– DAE não avisa, não explica…

Puxa, a semana inteira vem faltando água na região do Bairro Medeiros. Nos finais de semana parece que virou frequente o “vazamento da adutora”. E durante a semana?

Ontem, 3a feira, até a escola no Jardim Sarapiranga dispensou as crianças por esse motivo.

Ninguém explica? Ninguém convence? Mas a conta chega…
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– Chikungunya no Bairro Medeiros?

Está na capa do Jornal Bom Dia desta 4a feira, dia 22/04/15: o Bairro Medeiros registra o primeiro caso suspeito (SUSPEITO, portanto, não confirmado) de Chikungunya (aquela doença transmitida pelo mesmo mosquito da Dengue). A estudante Débora Crispim, de 25 anos, aguarda os resultados finais dos exames, segundo o jornal.

Veja as diferenças entre a DENGUE e o CHIKUNGUNYA (extraído do G1.com):

CHIKUNGUNYA

A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa “aqueles que se dobram”, em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.

Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O vírus chikungunya pode ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, e a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue, de acordo com o infectologista Pedro Tauil, do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). O risco aumenta em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles picam principalmente durante o dia. A principal diferença de transmissão em relação à dengue é que o Aedes albopictus também pode ser encontrado em áreas rurais, não apenas em cidades.
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– A Mentira dos Números da Dengue em Jundiaí!

Que coisa! Ouço na Rádio Cidade nesta manhã que a Prefeitura divulgou os números da Dengue em Jundiaí: 346 casos, sendo que o bairro Medeiros tem 9 casos autóctones.

DUVIDO!

Só na Rua José dos Anjos (como referência, atrás da Capela Nossa Senhora de Fátima) são 10 casos confirmados e outros tantos a confirmar. No Nova Medeiros, em suas duas ruas, é raro achar quem não foi picado e se livrou de pegar a dengue. Eu tenho 4 parentes que moram em outras ruas e sofreram com a doença. No Jardim Sarapiranga e Carolina, muitos outros casos!

Se bobear, só no Medeiros já atingiu-se o “número total da cidade”… Que feio divulgar que aqui só tivemos 9 confirmações.

Eu sei que se pedir para os amigos que aqui moram e contraíram dengue postarem, passarão de 30 casos e faltarão muitos outros pois muitas pessoas não participam de redes sociais e/ou não acessam facilmente a Internet.

Qual é a da Zoonose ou da Prefeitura? Não divulgar os números reais a fim de evitar o pânico?

Deve fazer o contrário: alardear para que as pessoas fiquem atentas!
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– Dengue no Bairro Medeiros. Culpa de quem? Melhor agir do que tentar responder!

Tristemente, casos e mais casos de dengue estão surgindo aqui no Bairro Medeiros (Jundiaí/SP).

Tenho 38 anos e sou nascido e criado aqui. Nunca vi nada igual! O que está acontecendo?

Claro, o surto da doença não é exclusividade nossa. Há uma proliferação de registros em todo o Estado de São Paulo e, felizmente, não ocorreram mortes por aqui até então.

Há culpados?

Talvez. A reposta lógica é sim. Mas quem ou como? Os hábitos das pessoas são os mesmos de outros anos, o problema é que muitos e muitos casos migraram para nosso estado e por aqui surgiram focos. É evidente que há gente descuidada; alguns são desinformados e outros relaxados, fazendo com que casos locais surjam também.

O que menos importa agora é: como começou.

O que mais importa urgentemente é: como acabar com esses casos?

Com as chuvas chegando, aumenta-se a possibilidade de criadouros. E como TODOS estão vendo o crescimento de casos, há de se prevenir.

Não podemos ficar esperando ações preventivas da Prefeitura, afinal, estas ações devem começar PRIMEIRAMENTE por parte dos moradores da comunidade em que vivemos. É hora de agir! Cada cidadão fazendo a sua parte, vizinho de casa falando um com ou outro abertamente sobre o problema; vizinhos de rua se cobrando; vizinhos de condomínio, vizinhos dos vizinhos, e por aí vai.

Crianças ou idosos, vale a informação. Disseminar, espalhar, avisar! E cada um de nós, cidadãos, devemos até mesmo pela cidadania que exercemos, sermos esses agentes aqui no Medeiros. Se o Poder Público agir, ótimo (é uma das atribuições dele). Se for omisso, que se cobre – mas nada se espere dele, pois correremos o risco de criar raízes se esperarmos sentados. VAMOS FAZER A NOSSA PARTE: médicos, engenheiros, operários, donas-de-casa, estudantes, aposentados; seja quem for: contribua!

Precisamos tomar cuidado com algumas situações: vasos, potes, floreiras vazias, pneus e tantas outras coisas que possam empoçar e ali o mosquito proliferar. Em especial, terrenos baldios. Mas atenção: não podemos confundir mata nativa, campos, pastoreio ou roça com terrenos baldios. Esses são aqueles onde se joga lixo e entulho, potenciais berços para o transmissor da dengue criar.

Aliás, propriedades verdes (e cuidadas) são necessárias a todos nós, já que dão equilíbrio ao ecossistema e nada têm a ver com a dengue (se fosse isso, um alerta das autoridades seria tombar tudo e concretar!). Reforço: os terrenos baldios, abandonados, locais de animais peçonhentos e largados pelos seus proprietários, SIM, evidentemente. Conversando com pessoas no dia-a-dia, vejo certa confusão sobre isso.

E já que falamos do “verde”, vale observar: é tão grande o desmatamento do nosso bairro que vemos uma quantidade grande de animais sendo atropelados nas ruas, totalmente desorientados. Vale também aos pássaros que perdem os ninhos e outras situações que desequilibram o dia-a-dia daqui por culpa do crescimento desordenado (que não é único nas nossas redondezas).

Enfim, sítios e reservas da Natureza não são os alvos; afinal, a responsabilidade e o verdadeiro alvo são de todos nós: moradores de casa, prédio, campanas ou chácaras. O objetivo é: ELIMINAR CRIADOUROS, SEJA ONDE FOR!

Vamos nos unir e tentar acabar com os focos. A vitória dos moradores do Medeiros e todos os seus parques e jardins que o compõe (Sarapiranga, Carolina, Antonieta, Nova Medeiros, Chácaras Encantadoras e Saudáveis, Vila Pires, Portal, Retão, Natália, Lígia; Alice; Santa Rosa; Planalto; Belezone; Inca, e tantos outros locais desse grande bairro) começa conosco! Só assim aqueles que até agora não se acossaram contra a dengue, se sentirão incomodados e forçados pela situação.

Aproveito e convido: postem aqui informações sobre sintomas, meios de prevenção e outras ações que possam ajudar.

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– Bairro Medeiros: Crescer sem Planejamento é Perigoso…

Fiz uma compilação de alguns pensamentos escritos nos debates aos quais participei em redes sociais sobre o crescimento desordenado do bairro onde, juntamente com meus primos, nasci, cresci e vivo até hoje – o Medeiros. Um vilarejo aprazível no qual aqui vive meu pai, viveu meu avô (e seus parentes), desbravou meu bisavô (e seus irmãos), terra onde aportou meu trisavô.

Fiz esse “lenga-lenga” inicial só para dizer que há quase 100 anos minha família aqui se instalou e viu o bairro de sítio crescer e hoje, sem piedade do plano diretor, “explodir no mercado imobiliário”.

Qualquer corretor que se preze quer vender terras no Medeiros. O bairro está sendo preparado para esse “boom”?

Não, É VISÍVEL! A avenida de terra (outrora Estrada de Itupeva e hoje chamada Reynaldo Porcari) onde jogávamos taco e fazíamos trave de chinelo (há apenas 30 anos) hoje anda congestionada no horário de pico por carros, carretas e ônibus (circulares, intermunicipais e fretados).

Não existe RIT (Relatório de impacto de trânsito) para prever isso, quando se aprova um novo empreendimento?

E estudos sobre barulho, sobre carência de escolas, creches e outras coisas mais?

O que dizer da vizinhança de sítios que ficam, de uma hora para outra, com torres de prédios ao seu redor?

QUEREMOS MAIS GENTE,

QUEREMOS AUMENTAR O COMÉRCIO,

QUEREMOS CLIENTES!

MAS QUEREMOS PRESERVAR A QUALIDADE DE VIDA E

ORGANIZAR NOSSO BAIRRO.

Em um certo momento, a tendência é que viraríamos Itaici (um distrito de condomínios em Indaiatuba que se harmonizam com chácaras de veraneio e plantadores de uva). Parece que não…

O bairro tem preparo suficiente para “crescer para cima”?

Eu, por exemplo, não tenho rede de esgotos na frente da minha casa! E isso incomoda…

Outro incômodo: atravesse os 3.200 metros da Avenida Reynaldo Porcari e conte quantos bueiros há nela! Você perceberá a falta deles na primeira chuva.

Todos os moradores mais antigos estão se adaptando com a nova “condição de crescimento do bairro”. Os condomínios horizontais são sempre bem vindos, pois permitem a manutenção do verde e da característica tranquila do bairro. Os condomínios verticais já construídos conseguiram essa simbiose positiva. O problema é: mais do que já foram erguidos, não dá! É loucura imaginar tanto prédio nas ruas de um bairro que até pouco tempo era de sítios agrícolas e propriedades de descanso.

Os diversos loteamentos que surgiram foram positivos para o desenvolvimento e comércio do bairro. Mas essa SANHA (ou ganância) de grupos imobiliários em construir prédios e mais prédios, sem infraestrutura alguma, assusta!

