– A Barbie Biomédica do Brasil!

Responsável pelo sequenciamento genético do Novo Coronavírus, a biomédica brasileira Jaqueline Góes de Jesus foi homenageada (juntamente com outras profissionais relevantes e que ajudaram nessa pandemia) pela Mattel, fabricante de brinquedos. Era virou uma… boneca Barbie!

A simpática honraria está abaixo, na foto. Mas penso: as instituições que deveriam homenageá-la (as autoridades), será que o fizeram?

– PSG de Messi e Neymar melhor do que o Madrid dos galáticos?

Quanto dinheiro o PSG está gastando para montar um timaço, não? Messi fará a equipe ser “fora de série”.

Mas como “time”, dará certo? Lembram dos Galáticos do Real Madrid, com Zidane, Beckman e Ronaldo? Será melhor do que eles?

A propósito, essa foto é legal: Neymar e Messi rindo, pois são amigos, fazem o que gostam e ganham bem. Mas a piada é: aqui eles conversam que não levarão mais pontapés do Sérgio Ramos, que agora será companheiro de time…

– O Uso da Neurociência na Publicidade: Como Vender Mais!

Veja que bacana: Martin Lindstrom, especialista em neuromarketing, conta as artimanhas para fazer com que o consumidor sinta atração por determinados produtos. Imperdível!

Você cai nessas jogadas ou resiste?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270130-16642,00-O+MARKETING+ESTA+NU.html

O MARKETING ESTÁ NU

Por que será que grifes como a cobiçada Abercrombie usam imagens de modelos sarados e seminus para vender jeans e roupa de baixo para um público-alvo predominantemente formado por homens heterossexuais? Quem lançou o estilo foi a Calvin Klein, no início dos anos 90. Vinte anos depois, a fórmula está consagrada, mas a maioria dos homens jamais admitiu que essas imagens de teor sexual evidente têm influência em suas decisões de compra. Uma recente pesquisa de neuromarketing lançou mão de exames de ressonância magnética para descobrir como o cérebro masculino é afetado por essa visão.

Dezesseis voluntários, oito héteros e oito gays, assistiram à apresentação de cinco imagens de bonitões fotografados de sunga ou samba-canção. Todos eles tiveram duas áreas relevantes do cérebro afetadas: uma relacionada à excitação provocada visualmente e outra relacionada ao esforço para dissimular ou mentir. A diferença é que esta segunda área foi mais estimulada no caso dos heterossexuais.

A propósito de revelações que as empresas preferem guardar para elas, o metrossexualismo já avançou mais do que se imagina. Segundo um insider da indústria de produtos de consumo, 15% de todos os homens nos Estados Unidos depilam suas “partes privadas” – e a tendência é de crescimento. Não é à toa que já há redes de supermercado criando “áreas masculinas”, onde homens em busca de produtos de beleza podem circular à vontade. “De modo similar, a Procter & Gamble hoje procura garantir que os cosméticos para homens e para mulheres sejam expostos em corredores diferentes, de modo que o comprador masculino independente não se sinta desconfortável ou emasculado ao apanhar um creme facial ou um suavizador de olheiras enquanto a mulher a seu lado escolhe um batom”, escreve Martin Lindstrom, um consultor dinamarquês especializado em gestão de marcas, em seu novo livro, Brandwashed (“Truques que as companhias usam para manipular nossas mentes e nos persuadir a comprar”).

US$ 100 bilhões é o tamanho do mercado de data mining, um negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor, de modo a criar possibilidades de persuasão e manipulação

Tops infantis com enchimento –

Depois de explicar o uso da neurociência no mundo da publicidade em Buyology (“A lógica do consumo”, em português sem graça), e entrar na lista da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo, Lindstrom ressurge com uma nova persona literária. Sai de cena o guru do branding. Entra o marqueteiro arrependido, disposto a apontar um dedo, por exemplo, para fabricantes de produtos que, literalmente, viciam. Doritos e Red Bull, claro. Mas até protetores labiais. “Quantas vezes por dia você aplica essa coisa grudenta? Cinco? Dez? Vinte e cinco?” pergunta Lindstrom. “A menos que viva no Ártico, não é possível que seus lábios estejam tão rachados que você precise reaplicar de hora em hora.” Há pelo menos dois culpados pelo vício. O mentol, “um ingrediente não essencial adicionado a muitas marcas de gloss, [que] embora não seja perigoso por si só, pode ser um formador de hábito”, e o fenol, “um ácido carbólico que pode na verdade ressecar nossos lábios ao interferir na habilidade natural das células da pele de produzir sua própria umidade”. Em outras palavras, “quanto mais protetor labial você usa, mais precisa usar”.

Até chegar à idade de se preocupar com lábios ressecados, o consumidor já foi alvo de muitas outras artimanhas. Possivelmente desde a infância – a palavra reconhecida por mais bebês no mundo todo hoje é McDonald’s. Certamente na pré-adolescência. Meninos e meninas estão alcançando a puberdade, em média, um ano mais cedo que nas décadas passadas. E daí? “Bom, puberdade significa produtos – lâminas e espuma de barbear, gel para acne, desodorante”, afirma Lindstrom. De 2007 para 2009, a porcentagem de garotas de 8 a 12 anos que usavam maquiagem no rosto e nos olhos quase dobrou. A Abercrombie – de novo ela – não resistiu à tentação e andou vendendo tops com enchimento para meninas de 8 anos. Pouco sutil? Não, se comparada a uma rede varejista britânica que criou um kit com uma “dançarina do poste” para mocinhas de 10 anos e ainda escreveu no rótulo: “liberte a gatinha sexy que há dentro de você”.

Quando se preparava para lançar a marca Axe, a Unilever mobilizou seus marqueteiros em diversos países para rastrear homens em modo de sedução. Descobriu, por exemplo, que homens pensam em sexo, em média, 32 vezes por dia. Pesquisadores da companhia acompanharam centenas de marmanjos em noitadas de pegação e, com base na observação, definiram seis perfis masculinos: o predador, o talento natural, o homem para casar, o amigão, o novato inseguro e o novato entusiasmado. Com os dois últimos na mira, os publicitários criaram uma campanha nada sutil, mas bastante precisa. Comerciais de TV em que nerds irrecuperáveis eram literalmente atacados pelas garotas mais quentes da balada transformaram Axe na marca masculina de desodorante número 1 dos Estados Unidos em 2006. “Entretanto, o tiro certeiro inicial logo começou a sair pela culatra”, lembra Lindstrom. Axe passou a ser vista como uma marca para moleques cheios de espinhas desesperados para se dar bem com as meninas.

Pastas de dente com atum –

Em Brandwashed, Lindstrom mergulha no “mundo de US$ 100 bilhões do data mining (…), um enorme e rapidamente crescente negócio global devotado a rastrear e analisar o comportamento do consumidor e então categorizar, resumir e amaciar esses dados, de modo que possam ser usados para nos persuadir e, em algumas ocasiões, nos manipular para que compremos produtos”. Para ter uma ideia da relevância dessa atividade, saiba que o Walmart opera hoje um banco de dados muitas vezes maior que o do governo americano. É graças a ele que a cadeia supermercadista sabe que quem compra uma boneca Barbie tem 60% mais chances de comprar um em três tipos de barra de chocolate. Ou que pastas de dente e latas de atum são frequentemente compradas juntas.

É com esse tipo de dados que se projetam as lojas de maneira a estimular o consumo. Minerando dados de cartões de fidelidade, descobriu-se que consumidores que se movem em sentido anti-horário gastam, em média, dois dólares a mais a cada compra (porque a maioria de nós é destra e tem mais facilidade para apanhar os produtos se a mão direita é que está mais perto das gôndolas enquanto caminhamos). Por isso, a entrada das lojas mais espertas está sempre à direita de quem olha o supermercado de frente.

38% é o quanto crescem as vendas em lojas de
departamento que tocam música romântica

Você talvez já tenha ouvido falar de Muzak, o nome que se dá à popular música de elevador. Pois ela se transformou numa empresa que oferece a varejistas do mundo todo 74 programas musicais renováveis, divididos em dez categorias – o suficiente para criar trilhas sonoras para cerca de 100 milhões de pessoas por dia. Já reparou na preferência dos supermercados por baladas românticas de andamento arrastado? É que consumidores embalados por música lenta compram 17% mais em supermercados e 38% mais em lojas de departamento. Em praças de alimentação, ao contrário, o ritmo é animado. Mais batidas por minuto nos fazem mastigar mais depressa.

Compras virtuais são ainda mais coreografadas. “No ano passado, pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que uma proporção significativa dos 50 mil sites mais visitados na web estavam engajados de alguma maneira em rastreamento comportamental – com alguns empregando até mesmo uma análise conhecida como ‘farejamento da história’, que remexe nossa navegação passada para descobrir que sites visitamos nos últimos meses ou mesmo anos”, escreve Lindstrom. Não só a nossa. “Não deveria ser surpresa, dado o tempo que a molecada de hoje gasta online, que os mineradores de dados estejam coletando informações sobre crianças a partir de 4 ou 5 anos de idade.” E eles estão dormindo no ponto. De acordo com a AVG, uma empresa de segurança na internet, 92% das crianças americanas já têm uma “pegada digital” antes de completar 2 anos. “É verdade”, afirma Lindstrom. “Vivemos em uma sociedade pós-privacidade.”

– Como o Empreendedor pode ter um “infarto feliz”, trabalhando sem freios!

Para mim, um tapa na cara com luva de pelica!

A tirada de Pedro Mello, do “Blog do Empreendedor”, é muito engraçada! Ele retrata os esforços de como um empreendedor deve fazer para ter logo um infarto! Claro, ele questiona a relação “dedicação ao trabalho versus saúde“.

Vale a pena dar uma conferida:, em: http://portalexame.abril.com.br/blogs/pedro_mello/20090604_listar_dia.shtml?permalink=171883

EMPREENDEDOR TAMBÉM MORRE DE INFARTO

Essa semana gravei o 70o Fiz do Zero pra IdealTV e uma coisa que tenho percebido nesses dois anos de gravações é que são raros os empreendedores que entrevisto e sinto que estão tranquilos, cuidando da saúde mental, física e espiritual.

Estava pensando nisso quando recebi um e-mail do Pedro Antunes, com texto do Dr. Ernesto Artur, um cardiologista com uma nova proposta para você:

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ

Como empreendedores normalmente são pessoas com muita coragem e teimosia, aqui vão as dicas do Dr. Ernesto pra você pensar um pouco…

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, ISSO É BESTEIRA. Tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego está faltando, surge aquela dor de estômago, a cabeça não anda bem. Simples, tome logo estimulantes, energéticos e antiácidos. Eles vão te deixar tinindo, novinho em folha.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. Por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita sempre para si: Eu não perco tempo com bobagens!

Resultado de imagem para workaholic

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.

– Quando nos cansamos das reuniões virtuais de trabalho…

Um tema bem pertinente: em tempos de plataformas virtuais para as reuniões de trabalho, alguns estresses são muito grandes. 

E como evitá-los?

Vale a pena a leitura, extraída de: https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2021/06/como-gestores-devem-lidar-com-fadiga-do-zoom.html

COMO GESTORES DEVEM LIDAR COM A FADIGA DO ZOOM

Reuniões virtuais agilizam o trabalho, mas também podem ser estressantes. Veja como sobreviver a elas

A pandemia consagrou o trabalho remoto e fez com que reuniões, aulas e palestras migrassem das salas de conferência para as videochamadas. Foi preciso aprender a trabalhar de forma colaborativa, discutir projetos em grupo e enfrentar horas de exposição em plataformas digitais como Zoom, Meet e Teams. Isso cansa e provoca efeitos colaterais, como dores de cabeça ou nos olhos, sensação de esgotamento após as reuniões online e, em alguns casos, depressão e crises de ansiedade. O assunto exige atenção de coordenadores de equipes em geral e de responsáveis por gestão de pessoas e saúde na organização.

As mulheres são as que mais sofrem com essa superexposição, segundo um estudo qualitativo com mais de 10 mil pessoas, realizado por especialistas das universidades Stanford, nos Estados Unidos, e de Gotemburgo, na Suécia, que classificou a “fadiga do Zoom” nas dimensões física, social, emocional, visual e motivacional. Uma entre sete mulheres consultadas relatou se sentir “muito” ou “extremamente” cansada após as videochamadas, enquanto a proporção de homens que se declararam afetados foi de um para 20. Olhar para o próprio rosto leva as mulheres a refletirem mais sobre sua aparência e associá-la a emoções e pensamentos negativos, mostra o estudo.

