– “O que faz sucesso hoje é música sem futuro”, diz Fagner

O cantor cearense Fágner deu uma interessante declaração sobre as músicas sem futuro. Disse que:

Eu e os da minha geração continuamos cultuados pela qualidade do que a gente fez e faz. Mas a inutilidade das novas canções de sucesso me preocupa. É uma música que não tem futuro. O que essa moçada vai ouvir daqui a alguns anos, para lembrar de passagens de suas vidas? É tudo descartável, não vai ficar.”

De fato, há muitos cantores com sucesso de uma canção só. E que depois de alguns anos nem mais são lembrados.

A boa música, sem dúvida, ultrapassa gerações.

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Imagem extraída de: https://oviadmin.hu/index.php?menu=cikk&id=275;

– #tbt 2: La Cucaraccia!

Às 5ªs feiras, é dia de postagem de recordação. E hoje, bem musical!

Cadê a “barata”, em espanhol?

Em: https://youtu.be/8H784qdpgEA

– #tbt: 1: Dó Ré Mi!

Repost: há 6 anos…

Coisas prazerosas da vida: ver a filhota tocando graciosamente “The Sounds of Music” (a popular Dó-Ré-Mi) é um “colírio” para os meus ouvidos.

Senhoras e senhores, com vocês, a tecladista e pianista mirim Marina Porcari!!!

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=G_NcxND3h_M

– Noites Traiçoeiras. E dias também!

Eu gosto demais da canção católica “Noites Traiçoeiras”, especialmente quando se fala sobre “se o mundo te faz sofrer, Deus te quer sorrindo”.

Abaixo:

NOITES TRAIÇOEIRAS

Deus está aqui neste momentoSua presença é real em meu viverEntregue sua vida e seus problemasFale com Deus, Ele vai ajudar você
 
Deus te trouxe aquiPara aliviar os teus sofrimentoÉ Ele o autor da FéDo princípio ao fimEm todos os seus tormentos
 
E ainda se vier noites traiçoeirasSe a cruz pesada for, Cristo estará contigoO mundo pode até fazer você chorarMas Deus te quer sorrindo
 
E ainda se vier noites traiçoeirasSe a cruz pesada for, Cristo estará contigoO mundo pode até fazer você chorarMas Deus te quer sorrindo
 
Seja qual for o seu problemaFale com Deus, ele vai ajudar vocêApós a dor vem a alegriaPois Deus é amor e não te deixará sofrer
 
Deus te trouxe aquiPara aliviar o seu sofrimentoÉ Ele o autor da FéDo princípio ao fimEm todos os seus tormentos
 
E ainda se vier noites traiçoeirasSe a cruz pesada for, Cristo estará contigoO mundo pode até fazer você chorarMas Deus te quer sorrindo
 
E ainda se vier noites traiçoeirasSe a cruz pesada for, Cristo estará contigoO mundo pode até fazer você chorarMas Deus te quer sorrindoMas Deus te quer sorrindo
 

– Descanse em Paz, Erasmo!

Erasmo Carlos, o Tremendão, se foi aos 81 anos…

A Jovem Guarda, pouco a pouco, vai nos deixando.

Em: https://www.metropoles.com/colunas/guilherme-amado/morre-o-cantor-erasmo-carlos?amp

Imagem extraída do link acima.

– Régis Tadeu…

Não sei se o crítico musical Régis Tadeu é um personagem ou um “cara real”; ou um chato profissional que quer causar…

Enfim, para quem o curte, ou que gosta de música e não quer entendê-lo, em: https://youtu.be/pLAHWi-H7gU

– E Gal Costa morreu…

Que pena… faleceu a grande cantora Gal Costa!

A minha canção preferida dela é “Chuva de Prata”. E a sua?

Em: https://youtu.be/vR8BVjxyAJg

– Letra e Cifra de “Estás entre Nós” / “Tu és minha Vida”.

Para inspirar: “Tu és minha vida” / “Estás entre nós” é uma canção católica que nos faz viajar no Espírito Santo! Uma letra que permite refletir o quanto Deus nos ama e nos protege.