Fico impressionado como se está fazendo vistas grossas ao desmatamento do bairro e ao crescimento desordenado. Não temos avenidas para escoar esse trânsito que virá, nem vagas nas escolas ou creches.

Acho que o debate, e aí o vereador Rafael Purgato, morador no nosso bairro, pode coordenar bem a discussão, é sobre o PLANO DIRETOR do bairro.

Está mudando? Foi mudado? Houve benefício específico a determinados grupos? A população do bairro foi ouvida nesse plano diretor?

Confidencio aqui um bate-papo: quando se estudou derrubar algumas casas no bairro para modificar algumas vias aqui, o Panizza, então diretor responsável por essa área na Prefeitura, disse sobre o plano diretor: ”Primeiramente temos que ouvir os moradores; se eles não querem alguma mudança no bairro, não ocorrerão“.

Sendo assim, fica a questão: os moradores do bairro Medeiros querem mudanças? Quais mudanças? De que forma serão as mudanças?

Creio que a maioria da comunidade quer: creche, escola, saúde, asfalto, segurança e tranquilidade. E não quer um local de intensa especulação imobiliária.

Penso que os novos moradores do bairro, que compraram apartamentos em busca da qualidade de vida, se incomodam ao ver e sentir essa desejada qualidade de vida se perdendo com uma superpopulação iminente.

Sejamos sensatos: não é hora de “travar” esses novos negócios? Se já estão aprovados, que tal EXIGIR primeiramente a contrapartida?

Tudo isso me parece como “estrada a ser pedagiada”: primeiro se faz o pedágio e depois se arruma (e as vezes, nem se arruma) o trecho a ser duplicado/ consertado. Assim, até eu faço rodovia… Igualmente ao nosso bairro: primeiro se dê a infraestrutura e melhoria do bairro com as contrapartidas; depois se permita o empreendimento imobiliário.

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– Espírito de A2 ou de A1?

Compartilho parte da ótima matéria do jornalista Fábio Estevam e do nosso editor do Bom Dia, Fábio Pescarini, publicada na última edição, sobre o que eu disse a respeito do que é “ter espírito de A2” para o Paulista de Jundiaí engrenar na competição.

TER ESPÍRITO DE A2 é…

“É ter gana para se livrar desta famigerada divisão, de mostrar vergonha por estar abaixo da elite e enxergar a bola como o último prato de comida. É não enfeitar a jogada, mas jogar o simples com disposição. É não fazer firula, mas dar de bico na bola se preciso. É suar mais do que o convencional; comer grama; esquecer a beleza de um drible e jogar feio desde que isso ajude o time; ter vontade de correr até a última bola e, principalmente, SER PRAGMÁTICO! Ou seja: jogar sempre pelo resultado (não ter medo de (jogar por uma bola”), deixar a vaidade de lado e se retrancar se necessário para garantir uma vitória. Ainda: buscar o gol aos trancos e barrancos, sem medo de trombada, encontrão ou cara feia.”

Pois é. Não dá para jogar na A2 com ritmo de A1. Principalmente mostrando o péssimo futebol da A1, fruto do ex-gerente de futebol José Macena, que felizmente o Paulista FC se livrou!
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– A Trairagem do Radar da Rodovia Hermenegildo Tonoli

Pegadinha?

Havia muitas dúvidas sobre o funcionamento ou não dos radares fixos na Rodovia Hermenegildo Tonoli. A Estrada é perigosa, constantemente congestionada e sem passarelas para que os moradores do Bairro Medeiros e todas as suas vilas (Jardim Sarapiranga, Antonieta, Carolina, Novo Medeiros e outros) ultrapassem aos acessos das empresas do Parque Industrial Fazgran.

Para “melhorar a segurança” da rodovia, o DER reduziu a velocidade máxima para 60 km/h, colocou os avisos de Fiscalização Eletrônica e instalou radares ao longo dos trechos.

Na incerteza, colocaram outras placas avisando:

ATENÇÃO – RADAR FIXO INOPERANTE.

FIXO, entendeu?

Os móveis podem funcionar normalmente. Afinal, há o aviso de que a fiscalização da velocidade máxima de 60km/h é controlada eletronicamente, não importando se a tecnologia é estática, por radar móvel, por drone ou por qualquer coisa que seja!

Parece brincadeira, mas o ponto onde os radares móveis costumam estar escondidos é próximo do Pesqueiro Estiva e entre as muretas de separação da pista.
Portanto, os radares fixos estão inoperantes. Já os móveis, bem atuantes.

Por quê não se constrói logo as passarelas que ligam a Avenida Reynaldo Porcari e a Francisco Nobre às indústrias, ao invés de reduzir a velocidade? É um tal de Estado jogar para o Município e vice-versa que cansa.
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(foto: extraída do facebook de Aline e Erenilton Vilella)

– Bairro que Cresce! Até Cometa aqui?

Olha que notícia bacana a nós, moradores do Bairro Medeiros: desde o começo da semana, a Viação Cometa passou operar a linha Jundiaí (partindo do Bairro Medeiros) a São Paulo (Barra Funda e Tietê).

Estamos crescendo, hein?

Segundo a empresa, o Ponto Inicial é defronte ao Depósito de Materiais de Construção Porcari (no bolsão de e

stacionamento ao lado do Posto Harmonia), passando no Parque Eloy Chaves (vizinho ao Terminal Municipal, próximo ao Coopercica) e de lá direto a São Paulo.

São 3 horários: ida entre 05h50 e 07h00 e a volta entre 16h50 e 18h00 (horários a confirmar pela empresa, escrevo aqui quando os tiver com exatidão).

Valor da passagem: R$ 11,80!

O bairro está crescendo! Mas para chamarmos crescimento de progresso, ainda falta melhorar a segurança daqui, aumentar as vagas na escola, controlar o sem número de empreendimentos…

bomba.jpg ATUALIZAÇÃO: Pessoal, o motorista da Cometa passou esses horários da folha (na figura). Os 5 primeiros horários partem do Medeiros (daqui saem 06h00, 06h15, 06h30, 06h45 e 07h00). Os 5 últimos que saem de SP terminam a linha aqui no bairro também. Os demais horários partem do Aeroporto e passam pelo Eloy Chaves. Os horários grifados são para o Terminal da Barra Funda e os não grifados para o Terminal Tietê. (Ops: tomara que, clicando na figura, dê para visualizar melhor). A partir de março, experimentalmente, sairá um horário as 4h30, que partirá pela Avenida Reynaldo Porcari, Rodovia Hermenegildo Tonoli, Terminal Urbano do Eloy Chaves, Aeroporto e Terminal Tietê – atualmente, eles passam 1o no Aeroporto e depois no Terminal Urbano do Eloy). bomba.jpg

ATUALIZADO EM 27/05 – ACABOU A LINHA DO MEDEIROS : https://professorrafaelporcari.com/2015/05/27/a-cometa-abandonou-o-medeiros/

– O Melhor da Festa da Uva 2015 de Jundiaí

Sem puxar a sardinha para nosso lado, mas… além das deliciosas uvas e dos ótimos shows e eventos da Festa da Uva de Jundiaí, um dos destaques será a dupla de sertanejo universitário Sérgio Luiz & Felipe.

Não é porque são nossos primos, mas a altíssima qualidade da banda torna obrigatório o prestígio à apresentação deles.

Que tal? Domingo próximo, dia 25, às 16h30.

Abaixo a programação:
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– Hermenegildo Tonoli é Rodovia ou Avenida?

Os radares da Estrada que liga Itupeva a Jundiaí (Rodovia Hermenegildo Tonoli) estão prontos para operar. Ainda estão lá as placas de que estão desativados, mas vez ou outra se vê radar móvel escondido autuando.

Gozado, a rodovia não tem passarela para trazer segurança às CENTENAS de pessoas que a cruzam diariamente do Bairro Medeiros (Jardins Sarapiranga, Teresa Cristina, Carolina, Antonieta e tantos outros) visando acessar as empresas do outro lado da pista, mas tem radar!

Extremamente ultrapassada, a estrada foi reformada mantendo os mesmos retornos perigosos (não dava para fazer alça de acesso ou de alguma outra forma?), além da redução de velocidade para 60 km/h!

Quer dizer que melhorar a trafegabilidade (já que a rodovia é constantemente congestionada) se resolve com radar e multa?

Para passarela não há dinheiro nem boa vontade. Mas para radar, toda a disposição possível.

Lamentável é que o Estado nada faz. Quantas vezes o Governador Geraldo Alckmin veio para Jundiaí e não foi “encostado à parede” para solucionar a falta de passarelas? E isso vem desde a administração do ex-prefeito Miguel Haddad (PSDB) até a atual do prefeito Pedro Bigardi (PCdoB). Durante todo esse tempo, só vemos vereadores indo e vindo ao bairro demagogicamente incentivando reclamações.

Ora, precisamos de ação efetiva! Vereadores, de qual partido sejam, devem pressionar o prefeito para que pressione o governador.

Chega de blá-blá-blá. Aí, quando chegar novamente o período eleitoral, todos virão prometer as mesmas coisas… tanto de esquerda quanto de direita.

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– O que esperar do Paulista FC e o que podemos fazer?

E o início da série A2 se aproxima. Com ele, também a esperança do torcedor jundiaiense em um novo momento a ser construído pelo Paulista Futebol Clube.

Curto e grosso: o que o Galo poderá fazer em 2015?

A resposta é simples: sem dúvida, resgatar o respeito perdido pelas trapalhadas e infortúnio do ano passado. Se alcançar esse objetivo, terá feito o suficiente!

