– E quem paga a festa de final de ano da empresa?

Moro em uma região de chácaras de eventos, e nessa época, costumeiramente, as grandes empresas alugam os espaços para as costumeiras confraternizações de final de ano.

Imagine que você é o Executivo de uma multinacional e é pressionado pela Matriz por números melhores. A sua administração é calcada no bom ambiente organizacional mas precisa reduzir custos. Demitir, infelizmente, é um dos recursos. Como demitir e depois realizar uma festa?

Claro, isso parece lógico para quem é gestor: evitar qualquer sintoma que dê discussão no corpo efetivo, afinal existiram pessoas insatisfeitas com a atitude antipática de se demitir. Mas há aqueles que entendem que a “simbologia” de um evento com os familiares seja importante mesmo assim.

Sinuca de bico? Tem verba para festejos mas despede empregados?

Pense também na cadeia da indústria do entretenimento: com a crise econômica, imagine quantos espaços de eventos corporativos perderam de dinheiro e de clientes, além do fator “agenda vazia” ter ocasionado até o fechamento das mesmas!

No ano passado vi muitos vizinhos, donos dessas chácaras, chorarem copiosamente. Veremos isso neste ano de novo?

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– Eu queria uma Administradora de Cartão de Crédito

Creio que não há quem ganhe mais dinheiro no Brasil do que Cielo, Amex, Rede, Elo, dentre tantas outras operadoras.

Quanto ela cobra dos clientes que parcelam suas dívidas? Mais de 10% ao mês!

Quanto elas cobram dos comerciantes? Descontam de 3 a 5% para pagarem a venda em 30 dias!

Um mina de ouro…

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– Falou em Caneta, você falava em…

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

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– Decorações Natalinas Bonitas. Mas as vendas, em si…

Chegou a época do Comércio “bombar” com as vendas do Natal.

Confesso não ser amigo de datas marcantes. O Nascimento do Menino Jesus em nossos corações deve acontecer todos os dias, não se pensar nisso em um único dia, tampouco viver no desespero em dar presentes.

Estamos em um Brasil de crise financeira. E o que fazer?

A lógica é economizar, mas os shoppings montam suas praças com belas e hipnóticas decorações. Os corredores estão começando a lotar, mas as vendas, em si…

Outro “porém”: as pessoas que detestam as festas de final de ano, que de deprimem e se desesperam. Ô coisa complicada…

Enfim: que o Natal seja um dia de confraternização de pessoas queridas, não uma imposição comercial que endivide ainda mais as pessoas.

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– Que coisa, Carlos Ghosn!

Carlos Ghosn era “o cara”, exemplo de executivo (e brasileiro) enquanto presidiu a francesa Renault. Ao juntar-se com a japonesa Nissan, o novo conglomerado foi confiado a ele (que mesmo de maneira impopular demitiu muitos trabalhares japoneses para reduzir custos).

Agora, após a divulgação de sua sonegação pessoal de impostos, passa de exemplo a vilão. Viram as imagens dele nas Redes Sociais? Carrancudo, é claro. Mas taí algo a discutir: se recebe muito, por quê não pagar o imposto devido? Muitas vezes, é a ganância do “sempre mais”.

Até a semana passada, ele poderia ser usado em sala de aula aos alunos empreendedores como bom modelo. Mas pelo ocorrido, sempre teremos que “abrir aspas”.

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– Black Friday para Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

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– E como ficam os proprietários de veículos JAC?

Quando a JAC Motors chegou ao Brasil, fazia uma maciça propaganda em jornais, rádios e TVs (o Fausto Silva com seu “Domingão” era um grande divulgador).

Alguns carros eram modelos bacanas e com preço bom. Eu até fui tentado a procurar um, mas… quando fechou a concessionária da minha cidade, eu fiquei preocupado.

Agora, os representantes da chinesa no Brasil passam por dificuldades no negócio e a recuperação judicial vem aí.

E quem tem um veículo dessa marca, o que fazer? Aguentar a desvalorizar no preço da revenda?

Extraído de: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/28375/jac-continua-acelerando-apesar-da-recuperacao-judicial

JAC CONTINUA ACELERANDO, APESAR DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Grupo SHC ganha tempo para trazer novos modelos e renegociar dívidas

por MÁRIO CURCIO, AB | De Sousas (SP)

Apesar do pedido de recuperação judicial do Grupo SHC, o presidente da companhia, Sérgio Habib, garante que continuará importando os carros da JAC Motors. Ele acredita que fechará 2018 com cerca de 4 mil veículos vendidos e estima algo entre 5 mil e 6 mil unidades para o ano que vem.

O executivo concedeu entrevista durante o lançamento do JAC T50, com câmbio automático CVT (leia aqui). Confiante na recuperação da companhia, ele promete para fevereiro de 2019 um SUV de sete lugares e um carro elétrico para junho ou julho, o E40, este já com preço definido em R$ 129.990,00. Haverá também uma picape de cabine dupla.

Sobre as futuras importações, ele garante: “Agora ficou mais fácil”, comparando sua situação a quem vinha correndo por um campo de futebol carregando pedras e se livrou por algum tempo delas, na verdade dívidas com bancos, fornecedores, trabalhistas e cíveis. Elas ultrapassam os R$ 500 milhões.

“Ganhei seis meses para me capitalizar e ao fim desse prazo negociar com os credores”, afirma o presidente da JAC Motors do Brasil.

Além desse prazo a SHC contará também com a carência para o pagamento e parcelamentos de longo prazo.

Habib atribui a situação atual da companhia à Citroën, marca que começou a representar como importador nos anos 90, depois foi presidente da empresa quando seus carros começaram a ser produzidos no Brasil e seguiu sendo por muitos anos o maior concessionário no País, até entregar a bandeira este ano. “Ela reduziu o volume violentamente e não me permitiu diminuir a área de minhas concessionárias.”

O empresário recorda que a participação da marca francesa no mercado brasileiro de automóveis caiu de 3% em 2011 para 0,9% no acumulado de 2018. “Eu sozinho cheguei a vender 38 mil carros Citroën; este ano o volume total ficará abaixo dos 20 mil veículos”, recorda.

Por ter aderido ao Inovar-Auto e não ter erguido uma fábrica, Habib também tem uma dívida com o Governo Federal, pois importou carros da JAC sem pagamento da sobretaxação de 30 pontos percentuais de IPI, graças ao projeto de produção de veículos da marca chinesa na Bahia, que nunca saiu do papel. “Esta eu terei de sentar com eles e negociar”, disse o empresário, sem revelar o valor.

Ele também lamenta o que ocorreu em 2011. Em 18 de março daquele ano o empresário abriu simultaneamente 46 concessionárias JAC. Vendeu um grande volume de carros em pouco tempo, mas teria despertado a ira de fabricantes já instalados no Brasil. O resultado veio em forma de decreto, que em dezembro daquele ano aumentou em 30 pontos porcentuais a alíquota do IPI para carros importados vindos de fora do Mercosul e México.

“O governo assumiu o risco da condenação pela Organização Mundial do Comércio porque sabia que ela demoraria a acontecer, como de fato ocorreu”, diz. A rede JAC tem atualmente 25 concessionárias. Destas, 17 pertencem a Sérgio Habib.

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– Brasil x Uruguai com poucos ingressos à venda!

Em meu tempo de infância, dia de amistoso da Seleção Brasileira era de parar as atividades! Grande expectativa e audiência “lá em cima” na TV aberta.

Pois bem: na 6ª feira, para o jogo no Emirates Stadium (como gostam de Londres, não?), somente os setores das cadeiras inferiores terão seus ingressos à venda para Brazil vs Uruguay!

Motivo: a baixa procura pela partida!

Quer dizer que um amistoso tão emblemático, que repete a final do Mundial de 50, com 7 títulos de Copa do Mundo em campo, não atrai justamente os ingleses, apaixonados pelo futebol e que lotam os estádios locais?

Que coisa…

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Foto do Emirates Stadium, a “casa da Seleção Brasileira”.

– Sobre Pessoas e Negócios  

Uma postagem da Revista Exame mostrou com perfeição o que penso sobre Relacionamento Social, Produção e Mercado:

A imagem diz tudo. Veja: 

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– Cabeça de Chefe e Cabeça de Empregado estudadas.

Estudos mostram que a cabeça de um chefe pensa diferente da de um subordinado. E até querem “reprogramar” os funcionários!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI110230-15224-2,00-VOCE+TEM+UM+CEREBRO+DE+LIDER.html

VOCÊ TEM UM CÉREBRO DE LÍDER

por Marcos Coronato

Os cientistas descobriram que a mente do bom chefe funciona de jeito diferente. Agora querem “programar” qualquer pessoa para ser assim

Ficou pior do que já era a rotina dos alunos da Academia Militar de West Point, a elite dos aspirantes a oficial do Exército dos Estados Unidos. Eles vêm participando de uma experiência que parece extraída de um filme B de Hollywood. Com fios conectados à cabeça e fones de ouvido, cada jovem militar é confrontado com problemas hipotéticos variados, que envolvem o comando de um grupo de soldados e exigem concentração e capacidade de tomar decisões. Dependendo da resposta, o aspirante pode ouvir pelo fone um desagradável ruído de alerta. O alerta não significa que houve uma resposta “errada”, nem o sistema se preocupa com “erros” e “acertos”. Ele busca detectar algo muito mais profundo – o jeito de o cérebro de cada um começar a avaliar uma questão.

A experiência vem sendo conduzida pelo psicólogo Pierre Balthazard, professor na Universidade do Estado do Arizona. Ele acredita ter encontrado um jeito “certo” de pensar para coordenar bem equipes, fazer boas escolhas e tomar decisões acertadas. O Exército americano aceita que seus jovens estudantes sirvam de cobaia, na esperança de que aprenderão a pensar “certo” antes de liderar grupos em situações de combate. Segundo Balthazard, já há empresas interessadas em participar das experiências com seus funcionários em cargos de chefia.

