– O dia que o Paulista FC se tornou um fora de série…

Eu me lembro que ansiosamente torcia para o Paulista de Jundiaí conseguir o acesso à série A do Brasileirão, anos atrás. Mas naquele sábado que ficou na saudade, o Galo de Jundiaí sofreu pelo “jogo entre compadres” envolvendo Atlético-MG e América-RN, culminando na conquista da 4a vaga da série B do time potiguar.

Depois disso, o Paulista amargou o rebaixamento para a série C até ficar sem série alguma.

E sabe quando foi isso?

Em 27/07/2008, após a partida contra o Cabofriense, e que na hora H não pode jogar e foi substituído pelo Duque de Caxias. Portanto, depois de 3 anos do título da Copa do Brasil 2005 (e há 4 do vice-campeonato Paulista conquistado em 2004, o Galo ficou sem vaga em divisão alguma do Brasileirão. Seis anos depois, amargura a A2 Regional.

Que o Tricolor Jundiaiense reverta isso!

Olha aí a colaboração do amigo Cristiano Assis que estava lá, guardou o ingresso e postou nas redes sociais:

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Mais um para a história…
O dia em que o Galo virou um “fora de série”…Nem A, nem B, nem C e nem D…Eliminado da Série C em um jogo contra o Cabofriense (que foi substituído por um time montado as pressas para o campeonato – Duque de Caxias) em um 0 x 0 que foi junto com essa campanha na A1-2014 um dos momentos mais tristes da história do Galo. Detalhe: o time montado as pressas (Duque de Caxias) conseguiu o acesso para a Série B.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Mogi Mirim x Paulista

Adriano de Assis Miranda apitará o Sapão da Mogiana contra o Galo da Terra da Uva. E o que esperar do árbitro para esse jogo?

Para o Paulista FC, o jogo pode não valer muita coisa pois já está rebaixado. Mas para o Mogi Mirim, assombrado pelo rebaixamento e pela falta de estádio, é jogo de vida ou morte. Portanto, atenção ao juizão!

Adriano é árbitro de 2006, formado pela gestão do Cel Marinho na Comissão de Árbitros. Como está difícil encontrar nomes revelados na atual administração, ele foi uma aposta tendo apitado algumas partidas na A1 no ano passado. Está ganhando experiência! Apenas regular, poderá ser testado nessa partida caso o Tricolor mostre dificuldades contra o Sapo.

Rogério Pablo Zanardo é bom bandeira, não haverá problemas. Já Evandro de Melo Lima, o assistente 2, se formou em 2008! Um ou outro jogo na A3 e A2 no ano passado e já na A1… Nunca o vi trabalhando, e nessas situações, duas hipóteses: fenômeno na bandeira ou alavancado à força. Como gosto de acreditar na meritocracia, espero uma boa atuação deste jovem.

Os adicionais serão Norberto Luciano e Sílvio Silveira. Ambos já trabalharam em jogos do Paulista e não terão dificuldades.

Luiz Plínio Rezende é estreante na função de quarto-árbitro na A1 e está escalado para esse jogo. Aliás, nas 3 últimas partidas só novatos em jogos do Galo como árbitros reservas! Fica a dica para ele: em Itapira (Estádio Coronel Francisco Vieira), há vários “portõezinhos” no alambrado. Vale a pena conferir se todos estão com cadeados, pois invadir ali é fácil, fácil… Não que acontecerá, mas o zelo é importante.

Boa sorte ao sexteto de arbitragem na próxima 3a feira!

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– Caiu. E agora? Haverá Mea Culpa do Galo?

No auge da carreira, durante os Jogos Olímpicos de Atenas-2004, a ginasta Daiane dos Santos era favorita a uma Medalha de Ouro e falhou em sua apresentação, deixando escapar a tão sonhada premiação, ficando em 5o lugar. Naquela ocasião, a repórter da Rede Globo questionou se os juízes foram rigorosos com sua nota. Ela disse que não, as achou justas pelo que rendeu.

Perguntou de novo se ela não houvera sido melhor do que as concorrentes, e ela respondeu novamente: “não, fui eu quem errei e fui mal”.

Por uma 3a vez a jornalista perguntou se o mau desempenho se devia a uma lesão no joelho, e a atleta pacientemente disse que “o joelho não era desculpa para uma má performance”.

Na insistência da entrevistadora, a atleta assumiu toda a responsabilidade e disse:

Eu fui mal, eu errei, a culpa é minha mesmo. No esporte você ganha e perde, e eu perdi. Não adianta arranjar outro motivo para esconder. Falhei e vou trabalhar.

Tudo isso ilustra muito bem o pós-rebaixamento do nosso querido Paulista FC: Será que ouviremos um mea culpa da diretoria do Galo?

Assim como Daiane, alguém dirá:

“A culpa é nossa, planejamos mal, nossas contratações foram ruins e a queda se deve aos nossos erros na direção do clube?”

Não há outra coisa a não ser reconhecer tal falha. Nem da arbitragem (sempre sobra para os erros dos juízes…) o Paulista pode reclamar. Até a queda, em todos os jogos, sempre boas / regulares atuações, sem prejuízo ao placar.

Agora, além do desgaste na mídia (o vexame em cair por si só já é um fato desagradável e visto por todos), fica o financeiro: receberá por toda a série A2 cerca de 4% do que recebe atualmente. Ou seja, dos R$ 2 milhões da FPF a cota cai para apenas R$ 80 mil para o certame inteiro!

Se o time já tem uma alta soma a pagar para o Condomínio de Credores e ainda acumulados alguns milhões em dívidas, com as futuras receitas minguadas, o que fazer?

É torcer para que as forças vivas (e necessariamente endinheiradas) de Jundiaí assumam o clube. Assim como em 1968 e 1984, são apaixonados cidadãos jundiaienses que deverão lutar em 2015 para que o time suba para a Primeirona. E cito os dois primeiros acessos já que o último, já nesse século, estava na fase da parceria com a Parmalat, que depois se mostrou uma grande fonte de lavagem de dinheiro perante a Justiça.

Cá entre nós: com tantos clubes se tornando “novos ricos” da Europa graças a bilionários apaixonados por futebol (e por outros motivos também), seria tão bom que um príncipe árabe, investidor russo ou mecenas asiático pudesse capitalizar seus investimentos no Galo, não? Mas dinheiro grosso; nada de colocar trocados e querer retirar graúdos.

Claro que o rebaixamento é péssimo, mas aqui vai um pensamento otimista: às vezes, cair é bom para repensar e se reestruturar. Quem sabe esse efeito negativo não seja o condutor de uma nova e melhor fase?

Que o centenário Paulista Futebol Clube renasça das cinzas em 2015; mais forte, organizado e que continue amado pela cidade de Jundiaí.

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– Análise da Arbitragem de Palmeiras 1 x 3 Palmeiras

Boa arbitragem de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza. Nada polêmico, tampouco relevante e preciso em lances de vantagem. Vamos ao jogo?
Antes da partida, o Palmeiras precisou trocar as meias no vestiário pois eram brancas como a do mandante Paulista. Ninguém viu que as meias seriam da mesma cor? Teria sido equívoco do 4o árbitro ou falha do responsável de quem passou as cores?
5 minutos: jogador do Palmeiras está impedido, recebe a bola e a perde; árbitro dá a vantagem e na sequência surge um contra-ataque. Há uma falta palmeirense mais forte, a bola sobraria para um atleta do Paulista e Marcelo Ribeiro prefere marcar a falta, já que acertadamente entendeu que o jogador estava lesionado mais seriamente. Ótimo senso de diferenciação entre vantagem e posse de bola.
12 minutos: goleiro Ian cobra o tiro de meta e o zagueirão pega dentro da área. Aí não pode e o árbitro + bandeira estavam atentos.
18 minutos: falta temerária de Mendieta no meio campo, merecia Amarelo e o árbitro não deu.
25 minutos: Correto e dificílimo pênalti para o Paulista: Marcelo Oliveira começa a empurrar Gabriel Leite fora da área, mas toca por baixo atingido o pé do adversário dentro da área e é essa infração “de fato”. Muito bem marcado.
36 minutos: zagueiro palmeirense empurra o jogador do Paulista a direita do campo de defesa, atacante fica de pé, a bola ultrapassa a linha de fundo e Fábio Volpato, o AAA daquele lado observou e ajudou o árbitro. Porém, não viu a falta sofrida por estar posicionado a esquerda do gol. Se estivesse a direita (e defendo esse posicionamento), marcaria.
39 minutos: zagueiro Leandro dá um carrinho na bola e o atacante Vinicius chega atrasado e bate joelho com canela. O árbitro bem posicionado não marcou, mesmo com as reclamações exageradas e indevidas do Palmeiras. Grande acerto.
52 minutos: O lateral Victor Higo agarra Patrick Vieira que estava no ataque quase dentro da área, o árbitro manda seguir e claramente o Adicional Fabio Volpato o avisa que foi falta. O árbitro pode rever a sua decisão e assim o fez. E como o agarrão impediu o ataque, cartão amarelo. Já tinha e recebeu o Vermelho. Correto.
55 minutos: Marcelo Oliveira abandona a bola e vai no corpo de Gabriel Leite. Já tinha amarelo, correto vermelho.
67 minutos: palmeirense Miguel pega o atacante do Paulista pelo cangote. Amarelo bem aplicado.
71 minutos: Vinicius entra na área e se joga após o toque do goleiro Ian. Ele dobra as pernas e deveria ter recebido o Amarelo. Acertou tecnicamente o árbitro, mas disciplinarmente errou.
Enfim, Cartões Amarelos e Vermelhos por reclamação e infrações diversas bem aplicados. Boa arbitragem de um árbitro que não se acomodou em campo, correu e vibrou bastante. Destaque negativo para o excesso de reclamações do Palmeiras. Seria pelo fato do time misto sentir dificuldades com o rebaixado Paulista?

– Como fazer mal uma escala: Análise da Arbitragem de Corinthians x São Paulo e Palmeiras x Paulista

Ela se supera! Definitivamente, a Comissão de Árbitros da FPF está em péssima fase.

Cá entre nós: que trabalho difícil eles têm, se o Paulistão da A1 dura só 3 meses? O resto do ano é para torneios menos importantes e formação de árbitros. E no pouco que são exigidos, executam mal sua tarefa.

Vamos lá:

1) Para o Majestoso no Pacaembu, está escalado Luiz Flávio de Oliveira. Ele que apitou bem recentemente Palmeiras x São Paulo. Antes era só Seneme nos clássicos. Agora, só Luiz Flávio? Aliás, é para forçar o nome dele ao quadro da FIFA e assegurar que a FPF não perca a vaga do agora aposentado Seneme para outro estado? Lembrando que o Luís Flávio foi o árbitro sorteado e que minutos antes houvera, por erro do digitador da FPF, sido anunciado como o escolhido para o Choque-Rei (antes da bolinha cair do globinho).

Depois da má atuação no São Paulo x Santos, finalmente os bandeiras Emerson Augusto e Marcelo Van Gassen não estarão escalados num clássico. Não poderia evitar repetição de árbitro em clássicos também? Ou não revelaram árbitros suficientes?

O detalhe é que o árbitro reserva desse jogo será Marcelo Rogério, de impecável atuação no jogo Ponte Preta x Corinthians (onde expulsou Gil e Paulo André) e que apitou a dificílima e nervosa partida entre os desesperados Paulista x Sorocaba na fuga do rebaixamento (sobre a arbitragem desse jogo, clique em: http://is.gd/PAUxSOR). Marcelo Rogério é superior e está em melhor fase técnica e física do que Luiz Flávio. A pergunta é: por que ele não apita tal jogo? Não vale usar a desculpa do sorteio, já que ele é o subterfúgio ideal para se justificar qualquer coisa pelos cartolas. No fundo, os dirigentes da arbitragem amam o sorteio, pois atrás dele se escondem.

2) Para Paulista x Palmeiras, apitará Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, árbitro que fez um ótimo Campeonato Paulista, em que pese as críticas do jogo São Paulo x Santos, onde foi muito prejudicado pelos bandeiras e ele próprio teve atuação boa em lances difíceis, com erros aceitáveis e acertos polêmicos (sobre esse jogo, a análise da arbitragem também está disponível, ela está em: http://is.gd/SAOxSAN). Marcelo já atuou em jogo do Paulista FC no Jayme Cintra, na partida do Galo Jundiaiense contra o Audax, e foi muito bem (o histórico da atuação desse jogo está em: http://is.gd/PAUxAUD). O que questiono é: se o Palmeiras está liderando o grupo e classificado enquanto o Paulista está na lanterna e rebaixado, por quê não lançar um nome novo? Para quê um árbitro dessa categoria num jogo fácil para se apitar e que vale pouco? Um desrespeito para as promessas. É a prova maior de não saber confeccionar uma escala.

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– Agradecimento no 1000o post do Bom Dia / Diário de SP

Semanalmente (sempre às 3as feiras) temos escrito nossa coluna sobre “futebol, arbitragem e negócios no esporte” no Jornal Bom Dia. E diariamente sempre escrevemos alguma nota, informação ou comentário no Portal Rede Bom Dia / Diário de São Paulo.

Muito me orgulha fazer parte dessa equipe. Em especial, nessa oportunidade em que completo meu milésimo post no Blog do Bom Dia Jundiaí.

Obrigado, Edu Cerioni e toda equipe da nossa grande família “Bom Dia”.

Visite sempre: http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109/Rafael+Porcari

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem de Oeste x Paulista (Rodada 12)

Apitará o importantíssimo jogo entre a Onça Itapolitana e o Galo Jundiaiense Guilherme Ceretta de Lima, auxiliado por Alex Alexandrino e Maria Eliza Correia Barbosa. Seus adicionais serão Paulo Sérgio dos Santos e Norberto Luciano Santos. Sílvio Renato Silveira será o 4o árbitro.

Ceretta trabalhou recentemente na partida entre Botafogo 4 x 2 Paulista (sobre a análise desse confronto, clique em: http://is.gd/OaBtfg), e naquela oportunidade falamos sobre suas qualidades (jovialidade e técnica) e sobre suas debilidades (condição física e postura). Em Ribeirão Preto, apesar de não ter problemas na partida, mostrou uma certa dificuldade com o fôlego, cansando bastante ao término do jogo, bem como demonstrando falta de vibração.

