A Nestlé, em 2015, acabou com corantes e sabores artificiais em seus produtos nos EUA. Mas e por quê ainda não fez o mesmo com os seus equivalentes no Brasil?
As justificativas do texto abaixo, quando da ocasião, são plausíveis e exemplares. O problema é: e os consumidores não-americanos?
NESTLÉ RETIRARÁ CORANTES E SABORES ARTIFICIAIS DE PRODUTOS NOS EUA
A multinacional suíça Nestlé se comprometeu a retirar os corantes e sabores artificiais de seus produtos nos Estados Unidos, segundo anunciou uma das executivas da empresa nesta terça-feira (17/02). “Sabemos que os consumidores estão cada vez mais interessados em produtos com menos ingredientes artificiais“, disse a presidente da divisão de “snacks” da filial americano, Doreen Ida.
A empresa espera retirar até o final de ano os corantes e sabores artificiais “sem alterar o sabor e o preço”, segundo detalhou em comunicado.
A filial americana da Nestlé se tornará a primeira grande fabricante de doces do país a retirar os ingredientes artificiais de seus produtos. O objetivo é que mais de 250 de seus produtos, incluindo os populares “Butterfinger” e “Crunch”, substituam os corantes por ingredientes naturais.
Dessa forma, os corantes artificiais “Vermelho 40” ou “Amarelo 5” serão substituídos por extrato de urucum, um corante natural obtido da planta. A companhia afirmou que começará a marcar seus produtos com o rótulo “Sem corantes nem sabores artificiais” a partir de meados deste ano.
“Temos realizado testes com os consumidores para garantir que as novas receitas cumpram com nossos elevados padrões de sabor e aparência”, declarou a Nestlé.
Escutei de um diretor da GM, no Programa “Máquinas da Pan”, que definitivamente a Silverado(sucesso no Estados Unidos), não será vendida no Brasil.
O mercado das camionetes foi grande no Brasil, mas a General Motors o considera pequeno hoje. Ela está contente com a S10 no segmento que compete (veículos médios). Mas na questão da “Full Size”(que era da D20 versus F1000), nenhuma expectativa.
É por isso que Hilux, Frontier, L200 e tantas outras vão ganhando cada vez mais espaço. No meu tempo, tínhamos D10, D20 e D40. Quem se lembra da clássica “vermelha e preta”?
A idéia não é assim tão nova, mas é raramente seguida pela publicidade. Tanto que o homem que a propõe é visto como um herege na área. O britânico John Bunyard, famoso e aposentado publicitário, argumenta em seu livro recente, The honest persuader (“O argumentador honesto”), que não adianta exagerar as qualidades de um produto ou impor marcas ao consumidor, porque, se os benefícios não forem comprovados, a propaganda funciona ao revés. Ele baseia suas afirmações em conhecimentos da neurolinguística – e tem recebido críticas favoráveis. Para Bunyard, a melhor estratégia é complementar a campanha publicitária imediatamente com testes de consumo no varejo para confirmar o que foi anunciado. Segundo ele, estudos neurológicos mostram que, quando nossas expectativas são confirmadas, o cérebro libera uma descarga de dopamina, substância química que dá sensação de prazer. Por isso, também não adianta confiar no que os consumidores dizem em pesquisas: o hábito de compras é orientado essencialmente por processos inconscientes. Mais que ouvi-lo, o anunciante precisa estudar o comportamento do consumidor.
Viram que jogada fantástica de marketing do brasileiro Neymar em conjunto com a Nike (sua patrocinadora pessoal e da sua equipe, o PSG)?
Após marcar um gol na França, nessa semana, tirou sua chuteira (o novo modelo da marca) e a colocou na cabeça. Imagine a exposição mundial que ela teve…
E isso pode?
Ao pé da letra, se você desconfigurar o uniforme, estará praticando uma infração contra a Regra do Jogo e deve ser punido com Cartão Amarelo. Compare: se você é advertido quando tira a camisa comemorando um gol, por quê seria diferente com o calçado?
Não sei se nessa partida Neymar foi advertido (se não foi, deveria ter recebido o Amarelo), mas me recordo de outra ação de marketing dele pela Seleção Brasileira, em partida contra a Argentina – e com uma bandana! Relembre (extraído desse mesmo blog, em 14/11/2015):
A BANDANA PROIBIDA DE NEYMAR
Mais do que um jogador, Neymar, o craque brasileiro, é um outdoor ambulante. Uma espécie de homem-placa, aqueles que carregam cavalete com a inscrição: “vende-se ouro” nos centros das cidades.
Na realidade dele, as praças urbanas são os estádios. Digo isso pela bandana da Nike (sua patrocinadora pessoal) usada no jogo entre Argentina x Brasil.
Aliás, Neymar poderia usar o apetrecho?
NÃO. E explico: O equipamento de um atleta, segundo a Regra, é constituído de: camisa, calção, meias, caneleiras e calçados. Qualquer coisa extra deve ser avaliada.
Exemplos? Claro: shorts térmicos visam melhorar o conforto do jogador; são permitidos desde que da mesma cor dos calções.
Bonés? Somente ao goleiro, se este estiver jogando contra o sol.
Bandanas? A Ronaldinho Gaúcho, David Beckham ou qualquer outro cabeludo, sim, pois é uma forma de segurar o cabelo para jogar mais confortavelmente.
E a bandana de Neymar?
Não é permitida, pois hoje ele usa um corte de cabelo curto, sendo desnecessária a função dela. Tudo que esteja sem função prática e necessária, é proibido. Parece óbvio que é o marketing de emboscada sendo usado, para expor seu patrocinador que está estampado em tamanho grande.
Lembrando: no Campeonato Espanhol e na Liga dos Campeões da Europa, Neymar entrou em campo com ela e teve que retirar o acessório. Já nas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez-se vista grossa…
Depois da Chevrolet ter lançado o Monza Fittipaldi, da Fiat produzir o Stilo Schumacher, uma outra montadora de veículos resolveu fabricar um carro em homenagem a um piloto de Fórmula 1: a McLaren homenageando o tricampeão Ayrton Senna.
Essa McLaren Senna (foto abaixo) terá somente 500 unidades fabricadas.
O preço?
Custará “apenas” R$ 3,3 milhões.
Claro que o valor é astronômico, mas é um luxo feito exclusivamente para milionários.
Com os escândalos envolvendo o futebol e por conseguinte a FIFA, muitos patrocinadores estão fugindo dos seus eventos, como a Copa do Mundo, por exemplo. Não querem se associar à uma empresa com imagem ligada a corrupção.
Veja que interessante: nos últimos 5 anos, TODOS os novos patrocinadores são da Rússia (onde ocorrerá a Copa de 2018), Catar (Copa de 2022) e China (que sonha sediar 2030).
Para o próximo Mundial, há vagas sobrando para os próximos apoiadores.
FIFA ANUNCIA MAIS UM PATROCINADOR CHINÊS PARA A COPA DO MUNDO DA RÚSSIA
Com dificuldades para encontrar patrocinadores, após as denúncias de corrupção nos últimos anos, a Fifa anunciou nesta quarta-feira mais uma empresa chinesa como apoiadora da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Trata-se do Mengniu Group, que é produtor de leite e derivados.