Para o fundador do Laboratório Virtual de Interação Humana da Universidade Stanford (VHIL), Jeremy Bailenson, a experiência perceptiva de ter constantemente os olhos das pessoas em seu campo de visão traz um estado prolongado de hiperexcitação e ansiedade. O especialista observa que a permanência no campo de visão da câmera por muito tempo inibe os gestos espontâneos do corpo, o que compromete tanto a postura física quanto o desempenho intelectual.

Empresas dispostas a evitar esses problemas devem difundir as recomendações de Bailenson. São iniciativas simples, como intercalar essas reuniões virtuais com telefonemas e mensagens por e-mail e estimular a execução de tarefas em documentos compartilhados. É importante incluir pausas regulares entre as videochamadas e dar descanso aos olhos. Para avaliar o seu nível de “fadiga Zoom”, faça o teste desenvolvido pelos pesquisadores de Stanford.

O que fazer quando…

… o contato visual é excessivo 
Nas videochamadas, todos olham para todos o tempo todo, e os ouvintes se tornam oradores, mesmo que calados. A sensação é de que todos estão encarando seu rosto, o que o cérebro interpreta como uma situação de conflito.
Solução: Reduza a imagem dos interlocutores e da tela.

… você se cansa de ver a própria imagem
As plataformas de videochamada são como um espelho. Enxergar o próprio reflexo eleva o nível de autocrítica, o que é um problema.
Solução: Oculte a própria imagem e evite o modo galeria. Deixe na tela apenas a imagem de quem estiver com a palavra e desligue a câmera periodicamente.

… está há tempo demais na mesma posição
Na videoconferência, a pessoa fica no mesmo lugar para manter a cabeça emoldurada no centro do vídeo, o que é cansativo.
Solução: Use câmera externa para ter maior flexibilidade. E faça intervalos para alongar o corpo e descansar os olhos.

…tiver de gesticular para alguém à sua volta
Como os movimentos não são naturais nas videochamadas, gestos como um olhar de soslaio para o filho ou para evitar que o gato suba no teclado podem ser mal interpretados.
Solução: Desligue a câmera e mantenha só o áudio quando precisar fazer algum aceno que possa causar confusão.

– A Gestão do Conhecimento!

Compartilho um belo texto sobre o grande desafio de se medir a contribuição do conhecimento das pessoas dentro das organizações. Aproveite e reflita: como medir a sua contribuição dentro da empresa?

Extraído do blog do jornalista especializado em Mundo Corporativo, José Renato Santiago Jr (http://www.jrsantiago.com.br/edit.html)

O GRANDE DESAFIO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO: MEDIR A SUA CONTRIBUIÇÃO

Um dos grandes desafios das práticas relacionadas com a gestão do conhecimento diz respeito a medição de sua efetiva contribuição junto aos resultados de uma empresa.

Assim como os vários modelos de gestão que, digamos, “caem no gosto” dos profissionais de uma organização, a gestão do conhecimento muitas vezes é contestada por não conseguir apresentar resultados práticos, que possam ser medidos e claramente notados.

Ao pesquisarmos junto aos profissionais de diferentes níveis hierárquicos e que fazem parte de organizações atuantes em distintos segmentos do mercado, é quase que unânime a aprovação quanto a importância das práticas que norteiam a gestão do conhecimento (GC).

Da mesma forma, a efetiva mensuração da contribuição desta, é “o que pega”.

Ora bolas, assim como as práticas de GC estão fortemente fundamentadas aos valores intangíveis e tácitos, não é demais da conta “cobrar” que seus benefícios devam ser facilmente mensuráveis?

Pois bem, não, a GC deve realmente envolver práticas que permitam visualizar o bem que pode proporcionar a uma organização…

…e mais que isso… deve ser possível que seja feita uma adequada análise sob diferentes dimensões… quer sejam  econômicos financeiras, estratégicas, operacionais, de recursos humanos… apenas para citar algumas delas…

É possível, e para plagiar alguém: Yes, We can…

Através de metodologias adequadas, da definição de premissas estratégicas, de um cuidado redobrado com questões pertinentes ao uso de tecnologias adequadas e da correta gestão dos colaboradores, é claramente factível medir o sucesso das iniciativas de gestão do conhecimento em qualquer organização.

Certamente, há cuidados a serem tomados…

Um dos primeiros está, certamente, relacionado com a definição dos objetivos que estas práticas deverão atender… “… é o começar pelo começo…”

A definição de indicadores também possui grande importância, e para isto é importante considerar 2 diferentes tipos, o primeiro quanto a própria eficiência das iniciativas de GC e o segundo relacionado a efetiva contribuição destas junto aos resultados organizacionais.

Por fim, há a relevância da definição das diferentes dimensões a serem consideradas… pois bem, falaremos mais sobre isso nas próximas semanas…

– O que é ter sucesso profissional para os jovens brasileiros?

Dias atrás, divulgou-se uma pesquisa encomendada pelo SPC Brasil, Sebrae e Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, que buscava entender o que os jovens da Geração Z (entre 18 e 24 anos) entendiam por “Sucesso Profissional”. E a resposta foi que, para eles, ser bem sucedido no trabalho é:

1o – Trabalhar com o que gosta (42%);
2o – Equilibrar trabalho e vida pessoal (39%);
3o – Ser reconhecido pelo que faz (32%); e
4o – Ganhar bem (31%).

Na mesma enquete, chegou-se a conclusão que “felicidade na vida adulta” é uma combinação de segurança, estabilidade emocional e realização profissional.

E para você: sucesso profissional e felicidade na vida adulta significam o quê?

(Dados extraído de Valor Econômico, por Júlia Lewgoy, em: https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2019/07/22/salario-alto-nao-significa-sucesso-profissional-para-geracao-z-mostra-pesquisa.ghtml)

– Recomece.

Muitas vezes desanimamos no fracasso e desistimos. Mas… quem disse que os erros derradeiros são sempre as últimas oportunidades?

Podemos recomeçar sempre! Basta querer. E, cá entre nós, o recado desta imagem, abaixo, diz tudo:

– Mitos que os Jovens Empreendedores Costumam Acreditar.

Cada vez mais os jovens brasileiros querem empreender. Mas, para muitos, não é fácil, devido aos medos e a falta de dinheiro. Saiba 7 mitos que existem no ideário do administrador:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-mitos-que-os-jovens-empreendedores-ainda-acreditam

7 MITOS QUE OS JOVENS EMPREENDEDORES AINDA ACREDITAM

Não buscar sócios com conhecimentos complementares é um dos erros dos jovens empreendedores

por Priscila Zuini

Está comprovado: ter um negócio próprio é o sonho de maioria dos jovens brasileiros. Segundo uma pesquisa realizada pela Cia de Talentos em parceria com a Nextview People, 56% dos ouvidos disseram que pretendem empreender em algum momento da vida.

Os jovens também são maioria entre os que já empreendem. De acordo com o levantamento GEM 2012,33,8% dos negócios iniciais estão nas mãos de pessoas entre 25 e 34 anos. “O empreendedorismo está consolidado na cabeça do jovem como opção de vida, o que não está é o preparo desse jovem”, diz Bruno Caetano, diretor-superintende do Sebrae/SP.

Além das várias dificuldades de um negócio, os jovens costumam ter que lidar, muitas vezes, com a descrença. “Tem muitas pessoas que acham que precisam de mais capacitação ou vivência e não podem ter seu negócio próprio”, diz Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Veja abaixo alguns mitos sobre ter uma pequena empresa antes dos 30 anos.

1. Uma boa ideia basta

Muitas vezes, os jovens escolhem um hobby ou passatempo para transformar em negócio. “Muitos acreditem que basta ter uma boa ideia para que vire um negócio de sucesso”, diz Caetano.

Além de gostar da atividade, o jovem precisa se preparar para tirar o negócio do papel e não só apostar na sorte. “Ter uma grande ideia inovadora não é ter um grande negócio. Sem um time, a empresa cai por terra no primeiro contato com o cliente porque não vai ter quem execute”, alerta Nakagawa.

2. Empreender durante a faculdade é difícil

Largar a faculdade pelo negócio foi um passo para empreendedores como Mark Zuckerberg. Mas não é a regra. “Tem muitos que conseguem conciliar as duas coisas, principalmente quando o negócio é na área dele”, diz o professor do Insper.

Segundo ele, depende do empreendedor saber aproveitar os recursos e contatos da faculdade. “A dica que eu deixo é que ele se prepare para virar empreendedor. Está mais fácil para o jovem que está mais acostumado com o ambiente de escola, de estudo, de preparação”, sugere Caetano.

3. Negócios inovadores não têm concorrência

Confundir otimismo e ingenuidade é, para Nakagawa, um erro dos empreendedores mais jovens. “Ele tem que ser otimista, mas não pode ser ingênuo a ponto de achar que não tem concorrência”, diz. Segundo ele, é comum que nesta fase o empreendedor se sinta infalível. “Se o negócio der certo, vão aparecer dez negócios similares ao seu”, alerta o professor.

Outro mito, segundo ele, é achar que a concorrência vai demorar a reagir a sua inovação. “Em alguns casos é verdade. Em outros, é mito e o concorrente vai para cima e ocupa o espaço da startup”, explica.

4. Jovens têm mais chances de quebrar

Segundo Caetano, não há nenhum estudo que indique que empresas de jovens estão mais propensas ao fracasso. “Não há diferença significativa nas taxas de mortalidade de empresas chefiadas por jovens. Existe um preconceito da própria sociedade e os próprios jovens ficam inibidos de empreender”, justifica.

5. Reunir amigos na sociedade é melhor

Na universidade, muitos empreendedores reúnem um grupo de amigos da mesma turma para abrir um negócio. A afinidade pode parecer um bom motivo para estabelecer uma sociedade, mas pode ser uma armadilha. “Muitos começam a empresa com colegas da faculdade e o sócio é um espelho dele, com a mesma formação e os mesmos hábitos”, diz.

É preciso saber formar uma equipe que se complemente. “Basicamente, a regra é ter de alguém que sabe vender, alguém que sabe fazer e um terceiro sócio que cuide da gestão mais burocrática”, ensina o professor.

Para Caetano, achar que pode fazer tudo sozinho também pode acabar com o negócio. “É um erro fatal, precisa ter sócios que se complementem”, indica o executivo do Sebrae/SP.

6. O fracasso é o fim

Ninguém começa um negócio pensando em fracassar. Mas, se isso acontecer, não é o fim do mundo. “Uma questão que precisa ficar clara é que ele acha que não pode fracassar. É comum encontrar empreendedores que na primeira tentativa não deram certo, mas usaram isso como fonte de aprendizagem para negócios posteriores”, explica Caetano.

7. Um produto bom dispensa experiência

Assim como só uma boa ideia não é suficiente, o empreendedor não pode dispensar o conhecimento confiando apenas no produto ou serviço. “Achar que vai sustentar o negócio sem ter experiência em gestão é um erro”, diz Caetano. Outro mito é acreditar que as vendas vão acontecer facilmente. “Venda é uma estratégia, precisa ser estudada e exige dedicação”, afirma.

– Planejou os seus gastos?

Um número preocupante: 38% da população do Brasil gasta sem pensar! Seja por impulso, por falta de planejamento ou por qualquer outro motivo, os gastos descontrolados só fazem aumentar a dívida dos consumidores.

Extraído de: Folha de São Paulo, 08/10/12, pg B3, por Agnaldo Brito

MAIS DE 1/3 DA POPULAÇÃO GASTA SEM PENSAR

Endividamento do brasileiro chega a 44% da renda anual, com espaço para contratar novos empréstimos.

Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos.

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

“O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de edução financeira.

“A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

– O Sucesso e o Fracasso no Empreendedorismo.

