– A Kroton avança na Educação Básica e se agiganta ainda mais!

Repercutiu muito pouco, mas viram mais uma mega-aquisição da Kroton?

É impressionante como o grupo voltado à Educação está crescendo (e em todos os níveis educacionais).

Em: https://g1.globo.com/economia/noticia/kroton-fecha-compra-da-somos-educacao-por-r-46-bilhoes.ghtml

KROTON FECHA COMPRA DA SOMOS EDUCAÇÃO POR R$ 4,6 BILHÕES

Somos é dona do Anglo, Ática, Saraiva e Scipione, e se diz maior grupo de educação básica do país. Com aquisição, Kroton faz sua 2ª compra no segmento de educação básica.

A Kroton Educacional, líder no setor de educação superior privada no Brasil, fechou a compra do controle da Somos Educação, da Tarpon Gestora de Recursos, por R$ 4,6 bilhões, em sua segunda aquisição no segmento de educação básica em menos de um mês.

A Somos Educação, antiga “Abril Educação”, se anuncia como “o maior grupo de educação básica do Brasil” com escolas próprias, cursos pré-vestibulares e idiomas, além de sistemas de ensino e livros. É dona das editoras Ática, Scipione e Saraiva, do Anglo, da escola de inglês Red Ballon, entre outros negócios.

A compra foi realizada por meio da holding Saber, subsidiária de educação básica da Kroton, enquanto a parte vendedora inclui fundos de investimentos geridos pela Tarpon, que detém atualmente 73,35% das ações da Somos.

A aquisição da Somos representa um avanço da Kroton no setor de educação básica após veto do Cade à tentativa de fusão com a Estácio, vice líder no mercado de ensino superior, em operação avaliada em R$ 5,5 bilhões. Com isso, a Kroton passou a mirar outros empresas e segmentos.

Mesmo após a compra da líder no setor, o presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, disse que a companhia vai continuar a comprar escolas menores e locais. Segundo ele, há ao menos duas aquisições para anunciar ainda este ano.

AVANÇO DA KROTON NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Os atuais negócios de educação básica da Kroton englobam os sistemas de ensino Rede Pitágoras, Rede Educação e Valores (RCE) e Rede Cristã de Educação, o Colégio Pitágoras de Belo Horizonte e a operação de escolas sob a modalidade de contratos.

No dia 10, a companhia anunciou a compra do Centro Educacional Leonardo Da Vinci, em Vitória (ES), por valor não divulgado, como parte dos planos de entrada no segmento.

Na apresentação da operação divulgada nesta segunda, a Kroton destaca que o mercado de educação básica no Brasil é 83% maior que o de ensino superior. A Kroton avalia que o mercado da educação básica movimenta R$ 101 bilhões (R$ 96 bilhões em mensalidades e R$ 5 bilhões em livros didáticos).

Segundo a companhia, após a conclusão da aquisição da Somos, a educação básica representará cerca de 28% da receita da Kroton.

A Kroton, dona das faculdades Anhanguera e Unopar e do colégio Pitágoras, fechou o ano de 2017 com 876,1 mil alunos matriculados em seus cursos de Ensino Superior – 383 mil em cursos presenciais e 493 em cursos de ensino à distância. A companhia fechou 2017 com lucro líquido de R$ 2,23 bilhões.

Em valor de mercado, a Kroton estava avaliada no fechamento do pregão da última sexta-feira em R$ 22,14 bilhões, segundo a Economatica.

A Somos informou que, do total, R$ 4,166 bilhões serão pagos à vista na data de fechamento do negócio. O restante será mantido em conta vinculada para garantir pagamento de determinadas obrigações de indenização assumidas pelos vendedores.

O valor representa um prêmio de 66% em relação ao preço de fechamento das ações da Somos na sexta-feira (20), de R$ 14,30. Segundo dados da Economatica, a Somos estava avaliada na B3 em R$ 3,71 bilhões, segundo cotação de fechamento da última sexta-feira (20).

Em até 30 dias após a aprovação da compra pelo Cade, a Kroton precisará fazer uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) aos acionistas minoritários da Somos, com as mesmas condições ofereciadas aos fundos detidos pela Tarpon. Após essa operação, o valor do negócio deve chegar a R$ 6,2 bilhões, segundo Rodrigo Galindo, presidente da Kroton.

A transação deve ser financiada com empréstimo direto e também emissão de debêntures, de acordo com a empresa. “A Kroton tem R$ 1,7 bilhão de caixa líquido e boa capacidade de alavancagem. O acesso ao crédito será fácil”, disse Galindo. Ele emendou que o endividamento líquido da empresa deve ficar em duas vezes o potencial de geração de caixa (Ebitda) após a conclusão do negócio.

Após a conclusão da operação, a Kroton informou que avaliará o fechamento de capital da Saber e “eventual reorganização societária na Somos”. As empresas estimam sinergias e ganhos de eficiência de cerca de R$ 300 milhões a serem capturadas em até 4 anos.

Em comunicado separado, a Tarpon disse que a operação envolve 192.275.458 ações da Somos Educação, ao preço individual de R$ 23,75.

Por volta das 11h05, as ações da Kroton subiam 3,63% na B3, enquanto que as da Somos (que não fazem parte do Ibovespa) disparavam 47,9%.

NEGÓCIO PRECISA DO AVAL DO CADE

Segundo o presidente-executivo da Kroton, a negociação com os controladores da Somos começou somente na sexta-feira (20).

A operação está sujeita a determinadas condições, inclusive a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

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– Odebrechet falando sobre Responsabilidade Social?

Grandes empresários apresentam grandes ideias. Qual seria hoje o verdadeiro papel social das empresas, na cabeça de um executivo de sucesso?

Abaixo, o texto de Emílio Odebrecht (sim, ele mesmo, do grupo Odebrecht, conglomerado que se mostrou envolvido ao extremo nos crimes de corrupção do Brasil), na Folha de São Paulo, resgatado de 08/11/2009, pg 2:

PAPEL SOCIAL DAS EMPRESAS

HOJE, COBRA-SE das empresas que estejam vigilantes quanto ao seu papel social. É correto que assim seja. Preservar o meio ambiente, usar com parcimônia os recursos naturais e oferecer oportunidades de realização profissional, econômica e emocional a seus integrantes, principalmente mediante o desafio da autorremuneração, ou seja, da participação nos resultados que geram, são algumas das responsabilidades precípuas que as companhias têm perante a sociedade.

Sei que é preciso ir além, mas não acredito na mera caridade. O assistencialismo só faz sentido em situações limite. Praticado sem critérios, pode transformar em pedintes permanentes aqueles que recebem a ajuda.

As ações sociais das empresas devem tornar as pessoas agentes do próprio destino, capazes de prover a si mesmas condições dignas de vida, e é adequado que tenham conexão com suas atividades fim.

Um exemplo que conheço bem e do qual, como empresário, participo, acontece em Angola. Lá, investimos em educação, construímos postos de saúde, disseminamos técnicas de prevenção da malária, fornecemos estrutura às campanhas públicas de vacinação e apoiamos o combate ao HIV/Aids.

Agimos assim por compromisso com a mudança nos padrões de vida daquela nação e porque qualquer projeto empresarial passa pela qualificação profissional e pela preservação da saúde dos jovens que, no futuro, como operários, técnicos ou executivos, tornarão esse projeto realidade.

Ações de responsabilidade social com o enfoque descrito acima não são, portanto, simples benemerência. São investimentos.

Os problemas sociais e ambientais em diversas partes do mundo são, hoje, tão grandes que as empresas ou ajudam a resolvê-los ou perecerão com a sociedade.

Lembremos que, atualmente, o consumidor sabe bem quais companhias são solidárias e quais não são -e aprendeu a optar pelas primeiras.

Há, finalmente, a questão da retenção de talentos. Os jovens que estão iniciando suas vidas profissionais tenderão a vincular-se de forma permanente àquelas organizações cujas ações sociais sejam parte da estratégia dos negócios.

A sociedade contemporânea se tornou complexa e está repleta de demandas. Somos, hoje, quase 7 bilhões de pessoas no planeta, e os governos espalhados pelo globo já não conseguem dar conta sozinhos das necessidades econômicas, educacionais e sociais de seus povos.

Cabe, então, às empresas suprir parte de tais necessidades, pois têm recursos e competência para tanto – e podem assumir esse compromisso como um dever.

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– Os Possíveis Novos Donos da Indústria Automobilística

De acordo com a Revista Exame, ano 43, no. 07, edição 94, as grandes marcas da indústria automobilística poderão mudar radicalmente de mãos.

