Estivemos no Núcleo de Capacitação de Franco da Rocha nessa manhã, falando de Fidelização de Clientes aos interessados de lá, em nome do Sebrae.
É muito bom ver as empresas e as pessoas se capacitando. Isso faz a diferença no Brasil.
Estivemos no Núcleo de Capacitação de Franco da Rocha nessa manhã, falando de Fidelização de Clientes aos interessados de lá, em nome do Sebrae.
É muito bom ver as empresas e as pessoas se capacitando. Isso faz a diferença no Brasil.
Ir ao cinema está muito caro!
Vejam só esses preços: um refrigerante de ½ litro custa R$ 25,00! O de 1 litro (portanto, o dobro), R$ 27,00.
Mas cá entre nós: o lucro desses caras é assustador!
Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:
“O Consumo é um ato de esperança!”
Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?
É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?
E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?
Deixe seu comentário:

Imagem extraída de: https://fremplast.com.br/primeiro-shopping-direcionado-a-fabricantes-de-moda-com-venda-direta-ao-consumidor-sera-inaugurado-no-rio-de-janeiro/
Que loucura!
Esse Mercedes-Benz custa quase R$ 2 milhões!
(Fonte: Estadão 15/01/2025).
O México prepara-se para marcar história na Copa do Mundo de 2026 com a estreia de Olinia, o primeiro carro elétrico produzido inteiramente no país, …
Continua em: O carro elétrico mais barato que uma moto

Há 18 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!
Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:
“Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)
Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

Imagem extraída de: https://www.siliconrepublic.com/business/france-to-auction-4g-networks-this-summer
Muita gente falando sobre o inglês “Boxing Day“. Afinal, é dia de compras ou de futebol?
Das duas coisas! A tradição dos países do Reino Unido reza que no dia 26 (sempre no dia seguinte ao Natal, exceto quando cai aos finais de semana, quando é postergado para a segunda-feira), o comércio coloca suas sobras de mercadorias em liquidações atrativas, provocando filas nas lojas. Além disso, no mesmo dia (que é feriado), se tem jogos de futebol de TODAS as divisões do campeonato. Assim, é mais do que Black Friday e mais do que evento esportivo, pois, afinal, é um dia de descanso com vida própria!
E aí, funcionaria um “Boxing Day” no Brasil, com lojas cheias e futebol da 4a até a 1a divisão?

Imagem extraída de: https://practicelanguagesonline.com/2016/12/11/reading-practice-boxing-day/
O Jeep® Commander Blackhawk foi o grande vencedor do prêmio “Lançamento do Ano” promovido pela Automotive Business, consolidando sua posição como um …
Continua em: Jeep® Commander Blackhawk é Eleito “Lançamento do Ano” pela Automotive Business

