Eu vi esse mapa sobre os varejistas mais buscados no Google por cada estado brasileiro.
Penso: ser o mais buscado na Internet, por tabela, o torna o maior daquele lugar? O que vende mais? O que lucra mais?
Confira e tire suas conclusões:
Em minhas aulas, sempre abordamos as questões de Clima Organizacional e Cultura da Empresa. Sem os valores dela explicitados, fica difícil explaná-los.
Na blogosfera, achei esse interessante e muito bem elaborado artigo sobre valores empresariais. Abaixo:
Extraído de: https://diogoaraujodantas.com/2022/02/04/a-importancia-dos-valores-numa-empresa/
A IMPORTÂNCIA DOS VALORES NUMA EMPRESA
por Diego Araújo Dantas
Os valores são o conjunto de princípios éticos de uma empresa, pública ou privada, que formam o seu código de conduta nas relações laborais e sociais endógenas ou exógenas. Deveria ser a filosofia que conduz a relação entre trabalhadores, na estrutura hierárquica empresarial e com clientes ou fornecedores. Para além disso, seriam as máximas seguidas por cada elemento da empresa, no seu esforço produtivo diário. Deveriam definir a responsabilidade perante a sociedade, a forma de tratar os clientes, o comportamento dos funcionários, as crenças e convicções éticas e a forma de atuação empresarial. Mas será que isso é mesmo importante?
Lealdade
Algo que deveria existir reciprocamente entre empregador e empregado. Lealdade é pagar o devido a tempo e horas, mas também é não assinar petições para aumentos de salário no meio de uma pandemia. Lealdade é ser empenhado, focado e profissional, mas também proporcionar o melhor ambiente de trabalho ao trabalhador. A lealdade é um valor fundamental, mas não sobrevive numa empresa sem outros valores básicos.
Trabalho em Equipa
Resulta mal sempre que as motivações pessoais suplantam as do grupo, mas também quando a falta de valores individuais conduz a tentativas de sobressair pela intriga e o pedantismo. Conheci um empresário que sempre que descobria uma pessoa tóxica numa equipa, despedia toda a gente – isto acarretava ficar sem bons empregados e enormes perdas com custos de substituição; mas segundo ele a toxicidade é como uma doença infecciosa que contamina rapidamente e os custos de a manter serão fatais para a empresa a médio-prazo. É por isto que a tarefa de recrutamento, mais do que gerir cunhas ou instintos primários, deve atentar em todo o valor acrescentado que o trabalhador será capaz de adicionar, individualmente e em equipa.
Formação
A aprendizagem que temos desde crianças é a mais importante, a que reflete o trabalhador na sua plenitude e não se ensina nas escolas. Mas não é novidade que a aposta na formação profissional é essencial numa empresa de futuro. E também é um facto que um curso técnico ou superior não fazem um trabalhador. Por isso mesmo, é da responsabilidade das empresas, caso queiram um serviço de excelência, investir cada vez mais na formação interna de qualidade. Infelizmente, não há nem uma nem outra de forma continuada e consistente, o que faz com que o trabalhador opte muitas vezes pelo improviso, pelos conselhos de colegas cheios de vícios e pela falta de bom senso. Nesta situação, havendo a disponibilidade de uma infinidade de bons cursos sobre tudo e mais qualquer coisa, deve ser dever do funcionário fazer tudo para melhorar as suas aptidões profissionais. A questão é se queremos investir em nos tornarmos melhores profissionais.
Honestidade
Se os valores são os pilares e filosofia de uma empresa, a honestidade não poder ser apenas uma imagem de marketing. Se fazer o que está certo é uma opção, esta deve ser tão importante quanto os resultados mensais. Porque também a nível profissional, a lei do retorno é infalível: o que fazemos hoje, terá consequências inevitáveis no amanhã. O trilho do crescimento sustentado numa empresa de sucesso, nunca poderá ser conseguido com bases de corrupção e nepotismo. Quem não compreender esta premissa simples, é um amador condenado ao fracasso.
Há uma infinidade de outros valores, que não cabem nesta pequena reflexão. Deixo apenas a frase tantas vezes repetida, sobre a nova geração ser “a mais bem preparada de sempre” – pelo recurso da informação infinita ao seu dispor e pelo grau educacional (são a primeira, no máximo segunda linha geracional a obter uma licenciatura). A minha opinião pessoal é muito diferente e relativamente ao assunto deste texto, é onde as novas gerações mais falham em Portugal: onde há muita confusão, pedantismo e superficialidade, faltam obrigatoriamente valores. E sem valores, o ser humano é um autómato submisso, que até pode ser empenhado e resiliente – mas onde falta o caráter, a personalidade e a visão para chegar mais longe, falha tudo o que realmente interessa para sustentar qualquer organização nos momentos difíceis e nos desafios futuros.

Imagem extraída da Web.
Muitas vezes falamos que uma empresa é inovadora por algo pontualmente novo. Mas ser específico em algo inovador classifica-a no mesmo patamar de inovação de quem é, de fato, perenemente criativo?
Extraído de: https://medium.com/@jrsantiagojr/a-equ%C3%ADvocada-gourmetização-da-inovação-f65917f49a4e
A EQUIVOCADA GOURMETIZAÇÃO DA INOVAÇÃO
por José Renato Santiago Sátiro
A busca pela estruturação de novos processos bem como pelo desenvolvimento de novos produtos sempre fez parte do dia a dia das organizações que buscam crescer e se perpetuar no mercado. Da mesma forma a intenção de atuar em novos mercados também tem estado presente entre as metas e objetivos traçados por tantas empresas ao longo de décadas. Ainda que já houvesse sido citado a exaustão por muitos grandes pensadores, para citar apenas um, Peter Drucker, estes movimentos dificilmente eram agrupados como voltados para inovação. Muitas destas ações, no entanto, poderiam assim serem chamadas, inovadoras, ainda mais ao evidenciarmos que apenas as empresas que conseguiram geri-las com maestria se mantêm ativas até os dias atuais. Em outros tempos, no entanto, as características presentes nas demandas mercadológicas não explicitavam a inovação como um requisito diferencial para a aquisição de um produto. Sendo assim, ainda que houvesse algumas poucas exceções, o uso de qualidades associadas a confiabilidade e durabilidade costumavam ser mais bem quistas que aquelas relacionadas com inovação.
Atualmente a inovação passa por um patamar dos mais relevantes quanto a sua necessidade, a ponto de muitas empresas citarem isso em quaisquer de seus chamadas comerciais e publicitárias. Outras chegam até mesmo a nominar suas iniciativas e projetos com anagramas formados por seus nomes e palavras relacionadas com inovação. Não é difícil notar, no entanto, que muito mais do que serem, parecer serem inovadoras tem sido a mais importante meta a ser alcançada por organizações. Isto mesmo, cabe repetição: “as empresas investem muito mais em parecer serem inovadoras, do que em serem inovadoras realmente”. Boa parte das grandes empresas, por exemplo, investe muito mais em publicidade do que em atividades de pesquisa e desenvolvimento. A preocupação em mostrar aos seus consumidores o que não são é infinitamente maior do que a de gerar de maneira sistêmica esta identificação imediata, algo que pouquíssimas organizações conseguem (A 3M, por exemplo, faz com maestria). Esta postura míope não ocorre apenas em grandes organizações. Bem sabemos que hoje, não se cria mais uma nova empresa, e sim uma startup. Poucos têm pontos de vistas e crenças, mas sim mindset. A gourmetização irrestrita da inovação segue um caminho muito próximo ao estruturado pelo ramo de alimentação e significa, o que é um paradoxo, um dos maiores entraves ao seu crescimento de forma consistente e efetivo. O ‘dogão’ do ‘carro lanche’ se transformar em ‘big dog cheese special’ do ‘food truck’ é fruto desta visão distorcida de inovação. O custo desta mudança, no entanto, foi notada imediatamente apenas nos preços, multiplicados às vezes por 3 ou 4, sem que houvesse qualquer novo requisito que gerasse real riqueza percebida aos seus consumidores, a não ser ‘a redução com o ingrediente xpto no molho vegano’, ainda que muitos sequer saibamos do que isto se trata. Longe de querer desmerecer as muitas tentativas feitas, mas fato é que a inovação exaltada hoje é muito mais sofisticação semântica associada, às vezes, com tecnologia aplicada, na maioria das vezes um aplicativo para mobile, do que qualquer outra coisa.
Obviamente que isto não a torna sem valor, mas ainda a posiciona bem longe de ser algo que possa se tornar gerador perpétuo de riqueza. Sua pouca profundidade é notória. Não por acaso que tantas profissões, supostamente ultrapassadas, continuam vivíssimas e obtendo cada vez maiores margens, uma evidência de geração de riqueza, como tem acontecido com alfaiates, fotógrafos profissionais e tantos outros.
A popularização da web e a clara evolução no desenvolvimento de muitas tecnologias de telecomunicações catapultaram a inovação a um nível de relevância jamais visto e, ao mesmo tempo, de difícil comprovação que ela possua. A vertiginosa diminuição na intensidade das relações humanas fruto imediato da popularização do uso de aplicativos, por exemplo, é apenas um reflexo disso e um forte sinal que há algo de muito podre sustentando esta realidade. Até os psicólogos e analistas de outros tempos têm perdido seus espaços para coaches, muitos deles profissionais formados em cursos de finais de semana, que se propõem a ‘ensinar’ os caminhos das pedras em milacrosas sessões virtuais. É óbvio entender que movimento algum que potencialize o uso raso do conhecimento com o indiscriminado uso de tecnologia como propósito fim, não como meio para gerar riqueza, pode ser utilizado como referência para a construção, manutenção e crescimento de uma sociedade. Os exemplos se amontoam. Será que alguém tem dúvida que o percentual de pessoas que faz seus trabalhos bancários pelo celular é ínfimo e continuará assim sendo por dezenas décadas? Assim como o uso de muitos dos aplicativos de inteligência artificial deste segmento, exemplo límpido de apropriação de conhecimento alheio, no caso humano, e venda como conhecimento de máquina. Como as histórias são cíclicas, não irá demorar muito para este tipo de ‘bolha inovativa’ exploda, o que estará longe de significar o fim do que realmente é inovação, hoje em dia encontrada verdadeiramente em poucas organizações e pessoas. Neste sentido, inovação ainda é um diferencial, não uma realidade.