Abaixo:

Scania (sueca, hoje nas mãos da americana GM), possivelmente a ser comprada pela Dongfeng (CHINA)

Hummer (jipes americanos da GM), pela Mahindra (ÍNDIA)

Volvo (suéca, nas mãos da americana Ford), pela Chery (CHINA) – adendo – negócio fechado há anos.

Opel (marca européia da americana GM), pela Saic (CHINA)

Saturn (marca da GM), pela BYD Auto (CHINA)

Jeep (marcas de ‘jipes’ da americana Chrysler), pela Mahindra (ÍNDIA) – adendo – a FIAT assumiu a marca.

A propósito, você muitos carros dessas empresas chinesas e indianas nas ruas brasileiras?

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– Arrogância Pessoal e Corporativa

Admiro pessoas inteligentes. Dentro da minha pobreza intelectual, tento aprender algo delas, absorver conhecimentos, saber algo sobre o que sei ou sobre o que não sei.

Numa dessas admirações literárias, deparei-me com o excepcional artigo do consultor em Administração, Stephen Kanitz. Ele disserta sobre “ignorância e arrogância”.

Vale a leitura, o texto está abaixo e é extraído da Revista Veja, edição 2036, página 22

COMO COMBATER A ARROGÂNCIA

Muitos leitores perguntaram ao longo deste mês qual era a minha agenda oculta. Meus textos são normalmente transparentes, sou pró-família, pró-futura geração, pró-eficiência, pró-solidariedade humana e responsabilidade social. Mas, como todo escritor, tenho também uma agenda mais ou menos oculta. Sempre que posso dou uma alfinetada nas pessoas e nos profissionais arrogantes e prepotentes. É a reclamação mais freqüente de quem já discutiu com esses tecnocratas. Uma vez no governo, parece que ninguém mais ouve. Eles confundem ser donos do poder com ser donos da verdade. Fora do governo, continuam não ouvindo e, quando escrevem em revistas e jornais, é sempre o mesmo artigo: “Juro que eu nunca errei”. Toda nossa educação “superior” é voltada para falar coisas “certas”. Você só entra na faculdade se tiver as respostas “certas”. Você só passa de ano se estiver “certo”.

Aqueles com mestrado e Ph.D. acham equivocadamente que foram ungidos pela certeza infalível. Nosso sistema de ensino valoriza mais a certeza do que a dúvida. Valoriza mais os arrogantes do que os cientificamente humildes. É fácil identificar essas pessoas, elas jamais colocam seus e-mails ou endereços nos artigos e livros que escrevem. Para quê, se vocês, leitores, nada têm a contribuir? Elas nunca leram Karl Popper a mostrar que não existem verdades absolutas, somente hipóteses ainda não refutadas por alguém. Pessoalmente, não leio artigos de quem omite seu endereço ou e-mail. É perda de tempo. Se elas não ouvem ninguém, por que eu deveria ouvi-las ou lê-las? Todos nós deveríamos solenemente ignorá-las, até elas se tornarem mais humildes e menos arrogantes. Como não divulgam seus e-mails, ninguém contesta a prepotência de certas coisas que escrevem, o que aumenta ainda mais a arrogância dessas pessoas.

O ensino inglês e o americano privilegiam o feedback, termo que ainda não criamos em nossa língua – a obrigação de reagir à arrogância e à prepotência dos outros. Alguém precisa traduzir bullshit, que é dito na lata, sempre que alguém fala uma grande asneira. Recentemente, cinco famosos economistas brasileiros escreveram artigos diferentes, repetindo uma insolente frase de Keynes, afirmando que todos os empresários são “imbuídos de espírito animal”. Se esse insulto fosse usado para caracterizar mulheres, todos estariam hoje execrados ou banidos. “A proverbial arrogância de Larry Summers”, escreveu na semana passada Claudio de Moura e Castro, “lhe custou a presidência de Harvard.” Lá, os arrogantes são banidos, mas aqui ninguém nem sequer os contesta. Especialmente quando atacam o inimigo público número 1 deste país, o empreendedor e o pequeno empresário.

Minha mãe era inglesa, e dela aprendi a sempre dizer o que penso das pessoas com quem convivo, o que me causa enormes problemas sociais. Quantas vezes já fui repreendido por falar o que penso delas? “Não se faz isso no Brasil, você magoa as pessoas.” Existe uma cordialidade brasileira que supõe que preferimos nunca ser corrigidos de nossa ignorância por amigos e parentes, e continuar ignorantes para sempre. Constantemente recebo e-mails elogiando minha “coragem”, quando, para mim, dizer a verdade era uma obrigação de cidadania, um ato de amor, e não de discórdia.

O que me convenceu a mudar e até a mentir polidamente foi uma frase que espelha bem nossa cultura: “Você prefere ter sempre a razão ou prefere ter sempre amigos?”. Nem passa pela nossa cabeça que é possível criar uma sociedade em que se possa ter ambos. Meu único consolo é que os arrogantes e prepotentes deste país, pelo jeito, não têm amigos. Amigos que tenham a coragem de dizer a verdade, em vez dos puxa-sacos e acólitos que os rodeiam. Para melhorar este país, precisamos de pessoas que usem sua privilegiada inteligência para ouvir aqueles que as cercam, e não para enunciar as teorias que aprenderam na Sorbonne, Harvard ou Yale. Se você conhece um arrogante e prepotente, volte a ser seu amigo. Diga simplesmente o que você pensa, sem medo da inevitável retaliação. Um dia ele vai lhe agradecer.

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– Um Novo Nicho de Mercado a ser Explorado nos EUA!

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

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– RIP, Correios do Brasil…

Demorado, ruim, caótico, desleixado. Esse é o atual Correios, que um dia foi exemplo para todos nós!

Na década de 80, me recordo que o Correio Brasileiro era exemplo de eficiência. E quando lançaram o serviço de Sedex?

Pois bem: aqui em Jundiaí, os carteiros não entram em diversos bairros (em especial por segurança). Nos que entram, chegam cartas com semanas de atraso. Boletos de contas de consumo? Faz tempo que não recebo um só sequer antes do vencimento.

Agora, se fala em Privatização da Empresa. Ora, se tivéssemos gestores mais competentes e sem politicagem (lembram-se que o Mensalão começou com essa estatal?), precisaria chegar onde chegou?

– A inversão de mando de jogo em Bragantino x Corinthians

Eu sei que os times estão com o pires na mão, mas…

Assim como critiquei veementemente o Linense por vender o seu mando em 2017 e jogar na Capital contra o São Paulo (e que foi rebaixado em 2018), critico o Bragantino ao vender o seu mando e deixar de jogar na sua praça esportiva e atuar no Pacaembu, a segunda casa do Corinthians. Não é apenas venda de mando, é inversão de mando mesmo (pois está levando o jogo para a cidade do time adversário).

O Estádio Marcelo Stéfani, agora renomeado como Arena Nabi Abi Chedid, recebeu em 1989 a final caipira entre Bragantino x Novorizontino pelo Paulistão da época. Em 1990, sediou a final entre Bragantino x São Paulo. Hoje não arrecada o suficiente com seus mais de 17 mil lugares?

Quem trabalhou como árbitro na aprazível Bragança Paulista, sabe que existe pressão sob a arbitragem logo na chegada entrando pelo acesso da rua principal. O time visitante é “calorosamente recebido” pelos torcedores da casa (ô torcida brava), além de que, logicamente, quem joga em seus domínios sabe detalhadamente todos os atalhos do seu gramado, evitando buracos, sabendo onde ela corre mais ou ainda onde o sol bate na cara do goleiro. Detalhes que podem parecer bobos, pequenos, irrelevantes (em especial se o time adversário for melhor tecnicamente), só que podem fazer a diferença.

Do “cantinho do quarto-árbitro” dentro do gramado, você já observou como os treinadores visitantes se escondem no banco de Bragança? A torcida atrapalha o trabalho dos técnicos, pois “fica no cangote” deles. Sem contar o Marquinhos Chedid querendo levar linguiça no vestiário aos árbitros antes da partida e depois (no intervalo) chutando a porta esbravejando da atuação. É praxe por lá.

Para a FPF, a decisão da venda de mando é ótima. Ela é dona dos mandos nessa fase, e mesmo “não exigindo” que se jogasse na Capital, a logística dela será melhor (o jogo será no seu “quintal”), o valor em reais da Taxa Percentual da bilheteria será maior e, o mais interessante, a chance do grande passar sobre o pequeno – que já era enorme independente das equipes – se consumirá.

