– Mascarando problemas profissionais com a Empatia!

Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a EMPATIA no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:

Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z

EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS

Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.

Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.

Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.

Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.

Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.

Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

5 passos fundamentais para desenvolver empatia em vendas

Imagem extraída de: https://crono.news/Y:2021/M:03/D:25/h:11/m:00/s:03/be-kind-la-rivoluzione-del-xxi-secolo-e-interessarsi-alla-vita-degli-altri/

– Lições de Empreendedorismo do Criador do Waze.

Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.

Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).

Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!

Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?

Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:

Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”

Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

bomba.jpg

Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit

– O Cruzeiro SAF comprou Gerson por 30 milhões de euros. Mas e o custo benefício?

Gerson foi comprado pelo Cruzeiro junto ao Zenit por 30 milhões de euros (27 fixo e 3 por metas). 

Não, não é o Gerson companheiro de Seleção do Tostão, “Canhotinha de Ouro”, “Papagaio”, o Tricampeão do Mundo dos anos 70 no auge da carreira. É o Gerson do Flamengo, aquele que não certo na França, voltou, e foi para a Rússia. Já voltou de novo.

Ele já tem 28 anos. Portanto, dificilmente o Cruzeiro SAF recuperará o investimento, revendendo-o. Curiosamente, o time recusou 30 milhões de euros pelo atacante Kaio Jorge, do Flamengo (havia pago 7,2).

A pergunta é: Pedrinho BH, o dono do negócio, que sabidamente é um bilionário bem sucedido no ramo de supermercados, não quer transformar o clube em um negócio rentável, ou está aceitando perder dinheiro em troca de status e pela tentativa de afrontar a atual hegemonia de Flamengo e Palmeiras?

Meu pai me ensinou: por mais que se tenha grana, dinheiro não gosta de receber desaforo…

IN ENGLISH, by AI Gemini:

“Gerson was bought by Cruzeiro from Zenit for 30 million euros (27 million fixed plus 3 million in performance bonuses).

No, this isn’t the Gerson who was Tostão’s teammate, the ‘Golden Left Foot,’ ‘Papagaio,’ the 1970 World Champion at the peak of his career. It is the Gerson formerly of Flamengo—the one who didn’t quite make it in France, came back, went to Russia, and has now returned once again.

He is already 28 years old. Therefore, it is unlikely that Cruzeiro SAF will recoup its investment by reselling him. Interestingly, the team turned down a 30-million-euro offer from Flamengo for striker Kaio Jorge (having paid only 7.2 million for him).

The question is: does Pedrinho BH, the owner of the business—who is a well-known, successful billionaire in the supermarket industry—not want to turn the club into a profitable venture? Or is he willing to lose money in exchange for status and an attempt to challenge the current hegemony of Flamengo and Palmeiras?

My father taught me: no matter how much you have, money doesn’t like to be trifled with…

– 10 passos para uma ideal vida pessoal e profissional.

Recebi esse gráfico com virtudes para melhor relacionamento no trabalho e otimização de resultados. São breves reflexões sobre Ética, Planejamento, Foco, Garra, Criatividade, Vontade, Efetividade, Produtividade, Superação e Vida.

Gostei bastante e compartilho. Veja se tais pontos são úteis ou não:

– O Cruzeiro SAF comprou Gerson por 30 milhões de euros. Mas e o custo benefício?

Gerson foi comprado pelo Cruzeiro junto ao Zenit por 30 milhões de euros (27 fixo e 3 por metas). 

Não, não é o Gerson companheiro de Seleção do Tostão, “Canhotinha de Ouro”, “Papagaio”, o Tricampeão do Mundo dos anos 70 no auge da carreira. É o Gerson do Flamengo, aquele que não certo na França, voltou, e foi para a Rússia. Já voltou de novo.

Ele já tem 28 anos. Portanto, dificilmente o Cruzeiro SAF recuperará o investimento, revendendo-o. Curiosamente, o time recusou 30 milhões de euros pelo atacante Kaio Jorge, do Flamengo (havia pago 7,2).

A pergunta é: Pedrinho BH, o dono do negócio, que sabidamente é um bilionário bem sucedido no ramo de supermercados, não quer transformar o clube em um negócio rentável, ou está aceitando perder dinheiro em troca de status e pela tentativa de afrontar a atual hegemonia de Flamengo e Palmeiras?

Meu pai me ensinou: por mais que se tenha grana, dinheiro não gosta de receber desaforo…

IN ENGLISH, by AI Gemini:

“Gerson was bought by Cruzeiro from Zenit for 30 million euros (27 million fixed plus 3 million in performance bonuses).

No, this isn’t the Gerson who was Tostão’s teammate, the ‘Golden Left Foot,’ ‘Papagaio,’ the 1970 World Champion at the peak of his career. It is the Gerson formerly of Flamengo—the one who didn’t quite make it in France, came back, went to Russia, and has now returned once again.

He is already 28 years old. Therefore, it is unlikely that Cruzeiro SAF will recoup its investment by reselling him. Interestingly, the team turned down a 30-million-euro offer from Flamengo for striker Kaio Jorge (having paid only 7.2 million for him).

The question is: does Pedrinho BH, the owner of the business—who is a well-known, successful billionaire in the supermarket industry—not want to turn the club into a profitable venture? Or is he willing to lose money in exchange for status and an attempt to challenge the current hegemony of Flamengo and Palmeiras?

My father taught me: no matter how much you have, money doesn’t like to be trifled with…

– Os novos patrocínios para o Paulistão (que começará sábado).

A Sicredi, uma cooperativa de crédito que patrocinou o Paulistão de 2019 a 2025 (além das demais disputas profissionais da FPF), não estará mais no torneio em 2026.