Imagem extraída do link acima citado.
Desde o início, falamos sobre as preocupações em se tornar uma SAF e ofertar a mesma para investidores de origens duvidosas.
“Duvidosas”, se entenda:
Em 3 postagens, insistimos:
Custou-me a crer que as pessoas envolvidas acreditavam nesse conto de fadas (textualmente, pontuei: “é sério que o investidor pagará à vista todas as dívidas do Paulista assim que assumir, se assumir?” E um membro do Conselho retrucou perguntando se eu estava duvidando do advogado, da negociação, do Presidente Lula, do Papa Francisco e bla-bla-blá.
Sim, é óbvio que duvidei, e que todos duvidaram. Sempre torci para que os clubes virassem SAFs / empresas / instituições sérias, respondendo à necessidade de modernização da gestão do futebol brasileiro. E, especialmente, por torcemos pelo Paulista FC, sempre a preocupação foi para o bem do Galo. E o que é melhor, logicamente, não é fazer as coisas por emoção, mas pela razão!
Sou a favor de uma SAF, mas essa, de um cara que ninguém conhece e que claramente não tinha a grana, evidentemente não era uma boa.
Aqui o “PORÉM” citado acima, no título:
Por quê um tiro no próprio pé?
Pois ficou evidente que esse investidor fez a todos de bobos e prejudicou a imagem dos cartolas e da instituição. Há quanto tempo Rodrigo Alves, o presidente do Paulista, ou Fernando Drezza, o conselheiro, depositaram publicamente as esperanças nessa aventura, mesmo com tantos avisos?
Detesto a expressão: “eu te disse, eu te disse, eu te disse”. Mas todos disseram! Ninguém torceu contra o Paulista, todos torceram a favor de que não fosse lesado.
Dois pontos finais:
Enfim: torçamos para que o Paulista se viabilize, e, de coração, que as pessoas que meteram os pés pela cabeça acreditando em Papai Noel, sejam mais humildes e aceitem conselhos como: “tenham precaução, sejam prudentes e façam o cara provar que tem dinheiro antes de perder tempo, esforço e arranhar a imagem com isso”.
Insisto: numa das postagens, em dezembro, às vésperas das Eleições, divulgou-se que há meses já havia um encaminhamento. Se isso foi mesmo verdade, é um tremendo mico ser enganado por tanto tempo… A experiência e a sabedoria mandariam pedir garantias financeiras logo nos primeiros encontros, não depois de tanto tempo. Que tudo isso sirva para maior humildade e menor arrogância daqueles que criticam quem alerta sobre esses perigos de mercado.
Imagem extraída de: https://br.depositphotos.com/stock-photos/dinheiro-voando.html
As atuais carências observadas pelas empresas na contratação dos funcionários: job readiness.
Você está pronto para trabalhar? Muitas pessoas, não (e nunca estarão).
Sobre a necessidade de funcionários com mais personalidade no ambiente corporativo,
Extraído da Folha de São Paulo, edição de 28/01/2018, Caderno Mercado, pg A20
PERSONALIDADE SUPERA TÉCNICA NO TRABALHO
Empresas passam a dar mais importância para habilidades socioemocionais do que para conhecimentos específicos.
Por Érica Fraga
A relação entre a educação e o trabalho passa por uma espécie de crise existencial.
Ela é evidenciada por constantes revisões do perfil profissional buscado pelas empresas, que se torna cada vez menos técnico e mais focado em traços da personalidade, como persistência e facilidade de relacionamento.
Outro sintoma do distanciamento entre o universo acadêmico e o laboral é a elevada parcela de profissionais que termina em empregos fora de sua área de formação (leia texto na pág. A21).
Essas tendências –apontadas por duas pesquisas da FGV Clear – indica que o país pode estar desperdiçando recursos investidos na educação que, se fossem mais bem aplicados, talvez elevassem a baixa eficiência da economia.
Um dos estudos, feito pela instituição em parceria com o JPMorgan em 2017, mostra que 85% das empresas no Estado de São Paulo, nos setores de saúde, tecnologia e alimentos, reveem as necessidades de treinamento dos funcionários o tempo todo.
O percentual atinge 90% entre as grandes empresas.
“O mundo do trabalho tem mudado muito, e as empresas não sabem bem o que querem. Vão na base da tentativa e do erro“, afirma o economista André Portela, um dos autores da pesquisa.
O esforço para adequar o perfil dos funcionários às rápidas mudanças tecnológicas esbarra em barreiras.
Quase 80% das 417 empresas entrevistadas pela FGV e pelo JPMorgan relataram enfrentar problemas para contratar empregados para vagas de perfil técnico, e 36% disseram que a dificuldade é alta.
PERSONALIDADE
As entrevistas feitas com as empresas mostram que conhecidas deficiências do ensino ajudam a explicar seu desencontro com o trabalhador. Indagadas, por exemplo, sobre as competências que dificultam as contratações, as empresas mencionaram questões que aludem à formação acadêmica.
No setor de alimentos, falta de conhecimento e escolaridade foram, respectivamente, a segunda e a quarta fragilidade mais citada.
As empresas de tecnologia e de saúde também listaram problemas como escassez de conteúdo técnico e falta do domínio da escrita.
Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi que, nos três setores, competências mais próximas de traços da personalidade do que de conteúdos técnicos foram citadas pela maioria.
“As empresas não reclamam tanto de habilidades técnicas, mas da chamada ‘job readiness’ [prontidão para o trabalho em tradução livre]”, afirma Portela.
Entre as carências mais comuns, foram mencionados pontos como “postura profissional”, “competências comportamentais”, “ética”, “falta de comprometimento” e “comunicação”.
Já entre as características imprescindíveis, “ser disciplinado e perseverante” e “trabalhar em grupo” foram mencionadas por quase a totalidade das empresas.
As habilidades socioemocionais apareceram na frente de “se comunicar em língua estrangeira” até nas respostas do setor de tecnologia, em que a demanda por profissionais com ensino superior técnico é bem mais alta do que nos outros dois.
A percepção da importância de característica como perseverança, autocontrole e facilidade de relacionamento aumenta à medida que pesquisas mostram que seu impacto no desempenho acadêmico e no sucesso na vida adulta é igual ou até maior do que a inteligência medida em testes cognitivos tradicionais.
Com isso, a demanda por profissionais com essas habilidades tem se tornado explícita. Foi o que percebeu o grupo Kroton Educacional ao analisar anúncios de vagas no portal que mantém para conectar seus graduandos com empregadores.
Nove entre os dez atributos mais demandados são traços de personalidade, como disposição para o aprendizado contínuo, responsabilidade e comprometimento.