Pelo que se percebe, tudo parece ter começado bem. O grupo de notáveis personalidades da cidade age com transparência e dedicação, doando seu tempo e trabalho em prol do clube. Como são pessoas que não dependem do futebol nem sugam seus recursos (como se vê na maioria dos “beneméritos diretores amadores” dos times brasileiros, onde a exploração de verbas financeiras dos clubes é nítida), as ações são realizadas com o único e maior intuito que o Tricolor da Terra da Uva poderia receber: a ajuda desinteressada de benesses pessoais a troco do re-engrandecimento necessário do Paulista. E o acerto é maior ao basear o projeto no histórico de auto-sustentabilidade comunitária do PSV da Holanda, quando o município de Eindhoven passou a abraçar o time após a saída dos aportes de dinheiro da principal empresa que bancava o clube.

Que o Velho Paulista, de dívidas quase que impagáveis e de triste desempenho em 2014, sucumba e ceda lugar para o Novo Paulista, mantendo do antigo a história mais que centenária, a tradição e a paixão da torcida, mas de maneira economicamente saudável e responsavelmente administrado. Quero crer que o objetivo maior – voltar à série A1 do Paulistão – possa ser alcançado ainda nessa temporada, embora o discurso é outro e sensato: não cair para a A3 e sanear as contas. O desejo declarado é subir em 2016, a fim de não criar uma ilusão ou falsa expectativa.

Penso que neste ano teremos mais torcida; afinal, é típico do torcedor brasileiro (e não será diferente da maioria dos de Jundiaí) que apareça mais gente no estádio na iminência do sucesso de um acesso do que em uma campanha de possível fracasso e rebaixamento. Lutar para subir traz mais gente do que lutar para não cair. E estes torcedores “de momento” se juntarão àqueles que sempre estiveram nos momentos ruins, durante a derrocada tanto no Jayme Cintra como em outras praças. Cativar mais torcedores será fundamental!

É momento de colaborar, de juntar competências como se tem feito. As ações positivas e a mudança de clima já são visíveis, e que cada força viva da cidade possa doar um pouco do seu esforço e talento para ajudar o Galo.

Humildemente, como jundiaiense e entusiasta que sou, venho oferecer uma pequena contribuição; uma idéia antiga a ser pensada: a ajuda às categorias de base com a “Escola de Regras de Futebol”, que seria o ensinamento aos jovens das noções e conhecimentos da Regra de Jogo, a fim de ajudá-los a evitar cartões desnecessários e aproveitar os inúmeros detalhes que existem no futebol para tirar proveito e maior rendimento. Prontifico-me até a criar uma grade e ajudar na orientação, sem interesse em contrapartidas ou qualquer coisa que o valha; gratuita/graciosamente, apenas para ajudar nosso glorioso Paulista com a minha experiência de 16 anos na atividade de árbitro de futebol da FPF. E, ressaltando, saber das Regras do Jogo é muito importante para o aprimoramento também ao elenco do time profissional – condição sine qua non nos dias de hoje.

Recordo-me dos benefícios visíveis de se saber detalhes da regra transformando-os em resultados positivos. Alguns exemplos:

1) Ronaldinho Gaúcho parado na área se fazendo de cansado esperando uma cobrança de lateral, iludindo o SPFC no Morumbi num pseudo-impedimento pela Libertadores;

2) Roberto Carlos cobrando um escanteio que resultou em gol contra a Portuguesa após o gandula estar no bico do tiro de canto com uma bola na mão, pegando a Lusa desapercebida esperando autorização desnecessária do árbitro pelo Paulistão;

3) A União Barbarense de Paulo Comelli surpreendendo o Palmeiras numa cobrança rápida de falta, onde a bola foi tocada sem que os alviverdes percebessem e o chute virou um gol indefensável à meta de Marcos.

Como se vê, nas Comissões Técnicas deveriam existir (na medida do possível) um orientador de arbitragem. O futebol é interessante também por causa disso: o profissional trabalha sem conhecer as 17 regras e seus detalhes; ou seja, desconhece aquilo que normatiza o seu próprio ofício.

Responda rápido, caro leitor: quais são as 17 regras da Lei do Jogo de Futebol?

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– E aí? Viu como é difícil? O tempo foi suficiente para se lembrar delas?

Em 2014, pudemos acompanhar o lateral Jeff Silva levando cartão amarelo após cobrar um arremesso lateral totalmente errado, estando fora da posição correta e tentando justificar que “era para trás”; David Macedo sendo expulso por discutir com a arbitragem; Dinelson sendo suspenso por revidar falta não marcada que virou vantagem; e por aí vai.

Enfim: se todos nós pudermos dar uma contribuição ao Paulista dentro das nossas expertises, certamente o Galo fará um bom campeonato.

Independente de como possamos ajudar, fica o convite: acompanhe o Galo no estádio e sintonize o AM 810 da Difusora Jovem Pan Sat, torça na escuta do Time Forte do Esporte, sob o comando de Adilson Freddo e toda a sua equipe. Ainda: leia tudo sobre as análises das arbitragens dos jogos do Tricolor no Bom Dia Jundiaí em nossa coluna virtual e na coluna impressa; e, não se esqueça, visite o “Pergunte o Árbitro” (pergunteaoarbitro.wordpress.com), blog especializado no assunto.

Façamos uma corrente positiva para que o Paulista FC, um dos símbolos mais queridos e representativos de Jundiaí, volte a galgar resultados dignos de sua grandeza e dê alegrias ao torcedor, conquistando as crianças e reconquistando os mais antigos aficcionados!

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– Parabéns ao Prefeito Bigardi. E atenção a ele próprio!

Sou bem crítico às coisas que cheiram a demagogia e papo-furado. Mas devo ser justo: o prefeito Bigardi anunciou um pacotão interessante ao transporte público de Jundiaí, incentivando o bilhete único, segurando a tarifa aos estudantes e bancando subsídios aos domingos.

Ótimo. Mas falta muita coisa; e se o assunto é transporte, uma delas é: olhar com mais carinho ao trânsito frenético das regiões que crescem desordenadamente.

Um dos exemplos é aqui no Medeiros: se torna inadmissível que sem planejamento viário algum, numa região conhecida por casas de veraneio e sítios, carente de escolas e creche, permitam PRÉDIOS sem respeitar a estrutura do bairro.

Ao mesmo tempo que leva palmas de louvor, vale o puxão de orelha ao prefeito.

Será que as autoridades estão ignorando o que acontece por aqui?

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– Movimento Voto Consciente apresenta relatório das sessões da Câmara Municipal de Jundiaí

por Reinaldo Oliveira

No dia 16 de dezembro a Câmara Municipal de Jundiaí realizou a ultima sessão ordinária e uma extraordinária do ano de 2014. Na sessão ordinária foi eleita a nova mesa diretora para o biênio 2015/2016, que terá como presidente o vereador Marcelo Gastaldo (PTB). E na sessão extraordinária foram votados importantes projetos.

Também no dia 16, o Movimento Voto Consciente Jundiaí, que faz o acompanhamento das sessões camarária desde 2006, com anotações em planilhas de fatos que ocorrem durante as sessões, apresentou um relatório onde aponta que do tempo utilizado para as 87 sessões do biênio, 27% do tempo foi gasto com a suspensão dos trabalhos.

Das 87 sessões os voluntários do Movimento Voto Consciente Jundiaí fizeram o relatório com análise de 29 sessões, o que corresponde a 1/3 das sessões realizadas. No dia 19 de dezembro, em matéria veiculada no Jornal de Jundiaí, alguns vereadores fizeram ressalvas quanto a votação às pressas de alguns importantes projetos.

Na ressalva informam não terem tido tempo suficiente para um melhor estudo e leitura dos projetos. Logo, o desperdício de tempo gasto com a suspensão dos trabalhos é um flagrante desrespeito ao publico que comparece à Câmara Municipal para ver e acompanhar os trabalhos dos nobres vereadores.

É importante que eles revejam o tempo gasto com a suspensão dos trabalhos, no sentido de respeito para o público que comparece às sessões, bem como para utilização melhor do tempo para o estudo e leitura dos projetos. Os dados utilizados para obter o percentual, podem ser acessados no site da Câmara Municipal de Jundiaí.

Conheça o trabalho do Movimento Voto Consciente Jundiaí acessando o http://www.votoconscientejundiai.com.br

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– A Segurança Hídrica de Jundiaí destacada na Revista Época

Olha que bacana: nossa Jundiaí é destaque na Revista Época pela segurança hídrica, onde se relata o “segredo” por não faltar água.

Em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2014/11/por-que-bnao-falta-agua-em-jundiaib.html

Por que não falta água em Jundiaí

Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)Represa no rio Jundiaí-mirim e a cidade de Jundiaí ao fundo. Cidade é uma das poucas que não sofrem com a seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)

Muitos moradores da cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, trabalham na capital do Estado. Eles saem todo dia de manhã de casa e vão trabalhar na metrópole. Ele vivem duas realidades. No lugar onde passam o dia, sentem os efeitos da grave crise de água paulista. Notam uma piora na qualidade da água que bebem e escutam relatos de vários amigos que enfrentam cortes semanais de água em suas casas. Em Jundiaí, a situação é completamente oposta. Os 350 mil habitantes de Jundiaí estão em uma ilha de abastecimento, enquanto as cidades ao redor sofrem com a seca. A represa da cidade, por exemplo, está com 70% de sua capacidade de armazenamento, enquanto o sistema Cantareira, que abastece São Paulo, está com apenas com 10%. Cidades próximas, como Itu ou Campinas, estão em situação desesperadora, enquanto o abastecimento em Jundiaí é classificado como “satisfatório” pela Agência Nacional das Águas (ANA). Certamente não choveu mais em Jundiaí do que nas cidades vizinhas. Como explicar?