O método de Balthazard ainda enfrentará um campo minado de dúvidas e saudável ceticismo, por parte de neurologistas, psicólogos e especialistas em treinamento. Ele evoca dúvidas muito comuns, existentes em qualquer organização e que já devem ter passado pela sua cabeça: seu chefe merece o cargo que tem? (Não que essa dúvida passe pela minha, é claro.) A organização em que você trabalha sabe identificar as melhores cabeças? Quais deveriam ser promovidas? Quem é chefe foi treinado devidamente para isso? Mais importante ainda: sua cabeça funciona do jeito certo, para que você possa ser promovido e coordenar outras pessoas com facilidade e eficiência?

O jeito como a cabeça de cada um lida com situações diversas já vinha sendo mapeado desde os anos 80, graças ao advento de métodos como ressonância magnética, eletroencefalografia e tomografia (também chamada PET scan, ou “escaneamento por tomografia por emissão de pósitrons”). Não se trata de ler pensamentos, mas de detectar padrões de atividade elétrica e circulação sanguínea, e perceber quais porções do cérebro atuam mais nessa ou naquela situação. Tornou-se possível enxergar claramente o que acontece no cérebro de uma pessoa quando ela negocia, desconfia, pechincha, se esforça para manter a calma, reage impulsivamente, compara preços, sofre prejuízos ou pensa em si mesma ou nos outros.

Quando os médicos e os neurologistas passaram a ler o que ocorria na cabeça praticamente em tempo real, uma multidão de especialistas de outras áreas os procurou, a fim de aproveitar esse conhecimento. Esse encontro de especialidades, embora promissor, resultou em dois discursos bem diferentes. Enquanto parte dos profissionais (principalmente os neurologistas) trata o funcionamento do cérebro de maneira cerimoniosa e cheia de dúvidas, especialistas de outras áreas – como psicólogos, administradores, economistas, teóricos de marketing e carreira – passaram a falar do tema sem embaraço algum. “Neuroadministração”, “neurocontabilidade”, “neuroempreendedorismo”, “neuromarketing” e “neuroeconomia” são algumas das áreas de estudo nascidas dos novos conhecimentos sobre o cérebro humano – e da vontade de muita gente de faturar com eles.

Enquanto a lista das “neurotendências” aumenta, cresce também o coro dos céticos. Entender o que se passa no cérebro é uma empreitada ambiciosa. Ensiná-lo a funcionar dessa ou daquela forma parece muito mais difícil. “Liderança envolve experiência, aprendizado, é um tema amplo demais. Quem se entusiasma muito com essas ideias pode se decepcionar”, diz o neurologista Armando da Rocha, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que realiza pesquisas em neuroeconomia com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O cientista, que já estudou padrões cerebrais de crianças com dificuldade de aprendizado, vem avaliando como funciona a cabeça de investidores enquanto negociam na Bolsa. Por enquanto, ele só quer entendê-los melhor, e não modificá-los.

O empenho das Forças Armadas americanas tampouco significa que a teoria de reeducar mentes funcione. Os militares nos Estados Unidos são famigerados consumidores de novidades na área da administração, testam muitos métodos ao mesmo tempo, para depois abandonar a maioria. O próprio Balthazard apresenta suas dúvidas. “Ainda é cedo para prever nossa habilidade de usar esse conhecimento para desenvolver líderes melhores”, diz. Ele e outros otimistas se diferenciam da maior parte da comunidade científica, porém, por confiar em obter bons resultados com uma técnica usada no tratamento de hiperatividade, epilepsia e formas brandas de autismo, chamada neurofeedback.

As experiências em andamento na Academia de West Point nasceram de um estudo feito na Escola de Administração W. P. Carey, no Arizona, por Balthazard e pelo psicólogo Jeffrey Fannin. Primeiro, os pesquisadores foram buscar indivíduos que pudessem ser considerados bons líderes, entre empresários, banqueiros, advogados, médicos (e um guia de montanhismo). “Líder”, no caso, é o sujeito que podemos considerar bom chefe ou merecedor do cargo, por conseguir coordenar um grupo e fazê-lo atingir objetivos determinados, deixando os liderados satisfeitos enquanto perseguem uma meta comum. Como parecem existir muitas formas de liderar bem (e muitas mais ainda de liderar mal), os pesquisadores tentaram medir essa habilidade de maneira objetiva, dando notas para os entrevistados. Para isso, aplicaram dois testes (um deles, chamado CAL, ou Liderança Complexa Adaptativa, é usado por militares nos EUA).

Os testes se propunham a “medir” capacidades como adaptabilidade, facilidade para delegar responsabilidades, disciplina mental, otimismo e carisma (subordinados de cada participante também foram entrevistados). Em seguida, os participantes que obtiveram as notas mais altas nos testes de liderança passaram por sessões de eletroencefalografia. Balthazard e Fannin saíram do outro lado dessa aventura intelectual com o que consideram um tesouro: o modelo de funcionamento mental de 55 ótimos líderes. Mais ainda: eles afirmam ter identificado muita coisa em comum no funcionamento desses 55 cérebros privilegiados. Começou aí a parte mais difícil. Seria possível ensinar os cérebros de outras pessoas a se comportar de forma parecida?

Eles acreditam que isso seja possível com o neurofeedback, o método até agora usado somente como terapia. Ele consiste em monitorar a atividade cerebral do indivíduo e induzi-lo a funcionar mais de certa forma – por exemplo, usando mais determinadas áreas. Quando o cérebro funciona da maneira desejada, o paciente tem uma resposta positiva, como a continuidade de um vídeo em exibição ou, o que é mais comum, a repetição de sons agradáveis. Caso o cérebro atue da maneira “errada”, a resposta é negativa, com a interrupção do vídeo ou a repetição de sons incômodos. “É incrível como o cérebro rapidamente aprende o que é necessário! Repetindo o exercício muitas vezes, o cérebro aprende como tem de se comportar”, afirma Balthazard.

Hoje, podem-se tomar estimulantes, tranquilizantes, antidepressivos, ansiolíticos e outros tipos de medicamento, muitos deles agindo diretamente sobre o sistema nervoso central, para provocar mudanças que se considerem úteis no comportamento ou no desempenho. Pesquisadores como a endocrinologista Angela Stanton, da Universidade de Claremont, nos EUA, e do Instituto Max Planck, na Alemanha, acreditam que isso é apenas o começo. “Aprimoramento artificial já é usado em muitas atividades. Pense nos esportes”, diz Angela. “Não é diferente se você pensar em líderes e administradores, embora seja importante lembrar as limitações impostas a cada um pela genética.” A cientista organiza um livro a ser publicado em 2010, chamado Neuroeconomics and the firm (A neuroeconomia e a empresa). Se cientistas como Angela e Balthazard estiverem certos, você poderá mudar o comportamento de seu cérebro com objetivos bem definidos – por exemplo, enfrentar melhor situações complexas, ser mais empático (ou seja, capaz de se colocar no lugar de outras pessoas ao decidir), mais sereno diante de situações estressantes ou mais concentrado –, tudo isso sem perder a agudeza mental. O estudo só ignora um detalhe importante. Quando pensamos ver um grande líder conduzindo um grupo de satisfeitos liderados, podemos estar na verdade diante de um grupo bem-sucedido pelo mérito coletivo de seus integrantes – e não individual do líder. Talvez seja necessária uma nova pesquisa, desta vez ligando os cérebros dos aspirantes de West Point uns aos outros.

– CONFUSUL versus CONMEBOL

Que tal neste mês da Independência do Brasil, os clubes brasileiros se rebelarem e se libertarem das garras vingativas e de animosidade da Confederação do Meridiano do Futebol?

O que perderíamos? A participação na Taça Libertadores da América.

O que ganharíamos? A independência na Gestão dos Torneios.

Vamos criar a Liga Brasileira, dar um pontapé na antipática e privada CBF – a que foi propriedade de Havelange que pós-morte não ouso dizer para onde foi; que pertenceu por muito tempo a Ricardo Teixeira que goza do descanso após tanto trabalho em sua fazenda na Barra do Piraí, querendo passar seus dias na Terra Amada Brasilis sem sequer dar o ar de sua graça nos States; ou ainda empossada por Marco Polo Del Nero e sua trupe cabocla e coronelística, que de um bunker qualquer resiste. Aproveitemos e que a Liga dê adeus às viúvas de Nicolas Leoz.

Dessa forma, os maiores times brazucas devem se aproximar dos grandes do continente, como Boca Juniors (o apolítico e maior clube do Cone Sul), o (quase saudoso) Peñarol e um ou outro mais, livrando-nos de Táchiras, Tolimas, Cuencas e Strongests. Vamos criar a poderosa CONFUSUL – a Confederación del Fútbol Sulamericano, desbancando e desvalorizando a atual entidade maior daqui e afrontando frente-a-frente, pau-a-pau, apito-a-apito e grana-a-grana com a UEFA (a prima  da CONMEBOL, mas que divide um pouquinho mais o dinheiro com os clubes – que ainda assim corretamente não estão contentes – mas são infinitamente mais organizados).

***

Claro que o texto acima é um grande jogo de palavras e carregado de ironia. Mas a mensagem em si é: chega de CBF e CONMEBOL, que os clubes tomem as rédeas e conduzam suas vidas, organizando-se em Ligas autogeridas para não ficarem ainda mais atrasadas em relação a Europa.

O problema é: quem liderará o processo? Andrés Sanches? Leco? Eurico? Bandeira de Melo? Kalil?

Pobre futebol sulamericano…

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– A Resposta da KAH Sports sobre o caso da Parceria proposta ao Paulista FC.

Nesta 4a feira, fiz uma postagem levantando alguns questionamentos sobre o que eu entendia ter sido um ACERTO o não-fechamento da parceria entre Paulista FC e o grupo KAH Sports, até então pouco conhecido em nossa cidade.

O link está acessível em: https://professorrafaelporcari.com/2018/09/12/kah-sports-e-paulista-de-jundiai-e-entao/

Para uma feliz surpresa, fui contactado pelo Hikmat Derbas, o proprietário da Kah Sports. Por mostrar transparência, abaixo a manifestação dele:

“Rafael boa noite. Vamos lá vc está totalmente equivocado em sua análise nem superficial e colocando a KAH SPORTS como uma empresa qualquer.

Em primeiro lugar a KAH SPORTS é licenciada a CBF sim pra qualquer tipo de intermediação no futebol.