Com a mudança de formato da competição e por estar encavalando entre o Brasileirão, haverá um número menor de datas do Campeonato Paulista. Assim, os clubes receberão menos dinheiro e outros patrocinadores entraram:

Para a Série A1, as Casas Bahia patrocinarão o evento, com algumas ativações a mais do que a Sicredi fazia.

Para as Séries A2, A3 e A4, a Casa de Apostas Rivalo anunciou o patrocínio.

Para a Série B, Copa Paulista e Paulistana (todas anteriormente patrocinadas pelo Sicredi), ainda não há algum acerto.

É interessante ver que com o Campeonato Brasileiro ofuscando os Estaduais, naturalmente eles perderam a valorização de outrora. E algo curioso: a narrativa dos patrocínios. Por exemplo: anunciou-se o maior patrocínio coletivo de clubes para as divisões inferiores (A2, A3, e A4). Ora, o valor das verbas da Sicredi, que eram para a FPF e que redistribuia para os clubes, agora será direto aos clubes pela Rivalo. Só mudou o fato da marca ir dos banners da entidade à camisa dos times.

Aliás, justamente nas divisões onde ocorreram os problemas de manipulação de apostas esportivas em outras épocas, uma Casa de Aposta as patrocinará. Nada de duvidar da idoneidade, óbvio, mas mundo afora (como a Premier League) tais patrocínios estão sendo proibidos de existirem no futebol paulatinamente.

– Os novos patrocínios para o Paulistão (que começará sábado).

A Sicredi, uma cooperativa de crédito que patrocinou o Paulistão de 2019 a 2025 (além das demais disputas profissionais da FPF), não estará mais no torneio em 2026.

Com a mudança de formato da competição e por estar encavalando entre o Brasileirão, haverá um número menor de datas do Campeonato Paulista. Assim, os clubes receberão menos dinheiro e outros patrocinadores entraram:

Para a Série A1, as Casas Bahia patrocinarão o evento, com algumas ativações a mais do que a Sicredi fazia.

Para as Séries A2, A3 e A4, a Casa de Apostas Rivalo anunciou o patrocínio.

Para a Série B, Copa Paulista e Paulistana (todas anteriormente patrocinadas pelo Sicredi), ainda não há algum acerto.

É interessante ver que com o Campeonato Brasileiro ofuscando os Estaduais, naturalmente eles perderam a valorização de outrora. E algo curioso: a narrativa dos patrocínios. Por exemplo: anunciou-se o maior patrocínio coletivo de clubes para as divisões inferiores (A2, A3, e A4). Ora, o valor das verbas da Sicredi, que eram para a FPF e que redistribuia para os clubes, agora será direto aos clubes pela Rivalo. Só mudou o fato da marca ir dos banners da entidade à camisa dos times.

Aliás, justamente nas divisões onde ocorreram os problemas de manipulação de apostas esportivas em outras épocas, uma Casa de Aposta as patrocinará. Nada de duvidar da idoneidade, óbvio, mas mundo afora (como a Premier League) tais patrocínios estão sendo proibidos de existirem no futebol paulatinamente.

– 6 das 10 maiores empresas da América Latina são brasileiras:

Competência e trabalho resultam nisso aqui:

– E os gastos do Flamengo?

De fato, as receitas do Flamengo são espetaculares e permitem que o clube gaste valores altos.

Porém…

Não quer dizer que se pode fazer ofertas surreais, como a de Kaio Jorge.

Cá entre nós: as cifras de mais de 30 milhões assustam!

Gaste-se com moderação.

– A prática profissional ou a formação acadêmica?

Um dilema cada vez maior em nossos dias: a prática profissional ou a formação acadêmica – O que seria mais importante?

Vale a discussão, abaixo, extraído de FSP, 10/12/2017, Caderno Carreiras, C2.

O QUE VALE MAIS: HABILIDADE OU DIPLOMA?

Declaração de empresário embasa discussão sobre o peso da graduação e de especializações versus experiência e competência

Por Cris Olivette

Enquanto muitos profissionais consideram que ter uma coleção de diplomas garante sucesso na carreira, o dono da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, diz que as habilidades devem ser levadas mais em consideração do que os diplomas, na hora de contratar profissionais.

A afirmação de Musk, segundo o especialista em recuperação de empresas, Flávio Ítavo, é verdadeira quando se refere a necessidade de contratar pessoas experientes para exercer uma tarefa complexa.

“Não é verdadeira quando falamos em profissionais em início de carreira. Para esses, o diploma continua sendo importante. No meu caso, por exemplo, quando sou contratado como consultor, as empresas olham para aquilo que já realizei. Elas não vão se preocupar em olhar em qual faculdade me formei há 30 anos e quais especializações eu tenho”, diz.

Presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), Elaine Saad concorda com ele. “Para contratar alguém no início de carreira, as companhias usam o diploma como parâmetro de avaliação. Os RHs partem do principio que a pessoa que tem aquele diploma passou por aulas e provas sobre o assunto. Isso não significa que alguém sem nível universitário não tenha o seu valor.”

Segundo ela, as pessoas escolhem as profissões e depois caminham na vida profissional não necessariamente dentro da carreira escolhida, e isso ocorre por dois motivos: ou porque o trabalho a direciona para outro lado, ou porque não encontram oportunidade na área.

Elaine diz que na maioria das vezes, o que se aprende na faculdade vai ficando para trás e passa a prevalecer a atividade que a pessoa faz no dia a dia.