>> 10 medidas para evitar que a crise da água piore no ano que vem

A tranquilidade que Jundiaí passa na crise não é fruto de um prefeito ou uma administração, mas de uma série de medidas que começaram no passado e continuaram em administrações seguintes. A primeira represa da cidade foi construída há mais de 60 anos. Segundo o diretor-presidente da DAE-Jundiaí, Jamil Yatim, a represa foi ampliada em vários momentos, como na década de 1970 e na de 1990, e mesmo agora, sem estar passando por racionamento, há a previsão de novas obras. “Nós não estamos com problemas, mas estamos planejando ampliar a represa. E se ocorrer outra seca grave como essa? Espero que não, mas se acontecer, temos que estar preparados”, diz Yatim.

A principal responsável pela situação confortável da cidade hoje foi uma decisão tomada há 20 anos. Em 1994, prevendo o crescimento da população, Jundiaí fez um pedido ao Comitê de Bacias Hidrográficas para aumentar a quantidade de água que capta do rio Atibaia. Na época, a cidade tinha autorização para captar 700 litros por segundos, e pedia para aumentar esse valor para 1.200 litros por segundo. O Comitê concordou com o pedido, mas fez quatro exigências: construir uma represa no rio Jundiaí-Mirim, uma estação de tratamento de esgoto, instalar novos equipamentos hidrométricos e reduzir as perdas de água no abastecimento. Diferentemente do que costuma acontecer no Brasil, essas medidas não ficaram apenas no papel ou perdidas na burocracia. Uma vez colocadas em prática, elas criaram a situação de segurança hídrica na cidade.

A represa funciona como uma poupança. Quando o consumo da cidade é menor do total que ela pode captar do rio Atibaia, a água é direcionada para a represa, que “guarda” esses litros a mais para uma situação de estiagem, como a que enfrentamos agora. Um sistema semelhante foi proposto pela Sabesp para o sistema Cantareira, o Banco das Águas. No entanto, no caso paulistano, o sistema não conseguiu armazenar a água em anos chuvosos, como 2011, e abriu as comportas, desperdiçando essa água.

Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)

O exemplo de Jundiaí mostra que o planejamento e obras feitas ao longo do tempo, mesmo em anos chuvosos, acabam se tornando a melhor forma de se preparar para a estiagem. Hoje, a cidade é a quinta melhor do país no ranking de saneamento e abastecimento do Instituto Trata Brasil, com baixos níveis de perda de água nos encanamentos. Mas os recursos hídricos no Brasil nunca foram realmente pensados a longo prazo. O resultado é que Jundiaí é uma exceção. Segundo Francisco Lahóz, presidente do Consórcio PCJ – uma união de prefeituras e empresas que consomem água dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí -, das 76 cidades da região, apenas Jundiaí e mais cinco podem dizer que não estão passando por crise. Ele cita Nova Odessa, Piracicaba, Santa Bárbara d’Oeste, Cabreúva e Indaiatuba.

Mesmo as poucas cidades que estão em situação confortável de abastecimento não fizeram obras por visão de futuro, mas por necessidades do momento. É o caso de Piracicaba e Nova Odessa. Piracicaba fez obras de abastecimento na época da construção do Sistema Cantareira, por medo de que o Cantareira secasse os rios que abastecem a cidade. Essas obras, como a captação de água do rio Corumbataí, permitem que a cidade tenha relativa tranquilidade no abastecimento. Nova Odessa é outro caso. A cidade estava muito distante do rio Jaguari ou Atibaia para captar água, e por isso optou por fazer um reservatório em um ribeirão local. “Muitas vezes, não é que a cidade teve um planejamento exemplar. É a que própria necessidade obrigou as prefeituras a fazer alguma coisa”, diz Lahóz. Santa Bárbara d’Oeste também tem sua própria represa, enquanto que Cabreúva e Indaiatuba se beneficiaram de uma mudança no status da qualidade da água de rios locais, aumentando a possibilidade de captação.

>> O que você precisa saber sobre a crise de água em São Paulo

Ter um reservatório ou uma outorga para captar água de várias fontes acaba sendo o fator em comum das poucas cidades da região da Cantareira que conseguem manter o abastecimento normalizado mesmo durante a pior crise de água de São Paulo. Porém, se vamos pensar no futuro, essas medidas não são suficientes. Os gestores precisam planejar melhor a situação dos recursos hídricos no país, reflorestar regiões da Mata Atlântica para proteger mananciais e incentivar a população a utilizar a água de forma consciente. Desta forma, na próxima estiagem, mais cidades, ou quem sabe todas elas, possam conseguir driblar a seca como fez Jundiaí.

– E nasceu o Novo Paulista!

Golaço das forças vivas de Jundiaí!

Não sei quem foi(ram) o(s) idealizador(es), mas está(ão) de parabéns o(s) responsável(is) pela criação do grupo de notáveis jundiaienses que tomou a frente do “Novo Paulista”, uma empresa criada a fim de gerir o Paulista FC e tirar o Tricolor do fundo do poço.

Com um projeto de resgate moral a curto prazo e de capacitação técnica da equipe a médio, a proposta é de reestruturar o clube. Com dívidas milionárias do Galo, as pessoas de credibilidade incontestável na cidade (e que são muitos, tanto da velha guarda do Paulista como da nova geração) trabalharão para tirar o time da situação periclitante.

Conseguirão?

Creio que sim. Aos poucos, a sociedade vai tomando ciência de todo o projeto e certamente a proposta ganhará apoio da torcida.

Ao ver a relação dos nomes, não dá para não fazer a observação: e um dia o tal de José Macena reinou em Jayme Cintra… sem comparações!

Abaixo a relação dos envolvidos e o desejo de sucesso a esses homens de boa vontade.

(foto extraída de João Paulo dos Santos via Facebook)

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– DER vergonhosamente entregará uma rodovia perigosa e com radares!

Indústria da Multa ou Preocupação com o Motorista?

Rodovia Vice Pref Hermenegildo Tonoli continuará sem passarelas, perigosa, com retornos muito mal feitos e sobrecarregada. Mas os radares a 60 km/h estarão lá!

Ridículo…

Extraído do Jornal da Região (Jundiaí), abaixo, extraído de: http://jrjundiai.com/jornaldaregiao/der-avisa-jundiai-itupeva-60-kmh/?fb_action_ids=951386181542329&fb_action_types=og.comments

DER AVISA: JUNDIAÍ A ITUPEVA A 60 KM/H

A pedido do “Jornal da Região”, o Departamento de Estradas de Rodagens (DER) emitiu uma nota afirmando que a velocidade na Rodovia Vice-Prefeito Hermenegildo Tonoli, de Jundiaí a Itupeva, é de 60 Km/h em toda a sua extensão.

O DER esclarece uma dúvida dos usuários, que pensavam que o único trecho a 60 Km/h era próximo ao Pesqueiro, no bairro do Eloy Chaves e Medeiros.

Segundo nota do DER, a velocidade é válida para todo o trecho até a cidade de Itupeva.

O Departamento lembra ainda que está instalando os radares de velocidade e eles não estão operando, porque há obras de recapeamento asfáltico (dentro dos padrões) para trânsito pesado.

Tão logo as obras sejam concluídas e os radares aferidos, é que começam a ser aplicadas as multas.

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– Uma Pseudo Qualidade de Vida em Jundiaí?

Qualidade de vida é isso aqui? Trânsito parado e cidade travada?

Antes de mais nada, sou partidário, mas não apolítico.

Anos de administração pública tucana (seguida da comunista / petista que nada mudou) incentivando os novos loteamentos na cidade, pregando a suposta “qualidade de vida” de Jundiaí, com especulação imobiliária nas alturas, e eis o resultado: cidade com trânsito caótico, terrenos e aluguéis hiper majorados, e insegurança pública gritante. Somos reféns do medo em nossas próprias casas, ilhados pelos congestionamentos e desgostosos da “pseudo-renovação” dos gestores da cidade.

E não me venham postar nhe-nhe-nhém sobre político X ou Y, porque todos eles são responsáveis por esse caos!

#PSDB, #PT, #PMDB, #PCdoB Todos farinha do mesmo saco! Quando estão no poder, mostram quem realmente são. O lindo discurso de campanha vira “dificuldade de implantação na prática”.

Pronto, desabafei. Não me encham a paciência os militantes, aspones e candidatos de plantão.

Ah! Não pleiteio cargo público nem voto algum, sou só um cidadão inconformado com a demagogia dos nobres governantes.

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– Época de Eleição e…

Quantas vezes você ouviu falar que irão remodelar os acessos para a entrada de Jundiaí?

Eu já ouvi, creio, desde a época do prefeito Walmor! E olha que faz tempo…

Toda ano de Eleição surgem as promessas (INDEPENDENTE QUAL SEJA O PARTIDO). Agora, o Governo Estadual anunciou a construção das alças da Avenida Nove de Julho e um acesso próximo à Avenida Jundiaí, uma espécie de “continuidade” da Avenida Osmundo dos Santos Pelegrine atravessando a Rodovia Anhanguera.

Vai desafogar o trânsito? A obra terminará em 2017, iniciando-se no final do ano. Até lá, precisaremos de novas obras…

Só acredito vendo! Olha o projeto abaixo:

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Paulista x Red Bull – Copa Paulista

Neste próximo domingo teremos um importante jogo visando a liderança da Copa Paulista. Para o duelo entre o Galo x Touro, teremos a arbitragem de Maurício Antonio Fioretti, 42 anos, natural de Americana e agente de viagens.