Meditemos a letra dessa música! Assista e reflita em: https://youtu.be/uwKbhfdoBK0

ESTÁS ENTRE NÓS

Em         C     D             G
Tu és minha vida, outro Deus não há!
Em             C        D         G
Tu és minha estrada, a minha verdade
Am       D      G         Em
Em tua palavra eu caminharei
Am            D       G           B7
Enquanto eu viver e até quando tu quiseres
Am                D     G           Em
Já não sentirei temor, pois, estás aqui
C           D       Em
Tu estás no meio de nós

Em              C    D           G
Creio em Ti, Senhor, vindo de Maria
Em             C      D           G
Filho eterno e Santo, homem como nós
Am          D          G            Em
Tu morreste por amor; vivo estás em nós
Am        D         G             B7
Unidade trina com o Espírito e o Pai
Am             D     G         Em
E um dia eu bem sei: tu retornarás
C           D          Em
E abrirás o reino dos céus

Em              C    D           G
Tu és minha força, outro Deus não há!
Em          C    D           G
Tu és minha paz, minha liberdade
Am          D    G       Em
Nada nesta vida nos separará
Am        D    G                 B7
Em tuas mãos seguras minha vida guardarás
Am                D   G           Em
Eu não temerei o mal, tu me livrarás
C           D         Em
E no teu perdão viverei!

Em              C    D           G
Ó, Senhor da vida, creio sempre em ti!
Em          C    D           G
Filho Salvador, eu espero em ti!
Am          D    G       Em
Santo Espírito de amor: desce sobre nós
Am          D        G                 B7
Tu, de mil caminhos, nos conduzes a uma fé
Am                D   G           Em
E por mil estradas onde andarmos nós
C           D         Em
Qual semente nos levarás!

C           D       Em
Tu estás no meio de nós
C           D          Em
E abrirás o reino dos céus
C           D         Em
E no teu perdão viverei!
C           D         Em
Qual semente nos levarás!

Em         C     D             G
Tu és minha vida, outro Deus não há!

– Vermelho. Que musiquinha ruim…

Rapaz, sem querer, bem por acaso, assisti a um clipe chamado “Vermelho”, da cantora Glória Groover (ou algo assim).

Respeito todos os gostos musicais, mas… além da letra de duplo ou triplo sentido, uma produção para lá de gosto duvidoso. Apelativo!

Claro, há quem goste. Mas eu não compraria uma mídia como essa.

– As 10 melhores músicas de todos os tempos!

Se você gosta de música boa, certamente já deve ter lido muitas listas sobre “as melhores de todos os tempos”.

Abaixo, da Revista Rolling Stones, as 10 mais (extraído de: https://www.revistabula.com/44870-10-melhores-musicas-de-todos-os-tempos-segundo-a-revista-rolling-stone/)

10 MELHORES MÚSICAS DE TODOS OS TEMPOS

Por Fer Kalaoun

A revista “Rolling Stone” existe desde 1967, na Califórnia, produzindo conteúdo completamente voltado para a cultura popular, a música, o cinema e assuntos políticos mais polêmicos, inicialmente com cobertura do extravagante jornalista Hunter Thompson. Com um exército de 250 artistas, músicos, produtores, críticos e jornalistas do meio musical, o veículo recriou sua lista de “500 melhores músicas de todos os tempos”. A última versão da lista foi lançada há quase 20 anos. Foram aproximadamente 4 mil faixas votadas, dentre as quais, 500 foram selecionadas para o ranking. A única brasileira a despontar no rol é “Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)”, de Jorge Ben, lançada em 1976. Confira o top 10 da lista agora, na Revista Bula. Os títulos estão classificados de acordo com as posições no ranking original.

Respect, Aretha Franklin (1967)

Originalmente escrita e lançada em 1965 por Otis Redding, a canção foi sucesso na voz de seu autor, mas superou todas as expectativas quando gravada pela cantora de Rythm & Blues, Aretha Franklin, em 1967. Além de se tornar um dos singles mais vendidos dos Estados Unidos, na voz da diva, a música ficou no topo na Billboard por duas semanas seguidas e se tornou um símbolo do movimento feminista.

Fight the Power, Public Enemy (1989)

A primeira versão da música foi lançada como single, em 1989, e se destacou como trilha sonora do filme de Spike Lee “Do The Right Thing”. Em 1990, o grupo a relançou em uma nova versão para o álbum “Fear of a Black Planet”. A letra inclui referências a James Brown, o cristianismo afro-americano e a luta pelos direitos civis.