Imagem extraída de: http://psicologiaaplicadaets.blogspot.com/2014/08/
Compartilho ótima matéria da Época Negócios (Ed Março 2012, caderno Inteligência, por Paulo Eduardo Nogueira), a respeito do “Elogio no Ambiente de Trabalho”.
Elogiar não é “simplesmente falar bem”. É uma arte! Mas como fazê-lo com qualidade? Abaixo:
O PODER DO ELOGIO
Ele dá lucro. Mas tem que ser benfeito.
Há várias razões para acreditar que o elogio é crucial no ambiente de negócios. Para os psicólogos, o reforço positivo funciona melhor que a punição para educar. Segundo os neurologistas, a dopamina, liberada pelo cérebro nos momentos de satisfação, é um elemento químico poderoso. E, de acordo com alguns especialistas em gestão, reconhecimento profissional é sinônimo de lucros. Que o diga uma pesquisa feita recentemente pela Harvard Business Review na rede Best Buy: 0,1% de engajamento extra dos funcionários representa US$ 100 mil a mais de faturamento anual. Embora o maior envolvimento resulte de vários fatores – satisfação pessoal, plano de carreira, cafezinho grátis… –, Chester Elton, autor de “O princípio do reconhecimento”, afirma que o elogio é o principal fator de motivação, conforme revelam pesquisas como a da Best Buy. “O estudo de Harvard mostra que você não deve ter apenas funcionários satisfeitos, mas também engajados, pois esse envolvimento faz com que eles dispendam esforços extras”, diz Elton. Ele aconselha: elogie rápido (quanto mais próximo do ato vem o elogio, mais vezes a ação se repetirá) e elogie frequentemente (quanto mais você destacar o que é importante, mais as pessoas ficarão atentas a isso).
O psicólogo Wayne Nemeroff, da consultoria PsyMax Solutions, acrescenta um terceiro conselho: seja específico. “Lembre uma situação determinada e descreva um comportamento específico, destacando o impacto dessa situação ou desse comportamento no grupo ou no projeto. Assim você obtém um equilíbrio entre o elogio e o feedback construtivo.” Para a psicóloga Laura Carstensen, de Stanford, empresas muitas vezes negligenciam o valor do elogio. “Quando você compra um bilhete de loteria, os matemáticos perguntarão: sabe qual é a sua chance de ganhar? Os psicólogos veem isso de forma diferente. Comprar um bilhete barato significa sonhar e antecipar situações de prazer, o que já vale seu custo.” Elogios são grátis, requerem pouco esforço e dão muito resultado.
E como elogiar da maneira certa? O colunista Ross McCammon, do blog Entrepeneur, elaborou um manual. A escolha de palavras é essencial: se você elogia o “bom trabalho e todo o resto”, está diminuindo o elogio com termos depreciativos. Evite os superlativos: o elogio vai soar falso ou jocoso. Escolha o canal certo: na escala de importância, o elogio mais considerado é aquele feito em nota escrita à mão; depois vem o do encontro cara a cara; em terceiro lugar, o e-mail. A atitude também conta: se você diz “agora volte ao trabalho”, anula o elogio. Um elogio seguido de uma crítica não é um elogio. Finalmente, se você faz um elogio, depois uma crítica e então outro elogio para neutralizar a crítica – “isso é um sanduíche, não um elogio”, diz McCammon.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
O mundo está enlouquecendo!
Os chocolates M&M’s, tão conhecidos mundo afora, viraram pivôs de polêmica (sem que tivessem desejado polemizar).
Depois de ter surgido o questionamento quais chocolates eram “meninos ou meninas”, segundo as cores dos doces, agora pessoas mais radicais resolveram taxar de gay o chocolate de cor roxa e lésbica o de cor verde.
É mole? Mas… e daí se fossem?
Abaixo, extraído do Linkedin de Exame.com
VOCÊ CONCORDA COM O POSICIONAMENTO DA MARCA APÓS POLÊMICA COM SEUS PERSONAGENS?
A marca de doces M&M’s decidiu parar de usar em seus anúncios publicitários os célebres personagens multicoloridos no formato de pastilhas de chocolate, criticados por parte da direita conservadora dos Estados Unidos, que os considera politizados.
O tema começou com o lançamento, em setembro, de um novo membro da família de “spokescandies” (porta-vozes dos doces), chamado Purple (violeta).
Este foi o terceiro personagem feminino do grupo, depois de Green (verde) e Brown (marrom), criados, segundo a M&M’s, “para representar a aceitação e a inclusão”.
A cor violeta costuma simbolizar o apoio à comunidade LGBTQ e a expressão da homossexualidade.
A chegada de Purple provocou críticas e os internautas culparam a empresa Mars Wrigley, fabricante dos M&M’s, por politizar os doces populares.
Segundo eles, os personagens dos M&M’s se tornaram “woke”, palavra usada para designar o ativismo contra toda forma de discriminação e exclusão em relação a uma ou mais minorias.
A polêmica voltou à tona no começo de janeiro, com a comercialização de um pack especial de edição limitada, contendo exclusivamente as três cores dos personagens femininos: verde, marrom e roxo.
“Os M&M’s ‘woke’ voltaram”, protestou Tucker Carlson, um dos principais apresentadores da Fox News, conhecida pelas posições conservadoras de vários de seus profissionais estelares.
Ironicamente, disse que Green era “possivelmente lésbica” e que Purple era “obesa”, referindo-se à sua forma ovalada, similar à dos M&M’s recheados com amendoim.
Há um ano, Carlson já tinha criticado os M&M’s por ter substituído as botas brancas de Green por tênis, deixando-o “menos sexy”.
Em um comunicado publicado nesta segunda-feira no Twitter, os M&M’s se refiriram ao tema.
“Estados Unidos, conversemos. No último ano, fizemos algumas mudanças em nossos queridos porta-vozes. Não estávamos certos de que alguém se daria conta. E definitivamente não achamos que isto afetaria a internet. Mas agora entendemos: até os sapatos de um doce podem causar polarização. Era a última coisa que os M&Ms queriam, pois nosso objetivo é unir as pessoas“, disse.
A empresa informou que por causa disso decidiu suspender os personagens.
Os bonecos animados serão substituídos nas novas campanhas publicitárias pela atriz e comediante Maya Rudolph.
“Estamos certos de que a sra. Rudolph defenderá o poder da diversão para criar um mundo em que todos sintam fazerem parte”, concluiu o M&M’s.
Sabe quais são os clubes de futebol mais ricos do mundo?
A Deloitte (reconhecidamente uma grande empresa de consultoria mundial) fez um interessante estudo e trouxe os 30 maiores. Repare que a Premier League domina esse ranking!
Em Euros:
1º) Manchester City (ING): 731,0 milhões
2º) Real Madrid (ESP): 713,8 milhões
3º) Liverpool (ING): 701,7 milhões
4º) Manchester United (ING): 688,6 milhões
5º) Paris Saint-Germain (FRA): 654,2 milhões
6º) Bayern de Munique (ALE): 653,6 milhões
7º) Barcelona (ESP): 638,2 milhões
8º) Chelsea (ING): 568,3 milhões
9º) Tottenham Hotspur (ING): 523,0 milhões
10º) Arsenal (ING): 433,5 milhões
11º) Juventus (ITA): 400,6 milhões
12º) Atlético de Madrid (ESP): 393,9 milhões
13º) Borussia Dortmund (ALE): 356,9 milhões
14º) Internazionale (ITA): 308,4 milhões
15º) West Ham (ING): 301,2 milhões
16º) Milan (ITA): 264,9 milhões
17º) Leicester (ING): 252,2 milhões
18º) Leeds United (ING): 223,4 milhões
19º) Everton (ING): 213,7 milhões
20º) Newcastle (ING): 212,3 milhões
21º) Aston Villa (ING): 210,9 milhões
22º) Eintracht Frankfurt (ALE): 208,3 milhões
23º) Brighton & Hove Albion (ING): 198,4 milhões
24º) Benfica (POR): 196,7 milhões
25º) Wolverhampton (ING): 195,4 milhões
26º) Crystal Palace (ING): 188,9 milhões
27º) Ajax (HOL): 187,2 milhões
28º) Sevilla (ESP): 186,1 milhões
29º) Villarreal (ESP): 178,7 milhões
30º) Southampton (ING): 177,7 milhões
Os detalhes estão em: https://www2.deloitte.com/uk/en/pages/sports-business-group/articles/deloitte-football-money-league.html
Imagem extraída da Web
Quer dizer que pós-Brexit, a Inglaterra tomou uma medida ecologicamente correta (e impactante), adiantando em 5 anos a eliminação de carros com motor à gasolina e diesel?
A partir de 2035, 100% da frota fabricada deve ter a opção de ter motor elétrico (que hoje, representa apenas 3%).
Conseguirá?
O certo é: os Postos de Combustíveis no Reino Unido, sem dúvida, terão que se readaptar a essa realidade… Aliás: estuda-se na Terra da Rainha a construção de estradas com faixas que gerem eletricidade para reabastecimento constante. Já imaginaram que sensacional, caso tal tecnologia for possível? Quebraria o mundo do petróleo.