Quem vende o mando, levando a questionamentos éticos, não correria o mesmo risco de, em algum momento da sua dificuldade financeira, usar o mesmo argumento (o de que precisa pagar as contas) de vender um resultado?

Não estou dizendo que o clube da família Chedid entregaria um jogo por dinheiro, isso é óbvio. Mas a discussão da possibilidade em si de um clube fazer isso é nula?

Vejamos o lado bom da coisa: pelo menos o jogo será de dia; assim, não há risco de apagão no Pacaembu.

Em tempo: o mandante Bragantino terá 2000 lugares reservados para a sua torcida que ficará no local destinado ao visitante. O visitante Corinthians terá a carga de 40.000 bilhetes à disposição.

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– Coca-Cola investe em Jovens como Vendedores em programa de Responsabilidade Social

Recebi essa matéria e acho importante o aplauso à iniciativa deste louvável programa de marketing e de responsabilidade social: a Coca-Cola está querendo aumentar sua participação no mercado de classe baixa; para isso, recruta através de um programa social jovens moradores em favelas para se tornarem vendedores!

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br//092/marketing/filantropia-resultados-498392.html

FILANTROPIA DE RESULTADOS

Por Renata Agostini

Para empresas com histórico de liderança, a perpetuidade do sucesso muitas vezes está ligada à capacidade de buscar novas oportunidades mesmo quando tudo corre bem. Com presença em 80% dos lares brasileiros e faturamento de 15 bilhões de reais, a Coca-Cola Brasil é a terceira maior operação da empresa no mundo — só fica atrás da matriz nos Estados Unidos e da filial do México — e vem registrando contínuos índices de crescimento nas vendas. No entanto, ao esmiuçar as estatísticas do consumo de seus produtos, os executivos de marketing da empresa perceberam um flanco aberto justamente naquela que é hoje a mais importante fatia do mercado brasileiro: a baixa renda, responsável por cerca de 60% do consumo dos produtos da Coca-Cola no país. Apesar dos grandes volumes absolutos de venda, o brasileiro ainda consome menos o refrigerante que mexicanos, argentinos e chilenos. E, mostraram as pesquisas, o brasileiro da classe C está ainda mais distante da marca. Seu consumo é 30% inferior ao registrado nas classes populares de países vizinhos.

A culpa, segundo a conclusão dos executivos de marketing da empresa, não é apenas dos concorrentes, mas também da distância que separa a Coca-Cola desse novo mercado. “Esse é um mercado em que a disputa está cada vez mais acirrada e em que a cada dia há novos concorrentes. Sairá vencedor quem conseguir se aproximar dele primeiro”, diz Cláudia Lorenzo, diretora de projetos especiais da Coca-Cola. Para chegar mais perto desse novo consumidor, a subsidiária brasileira criou um programa inédito no mundo, uma mistura de empreendimento social com marketing. Batizado de Coletivo, o programa é voltado para a educação de jovens na faixa de 17 a 25 anos. Com a participação de organizações não governamentais e associações de moradores, a empresa instala salas de aula em favelas e em bairros pobres de grandes cidades brasileiras. Nelas, são ministrados cursos de técnicas de vendas em varejo. Durante dois meses, os jovens aprendem como escolher e expor os produtos, gerenciar estoques e abordar os clientes. Ao longo do treinamento, eles são testados por seu desempenho em jogos que simulam o dia a dia de um pequeno varejo — e os mais bem avaliados são encaminhados para entrevista de emprego nas fabricantes de Coca-Cola. Em uma espécie de trabalho de conclusão de curso, os participantes montam um plano de negócios que deve ser apresentado a um pequeno dono de bar ou mercadinho da comunidade, com sugestões de melhoria no estabelecimento. A Coca Cola ajuda a implantar o plano de negócios, oferecendo uma linha de microcrédito ao varejista no valor de 3 000 reais — uma parceria da empresa com o Banco Interamericano de Desenvolvimento e com a ONG Visão Mundial. Caso desejem abrir seu próprio negócio, os participantes do programa também terão acesso a uma linha de microcrédito — no valor de 1 500 reais. Esse é o lado social do programa.

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– Como era Marcelo Odebrecht na cadeia e o quanto sua corrupção rendeu à Odebrecht

Li na Revista Época da semana passada o dia-a-dia do todo-poderoso Marcelo Odebrecht, que não se relaciona mais com o seu pai, Emílio, e que foi educado para os negócios pelo seu avô, Norberto, já falecido.

É impressionante um homem bilionário como ele fazer tudo o que tinha feito. A compra de políticos, causas, situações; a distribuição de propina e a criação de departamentos de controle da corrupção; além do dia-a-dia austero consigo próprio, trazem o inevitável questionamento: e se utilizasse sua disciplina e inteligência para o bem?

Na cadeia em Curitiba, Marcelo acordava às 05h30 e praticava 6 horas de exercícios por dia; se preocupava demais com a sanidade mental; dobrava e arrumava cuidadosamente as roupas; “rediagramava as prateleiras” da geladeira numa ordem mais agradável; e outros excessos de organização. Não tomava remédios e estudava com muito afinco todos os seus processos, fazendo reuniões diárias com seus advogados.

Detalhe: antes da sua prisão, a Odebrecht possuía 180 mil funcionários e faturamento de R$ 130 bilhões de reais, sem dívidas a renegociar. Hoje, fatura R$ 90 bilhões (mas tem 500 milhões de dívidas a serem renegociadas) e reduziu seu quadro de colaboradores para 60 mil empregados. Em propinas, têm-se a real contabilidade de 1 bilhão pago a políticos dos mais diversos partidos, que lhe rendeu em obras superfaturadas mais de 10 bi!

Particularmente, acho que não sabemos nem metade de toda a história. Quanta coisa graúda essa gente deve ter escondida (em história e grana), não?

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– O Marketing do Bem promovido pelo Burger King ao McDonald’s

Uma campanha que faz bem para todos, observada na Argentina: lá, no dia em que o McDonald’s programou sua iniciativa do “McLanche Feliz”, o rival Burger King sugeriu aos seus clientes que não comprassem Whooper, mas fossem ao concorrente ajudar as crianças com câncer comprando o Big Mac.

Gesto de grandeza e, ao mesmo tempo, ganhou grande simpatia dos clientes.

Abaixo, extraído de: http://www.b9.com.br/81379/burger-king-da-argentina-se-recusa-a-vender-whoppers-e-manda-seus-clientes-para-o-mcdonalds/

BURGER KING DA ARGENTINA SE RECUSA A VENDER WHOPPERS E MANDA SEUS CLIENTES PARA O MCDONALD’S

Ação foi criada para levar mais clientes ao rival no McHappy, equivalente ao nosso McDia Feliz

Em uma ação exclusiva na Argentina, todas as lojas Burger King no país deixaram de vender o Whooper, lanche mais famoso da rede.

Além de informarem os clientes que o lanche não seria vendido durante todo o dia, os funcionários do BK ainda aconselhavam os clientes a irem até o McDonald’smais próximo e comprarem um Big Mac por lá.

A campanha “Un Día Sin Whooper” foi criada especialmente para o“McHappy” do país, equivalente ao nosso “McDia Feliz”, quando o valor de todas as vendas de Big Mac são doadas às instituições que ajudam crianças com câncer.

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– Desacelerando no Trabalho!

Um movimento ganha corpo no mundo organizacional: o de reduzir o ritmo frenético de trabalho que tanto estressa os profissionais.

Você conseguiria participar da turma do Slow Work?

Extraído de: http://is.gd/t1YoBz

DESACELERE O TRABALHO

Essa é a máxima do movimento slow work: quanto mais flexível for o ambiente profissional, mais produtiva será a equipe.

Natália Martino

Executivo de uma multinacional espanhola, Leonardo Ricciardi, 35 anos, iniciou 2012 como um típico profissional de sucesso. Mas a remuneração alta cobrava seu preço: a diferença de fuso horário com a Espanha fazia seu dia começar às 4h30. Cansado dessa rotina, Ricciardi resolveu trocar de emprego em fevereiro. Hoje gerente de operações de uma empresa de tecnologia no Rio de Janeiro, ele ganha duas vezes menos do que no emprego anterior. Em compensação, trabalha como, quando e onde quer. “Abaixei meu padrão financeiro, mas acompanho o crescimento da minha filha e finalmente vou terminar meu curso de chinês, que adio há seis anos”, diz. Essa flexibilidade é uma das vertentes do slow work, “trabalho lento”. Apesar do nome, especialistas garantem que a estratégia pode aumentar significativamente a produtividade da empresa. “Somos bombardeados com informação o tempo todo e se espera que a resposta seja sempre instantânea, mas a resposta mais rápida nem sempre é a melhor”, disse à ISTOÉ Peter Bacevice, consultor da DEGW, multinacional especializada em melhorias nos ambientes corporativos.