A Change is Gonna Come, Sam Cooke (1964)

Em fevereiro de 1964, Sam Cooke lançou a canção em seu álbum “Ain’t That Good News”. Mais tarde, neste mesmo ano, uma versão ligeiramente alterada, com produção de Hugo e Luigi, entrou no lado b do single “Shake”. Cooke foi inspirado a escrever “A Change is Gonna Come” por vários acontecimentos de sua vida, mas em especial, quando ele e sua banda foram expulsos de um hotel para brancos na Louisiana. O fato o marcou e o motivou a falar sobre a luta dos afro-americanos pelos direitos civis.

Like a Rolling Stone, Bob Dylan (1965)

Os primeiros versos surgiram durante uma exaustiva turnê pela Europa. Algumas semanas mais tarde, ela ganhou estrofes e foi incorporada no disco “Highway 61 Revisited”, de 1965. Considerada longa e pesada demais pela gravadora, a canção só foi lançada porque uma cópia vazou e tomou os clubes de música nos Estados Unidos, sendo considerada “revolucionária” por críticos.

Smells Like Teen Spirit, Nirvana (1991)

Faixa de abertura de “Nevermind”, de 1991, a música se tornou um hit e colocou a banda de grunge Nirvana no circuito popular. Um hino dos jovens que nasceram no pós-Segunda Guerra, a letra contesta a apatia dos adolescentes daquela geração diante de assuntos de relevância política e social. Com estrofes suaves, a canção é marcada pelo riff rápido e barulhento e vocais guturais no refrão.

What’s Going On, Marvin Gaye (1971)

Escrita por Marvin Gaye, Renaldo Benson e Al Cleveland, “What’s Going On” é uma canção de cunho político e que transita por elementos do gospel, soul, funk e jazz. A letra foi inspirada por um episódio testemunhado por Benson, durante uma viagem para Berkeley. Manifestantes protestavam contra a Guerra do Vietnã, em maio de 1969, quando foram recebidos com truculência por policiais no People’s Park. Ao comentar o fato com Cleveland, surgiu a ideia de escrever a canção questionando o que estaria acontecendo com o país. Ao mesmo tempo, os levantes civis de Watts motivaram Gaye a complementar a letra.

Strawberry Fields Forever, The Beatles (1967)

Composta por John Lennon, a canção foi inspirada nos campos de morango do Exército da Salvação, onde brincava quando criança e que ficava próximo de sua casa. “Strawberry Fields Forever” foi lançada em 1967, no álbum “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”, sendo a primeira música do disco a ser gravada e definindo o conceito de rock psicodélico.

Get Ur Freak On, Missy Elliott (2001)

Escrita por Missy Elliot e Timbaland, a música tem como base elementos do bhangra, um estilo popular de música indiana, especialmente em Punjab. Seu lançamento foi inicialmente como single, em março de 2001. Posteriormente, uma versão remix foi lançada por Nelly Furtado e usada como trilha sonora de “Lara Croft: Tomb Raider”. Outros filmes também utilizaram a faixa, como “Bem-vindo à Selva”, com Dwayne Johnson, e “O Virgem de 40 Anos”, com Steve Carrell.

Dreams, Fleetwood Mac (1977)

De autoria de Stevie Nicks, vocalista do grupo, “Dreams” fez parte do álbum “Rumours”, de 1977. Em 1998, o grupo The Corrs a regravou para um álbum de covers de Fleetwood Mac. Ela foi escrita durante um período em que os integrantes da banda enfrentavam problemas em seus relacionamentos conjugais, o que motivou a letra. Após Nicks escrever a canção e mostrar aos outros membros da banda, eles decidiram gravá-la no dia seguinte.

Hey Ya!, Outkast (2003)

Composta e produzida por André 3000 para o álbum “The Love Below”, que integra o álbum duplo “Speakerboxxx/The Love Below”, o videoclipe é uma paródia à apresentação dos Beatles no “The Ed Sullivan Show”, em 1964.

Abertas as inscrições para o Festival da Canção em Irineópolis - CBN Vale do Iguaçu - 106,5 FM

Imagem extraída de: https://www.vvale.com.br/cbnvaledoiguacu/cbn-tarde-de-noticias/abertas-inscricoes-para-o-festival-da-cancao-em-irineopolis/

– Acalma a tempestade…

A canção de Frei Gilson “Acalma a minha tempestade” deveria ser cantada e repetida em nossos corações todo dia!