A popular frase acima do saudoso Chacrinha traz um grave problema do Paulista FC na atualidade, que acaba agravando até mesmo a credibilidade: comunicar-se!
Aqui, uma observação: o clube de futebol não tem que falar para as pessoas que “querem informação, que vá ao clube”, ou “participe das reuniões”. Tem que falar à torcida, pela rádio, tv, internet ou pelas vias que existirem. Quanto maior a transparência, melhor.
Dito isso, 3 colocações:
1) INVESTIDOR– falamos diversas vezes da importância de “não passar a carroça na frente dos burros”: lançou-se a possibilidade de um investidor colocar 100 milhões de reais no Paulista, e várias perguntas importantes foram feitas (origem do dinheiro, idoneidade do parceiro, capacidade de gestão do interessado). Mas ao invés de alguns entenderem como precaução, acabaram reclamando que é “tumultuar” o processo. Ora, quem diz ter R$ 100 milhões, não pode atrasar a 1ª parcela de R$ 300 mil. Aqui as questões: https://professorrafaelporcari.com/2022/12/09/paulista-fc-e-a-saf-parte-iii/
2) REFORMA DO CAMPO DE JOGO– no sábado, Fernando Drezza, conselheiro, disse que metade da reforma do gramado seria bancada pelo Palmeiras. Na terça-feira, ao jornalista Ivan Machado, Rodrigo Alves disse que não existe essa parceria e que procura parceiros para custear o serviço. Aí vem a dúvida: quanto custará e quem está bancando o serviço realizado até agora?
3) ELEIÇÕES– ficou um clima de “nós contra eles” após a reeleição do presidente Rodrigo Alves. Ora, é natural que o Dr Zuffo, que seria candidato e às vésperas entregou sua renúncia com uma carta pontuando várias coisas que ele considerava irregulares ao Conselho, faça críticas e/ou elogios. É do processo político! Mas TODOS (Rodrigo e Zuffo) querem o bem do Paulista, só que com visões de trabalho diferentes. O que não pode é voltar no assunto como se estivéssemos em campanha! A insistência nos textos de alguns, dizendo que “torcem contra” (como no atraso do suposto investidor), é demagogia.
Sendo assim: sejamos todos humildes! Melhore-se a comunicação e clareiem-se as dúvidas, e isso significa:
Desejo, como todas as vezes faço, boa sorte ao presidente Rodrigo Alves, mas de novo fica a sugestão: comunique-se melhor! Responda objetivamente as críticas e fale a quem reclama! Todos ganhariam com isso…

Imagem extraída do JJ.com.br, com os créditos na mesma.
Confie em alguns sinais. Quer a prova?
Leia esse texto sobre as Lojas Americanas, abaixo.
(Extraído do LinkedIn de Fernando Figueiredo, em: https://www.linkedin.com/in/feof/.)
AMERICANAS DERRETEU. SURPRESA?
Hoje o mercado assistiu de camarote um gigante do varejo derreter quase 80% na Bolsa depois que saiu a notícia das irregularidades no balanço e o rombo de R$ 20bi. Na prática, se tudo indica, se o balanço fosse produzido corretamente, seria mostrado ao mundo uma situação diferente de empresa.
A aula que aprendemos hoje é que sentir na pele, observar o ambiente e gastar sola de sapato vale muito mais do que ler uma planilha de Excel.
As Lojas Americanas ocuparam as state-of-art-da-época locadoras de vídeo Blockbuster. Sim, pra vc que não sabe, lá no passado, a gente assistia filmes em peças de plástico que tinham que ser devolvidas re-bobinadas por que se não perdíamos descontos.
Nesta época foi um choque. Aquelas video locadoras clean e modernas (para a época) viraram do dia pra noite lojas que pareciam mais uma feira livre. O varejista nunca foi um ambiente agradável, com arquitetura atualizada, cheio de pessoas animadas e felizes, achando qualquer coisa em qualquer hora do dia. As lojas, que nunca estavam cheias já poderiam ser um sinal do que estava por vir.
Faça um paralelo. Vá numa loja da Apple. Elas estão sempre cheias. Filas na porta. Pessoas eufóricas para comprar algo não planejado. Ou, pra você que acha que varejo é ultrapassado, olhe nas ruas e veja aquelas vanzinhas amarelas do Mercado Livre cruzando por vocês a cada minuto.
Então, na próxima vez que você for comprar ações de alguma empresa, ignore os reports financeiros e comece a reparar no grau de excitação do consumidor. Ele sabe das coisas.
Apple Mercado Livre Brasil Blockbuster americanas s.a. #retail #stocks#varejo #bolsadevalores #arquitetura #consumidor #pontodevenda#mercadofinanceiro
Imagem extraída do link acima.
O SPFC precisa de goleadores, e pagou caro pelo empréstimo de David, que estava no Internacional.
Ao ver os números… ou o atleta foi muito injustiçado no Sul, ou o Colorado passou a perna no Tricolor. Um milhão de reais para o jogador de 27 anos ficar até Dezembro, fora os salários?