“O conceito de slow work é basicamente facilitar a vida dos empregados”, diz Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral. A satisfação deles, por sua vez, aumenta seu comprometimento com a empresa e sua produtividade. Para gerar esse contentamento vale tudo que favoreça o florescimento de novas ideias e o equilíbrio da vida profissional e pessoal. Mas as mudanças precisam ser feitas com cuidado. “A dica é incorporar as mudanças aos poucos e depois de muito diálogo com os funcionários”, diz Clara Linhares. Sem pressa e com mais eficiência, como o próprio slow work.

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– Simpatia ou Amolação das Empresas nas Redes Sociais? O diálogo com o cliente!

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, certa vez escreveu sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– O grupo de países MINT sobrepujará o BRICS?

Jim O’Neil, economista-mor do Goldman Sachs, foi quem cunhou o termo BRICS em um importante relatório para a agência Bloomberg, em 2001. Ele se referia a Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul como motores da economia mundial para aquela década que se iniciava. Por razões óbvias: esses países estavam em ótimo momento nas suas finanças e com bom panorama para empresas se instalarem!

Há pouco tempo, ele chamou a atenção de um novo grupo de países muito mais interessante para investimentos e cujo PIB cresce a passos largos, sendo ele o novo eldorado de recursos e negócios: o MINT – México, Indonésia, Nigéria e Turquia, com cenário favorável para os próximos 20 anos, em contraponto ao BRICS, que desacelera por questões político-econômicas.

Será que Jim acertará? Aguardemos os próximos anos. Aparentemente, está com a razão!

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– A triste realidade do nosso Paulista FC e um futuro não desejado!

Lamentável! Após chegar na última divisão regional, o Paulista abre mão de disputar os torneios Sub 11, 13, 15 e 17, disputando apenas o Sub 20 (e sabe lá em quais condições) por obrigação da Federação Paulista de Futebol.

O que se esperar do Galo da Terra da Uva? Aqui o problema é grave: descrédito da torcida, dificuldade da diretoria em gerir o time sem dinheiro, fuga de patrocinadores e da colaboração das empresas de Jundiaí e, agora, a falta de investimentos na base.

Triste. Que não passe a vergonha e a tristeza de ir morrendo aos poucos…

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– O avanço do Manchester City na compra de times mundo afora e os novos donos do futebol

Um fenômeno nos negócios em esportes nesses dias atuais é a aquisição de clubes de futebol, que nada mais são do que empresas que buscam lucro, e não necessariamente títulos.

Veja alguns exemplos: o Chelsea pertence ao russo Abramovich; Milan e Internazionale foram adquiridos por dois grupos chineses das mãos de Sílvio Berlusconi e de Mássimo Moratti, respectivamente. O PSG, como é sabido, pertence à família real catariana. O Lille a um investidor que outrora empreendia na Fórmula 1. O Manchester United é do grupo empresarial americano dono do Tampa Bay. Até os emergentes dos novos mercados, como o Orlando City (EUA) vive esse fenômeno lá na MLS (o time é do brasileiro Flávio Augusto da Silva, ex-proprietário da Wizard).

Digo isso pois vejo o que vem fazendo o endinheirado Manchester City FC da Inglaterra, do emir Mansour bin Zayed Al-Nahyan, da família real dos Emirados Árabes Unidos. Ele é prefeito de um dos emirados, o de Abu Dhabi (no qual é proprietário da maior parte das terras, dos empreendimentos turísticos e do petróleo). Estima-se que sua fortuna pessoal seja de US$ 41 bilhões de dólares e a da sua família atinja 1 trilhão de dólares. Ele tem 6 filhos com suas duas atuais esposas (a lei islâmica permite tal situação). Gosta de jatos e barcos, sendo que sua última aquisição, o iate Topaz, custou 0,5 bilhão de euros (é o 7o mais caro do mundo).

Mansour bin Zayed Al-Nahyan criou uma holding chamada City Football Group para administrar seus negócios no futebol. E agora registra um processo expansionista, adquirindo clubes mundo afora. Além do Manchester City, ele já é dono do New York City FC nos EUA, do Melbourne City FC da Austrália e do Yokohama City FC do Japão (o antigo Yokohama Marinos). No meio do ano, ele adquiriu o controle do pequeno River, do Equador, mudando o nome para Guayaquil City FC. Nos últimos meses, investiu no Atlético Venezuela e na compra do Atlético Torque do Uruguai.

Dinheiro, obviamente, não deve faltar para tais aquisições. E repare que ele transforma equipes com nome de cidades homônimas identificando-as com o grupo (Manchester, New York, Melbourne, Guayaquil, Yokohama – ganhando o sobrenome City).

Nessa fase de entrada na América do Sul (adquirindo clubes fora da 1a divisão nacional – do interior do Equador, da Venezuela e do Uruguai), a tentação na pergunta é inevitável:

Se, por acaso, hipoteticamente, desembarcasse alguém do conglomerado internacional City Football Group no Brasil, viesse aqui na Terra da Uva e desejasse a compra do Paulista Futebol Clube, transformando-o em Jundiaí City FC (é praxe do grupo mudar o nome do time para a cidade-sede como acabamos de ler, e transformar as cores do time no conhecido azul do time-mãe inglês, o MCity). Qual deveria ser a reação da diretoria e dos torcedores?

– ACEITAR A PROPOSTA IMEDIATAMENTE

– DISPENSAR A OFERTA POR ORGULHO PRÓPRIO

– NEGOCIAR CALMAMENTE

Assim como penso ser fundamental a entrada de investidores sérios no esporte (não recusaria o “Red Bull Paulista” caso isso fosse possível), acho também que a profissionalização é inevitável.

Aliás, o que você pensa sobre clube-empresa?

A propósito, o principal motivo dos investimentos, segundo o próprio City Football Group, é de “adquirir talentos a custo mais baixo direto das suas filiais. Guardiola deve agradecer…

Em tempo: o Girona, da Espanha, um time que agrega jogadores em observação na Europa, pertence 44% ao Manchester City, outros 44% a Pere Guardiola (irmão de Pep Guardiola) e o restante a investidores diversos. O controle majoritário não pode estar nas mãos do City por conta da proibição da UEFA (que não permite que um grupo controle duas equipes por lá). Mas, sabidamente, são clubes com ótimo relacionamento, sendo que o Manchester City envia atletas em observação para o time espanhol.

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Na foto, Mansour bin Zayed com Stefano Domenicali, da Ferrari, durante o Grande Prêmio de F1 em Abu Dhabi, no autódromo Yas Marina Circuit, que é dele próprio.
Com informações da ESPN.com, Gazeta Esportiva.com.br, OESP e Wikipedia.

– A Geely é o modelo de expansionismo chinês que assusta?

Quando eu era “molecóide”, existiam 3 grandes fabricantes de cavalos mecânicos no Brasil: a tradicional Mercedes Benz, a admirada Scania e a impressionante Volvo. As duas últimas eram suecas e lideravam o mercado de “carretas” em nosso país.

Os carros da Volvo eram (e são) um sonho de consumo para muitos. Mas nesses tempos de globalização, as empresas vão mudando de parceiros com mais frequência e se submetem aos sino-dólares.

Quer alguns exemplos?

A Geely, montadora de carros chinesa, adquiriu 10% das ações da Daimler-Benz (a “dona” da Mercedes) por quase 10 bilhões de dólares, e com tal número de papéis, tornou-se a maior acionista do grupo de origem alemã. Sem contar que os chineses são donos de quase 10% também da Lotus (a famosa montadora de esportivos da Inglaterra) e 9% da Volvo Cars (divisão carros). Da divisão caminhões da Volvo (a Volvo Trucks), já é a grande controladora.

A China e suas empresas dominarão o mundo? Ou já dominam?

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– Criando o Amanhã nas Empresas e no Campo Profissional.

Um dos mais notáveis consultores em Administração de Empresas, Peter Drucker, disse e assino embaixo:

A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo

Não serve apenas para o mundo dos negóciosmas para a vida!

Planejamos tanto, criamos até mesmo planos B e C, mas… os percalços do dia-a-dia podem mudar tudo. Hoje você está bem; amanhã você enlouquece e depois entristece. Ao mesmo tempo, você pode estar no limo, e, quando menos espera, eis a sorte grande! 

É melhor viver cada dia de uma única veznunca se desesperar

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– Mastercard trocará senhas digitadas por selfies!