  • “Por quê tendes medo?”, como se canta?

Lindíssima: https://www.youtube.com/watch?v=d4c-7LWslIQ

– Tim Maia, 80 anos!

Se vivo fosse, Tim Maia faria 80 anos.

Ah se ele tivesse se cuidado… Relembre seu vozerão, abaixo:

– Axl Rose e Billy Idol no Rock in Rio: “a desejar”?

Não assisti, mas não duvido: leio que as performances de Axl Rose (do Guns N’Roses) e de Billy Idol no Rock in Rio foram decepcionantes. E por dois motivos: a qualidade / saúde da voz (que já não é a mesma) e a desafinação!

Uma pena… símbolos da minha adolescência / juventude, grandes roqueiros que não se cuidaram ao longo do tempo.

Sobre essa crítica, aqui (para quem assistiu e quer concordar ou discordar): https://www.terra.com.br/amp/diversao/musica/rock-in-rio/rock-in-rio-com-a-voz-em-ruinas-billy-idol-protagoniza-o-maior-vexame-do-festival,2a184af56389f4b34907d08ce744a6caozrdk27r.html

Foto: divulgação

– Bob Dylan – Under The Red Sky (1990).

Under the Red Sky é um disco que parecia um recuo consciente da profundidade e atmosfera dos seus trabalhos mais expressivos. Ao contratar Don Was, o…

Continua em: Bob Dylan – Under The Red Sky (1990)

– Milton Nascimento – Miltons (1988)

Produzido por Márcio Ferreira, então empresário do artista, “Miltons” (1988) era mais informal e menos grandiloquente que seus álbuns mais recentes …

Continua em: Milton Nascimento – Miltons (1988)

– 45 anos da Morte de Elvis Presley

Hoje faz 45 anos que o Rei do Rock’n Roll Elvis Presley se foi!

Se não fossem as malditas drogas…

A minha preferida: Suspicious Mind! (http://www.youtube.com/watch?v=SBmAPYkPeYU)

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O Rockeiro Jô Soares.

Você sabia que o agora saudoso Jô Soares gravou algumas músicas?

A de maior destaque: o Rock do Vampiro!

Sensacional… assista em: https://youtu.be/apdP0ShnmIQ

– Beatles – Help (1965).

O álbum foi lançado junto ao filme, e traz canções que figuraram na exibição do longa, além de algumas outras composições para fechar o trabalho. Das…

Beatles – Help (1965)

– Luiz Ayrão: o cara é bom!

Há dois anos…

Eu gosto de boa música, e um dos compositores mais competentes do Brasil é Luiz Ayrão.

Pouca gente sabe, mas sucessos como Nossa Canção e tantos outros foram escritos por ele, nas vozes de Daniel, Roberto Carlos e muitos intérpretes famosos.

Não sabia por onde ele andava, e o vi no SBT, um pouco debilitado, mas ainda simpático e capaz!

Para quem curte letras de qualidade,

em: https://www.youtube.com/watch?v=mV4sTPS8uHY

– Revivendo os anos 80: Karatê Kid e sua trilha sonora!

Minha flha mais velha é uma “Otaku” – uma adolescente apaixonada por animes e mangás japoneses. E brincando com ela sobre séries e filmes da cultura japonesa, achamos a trilha de Karatê Kid.

Quem viveu os anos 80 e não sabe o que é isso… 

De arrepiar o clip com Daniel Sam e Senhor Miagui, em: https://www.youtube.com/watch?v=3bFTlAj706A

– Simone , Simaria, Silmaria, Simara, Dona Maria, Sei lá.

Simone , Simaria, Silmaria, Simara, Dona Maria, Sei lá.

Não sou antenado nesses novos sertanejos, nem sei o que está se passando com eles. Mas que os assuntos que bombam nas redes sociais são essas mulheres nesta semana, não há dúvida.

Só sei que é uma dupla que se separou. Confere, produção?

Não seria… atenção demais para esse tema?

Extraído de: https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/musica/amp/2022/06/homenagem-de-simone-para-simaria-em-show-vira-piada-nas-redes-sociais-cl4m2vgye0000019i6wn6pa6b.html

– “La Valse d’ Amelie”, by Marcel Franco de Oliveira.