Raymond Kurzweil, um dos futurólogos mais renomados no mundo da Administração de Empresas, fala sobre o sucesso e o fracasso de empreendedores inventores. E ressalta: o fracassado, no Brasil, era rotulado e praticamente fadado ao ostracismo; mas, hoje, os que passam pela experiência do fracasso acabam usando da experiência negativa para evitar novos erros no futuro. E avisa: a prática da inovação deve começar desde a infância!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137055-16363,00-COMO+INVENTAR+SEGUNDO+O+INVENTOR.html

COMO INVENTAR, SEGUNDO UM INVENTOR

O termo singularidade, quando aplicado à tecnologia, designa um momento em que os homens superarão os limites da biologia. Farão isso a partir dos avanços em áreas como a genética e a nanotecnologia, que permitirão às pessoas desenvolverem uma inteligência sobre-humana, fundindo-se com as máquinas. Nesse instante, serão eternas. Essa ideia, por mais ficcional e maluca que pareça, tem defensores aguerridos. O inventor americano Raymond Kurzweil, 62 anos, é o mais notório deles e até estabeleceu uma data para essa guinada: 2045.

Formado pelo MIT, Kurzweil é um futurista com currículo realista. Criou o primeiro sistema computacional de reconhecimento de voz, e um sintetizador musical histórico, comprado por Stevie Wonder. É, contudo, tão inventivo quanto polêmico. Sonha, por exemplo, trazer seu pai, Fredric, morto em 1970, à vida. Para tanto, usaria amostras de DNA e um sistema de inteligência artificial estruturado a partir de reminiscências de sua própria memória.

Em fevereiro de 2009, Kurzweil participou da fundação da Singularity University (SU), na Califórnia, apadrinhada pelos fundadores do Google. Desde março, a instituição firmou uma parceria no Brasil, com a Faculdade de Tecnologia da Informação (Fiap), em São Paulo. Nos Estados Unidos, a SU oferece um curso de dez semanas para 80 universitários, com foco na formação de líderes empreendedores. Mas Kurzweil crê que essa preparação deva começar na infância. De que forma? O inventor responde: “É preciso que as crianças tenham prazer em aprender e o façam conectando diferentes habilidades”, disse a Época NEGÓCIOS. Kurzweil cita o exemplo de seu filho. Aos 13 anos, ele envolveu-se em um projeto que resultou no primeiro website de um escritório de advocacia do mundo. “A maior parte de projetos como este não terá êxito. Calculo que dois em cada 100 resultem em sucessos como o Facebook ou o Google. Mas é importante mostrar aos jovens que eles podem correr riscos”, diz. Em inovação, o americano crê que o Brasil pode se beneficiar se souber estimular crianças e jovens. “Muitas sociedades encaram a falha como vergonha. Isso não acontece nos Estados Unidos e no Brasil. As pessoas estão abertas a tendências e isso é positivo”, afirma Kurzweil, autor de livros como A Era das Máquinas Espirituais e The Singularity Is Near (“A singularidade está próxima”).

– Anitta e o Nubank: pra quê ironias contra a moça?

Dias atrás, a cantora Anitta foi convidada (e aceitou) para fazer parte do Conselho de Administração do Nubank. Para muitos, um “pecado grave”!

Ora, tal pensamento pode ser levado pelo desconhecimento das pessoas sobre “o que ela fará”. Anitta não vai ser a CEO do Nubank, mas fará parte do rol de pessoas que compartilham suas experiências na área de atuação delas (que não precisam ser as mesmas da empresa), a fim de troca de conhecimentos.

Cá entre nós: não gosto dos ritmos e letras da cantora (música não é a minha área), mas é inegável que, pelo sucesso e pela carreira internacional, Anitta é uma vencedora no que faz.

Extraído de: https://brasil.estadao.com.br/blogs/macaco-eletrico/anitta-nubank-e-a-irracionalidade-das-redes/

ANITTA, NUBANK E A IRRACIONALIDADE DAS REDES

por Paulo Silvestre

Na semana passada, um dos assuntos mais comentados nas redes sociais foi Anitta assumindo uma cadeira no conselho de administração do Nubank. Infelizmente a maior parte dos comentários não tratava das estratégias envolvidas, e sim de ofensas generalizadas contra o banco e principalmente a cantora.

Muitos detratores não são fãs de Anitta ou clientes do Nubank. Ainda assim, se dão o direito de fazer críticas muito pesadas a ambos. E isso não é a causa de um problema maior, e sim o sintoma de um cenário autodestrutivo de nossa sociedade: a cultura do ódio, impulsionada pelas redes sociais, impactando carreiras e empresas.

Os argumentos desses críticos têm a profundidade de um pires, mas eles fazem muito barulho, o que pode arranhar a imagem do Nubank, ainda que apenas momentaneamente. Tanto que a empresa decidiu cancelar, de última hora, uma coletiva de imprensa que faria na semana passada para apresentar sua nova conselheira e explicar os motivos da escolha.

Para melhor entender o caso, vale explicar o próprio funcionamento e composição de um conselho de administração. Esse órgão não tem função executiva e seus membros são pessoas de notório saber em suas áreas de atuação, que se reúnem de tempos em tempos para ajudar a empresa a tomar decisões sobre que caminhos deve seguir para ampliar e melhorar seus negócios.

Os integrantes de um conselho de administração não precisam ser oriundos do mesmo segmento de mercado da empresa. Aliás, cresce o conceito de que conselhos devem apresentar diversidade de ideias e de valores, o que potencialmente torna suas decisões mais eficientes e representativas para atender clientes que são igualmente diversos.

Além disso, apesar de existirem “conselheiros profissionais”, formados em cursos desproporcionalmente caros, isso não é uma profissão. Na verdade, não raro os conselheiros exercem outras atividades e têm carreiras bem diferentes dessa função, o que tende a aumentar o valor de suas observações. Em outras palavras, o que faz de alguém um bom conselheiro não são essas formações, e sim a excelência na sua área profissional.

Isso descontrói um dos principais argumentos dos detratores do caso Anitta-Nubank, que atacam a instituição por colocar alguém “que não sabe nada de finanças” no conselho. Ela não foi convidada por seu conhecimento nessa área, e sim no que ela faz inegavelmente bem, que é o marketing, especialmente digital. Além disso, com milhões de seguidores em diferentes plataformas, ela tem uma inegável conexão com o público mais jovem e de diferentes classes sociais.

Ainda assim, vemos pessoas dizendo nas redes sociais que encerrarão suas contas no Nubank por causa de Anitta no conselho de administração. Muitos dos que dizem isso sequer são correntistas, mas sentem prazer em “jogar lenha na fogueira”.

Não se trata, portanto, de não entender o funcionamento de um conselho de administração. A origem desse problema é mais grave e permeia a nossa sociedade.

O bom e o ruim da exposição

Além do que Anitta pode contribuir com o Nubank pelos seus conhecimentos e sua popularidade, é inegável que há aí uma jogada de marketing envolvida. Afinal, muita gente a admira, até mesmo pessoas que não gostam da sua música.

Esse não é um caso isolado. Vários artistas têm sido convidados, no exterior e no Brasil, para integrar conselhos de administração ou assumir diretorias de empresas. A própria Anitta acumula o cargo de chefe de criatividade e inovação da Beats, na Ambev, desde setembro de 2019. Nesse papel, ela já assinou os lançamentos de vários produtos, como a Skol Beats 150 BPM e a linha Beats Zodiac.

Mas ter uma celebridade em seus quadros pode trazer problemas, especialmente em um cenário de polarização exacerbada na sociedade, como o que vivemos há alguns anos. Afinal, ninguém agrada todo mundo! Sempre foi assim, mas, graças aos algoritmos das redes sociais, o amor e o ódio aparecem agora com muita força. E o pessoal que odeia parece ter uma incrível disponibilidade de demonstrar esse sentimento, mais que os que amam.

Ninguém chega ao patamar de sucesso e admiração de Anitta sem fazer muitos desafetos. E seu estilo passa por responder aos críticos, o que alimenta a polêmica (que retroalimenta seu sucesso).

Além disso, a cantora não esconde suas opiniões políticas, bastante críticas ao grupo que está no poder agora. Mas os seguidores desse grupo são reconhecidos pela sua truculência digital e por fazer o que a manada manda. São especialistas em destruir reputações e causar alvoroço prejudicial a qualquer um que não se submeta a sua “seita”.

Anitta é vítima de ataques dessas hordas há tempos, e aparentemente convive bem com isso. Agora, assumindo a cadeira no conselho do Nubank, esse tsunami de ódio acertou o banco, que normalmente é um “queridinho” nas redes sociais, com incontáveis manifestações de apoio de seus clientes.

O Nubank sabe o que faz. Com 40 milhões de clientes em apenas sete anos de vida, já rivaliza com bancos centenários e que despejam milhões de reais em publicidade, em um segmento absurdamente consolidado, monolítico até.

No início do mês, a empresa recebeu um aporte de US$ 1,15 bilhão, US$ 500 milhões deles vindos do megainvestidor americano Warren Buffett. Com isso, não se tornou apenas a principal startup da América Latina, mas a sétima startup mais valiosa do mundo, segundo um ranking da consultoria CBS Insights.

Isso não é resultado de “sorte”: eles sabem o que fazem. Entendo que, da mesma forma, a empresa sabia do bônus e do ônus de chamar Anitta ao seu conselho. Por isso, não deixa de ser estranho terem cancelado a coletiva na semana passada diante da enxurrada de críticas.

Abandonar o barco?

Não é hora de encerra a conta no Nubank!

Por mais que Anitta eventualmente traga ideias muito absurdas, que prejudiquem a operação do Nubank (o que acho absolutamente improvável de acontecer), ela não estará sozinha no conselho. Suas outras cadeiras são ocupadas por Anita Sands (ex-UBS), Jacqueline Reses (presidente do conselho consultivo econômico do FED, o Banco Cental americano), Daniel Goldberg (ex-Morgan Stanley), Luiz Alberto Moreno (ex-BID), Doug Leone (da Sequoia) e David Vélez, fundador e CEO do próprio Nubank.

Em outras palavras, as características que fazem do Nubank um sucesso de público e de crítica devem continuar existindo normalmente. Todo esse barulho nas redes sociais resulta muito mais do fenômeno de intolerância da nossa sociedade atual, viabilizado pelo megafone de alcance global das redes sociais.

Com tudo isso, Anitta no conselho de administração do Nubank deve trazer muito mais coisas boas que ruins para a empresa e seus correntistas. O tempo e os clientes do banco dirão isso.

Até lá, como diz o ditado, “os cães ladram e a caravana passa”.

– Administração Democrática ou Participativa

Muita conversa e bons resultados: é assim que empresas como a Mercedes-Benz têm conseguido bons resultados, se reunindo e ouvindo seus funcionários. Com uma filosofia aberta à negociação constante, bons resultados têm aparecido. Veja abaixo, extraído de: Revista Exame, Ed 25/06/2012, pg 56

É TUDO NA CONVERSA

Com reuniões semanais entre funcionários e diretores, a Mercedes-Benz se livra de parte das amarras da lei trabalhista – e o sindicato dos metalúrgicos aplaude a estratégia.

por Márcio Kroehn

Quarta-feira, 14 horas. O dia e o horário têm um significado especial na principal fábrica de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz no Brasil, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. E a partir desse horário que um comitê com representantes eleitos pelos funcionários e executivos indicados pela direção da montadora se reúne para discutir – e tentar resolver – os problemas que afetam a empresa. A quarta-feira 13 de junho foi dedicada a uma questão espinhosa: conversar com 1.500 dos 12.700 funcionários da unidade que foram selecionados para tirar uma licença de cinco meses a partir de 18 de junho. O desligamento temporário foi decidido após a redução brusca na venda de veículos registrada desde janeiro. Para esse tipo de folga forçada, a lei prevê que o funcionário faça cursos de especialização e o governo garanta uma bolsa no valor de 1163 reais do Fundo de Amparo ao Trabalhador. No caso da Mercedes-Benz, o acordo foi além. A empresa aceitou manter o pagamento integral dos salários durante a licença, fato inédito numa montadora. Os funcionários, em contrapartida, abriram mão dos encargos trabalhistas no período. As duas partes comemoraram a decisão: os trabalhadores preservaram o emprego e a Mercedes-Benz não terá de arcar com os custos de treinar novos funcionários quando a demanda esquentar. “Além de economizarmos por não demitir, ainda preservamos a mão de obra especializada que garante nossa produtividade”, diz Fernando Garcia, vice-presidente de recursos humanos da empresa.