A história de sucesso da Batata Pringles (as batatas chips em canudo de alumínio) que completam 52 anos nos mercados mas que quase foi um fiasco!
Curiosidade: o seu idealizador, quando faleceu, deixou como desejo ser cremado e enterrado dentro de uma dessas embalagens!
Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/cultura/o-revolucionario-da-batatinha/?
O REVOLUCIONÁRIO DA BATATINHA?
Fredric J. Baur era tão orgulhoso de ter criado a lata de Pringles que quis ser enterrado dentro dela
por Cecília Selbach
Em 1966, a empresa americana Procter & Gamble inventou um novo tipo de batata chips. Diferentemente das outras disponíveis no mercado, ela não era apenas fatiada, frita e salgada. Era uma espécie de purê temperado e moldado, batizado de Pringles – o nome, escolhido pela sonoridade, saiu de uma lista telefônica do estado de Ohio.
O formato também era único, do tipo parabolóide hiperbólico. Traduzindo: uma batata irregular e côncava, sem nenhuma linha reta em sua superfície. Esse design inovador causava um problema: como embalar o produto sem que ele se quebrasse inteiro no transporte?
Essa era uma missão para Fredric J. Baur, químico orgânico da Universidade de Ohio que trabalhava na Procter & Gamble como técnico em armazenamento de alimentos. Inspirado nas latas de alumínio usadas para refrigerantes, Baur criou um tubo de alumínio revestido com uma folha de papelão – desde o início vermelha, com tampa plástica e um bigodudo no rótulo. Ali, as Pringles seriam bem conservadas e bem empilhadas.
Foi algo totalmente inédito nas prateleiras dos supermercados. Tanto que, no início, a lata de Pringles não pegou. As pessoas achavam esquisito que todas as batatas fossem iguais, do mesmo tamanho, e armazenadas em uma lata que mais parecia uma embalagem de bolas de tênis. A batata era ridicularizada pelas concorrentes em anúncios e o The Potato Chip Institute International, representante dos produtores tradicionais, quis proibir a veiculação do salgado como batata chip.
Com tanta resistência, só na metade da década de 1970 a marca começou a ser vendida em todos os EUA, tornando-se um ícone tão forte quanto o a garrafa de Coca-Cola.
Fredric se aposentou em 1980, mas continuou trabalhando, dando palestras, editando livros, escrevendo artigos, sem nunca deixar de mencionar sua lata. Sua filha Linda disse a um jornal de Cincinnati, cidade natal do inventor, que a embalagem “era a sua maior realização”.
O orgulho que tinha de sua criação era tão grande que ele pediu para ser enterrado dentro de uma daquelas latas. Quando morreu, em maio deste ano, aos 89 anos, vítima de Alzheimer, seus filhos não tiveram dúvida: no caminho para o funeral, pararam em uma farmácia para comprar uma Pringles. Optaram pela clássica lata do sabor original. Parte de suas cinzas foi colocada na lata e enterrada junto à urna funerária.
Assim, Fred Baur inventou uma nova maneira de usar a lata, que já era utilizada por muita gente como cofrinho, casa para pássaros, instrumento de percussão e até antena para captar melhor sinal de internet.
Grandes momentos
• Além da lata de Pringles, Fredric Baur criou outros produtos para a Procter & Gamble, como óleos para fritura e uma mistura para sorvete. Fred tinha muito orgulho dessa mistura, mas ela não foi bem recebida e foi tirada de circulação.
• Em 2003 a concorrência pôs suas batatinhas em um tubo vertical vermelho, mas de plástico. Apesar dos processos da Pringles, que acusou a empresa de plágio, a batata ainda está em circulação.
• Pringles é um dos itens mais comuns nos pacotes que as famílias dos soldados no Iraque costumam mandar para que eles possam matar saudades dos EUA.
Imagem extraída da Web
Uma pesquisa interessante mostrou que: chorar, gritar, sorrir – ações comuns do dia-a-dia – devem ser manifestadas no ambiente de trabalho. E que a sinceridade do funcionário aumenta a produtividade!
Isso vai contra o profissionalismo na visão weberiana, onde o profissional é alguém dedicado ao trabalho e impermeável ao sentimentalismo.
Trabalho interessante, extraído da Revista Isto É: (clique aqui para link)
SOLTE SUAS EMOÇÕES NO TRABALHO
Por Débora Rubin
Pesquisa constata que expressar os sentimentos durante o expediente pode aumentar a produtividade – vale até derramar lágrimas.
Pegue a caixinha de lenços: já é permitido chorar no ambiente de trabalho. E você nem precisa sair da mesa para derramar suas lágrimas. De acordo com a escritora americana Anne Kreamer, ex-executiva do canal infantil Nickelodeon, reprimir as emoções no ambiente profissional está ficando démodé. E, mais que isso, pode provocar grandes prejuízos para a saúde do trabalhador e para a produtividade da empresa. Essa é a tese que a americana sustenta em seu livro, “It’s Always Personal” (“É sempre pessoal”, ainda sem tradução para o português). Para entender melhor o que está acontecendo no mundo corporativo, Anne fez uma pesquisa com mais de mil americanos para saber como eles estão administrando seus nervos durante o expediente. A grande maioria ainda guarda para si sentimentos como raiva, mágoa e, a campeã das campeãs, frustração. Ainda assim, a autora pôde sentir que os conceitos estão mudando. Chorar, que sempre foi considerado quase um crime no mundo profissional, já é visto com olhos mais amigáveis: 48% dos homens e 42% das mulheres acham que não é pecado se emocionar na frente do computador.
A gerente financeira Marcela Amaral, 24 anos, é uma chorona assumida. Nem se dá ao trabalho de ir ao banheiro, tática das mais adotadas por funcionários, para colocar para fora suas mágoas. “Só apelo ao carro quando quero gritar”, diz, rindo. Marcela vive uma situação delicada. Seu pai é o dono da empresa onde ela trabalha e ela é chefe da sua tia. Tantas relações pessoais e profissionais misturadas geram estresse duplo. “Não entendo por que as pessoas guardam tanto os sentimentos, faz mal. Eu prefiro chorar a ter gastrite nervosa e problemas do coração.”
Marcela está certa. Como diz a americana Anne, as lágrimas são o botão natural para “reiniciar” a máquina humana. “Quando a gente resolve a questão que está incomodando, tira aquele problema da frente e passa a ser mais produtivo”, diz. Além disso, defende a autora, as emoções são fundamentais para tomar decisões. “A neurociência já mostrou que o sistema límbico, morada dos sentimentos, influencia na escolha das decisões”, complementa a consultora de recursos humanos Vera Martins, autora do livro “Tenha Calma!”, no qual ensina a transformar a raiva em uma poderosa ferramenta de trabalho. Como Anne, Vera acredita que é preciso refletir sobre a mensagem que as emoções estão passando. “A raiva é protetora da nossa individualidade, é o que nos avisa sobre a insatisfação interna e mobiliza para a mudança. Bem conduzida, ela pode libertar tensões e alertar contra ameaças”, exemplifica. Só não vale sair gritando com os outros ou puxando o tapete alheio.
O professor de história Therence Santiago, 32 anos, acredita que seu papel de docente vai muito além de transmitir conteúdo. “Quando passo para os meus alunos a minha emoção, estou ensinando também a importância de ser transparente em relação aos próprios sentimentos”, conta ele, que não se importa em dizer que chora sempre que sente vontade na frente da classe, seja por motivos pessoais ou seja por um tema que o emociona. Foi assim quando seu irmão mais velho morreu de gripe suína, há pouco mais de um ano. “Nunca fui tão abraçado pelos meus alunos”, recorda.
Segundo a pesquisa americana, homens choram menos no trabalho – 9% contra 41%. E, mesmo assim, a ressaca lacrimal ainda é um problema para as mulheres. “A imensa maioria ainda sente culpa depois que chora, é como se tivesse traindo a causa feminista”, afirma Anne. Uma mulher expressando sua raiva tampouco é bem-vista. Ainda prevalece a máxima de que as que choram são fracas e as que gritam são histéricas. Samira Racca, 25 anos, no entanto, não sente culpa alguma. Ela já foi auxiliar de escritório, vendedora em loja – chegou a ser consolada por um cliente – e hoje estuda artes visuais. Quer migrar para o universo artístico justamente por ser mais receptivo às dores humanas. “Sou muito intensa em tudo, para a felicidade e para a tristeza, não sei criar um personagem. Sempre que choro, me alivio”, diz.
Para Antônio Carminhato Jr., CEO do Grupo Soma, especializado em recursos humanos, as empresas brasileiras estão cada vez mais simpáticas às pessoas autênticas e honestas com seus sentimentos. As “competências emotivas”, segundo ele, são levadas em conta na mesma proporção das competências técnicas. “Eu diria que uma pessoa que chora no trabalho não é fraca, mas franca”, acredita. Apesar das boas novas, é bom lembrar que as mudanças em curso no mundo corporativo ainda são muito frescas – nem todos encaram as novidades com naturalidade. Não à toa a pesquisa de Anne Kreamer apresenta algumas contradições. Por exemplo, ao mesmo tempo que 43% das mulheres acham que quem chora é instável, 69% das pessoas ouvidas acham que quem se mostra emotivo diante dos colegas é mais humano. “Expressar as emoções faz parte das novas crenças que estão sendo disseminadas como indispensáveis dentro das empresas”, diz a consultora de RH Vera. “É a mensagem percebida como a ideal, mas ainda não foi totalmente incorporada no mundo profissional”, alerta. “Às vezes uma empresa encara positivamente, mas o colega da baia ao lado, não”, complementa Carminhato Jr. Portanto, pode chorar. Mas com moderação.
Imagem extraída de: https://ardgconsulting.es/habilidades-comerciales-para-cazar-clientes/habilidades-comerciales/
Depois de Cristiano Ronaldo ir para o Al-Nassr por 1 bilhão de reais / ano, surgiu a informação por vários jornais espanhóis de que o Al-Hilal oferecerá ao término dessa temporada, R$ 1,6 bi a Lionel Messi!
É muito dinheiro… mas eles têm essa grana?
Têm. E aqui envolve uma rivalidade “amigável”. Explico sobre os proprietários desses clubes sauditas:
O Al-Nassr pertence ao príncipe Khalid bin Fahd Bin Abdulaziz, que administra o Fundo Real Saudita (que é dono também do Newcastle). Em tese, sua majestade é responsável pelo gerenciamento do dinheiro do reino. Ele paga 200 milhões de euros por ano a Cristiano Ronaldo.
O Al-Hilal, “clube dos príncipes, o de maior torcida na Arábia Saudita”, pertence ao príncipe Bin Faisal Al Saud, filho do falecido rei Al Saud (da linhagem que unificou o Reino Saudita, daí o nome do país). Ele pagaria 280 milhões de euros a Messi.
São bilionários, príncipes pertencentes à “Casa de Salman” – a linhagem real, e, apesar da rivalidade em campo, são parentes que têm um objetivo: levar a Copa do Mundo de 2030 para o país! E esse sentimento foi aflorado mais ainda depois da Copa do Catar, um país que já foi inimigo declarado dos sauditas.
Pensemos: se o Catar, com o emir Tamim bin Hamad bin Khalifa Al-Than, levou a Copa do Mundo para seu país através de muito dinheiro (o FIFAGate mostrou isso), imagine o que os príncipes árabes não farão para ter o Mundial que comemora 100 anos de Copa do Mundo para lá (se existiu a polêmica da carne com tempero de ouro em Doha, em Riad teremos o quê?). Segundo a Forbes, o Fundo Real Saudita possui em caixa R$ 5,4 trilhões!
Cristiano Ronaldo e Messi não serão jogadores do “Sauditão”, o Campeonato local. Serão promotores mundiais da Copa de 2030.
Em tempo: em Portugal, o próprio primo do emir dono da PSG aposta na ida de Messi ao mundo árabe, que está investindo demais no futebol: https://www.abola.pt/amp/2023-01-12/paris-saint-germain-primo-do-dono-do-psg-diz-que-messi-vai-jogar-na-arabia-saudit/972104