E o que esperar dele?

Maurício é bom árbitro, muito experiente e destoa das outras escalas da Copa Paulista. Na semana passada (e na maior parte das rodadas da competição), eram árbitros novatos em teste. Talvez pela importância do jogo a FPF resolveu sortear um juiz experiente.

Com 16 anos de carreira, a maior parte na A2 e na A3 e com participações na A1, Maurício tem como característica deixar o jogo correr. Não gosta de conversa dentro de campo, sabe usar muito bem as advertências verbais e não titubeia no uso do Vermelho. É avesso a reclamações!

Seu bandeira número 1 será Orlando Massola Jr, que é bem rodado e não deverá ter problemas. Já o bandeira 2 é jovem: Renê Wagner, de apenas 25 anos e debutando em jogos de maior apelo. O 4o árbitro é experiente, Cristiano de Lazzari, sem observações a serem feitas.

Espero uma arbitragem segura para esse domingo!

Em tempo: há 1 ano e meio, Fioretti foi vítima de uma covarde agressão na partida da A3 envolvendo Marília x Independente de Limeira, por parte do zagueiro limeirense Sassá. O árbitro teve que se ausentar do gramado por algum tempo e fazer uso de cinta toráxica para se recuperar, após um golpe com a sola da chuteira no seu peito. Veja a agressão em: http://is.gd/JsHmq4. E a curiosidade: Sassá pegou a mesma pena que Petros (180 dias).

Acompanhe a transmissão de Paulista x Red Bull pela Rádio Difusora Jundiaiense AM810 Jovem Pan Sat, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, jornada esportiva a partir das 9h00!

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– Festa da Padroeira Nossa Senhora do Desterro!

As cidades que celebram a devoção à Virgem Maria sobre a invocação da Assunção da Mãe de Deus têm o dia 15 como feriado. Aqui em Jundiaí, a chamamos de Nossa Senhora do Desterro, e o município está parado para as Celebrações Eucarísticas da data.

Mas por quê Desterro?

Tal referência mariana é um título sobre o momento em que a Sagrada Família teve que fugir ao Egito (desterro significa fuga). Assim, recorda-se que os fundadores da Vila de Jundiahy, Petronilha Antunes e Rafael de Oliveira, fugiam de São Paulo de Piratininga e aqui permanceram. Por tal situação, recorreram à Maria, Nossa Senhora do Desterro.

Nesse dia, lembremo-nos dos que fogem das persiguições, das vítimas de guerras e injustiças sociais. E, é claro, por toda a nossa cidade e Diocese.

Nossa Senhora do Desterro, rogai por nós!

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– Qual político vai responder o Questionário do Bispo?

Dom Vicente Costa reuniu os candidatos a deputados moradores na Diocese de Jundiaí. A eles entregou várias questões a serem respondidas em uma semana.

Responderão tudo mesmo?

Abaixo:

DIOCESE DE JUNDIAÍ PROMOVEU APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOSA A DEPUTADO ESTADUAL E FEDERAL

Por Reinaldo Oliveira

Promovido pelo Pastoral Fé e Política, no dia 8 de agosto, a Diocese de Jundiaí realizou a apresentação dos candidatos a deputado estadual e federal, com residência em uma das 11 cidades da área da Diocese.

Dom Vicente Costa – bispo diocesano, fez a abertura da Apresentação dando as boas vindas a todos/as, e recordando as palavras do Papa Francisco, disse: “Envolver-se na política é uma obrigação do cristão” E mais: “Devemos participar da política porque a política é uma das formas de pra5ticar a caridade”.

Com a mesa formada pelo padre Geraldo da Cruz Bicudo de Almeida – assessor diocesano da Pastoral Fé e Política, Norma Casale – agente da Pastoral, os trabalhos foram coordenados pelo Claudio Nascimento, coordenador diocesano da Pastoral.

Com o objetivo de levar ao conhecimento para a população da região, informações sobre os candidatos, os candidatos/as tiveram momento de apresentação pessoal seguido de respostas à perguntas formatadas por uma comissão da Pastoral e por voluntários do Voto Consciente.

Realizado na Cúria Diocesana, o evento teve a presença de 23 candidatos/as, que ao fim da apresentação individual, receberam um exemplar da cartilha “Pensando o Brasil. Desafios diante das eleições 2014”, editada pela CNBB.

Também os candidatos/as receberam todas as perguntas com o compromisso de devolvê-las respondidas no prazo de uma semana, para as respostas serem impressas e serem levadas ao conhecimento, em encontros da Pastoral Fé e Política, com as demais Pastorais da Diocese.

Para o coordenador da Pastoral Fé e Política – Claudio Nascimento, o evento atendeu ao objetivo e deu sequência ao trabalho da Pastoral e da Diocese, que já há 3 anos realiza dois encontros anuais com os gestores políticos das 11 cidades da Diocese.

Claudio ressaltou também a parceria com o Movimento Voto Consciente Jundiaí e informou que o próximo evento de informação/formação política, acontece nos dias 23 e 30 de agosto, das 14h às 17h – Oficina de Educação Política e Cidadania, com as parcerias da Cáritas Diocesana e da Rede Social Jundiaí.

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– Pensionato de Viciados?

Que triste: o estacionamento do Centro Esportivo Nicolino de Lucca (Bolão) está infernal com vagabundos fumando maconha na cara dura! Os caras estão constantemente intimidando a todos para “um trocado pro lanche, senhor“.

Lanche?

Vão lanchar drogas? Ninguém disposto a pegar na enxada!!!

Coitados dos moradores do Bairro do Anhangabaú…

Defendo o trabalho das casas assistenciais, reinserindo os necessitados na sociedade. Mas as entidades não podem ser pensionatos de viciados. O que tem sido feito nessa região de Jundiaí é maldade com o cidadão de bem, que não consegue abrir a porta da sua própria casa que dá de frente com esses marginais.

E tem mané que defende a legalização dos entorpecentes…

DROGAS- caia fora!

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– E hoje tem Paulista x XV de Piracicaba!

Hoje teremos o segundo jogo do Tricolor Jundiaiense na Copa Paulista. O Galo da Terra da Uva joga no Jayme Cintra contra o seu tradicional rival “Nhô Quim”.

Sabemos que o time foi rebaixado da A1 para A2, que existem dificuldades financeiras, que a fase é ruim… mas é o Paulista de Jundiaí, time profissional da nossa cidade e de tantas glórias conquistadas.

O que esperar do jogo?

Depois da novela para a liberação de alguns contratados, o técnico Beto Cavalcante poderá contar com o time “quase ideal” que vinha treinando, diferente da formação que perdeu do Red Bull no último sábado.

A arbitragem será de Lucenilton Souza Ferreira. Bom e jovem árbitro, ainda em formação. Aliás, a Copinha serve para isso: formar árbitros e jogadores num segundo estágio da Copa SP de Jrs.

Prestigie! O jogo começa às 15h, ingressos a R$ 5,00 + 1 kg de alimento.

Acompanhe a transmissão ao vivo pela Rádio Difusora Jovem Pan AM 810 – com a batuta do Time Forte do Esporte de Adilson Freddo; narração de Marcelo Tadeu, reportagens de Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha), comentários de Heitor Freddo, análise da arbitragem com Rafael Porcari e na técnica Tonico Caparroz! Jornada esportiva a partir das 14h.

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– Coitada da Rodovia Hermenegildo Tonoli

Veja essa foto da Rodovia Hermenegildo Tonolli (Estrada Jundiaí – Itupeva): congestionamento normal e fora do horário de pico!

Motivo: excesso de veículos (faltam faixas), rotatórias que afunilam (ao invés de passagens de nível) e pedestres entre carros (por não existir passarelas).

Coitados dos moradores da cidade de Itupeva, do Bairro Medeiros e do Parque Industrial. Abandonados pelos governantes estaduais do PSDB e municipais do PCdoB / PT.

Essa estrada é a prova cabal da falta de vontade política. A vida inteira se vê Município jogando para Estado, que passa para DER e que nada de eficaz faz.

Lamentável!

– Desrespeito aos Moradores do Bairro Medeiros

Com pesar, “sinalizaram a Avenida Reynaldo Porcari” de maneira amadorística. E o lamento é maior pelos fatos que cercam o histórico da via.

Depois da Prefeitura solicitar aos moradores que fizessem as calçadas no logradouro em 2012, prometeu recapear o asfalto naquele trecho (ainda antes do término da Administração Miguel Haddad). A mim, pessoalmente, foi dito que a camada asfáltica que emendaria o velho asfalto às calçadas seria provisória, pois antes do final do mandato a avenida seria recapeada). A aquela emenda foi dado o nome de casca.

As calçadas foram feitas pelos moradores. As Eleições Municipais passaram, Miguel Haddad entregou o cargo e não recapeou. Assumiu Pedro Bigardi, recapeou imediatamente a Avenida Benedicto Castilho de Andrade no Parque Eloy Chaves (que também precisava) e esqueceu da Avenida Reynaldo Porcari.

Passado o 1o ano da administração, o asfalto continua irregular, cheio de ondulações e a casca se esfarela. Mas não é que sinalizaram porcamente a avenida com uma faixa amarela TODA TORTA?

Com todo respeito, mas quem fez esse serviço é (1) incompetente; (2) estava embriagado ou (3) foi sacana mesmo. Repararam no péssimo traçado?