“Para mim, o diploma não deixou de ser importante, porque o estudo na universidade tem duas funções: estimular a capacidade cognitiva e ajudar as pessoas a se manterem atualizadas. Porém, diploma não garante que o profissional permaneça em uma companhia, ou tenha sucesso no que faz. Só estudar não capacita para o sucesso no mundo corporativo.”

Ela considera que os dois aspectos são complementares. “Conforme o momento de carreira, é possível ao RH identificar as habilidades de um candidato por meio de uma série de metodologias, que buscam a evidência do que ele está falando.”

Diretora de RH e Marketing da Manpower Group Brasil, Márcia Almström diz que o mundo está muito mais prático do que teórico. “Hoje, ter um diploma de nível superior não é sinônimo de empregabilidade. Quando pesquisamos o mercado, observamos que as demandas surgem nas áreas muito mais técnicas e especialistas. Essas qualificações têm sido as que têm gerado mais empregos”, conta.

Segundo ela, a experiência prática passou a ser um fator de inserção do jovem no mercado de trabalho. “Participamos de discussões com o MEC e representantes de vários países sobre como inserir o jovem no mercado de trabalho. Nossa contribuição para essa discussão foi a pesquisa que fizemos sobre Escassez de Talento, que aponta que há falta de talento na área técnica. E aonde tem escassez tem oportunidade de trabalho. É um desafio para as empresas, mas uma oportunidade para as pessoas. Por isso, o MEC alterou o currículo do ensino médio para oferecer formação técnica”, conta.

Márcia diz que a pesquisa feita pela Manpower aponta que o terceiro fator de maior dificuldade das empresas em preencher as vagas é a falta de experiência prática. “O que mostra o peso de se ter experiência efetiva. É indiscutível o quanto a experiência prática tem valor no currículo e na competitividade das pessoas.”

Habilidades. Ela afirma que a habilidade significa desenvolver uma expertise, o que é oferecido pelo curso técnico. “Diferentemente do curso superior, que qualifica a pessoa como médico, advogado etc. Mas esse profissional não é especialista, é generalista. Habilidade é o fazer técnico. A formação superior oferece competência.”

Elaine diz que entre as habilidades mais valorizadas pelo mercado estão: capacidade de resolver problemas e transformar uma questão complexa em algo mais simples; facilidade de comunicação e de perceber como se comunica e como o outro compreende de maneira efetiva; iniciativa; ambição – saber aonde quer chegar; capacidade de se conhecer e de entender como funciona e o impacto que causa em outras pessoas; capacidade de compreender o contexto onde está inserido; e percepção dos diferentes perfis de pessoas.

“Tem uma série de habilidades com as quais algumas pessoas já nascem e outras podem ser aprendidas, como a autoestima, que é um atributo bastante importante”, diz Elaine.

Diploma Digital: o que é e como funciona | Brasil Open Badge

Imagem extraída de: https://bropenbadge.com/blog/diploma-digital/

– Brasil sobe no ranking global de wellness e transforma autocuidado em potência econômica.

Autocuidado impulsiona a economia e coloca o Brasil em destaque global. #Linkezine 🌿 O post 🎯📢🔥 Brasil sobe no ranking global de wellness e …

Continua em: Brasil sobe no ranking global de wellness e transforma autocuidado em potência econômica

– Cada conglomerado…

Quanta potência!

Vide as mega-empresas abaixo:

– Produtividade começa nas emoções: o que trava ou impulsiona as empresas.

Produtividade sustentável nasce do cuidado com as emoções e da gestão baseada em dados. #Linkezine 🧠 O post 🎯🔥 Produtividade começa nas emoções: o…

Continua em: 🎯🔥 Produtividade começa nas emoções: o que trava ou impulsiona as empresas

– Sempre é possível começar de novo.

Muitas vezes desanimamos no fracasso e desistimos. Mas… quem disse que os erros derradeiros são sempre as últimas oportunidades?

Podemos recomeçar sempre! Basta querer. E, cá entre nós, o recado desta imagem, abaixo, diz tudo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Descentralize o poder!

Gostei deste banner sobre dicas para “delegar tarefas”, algo muito difícil quando a centralização do poder e das tomadas de decisões estão arraigadas culturalmente.

Vale a atenta observação. Abaixo: 

8C2DF089-6CF2-4B69-B6A2-F2F3CA1B53D7

Extraído do Facebook de Jamila Nascimento: https://www.facebook.com/104394481337325/posts/133033168473456/

– A Warner rejeitou a proposta da Paramount.

Rejeitar US$ 108 bi?

A Warner Bros está brincando…

Dinheiro não leva desaforo.

– Os clubes de futebol mais valiosos do mundo:

Os clubes de futebol mais valiosos do mundo, na imagem:

E que força é essa das equipes dos EUA?

bomba.jpg

– Os 10 mandamentos das Redes Sociais.

O Sebrae publicou um ótimo material para empreendedores no ambiente virtual.

São 10 oportunas observações, na imagem abaixo (nela própria há as citações):

– Red Bull Memphis Depay.

E a Red Bull, esperta como só no marketing, aproveita a boa fase de Memphis Depay e lança no Brasil o energético estampando o jogador do Corinthians.

Informações de: https://www.mktesportivo.com/2025/12/red-bull-lanca-edicao-limitada-com-memphis-no-mercado-brasileiro/

– Quanto vale o seu time de futebol?

A Sportsvalue, do consultor Amir Somoggi, divulgou nesse final de ano o Valuation (a grosso modo, o valor de mercado das marcas) dos clubes brasileiros

O Flamengo passou de 5 bilhões de reais, seguindo pelo Palmeiras com 4,4 bi e o Corinthians com quase 4. Depois deles, Atlético Mineiro e SPFC

Abaixo, a relação. Vide que o Red Bull Bragantino já superou Vasco da Gama e, pasmem, o Santos!