De acordo com a entidade, a empresa será fornecedora oficial de iogurtes, sorvetes e leite da Copa do Mundo. O Mengniu Group se junta a outras companhias chinesas que já patrocinavam o evento a ser realizado na Rússia, como a Hisense (que produz eletrônicos e eletrodomésticos) e a Vivo – fabricante de celulares no país asiático.
As três empresas chinesas integram a segunda categoria de patrocinadores da Fifa, voltados especificamente para o Mundial de 2018. Estão abaixo da empresas que apoiam a entidade, sem vínculos com os eventos, e com contratos longos.
A Fifa, contudo, segue com dificuldades para encontrar novos apoiadores. Ao todo, tem espaço ainda para 21 empresas na previsão de 34 patrocinadores somente para a Copa, faltando menos de seis meses para a abertura do Mundial da Rússia.
Há também uma terceira categoria de patrocinadores que a Fifa não consegue preencher. São 20 vagas, com apenas um banco garantido entre eles.
Todos os patrocinadores que se juntaram à Fifa nos últimos cinco anos são da China, Rússia e do Catar. Os dois últimos países vão sediar as duas próximas edições da Copa do Mundo. E a China tem planos para receber o evento no futuro.
Pesquisei durante a madrugada uma TV 32″ Samsung de um determinado modelo, durante essa sexta-feira de promoções.
No preço final, tanto no Magazine Luiza, Submarino, Lojas Americanas, Amazon, Ponto Frio, Extra, Ricardo Eletro e Casas Bahia, o mesmo valor: R$ 1.049,99!
Ué, que raio de concorrência é essa? Oito (8) grandes lojas “coincidiram” em seus custos para chegar nesse preço?
Eu sou daqueles cinéfilos assumidose que leva a filhota, a afilhada e arrasta a esposa para assistir bons filmes juntos.Todos nós curtimos a combinação “cinema e pipoca”.
Na minha infância, lia gibis e assistia os desenhos animados de heróis. É por isso que tenho algumas restrições às mudanças de características dos personagens históricos.
Dos heróis da Marvel, assistimos praticamente todos os filmes. Cada vez mais o bom humor está presente nas produções. Já os daDC, começaram ruins mas estão melhorando.
A refilmagem de Superman foi fraquinha, apesar da história da invasão de Zod ser interessante. O Batman x Superman já foi mais interessante. A inserção do Esquadrão Suicidaainda continha muitas imagens sombrias no filme, embora fosse mais “coloridinho”. Entretanto, particularmente, gostei bastante do ‘Liga da Justiça”! Me surpreendi ao saírem do óbvio e colocarem como vilão o Lobo da Estepe, pois realmente foi algo inesperado e bem feito. E o destaque positivo foi o bom humor com Flash e outras sacadas “tipicamente da Marvel”, só que pela DC.
Provavelmente, a sequência da Liga da Justiça, pelas cenas pós-crédito, será o surgimento da Legião do Mal. Mas será que haverá surpresas nos nomes dos vilões ou teremos Lex Luthor, Coringa, Charada, Homem-Brinquedo, Super Bizarro e outros conhecidos? Acho, como fã, cedo para incorporar tanta gente no filme.
E qual dos grupos de heróis é melhor hoje?
Por ter se antecipado à tendência, logicamente a Marvel está na frente. Mas acho que a DC igualará a concorrente. Lembre-se que o Homem de Ferro, Pantera Negra, Thor e Homem Formiga, por exemplo, não eram mais populares do que Batman, Super Homem, Mulher Maravilha e seus demais “superamigos” – e ainda assim o sucesso foi estrondoso (tanto nos filmes “solo” quanto naqueles que estão reunidos).
Por fim: aqui em casa nos preparamos e tchan-tchan-tchan… não esperamos o dia raiar, fomos na sessão da 00h01 do dia 15 (no mundo, a estreia seria no dia 17, mas aqui, devido ao feriado, foi antecipada) e assistimos a Liga da Justiça.As crianças e a patroa adoraram! Uma loucura bem bacana (principalmente porque eu tinha que trabalhar no dia seguinte…).
A mim, foi surpresa o acerto de Rogério Ceni com o Fortaleza. Imaginei que ele ficaria um tempo maior estudando na Europa e só voltaria ao Brasil quando estivesse um pouco mais esquecida sua passagem pelo São Paulo como treinador.
Enfim, se ele se sente preparado para a volta ao cargo de técnico, não há o que contestar. E para o Fortaleza, melhor ainda! Ceni encontrará uma torcida apaixonada que o abraçará, e se o marketing do time cearense for esperto, usará o fato da forma do escudo ser semelhante à do SPFC, de ser tricolor, etc e etc.
Uma coisa é certa: o Fortaleza estará em foco e será falado no Brasil inteiro, abrindo especialmente o mercado de São Paulo).
O risco é: se Ceni der errado…sua carreira terá que ser novamente reconstruída!
O Twitter é uma das primeiras grandes redes sociais globais e que hoje luta para não perder seu público, ávido por novidades. Mas veja que interessante o que o mestre dos négocios Jack Welch disse há tempos, quando ele surgiu:
A rede social não é apenas um modismo divertido. Ela poderá ajudar algumas empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se relacionar de maneira mais direta com seus consumidores
Você sabe que está fazendo uma coisa diferente e nova – no mínimo, nova – sempre que o assunto vem à tona numa rodinha informal e alguém faz um comentário ácido do tipo: “Por que você perde tempo com uma bobagem dessas?” É o que se passa com o Twitter, essa coisa inventada pelas redes sociais que adotamos recentemente e com um entusiasmo tal que deixou surpresos amigos, familiares e inclusive a nós mesmos.
De uns meses para cá, nos apaixonamos pelo Twitter. Não queremos dizer com isso que ele vai mudar o mundo, conforme dizem alguns de seus adeptos, mas o fato é que conseguimos compreender perfeitamente seu potencial para os negócios. Se o Twitter continuar a crescer no ritmo que vem crescendo atualmente, ele pode se tornar uma ferramenta extremamente valiosa, já que poderá ajudar as empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se concentrar de forma mais direta em grupos específicos de consumidores. Talvez seja também uma ferramenta muito útil para executivos que necessitem de uma maneira original de interagir com seu pessoal, e vice-versa.
Mas isso não explica por que ultimamente estamos sempre castigando nossos teclados com rajadas de 140 caracteres – na verdade, umas três ou quatro vezes ao dia.
Usamos o Twitter simplesmente porque não dá para parar.