Vejam a foto abaixo:

1- Em frente a escola Educar, a avenida faz um zigue-zague. E fica sem estacionamento mais a frente para os frequentadores do Salão das Testemunhas de Jeová.

2- Próximo aos Residenciais Parque da Serra e Reserva da Mata, afunilaram a via para o lado esquerdo (sentido Estrada de Itupeva). E o pedestre andará onde, pois, veja: cadê a calçada? E o ciclista, andará no mesmo sentido que os carros na outra via, em ponto cego?

3- Vizinho ao Condomínio das Chácaras das Palmeiras Imperiais, o coitado do morador local achará que quem traçou a faixa perdeu as noções de reta, curva, simetria… Ridículo!

4- Pintura nova, mas não aguentou a primeira chuva em frente ao Batalhão da PM. Já se apagou com menos de uma semana. E repare: ali sempre empoça água quando chove, mas o problema nunca é resolvido…

E aí, o que os moradores devem fazer? O vereador Rafael Purgato tem mostrado boa vontade nisso, mas, creio, não poderia deitar na frente dos veículos de pintura para pará-los. Mas cá entre nós… será que não poderia interceder por um serviço mais competente nessa sinalização e solicitar o recapeamento?

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– A Tragédia da Lavanderia onde o Amor levou a culpa…

Que raio de amor é esse que mata?

Parece que acontece somente na TV, mas ocorre bem pertinho de nós também!

Sobre o triste caso do crime passional no Parque Eloy Chaves, nosso vizinho, abaixo:

Ops: E dizem que o ser humano é diferente dos demais porque é racional. Mas vale refletir:

– É racionalismo ir discutir com alguém armado?

– Estar premeditado a agredir é racional?

Racionalidade é matar por paixão?

Extraído de: http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/67641/ex-marido-em-fria-gera-terror-e-mortes-no-eloy-

EX-MARIDO EM FÚRIA GERA TERROR E MORTES NO ELOY CHAVES

Jovem de 23 anos conversava com amigo em sua lavanderia, em galeria do bairro, quando homem chegou

Por Karol Rebello

Um crime passional deixou o bairro do Eloy Chaves em choque no fim da tarde desta  terça-feira (13), quando um ex-marido invadiu um dos principais centros comerciais do bairro, matou um rapaz que conversar com sua ex-mulher, atirou nela e depois cometeu suicídio. A fúria foi diante de pessoas que passavam pelo local, a Galeria Primavera, ao lado de um dos maiores condomínios de prédios de Jundiaí.

Por volta das 17h, Marcela Camile Galdino, dona da lavanderia Moderna, conversava com um homem quando seu ex-marido, identificado pela Polícia Militar apenas como Geraldo, entrou no local.

Segundo informações da PM, Geraldo entrou no estabelecimento e começou a discutir com os dois. O homem estava armado e atirou contra a mulher (teria acertado dois tiros nela) e no amigo, que acabou morto e não teve o nome revelado até às 20h30 de terça.

Após o ataque, o ex-marido deu um tiro na própria cabeça e morreu na hora.

Marcela, de 23 anos e mãe de um menino de 2, foi levada ao Hospital São Vicente de Paulo e passou por cirurgia no começo da noite de terça.

Segundo testemunhas, o autor dos disparos estava muito nervoso e a discussão que antecedeu aos disparos durou cerca de 15 minutos.

Os corpos permaneceram no local por mais de uma hora, até que a perícia coletasse todas as evidências. A autópsia deverá ser  realizada hoje pela manhã e os corpos serão liberados para o enterro.

O crime chocou amigos que entraram na página de Marcela em rede social e mostravam sinais de desespero. “A ocorrência no Eloy com a Marcela?”, perguntou uma mulher.

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– Ah se todo ano fosse ano de Eleição na Região… Ops: Jundiaí na Veja?

O jundiaiense já se cansou de promessas para melhorar o trânsito da nossa cidade. E o governador Alckmin disse que há um pacote para obras de melhoria para Jundiaí, como a construção das alças de acesso da Avenida Nove de Julho para a Rodovia Anhanguera.

Duas questões:

1- O problema se resolverá ou apenas transferiremos o congestionamento para outro ponto? Só isso será suficiente?

2- Cá entre nós: não eram para as alças estarem prontas quando a Nova Rodoviária foi entregue, anos atrás? Desde quando ouvimos sobre a construção delas?

Já repararam que há uma preocupação dos chefes do Executivo em entregarem obras nesse período e prometerem mais coisas? Alckmin, Dilma, entre tantos outros, usam os mesmos métodos demagógicos, infelizmente.

Em tempo: a Revista Veja percorrerá as cidades que mais crescem no Brasil, e na próxima semana enfocará Jundiaí, município que possui o maior percentual de crescimento da classe A e B, segundo a publicação. E quem será o “pai do desenvolvimento”: o pessoal de Miguel Haddad que dirá ser o responsável pelo índice ou a turma de Pedro Bigardi dizendo que já é fruto da administração?

A Guerra das Vaidades será grande…

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– Os Livros Didáticos que ensinam errado!

Que coisa feia… livro usado pelos alunos das escolas públicas de Jundiaí foi impresso com erros nos nomes dos estados da federação.

O curioso é: na capa, diz que a edição teve 8 (OITO) revisores!

Reviram o quê? Demissão para esses caras!

Extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/04/erro-ortografico-em-mapa-de-livro-escolar-surpreende-mae-em-jundiai.html

ERRO ORTOGRÁFICO EM MAPA DE LIVRO ESCOLAR SURPREENDE MÃE EM JUNDIAÍ

Mapa mostra Minas Gertais, Espíritu Santo e Ácre, com acento. 
Prefeitura informa que notificou editora responsável pelo material.

Por Ana Carolina Levorato

Vários erros ortográficos presentes em um mapa geográfico de um livro didático infantil usado por uma escola municipal de Jundiaí (SP) chamaram a atenção de uma mãe de aluno. Uma foto enviada pelo aplicativo TEM Você mostra que os estados do Acre, do Espírito Santo e de Minas Gerais aparecem com a grafia errada no material, voltado para alunos do segundo ano do ensino fundamental.

No livro, está escrito “Minas Gertais” (Minas Gerais), “Espíritu Santo” (Espírito Santo) e Ácre (com acento). Além disso, falta a identificação do Distrito Federal e de cinco estados do Nordeste: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. De acordo com a auxiliar administrativa Vanessa Marques, de 34 anos, foi seu filho de 7 anos que mostrou os erros para a mãe na terça-feira (8). “Ele chegou em casa e folheamos o livro juntos. De repente, ele me disse: ‘Olha, mamãe, os nomes dos estados estão escritos de forma errada’. Ou seja, é tão grosseiro que ele percebeu assim que olhou para o mapa”, conta Vanessa.

A mulher diz, ainda, que chegou a folhear o restante do livro para ver se havia alguma brincadeira no material didático. “Dei uma olhada no resto para ver se aquilo era alguma pegadinha ou algo que fosse para chamar a atenção da criança, mas não era. O restante do livro está correto, o que não adianta nada, porque são demais esses erros crassos em um livro destinado a ensinar crianças em uma fase crucial de alfabetização”, destaca.

lém disso, Vanessa aponta que até agora o uniforme escolar – que deveria ter sido entregue pela Prefeitura de Jundiaí no início das aulas – não chegou.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação da cidade informou ao G1 que notificou imediatamente a editora responsável pela impressão dos livros didáticos – que assumiu total responsabilidade sobre o problema – para que ela corrija os erros ortográficos e faça a impressão de novas páginas para substituí-las no livro já nos próximos dias.

Os professores também estão sendo orientados para a substituição do material.

Sobre os uniformes, a Secretaria de Educação informou que os kits chegarão às escolas da rede municipal em duas semanas, a partir do dia 22. A previsão inicial era entregar todas as peças até o dia 15 de março, mas um problema com o fornecedor de meias atrasou a entrega.

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– A Mesma História em Toda Bali Folia…

Nunca fui, mas respeito os gostos de quem foi. No Parque da Uva, em Jundiaí, ocorreu novamente o festival musical com Ivete Sangalo e outras atrações chamado de “Bali Folia”.

De novo roubaram carros nas redondezas…

De novo celulares foram saqueados…

De novo os vizinhos reclamaram…

De novo o Plantão Policial lotou de vítimas…

Fico pensando: se é tão perigoso assim, por que as autoridades não se previnem? Ou melhor: será que o organizador do evento dá as condições para que o festival seja tranquilo?

Uma outra questão: os frequentadores são prudentes, ou deixam tudo fácil para os meliantes?

Vale pensar sobre isso…

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– A Fórmula do Paulistão 2014 foi justa?

Pense: os melhores de cada grupo classificaram-se para a fase seguinte do Campeonato Paulista. Os piores na tabela geral foram rebaixados. Justo?

Nos 4 grupos de 5 clubes, os times se enfrentaram sem confrontos na própria chave. Isso quer dizer que os adversários não foram todos iguais. E aí vem um detalhe interessante: o Grupo A (São Paulo, Penapolense, Linense, Comercial e Atlético Sorocaba) somou 85 pontos; porém, o Grupo B (Botafogo, Ituano, Corinthians, Audax e XV de Piracicaba) fez 122 – quase 44% a mais! O Grupo C alcançou 107 pontos e o D atingiu 106. Ou seja: foi mais fácil se classificar por estar no grupo A (que perdeu mais pontos) do que no B (que era mais forte, pelo total de pontos somados).

