– Prostituição em Jundiaí

Domingo passado, o JJ (Jornal de Jundiaí) trouxe uma matéria interessante sobre a Prostituição de Mulheres, Gays e Homens na cidade. Como funciona, quanto custa, onde encontrar e quem explora.

Diante disso, fica a pergunta: se o Jornal já trouxe tudo, por quê essa gente continua na rua? Cadê as autoridades?

Alguns alegarão que prostituir-se não é crime. Mas trabalhar para um cafetão, comercializar drogas e colocar a genitália para fora não é?

A noite em Jundiaí é um verdadeiro horror no Centro. Não dá para sair de casa com seus filhos.

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– Similaridades dos 3 Títulos dos últimos 7 dias

Cruzeiro Campeão Brasileiro da Série A, Palmeiras Campeão Brasileiro da Série B e o Palmeirinha do Medeiros Campeão Jundiaiense da Série A.

O que esses 3 times têm em comum além da origem italiana e a conquista de título em 2013?

Muita coisa!

Vejamos: os 3 treinadores – Marcelo Oliveira, Gilson Kleina e Mauro Peixoto – ganharam o título mais importante de suas carreiras; são considerados baratos e demonstram sempre muita humildade em suas entrevistas.

Os 3 times Cruzeiro, Palmeiras e Palmeirinha – são de baixo custo e com jogadores que antes do campeonato não se apostava muita coisa, como Willian, Juninho e Morato, respectivamente (em que pese, no caso do Verdão, o “fardo Valdívia” que destoa dos salários dos demais).

Os 3 clubes têm dirigentes de destaques pelo seu ótimo trabalho – Alexandre Mattos, que mudou a política de contratação; Paulo Nobre, presidente que conseguiu apaziguar o inferno político que o clube vive; e Vado Segli, que há décadas organiza o clube com um amor paternal.

Financeiramente, os 3 passaram por reestruturações: o Cruzeiro refez o elenco com jogadores menos caros, o Palmeiras vive de empréstimos e redução de custos, e o Palmeirinha sobrevive com doações de beneméritos do bairro e as rifas que o “Vartinho” vende.

O Brasil da primeirona e da segundona está coroada com clubes das cores que homenageiam a Azurra e a Itália. Jundiaí, idem.

O ano do futebol nacional e regional está quase encerrado. E como será 2014?

Até nisso os 3 times são similares, pois viverão provações: o Cruzeiro terá o desafio em mostrar na Libertadores da América (talvez contra o seu arquirrival Atlético) que a regularidade não foi uma falsa impressão de um único ano bom. O Palmeiras terá que provar que voltou pra valer e seu projeto não servia apenas para se livrar da 2a divisão, mas de voltar a conquistar títulos na 1a. E o Palmeirinha do Vado, do Tião, do Zé Preto e de tanta gente, terá a missão de mostrar que Jundiaí ainda conta com os tradicionais times de bairro, históricos, como o Estrela da Ponte, Engordadouro e tantos outros, em meio aos novatos que surgem cada vez mais rápido e com gastos que beiram equipes profissionais, bancados muitas vezes por mecenas desconhecidos.

Parabéns aos campeões!

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– Hoje é dia de Peregrinar!

Nesta sexta-feira, acontece nossa tradicional Romaria a Pé do Bairro Medeiros até o Santuário do Bom Jesus de Pirapora.

A programação pode ser acessada aqui, com todas as informações: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2013/10/20/30a-romaria-do-bairro-medeiros-ao-santuario-de-pirapora-do-bom-jesus/

Participe desse ato de fé!

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– Uma Insuportável Jundiaí Rodoviária

Jundiaí está sofrendo com o crescimento desordenado. Segundo o IBGE, em 7 anos a frota de carros cresceu 74%.

Não bastasse isso, inúmeros novos moradores, condomínios verticais em locais que não suportam tanta gente e falta de infraestrutura. E ainda se prega “qualidade de vida”…

Sejamos realistas: a cidade sofre com a insegurança e com outros tantos males. Veja que absurdo: se leva, nos horários de pico, quase 1 hora da região do Eloy Chaves até o Centro, sofrendo com os gargalos da Rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, trevo de Itu e acesso da Avenida Jundiaí. E não são mais do que 14 quilômetros…

Em Itupeva, o tempo é maior, pois se já não bastassem os pontos caóticos citados, os moradores devem suportar a Rodovia Hermenegildo Tonolli e o Trevo de Itupeva.

Não adianta falar em transporte público de qualidade para solucionar isso- o problema é maior: excesso de veículos e explosão imobiliária crescente.

Os donos das construtoras que estão ganhando dinheiro nesse vetor da cidade riem. Aliás, quem são aqueles que se beneficiam? E como a Prefeitura libera tanta obra sem pensar nas consequências?

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– Mudaram o Feriado por qual motivo?

coisas inexplicáveis para o cidadão trabalhador. Aqui em Jundiaí há uma pendenga muito grande sobre a infeliz decisão da Prefeitura Municipal de reduzir vagas / horários de creches e escolas.

Vejo agora na postagem da Comunidade “Bairro Medeiros”, uma das vítimas da burra redução de vagas, através de Gemima Guimarães, que na próxima semana não haverá atividade na creche no dia 01, sexta-feira, por culpa do… Feriado!

Ué, mas o Dia de Finados não é dia 02, sábado?

Nunca vi isso! Se o feriado é no sábado, por quê não se trabalha na sexta-feira? Alguém poderia explicar?

Não vale dizer que o motivo é que “dia 01 é Dia de Todos os Santos“. Aí não dá…

A coisa tá feia mesmo. Com quem as crianças ficarão nessa folga inventada?

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– Jundiaí e a Confusão das Creches e Radares

Há certas coisas que são indefensáveis. Falar mal de bombeiro, criticar quem pratica serviço voluntário, fechar hospitais, entre tantas coisas impopulares e indevidas, estão nesse rol.

Há outras condenáveis, mas com certos “poréns”: substituir mão de obra humana por máquinas robóticas a fim de aumentar a produtividade, criar impostos com a desculpa de que a verba será para a saúde, destruir praças para aumentar a malha viária, entre outras situações, soam a primeira vista ruins mas são necessárias.

Tanto na categoria das indefensáveis quanto nas condenáveis, vemos a Prefeitura Municipal de Jundiaí envolvida nesses dias. Quer exemplos?

1- É indefensável reduzir vagas em creches ou suprimir salas de aula. Se já existiam, devem ser mantidas. As desculpas de “falta de espaço” ou “redução de custos” deveriam ser extirpadas de qualquer Secretaria, pois soam como ridículas. Numa cidade tão rica e com tanta verba como Jundiaí, usar de tais argumentos é vergonhoso. E 7 creches sofrerão com isso. Será que realmente o prefeito Pedro Bigardi está a par disso? É impensável que justo aquele que se elegeu por um Partido Comunista tome uma medida tão anti-comunitária. E pior: realocar vagas para outros bairros é um remendo ainda mais maroto, pois dá-se a entender de que a coisa é simples, tirando de um lugar e colocando em outro. Ora, criança não é mercadoria, e como ficarão as mães? Acordarão mais cedo para pegarem ônibus e levarem seus filhos a outros lugares, e chegarão mais tarde por isso também?