Cada vez mais escuto pessoas se lamentando que “a empresa me acha velho”, ou comentam que foram demitidos e substituídos por jovens “a custo mais barato”.
Um desafio hoje é: como inserir esses profissionais às organizações nos tempos atuais?
Compartilho, extraído da Revista Exame, em: https://exame.abril.com.br/negocios/veteranos-a-nova-fronteira-da-diversidade/
VETERANOS: A NOVA FRONTEIRA DA DIVERSIDADE
Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados?
Por Valeria Gladsztein
Com ou sem reforma da previdência, uma coisa é possível prever: vamos trabalhar mais anos. Graças ao aumento da longevidade, melhor qualidade de vida, e um setor de serviços mais pulsante na geração de empregos, um profissional com mais de 60 anos reúne não apenas uma experiência valiosa, mas também energia de sobra para exercer em plenitude suas atividades profissionais.
Esse novo momento impõe novos desafios para as empresas. Como seguir desenvolvendo e atualizando esses talentos por mais tempo? Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados – a chamada geração Y?
Não é difícil, atualmente, encontrar pufes, paredes coloridas, mesa de bilhar, e jovens gestores, em escritórios com poucos ou nenhum profissional mais velho. Quem perde com isso? Todos. Os mais jovens que não aprendem com os veteranos. Os veteranos rejeitados pelo mercado. E claro, as empresas que não entenderam ainda que diversidade é um conceito chave para o seu crescimento. Para ter melhores resultados é preciso ter visões abrangentes, competências múltiplas e contribuições de talentos de todas as idades, gêneros e nacionalidades.
As empresas têm de encarar rapidamente um fato: o mundo está envelhecendo. De acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o ano de 2025, o número de pessoas a partir dos 60 anos deverá aumentar em 15 vezes, enquanto a população total, em apenas cinco. Nesse cenário, terão sucesso as empresas que souberem aproveitar ao máximo o potencial e conhecimento que os veteranos trazem às empresas.
Abrir as portas para profissionais mais velhos e mantê-los no quadro de funcionários traz dois desafios para as empresas. O primeiro é desenvolver novas habilidades como a digitalização, nos “não nativos digitais”. O segundo é cultural: transformar conflitos geracionais em encontros.
Aqui na Henkel buscamos endereçar as duas questões com o programa “Mentoria Reversa”, no qual são formadas duplas em que um profissional mais jovem ensina digitalização para outro mais experiente. O projeto implementado em 17 países, incluindo o Brasil, mata dois coelhos numa cajadada só. Primeiro é desenvolvimento de competências e digitalização. Em segundo lugar, criamos pontes onde haviam muros culturais. Hierarquias são flexibilizadas e todos aprendem que sempre há o que aprender, não importa se você é o estagiário ou o CEO da companhia.
Uma empresa familiar com 140 anos sabe muito bem que conhecimento e valores são passados de geração para geração. Agora, estamos aprendendo que o saber é transversal e o importante é aprender sempre e com todos.
*Este artigo é de autoria de Valeria Gladsztein, Diretora de Recursos Humanos da Henkel para América do Sul, e não representa necessariamente a opinião da revista

Imagem extraída de: http://sindilurb.com.br/rh-que-aprende-jul-2018-multiplas-geracoes-no-ambiente-de-trabalho/
A BYD, gigante chinesa de veículos elétricos e híbridos, atingiu um marco histórico no terceiro trimestre de 2024 ao ultrapassar a Ford em vendas …
Continua em: BYD Ultrapassa Ford em Vendas Globais e Se Torna a 6ª Maior Montadora do Mundo

Eu gosto de novidade, mas não deu pra encarar a Sprite de lichia no McDonalds…
Ops: amo lichia (a fruta).

Vi no mercado uma marca de cebolas com os personagens da Turma da Mônica!
A criança comeria mais cebola, caso soubesse que são dos personagens tão queridos?
Sinceramente, não sei. Mas vi com a Mônica, com a Magali e com o Cascão. Curiosamente, não tinha (talvez naquele momento) a Cebola do Cebolinha!
O mercado é realmente criativo…
E ao identificar uma “onça” em cima de um carro, você se lembrava dos veículos da Jaguar. Certo?
A Jaguar sempre teve comerciais mostrando a imponência do carro, mostrando os jaguares (os animais) em corrida, comparando com o veículo. E ao ver a nova logo, abaixo, (sem o próprio Jaguar), penso: eles vendem automóveis?
Veja a nova peça publicitária: https://youtu.be/rLtFIrqhfng?si=YSw9KATYkKxDeG-n
Parece-me aquele comercial woke da Budlight que não deu certo… ao invés de “lacrar”, as empresas precisam entender: para quem eu quero vender?

Fui comprar Nimesulida para a minha garganta, e a atendente me disse: “Aproveita que está em promoção! De R$ 26,94 para R$3,92!”
Quem dá um desconto “honesto” de quase 86%? Essa estratégia de elevar absurdamente o preço (R$ 27,00) e dizer que com o desconto generoso sai por apenas R$ 4,00, chega a ser ofensiva…
O preço do remédio verdadeiro, é esse mesmo. O desconto é artificial… Fiz questão de registar:
No Comércio Exterior, a Lei da Reciprocidade é muito comum. O que um país toma de decisão a respeito de taxação, compra, retaliação ou algo que o valha, outra nação age igualmente como medida recíproca.
Eis que o Carrefour da França anunciou deixar de comprar carne do Mercosul, devido a medidas protecionistas aos produtores do agronegócio francês. A carne lá é mais cara, mas mesmo assim, preferem deixar de comprar o produto brasileiro, por exemplo.
Em contrapartida, os produtores brasileiros, boicotados por tal medida, deixaram de vender carne ao Carrefour Brasil e suas empresas (Sam’s Club e Atacadão). E isso mexeu como o grupo europeu!
Espera-se, em breve, um pedido de reconciliamento do Carrefour Global, pois quer queira ou não, eles precisam da carne brasileira. Ou as lojas do nosso país importarão carne bovina da França? Claro, contém ironia…
É, simplesmente, a Lei do Mercado.