Mas o que chama a atenção é o seguinte: para a classificação, os dois melhores de cada chave entraram. Se esse critério fosse adotado para o rebaixamento (ou seja, o pior de cada grupo), o Comercial de Ribeirão Preto teria se salvado e o XV de Piracicaba rebaixado!

Fazendo a lógica inversa, se o critério de classificação fosse o mesmo do rebaixamento (por pontos na tabela geral), o Corinthians (7o colocado) teria se classificado e não a Penapolense (13o).

Fica a pergunta – o que foi mais justo: o critério para a classificação ou para o rebaixamento?

Curiosidades:

1- o São Bernardo e o Audax perderam apenas 4 jogos mas ficaram no meio da tabela. A Ponte Preta perdeu 7 partidas e foi goleada em casa na última rodada por 4×0 pelo Mogi Mirim, e se classificou como 6o! Motivo: a Macaca venceu 8 e foi o único time a não empatar. Veja como os empates parecem não ser tão bons resultados…

2- Ribeirão Preto está dividida entre o céu e o inferno. Numa ponta o classificado Botafogo, na outra o rebaixado Comercial! Aliás… Vagner Benazzi, treinador comercialino, plantou 7 pimenteiras no Estádio Palma Travassos antes do jogo contra o Paulista de Jundiaí e venceu o jogo. Mas depois disso… será que faltaram mais mudas?

3 – José Macena, técnico do Oeste de Itápolis, conseguiu um feito histórico: era o supervisor geral de futebol do Paulista FC, e, após rebaixar o time de Jundiaí foi contratado pelo Oeste para ser treinador. Caiu também! Duplo descenso no mesmo torneio.

4- Dos rebaixados, 3 são de cidades com PIBs excepcionais no estado de São Paulo: Jundiaí, Sorocaba e Ribeirão Preto. Somar-se-ão na A2 com Campinas (Guarani), Santo André e São Caetano. Quem disse que cidade rica faz time forte? Lembrando que na A3 temos São José do Rio Preto (América e Rio Preto), São José dos Campos, Bauru (Noroeste), Limeira (Internacional) e Guarulhos (Flamengo). Somadas, são mais ricas que muitos estados brasileiros…

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– E o tal do Macena?

Gostei muito da entrevista do presidente do Paulista FC, Djair Bocanella, ao Danilo Sanches no BOM DIA (domingo, 23/03/2014).

Abriu seu coração, falou das dificuldades, angústias, críticas, liberdade de trabalho aos treinadores e tantas outras coisas. Ressaltou que nunca usou o clube para se beneficiar ou fazer política. Ótimo!

É gente boa. Idem ao Cristiano Mingotti, seu vice. Mas…

Ficará a constatação: o trabalho foi difícil, eles se esforçaram, o time não tinha dinheiro. Porém, de quem foi a infeliz ideia de aceitar José Macena como Supervisor de Futebol e dar a ele tantos poderes no clube? Que histórico ele tinha? O de subir clubes da A3 para a A2? Know how de série A1 é algo que nunca teve!

Questiono: por que ele permaneceu forte no clube por tanto tempo? Isso precisaria ser esclarecido. Robinson Machado Berró, comentarista da Rádio Difusora, sabiamente havia alertado diversas vezes sobre o péssimo trabalho de José Macena no Taubaté, e tudo o que o especialista previu, de fato, aconteceu. Pífia campanha e rebaixamento.

Por qual motivo tal trabalho ruim no Vale do Paraíba credenciava ele para trabalhar no Galo?

Esse talvez tenha sido o grande erro do Paulista, além, claro, da pindaíba que atrapalha qualquer gestor de qualquer negócio. É aí que deve entrar a Criatividade do pessoal do Marketing. E entrou?

Agora, é trabalhar. O centenário Paulista Futebol Clube já passou por muita coisa e vencerá essa fase difícil. Aproveito e desejo boa sorte ao Djair e ao Mingotti no restante do ano. Não os critico pelo trabalho realizado, pois se esforçaram em meio a inúmeros obstáculos. Mas a observação é pontual: Macena foi um erro!

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem de Paulista x Bragantino

Galo da Terra da Uva versus Massa Bruta. Esse jogo tem importância ou não? Me recordo de uma partida na década de 90 apitada por Marcos Fábio Spironeli, em seu último ano de carreira. Na ocasião, ele expulsou o craque do Paulista da época, Edu Lima, no 1o minuto de jogo! Nem precisa dizer como foi o restante da disputa…

Rivalidade dentro e fora de campo, mas… e para domingo? Um já rebaixado e o outro buscando a classificação para a 2a fase. E a arbitragem, o que esperar para esse clima?

O árbitro será Leonardo Ferreira Lima, os assistentes serão Alex Alexandrino e Rissen Corrêa. Os adicionais Márcio Henrique de Góes e Rodrigo Gomes Paes. O 4o árbitro será André Luís Riquena. Darão conta do recado?

Vamos lá: Leonardo tem 30 anos, é de Ourinhos e figura como árbitro da A1 há quase 10 anos. Porém, não tem um número expressivo de jogos nem clássicos trabalhados. Tem boa experiência, mas confesso que tenho dúvidas se está preparado para a pressão exercida pelo Bragantino (principalmente nos bastidores por Marcos Cheddid, que irrita bastante). Se conseguir ter o jogo em suas mãos nos minutos iniciais, tudo bem. Mas se demorar para transmitir segurança aos atletas, aí teremos problemas.

Alex Alexandrino e Risse Corrêa são bandeiras bem rodados, não terão dificuldades. Márcio Henrique Góes, o adicional 1, é tão experiente quanto o árbitro; mas o adicional 2, Rodrigo Gomes, é bem novato.

Por fim, André Luís Riquena, o homem que tomará conta dos bancos, não deverá ter trabalho com Beto Cavalcante. Mas Marcelo Veiga é “chatinho” à beira do gramado. Aliás, André esteve no Jayme Cintra na estréia do Galo contra o Audax. Talvez ele não imaginasse que voltaria aqui para a despedida do Paulista Futebol Clube da divisão A1…

Boa sorte ao Tricolor Jundiaiense, que ele possa encerrar sua participação na primeira divisão com dignidade, esperando ansiosamente o seu retorno na mesma em 2016!

Acompanhe a transmissão ao vivo e exclusiva da Rádio Difusora Jundiaiense / Jovem Pan Sat, AM 810, com a equipe do Time Forte do Esporte, comandada por Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu, reportagens de Heitor Freddo e Luiz Antonio de Oliveira (Cobrinha), comentários de Robinson Berró Machado, análise da arbitragem de Rafael Porcari; no plantão esportivo José Roberto Pereira e na técnica Antonio Carlos Caparroz.

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– Análise da Arbitragem de Mogi Mirim 4 x 4 Paulista (Rodada 14, 18/03/2014)

Começou bem e foi se complicando com o desenrolar do jogo: assim foi a ruim arbitragem de Adriano de Assis Miranda no jogo entre o Sapão da Mogiana e o Galo da Terra da Uva.

Vamos lá:

– DISCIPLINARMENTE, péssimo!

18m, Olberdan (MOG) faz uma falta mais forte e leva Amarelo. Na sequência Ratinho (MOG) leva outro cartão por reclamação deste lance. Poderia não ter dado o cartão mas advertência verbal.

23m, Gabriel Firmino (PAU) leva Amarelo por reincidência de faltas. Mas aos 43m, Elanardo, que já houvera feito 3 faltas, não recebeu por reincidência após obstruir Gabriel Mosquito. Pior: nem marcou a falta!

35m, Gabriel Firmino (PAU) faz falta normal de ataque. E não é que o árbitro deu Amarelo? Errou, e com consequências negativas: como já tinha amarelo, Vermelho. Prejudicou o Paulista.

37m, Ytalo (PAU) faz falta no ataque. Outro Amarelo. Errado de novo.

42m, Gabriel Mosquito (PAU) divide com Elanardo e leva Amarelo. A cada falta, um cartão?

50m, Vitor Xavier (MOG) recebeu amarelo por falta em Mosquito. Correto. Mas o detalhe engraçado: o árbitro sinalizou que era por reincidência, apontando lá, cá, acolá… mas o jogador tinha ACABADO DE ENTRAR NO JOGO! Confundiu, certamente.

57m, enfim Elanardo (MOG) recebeu o Amarelo após falta de Mosquito. Demorou mas saiu. Poderia ter sido antes, e se já houvesse tomado, seria Vermelho.

– TECNICAMENTE, razoável.

Não existiram lances polêmicos, a partida foi fácil! Apenas uma cama de gato e uma-ou-outra falta não marcada.

– FISICAMENTE, bem. Mas de que adianta correr se não resolve em campo? Está com bom condicionamento, só que o futebol não precisa de corredores e sim de árbitros bons.

– CONDUTA DOS ASSISTENTES, ótima.

O bandeira 1 Rogério Zanardo acertou no 1o gol do Mogi Mirim: a bola é chutada, o goleiro Yan sai da pequena área e ela sobra para o atacante do Mogi Mirim, que fica somente com o zagueiro do Paulista entre ele e o gol. Se a bola fosse de cruzamento, seria impedimento. Mas ele recebeu de rebote em mesma linha. Gol legal.

O bandeira 2 Evandro de Melo Lima acertou no 2o gol do Paulista: Gabriel Mosquito faz o gol chutando de longe. Ytalo estava em posição de impedimento mas não atrapalha o adversário. O mesmo bandeira acertou no 2o gol do Mogi Mirim, quando Ratinho estava em impedimento, saiu e na segunda jogada já estava em posição legal.