Na imagem, o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, que assumiu a presidência do G20 em 2019 (Sergio Moraes/Reuters). Ele é o “Príncipe dos Príncipes” na Arábia Saudita, e chefe emérito da Federação de Futebol da Arábia Saudita.
Ontem falamos sobre o escândalo contábil que “não viu” 20 bilhões de reais em contas a pagar aos bancos pelas Lojas Americanas.
Caso não tenha visto, está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/01/12/os-20-bilhoes-das-lojas-americanas-o-que-aconteceu/
Pois bem: as ações da empresa despencaram 80%! OITENTA…
É muita coisa, não? O importante, para quem é acionista, é esperar acalmar o medo (e o mercado), pois certamente elas voltarão a subir (não como no patamar anterior, mas para amenizar o prejuízo).

Imagem: divulgação
Quem tem ações das Lojas Americanas, está com o “coração disparado”. A gigante viu os seus CEO e CFO pedirem demissão, após descobrirem “inconsistências em lançamentos contábeis”, totalizando 20 bilhões de reais.
– Mas o que é isso?
Foram operações em que, ao invés da empresa pagar um fornecedor, por exemplo, foi o banco quem pagou! Ao invés de ficar devendo para uma empresa parceira, fica com débito no banco. E essas operações não foram contabilizadas…
– Estranho?
Muito. Falha ou maquiagem propostal?
As ações da empresa despencarão… (e isso já está acontecendo).
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/6/2/qfGOstQXO3cXNVsr02uA/logo-americanas-rep-facebook.png)
Arte extraída de Valor Econômico na Web
… desta maneira, abaixo. Mas ressalvo: elas também possuem bom caráter!
Quem vence na vida, deve entender que o fez por essas situações relatadas. Porém, é sabido que muitos enriquecem menosprezando o próximo, faltando de ética e praticando coisas condenáveis.
Será que esses, que têm dinheiro mas não tem bom caráter, são de “sucesso”?

Imagem extraída de: https://pt-br.facebook.com/nutriliamanfredi/photos/aplique-se-agora-e-na-pr%C3%B3xima-vida-sem-esfor%C3%A7o-voc%C3%AA-n%C3%A3o-pode-ser-pr%C3%B3spero-apesar/1612826815500769/
No ano passado, já surgiu a mesma notícia, que volta à tona: o fundo Qatar Sports Investiments (QSI, dono do Paris Saint German- FRA e de 21,67% do Braga-POR) quer expandir sues negócios como o City Group faz. Para isso, segundo o site Mktesportivo (citação abaixo da imagem), o presidente do grupo, o emir Nasser Al-Khelaifi, quer adquirir ações do Tottenham-ING.
Porém, também o QSI deseja, segundo a matéria, “aproveitar as oportunidades que surgem na América do Sul”. E sabidamente são elas as SAFs criadas / a criar no Brasil.
Daria alguma sugestão de SAF ao bilionário catari?

Imagem e informações extraídas de: https://www.mktesportivo.com/2023/01/proprietaria-do-psg-negocia-com-tottenham-e-quer-clube-da-america-do-sul/
Duílio Monteiro Alves afirmou que tentou contratar Cristiano Ronaldo, oferecendo o mesmo salário que ganhava no Manchester United (segundo a imprensa britânica, girava em quase 500 mil libras semanais, que correspondem a R$ 12,2 milhões mensais ou R$ 146,4 milhões por ano). Perdeu para o Al-Nassr, que ofereceu R$ 1 bilhão por ano.
Juntar-se-á às folclóricas histórias de Drogba e Cavani? Afinal, tanto na oferta à CR7 quanto aos dos dois citados, alegou-se que parceiros pagariam os vencimentos… e nessa, o próprio presidente corintiano brincou que “queria que não desse certo”.
Enquanto isso, a dívida do Corinthians continua sendo elevada, apesar dos ousados discursos. Em: https://wp.me/p4RTuC-JjB.
Arte extraída de Meu Timão
Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.
Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).
Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!
Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?
Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:
“Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”
Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit
Leio no caderno Sustentabilidade da Época Negócios, uma bacana entrevista do financista Mark Tercek, autor do livro “Capital Natural”.
Ele fala sobre valores dos recursos naturais, e, em especial, da água.
E quanto deveria custar a água?
A água que bebemos deveria ter preço irrisório, já que é um direito humano básico. Mas sendo barato demais, o preço é desprezado pelo comportamento irresponsável de algumas pessoas.
Já para a indústria deveria ser caro, pois é um insumo para se obter lucro. E o exemplo utilizado é assustador – o quanto se gasta para fabricar um refrigerante! Veja só a Coca-Cola, que para se produzir um litro da bebida é necessário:
– 1 litro de água para o preparo da bebida em si;
– 1 litro de água para a produção e a lavagem;
– 10 litros de água para fabricar a embalagem;
– 200 litros de água para a produção do açúcar.
Ou seja, 212 LITROS DE ÁGUA PARA SE PRODUZIR UMA COCA-COLA!!!
Assustou? Eu também.

Imagem extraída de: http://kucnaj.blogspot.com/2011/03/wallpapers-of-i-love-u.html
Compartilho um artigo extremamente oportuno de um fenômeno atual: a “Mudança de ‘Humor Organizacional’ das Empresas”, retratado pelo Prof José Renato Sátiro Santiago.
Abaixo, extraído de:
http://jrsantiago.com.br/blog/texto/A_Bipolaridade_no_Mundo_Corporativo_e_seu_uso_indevido
A BIPOLARIDADE NO MUNDO CORPORATIVO E SEU USO INDEVIDO
Distúrbio caracterizado pela repentina mudança de humor de seu paciente, a bipolaridade tem invadido o dia a dia de todos nós.
Diferentemente do que acontecia em um passado remoto, hoje em dia não é tão raro conhecermos alguém que sofra deste mal.
A questão aqui, no entanto, não diz respeito ao efetivo crescimento, mas sim ao seu diagnóstico.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, há cerca de 340 milhões de pessoas que sofrem de transtornos desta natureza (1 a cada 20).
Sim, sofrer é o termo certo, pois se trata de uma doença com a qual se deve ter um enorme cuidado.
Conforme alguns estudos, o índice de suicídio entre as pessoas bipolares é cerca de 30 vezes maior se comparado com aquelas que não possuem tal distúrbio.
Assustador.
Ainda assim, há um mal maior sofrido por uma pessoa bipolar, o preconceito.
Muitos, talvez por pura ignorância no assunto, costumam associar as características deste mal como sendo “pura frescura” ou “falta de uma boa surra quando criança”.
Como se fosse possível controlar seus efeitos.
No mundo corporativo, por exemplo, não é incomum confundirem a bipolaridade com questões bem diferentes sem qualquer relação de causa e feito.
Isto é péssimo e é o pior que pode ser feito.
Quantos de nós, ao longo de nossa vida profissional, já testemunhamos colegas que mudam radicalmente de postura e comportamento de um momento para o outro.
Tal tipo de situação costuma ser marcada por frases de tal estirpe “…ele (ou ela) só pode ser bipolar…”.
A verdade absoluta é que isto está longe de ser bipolaridade.
O que seria apenas uma estratégia de sobrevivência, mesmo que vil, passa a ser entendido como algo que é feito sem que haja a devida previsibilidade.
A pessoa bipolar age de acordo com o seu humor, e este, o humor, muda de forma muito rápida e extremada.
Trata-se de algo que pode ser controlado com tratamento, inclusive com medicação apropriada.
A mudança de posicionamento repentino, conforme conveniência, não possui qualquer relação com este tipo de transtorno.
O assunto sobre o qual se refere é outro.
Além disso, e justamente por se tratar de uma doença, é uma irresponsabilidade o uso indevido de um assunto tão sério para qualificar alguém.
Uma atitude preconceituosa, pois tende a associar uma doença como sendo uma característica pessoal.
“Ah mais eu não sabia disso”.
Ainda assim, o desconhecimento sobre as características desta, ou de qualquer outra, doença não serve de atenuante ao seu uso indevido.
Aliás, isto deveria servir para tudo, não é mesmo?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida
Uma ideia que perdurou: a criação da latinha de refrigerante de 350 ml, pelo Departamento de Marketing da Pepsi, em 1930!
Sabe por que surgiu?
Para concorrer com a garrafa da Coca-Cola, já que era mais vantajoso o preço de venda de uma latinha Pepsi de 350ml do que uma garrafa de 290ml Coke. Aliás, a Coca-Cola só lançou sua latinha em 1959!
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Já faz muito tempo que vejo pela Web afora alguns vídeos como esse, do link abaixo: começa falando que nos testes cegos, a pessoa prefere Pepsi do que Coca-Cola, e depois fala sobre a importância do nome forte de uma marca.
“Tem” e “não tem razão”. Me parece um pouco exagero de apologia à Pepsi, mas aí são incorporados conceitos mercadológicos interessantes; e depois cai numa “barra forçada”: quem disse, por exemplo, que as pessoas consomem Adidas por conta do Messi, como relatado aqui?
Assista o vídeo, mas tenha suas ressalvas com algumas falas que soam mais como propaganda do que propriamente de estudos, em: https://www.linkedin.com/posts/willianfelix-eletronicaeautomacaoindustrial_lembrei-das-aulas-de-virando-a-chave-com-activity-6875382797142396928-_xRf