Uau! Snickers Branco?
Eu prefiro Dark ou Pé-de-Moleque… mas gostei da novidade.

Ajude o Patinho Velas!
Compre produtos de qualidade a preço justo.
Visite o site, em: https://www.instagram.com/patinho.velas?igsh=a3ZodnU2aHB5aG5x
Foi há 5 anos, mas é atual…
Já reparou que muitos equipamentos possuem vida útil sugerida pelos fabricantes e não duram mais do que isso?
Computadores, de fato, são exemplos reais. Celulares e TVs também. É a cultura do descartável, pois se o produto durar muito tempo, a indústria não vende outro. Claro que aqui se implica a questão da atualização, renovação, nova tecnologia, etc.
No entanto, na França, o Governo local está de olho em quem força o produto para que ele seja obsoleto antes de um tempo razoável.
Abaixo, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/41212/franca+vai+multar+em+ate+r$+1+mi+empresas+que+fizerem+produtos+programados+para+quebrar.shtml
FRANÇA VAI MULTAR EM ATÉ R$ 1 MI EMPRESAS QUE FIZEREM PRODUTOS ‘PROGRAMADOS PARA QUEBRAR’
Não é teoria da conspiração: a “obsolescência programada”, técnica que limita a vida útil de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, é um recurso real muito usado pelo setor industrial para forçar consumidores a comprar novos produtos. É o caso das máquinas de lavar de três anos que quebram, enquanto as de 30 anos continuam funcionando normalmente.
Para lutar contra esta prática, a França aprovou recentemente uma lei que pune a obsolescência programada com multas de até € 300 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) para as empresas e penas de até dois anos de prisão para os responsáveis.
A medida faz parte do projeto de lei da transição energética, que tem como objetivo diminuir as taxas de poluição no país. Segundo o documento, estão comprometidas “todas as técnicas pelas quais uma empresa visa, através da concepção do produto, diminuir “propositalmente” a duração da vida útil ou da utilização potencial de tal produto para aumentar sua taxa de substituição. Estas técnicas podem incluir a introdução voluntária de um defeito, fragilidade, paralisação programada ou prematura, limitação técnica, impossibilidade de reparação ou não compatibilidade”.
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A iniciativa, até então inédita na Europa, foi uma vitória para ativistas franceses que lutavam pelo reconhecimento da lei desde 2013. Para a associação France Nature Environnement (FNE), é “um forte sinal político enviado aos fabricantes, aos distribuidores e aos cidadãos”, segundo disse à imprensa local Agnès Banaszuk, representante da FNE.
O problema agora é conseguir provar quando um produto foi intencionalmente modificado para quebrar depois de alguns meses ou anos de uso. A palavra “propositalmente” inscrita no texto gerou críticas por ser aberta a interpretações e também porque pressupõe que o consumidor forneça provas da intenção do fabricante.
Ainda não está claro como será feita a avaliação dos aparelhos, já que a lei foi recentemente aprovada e ainda não houve nenhum caso formalmente aberto.