– Executivos reduzem o tempo de trabalho para poderem exercer com mais tempo a… Paternidade!

Estou com essa turma e não abro mão: na Alemanha, homens, com importantes cargos profissionais, fazem de tudo para poder conseguir um tempinho a mais com seus filhos. Sacrifício e ao mesmo tempo, prazer recompensador!

Extraído de:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homem-alemao-troca-cargo-por-familia-,1114810,0.htm

HOMEM ALEMÃO TROCA CARGO POR FAMÍLIA

Executivos em posições de liderança em bancos e em órgãos do governo pedem demissão ou trabalham meio período para cuidar dos filhos

Por Susanne Amann , Simone Salden / Der Spiegel

No passado, as políticas alemãs relativas às famílias dos empregados eram mais voltadas às mulheres, mas a situação vem mudando. Os homens também começam a exigir condições de trabalho mais flexíveis para equilibrar seus deveres de trabalho e com a família – e isso vem forçando grandes mudanças da cultura corporativa.

Há alguns anos, Gerd Göbel provavelmente seria considerado um irracional por muitos diretores de recursos humanos. E possivelmente deixaria também os colegas surpresos. Göbel tem uma carreira bem-sucedida no segundo maior banco da Alemanha, o Commerzbank, onde chefia uma equipe de administração de ativos e portfólio. E trabalha em tempo parcial porque tem uma filha ainda muito pequena.

Quando a menina nasceu, há três anos, o executivo de 47 anos reduziu suas horas de trabalho para 40% do total; depois aumentou para 60% e mais recentemente para 80%. Na sua divisão, que tem 80 funcionários, ele foi o primeiro pai a tirar uma licença paternidade e o primeiro a desistir de uma posição que exige horário integral.

“Na época, claro que me perguntei se seria possível trabalhar em tempo parcial em um cargo de liderança”, diz ele, que chefia uma equipe de cinco pessoas. Mas seu experimento foi bem-sucedido e ele continua a passar um dia útil em casa, embora possa ser encontrado pelo telefone celular.

Göbel ainda é exceção. Mas o fato é que ele é um dos muitos pais que não se satisfazem mais em trabalhar a semana inteira e ver os filhos só nos fins de semana. Quando Jörg Asmussen se demitiu do seu posto de alto nível como membro da diretoria executiva do Banco Central Europeu, em meados de dezembro, ele citou a “família” e os “dois filhos ainda bebês” como o motivo. Considerações familiares também teriam sido fator decisivo para o fim surpreendente da carreira de Roland Pofalla, durante anos um dos homens mais influentes do governo Angela Merkel.

Mudanças. Na Alemanha em geral os homens ainda representam pouco menos de 20% de todos os indivíduos que trabalham em tempo parcial, mas este porcentual cresce rapidamente. A proporção de homens que trabalham meio período mais do que dobrou em dez anos, ao passo que a de mulheres cresceu em torno de 30%.

No pacto de coalizão recentemente concluído pelo governo da Alemanha foi inserido, pela primeira vez na história do país, um capítulo que trata do papel dos “pais ativos” e um apelo no sentido de “melhores condições que permitam que pais e mães compartilhem as obrigações profissionais e familiares de modo equitativo”.

A pressão por mudanças vem crescendo, com as empresas ainda lutando para encontrar e reter bons empregados. Já não basta mais oferecer aos funcionários uma creche na empresa. Pesquisas com os pais mostram que a possibilidade de manter uma carreira compatível com a vida privada aumenta enormemente a motivação para o trabalho e a fidelidade ao patrão.

Gestores de recursos humanos também reconhecem que o fato de estar ativamente envolvido na educação dos filhos também é benéfico para o progresso profissional de um indivíduo, já que pais que trabalham sempre são mais sociáveis e costumam organizar a carga de trabalho de maneira eficiente.

Os homens avaliam as políticas corporativas para famílias de forma mais negativa do que as mulheres. Para 85% deles, as políticas das empresas nesse setor são mais direcionadas às colegas do sexo feminino. Foi o que revelou um estudo feito pela A.T. Kearney que será publicado este mês. “As empresas precisam agir. Necessitamos urgentemente de novos modelos de modo a reformular inteiramente o trabalho”, disse Martin Sonnenschein, diretor da A.T. Kearney para a Europa Central.

Iniciativas. A gigante da engenharia Bosch é uma das que se esforçam para incluir os homens nas políticas de família. A empresa oferece a seus funcionários não só a possibilidade de “tempo de trabalho flexível” ou em meio período, mas os incentiva expressamente a trabalhar a partir de outros locais.

Os executivos têm permissão para organizar seus horários como preferirem, desde que produzam resultados – um projeto inicial pôs cem executivos para trabalhar de casa. Redes internas, como “papas@bosch” (“papais na Bosch”), auxiliam a troca de informações.

Os executivos estão embarcando nas possibilidades oferecidas, mesmo quando estão em cargos considerados chave pelas organizações. Lutz Cauers, de 49 anos, é um bom exemplo dessa tendência. Ele é diretor do departamento de auditoria interna da Deutsche Bahn, empresa ferroviária alemã.

Ele é responsável por mais de 100 empregados e se reporta diretamente ao presidente da companhia. Cauers tem escritório em Berlim e um segundo em Frankfurt. Ele controla também três outras bases na Alemanha e mais quatro na Europa, Ásia e Estados Unidos. Mas centralizou sua vida em Nuremberg, onde vivem a mulher e os três filhos.

Atualmente ele está montando um escritório numa empresa afiliada em Nuremberg e passa pelo menos uma noite da semana com a família. E com frequência pega um avião no início da manhã para Berlim ou o trem para Frankfurt. Se necessário, leva os filhos com ele para o escritório.