Meu primo Marcel Franco de Oliveira é professor de música, e em seu sangue está o talento musical que veio do nosso avô. Ele sabe tocar tudo! E a sanfona do saudoso Toninho Porcari, em suas mãos, torna-se uma ferramenta de encanto aos nossos ouvidos.

Assista “La Valse d’ Amelie”, em: https://youtu.be/jl41DXbFsYk

– Aquarela do Brasil.

(Ary Barroso) “Brasil, meu Brasil brasileiro Mulato inzoneiro Vou cantar-te nos meus versos Brasil, samba que dá Bamboleio que faz gingar O Brasil do…

Continua em: Aquarela do Brasil

– Gusttavo Lima é culpado?

Não sei uma música sequer dos novos sertanejos, mas sei que existem algumas polêmicas que estão acontecendo, devido a repercussão.

Por justiça: se o tal de Gusttavo Lima cobra R$ 800 mil por show em eventos particulares, por quê teria que cobrar diferente de eventos públicos?

Errado é quem paga! Que o munícipe cobre suas autoridades a justificativa de tal gasto. Dá retorno à cidade esse investimento?

Por mais que gere emprego temporário da indústria do entretenimento, a desculpa de “levar diversão” ao povo é absurda pelo valor pago.

– “Não falamos do Bruno”!

Muito bacana! Fomos na Casa da Cultura de Bragança Paulista assistir “Encanto”, um teatro musical baseado no filme da Disney.

Que sucesso! Especialmente nas canções da menininha Mirabel. Aqui: um trecho que todas as crianças sabem de cor e salteado: “Não falamos do Bruno”:

Em: https://youtube.com/shorts/fFzeFHYx408?feature=share

– E as Notas Musicais se originaram de onde?

Na minha casa, todos tem noções musicais. Só eu que de música, nada sei. Porém, aprendi sobre como surgiu o tão famoso Do-Ré-Mi-Fá-Sol-La-Si e quero compartilhar, de tão interessante que achei!

As notas musicais surgiram do monge beneditino Guido d’Arezzo, no século XI. Ele se inspirou em um Hino a São João Batista, que houvera sido composto no século VIII.

Originalmente, ele observou a sonoridade da canção, e resolveu a partir das iniciais, adaptar no que chamamos de “notas”.

O primeiro esboço era: Ut-Ré-Mi-Fá-Sol-La-S

O Hino a São João:

Ut queant laxis…

Ressonare fibris…

Mira gestorum…

Famuli tuorum…

Solve polluti…

Labii reatum…

Santi Iohannes.

Perceba que a primeira e a última nota foram trocadas. Mas isso aconteceu no século XVI, pois o músico Giovanni Bononcini não gostava da sonoridade. No lugar do Ut entrou Do (inicial de Dominus) e ao invés de S, Si (iniciais de Santi Iohannes).

(Extraído de Revista Superinteressante, ed  Jan/2013, pg 30).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Além do Horizonte deve ter…

… um lugar (continue).

Eu curto demais Roberto Carlos. E logo cedo me apareceu “Além do Horizonte”!

Sensacional! Para curtir, em: https://youtu.be/jJJPrLm2GoY

– O excêntrico Ney Matogrosso.

Assisti a ótima entrevista do Ney Matogrosso ao Danilo Gentille!

É um pouco da história da música brasileira, carregada com as particularidades do cantor. Gostando ou não do artista, é interessante ver seu trabalho e sua visão (que não necessariamente agrada ou desagrada).

Em: https://youtu.be/OlkG-fTRLgg

– 125 anos de Pixinguinha!

No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!

Carinhoso é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?

Ouça essa maravilha: http://www.youtube.com/watch?v=EGWg4YpS1ls

– Os efeitos da Música sobre as crianças.

Publicado originalmente em ilpensierononlineare: 

Musical/Mente: gli effetti della musica sui bambini.

La vita dell’essere umano è scandita fin da subito (dall’esperienza intrauterina), dalla presenza del ritmo. Le esperienze prenatali includono infatti la regolare presenza del battito cardiaco e del respiro materno; esperienze a cui seguirà dopo la nascita l’uso di tutta una serie di “suoni” che chi si prende cura del bambino, userà per comunicare con quest’ultimo/a. Tra i primi suoni utilizzati per comunicare o attirare l’attenzione del bambino, abbiamo l’uso delle filastrocche o ninnenanne.

