias, eles não têm um mecenas árabe, como o xeique Mansour Al Nahyan, dono do Manchester City, ou um bilionário da ex-União Soviética como Rinat Akhmetov, o ricaço ucraniano que colocou o Shakhtar Donetsk no mundo do futebol. O Real Madrid não economiza nas contratações. Segundo cálculos do economista espanhol José Maria Gay, desde 2003, o time investiu impressionantes US$ 998 milhões na compra de jogadores. Alguns deles são superestrelas. No ano passado, para recrutar o português Cristiano Ronaldo (o melhor jogador do planeta em 2008) e o brasileiro Kaká (o melhor de 2007), o Real Madrid gastou US$ 216 milhões. Somados a estrelas emergentes, como o francês Benzema e os espanhóis Xabi Alonso, Albiol e Negredo, o clube desembolsou US$ 350 milhões. Isso fora os salários de US$ 36,6 milhões anuais apenas para os três não espanhóis do sexteto. Só Kaká ganha US$ 1,1 milhão mensais (11% a mais do que recebia no Milan). No total, a massa salarial do clube espanhol ultrapassará, neste ano, os US$ 258 milhões. A fábula paga nos contracheques galácticos representa quase o mesmo que o faturamento de um clube como o Lyon, o 13º mais endinheirado do planeta, segundo levantamento da consultoria Deloitte.

Essa opulência faz parte de uma filosofia de gestão que transformou o futebol em uma máquina milionária. Em vez de gasto, o Real Madrid considera a aquisição de supercraques como uma alavanca para arrebanhar mais recursos com direitos de transmissão, novos contratos de publicidade, merchandising e licenciamento de produtos. “Com a renegociação de alguns de nossos contratos com patrocinadores, a previsão para o ano que vem é alcançarmos um faturamento de US$ 590 milhões”, diz Eduardo Fernandez de Blas, vice-presidente do Real Madrid. É muito? Pois em 2011 Blas estima que o clube ultrapasse os US$ 700 milhões em receitas.

Atingir essa meta será mesmo necessário para não causar um rombo na contabilidade. Para bancar Cristiano Ronaldo, Kaká e Benzema, o clube teve de recorrer a empréstimos bancários de US$ 207 milhões, que vencem em junho de 2015. Com eles, sua dívida subiu para US$ 440 milhões, mas os espanhóis não parecem preocupados. “Um clube de futebol de ponta deve ser gerenciado tal como uma grande companhia, em que o investimento em equipamentos de última geração faz parte do negócio”, afirma o presidente, Florentino Perez, reeleito em 2009 pelos 93.587 sócios do clube. A filosofia de Perez é simples: só com grandes jogadores dá para aumentar as receitas. Em se tratando de Real Madrid, a mágica vai dando certo, com um ritmo de faturamento que cresceu 26% nos últimos dez anos. “Cada um desses jogadores famosos ajudou o Real a solidificar sua imagem em um mercado diferente”, diz José Luis Nueno, professor da escola de negócios Iese, em Madri.

Para ter o privilégio de exibir os jogos das estrelas do Real Madrid, o grupo catalão Mediapro desembolsa US$ 225 milhões, o maior contrato do gênero no mundo. O inglês Manchester United ganha quase um terço a menos pela transmissão de suas partidas.

Florentino Perez, o rei Midas por trás do Real Madrid, é uma raposa na arte de fazer negócios. Aos 63 anos, casado, três filhos, com o rosto sempre adornado por óculos metálicos grandes e vestido com ternos de corte impecável, Perez é dono da maior construtora espanhola, a Actividades de Construcción y Servicios (ACS), que faturou US$ 21 bilhões em 2009 e tem 107 mil funcionários. Há uma década, Perez assumiu a presidência do clube e, pela primeira vez, colocou seu sistema de gestão para andar. Rico (sua fortuna pessoal é estimada em US$ 2,2 bilhões) e fanático pelo Real Madrid (assistiu pela primeira vez a um jogo em 1951, aos 4 anos, acompanhado do pai, então influente no clube), Perez acredita que um grande clube de futebol deve ser tratado como uma empresa de entretenimento com projeção global. Do mesmo jeito que um grande estúdio de Hollywood paga caro para ter estrelas como Sandra Bullock ou Tom Hanks, ele não regateia para atrair famosos do mundo da bola.