Em segundo temos atletas nos maiores clubes do Brasil sempre com idoneidade. Procure se informa com clubes como São Paulo, Cruzeiro, Altetico Mg, Goiás, Fortaleza e outras mais.

Em terceiro somos filhos de libaneses e a empresa está no nome de um dos sócios.

Em quarto lugar pra vc ter a licença da CBF para intermediação vc precisa ter IDONEIDADE FINANCEIRA. Está vc só consegue com o seu banco. É uma carta enviada pelo Banco assinada pelo gerente geral da agência e com firma RECONHECIDA EM CARTÓRIO.

Em quinto lugar queríamos muito o Paulista pois tem camisa, tem torcida e com a experiência que temos conseguiríamos despertar esse gigante que hoje está adormecido.

Em sexto lugar qualquer dúvida estou aqui para te esclarecer. Mas por favor não faça análises precipitadas. Procure saber ao certo o modelo de gestão e quem somos.

Em sétimo lugar é que ninguém gosta de ser feito de bobo. Fomos 4 vezes como relatado na matéria, estava tudo caminhando quando soubemos via imprensa que não haveria mais parceria. O mínimo que o pessoal do clube deveria fazer seria nos avisar por telefone ou e-mail. Agora saber pela imprensa e de forma mentirosa me desculpa mas não rola.

Em oitavo e último lugar se fossemos tudo isso que vc mencionou não seríamos parceiro de tantos clubes no Brasil. E o trabalho que seria feito no Paulista, estamos fazendo com o Fortaleza que está PRESTES a voltar a SÉRIE A.

Em nono lugar segue o print onde mostra que a empresa é licenciada a CBF para intermediações no futebol

Espero ter sido claro. Se não pode me contactar que terei o imenso prazer em esclarecer todas suas dúvidas. (O print abaixo):”

Minha resposta e questionamentos:

“Olá Hikmat, bom dia. Fico feliz pela sua manifestação e esclarecimento.

Na questão do meu post, sempre ressaltei que não questiono a idoneidade, mas a forma do projeto apresentado, conforme a matéria do Esporte Jundiaí. O quanto mais claro tudo for, melhor para ambas partes (pois imagine o quão traumático tem sido a questão das parcerias que o Paulista fez recentemente e as ofertas escusas feitas por pessoas diversas).

Com tal clareza que me escreve, fico feliz ao saber de sua preocupação em mostrar o quanto correta é a sua empresa. E, logicamente, farei a consideração em uma nova postagem com esses pontos que o senhor tão bem expôs.

Mas duas perguntas inevitáveis, que peço a gentileza de esclarecer a fim de que não paire qualquer tipo de mal entendido (imagine a repercussão que o assunto teve na imprensa de Jundiaí no último final de semana).

1- se existia o interesse da proposta feita a tanto tempo, qual o motivo da Kah não ter cobrado respostas por esse período todo?

2- o principal: qual seria o modelo de parceria proposto (como se daria em si), para que o Paulista desprezasse da forma que fez?

Repito: muito feliz por sua manifestação, afinal, demonstrou ser uma empresa existente, séria e sólida, diferente do que se dava por aqui.

Agradeço ao senhor e, aqui nesse espaço, peço: poderia esclarecer aos nossos ouvintes da Rádio Difusora, numa entrevista ao comandante do Time Forte do Esporte Adilson Freddo, o que a Kah propôs e todo o descontentamento pelo desfecho? O nosso programa é líder de audiência na tarde de Jundiaí e nossa equipe a única presente a todos os jogos dentro e fora do Jayme Cintra. E, é claro, gostaríamos muito de mostrar que “o senhor existe”. Entenda, as últimas duas ofertas ao Paulista eram de inexistentes pessoas, por incrível que possa parecer.”

E sua derradeira manifestação:

“Então não sei como era tratada a parceria pela imprensa de Jundiai. Com relação a não ter manifestação da nossa parte é pq só falamos de contratos e outros assuntos quando estiver com tudo assinado. Seria uma irresponsabilidade dar declarações e depois não ocorrer o que foi falado via imprensa. Não seria nada inteligente da nossa parte. Nesse aspecto somos bem discretos para que possamos blindar o clube e a empresa de qualquer problema extra que poderia vir aparecer antes de começar um trabalho sério. Qualquer dúvida estamos à disposição.”

O espaço está aberto para qualquer pessoa do Paulista FC se manifestar.

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– Kah Sports e Paulista de Jundiaí: e então?

Sobre a Kah Sports e o Paulista de Jundiaí: na oportuna matéria trazida com os libaneses proprietários da empresa pelo Site Esporte Jundiaí (link abaixo), fica bem claro: o Paulista não teve o interesse e/ou o modelo dos estrangeiros não foi corretamente apresentado. Leia até o fim e entenda:

Avalie racionalmente: como arrendar um time para um grupo de fora, mal conhecido no Brasil, após 4 conversas apenas?

Sabe quando o cara quer lhe “furar o olho”, e quer que você assine logo o documento, a fim de que você não “dê para trás”?

Quanto tempo levou para acertar as tratativas com Parmalat, Lousano e Magnata? Muitas e muitas conversas! E foram parcerias positivas.

Entretanto, o “Campus Pelé” e o pessoal de Mônaco, do português Paulo Fernandes, assinado rápido, deu em quê?

Aliás, se fala muito de “profissionalismo”, “gestão” e “parceria” por aí, sem ao menos se saber o que é! Não é porque alguém vem com grana ao Paulista que pode ser tratado como “Deus”. Não existe “almoço de graça”, e insisto: se eles queriam mesmo e as tratativas ocorriam, por que não se empenharam em voltar e/ou pedir retorno / continuidade das conversas?

Duas coisas:

1- Você já viu Libanês “ruim de negócio”? Claro que não, e isso é lógico: não dá para fechar negócio tão rápido.

2- Nessa época de “clube-empresa”, os grandes empresários têm times próprios. O Juan Figger tem o Deportivo no Uruguai (já foi dono do Irati em sociedade com Vanderlei Luxemburgo), o ex-jogador Oscar comanda o Brasilis de Águas de Lindóia, o Eduardo Uran é o dono do Tombense, e outras equipes Brasil afora são clubes-empresas, permitidos pela Lei Pelé. Se o negócio é tão bom assim, por que o pessoal do Líbano não monta seu próprio clube? Precisa se associar com o Paulista a troco de quê? Do nome, da vaga e do estádio?

Vale refletir. Nessa, me parece que o Paulista evitou fazer um gol contra.

O link citado acima em:

https://www.esportejundiai.com/2018/09/futebol-presidente-do-grupo-kah-sports.html?m=1

ACRÉSCIMO –

Sobre o texto, para que não paire dúvida: Parceria boa é aquela que tem a oferecer de maneira clara. Lembram do português Paulo Fernandes? Do Macena? Lembram do “sheik que morava na Inglaterra e que queria balanço?”
Por maior que seja a antipatia de alguns amigos com a diretoria (não estou fazendo juízo de valor), não devemos acreditar em almoço de graça. Não sejamos ingênuos!!!
Aqui, não falo como torcedor (que sou), como apaixonado pelo Paulista (que sou como vocês também são) ou como comentarista de futebol (que racionalmente tento ser). Falo como administrador, como comerciante, como NEGOCIADOR!
Não é assim que funciona. Aqueles que se sentam para discutir estratégias e parcerias, sabem que não é (e nunca será) profissional esse modo. Imaginem quantas quadrilhas existem por aí procurando times com a corda no pescoço e se associarem? São chupins.
Não afirmo isso da Kah Sports, mas pela matéria do Thiago no Esporte Jundiaí, fica claro que eram eles que queriam muito assinar! Ou não?
Quando a pessoa vê alguém sem dinheiro, sempre oferece algo para, no desespero, “DEPENAR” o outro. Ou acham que Fininvest, Crefisa e outras entidades de crédito fácil emprestam dinheiro barato? Bancos te pagam 0,5% na poupança, pegam o seu dinheiro e ganham 13% (e você ficou com 0,5% – isso, com empresas sérias).
Imagine no mundo e no submundo do futebol! É melhor continuar do jeito que está, do que dar ao clube para ilustres desconhecidos. Ou alguém acha que um grupo que veio do Libano (não é xenofobia, é menção de ser “tão de longe”) viria aqui salvar a Pátria de um time na 4a divisão podendo cair fora daqui 3 semanas?
Sejamos Honestos: não vale o risco. É ver sem a emoção, embora queiramos todos nós o bem do Paulista. Mas tem que ser BEM com BENS, não risco de BEM com ÔNUS.

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– Uma Champions das Américas em protesto à Conmebol!

Depois da palhaçada ocorrida no Tribunal da Conmebol com o Santos FC, e por tudo o que está acontecendo, fica a questão: por quê tanta passividade da CBF (que não tem mais influência alguma devido as trapalhadas do recluso Marco Polo Del Nero e seu comandado Cel Nunes)?

Me recordo que há quase 3 anos surgiu a ideia da “Champions League das Américas”, bancada pelo bilionário Riccardo Silva, saindo das asas da Confederação Sulamericana.

Não era hora de repensar o aceite? Relembre (deste mesmo blog):

LIGA DOS CAMPEÕES DAS AMÉRICAS OU CHAMPIONS DO NOSSO CAMPEONATO

A UEFA Champions League é sem dúvida um torneio extraordinário. Mas como a maioria dos campeonatos, sucumbe a certos politiqueiros que incham de participantes. Deveria ter uma super fase eliminatória, pois o legal é assistir aos grandes, os verdadeiros campeões. Mas Platini colocou uma tropa de clubes inexpressivos (assim como Nicolas Leoz fez na Conmebol). Vide Paok, Pielsen, etc.

Aliás, quando ele, um dia, disse que a FIFA deveria olhar para a periferia do futebol se referiu a quem? A estes pequenos? A outro inchaço: o da Copa do Mundo com 40 clubes, como já declarou publicamente?

Se na UCL temos o Astana do Cazaquistão, o Bater Borisov da Bielorússia, o Gent da Bélgica… o que nos esperaria uma Copa do Mundo com tanta gente?