A tecnologia de fato espanta. Em alguns países ricos, a validação de uma compra on-line por cartão de crédito Mastercard se dará por… selfie do consumidor!

Abaixo, extraído de: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/02/23/mastercard-passara-usar-selfies-para-validar-compras-online.htm?cmpid=tw-uolnot

MASTERCARD PASSARÁ USAR SELFIES PARA VALIDAR COMPRAS ONLINE

A empresa de cartão de crédito MasterCard anunciou que vai passar a aceitar selfies e impressões digitais como alternativa às senhas em pagamentos online.

A tecnologia de verificação de identidade deve ser lançada no segundo semestre de 2016 no Reino Unido, EUA, Canadá, Holanda, Bélgica, Espanha, Itália, França, Alemanha, Suíça, Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca. Não há previsão para a chegada da solução no Brasil.

Segundo a MasterCard, 92% das pessoas que testaram a tecnologia preferiram o novo sistema de autenticação. “Senhas são um empecilho”, afirmou Ajay Bhalla, presidente da divisão de Safety and Security da empresa. “Elas são extremamente fáceis de esquecer, desperdiçam nosso tempo e não são realmente seguras. A biometria está transformando as transações online tão seguras e simples quanto compras presenciais”.

O uso do novo recurso estará vinculado a um aplicativo, que deve ser baixado em um PC, tablet ou smartphone.

No ato da compra, os usuários ainda terão de fornecer os dados de cartão de crédito. Mas para a autenticação da transação, será necessário ainda que eles olhem para a câmera ou usem o sensor de impressão digital do dispositivo em vez de digitar a senha, como atualmente é feito.

Se o usuário optar por um selfie, eles terão que piscar para câmera para provar que não estão apenas segurando uma foto.

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– O que você pensa sobre a exclusividade de Neymar à Globo?

Que coisa “diferente”: a Folha de São Paulo trouxe à tona que Neymar assinou um contrato de exclusividade com a Rede Globo para a Copa de 2014. Ou seja: participação em programas e entrevistas (pós-jogo ou mesmo fora do mundo do futebol) somente à emissora carioca.

Será que isso não é um complicador ético para a emissora? Os profissionais da Globo tinham liberdade em fazer críticas ao jogador “colega da TV contratante”?

E do lado do jogador: não é um limitador a ele deixar tantos profissionais da imprensa de lado?

Confesso que ainda não tenho uma opinião bem formada sobre isso. Afinal, encarando o futebol como business, isso seria normal. Ou não?

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– E Quando o Petróleo Acabar?

Olha que interessante: em matéria da Revista Época, 23/12/2009, por Camila Guimarães, um tema interessante: até quando a dependência do Petróleo irá ser sentida? E apesar do uso de energias alternativas, principalmente do Álcool Combustível, o futuro ainda é alarmante!

QUANDO A ERA DO PETRÓLEO VAI ACABAR?

De tempos em tempos, decreta-se o fim da era do petróleo. Há dez anos, o consenso era que em 2010 seria o início da queda na produção de óleo. Há dois anos, os governos começaram a considerar 2030. Há poucas semanas, Fatih Birol, economista-chefe da poderosa Agência Internacional de Energia, fez um alerta sobre o futuro do petróleo: as reservas estão acabando duas vezes mais rápido do que se imaginava. Segundo ele, o pico da produção dos paí­ses da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) – ou seja, o ponto máximo que os campos podem produzir, depois do qual a produção entra em declínio – já passou. Contando todos os poços do mundo, o pico estaria previsto para 2020, dez anos mais cedo que a última previsão. Em queda, a produção não daria conta de atender à demanda, que só faz crescer.

Hoje, consumimos 85 milhões de barris de petróleo por dia e, de acordo com a IEA, em 2030 serão 105 milhões. Birol diz que é possível que a queda na produção torne inviável até a recuperação da economia mundial nos próximos dois anos. Junte-se a isso a falta de investimento por parte dos países produtores em novas descobertas – e o quadro apresentado fica ainda pior. Em 2009, pela primeira vez na década, os investimentos do setor de energia caíram. Foram US$ 90 milhões a menos em projetos cancelados ou adiados, muito provavelmente por causa da crise mundial.

Birol é uma das maiores autoridades na área de energia, e suas palavras devem ser ouvidas com atenção. Mas será mesmo possível prever quando o petróleo vai faltar? E se, de fato, vai faltar? Especialistas, consultores, governos e indústria perseguem um alvo móvel. Basicamente, todos querem descobrir quando a demanda por petróleo vai superar a produção.

Mas, hoje, tanto uma como a outra sofrem a influência de uma série de fatores que tornam a questão muito mais complexa que a escassez de poços – e nem todos os relatórios e pesquisas oficiais conseguem captar todas as nuances das múltiplas facetas do petróleo. Desde que o óleo deixou de ser apenas um recurso físico para se tornar um ativo financeiro, que guia grandes investidores de Wall Street e políticas de governos, nunca seu futuro foi tão impreciso. Parece certo, porém, que, até o fim da era do petróleo, a agonia será lenta. E ele deverá sobreviver pelo menos por algumas décadas. “O que vai acabar não é o petróleo, mas a era monoenergética”, afirma Adriano Pires, diretor da Câmara Brasileira de Investidores em Energia Elétrica (CBIEE).

Não há dúvida de que estamos falando de um recurso natural finito, nem de que nunca dependemos tanto do petróleo quanto agora. Perto de 80% do consumo de energia do mundo é baseado em combustíveis fósseis. A IEA e o Departamento de Energia dos Estados Unidos estimam um crescimento de 50% no gasto de energia mundial entre 2006 e 2030, mesmo considerando os esforços no ganho de eficiência energética. Daqui a três décadas, o petróleo deverá prover 30% dessa energia – outros 33% virão de biocombustíveis.

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– Nestlé acabou com sabores artificiais nos EUA. Mas e no Brasil?

A Nestlé, em 2015, acabou com corantes e sabores artificiais em seus produtos nos EUAMas e por quê ainda não fez o mesmo com os seus equivalentes no Brasil?

As justificativas do texto abaixo, quando da ocasião, são plausíveis e exemplares. O problema é: e os consumidores não-americanos?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2015/02/nestle-retirara-corantes-e-sabores-artificiais-de-produtos-nos-eua.html

NESTLÉ RETIRARÁ CORANTES E SABORES ARTIFICIAIS DE PRODUTOS NOS EUA

A multinacional suíça Nestlé se comprometeu a retirar os corantes e sabores artificiais de seus produtos nos Estados Unidos, segundo anunciou uma das executivas da empresa nesta terça-feira (17/02). “Sabemos que os consumidores estão cada vez mais interessados em produtos com menos ingredientes artificiais“, disse a presidente da divisão de “snacks” da filial americano, Doreen Ida.

A empresa espera retirar até o final de ano os corantes e sabores artificiais “sem alterar o sabor e o preço”, segundo detalhou em comunicado.

A filial americana da Nestlé se tornará a primeira grande fabricante de doces do país a retirar os ingredientes artificiais de seus produtos. O objetivo é que mais de 250 de seus produtos, incluindo os populares “Butterfinger” e “Crunch”, substituam os corantes por ingredientes naturais.

Dessa forma, os corantes artificiais “Vermelho 40” ou “Amarelo 5” serão substituídos por extrato de urucum, um corante natural obtido da planta. A companhia afirmou que começará a marcar seus produtos com o rótulo “Sem corantes nem sabores artificiais” a partir de meados deste ano.

“Temos realizado testes com os consumidores para garantir que as novas receitas cumpram com nossos elevados padrões de sabor e aparência”, declarou a Nestlé. 

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– Esqueça a Silverado no Brasil!

Escutei de um diretor da GM, no Programa “Máquinas da Pan”, que definitivamente a Silverado (sucesso no Estados Unidos), não será vendida no Brasil.

O mercado das camionetes foi grande no Brasil, mas a General Motors o considera pequeno hoje. Ela está contente com a S10 no segmento que compete (veículos médios). Mas na questão da “Full Size” (que era da D20 versus F1000), nenhuma expectativa.

É por isso que Hilux, Frontier, L200 e tantas outras vão ganhando cada vez mais espaço. No meu tempo, tínhamos D10, D20 e D40. Quem se lembra da clássica “vermelha e preta”?