“Minha mulher tem uma empresa de médio porte, portanto é claro que ela não consegue cuidar da casa sozinha”, disse ele. “E eu não gostaria disso também. Quero ver meus filhos crescerem.”

Flexibilidade. Um número crescente de homens pretende seguir o caminho escolhido por Cauers e as empresas vêm reagindo a isso. A aérea Lufthansa, há anos, oferece a seus 70 mil funcionários a possibilidade de trabalharem meio período. Mas diz ter percebido que só isso não é mais suficiente.

Bettina Volkens é diretora de recursos humanos do grupo Lufthansa e também mãe de duas crianças. “Contratos de trabalho que não têm flexibilidade não funcionam mais”, diz ela, explicando que a empresa tem de se envolver diretamente com os problemas dos funcionários. A meta de Bettina é tornar a cultura da empresa mais aberta a modelos de contrato de trabalho ainda mais flexíveis.

Parte disso é o projeto piloto chamado “Novo Espaço de Trabalho”, em que 80 empregados da área de recursos humanos compartilham 50 estações de trabalho. Mesmo os executivos sentam em mesas diferentes a cada dia. “Os empregados podem trabalhar às vezes a partir de casa. “A ideia é incentivar isso”, diz Bettina. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Homens estão passando mais tempo com seus filhos, mas licença-paternidade estendida só é realidade em 12% das empresas – 4DADDY

Imagem extraída de: https://4daddy.com.br/homens-estao-passando-mais-tempo-com-seus-filhos-mas-licenca-paternidade-estendida-so-e-realidade-em-12-das-empresas/

– Paramount x Netflix: a batalha bilionária que pode redefinir Hollywood.

A disputa entre Paramount e Netflix pela Warner Bros. Discovery inaugura um dos momentos mais tensos e decisivos da era do streaming. #Linkezine 🎬 O…

Continua em: 🔥🎬 Paramount x Netflix: a batalha bilionária que pode redefinir Hollywood

– Quanto vale o seu time de futebol?

A Sportsvalue, do consultor Amir Somoggi, divulgou nesse final de ano o Valuation (a grosso modo, o valor de mercado das marcas) dos clubes brasileiros

O Flamengo passou de 5 bilhões de reais, seguindo pelo Palmeiras com 4,4 bi e o Corinthians com quase 4. Depois deles, Atlético Mineiro e SPFC

Abaixo, a relação. Vide que o Red Bull Bragantino já superou Vasco da Gama e, pasmem, o Santos!

– A invasão dos Gramados Sintéticos: até o Juventus, na Moóca?

O novo Canindé será reformado com gramado sintético. O atual Pacaembú já é assim. Nem se fala do Allianz ParkAgora, o Estádio Conde Rodolfo Crespi, o campo da simpática Rua Javari, também receberá tal piso.

Eu me lembro, ainda quando jovem árbitro, que a FIFA anunciou que o Mundial Sub 15 (nos anos 90, na Finlândia) teria piso artificial, como teste. E os motivos: condições severas de temperatura e alto custo de manutenção dos gramados naturais naquele país.

Pergunto: HOJE, qual competição da FIFA utiliza gramado sintético?

Na Copa do Mundo 2026, “terra dos gramados sintéticos” originários do Soccer, todos serão de grama natural e nem se discute isso.

Qual grande liga de futebol tem gramado artificial hoje? Aliás, na maior parte deles, é proibido tal piso.

Aqui no Brasil, virou febre.

A questão é: até quando? Até os jogadores se unirem e se revoltarem? Até os clubes se reunirem e chegarem a algum acordo proibitivo?

Pergunto: qual jogo a Seleção Brasileira fez em piso sintético com seu mando de jogo?

As lesões, queiramos ou não, dizem tudo…

Em: https://www.metropoles.com/colunas/demetrio-vecchioli/rua-javari-tera-gramado-sintetico-apos-tombamento-ser-revogado

– Produtos que se confundem com a marca.

E quando o produto se confunde com a marca?

Abaixo, algumas empresas que conseguiram transformar suas ofertas em sinônimo do próprio invento (faltou “lâmina de barbear”, pois várias vezes já falei: “acho que comprarei Gillette daquela marca mais barata”…).

Extraído do LinkedIn de Ricardo Amorim.

– E a Netflix comprou a Warner Bros!

Que negócio fantástico!

Por mais de 80 milhões de dólares, a Netflix comprou a WB.

Imaginaram os heróis da DC, Harry Porter e todos os demais grandes sucessos na mão do Streaming mais famoso?

Mas leio: cineastas reclamam, dizendo que o Cinema é Arte, e nas mãos da Netflix, virará comércio.

Sei lá… já não é?

– A invasão dos Gramados Sintéticos: até o Juventus, na Moóca?

O novo Canindé será reformado com gramado sintético. O atual Pacaembú já é assim. Nem se fala do Allianz ParkAgora, o Estádio Conde Rodolfo Crespi, o campo da simpática Rua Javari, também receberá tal piso.

Eu me lembro, ainda quando jovem árbitro, que a FIFA anunciou que o Mundial Sub 15 (nos anos 90, na Finlândia) teria piso artificial, como teste. E os motivos: condições severas de temperatura e alto custo de manutenção dos gramados naturais naquele país.

Pergunto: HOJE, qual competição da FIFA utiliza gramado sintético?

Na Copa do Mundo 2026, “terra dos gramados sintéticos” originários do Soccer, todos serão de grama natural e nem se discute isso.

