– E a Ambev está mudando a estratégia de novo… Brahma e Skol voltando a estar em alta!

A Ambev estava privilegiando cervejas premium e artesanais nos últimos tempos. mas a coisa mudou…

Entenda, extraído do LinkedIn de Ian Sterchele (https://www.linkedin.com/posts/activity-7335662803950665728-v8eK/?utm_medium=ios_app&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts&utm_source=social_share_send&utm_campaign=share_via)

AMBEV E A SUA ESTRATÉGIA

A maior empresa de bebidas do mundo está voltando às origens — e matando marcas artesanais para focar em cinco frentes: Corona, Skol, Brahma, Spaten e Budweiser.

O foco agora é no popular.

Marcas como Goose Island, Hoegaarden e Patagonia vão sair de cena no Brasil.

A Colorado vai fechar a fábrica e talvez siga apenas com um ou dois estilos. O Bar do Urso provavelmente será descontinuado.

Mas por que esse movimento?

Os motivos:
→ Como líder de mercado, não faz sentido formar categorias fora do core. O consumidor experimenta, se educa — e acaba migrando para outras marcas.
→ O mercado de artesanais está estagnado — e começa a cair.
→ Os jovens estão consumindo menos álcool.
→ E quem consome, está migrando da cerveja para os drinks.

Além disso, houve uma mudança clara na tese de investimento dos principais acionistas, o grupo 3G. O modelo Ambev ficou obsoleto e, pior: se mostrou irreplicável em outras empresas do portfólio.

O único lugar onde esse modelo ainda faz sentido é na própria Ambev. E é justamente isso que, curiosamente, está sendo feito: voltar às raízes e repetir o que os levou ao topo da cadeia alimentar corporativa.

Essa é a nova aposta.

Uma diretriz que, aparentemente, tem agradado os investidores sob o comando do novo CEO, Carlos Eduardo Lisboa. As ações da empresa já subiram mais de 20% no acumulado do ano.

Particularmente, acho que no curto prazo pode dar certo.
No longo, tenho minhas dúvidas.

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Comerciantes de Catalão reclamam da Ambev - Badiinho

– Bobbie Goods é legal. Mas os livrinhos…

Mas que febre é essa dos livros Bobbie Goods?

Todas as crianças querem. São bonitos e bem feitos. Mas… tem um monte de erro ortográfico!

Não tem revisor? Erros, aliás, cabeludos. Como podem deixar ir ao mercado?

– FFOA!

Baseada na tradicional análise de Força / Fraqueza e Oportunidades / Ameaças, a Inteligência Competitiva ajuda a antecipar tendências do mercado.

Compartilho, extraído de Folha de São Paulo, ed 20/08/2017, Caderno Sobretudo, Pg 5

PROFISSIONAIS USAM TÁTICAS EMPRESARIAIS PARA SE ANTECIPAR AO MERCADO

Por Anna Rangel

Gerir a própria carreira como se fosse uma empresa -e passar a monitorar o mercado e os concorrentes- pode ser uma boa estratégia para um profissional se destacar no mercado de trabalho.

A tática é baseada na “inteligência competitiva”, metodologia adotada pelas organizações na qual são coletadas informações públicas, como demonstrações financeiras e tendências de mercado, que ajudam na tomada de decisões, como por exemplo a de lançar um produto.

Para o profissional, o primeiro passo é simples: ele pode fazer uma lista das suas prioridades. “Basta colocar as oportunidades e os possíveis problemas, como uma nova tecnologia ou a automação de parte das suas funções, e os seus pontos fortes e suas fraquezas”, ensina Alfredo Passos, especialista em inteligência empresarial.

Assim, fica mais fácil a pessoa se comparar com seus pares e observar se e quando vale investir em algum outro idioma, em um curso livre ou em um mestrado profissional.

Essa análise é chamada de Matriz Fofa (veja abaixo), acrônimo para “forças, oportunidades, fraquezas e ameaças”, e é uma das mais usadas nas empresas.