Imagem extraída de: https://cruzferreira.com.br/coca-ou-pepsi-quem-domina-o-mercado-global/
Cuidado com quem você faz parcerias…
Se você aluga uma casa a alguém, com a promessa de que o inquilino pagará o aluguel em dia e ainda fará melhorias, você fica contente. Mas… se descobrir que as promessas não foram cumpridas, que as garantias (como fiador) não eram honestas, o que fazer? Você entra na Justiça, perde o dinheiro do aluguel, e se bobear, além desse prejuízo tem que reformar a casa e arrumar as avarias. Era melhor que não tivesse alugado… afinal, contrato com gente honesta, não precisa; e contrato com gente que não cumpre, não adianta.
Compare com o mundo do futebol:
Um investidor prometeu milhões ao Gama-DF, que vendeu 90% de sua SAF. Após aportes não cumpridos, o clube entrou na Justiça. Depois de algum tempo, conseguiu reaver a direção do departamento de futebol, tirando-o da SAF, mas ficando com o “pepino”: os jogadores contratados que não receberam e as dívidas feitas, serão pagos por quem, já que o investidor não tinha dinheiro?
Agora, vida nova ao time, reassumindo o clube numa situação pior do que estava.
Sobre a pendenga, na época: https://distritodoesporte.com/apos-falta-de-pagamentos-s-e-gama-comunica-despejo-a-saf-gama-do-ct/
Sobre a extinção da SAF: https://www.correiobraziliense.com.br/esportes/2022/11/5052208-receita-federal-declara-a-extincao-do-cnpj-da-saf-do-gama.html
Sobre o desfecho, em: https://www.ocuriosodofutebol.com.br/2022/12/gama-anuncia-fim-da-saf-e-vilson-tadei.html#.Y5pUnWuVCsI.twitter

Foto: Divulgação do Gama.
Os influenciadores digitais têm sido cada vez mais relevantes no Brasil. Por atingirem especialmente os mais jovens, tornam-se alvos de empresas que querem tê-los como garotos-propaganda.
Entretanto, uma nova modalidade surge: a do “investimento em cotas” desse pessoal.
Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/mais/ultimas-noticias/2021/07/10/voce-investiria-em-um-influenciador-digital-e-possivel-a-partir-de-r-10.htm
VOCÊ PATROCINARIA UM INFLUENCIADOR DIGITAL? COM R$ 10,00, É POSSÍVEL.
Os influenciadores digitais querem transformar fãs em sócios. Ao menos essa é a proposta do Divi-Hub, plataforma que permite que qualquer pessoa invista em projetos de influenciadores como a Bibi Tatto, que tem quase 9 milhões de inscritos no YouTube, e 4,5 milhões seguidores no Instagram, ou os Castro Brothers, que contam com quase 5 milhões de inscritos no canal.
Na plataforma, qualquer pessoa pode comprar uma espécie de “ação digital”, chamada DIVI, a partir de R$ 10, limitada a duas transações por mês. Quem assina a plataforma, porém, não tem limites de transações. A ideia é que o investidor receba parte das receitas e dos lucros obtidos pelo projeto do influenciador, assim como acontece com ações da Bolsa de Valores.
Mas será que compensa sair do lugar de espectador para investir o próprio dinheiro em youtubers, gamers e blogueiros? Veja abaixo como a plataforma funciona e quais são os riscos desse tipo de investimento (continua no link).
![Digital influencer: o que é? [+ PASSO A PASSO para se tornar um]](https://blog.hotmart.com/blog/2017/08/BLOG_digitalinfluencer-670x419.png)
Imagem extraída de: https://www.publicfast.com/page-what-is-influencer-marketing-and-how-it-works
Uma SAF deve ser bem discutida, trabalhada com pessoas sérias, formando-se comitês para dirimir as dúvidas e com a máxima transparência possível. Isso serve para todas as novas transações de SAFs.
O Fundo americano 777, de Josh Wander, comprou 70% da SAF do Vasco. E mesmo com muita gente participando do processo, agora os conselheiros têm dúvidas (especialmente por supostas divergências do que foi prometido e do que realmente será investido).
Alerta ligado para todos!
CONSELHEIROS DO VASCO COBRAM ESCLARECIMENTO SOBRE INVESTIMENTOS DA 777
por Alexandre Araújo
Um grupo de conselheiros do Vasco protocolou um documento por explicações sobre a relação entre os investimentos e as promessas feitas pela 777 Partners, empresa que adquiriu 70% das ações da SAF. Eles convocam o presidente Jorge Salgado e o vice Roberto Duque Estrada. Ambos, ao mesmo tempo que têm cargos no clube associativo, integram o conselho administrativo da SAF.
O documento é assinado por 14 conselheiros, dentre eles, Julio Brant. Candidato à presidência no último pleito e um dos líderes da “Sempre Vasco”, ele fez parte da Comissão Especial do Cruz-Maltino que discutiu a proposta da 777. A informação foi publicada, primeiramente, pelo “ge” e confirmada pelo UOL Esporte.
Ainda no material protocolado, o grupo lembra a declaração que Josh Wander, proprietário da 777, deu no início do ano, comparando o orçamento do Cruz-Maltino com o do Flamengo, e de Carlos Osório, 1º vice-presidente, que indicou que o clube teria um time competitivo.
Posteriormente, os conselheiros comparam às falas recentes de Paulo Bracks, diretor esportivo, que adotou um discurso mais “pés no chão” ao comentar o planejamento que será colocado em prática.
Para a próxima temporada, até aqui, o Vasco não anunciou reforços. As únicas novidades foram o técnico Maurício Barbieri e o diretor técnico Abel Braga.
No último dia 3, Sagado publicou em redes sociais, antes de embarcar para o Qatar, onde acompanha a Copa do Mundo, que havia participado da primeira reunião de conselho da SAF e que ela havia sido “muito proveitosa”.
Diante deste cenário, há o pedido para que sejam esclarecidos o orçamento detalhado, plano e projeto para o futebol do Vasco para os anos de 2023, 2024 e 2025, que foram chancelados pelos nossos representantes dentro da SAF Vasco; como esse orçamento e plano estão no contrato e como os conselheiros e os sócios-proprietários da associação poderão acompanhar se estão sendo se estão sendo cumpridos os termos do contrato; e quais os objetivos desportivos para os próximos três anos, chancelados pelo conselho de administração e consequentemente pelos nossos representantes na SAF Vasco.