Mal sentou-se pela primeira vez na cadeira de presidente, em 1999, Perez foi logo fazendo barulho. Por US$ 105 milhões, em dinheiro de hoje, arrancou o português Luís Figo do arquirrival Barcelona. Foi a primeira contratação de uma série que transformou o Real Madrid numa versão real de time digno de esquadrão de videogame. Na sequência vieram o francês Zinedine Zidane, os brasileiros Ronaldo e Roberto Carlos e o inglês David Beckham. Apelidados de Galácticos, os craques de Perez demoraram a engrenar, mas deram retorno. Ganharam títulos importantes, como a Liga dos Campeões, em 2002, e, principalmente, iniciaram a impressionante e milionária disparada no faturamento do clube. “Não criei nada novo. Foi investindo nos maiores craques do planeta que Santiago Bernabéu transformou o Real Madrid na maior equipe de todos os tempos”, disse Perez em seu discurso de posse. Presidente do clube entre 1943 e 1978, Bernabéu comprou alguns dos melhores jogadores do mundo, como o argentino naturalizado espanhol Di Stéfano, o húngaro Puskás, o espanhol Gento, o francês Kopa e os brasileiros Didi e Canário. Montou um esquadrão imbatível, que se tornou o melhor time da Europa por cinco vezes seguidas, entre 1956 e 1960. “Em uma Espanha onde não havia cimento, Bernabéu ergueu um estádio para 120 mil espectadores que vivia cheio”, afirma o argentino Jorge Valdano, hoje dirigente do Real Madrid. Segundo ele, a sacada de Perez foi transformar o clube em marca global. Limitado a 13,2 milhões de torcedores na Espanha, sua estratégia foi buscar fãs nos quatro cantos do planeta. “Perez percebeu que o futebol atual precisava de uma visão ampla, em que o estádio é virtual e tem o tamanho do mundo inteiro”, diz Valdano.

Um exemplo do estilo Florentino Perez foi a contratação de David Beckham, em 2003, por US$ 61,4 milhões, em dinheiro de hoje. Do ponto de vista racional, dentro de campo, o inglês seria apenas mais uma estrela. Só que fora da cancha deu uma tremenda visibilidade ao clube em mercados onde mal tinha torcedores, como no Extremo Oriente, e catapultou a marca Real Madrid a limites interplanetários. Só nos primeiros seis meses de Beckham, foram vendidas 1 milhão de camisetas (US$ 93,7 milhões). No mundo inteiro, a procura de produtos com o emblema do clube cresceu 137% em semanas. Graças aos tempos de Beckham, Ronaldo, Zidane, Roberto Carlos e companhia, ainda hoje o Real Madrid mantém parcerias com empresas como a Saudi Telecom, operadora saudita de telefonia.

Como parte do modelo de negócio, um pedaço de tudo o que se arrecada fica com o Real Madrid. Assim que chegam ao clube, os jogadores assinam um contrato em que topam rachar seus direitos de imagem, em um sistema de cogestão. “Todos no elenco são nossos parceiros na gestão de negócios que geram mais recursos para todos”, diz Begoña Orea, vice-diretora comercial do Real Madrid. Um exemplo de como as coisas funcionam foi o contrato que uniu a imagem do goleiro do time (e da seleção espanhola), Iker Casillas, com a cervejaria Mahou, que patrocina o clube. Com a intermediação da equipe da qual Begoña faz parte, Casillas foi contratado para ser embaixador da marca. O lucro é repartido em partes iguais entre ele e o Real Madrid. Mais: para associar sua marca ao clube, a Audi cede 60 de seus carros e mais uma bolada milionária. Em troca, tem modelos dirigidos pelos craques. Kaká anda com uma perua R6, com motor V10. Cristiano Ronaldo, com um esportivo R8 com 525 cavalos. O zagueiro Pepe, brasileiro naturalizado português, roda com um utilitário esportivo Q7. “Vestir esta camisa é a certeza de estar no melhor time do mundo e ganhar um bom dinheiro”, diz Pepe. Idem para a Hugo Boss, que veste Pepe e seus companheiros.