Agora, Ceretta vive um novo momento: Seneme, árbitro da FIFA, aposentou-se e a bola está pingando a ele e a Luiz Flávio de Oliveira (ambos aspirantes à FIFA). Teria ele condições de substituir internacionalmente o famoso juizão? Corre por fora Raphael Claus, que apesar de não ser aspirante à FIFA, pode ser indicado no meio do ano a tal posição (sobre esse assunto, clique em: http://is.gd/novoFIFA). E, nessa disputa, novamente se questiona a atividade de modelo profissionalmente exercida pelo árbitro, na qual os críticos dizem dividir a dedicação. Não faço coro a esses, penso que dá para separar bem as coisas.

Alex Alexandrino é bandeira bem rodado e Maria Eliza Correia Barbosa há tempos não a vejo em uma atuação de gala. Me preocupa o rendimento da moça. Os adicionais não terão problemas (e destaque para Norberto Luciano, que teve ótima atuação apitando XV de Piracicaba 1 x 3 São Paulo).

Atenção deverá ter o 4o árbitro Sílvio Silveira, pois no Estádio dos Amaros é muito difícil de se trabalhar, pelo pouco espaço que há e pela pressão exercida nas arquibancadas.

Boa sorte ao sexteto. Creio que Ceretta está ciente da importância do jogo e deverá estar motivado pela vaga ao quadro da FIFA aberta. É hora do árbitro mostrar serviço!

Acompanhe a transmissão ao vivo e exclusiva da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, AM 810, com a equipe do Time Forte do Esporte, comandada por Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha), comentários de Robinson Berró Machado, análise da arbitragem de Rafael Porcari; no plantão esportivo José Roberto Pereira e na técnica Antonio Carlos Caparroz.

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– Análise da Arbitragem de Rio Claro 2 x 0 Paulista. Como foi o árbitro?

Luís Martinucho se mostrou inseguro, o jogo era fácil e ele não conseguiu concretizar a expectativa de tranquilidade da partida. No último domingo, o jogo era difícil e naquela ocasião o árbitro Marcelo Rogério o tornou fácil. Ironicamente, exatamente o inverso aconteceu nessa jornada.

Vamos à avaliação?

1) FISICAMENTE, ruim.

Apesar de ter bom porte físico, ficou longe demais das jogadas, e apitar de longe torna a partida mais complicada.

2) TECNICAMENTE, regular.

– Primeiro Tempo, 13m: Diego Carlos está correndo e marcando o adversário, agarra a camisa e ele se joga ao sentir o contato. O árbitro marca pênalti. Eu não marcaria e explico: o agarrão seria suficiente para impedir a continuidade da jogada? NÃO! Portanto, um árbitro experiente (ou argentino, ou uruguaio, ou com boa competência) mandaria seguir. Juizão entrou na onda do rioclarense. O problema é: a inocência do zagueiro do Paulista em agarrar o atacante. Isso dá a margem e a possibilidade do árbitro interpretar que houve infração, e foi isso que aconteceu. Errou Martinucho.

– Primeiro Tempo, 19m: Pacheco corre e está em disparada tentando roubar a bola do adversário, espera entrar na área e tenta o tranco. O tranco legal é ombro a ombro, mas ele vai nas costas do jogador do Rio Claro. Pênalti infantil e fácil de marcar. Acertou Martinucho.

– Primeiro Tempo, 34m: Patrick dá uma pegada forte em Gabriel Leite, falta bem marcada. Mas antes, aos 27m e depois, aos 38m, o jogador se joga e o árbitro cai no teatro…

– Segundo Tempo, 8m: Diego Carlos atropela o adversário e recebe o Segundo Amarelo e é Expulso. Não há o quê reclamar.

– Segundo Tempo, 19m: Thiago Cristian (que já tem Amarelo) sai para fora do campo por força da jogada, ergue a meia e depois volta. Os jogadores do Paulista reclamam que voltou sem autorização e o árbitro vai na onda dos atletas jundiaienses e aplica o segundo amarelo e na sequência o Vermelho. Ora, o árbitro não estava atento ou interpretou errado? Ele não saiu para atendimento médico, mas sim por força do lance. É diferente a situação e se equivocou, o atleta poderia ter voltado.

3- DISCIPLINARMENTE, razoável

No primeiro tempo, Diego Costa (PAU) recebeu amarelo pela penalidade que não foi; Renan (RCL) levou por reclamação ao invés de uma advertência verbal. Patrick (RCL) pela falta forte em Gabriel Leite e Ewerton (PAU) pela solada foram advertidos corretamente.

No segundo tempo, com 6 minutos, um lance duvidoso onde Gabriel Leite reclamou de falta com o Adicional, e ali ele abusou das queixas. O árbitro não foi dar a advertência verbal no jogador, prestigiando seu companheiro. Não gostei dessa falta de vibração.

Os cartões dessa etapa foram para: Diego Costa (PAU) – 2o Amarelo e consequentemente o Vermelho (lembrando que o 1o foi o incorreto no lance do pênalti), Thiago Cristian (RCL) levou Amarelo por dupla falta na lateral e depois injustamente o Segundo Amarelo e Vermelho. Philipe Sampaio (PAU) por falta temerária; Nando e Rafael Costa (RCL) amarelos sem necessidade (excesso de rigor do árbitro). No final de jogo, correto para Victor Hugo (PAU).

4- EM SUMA…

Se precisar definir a arbitragem deste sábado, não tenho dúvidas: “fraca e enrolada!”.

Sobre bandeiras, adicionais e quarto-árbitros, nada a relatar de confuso ou excepcional.

Abaixo, o lance-a-lance e os rascunhos das anotações do jogo:

Rio Claro x Paulista

Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho

Bd 1: Mauro André de Freitas

Bd 2: Samuel Augusto Paião

AAA1: Thiago Duarte Peixoto

AAA2: Márcio Roberto Soares

4o Árb: Sálvio Lemos de Vasconcelos Filho

Rio Claro

1 Cleber

2 Carlinhos

3 Renan

4 Marllon

5 Nando Carandina

6 Thiago Cristian

7 Patrik

8 Leo

9 Alex Afonso

10 Rafael Costa

11 André Luiz

RESERVAS

12 Richard

13 Anderson Luís

14 Marcos Vinícius

15 Samuel

16 Rodrigo Celeste

17 Araújo

18 Caio

Faltas 1o tempo: 6

Faltas 2o tempo: 8

Total : 14

Paulista

1 Ian

2 Pacheco

3 Philipe Sampaio

4 Diego Carlos

5 Dodó

6 Victor Hugo

7 Ewerton

8 Crystian

9 David Batista

10 Diego Rosa

11 Bachin

RESERVAS

12 Iago

13 Malcon

14 Márcio

15 Umberto

16 Gabriel

17 Jonathan

18 Tutinha

Faltas 1o tempo: 9

Faltas 2o tempo: 9

Total : 18

1o Tempo

20 segundos e falta do Paulista. Já?

4m: Marlon coloca o braço no rosto de Bachin, falta. Árbitro demorou para marcar…

8m: Bachin faz falta no seu adversário, falta não marcada. Árbitro estava longe de novo e bandeira 1 não ajudou.

13m: A bola é lançada na área, Diego Carlos segura a camisa do adversário. Espertamente, o jogador cai ao sentir o agarrão. Eu não marcaria pênalti, mas o fato de segurar a camisa dá a margem de interpretação para o árbitro marcar.

19m: Outro pênalti: Pacheco tenta o tranco (ombro a ombro) mas atinge as costas e desequilibra o jogador do Rio Claro. Agora sim foi pênalti.

21m: Renan leva cartão por reclamação.

27: Gabriel Leite está no ataque, tenta passar por dois e se joga. Não foi nada.

32m: Impedimento bem marcado por Mauro André de Freitas na cabeçada de Diego Rosa, lance milimétrico.

34m: Patrick deu uma entrada forte em Gabriel, Amarelo bem aplicado.

38m: Gabriel Leite se joga… juizão entra…

42m: Philipe Sampaio agarra Alex Afonso, tropeça e ainda cai com o jogador. Falta corretamente marcada.

46m: Ewerton mete a sola na canela do adversário. Amarelo bem aplicado.

2o Tempo

3m: Diego Carlos empurra o jogador e ainda reclama de falta. Que isso, rapaz?

8m: Diego Carlos atinge Carlinhos, aí não tem jeito. Segundo Amarelo e Vermelho.

13m: Thiago Cristian faz falta dupla, correto Amarelo. O detalhe é que Crystian vai lá e dá uma bronca no árbitro…

19m: Thiago Cristian sai de campo após dividir a jogada. Os jogadores do Paulista reclamam que ele volta sem autorização. O árbitro atende os jogadores e dá o segundo amarelo e consequentemente o Vermelho. Nesse lance, ficou confuso: ele estava sendo atendido lá fora? Se não estava e saiu por força da jogada, errou, pois ele pode voltar. Mas se parou para ser atendido, aí não. OBS::: No replay, revi e entendo que o árbitro errou.

26m: Philipe Sampaio obstrui adversário e recebe Amarelo. Correto.

29m: Nando para Diego Rosa com falta simples. Errou.

30m: Rafael Costa faz outra falta comum. Outro Amarelo. Perdeu-se o controle.

40m: Nova falta de Philipe Sampaio.

44m: Victor Hugo dá um pontapé violento em Rafael Costa. Amarelo correto.

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– Jundiaí Travada!

Parado, paradinho, paradão. É assim o trânsito aqui em #Jundiaí!
A Rodovia #Anhanguera não tem mais horário de pico – afinal, ela congestiona a qualquer momento. As avenidas estão travadas. Sem contar os ridículos e saturados Trevos de Itu, de Itupeva e da Av. Jundiaí.
O pior é: prefeito reclama do governador que joga a culpa na CCR!
Enquanto isso, a população fica chupando o dedo e ninguém faz nada. E na época das Eleições, a mesma ladainha.
Pô, 45 minutos em trecho de 12k de Rod. Dom Gabriel (Medeiros) até a entrada da cidade é dose!!!

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– E o Paulista FC jogou a toalha!

Ainda não caiu, mas está por questão de horas. Infelizmente, o Paulista de Jundiaí amargará mais um rebaixamento na sua história. E este, certamente, o mais vergonhoso, cercado de trapalhadas e de atuações pífias. De 30 pontos disputados, somou 2. Nenhuma vitória após jogar 2/3 do campeonato. Dizer o quê?

O vice-presidente Cristiano Mingotti confirmou que mais 8 jogadores foram dispensados. Nos últimos 15 dias saíram muitos atletas e vários funcionários do departamento de futebol. Ontem, concretizou-se a saída futura de José Macena e do treinador Márcio Bitencourt.

Para o jogo com o Rio Claro, provavelmente o time deverá ir a campo com os jogadores que tem vínculo com o Galo (e que podem ser negociados gerando algum dinheiro) além de vários juniores. Já que tem que ganhar todas as partidas restantes e torcer para o tropeço de todos os rivais, a diretoria achou por bem começar a reduzir os gastos e dispensar o pessoal mais caro.

Matematicamente, existe esperança. Utópica, é claro. O problema é que a série ruim de atuações deixou desesperançoso até o mais ufanista torcedor do Tricolor Jundiaiense. No próximo domingo a matemática também morrerá e se confirmará o triste decesso.

A derrota contra o Sorocaba fez com que os dirigentes desistissem. E no sábado de Carnaval, após o apito final do árbitro Luiz Vanderlei Martinuccio no Estádio Schmidtão na Cidade Azul, se antecipará um clima de Quarta-Feira de Cinzas: Jayme Cintra e sua coletividade estarão contidos, recolhidos, pensativos, tristes…

Que esse longo tempo quaresmal que o Galo passará e que durará até Janeiro de 2015 frutifique em uma nova filosofia de trabalho e de vida, a fim de ressuscitar da A2 para a A1 em Abril do futuro ano.

Força Galo! Que sejamos na próxima temporada mais jundiaienses, mais profissionais, mais competentes e mais abraçados pelo município. E para isso, que o Paulista procure desejar abraçar a cidade indo de encontro às forças vivas locais, não adormecendo na Praça Salim Gebram à espera de que o apoio caia em seu colo.

Lembremo-nos: o clube muda de patamar com o rebaixamento, mas ainda vive e há de voltar a ser glorioso.

Como, com quem e quando? Aí só o tempo nos dirá.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x 3 Atlético Sorocaba

Dois clubes com muita coisa em comum: origem ferroviária, galo como mascote, limitados tecnicamente, de futebol ruim e sofrível de se assistir e que tentam fugir da A2. A única coisa de bom nível na partida no Jayme Cintra nesse domingo foi a arbitragem de gala da A1.

De todos os jogos do Paulistão em 2014, neste jogo em que o Paulista venceu o primeiro tempo por 2 x 0 mas levou a virada por 2 x 3, Marcelo Rogério conseguiu a perfeição em todos os quesitos. Tínhamos na 1a rodada assistido a uma arbitragem muito boa de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza em Paulista 0 x 0 Audax; as demais foram boas/ razoáveis e uma ou outra ruim. Mas a de ontem superou todas.

FISICAMENTE, o árbitro esteve próximo de todos os lances sem atrapalhar os jogadores. Nenhum encontrão com atleta, se posicionou perfeitamente na diagonal imaginária e soube sair dela quando necessário. Em especial, aos 87 minutos, em um momento mais nervoso da partida, o zagueiro do Atlético Sorocaba foi se queixar da marcação de uma falta e ao procurar o árbitro para reclamar eis que ele estava no “pé da jogada”. Maior intimidação do que esta não há.

DISCIPLINARMENTE excelente. Acertou em todos os cartões aplicados e em todos reclamados que deixou de dar. Perfeito nas Advertências Verbais e coerente nos Amarelos de João Paulo – SOR (por falta em Jô), Tiago – SOR (idem em Carlão), Mineiro e Márcio Pitt – PAU (ambos por ação temerária). Corretíssimo no de Emerson – PAU (retardamento ainda no 1o tempo) e certeiro no goleiro jundiaiense Juliano no pênalti cometido. Acertou em não aplicar cartão na falta de Ivan, que originou o 2o gol do Paulista.

TECNICAMENTE, discerniu muito bem as entradas mais duras, as simulações e as infrações reais. Usou bem a vantagem num lance de ataque do 2o tempo e abriu mão de uma vantagem não concretizada no final da partida voltando atrás e marcando a falta. Não entrou na onda de “pula-pula” do atacante Jô do Paulista, que por diversas vezes tenta cavar falta e interpreta muita mal.

Acertou ao marcar o pênalti a favor do Sorocaba cometido infantilmente pelo goleiro Juliano, que ao invés de apenas cercá-lo, o derrubou. Naquele lance, um árbitro novato poderia ter expulso o arqueiro por entender que era o “último homem”. Nada disso, para Vermelho tem que ser situação clara de gol e o atacante corta para a esquerda próximo da linha de fundo, perdendo o ângulo e o árbitro interpretando muito bem isso, aplicando o Amarelo. Se corta para a direita, na cara do gol, aí sim o cartão seria de outra cor.

OBSERVAÇÕES DIVERSAS – um bom árbitro não se incomoda e fica ligado nos detalhes. Marcelo indicou o local correto das cobranças de laterais em TODOS os lances. Deu reversão no 2o tempo em Pacheco (há quanto tempo você não vê isso em jogo profissional?). Chamou a atenção dos jogadores no agarra-agarra na grande área, vibrou quando necessário e transmitiu tranquilidade na carência das equipes. Soube lidar com as ceras em campo e colocou os lesionados sem demora para serem atendidos fora do gramado. Demonstrou um grande senso de equipe no trabalho com os bandeiras e demais integrantes do sexteto (aliás, excelente participação de Daniel Luís Marques com 3 difíceis impedimentos – um deles seria pênalti a favor do Paulista em cima de Carlão, se o lance não estivesse parado) e de Patrícia Carla. Ambos ajudaram na marcação de faltas.

Em suma, Marcelo Rogério teve ótima postura, mostrou autoridade (sem confundir com autoritarismo) e qualidades indiscutíveis.

Fico pensando: um árbitro com 42 anos de idade (portanto, maduro e preparado em todos os aspectos emocionais, físicos e técnicos), com quase 20 anos de arbitragem e tendo apitado diversos clássicos ao longo da carreira, que transmite SEGURANÇA – e o principal – que não mostra qualquer tipo de acomodação, menosprezo ou relaxamento num jogo de baixa qualidade, por quê não tem apitado os principais jogos da A1 em 2014?

Nos clássicos deste ano não o vi figurar em nenhuma lista. Se ele foi preterido pela Comissão de Arbitragem devido a idade (e isso é dispensar a experiência) a fim de lançar algum novo nome para grandes jogos, seria entendível. Mas nenhum novato também foi para sorteio!

Incompreensíveis os motivos que levam a CEAF-SP a abrir mão de mão-de-obra altamente qualificada. Até parece que sobram grandes árbitros no quadro da FPF…

Abaixo, o lance-a-lance da partida com os rascunhos dos comentários realizados durante a transmissão da Rádio Difusora Jovem Pan Sat AM 810, onde comentamos o jogo:

Paulista x Sorocaba – Rodada 10

Árbitro: Marcelo Rogério

Bandeira1: Daniel Luís Marques

Bandeira2: Patrícia Carla de Oliveira

AAA1: Vinícius Gonçalves Dias Araújo

AAA2: Regildênia Buarque d eHolanda

4o árbitro: Cristiano de Lazzari

Paulista

1 Juliano

2 Pacheco

3 Diego Santos

4 Emerson

5 Mineiro

6 Victor Hugo

7 Jô

8 Dodó

9 Carlão

10 Diego Rosa

11 Crystian

Faltas 1o tempo: 10

Faltas 2o tempo: 6

Total : 16

Sorocaba

1 Deola

2 Ivan

3 Tiago

4 João Paulo

5 Danilo Santos

6 Mateus

7 Fernando

8 Douglas

9 Michel

10 Marcinho

11 Danilo Alves

Faltas 1o tempo: 10

Faltas 2o tempo: 7

Total : 17

1o Tempo

2m: Danilo Alves faz falta de ataque e bandeira Patrícia Carla ajudou, correto.

3m: João Paulo faz falta em Jô por ação temerária. Bandeira Daniel Marques atento marcou e o árbitro acertadamente deu o Amarelo.

4m: Árbitro chama a atenção no agarra-agarra na área – está atento, tô gostando. Começou bem.

13m: Tiago atropela Carlão. Amarelo correto.

18m: Ivan faz falta em Carlão, que apesar da queda feia não era para Cartão. Certo.

22m: de novo o atacante Danilo reclama com Marcelo, que dá uma bronca e gesticula: “acabou”. É isso aí, jogador não pode fazer o árbitro de bobo.

26m: Jó tenta cavar a falta e Marcelo manda levantar.

29m: Cartão Amarelo para Emerson por retardamento. Time ganhando de 2 x 0… muitos árbitros só mostram o Amarelo aos 47 do 2o tempo ao goleiro adversário em tiro de meta demorado. Árbitro de hoje é cumpridor.

38m: vantagem bem aplicada a favor do Paulista.

2o Tempo

2m: bandeiras começam tão bem quanto o primeiro tempo: ambos marcando faltas e ajudando o árbitro.

11m: pênalti bem marcado, era para Amarelo e não para Vermelho.

14m: dificílimo lance de impedimento, Victor Hugo dava condição e o bandeira Daniel acertou.

19m: Jô se joga na área, árbitro nem dá bola e ele tenta reclamar com a AAA Regildênia. Em vão.

24m: reversão na cobrança de lateral e Pacheco, ergueu o pé.

34m: Victor Hugo comete falta infantil, marcado pelo bandeira. Bom o trabalho de equipe da arbitragem. Coeso e entrosado.

35m: Mineiro mata contra-ataque, Amarelo bem aplicado.

40m: Deixou de aplicar uma vantagem pois dois jogadores se lesionaram. Correto, foi sensível e acertou.

47m: 3 jogadores do Sorocaba em impedimento mas um 4o atleta veio de trás. O assistente Daniel Luís Marques esperou o tempo certo e mandou seguir. Parabéns, importante acerto.

48m: ainda deu tempo para Amarelar Márcio Pitt.

Fim de jogo – um Galo chora, outro Galo respira por aparelhos. E a arbitragem hoje foi de Gala (não deu para evitar o trocadilho). Árbitro transpira confiança e competência, bem como seus ajudantes.

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– Pré-Análise da Arbitragem de Paulista x Atlético Sorocaba – Rodada 10 (jogo 97)

Para o importante confronto entre o Galo da Terra da Uva e o Galo Sorocabano, apitará Marcelo Rogério, tendo como bandeiras Daniel Luís Marques e Patrícia Carla de Oliveira. Seus adicionais serão Vinícius Gonçalves Dias Araújo e Regildênia Buarque de Holanda. O quarto-árbitro será Cristiano De Lazzari.

Marcelo é rodado, com vários clássicos apitados em sua carreira. Bem condicionado (tem o melhor preparo físico de todo o quadro de árbitros), é filho do ex-diretor da escola de Árbitros da FPF e instrutor FIFA Gustavo Caetano Rogério. Mas aqui um adentro: sempre esteve escalado pelos próprios méritos, sendo até cobrado em excesso pela competência do pai. Rigoroso, não costuma bater boca com jogadores nem fazer média. É o árbitro que todo time quer para apitar seu confronto como visitante.

Daniel Luís Marques começou muito jovem na FPF, ainda menor de idade. Tem muitos jogos no seu histórico, sem problema algum.

Patrícia Carla de Oliveira é prima dos árbitros Paulo César e Luís Flávio de Oliveira. Não tem atuado muito bem ultimamente. Torçamos para uma boa apresentação.

Duas curiosidades com os AAA (árbitros assistentes adicionais): teremos a competente Regildênia pela 3a vez em Jundiaí como Adicional2, e o Adicional1 será o mesmo árbitro que apitou Comercial 3 x 0 Paulista na última 5a feira, Vinícius Gonçalves. Fico pensando: sorte que David Batista não jogará, pois imagino como o árbitro o encararia 3 dias após não expulsá-lo pela cusparada no goleiro ribeirãopretano, cujo vídeo rodou o Brasil.

Por fim, Cristiano De Lazzari estreará como 4o árbitro na série A1. Dará conta de segurar os ânimos (que logicamente estarão aflorados) de Márcio Bittencourt e Roberto Cavalo (treinadores de Paulista x Sorocaba)?

O jogo, teoricamente, é difícil para a arbitragem, devido à situação delicada na tabela de ambas equipes. Façamos nossas preces para uma grande partida.

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– Análise da Arbitragem de Comercial 3 x 0 Paulista

Jogo de um tempo só. É assim que se pode resumir a partida desta 5a feira a noite, já que depois do primeiro tempo de 3 x 0, o segundo virou treino. Comercial x Paulista fizeram um jogo muito fraco, de nível da A2. E o árbitro Vinícius Gonçalves Dias Araújo quando exigido também decepcionou.

Em partida de nível ruim, se vê de tudo. Até um lance raro: no tiro de meta a 1 minuto, o zagueiro Diego Macedo pega a bola antes dela sair da área. Tem que voltar a cobrança, é lance irregular. Seria falha / bobeada ou estratégia pois a saída de bola estava pressionada? Para mim, prenúncio de horrores…

TÁTICA/FISICAMENTE, o árbitro começou mal. Até os 13 minutos, tinha dificuldade em “sair da jogada”, isto é, não atrapalhar o posicionamento da bola e a passagem dos jogadores. Trombou levemente três vezes com os atletas. Depois melhorou.

DISCIPLINARMENTE, errou ao dar cartão amarelo a David Batista por falta normal aos 16m; não deu amarelo que deveria dar na falta sofrida por Diego Rosa. Nos demais foi correto.

TECNICAMENTE, não teve problemas pois o jogo ajudou.

A GRANDE FALHA: Errou feio ao não expulsar aos 87m David Batista, que cuspiu na cara do goleiro Marcelo Henrique.

A DIFICULDADE: aos 2 minutos do 2o tempo, no ataque do Paulista, a bola foi salva na linha do gol. “Na linha”, pois ficou a dúvida: entrou ou não entrou? Aqui o lance era para o bandeira Camilo Zarpelão. Covardia dizer que errou ou acertou pelo grau de dificuldade.

Bandeiras: Vicente Romano Neto e Tatiane Sacilloti não tiveram trabalho. A moça foi mais participativa e acertou quando precisou mostrar serviço.

Pra mim, foi nítido: o jogo não exigiu para a arbitragem, e se exigisse, a temeria. Não gostei do árbitro.

Abaixo, o lance-a-lance da partida e os rascunhos do jogo:

Comercial x Paulista – Rodada 9

Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo

Bandeira1: Vicente Romano Neto

Bandeira2: Tatiane Sacilotti Camargo

AAA1: Flávio Guerra

AAA2: Camilo Zarpelão

4o árbitro: Eduardo Pereira de Araújo

Comercial

1 Marcelo Henrique

21 Marcos Pimentel

34 Edimar

4 Luiz Eduardo

23 Willian Simões

5 Chaves

7 Marcus Vinícius

35 Marcone

40 Mateus

17 Cleber

9 Edson

Reservas

12 João Guilherme

13 Bruno Alves

25 Levi Silva

8 Patrick

20 Leandrinho

87 João Henrique

30 Rodrigo

Faltas 1o tempo: 8

Faltas 2o tempo: 5

Total : 13

Paulista

1 Juliano

2 Pacheco

3 Diego Macedo

4 Emerson

5 Mineiro

6 Márcio Pitt

7 Dodó

8 Umberto

9 David Batista

10 Diego Rosa

11 Jô

Reservas

12 Ian

13 Diego Carlos

14 Christian

15 Lusmar

16 Diego Mendes

17 Carlão

18 Bachin

Faltas 1o tempo: 9

Faltas 2o tempo: 6

Total : 15

1o Tempo

Falta de ataque: Marcone divide no ar e faz falta de ataque em Diego Macedo. Infração leve, mas não marcada.

1m: No tiro de meta, o zagueiro toca na bola antes dela sair da área. Aí não vale, tem que voltar a cobrança. Bobeada ou estratégia pois estava tendo a saída de bola pressionada?

3m: Primeira falta de Luiz Eduardo em Jô. Acertou o árbitro.
5m: Falta de Márcio Pitt no lateral, correto.

7m: árbitro trombou duas vezes com os jogadores. Está mal posicionado, quer estar em cima do lance mas precisa manter distância.

13m: árbitro não consegue passar pelo jogador, o posicionamento tem sido um problema.

16m: David Batista faz falta no seu adversário quando estava no campo de defesa. A bandeira Tatiane Sacilloti e o árbitro deu Amarelo. Eu não daria. Esteticamente a queda pareceu forte, mas foi uma falta comum.

20m: David Batista avança em ataque, marcador chega por trás e rouba a bola. O árbitro não dá e acerta, pois o jogador caiu.

21m: Falta em Diego Rosa no meio campo. Se foi Amarelo em David Batista minutos antes, deveria dar agora.

26m: Jô perde a bola e se joga colocando a mão no rosto simulando um tapa. Não foi nada. Acertou o árbitro, mas faltou Amarelo por simulação.

28m: Gol do Comercial: o jogador de Ribeirão apareceu sozinho, mas ele passou pelo meio dos dois jundiaienses no lançamento. Gol legal e acertou a bandeira Tatiane

31m: Mateus comete uma falta bem forte em Mineiro. Acertou no Amarelo.

36m: lateral do Comercial empurra Jô na frente do bandeira Vicente Romano que não ajuda o árbitro. Falta não marcada.

38m: inocência de Pacheco: está marcando o jogador na lateral, segurando a camisa dele. Pra quê? Adversário caiu e ganhou a falta.

43m: Cartão Amarelo para Jô por reclamação. Por quê não advertência verbal?

Intervalo

– Cartão Amarelo ao David Batista foi desnecessário, o árbitro se impressionou com a queda valorizada aos 16 minutos. Mas 5 minutos depois um jogador comercialino matou o contra-ataque de Diego Rosa e não levou. Se foi rigoroso demais lá, deixou de ser aqui. Aos 31m, Mateus recebeu corretamente Amarelo por falta em Lusmar. Já Aos 44m Jô recebeu a advertência por reclamação. Falta advertência verbal do árbitro, que não vibra. Cartão evitável.

No segundo tempo, Marcos Pimentel recebeu Amarelo por reincidência em Márcio Pitt Correto; Emerson também recebeu o seu corretamente por entrada desnecessária e temerária em Marcus Vinícius e Umberto levou o seu pra casa.

– Acertou o árbitro em não entrar na simulação do Jô aos 26 minutos. O atacante perde a bola e simula ter recebido um tapa, o árbitro pára a jogada posteriormente e verifica que não foi nada. Deveria ter recebido Amarelo.

– Vicente Romano deixou de ajudar o árbitro numa falta não marcada em empurrão em Jô; foi na frente dele aos 36m – bem ao contrário de Tatiane, que esteve atenta.

– Inocência de Pacheco: está marcando o jogador na lateral, segurando a camisa dele. Pra quê? Adversário caiu e ganhou a falta, aos 38 minutos.

2o Tempo

Lance do AAA Camilo Zarpelão, aos 2 minutos – a bola entrou ou não entrou? Lance difícil!!!

18m: Prova do nervosismo: Emerson cai sozinho na proteção da bola, permite o escanteio e ainda reclama do árbitro.

19m: Amarelo correto por reincidência em Márcio Pitt.

Não tem mais jogo, virou treino. Facílimo para a arbitragem.

26m: Vantagem bem aplicada a favor do Paulista.

30m: Falta desnecessária e temerária de Emerson, cartão amarelo bem aplicado.

34m: Amarelo para Humberto correto.

42m: David cuspiu no goleiro e ninguém fez nada. Ridículo.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Comercial x Paulista

O sexteto de arbitragem para o importante jogo entre o Leão da Califórnia Brasileira e o Galo da Terra da Uva será capitaneado por Vinícius Gonçalves Dias Araújo, tendo como bandeiras Vicente Romano Neto e Tatiane Sacilotti Camargo, sendo os adicionais de meta Flávio Rodrigues Guerra e Camilo Moraes Zarpelão. O quarto-árbitro será Eduardo Pereira de Araújo.

E o que esperar deles?

Vinícius é jovem, tem 35 anos, e há pouco tempo começou apitar a série A1. Tem sido extremamente discreto. Você não vê reclamações ou erros de arbitragem chamativos. Seu principal jogo até aqui foi apitar Santos x XV de Piracicaba. No último domingo foi AAA no clássico Corinthians x Palmeiras.

Vicente Romano Neto por anos foi assistente aspirante à FIFA. De baixa estatura mas de gigante experiência, é bem técnico / preciso nas marcações.

Tatiane Sacilotti é muito capacitada. Tenho na mente um lance dificílimo e polêmico que ela acertou (e muitos criticaram e entenderam como erro) na Vila Belmiro num Santos x São Paulo, envolvendo Luís Fabiano x Neto. A considero a melhor assistente paulista hoje.

Flávio Guerra é “velho de guerra” (desculpem-me, o trocadilho foi inevitável) e será o adicional de luxo, já que é bem mais experiente que o árbitro. Camilo Zarpelão é experiente o suficiente para o jogo, bem rodado nas outras divisões. Eduardo Pereira de Araújo, confesso, não o conheço e tenho poucas informações.

Espero que tenhamos uma boa arbitragem para a dificílima partida, já que o jogo promete ser nervoso pela posição das equipes na tabela.

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– Análise da Arbitragem de Linense 1 x 0 Paulista

Boa arbitragem do sexteto de arbitragem na noite deste domingo.

Vinícius Furlan arbitrou muito bem a partida de hoje. Soube discernir as infrações reais, casualidades e simulações.

Tecnicamente: Me preocupei quando inverteu as duas primeiras faltas (1 empurrão e 1 pé alto) – uma para cada time, mas depois engrenou e foi bem. Seu ponto forte foi o acerto das vantagens, o “timing foi perfeito (e foram 4 lances da partida).

Lances de reclamação de David Batista: chiou sem razão de falta no ataque (ele quem fez) e 2 pênaltis (aos 11 cai sozinho e 21 se joga). O árbitro acertou em todas.

Disciplinarmente: Muito bem! Cartão Amarelo bem aplicado para o zagueiro Alex, que não pega Diego Rosa mas leva por ação temerária, além do de Fernandinho por falta desnecessária em Márcio Pitt. No final de jogo, Marcelo também recebeu a advertência, por retardamento. Para o Paulista, acerto no cartão de Lucas Pivato, que fez um paredão contra seu adversário Branquinho.

Fisicamente: sem comentários, correu bastante.

Sobre os Bandeiras: um impedimento difícil de cada lado marcado no primeiro tempo. No segundo tempo, onde tivemos mais lances desse tipo, tudo ok. Em especial, aos 74 minutos quando Anselmo fica imóvel para demonstrar que apesar de estar em posição de impedimento não quer participar do lance, e quando ocorre uma segundo lance, já está em boa condição. Acertou Leonardo Pedalini, assistente 1.

Uma falha: Lucas Pivato e Anselmo se agarraram toda hora. Dentro e fora da área, com bola rolando ou não, unha-e–carne. Faltou chamar a atenção deles desde o primeiro tempo, e os AAAs poderiam ajudar.

Mais um jogo em que o Paulista faz menos faltas que o adversário. Oito rodadas, e o “Fair Play” continua. Ou é falta de pegada?

Abaixo, os rascunhos do “lance-a-lance” da partida:

Linense x Paulista – Rodada 8

Árbitro: Vinícius Furlan

Bandeira1: Leonardo Schiavo Pedalini

Bandeira2: Rafael Tadeu Alves de Souza

AAA1: Márcio Henrique de Gois

AAA2: Carlos Roberto dos Santos Jr

4o árbitro: Rodrigo Pires de Oliveira

Linense

1 Anderson

2 Marcelo A

3 Alex Moraes A

4 Toby

5 Thiago Santos

6 João Paulo

7 Fernandinho A

8 Renan

9 Anselmo

10 Nicão

11 Rodrigo Tiuí

Faltas 1o Tempo: 9

Faltas 2o Tempo: 11

Total : 20

Paulista

1 Juliano

2 Henrique

3 Diego Macedo

4 Lucas Pivato A

5 Mineiro

6 Márcio Pitt

7 Jô

8 Umberto

9 David Batista

10 Diego Rosa

11 Lusmar

Faltas 1o Tempo: 7

Faltas 2o Tempo: 7

Total : 14

1o Tempo

1m: Jô sofre falta e o árbitro demora para marcar, acreditando na vantagem não concretizada. Correto.

3m: O jogador do Paulista veio com o pé alto no adversário, mas ele inverte e dá falta a favor. Errou.

No mesmo minuto, outra falta invertida.

4m: David Batista está no ataque e empurra o zagueiro, falta de ataque bem marcada, embora David tenha reclamado muito.

9m: Falta contra o Paulista, árbitro acerta na vantagem.

11m: pênalti reclamado por David Batista não foi nada, ele pula e cai sozinho. Correta a arbitragem.

17m: Gol de Rodrigo Tiuí, legal. Nada de anormal.

21m: David Batista adianta a bola e se joga. O goleiro Anderson dá uma bronca nele…

22m: Alex Moraes dá um carrinho forte que não atinge Diego Rosa, mas é falta pela ação temerária com a aplicação de Amarelo. Correto.

28m: Goleiro experiente, após chute de Diego Rosa, esfria o jogo no chão, pedindo atendimento médico.

36m: o lateral João Paulo divide com Jô e acaba levando um tapa involuntário. Não é falta, é acidente de trabalho.

44m: falta marcada em Nicão que não foi, estava no lado cego do árbitro.

2o Tempo

Em todos os escanteios, Lucas Pivato e Anselmo se agarram. Já faziam isso no 1o tempo. Cadê os adicionais para chamarem a atenção deles?

20 minutos: ótima vantagem a favor do Paulista. Ponto forte do árbitro.
22m: Muita, muita cera…

24m: de novo Jô se joga… que coisa…

26m: Amarelo bem aplicado para Fernandinho por falta em Márcio Pitt.

29m: ataque do Linense em impedimento com Anselmo, mas a bola sobra para seu companheiro em condição, que chuta mas a bola sobra para Anselmo, já em posição legal. Parabéns ao bandeira Pedalini que interpretou bem a jogada.

33m: Lucas Pivato fez um paredão e consequentemente falta em Branquinho, que acabara de entrar.

47m: Cartão Amarelo para o lateral Marcelo por cera na cobrança de lateral.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Linense x Paulista – Rodada 8 do Paulistão

No confronto entre o Elefante da Noroeste e o Galo da Terra da Uva, apitará Vinícius Furlan, tendo como bandeiras Leonardo Schiavo Pedalini e Rafael Tadeu Alves de Souza. Os Árbitros adicionais serão Márcio Henrique de Góis e Carlos Roberto dos Santos Jr. O 4o árbitro será Rodrigo Pires de Oliveira.

Vinícius é de Americana, tem 12 anos como árbitro, estreou cedo na A1 e possui boa experiência. Tem 35 anos e corre bastante em campo. Sua característica principal é que gosta de se impor, não aceitando reclamações. Já tem um clássico na carreira – Santos x Palmeiras, onde atuou muito bem. Espero que suporte bem a pressão do Estádio Gilbertão, onde a torcida consegue embalar o time e o frisson dentro de campo é grande.

Leonardo Schiavo é bandeira “das antigas na FPF”. Sempre sorridente e bem atento, costuma ser admirado pelos amigos pela sua tranquilidade na arbitragem. Já o bandeira 2 Rafael Tadeu tem apenas 6 anos de formação e é seu ano de estréia na Primeira Divisão.

Os adicionais são bem rodados e acostumados a atuar na A1. Idem ao 4o árbitro.

Espero boas arbitragens na rodada; em especial ao Raphael Claus no Derby Paulista (incrível como em jogos fáceis Claus costuma atuar apenas razoavelmente e em grandes jogos ele cresce) e Flávio Guerra no São Paulo x Portuguesa (que ele corra bastante e vibre mais do que atualmente está vibrando).

Acompanhe a transmissão ao vivo e exclusiva da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, AM 810, com a equipe do Time Forte do Esporte, comandada por Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha), comentários de Robinson Berró Machado, análise da arbitragem de Rafael Porcari, no plantão esportivo José Roberto Pereira e na técnica Antonio Carlos Caparroz.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1 x 2 Penapolense. Como foi o árbitro?

Mais uma derrota do Paulista FC no Campeonato Estadual, fazendo com que a ruim perspectiva da série A2 em 2015 esteja se tornando uma dura realidade… Mas o árbitro teve influência no resultado?

Não. A verdade é que o Paulista se perdeu em meio ao nervosismo do ambiente, desequilibrou-se emocionalmente e, evidentemente, tem um elenco de baixa qualidade técnica. Afinal, em 21 pontos disputados só conquistou 2, sendo que todos os 5 gols marcados até agora foram por David Batista.

Vamos à nossa seara: a arbitragem. Aurélio Santanna Martins viveu dois momentos diferentes no jogo: um primeiro tempo seguro, bom tecnicamente e senhor da partida; já no segundo, errou muito técnica e disciplinarmente, mas nada que comprometesse no resultado final.

Logo aos 7 minutos, Jeff Silva recebeu um cartão amarelo evitável. O juizão marcou a falta e usou o spray para demarcar a barreira. Jeff ficou a frente da marcação. O árbitro pediu para ele se manter no local traçado, e o lateral tricolor insistiu em ficar fora. Aurélio chamou a atenção dele uma 2a vez, que olhou e nem se mexeu. Resultado: cartão Amarelo por não manter a distância regulamentar. Custa a crer que um jogador profissional ainda receba tal advertência nos dias de hoje, principalmente quando se há a marcação por spray!

DISCIPLINARMENTE:

Aliás, além do Amarelo a Jeff Silva, em todos os cartões aplicados o árbitro foi bem: o de Emerson no 1o tempo aos 42 minutos e a sua expulsão no 2o tempo aos 22m (2o amarelo por falta forte em Douglas Tanque). Também ao atacante do Paulista David Batista por reclamação e aos jogadores Luís Gustavo, Alexandro e Douglas Tanque (todos no 2o tempo). A registrar: o último cartão do jogo- a expulsão do lateral Raul pela violenta e covarde infração por falta brusco grave (beirando a agressão) em Liel, foi exemplar. Na lateral do campo, aos 47m, pra quê? Total descontrole do atleta jundiaiense.

O problema do árbitro foi a não aplicação de alguns cartões! Certamente 3 Amarelos deixaram de ser aplicados:

  • 1) Jaílton fez uma sequência de faltas, sendo a 3a aos 30 minutos, onde ele foi em direção ao jogador e vacilou na aplicação do cartão, optando pela advertência verbal.
  • 2) Aos 11m do 2o tempo, Jô avançava pelo ataque pela direita, e Luís Gustavo o empurrou. O jogador tenta seguir mas cai dentro da área. Era falta (o empurrão foi fora da área penal e é na origem da infração que se marca) e cartão amarelo para o zagueiro. Porém, nada marcou o árbitro e tampouco o ajudou o bandeira Fausto Viana. O pior de tudo é que aos 35 minutos um lance idêntico entre Jô e Luís Gustavo, agora pelo lado esquerdo. Nessa o árbitro marcou falta e aplicou o Amarelo. IMAGINE: se tivesse dado a falta e o cartão 24 minutos antes, Luís Gustavo deveria ser expulso nessa jogada, pois seria o 2o Amarelo.
  • 3) Liel, camisa 5 da Penapolense, após dividir uma bola, caiu e ficou no chão reclamando de dor e pediu a maca. Demorou para sair do gramado, e eis que quando ultrapassa a linha lateral, todas as suas dores desaparecem e ficou de pé para retornar, saltitando! O 4o árbitro Roney Bustamante poderia ter avisado o árbitro e aplicado o Cartão Amarelo pela simulação.

TECNICAMENTE:

Se no primeiro tempo Aurélio discerniu muito bem faltas cavadas e faltas realizadas (em especial aos 18 minutos quando Alex Créu caiu pedindo falta e a bola sobrou para Dinelson, que tromba com o adversário e se joga reclamando – acertou duplamente o árbitro ao não marcar nada), no segundo tempo ele se perdeu em alguns lances: vide aos 31 minutos quando Raul tenta prender a bola, Biro o chuta no chão e o árbitro dá jogo perigoso a favor da Penapolense; além de uma dividida legal de David Batista contra o goleiro aos 38 minutos, quando foi marcada indevidamente a falta no goleiro. Aliás, foi nesse lance que David recebeu Amarelo por reclamação (em lances com ou sem razão o atacante do Paulista sempre reclama insistentemente gesticulando com a arbitragem, precisa corrigir isso).

O lance mais discutido nesse quesito foi o 1o gol da equipe de Penápolis: Alexandro (ou se preferir Alex Créu) divide com o zagueiro do Paulista que não sobe, vai frouxamente para o lance e cai. Na cabeçada, gol do Penapolense. Reclamou-se de falta, empurrão, tranco com força excessiva… durante a transmissão imediatamente dissemos que o gol era legal e o “chororô se devia à desculpa do jogador do Paulista por ter falhado na jogada”. E foi isso mesmo: gol legal. Mas eis que o presidente do Paulista, Djair Bocanella, entra na cabine da Difusora para reclamar do nosso comentário, insistindo – e bem nervoso – que houvera falta, que a arbitragem era ruim e que o Paulista estava sendo prejudicado (bravo conosco)! Tudo isso durante o jogo… Gozado, pensei imediatamente:

será que foi o narrador Marcelo Tadeu quem permitiu a bola alçada na área; ou o comentarista Robinson Berró que não pulou para dividir com o atacante; o comentarista da arbitragem Rafael Porcari que inventou um braço empurrando; ou ainda o jornalista Adilson Freddo que escalou mal o time?”

Seria culpa da imprensa a má campanha?

No intervalo, mais calmo, o presidente do Galo voltou à cabine para pedir desculpas pois viu o lance pela TV e refez sua opinião, já que acertamos no comentário.

Sobre os bandeiras: muito bom o trabalho do árbitro assistente 2 Eduardo Marciano que em 3 oportunidades não marcou impedimento em David Batista, pois Jaílton lhe dava condições; porém, o assistente 1 Fausto Viana teve algumas dificuldades, em especial em um lance em que o mesmo David Batista recebe a bola com Luís Gustavo lhe dando condições e ele marca impedimento em um importante lance de ataque.

EM SUMA…

Antes das partidas, sempre fazemos a projeção pré-jogo da arbitragem. Ela avalia o árbitro pelo seu desempenho nas últimas partidas. Na temporada 2013 e na parcial de 2014, Aurélio foi muito bem, demonstrando boa regularidade e sendo merecedor do seu primeiro clássico. É claro que a análise pré-jogo nem sempre se concretiza, pois cada jogo é uma história diferente. Nesta 3a feira, o árbitro não demonstrou nada de excepcional, com bons acertos e alguns erros já citados. Mas que não se macule uma caminhada por um único jogo, já que leio críticas não pontuais sobre o mesmo. O árbitro é muito bom, foi bem no primeiro tempo e regular/ruim no segundo. Nada comprometedor.

PÓS-JOGO

A registrar o clima nervoso pós-jogo: Dinelson que houvera sido substituído e ofendeu com gestos obscenos a torcida que se encontrava nas cativas, voltou a responder as vaias após o término da partida. Torcedores conseguiram o acesso às dependências administrativas do Jayme Cintra e cobraram veementemente a diretoria. Clima ruim: da diretoria aos jogadores, passando pela comissão técnica, o Paulista não tem se encontrado.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Penapolense

Para o confronto do Galo da Terra da Uva contra a Pantera da Noroeste nesta 3a feira, pela 7a rodada do Paulistão 2014, apitará Aurélio Santanna Martins, com os bandeiras Fausto Augusto Viana e Eduardo Marciano. Tiago Duarte Peixoto e Leandro Carvalho da Silva serão os assistentes de meta e o quarto árbitro será Roney Prado Bustamante.

E o que esperar deles?

Aurélio completará 38 anos no próximo mês, tem boa altura, ótima postura em campo, discreto e apita muito bem. Foi o AAA na partida entre Corinthians x Paulista e naquela oportunidade comentamos que ele era o mais qualificado do bom sexteto daquela jornada. É advogado e foi candidato a vice-prefeito da cidade de Jacareí, onde reside. Não me recordo de nenhum lance polêmico ou atuação ruim, mantendo a boa regularidade nas suas atuações. Acredito que nesse ano já é merecedor de ser escalado em algum clássico, graças às suas arbitragens. Projeto que atuará muito bem.

Fausto Augusto Viana é professor e trabalhou em 9 rodadas do Paulistão do ano passado (nenhum jogo envolvendo o Paulista FC) e 4 jogos nesse ano. Tem 30 anos, 8 de arbitragem e pertence ao quadro da CBF.

Eduardo Vequi Marciano é contador, tem 35 anos e é da mesma turma de formandos de Aurélio. Tranquilo em suas marcações, há um bom tempo trabalha na A1.

Na partida, uma curiosidade sobre o quarto árbitro: Roney Bustamante, rodado árbitro, está no último ano de sua carreira. Fico curioso como um árbitro de longa carreira não tem oportunidade de apitar jogos da série A1 no derradeiro campeonato depois de tantos jogos. Não vale questionar a sua competência, pois, afinal, tem 16 anos de FPF. Se fosse ruim já teriam parado com ele certamente!

Quanto a arbitragem, os nomes dos oficias são bons. Nem Paulista e nem Penapolense devem se preocupar com eles.

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Acompanhe a transmissão ao vivo e exclusiva da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, AM 810, com a equipe do Time Forte do Esporte, comandada por Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha), comentários de Robinson Berró Machado, análise da arbitragem de Rafael Porcari, no plantão esportivo José Roberto Pereira e na técnica Antonio Carlos Caparroz.

– Concurso Público de Jundiaí precisa ter conhecimento sobre Fofoca?

De duas, uma: ou quem elabora as provas é fraco, ou existe alguma sacanagem. Mas pra mim a coisa é cristalina: incompetência de quem formulou as questões do Concurso Público para Agente Administrativo na Câmara dos Vereadores de Jundiaí.

Não é que em uma das questões sobre Conhecimentos Gerais / Atualidades, perguntou-se: quem é o “Rei do Camarote”?

Pois é: a avaliação queria saber a identidade do empresário que foi capa da Revista Veja por gastar dinheiro grosso em farras noturnas. Isso é conhecimento necessário para trabalhar na Câmara dos Vereadores? Sobre temas importantes como manifestações sociais, fenômenos recentes (como rolezinhos ou black blocs) ou outras coisas mais relevantes, não se perguntou!

Até a Folha de São Paulo repercutiu com gozação. Abaixo, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/02/1408766-concurso-publico-pergunta-quem-e-o-rei-do-camarote-e-revolta-candidatos.shtml

CONCURSO PERGUNTA ‘QUEM É O REI DO CAMAROTE’ E REVOLTA CANDIDATOS

Qual o nome do Rei do Camarote? Se você não sabe, talvez tivesse problemas para se eleger à vaga de agente de serviços administrativos da Câmara Municipal de Jundiaí (a 58 km de São Paulo).

A questão sobre o empresário que ficou conhecido após reportagem da revista “Veja São Paulo” sobre os gastos de ricos na noite foi escolhida para ser uma das cinco perguntas sobre “atualidades” em um concurso no último domingo, na cidade.

Entre as respostas possíveis estavam: a) Waldemar Iódice (sic, o nome do estilista é grafado com V); b) Alexander de Almeida; c) Ricardo Mansur; d) Thor Batista; e) João Dória Jr.

A Folha foi procurada por mais de um candidato insatisfeito com a questão, que consideram “sem propósito”.

Um deles foi a recepcionista Daniele Almeida, 27.

“Na pergunta do Rei do Camarote, algumas das opções eram obviamente erradas. Mas eu fiquei com dúvida entre o Valdemar Iódice e o Alexander de Almeida… chutei e errei”, lamenta.

Outra candidata a reclamar da questão é a auxiliar de escritório Bruna Segala, 20.

“Eu passei meses estudando sobre guerra na Síria, protestos de junho, o esquema de espionagem da NSA etc. Rei do Camarote não é atualidade, é fofoca!”, disse.

Além desta questão, a prova ainda exigia que o candidato soubesse de quais times de futebol eram os 17 torcedores presos em Santa Catarina depois de uma briga em um estádio, no fim de 2013.

Outra questionava em qual parte dos Alpes o ex-campeão de Fórmula 1 Michael Schumacher havia se acidentado quando esquiava: franceses, suíços, alemães ou austríacos.

Sobre a área de conhecimentos gerais, o edital de divulgação do concurso requisitava que o candidato estivesse preparado para: “Análise dos principais conflitos nacionais e mundiais”.

Segundo a Câmara de Jundiaí, 8.300 pessoas concorreram para as 20 vagas, numa relação de 415 candidatos/vaga (mais concorrido do que o vestibular de medicina na USP). O salário é de R$ 2.570.

O presidente da comissão de concursos da Câmara, Fabio Nadal, afirmou que a Casa contratou a empresa Makiyama e que apenas ela é responsável pela elaboração do conteúdo da prova.

“Nós devemos esperar até o final do prazo de impugnação de questões para poder emitir algum juízo de valor.”

A Makiyama, que já realizou concursos para vagas no Tribunal de Justiça de Minas Gerais e na Eletrobras, informou que aguardará o fim do período de pedidos de impugnação, que termina hoje.

Em tempo: o Rei do Camarote é Alexander de Almeida; torcedores de Vasco e Atlético-PR foram presos após a briga; e Schumacher se acidentou nos Alpes franceses.

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– Análise da Arbitragem de São Paulo 2 x 0 Paulista – Rodada 6 – 06/02/14

Se o jogo na teoria era fácil para se apitar, na prática foi facílimo. O sexteto de arbitragem quase não apareceu na partida. Antonio Rogério Batista do Prado aplicou corretamente os cartões, se posicionou bem (embora houve um lance de trombada com Luís Ricardo) e levou a contento.

Durante os 90 minutos, um único importante erro: o pênalti não marcado a favor do São Paulo, sofrido aos 19 minutos pelo zagueiro Antonio Carlos que estava no ataque. O jogador do Paulista atinge por trás o sãopaulino quando tentava roubar a bola e o árbitro não entendeu assim.

No restante, algumas observações relevantes: o número de faltas sofridas pelo lateral Álvaro Pereira (revezadas pelo atacante jundiaiense Jô e pelo volante Mineiro), além do excesso de reclamações infundadas de Luís Fabiano.

Algo a discutir: nos 6 jogos (e em nenhum dos dois tempos de cada partida) o Paulista fez um menor número de faltas do que o adversário. Portanto, deve-se questionar: excesso de fair-play ou falta de pegada? Seria isso um dos motivos da derrota?

Por fim: e o “calção sangrando” do Wellington? Não se pode relaxar: o jogador do São Paulo jogou 5 minutos com o shorts manchado de sangue (tem que trocá-lo, é regra) e ninguém falou nada?

Abaixo, os comentários do lance-a-lance do jogo:

SPFC 2 x 0 PFC

Árbitro: Antonio Rogério Batista do Prado

Bandeira1: Danilo Ricardo Simon Manis

Bandeira2: Claudemir Donizeti Gonçalves da Silva

AAA1: Marcelo Prieto Alfieri

AAA2: Luciano Monteiro dos Santos

4o árbitro: Antonio Ferreira de Oliveira Júnior

São Paulo Futebol Clube

1 Rogério Ceni

27 Luis Ricardo

4 Antonio Carlos

7 Rodrigo Caio

6 Álvaro Pereira

5 Wellington

18 Maicon

8 PH Ganso

11 Ademilson

17 Osvaldo

9 Luís Fabiano

RESERVAS

12 Denis

23 Douglas

13 Paulo Miranda

16 Reinaldo

5 Denilson

29 Ewandro

35 Gabriel

Faltas 1o Tempo: 12

Faltas 2o Tempo: 7

Total 19

Paulista Futebol Clube

1 Juliano

2 Raul

3 Diego Santos

4 Emerson

5 Mineiro — A

6 Jeff Silva

7 Jô

8 Lusmar — A

9 David Batista

10 Dinelson

11 Esquerdinha — A

RESERVAS

12 Ian

13 Gian Mariano

14 Márcio

15 Humberto

16 Fabrício

17 Carlão

18 Jonathan Brito

Faltas 1o Tempo: 10

Faltas 2o Tempo: 3

Total 13

1o Tempo

Falta aos 20s de Wellington. Já?

Nova falta aos 40s no meio campo.

1’30” falta em Fabuloso > a cada 30 s teremos uma?

2’00” Falta para o Paulista

5m: 3a queda de Luís Fabiano. Nada.

6m: Luís Ricardo tromba com o árbitro.

16m: Luís Fabiano faz falta em Lusmar por cima e por baixo. E ainda reclama!

19m: Na área do Galo de Jundiaí e estando no ataque, o zagueiro Antonio Carlos cai após jogada por trás do adversário. Lance muito difícil. Na bola ou no jogador? Ou nos dois? Pênalti ou não? RESPOSTA: Pênalti, pegou por trás e “carregou” o jogador.

20m: Cartão Amarelo correto para Lusmar por falta em Ganso. Correto.

25m: 3a falta de Jô no mesmo Álvaro Pereira. Atacante voltando para marcar é dose…

29m: Esquerdinha mete a mão na bola no lançamento de Ganso. Cartão Amarelo bem aplicado.

30m: Álvaro Pereira cobra a falta e Antonio Carlos estava na mesma linha de Emerson, passa por trás dele e faz o gol. Legal.

37m: Álvaro Pereira de novo sofre falta. Como apanha, antes de Jô, agora de Mineiro.

46m: Falta de Mineiro em Ademilson, correto Amarelo.

DETALHES DO INTERVALO

– Reclamações do Luís Fabiano

– Faltas de Jô em Álvaro Pereira

Único Lance Polêmico- 19m: Na área do Galo de Jundiaí e estando no ataque, o zagueiro Antonio Carlos cai após jogada por trás do adversário. Lance muito difícil. Na bola ou no jogador? No Jogador… Pênalti não marcado.

– gol surgiu de uma bobagem de Esquerdinha, que colocou a mão na bola. Na falta, Antonio Carlos em mesma linha avança por trás do Emerson e faz o gol.

– 6 faltas recebeu o Álvaro Pereira.

São Paulo 12 x 10 Paulista e 3 A.

2o Tempo

6m: bandeira 2 Claudinei marca muito bem um duplo impedimento do Paulista. Correto.

12m: Jogo facílimo para a arbitragem, conforme esperado.

16m: gol legal, sem nenhum problema – SPFC 2 x 0 PFC. Detalhe: não fizeram falta em Álvaro Pereira, ele correu tranquilamente para cruzar a bola.

32m: David faz o pivô e recebe a falta. Muitos não marcam, mas Antonio Rogério marcou. Correto.

33m: bandeira 2 Claudinei que acertou lance difícil, errou no ataque (igualmente difícil).

42m: pouquíssimas faltas. Jogo dos sonhos para o árbitro.

– Wellington joga os últimos 5 minutos com uniforme bem sujo d exangue. ˜ão pode, tem que trocar.

DETALHES DO FINAL

– falta em Álvaro Pereira, ele correu tranquilamente para cruzar a bola.

– 42m: pouquíssimas faltas. Jogo dos sonhos para o árbitro.

– Wellington joga os últimos 5 minutos com uniforme bem sujo de sangue. Não pode, tem que trocar.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de São Paulo x Paulista

Antonio Rogério Batista do Prado apitará São Paulo x Paulista no Morumbi na próxima 3a feira. Será auxiliado por Danilo Ricardo Simon Manis (no último domingo, foi bandeira 1 no Jayme Cintra, contra o XV de Piracicaba) e Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva (que na última quarta-feira também foi o bandeira 2, no mesmo Jayme Cintra, contra o Ituano).

Mexe o globinho da sorte, Coronel Marinho…

Antonio Ferreira de Oliveira Junior será o quarto-árbitro; Marcelo Pietro Alfieri e Luciano Monteiro dos Santos (que esteve no Jayme Cintra na Rodada 1, contra o Audax) serão os árbitros adicionais).

Eu sinceramente não gostei da escalação do Antonio Rogério (“Pradinho” ou “Rogerinho” para os amigos). Já foi bom, mas suas atuações têm ficado a desejar. Trabalhei com ele em várias partidas onde foi bem, porém sua última temporada não foi boa. No Paulistão de 2013 atuou pessimamente (muito abaixo do que pode apitar) na partida São Paulo x Corinthians (vide análise daquela arbitragem em: http://is.gd/Majestoso2013), onde seu principal erro foi a administração dos cartões no jogo.

Registrado isso, esperamos que em 2014 a borracha tenha sido passada sobre aquele fatídico jogo e os erros se auto-corrigidos. Teoricamente, São Paulo x Paulista é uma partida fácil de se apitar. Sendo o árbitro Professor de Educação Física, espera-se muita disposição no gramado do estádio Cícero Pompeu de Toledo. Se Pradinho irá bem, só depende dele.

Eu torço que sim. É boa gente e pode mostrar que a má fase do 1o semestre de 2013 (onde até se contundiu numa Copa São Paulo) já passou.

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Acompanhe a transmissão ao vivo e exclusiva da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, AM 810, com a equipe do Time Forte do Esporte, comandada por Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha), comentários de Robinson Berró Machado, análise da arbitragem de Rafael Porcari, no plantão esportivo José Roberto Pereira e na técnica Antonio Carlos Caparroz.

– E o Giba caiu!

Giba não é mais o técnico do Paulista FC. E com ele aconteceu o que se sucede na maior parte dos clubes com dificuldades na tabela: é mais fácil demitir o treinador do que trocar um plantel de jogadores.

O caso é complicado. Senti o Giba apático, não vibrante nessa passagem; parecia-me desgostoso.

Seria com a qualidade do elenco ou com a diretoria? Ou com nada disso?

Uns alegarão que ele está há quase 3 meses dirigindo o Galo e não deu liga. Outros dirão que não é ele quem erra passe, finaliza mal ou fura na defesa. Portanto, há argumentos contra e a favor.

A questão é: o trabalho iniciado desde o final de 2013 foi jogado fora e um novo treinador revolucionará o time, ou tudo ficará como antes pois a culpa é da qualidade técnica do escrete jundiaiense?

Saberemos na 15a Rodada do Paulistão. Por hora, é adivinhar quem assume o time: temos desde Ferreirão (que estava na Matonense mas tem carisma com a torcida de Jundiaí), Sidney (ex-volante que foi bem no Icasa na série B mas fez água na Ponte Preta) até emergentes que não se deram bem em 2014, como Ivan Baitelo (demitido do Sorocaba) e Guto Ferreira (que foi mandado embora da Portuguesa).

Tite está desempregado. Mas acho difícil aceitar o desafio; afinal, de 15 pontos disputados o Tricolor só fez 2. Ou a questão salarial falaria mais alto?

Claro que o nome do treinador corinthiano é uma singela brincadeira. Mas… e você, quem contrataria?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0 x 0 XV de Piracicaba. Como foi o árbitro?

Longe do seu melhor condicionamento físico, Philippe Lombard levou a contento o clássico interiorano no Jayme Cintra na noite deste domingo. Trocou os “sprints” por um ótimo posicionamento e boas decisões técnico-disciplinares. Veterano, encontrou os atalhos do campo para realizar uma boa arbitragem.

Rigoroso (com correção), exigiu a cobrança dos laterais no lugar exato onde a bola saiu em quase todos os lances (por 4 vezes, Jeff Silva cobraria quase 5 metros adiantado; outras tantas vezes fez a mesma coisa com Aelson, do XV de Piracicaba).

Tecnicamente, acertou todos os lances importantes: logo aos 4 minutos o atacante David caiu numa dividida e pediu pênalti. Nada. Aos 6 minutos, o adversário Adilson fez a mesma coisa e Philippe novamente acertou. Aliás, os mais faltosos do jogo foram: David Batista e Cafu, ambos atacantes de suas equipes.

Outros lance importante ocorreu aos 21m, quando Lusmar dividiu uma bola na defesa com Cafu, esse caiu e ficou pedindo a infração que não foi. Mas 3 minutos depois, o camisa 11 do XV de Piracicaba caiu de novo, levantou e simulou ter sido atingido no rosto. De novo não foi nada, e o árbitro acertou em lhe dar a advertência verbal. O detalhe é que o zagueiro do tricolor Diego Santos foi quem roubou a cena nesse lance: intimidou o piracicabano e como um verdadeiro xerife cobrou o árbitro.

Aos 29 minutos, a situação mais delicada: Dinelson chutou ao gol, o zagueiro Leonardo se vira e a bola bate na mão dele. Mas não foi pênalti, excelente leitura do árbitro: o lance foi rápido, não havia condições da mão sumir repentinamente; há de se verificar a distância do chute, a velocidade da bola e o reflexo do atleta; portanto não houve intenção alguma. Assim, as reclamações ficam para um segundo plano, novo acerto do árbitro.

Os dois cartões amarelos ao XV de Piracicaba no primeiro tempo (Pitty impedindo o contra-ataque de Jô aos 30m e Adilson Goiano empurrando o adversário aos 35m) foram bem aplicados, bem como o uso indevido da mão na bola na jogada faltosa do zagueiro Diego Santos do Paulista aos 34m no segundo tempo.

Depois do intervalo, não tivemos lances polêmicos, destacando as tentativas de ludibriar o árbitro: foi o caso do centroavante David aos 31m (importante: não pode toda hora cair e se virar para o juizão reclamando pênalti em todas as jogadas; quando ocorrer um de verdade, o árbitro pode ter dúvida e não marcar) e Bruno, atacante camisa 18 do XV que simulou uma falta, ficou segurando a bola e o árbitro não deu; na sequência fingiu ter sido agredido e caiu, o árbitro lhe deu uma bronca e ele saiu jogando normalmente.

Enfim, técnica e disciplinarmente Philippe Lombard foi bem. O problema foi físico como dito acima; no final de cada tempo ele caiu de rendimento. Mas considere: o forte calor, a pré-temporada extenuante e a troca da velocidade por bom posicionamento.

Os assistentes e adicionais não tiveram trabalho, embora no começo da partida houve uma inversão de lateral do bandeira 2 Leandro Feitosa que fez a torcida lhe pegar no pé; e, no início da segunda etapa, Luiz Martinuccio se omitiu numa bola desviada (na sua frente) que ao invés de marcar escanteio, virou tiro de meta (nesse lance, o bandeira 1 Danilo Simon não tinha visão favorável do desvio tampouco o árbitro).

Enfim, boa arbitragem e que nada comprometeu o jogo.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista x XV de Piracicaba

Philippe Lombard, 43 anos, professor de Educação Física, apitará Paulista x XV de Piracicaba no Jayme Cintra na noite deste domingo. Danilo Ricardo Simon Manis (32, também Professor de Educação Física) e Leandro Feitosa (27, bancário), o ajudarão como assistentes. Sérgio da Rocha Gomes será o quarto-árbitro; Luís Vanderlei Martinucho e Regildênia de Holanda Moura (que já esteve semana passada na mesma função) serão os árbitros adicionais atrás da meta.

O árbitro é rodado e os bandeiras são bons. Philippe tem muito tempo de série A1, frequentemente apita jogos de times grandes – embora, tenha faltado na sua carreira apitar um grande clássico. Isso acontece por falta de oportunidade num inchado quadro de árbitros e por outros problemas, como lesões e/ou licenças. Trabalhamos juntos por diversas vezes e nunca vi uma “lambança” dele. Sabe bem levar a partida, se posicionando corretamente em campo. Esse é o seu forte: por estar em boa distância, consegue discernir bem os lances. A minha única preocupação é: o XV tem se mostrado uma equipe muito rápida, e o condicionamento físico (não só de Philippe Lombard mas de qualquer árbitro) tem que estar excelente. Nos últimos 4 jogos, vimos em 2 os árbitros cansando muito no final de cada tempo.

Danilo Simon também tem o mesmo tanto de tempo de Philippe, e bandeirou (muito bem) a final da última Copa São Paulo. Está em ritmo de competição.

Leandro Feitosa tem o DNA de bandeirinha no sangue, é filho de Francisco Rubens Feitosa (excelente bandeira dos anos 90) e começou cedo na arbitragem. Tranquilo para a partida.

Recordo-me de um jogo na série A1 – Ponte Preta x São Paulo no Moisés Lucarelli, onde fui árbitro-reserva de Philippe e o bandeira coincidentemente era o Danilo. Sábado de Carnaval, a partida se iniciou as 18h30 e o jogo estava empatado em 1×1. Aos 47 minutos do segundo tempo, uma bola foi cruzada e André Dias, zagueiro tricolor que estava no ataque (hoje na Lazio) tentou o cabeceio. A bola passou, bateu na sua mão e foi pro gol. Gol de mão e legal, derrota da Ponte Preta no último minuto! Philippe corajosamente confirmou o tento, em que pese a pressão dos jogadores da Macaca. Resultado: domingo adentro ainda estávamos no vestiário do estádio… imagine a fumaça para podermos ir embora!

Estou convicto de que teremos uma boa arbitragem domingo.

Acompanhe a transmissão ao vivo e exclusiva da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, AM 810, com a equipe do Time Forte do Esporte, comandada por Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha), comentários de Robinson Berró Machado, análise da arbitragem de Rafael Porcari, no plantão esportivo José Roberto Pereira e na técnica Antonio Carlos Caparroz.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x 3 Ituano

Razoável e suficiente: essa foi a arbitragem de Welton Orlando Wohnrat para o duelo de Galos no Jayme Cintra.

A Partida foi muito faltosa: 49 infrações marcadas, fora as não-marcadas (se considerar que um jogo tem 90 minutos… olha a média!).

Logo com 4 minutos do primeiro tempo, foram 3 faltas seguidas, com 3 ataques do Ituano fazendo o bandeira 2 Claudinei da Silva começar ligado.. E aí vem o “azar de árbitro”: com 5 minutos, Jô sofre um empurrão na frente do assistente Marco Antonio Gonzaga, que olha para o árbitro e um fica esperando o outro marcar, mas ninguém marca. A bola fica na posse do Ituano, que parte para o ataque e sofre uma falta idêntica cometida por Mineiro. Aí o árbitro marcou… e não é que dela surgiu o gol de falta de Anderson Salles (numa falha do goleiro)? No placar: 0 x 1.

Também de uma falta surgiu o gol do Paulista: Josa cometeu a infração e David Batista fez de cabeça: 1 x 1

Aos 21m, o Ituano reclamou pênalti: Paulinho vem dominando, Gian Mariano coloca a perna na frente a fim de parar o adversário (fatalmente faria o pênalti) mas o atacante adianta a bola e cai. Não é nada, segue o jogo. A bola sobra para Marcinho que desperdiça. Acertou o árbitro.

Com 30 minutos, numa cobrança de escanteio, Diego Santos pula e Jean Carlos não sobe. Por força da jogada os dois caem. Não é nada, é malandragem, tentativa de cavar, e como o jogador do Ituano fica estendido no chão, pede o pênalti (um suposto segundo pênalti). Também não foi nada e acertou o árbitro.

No segundo tempo, novamente novo desentrosamento entre árbitro e bandeira 1: novas faltas não marcadas. Uma atuação não costumeira de Marcos Gonzaga, que costuma ser bom mas que hoje esteve abaixo da sua alta média. Por exemplo, aos 62 minutos o jogador jundiaiense Marquinhos dá uma pegada forte em Paulinho na frente dele, nada é marcado; e dois minutos depois, Lusmar acerta de novo Paulinho, que é substituído. Tanto árbitro e assistente nada marcaram.

Até então, os cartões amarelos haviam sido bem aplicados. E eis que aos 71minutos um acerto importante da arbitragem: Rafael Silva dá leve tranco em Jeff Silva que se perde no lance (tudo legal) e marca o gol: Paulista 1 x 2 Ituano.

Mas aos 80 minutos, o zagueiro alemão infantilmente empurra David Batista. Pênalti fácil de se marcar e empate: 2 x 2.

A alegria do Paulista durou pouco: No seu campo de defesa, o atacante David Batista faz falta em Rafael Silva. Nessa, o bandeira marcou e acertou. E para infelicidade do Galo de Jundiaí, Alemão, que houvera cometido o pênalti, fez de cabeça: 2 x 3.

A maior falha no jogo se deu nos minutos finais: Mineiro fez falta por trás em Túlio Renan, que estava na entrada da área. Lance para cartão amarelo, e como ele já tinha, seria Vermelho. O árbitro não deu erroneamente.

Enfim: o árbitro foi razoável, acertou nos lances capitais e errou em alguns não decisivos, sentiu um pouco o forte calor (mas visivelmente se esforçou para estar próximo das jogadas). Nada que influenciasse o placar.

Curiosidade: a bandeira 2, Renata Ruel, que originalmente estava na escala, foi substituída por Claudinei da Silva. Ninguém sabia explicar o porquê… palavra oficial da FPF, perguntada pela equipe do time forte do Esporte da Difusora.

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– Pré-Análise da Arbitragem de Paulista x Ituano – Rodada 4 do Paulistão

Welton Orlando Wohnrat, advogado, 38 anos, apitará a partida do clássico regional dos Galo Jundiaiense contra o Galo Ituano.

Desde o ano passado já tivemos oportunidade de escrever alguma coisa do árbitro desta 4a feira: Welton tem feito jogos de maneira discreta, com boa regularidade e agradado com suas atuações (na semana passada, apitou muito bem Comercial x Palmeiras). Não é espalhafatoso e nem tem trejeitos exagerados nas marcações e, sem alarde, tem se firmado bem na Primeira Divisão. Penso que nesse ano deva ter a oportunidade de apitar seu primeiro clássico. Entre os árbitros, é carinhosamente chamado de “Salvinho”, em alusão a semelhança física ao ex-árbitro Sálvio Spínola.

Marco Antonio Gonzaga da Silva é excelente assistente e será o bandeira 1. Seguro e preciso, dispensa qualquer tipo de preocupação. Já tem 44 anos de idade, e na FPF quase 20 temporadas de jogos profissionais. Fora dos gramados, é assistente de enfermagem e trabalha na Secretaria de Esportes de Aparecida-SP

Renata Ruel Xavier de Brito será a assistente 2. Com apenas 8 anos de carreira, já trabalhou em várias partidas profissionais.

O árbitro reserva será Eleandro Pedro da Silva (natural de Guararema-SP); é rodado e não deverá haver problemas. Os árbitros assistentes adicionais (AAA) que ficarão atrás das metas ajudando na partida serão Thiago Duarte Peixoto e Regildênia de Holanda Moura. E sobre a moça, fica a curiosidade: ela pertence ao quadro de árbitras internacionais da FIFA, tem excelente condicionamento físico (corre os mesmos tempos que o quadro masculino) e, particularmente a tenho como melhor árbitra do Brasil, se comparada com as demais. Gostaria de vê-la mais vezes atuando em jogos do Campeonato Paulista da A1 como árbitra principal e que a CBF pavimentasse uma chance maior a ela em suas competições. Na semana passada, apitou Batatais x Red Bull pela A2.

Espero um bom jogo com boa arbitragem.

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Acompanhe a transmissão ao vivo e exclusiva da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, AM 810, com a equipe do Time Forte do Esporte, comandada por Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha); comentários de Rodrigo Alves e Robinson Berró Machado; análise da arbitragem de Rafael Porcari, no plantão esportivo José Roberto Pereira e na técnica Antonio Carlos Caparroz.

– Análise da Arbitragem de Botafogo 4 x 2 Paulista. Como foi o árbitro?

Boa arbitragem, com grandes lances de acerto, embora tenha se mostrado em alguns momentos “preguiçosa”. Essa é a melhor definição para o que se viu no Estádio Santa Cruz nesse sábado.

O jogo começou com várias faltas de ataque e logo aos 3 minutos um cartão amarelo a Diego Santos, corretamente aplicado pois perdeu a bola e apelou.

Primeiro tempo morno e fácil para o árbitro, sendo que o mais notório foram os escanteios: o Paulista colocou sempre um jogador para atrapalhar o goleiro em todos os tiros de canto, no limite da legalidade. Isso vale, e só num dos lances foi falta. O Adicional Norberto Luciano estava atento a todos eles, colaborando com o árbitro. Aliás, o trabalho de equipe foi muito forte, bom, coeso, sempre entrosado com bandeiras e adicionais, em especial na comunicação e até com lance de vantagem em impedimento.

O curioso foi Marcelo Macedo, atacante botafoguense: fez 2 faltas de ataque se apoiando no zagueiro do Paulista (faltas bem marcadas). Na 3a vez que pulou, não fez a falta e saiu o gol…

Mas no segundo tempo, o jogo voltou mais pegado e com importante erro do árbitro: com 1 minuto de jogo o atacante do Botafogo Marcelo Macedo foi empurrado pelo Diego Santos na entrada da área. Falta perigosa e que era para Cartão Amarelo. Ceretta estava atrás da jogada, ao invés de se posicionar à esquerda da bola (mais ao lado) e não viu. Errou, era para Segundo Amarelo e consequentemente Vermelho.

Porém, se errou nesse lance, acertou em outros 3 importantes. Vamos a eles:

  • 1) 56 minutos, o primeiro gol do Paulista- Jô tenta cavar a falta, não foi nada e o árbitro manda seguir. Na sequência, Gilmak faz falta nele (que cai e reclama de dores), a bola sobra para o atacante do Paulista (Ceretta dá vantagem) que culmina no gol de David Batista. Gilmak corretamente leva cartão amarelo posteriormente. Grande momento da arbitragem.
  • 2) 69 minutos, o segundo gol do Paulista- A bola foi alçada na área, Dinelson teria chance de dominá-la e Henrique o agarra pela gola, atrapalhando-o. Experiente, ganhou o pênalti bem marcado e o zagueiro recebeu Amarelo.
  • 3) 86 minutos, o quarto gol do Botafogo: Daniel Borges recebe a bola cruzada vindo por trás da defesa que pede impedimento. O bandeira 2 acerta em permitir a jogada, e o lateral a cruza para trás e vai para Camilo, sozinho, que marca o gol.

Por fim, fisicamente, o juizão pareceu-me cansado ao final dos dois tempos nesta corrida partida, ficando longe das jogadas. Não deu acréscimos no primeiro tempo e 3 foram poucos no segundo (só num duplo atendimento médico, o jogo ficou 3 minutos parados). Para um árbitro de 30 anos, precisa correr um pouco mais.

Abaixo, os rascunhos do lance-a-lance durante os comentários da transmissão:

Análise da Arbitragem – Rodada 2 –  Corinthians x Paulista (22/01/2014)

Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima

Bd1: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa

Bd2: Gustavo Rodrigues de Oliveira

AAA1: Marcio Henrique de Góes

AAA2: Norberto Luciano Santos da Silveira

Reserva: Mateus Pulini

BOTAFOGO

1 Gilvani

2 Daniel Borges

3 César Gaúcho

4 Henrique Mattos

6 Augusto Ramos

5 Gilmak

8 Hudson

7 Camilo

10 Wellington Bruno

11 Mike

9 Marcelo Macedo

Reservas

12 Renan

13 Lima

14 Léo

15 William

16 Vitor

17 Giovani

18 Afonso

1o T faltas – 6

2o T faltas – 6

PAULISTA

1 Juliano

2 Raul

4 Gian Mariano

3 Diego Santos

6 Jeff Silva

5 Mineiro

7 Ewerton

8 Lusmar

9 Patrick

10 Dinelson

11 David Batista

Reservas

12 Jaime

13 Henrique

14 Emerson

15 Fabrício

16 Esquerdinha

17 Jô

18 Thiago Cavalcanti

1o T faltas – 6

2o T faltas – 4

PRIMEIRO TEMPO

03 minutos: Cartão Amarelo bem aplicado, Diego Santos perde a bola e mata a jogada com falta.

04 minutos: falta de ataque do Botafogo, marcação correta.

06 minutos: nova falta de ataque do Botafogo, Marcelo Macedo.

08 minutos: Marcelo Macedo faz gol legal.

11 minutos: Mike avançava e Mineiro o desequilibra tocando por trás. Falta na entrada da área. Poderia até dar o cartão amarelo, se entendesse que a posição do local da falta era relevante.

15 minutos: Patrick fica atrapalhando o goleiro na cobrança de escanteio, e o adicional Norberto Luciano chamando a atenção dele.

17 minutos: falta do Botafogo, zagueiro tenta pegar o Dinelson que leva vantagem, observada pelo árbitro.

Observações: mais uma falta de ataque, agora do Paulista.

19 minutos: Wellington Bruno toca a bola e a recebe na frente, passando por trás da defesa e recebe sozinho, em condição legal. Gol do Botafogo.

21 minutos: em novo escanteio, novamente ficou um jogador do Paulista tentando atrapalhar o goleiro. Novamente o árbitro adicional Norberto Luciano alertou o árbitro.

23 minutos: carrinho do Gian Marino para a linha de fundo. Era escanteio e virou tiro de meta. Errou.

24 minutos: zagueiro botafoguense agarra Patrick, falta marcada com a ajuda do bandeira 2. Correto.

26 minutos: impedimento do ataque do Botafogo, bandeira marca e o árbitro dá a vantagem pois a bola sobrou para o goleiro. Ótimo trabalho de equipe (até aqui, o trabalho de equipe tem sido o ponto forte – árbitro pede e tem a participação dos assistentes e adicionais).

28 minutos: Daniel Borges faz falta no atacante do Paulista, cartão amarelo bem aplicado.

30 minutos: 30 escanteio, 3a vez que alguém do Galo tenta atrapalhar o goleiro.

Mais um escanteio, mais uma vez alguém no goleiro. Foi falta de ataque não marcada.

31 minutos: Jô se apoia no adversário e cai. Ceretta entrou na cavada. Não foi falta.

No 6o escanteio, 6a vez alguém no goleiro: agora, Ewerton.

35 minutos: Jô empurra o jogador botafoguense, falta bem marcada.

Ceretta se posiciona bem, mas usa a estratégia de não se aprofundar das jogadas. Está apitando de longe. Não me parece dificuldade física, mas sim precaução para não perder contra-ataque.

40 minutos: goleiro começa a fazer cera…

41 minutos: Gian vai na bola e Mike tenta cavar, não foi falta e o árbitro acertou.

SEGUNDO TEMPO

1 minuto: atacante do Botafogo Marcelo Macedo foi empurrado pelo Diego Santos na entrada da área. Falta perigosa na entrada da área e que era para Amarelo. Ceretta estava atrás da jogada, ao invés da esquerda da bola, mais ao lado, e não viu. Errou, era para Segundo Amarelo e consequentemente Vermelho.

Dos 7 aos 10 não teve jogo, atendimentos médicos diversos.

Aos 11 minutos: Jô tenta cavar a falta, não foi nada e o árbitro manda seguir. Na sequência, Gilmak faz falta nele (que cai e reclama de dores), a bola sobra para o atacante do Paulista (Ceretta dá vantagem) que culmina no gol de David Batista. Gilmak corretamente leva cartão amarelo posteriormente.

20 minutos: Marcelo Macedo dá um carrinho em Jô. Cartão Amarelo clássico. Corrreto.

23 minutos: Augusto Ramos faz falta na entrada da área. Outro cartão correto.

24 minutos: a bola foi alçada na área, Dinelson teria chance de dominá-la e Henrique o agarra pela gola, atrapalhando-o. Experiente, ganhou o pênalti bem marcado e o zagueiro recebe Amarelo.

– Jogo pega fogo e o árbitro entrou no ritmo. Correndo mais e vibrando.

27 minutos: Botafoguense tenta agarrar Jô, que pára imediatamente. Não foi falta, Ceretta errou.

37 minutos: Raul avança, perde a bola mas Ceretta deu a falta. Não foi.

– Acho que o árbitro correu o que podia. Está apitando de longe…

41 minutos: Daniel Borges recebe a bola cruzada vindo por trás da defesa pedindo impedimento. O bandeira 2 acerta em permitir a jogada, e o lateral a cruza para trás e vai para Camilo, sozinho, que marca o gol.

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– Pré Análise da Arbitragem de Botafogo x Paulista

Neste sábado (19h30) jogarão a “Pantera da Mogiana” contra o “Galo da Terra da Uva”. Tradicional jogo de tricolores do Interior de SP, a partida será comandada por um jovem trio de arbitragem: Guilherme Cereta de Lima (30 anos) no apito, com os bandeiras Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (32, representante comercial) e Gustavo Rodrigues de Oliveira (27 anos, professor de Educação Física).

No papel, a escala é boa, pois apesar da juventude o trio já trabalha há algum tempo na série A1. Mas em especial ao árbitro, vale algumas considerações:

Natural de Votorantim, Guilherme Ceretta “explodiu” bem cedo para a arbitragem, apitando logo no começo da carreira a A3 e A2. Na A1, tem alguns clássicos na conta, como o histórico jogo São Paulo x Corinthians do 100o gol de Rogério Ceni. Porém, divide a atividade de árbitro de futebol com a de modelo profissional, e isso lhe rende algumas aparições na TV, como no Programa do Jô, onde pôde falar sobre “cantadas recebidas em campo”, além de outros assuntos; ou na Band, onde confessou ao apresentador Felipe Andreolli que se recebesse convite, toparia posar nú.

Claro que isso gera críticas por parte de alguns colegas de arbitragem (sendo a maior parte indevidas, por ciúmes), que jocosamente lhe chamam de “Ana Paula Oliveira de calças”. Discordo totalmente desses maldosos, já que penso que dá para exercer separada e concomitantemente a carreira de modelo com a de árbitro.

Mas vamos ao que interessa: as características do árbitro dentro de campo!

1- Fisicamente, Ceretta sempre foi bem nos testes físicos pela boa altura e magreza. Entretanto, não foi feliz em um deles recentemente; mas nada que seja preocupante. Apesar do gramado do Estádio Santa Cruz ser grande, dará conta do recado.

2- Tecnicamente, o árbitro não costuma cometer erros. Aliás, é um dos seus pontos fortes: dificilmente você vê equívocos graves ou que influenciem no placar.

3- Disciplinarmente, tem sido um problema. Nos últimos jogos que acompanhei, vejo alguns cartões amarelos serem trocados por advertência verbal. E isso é ruim para o jogo: muita conversa e pouca atitude. Em especial, no seu último trabalho como árbitro no domingo (Portuguesa x Corinthians), contemporizou dois cartões amarelos, trocados por bate-papo. Nesta 5a feira, Ceretta foi árbitro adicional na partida Comercial x Palmeiras e, sejamos justos, nem suou o uniforme (pois não precisou).

Pelos seus jogadores e treinadores, a partida deve ser tranquila já que não tem características de “pegada forte” ou histórico de violência. Jogo fácil de apitar (na teoria, é lógico).

E você, o que espera do jogo? Deixe seu comentário:

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Acompanhe a transmissão ao vivo e exclusiva da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, AM 810, com a equipe do Time Forte do Esporte, comandada por Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha); comentários de Rodrigo Alves e Robinson Berró Machado; análise da arbitragem de Rafael Porcari, no plantão esportivo José Roberto Pereira e na técnica Antonio Carlos Caparroz.

– O que esperar da Arbitragem de Corinthians x Paulista?

Flávio Rodrigues de Souza apitará Corinthians x Paulista em Americana, nesta quarta-feira. Ele tem 33 anos (10 como árbitro). Sua primeira ‘Pré-temporada’ com a elite foi em 2005, quando surgiu o ranking de árbitros da FPF e fomos colegas de trabalho naquela ocasião. Subiu para a 1a divisão, desceu e retornou.

É jovem, portanto corre bastante. Das partidas que o vi trabalhando, costuma ficar um pouco atrasado nas jogadas, mas por opção de posicionamento em campo (creio eu). Pode fazer isso graças ao bom condicionamento físico, pois em lances rápidos ele recupera o tempo perdido.

Observação: isso não é o adequado, mas é uma estratégia para a sua atuação, cujo risco negativo é o de em uma jogada no seu lado cego (por estar atrás do lance) não ver a frente dos atletas e deixar de marcar algo importante; já a vantagem disso é que em casos de contra-ataque tende a estar próximo do lance.

Seu estilo de arbitragem é o de deixar a partida correr (não tanto quanto Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza na partida passada, entre Paulista x Audax, onde alcançou quase a perfeição nesse quesito). É moderado no rigor e na aplicação de cartões, além de costumeiramente conversar com os jogadores durante a partida (porém, não contemporiza advertências como erroneamente Guilherme Ceretta fez em Portuguesa x Corinthians).

Em 2009, um fato marcou sua carreira: foi agredido pelo treinador Pedro Santilli (que fora auxiliar técnico de Emerson Leão por muito tempo), que o atingiu com um soco na partida entre Comercial x Catanduvense pela série A2, quando do rebaixamento do time de Ribeirão Preto para a série A3.

Flávio vem de boas atuações na Copa São Paulo de Jrs, tendo apitado América 0 x 2 Fluminense e no último domingo Corinthians 1 x 0 Paraná. Portanto, está com ritmo de jogo.

A minha única preocupação é: Flávio tem certa experiência, é bem tranquilo em campo, mas isso será suficiente para lidar com jogadores que dão trabalho em campo com simulações (como Romarinho) ou com provocações (como Emerson Sheik, embora ele esteja na reserva)? Tomara que sim. No restante, o jogo deve ajudar por ser início de campeonato e os ânimos estarem mais contidos.

Rogério Pablo Zanardo será o assistente no 1. Rodada sim, rodada não, estava escalado na série A1 em 2013. E quando folgava na Primeirona, era escalado na A2. Tem 35 anos e é muito preciso nas suas marcações. Trabalha como professor de Educação Física.

Já o bandeira número 2, Alexandre Basilio Vasconcellos (outro professor de Educação Física), apesar de não pertencer ao quadro da CBF, trabalhou em muitos jogos no ano passado. E uma curiosidade:nesta 3a feira está escalado em Corinthians x Fluminense na Copinha, em Limeira, como bandeira 1. Não deveria estar em casa descansando? Não gosto disso: Coringão na 3a e Coringão na 4a? Com tanto bandeira à disposição, a FPF bobeia nessa escala…

Sinceramente, acho que do sexteto de árbitros estaria melhor capacitado para esse jogo o árbitro adicional de meta no. 1, Aurélio Sant’anna Martins, 38 anos, que apitou Mogi Mirim x Comercial no último final de semana. Tem 14 anos de arbitragem nas costas e 8 na 1a divisão (advogado, foi candidato a vice-prefeito de Jacareí).

Já o adicional 2 será Thiago Luis Scarascati, que apitou alguns jogos na série A no ano passado e se especializou nessa função na linha de fundo, pelas inúmeras escalas.

Por fim, Roberto Pinelli será o árbitro reserva e terá provavelmente o trabalho de cuidar apenas da burocracia do jogo, já que Mano Meneses e Giba não costumam dar trabalho à arbitragem.

Eu espero um jogo bem disputado, mas com poucas faltas (baseando-me nos primeiros jogos de ambas equipes e no estilo do árbitro, embora, sabemos, futebol não é ciência exata). E você?

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Aproveito e convido aos amigos a nos acompanharem em mais uma transmissão do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, com toda a equipe do Adilson Freddo; narração de Marcelo Tadeu junto com Robinson Berró Machado e Rodrigo Alves nos comentários, comigo na análise da arbitragem, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha); Zé Roberto Pereira no plantão esportivo e Antonio Carlos Caparroz na técnica. Não esqueça: AM 810! Desligue o som da TV e se ouça com o que há de melhor do rádio esportivo do Interior de SP.

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– Rolezinho da Maconha?

Está no Jornal Regional de Jundiaí, do Ivan Marcos Machado:

Rolezinho da erva …
Uma amiga conta que, enquanto a Polícia estava voltada para o rolezinho no Maxi, um grupo fez convocação para rolezinho da maconha na região do Nature, no Eloy Chaves.

Meu Deus. Estamos chegando ao fundo do poço, não?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0 x 0 Audax

Uma arbitragem com dois paradigmas quebrados: assim foi a atuação de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza na partida Paulista x Audax, neste sábado no Jayme Cintra.

Normalmente se diz que “em jogo fácil não dá para avaliar árbitro”. Mas quem disse isso? É claro que dá! Apesar da partida não ter lances de muita dificuldade, o árbitro foi muito bem e quando exigido correspondeu.

O jogo teve poucas faltas: 8 no 1o tempo e 14 na 2a etapa. A partida fluiu normalmente sem grandes polêmicas, com o árbitro soltando o jogo (deixando correr) e aplicando muito bem a lei da vantagem.

O primeiro lance mais duro ocorreu aos 32 minutos, quando Mineiro atingiu seu adversário. No momento, fiquei em dúvida se o atleta do Paulista FC houvera atingido somente a bola e não o adversário. Mas ao ver o VT, não tive dúvidas: atingiu a bola e o adversário em jogada de “ação temerária”. Cartão Amarelo bem aplicado. Logo na sequência, foi a vez de Diego (Audax) receber a advertência por ter agarrado Jeff Silva quando ele partia para o ataque.

Aos 42 minutos, o fato mais importante: O camisa 4 do Audax, João Paulo, deu um carrinho no meio campista do Paulista com os dois pés. Ele o atingiu com força excessiva, clássica jogada de cartão vermelho. Porém, normalmente os árbitros param a jogada para expulsar em lances assim, só que o árbitro Marcelo Aparecido percebeu a bola sobrar para o Galo e permitiu a armação de um excelente contra-ataque do Paulista, desperdiçado pelo atacante. Vantagem incomum de ser aplicada, e que o árbitro corajosamente permitiu (eis a outra quebra de paradigma). Portanto, nem sempre você deve aplicar imediatamente o Vermelho, caso isso beneficie o infrator.

Marcelo já houvera aplicado uma difícil vantagem aos 23 minutos: quando Dinelson foi puxado, o árbitro mandou seguir, sobrou a bola em vantagem que foi enfiada à Patick, que desperdiçou o gol chutando em cima do goleiro Felipe Alves.

No final do jogo, sobrou ainda um cartão amarelo a Dinelson, que cansado perdeu uma bola e parou a jogada do adversário com falta.

Os bandeiras não tiveram dificuldade, tampouco o árbitro adicional 1. Mas fica a observação: o adicional 2, Luciano Monteiro, por duas vezes chamou a atenção de Jeff Silva nas cobranças de escanteio por agarrar o adversário. E este é o recado: cuidado com agarrões na área, pois se a bola estiver rolando e o adicional atento, ele chama o árbitro que marcará pênalti.

A única observação negativa ao árbitro: com 10 atletas, o Audax aproveitou bem o tempo de paralisações para fazer cera. Tivemos vários atendimentos médicos, inclusive ao goleiro Felipe Alves. Dessa forma, o acréscimo de 3 minutos foi pouco.

Detalhe final: cuidado com o horário! O Paulista entrou atrasado e a partida começou as 17h03. E a multa por minuto atrasado é salgada…

E você, gostou do jogo? Deixe seu comentário:

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O “time forte do esporte” da Rádio Difusora transmitiu com exclusividade!

– Pré-Análise da Arbitragem de Paulista FC x Audax

Aparentemente uma partida fácil, mas conceitualmente um jogo chato para a arbitragem: assim será Paulista x Audax, pela estréia do Galo Tricolor no Paulistão 2014.

O Paulista é dirigido por Giba, um treinador que gosta de lançar o time a frente e cujas características das suas bem montadas equipes são: jogar na bola e buscar a disciplina. Sou testemunha nas partidas que trabalhei com o técnico do Tricolor que ele procura manter a educação dos atletas frente aos árbitros, características de treinadores como Nelsinho Baptista ou Vágner Mancini.

o Audax é dirigido por Fernando Diniz, que também arma muito bem suas equipes, mas que usa do anti-jogo disfarçado. Reparem que no meio campo (sempre povoado), os volantes costumam travar o jogo com faltinhas simples, inofensivas, mas que não deixam o adversário avançar. E faz isso muito bem, através do chamado “rodízio de faltas”, que deve ser punido com cartão amarelo. Apitei várias partidas em diversos clubes pelos campeonatos da A2 e A3 onde Diniz era o treinador, e repare: ele reclama muito durante o jogo e sua comissão técnica costuma “pilhar” (tumultuar, gritar ofensivamente, tudo em prol da “motivação”) atrapalhando a arbitragem. É um estilo próximo de Marcelo Veiga e Luís Felipe Scolari, de forte marcação e excesso de infrações.

O que determinará o caminhar do jogo será a escalação do meio campo: se o Audax vier com jogadores mais experientes, que sabem fazer a falta e roubar a bola, o Paulista terá dificuldades com um ferrolho armado e um jogo travado, sofrendo com os contra-ataques dos laterais. Mas se na escalação tivermos atletas jovens, das categorias de base, estes têm mais dificuldade de “saberem fazer a falta”, além de que quanto mais jovem, maior a dificuldade de cadenciar a bola. Assim, há a chance de que o árbitro tenha mais oportunidade de aplicar cartões amarelos e até vermelhos pelas faltas de teor “mais temerárias”, como a própria regra nomeia.

Apitará Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, experiente árbitro e de muitas partidas pelos Estaduais da A1. O histórico de jogos dele com o Galo é favorável, nunca houve confusão alguma. A propósito, me recordo que em 2007 Marcelo apitou Paulista x Corinthians, expulsando corretamente Marcos Vinícius aos 3 minutos por falta violenta em Nilmar. Neste mesmo jogo, Emerson Leão foi expulso por reclamação e demorou para sair de campo. Tanto que o árbitro deu 5 minutos de acréscimos, e aos 50’ do 2o tempo, quando a partida estava 2 x 2, Gilsinho marcou o 3o tento ao Tricolor Jundiaiense.

Atenção: Marcelo Aparecido não costuma conversar muito, ele aplica vários cartões amarelos; portanto, reclamar com ele não é algo devido. Corre bastante no campo e se posiciona muito bem. Seus bandeiras, Anderson Coelho e Luís Nielsen, são rodados e possuem bom tempo de carreira na A1.

Torçamos para um bom jogo!

Convido aos amigos para prestigiarem minha estréia no Time Forte do Esporte, sob o comando de Adilson Freddo na Rádio Difusora Jovem Pan Sat AM 810, onde trabalharemos nos comentários da arbitragem desse jogo, com a narração de Marcelo Tadeu e as análises técnicas com Robinson Berró Machado, Rodrigo Alves e Heitor Freddo, além da sempre importante cobertura de Luís Antonio Oliveira (o Cobrinha) e plantão esportivo de José Roberto Pereira. Acompanhem!

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– Feliz Aniversário, Jundiaí

Hoje é data festiva na cidade, o dia da elevação à Vila de Jundiaí (ou seja, viramos cidade).

Várias versões sobre a fundação do município, mas a mais aceita é a de que Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes, por motivos políticos, aqui vieram habitar. E fica a dúvida: foragidos políticos? Refugiados? Criminosos?

Nossa padroeira é Nossa Senhora do Desterro justamente por esse episódio: desterro é fuga, viagem para se esconder (Nossa Senhora fugiu com Jesus e José para o Egito quando Herodes mandou matar os primogênitos judeus). O por quê da fuga do casal fundador, ninguém saberá.

Não importa as motivações, importa Jundiaí hoje e a Jundiaí do futuro. Que nós, jundiaienses, possamos fazer da nossa cidade um lugar melhor para nossos filhos!

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– Feriado Municipal no próximo dia 14 ou não?

Todo ano é a mesma coisa. Nas proximidades do dia da elevação da antiga Jundiahy à categoria vila / município (14 de dezembro), discute-se se será feriado municipal ou não.

Muitos alegam que, estando às vésperas do Natal, o comércio não pode fechar pois os jundiaienses vão a São Paulo e Campinas fazerem compras.

Bobagem. Esse período já foi. Com o advento da Internet, é mais fácil o mercado local perder os clientes para o mundo virtual do que para as cidades vizinhas.

E você, o que pensa: deve ser feriado ou não?

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– Jundiaí Crescendo até Demais!

Durante muito tempo, se pregou que Jundiaí possuía ótima qualidade de vida, com escolas, natureza, empregos, fácil acesso logístico, entre tantas coisas.

Ok, a cidade é boa para se morar. Mas e o crescimento desordenado que vivemos?

Na Ponte São João, há trânsito congestionado a qualquer hora do dia. Prédios enormes surgem em locais inadequados. A Lei de Zoneamento é, no mínimo, estranha: vide Parque Industrial FazGran, onde de um lado há residenciais populares dividindo espaço com grandes empresas.

E os condomínios que surgem, por exemplo, aqui no Medeiros? Alguém está contestando o desmatamento de muitos lugarejos? Temos escolas para todos? Posto de saúde que atenda a real necessidade?

E os prédios no pé-da-Serra do Japi?

Para quem mora nessa região da cidade, sair de casa e chegar a Jundiaí se tornou uma aventura. A Hermenegildo Tonoli e a Dom Gabriel se tornarão rodovias inviáveis, verdadeiros tormentos para quem deseja ir ao Centro e ainda sofre com os gargalos das poucas entradas e acessos à cidade.

Parece que quem vendeu a idéia de “Qualidade de Vida”, se esqueceu de preparar a infraestrutura… Aliás, quem são os grandes mega-empresários da construção desses empreendimentos locais?

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