Por quê? Não pelos motivos que a princípio imaginamos. Na verdade, um de nós (a Suzy, mais conhecida como suzywelch no linguajar da rede) começou a usar o Twitter movida pelos velhos e bons propósitos de marketing. Ela estava para lançar um livro, e todo mundo que sabia disso insistia com Suzy: “É na mídia social que as coisas estão acontecendo”. O conselho não poderia ter sido melhor. A acessibilidade do Twitter, sua informalidade e seu alcance ajudaram Suzy a conseguir entrevistas excelentes (principalmente em blogs). Isso levou muita gente para as sessões de autógrafos, gerou dezenas de resenhas, engrossou o tráfego do site do livro e, o melhor de tudo, criou uma comunidade simpática e estimulante para o público leitor do livro. Foi lá no suzywelch que a Suzy começou a chamar seu grupo de twiffers – “amigos do Twitter” (Twitter friends) – depois que muitos responderam de maneira muito solidária à sua mensagem de Páscoa. “Acabei de ser informada por minha família que não preciso fazer o purê de batatas neste ano. O que será que eles quiseram dizer com manteiga demais?”
Por fim, Suzy se deixou seduzir a tal ponto pelo Twitter (ficou fanática mesmo) que conseguiu me convencer a entrar na onda. Assim, jack_welch decidiu aderir à nova moda, ainda que fizesse a seguinte restrição: “Não consigo entender para que serve este negócio”.
Bastaram 24 horas para que eu entendesse. Todas as vezes em que fazia alguma observação sobre o time de beisebol Red Sox ou sobre a equipe de basquete do Boston Celtics, dezenas de fãs do esporte enviavam seus comentários. O mesmo acontecia com política e negócios, o que proporcionou dezenas de minidebates fascinantes sobre tudo, desde a política econômica de Obama até a falência da Chrysler e da GM.
Com o Twitter, qualquer um pode participar de coquetéis do tamanho do mundo e bater um papo muito diversificado e (geralmente) bastante civilizado. Algumas coisas que ouvimos (e dizemos) são bem frívolas. No entanto, a maior parte das coisas sobre as quais conversamos tem o dom de nos provocar, informar e, de modo geral, de nos envolver de uma maneira tal que é simplesmente impossível reproduzir quando estamos offline.
O melhor de tudo, pelo menos para nós, é que o Twitter nos ajuda a testar e a melhorar as ideias. Há algumas semanas, postei uma mensagem citando dois eventos que talvez fossem “indícios promissores” de um novo movimento bipartidário nos Estados Unidos. A argumentação de alguns opositores – ainda que eles tivessem apenas 140 caracteres para se expressar – sem dúvida contribuiu para o debate.
Contudo, não nos empolguemos demais em relação ao uso do Twitter como ferramenta de trabalho. Qualquer chefe ficaria irritado com o tempo que gastamos com nosso novo brinquedo. Prova disso é que esta coluna demorou o dobro do tempo usual para ser escrita porque a todo momento checávamos as reações à pergunta “O que há de tão especial no Twitter?”, postada lá por nós.
As respostas vieram bem depressa e com um bocado de entusiasmo, como é próprio do Twitter. As pessoas nos disseram que usavam o Twitter “porque é divertido”, “para se sentir conectadas em um mundo desconectado” e “para se comunicar com a equipe”. São todas razões muito boas, sem dúvida. Mas um comentário em especial nos chamou a atenção: “Tenho tentado explicar às pessoas por que uso o Twitter”, dizia a mensagem, “mas a melhor resposta que me ocorreu foi a seguinte: comece a usar o Twitter e você vai entender”. Foi exatamente isso o que aconteceu conosco. Topamos com uma conversa que parece estar só começando. Nossa ideia é ficar por aqui.
Afabricante do Papel Higiênico Personalfoi ousada e lançou um produtopreto, ao invés de branco.Contratou a atrizMarina Ruy Barbosae soltou no ar a campanha.
Em que pese o inusitado de que os papéis higiênicos serem brancos justamente para se verificar a limpeza total ou não após o seu uso(e em alguns países, como no Japão,através das fezes no papel identificar ou não possíveis infecções e ser uma questão de saúde), a marca usou a hastag#BlackIsBeautifulna divulgação.
Só que…
“Black is Beautiful”é uma frase internacionalmente usada por movimentos negros em busca da dignidade, criada na década de 60 e ligada hoje a ativistas contra o racismo!
Depois de muitos compartilhamentos com críticas negativas, a Santher, fabricante do Personal Vip Black,retirou o slogan e emitiu uma nota dizendo:
“A mensagem criativa da campanha para o produto Personal Vip Black foi selecionada com o objetivo de destacar um produto que segue tendência de design já existente no exterior e trazida pela Santher para o Brasil. Nenhum outro significado, que não seja esse, foi pretendido.
Refutamos toda e qualquer insinuação ou acusação de preconceito neste caso e lamentamos outro entendimento que não seja o explicitado na peça.
Desta forma, Santher e Neogama vem a público informar que tal assinatura foi retirada de toda comunicação da campanha e apresentar suas desculpas por eventual associação da frase adotada ao movimento negro, tão respeitado e admirado por nós.”
Taí! Se a cor do papel higiênico já traz discussões sanitárias, o uso de uma frase tão emblemática usada inapropriadamente (e que poderia ser evitada com uma simples busca na Internet) trouxe uma antipatia ainda maior.
Quem desenvolveu a peça publicitáriadeve estar se remoendo de raiva por tal bobeada, não?
A gigante americana Amazon começará a vender eletro-eletrônicos com mais força no Brasil. E sabe quem está se preparando para a “guerra no mercado” com ela? O Magazine Luiza!
Leia que interessante a entrevista, abaixo, do presidente da empresa (e um dos herdeiros) Frederico Trajano.
COMO O MAGAZINE LUIZA PRETENDE ENFRENTAR A AMAZON?
Por Ralphe Manzoni Jr
A expansão da operação brasileira da Amazon, que reforçou sua área de eletrônicos no Brasil, provocou reações por todas as partes.
O presidente da Magazine Luiza, Frederico Trajano, falou sobre a Amazon. Sem citar o nome da rival, ele disse que o ponto forte da operação varejista que dirige são os pontos físicos.
“O que para muito gente é um passivo, para nós é um ativo”, disse Fred, como ele é chamado, referindo-se as lojas do Magazine Luiza.
A declaração foi feita durante o BlastU, festival de tecnologia e empreendedorismo, que aconteceu em São Paulo, na terça-feira 16. Fred participou de um debate nesta manhã.
Durante sua apresentação, Fred mostrou a estratégia digital do Magazine Luiza, reforçando que sua vantagem é a integração de loja online com loja física. “Pode parecer um contrassenso, mas meu modelo foi desenhado dessa forma.”
Referindo-se ao Prime, modelo de assinatura anual no qual o consumidor da Amazon ganha uma série de benefícios, inclusive frete grátis, Fred afirmou que hoje é possível receber um produto comprado no site, sem pagar frete, retirando-o numa loja física em até 48 horas.
Um dos trunfos do Magazine Luiza para enfrentar a Amazon é o seu marketplace, em que terceiros podem vender seus produtos pelo site da empresa.
No ano passado, o comércio eletrônico do Magazine Luiza vendia apenas 40 mil produtos. Com introdução de terceiros, esse número saltou para mais de 1 milhão. Atualmente, 500 parceiros participam do marketplace.
Durante a sua apresentação, um slide que passou sem ser notado pela maioria da audiência mostrava como deveria avançar o marketplace do Magazine.