A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, criou um plano de guerra parecido com a Fofa ao largar a faculdade e começar a investir, mesmo sem qualificação formal, em sua nova área.

“Por pressão da família, fui estudar química. Mas, ao ver uma palestra sobre marketing, decidi que era hora de correr atrás da minha vocação. Procurei o palestrante, pedi para acompanhá-lo por uma semana e logo depois ele me deu uma oportunidade.

  Bruno Santos/ Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 17-08-2017: O Carreiras dessa semana vai mostrar como aplicar conceitos de inteligencia competitiva (observacao de concorrencia, mapeamento de mercado etc). Na foto a coordenadora de marketing da Easy Carros Carolline Volpato (21), que largou uma faculdade de quimica para correr atras do sonho de virar especialista em marketing. Ela monitora concorrencia, vai atras de conversar com outros profissionais que admira e procura cursos para se tornar competitiva. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** FSP-SUP-ESPECIAIS *** EXCLUSIVO FOLHA***
A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, na Easy Carros, onde trabalha, na zona oeste de SP

Para aprender mais rápido as habilidades necessárias na nova função, Volpato faz planilhas nas quais lista contatos-chave do setor, cursos e eventos setoriais, com prazo para completar as atividades.

“Às vezes, procuro ‘coordenador de marketing’ no LinkedIn e confiro a trajetória de quem já está onde quero chegar. Abordo alguns para pedir conselhos”, diz.

Essa busca nas redes ajuda Volpato a descobrir como melhorar sua formação.

Para Dimitriu Bezerra, especialista em RH da Votorantim, o profissional não pode esperar que a empresa lhe ofereça subsídios para melhorar a qualificação.

“As organizações incentivam essa busca, mas cada um deve saber como melhorar. Essa iniciativa é levada em conta na hora de promover alguém, diz Bezerra.

Falta essa disposição para quem já tem alguma experiência, mas ainda não chegou a cargo de gestão, segundo Raphael Falcão, diretor da consultoria de RH Hays.

“Essas pessoas entraram no mercado em um período de pleno emprego, por isso não veem como a competição aumentou nos últimos anos.”

A advogada Daniella Corsi veio da área tributária. Antes de virar coordenadora, estudou direito previdenciário, cível, criminal e ambiental. Objetivo: ser diretora jurídica.

“De seis em seis meses planejo o que preciso fazer para me manter competitiva, e acompanho novidades do direito, como a ética empresarial, que está em alta”, diz.

  Gabriel Cabral/Folhapress  
São Paulo, SP, Brasil, 16-08-2017: Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim, na sede da empresa em SP

Mas vale ter cuidado ao abraçar novas tendências para não seguir a multidão sem critério, aponta Edmarson Mota, professor de desenvolvimento humano da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Isso porque há áreas da moda que acabam saturadas com a alta oferta de profissionais. Um exemplo é a análise de grandes lotes de dados (big data), que anos atrás era a promessa do mercado.

“Não adianta só seguir os outros, mas tentar identificar o que vem por aí antes da maioria”, afirma Mota.

Para criar uma vantagem sobre a concorrência, avaliar a própria evolução pode ser mais vantajoso do que competir com os outros.

“A pessoa deve se comparar consigo mesma um ano atrás. Se não houve melhora, não significa que está estável, mas que piorou”, diz Eugênio Mussak, consultor de RH e professor da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Editoria de Arte/Folhapress
Crie sua estratégia

– E se as empresas comprassem ambientes naturais para preservação?

Olhe só que iniciativa ecologicamente perfeita: para preservar a beleza de um entardecer, a Cervejaria Corona comprou um terreno para que o sol da tarde seja refletido na areia da praia.

Compartilho, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/maiteschneider_a-corona-comprou-um-terreno-a-beira-mar-activity-7321048939497947136-V2kq/

CORONA NA PRAIA DA PIEDADE

por Maitê Schneider

A Corona comprou um terreno à beira-mar na Praia de Piedade, em Pernambuco, mas ao contrário do que muitos pensam, não é para construir nada. A ideia é justamente o oposto: impedir novas construções que bloqueiem a luz do sol e preservar a vista natural da praia.