Quando a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) foi promulgada, em 1943. a percepção reinante era que os trabalhadores não tinham condições de negociar em pé de igualdade com seus empregadores. Por isso, a livre negociação era considerada um caso excepcional. O tempo passou, a CLT continuou a mesma, mas a realidade se impôs. Hoje, em Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, região conhecida como ABC, o berço do sindicalismo no Brasil, a negociação direta entre empresas e trabalhadores está presente em cinco montadoras e 84 fabricantes de autopeças. “O comitê que reúne trabalhadores e empregadores é um instrumento moderno e respeitado”, diz Sérgio Nobre, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

De todos, o modelo da Mercedes-Benz é tido como o mais avançado. Primeiro porque não considera nenhum tema como tabu. Nas reuniões semanais, os funcionários é os diretores discutem desde se haverá cerveja no churrasco de fim de ano até a necessidade de demissões – um assunto normalmente tratado com os sindicatos, mas não com os comitês de trabalhadores. Além disso, o diálogo no chão de fábrica não costuma ficar no blá-blá-blá. Como os acordos na Mercedes-Benz têm alto nível de adesão, a empresa é pouco acionada na Justiça do Trabalho. O quê é decidido acaba, na maioria das vezes, sendo cumprido. Nos últimos cinco anos, apenas 10% dos trabalhadores entraram com ações para questionar uma decisão – a média do setor é de 40%. Essa peculiaridade chamou a atenção da Justiça trabalhista. Em fevereiro, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, João Oreste Dalazen, visitou a montadora para avaliar se o modelo pode ser replicado para aliviar a Justiça do Trabalho. Com 3 milhões de novos processos apenas em 2011, a manutenção da Justiça trabalhista consumiu 11 bilhões de reais e as pendências judiciais custaram 22,5 bilhões às empresas. “O comitê da Mercedes-Benz oferece a agilidade que as relações do trabalho precisam hoje”, diz Dalazen.

A livre negociação é corriqueira na Alemanha desde a década de 70. Em 1985, após as greves do ABC, a montadora decidiu importar a prática para o Brasil. Nos primeiros anos, não foram poucas as conversas que mais pareciam cabos de guerra, principalmente quando envolviam a definição de horas extras – opção que os trabalhadores não queriam. A medida que os resultados começaram a agradar a ambos os lados, o nível de atrito foi reduzido. A maior conquista dos funcionários foi nos anos 90. quando conseguiram o aumento do adicional de férias de um terço do salário para 50%. No caso da empresa, uma vitória importante foi ter evitado o ponto eletrônico, medida exigida pelo Ministério do Trabalho a partir deste ano. Com o apoio dos trabalhadores, a montadora ficou livre de comprar catracas e adotar todo um novo sistema de TI, o que acarretou a economia estimada de 600 000 reais.

Apesar do sucesso, a livre negociação ainda sofre com a insegurança jurídica. Muitos acordos, inclusive no caso da Mercedes-Benz. são questionados pelo Ministério do Trabalho. Para os fiscais do ministério, alguns temas – como redução de horas – não podem ser resolvidos entre empresa e funcionários. Na Casa Civil, há um projeto que pretende privilegiar o entendimento no chão de fábrica. O texto, infelizmente, não tem data para ir para o Congresso. O capitalismo brasileiro avançou muito nas últimas sete décadas. Mas, ao que parece, o governo e o Legislativo não têm pressa para sair do passado.

– As 5 Dicas para fazer o Home Office render

Para quem tem a possibilidade de trabalhar da sua própria casa, aos olhos dos outros, parece ser uma facilidade ímpar e que não problemas.

Ledo engano. Um dos problemas do Home Office é o foco! A concentração total acaba sendo prejudicada por uma série de outros fatores que podem ser evitados.

Compartilho algumas dicas para o serviço, quando feito da sua residência, render.

Extraídas de: https://www.linkedin.com/pulse/5-dicas-para-trabalhar-de-casa-sem-perder-o-foco-ra%C3%ADra-venturieri/

CINCO DICAS PARA TRABALHAR DE CASA SEM PERDER O FOCO

Por Raíra Venturieri

Nos meus anos como empreendedora em home office, tive altos e baixos. Períodos de grande produtividade e crescimento profissional, outros de grande desorganização e dificuldade pra colocar todas as ideias em prática. O maior desafio de quem é o próprio chefe é esse, né?

Por isso, no artigo de hoje, resolvi compartilhar com vocês algumas dicas que me ajudaram a lidar melhor com o home office. Algumas você já pode ter ouvido antes (senso comum existe por um motivo…), outras podem ser completas novidades pra você. Vamos lá?

1.ESTABELEÇA HORÁRIOS DE TRABALHO

Acho que essa é a dica mais fundamental. Com hora pra começar e terminar você garante que as outras tarefas do dia não vão interferir na sua produtividade e também que você terá um tempo de descanso ao final do expediente.

Essa regra é mais fácil na teoria do que na prática. Quem nunca interrompeu o trabalho pra estender roupa no varal, que atire a primeira pedra! Hahaha! Mas é importante que você estabeleça períodos de foco exclusivo no trabalho, ainda que você precise de alguns intervalos ao longo do dia.

Tente aplicar na sua casa as mesmas regras que você aplicaria caso trabalhasse em uma empresa. Eu já percebi que com períodos dedicados eu tendo a terminar as tarefas do dia muito mais rápido, e assim consigo ter meus momentos de descanso no final do dia sem cobranças ou preocupações.

2.EXIJA DE VOCÊ COMO VOCÊ EXIGIRIA DE UM FUNCIONÁRIO

Essa é uma mudança de mindset que fez muita diferença pra mim quando eu comecei a profissionalizar meu blog. Percebi que a coisa nunca iria pra frente se eu não levasse a sério, cumprisse prazos e me comprometesse de verdade.

Pra isso, passei a me enxergar como minha funcionária. Juro que funciona! Sempre que eu começo a perder o foco e me distrair na internet, retomo esse pensamento e volto a trabalhar com o cuidado que eu teria se tivesse um chefe ali do meu lado. Afinal, não tem chefe mais importante do que a gente, né?

3.USE SEU RELÓGIO BIOLÓGICO A SEU FAVOR

Uma das grandes vantagens do home office é que você não precisa seguir a risca o horário comercial, especialmente se ele não coincidir com seus horários de maior inspiração e produtividade.

O que eu recomendo é que você teste diferentes horários. Eu já percebi que sou muito mais criativa pela manhã e fico extremamente dispersa no final da tarde. O expediente perfeito pra mim começa entre 7h e 8h e termina umas 16h. Claro que nem sempre consigo pendurar as chuteiras tão cedo, mas tomo o cuidado de deixar as tarefas mais fáceis ou mecânicas pro final do dia.

E ó, estudo entra nesse horário, viu? Ler e pesquisar referências faz parte do trabalho pra mim, então reservo horários “nobres” do cérebro pra essas atividades também. À noite, quando sou devagar, só quero saber é de sofá e Netflix!

Só não se esqueça que se você adotar um horário de expediente “exótico”, talvez tenha que ficar de olho no celular e no e-mail durante horários convencionais. Não dá pra esperar que o mundo funcione no seu relógio!

4.CRIE AMBIENTES PROPÍCIOS PRO TRABALHO E MINIMIZE DISTRAÇÕES

Essa dica é um pouco manjada, mas vale reforçar: dificilmente você vai ter sua melhor performance escrevendo de pijama no sofá. Pode acontecer? Pode! Mas o ideal é que você crie um ambiente específico pro trabalho.

Isso é ainda mais importante caso você divida seu espaço com outras pessoas. Às vezes é difícil pra familiares entenderem que trabalho em casa também é trabalho. Colocar limites físicos no que é espaço de trabalho, uma zona “não perturbe”, pode ajudar!

Também ajuda se cercar de coisas que te ajudam a trabalhar sem distrações. Um copo d’água pra você não precisar se levantar, talvez um lanchinho pra depois e, peloamor, desative as notificações das redes sociais. Essas são as rainhas da distração, e fica difícil ignorar quando não tem chefes ou colegas vendo o que você está fazendo.

5.ORGANIZE E PRIORIZE SUAS TAREFAS

Chegamos ao item mais importante e difícil dessa lista. Não basta trabalhar com foco se você estiver focado nas coisas erradas. Por isso, é muito importante que você organize suas tarefas e não tenha receio de parar, repensar e ajustar o plano sempre que necessário.

Eu faço isso todos os meses. Além de me ajudar a focar nas tarefas mais importantes, que me trazem mais resultado, esse hábito me ajuda a manter o foco e motivação no meu trabalho. É como um lembrete constante do por que eu to fazendo tudo isso, sabe?

Entrar no piloto automático é uma das piores coisas que pode acontecer, especialmente para um profissional criativo. Então eu estou sempre medindo o impacto de cada conteúdo que eu publico, o valor de cada interação e buscando novos desafios e aprendizados.

Quando você é dono do seu negócio você tem o privilégio de poder decidir o que você vai fazer, como e quando. Não é como um funcionário de empresa que as vezes se vê preso numa atividade que não vai levar pra lugar nenhum. E, com grande poder, vem grande responsabilidade.

Você precisa abraçar essa responsabilidade e usar isso como combustível pro seu trabalho. Essa é a forma mais poderosa de você manter o foco e fazer o que você precisa fazer.

Bom, essas foram minhas dicas, eu espero que elas te ajudem a desenvolver seu potencial trabalhando em home office. Eu realmente acho que, se você conseguir ter essa disciplina, não existe ambiente mais propício pra criação do que o seu ambiente. São suas regras. Faça bom proveito.

Se tiver outras dicas, escreva nos comentários! Até a próxima!

(Publicado originalmente no Delícia de Blog)

– Você conhecia a TSū, a Rede Social que remunerava seus membros?

Esse post tem algum tempo, e era uma rede social bem bacana. Abaixo, apenas para rememorar (há outras na Web), a TSū, que “quebrou”. 

Já imaginaram se o Facebook tivesse a mesma lógica que ela? Abaixo:

TSŪ

Uma rede social que remunera os seus participantes. Muito parecida com o Facebook, com uma timeline próxima do Twitter, mas com um jeitão de Google Plus. Essa é a TSū (se pronuncia “SÚE”), uma network nova e que está crescendo por um motivo especial: ela paga pelas boas postagens curtidas!

Pois é: a cada post, se alguém curtir, compartilhar ou ter público para tal, a pessoa ganha décimos de centavos de dólar.

Achei interessante. Quem quiser participar (só é possível por “links convites”) pode clicar no meu perfil lá no TSū, em: https://www.tsu.co/rafaelporcari

Extraído de: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/tsu-nova-rede-social-paga-por-conteudo-gerado-e-tempo-gasto-pelo-usuario.html

TSU, NOVA REDE SOCIAL PAGA POR CONTEÚDO GERADO E TEMPO GASTO PELO USUÁRIO

Atualmente, Facebook, Twitter, Tumblr e outras redes sociais movem bilhões de dólares com anúncios por ano e influenciam o mercado de forma assustadora. O Twitter, por exemplo, gera mais de 500 milhões de tuítes por dia e o Facebook já ultrapassou a marca de 700 milhões de usuários que criam, repassam, comentam e trocam informações. Já pensou se você pudesse receber pelo conteúdo que cria nesses sites? Foi com esta proposta que a rede social TSU (pronuncia-se Sue) surgiu.

O site, criado por Sebastian Sobczak, foi inaugurado no dia 21 de outubro e, ao contrário da rede social Ello, sem anúncios, tem como objetivo ganhar dinheiro sim, mas pagar o usuário pelo conteúdo gerado. No TSU, 90% do valor arrecadado por publicidade é dos usuários, os outros 10% ficam com a rede social. O fundador Sebastian Sobczak, define a rede como uma plataforma de monetização social.

“As redes sociais estabelecidas construíram modelos de negócios surpreendentes. São prósperos na monetização total de conteúdo gerado pelo usuário de forma gratuita. Por que alguém deveria se beneficiar comercialmente a partir da imagem, curtidas e trabalhos sem dar retorno financeiro ao proprietário? Os mercados em que participamos são enormes e podem compensar o usuário – estamos simplesmente e unicamente recompensando os usuários que estão fazendo todo esse trabalho. Esta é a forma como o mundo deve funcionar “, acredita Sobczak.