Josh Wander, Sócio da 777 Partners; Jorge Salgado, Presidente do Vasco da Gama e Juan Arciniegas, Diretor de Esportes, Mídia e Entretenimento da 777 Partners (Foto: Divulgação). Extraída do site do Vasco.
Sensacional uma declaração do mega-empreendedor Abílio Diniz:
“Na crise, existem aqueles que se abatem, sentam no chão e choram; e existem aqueles que fabricam e vendem lenços. Nós somos fabricantes de lenços”.
Pois é. Um misto de vocação, conhecimento e anos de experiência para estar afiado entre os momentos ideais ou não.

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão”. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: “Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não para de falar”.
Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:
“A solidão é como eu recarrego minha bateria”
Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…
E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?
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E ao procurar elencar os fatores que levam funcionários a se demitirem de uma empresa, me deparo com essa interessante e didática imagem. Abaixo:

Gostei deste banner sobre dicas para “delegar tarefas”, algo muito difícil quando a centralização do poder e das tomadas de decisões estão arraigadas culturalmente.
Vale a atenta observação. Abaixo:

Extraído do Facebook de Jamila Nascimento: https://www.facebook.com/104394481337325/posts/133033168473456/
Estou com essa turma e não abro mão: na Alemanha, homens, com importantes cargos profissionais, fazem de tudo para poder conseguir um tempinho a mais com seus filhos. Sacrifício e ao mesmo tempo, prazer recompensador!
Extraído de:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homem-alemao-troca-cargo-por-familia-,1114810,0.htm
HOMEM ALEMÃO TROCA CARGO POR FAMÍLIA
Executivos em posições de liderança em bancos e em órgãos do governo pedem demissão ou trabalham meio período para cuidar dos filhos
Por Susanne Amann , Simone Salden / Der Spiegel
No passado, as políticas alemãs relativas às famílias dos empregados eram mais voltadas às mulheres, mas a situação vem mudando. Os homens também começam a exigir condições de trabalho mais flexíveis para equilibrar seus deveres de trabalho e com a família – e isso vem forçando grandes mudanças da cultura corporativa.
Há alguns anos, Gerd Göbel provavelmente seria considerado um irracional por muitos diretores de recursos humanos. E possivelmente deixaria também os colegas surpresos. Göbel tem uma carreira bem-sucedida no segundo maior banco da Alemanha, o Commerzbank, onde chefia uma equipe de administração de ativos e portfólio. E trabalha em tempo parcial porque tem uma filha ainda muito pequena.
Quando a menina nasceu, há três anos, o executivo de 47 anos reduziu suas horas de trabalho para 40% do total; depois aumentou para 60% e mais recentemente para 80%. Na sua divisão, que tem 80 funcionários, ele foi o primeiro pai a tirar uma licença paternidade e o primeiro a desistir de uma posição que exige horário integral.
“Na época, claro que me perguntei se seria possível trabalhar em tempo parcial em um cargo de liderança”, diz ele, que chefia uma equipe de cinco pessoas. Mas seu experimento foi bem-sucedido e ele continua a passar um dia útil em casa, embora possa ser encontrado pelo telefone celular.
Göbel ainda é exceção. Mas o fato é que ele é um dos muitos pais que não se satisfazem mais em trabalhar a semana inteira e ver os filhos só nos fins de semana. Quando Jörg Asmussen se demitiu do seu posto de alto nível como membro da diretoria executiva do Banco Central Europeu, em meados de dezembro, ele citou a “família” e os “dois filhos ainda bebês” como o motivo. Considerações familiares também teriam sido fator decisivo para o fim surpreendente da carreira de Roland Pofalla, durante anos um dos homens mais influentes do governo Angela Merkel.
Mudanças. Na Alemanha em geral os homens ainda representam pouco menos de 20% de todos os indivíduos que trabalham em tempo parcial, mas este porcentual cresce rapidamente. A proporção de homens que trabalham meio período mais do que dobrou em dez anos, ao passo que a de mulheres cresceu em torno de 30%.
No pacto de coalizão recentemente concluído pelo governo da Alemanha foi inserido, pela primeira vez na história do país, um capítulo que trata do papel dos “pais ativos” e um apelo no sentido de “melhores condições que permitam que pais e mães compartilhem as obrigações profissionais e familiares de modo equitativo”.
A pressão por mudanças vem crescendo, com as empresas ainda lutando para encontrar e reter bons empregados. Já não basta mais oferecer aos funcionários uma creche na empresa. Pesquisas com os pais mostram que a possibilidade de manter uma carreira compatível com a vida privada aumenta enormemente a motivação para o trabalho e a fidelidade ao patrão.
Gestores de recursos humanos também reconhecem que o fato de estar ativamente envolvido na educação dos filhos também é benéfico para o progresso profissional de um indivíduo, já que pais que trabalham sempre são mais sociáveis e costumam organizar a carga de trabalho de maneira eficiente.
Os homens avaliam as políticas corporativas para famílias de forma mais negativa do que as mulheres. Para 85% deles, as políticas das empresas nesse setor são mais direcionadas às colegas do sexo feminino. Foi o que revelou um estudo feito pela A.T. Kearney que será publicado este mês. “As empresas precisam agir. Necessitamos urgentemente de novos modelos de modo a reformular inteiramente o trabalho”, disse Martin Sonnenschein, diretor da A.T. Kearney para a Europa Central.
Iniciativas. A gigante da engenharia Bosch é uma das que se esforçam para incluir os homens nas políticas de família. A empresa oferece a seus funcionários não só a possibilidade de “tempo de trabalho flexível” ou em meio período, mas os incentiva expressamente a trabalhar a partir de outros locais.
Os executivos têm permissão para organizar seus horários como preferirem, desde que produzam resultados – um projeto inicial pôs cem executivos para trabalhar de casa. Redes internas, como “papas@bosch” (“papais na Bosch”), auxiliam a troca de informações.
Os executivos estão embarcando nas possibilidades oferecidas, mesmo quando estão em cargos considerados chave pelas organizações. Lutz Cauers, de 49 anos, é um bom exemplo dessa tendência. Ele é diretor do departamento de auditoria interna da Deutsche Bahn, empresa ferroviária alemã.
Ele é responsável por mais de 100 empregados e se reporta diretamente ao presidente da companhia. Cauers tem escritório em Berlim e um segundo em Frankfurt. Ele controla também três outras bases na Alemanha e mais quatro na Europa, Ásia e Estados Unidos. Mas centralizou sua vida em Nuremberg, onde vivem a mulher e os três filhos.
Atualmente ele está montando um escritório numa empresa afiliada em Nuremberg e passa pelo menos uma noite da semana com a família. E com frequência pega um avião no início da manhã para Berlim ou o trem para Frankfurt. Se necessário, leva os filhos com ele para o escritório.
“Minha mulher tem uma empresa de médio porte, portanto é claro que ela não consegue cuidar da casa sozinha”, disse ele. “E eu não gostaria disso também. Quero ver meus filhos crescerem.”
Flexibilidade. Um número crescente de homens pretende seguir o caminho escolhido por Cauers e as empresas vêm reagindo a isso. A aérea Lufthansa, há anos, oferece a seus 70 mil funcionários a possibilidade de trabalharem meio período. Mas diz ter percebido que só isso não é mais suficiente.
Bettina Volkens é diretora de recursos humanos do grupo Lufthansa e também mãe de duas crianças. “Contratos de trabalho que não têm flexibilidade não funcionam mais”, diz ela, explicando que a empresa tem de se envolver diretamente com os problemas dos funcionários. A meta de Bettina é tornar a cultura da empresa mais aberta a modelos de contrato de trabalho ainda mais flexíveis.
Parte disso é o projeto piloto chamado “Novo Espaço de Trabalho”, em que 80 empregados da área de recursos humanos compartilham 50 estações de trabalho. Mesmo os executivos sentam em mesas diferentes a cada dia. “Os empregados podem trabalhar às vezes a partir de casa. “A ideia é incentivar isso”, diz Bettina. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Imagem extraída de: https://4daddy.com.br/homens-estao-passando-mais-tempo-com-seus-filhos-mas-licenca-paternidade-estendida-so-e-realidade-em-12-das-empresas/
Creio que não há quem ganhe mais dinheiro no Brasil do que Cielo, Amex, Rede, Elo, dentre tantas outras operadoras.
Quanto elas cobram dos clientes que parcelam suas dívidas? Mais de 10% ao mês!
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Um mina de ouro…

Imagem extraída de: https://www.foregon.com/blog/quais-sao-os-melhores-cartoes-de-credito-para-2020/, na matéria de Janaína Tavares.