2- É condenável alegar que os radares serão a solução para o caótico trânsito em Jundiaí. Porém, é inegável que eles reduzirão os acidentes nos cruzamentos, em troco não da Educação no Trânsito, mas sim da ameaça da punição financeira: a multa! Um radar pode multar o excesso de velocidade e flagrar o avanço do sinal vermelho, mas ainda não pode sair do seu poste e orientar o trânsito, tampouco parar motorista embriagado ou apreender carro roubado. Um agente humano não seria melhor do que uma máquina? A Educação no Trânsito não é uma prevenção melhor aos motoristas do que a simples cobrança monetária da infração? Aliás, e as verbas a serem arrecadadas, não se comenta? A empresa proprietária do sistema não houvera sido questionada pela oposição na administração anterior, e que hoje com os papéis trocados se acomodou?

Enfim, a questão é: que raio de economia burra é essa de deixar as crianças longe de suas casas, alegando a “pouca procura”, como se assim fosse, ao mesmo tempo em que se gasta horrores com sistema de multas?

Preferiria que cada real gasto no sistema de radares fosse revertido para as escolas e creches. E que cada real arrecadado fosse revertido para entidades educacionais. E já que falamos tanto de trânsito, parece que o prefeito está na contramão.

Escrevo isso como cidadão, desinteressado de quais partidos estejam no imbróglio e sem pretensões políticas. Apenas como desabafo de uma incrível demonstração de total insensibilidade dos gestores municipais.

Caros governantes, vocês estão fechando ESCOLAS! Têm dimensão do que é isso?

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– Hermenegildo Tonolli insuportável!

Veja essa foto da Rodovia Hermenegildo Tonolli (Estrada Jundiaí – Itu): congestionamento normal e fora do horário de pico!

Motivo: excesso de veículos (faltam faixas), rotatórias que afunilam (ao invés de passagens de nível) e pedestres entre carros (por não existir passarelas).

Coitados dos moradores da cidade de Itupeva, do Bairro Medeiros e do Parque Industrial. Abandonados pelos governantes estaduais do PSDB e municipais do PCdoB / PT.

Essa estrada é a prova cabal da falta de vontade política. A vida inteira se vê Município jogando para Estado, que passa para DER e que nada de eficaz faz.

Lamentável!

– Orgânicos em Alta!

Os produtos orgânicos estão cada vez mais em alta no Brasil. Saudáveis e ecologicamente corretos, compartilho uma ótima iniciativa. Abaixo:

PAPO DE CAIPIRA

por Reinaldo Oliveira

Em tempos passados, havia um ditado dos mais velhos que dizia:

“Vai chegar um tempo que você vai ter dinheiro, mais num vai achar mercadoria para comprar”.

Eram sabedorias antigas, em sua maioria ignorada pelos sabidos do futuro, mas que hoje já se faz presente. Ora! E porque esta introdução. Onde quer chegar? Pois, bem. Chegar no bate papo que todas as quintas-feiras acontece no encontro da Organização de Controle Social – OCS. Sim. Deste pequeno grupo que, na busca de um ideal, a produção de alimentos com mais qualidade nutricional e sem aplicação de insumos químicos, abre um diálogo com técnicas e conhecimentos que o consumidor final do produto sequer imagina ou pensa que o “caipira da roca”, utiliza de toda essa ciência para produzir àquilo que chega a sua mesa.

Qual o urbanóide, que pechincha para pagar o preço de um produto produzido sem utilização de insumos químicos, imagina que o “caipira produtor”, usa técnica de astronomia, conhecimento da transmutação da biodinâmica, que a terra fica fragilizada com o tombamento que mata a airóbica e a anairóbica? Que a posição da lua ou do sol influencia no produto final, quando da aspersão de água, que a posição de estufas tem a ver com norte/sul, leste/oeste, com nascente e poente, que o silício tem a ver com a película das gramíneas?

Nossa e a questão animal? A bovina/leiteira, por exemplo. Como saber que uma vaca que produz muito leite, tipo 60 litros oferece nesta produção a quantidade de potássio que uma outra que só produz 15 litros?  Logo, há aí, uma grande desigualdade/qualidade do produto. Porém para o urbanóide que reclama do preço do produto orgânico, como ele compra leite de caixinha, como este leite é produzido, pouco vai interessar a ele. Com a pressão do mercado, dos fabricantes de tecnologia para agricultura/pecuária, do crescimento brutal de mais bocas para comer, o importante é encontrar o produto em quantidade, não importa como foi produzido e o que foi utilizado, mas encontrá-lo nas gôndolas e/ou prateleiras. Mas é muito legal e satisfatório ver o avanço da OCS. Para chegar no estágio de certificação, o trabalho primário de visitas às propriedades, da documentação exigida, das histórias familiares dos migrantes, o bate papo com ricas informações, as sementes convencionais sendo trocadas, os “causos” que rolam abertamente – trazendo curiosidades e conhecimentos, formam uma coisa singular, difícil de encontrar nos dias atuais: a amizade, o companheirismo, àquela coisa já há tanto tempo perdida.

Mas isso são só reminiscências, antigamente podia se dizer que isto é papo de … caipira!

Por falar nisso …. cuidado com o caso da ratoeira e do rato.     rsrsrsrsr ….

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– Uma Pseudo Qualidade de Vida em Jundiaí

Qualidade de vida é isso aqui?

Anos de administração pública tucana (seguida da comunista / petista que nada mudou) incentivando os novos loteamentos na cidade, pregando a suposta “qualidade de vida” de Jundiaí, com especulação imobiliária nas alturas, e eis o resultado: cidade com trânsito caótico, terrenos e aluguéis hiper majorados, e insegurança pública gritante. Somos reféns do medo em nossas próprias casas, ilhados pelos congestionamentos e desgostosos da “pseudo-renovação” dos gestores da cidade.

E não me venham postar nhe-nhe-nhém sobre político X ou Y, porque todos eles são responsáveis por esse caos!

#PSDB, #PT, #PMDB, #PCdoB… Todos farinha do mesmo saco! Quando estão no poder, mostram quem realmente são. O lindo discurso de campanha vira “dificuldade de implantação na prática”.

Pronto, desabafei. Não me encham a paciência os militantes, aspones e candidatos de plantão.

Ah! Não pleiteio cargo público nem voto algum, sou só um cidadão inconformado com a demagogia dos nobres governantes.

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– Nepotismo no Hospital São Vicente?

São essas coisas que me revoltam: o Hospital São Vicente é destaque no JJ desta sexta-feira, e o assunto é: o salário e os agregados do supervisor da instituição (que é vereador em Cabreúva).

A matéria é de Ariadne Gattolini, e pela clareza, dispensa comentários. Lamentável! Abaixo:

SUPERVISOR DO SÃO VICENTE EMPREGA PARENTES

O supervisor do Hospital de Caridade São Vicente de Paulo, Antonio Carlos Pereira, também presidente da Câmara de Cabreúva, emprega filho e sobrinho no hospital desde 2007. Ambos estavam subordinados ao seu comando direto até o ano passado. A superintendência do Hospital São Vicente afirmou que é uma entidade privada, apesar de receber mensalmente R$ 8,9 milhões de convênios públicos – aproximadamente R$ 4 milhões de repasse do SUS (Sistema Único de Saúde) e R$ 4,9 milhões da Prefeitura de Jundiaí, e que não está sujeita às leis contra nepotismo.Apesar de vereador e presidente da Câmara de Cabreúva, eleito no ano passado, Antonio Carlos Pereira afirma que cumpre 200 horas mensais de trabalho no Hospital São Vicente. Seu cargo, que era de chefe de segurança até o ano passado passou, na atual administração, a supervisor. E o salário mais que dobrou: saltou de R$ 4 mil para R$ 9 mil.