Le filastrocche o comunque tutte quelle canzoncine usate, sono di solito caratterizzate da elementi comuni ovvero: estrema regolarità, semplicità e ripetitività. Si tratta in sostanza di canzoncine molto semplici (sia dal punto di vista ritmico che melodico), che riescono a creare come una sorta di sospensione, di attesa, un “prima o poi qualcosa accadrà”, che riesce a tenere i bambini calmi e sereni, analogamente a quanto accadeva quando nell’esperienza intrauterina erano cullati e coccolati dal suono della voce materna.

Numerose ricerche hanno affrontato il tema poc’anzi esposto. In generale si potrebbe dire che tutti nasciamo con una “certa” predisposizione ai suoni (proprio in vista delle esperienze intrauterine vissute), tuttavia i ricercatori hanno deciso di indagare ulteriormente la questione. Si è quindi deciso di valutare se, in qualche modo, essere sottoposto a giochi o attività musicali abbastanza precocemente possa rendere successivamente più bravi a distinguere/riconoscere i suoni oppure a percepirne la loro regolarità/irregolarità. La domanda a cui provare a rispondere diventa pertanto se l’allenamento possa essere un valido aiuto nello sviluppare la capacità di elaborazione dei suoni, oppure se solo chi in partenza ha una sensibilità più spiccata è poi successivamente più propenso a dedicarsi alla musica.

Christina Zhao e Patricia Kuhl, dell’Università di Washington, hanno distinto le due possibilità dividendo circa 40 bambini di nove mesi in 2 gruppi e facendoli poi giocare per un mese con i genitori: un gruppo ha ascoltato musiche complesse (ad esempio un Valzer) aiutando i genitori a batterne il ritmo mentre l’altro gruppo si è dedicato a giochi come quello delle macchinine; gioco simile a quello dell’altro gruppo (in termini di intensità e interazione di movimenti), ma senza musica.

Lo step successivo è stato far ascoltare altre musiche dai ritmi simili ma con anomalie e interruzioni del ritmo. I successivi esami dell’attività cerebrale (magnetoencefalografia) hanno mostrato che chi aveva ascoltato musica attivava di più le aree uditive e la corteccia prefrontale in risposta alle anomalie; si dimostrava pertanto una maggior capacità di attenzione e analisi dei suoni. Il dato interessante fu tuttavia un altro, ovvero che questi bambini erano anche maggiormente capaci di attivare una “risposta” in seguito all’ascolto di una lingua straniera.

“L’ascolto musicale precoce sembra migliorare la capacità dei bambini di decodificare suoni complessi individuandovi regolarità, un aspetto importante nella comprensione del linguaggio, e quindi potrebbe favorire anche l’apprendimento linguistico”, Zhao et Kuhl, “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

L’importanza dell’educazione all’ascolto musicale fu compresa anche da Maria Montessori che nel suo testo “Il metodo della pedagogia scientifica”, comprese come “la musica aiuta e potenzia capacità di concentrazione, ed aggiunge un nuovo elemento alla conquista dell’ordine interiore e dell’equilibrio psichico del bambino” evidenziando inoltre come questa capacità fosse di sostegno allo sviluppo del linguaggio e all’ampliamento del vocabolario.

Da musicista e psicologa ho sempre sostenuto l’importanza della musica. Credo sia fondamentale potenziare l’educazione all’ascolto; la capacità di concentrazione e sintonizzazione sul proprio e altrui Sè, che ascoltare un qualsiasi pezzo musicale richiede, è un potente mezzo nonchè una potente risorsa che l’essere umano ha. Investiamo tanto tempo nella velocità del nostro tempo moderno, dimenticando di fermarci ogni tanto, anche solo per una piccola pausa. E’ la musica che ce lo insegna.. ogni tanto prendiamo un piccolo respiro, un piccolo silenzio tra le mille note che riempiono la nostra giornata e impariamo ad ascoltare.. più intensamente. Di più.

“Finisce bene quel che comincia male”

Dott.ssa Giusy Di Maio.

– Phil Collins… puxa…

Eu me recordo de “I Can’t Dance”, do Genesis, arrebentando na MTV! Phil Collins sempre foi muito bom.

Aí leio que ele fez um último show, se aposentando, por conta da saúde. Veja como ele está neste print do Estadão:

Vou preferir essa memória, quando estava muito bem. Boa sorte à esse gênio da música: https://youtu.be/sNJVFloPIVA

– O Beatle que não foi Beatle: quando a oportunidade lhe sorri ou não!