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– A excepcional entrevista do dono da Guararapes ao Pânico na Rádio

Flávio Rocha, o CEO do grupo Riachuelo, 15o maior gerador de empregos brasileiros e criador do manifesto “Brasil 200”, falou sobre os desastres do comunismo, da necessidade da geração de empregos, das novas relações de “capital mais trabalho” e das virtudes e defeitos em nosso país. Retrucou a ideia de que o enriquecimento de alguns deve ser calcado no empobrecimento de muitos (dissertou sobre a importância da geração de riqueza para todos).

Abordou, ainda, temas espinhosos: desarmamento, demonização da Polícia, trabalho escravo, as bobagens da divisão da nação criada pelo “Fla-Flu” político e, até mesmo, da Ideologia de Gênero

Flávio tratou sobre a infeliz defesa da “construção da sexualidade pelo ambiente social” e a “forçação de barra” para a sexualização precoce das crianças. Na condição de maior empregador de transsexuais do Brasil, discutiu sobre o tema da erotização infantil e da confusão criada pelos defensores dos direitos LGBTT versus apologistas da Ideologia do Gênero.

Imperdível a quem quer entender de maneira inteligente o nosso país.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=S_ueeFiEx8M

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– ANP libera a venda de Gasolina Formulada no Brasil. Cuidado com essa porcaria!

Taí um malefício para os motoristas: a Agência Nacional de Petróleo regulamentou em nosso país a venda da Gasolina Formulada, um produto “exclusivo” do Brasil.

Bem mais barata (em 2018, com quase 30% de diferença da Gasolina Tradicional de Petróleo), esse produto polui mais e rende menos. Mas o grande problema é: o consumidor está sendo informado que abastece essa Gasolina alternativa, que é composta por quase 200 solventes e prejudica o carro?

Claro que não. O que espanta é: a troco de quê os órgãos reguladores permitem a venda desse tipo de Gasolina e não cobra que o consumidor seja informado adequadamente para que tenha ciência do que está abastecendo?

Sobre as diferenças básicas desse combustível que era aprovado, mas não regulamentado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2017/05/16/gasolina-formulada-versus-gasolina-refinada-2/

A matéria do Jornal da Band, em texto, aqui,

extraída de: http://noticias.band.uol.com.br/noticias/100000898187/anp-libera-venda-de-gasolina-formulada.html

ANP LIBERA VENDA DE GASOLINA “FORMULADA”

Mecânicos afirmam que a essa gasolina entope bicos injetores e o uso prolongado pode levar a problemas mais graves

Com anuência da ANP (Agência Nacional do Petróleo), os postos de todo o Brasil já podem vender um tipo de gasolina chamado de “formulada”.

De acordo com especialistas, o composto é feito pela combinação de cerca de 200 solventes e “se aproxima” da composição molecular da gasolina comum, derivada do petróleo.

Além de render 15% menos, a “formulada” pode causar danos aos veículos, segundo o colunista do Metro Jornal Cláudio Humberto.

Mecânicos afirmam que a essa gasolina entope bicos injetores e o uso prolongado pode levar a problemas mais graves, e mais caros.

O Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) é taxativo e reitera que, mesmo permitida a venda, deve ficar claro para o consumidor o que está comprando. Mas, segundo o colunista, não é o que acontece.

O preço da gasolina “formulada” deve ser inferior ao da derivada do petróleo. Ou o posto pode ser multado em até R$ 6 milhões.

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– Há 1 ano, a Heineken comprou a Schincariol da Brasil Kirin. Os motivos do prejuízo dos japoneses foram…

A Brasil Kirin comprou a Schincariol em 2011 por R$ 6,7 bi. Em 2017 (nesta mesma data), a vendeu por R$ 2,2 bi para a holandesa Heineken.

Como justificar? A Heineken está feliz?

Entenda como foi a polêmica e discutida negociação e os incentivos, extraído de: http://cdn2.istoedinheiro.com.br/wp-content/uploads/sites/17/2017/02/brasil-kirin.jpg

POR QUE A BRASIL KIRIN, DONA DA SCHIN, FRACASSOU NO MERCADO BRASILEIRO

Quando chegou ao Brasil, em agosto de 2011, os japoneses da Brasil Kirin não mediram esforços e muito menos recursos para conquistar o mercado brasileiro de cerveja.

Eles pagaram quase R$ 4 bilhões aos irmãos Adriano e Alexandre Schincariol para assumir o controle da cervejaria de Itu, no interior de São Paulo, em agosto de 2011.

Três meses depois, tiveram de desembolsar cerca de R$ 2,3 bilhões pela fatia dos irmãos Gilberto, José Augusto e Daniela Schincariol. Com isso, assumiram 100% do controle da companhia.

Quase cinco anos depois, a venda dos ativos brasileiros da Brasil Kirin para a holandesa Heineken mostra o fracasso dos japoneses no mercado brasileiro de cervejas.

O valor pago foi de R$ 2,2 bilhões (664 milhões de euros). Se as dívidas foram incluídas, o preço sobe para R$ 3,3 bilhões. Neste último cenário, os japoneses da Kirin estão recebendo 50% menos do que pagaram pelos ativos da família Schincariol em 2011.

O que fez os ativos da antiga Schincariol se desvalorizarem tanto neste período? Uma série de erros estratégicos contribuiu para a perda de valor da cervejaria.

Quando desembarcou o Brasil, o plano dos japoneses era simples: ser a segunda posição em vendas no mercado brasileiro. Na ocasião, a Schin estava atrás do Grupo Petropólis, dono da marca Itaipava, e da Ambev, que fabrica a Skol, Brahma e Antarctica.

Para atingir a meta dos japoneses da Kirin, a estratégia foi focar no Nordeste, o caminho encontrado para gerar volume e chegar ao almejado segundo lugar. Mas as coisas não saíram conforme o combinado.

A Brasil Kirin não só não conseguiu ganhar mercado no Nordeste, como começou a perder participação no Sudeste, que trabalha com margens mais altas. Conclusão: uma série de prejuízos operacionais, que foram se acumulando ao longo do tempo.

No ano passado, a dona das marcas Schin, Devassa, Baden Baden e Eisenbahn reportou um prejuízo operacional de R$ 260,8 milhões no mercado brasileiro. Mesmo assim, é um resultado melhor do que as perdas de R$ 322,3 milhões de 2015.

A solução para tentar estancar a perda foi cortar custos, demitir e fechar unidades. Em outra ponta, a Brasil Kirin começou a se desfazer de ativos, como uma fábrica na cidade de Cachoeiras do Macacu, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que foi comprada pela Ambev.

A situação econômica brasileira e a redução do consumo de cervejas contribuíram para que a situação se deteriorasse ainda mais. Cansados, o japoneses resolveram que deveriam deixar o Brasil e saíram à busca de um comprador para os seus ativos brasileiros.

Os holandeses da Heineken, com a aquisição, ganham 12 fábricas e uma rede de distribuição própria. Ela também passa a ser a segunda colocada no mercado brasileiro de cervejas, com uma fatia na casa dos 19%, atrás apenas da Ambev. A Heineken, por sua vez, conta com cinco fábricas no Brasil e a distribuição é feita pelas engarrafadoras da Coca-Cola.

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– Não existe alguém como Tréllez em Cotia?

Santiago Tréllez, atacante colombiano de 28 anos, foi contratado pelo São Paulo FC junto ao Vitória-BA. O time do Morumbi pagou 6 milhões de reais por 70% dos direitos econômicos do jogador.

A pergunta se faz necessária: com a estrutura oferecida para a base de Cotia, pelo sucesso dos garotos da Copa SP 2018 (campeões da Copa RS), quais os motivos para que se desembolse tanto dinheiro por um jogador que não estourou em time grande, não joga pela Seleção do seu país e que, respeitosamente, ganhou projeção nacional não pela quantidade de gols e jogadas maravilhosas no Campeonato Brasileiro, mas sim pela expulsão do seu marcador Rodrigo no jogo da Ponte Preta pela infame “dedada”?

Desejo boa sorte ao jogador e ao clube, mas há de se questionar novamente e insisto: não existe nenhum garoto nas fileiras tricolores com qualidade técnica parecida ao colombiano?

Aliás: não foi ele que disse se sentir feliz pois pertenceria ao “bando de loucos”, quando quase acertou com o Corinthians?

Ah o futebol e seus dilemas…

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– Falência do Diário de São Paulo

Puxa, que pena. Leio que um juiz decretou a recuperação judicial do jornal Diário de São Paulo, devido a alguns imbróglios que envolviam não só o jornal mas outras empresas do grupo, numa tremenda confusão jurídica.

Me lembro do tempo no qual o jornal era o Diário Popular. Vendia muito! Aí a Globo o comprou e o transformou em Diário de SP. Será que queria concorrer “pau-a-pau” com a Folha de SP e o Estado de SP?