Funcionário do hospital desde 1994, em 2007 – já como chefe de segurança –  empregou o filho Cristiano Pizol Pereira, como assistente de atendimento ao cliente, com salário de R$ 2.036,72, e o sobrinho Rafael Carlos de Aveiro, como chefe de recepção, com salário de R$ 4.366,00. Naquela época, Pereira afirmou que “fazia um pouco de tudo, como segurança, recepção e manutenção.”

O JJ Regional foi até a porta do hospital para conversar com Cristiano e Rafael. A assessoria de imprensa do hospital afirmou que Cristiano estava em férias e que Rafael não iria conversar com a imprensa. Segundo nota, divulgada pela assessoria de imprensa e assinada pelo superintendente do hospital, Américo Lega (indicado pela  Secretaria Municipal de Saúde), “o HSV é uma instituição privada e filantrópica, sendo excluída da lei municipal de nepotismo.

Cada contratação é feita seguindo os requisitos necessários e obrigatórios que o cargo requer, inclusive pela capacidade, necessidade profissional, qualificação e não de acordo com o grau de parentesco. Possuímos, em nosso quadro de colaboradores, exemplos de profissionais com grau de parentesco, como marido e esposa, pai e filho, sobrinhos e tios, em diversas áreas assistenciais, como médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e colaboradores da área administrativa. Este hospital possui uma administração séria, com profissionais que visam o bem-estar da população atendida e não se presta a cabide de emprego para quem quer que seja”, informa a nota.

Pereira não quis conversar com o JJ Regional, afirmando que foi proibido pela atual diretoria. A Prefeitura de Jundiaí informou que não iria se manifestar, já que o assunto é de alçada exclusiva do hospital.

REPERCUSSÃO
O presidente da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo, afirmou que merece atenção do Ministério Público o fato de o hospital ser mantido com dinheiro público e não se encaixar nas leis contra nepotismo. “Esta figura jurídica não pode existir. Se recebe dinheiro público, tem que prestar contas de onde emprega, de quem contrata e o que faz com o recurso, com o risco de os administradores e do Executivo serem processados por improbidade administrativa.”Abramo afirma que o fato de o supervisor ser presidente da Câmara de Cabreúva tem de ter atenção jurídica também. “Se ele é presidente da Câmara, responde como  gestor administrativo da Casa de Leis e tem que se dedicar ao cargo. Como pode fazê-lo se cumpre 200 horas mensais no hospital de Jundiaí?”, questiona.

Este é a mesma opinião do professor e consultor de Direito Constitucional, João Jampaulo Júnior. “Nas duas situações – tanto como presidente da Câmara de Cabreúva como nas indicações de parentes – vejo imoralidade. Como presidente da Câmara, ele tem que cumprir seu cargo administrativo no local. Há possibilidade, inclusive, de ser alvo de processo de impeachment por não cumprir seu cargo de presidente”, afirma o especialista.

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– Campanha JJ nos Bairros aqui no Medeiros

A ótima campanha do Jornal de Jundiaí intitulada “JJ nos Bairros“, em parceira com a Unimed, continua a visitar o bairro Medeiros neste sábado. Você poderá fazer gratuitamente a medição de pressão e glicemia, além de reivindicar melhorias em nosso bairro.

Participe! A base está aqui no Posto Harmonia, e outras urnas espalhadas pelo Medeiros (Jardim Carolina, Teresa Cristina e Sarapiranga, e ao longo do comércio na Francisco Nobre e Reynaldo Porcari).

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– A Polêmica do Transporte Escolar em Jundiaí

Um pepinaço para a Prefeitura Municipal resolver: nesta semana, o presidente do Sindicato dos Transportadores Escolares “desceu a lenha” a respeito do transporte de crianças, em entrevista à Rádio Cidade.

Acontece o seguinte: o prefeito Pedro Bigardi aumentou o número de linhas gratuitas de transporte de crianças às escolas. Já são 35 ônibus! Parabéns pela iniciativa.

O problema é que… quem tem van escolar necessita de uma série de exigências para poder trabalhar. E os ônibus escolares não tem cinto de segurança, motoristas especializados, vidros que limitam a abertura, entre outras tantas coisas.

Acho injusto. Aplaudo a iniciativa da gratuidade, e condeno o favorecimento aos empresários de ônibus. Por quê não contratar então as vans especializadas? Afinal, estamos falando em segurança das nossas crianças.

Aliás: a Viação Leme e a AOTI+Jundiaiense detém o direito do transporte público e essa contratação escolar. São 2 empresas apenas. Por quê não se abre essa caixa preta do transporte coletivo de Jundiaí?

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– Serra do Japi reaberta para a população. Para empreendedores também?

Uma boa notícia à população jundiaiense: a Prefeitura vai confirmando a possibilidade de visitas à Serra do Japi. No Eloy Chaves, a avenida principal de acesso está em obras, com a construção de ciclovia e separação de pedestres e carros.

Mas algo que me instiga: as mudanças que estão ocorrendo na Serra do Japi se resumem ao Turismo Ecológico exclusivamente? Tomara que sim, pois sabiamente existem loteamentos naquela área verde que não podem (há um bom tempo) construir, devido a preservação.

Aliás: a que pé anda a regularização das construções de lá já realizadas e o lobby de empreendedores que querem liberar obras novas?

É bom abrir o olho. Tomara que, por trás de tudo isso, não tenhamos a surpresa de liberação irresponsável. Lembremo-nos que no ano passado, o projeto que congelava obras na Serra por determinado período de tempo teve voto contrário do então vereador e hoje vice-prefeito Durval Orlato…

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– Jundiaí realmente tem Boa Qualidade de Vida?

Nossa Jundiaí foi eleita no estudo Macroplan / Exame como o município no. 1 em serviços prestados à população, como Saúde, Educação e Segurança.

Ok, a cidade é progressista, muita coisa foi feita (e há de ser feita), mas algo me incomoda: Segurança!

Caramba, todos os dias ouvimos nas rádios locais ou lemos nos jornais jundiaienses um sem-número de assaltos, furtos, invasões, arrastões… Que raio de qualidade de vida é essa, onde as pessoas vivem amedontradas, enjauladas em suas casas?

Claro, o índice deve levar em conta que em outras cidades, a coisa está ainda pior. Mas não é por isso que podemos nos acomodar. Jundiaí, apesar da posição na pesquisa, é sim uma cidade violenta!

Os dados completos estão em: http://www.macroplan.com.br/estudos/estudo_completo.pdf

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– O Descabido Remanejamento de Pistas do Bolão

A atual administração do Centro Esportivo Nicolino de Lucca (Bolão) precisa rever a divisão das raias da Pista de Atletismo.

A excepcional pista tem 8 raias; as duas primeiras, exclusivas para corredores do EC Pinheiros e pessoas autorizadas. Se você é um corredor amador da cidade de Jundiaí, não pode usá-las. A raia 3 fica eternamente interditada, sobrando a 4 , 5 e 6 para trotes e 7 e 8 para caminhada.

Quem frequenta o local, vê as pessoas se apertando nas raias liberadas e as demais ociosas. Ora, o que o Município ganha cerceando as raias para os jundiaienses e deixando-as vazias para gente de fora (quando lá treinam)?

Vá as 7h da manhã verificar. Burrice pura as faixas sem ninguém e outras lotadas!

Repense, dona Prefeitura! Na foto abaixo, olha o conforto que se tem com todas as raias liberadas…

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– Ônibus Sucateado

por Reinaldo Oliveira

A Câmara Municipal de Jundiaí, recebeu na noite do dia 21 de agosto, um grande público para uma Audiência Pública, cujo tema foi o transporte público prestado à população de Jundiaí e cidades da Região.