A ação faz parte da comemoração do aniversário de 100 anos da marca, e com isso a Corona está lançando a primeira Reserva Solar da história. Além disso, a campanha global ganhou o nome de “Protect Paradise”, reforçando o compromisso da marca com a preservação ambiental.

– Delícia!

Sabor de adolescência!

Chocolate Surpresa:

– O Oceano Azul vs O Oceano Vermelho nas Universidades.

Gostei demais desse texto sobre como as Instituições de Ensino Superior tentam brigar no mercado pelos alunos. Como é e como deveria ser?

Abaixo, extraído do LinkedIn em: https://www.linkedin.com/posts/jean-cavaleiro-33049922_cad%C3%AA-a-estrat%C3%A9gia-do-oceano-azul-nas-universidades-activity-7322667185242324993-aMdi?

CADÊ A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NAS UNIVERSIDADES?

Por Jean Cavaleiro.

O conhecimento desenvolvido em sala de aula não coaduna com a estratégia traçada pelas universidades como negócio. A estratégia do Oceano Azul, que propõe competir onde ninguém mais está competindo, criando novos espaços de mercado, simplesmente não é aplicada pelas Instituições de Ensino Superior (IES). Muito pelo contrário: o que se vê é uma cópia cega das piores práticas.

Uma reduz a carga horária de 4 para 3 horas por dia? As outras copiam.
Uma cria o cargo de “professor assistente”, mesmo sendo mestre ou doutor, para reduzir salários? Todas copiam.
Uma estrutura 50 cursos diferentes usando matrizes genéricas e iguais, para economizar? As demais seguem o mesmo caminho.

Pouquíssimas IES — três ou quatro em São Paulo — ainda tentam competir por diferenciação verdadeira. As demais disputam apenas por preço. E produto barato é produto descartável: o aluno se matricula hoje e cancela amanhã.

Sem criar novos espaços de mercado, sem inovar, sem ousar, as universidades estão apenas se canibalizando, afundando ainda mais no Oceano Vermelho da concorrência predatória.

A Falência Moral dos Congressos e Seminários de Educação.

Além disso, os congressos e seminários de educação viraram clubes fechados de autoelogio, onde ninguém tem coragem de tocar nas feridas.

Um aplaude o outro, todos repetem as mesmas soluções falidas e ninguém questiona a decadência do sistema educacional privado.
É como olhar para alguém atolado na merda até a boca e o cara comemorar porque conseguiu chegar até o pescoço.
Uma falsa sensação de vitória no meio da derrocada.

Executivos da educação hoje não olham para a educação, olham para os acionistas. Lutam para garantir seus cargos, seus bônus, seus contratos futuros — não para garantir o futuro dos estudantes ou da sociedade.

E quem ousa fazer uma crítica honesta é rapidamente isolado. Criticar significa perder oportunidades de trabalho, palestras, consultorias ou promoções.
Por isso, reina o silêncio e a mediocridade.

O Resultado

O mercado educacional privado, que deveria ser campo de inovação e transformação, afunda em sua própria incapacidade de se reinventar.
Sem Oceano Azul. Sem coragem. Sem visão de longo prazo.

Em vez de criar diferenciação, qualidade real e experiências únicas para o aluno, as universidades seguem entupindo o mercado com diplomas baratos, estudantes insatisfeitos e marcas cada vez mais irrelevantes.

A médio e longo prazo, todos vão pagar o preço: as universidades, os alunos e a sociedade como um todo.

Aliás, já estão pagando. As IES reduzindo cada vez mais os preços. Os alunos, mesmo com diploma, ganham pouco, atuam em subemprego, fora das sua área de formação.
Os executivos da educação, pela baixa capacidade de entender o aluno diz, ah mas estão ganhando 30% acima da média nacional.
Mas 30% de mixaria continua sendo mixaria.