Depois disso passou para o grupo do J Hawilla, que o vendeu para Fulano, que vendeu para Beltrano, e por aí vai.

Eu escrevia para eles no blog que estava hospedado em conjunto com o Portal Rede Bom Dia, além da coluna impressa. Infelizmente, tudo saiu do ar sem prévio aviso ou satisfação.

Triste mesmo. Muitos jornalecos de interesses políticos surgem e os tradicionais não aguentam mais. Aliás, estaria a Internet sendo um pouco culpada disso?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/01/1952905-justica-decreta-a-falencia-do-jornal-o-diario-de-spaulo.shtml

JUSTIÇA DECRETA A FALÊNCIA DO JORNAL ‘DIÁRIO DE S.PAULO

O “Diário de S.Paulo”, antigo “Diário Popular”, teve o pedido de falência decretado nesta terça (23), assim como suas controladoras, a Editora Fontana e a Cereja Serviços de Mídia Digital.

A publicação continuará circulando, pois, no entendimento do juiz Marcelo Barbosa Sacramone, da 2ª Vara de Falências de São Paulo, a massa falida terá mais benefícios ao alienar um negócio que está em funcionamento do que com um paralisado.

O diário tem cerca de cem funcionários e circulação estimada em 34 mil exemplares.

O jornal teve vários donos desde 1988, quando mudou de mãos pela primeira vez, entre os quais Orestes Quércia, a Infoglobo e J.Hawilla.

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– Vale a pena mentir nos anúncios?

Muitas vezes, vemos anúncios exagerados de certos produtos. Na preocupação de supervalorizar algo, cai-se no erro da mentira.

Um livro novo, “O Argumentador Honesto” propõe esse debate: vale a pena mentir nos anúncios? Você percebe a mentira em certas propagandas?

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI262972-16366,00-ANUNCIO+BOM+E+ANUNCIO+HONESTO.html

ANÚNCIO BOM É ASSUNTO HONESTO

Por Márcio Ferrari

A idéia não é assim tão nova, mas é raramente seguida pela publicidade. Tanto que o homem que a propõe é visto como um herege na área. O britânico John Bunyard, famoso e aposentado publicitário, argumenta em seu livro recente, The honest persuader (“O argumentador honesto”), que não adianta exagerar as qualidades de um produto ou impor marcas ao consumidor, porque, se os benefícios não forem comprovados, a propaganda funciona ao revés. Ele baseia suas afirmações em conhecimentos da neurolinguística – e tem recebido críticas favoráveis. Para Bunyard, a melhor estratégia é complementar a campanha publicitária imediatamente com testes de consumo no varejo para confirmar o que foi anunciado. Segundo ele, estudos neurológicos mostram que, quando nossas expectativas são confirmadas, o cérebro libera uma descarga de dopamina, substância química que dá sensação de prazer. Por isso, também não adianta confiar no que os consumidores dizem em pesquisas: o hábito de compras é orientado essencialmente por processos inconscientes. Mais que ouvi-lo, o anunciante precisa estudar o comportamento do consumidor.

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– As vendas de mando de campo deveriam ser permitidas ou não?

A situação financeira dos times de futebol é periclitante, todos nós sabemos. E se você olhar para as contas das equipes pequenas, pior ainda! Sobrevivem, muitas vezes, da renda do jogo contra um adversário grande.

E se o seu estádio for pequeno?

Vende-se “o local” da partida para uma praça maior, ou para um empresário por um valor mínimo que agrade a direção do clube. Já vi o Paulista de Jundiaí “mandando” seu jogo contra o Palmeiras em São José do Rio Preto, por exemplo.

Agora, especula-se que na Copa do Brasil, no confronto entre Madureira x São Paulo, o Tricolor Suburbano mande seu jogo contra o Tricolor do Morumbi em Londrina-PR, ao invés do seu estádio (Aniceto Moscoso, mais conhecido como Rua Conselheiro Galvão – uma versão carioca do Juventus no estádio Conde Rodolfo Crespi, a Rua Javari) .

Sabe quantos torcedores o simpático time carioca terá nas arquibancadas mandando o seu jogo no Paraná?

A resposta é dispensável por motivos óbvios. Aí, não é inversão de mando (que se configuraria se o jogo fosse na cidade de São Paulo), mas claramente uma alteração do local de mando para faturar uma receita considerável. O estádio estará lotado de são-paulinos, que encherão os bolsos dos cartolas do Madureira.

E isso deveria ser proibido?

Difícil responder. Eu não gosto dessa ideia, mas entendo que o clube que está em dificuldade financeira aceite se “auto prejudicar esportivamente” (por não jogar onde está acostumado, que é a sua casa, conhecendo cada “buraco do gramado” e se sentindo mais a vontade) para ter um dinheiro a mais.

Evidentemente, surgirão as questões como: se não pode mandar o jogo no seu estádio, não deveria disputar; ou outras provocações sobre o tema.

Me recordo que em 2013, a Portuguesa recebeu uma proposta para jogar no Ninho de Pássaro, o suntuoso estádio de Pequim, contra o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, e não foi permitido. Globo e CBF não deixaram por ter que mexer na tabela do Brasileirão (relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-5Jv).

Talvez, em torneios de pontos corridos (diferente da Copa do Brasil), deveria-se proibir definitivamente a venda de mandos. Se não tem condição de jogar em sua casa, não pode disputar o campeonato! Na Inglaterra, isso é proibido pois uma premissa é que todos joguem contra todos em igualdade de condições no confronto.

Mas e nos “mata-mata”?

Aí é uma “única cartada” para o clube pequeno arrecadar mais, só que o prejuízo técnico para a competição é diferente, já que não são confrontos de todos contra todos (embora, insisto: não gosto da ideia)

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– A precaução contra o Assédio está extrapolando ou não?

Toda forma de assédio, moral ou sexual, deve ser banida das empresas. Entretanto, há os exageros de quem vê em tudo um motivo para reclamar.

Digo isso pois leio na Revista Veja desta semana (ed 10/01/2018, pg 69) algumas medidas que as empresas brasileiras estão tomando como precaução.

Veja se você concorda:

1- A rede Dr Consulta baniu entre seus colaboradores a saudação / cumprimento através de beijos no rosto ou abraços.

2- A Intel proibiu que se toque em outra pessoa quando você conversa com ela. O exemplo mais claro é o sujeito que encosta em você para conversar de maneira quase que “pegajosa.

3- O Sesi orienta para que homens evitem elogios às roupas, forma física e perfumes de mulheres, devido a dificuldade entre o espontâneo e a intenção disfarçada.

4- Via WEB – Não se despedir em mensagens de e-mails com “Beijos”, a fim de não ampliar uma intimidade indesejada. Encerre a mensagem escrita com “obrigado” ou “abraços”.

5- Reuniões a portas fechadas: a um professor, por exemplo, nesses novos tempos, nunca deve se reunir com um aluno individualmente em uma sala fechada.

Será que a ordem natural hoje é achar que todos os homens são tarados? A mim, particularmente, tal excesso parece ofensivo.

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– O Bitcoin e a bolha das Tulipas: mais para Facebook ou mais para MySpace?

Um bitcoin chegou a valer 6 centavos de dólar. Em 28 de setembro de 2017 (hoje), está em US$ 15,000.00 aproximadamente. Como entender o dinheiro virtual, a moeda criptografada?

Quando surgiu a mania das “bolhas de negócios da Internet”, surgiram grandes empresas no mundo virtual que faziam dinheiro “do nada”, em uma fase passageira, e que quase sempre não vingavam. Eram, em analogia, as chamadas “bolhas” –  que ganhavam tamanho, presença, mas… ESTOURAVAM!

Lembram do “MySpace”, tão badalado no surgimento da internet? Hoje não vale mais nada. Porém, o tímido Facebook tomou proporções incríveis e agora domina o ambiente virtual.

No mundo real pudemos ver as diversas empresas de Eike Batista formarem essa bolha e o dinheiro nunca aparecer. Hoje, nada valem também.

Em tempos passados, a quantidade de sal obtida chegou a ser uma riqueza (daí o termo SALário). O veludo também era algo de valor absurdo. Mas talvez o que mais tenha se aproximado da empolgação atual da moeda virtual Bitcoin, que se valoriza assustadoramente (o texto abaixo a explica) mais se parece com a “febre das Tulipas”, na Holanda do Século XVII. Naquela época, nos Países Baixos, a flor era considerada uma riqueza natural e valia muito dinheiro, sendo que pessoas investiam nas plantas como se comprassem commodities nos dias atuais.