Neste sentido a Frente Popular Jundiaí, apresentou importante levantamento da planilha de custos do transporte, com muita informação e detalhes de número de pessoas transportadas, gastos com insumos, quilômetros rodados, número de linhas, manutenção dos terminais, enfim, um estudo bem consistente sobre o que influi diretamente no valor da tarifa, e que foi apresentado pelos líderes da FPJ, Athila Gregório e Evandro Kita.

Um fato porém chama a atenção: no levantamento foi constatado que 11 ônibus que servem diversas linhas, inclusive as intermunicipais, os chamados ônibus articulados, pelo tempo de uso, foram considerados como sucata, ou seja, velhos, sujos, barulhentos e oferecendo riscos à população que os utiliza diariamente.

Presente na Audiência Pública e questionado sobre quais providências seriam tomadas sobre estes ônibus em estado de sucata, o secretário de transportes de Jundiaí, Dinei Pasqualilini falou ao público presente que não podia fazer nada, porque no contrato com as concessionárias realizado em 2009, e que inclui clausula para a renovação da frota de ônibus convencionais após um determinado tempo de uso, não contemplava os chamados ônibus articulados.

Diante da resposta que não resolve o problema do usuário do transporte que paga uma tarifa cara e recebe serviço de péssima qualidade, fica a pergunta:

Até quando isso vai acontecer?  E o direito do consumidor que deve receber um serviço de qualidade pelo valor que paga? E se acontecer um grave acidente, devido ao estado de má conservação e manutenção destes ônibus, de quem serão cobradas as responsabilidades?

O povo deve se manifestar, …. mais uma vez.

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– Por quê Jundiaí respira a Globo de Sorocaba?

Talvez sejamos mesmo desprestigiados junto a TV TEM. Ao assistir a previsão do tempo para a região, no jornal local da retransmissora da Globo para as regiões de Sorocaba e Jundiaí, a moça do tempo citou as temperaturas para Sorocaba, Itu e Porto Feliz. Mas e para Jundiaí?

Cáspita, será que a Metrópole vizinha não é Campinas ou São Paulo, mas a simpática Sorocaba?

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– Parabéns ao Seu Norberto

Nesta semana, enquanto praticava um cooper no Bolão, acompanhei (ou tentei) o seu Norberto na Pista de Atletismo. E sabem quem é ele?

Um ilustre herói anônimo, que corre 5 k em menos de 20 minutos mesmo com seus 79 anos! E ganha medalhas representando Jundiaí e Várzea Paulista mundo afora.

Quantos atletas vencedores e desconhecidos existem por aí, não?

Parabéns ao seu Norberto. Com quase 80 anos, corre mais do que eu com 18. Quer dizer, eu tenho um pouquinho mais que 18… deve ser isso!

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– A Covarde Agressão no Campeonato Amador de Jundiaí

Leio no ótimo site Esporte Jundiaí, do jornalista Thiago Batista de Olim, que uma confusão ocorreu na última rodada do Campeonato Amador de Jundiaí, culminando em um bandeirinha necessitando ser internado no Hospital de Caridade São Vicente de Paula.

A que nível chegou o futebol da Terra da Uva?

O fato aconteceu na partida entre Ivoturucaia x União Sorocabana. Cledison Oliveira, treinador do Sorocabana, com apenas 15 minutos de jogo, agrediu Oscar de Paula Mariano (árbitro da LJF que estava trabalhando como Assistente).

Caramba… se o cara não aguenta ficar nem metade do primeiro tempo em campo, como pode ser “treinador de futebol”?

Um treinador deve ser líder fora de campo, transmitindo segurança, orientações e ensinando os atletas. Que péssimo exemplo!

Na Rádio Difusora, no programa Show de Bola, o José Marcelo, árbitro respeitado do Amadorzão, ventilou a possibilidade de uma greve geral nas próximas semanas, pedindo maior segurança. Concordo com o juizão, e digo mais: não é porque o Campeonato é Amador, que deva ser bagunçado! Os árbitros são amadores e trabalham de 2a a 6a (as vezes, até aos sábados), sem chance de treinarem e apitam por migalhas de reais. Os jogadores e treinadores também (embora, à boca pequena se fala sobre altíssimos salários recebidos por alguns – as vezes, maiores do que profissionais). Dessa forma, não se pode exigir muita coisa dos árbitros. Se o treinador questiona a competência do juizão e chega as vias de fato, não seria direito o árbitro fazer a mesma coisa sobre as “qualidades técnicas” do “professô”?

Claro que não vivemos na sociedade do “olho por olho, dente por dente”. Assim, neste mundo civilizado, DEVEMOS acabar com o péssimo comportamento de alguns no futebol amador da cidade de Jundiaí.

O treinador declarou ao mesmo Esporte Jundiaí que estava arrependido e que só dirigiria a equipe até o término da temporada. A Liga Jundiaiense o suspendeu por dois anos. Está errado: deveria ser eliminado do futebol, pois quem pratica tal ato selvagem, não serve para a família esportiva jundiaiense.

Que sirva de exemplo a todos na cidade, inclusive para a atenção da Prefeitura Municipal, promovendo maior efetivo da GM nos centros esportivos.

Se o futebol amador nas manhãs de domingo não serve para promover o lazer, por quê existir? Esse deve ser o centro da questão e uma reflexão a ser pensada.

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O treinador Cledison, na foto de Esporte Jundiaí

– Vale Gol de Tiro de Saída?

Esse post é fruto do bate-papo com o amigo Matias de Souza (colunista do Bom Dia), que, apesar de saber a resposta, perguntou:

Um time toma um gol e pega a bola, põe no meio e, na saída, chuta direto com um único toque em direção ao gol, sem tocar nem no goleiro. Vale o gol?

Vale.

Entendamos: o Reinício do jogo segue as mesmas normas do Início do Jogo (Regra 8 – Tiro Inicial e Reinício da Partida). Portanto, quando uma equipe leva um gol, o jogo só pode ser iniciado nas seguintes condições:

  • 1 – Cada equipe deve ser formada PELO MENOS com 7 jogadores (no início do jogo, é normal que estejam 11 contra 11; mas no reinício, muitas vezes existem jogadores comemorando no banco com seus companheiros e treinadores). O árbitro deve ficar esperto com a contagem de atletas. Se tiver 7 do outro lado, tudo bem.
  • 2 – Não pode existir atleta no campo adversário (quando há um gol e o time tenta dar a saída rápido, muitas vezes vemos um jogador do time contrário mais lento voltando. Aí, nem importa se há 7, 8, 9 ou 10 adversários do outro lado, o atleta que está voltando para o seu campo impede o reinício do jogo.
  • 3 – Obrigatoriamente, o goleiro da equipe tem que estar no seu próprio campo (independente se está debaixo da trave ou tentando voltar para a sua área). – Rogério Ceni sabe disso…

Se essas condições forem respeitadas, tanto no tiro de saída e no reinício do jogo, vale gol direto!

IMPORTANTE: para início e reinício da partida, é obrigatório que o árbitro faça uso do apito. Não se pode iniciar ou reiniciar o jogo sem aguardar o som dele.

Hoje, se faz uma grande confusão com isso pelo seguinte motivo: antigamente, não valia gol direto, a bola deveria necessariamente ser tocada ou resvalada por companheiro ou adversário (GOL DIRETO significa chutar sem toque em companheiro ou adversário). Nos anos 90, a International Board aprovou a mudança da Regra. Desde então, vale o gol de um toque só, direto para o gol – exceto gol contra, já que a bola deve ser sempre tocada obrigatoriamente para frente (isso vale tanto para tiro de saída, reinício e pênalti). Isso VALIA também para o “bola ao chão”, que está na Regra 8, pois é um Reinício de jogo.