Admiro um bom texto, e claro, os bons escritores. O jornalista Davi Coimbra, em seu blog (citação abaixo), escreveu sobre pessoas que tem estrelas, e usou como pano de fundo Pete Best X Ringo Star.

Pete era esclarecido, ousado, íntimo de John Lennon, Paul McCartney e George Harison. Mas ficou de fora da banda na hora da fama. Ringo era doente, analfabeto funcional e a sorte lhe sorriu! Tanto, que entrou para a história e a formação de sucesso consta seu nome.

Quantos competentes que de fato não são. Ou que não tem oportunidade! Há alguns que nascem para Pete Best, outros, para Ringo Star…

Extraído de: http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/02/03/o-beatle-que-nao-foi-beatle/?topo=77,1,1

O BEATLE QUE NÃO FOI BEATLE

Vi uma entrevista com o Pete Best, dias atrás. Sou fascinado por sua história, cada vez que ele aparece na TV fico mesmerizado.

Pete Best é o Beatle demitido. Foi um dos Beatles pioneiros, estava na formação originalíssima da banda, com os gênios George, Paul e John. Os quatro se reuniam na casa da mãe de Pete para ensaiar. Tocaram juntos durante dois anos, juntos viajaram para Hamburgo, numa temporada que marcou o amadurecimento público do grupo. Eram tão amigos, que, numa noite hamburguesa, estando eles sem dinheiro, Pete e John assaltaram um marinheiro e lhe tomaram a carteira estufada de marcos. Ou acharam que a haviam tomado: quando voltaram ao hotel, um perguntou ao outro se estava com a carteira, e nenhum estava.

Apesar de toda essa intimidade, George, Paul e John achavam que Pete não era bom o bastante. Além disso, havia a mãe de Pete. Mona, esse o nome dela. Era uma mulher de uns 30 e tantos anos, muito bonita e de forte personalidade. Arrogou a si própria a função de conselheira e mentora da banda. Os Beatles iam ensaiar na casa dela e ela ficava dando palpite. Metida. Tão metida que se meteu com um rapaz que funcionava como uma espécie de produtor do grupo e teve um filho com ele. O pai de Pete, bonzinho, assumiu a criança e lhe acoplou o sobrenome. Mais um Best no Reino Unido.

George, Paul e John, personalistas e até algo chauvinistas, não apreciavam as intervenções não solicitadas da mãe de Pete. Mas como dizer isso ao filho dela? É provável que, se Pete fosse um baterista um pouco mais carismático, eles o teriam mantido no grupo. Mas, aparentemente, não era. Ou pelo menos não era tão concentrado e tão brilhante quanto seus amigos.

E havia Ringo logo ali.

A história de Ringo é sen-sa-cio-nal. Ringo era de família pobre. Quando tinha três anos, o pai dele embarcou num dos navios que aportavam em Liverpool e foi-se mar afora, para nunca mais retornar. Ringo virava-se como podia na periferia da cidade, até que, aos sete anos, foi acometido de uma doença grave. Passou um ano no hospital, meio morto. Quando voltou ao colégio, sentiu o atraso. Os colegas o humilhavam, ele não conseguia aprender. Começou a matar aula. Aos 12 anos, era quase analfabeto. Uma prima decidiu ensiná-lo em casa, Ringo se entusiasmou, progrediu, mas, aos 13 anos, contraiu tuberculose. Mais um ano no hospital.

Alguém poderia dizer que foi muita falta de sorte. Ao contrário. Como Ringo já estava habituado ao ambiente hospitalar, comportava-se com desenvoltura entre doentes, médicos e enfermeiras. Em pouco tempo, organizou uma bandinha com os pacientes, improvisou umas baquetas e arvorou-se como baterista. Ao sair do hospital, o padrasto, que era um bom homem, presenteou-o com uma bateria usada.

Foi assim que Ringo aprendeu a tocar.

Foi a partir daí que se tornou um Beatle e entrou para a História.

Quer dizer: se não tivesse ficado doente da primeira vez, provavelmente não se sentiria à vontade para fazer a banda na segunda vez que ficou doente. Logo, as duas doenças foram fundamentais na construção do destino estrelado de Ringo Star.