DETALHE:

Um fato curioso: o árbitro usou uma munhequeira / suadeira no braço direito, com o relógio por cima. Ué, e se precisasse limpar o suor (e só pra isso serve a suadeira) como faz? Se machuca todo?

Abaixo, o lance-a-lance com os rascunhos das anotações:

Mogi Mirim x Paulista

Árbitro: Adriano de Assis Miranda

Bd 1: Rogério Pablo Zanardo

Bd 2: Evandro de Melo Lima

AAA1: Norberto Luciano Santos

AAA2: Sílvio Silveira

4o Árb: Luiz Plínio Rezende

MOGI MIRIM

1 Reynaldo

2 Valdir

3 Wagner Silva

4 Mirita

5 Elanardo

6 Leonardo

19 Everton Heleno

8 Edson Ratinho

9 Fernando Bahiano

13 Olberdam

11 Serginho

Reserva

12 Alex Alves

07 Everton Senna

14 Alvaro

15 Vitor Xavier

16 Michel

17 Magrão

18 Rivaldo Jr

Falta 1o tempo: 5

Falta 2o tempo: 4

TOTAL: 9

PAULISTA

1 Ian

2 Felipe Diadema

3 Malcon

4 Leandro

5 Dodó

6 Gabriel Firmino

7 Ewerton Pereira

8 Ytalo

9 Elton

10 Gabriel Leite Mosquito

11 Erik Mamadeira

Reserva

12 Iago

13 Diego Santos

14 Jhonny

15 Umberto

16 Diego Mendes

17 Tutinha

18 Felipe Santos

Falta 1o tempo: 9

Falta 2o tempo: 4

TOTAL: 13

1o Tempo

10m, árbitro está tranquilo e o jogo ajuda. Houve apenas uma cama de gato cometida pelo atacante do Paulista que passou batida.

15m, Gol do Galo num frango do Goleiro. 16m, Gol do Sapão.

Detalhe do gol do Mogi Mirim: A bola é chutada, o goleiro Yan sai da pequena área e ela sobra para o atacante do Mogi Mirim, que fica somente com o zagueiro do Paulista entre ele e o gol. Se a bola fosse de cruzamento, seria impedimento. Mas ele recebeu de rebote em mesma linha. Gol legal, acertou o atento bandeira Rogério Zanardo.

18m: falta de Olberdan, Amarelo bem marcado. 19m: Ratinho leva Amarelo por reclamação.

20m, jogo bem corrido, faltas bem marcadas. Árbitro bem.

23m, Gabriel Firmino leva cartão Amarelo no meio campo pela reincidência de faltas. Hum…

27m: falta em Dodó, muita reclamação pois se desejava um Amarelo. Eu não aplicaria também.

32m: Gabriel Mosquito faz o gol chutando de longe. Ytalo estava em posição de impedimento mas não atrapalha o adversário. Acertou a arbitragem em validar.

35m: O árbitro estragou sua arbitragem: Gabriel Firmino faz uma falta comum de jogo. Porém, com um absurdo excesso de rigor, aplicou o cartão Amarelo. Como já tinha, levou Vermelho. Errou o árbitro.

37m: Cartão Amarelo para Ytalo. Desnecessário também. A cada falta, um amarelo?

42: Outro Amarelo, agora para Gabriel Mosquito. Árbitro está se escondendo

43m: Elanardo faz nova falta. Nem Amarelo…

6 Amarelos e 1 Vermelho num jogo fácil de apitar.

2o Tempo

1m: Gol do Paulista após boa jogada de Mamadeira.

05m: Vitor Xavier recebe amarelo por falta em Mosquito. Correto. Mas o detalhe engraçado: o árbitro sinalizou que era por reincidência, apontando lá, cá, acolá… mas o jogador tinha ACABADO DE ENTRAR NO JOGO! Confundiu, certamente.

10m: a bola bate na mão do zagueiro Leandro num chute dentro da área. Segue, foi involuntário. Correto.

11m: Gol legal do Mogi, Ratinho estava impedido mas quando há uma segunda jogada está em posição legal.

12m: Elanardo: só agora recebe Amarelo por falta em Mosquito. Arre!

14m gol do Mogi,

18m gol do Paulista,

21m gol do Mogi: 4×4.

29: Jogador do Mogi faz uma falta de ataque idêntica a do lance que resultou na expulsão do Firmino. Agora, com acerto, o árbitro não deu.

32m: Leandro rouba a bola com tranco normal. Correto.

35m: Falta de Vitor Xavier em Gabriel Leite.

42m: Tutinha cava a falta e o juizão entra. Errou…

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– PM no São Camilo

Dois dias de ação policial com 820 oficiais! É assim que agiu a Polícia Militar na Favela do São Camilo, em Jundiaí.

Já pensou que inferno deve ser morar por lá com os traficantes atazanando a população? No meio de tanta gente trabalhadora, humilde e de sonhos mil, bandidos se misturam e mudam a vida da comunidade.

Ah se o mundo fosse mais pacífico… e se o grande mal do século – as drogas – não existissem!

Utopia.

Extraído do Jornal Bom Dia, 15/03/14, pg 02-03
OPERAÇÃO DIAMANTE
por Karol Rabello

No segundo dia da Operação Diamante, no São Camilo, a paz e tranquilidade nas ruas ainda eram sensíveis. Alguns moradores, acostumados com o barulho de carros e motos e toda a movimentação do tráfico, que começa logo cedo, dizem não querer voltar à rotina antiga do medo. “Todo dia tem som alto, gente gritando no meio da rua e muito carro subindo o morro para buscar droga. Acho que está melhor assim”, comentou Idalina, 55 anos, que não teve sua casa revistada pelos policiais militares.

Graças a presença dos  PMs – agora os 820 policiais trabalham em turnos -, adolescentes e crianças andavam pelas ruas tranquilamente ontem.

Mas para alguns, apesar da calmaria, o primeiro dia de operação foi “horrível”. Ana Carolina,  19 anos, sai às 7h para trabalhar em uma fábrica todos os dias. Só que anteontem foi diferente. “Logo que eu saí de casa vi um monte de viatura na rua, policiais armados. Fiquei com medo e voltei”, contou. “A gente sabe da importância deles [policiais] aqui, mas assusta a forma com que eles andam pelas vielas, com armas em punho”. A casa de Ana Carolina foi revistada pelos policiais, mas sobre a abordagem, nada a reclamar. “Eles pediram para entrar, explicaram o objetivo da ação e acompanhamos tudo de perto, na boa”, disse a jovem que mora com a avó.
Um casal de aposentados que mora no bairro há décadas, teve sua casa revistada pela PM, que encontrou porções de drogas ali,  pertencentes ao  filho deles. “Não sabíamos que ele estava envolvido, mas aqui acho que quase todo mundo é”, disse a mulher. Seu filho não foi detido nem os aposentados.
No segundo dia, policiais localizam desmanche de carro
A primeira noite da ocupação dos policiais foi tranquila e nenhuma ocorrência foi registrada durante a madrugada. Mas ontem à tarde, além de maconha e crack apreendidos, os policiais encontraram um desmanche de veículos roubados na rua Bahia. Segundo a comunicação da PM, uma moto, que era produto de roubo, foi achada inteira, bem como motores e outras peças, todas provenientes de crimes.
Seis pessoas foram detidas para averiguação. Em uma casa, localizada por intermédio  de denúncia anônima, os policiais encontraram 29 munições de arma 762, de uso restrito e exclusivo das forças armadas. Uma espingarda e uma balança de precisão também foram achadas, mas ninguém foi detido com os equipamentos e munições.
MAIS
60 kg apreendidos e 18 presos em dois dias
O balança da Operação Dinamite já resultou na prisão de 18 pessoas, sendo quatro menores, apreensão de mais de 60 quilos de entorpecentes, além de diversos pontos de fabricação e distribuição das drogas fechados.
Não existe data para a desocupação, segundo o tenente-coronel Henrique Neto, comandante da operação.
181 é o telefone do Disque-denúncia.

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– O dia que o Paulista FC se tornou um fora de série…

Eu me lembro que ansiosamente torcia para o Paulista de Jundiaí conseguir o acesso à série A do Brasileirão, anos atrás. Mas naquele sábado que ficou na saudade, o Galo de Jundiaí sofreu pelo “jogo entre compadres” envolvendo Atlético-MG e América-RN, culminando na conquista da 4a vaga da série B do time potiguar.

Depois disso, o Paulista amargou o rebaixamento para a série C até ficar sem série alguma.

E sabe quando foi isso?

Em 27/07/2008, após a partida contra o Cabofriense, e que na hora H não pode jogar e foi substituído pelo Duque de Caxias. Portanto, depois de 3 anos do título da Copa do Brasil 2005 (e há 4 do vice-campeonato Paulista conquistado em 2004, o Galo ficou sem vaga em divisão alguma do Brasileirão. Seis anos depois, amargura a A2 Regional.

Que o Tricolor Jundiaiense reverta isso!

Olha aí a colaboração do amigo Cristiano Assis que estava lá, guardou o ingresso e postou nas redes sociais:

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Mais um para a história…
O dia em que o Galo virou um “fora de série”…Nem A, nem B, nem C e nem D…Eliminado da Série C em um jogo contra o Cabofriense (que foi substituído por um time montado as pressas para o campeonato – Duque de Caxias) em um 0 x 0 que foi junto com essa campanha na A1-2014 um dos momentos mais tristes da história do Galo. Detalhe: o time montado as pressas (Duque de Caxias) conseguiu o acesso para a Série B.