A partir de 2018, segundo esse slide, o Magazine deve permitir a integração de seus parceiros de vendas com as lojas físicas. A rede varejista deverá vender anúncios, contará com um meio de pagamento próprio e poderá gerenciar o inventário de seus parceiros.
Questionado para detalhar essas informações, Fred não quis fazer comentários, alegando que estava em período de silêncio.
Atualmente, o comércio eletrônico já representa 30% da receita do Magazine Luiza, algo em torno de R$ 4 bilhões. Em suas contas, a Amazon deve faturar cerca de R$ 200 milhões neste ano no Brasil.
Fred também mostrou números robustos sobre a audiência do Magazine Luiza. Segundo ele, o aplicativo é acessado por sete milhões de pessoas mensalmente. O site, por sua vez, tem uma audiência mensal de 30 milhões. Aproximadamente 2 milhões de pessoas realizam uma compra no e-commerce da empresa todo mês.
Rajan Zed, importante nome do hinduísmo, critica o nome da Cerveja Brahma ao associá-lo ao Deus da sua crença. Já a cervejaria diz que a homenagem é para o inventor da choppeira!
LÍDER HINDU DIZ QUE NOME DA CERVEJA BRAHMA É DESRESPEITOSO E PEDE MUDANÇA
Rajan Zed critica o uso do nome de uma divindade hindu para vender bebida alcoólica.
O líder hindu Rajan Zed divulgou um texto no qual pede que a AB InBev repense o nome da cerveja Brahma porque, segundo o religioso, é “muito desrespeitoso” relacionar o deus Lord Brahma a uma bebida alcoólica.
Essa não foi a primeira reclamação nesse sentido de Zed, que costuma se queixar em suas redes sociais de marcas que utilizam figuras relacionadas à religião hindu em seus produtos, como estampas de roupas.
No comunicado que trata especificamente sobre a cerveja Brahma, Zed diz que “o uso inapropriado de conceitos ou símbolos de divindades hindus para agenda comercial ou outra não é OK na medida em que fere os fiéis”. Segundo o religioso, Lord Brahma é “destinado à adoração em templos ou santuários domésticos, e não para ser usado na venda de cerveja por ganância mercantil”.
Zed também critica os comerciais da Brahma, dizendo que eles não respeitam o caráter sagrado ligado à divindade e citando propagandas que têm a participação de celebridades como Megan Fox e Jennifer Lopez.
RESPOSTA DA EMPRESA
Em nota, a Ambev disse que o nome da Brahma não teria relação com a divindade hindu. “A cerveja Brahma foi lançada há 129 anos por Joseph Villiger. De acordo com alguns registros, o nome é provavelmente uma homenagem ao inventor da válvula de chope, o inglês Joseph Bramah. A marca se confunde com a história da cerveja no país e, ao longo de todo esse tempo, não recebemos qualquer pleito para que mudássemos o nome.”
Todas as empresas têm o direito de investirem onde quiserem, desde que tenham dinheiro e seu negócio seja lícito.
Os grandes investidores dos últimos tempos no futebol brasileiro foram a Parmalat(Palmeiras, Juventude e Paulista de Jundiaí) e depois se soube que era através do esporte que os italianos “esquentavam dinheiro”, tanto que o Parma quebrou e a Parmalat se desfez, sendo de outros grupos o espólio que sobrou. Também a HMTF(Hicks, Muse, Tate & Furst), Excel Econômico e MSIentraram nessa onda, todos no Corinthians. O que aconteceu a eles? Lembremo-nos da UNICOR no Santos, ou a ISL no Flamengo. Foram negócios nos quais os clubes aceitaram seus parceiros pelo montante de dinheiro, não sabendo da falta de idoneidade dos mesmos.
Mas estaria eu associando esses investidores à Crefisa?
Claro que não. É uma financiadora séria, constituída, cujos proprietários aparecem na mídia. Mas algo têm em comum: assim como os citados anteriormente, a Crefisa gasta um dinheiro fora da realidade dos parâmetros brasileiros e traz o inevitável questionamento: tal grana traz retorno financeiro?
Para empreendedores, tal negócio é de risco. Realmente existe lucro em tal investimento volumoso?Por mais que se divulgue o nome da instituição, tem um “quê” de vaidade pessoal na empreitada?
Na festa do aniversário de 103 anos do Palmeiras, nesta segunda-feira, Leila Pereira, a proprietária da Crefisa, declarou que quer investir no clube até a conquista de um titulo mundial do Verdão. Claro que os torcedores rivais ironizaram dizendo que “é muito tempo” tal prazo. Mas o certo é: até quando dona Leila poderá gastar tal volumosa quantia?
Alguns duvidam que seja verdade, mas é: a Coca-Cola está oferecendo uma premiação de R$ 3,15 milhões para quem conseguir um substituto do açúcar a ser incorporado em sua fórmula!
COCA-COLA OFERECE PRÊMIO DE US$ 1 MILHÃO EM DESAFIO PARA ENCONTRAR SUBSTITUTO PARA O AÇÚCAR
Participantes de todo o mundo podem concorrer
A Coca-Cola criou um desafio em que oferece US$ 1 milhão, cerca de R$ 3,15 milhões, para pesquisadores e cientistas que encontrarem um composto de origem natural, seguro, com baixa ou nenhuma caloria, que possa substituir o açúcar nas bebidas e nos alimentos.
Segundo a página do desafio, os consumidores continuam buscando opções naturais e com poucas calorias para suas dietas. Embora existam muitas pesquisas sobre o assunto, a companhia acredita que existem novos compostos a serem descobertos e desenvolvidos para criarem a sensação de gosto de açúcar.
— Estamos sempre à procura de ingredientes mais novos e melhores, e sabemos que ideias incríveis podem vir de qualquer lugar — disse o diretor de inovação da empresa, Robert Long.
A Coca-Cola destaca que o adoçante não pode ser à base de stevia ou de Lo Han Guo (também conhecida como siraitia ou fruta-dos-monges) ou de qualquer planta de espécies protegidas ou proibidas por órgãos reguladores de qualquer país.
Serão anunciados 10 semifinalistas em 21 de fevereiro de 2018, e os três finalistas serão conhecidos em 11 de abril de 2018. O grande vencedor será anunciado no dia 3 de outubro de 2018 e receberá US$ 1 milhão.
O projeto é liderado pela Equipe de Aquisição de Tecnologia Externa da Coca-Cola, que procura e investe em novos ingredientes, materiais de embalagem e tecnologias de produção. OUTRO DESAFIO
A empresa também criou um desafio em que pede que consumidores ao redor do mundo contem quais são os métodos naturais que usam para adoçar bebidas e alimentos em suas famílias, comunidades e cultura. A companhia vai premiar até cinco participantes com um total de US$ 100 mil, ou seja, cerca de R$ 315 mil.
— Esses dois desafios estão muito enraizados no nosso desejo de fazer as bebidas que nossos consumidores desejam beber, e na nossa vontade de olhar para além das paredes da nossa empresa para inovar em alternativas ao açúcar que nos ajudem a entregar o grande gosto que as pessoas adoram, mas com menos açúcar e menos calorias — explicou o o diretor de inovação da Coca-Cola.