Já Pete Best, comunicado de que o tinham excluído da banda, e excluído- justamente às vésperas da assinatura do primeiro contrato que os elevaria ao firmamento do rock, Pete Best literalmente recolheu-se à insignificância. Trabalhou como funcionário público, tentou o suicídio abrindo o gás do banheiro, foi salvo pela mãe e retornou à sua vida comum. Está casado há 45 anos com a mesma mulher, ainda mora em Liverpool e montou sua própria banda, a Pete Best Band, com a qual excursiona pelo mundo, ganhando algum dinheirinho, afinal. Na entrevista que assisti, falava com voz grave e melodiosa. Trata-se de um senhor grisalho, com o bigode frondoso dominando o rosto risonho e melancólico. Diz não saber por que foi demitido da maior banda pop de todos os tempos, diz que o importante é ter saúde, diz que é feliz.

Não deve ser.

Imagino que nenhum dia da sua vida termina sem que ele pense que poderia ter sido um Beatle. Pior: que ele FOI um Beatle, e agora não é mais. O único Beatle fracassado da banda mais bem-sucedida da História.

Essa é a diferença entre os vencedores e os perdedores. Essa a atual diferença entre as direções do Grêmio e do Inter. Alguns nascem para ser Ringo Star. Outros sempre serão Pete Best.

Imagem extraída de: https://www.amazon.com.br/Beatle-Pete-Best-Story/dp/0859653013

– Há exatos 58 anos, os Beatles eram chamados de Desafinados!

Faz 58 anos tal fato: os Beatles desembarcavam nos EUA pela primeira vez, e… Mesmo  já relativamente famosos, foram chamados de “ridículos” e “caipiras”.

A CBS chegou a dizer, vejam só: “Não-heróis, fazendo não-música, com não-cortes de cabelo”.

Aliás, além das críticas dizerem que eles eram apenas “publicidade europeia”, os americanos adoravam falar sobre os cabelos do pessoal de Liverpool. Veja abaixo a matéria feita sobre os 50 anos da data, em:

http://g1.globo.com/musica/noticia/2014/02/ha-50-anos-ida-dos-beatles-eua-foi-criticada-ridiculos-cabelo-de-tigela.html

BEATLEFOBIA

O primeiro desembarque dos Beatles nos EUA, que completa 50 anos nesta sexta-feira (7), foi criticado e ridicularizado em jornais norte-americanos, mesmo com a crescente “beatlemania” dos fãs no país. O quarteto britânico era um “desastre” com “cabelos de tigela de pudim” para a revista “Newsweek”. “Ridículos”, atacou o jornal “Daily News”.

A chegada da banda a Nova York, em 7 de fevereiro de 1964, foi episódio fundamental na história da música pop. É um marco da “invasão britânica” às paradas americanas. Mas, para o “New York Daily News”, seria apenas “leve entretenimento” passageiro, enquanto não vinham problemas mais pesados, como a Guerra Fria.

No aeroporto, John, Paul, George e Ringo rebateram perguntas maliciosas em entrevista coletiva. “Que acham de Beethoven?”, quis saber um repórter. “Ótimo. Especialmente seus poemas”, troçou Ringo. “Já decidiram quando vão se aposentar?“, atacou outro. “Semana que vem”, disse Lennon. A banda seguiu por mais seis anos e nunca mais foi tratada com tanto desdém.

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– Sílvio Brito em Família.

Tem programa mais bacana do que o do Silvio Brito na Rede Vida?
Muito legal e com alto astral!
Amo essa música: Careca, Sem Dente e Pelado!

 

– “O que faz sucesso hoje é música sem futuro”, diz Fagner

O cantor cearense Fágner deu uma interessante declaração sobre as músicas sem futuro. Disse que:

Eu e os da minha geração continuamos cultuados pela qualidade do que a gente fez e faz. Mas a inutilidade das novas canções de sucesso me preocupa. É uma música que não tem futuro. O que essa moçada vai ouvir daqui a alguns anos, para lembrar de passagens de suas vidas? É tudo descartável, não vai ficar.”

De fato, há muitos cantores com sucesso de uma canção só. E que depois de alguns anos nem mais são lembrados.

A boa música, sem dúvida, ultrapassa gerações.

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Imagem extraída de: https://oviadmin.hu/index.php?menu=cikk&id=275;