 

ESTÁDIO-MODELO

 

Ter jogadores desejados também proporcionou ao clube um belo contrato com sua fornecedora de material esportivo, a alemã Adidas. A cada ano, a marca desembolsa cerca de US$ 63 milhões para fornecer uniformes ao clube. Sem contar a receita de cada camiseta vendida. Se for adquirida na loja do Santiago Bernabéu, US$ 39 de cada peça vão para o Real Madrid. As camisetas compradas em pontos de venda em Madri geram US$ 20 para o clube. Em outras partes da Espanha e do mundo, ele embolsa 10% do valor unitário, o equivalente a US$ 7. Para qualquer time é um ótimo acordo. Mas Florentino Perez quer mais. Já fez saber ao presidente da Adidas que uma renegociação seria bem-vinda. O que quer? Quase o dobro do que ganha atualmente: US$ 70 milhões por ano. Considerando que o contrato com os alemães vence daqui a dois anos e que hoje Cristiano Ronaldo é um dos maiores garotos-propaganda da Nike, já dá para perceber qual será a próxima jogada do cartola.

Ao menos no volume de negócios, a matemática prova que Perez está certo ao investir em aquisições. Há 11 anos, metade dos recursos do clube madrilenho vinha da bilheteria, que gerava US$ 2,1 milhões por jogo. Hoje, cada partida no Bernabéu movimenta quase três vezes mais, entre entradas e mercadorias que os fãs adquirem na loja. O estádio é um modelo. Tudo começa com uma localização fabulosa, com as entradas a poucos passos de uma estação de metrô. Continua com os telões gigantes que, durante os intervalos, passam comerciais dos patrocinadores. Há calefação, dois restaurantes e bares, locais para convenções e oito elevadores panorâmicos. Quando o clube joga uma partida importante fora, os jogos são transmitidos em tempo real em telas de cinema, com o pagamento de ingresso (e, claro, com comerciais nos intervalos).

O milagre da multiplicação também aconteceu com outras receitas. No ano 2000, para transmitir os jogos do Real Madrid, a TV desembolsava pouco mais de US$ 43 milhões, quatro vezes menos que atualmente. Hoje, o clube recebe US$ 1,5 bilhão por sete temporadas com o grupo catalão Mediapro. À frente de um time com mais craques, os cartolas do clube puderam aumentar em 15% o valor que cobram pelo patrocínio da camisa com a austríaca Bwin, líder no segmento de apostas pela internet (agora em US$ 29,1 milhões por ano). No Brasil, o Corinthians, dono do maior patrocínio na camisa, recebe a metade disso para ostentar os logotipos de empresas do grupo Hypermarcas. “Graças à renegociação de contratos de forma mais vantajosa, só com TV e marketing a nossa arrecadação cresceu para US$ 353,5 milhões”, diz Begoña.

Claro que tudo ficaria ainda melhor se dentro de campo o time jogasse tanto quanto joga nas planilhas. Pela eliminação precoce na Liga dos Campeões, em março, o Real Madrid desperdiçou US$ 30 milhões. Com a derrota para o Barcelona do argentino Messi, a esperança de ganhar o campeonato espanhol deste ano transformou-se num sonho quase impossível. E neste caso, como na maioria dos times de futebol de massa, deve sobrar para o técnico, o chileno Manuel Pellegrini. Engenheiro civil de formação e bem-educado, Pellegrini parece ter os dias contados, como em qualquer grande empresa em que o resultado é o que conta. Perez está de olho em um técnico galáctico, e os candidatos são o português José Mourinho (na Inter de Milão) e o francês Arsène Wenger (à frente do Arsenal).