Aparentemente, a rede social funciona como o Facebook: você cria sua página, publica seu conteúdo, agrega seus amigos, curte, comenta e repassa conteúdo. A diferença está no fato de que cada perfil possui uma “conta bancária”. Com um sistema de analytics voltado para o gerenciamento da conta, você pode conferir quanto ganhou, o que gerou mais retorno, débitos, créditos, gráficos e outras informações bem interessantes.

Dentro da rede, o que gera lucro são os views, ou visualizações do conteúdo original, gerado pelo usuário. Mas não é só isso, um sistema de convites cria uma espécie de “árvore” de contatos, em que os convidados que entram para a rede dão lucro para quem os convidou – sistema que lembra o modelo de negócios da pirâmide. Os valores podem ser resgatados após atingirem US$ 100,00.

Porém, para evitar internautas maliciosos, a rede social alerta que publicar um material que não seja de autoria própria renderá penalizações. Portanto, se você pretende ganhar dinheiro com a nova rede social não poderá postar músicas de outros artistas, vídeos, fotografias ou qualquer outro tipo de material protegido por lei. O site segue as especificações da Digital Millennium Copyright Act (DMCA); fique atento com violações de direitos.

Para ingressar na rede é preciso ter o “shortcode”, isto é, um link exclusivo de algum usuário da rede social. A partir dele, você terá acesso a todos os recursos do serviço, que conta com app para Android e iOS (Universal). Dentro do site é possível postar fotos, escrever posts, incluir hashtags, adicionar títulos nas postagens, definir sua privacidade, distribuir seu conteúdo entre outras redes sociais como Facebook e Twitter, além de comentar, curtir, convidar amigos.

Se você ainda não se convenceu de que vale a pena ingressar na nova rede social, saiba que o TSU recebeu um investimento de US$ 7 milhões da Sancus Capital Prive e apoio de artistas como 50 Cent e Luol Deng do Miami Heat, entre outros. Nada mal para quem está começando, não é? Faça um teste.

– O poder das marcas: CR7 vs Coca-cola!

Quando uma grande marca confronta com outra, algo certamente pode ocorrer. Foi o que aconteceu na coletiva da Eurocopa, quando o jogador Cristiano Ronaldo (notoriamente um atleta de vida saudável), fez “cara de quem não gostou” ao ver duas garrafas de Coca-cola em sua mesa e lembrou que prefere água (ele não bebe refrigerantes).

Por tal gesto, vejam que loucura, as ações da Coca se desvalorizaram e a empresa perdeu num só dia 4 bilhões de dólares!

Em tempo: a água que estava sobre a mesa também era um produto da The Coca-Cola Company. Assim, não foi algo “contra a empresa”.

Extraído de: https://exame.com/casual/gesto-de-cristiano-ronaldo-faz-coca-cola-perder-us-4-bilhoes

GESTO DE CRISTIANO RONALDO FAZ COCA-COLA PERDER US$ 4 BILHÕES

Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente

Por André Martins

Cristiano Ronaldo parece não ser fã de refrigerantes e a demonstração pública disso custou bilhões para a Coca-Cola. Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente.

Ao sentar para iniciar a coletiva antes do jogo de abertura do Grupo F contra a Hungria, o jogador, de 36 anos, retirou as duas garrafas, pegou uma de água e disse: “Água. Coca-cola …”, fazendo referência que o que se deve fazer é beber água.

O gesto de Cristiano teve um impacto negativo para a marca, que é uma das patrocinadoras da competição. Segundo o jornal espanhol Marca, o valor das ações da empresa caíram 1,6% na bolsa de valores 30 minutos depois da fala do jogador português. O valor da Coca-Cola passou naquele momento de US$ 242 bilhões para US$ 238 bilhões, com perdas totais de US $ 4 bilhões.

A agência Reuters procurou a Coca-Cola, mas não teve resposta.

As entrevistas coletivas de grandes competições esportivas, como a Eurocopa ou a Copa do Mundo, são a oportunidade dos organizadores associarem as marcas de seus patrocinadores aos principais jogadores do torneio. Desta vez, não deu certo.

Cristiano Ronaldo é conhecido por defender a importância de uma alimentação saudável, longe de açúcares e gorduras. O jogador não faz propaganda de nenhuma marca de refrigerante.

Com informações da Reuters.

– E a Liga Brasileira, sairá do papel?

Ao ler que os clubes brasileiros pretendem aproveitar o momento de fragilidade da alta cúpula da CBF e criar uma Liga Brasileira de Futebol (imitando os grandes campeonatos mundo afora, que organizam as competições profissionais eles mesmos), me vem à mente dois pensamentos:

  1. Que ótimo! Uma empresa de entretenimento independente da Confederação, gerindo administrativamente conforme os seus interesses, e não subordinada a “Del Neros” e “Teixeiras” de então.
  2. Teriam eles competência para isso? Nunca eles se uniram pelo bem comum do coletivo deles, mas sempre pelo individual. Mudariam de postura agora?

Aguardemos o desfecho – ou até o Flamengo ou algum outro grande rachar com os demais.

Projeto prevê criação de liga para organizar campeonato brasileiro de  futebol - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados

– E se não fosse Neymar?

É público que Neymar está em litígio com a Nike, patrocinadora do PSG e da Seleção Brasileira. O jogador pertence ao casting da Puma atualmente.

Sílvio Barsetti, no Portal Terra, trouxe algumas informações sobre a repercussão do “encobrimento” digital com emojis feito na camisa da Seleção, para esconder o Woosh da fornecedora de material esportivo. Vide em: https://www.terra.com.br/esportes/futebol/neymar-desafia-cbf-nike-e-selecao-brasileira-arrogancia,ad42156ba89415aeaf50d9b082b454a7mgvlfh81.html

A pergunta que fica é: faz parte das obrigações do convocado expor-se durante os treinos, jogos e outros eventos com o uniforme oficial. Se fosse um atleta menos badalado, a CBF o puniria?

Por outro lado: Neymar também fará o mesmo “disfarce” na camisa do seu clube, o PSG?

Aguardemos…

Sobre a camuflagem, aqui: https://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/noticias-neymar-selecao-brasileira-nike-simbolo-emoji-instagram.ghtml

Sobre o litígio e as acusações da Nike contra o atleta, em: https://professorrafaelporcari.com/2021/05/28/neymar-seguiu-os-conselhos/

– As maiores empresas do mundo e a geografia econômica mudando.

Há 30 anos, as 50 maiores empresas do mundo representavam 5% do PIB mundial. Hoje, representam 28%.

Neste mesmo período, das 50 maiores do mundo, 30 eram dos EUA, 15 da Europa e 5 da Ásia (Nenhuma da China). Hoje: 32 são dos EUA, 8 da China, 7 da Europa, 2 do Japão e 1 da Arábia Saudita.

Em 1990, as empresas automotivas e de petróleo eram predominantes (somente 2 de tecnologia estavam na lista). Hoje, 14 são da área tecnológica e apenas uma do Petróleo: a saudita Aramco.

(Informações de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/samy-dana/lista-das-maiores-empresas-do-mundo-revela-mudancas-na-economia.html).

LISTA DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO REVELA MUDANÇAS NA ECONOMIA

por Samy Dana

As maiores empresas do mundo estão ainda maiores, mais ligadas à tecnologiae também à China. A lista das cinquenta maiores companhias do mundo, revelada na última sexta-feira pela Bloomberg, é um exemplo disso. O ranking acompanha a cada dez anos a evolução das maiores empresas e serve como um termômetro das mudanças na economia global e também de como esse grupo de empresas vem adquirindo mais peso nos negócios. Elas adicionaram US$ 4,5 trilhões em valor de mercado no ano passado e correspondem atualmente a 28% do Produto interno bruto (PIB) global. Há trinta anos, essa participação era de apenas cinco por cento. Outro dado é a entrada na lista de empresas chinesas. Trinta anos atrás, não havia nenhuma. Hoje, são oito, com nomes já conhecidos fora do país, como o Ant Group, Ali Baba, Tencent, Baidu e outras.

Ocupam espaço que antes era das empresas europeias. Eram quinze representantes do velho continente em 1990, hoje são sete. Só a liderança não mudou e continua sendo dos Estados Unidos, que possuía 30 empresas no ranking em 1990 e hoje possui 32. E, além da mudança da geografia econômica, existe a mudança na atividade das principais empresas. Qualquer lista histórica das mais ricas sempre foi dominada pelas petroleiras. Mas hoje restou apenas uma no topo, a Aramco, estatal árabe do petróleo que vale US$ 7 trilhões e que é um caso à parte, uma vez que pertence a um reinado à moda antiga, sem uma economia livre.

Lista de empresas por países

Empresas           EUA      China     Europa

  • 1990                30             0                   15
  • 2000                30             0                   16
  • 2010                25            7                    11
  • 2020                32            8                     7

Fonte: Bloomberg

Mas, no geral, hoje, as maiores empresas do mundo são muito mais ligadas à tecnologia do que em qualquer outro momento: Amazon, Apple, Alphabet (dona do Google) e Microsoft, todas surgiram e atuam ligadas ao setor. Outra característica é que são empresas que não só lucram mais como cada vez pagam menos impostos. No começo da lista da Bloomberg, a tributação média no grupo era de 35%. Hoje, segundo a Bloomberg, fica em torno de 17%.

Empresas de tecnologia

  • 1990   – 2
  • 2000   – 3
  • 2010   – 4
  • 2020   – 14

REUTERS/Pascal Rossignol/File Photo

– O Red Bull Bragantino se torna modelo a ser seguido no Brasil.

Eu sou defensor inconteste do clube-empresa, seja para os pequenos clubes formadores (um exemplo bacana: o Metropolitano, de Jundiaí, que tem seus objetivos bem claros dentro dos seus propósitos em revelar atletas) ou para os grandes conglomerados (o City Group, dono do Manchester City e outros tantos times, é o exponencial: vide o magnífico CT construído para o Montevideo City Torque, sua recente aquisição).

Se o propósito é ter lucro, ganhar títulos, apresentar talentos jovens, fazer marketing ou simplesmente sobreviver, não importa. Importa é que a realidade está aos nossos olhos e será inevitável no futuro: os grandes de hoje não serão necessariamente grandes daqui há 20 anos!

Quando estamos na história, não a percebemos acontecer com profundidade. Nos anos 60, o inglês Nottingham Forest era campeão da UEFA Champions League. O Nuremberg era o “grandão” da Alemanha, e o Botafogo servia a Seleção Brasileira (em seus melhores anos) com metade do seu plantel. E hoje, como estão esses outroras incontestáveis clubes grandes?

Escrevemos sobre “grandeza dos clubes” quando o próprio Botafogo caiu, e abordamos os “conglomerados de clubes-empresas” aqui: https://wp.me/p4RTuC-teV.

Pois bem: o Red Bull Bragantino tem feito muito bem a sua parte, classificado para a segunda fase da Copa Sulamericana após uma combinação de resultados e sua vitória fora de casa contra o Tolima (somente o 1o do grupo se classifica nesta competição). E os demais brasileiros, o que fizeram? Vide o Corinthians, eliminado logo no quarto jogo dos seis existentes.

A fase de maior conquistas de títulos do Paulista de Jundiaí (se considerados os anos de parceria em relação à proporcionalidade dos anos de sua centenária história) foi como clube-empresa junto à Parmalat, quando o time mudou o nome para Etti Jundiaí – e deixou, além dos acessos no Brasileirão e no Paulistão (com títulos nas divisões inferiores), a semente que frutificou na Copa do Brasil. Depois da co-gestão e da colheita desses louros, sucumbiu à quarta-divisão estadual.

Diferente de co-gestão, o Red Bull é dono dos clubes que administra. E é essa a nova tendência: clube ter dono, como na Inglaterra, na Itália, nos EUA…

Engana-se que o futebol não muda. Ele é dinâmico e não percebemos – dentro e fora de campo. Quem resistiu aos modelos WM de jogo, ficou para trás. Quem imaginaria o sistema de Cartões Amarelos e Vermelhos, substituições e impedimentos com dois atletas atrás da linha da bola nos anos 40? Como pensar que o poderoso Paulistano, tão campeão no Estado de São Paulo, seria uma lembrança no futebol paulista? Ou ainda: que nos tempos em que negros eram excluídos do futebol e que imperava o amadorismo (com a humilhação das histórias do pós-de-arroz), hoje possuiriam salários milionários por mês e estariam até jogando em seleções nórdicas?