Porém, devido a discussão de que num lance de bola ao chão em que um time prometesse devolver a bola ao adversário, mas ao invés disso tentasse fazer um gol (isso era permitido), a Regra foi alterada há uns dois anos. Agora, vale gol direto de início da partida; de reinício da partida no meio de campo, mas não mais de reinício por bola ao chão. Se o atacante chutar para o gol num bola ao chão (e a bola entrar), será marcado tiro de meta.

Curiosidades da regra.

*IMPORTANTE: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM

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foto extraída da matéria do jornalista Thiago Batista de Olim (Esporte Jundiaí)

Em: http://www.esportejundiai.com/2013/07/serie-liga-jundiaiense-jogo-no-romao.html)

– Olha aí o Vanoil da Passarela!

Veja que bacana: a rede jundiaiense Passarela é destaque na Revista Isto É Dinheiro! Na matéria, a bela história do humilde começo do seu Vanoil ao sucesso.

Quem é daqui de Jundiaí, sabe da sua pujança. Abaixo:

Extraído de:

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/123847_DA+CANA+AOS+SAPATOS+ONLINE

DA CANA AOS SAPATOS ON-LINE

Como o ex-boia-fria Vanoil da Rocha Pereira construiu a rede varejista de calçados Passarela, que obtém no e-commerce a metade de seu faturamento de R$ 600 milhões

Por João VARELLA

Aos 7 anos de idade, Vanoil da Rocha Pereira começou a trabalhar nos canaviais da cidade de Bandeirantes (PR). Seus pais possuíam uma pequena propriedade de menos de cinco hectares, insuficiente para sustentar os dez filhos. O jeito era iniciar as crianças desde cedo na labuta, trabalhando a terra dos grandes produtores da região. A vida miserável na roça fazia a infelicidade de Pereira. “Cada avião que cruzava os céus me convencia mais de que a cidade era o meu lugar, não o campo.” Com incentivo da mãe, analfabeta, Pereira permaneceu conciliando a escola com o trabalho na lavoura. A situação perdurou até o dia em que a família teve condições de se mudar para Itatiba (SP), onde já na adolescência Pereira passou a lustrar móveis – seu primeiro emprego com registro em carteira.

Trabalhando duro e galgando espaço nas empresas em que trabalhou, Pereira comprovou que a vida na cidade foi feita para ele. Aos 58 anos de idade, ele hoje é dono da Passarela, com sede na vizinha Jundiaí, uma rede formada por 35 lojas de calçados espalhadas no interior de São Paulo. Missão cumprida? Nada disso. Atualmente, a grande meta de Pereira é crescer na internet com sua operação de e-commerce, responsável por metade do faturamento anual de R$ 600 milhões da empresa. Seu plano o coloca em rota de colisão com duas grandes competidoras do comércio eletrônico brasileiro. Uma delas é a Dafiti, financiada pelo fundo alemão Rocket Internet e comandada por Malte Horeyseck.

“Nesse tempo, eu já era gerente.” Tendo decuplicado a rede de lojas físicas, Pereira resolveu investir no comércio virtual em 2010. Segundo ele, um motivo importante foi o descaso das administradoras de shopping. “As condições que algumas delas impõem para instalar uma loja são muito ruins, inviáveis”, afirma, franzindo o cenho. Apesar do investimento mensal de R$ 2 milhões em publicidade digital, a divisão de venda eletrônica ainda não dá lucro. O empresário entende que este é o momento para ganhar terreno e “arrumar a casa”. Para deixar a empresa afinada, uma consultoria financeira foi contratada para auditar seu balanço. A expectativa de Pereira é que em 2015 o site já dê lucro e o valor da Passarela cresça, atraindo interessados em investir nela.

“Um IPO não está descartado”, diz ele. Enquanto o ponto de equilíbrio no digital não vem, Pereira reforça a operação das lojas físicas, ampliando o portfólio de produtos, incluindo confecções e acessórios, como bolsas. Até o fim do ano, Pereira pretende abrir cinco novas lojas, ampliando a rede para 40 unidades. As prateleiras de cada uma terão cada vez mais variedade. A Passarela tem 15 marcas próprias, para atender diferentes perfis. A produção vendida é terceirizada por fábricas do interior de São Paulo e do sul do País. Quem define o desenho das peças é a equipe de criação da Passarela e Pereira. “Viajo duas vezes por ano para a Europa em busca de referências”, diz o empresário. Ele descarta fazer suas pesquisas pela internet. “Vejo as lojas, mas gosto de ficar mais atento ao que as pessoas estão realmente usando nas ruas.”

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– Bairro Medeiros Clamando por Ajuda!

O Bairro Medeiros, aqui em Jundiaí, está realmente abandonado pelas autoridades. A insegurança tomou conta dos moradores. O crescimento desordenado fez com que a bandidagem voltasse os olhos para cá, e os residentes dessa esquecida região não tem muito o que fazer.

Apesar de existir um batalhão da PM no bairro, o trabalho dos soldados é inglório, já que por mais esforçados que sejam, eles têm poucas viaturas a disposição e atendem a Eloy Chaves, Ermida, Jardim Tannus, Residencial Jundiaí, Parque Almerinda Chaves, Fazenda Grande, Parque Industrial, Jardim das Tulipas e Grande Retiro!

Assim, hoje, ocorrerá uma pacífica manifestação de moradores durante os trabalhos da Câmara Municipal. O evento está sendo organizado via Rede Social, e pode ser encontrado no Facebook na Comunidade “Bairro Medeiros e Região – Jundiaí”.

Aqui, o convite pela postagem do moderador da Comunidade, Glauco Arduíno. Participe!

MANIFESTO POR MAIS SEGURANÇA EM NOSSA REGIÃO

A manifestação pedindo mais segurança para nossa região, está com data marcada para: Terça-feira (02/07) às 18:30, na Câmara Municipal de Jundiaí.

Lembremos: Estaremos em uma “Casa de Leis”, portanto, a manifestação deve ocorrer de forma pacífica, respeitosa e consciente.

Como será realizada a manifestação?

Os manifestantes devem levar cartazes com pedidos de “PAZ, SEGURANÇA, POR MAIS POLICIAMENTO POR PARTE DA PM, POR RONDAS E UMA BASE DA GM (PROMETIDO EM CAMPANHA)”. Os cartazes serão expostos durante a sessão da Câmara Municipal de Jundiaí.

Em que momento serão expostos os cartazes?

Meu amigo Cleofas e eu (Glauco), levantaremos nossos cartazes e demais manifestantes devem levantar seguidamente, mantendo-se sentados e em silêncio, obedecendo a ORDEM DA CASA.

Observando que: A manifestação tem como objetivo trazer segurança para nossa região, portanto, não será permitido levantar bandeiras de cunho partidário!

Conto com a participação e colaboração de todos!

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– Transporte Coletivo em Discussão

Que a qualidade do transporte coletivo de Jundiaí é ruim, não se discute. Mas não sabia e achei interessante: os terminais urbanos são administrados pelas concessionárias do serviço de ônibus em Jundiaí, e não pela Prefeitura!

Ué, não deveria ser responsabilidade do Município, até mesmo para fiscalizá-las? Aliás, me recordo: na virada dos anos 80/90, tínhamos trabalhando na cidade: Viação Caxambú, Reunidas, Três Irmãos, Leme e Viação Jundiaiense. Hoje, ao invés de mais empresas servindo a cidade, sobraram a Viação Leme e o grupo que é dono da Três Irmãos + Jundiaiense.