COMPETIÇÃO ESTARÁ EM FAZER TUDO DIFERENTE DO QUE ESTÃO FAZENDO.
AGREGAR VALOR – RETER – FORMAR

– Vai correr? Olhe as possibilidades:

Que legal esse guia de tênis (modelo e marca) para quilometragens específicas a correr!

Como eu gosto de corrida de rua, fico passando vontade em ver tanta opções…

Abaixo:

– Motorola lança novo Razr com inteligência artificial e fones cravejados de cristais Swarovski.

📱✨ Dobrou a aposta! Motorola lança o Razr Ultra com IA da Google, Microsoft, Meta e Perplexity. E mais: fones com cristais Swarovski! Design, …

Continua em: Motorola lança novo Razr com inteligência artificial e fones cravejados de cristais Swarovski

– “É melhor comprar do que competir”: Zuckerberg justifica compra do Instagram em julgamento por monopólio.

👨‍⚖️ Zuckerberg no banco dos réus: “Compramos o Instagram porque a câmera era melhor.” 📲 FTC acusa a Meta de comprar rivais para dominar o mercado.…

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– Home office e rotina acelerada aumentam vendas de notebooks, que devem atingir R$ 1,3 bilhão em 2025.

Aparelho se torna essencial para quem precisa de mobilidade e praticidade no dia a dia

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– Coca-Cola com nomes?

Ops: voltou a moda de latas de Coca-cola com nomes de pessoas. Da outra vez, foi uma febre

Teria na versão light?

– O Que é Octanagem da Gasolina e Como Ela Afeta Seu Carro?

Sabe o que é octanagem da gasolina? Esse índice determina a resistência do combustível à detonação e influencia diretamente no desempenho do seu …

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– Brinquedos Minecraft do McDonald’s: como são caros!

Como esses brinquedos do McDonald’s são absurdamente caros. E essa ovelha cor-de-rosa? O lanche que vem ele custa R$ 36,90.

Minecraft deve ser um filme arrasa-quarteirão. Mas não precisavam ganhar tanto dinheiro assim, às custas dos pais…

– 8 em cada 10 usuários seguem marcas no Instagram; quais as oportunidades?

O Instagram pode contribuir de diversas formas para estratégias de marketing digital e aumentar as vendas de uma empresa na internet

Continua em: 8 em cada 10 usuários seguem marcas no Instagram; quais as oportunidades?

– O Brasil é o país dos pets.

No mundo, há 1 bilhão de pets! O Brasil tem 170 milhões, predominantemente cachorros (Nos EUA, predominam gatos).

Já imaginaram que mercado temos em nosso país?

(Informações de @petparker no Programa Pânico).

– O lucro do Banco Itaú frente os concorrentes:

O gráfico é bem claro, não?

Veja só, abaixo:

– Batata Pringles de Pizza de Marguetira.

Eu gosto de Pizza de Marguerita.

Também gosto de Batata Pringles.

Mas a combinação delas… não ficou muito legal.

Comprei, comi e me decepcionei. Sabor não tão gostoso.

– O lucro do Banco Itaú frente os concorrentes:

O gráfico é bem claro, não?

Veja só, abaixo:

– Red Bull de Pomelo? Gostei.

Eu não havia gostado do Red Bull de melão e maracujá, aquele da latinha verde-claro. Nem o de figo e maçã (embora eu ame figo). Mas esse de Pomelo é muito bom!

Embora a embalagem seja lilás (não tem a ver com a fruta), Pomelo é Toranja (Grapefruit), aquela “laranjona” mais avermelhada por dentro

Eu gostei e recomendo. E melhor ainda: é livre de açúcar.

– Quando se acha uma oportunidade de negócio… o “energético gay”!

O mercado é sagaz: veja um energético temático ao nicho LGBT (vide a foto abaixo):

Aqui, observe: oportunidade de negócio, criatividade e boa demanda. Perfeito.

Só não entendi o seguinte: “Orgulho Pitaia”? Que raio de sabor é esse? Com tantas opções… achei “meia boca”.