Tudo se transforma. Talvez nossa geração não veja os “novos grandes”, mas ocorrerá com nossos filhos ou netos. Garotos de 12 anos não sabem que a Portuguesa, o América e o Bangu tinham certa frequência em 1as divisões, mas conhecem as escalações de Barcelona, Real Madrid ou PSG. Aliás, o que era (nem existia) o PSG nos anos 50? O Bayern era inexistente até os anos 70…

Mesmo se o Massa Bruta / Toro Loko não tivesse se classificado, o trabalho dentro e fora de campo é ótimo. Quiçá São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos fizessem isso…

Em tempo, é óbvio que existe resistência de alguns torcedores: dos que se apegam ao saudosismo, dos que relutam à modernidade em nome do “futebol-raiz” e dos que invejam o modelo e não o tem. À eles, a comparação é fácil: não usem o celular, mas sim o telefone fixo; não comprem Smart TVs, mas usem a de tubo; fiquem no Raio X e ignorem as Ressonâncias Magnéticas modernas. Ou, simplesmente, optem insistentemente pela máquina de datilografar ao invés do computador.

Os usuários desses equipamentos antigos (ou jogadores e torcedores de futebol) podem ser os mesmos, mas ficarão defasados com o passar dos anos até ficarem excluídos (ou serem bulinados) pelo tempo. Claro, o torcedor mais fanático não pensa em nada disso (até porquê o fanatismo impede a racionalidade).

IMPORTANTE: clube nos modelos tradicionais, se fica deficitário, empurra a dívida com a barriga. Clube-empresa, se tem prejuízo e não resolve, quebra. E isso significa: independente do modelo, a competência sempre deverá vir em primeiro lugar.

– Melhorar a Qualidade de Vida dos Funcionários e a Produtividade nas Empresas

Um modismo que está dando certo: as empresas liberam parte da jornada de trabalho dos funcionários em troca de maior eficiência no trabalho.

Abaixo, extraído de Isto É, ed, 2333, pg 74-76

OS FUNCIONÁRIOS FOLGAM, AS EMPRESAS LUCRAM

Uma tendência ganha espaço no mundo corporativo brasileiro: companhias de todos os portes reduzem o horário de trabalho dos empregados e recebem em troca o aumento da produtividade

Por Luísa Purchio

São quase oito horas da manhã e Weenna Ribeiro, 36 anos, já deixou a filha Júlia, de 6, na escola. De lá, a analista de recursos humanos segue para a Bosch, multinacional alemã de engenharia e eletrônica sediada em Campinas (SP). Ao meio-dia, Weena termina o expediente, desliga o computador e vai buscar Júlia no colégio. O resto do dia elas passam juntas. A jornada reduzida é fruto de uma negociação que a executiva fez depois que Júlia ficou doente. “Tive que repensar a vida”, diz. Replanejar tudo significou pedir demissão da própria Bosch. O afastamento, porém, durou apenas um ano. De volta à multinacional, Weena trabalha atualmente quatro horas por dia. O salário caiu, mas a vida melhorou. “Conviver com uma criança não tem preço”, afirma. A história descrita acima representa uma tendência cada vez mais presente nas empresas brasileiras. Elas descobriram que, ao fazer concessões na jornada de trabalho, é possível manter os melhores quadros. Mais do que isso: horários flexíveis podem até aumentar a produtividade – e, portanto, trazer melhores resultados para os balanços.

Um caso interessante é o da empresa de recrutamento Vagas.com, uma das líderes do setor no País. A Vagas não estabelece horários fixos de entrada e saída e muitas das hierarquias foram suprimidas. O modelo, que recebe o nome de holocracia, estimula o surgimento de líderes naturais e não os impostos pela direção. “Eu não saio da empresa nem por um salário mais alto”, diz Marina Corrêa Peliello, 26 anos, responsável por intermediar os contatos entre um candidato a uma vaga e futuros empregadores. O resultado desse jeito diferente de ser está na performance econômica: há muito tempo a Vagas cresce acima de 20% ao ano. No Brasil, a flexibilidade da jornada tem sido adotada por empresas de todos os portes. A Mondelez, multinacional americana que detém marcas como Lacta e Trident, dispensa de trabalhar depois das 13h, em duas sextas-feiras do mês, os 1,5 mil funcionários da área administrativa de São Paulo.

Estimular a felicidade dos funcionários não é uma questão de bondade por parte das empresas. Trata-se, acima de tudo, de uma preocupação financeira. Presidente do Google, que adota uma política de flexibilidade total nos horários de trabalho, Larry Page defende que, no futuro próximo, quem não entender isso ficará condenado ao fracasso. O mexicano Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, vai além. Segundo ele, em breve os finais de semana terão de ser ampliados para que as pessoas desfrutem de tempo livre e, assim, se sintam estimuladas a produzir mais no horário do expediente. O recado é claro. Não interessa manter um empregado12 horas dentro de um escritório fechado se ele não produz a contento. No mundo do trabalho moderno, o funcionário fica na empresa apenas o tempo realmente necessário – simular eficiência não vai funcionar mais. “A ideia é fazer com que a pessoa fique na empresa o tempo que quiser, mas produzindo”, afirma Alexandre Teixeira, jornalista e autor do livro “Felicidade S.A.”.

As novas relações entre funcionários e empregadores estão sendo construídas com a ajuda da internet. Graças a ela, é possível trabalhar remotamente, numa praia distante ou num prédio comercial, e em qualquer horário, de manhã ou de madrugada. O próximo desafio será evitar que a facilidade proporcionada pela tecnologia não tenha um efeito adverso – o de fazer com que as pessoas trabalhem o tempo todo, em qualquer lugar. No Brasil, outra dificuldade é adaptar a legislação trabalhista para as novas demandas do mercado. “Pela CLT, a empresa tem de controlar o número de horas que o funcionário trabalha”, afirma o especialista Alexandre Teixeira. “Se não controlar, ela fica sujeita a uma ação trabalhista.” Para o professor de gestão de pessoas da USP Wilson Amorim, o ideal seria deixar o funcionário escolher em qual regime deseja trabalhar. “O modelo pode ser vantajoso para uns, mas prejudicial a outros”, afirma. Outro entrave é a cultura organizacional da maioria das empresas brasileiras. No ano passado, o Banco Mundial promoveu em São Paulo um projeto-piloto com 20 companhias interessadas em flexibilizar os horários de trabalho dos funcionários. Depois de seis meses de estudos e discussões, só duas empresas adotaram novas práticas de gestão.

– Uma dica válida, ou somente uma frase de efeito?

Eu já li a frase abaixo atribuída a várias pessoas: Jack Dorsey (Twitter), Jack Welch (GE), Richard Branson (Virgin) e Jeff Bezos (Amazon). Mas ela é do 1o citado. Aqui:

“Contrate pessoas apaixonadas. É a única coisa impossível de ensinar”.

Fico pensando: ela impacta como no dia-a-dia das empresas? É ampla demais para a discussão!

A “paixão corporativa” pode ser ensinada? Penso que sim! Implementar os valores e a cultura organizacional é possível!

E se for uma referência à “paixão pelo próximo”? Talvez também si, através da criação / educação das crianças.

Por fim: e se for “paixão como vocação”? Aí é diferente… a pessoa que de maneira inata faz alguma coisa e pode ser aperfeiçoada no ofício, mas o gosto vem dela própria

Não importa todos os conceitos acima, mas sim que façamos com que os colaboradores sejam apaixonados pelo que fazem na vida – tanto nos campos profissional quanto pessoal!

– Controle as emoções no trabalho.

GESTÃO, EMOCÃO E EQUILÍBRIO – Na Administração de Empresas, o sentimento de raiva é algo a ser totalmente abolido (não só na vida profissional, mas também pessoal).

Compartilho sobre o que o grande Jack Welch disse sobre isso,

Em: https://www.youtube.com/watch?v=oQQ2oxYlt5U

– Principais Causas de Demissões no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois em sua coluna no antigo jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

– FOFOCAS NO TRABALHO;

– JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– As boas dicas para Criadores de Conteúdo na Internet.

Você gosta de escrever na Internet? Tem assunto para compartilhar? É “blogueiro”?

Saiba: ser “criador de conteúdo” pode ser um bom negócio!

Extraído de: https://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2021/05/16/veja-dicas-de-criadores-de-conteudo-para-faturar-na-internet.ghtml

DICAS DE CRIADORES DE CONTEÚDO PRA FATURAR NA INTERNET

O brasileiro vive grudado no celular, e a pandemia força todos a usar os negócios online. Com essa mudança, quem ganha destaque na internet é o criador de conteúdo. Ele é o profissional que usa as plataformas digitais para publicar vídeos, textos e fotos e atrair o público.

O criador de conteúdo é a profissão do momento e se equipara ao sonho de ser jogador de futebol de anos atrás. E a previsão do faturamento mundial para este ano da economia dos criadores é de R$ 84 bilhões.

Edson Castro virou criador de conteúdo em 2012, com um blog voltado para o público masculino. Com o passar dos anos, ele partiu para outras plataformas: vídeo, podcasts e redes sociais. Hoje, com a divulgação, fatura R$ 50 mil por mês.

Bia Granja tem uma consultoria de influência. Ela explica que a explosão digital de 2014, quando o brasileiro passou a usar a internet com mais frequência, chamou a atenção das grandes empresas para vender com esse trabalho.

“As marcas começaram a olhar para isso e a usar a potência dessa comunicação de uma forma direta para vender seus produtos e serviços”, explica.

Para Castro, a profissão é o futuro, e os criadores de conteúdo já começam a vender inteligência para as empresas.

“Então a gente consegue ver isso no Brasil, como ser um criador de conteúdo se tornou uma chance de as pessoas ascenderem. E isso é uma coisa que a internet traz pra gente, ela empodera as pessoas. Então quanto mais você entende todos os mecanismos ao redor daquilo, mais poder você tem”, aponta Castro.

Os criadores nas plataformas digitais precisam pesquisar, escrever, gravar e postar. E, para se dar bem na internet, é preciso pensar na atividade como uma empresa desde o começo.

“Meu trabalho não é um hobby, eu não sou um menino no quarto com uma câmera, eu sou uma empresa. Eu tenho sete funcionários e tenho uma responsabilidade com meus funcionários e para a família dos meus funcionários”, diz Castro.

Bia Granja indica pensar nas revistas na hora de criar os conteúdos. “Se você fosse uma revista, sobre o que você falaria, como você falaria, com quem você vai falar, frequência e qual sua visão sobre esse assunto. A partir daí, você começa a entender como ganhar dinheiro a partir desse conteúdo que você cria.”

Além dos anúncios e de conteúdo pago por empresas (publieditorial), o criador pode fazer programas de afiliados, em que recebe uma porcentagem para indicar produtos de um parceiro. Pode ainda fazer assinaturas com conteúdo exclusivo ou uma loja virtual com seus próprios produtos.

“Eu acho que tem que toda uma grande nova área aqui de monetização que é o criador vendendo a expertise dele na criação do conteúdo”, diz Bia.

É preciso ainda abusar da ligação com o público: saber bem os gostos e criar soluções para esta comunidade.

Segundo Castro, para não ser vítima da barra de rolagem e passar despercebido da tela do público, é necessário deixar bem claro quem você é na comunicação. “E aí eu expresso nesse conteúdo a minha personalidade, a minha identidade”, diz.

5 dicas de como ser um criador de conteúdo freelancer bem-sucedido

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– AT&T e a mega fusão com a Warner Bross.

Que gigante!

Contra o conglomerado composto por Disney / ABC / ESPN / Fox / Marvel, a AT&T / Discovery fundiu-se com a Warner / HBO / DC / CNN.

Olhem só que negócio bilionário e poderoso na briga pelo Entretenimento, abaixo:

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2021/05/17/att-confirma-fusao-da-warnermedia-com-o-discovery-e-cria-gigante-do-streaming

AT&T CONFIRMA FUSÃO

Na manhã desta segunda-feira (17), a AT&T (T) e o Discovery, Inc. (DISCA) anunciaram um acordo que prevê que a WarnerMedia da AT&T será desmembrada e combinada com o Discovery em uma nova empresa de mídia independente.

O negócio, sujeito à aprovação regulatória, combinará dois tesouros de conteúdo, incluindo o HBO Max e os serviços do Discovery +. A CNN será incluída na transação.