Imagem extraída de: https://organicsnewsbrasil.com.br/meio-ambiente/educacao-reciclagem/saiba-como-descartar-corretamente-tv-de-tubo/ (foto: Nelson Coelho/ Diário SP)
Não estamos com alguns preços “fora da realidade”?
Olhe só esse Panetone com Pistache (tudo tem pistache hoje, está na moda): custa R$ 150,00!
Tá muito caro qualquer produto natalino…

Bis com Limão?
Será que é bom?
Eu não curto doce com limão… não me empolguei!
Red Bull de Maracujá e Melão?
Não sei se gostei… mas experimentei.
Na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, há uma matéria muito interessante sobre Empreendedorismo e Inovação, e se refere ao McDonalds!
Um cliente visitou 100 restaurantes da rede mundo afora (em 55 países), e elegeu os 10 melhores pratos (de milho a baguete). Abaixo, extraído de: https://revistapegn.globo.com/google/amp/negocios/noticia/2024/09/cliente-que-visitou-100-mcdonalds-no-mundo-elege-10-comidas-que-deveriam-estar-em-todos-incluindo-uma-do-brasil.ghtml
OS 10 MELHORES PRATOS DO MCDONALD’S
Gary He, um fotojornalista americano, visitou restaurantes da rede em 55 países e lançará um livro com suas impressões.
Gary He, um fotojornalista do Brooklyn, viajou para mais de 55 países em seis continentes e compilou um livro de 420 páginas para mostrar cardápios inusitados do McDonald’s. No total mais de 100 restaurantes no McDonald’s foram registrados em seu livro, sendo que Gary destacou 10 pratos que em sua avaliação deveriam estar em todos os menus da rede.
A ideia do livro surgiu quando, em 2019, durante uma viagem a Marrakesh, no Marrocos, Gary recebeu uma surpresa inesperada em seu pedido regular do McDonald’s: um pacote de tâmaras acompanhado de uma chebakia — um doce magrebino feito com massa frita em formato de rosa e regado com xarope de mel — uma sopa de tomate e legumes chamada harira e uma garrafa de laban, tudo embalado em uma caixinha.
Curioso sobre a caixa e seu significado, ele recorreu ao Google para descobrir mais detalhes, mas não havia muita informação disponível. “Quando comecei a pesquisar as especialidades do McDonald’s em outros países, havia muito pouca informação, e a maioria estava muito dispersa”, disse ele ao Business Insider.
Cinco anos depois, o fotojornalista viajou para mais de 55 países em seis continentes e compilou um livro de 420 páginas, ” McAtlas: A Global Guide to the Golden Arches “, com lançamento previsto para novembro. O livro tem mais de 200 fotografias de itens do menu e maravilhas arquitetônicas que mostram como a rede americana se integrou em todas as culturas.
Considerando que cerca de 27 mil dos 40 mil restaurantes da marca estão fora dos EUA, uma maneira da empresa manter sua popularidade e se esforçar para impulsionar suas vendas internacionais é introduzindo itens populares localmente. O Wall Street Journal relatou, em 2023, que esses itens locais contribuíram com cerca de 30% das vendas de alimentos da marca.
O Business Insider reuniu os 10 itens globais que, segundo Gary, “seria incrível se estivesse nos cardápios de todos os restaurantes McDonald ‘s”. Confira:
1. McSpaghetti das Filipinas
O Spaghetti, seja em festas de aniversário ou em jantares comunitários, é um dos pratos favoritos nas famílias filipinas. “Quase todas as redes americanas que entraram nas Filipinas têm alguma versão da massa doce marinara em seu menu”, disse Gary. No McDonald’s, o prato segue uma receita tradicional. Ele traz macarrão misturado com ketchup de banana e coberto com salsichas fatiadas e servido com um acompanhamento de frango McDo, que é um pedaço de frango frito .
2. Sopa de macarrão de Hong Kong
A sopa de macarrão tem algumas raízes coloniais em Hong Kong, já que se originou nos cha chaan tengs — cafés locais que serviam culinária ocidental a preços acessíveis na década de 1950 — e era feito com alimentos baratos no pós- Segunda Guerra Mundial. No menu do McDonald’s, a sopa pode ser combinada com vegetais, salsichas, presunto, frango grelhado e ovos.
3. Torta de milho da Tailândia
Se você confundiu esta sobremesa tailandesa popular com a tradicional torta de maçã oferecida no Brasil, não ache estranho. A torta tem o mesmo exterior crocante, mas substituindo o recheio de maçãs com um recheio cremoso de milho macio, doce e salgado. E embora a torta de milho esteja no topo da maioria das listas de preferência dos consumidores, o McDonald’s da Tailândia também é conhecido por outras tortas, incluindo abacaxi, caranguejo ao curry e carbonara.
4. McRib na Alemanha
O McRib é um sanduíche de carne de porco com sabor de churrasco. Ele está disponível o ano todo na Alemanha, e os clientes, incluindo He, dizem que a carne de porco usada na Alemanha é muito boa e uma escolha popular.
5. McAloo Tikki da Índia
No fast food indiano, onde os estabelecimentos ocidentais competem não apenas entre si, mas também com os vendedores de comida nas ruas, o McAloo Tikki foi um divisor de águas: o filé de purê de batatas e ervilhas, temperado com temperos indianos, têm uma familiaridade que era identificável aos paladares indianos. “A versão do McDonald’s do lanche de rua indiano é tão boa, que é possível entender por que eles também o venderam em outros mercados com grandes populações de expatriados indianos”.
6. McArábia do Oriente Médio
Uma versão do McDonald’s do sanduíche shawarma — um wrap do Oriente Médio feito com pão sírio, frango grelhado fatiado, molho de alho e picles — o McArabia foi a resposta dos franqueados da região ao boicote às marcas ocidentais no Oriente Médio no início dos anos 2000. Parte hambúrguer, parte wrap, este favorito do público usa dois hambúrgueres de frango grelhado Halal cobertos com tomate, alface, cebola e molho de alho, tudo envolto em pão árabe achatado.
7. McCafé da Austrália
Se você estiver visitando a Austrália, Gary He sugere que você tome seu café da manhã em um McCafe, simplesmente porque foi lá que a gigante global de fast-food conceituou pela primeira vez o conceito de café. “O McCafe começou em Melbourne e se tornou global a partir daí, focando em bebidas com sabor de espresso que são muito superiores às oferecidas por redes concorrentes”, afirma.
8. Tigelas de queijo do Brasil
O Brasil também está na lista. Imagine mergulhar McNuggets crocantes ou batatas fritas em uma tigela quente de queijo cheddar macio e derretido, isso só é servido nos restaurantes McDonald’s latino-americanos.
9. McBaguette da França
A baguete é um alimento básico francês — e faz parte até mesmo da lista do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO. O Mc Baguette, uma versão do McDonald’s do original, foi introduzido pela primeira vez em 2012. Ele foi reintroduzido com novos recheios, como frango e molho béarnaise nos últimos anos.
10. Café da manhã da Guatemala
Na Guatemala você pode esperar experimentar a culinária local até mesmo em um McDonald’s, já que a marca incorporou elementos regionais em seu menu de fast-food. No café da manhã, He indicou que as redes no país oferecem uma grande (ou pequena, se preferir) porção de ovos mexidos, salsichas, bananas-da-terra, feijões fritos, molhos e tortilhas.
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A Infinix, marca global do terceiro maior grupo de celulares do mundo (Transsion Holdings) e representada no Brasil pela Positivo Tecnologia, acaba …
Continua em: Infinix lança smartwatches no Brasil e primeiro modelo tem recursos avançados, destaque para conectividade e preço acessível

Vejo no mercado uma “Fanta Exotic”, ao custo de R$ 12,00.
Eu sei que é um produto importado, mas quem em sã consciência (a não se apaixonados pela marca) gastariam tal valor para a bebida?
Loucura…
Não pude resistir a essa ilustração e postei: já paguei muito caro em churrascaria que não valeu a pena, e também já paguei muito barato em outras em que fui bem servido.
Ao verificar essa imagem (abaixo), fico pensando: cozinhar é uma arte mesmo! Não adianta “grife de carne”, se você não acertar o ponto dela.
Qual é o seu?

O filme Beetlejuice 2 (os fantasmas ainda se divertem) é muito bom! Uma volta aos anos 80…
Mas não tive a coragem de comprar a Fanta deles não.
Há quem goste e respeito. Mas… tô fora.
Red Bull Sugar Free de Frutas Vermelhas?
Hum… parece bom!
Dos últimos lançamentos de temporada, esse parece melhor:
Uia!
A Bauducco lançou Bolacha de Pistache. Será que é boa?
Eu gosto de pistache in natura… mas fiquei tentado!
😋 #gula