Muitas pessoas viram o logo do time de futebol Red Bull mesclado com cores da Portuguesa. Outros, após verem a postagem do mascote “Toro Loko” comendo bolinhos de bacalhau, creram que ali nascia uma parceria.
Nada disso. O ocorrido é que um movimento de torcedores da Lusa começou uma campanha para que o Red Bull assuma a gestão do time, buscando salvá-la da triste situação financeira e de descalabro administrativo que está. Portanto, os interessados foram os torcedores, que tomaram a iniciativa esperançosos de que existisse uma possível fusão!
Aqui em Jundiaí, quando surgiram especulações muito tímidas, o efeito foi contrário! Muitos torcedores repudiaram uma associação com a empresa austríaca para com o Paulista Futebol Clube, em situação tão ruim (ou pior, pois está sem calendário para o semestre) do que a Portuguesa.
Republico uma postagem feita há 3 meses, e hoje me convenço: o Red Bull não teria interesse em parceria com endividados clubes (como Paulista e Portuguesa), mas nas suas sedes e nos torcedores que remanescessem.
Relembrando minha posição e algumas informações da época. Abaixo:
O FUTURO DO GALO: EXISTIRIA REPULSA SE O RED BULL SUGERISSE UNIÃO AO PAULISTA? SOBRE A CHEGADA DA CARABAO NO BRASIL.
Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.
Todos nós estamos chateados com aimpensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.
Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…
Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade– é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.
Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?
Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:
O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem(não é isso que sempre cobramos?)
Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
Eles tem inovação. Nós temos tradição.
Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com aLousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.
Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).
Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.
Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada(a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!
E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M Citydos sheiks sauditas. O Chelseado russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?
Aliás, quando Dietrich Mateschitz(o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.
Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho?Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceria – do Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.
E sabem o que mais?
A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.
Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).
INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.
Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!
Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…
EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO(sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?
***
Observações:
1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?
2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?
3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?
A Natura dá um importante passo em busca de se tornar a maior empresa de cosméticos do mundo (já é a maior do Brasil). Na 2a feira, deveria concretizar a compra da gigante britânica The Body Shop, que tem lojas espalhadas no mundo inteiro! Hoje, a empresa pertence à francesa L’Oréal.
Sabe o que é mais curioso? A Natura se tornou essa potência através do porta-a-porta e catálogos, ao contrário da sua aquisição, que tem espaços físicos em pontos estratégicos.
Abaixo, extraído de Valor Econômico, 20/06/2017
NATURA PREVÊ ASSINAR A COMPRA DA BODY SHOP EM 26 DE JUNHO
Empresa brasileira ofereceu € 1 bilhão à L’Oréal pela aquisição da rede britânica.
O conselho de trabalhadores da L’Oréal concluiu de maneira favorável o processo de consulta sobre a aquisição da varejista britânica The Body Shop pela Natura.
Assim, a fabricante de cosméticos brasileira e a multinacional francesa pretendem assinar um acordo de compra e venda das ações de emissão da The Body Shop em 26 de junho de 2017, em Londres.
A informação consta em fato relevante arquivado nesta terça-feira (20) pela Natura na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O fechamento da operação de compra da Body Shop aguarda as aprovações regulatórias de órgãos de controle da concorrência no Brasil e nos Estados Unidos.
A proposta apresentada pela Natura de € 1 bilhão (cerca de R$ 3,6 bilhões) foi anunciada na semana passada. Com o negócio, a maior empresa brasileira de cosméticos mira a internacionalização de seus negócios.
Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).
Olha só como comercialmente surgiu a data:
DIA DOS NAMORADOS
Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr, atual prefeito de São Paulo), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.
A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!
Tratar bem o cliente é fundamental no cotidiano de qualquer empresa, e impedir qualquer repercussão negativa é importante nesses dias de intensa atividade dos consumidores nas redes sociais. Digo isso pois: viram o passageiro que foi retirado à força de um avião da United Airlines?
Ocorreu excesso de passageiros (overbooking) e o rapaz foi convidado a sair da aeronave. Se recusando, retiraram-o até sair sangue, literalmente! No dia seguinte, as ações da United desvalorizaram em 1 BILHÃO DE DÓLARES!
Pela manhã, as ações chegaram a cair 3%, levando a companhia a perder quase US$ 1 bilhão em valor de mercado desde o início da polêmica. À tarde, o ritmo da queda diminuiu e o papel fechou em queda de 1,13%.
Na véspera, quando o caso começou a ser divulgado, a empresa fechou o pregão avaliada em US$ 22,5 bilhões.
O vídeo mostrando o passageiro de um voo de Chicago para Louisville sendo removido à força do avião antes da decolagem disparou críticas ao redor do mundo contra a empresa. O clipe mostra três homens usando equipamentos e coletes de segurança falando com o passageiro sentado no avião. Depois de alguns segundos, um dos homens agarra o passageiro, que grita e é arrastado pelos braços para a frente do avião.
Segundo Tyler Bridges, um passageiro que estava no mesmo voo, o homem disse repetidamente que estava sendo discriminado porque era chinês.
Muitos usuários do Weibo, incluindo o comediante Joe Wong e o fundador da companhia de comércio eletrônico JD.com, Liu Qiangdong, defenderam boicote à United Airlines.
“Isso me lembra das experiências de pesadelo que tive as três vezes que viajei com a United Airlines”, disse Liu a seus mais de 3 milhões de seguidores. “O serviço da United é definitivamente o pior do mundo!”
Nos Estados Unidos, a revolta em mídias sociais continuava, com o incidente se mantendo pelo segundo dia seguinte entre os principais assuntos discutidos no Twitter.
O CEO da empresa, Oscar Munoz, disse que o passageiro retirado do voo apresentou comportamento “perturbador e beligerante” após ser solicitado a ceder seu lugar.
Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.
Todos nós estamos chateados com aimpensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.
Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…
Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade– é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.
Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?
Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:
O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem(não é isso que sempre cobramos?)
Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
Eles tem inovação. Nós temos tradição.
Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com aLousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.
Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).
Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.
Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada(a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!
E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M Citydos sheiks sauditas. O Chelseado russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?
Aliás, quando Dietrich Mateschitz(o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.
Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho?Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceria – do Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.
E sabem o que mais?
A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.
Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).
INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.
Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!
Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…
EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO(sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?
***
Observações:
1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?
2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?
3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?
Uma história horripilante: o grupo JBS (dono da Friboi, Seara e Swift) e a BRFoods (Sadia, Perdigão, Qually, entre tantas marcas) foram acusados pela Polícia Federal através da Operação “Carne Fraca” de pagar propinas para evitar fiscalização na produção de carne e embutidos.
Constatou-se carne vencida modificada com produtos químicos cancerígenos, papelão reprocessado com produtos para dar volume ao alimento, restos de comida em embutidos.
E tudo isso descobriu-se que na merenda do estado do Paraná, a salsicha de Peru era feita de soja…
Antes, a preocupação era de adubos e fertilizantes perigosos nos hortifrútis. Depois, o hormônio nos frangos. E agora a questão da carne?