– Google anuncia maior aquisição da história: Alphabet compra Wiz por US$ 32 bilhões:

O Google anunciou a compra da Wiz por US$ 32 bilhões, a maior aquisição da sua história. A startup de segurança cibernética fortalecerá os serviços …

Continua em: Google anuncia maior aquisição da história: Alphabet compra Wiz por US$ 32 bilhões

– Por que se deixa de consumir um produto?

Ao ver esse quadro (abaixo), de percentagens de fatores que fazem um cliente deixar de consumir um produto, penso: as empresas estão atentas à importância do bom atendimento ao cliente e de uma ótima reputação de suas marcas?

Veja só:

Screenshot

– Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres.

Hoje é 15 de março, dia em que é celebrado o Dia do Consumidor. Ainda há muitas dúvidas em relação às relações de consumo estabelecidas em sociedade.

Continua em: Dia do consumidor: veja dicas de direitos e deveres

– Turno 1 de 3: Fidelize sua empresa!

Estivemos no Núcleo de Capacitação de Franco da Rocha nessa manhã, falando de Fidelização de Clientes aos interessados de lá, em nome do Sebrae.

É muito bom ver as empresas e as pessoas se capacitando. Isso faz a diferença no Brasil.

– O preço do refrigerante no cinema!

Ir ao cinema está muito caro!

Vejam só esses preços: um refrigerante de ½ litro custa R$ 25,00! O de 1 litro (portanto, o dobro), R$ 27,00.

Mas cá entre nós: o lucro desses caras é assustador!

– Consumistas Esperançosos.

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

Deixe seu comentário:

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Imagem extraída de: https://fremplast.com.br/primeiro-shopping-direcionado-a-fabricantes-de-moda-com-venda-direta-ao-consumidor-sera-inaugurado-no-rio-de-janeiro/

– O ótimo novo lacre da água Crystal.

Parabéns à FEMSA / Coca-cola por criar um lacre que envelope garrafa e tampa (me refiro à água mineral Crystal).

Já vimos várias histórias de vendedores de água que aproveitam garrafas vazias e as reenvasam. Com essa inovação, resolve-se o problema.

– Que carro caro!

Que loucura!

Esse Mercedes-Benz custa quase R$ 2 milhões!

(Fonte: Estadão 15/01/2025).

– Prestar atenção na Concorrência ou no Cliente?

Vai discutir com Jeff Bezos?

O ótimo conselho, abaixo:

– O carro elétrico mais barato que uma moto

O México prepara-se para marcar história na Copa do Mundo de 2026 com a estreia de Olinia, o primeiro carro elétrico produzido inteiramente no país, …

Continua em: O carro elétrico mais barato que uma moto

– 18 anos da criação do iPhone!

Há 18 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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Imagem extraída de: https://www.siliconrepublic.com/business/france-to-auction-4g-networks-this-summer

– Boxing Day é um dia de festa!

Muita gente falando sobre o inglês “Boxing Day“. Afinal, é dia de compras ou de futebol?

Das duas coisas! A tradição dos países do Reino Unido reza que no dia 26 (sempre no dia seguinte ao Natal, exceto quando cai aos finais de semana, quando é postergado para a segunda-feira), o comércio coloca suas sobras de mercadorias em liquidações atrativas, provocando filas nas lojas. Além disso, no mesmo dia (que é feriado), se tem jogos de futebol de TODAS as divisões do campeonato. Assim, é mais do que Black Friday e mais do que evento esportivo, pois, afinal, é um dia de descanso com vida própria!

E aí, funcionaria um “Boxing Day” no Brasil, com lojas cheias e futebol da 4a até a 1a divisão?

Reading Practice – Boxing Day – Practice Languages Online

Imagem extraída de: https://practicelanguagesonline.com/2016/12/11/reading-practice-boxing-day/

– Jeep® Commander Blackhawk é Eleito “Lançamento do Ano” pela Automotive Business.