Involução?

Em São Paulo, parece que o prefeito Fernando Haddad começou a ter idéias radicais: jogou no ar a possibilidade de estatizar o transporte público. Seria a volta de um monstrengo chamado CMTC? Lembram dos cemitérios de ônibus?

Aí também não dá…

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– O Contraste de Gente de Bem com Bandidos nos Protestos em Jundiaí

Uma multidão foi às ruas protestar contra a corrupção em Jundiaí. Da Avenida Nove de Julho, passando pela Avenida Jundiaí e fechando a Rodovia Anhanguera, os manifestantes pediam um país menos corrupto, a atenção sobre a PEC 37, o fim da gastança desenfreada nos estádios da Copa e outras causas nobres.

Tudo muito justo, democrático, com gente de todas as idades (mesmo com muitos oportunistas de partidos políticos tentando tirar proveito e não conseguindo). Entretanto, quando se exalta e foge da razão, uma massa popular pode ser perigosa.

Quer um exemplo?

Como chegar aos hospitais de Jundiaí para atendimento emergencial, se irresponsavelmente a Anhanguera foi fechada? Quem se serve dessa via para chegar ao Centro, ficou isolado! Protestar é direito, DESDE QUE NÃO SE FIRA O DIREITO DO OUTRO. O excesso não pode ser ignorado.

É claro que no meio de gente cidadã, lutando por um Brasil melhor, há quem foi para o protesto como se vai para uma festa, sem ao menos saber a pauta. Isso também é ruim. Afinal, há gente exacerbando ideias confusas, oba-oba e princípios nada corretos, claramente CONFUNDINDO DEMOCRACIA COM ANARQUIA.

Eu tinha 9 anos e atentamente aprendi, na inocência de uma criança, que as pessoas tinham o direito de se manifestar com os atos da Eleição de Tancredo Neves e o fim da Ditadura Militar. É o primeiro grande momento histórico que tenho na lembrança.

Quando jovem, vivi intensamente os protestos contra Collor e a revolta dos eleitores. Jovens como eu, de cara-pintada, sabendo o que faziam.

Hoje, bem maduro, entristeço ao ver que em meio a esses belos movimentos democráticos esteja gente mascarada, com camisetas amarradas na cabeça ou rostos escondidos. A FIM DE QUÊ ESCONDEM SEUS ROSTOS? Para praticar atos marginais?

Lamentavelmente, destruíram a Avenida Jundiaí; subiram ao Centro e saquearam as lojas; confrontaram a Polícia infringindo leis básicas da boa convivência social.

Claro que é uma minoria quem fez isso; mas ela se aproveita das maiorias que muitas vezes se descuidam do combinado. A manifestação não era para ser de rosto descoberto, e até o Parque da Uva? Por que avançou a Anhanguera? Aliás, para quê?

Sou democrata, apartidário, contra a Copa, contra a PEC 37 e contra a Corrupção. Mas sei que a minha manifestação deve ter limites sociais. Senão, a bagunça generaliza.

Nas redes sociais, se vê a mistura do entusiasmo de gente pacífica com os rastros de destruição de vândalos. Aí vem outra questão, mais profunda: vai se protestar até quando? O recado já foi dado, as autoridades estão preocupadas e os políticos assustados.

Depois de tudo isso, parece que vai se perdendo o propósito. Protestar por protestar parece ilógico. Aí, vira farra e os aproveitadores de plantão aproveitam a ocasião.

O vandalismo, concretamente registrado pode ser observado nesses links:

Jornal de Jundiaí (Rafael Amaral): http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=205122

Bom Dia Jundiaí (Aline Pagnani, Fábio Pescarini, Michele Stela): http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalh/52480/Milhares+saem+as+ruas+em+nome+de+mudancas

Rádio Cidade (Rafael Santos):

http://www.facebook.com/media/set/?set=a.610507435634728.1073741855.100000264321484&type=3

Globo (Luana Eid):

http://m.g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2013/06/tropa-de-choque-usa-bomba-para-dispersar-manifestantes-em-jundiai.html

JORNAL DE JUNDIAÍ

Depois de uma manifestação pacífica, um pequeno grupo apelou para a violência e deixou a avenida Jundiaí parcialmente destruída – com orelhões quebrados, um caixa eletrônico totalmente depredado, a porta de uma loja afundada e diversos postes de luz derrubados no canteiro central. Durante os eventos ocorridos ontem, a maior parte dos manifestantes se concentrou na avenida 9 de Julho. 

Uma segunda e menor parte esteve na rodovia Anhanguera, impedindo a passagem de veículos. Os conflitos começaram ali, quando a Polícia Militar teve de utilizar força para que os manifestantes liberassem a rodovia. A retirada gerou revolta nos presentes, que passaram a lançar pedras contra a PM. A polícia, por suas vez, respondeu com bombas de gás, segundo informações de alguns manifestantes. 

Quarenta homens da Tropa de Choque se posicionaram na avenida, em frente ao Parque da Uva. Enquanto isso, rapazes chutavam orelhões e os arrastavam pela via. Os lixos foram jogados no meio da rua e incendiados. O professor César Santos, 39, participou da manifestação com seu filho de 13 anos e lamentou que um protesto iniciado pacificamente tenha sido prejudicado, ao fim, por um pequeno grupo.

”Quando fiquei sabendo que ocorriam conflitos, subi para a avenida Jundiaí para ajudar a pacificar a situação.” O tenente-coronel Aloysio Alberto de Queiroz, do 11º Batalhão, esteve no local e confirmou a necessidade de utilizar a força para retirar os manifestantes da Anhanguera. 

Ele também lamentou o desfecho de um protesto pacífico. Um garoto foi detido pela polícia, sob a suspeita de furto. No Centro, lojas foram saqueadas. Em uma delas, seu proprietário disse que levaram roupas e tênis e que a polícia tentava encontrar os responsáveis durante a madrugada. 

Comércio – Com medo dos manifestantes, lojas fecharam suas portas mais cedo no Centro e na região da 9 de Julho. O JundiaíShopping fechou às 17h e alegou que era por motivos ligados à mobilidade dos funcionários, pois muitos dependiam de ônibus. O Paineiras Shopping também fechou as portas mais cedo.

BOM DIA JUNDIAÍ

Vários grupos saíram de Jundiaí em direção à prefeitura ao longo da noite de ontem. Pedras chegaram a atingir o prédio e o secretário da Casa Civil, Zeca Pires, e o presidente da Câmara, Gerson Sartori, desceram para conversar com os manifestantes e marcaram uma nova reunião para discutir melhorias no transporte público, segundo apurou o BOM DIA.

Por volta de 22h a polícia teve que retornar lá, mas já havia uma confusão generelizada pela cidade, principalmente na avenida Jundiaí, transformada em praça de guerra.

Foram dezenas de bombas de efeito moral, uso de spray de pimenta e muita correria. Para dispersar a multidão que interditava a rodovia há pelo menos quatro horas, ao menos 20 homens do Batalhão de Choque da Polícia Militar fizeram uma barreira e seguiram até a altura  do Parque da Uva, disparando mais bombas de efeito moral.

A correria foi grande e os carros seguiam na contramão e de ré pela avidena para fugir, tanto dos manifestantes quanto dos policiais.

Com pedaços de paus e pedras, os manifestantes atingiram  lojas e empresas. As ruas transversaris serviram para muitos dos pacíficos se esconderem dos mais exaltados.