O que comer?
Resposta simples: o que se planta e cria em casa. Ou peixe (por enquanto, acho que ainda dá).
Abaixo, as marcas que são propriedades das duas empresas. A seguir, o texto explicativo das ações da polícia:
O QUE SE SABE SOBRE O ESCÂNDALO QUE ATINGE AS MAIORES EMPRESAS DE CARNE DO BRASIL
Mudar a data de vencimento de carnes estragadas, maquiar seu aspecto ou usar químicos para mascarar seu mau cheiro – até mesmo em produtos usados na merenda escolar.
Estas são algumas das táticas ilegais que, segundo as autoridades do Brasil, cerca de 30 empresas de carne do país usavam para vender alimentos em mau estado de conservação, incluindo fornecedoras de grandes frigoríficos.
A Operação Carne Fraca, realizada nesta sexta-feira (17), revelou que as empresas JBS e BRF – que são as maiores do Brasil e estão entre as maiores exportadoras mundiais – também adulteravam a carne que vendiam no mercado interno e externo.
A operação foi a maior já realizada na história da Polícia Federal, segundo as autoridades. A investigação, que mobilizou 1.100 policiais em sete Estados, revelou uma extensa rede de subornos e propinas nos quais estariam implicados dezenas de inspetores do governo encarregados de garantir que os produtos cumpriam com as normas sanitárias.
A descoberta de que, no Paraná, alunos da rede pública estadual consumiram salsicha de peru sem carne – preenchida com proteína de soja, fécula de mandioca e carne de frango – deu início à investigação de dois anos.
“Inúmeras crianças de escolas públicas estaduais do Paraná estão se alimentando de merendas compostas por produtos vencidos, estragados e muitas vezes até cancerígenos para atender o interesse econômico desta poderosa organização criminosa”, disse o delegado da Polícia Federal Mauricio Moscardi Grillo.
As práticas fraudulentas incluíam alterar os rótulos e as datas de vencimento dos produtos, injetar água na carne para aumentar seu peso e tratar as carnes com ácido ascórbico (vitamina C). A PF encontrou produtos com estas alterações em supermercados.
Segundo a PF, há provas de que as empresas falsificaram documentos para exportar a carne para a Europa, a China e o Oriente Médio.
A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das investigadas.
O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e de frango, e o quarto em carne suína. As exportações em 2016 representaram 7,2% do comércio global do setor, segundo a agência EFE.
LIGAÇÕES COM A POLÍTICA
Na sexta-feira, a Polícia Federal cumpriu 38 mandados de prisão, 34 deles para funcionários públicos, principalmente agentes sanitários. Também foram detidos quatro executivos de empresas, incluindo o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da BRF Brasil, Roney Nogueira dos Santos, o diretor da BRF André Luiz Baldissera e o funcionário da Seara, empresa da JBS, Flávio Evers Cassou.
Ao todo, foram 309 mandados judiciais, incluindo condução coercitiva e busca e apreensão.
Mauricio Moscardi afirmou também que “a investigação deixa bem claro que uma parte dos valores (das propinas) era revertida para partidos políticos”. O dinheiro, segundo ele, beneficou membros do PMDB e do PP, cujos nomes não foram citados.
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, emitiu um comunicado no qual informou ter ordenado a suspensão de 33 funcionários do governo acusados de estar envolvidos no escândalo.
O homossexualismo ainda é um tabu na sociedade. No mundo do futebol, mais ainda. Nas arquibancadas, nem se fale!
Contra o preconceito, o time do Rio Claro resolveu convidar a comunidade LGBT da sua cidade para acompanhar o Azulão em seu estádio, fazendo grande divulgação pelas redes sociais. Em suas postagens, os dizeres:
“O Rio Claro FC luta pelo fim de uma vez da homofobia nos estádios de futebol. Encorajamos a todos que se identificam com a causa a comparecerem aos jogos no Estádio Dr. Augusto Schmidt Filho. Aqui você não vai ouvir “bixa” (sic) quando o goleiro cobrar tiro de meta em tom de ‘ofensa’, aqui, somos todos iguais, todos irmãos“.
E aí, você acha que tal medida ajudará a diminuir a discriminação contra os gays ou será apenas uma jogada de marketing sem grande sucesso?
A propósito, o Rio Claro é pioneiro no Brasil, mas o precursor de tais campanhas no futebol profissional foi o Rayo Vallecano da Espanha. Escrevemos em Julho de 2015 neste blog:
AS CAMISAS POLITCAMENTE CORRETAS DO TIME ESPANHOL
O pequeno Rayo Vallecano, que disputa o Campeonato Espanhol, resolveu inovar e se tornar um clube engajado em motes sociais. Está promovendo novos uniformes “politicamente corretos”.
As duas novas camisas são: a 1a, contra os preconceitos racial e homossexual, trazendo o preto e o arco íris; a 2a, grafite e rosa, trazendo como símbolo o combate ao câncer.
O que você acha dessa ação sócio-política: correta (de responsabilidade social), demagoga(querendo apenas repercussão), oucomercial(simplesmente para vender mais camisas)?
COCA MUDA O SABOR DA ZERO PARA FICAR MAIS PRÓXIMA DA ORIGINAL
A Coca-Cola anunciou que mudou a fórmula de sua versão Zero, que não tem açúcar, para que o sabor “fique mais próximo ao de Coca-Cola original”.
Henrique Braun, presidente da Coca-Cola Brasil, diz que a mudança foi feita sem adicionar ou alterar qualquer ingrediente. O nome oficial também passa a ser Zero Açúcar, em vez de apenas Zero.
Além da mudança no sabor, as três versões de Coca-Cola serão vendidas em novas embalagens, que devem chegar a todo o país até fevereiro. As novas embalagens têm um disco vermelho ao centro, acompanhado da cor de cada versão (vermelho para a original, preto para Zero Açúcar e verde para Stevia).
Cada vez mais surgem relatos sobre palhaços que estariam assustando crianças na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. As autoridades investigam a seriedade das denúncias ou, em tempos de lorotas, se não passam de “lendas urbanas”.
Me recordo da “loira do banheiro” na minha infância. Seria uma versão disso nos States?
GREENVILLE, Carolina do Sul — Chefes de polícia de Greenville, na Carolina do Sul, Estados Unidos, estão reforçando o patrulhamento na área após receberem novas denúncias de que pessoas vestidas como palhaços estão tentando atrair crianças para as florestas. De acordo com o relatório dos oficiais, várias crianças dizem que os palhaços lhes oferecem dinheiro para que elas os sigam para uma casa próxima a um lago.
Os últimos relatos são dessa segunda-feira, quando os delegados da cidade receberam um chamado do condomínio Emerald Commons por volta das 20h20. Mais tarde, às 22h, houve outro alerta sobre alguém vestido como palhaço nos arredores do Shemwood Apartments. Quem fez a denúncia foi uma criança de 12 anos.
O Emerald Commons fica a 20 minutos do Fleetwood Manor Apartments, outro conjunto habitacional onde as pessoas relataram ter visto palhaços na semana passada. Os oficiais que foram atender à demanda disseram que não encontraram nenhuma evidência de que alguém esteve no bosque. A polícia também inspecionou a casa mencionada pelas crianças, mas não encontrou nenhuma pista.
Adultos também relatam ter visto as figuras. Uma mulher que voltava para casa à noite afirmou ter visto um palhaço acenando para ela debaixo de um poste de luz. Ela acenou de volta antes de voltar para sua casa em segurança. Uma mãe decidiu ir até o bosque após seu filho ter lhe falado sobre palhaços “sussurrando e fazendo barulhos estranhos”. Chegando no local, segundo ela, havia vários palhaços com lasers verdes.
As autoridades não sabem dizer se as histórias são reais, mas estão preocupadas com a segurança dos moradores. De acordo com o xerife de Greenville, um dos residentes de um condomínio pode ter atirado em direção à floresta. A moradora Donna Arnold disse à rede de TV WYFF que achou que seu filho estava mentindo, até que “30 crianças” fizeram a mesma denúncia.
— Havia mais de uma criança dizendo ter visto eles, então eu estou certa de que elas estão falando a verdade.
No início do mês, vários moradores de Green Bay, em Wisconsin, viram e fotografaram um palhaço que rondava as redondezas. Um ator disse à rede de TV Wbay que se trata de uma ação de marketing para um curta do qual ele tentou fazer parte.
Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!
Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses
– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.
O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.
Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.
REDE DE RESTAURANTES OUTBACK VAI VENDER BATATA FRITA EM FORMA DE EMOJI
Comuns nas mensagens via aplicativo de celular, os emojis –ou simplesmente figuras– ganharam uma versão comestível. A partir desta quinta-feira (30) já está disponível no cardápio da rede de restaurantes Outback batatas fritas em formato de coração, sorriso, rosto apaixonado, polegar para cima (curtir), entre outros.
Ao todo, são 12 figuras feitas de batata. Os clientes poderão pedir as batatas emoji como acompanhamento de seus pratos ou em porções separadas, com dez unidades, ao preço de R$ 22.
O lançamento é uma parceria da rede de restaurantes com a fabricante de batatas congeladas McCain. Segundo o Outback, as batatas emoji serão vendidas com exclusividade nos 79 restaurantes da rede no Brasil até o final de agosto.
A partir de setembro, as batatas em forma de emoji poderão ser encontradas também em supermercados e em outros restaurantes.
O Outback não é a primeira rede a vender batata frita em novos formatos. No ano passado, o McDonald’s lançou a batata em forma de Minions, os famosos personagens amarelos de “Meu Malvado Favorito” que ganharam um filme próprio.
Já tem data marcada a inauguração no Brasil da rede de lanchonetes Wendy’s, famosa pelo hambúrguer no formato quadrado e também pela concorrência frente ao McDonald’s no segmento de fastfood. A marca americana anunciou ontem que vai inaugurar dois restaurantes em São Paulo, em meados de julho.
Quem está por trás da operação brasileira é a própria Wendy’s, que vai operar por aqui em joint venture com a Infinity Services e a Starboard, esta última uma das principais franquias da rede nos Estados Unidos.
Nos últimos anos, a Wendy’s ao lado da Sonic têm se firmado como um concorrente importante no segmento de foodservice americano, chegando a incomodar o McDonald’s. Com hambúrguer com carne de Angus servido no prato e porções de batata frita em copos de alumínio, a marca tem hoje aproximadamente 6.500 franquias e restaurantes próprios nos Estados Unidos e em 28 países.
No Brasil, a empresa ainda não divulgou se vai trabalhar no formato de franquias aberta ou se deve fazer como o McDonald’s e até pouco tempo atrás o Burguer King, que operam basicamente com um master franqueado.
DADINHO, DOCE DE 62 ANOS, MUDA, VENDE O DOBRO E ABRE VAGAS EM PLENA CRISE
O Dadinho, tradicional doce de amendoim, já passou dos 60 anos (foi lançado em 1954), mas ainda tem cara de criança e quer parecer mais adulto. Uma pesquisa encomendada pela empresa mostrou que as pessoas têm uma boa memória dele, dos tempos de infância, mas, por serem adultas, não o compram mais.
Para tentar se modernizar e ampliar as vendas, a empresa lançou uma linha com quatro outros produtos em março deste ano. E teve uma surpresa: as vendas atingiram 2 milhões de unidades logo no primeiro mês, mais do que o dobro do previsto (800 mil). Entre os novos produtos, o Bombom!
A distribuição, que estava restrita a São Paulo, foi ampliada para outros Estados, e a fábrica vai até criar um novo turno e contratar mais funcionários para dar conta da produção, bem no meio da crise econômica brasileira.
Segundo Paschoal Del Matto, presidente da Doce Sabor, dona da marca, o resultado foi acima do esperado. “Tínhamos uma previsão de crescer 30% em relação ao ano passado com a chegada dos novos produtos. Aumentamos essa expectativa para 50%, graças ao bom resultado”, declara.
WAFER E CREME DE AMENDOIM EM POTE
Os novos integrantes da família são o Wafer Dadinho Cremoso, Lanchinho Dadinho Cremoso, Bombom Wafer Dadinho e Dadinho Creme, versão cremosa do doce original, vendida em pote.
Os novos produtos usam o mesmo recheio original, de creme de amendoim. “Agora temos opções para todos os gostos“, afirma Del Matto.
A empresa familiar passou por uma profissionalização da gestão, que começou em 2014, com a contratação de uma consultoria. “Foi identificado que tínhamos uma marca muito valiosa, mas que estava escondida e poderia ser mais bem explorada“, diz Del Matto.
A etapa seguinte foi realizar uma pesquisa com os consumidores do Dadinho em São Paulo, região onde o doce tem maior tradição. De acordo com o presidente da empresa, o resultado trouxe informações valiosas.
“Descobrimos que nossa marca tem apelo emocional muito forte, lembra as pessoas de sua infância“, diz. Mas, segundo ele, a maioria dos entrevistados dizia ter deixado de consumir o confeito porque o consideram um produto infantil.
EMPRESA CRESCE E VAI NA CONTRAMÃO DA CRISE
Inicialmente, a nova linha de produtos foi distribuída apenas no Estado de São Paulo. Três meses depois, passou a expandir para Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro, em parte, graças à demanda dos consumidores.
“Tivemos um grande retorno nas redes sociais, com as pessoas pedindo nossos produtos. Isso tem gerado uma demanda contínua dos fornecedores, novos e antigos“, afirma.
Com o aquecimento nas vendas, a Doce Sabor está investindo na compra de maquinários, vai criar um novo turno e contratar mais 40 funcionários para sua fábrica, em Ribeirão Preto (SP). Isso significa um aumento de 13% em relação aos 300 funcionários que trabalham hoje.
BUDWEISER SE CHAMARÁ ‘AMERICA’ DURANTE AS ELEIÇÕES NOS EUA
A cerveja mais vendida nos Estados Unidos, a Budweiser apelará ao patriotismo de seus clientes adotando o nome “America” durante o período eleitoral do país.
Em suas garrafas e latas será possível ler “America” junto a símbolos nacionais “para inspirar os bebedores a celebrar os valores da liberdade e da autenticidade compartilhados pelos Estados Unidos e pela Budweiser”, anunciou a fabricante, propriedade da cervejaria belga e brasileira AB InBev.
Até agora nenhuma outra fabricante de cerveja havia usado um símbolo nacional americano.
“A potente nova imagem da Budweiser serve como ponto central de sua campanha de verão – ‘America is in Your Hands’ – que estimula as pessoas a se identificarem, em todo o país, com o otimismo sobre o qual se construiu o país”, afirmou a companhia.
Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.
AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM
Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações
por Rafael Barifouse
Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”
Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis. Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”
Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.
Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões. A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.
Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia. O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.
Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.
A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.
Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva. Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.
Sempre questione a relação Competência Financeira X Competência Intelectual/Administrativa. Nem sempre ter dinheiro significa ter sucesso.
Veja só: o conhecidíssimo Clemente Nóbrega, em seu enésimo excepcional artigo, escreveu a respeito dos investimentos minguados no Brasil em INOVAÇÃO. E desafia: se investirmos mais dinheiro, teremos mais inovação?
Ele duvida. Responde que nem sempre dinheiro se transforma em bons resultados.
O Brasil investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB. Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido.
por Clemente Nóbrega
Em um artigo publicado em 2007, mostrei a correlação entre incompetência para inovar e instituições fracas – não há inovação sem que na sociedade haja confiança institucionalizada. Pesquisas mostram que não melhoramos nisso, mas temos outros pecados também. Fala-se que o país investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB (países ricos, duas ou três vezes mais). Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido. Eu não aumentaria investimentos, rearranjaria recursos que já estão no sistema. Veja só. No mundo da gestão (de qualquer coisa, privada ou pública), só o que legitima é resultado – output, não input. Sucesso não é medido pelo que entra no sistema, mas pelo que sai dele. Não número de policiais nas ruas, mas redução de crimes. Não campanhas de vacinação, mas diminuição de doenças. Claro que inputs são aproximações – proxys, como dizem, para resultados esperados, mas um gestor que se limita a proxys não é um gestor, é um burocrata.
A Apple – empresa mais inovadora do mundo – investe bem menos em inovação do que a média das empresas de tecnologia, mas obtém muito mais resultado. É mais produtiva em inovar. Numa empresa, os dirigentes estabelecem diretrizes (metas a atingir e meios para que sejam alcançadas). Ex: “Queremos que, dentro de cinco anos, 20% de nossas receitas estejam sendo geradas por produtos que não existem hoje”. Os recursos que vão ser alocados para que a diretriz seja cumprida dependem da meta a alcançar, não é simples? O que as empresas inovadoras têm são processos gerenciados em função de metas de output de inovação. Assim: “Se tudo continuar sendo feito como vem sendo feito, cresceremos ‘x%’ ano que vem. Mas se quisermos inovar, então, em cima de ‘x%’, colocaremos, digamos, mais um ou dois pontos percentuais, que têm de vir de inovações. Ficando no ‘papai &mamãe’, cresceríamos 20%, mas a meta é 22%. Esses 2% além do ‘esperado’ são inovação na veia. O investimento para chegar lá será um percentual desse ‘extra’ que espero obter (um percentual aplicado aos 2%). Os 2% de inovação terão de ser desdobrados por todas as áreas produtivas da empresa. Cada uma dará sua contribuição para o todo. Não sabem como fazer? Treine-os, há método para isso. A unidade bateu sua meta de inovação? Prêmios, bônus, fanfarras. Não bateu? Bem, o que acontece com um vendedor que não vende? Com um financeiro que não planeja o fluxo de caixa? Não há mistério. É gestão pelas diretrizes. Tem meta, prazo, responsabilização e plano de ação. A cada período tudo se repete – um delta além do ‘papai & mamãe’, incorporando os ganhos do período anterior”.
A Apple investe bem menos em inovação do que a média, mas obtém muito mais resultado
Órgãos fomentadores de inovação devem parar de se medir pelo dinheiro que injetam no sistema, como se isso garantisse resultado. Sem gestão, não garante. O input que conta é conhecimento, mais que dinheiro. Atenção: o investimento em inovação (como percentual do resultado) tem de diminuir com o tempo, mas riqueza nova tem de ser criada continuamente. Possível, mas só com gestão da inovação.
* Clemente Nobrega é físico, escritor, consultor de empresas e autor do blog Ideias e Inovação no site de Época NEGÓCIOS
Segundo o jornal inglês Daily Express, as 10 camisas mais vendidas do mundo até o mês passado (novembro) eram:
1o Lionel Messi (Barcelona),
2o Cristiano Ronaldo (Real Madrid),
3o Memphis Depay (Manchester United),
4o Scweinsteiger (Manchester United),
5o Hazard (Chelsea),
6o Wayne Rooney (Manchester United),
7o Neymar (Barcelona),
8o Aguero (Manchester City),
9o Alexis Sanches (Arsenal),
10O Philippe Coutinho (Liverpool).
Repare que só temos dois jogadores brasileiros, nenhuma camisa de Seleção Nacionale predominantemente são equipes da Espanha e Inglaterra.
Motivo: Os campeonatos de lá são os mais assistidos no mundo, e a Inglaterra vende mais pois predomina disparadamente no mercado asiático, sendo a Premier League o torneio mais popular da maioria dos países daquele continente.
E se Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar se transferirem para a Terra da Rainha? Imaginaram o “boom” de vendas?
Aqui no Brasil, não precisa fazer pesquisa para saber: cada vez mais as equipes estrangeiras estão vestindo nossas crianças. Vide a quantidade de camisas do Barcelona, Chelsea e demais que vemos nas ruas…
Na 6a feira houve a promoção anual de descontos no comércio chamada de “Black Friday“. É uma queima de estoques, com preços significativamente reduzidos.
Nos EUA, há filas de consumidores nas portas das lojas. No Brasil, a maior parte das ofertas se dá pela Internet, e com um detalhe: nem sempre são descontos reais!
A grande queixa dos consumidores junto aos órgãos de defesa do consumidor é que as empresas aumentaram os preços dias antes e depois dão descontos para dizer que o preço está mais baixo.
É o velho golpe já conhecido na praça… se impressiona com um número alto como desconto e engana-se o freguês!
Quer um exemplo? No ano retrasado, fiz uma busca nos sites de calçados e busquei “Asics Nimbus 14”. O tênis custava R$ 599,99 (ou melhor, 600,00). Mas como ele já tinha um sucessor (o Asics Nimbus 15), o preço foi reduzido para R$ 399,99 como desconto promocional. Nada disso… é para tirá-lo de circulação logo e colocar o modelo novo nas vitrines (que custa R$ 599,99, “coincidentemente”). Mais: a concorrência é zero, já que Netshoes, Centauro, Dafiti, Procorrer, FastRunner e tantos outros sites vendem o tênis ao mesmo preço, inclusive nos centavos!