O Jeep® Commander Blackhawk foi o grande vencedor do prêmio “Lançamento do Ano” promovido pela Automotive Business, consolidando sua posição como um …

Continua em: Jeep® Commander Blackhawk é Eleito “Lançamento do Ano” pela Automotive Business

– A Inserção de Veteranos no Mercado de Trabalho: um dilema!

Cada vez mais escuto pessoas se lamentando que “a empresa me acha velho”, ou comentam que foram demitidos e substituídos por jovens “a custo mais barato”.

Um desafio hoje é: como inserir esses profissionais às organizações nos tempos atuais?

Compartilho, extraído da Revista Exame, em: https://exame.abril.com.br/negocios/veteranos-a-nova-fronteira-da-diversidade/

VETERANOS: A NOVA FRONTEIRA DA DIVERSIDADE

Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados?

Por Valeria Gladsztein

Com ou sem reforma da previdência, uma coisa é possível prever: vamos trabalhar mais anos. Graças ao aumento da longevidade, melhor qualidade de vida, e um setor de serviços mais pulsante na geração de empregos, um profissional com mais de 60 anos reúne não apenas uma experiência valiosa, mas também energia de sobra para exercer em plenitude suas atividades profissionais.

Esse novo momento impõe novos desafios para as empresas. Como seguir desenvolvendo e atualizando esses talentos por mais tempo? Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados – a chamada geração Y?

Não é difícil, atualmente, encontrar pufes, paredes coloridas, mesa de bilhar, e jovens gestores, em escritórios com poucos ou nenhum profissional mais velho. Quem perde com isso? Todos. Os mais jovens que não aprendem com os veteranos. Os veteranos rejeitados pelo mercado. E claro, as empresas que não entenderam ainda que diversidade é um conceito chave para o seu crescimento. Para ter melhores resultados é preciso ter visões abrangentes, competências múltiplas e contribuições de talentos de todas as idades, gêneros e nacionalidades.

As empresas têm de encarar rapidamente um fato: o mundo está envelhecendo. De acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o ano de 2025, o número de pessoas a partir dos 60 anos deverá aumentar em 15 vezes, enquanto a população total, em apenas cinco. Nesse cenário, terão sucesso as empresas que souberem aproveitar ao máximo o potencial e conhecimento que os veteranos trazem às empresas.

Abrir as portas para profissionais mais velhos e mantê-los no quadro de funcionários traz dois desafios para as empresas. O primeiro é desenvolver novas habilidades como a digitalização, nos “não nativos digitais”. O segundo é cultural: transformar conflitos geracionais em encontros.

Aqui na Henkel buscamos endereçar as duas questões com o programa “Mentoria Reversa”, no qual são formadas duplas em que um profissional mais jovem ensina digitalização para outro mais experiente. O projeto implementado em 17 países, incluindo o Brasil, mata dois coelhos numa cajadada só. Primeiro é desenvolvimento de competências e digitalização. Em segundo lugar, criamos pontes onde haviam muros culturais. Hierarquias são flexibilizadas e todos aprendem que sempre há o que aprender, não importa se você é o estagiário ou o CEO da companhia.

Uma empresa familiar com 140 anos sabe muito bem que conhecimento e valores são passados de geração para geração. Agora, estamos aprendendo que o saber é transversal e o importante é aprender sempre e com todos.

*Este artigo é de autoria de Valeria Gladsztein, Diretora de Recursos Humanos da Henkel para América do Sul, e não representa necessariamente a opinião da revista

Imagem extraída de: http://sindilurb.com.br/rh-que-aprende-jul-2018-multiplas-geracoes-no-ambiente-de-trabalho/

– BYD Ultrapassa Ford em Vendas Globais e Se Torna a 6ª Maior Montadora do Mundo.

A BYD, gigante chinesa de veículos elétricos e híbridos, atingiu um marco histórico no terceiro trimestre de 2024 ao ultrapassar a Ford em vendas …

Continua em: BYD Ultrapassa Ford em Vendas Globais e Se Torna a 6ª Maior Montadora do Mundo