Paralelo a tudo isso, surgiu há meses a ideia do mega empresário italiano Riccardo Silva, bilionário investidor e criador de eventos, em uma “Liga dos Campeões das Américas”, a “American Champions League” (ACL), com 64 clubes de países da América do Sul, Central e do Norte, pagando 2 bilhões de dólares ao todo e com fases eliminatórias, onde entrariam mais pra frente os grandes times brasileiros, argentinos, mexicanos e americanos.

A sugestão é interessante, e ao blog do jornalista Rodrigo Mattos, no UOL, Riccardo Silva contou ter conversado com São Paulo, Corinthians e Flamengo, oferecendo 5 milhões de dólares para um mínimo de 2 jogos (uma partida de ida e de volta). O campeão levaria ao menos 30 milhões de dólares!

E aí: os clubes brasileiros topariam a empreitada, fugindo das amarras da Conmebol e seus dirigentes procurados pelo FBI?

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– Ajudar sempre é importante!

Hoje a Rede de Fast Food Mc Donalds promove o evento “McDia Feliz”, onde parte da renda da venda dos lanches Big Macs é revertida para instituições de combate ao câncer e outros organismos solidários.

Louvável atitude, que deveria ser tomada de exemplo por outras empresas.

Socialmente falando, irrepreensível. Comercialmente analisando, uma excelente jogada de marketing e economicamente viável – pois se deixa de faturar com o lanche a preço de custo, ganha com a imagem responsável e maximiza os lucros com a venda de batatas e refrigerantes, fazendo valer a pena financeiramente.

Independente disso, ajude! São empresas assim que devem ser respeitadas, pois atuam onde o Governo deixa de agir.

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– De Mito ao Mico da Indústria Automobilística

E o que falar do Nano, o carro popular da Tata Motors?

Ratan Tata foi comparado como o novo Henry Ford do século XXI. O empreendedor indiano apostou alto no Nano, um carrinho pequeno e que prometia ser uma sensação global.

Uma matéria antiga, mas relevante sobre o projeto tão badalado (extraído de Época Negócios, Ed Janeiro / 2011, pg 26)

O NANO MICOU

por Fernando Valeika de Barros

O bilionário indiano Ratan Tata deveria fechar o ano de 2010 rindo à toa. Seu conglomerado de 98 companhias em setores como construção, siderurgia, energia, comunicações e automóveis faturou US$ 67,4 bilhões. Mas Tata enfrenta uma dor de cabeça inesperada. Ela vem do produto que o tornou famoso no mundo: o Nano.

Quando foi lançado, em 2009, por módicos R$ 4,2 mil, o carro compacto gerou uma fila de 2,5 milhões de pessoas interessadas em adquirir as primeiras 100 mil unidades. Só que as coisas não saíram como Tata esperava. A produção do Nano numa nova linha de montagem em Sanand, no estado de Gujarat, atrasou, e o carro só chegou a cinco províncias indianas. Mas mesmo nelas o entusiasmo esfriou e o Nano encalhou. Em novembro passado, quando o mercado indiano registrou vendas de 203 mil automóveis, foram comercializadas apenas 509 unidades do Nano. A previsão da Tata apontava para 10 mil unidades mensais.

Mas o que deu errado? Quase tudo. O preço subiu 7,7%. Uma falha no projeto causou incêndio em seis automóveis. Para piorar, a Tata Motors recusou-se a admitir o problema e responsabilizou a instalação de aparelhos de som potentes pelos incêndios. Só em novembro a empresa anunciou a extensão da garantia dos carros zero-quilômetro para quatro anos (e não mais 18 meses). Enfrentou ainda problemas externos, como a falta de crédito ao consumidor mais pobre e o fato de o Nano, diferentemente das motos, muito usadas na Índia, não caber nas pequenas vielas e garagens das favelas de cidades grandes como Mumbai e Nova Délhi. Mais um contratempo: muitos dos consumidores que Ratan Tata cobiçava não querem um carro com motor de 624 cilindradas, que acelera a 105 km/h a duras penas. Para enfrentar o problema, a Tata Motors quer agora vender o Nano nas áreas rurais. “O Nano merece uma chance”, diz Prakash Telang, diretor de operações da Tata. “Nosso carro é seguro, tem qualidade e é confiável.”

 

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– Empreendedores inovam onde parece improvável

Que tal um espeto de churrasco movido a pilha? É justamente essa idéia que fez empreendedor ter sucesso no mercado de restaurantes e demais gourmets.

Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, Pg E3, 20/08

EMPRESA LUCRA COM ESPETO DE CHURRASCO MOVIDO A PILHA

O administrador Luciano Kaefer, 49, largou a administração da fazenda da família

para se dedicar à fundação da EspetoFlex, empresa que comercializa espetas giratórios movidos a pilha para churrascos. Dois anos depois, ele fatura R$ 380 mil por mês. “Eu usava espetas elétricos, mas os fíos expostos na churrasqueira me incomodavam. Além disso, uma vez a energia acabou, o aparelho parou de girar e a carne acabou queimando”, explica.

O empreendedor resolveu fabricar um espeto giratório que não precisasse de cabos. “No começo, era só para uso particular porque achei que o custo com pilhas seria alto, mas descobri que não era e me surpreendi.”

Hoje, a empresa fabrica em tomo de 3.000 peças por mês. Elas são vendidas pela internet e há uma loja física em Porto Alegre.

Segundo Kaefer, a companhia já exportou peças para Japão, Inglaterra, Estados Unidos, China, Austrália, Venezuela e Paraguai.

Já a Girofest, que fabrica espetas giratórios elétricos desde 2007, deve lançar nos próximos meses o modelo movido a pilha. O protótipo está em fase de testes.

Os produtos da empresa são vendidos pela internet, por telefone e em pontos de venda. Segundo Regina Bretzke, 46, sócia da companhia, o faturamento mensal atual é de cerca de R$ 70 mil, com produção de 1.000 peças por mês. “Estamos de olho no mercado de apartamentos que têm varandas com espaço gourmet'”, conta.

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– Empresas que controlam as “Idas ao banheiro” aumentam!

Nesses tempos em que a Economia vai muito mal, reduzir despesas e otimizar o trabalho é importante. Mas há certos exageros de empresas e de funcionários: alguns chefes que cobram muito versus empregados que fazem corpo mole.

Dentro das coisas que impressionam, há aquelas que fazem “marcação cerrada em cima dos colaboradores que vão ao banheiro demais”, alegando que poderiam estar matando o tempo de trabalho.

E não é que isso virou caso na Justiça?

Olha só, extraído de: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2015/08/tst-condena-empresa-por-controlar-ida-ao-banheiro-dos-empregados.html

TST CONDENA EMPRESA POR CONTROLAR IDA DOS EMPREGADOS AO BANHEIRO

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou uma agroindústria de Santa Catarina por controlar as idas dos funcionários ao banheiro, a ponto de premiar os que menos utilizavam. Na avaliação dos ministros, houve lesão à dignidade humana por parte da empresa, que pagará R$ 5 mil de danos morais a uma ex-empregada.

A decisão foi unânime. Ela foi publicada em 12 de agosto pelo TST e divulgada pelo Tribunal na segunda-feira (17).

De acordo com a trabalhadora, cada ida ao banheiro precisava ser registrada no cartão de ponto dos trabalhadores. Com o controle em mãos, os dirigentes davam uma “gratificação de descanso” para os que gastavam menos tempo.

Diante do controle excessivo, ela apresentou reclamação trabalhista contra a agroindústria, exigindo indenização por danos morais. Afirmou que, em um primeiro momento, a empresa fixou o horário e o tempo para idas ao banheiro (dois intervalos de 10 minutos por dia, quando o maquinário tinha que ser desligado para manutenção).

Depois de muita reclamação, a empresa liberou o uso de 20 minutos por dia em qualquer momento, desde que cada saída e retorno ao posto de trabalho fossem registrados no ponto.

Na defesa, segundo o TST, a empresa argumentou que o tempo de uso do banheiro não era descontado. “Porém, como existem alguns funcionários que em alguns dias não utilizam esse intervalo ou utilizam menos que o tempo concedido e permanecem trabalhando, a empresa adotou o sistema de registrar os horários e trimestralmente efetua o pagamento desse intervalo ao funcionário que não utilizou”, detalhou a empresa, argumentando ser injusto que o trabalhador que gastasse menos tempo “não fosse remunerado por isso”.

Análise do Tribunal

O juiz de origem rejeitou o pedido da indenização, por não reconhecer violência psicológica no ato da empresa, já que a regra valia para todos. A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12º Região, em Santa Catarina.

Ao analisar o recurso da trabalhadora ao TST, o ministro João Oreste Dalazen, relator do processo, ressaltou o “absurdo” de se ter que controlar as necessidades fisiológicas para atender a um horário determinado pelo empregador. Na avaliação dele, ainda pior foi o registro do tempo no banheiro.

O ministro destacou que o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho catarinenses está em desacordo com a jurisprudência do TST. Isso porque a restrição ao uso do banheiro por parte do empregador, em detrimento da satisfação das necessidades fisiológicas dos empregados, acarreta ofensa aos direitos de personalidade. Também pode configurar “constrangimento, lesão à dignidade humana e risco grave de comprometimento da própria saúde”.

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– A provocação da P&G contra Unilever (CR7 versus Neymar) retirada do ar.

Após o vídeo patético de Neymar pedindo desculpas por “cair excessivamente” durante os jogos da Copa do Mundo, numa ação publicitária bancada pela Gillette (uma empresa da Unilever), eis que a Procter & Gambe ironizou o concorrente através da sua marca de shampoos masculinos Clear, com nada mais do que Cristiano Ronaldo atuando e dizendo que:

Se você tem problema com queda, não precisa pedir desculpas. É só usar Clear Queda Control“.

Pois é: como as quedas de Neymar foram discutidas mundialmente, aproveitou-se um outro craque para promover shampoo anti-quedas!

Que sacada interessante! Entretanto, após ser acusada de ironia e oportunismo, a P&G retirou a propaganda para que não se levantasse um debate ético.

Assista em: https://youtu.be/6LBZMmxcd-c

Empresa usou Cristiano Ronaldo para provocar concorrente e Neymar

 

– “Produzir bem” ou “Produzir o que o Consumidor Quer”?