Qual grande liga de futebol tem gramado artificial hoje? Aliás, na maior parte deles, é proibido tal piso.

Aqui no Brasil, virou febre.

A questão é: até quando? Até os jogadores se unirem e se revoltarem? Até os clubes se reunirem e chegarem a algum acordo proibitivo?

Pergunto: qual jogo a Seleção Brasileira fez em piso sintético com seu mando de jogo?

As lesões, queiramos ou não, dizem tudo…

Em: https://www.metropoles.com/colunas/demetrio-vecchioli/rua-javari-tera-gramado-sintetico-apos-tombamento-ser-revogado

– O Comércio apela. Cyber Monday?

Ok, há gente que vive em função de promoções. Mas depois da Black Friday, e alguns estendendo para Black Week, teremos na 2a feira a “Cyber Monday“, versão exclusiva de ofertas para a compra pela Internet!

Quero ver pagar a conta depois… Consumidores compulsivos que se segurem!

Resultado de imagem para cyber monday

– Diferenciando Concorrência e Rivalidade no Mundo das Empresas.

Que interessante: Robson Viturino e Álvaro Oppermann (Revista Época Negócios, Ed fevereiro – 22, pg 60) trouxeram uma importante matéria sobre como a concorrência ajuda a vender mais, além de alguns malefícios que ela traz, de forma leve e interessante.

Abaixo:

JÁ VIU O QUE SEU RIVAL FEZ HOJE?

Estudo desvenda os mecanismos psicológicos que motivam o espírito de rivalidade entre empresas concorrentes.

No dia a dia dos negócios, as palavras “rival” e “concorrente” são usadas de forma indistinta. Uma nova pesquisa, porém, evidencia que existem diferenças claras entre as duas na relação de pessoas e empresas. E não é só uma questão semântica. “A primeira coisa a notar é que as pessoas são mais aguerridas na competição quando existe rivalidade entre elas”, dizem os autores do estudo, Gavin Kilduff, Hillary Elfenbein e Barry Staw. O trio de pesquisadores, professores de administração nas universidades de Nova York, Saint Louis e Berkeley, estudou a psicologia da rivalidade e da concorrência entre jogadores e times de basquete dos Estados Unidos. Segundo eles, as conclusões podem ser estendidas aos negócios.

A literatura de negócios usava as duas palavras como sinônimos de competição”, dizem os pesquisadores em um artigo publicado no Academy of Management Journal. “No entanto, a concorrência é algo racional. A rivalidade é passional”, afirma o trio. Esta última nasceria do envolvimento psicológico entre os protagonistas. Ou seja, surge quando existe uma relação íntima, ou um histórico comum, às partes envolvidas, gerando implicações profundas na maneira como jogadores e equipes se relacionam. “O mesmo ocorre nos negócios”, dizem eles.

Se a concorrência é o motor do desempenho, a rivalidade é o seu “afrodisíaco”. Um bom exemplo disso está no basquete norte-americano dos anos 80, que foi polarizado por Larry Bird, do Boston Celtics, e Earvin “Magic” Johnson, do Los Angeles Lakers. Os dois iniciaram a carreira profissional em 1979. Antes eles eram estrelas dos principais times universitários dos Estados Unidos e acompanhavam com afinco a carreira um do outro. “Quando a tabela de jogos da temporada era publicada, os jogos do Celtics eram a primeira coisa que eu marcava”, diz Magic Johnson. “Eu começava a ler o jornal pela seção de esportes, para ver como estavam as estatísticas de Magic”, diz Bird. A rivalidade – ou quase obsessão – acabou servindo de combustível ao brilhantismo de ambos nas quadras. Concorrentes se esforçam e dão o sangue. Rivais fazem das tripas coração. Eis a diferença.

Nos negócios, a rivalidade também pode gerar um ciclo virtuoso. No Japão, os rivais Toyota e Nissan protagonizam um duelo de inovação desde os anos 70. Quando a Toyota invadiu o mercado americano com o Corolla, em 1972, a Nissan respondeu em seguida com o Bluebird. Em 2001, a Nissan redesenhou totalmente o Altima para enfrentar o Toyota Camry. Em 2010, diante do Leaf, carro elétrico mundial a ser produzido pela Renault-Nissan, a Toyota respondeu comprando uma fatia da Tesla Motors. Segundo a autora Evelyn Anderson, embora a Toyota seja altamente competitiva em relação a Ford e GM, a competição acirrada com a Nissan e a Honda sempre teve um gostinho especial.

A rivalidade também tem uma face sombria, dizem os pesquisadores. É comum rivais engalfinharem-se em lutas do tipo “custe o que custar”. O Boston Scientific Group, por exemplo, se dispôs a pagar US$ 24,7 bilhões pela fabricante de marca-passos Guidant, para não permitir que o eterno rival Johnson & Johnson abocanhasse a empresa. Esta é considerada pelos analistas a segunda pior aquisição da história, atrás somente da compra da Time Warner pela AOL. Já a Adidas e a Puma (criadas por dois irmãos que se detestavam) estavam tão preocupadas em espionar uma à outra, nos anos 70, que não viram a Nike chegar. “A rivalidade é uma faca de dois gumes”, concluem os autores. Moral: saiba diferenciar concorrência de rivalidade.

bomba.jpg

Imagem extraída do link acima citado.

– A administração do tempo na vida pessoal e profissional.

Há certos momentos em que paramos para refletir o que vale a pena em nossas vidas. A busca do sucesso, de vaidade, dos rótulos…

O que interessa a cada pessoa, de fato, é muito pessoal e subjetivo. Para nós, administradores de empresas, a grande dificuldade é conciliar as atividades profissionais, os compromissos, os interesses pessoais e a família.

Ricardo Diniz, empreendedor, ex-presidente da Associação Comercial de Jundiaí e colunista do agora extinto Jornal Bom Dia, escreveu há 9 anos um texto que resume muito bem tudo isso: o que é urgente, hoje, para nós?

E ele nos lembra: quantas mensagens e emails respondemos por dia? Temos tempo para os entes queridos? Descansamos? É tanta informação num mundo tão dinâmico, que os alunos em qualquer graduação já estão desatualizados na metade do curso! Ou, mais assustador: lendo uma semana de jornal, podemos ter mais informações do que os cidadão do século XVIII tiveram!

Compartilho o excepcional artigo (que se mantém bem atual) e deixando ele próprio como reflexão:

O QUE É URGENTE?

Em cima da mesa, ou mesmo no bolso, como quase sempre está, meu celular, pelo menos 40 vezes ao dia, faz aquele toque uníssono fácil de identificar, mensagem! Normalmente, um convite do facebook, e-mail ou sms.

Nos assuntos, vejo palavras chaves: importante, urgente, aguardo resposta, aprovação…

Quando é e como é que as coisas se tornaram tão imediatas assim?

Até bem pouco tempo atrás, havia tempo para tudo: estudar, trabalhar, ficar com a família, ler, ver TV, ter uma atividade extra, fazer um trabalho voluntário. Como dizia o poeta, Renato Russo, “antes eu sonhava e agora já não durmo”.

E é bem assim que a maioria da população se sente, sempre atrasada, perdendo hora.

A tecnologia, que na teoria foi criada para facilitar o trabalho e diminuir o tempo das tarefas, paradoxalmente, tem acelerado o dia a dia, dando a impressão de que o tempo voa.

Veja só, dia desses vi em um vídeo da internet que em uma semana lendo o The New York Times você obtém mais informação do que em uma vida inteira no século 18. E ainda, que a quantidade de informação técnica está dobrando a cada dois anos, então, para um aluno iniciando um curso de quatro anos, metade do que aprendeu no primeiro ano estará desatualizado no terceiro ano de estudo.

Sem desconsiderar as necessidades materiais que a vida exige, trazendo para nós essa euforia para alcançar o sucesso, e falo isso para mim mesmo, acredito ser necessário estabelecer prioridades que vão além do “ter”.

E você, se tivesse que enumerar suas urgências, sua família estaria entre elas?

Novas medições de relógio nuclear podem dar mudanças de tempo mais precisas ao redor do mundo - iStock

Imagem extraída de: iStock

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Imagem relacionada

– A Ansiedade como malefício profissional.

Compartilho interessante artigo extraído da coluna “Manual do executivo ingênuo” sobre os malefícios da ansiedade na vida pessoal e profissional.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml

A INIMIGA DE TODAS HORAS

por Adriano Silva

Um ponto central da ansiedade, para quem é ansioso como eu, é essa sanha de controlar as coisas. O sujeito controlador é um ansioso crítico e um ansioso crônico. Deveria ser levado a escolas primárias e mostrado como exemplo às crianças do que não fazer. (Eis-me aqui um candidato!) O controlador quer pôr ordem no mundo, nas coisas, nas pessoas. Uma ordem estática, perfeita, que não existe na natureza e nem em lugar algum. Mas que fica queimando na cabeça e no estômago do sujeito como se a sua existência fosse condição fundamental de felicidade. O ansioso é o sujeito que quer ter tudo sob controle. Nenhum risco, nenhum imprevisto, nada que não esteja absolutamente dominado. Trata-se de uma mania de deixar todos os livros perfeitamente organizados na estante antes de dormir. De não conseguir pegar no sono enquanto os títulos não estiverem todos arrumados em ordem decrescente de sobrenome de autores. Nada contra. Exceto pelo fato de que esse é um projeto impossível. Suicida. E inútil. A vida é feita de centenas de prateleiras que estão sempre em movimento. Elas surgem e desaparecem a todo momento à nossa frente. Tão importante quanto ter algum controle sobre os vários escaninhos da nossa vida, de modo a poder lidar minimamente com eles, é aprender a lidar com as surpresas, com as não-garantias, com as ausências de certeza, com o tremendo desconforto de saber que não temos a rigor controle sobre nada, com o quinhão de caos que nos orbita todos os dias.

No final, escrevi tudo isso, claro, você já percebeu, porque digladio diariamente com a ansiedade. Então é provável que a gente ainda venha a falar um bocado disso por aqui. É um dos fantasmas que mais me machuca. Há outros. Você vai se divertir com as catarses coletivas que vamos proporcionar juntos aqui, antes, durante e depois do expediente. Só que também é verdade que discorri sobre a loba porque ela está por trás de um troço que eu aprendi a detestar recentemente: aqueles e-mails que vêm com pedidos de confirmação automática. É o cúmulo do controle. O sujeito precisa saber se o outro realmente abriu seu e-mail. E a hora exata em que o fez. E aí deve ficar olhando para o relógio e pensando: “Por que não responde logo?” Algumas dessas confirmações são bem engraçadas. Dizem assim: “Fulano de tal abriu sua mensagem na hora tal. Mas não significa que ele tenha lido, compreendido ou concordado com o seu conteúdo”. Ao ler isso, imagino que o controlador tenha que controlar, na verdade, o ímpeto de se atirar pela janela. Eu ainda não cheguei a esse ponto. Não envio pedidos de confirmação e assim contribuo não apenas com um volume menor de informações inúteis rolando na rede mas também com a minha própria saúde física e mental.