O CEO do Discovery, David Zaslav, comandará os negócios combinados, de acordo com o anúncio desta segunda. “Executivos de ambas as empresas” desempenharão “funções de liderança chave”, disse um comunicado à imprensa.

Por um lado, a junção é uma maneira lógica de competir com a Netflix e a Disney, os dois principais players de streaming.

Por outro, também é uma maneira complexa para a AT&T desfazer sua oferta de 2016 pela Time Warner, que entrou em vigor em 2018, com os ativos chamados WarnerMedia. As empresas disseram que esperam que o acordo entre em vigor em meados de 2022.

Os acionistas da AT&T ficariam com a maioria das ações da empresa combinada, com 71%, enquanto os acionistas do Discovery ficariam com 29%.

Um spin-off ajudará a AT&T a priorizar seus negócios sem fio e pagar sua enorme dívida. O comunicado observou: “A AT&T receberia US$ 43 bilhões (sujeito a ajuste) em uma combinação de dinheiro, títulos de dívida e retenção de certas dívidas pela WarnerMedia.”

As ações da AT&T subiram mais de 3% antes do mercado, enquanto as ações do Discovery subiram 16%.

Analistas proeminentes de Wall Street previam, e em alguns casos encorajavam, esse tipo de movimento. No início deste ano, a AT&T fechou um acordo para dividir seu negócio de satélite DirecTV com uma perda significativa em relação ao preço de compra de 2015.

E outra gigante das telecomunicações, a Verizon, jogou a toalha em seus esforços de conteúdo também, concordando em vender o Yahoo e a AOL por US$ 5 bilhões.

Claro, o mundo da mídia parece muito diferente hoje do que há alguns anos. Os investidores estão mais focados no streaming a cada ano que passa.

A Bloomberg News deu a notícia do acordo iminente no domingo e disse que a Warner e o Discovery “seriam um competidor formidável da Netflix e da Disney”.

O serviço de streaming não focado em ficção do Discovery foi lançado em janeiro, utilizando uma biblioteca de programas de canais como TLC e Animal Planet. Na época, Zaslav disse à CNN que Discovery + era um “ótimo complemento para quem tem Disney ou Netflix, ou HBO, Disney e Netflix.”

Quando a principal correspondente de negócios da CNN, Christine Romans, perguntou quantos serviços de streaming os americanos acabariam tendo, Zaslav disse: “Acho que as pessoas terão três ou quatro”.

Zaslav também enfatizou o alcance global do Discovery. HBO Max, atualmente disponível nos Estados Unidos, está prestes a fazer um impulso internacional.

“Este acordo une dois líderes de entretenimento com forças de conteúdo complementar e posiciona a nova empresa como uma das principais plataformas globais de streaming direto ao consumidor”, disse o CEO da AT&T, John Stankey, em um comunicado. “Ele apoiará o crescimento fantástico e o lançamento internacional do HBO Max com a pegada global do Discovery e criará eficiências que podem ser reinvestidas na produção de mais conteúdo excelente para dar aos consumidores o que desejam.

(Texto traduzido, clique aqui para ler o original em inglês).

HBO MAX | Anatel finalmente aprova fusão entre AT&T e Warner e HBO Max  poderá ser lançado no Brasil! - ProtocoloXP

– A dose exata de trabalho.

Que pergunta difícil: quantos dias de trabalho as pessoas devem ter durante uma semana?

Um recente estudo diz que pessoas com mais de 40 anos não deveriam trabalhar mais do que 3 dias!

Será?

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/nao-se-deve-trabalhar-mais-de-3-dias-por-semana-com-mais-de-40-anos-diz-estudo/

NÃO SE DEVE TRABALHAR MAIS DE 3 DIAS POR SEMANA COM MAIS DE 40 ANOS

Um estudo publicado na Melbourne Institute Work Paper feito na Keio University, concluiu que pessoas com mais de 40 anos são mais produtivas quando trabalham 25 horas por semana, ou menos. O número representa cerca de três dias de trabalho em expediente comum de oito horas. O resultado foi alcançado após pesquisa com 3.000 homens e 3.500 mulheres voluntárias, que realizaram testes cognitivos e esmiuçaram suas rotinas.

Além de analisar questões ligadas a memória, trabalho, raciocínio cognitivo e abstrato, os participantes foram submetidos a testes em que precisavam ler um texto de trás para frente, ler palavras em voz alta e combinar números e letras sob pressão, com limite de tempo. As experiências foram repetidas após diversas cargas horárias de trabalho. Os resultados foram melhorando até atingir 25 horas de trabalho por semana, a partir deste ponto, o desempenho começou a cair tanto para homens quanto para mulheres.

Outro resultado que corrobora o resultado é de que voluntários encarregados de trabalhar 55 horas semanais tiveram resultados piores do que aposentados ou desempregados.

“Muitos países estão aumentando o tempo de trabalho obrigatório para aposentadoria atrasando a idade em que as pessoas são elegíveis para começar a receber benefícios. Isso significa que mais pessoas continuam a trabalhar nos últimos estágios de sua vida”, disse o co-autor e professor da Keio University Colin McKenzie, em entrevista ao The Times. ” O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, pois pode estimular a atividade cerebral, mas ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que pode danificar as funções cognitivas”, afirmou.

McKenzie observou que suas pesquisas apontam que “as diferenças no horário de trabalho são importantes para manter o funcionamento cognitivo em adultos de meia-idade e idosos” e que trabalhar meio expediente pode “ser eficaz na manutenção da capacidade cognitiva”.

– A Boneca que é Amamentada de Verdade. Bom ou ruim?

Há 10 anos, na Espanha, foi lançada uma boneca chamada “Glotón”, cuja característica principal é que ela mamava de verdade!

Agora, nos EUA, uma bonequinha similar faz sucesso. A criança coloca um sutiã postiço em que vai leite e “dá de mamá à sua filhinha”.

Adivinha se não deu confusão?

A polêmica gira em torno de: brincar de amamentar é sadio ou não?

Os americanos estão divididos: uns alegam que despertar o instinto da maternidade é bom e aflora os princípios da família; outros, rebatem que é um incentivo à sexualidade precoce.

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– A Revista Época deixará de circular!

Fui assinante da Revista Época (Editora Globo) por um bom tempo, durante seus 23 anos de existência. Depois da sua reformulação gráfica e editorial, caiu muito a qualidade. Recentemente, ficou “maçante”, difícil de se ler.

Eu gostava também da Época Negócios, que era ótima! Essa, jaz há algum tempo.

O motivo?

Irá para o mundo on-line, e terá uma parte especial impressa no Jornal “O Globo” de sábado.

São os novos tempos…

– A Internazionale é a prova da diferença de Competência Financeira ser independente da Gestão de Campo.

Nem sempre a Qualidade da Gestão dentro de Campo se reflete na questão financeira de um time de futebol, e vice-versa. Ter dinheiro não significa ter competência se você não saber usá-lo.

Quantas equipes conquistaram bons resultados, mesmo no caos financeiro (vide o Santos FC chegando à final da Libertadores). E a relação inversa também é visível. A questão é: isso não pode ser a regra! O ideal é ter um bom trabalho profissional, valorizando planejamento e colhendo frutos.

A Internazionale de Milão é uma prova disso. Seu último momento de grandes títulos foi com Massimo Moratti, acionista majoritário da Pirelli, que queria globalizar o time e tirar proveito disso nos negócios. A equipe italiana foi a primeira a entrar em campo com todos os atletas não-italianos! O Manchester United sempre fez muito bem isso: para abrir o mercado na Ásia, contratou coreano, iraniano, japonês e demais nacionalidades de lá (que nem sempre entravam em campo, mas despertavam a atenção de torcedores / consumidores). Por fim, o Corinthians tentou fazer isso também com o jogador chinês Zizao, mas ficou nesta ação isolada.

Hoje a Inter (que deve ser a campeã italiana da temporada 2020/2021) é do grupo chinês Suning, que passa diversas dificuldades financeiras (fechou seu clube na China, o Jiangsu FC, que era o campeão local – onde jogavam Miranda e Éder, hoje no São Paulo FC). Falamos sobre “quem é” o Suning nesta postagem: https://wp.me/p4RTuC-tKZ.

Pois bem: o Suning não consegue sustentar o negócio na Itália, e segundo a Pluri Consultoria, há dois interessados em comprar o clube, ou simplesmente fazer um aporte de capital: o Oaktree Capital Group (um fundo americano especializado em comprar conglomerados em crise) e o Bain Capital (outro fundo americano que trabalha em diversos segmentos de mercado). Também há ações do time a venda, pertencentes ao fundo Hong Kong Lion Rock, que poderia ajudar o time a sair do sufoco, dependendo do interessado.

Fico pensando: quando vamos ler notícias como essa (a de grupos interessados em comprar equipes e salvá-las do sufoco financeiro) aqui no Brasil?

Clubes de futebol na Lei de Lavagem de Dinheiro | Ciências Criminais

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A fusão da Hering com a Soma transformará o mercado?

O bilionário mercado de vestuário no Brasil está atento à fusão (para muitos, compra) da Soma com a Hering. 

O grupo Soma, proprietário de marcas como FARM, ofereceu 3 bilhões para a Hering mais participação em ações, ultrapassando a proposta da Arezzo, que a desejava também (segundo o site Valor Econômico). Se concretizado, será o 4o mais importante ator do ramo (de acordo com o InfoMoney).

O ranking desses grandes empreendedores ficaria:

  1. Renner: R$ 6,6 bi
  2. Riachuelo (Guararapes): R$ 4,32 bi
  3. C&A: R$ 4,08 bi
  4. Soma + Hering: R$ 2,37 bi
  5. Marisa: R$ 2,17 bi

Como se vê, os números não são para amadores…

– A hora de parar com os negócios!

Você sabe como identificar o momento de mudar de ramo?

Reduzir as chances de quebra é importante tanto quanto o limite da insistência.

Compartilho, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1877554-empresario-precisa-saber-identificar-qual-e-a-hora-de-desistir-de-um-negocio.shtml

PERSISTÊNCIA TEM LIMITE

Por Jussara Soares

Para ser um empreendedor de sucesso, além de ter boas ideias e conhecimento de mercado, é preciso saber a hora de parar de insistir e mudar os planos.

“O empresário deve perceber quando está sendo persistente e quando está sendo teimoso. Há empreendedor que, por vaidade, só quer provar que tem razão”, afirma José Marques Pereira Junior, professor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Para decidir se vale a pena resistir ou não, o profissional deve fazer uma autocrítica amparada em indicadores que apontem a viabilidade da empresa e o fôlego financeiro -e emocional- de quem deseja manter o negócio.

“Se o empreendedor percebe que não está indo a lugar nenhum, é hora de repensar o modelo do negócio”, complementa o consultor.

Em 2008, o procurador do Trabalho Renato Saraiva, 48, criou um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil presencial e transmitido via satélite para algumas universidades.

Um ano depois, a concorrência de escolas tradicionais e o alto custo da tecnologia quase o levaram à falência. Para salvar o empreendimento, Saraiva passou a veicular as aulas pela internet.

“Abandonamos o curso presencial e criamos o que depois viria a ser o primeiro curso on-line da CERS, uma holding de educação digital”, explica ele, presidente do grupo. A mudança fez com que o faturamento passasse de R$ 1 milhão em 2009 para R$ 73 milhões em 2016.

Hoje, a holding prepara profissionais para a carreira pública e para o mundo corporativo. Cerca de 700 mil pessoas já estudaram com a ajuda da empresa.

SOB NOVA DIREÇÃO

Em muitos casos, a melhor saída é encerrar um projeto e recomeçar. “É comum empreendedores tentarem várias vezes antes de obter sucesso. Essas tentativas podem significar aprendizado e experiência”, diz Luiz Manzano, diretor de apoio a empreendedores da Endeavor Brasil.

Os irmãos Rennan Sanchez, 30, e Ricardo Brandão, 38, comemoram a expansão da empresa Sky.One, especializada no serviço de “cloud” (armazenamento de dados na nuvem) para fabricantes de softwares, fundada por eles e outros dois sócios em 2014.

Eles têm 500 clientes no Brasil e mais de 20 nos Estados Unidos, além de uma base que está sendo montada em Viena, na Áustria, para atender o mercado europeu. O sucesso, no entanto, veio depois de tentativas frustradas em outros negócios na área.