Um dilema dos dias atuais: produzir barato, produzir com qualidade, ou produzir o que o consumidor deseja?

Para os administradores, um ótimo texto de Fábio Steinberg sobre o assunto, extraído da Revista Alfa, Ed Agosto 2011, pg 42-44:

LÁ VEM OS CONTADORES DE FEIJÃO

Por Fábio Steinberg

Aquela indústria de comida para cachorros era exemplar. Com uma gestão feita pelos melhores MBAs, tinha uma formulação do produto equilibrada e saudável, controles financeiros invejáveis, logística de distribuição perfeita, força de vendas eficaz, empregados motivados, marketing primoroso e ainda propaganda premiada. Só havia um problema: os malditos cachorros detestavam a ração. Essa história resume o que ocorre com frequência nas grandes corporações, que parecem ter perdido o contato com a realidade do mercado e com a vontade do freguês. Ao manter-se uma organização interessada no próprio umbigo, sob o controle de quem só se excita com resultados financeiros, criam-se monstros autônomos que acabam provocando a própria destruição.

Ninguém melhor que a GM, a centenária ex-maior empresa automotiva do planeta para contar tal trajetória. Segundo Bob Lutz, um respeitado veterano da indústria automotiva, aposentado há um ano como vice-chairman da GM mundial, a empresa começou a ter problemas no dia em que priorizou os resultados financeiros em detrimento do que a consagrara: a produção de carros bons e bonitos que atendiam à vontade do consumidor.

A história da GM não é um fato isolado. Diariamente, empresas de todos os tamanhos e segmentos sofrem do mesmo mal. Não dão atenção ao produto, abandonam a clientela às traças e buscam o lucro imediato, de olho no investidor(…).

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– Empreendedores lançam Carne Vegetariana!

Imaginou uma “Picanha de Beterraba”? Ou um “Bacon Natureba”?

Uma invenção de empreendedores ousados: o restaurantes de carne “não-animal”.

Abaixo, extraído de: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/chega-ao-mercado-picanha-vegana-saiba-do-que-e-feita/118070/

CHEGA AO MERCADO PICANHA VEGANA; SAIBA DO QUE É FEITA

Açougue vegano vai lançar o corte, que será vendido em espetos

Empreendedores brasileiros criaram uma picanha que não utiliza nenhum ingrediente de origem animal, e ela estará no mercado em breve. No próximo dia 08, após muito investimento em pesquisa, o açougue vegano No Bones – The Vegan Butcher Shop vai lançar o que promete ser a primeira picanha vegana do mercado.

O produto será vendido em espetos igual se vê em churrascarias. A base da carne leva diversos ingredientes, entre ele o arroz vermelho, beterraba e fumaça em pó que dá o gosto do defumado. A gordura nada mais é que queijo vegano elaborado pela chef do estabelecimento.

“Estamos fazendo pesquisa há quase um ano para poder preparar o produto. Como não existe nada igual no mercado, tivemos que testar diversas receitas, assim como criar utensílios de cozinha para que formasse o corte certo do produto”, afirma Marcella Izzo, chef do No Bones. “A picanha foi testada na churrasqueira, forno e até na frigideira. Quem provou, aprovou”, completa.

De acordo com Brunno Barbosa, sócio do estabelecimento, a ideia foi criar uma carne vegetal inspirada no mais famoso corte brasileiro. “A mistura da carne e gordura, manipuladas no tamanho certo com certeza vai atrair diversos paladares. O produto ficou saboroso, com ótima aparência, além de ser extremamente saudável comparado ao corte bovino”, conta.

Questionada sobre buscar cortes parecidos com as de carne animal, Marcella explica que a missão do açougue vegano No Bones, é reduzir drasticamente o consumo de carne animal no Brasil. “Queremos aproximar quem come carne do veganismo, e para isso nossas carnes tem que ter um “appetite appeal” interessante para atrair esses consumidores”, afirma.

O açougue, inaugurado em dezembro do ano passado, no bairro de Perdizes, em São Paulo, trabalha com mais 15 tipos de produtos e diversos cortes, todos sem ingredientes de origem animal, entre eles hambúrgueres, salsichas, linguiças, nuggets, bacon, costelinha e o Caveman Meat, carne inspirada nos cortes que os homens das cavernas faziam.

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– A empresa de 1 trilhão de dólares!

Uau! Nesta semana, a Apple atingiu o incrível valor de mercado de US$ 1 tri, maior que o PIB de muitos países.

É dinheiro demais…

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/08/tim-cook-1-trilhao-apple/

UM TRILHÃO NÃO É O FOCO

por iLex

Esta semana a Apple atingiu a incrível marca de 1 trilhão de dólares, se tornando a primeira empresa americana a conquistar tal feito (e a segunda do mundo, logo depois da PetroChina).

Com um sorriso de um lado ao outro do rosto, o CEO da empresa, Tim Cook, enviou um memorando a todos os funcionários, falando sobre o feito e destacando o quão importante é atingir este marco.

O memorando foi enviado aos mais de 120.000 funcionários da maçã, e foi divulgado pela Reuters. Nele, Tim Cook comenta sobre o fato da ação da Apple ter atingido o valor de US$ 207,39 nesta quinta (2), o que fez o valor total de mercado ultrapassar a casa do trilhão de dólares.

Hoje a Apple atingiu um marco significativo. Com o preço da ação fechando em 207,39, o valor de mercado da Apple ultrapassa o 1 trilhão. Enquanto temos muito a nos orgulhar desta conquista, ela não é a medida mais importante do nosso sucesso. O retorno financeiro é apenas resultado da nossa inovação, colocando nossos produtos e clientes em primeiro lugar, permanecendo sempre fieis aos nossos valores.

O CEO tratou de agradecer a todos pelos esforços diários que cada um faz na Apple:

São vocês, equipe, que fazem a Apple grande e nosso sucesso é devido ao trabalho duro, dedicação e paixão de todos. Estou profundamente orgulhoso pelo que vocês fazem, e é um privilégio de uma vida inteira trabalhar ao lado de vocês.

Vamos aproveitar este momento para agradecer nossos clientes, nossos fornecedores e parceiros, toda a comunidade de desenvolvedores, nossos colegas e todos aqueles que vieram antes de nós nesta extraordinária empresa.

Steve Jobs e o poder da criatividade humana

Tim também fez questão de lembrar de Steve Jobs neste momento, enfatizando o espírito inovador e artístico que acompanha a empresa desde sua fundação:

Steve fundou a Apple com a crença de que o poder da criatividade humana pode resolver até os maiores desafios — e que as pessoas que são loucas o suficiente para pensar que podem mudar o mundo são as que mudam. No mundo de hoje, nossa missão é mais importante do que nunca. Nossos produtos não só criam momentos de surpresa e prazer, eles empoderam pessoas ao redor do globo para melhorar suas vidas e as vidas de outros.

Assim como Steve sempre fazia em momentos como este, nós todos devemos ter esperança no futuro brilhante da Apple e no grande trabalho que faremos juntos.

A valorização das ações se deu após a empresa apresentar excelentes resultados fiscais relativos ao 3º trimestre do ano. A tendência é que o próximo trimestre seja ainda melhor, incluindo o início do lançamento de novos modelos de iPhone e, provavelmente, de novos iPads Pro com borda fina.

Tim Cook, o homem do feito!

– A polêmica sobre a existência de amianto no Talco da Johnson & Johnson.

Sempre tive a impressão de que a J&J era uma marca séria, de produtos relacionados à saúde e cuidados com bebês.

Pois bem: na semana passada, estourou o escândalo no qual supostamente a empresa disfarçou a presença de amianto por 40 anos, resultando em casos de câncer de ovário. A multa foi de mais de 4 bilhões de dólares!

A empresa recorrerá e considera absurdo o caso.

E agora? Sempre confiei nos produtos Johnson & Johnson, mas…

Mas…

e…

Abaixo, reproduzido no UOL, no link em: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2018/07/13/johnson–johnson-e-condenada-a-pagar-4-bi-por-usar-amianto-em-talco.htm

JOHNSON & JOHNSON É CONDENADA A PAGAR 4 BI POR USAR AMIANTO EM TALCO

O laboratório americano Johnson & Johnson, um dos líderes mundiais da indústria farmacêutica, foi condenado nesta quinta-feira (12) a pagar uma multa de US$ 4,69 bilhões. Segundo o advogado representante das vítimas, Mark Lanier, um júri de seis homens e seis mulheres de uma corte em St. Louis, no estado de Missouri, decidiu condenar o grupo após seis semanas de julgamento e oito horas de deliberações.

A Johnson & Johnson teria dissimulado a presença de amianto, uma substância cancerígena, no talco da marca durante mais de 40 anos. A direção do laboratório nega formalmente a acusação e decidiu recorrer da decisão.

“Por mais de 40 anos, a Johnson & Johnson escondeu evidências de amianto em seus produtos”, disse Lanier em um comunicado. “Esperamos que este veredicto chame a atenção da diretoria da J&J e os encoraje a informar melhor a comunidade médica e o público sobre a ligação entre o amianto, o talco e o câncer de ovário”, disse ele. O advogado pede ao grupo farmacêutico para retirar os produtos em questão do mercado.

Grupo reage e fala em processo mal instruído

A J&J reafirma que o talco que comercializa não contém amianto e não causa câncer de ovário, indicando sua intenção de usar “todos os procedimentos de apelação disponíveis para contestar o veredicto”.
Em um comunicado, o grupo farmacêutico diz ter ficado “profundamente desapontado com o veredicto”. Na avaliação do laboratório, a condenação resulta de “um processo injusto, no qual denunciantes representando um grupo de 22 mulheres, a maioria delas sem ligação com o estado de Missouri, se reuniram num caso único, alegando terem desenvolvido o câncer de ovário “, afirma a nota da J&J.

O grupo estima que as provas apresentadas pelas denunciantes “não resistem ante prejulgamentos efetuados durante a fase de instrução”. Segundo a J&J, foi por esta razão que o Tribunal de St Louis concedeu o mesmo montante de indenização para cada mulher, sem levar em conta uma análise individual dos casos e as diferenças jurídicas.

Cerca de 9 mil processos do mesmo tipo contra a J&J tramitam na Justiça americana, relacionando o aparecimento de casos de câncer ao uso do talco em questão. Em outubro do ano passado, uma corte de apelações de Los Angeles, na Califórnia, deu razão ao laboratório, rejeitando uma condenação de US$ 417 milhões em indenização. Segundo a corte californiana, os argumentos da denunciante foram “insuficientes e vagos”.

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– Você montaria uma franquia de quem?

Tudo é cíclico: quando surgiram as franquias de perfume (como “O Boticário”), elas se espalharam pelo Brasil e deram certo. Depois veio a moda dos chocolates (como “Cacau Show”). Aí tivemos as de sorvetes à base de yogurte e paletas mexicanas (várias e várias). Depois, as de comida japonesa. Agora, a moda é: Hot Dog e mini-Churros!

Já repararam como os principais shoppings de São Paulo estão com carrinhos dessas guloseimas? São novas franquias que nascem e, por enquanto, estão baratas!

Oportunidade aos empreendedores dispostos a arriscar (claro, o aceite ao risco está no conceito do empreendedorismo).

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– A queda de 10% do PIB, o aumento do Diesel e a Operação Combustão

Três assuntos interligados:

  1. O IBGE divulgou a queda do PIB de maio, se comparado com o de Abril: foi de 10,9%! É para quebrar qualquer país em todos os setores. Claro, corresponde ao período da Greve dos Caminhoneiros, mal administrada pelo Governo Federal.
  2. Você sabia que devido ao aumento do Biodiesel, o Diesel S500 e o S10 (que são os óleos combustíveis da frota brasileira) subiram R$ 0,03? E como fazer, se os postos estão proibidos de reajustar os preços deles, as distribuidoras já aumentaram e as autoridades ignoram tal fato? Aliás: viram o aumento do preço da Gasolina nos últimos dias, devido aos impostos? Pois é… com a Copa do Mundo acontecendo, isso ficou “para o escanteio” no noticiário.
  3. A Secretaria da Fazenda de SP deflagrou a “Operação Combustão”, visando 90 Postos de Combustíveis que fraudaram em R$200 milhões os cofres paulistas. O golpe envolve muita coisa: notas frias, desvios e operações disfarçadas. Em nossa região, um posto de Jundiaí, outro de Itupeva e um outro de Várzea Paulista foram alvos e os seus nomes não divulgados.

Tá bom esse país ou dá para piorar ainda mais?

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– Vender milhas é seguro?

Já viram as ofertas de compra de milhas de passagens aéreas e de outros serviços? É tudo feito no “paralelo”.

Você terias coragem de negociar tranquilamente suas milhas? Eu confesso que não…

Extraído de: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/mercado-negro-de-compra-e-venda-de-milhas-cresce

MERCADO NEGRO DE COMPRA E VENDA DE MILHAS CRESCE

Quem quer ganhar dinheiro vendendo milhas que estão prestes a expirar ou busca milhas à venda para pagar um preço menor na passagem aérea encontra hoje dezenas de sites que comercializam pontos acumulados nos programas de fidelidade.

Apesar de o mercado paralelo de milhas não ser ilegal, a prática é controversa. Programas de fidelidade ligados a companhias aéreas, como o Smiles, da Gol, proíbem a comercialização de milhas em seus regulamentos.

No entanto, pouco pode ser feito pelas empresas para identificar e coibir a prática, tanto pela dificuldade na fiscalização, quanto pela falta de uma regulamentação específica que preveja medidas punitivas para a compra e venda das milhas.

Os sites que comercializam milhas, como MaxMilhas, HotMilhas e CentralMilhas, se aproveitam de uma brecha oferecida pelos programas de fidelidade, que permitem ao usuário emitir passagens aéreas com suas milhas, mas em nome de outras pessoas.

Segundo Max Oliveira, sócio do MaxMilhas, a venda de milhas no mercado paralelo tem crescido diante da elevação da inflação e do aumento das promoções realizadas pelos programas de fidelidade e as companhias aéreas. “Com a piora da economia, o consumidor procura formas para economizar”.

O MaxMilhas faz a intermediação entre vendedores e compradores e cobra uma comissão de 15% por cada transação realizada. Cada vendedor faz sua oferta, que é anunciada no site. O MaxMilhas inclui uma pesquisa de passagens aéreas, que permite ao comprador adquirir as milhas necessárias para a emissão de cada bilhete.

Já o HotMilhas e a CentralMilhas apenas compram milhas com base em preços negociados entre o site e os compradores. Somente é aceito um número mínimo de milhas, geralmente 10 mil. Posteriormente, as empresas vendem as passagens aéreas adquiridas com as milhas para clientes.

Preço mais acessível

Mesmo após os programas de fidelidade lançarem novas formas de transferência e compra de milhas (veja 7 dicas para aproveitar mais suas milhas), que se intensificaram nos últimos dois anos, os sites no mercado paralelo ainda oferecem como principal vantagem preços mais acessíveis.

No MaxMilhas, por exemplo, mil milhas do programa de fidelidade da TAM são vendidas por cerca de 27 reais e adquiridas por 30 reais, em média. Essa mesma quantidade pode ser comprada no programa de fidelidade por cerca de 70 reais, mais do que o dobro do preço cobrado no site (veja quais são os melhores e piores cartões para acumular milhas).

Max Oliveira, sócio do site, ressalta que nem sempre é mais vantajoso comprar uma passagem aérea com o uso de milhas. “Por isso, mostramos os preços das passagens cobrados pela companhia aérea com e sem o uso de milhas”.

Como funciona

Quem quer vender milhas precisa fornecer dados pessoais e a senha do programa de fidelidade para que os sites possam emitir os bilhetes. Alguns sites realizam primeiro o pagamento pelas milhas e somente depois pedem a senha ao vendedor.

Após o uso total das milhas adquiridas, o próprio site recomenda que o consumidor modifique a senha para evitar fraudes. O fornecimento da senha pode ser opcional em alguns sites, como o MaxMilhas. Nesse caso, o consumidor é responsável pela emissão correta do bilhete em nome do comprador.

O Smiles destaca que o risco de o participante do programa ter seus dados expostos nessas transações é alto, principalmente no caso de sites que não divulgam CNPJ, endereço ou telefones para contato ou não tenham certificado de segurança. Se o consumidor for lesado, poderá perder o direito à indenização, caso seja constatado que autorizou o acesso de terceiros à sua conta.

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– A crise da Livraria Saraiva e a possível falência

A Saraiva teve a falência requerida?

Uau… ela foi inovadora nas suas “super lojas”. Lembro-me de comprando CDs em suas prateleiras, com títulos de todo mundo. Há dois anos (abaixo a citação), os sócios brigavam e a consequência se vê agora (na segunda matéria deste texto).

Em: https://exame.abril.com.br/negocios/saraiva-perde-88-do-valor-em-5-anos-em-meio-a-briga-de-soci/

SARAIVA PERDE 88% DO VALOR EM 5 ANOS COM BRIGA DE SÓCIOS

Mais de um século após seu avô ter fundado a empresa, o herdeiro de 31 anos da maior rede de livrarias do Brasil se meteu em uma briga amarga com o maior acionista da companhia.

A GWI Asset Management acusou a Saraiva SA Livreiros Editores e o presidente Jorge Saraiva Neto de levar a livraria à beira da insolvência por conceder remunerações excessivas para executivos e pela incompetência generalizada que trouxe prejuízos em seis dos últimos oito trimestres.

Para não ficar atrás, a Saraiva acusa a GWI de se envolver em manipulação de ações, diz que o presidente da gestora de ativos invadiu seu escritório ilegalmente e pede que os direitos do investidor como acionista sejam revogados, segundo documentos enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A batalha que está sendo travada na Justiça brasileira e nas salas do conselho ocorre em um momento em que as ações da livraria de 102 anos caíram 26 por cento neste ano e depois de uma queda de 88 por cento nos últimos cinco anos.

A queda está aniquilando os retornos para o mais antigo fundo administrado pela GWI — que foi fundada em 1995 e atende principalmente brasileiros descendentes de coreanos — que perdeu 10 por cento neste ano em um momento em que as ações do país estão registrando os maiores ganhos do mundo.

Seu desempenho a coloca no grupo das dois por cento últimas colocadas entre seus pares, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

“A família controladora está sendo altamente criticada pelos minoritários por falhar na reestruturação”, disse Bruce Barbosa, analista da empresa de assessoria de ações Empiricus Research, em uma nota para clientes.

“Não sabemos onde esta novela pode parar e recomendamos distância segura” das ações.

Tempos depois…

Em: https://oglobo.globo.com/economia/fornecedor-pede-falencia-da-livraria-saraiva-por-divida-de-60-mil-22794806

FORNECEDOR PEDE FALÊNCIA DA LIVRARIA SARAIVA POR DÍVIDA DE R$ 60 MIL

A empresa SND Distribuição de Produtos de Informática pediu a falência da rede de livrarias Saraiva. O pedido foi protocolado na última sexta-feira na 1ª Vara da Comarca de Cajamar, na Grande São Paulo, e afirma que a rede de livrarias têm débitos de R$ 59,7 mil não pagos com a distribuidora de materiais de informática. Para a Saraiva, o pedido é “descabido”. Dados do SPC, mostram que a Saraiva acumula 312 títulos protestados que totalizam R$ 28,2 milhões em dívidas com fornecedores.

Segundo a livraria, “os valores protestados (pela SND) não são devidos, uma vez que o saldo dos supostos débitos já foram quitados”. Sobre os outros 312 títulos protestados, a Saraiva não se pronunciou até a publicação deste texto.

(Reportagem publicada neste domingo pelo GLOBO fala sobre a dificuldade financeira das livrarias e uma série de calotes que as empresas têm dado às editoras.)_

Fernando Zilveti, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), explica que pedir a falência é uma alternativa para pressionar o recebimento de pagamentos em atraso. Antes de solicitar a falência, o credor precisa protestar o título vencido. Nessa ocasião, o devedor recebe uma notificação do Cartório e, além disso, o protesto é publicado no Diário Oficial.

— É um valor irrisório esse de R$ 59 mil. Dá até um puxão de orelha no financeiro da empresa se eles esqueceram de pagar o título, mas não falência. O risco é se houver um acumulo de pedidos de falência. Neste caso, o próprio juiz percebe que pelos valores baixos dos pedidos pode haver insolvência da empresa — disse Zilveti.

Sobre o pedido de falência, a Saraiva informou ainda que “o referido processo de falência se origina de protestos de títulos (…), que somam aproximadamente R$ 59.660,25”.

A empresa disse que “se demandada a arcar com os valores objeto do referido pedido de falência, tal pagamento não afetará a solvência da Companhia, de forma que o pedido de falência apresentado pela Snd Distribuição é claramente descabido e adotaremos todas as medidas legais cabíveis”.

BALANÇO DE RESULTADOS

A Saraiva apresentou lucro no primeiro trimestre deste ano, que chegou a R$ 1,3 milhão, 370% maior do que o apurado no mesmo período de 2017, quando o lucro chegou a R$ 281 mil. Mas as despesas operacionais cresceram 9% no período, na comparação com os três primeiros meses do ano passado, saltando de R$ 150 milhões para R$ 164,2 milhões.

Segundo balanço divulgado pela empresa, o período foi marcado pelo que a empresa chamou de “reperfilamento da dívida” e “renegociação de prazos com fornecedores, objetivando o alinhamento dos fluxos de pagamentos ao ciclo de sazonalidade da companhia”. A alternativa negociada com as editoras foi adiar os pagamentos que venceriam em março, abril e maio para prazos mais longos.

Os resultados dessa negociação se refletiram nos números da empresa, que fechou o primeiro trimestre com aumento na receita bruta de R$ 608,4 milhões, 12,4% de crescimento em relação ao período anterior. O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 24,6 milhões, variação positiva de 22,8% na mesma base de comparação.

A dívida líquida consolidada da Saraiva em 31 de março somava R$ 284,4 milhões, segundo o balanço, contra R$ 267,1 milhões em 31 de março de 2017. Considerando os recebíveis de cartão de crédito, a dívida líquida de R$ 61,3 milhões frente a um caixa líquido de R$ 93,4 milhões no primeiro trimestre de 2017.

Em 2017, a Saraiva fechou com prejuízo de R$ 33 milhões.

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– Que coisa, Editora Abril!

Uma notícia que deixa todo o leitor apaixonado pelos Quadrinhos Disney entristecido: o fim das publicações da Editora Abril!

Que coisa… sabidamente a empresa está em crise, tanto que abriu mão de Placar e de tantos outros títulos. O que está acontecendo de fato? Creditar o desinteresse à leitura e culpar o acesso digital não me parece o mais lógico.

Sou do tempo em que a Abril publicava tudo: dos gibis da Turma da Mônica, passando pelas HQ da Disney até os da Luluzinha. Sempre foi uma potência!

A propósito, eu comprei edições que hoje são raridades: tenho a Revista na qual se fazia o concurso para decidir as cores do Biquinho (o sobrinho do Peninha), os almanaques do Superpateta, as histórias incríveis de edições limitadas (como o dia em que o Zé Carioca resolveu trabalhar ou quando a Madame Min enfim casa com o Mancha Negra). As edições dos anos 80 do pessoal de Patópolis sempre foram as melhores!

Uma pena. Minha paixão pelos quadrinhos começou a diminuir quando mudaram demais o personagem Zé Carioca e seus amigos, descaracterizando-o com a desculpa que o modernizavam. Aí veio a majoração dos preços da Abril. E tudo ficou sem graça…

Será que a Disney vai ser publicada por alguma outra editora?

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– Feliz Dia dos Namorados (mas aqui a data é comercial…)

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.

Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

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– As 7 irmãs do Petróleo Mundial e o Cartel de Combustíveis no Brasil

As pessoas de mais idade se lembram das “7 irmãs” do petróleo que dominaram o mundo: Shell, Texaco, Exxon, Standard Oil, BP, Chevron e Gulf Oil. Elas detinham metade das reservas mundiais e comercializavam mais de 70% dos combustíveis do Planeta.

Hoje o cenário mudou lá fora. Mas e no Brasil?

Aqui, se fala de cartel daquelas que compram tudo e mandam “pra valer”: BR, Ipiranga e Shell/Raízen.

Entenda melhor. Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/o-cartel-que-joga-contra-o-pais/

O CARTEL QUE JOGA CONTRA O PAÍS

Por trás dos exorbitantes preços dos combustíveis há um conluio entre as três maiores distribuidoras, donas de 70% do mercado, que impede o alívio no bolso do consumidor. Agora, a Agência Nacional do Petróleo tem a oportunidade histórica de acabar com a farra

A greve dos caminhoneiros mudou a rotina do brasileiro nas últimas semanas, que passou boa parte do dia em fila, com galão na mão à procura de algum posto para lhe vender uns míseros litros de gasolina. O governo, por sua vez, para convencer a categoria a retornar o trabalho, ofereceu descontos generosos na forma de tributação sobre o óleo diesel e, até mesmo, na isenção total de impostos que incidem sobre o produto. Mas as medidas para conter a alta do preço do combustível serão inócuas se não for atacado um problema que corre a céu aberto e à vista da fiscalização: o cartel composto pelas três grandes distribuidoras que dominam o mercado. São elas, a BR Distribuidora, a Raízen/Shell e a Ipiranga. Enquanto elas ditarem o valor cobrado pelo litro que irriga as bombas dos postos, tão cedo o consumidor não sentirá um alívio no bolso. A questão é como mudar essa lógica deletéria se a própria Agência Nacional do Petróleo (ANP), em determinados momentos, tem transigido com o conluio que deu carta branca para as três bandeiras operarem ao sabor de suas conveniências.

A pressão contra o livre mercado

Em 2008, um lobby pesado do Sindicato Nacional das Empresas de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) junto ao então diretor da ANP, Haroldo Borges Rodrigues Lima, nomeado pelo ex-presidente Lula, hoje preso, fez uma modificação numa estratégica resolução do Ministério de Minas e Energia. Até então, ela garantia aos postos de gasolina escolher de qual distribuidora comprar combustível. Cabia a eles apenas informar na bomba o fornecedor do produto. Assim, poderiam comprar da distribuidora que oferecesse o menor preço, o que barateava o valor final para o consumidor. Com o cavalo de pau na regra, ficou vedada a comercialização de combustíveis automotivos com revendedor varejista, que optou por exibir a marca comercial de outro distribuidor. Na prática, passou a funcionar assim: um posto com o slogan da BR Distribuidora, Raízen/Shell e Ipiranga ficou impedido de comprar combustível de uma distribuidora de bandeira branca. Somente da marca que estampa em sua fachada. Mesmo que o preço do litro dos fornecedores de bandeira branca seja bem mais barato. Com a medida, as grandes distribuidoras, detentoras de 70% de todo o combustível comercializado no País, conseguiram fidelizar 24 mil postos. Dessa forma, mais que dobraram seu faturamento em dez anos, saltando de R$ 78 bilhões em 2007 para R$ 219 bilhões no ano passado. Pior para você, consumidor.

Bom senso da ANP

Com a greve dos caminhoneiros, foi dado o primeiro passo para livrar os empresários do setor de postos das amarras impostas pelas três gigantes do setor de distribuição de diesel e gasolina. Numa iniciativa de raro bom senso, a ANP resolveu suspender em caráter excepcional, ou seja, temporário, a vinculação de marca para vendas de distribuidoras de combustíveis líquidos. O despacho foi assinado pelo diretor-geral substituto da agência, José Cesário Cecchi. Agora, a ANP tem em mãos a oportunidade histórica de corrigir um equívoco de uma década, ou seja, a partir da retomada e da normalização do abastecimento de combustível no País, tornar permanente uma medida que jamais deveria se constituir uma exceção. Em nota enviada à ISTOÉ, a agência se esforça para descaracterizar o “conluio”, o qual com veemência diz não existir, mas admite que os postos bandeirados de fato se comprometem em contrato a comprar combustíveis apenas da distribuidora a que se vincularem. A ANP admite ainda “estudar” a possibilidade de permitir, de maneira definitiva, que os postos de gasolina escolham de qual distribuidora comprar combustível. As três grandes distribuidoras do produto, a BR Distribuidora, Raízen/Shell e Ipiranga, agora reunidas na Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência (Plural), ameaçam reagir. Há até canelada muito abaixo da linha da cintura: representantes das empresas espalham que podem até processar diretores da ANP envolvidos na decisão de alterar a regra que os beneficiam. Jogo baixo, muito baixo. Que a Agência Nacional do Petróleo não repita 2008 e – de novo – dobre os joelhos, em detrimento do consumidor. A sociedade está atenta.

– Carille: ruim de diplomacia, ótimo em dinheiro no bolso.

Que papelão de Fábio Carille, na cara lavada, ao chamar a imprensa de mentirosa e depois se mandar para a Arábia Saudita!

Primeiro, negou que estava indo para o Al Hilal. Depois, aceitou a proposta do Al Wehda, um time tradicional da segundona árabe que subiu para a 1ª divisão. Tudo isso num prazo curtíssimo de tempo.

Entendo que muitos mentem em negociações. Mas fazer da forma que ele fez, com chilique, foi exagerado.

Aliás: como acertar tudo em dois dias, como dito, sendo que envolve uma Comissão Técnica inteira além dos familiares e pessoas que as rodeam?

Ninguém decide assinar um contrato de tempo tão logo e ir ao Oriente Médio do dia para a noite – mesmo com “dois caminhões de dinheiro”, como foi dito.

Enfim: será muita grana mesmo. Mas vai sumir do mercado, não tenha dúvida.

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– A política de preços da Petrobrás e os absurdos aumentos sucessivos.

Reparou como os combustíveis tiveram os preços majorados nestes últimos dias?

Em alguns lugares, já se fala na venda da Gasolina parceladamente no cartão. Pudera, está caro para encher o tanque dos carros.

Você sabia que em 10 meses já subiu 42% o valor do Petróleo em geral no Brasil? Tivemos cinco aumentos seguidos, de percentual alto, somente nesta semana (por culpa da alta do dólar, segundo a Petrobrás.