Quando, há 11 anos, precisou levantar recursos para comprar seus craques, Perez começou fazendo o que mais entende: negócios. Em troca de US$ 670 milhões, tomou uma decisão que causou polêmica entre os associados. Decidiu vender a Cidade Esportiva, o antigo centro de treinamento do clube. Fundado em 1963 por Bernabéu, tinha 11 hectares em Chamartín, uma das mais valorizadas regiões de Madri. O negócio ficou ainda melhor depois que Florentino Perez conseguiu uma mudança de zoneamento junto à prefeitura. No seu lugar foram erguidos, pela ACS, quatro prédios residenciais. Com parte do dinheiro, Perez pagou dívidas de curto prazo, saiu contratando e construiu um moderno centro em Valdebebas, na Zona Norte da cidade, com uma dezena de campos de treinamento. Há também um estádio para 6 mil pessoas. Tudo custou US$ 154 milhões. Já o estádio Santiago Bernabéu transformou-se em atração turística da capital espanhola. Recebe 700 mil visitantes por ano e gera, só em ingressos, US$ 10,7 milhões anuais. Não estão nessa conta o dinheiro que vem das fotografias que colocam os fãs em um cenário virtual ao lado de ídolos como Kaká nem as dezenas de artigos ofertados na loja do clube, um paraíso para o consumo.

 

COMPRAS

 

Sob a batuta de Begoña Orea trabalham 40 profissionais do marketing. O que eles fazem? Prospectam oportunidades para ganhar dinheiro com o nome e a marca do Real Madrid e seus astros. É uma teia complexa que começa com o licencimento de produtos (cerca de 800 diferentes, de ursinhos de pelúcia a móveis) e termina com conteúdo gerado para computador e celular. Um desses aplicativos, o My Madrid, foi lançado em agosto do ano passado e já gerou 130 mil usuários, que pagam US$ 5,6 para baixar fotos, partidas comentadas e resumos (leia-se US$ 2,6 milhões em 12 meses). “É uma maneira de criar e fidelizar uma comunidade que mais tarde consumirá produtos do clube”, diz Begoña.

São milhares de torcedores que colecionam esses artigos: camisetas, aparelhos de MP3, computador, mascotes, um cartão que dá desconto na compra de ingressos. Para fidelizar mais fãs, o clube tem não apenas uma, mas cinco revistas, um canal de TV que gera seus próprios programas (foram 2,5 mil entrevistas em 2009) e um portal na internet com notícias até em mandarim. A programação da TV, com conteúdo em espanhol e inglês, é vista em 20 milhões de casas nos Estados Unidos, Europa, Extremo Oriente e Oriente Médio. Aproveitando cada oportunidade, apenas as receitas do clube com atividades comerciais geraram um total de US$ 186 milhões em 2009. No Brasil, são minguadíssimas as ações desse tipo. O Corinthians, com a contratação de Ronaldo, surge como uma incipiente exceção. O time paulista fez uma grande jogada, sem sequer ter recursos. “Não podíamos pagar o que um clube árabe ofereceria, e a solução foi transformá-lo em parceiro”, diz Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing.

Mas nada se compara à sede de Florentino Perez por novos craques. E os resultados decepcionantes com a bola indicam que ele vai às compras novamente. Os nomes do atacante inglês Rooney e de Neymar, o prodígio do Santos, já circulam entre os espanhóis. E a Copa do Mundo de 2010 está aí, para revelar novas estrelas que poderão gerar mais dinheiro ao clube mais rico do mundo.

– Magazine Luiza Arremata o Baú do SS e se torna o “Vice-Forte”

 

Sílvio Santos vendeu a cadeia de lojas “Baú” – originada do “Baú da Felicidade” ao Magazine Luiza.

 

O varejista do interior paulista cresce mais ainda com tal aquisição. E, SS, o homem do Baú, deve estar sentindo muito…

 

É o custo da reestruturação.

 

Extraído da Reuters: http://is.gd/fm8zXk

 

MAGAZINE LUIZA COMPRA BAÚ E CONSOLIDA VICE-LIDERANÇA

 

Por Vivian Pereira

O Magazine Luiza acertou a compra das lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Sílvio Santos, consolidando a posição de segundo maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país.

A rede comandada por Luiza Helena Trajano desembolsará 83 milhões de reais pelo Baú, em uma operação envolvendo 121 lojas em São Paulo, Minas Gerais e Paraná, segundo fato relevante ao mercado nesta segunda-feira. Além disso, o Magazine Luiza adiciona 3 milhões de clientes à sua base de cartões.

A aquisição marca o primeiro movimento da varejista após ter reforçado o caixa em abril com mais de 600 milhões de reais com sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês).

“As lojas do Baú estão localizadas em pontos comerciais estratégicos, com foco na classe C, mesmo público-alvo das lojas do Magazine Luiza”, afirmou a varejista.