Ansiedade: 22 sintomas físicos e psicológicos e teste online | Zenklub

Imagem extraída de: https://zenklub.com.br/blog/saude-bem-estar/ansiedade/

– Empresas de Trilhões:

Como pode uma empresa valer trilhões?

As ligadas à tecnologia, estão “com tudo”:

– Quais os benefícios mais desejados pelos funcionários?

Veja que interessante: uma matéria da Isto É Dinheiro trouxe um panorama do que os colaboradores esperam das suas empresas, e o que elas, de fato, oferecem.

Abaixo, extraído de: https://istoedinheiro.com.br/expectativa-x-realidade-veja-os-beneficios-mais-dados-pelas-empresas-e-os-mais-desejados/

EXPECTATIVA X REALIDADE

por Bruno Pavani

Na corrida entre as empresas para atrair talentos em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, os benefícios oferecidos podem ser o fiel da balança. Uma nova pesquisa da Robert Half, especialista em seleção de talenos, revela que a maioria das pessoas entrevistadas (58%) está satisfeita com os auxílios e incentivos que recebe atualmente. Entretanto, 77% gostariam de alterações devido às mudanças no mercado de trabalho.

Como consequência da volatilidade do mercado de trabalho, o ranking de benefícios vem passando por mudanças nos últimos anos. Os resultados do estudo indicam alguns benefícios que não estão presentes na lista das empresas, mas são altamente valorizados por profissionais. A primeira discrepância envolve o bônus acordado. Esse benefício foi citado pelos profissionais como um poderoso instrumento de motivação, pois reconhece e recompensa os esforços de maneira tangível. 

Em seguida, ganha relevância a flexibilidade de horários e modelos de trabalho, cada vez mais valorizada no ambiente profissional moderno. A possibilidade de trabalhar remotamente ou escolher horários que melhor se adequem às necessidades individuais tende a aumentar a satisfação da equipe, reduzir o estresse e melhorar a produtividade. 

Por fim, o auxílio educacional também está presente apenas na listagem das pessoas. Investir na educação do time serve para incrementar habilidades e conhecimentos, beneficiando a empresa, que passa a contar com uma equipe mais qualificada e preparada para enfrentar os desafios do mercado. Além de demonstrar que a empresa valoriza o crescimento das pessoas, esse auxílio pode fortalecer o compromisso mútuo.

10 benefícios mais oferecidos x 10 benefícios mais desejados

Posição Empresas Profissionais
1 Vale-refeição Bônus acordado (anual, trimestral, mensal)
2 Vale-transporte (público) Flexibilidade de horário e modelo de trabalho
3 Plano odontológico Previdência privada
4 Seguro de vida Vale-alimentação
5 Plano de saúde Plano de saúde
6 Auxílio mobilidade Vale-refeição
7 Celular da empresa Plano odontológico
8 Apoio psicológico Seguro de vida
9 Auxílio-combustível Auxílio educacional
10 Previdência privada Estacionamento

O peso dos benefícios na negociação salarial

Entre as pessoas atualmente empregadas, 57% afirmam que, caso os benefícios que julgam importantes não sejam ofertados, é importante negociar melhor o salário em uma possível movimentação. Entre as desempregadas, 51% levam os auxílios em consideração, mas não como um fator decisivo.

Dados do Panorama de Benefícios Brasil levantado pela Alelo em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apontam que no segundo trimestre de 2024, os brasileiros que receberam benefícios corporativos (Vale-alimentação e Vale-Refeição, combinados) tiveram um acréscimo equivalente a 32% à renda mensal em junho, acumulando uma soma média de R$ 941,2 à renda média recebida no período (R$ 2.941).

Os dados da Robert Half ainda indicam que profissionais valorizam a possibilidade de escolher benefícios de acordo com suas necessidades individuais (80%). No entanto, apenas 15% das empresas oferecem essa opção.

“Embora o salário seja um aspecto crucial, esses dados demonstram que os benefícios não podem ser negligenciados, pois têm um impacto significativo na atração e retenção de talentos. As empresas, cientes desses aspectos, podem considerar os benefícios como parte da proposta de remuneração total”, orienta Mantovani.

O estudo inclui dados de duas pesquisas: uma realizada em maio de 2024, por meio de questionário online com 1.161 profissionais, divididos em três grupos de 387 pessoas cada – tomadores de decisão nas empresas, profissionais empregados e profissionais desempregados. E a segunda, realizada em julho de 2024, com 1.000 profissionais e 500 executivos.

Crédito: Pexels.

– Receita do Bom Líder.

Tempos atrás, Graziele Oliveira da Revista Época (ed 19/11/2012, pg 74-75) trouxe uma interessante matéria sobre a redução de gerentes no ambiente de trabalho.

Tal nível hierárquico conta com menos profissionais, que são mais cobrados e ganham consequentemente mais importância.

No texto, há até uma “receita” do bom gerente:

A RECEITA DO BOM GERENTE

O bom gestor atende aos anseios da equipe, mas segue também algumas ações fundamentais:

FORMAR – O bom chefe incentiva e facilita que o funcionário estude. No dia a dia, faz com que os integrantes da equipe ganhem experiência relevante

INFORMAR – Ele mantém cada um informado sobre seus objetivos e meios, a qualidade do trabalho feito e o que é preciso mudar.

DELEGAR – Permite que os integrantes da equipe assumam novas responsabilidades e desafios adequados.

DEFENDER – Assume responsabilidades e mostra-se parte da equipe frente à empresa e aos superiores, nos bons e maus momentos.

ANIMAR – Mantém o ambiente leve e animado. Age com educação e atenção real às necessidades de cada integrante da equipe.

Imagem extraída de: https://www.bbc.com/worklife/article/20140606-bad-boss-the-terror-at-the-top