Isso fez com que o consumo do Etanol aumentasse por ser um produto mais barato. Conclusão: aumentou o consumo, aumentou também o preço do litro devido a menor oferta.

Talvez não se tenha dado a devida importância, mas o combustível que mais sentiu os sucessivos reajustes foi o Óleo Diesel (que move o Brasil). Com isso, encarece-se o frete e consequentemente os produtos.

Mas fiquemos tranquilos, pois, segundo o Governo, a inflação é de apenas 0,5% ao mês…

No Rio de Janeiro, pasmem, já está próximo de R$ 5,00 / litro.

Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/16/preco-gasolina-posto-combustivel-petrobras-consumidor-bomba.htm

GASOLINA ESTÁ TÃO CARA QUE POSTO PARCELA COMBUSTÍVEIS EM 6 VEZES NO CARTÃO

Por Marcela Lemos e Cristiane Bonfanti

No Rio, etanol com desconto. Em Brasília, combustível parcelado em até seis vezes sem juros no cartão de crédito. Os postos têm apelado para promoções para não perder a clientela com a gasolina perto dos R$ 5.

Nesta terça-feira (15), a Petrobras anunciou uma nova alta nos preços da gasolina para as distribuidoras. Desde 3 de julho, quando a estatal adotou sua nova política de preços, a gasolina vendida nas refinarias já subiu 50,04% e o diesel, 52,15%. O salto ficou bem acima da inflação do período, que foi de 2,68%.

Em um posto BR na avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, a gasolina aumentou R$ 0,20 por litro nesta semana: passou de R$ 4,769 para R$ 4,969. O preço fez muita gente desistir de encher o tanque.

Na mesma avenida, um posto Ipiranga também vendia gasolina por R$ 4,969. Para não desagradar tanto os clientes, fez uma promoção de etanol, que baixou de R$ 3,699 para R$ 3,399.

“A gente tenta convencer o motorista de carro flex a abastecer com álcool. Alguns ficam aqui pesquisando na internet e fazendo conta para saber se vale a pena”, disse um dos funcionários.

PARCELADO EM 6X NO CARTÃO

Em um posto Shell em Brasília, a saída encontrada foi facilitar o pagamento. Desde 2006, o posto parcelava o pagamento em três vezes no cartão de crédito. Agora, aumentou para até seis vezes.

O posto mantém o mesmo valor para os pagamentos à vista e no cartão de crédito. Desde segunda (14), o preço da gasolina comum passou de R$ R$ 4,159 para R$ 4,469.

‘R$ 100 DE GASOLINA NÃO REPRESENTAM NADA’

O estudante Gabriel Mendes, 22, diz que as pessoas ficam reféns da alta dos combustíveis. “Em Brasília, não temos como andar a pé. Eu uso o carro para tudo e tenho de arcar com o custo.”

Para o engenheiro Marcello Gusmão, 37, do Rio, está inviável manter o carro rodando. Ele diz que passou a usar o veículo apenas três vezes por semana.

POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRÁS

Desde 3 de julho, a Petrobras adota uma política que prevê reajustes nos preços dos combustíveis com mais frequência, inclusive diariamente, nos preços dos combustíveis vendidos nas refinarias. As mudanças de preços acontecem nas refinarias, e podem ou não ser repassadas pelos postos para o consumidor.

Segundo a estatal, a ideia da nova política é repassar as variações do dólar e do petróleo no mercado internacional e, com isso, competir “de maneira mais ágil e eficiente”.

A política de preços da Petrobras foi alvo de críticas no passado, principalmente no governo da presidente Dilma Rousseff. Quando a cotação do petróleo no mercado internacional caiu a níveis históricos, a Petrobras decidiu não repassar essa queda para o preço dos combustíveis. Ao importar combustível mais barato e vendê-lo pelo mesmo preço de antes, os ganhos da Petrobras com a revenda aumentaram.

Na época, críticos afirmaram que, ao manter os preços artificialmente, o governo estava usando a política de preços para recuperar parte do que perdeu quando o petróleo estava caro lá fora –e o preço não subiu aqui– e para tentar aliviar as contas da Petrobras, em meio a um endividamento muito grande da companhia.

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Posto em Brasília parcela combustível em 6 vezes no cartão

– Como funciona o Apple Play?

Cada vez mais as novidades tecnológicas estão chegando ao mercado financeiro e ao comércio. A popularização dos cartões de crédito e suas diversas modalidades – e modelos – em uso, também!

A moda que se inicia agora é o cartão por aproximação ou o pagamento através de celulares por via NFC. Qual comerciante já não foi perguntado pelo cliente se não pode pagar a conta com o seu telefone?

Nem todo mundo tem dessa disponibilidade. Se você não conhece ou não sabe como funciona, abaixo,

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/05/lojista-apple-pay/

DICAS DE COMO ENSINAR UM LOJISTA A USAR O APPLE PAY

Depois de anos, finalmente temos no Brasil o Apple Pay, que é uma maneira fantástica de realizar pagamentos usando apenas o iPhone ou o Apple Watch. Quem já tem acesso ao serviço tem conseguido experimentar como é divertido, prático, rápido e fácil de pagar assim.

Mas apesar da estrutura de maquininhas compatíveis com NFC já estar bem difundida nas grandes cidades (o que faz com que o Apple Pay seja aceito em grande parte dos negócios), os usuários têm esbarrado na falta de informação dos funcionários e lojistas, que muitas vezes possuem o equipamento compatível mas não sabem como operar, frustrando a experiência de compra do consumidor.

Veja abaixo algumas instruções que você deve dar ao lojista para ele aprender como fazer a máquina funcionar com o Apple Pay.

O início de novas tecnologias realmente causam confusões até serem completamente implementadas e por isso vemos muitos profissionais ainda despreparados com pagamentos NFC. Apesar da Samsung já ter disponibilizado antes no país seu sistema de pagamentos por aproximação (e palmas para ela por isso) e até o Santander ter apresentado a sua proposta, o fato é que o recurso era muito pouco usado antes da Apple. E isso fez com que os lojistas não se preocupassem muito em aprender como se disponibiliza este tipo de pagamento em suas máquinas. Resultado, agora que a Apple está popularizando esta funcionalidade, há muitos negócios que frustram seu cliente por estarem despreparados.

Como perguntar sobre o Apple Pay

Ok, você chegou no caixa de pagamento e, de canto de olho, já percebeu que a maquininha possui o símbolo compatível com o NFC. Portanto, é grande a chance de você conseguir pagar com seu iPhone.

Mas muitos lojistas ficam bem confusos quando você pergunta sobre o “Apple Pay“, olhando você como se fosse a pessoa mais estranha do mundo por perguntar algo bizarro. Então, você pode pular este constrangimento fazendo a pergunta correta, que seja o mais compreensível a ele:

“Eu queria pagar por aproximação. Tem como?”

lsto facilitará muito a disponibilidade do vendedor em aceitar o seu pagamento.

Inserir o cartão antes

Em grande parte dos casos, os lojistas estão acostumados a inserir primeiro o cartão físico na máquina para só depois digitar o valor da compra. Aí, quando a gente mostra o iPhone para pagar, eles ficam sem saber o que fazer, pois não há cartão para inserir.

Você precisa dizer para ele primeiro digitar o valor da compra, para depois escolher a opção de crédito. Neste momento, eles costumam ficar confusos e começam a procurar no menu da máquina. Então seja enfático (com simpatia) e explique como fazer, com confiança:

“É só começar a digitar o valor da compra, sem escolher em menu nenhum. Confie em mim, digite primeiro o valor da compra e você vai ver como dá certo”. (sorriso)

A parte do sorriso é muito importante, pois a última coisa que você quer neste momento é criar antipatia com o vendedor.

Ao começar a digitar, ele verá que é possível primeiro introduzir o valor. A partir daí, basta escolher a opção Crédito e a máquina ficará disponível para o Apple Pay.

Cartão retirado

Apesar das máquinas da REDE serem compatíveis com o Apple Pay, em muitos casos ela mostra um erro ao tentarmos pagar com o iPhone. Após fazer todo o processo de forma correta, a máquina dá o aviso de “Cartão Retirado“, e não completa a transação.

Isto acontece graças a uma desatualização do software da máquina, que infelizmente não permite o pagamento com o Apple Pay. Neste caso, você deve instruir o lojista a solicitar para a REDE uma máquina compatível com o Apple Pay, para que eles façam a atualização. Insista que, se ele não fizer isso, irá perder muitos clientes.

Guarde o link deste artigo para repassar aos lojistas com dificuldade em entender o Apple Pay. Eles melhorarão os seus serviços e o beneficiado será você.

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– Quando as marcas não são mais respeitadas pelas empresas!

Sempre reclamei de alguns métodos da China para a criação e produção de produtos. Agora, mais um exemplo: um fabricante de capinhas para telefones celulares chamado Xintong Tiandi registrou, junto as autoridades de marcas e patentes chinesas, o nome iPhone!

Todos sabemos que iPhone é um produto da americana Apple, mas lá na China também será sinônimo de capinhas de couro.

Pode?

O chinês justificou que:

A marca iPhone pode florescer longe da Apple”.

Ué? É como querer desvencilhar o carro Fusca da Volkswagen, o Prestobarba da Gillette e o Big Mac do McDonald’s.

Se a moda pega…

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– Pagou-se a dívida do Palmeiras ou transferiu-se?

Mauricio Galliotte, presidente do Palmeiras, saldou a dívida contraída à Paulo Nobre. O ex-presidente palmeirense, empreendedor muito rico que é, emprestou 140 milhões ao Verdão, com o compromisso de pagamento em 10 anos a juros mais baixo do que o mercado financeiro cobra. Em 3 anos, o clube conseguiu a liquidação.

Só que…

O Palmeiras possui uma dívida de 120 milhões com a Crefisa, seu patrocinador-master e investidor. E isso significa que, enquanto a financeira de propriedade da entusiasta palmeirense Leila Pereira estiver de bem com o grupo situacionista, não haverá cobrança efetiva. Mas e se o clube mudar para um grupo oposicionista, o que fazer?

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