O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar, alcançar a liderança absoluta do setor com as compras de Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.

As ações do Magazine Luiza chegaram a avançar 3,6 por cento nesta segunda-feira, após o anúncio do acordo. Às 12h21, os papéis tinham valorização de 1,92 por cento, a 17,48 reais.

Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.

– O que você faria se tivesse ações da Brazil Foods?

 

A Brazil Foods, empresa originada da fusão entre Perdigão e Sadia, uma gigante mundial formada na área de alimentação, viu suas ações despencarem nos últimos dias, após o Cade (Conselho de Administração Econômica) sinalizar que não aprovará a união das empresas. Motivo: a participação de mercado seria muito grande, com as marcas Sadia, Perdigão, Batavo (as 3 mais importantes) além de outras 5 menores nas mãos de um grupo controlador.

 

Não parece o mesmo caso da Ambev, quando Brhama e Antártica tiveram que se desfazer da Bavária para permanecerem com a Skol?

 

Duvido que impeçam a continuidade da empresa. E digo mais: o momento é oportuníssimo para compra de ações da empresa, já que estão em baixa e, quando houver o veredito final (com a aprovação da fusão), elas dispararão de preço.

 

Aqui em Jundiaí, vemos o movimento enorme da Logística da empresa, sediada no Parque Industrial Fazgran. Se tivessem mais espaço, trabalhariam ainda mais! A empresa está em alta.

 

E você, o que sobre isso: vale a pena comprar ações da Brazil Foods hoje? Deixe seu comentário:

– Faltará Etanol em 2012, oficialmente

 

E o discurso do Ministro Edison Lobão? Disse que provavelmente faltará álcool combustível (etanol) em 2012, listou as dificuldades e fez suas considerações. Só faltou ser convincente sobre as medidas que o Governo adotará.

 

Se temos 1 ano para prevenção, por que não a fazermos já?

 

Extraído de: http://is.gd/3itD5r

 

MINISTRO LOBÃO PREVÊ FALTA DE ETANOL NA PRÓXIMA ENTRESSAFRA

 

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta segunda-feira que podem ocorrer novos problemas de abastecimento de etanol no País. Segundo ele, assim como ocorreu neste ano, pode haver falta do combustível em postos durante a próxima entressafra da cana-de-açúcar, que ocorre nos primeiros meses do ano. Esse problema poderia causar novamente uma alta no preço do produto.

“Este ano, tivemos algumas dificuldades e estamos prevendo para o próximo ano também algumas dificuldades”, afirmou Lobão, após participar da cerimônia de abertura de um congresso sobre etanol realizado em São Paulo. “Temos preocupação com a próxima safra”.

Lobão disse que, devido à possibilidade de escassez do etanol, o governo vem conversando constantemente com empresários do setor sucroalcooleiro para projetar o abastecimento de etanol para o ano que vem. Segundo ele, caso falte combustível, a mistura de etanol na gasolina pode ser reduzida para manter o preço do produto.

“Estamos conversando com os produtores para que tenhamos uma produção maior, evitando a elevação de preços”, disse ele. “Se isso não for possível, reduziremos aquilo que o governo não quer reduzir, que é mistura [de etanol na gasolina], de 25%, para 22%, para 20%”.

Em abril deste ano, durante a entressafra da cana, o governo alterou o percentual mínimo de álcool misturado à gasolina. A quantidade mínima obrigatória, que variava de 20% e 25%, passou a variar entre 18% e 25%.

O ministro também afirmou que o governo federal trabalha em um plano decenal para aumentar a produção de açúcar e álcool no País. O plano, segundo ele, está em fase final de preparação e deve ser anunciado em breve.

O ministro disse que o plano vai traçar metas para a produção do setor sucroalcooleiro para os próximos dez anos. Essas metas serão estabelecidas projetando a demanda nacional dos produtos derivados da cana-de-açúcar.

“O plano decenal é um planejamento de demanda, de produção e de financiamento para que se obtenha os resultados desejados”, explicou o ministro, após participar da abertura de um congresso sobre etanol, em São Paulo. “Ele [o plano] está sendo concluído e acredito que, dentro de muito pouco tempo, vamos lançá-lo.”