Entenda abaixo, extraído do Portal do Bitcoin, por Victor Sá, essa loucura da moeda criptografada que tanto se tem falado:

BOLHA DO BITCOIN E A MANIA DAS TULIPAS

Assim como muitos em Wall Street estão otimista com o bitcoin, um dos analistas financeiros solitários que previam um aumento quando a moeda digital era apenas seis centavos agora tem uma visão extremamente negativa.

“Uma tripla baixa – o padrão das ondas de Elliott, a psicologia otimista e até mesmo os fundamentos sob a forma de gargalos na blockchain – levará ao colapso as criptomoedas”, escreveu o analista Elliott Prechter na edição de 13 de julho do boletim informativo The Elliott Wave Theorist.

“A atividade de preços e o sentimento maníaco que levaram aos preços presentes superam até a mania das Tulipa”, disse ele. “O sucesso do Bitcoin gerou mais de 800 clones (alt-coins) e só aumenta. A maioria dos quais são esquemas de pump-and-dump”.

“No entanto, os investidores os anunciam ansiosamente”, acrescentou Prechter.

Ele é o filho do famoso analista técnico Robert Prechter, que popularizou o Elliott Wave, usando-o para prever o crash do mercado de ações de 1987 e publica um boletim de notícias desde 1979. No entanto, o debate sobre a precisão do Elliott Wave cresceu após Robert Prechter chamar o final do mercado de alta dos anos noventa, cinco anos antes de terminar.

O princípio é uma forma sofisticada de análise técnica amplamente seguida por traders que analisa os ciclos de sentimento em uma tentativa de prever o desempenho do mercado – cinco ondas normalmente sinalizam uma desaceleração.

Em relação ao bitcoin, “sob o modelo de ondas de Elliott, o que estamos vendo, estamos fazendo uma quinta onda final desde os seis centavos”, disse o Prechter filho à CNBC em uma entrevista por telefone na quinta-feira. “Isso não implica que ele vai para zero. Isso não implica que ele vá para seis centavos. Eu acho que isso acontecerá com os clones [altcoins]”.

Bitcoin

Em setembro de 2010, Elliott Prechter escreveu no The Elliott Wave Theorist sobre bitcoin quando ele estava 6 centavos. Poucos no mundo financeiro consideravam seria a moeda digital na época.

“Isso provou ser a oportunidade de compra não apenas de uma vida, mas até agora de todos os tempos”, disse Prechter.

O Bitcoin atingiu um recorde de US $ 3000 em junho, 50.000 vezes o preço em 2010.

Para Prechter, as previsões do bitcoin aumentarem dramaticamente relembra 1999, antes da explosão da bolha dotcom.

Mania das Tulipas

Ele disse que a emoção supera a mania das tulipas na Holanda no início dos anos 1600.

Como Investopedia diz, as tulipas se tornaram uma mercadoria tão apreciada que, em 1636, eles estavam sendo negociados em muitas bolsas holandesas e “muitas pessoas trocaram ou venderam bens para participar da mania do mercado de tulipas”.

“Como qualquer bolha, tudo chegou ao fim em 1637, quando os preços caíram e as vendas de pânico começaram”, de acordo com o artigo. “As tulipas logo se trocaram em uma fração do que valiam, deixando muitas pessoas em ruína financeira”.

“A tecnologia avançou muito, mas a psicologia humana ainda é a mesma”

Como muitos entusiastas da moeda digital, ele vê um potencial significativo nas criptomoedas para automatizar as indústrias bancárias e legais.

“O futuro distante das criptomoedas é brilhante”, disse Prechter no relatório. “A tecnologia é como a internet em 1999: estava prestes a conquistar o mundo, mas o NASDAQ ainda caiu quase 90% durante o ponto de encontro de 2000-2002”.

Mas o bitcoin pode não ser parte desse futuro.

“É muito cedo para saber se o Bitcoin é o Facebook ou o MySpace”, disse Prechter

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– Executivos bonitos trazem mais lucro?

Um estudo da Universidade de Wisconsin, nos EUA, conclui: Presidente de empresa que é bonito estimula a empresa e suas ações se valorizam!

O trabalho é científico e envolveu 677 grandes companhias. O conceito de beleza é pela “geometria facial”.

É, realmente o trabalho é polêmico, já que, cá entre nós, beleza e competência não estão associados intrinsecamente. Ou estão?

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– “Pele Humana” em Laboratório? Já é possível…

A inteligência humana, se bem usada, impressiona pela sua grandiosidade!

Para testar seus produtos, o Boticário criou PELE em laboratório.

Uau!…

Abaixo, extraído de: https://t.co/mZbp2xtJBi

BOTICÁRIO CRIA PELE EM LABORATÓRIO PARA TESTAR CREMES E MAQUIAGENS

O Grupo Boticário está usando uma pele criada em laboratório, para testar produtos, como cremes e maquiagens. A tecnologia foi desenvolvida pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do grupo, localizado em São José dos Pinhais (PR).

Para fazer a pele, a empresa usa células isoladas a partir de tecido descartado de cirurgias plásticas. Segundo a empresa, O uso desse tecido só é feito quando há o consentimento do doador e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

É possível realizar vários testes numa mesma unidade de pele reconstituída, que dura sete dias.

Segundo a empresa, além de evitar testes em animais, a tecnologia leva a uma redução no número de testes com humanos. Permite, ainda, maior fidelidade e confiabilidade aos testes.

Camada por camada

De acordo com o grupo, no laboratório, a pele é formada célula a célula, camada por camada, para se assemelhar à pele humana.

Primeiro, é feita a derme, composta por fibroblastos, que são responsáveis pela produção de proteínas que dão firmeza e elasticidade à pele.

A camada formada a seguir é a epiderme, composta por células chamadas de queratinócitos (responsáveis pelas funções de barreira e proteção do corpo) e melanócitos (que dão coloração à pele).

“A companhia já não realiza testes em animais nos produtos que desenvolve há mais de 15 anos e apoia a eliminação dessa atividade com a adoção das melhores práticas para o desenvolvimento dos produtos”, afirma, em nota, o gerente de pesquisa biomolecular do Grupo Boticário, Márcio Lorencini.

Segundo a assessoria de imprensa, a empresa não tem a intenção de comercializar sua tecnologia, mas está disposta a compartilhar conhecimento a partir da Rede Nacional de Métodos Alternativos (Renama).

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– Piso e Teto nos Salários do Futebol? Sobre Fred e Van Dijk!

Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato e ninguém discute. Certamente, atletas como Fred (se especula a R$ 1 mi / mês no Cruzeiro), Diego Ribas (R$ 800 mil / Flamengo) ou o que queria Pablo (R$ 500 mil / Corinthians) trazem o debate de como os gestores fazem para arranjar tanto dinheiro para saldar tais compromissos e se enroscam no pagamento de outros (em especial: TRIBUTOS).

A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.

Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?

Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?

É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

Ontem, diga-se de passagem, o Liverpool anunciou a contratação do jogador de defesa mais caro do mundo: o holandês Virgil Van Dijk (26 anos), que deixará o Southampton para jogar na zaga do time de Anfield (Jurgen Klopp, o treinador alemão da equipe, disse que tal contratação era fundamental para ele). Os valores altíssimos (84,5 milhões de euros) o transformam na 9a contratação mais valiosa da história do futebol. Veja o gráfico do GloboEsporte.com, abaixo, das 10 maiores contratações antes de Van Dijk (que não estará na próxima Copa do Mundo):

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Diante de tais assustadores valores, é impossível não questionar: na mesma proporção dos valores atuais, quanto não valeriam Aldair, Ricardo Gomes, Elias Figueroa, Luís Pereira ou outro jogador da mesma posição no auge de suas carreiras?

Ainda: se você esquecer a posição de defesa de Van Dijk e imaginar a atualização de salários, quanto não custariam os direitos federativos e seriam os salários de Zico, Falcão, Pelé, Maradona, Cruijff e tantos outros craques nos dias atuais?

gente rasgando ou lavando dinheiro. Não é possível que tudo isso seja de maneira honesta!

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– A Disney compra a Fox por 52 bilhões!

A Disney tem surpreendido. Após adquirir a poderosa Marvel e torná-la ainda mais rentável, a gigante do entretenimento comprou a Fox do magnata australiano Rupert Murdoch, levando assim a 21th Century Fox, o FX, a National Geografic e, na área de animação, os Simpsons!

O valor da aquisição totalizou US$ 52 bi da empresa mais uma dívida de US$ 13 bi. Para a News Corp (a antiga controladora do conglomerado) ficarão a Fox News e os canais Fox Sports.

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