Na tentativa de atingir uma fachada, um jovem atirou uma pedra e acertou a cabeça de uma estudante. Ela chegou a cair mas não apresetou ferimentos.

O tumulto durou cerca de uma hora até que os manifestantes se dispersassem.

bloqueiro / A avenida Jundiaí – e suas ruas transversais-, Dona Manoela Lacerda de Vergueiro, e as ruas Elias Juvenal Melo, Barão de Teffé foram interditadas pelos manifestantes por pelo menos duas horas. Os motoristas que tentavam passar o bloqueio eram hostilizados.

Amigos dividem a conta para dar vida á velha panfletagem
Em plena era da internet, da comunicação em massa pelas redes sociais, Juliana Cavalcanti, 19 anos, uma vestibulanda que sonha em cursar medicina, e Débora Aparecida, já formada em comércio exterior (e empregada no ramo) aderiram à velha panfletagem para protestar contra os gastos com a Copa do Mundo.

As duas confeccionaram pequenos panfletos e contaram com a ajuda de amigos para rachar a conta da fotocopiadora no Centro. “Valeu a pena”, disse Juliana. As duas estavam paradas próximas ao Terminal Central e distribuiam os papéis enquanto a multidão passava por eles no fim da tarde de ontem.

MAIS- Congestionamento de quilômetros
Até às 22h de ontem a rodovia Anhanguera continuava com os dois sentidos de tráfego interditados. O congestionamento foi registrado do Km 56 ao Km 61, onde há acesso para outras estradas. 

Morador do bairro Retiro, o vigia Odair Pereira, 53 anos, ficou horas em um ponto de ônibus às margens da via esperando o ônibus que pega para ir ao trabalho, em Louveira. “Eu ouvi falar da manifestação, mas não sabia que seria tudo isso. Cheguei no ponto antes das 18h porque o ônibus normalmente passa 18h10, mas nem sinal dele hoje”.

Hinos de protesto 
Gritos de não violência, menos dinheiro para a Copa e mais investimento na saúde e na educação e até mesmo críticas ao jogador Neymar, afirmando que ele vale mais do que um professor que estudou para ensinar. Esses foram alguns dos hinos defendidos.

RÁDIO CIDADE

A manifestação realizada em Jundiaí levou às ruas cerca de 25 mil pessoas. Infelizmente uma minoria aproveitou para vandalizar e realizou estragos em diferentes pontos da cidade. Alguns estabelecimentos comerciais foram depredados. Duas lojas que comercializam pneus, agências bancárias e um terminal eletrônico foram os principais alvos. Muito lixo ficou espalhado pelas ruas. Lojas de carros, uma clínica médica, orelhões e postes de iluminação também foram danificadas. Registro de vândalismo também na Nove de Julho, Paço Municipal, TV TEM e uma loja de roupas no centro da cidade

GLOBO

A Tropa de Choque da Polícia Militar de Jundiaí (SP) foi acionada para dispersar os manifestantes que interditaram o km 56 da rodovia Anhanguera na noite desta quinta-feira (20). Eles jogaram bombas de efeito moral para que os protestantes saíssem do local. A rodovia, que ficou cerca de quatro horas interditada, foi liberada às 22h15, de acordo com a concessionária que administra o trecho.

Com a chegada da Tropa de Choque no local, parte dos manifestantes correu em direção a avenida Jundiaí. Houve confusão e gritaria. Mesmo assim, a outra parte do grupo permaneceu na rodovia Anhanguera e entrou em confronto com os policiais. Em resposta a ação da Tropa de Choque, protestantes mascarados jogaram bombas caseiras contra os policiais.

Enquanto que a minoria entrava em confronto com a polícia, os outros manifestantes gritavam: “Sem Violência!” Depois de alguns minutos de confusão, a Tropa de Choque conseguiu liberar totalmente as duas pistas da rodovia Anhanguera e os manifestantes seguiram em sentido a avenida Jundiaí. Durante a interdição, as duas pistas da rodovia Anhanguera ficaram com congestionamentos de cinco quilômetros, nas duas pistas, informou a concessionária.

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– O Bairro Medeiros Clama por Ajuda!

O Bairro Medeiros, aqui em Jundiaí, está realmente abandonado pelas autoridades. A insegurança tomou conta dos moradores. O crescimento desordenado fez com que a bandidagem voltasse os olhos para cá, e os residentes dessa esquecida região não tem muito o que fazer.

Apesar de existir um batalhão da PM no bairro, o trabalho dos soldados é inglório, já que por mais esforçados que sejam, eles têm poucas viaturas a disposição e atendem a Eloy Chaves, Ermida, Jardim Tannus, Residencial Jundiaí, Parque Almerinda Chaves, Fazenda Grande, Parque Industrial e Grande Retiro!

Assim, na semana que vem, ocorrerá uma pacífica manifestação de moradores durante os trabalhos da Câmara Municipal. O evento está sendo organizado via Rede Social, e pode ser encontrado no Facebook na Comunidade “Bairro Medeiros e Região – Jundiaí”.

Aqui, o convite pela postagem do moderador da Comunidade, Glauco Arduíno. Participe!

MANIFESTO POR MAIS SEGURANÇA EM NOSSA REGIÃO

A manifestação pedindo mais segurança para nossa região, está com data marcada para: Terça-feira (25/06) às 18:30, na Câmara Municipal de Jundiaí.

Lembremos: Estaremos em uma “Casa de Leis”, portanto, a manifestação deve ocorrer de forma pacífica, respeitosa e consciente.

Como será realizada a manifestação?

Os manifestantes devem levar cartazes com pedidos de “PAZ, SEGURANÇA, POR MAIS POLICIAMENTO POR PARTE DA PM, POR RONDAS E UMA BASE DA GM (PROMETIDO EM CAMPANHA)”. Os cartazes serão expostos durante a sessão da Câmara Municipal de Jundiaí.

Em que momento serão expostos os cartazes?

Meu amigo Cleofas e eu (Glauco), levantaremos nossos cartazes e demais manifestantes devem levantar seguidamente, mantendo-se sentados e em silêncio, obedecendo a ORDEM DA CASA.

Observando que: A manifestação tem como objetivo trazer segurança para nossa região, portanto, não será permitido levantar bandeiras de cunho partidário!

Conto com a participação e colaboração de todos!

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– E o Protesto de Jundiaí na próxima 5a feira?

Leio que teremos manifestações populares em Jundiaí, contra a corrupção e em pró do cumprimento de promessas eleitoras do Prefeito de Jundiaí, Pedro Bigardi.

Se pacíficas, são democráticas. Gostei do que estou vendo: o pedido é para que as pessoas venham às ruas de branco, em paz, sem violência e sem radicalismo. Estarão proibidas bandeiras de partidos e rostos cobertos.

Ótimo. Sem vandalismo e de maneira ordeira.

O problema é… se o trânsito já é ruim na Nove de Julho e na Avenida Jundiaí em condições normais… imagine amanhã!

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– Movimento Passe Livre, Tarifa de Ônibus e seus Radicais

E os vândalos que estão destruindo a cidade de São Paulo, reivindicando redução na tarifa de ônibus do município? Na quinta-feira, a vítima foi o Centro. Ontem, a Zona Sul.

Os manifestantes quebram estações do metrô, ateiam fogo nas lixeiras, depredam o que vem pela frente.

Isso é democracia? Claro que não, é bandidagem. Protestar de maneira pacífica é direito. Mas com uso da violência, passa a ser crime.

E o pior é que eles querem parar a Capital prá valer! Puro radicalismo.