Lobão afirmou que a intenção do governo é aumentar as exportações de etanol com o planejamento da produção. Por isso, o plano decenal vai trazer metas para a venda do produto para o mercado internacional.

“O governo pretende exportar etanol mais do que já vem exportando”, disse ele. “Não conseguiremos fazer isso se não garantirmos uma produção, que desde logo, abasteça o mercado nacional. Então, precisamos de um ganho na produção para exportar”.

De acordo com o ministro, o plano decenal vai garantir que o Brasil cresça sem prejudicar a qualidade de sua matriz energética. Ele disse que a energia proveniente da cana-de-açúcar é “limpa” e terá todo apoio do governo. “O governo fará todos os esforços para manter o uso das matrizes de energia limpa”.

Para o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank, o anúncio do plano decenal é surpreendente e muito positivo. Jank disse que, com um planejamento de longo prazo, o setor sucroalcooleiro saberá qual será seu papel para os próximos anos. Assim, os empresários poderão fazer os investimentos necessários para atender às expectativas do governo referentes à produção.

Google versus China – uma briga interessante: Quebra de Senhas do Gmail?

 

Todo mundo paparica a China para fazer negócios e ganhar dinheiro. Mas o que podemos falar da nova briga entre chineses e capitalistas?

 

O Google e o Yahoo já tiveram que suprir expressões como “Democracia” e “Direitos Humanos” em seus buscadores para entrar lá. Agora, o Google diz que o Governo Chinês invade e lê emails do Gmail, através de utilização das senhas dos usuários obtidas ilegalmente.

 

Hum… essa história cheira mal. Os ditadores comunistas – não duvido – fariam isso mesmo?

– Raizen Resolve Divulgar sua Marca no Mercado

 

A Cosan, empresa brasileira e gigante mundial na produção do Álcool, no ano passado, assumiu a marca ESSO no Brasil. Recentemente, se associou a SHELL na distribuição de combustíveis, criando a RAIZEN.

 

Passado certo tempo, a nova empresa começou a divulgar sua marca e sua força. Em anúncio nos principais jornais e revistas do país, nesta sexta-feira, há a publicidade institucional: “nasce uma empresa de 40 mil funcionários e R$ 50 bilhões de reais”.

 

Uau! Muita força, não? Há duas formas de interpretar esse número:

 

1) terão condições de brigar mais intensamente com os concorrentes, beneficiando os consumidores; ou,

2) dominarão ainda mais o mercado regulando os estoques e prejudicando os consumidores.

 

Tudo dependerá da relação “Lucratividade & Ética”, não há dúvida.

 

E você, o que pensa sobre o assunto: a Raizen terá qual papel no bolso do consumidor? Deixe seu comentário:

– Rússia Veta Carne Suína Brasileira

 

Rússia não comprará mais carne suína do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso por motivos sanitários.

 

Bertin e Brazil Foods é quem sofrerão maiores prejuízos. Agora, dizer que é “questão sanitária” é sacanagem. É puramente questão financeira.

– Queda na Bolsa de Valores das Ações: Pão de Açúcar + Carrefour = Casino Bravo e Acionistas Assustados?

 

O Pão de Açúcar é sócio do grupo francês Casino no Brasil (se pronuncia Casinô). A família Diniz é quem manda no grupo, mas devido a força do parceiro, tem que dar satisfação aos franceses.

 

Abílio Diniz namorou a compra do Carrefour no Brasil, que é o grande concorrente do Casino na França.

 

Imaginaram no Brasil uma rede formada por: Pão de Açúcar, Extra, Extra Eletro, CompreBem, Casas Bahia, Ponto Frio, Assai, Carrefour, Atacadão, Dia%, entre outras? Responderiam a 32,5% de tudo que é vendido no país!

 

Mas algo surpreendente: o parceiro Casino, se sentindo marido traído por ser o último a saber, pediu explicações. Consequência: há dois dias as ações do Grupo Pão-de-Açúcar despencaram…

 

Isso quer dizer o seguinte: o mercado ficou apreensivo por uma resposta negativa dos sócios franceses.

 

Sabem o que eu faria se tivesse ações do GPA? Ficaria quietinho com elas, pois certamente não vão ‘micar’.