PREVENIR É MELHOR – O que pode ser feito para reduzir as chances de quebra:        

1.O plano de negócio pode e deve mudar ao longo da vida da empresa. Vale fazer uma revisão a cada três meses no primeiro ano e uma vez por semestre no segundo. A partir do terceiro, uma análise anual pode bastar.

2.Permaneça atento: sempre pode haver um risco que não foi contabilizado, como sazonalidade, normas e regulamentações do setor ou necessidade de injeção de capital, que pode minar a viabilidade do produto.

3.Observe se outras empresas de seu ramo estão vendendo bem, como se relacionam com os clientes, que tipo de inovação criam e se há novas tendências no segmento.

4.Expandir a empresa no momento errado pode ser um tiro no pé. Avalie se é possível gerir um negócio de maior porte com a estrutura atual.

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Imagem extraída da Internet.

– O ditado dos índios Dakota serve à nossa vida pessoal e profissional!

Boas estratégias não funcionam se não forem bem executadas. A estratégia perfeita pode ser a de “desmontar o cavalo morto”.

Explico essa metáfora com o ótimo artigo (abaixo) que serve para administradores e pessoas que insistem em certos erros,

Extraído de: http://www.jj.com.br/colunistas-1711-murro-em-ponta-de-faca-

MURRO EM PONTA DE FACA

Por Álvaro Zomignani

Ninguém duvida da importância de se estabelecer excelentes estratégias visando à obtenção de um sucesso excepcional, mas há um fator, em geral esquecido e raramente questionado pela falta de sucesso: a execução. A boa execução do plano é a clara força por trás das conquistas.
Apesar dos pequenos empresários serem ótimos na adoção de novas ideias de marketing, não são tão bons para a sua execução. Uma excelente estratégia sem uma boa execução não alcança os resultados desejáveis. A execução ruim é um obstáculo significativo aos negócios, assim como em tudo na vida. Para obter a melhor chance de sucesso, você deve olhar o que está fazendo.
Talvez você esteja utilizando uma estratégia que funcionou, mas que não serve mais para fazê-lo alcançar a zona vermelha 20 metros finais que o jogador tem de correr para marcar o ponto, no futebol americano. É a parte mais difícil de chegar. Apesar da implantação da estratégia ser crucial, esta não é menos importante. Se você implantar um método fraco, mesmo com perfeição, é provável que também não atinja a meta almejada. O objetivo é desenvolver táticas pensadas e planejadas, baseadas em possibilidades reais para o seu negócio. E somente então, implantá-las.
O problema real ocorre quando as empresas tentam executar um plano focado na execução de estratégias ultrapassadas ou pobres. Como dizia um velho ditado, “você pode estar dando murros em ponta de faca”. Os resultados que você procura não mudaram, mas as estratégias que utiliza não são mais eficazes.
Existe um provérbio dos índios Dakota – uma ramificação dos Sioux – que passou de geração para geração: “ao descobrir que estamos cavalgando um cavalo morto, a melhor estratégia é desmontar”. É um bom conselho, mas ignorado, especialmente por aqueles cuja atitude é “sempre fizemos assim”.
Existe uma lista anônima de estratégias (ou planos de negócios) tipo “cavalo morto”, que muitas empresas adotam quando não conseguem obter mais os resultados desejados:

1. Comprar um chicote mais forte.
2. Trocar os cavaleiros.
3. Ameaçar o cavalo, com determinação.
4. Nomear um conselho para estudar o cavalo.
5. Organizar visitas a outras áreas a fim de ver como cavalgam os cavalos mortos.
6. Contratar terceiros para cavalgar o cavalo morto.
7. Aproveitar diversos cavalos mortos ao mesmo tempo para aumentar a velocidade.
8. Fazer um estudo gerenciado, para ver se cavaleiros mais esclarecidos aumentariam a produtividade.
9. Declarar que um cavalo morto possui menor sobrecarga e, por isso, tem um melhor desempenho.

Vale a pena pensar nessa metáfora, não acha?

ÁLVARO ZOMIGNANI é economista, pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), consultor de empresas e diretor da AZ Solution Consultoria Empresarial

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– Os Clubes de Futebol mais ricos do Mundo e das Américas.

A revista Forbes divulgou dias atrás um estudo mostrando quais são os times de futebol mais ricos do mundo, com base nos números da temporada passada (2019/2020), considerando faturamento e receitas operacionaislembrando que os valores dos clubes são empresariais (capital mais dívida líquida) e incluem as economias do estádio da equipe, mas excluem o valor dos bens imobiliários e empréstimos de jogadores. Na prática, a operação: é o que se gera de riqueza no “negócio futebol”, sem levar em conta o “quanto vale o estádio e o terreno”:

  1. Barcelona: US$ 4,76 bilhões.
  2. Real Madrid: $4,75 bilhões.
  3. Bayern de Munique: US$ 4,215 bilhões.
  4. Manchester United: US$ 4,2 bilhões.
  5. Liverpool: US$ 4,1 bilhões.
  6. Manchester City: US$ 4 bilhões.
  7. Chelsea: US$ 3,2 bilhões.
  8. Arsenal: US$ 2,8 bilhão.
  9. Paris Saint-Germain: US$ 2,5 bilhões.
  10. Tottenham: US$ 2,3 bilhões.
  11. Juventus: US$ 1,95 bilhão.
  12. Borussia Dortmund: US$ 1,9 bilhão.
  13. Atlético de Madrid: US$ 1 bilhão.
  14. Inter de Milão: US$ 743 milhões.
  15. Everton: US$ 658 milhões.
  16. Milan: US$ 559 milhões.
  17. Roma: US$ 548 milhões.
  18. West Ham: US$ 508 milhões.
  19. Leicester: US$ 455 milhões.
  20. Ajax: US$ 413 milhões.

Repare que todos que estavam na Superliga compõe a relação. Veja também a quantidade de clubes da Inglaterra na lista. Compare com o mesmo trabalho e metodologia para outros esportes: o clube mais rico do planeta é de futebol americano, o Dallas Cowboys, da NFL, com US$ 5,7 bilhões! Compare, ainda, com a MLB (a liga de beisebol dos EUA): US$ 2,42 bi.

Porém, o mais difícil é bater, em categoria esportiva, a NBA, o basquete profissional americano. Com os mesmos critérios, os clubes (ou melhor, as franquias) mais ricas do mundo, segundo a Forbes

  1. New York Knicks. Valor: US$ 5 bilhões.
  2. Golden State Warriors. Valor: US$ 4,7 bilhões.
  3. Los Angeles Lakers. Valor: US$ 4,6 bilhões.
  4. Chicago Bulls. Valor: US$ 3,3 bilhões.

Mas e o mesmo trabalho para os clubes do Brasil?

A própria Forbes, com suas repartições do México e do Brasil, resolveu fazer no final de dezembro um trabalho sobre os clubes de futebol de toda a América, com um critério diferente: somou-se valor da marca, preço do elenco e patrimônio imobiliário (ou seja: aqui incluem-se terreno, estádio e atletas, diferente do trabalho com os clubes europeus, que abraçou lucratividade a operação em si) Ressalte-se que nesse critério adotado, há um importante viés de mascarar as dívidas tão grandes dos clubes brasileiros, já que sabiamente elas são altas e não entraram na composição:

São eles:

1 – Atlanta United: U$ 1,4 bilhão
2 – Corinthians: U$ 582 milhões
3 – Palmeiras: U$ 525 milhões
4 – Los Angeles FC: U$ 474 milhões
5 – New England Revolution: U$ 352 milhões
6 – Chivas: U$ 311 milhões
7 – Monterrey: U$ 311 milhões
8 – Sporting Kansas City: U$ 278 milhões
9 – River Plate: U$ 270 milhões
10 – Grêmio: U$ 246 milhões
11 – LA Galaxy: U$ 233 milhões
12 – Minnesota FC: U$ 231 milhões
13 – Internacional: U$ 214 milhões
14 – América-MEX: U$ 200 milhões
15 – Boca Juniors: U$ 199 milhões
16 – Orlando City: U$ 197 milhões
17 – Flamengo: U$ 190 milhões
18 – Independiente: U$ 182 milhões
19 – Santos Laguna: U$ 174 milhões
20 – Real Salt Lake: U$ 167 milhões
21 – São Paulo: U$ 147 milhões
22 – Athletico-PR: U$ 130 milhões
23 – San José Earthquakes: U$ 119 milhões
24 – Toluca: U$ 113 milhões
25 – San Lorenzo: U$ 107 milhões
26 – Tigres: U$ 99 milhões
27 – Tijuana: U$ 98 milhões
28 – Deportivo Cali: U$ 97 milhões
29 – Cruz Azul: U$ 92 milhões
30 – Estudiantes: U$ 90 milhões
31 – Columbus Crew: U$ 89 milhões
32 – Santos: U$ 89 milhões
33 – Atlético-MG: U$ 81 milhões
34 – Racing: U$ 78 milhões
35 – Inter Miami CF: U$ 75 milhões
36 – Seattle Sounders: U$ 75 milhões
37 – Montreal Impact: U$ 72 milhões
38 – Pumas: U$ 71 milhões
39 – New York City: U$ 71 milhões
40 – Vélez: U$ 70 milhões
41 – Vasco da Gama: U$ 68 milhões
42 – Universitário: U$ 67 milhões
43 – Fluminense: U$ 64 milhões
44 – Peñarol: U$ 64 milhões
45 – Pachuca: U$ 60 milhões
46 – New York Red Bulls: U$ 56 milhões
47 – Lanús: U$ 54 milhões
48 – Toronto FC: U$ 51 milhões
49 – León: U$ 50 milhões
50 – Barcelona de Guyaquil: U$ 47 milhões

Enfim: o que acha desses números? É óbvio que pela metodologia, o Corinthians estará a frente do Flamengo pela questão patrimonial (ter um estádio), mas ainda assim qualquer brasileiro está muito longe dos europeus!

– Fundo Cristão Criado por Empresas. Cristãs ou Politicamente Corretas?

Essa ideia (abaixo) surgiu há 11 anos. Na época, eu não achava propícia. Hoje, acho muito interessante. Mas… tentei pesquisar e não sei no que resultou. Compartilho o texto da época:

Na Europa, foi criado nesta semana um fundo de investimentos com cunho moral chamado de “Fundo Cristão”, supervisionado até mesmo pelo Vaticano.

Para participar, a empresa não deve produzir / investir em tabaco, pornografia, armas e jogatina, entre outras coisas. Participam a Shell, Vodafone e Nestlé entre outras.

Mas uma ressalva é importante: o fundo parece ser mais um fundo moral do que cristão. Afinal, produzir corretamente não é dever de todos? Se os recursos fossem destinados para a solidariedade, talvez o termo cristão caísse bem. Mas nessas condições, acho impróprio o uso. Ser cristão exacerba tais atos.

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gaj50GH_NkFN9pC2iRVTh1vre8aA

PRIMEIRO “FUNDO CRISTÃO” DA BOLSA COMEÇA A OPERAR NA EUROPA

Londres, 27 abr (EFE).- O primeiro índice de bolsa cristão da Europa, que responde à crescente demanda dos investidores por ações “éticas” por causa da crise financeira global, começou nesta segunda-feira sua caminhada.

Do chamado Índice Cristiano Europeu Stoxx fazem parte 533 empresas do Velho Continente que dizem obter suas receitas exclusivamente de fontes compatíveis com os “valores e princípios da religião cristã”, explica o jornal “Financial Times”.

Entre as companhias que integram o índice figuram as petrolíferas BP e Royal Dutch Shell, a farmacêutica GlaxoSmithKline, o multinacional do setor alimentício Nestlé, o banco HSBC e a Vodafone, do setor telefônico.

Apenas grupos que não lucram com pornografia, armas, tabaco, controle de natalidade e jogo podem fazer parte do índice.

Um comitê, no qual, segundo a Stoxx, está representado o Vaticano, coordena as ações, que saem do índice Stoxx Europa 600.

Alguns dos maiores fundos de investimentos do mundo, como Aviva Investors, AXA Investment Managers e Hendrson Global Investor, criaram nos últimos anos fundos éticos em resposta à demanda dos investidores.

Esse tipo de fundos tem objetivos similares aos dos “fundos cristãos” embora não discriminem as empresas que fazem negócios ligados ao controle de natalidade e estão mais centrados em evitar os investimentos em empresas que danificam o meio ambiente.

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