Enquanto isso…

Aqui na Terra da Uva, o prefeito Pedro Bigardi garantiu que não vai subir a passagem de ônibus em Jundiaí. Ótimo. Porém, vai pagar R$ 600 mil em subsídio para as Viações Três Irmãos, Jundiaiense e Lemecom o dinheiro dos nossos impostos, ande você ou não de transporte coletivo!

Fazer caridade com a grana dos outros é fácil!

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– Parabéns a todos nós!

Dia 2 de Junho, dia da Itália, e também celebrado com Dia da Comunidade Italo-Jundiaiense.

Parabéns a nós, brasileiros de nascença mas também italianos de coração, “oriundi di Jundiaí“!

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– La Piú Bella Festa

Estivemos festejando ontem com vários amigos um dos mais prazerosos eventos da colônia italiana de Jundiaí: a tradicionalíssima Festa Italiana (no Bairro da Colônia), onde confraternizamos com outros italo-jundiaienses.

Participe, ela continua neste domingo!

O site para informações é: www.festaitalianadejundiai.com.br

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– Somos todos Saudáveis!

O jundiaiense está de parabéns: antes das 6h da manhã, a Pista de Atletismo do Complexo Esportivo do Bolão já está cheia de atletas!

Ótimo: sinal de que a população está deixando o sedentarismo de lado…

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– Bigardi e a Rapidez com o Pastor do São Vicente

A primeira grande pisada na bola do Governo Bigardi foi rapidamente resolvida pelo próprio prefeito. E o protagonista foi o secretário da saúde, Dr Cláudio Miranda, que contratou um pastor evangélico para realizar serviço de assistência espiritual no Hospital São Vicente.

O problema é que o religioso, amigo do secretário, receberia R$ 2.500,00 para dar conforto de fé para os pacientes. Há décadas padres ou ministros da Eucaristia da Igreja Católica fazem o serviço, mas de maneira voluntária, sem custo algum à Prefeitura…

Nada contra nenhuma religião, mas rezar pelos doentes deve ser um ato cristão, fraterno e sem dinheiro envolvido.

Felizmente, o prefeito Pedro Bigardi anunciou a exoneração. Quem quiser fazer as orações – desde que de graça – poderá realizar sem problemas.

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– Campeonato Amador ou Semiprofissional de Jundiaí?

Leio na boa matéria do jornalista Gabriel Nunes no Bom Dia Jundiaí deste sábado (Caderno Esportes), que o secretário municipal Cristiano Lopes está preocupado com os “estrangeiros” que jogam o Campeonato de Futebol Amador em Jundiaí!

A pendenga é a seguinte: há muitos atletas que não residem na cidade e disputam o torneio, tirando o espaço dos jogadores natos da Terra da Uva. Se o Amadorzão não é formatado priorizando os jundiaienses, por que a Prefeitura Municipal deveria bancá-lo e não a Liga Jundiaiense de Futebol, que é uma entidade de direito privado e filiada à Federação Paulista de Futebol?

O grande problema do futebol amador em Jundiaí, na realidade, tem sido o alto número de atletas que recebem dinheiro para disputar os jogos.

Na teoria, o futebol de várzea deveria ser um combinado de jogadores não-profissionais que jogam disputando por lazer um campeonato formado por times de bairros ou clubes locais. Na prática, a situação é bem diferente…

Hoje, muitos jogadores são contratos por boas somas para jogarem o torneio. Há altos investimentos, que muitas vezes fazem um clube amador gastar mais do que clubes profissionais da série B do Paulistão. Quiçá essas contas fossem abertas, e saberíamos o quanto os “medalhões” de Jundiaí (ou melhor – que jogam em Jundiaí mas que são de fora da cidade) recebem.

Aí temos o grande problema: se age como estrutura semiprofissional, mas sendo oficialmente amador. Assim, fica difícil provar que clube X ou clube Y paga para atletas jogarem, já que se isso fosse possível, o clube deveria ser excluído. E vemos um segundo problema decorrente deste: o círculo vicioso que faz com que, até nas pequenas equipes, jogadores peçam dinheiro para assinarem contrato, fazendo com que não exista atleta que aceite jogar de graça, pelo puro espírito desportivo ou por colaborar com a comunidade que vive.

Tem o meu apoio a iniciativa do Secretário de Esportes. Tornar o Amador realmente Amador nivelaria a disputa. Ademais: se existe o dinheiro grosso (que é para o pagamento de jogadores), porquê não existiria o dinheiro miúdo (que se refere ao pagamento das taxas de árbitros, por exemplo)?

Dessa forma, fica a questão existencial da Liga Jundiaiense de Futebol, juntamente com os seus clubes: assumem a condição de Entidade Privada, bancando o Campeonato Municipal, ou aceitam as regras da Prefeitura, fazendo com que o Amador seja um torneio de esportistas locais não remunerados.

Não há problema no formato ser semiprofissional ou não, mas sim na questão moral: se os clubes (que formam a Liga) têm dinheiro para investimentos em elenco de atletas de fora, o sagrado imposto pago pelos contribuintes de Jundiaí não poderia ser revertido para tal fim, mas para as necessidades maiores da cidade.

A matéria citada pode ser acessada em:

http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/47374/Jundiai+quer+menos+%91gringos%92%2C+clubes+resistem

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– Bali Folia de Jundiaí. De novo?

Todo ano vemos o Parque da Uva sendo usado para mega-shows da Ivete Sangalo. Pode realizar-se evento particular como aquele num parque público? E os vizinhos, como ficam?

Sabidamente, tem assalto, furto, roubos de toda a natureza. As pessoas sabem disso e ainda assim correm o risco. Agora, ouço que no espetáculo de ontem, foram tantos atos de criminosos que a polícia pediu para as pessoas fazerem o boletim de ocorrência hoje!

Esse tal de “Bali Folia” (como é chamado) é muito perigoso. Mas há quem gosta e aceita a desorganização numa boa.

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– Insegurança que Ronda Jundiaí…

Aline Pagnan trouxe no Bom Dia Jundiaí (Pg 02, 20/03/2013) uma matéria sobre protestos contra a criminalidade no Almerinda Chaves. Os moradores dessa região cobraram da Câmara e do prefeito Pedro Bigardi a presença da Guarda Municipal nas ruas de lá.

A verdade é que essa gigante região composta pelo Almerinda Chaves, Residencial Jundiaí, Fazenda Grande e Jardim Novo Horizonte, praticamente emendada com a do Grande Eloy Chaves (Tânnus, Ermida, Medeiros, Sarapiranga, Jd Carolina) cresceu desordenadamente. Casas e loteamentos foram construídos, construídos, construídos… e de repente se tornou maior que muita cidade do interior! Com isso, a bandidagem realmente floresce, já que o policiamento não cresce proporcionalmente como deveria.

Taí um pepino para a nova administração: um problema de Segurança Pública, cuja prioridade é do Governo Estadual, mas que deve ser contemplada pelo Governo Municipal. E atenção: esses bairros citados tem alta criminalidade, mas não quer dizer que as demais regiões da cidade estejam bem…

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– Começa o Outono e Já tenho Saudades do Verão…

Começou o Outono, e já tenho saudades do Verão… Faz uma semana que o tempo está feio! Cadê o Céu Azul inspirador ou o Alvorecer Multicolorido?

É muito bom praticar exercícios com o amanhecer belo aqui da Serra do Japi. Nesses últimos dias, como hoje, tempo lusco-fusco. E com vento para atrapalhar um bom cooper diário.

Já que não tem sol, ficamos com a lembrança dele despertando: